Cagliostro

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Uma das encarnações do VM Samael foi na Áustria, antes deste Mestre iniciar seu trabalho público como Avatara da Era Aquárius. Um dos casos insólitos ocorridos nessa encarnação de Samael foi seu encontro com o Grande Mestre dos Raios da Política Mundial e Egípcio-Rosa-cruz, e Mestre de Mistérios Maiores, Cagliostro. Samael nos relata essa experiência, a qual foi importante para a total revolução de seu trabalho espiritual particular.

Caminhando um dia qualquer, pelas ruas de Viena, encontrou-se cara a cara com o Conde Cagliostro e este, ao vê-lo, reconheceu naquele homem ninguém menos que o bodhisatva do 5º Anjo do Apocalipse, o Gênio de Marte, Samael. O conde, assombrado, tomou a palavra para recriminar ao bodhisatva (ainda não auto-assumido, com dificuldades de se Levantar), e, entre outras coisas, Cagliostro disse:

“Sabes quem és?”
Ao qual o Mestre respondeu:
“Perfeitamente, sou o bodhisatva do Anjo Samael…”
“E você não sente vergonha de andar assim?” – replicou Cagliostro.
“Já me levantarei, já me levantarei!” – foram as últimas palavras que brotaram d’Aquele que ainda era um bodhisatva de capa caída.

Ato seguido, o Conde Cagliostro entregou-lhe um pequeno cartão pessoal e convidou o bodhisatva Samael a que o visitasse no dia seguinte em seu castelo particular, no qual vivia o enigmático conde.

No dia seguinte, encaminhou-se rumo ao castelo e bateu na porta de entrada. Rapidamente, apareceu o mordomo, o qual inquiriu o bodhisatva sobre o motivo de sua visita.

– Estou aqui para ver o senhor conde Cagliostro. Este é seu cartão, me foi dado por ele!

Seguidamente, o mordomo subiu as escadas que davam na parte superior do castelo e regressou com ordens de levar o visitante até a recâmara do conde. Uma vez ante a presença do venerável conde, o jovem bodhisatva foi convidado a sentar-se e, segundo palavras do próprio Mestre Samael, ali estava Cagliostro jogando talco em uma de suas perucas, que tanto foram utilizadas nos séculos 13 a 18.

O nobre conde, dizia o Mestre, estava usando um jaleco com botões de ouro puro e seus sapatos tinham cordões cujas pontas eram de diamante. O quarto onde estavam dialogando era todo na cor violeta. Tudo, desde a cama, os adornos do espelho principal, o papel de parede, tudo…

A finalidade daquela conversa transcendental eram as advertências de Cagliostro para que Samael assumisse de vez sua fantástica missão, pois o mundo e sua humanidade necessitavam da “Força Liberadora de Deus”.

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  • Já tinha ouvido falar no Mestre Samael, mas nao dava importanci pois achava q era mais um viajante igual a Anton Lavy. Q fui a SP a m vida mudou, pois comprei 5 obras de Samael e desde entao me dedico as seus estudos..lindo. .’.Paz Inverencial.’.

  • olá, sendo estudante inativo da ordem Rosa-Cruz AMORC, quero saber se há algum probema em se afiliar aos estudos da Gnose?

    • os Ensinamentos Gnósticos são abertos a todos, sem distinção. Seja bem-vinda à família gnóstica.

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