terça-feira, setembro 21, 2021

INFRA-SEXUALIDADE

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    Estudemos um pouco mais sobre a INFRA-SEXUALIDADE (ou sexualidade antinatural), que é uma das três formas de uso de nossa sexualidade (as outras duas são a sexualidade natural e a supra-sexualidade ou sexualidade supranatural)…

    O VM Samael Aun Weor sempre citou essa classe de contingência sexual para depois falar sobre o tantra sexual, ou supra-sexualidade. Por que então essa insistência do mestre ao indicar tal estilo de sexualidade? Será que a infra-sexualidade é tão comum assim? Está mais disseminada e arraigada do que imaginamos? E, finalmente, será que TODOS nós não teríamos algo de infra-sexual em nossas vidas, e que por convenção social, medo, preconceito ou vida mecânica, nem sequer temos a audácia de perguntar ao nosso Pai Interno, todo-sabedoria e todo-compaixão, para que Ele nos mostre o que realmente somos internamente…???

    Estou colando um pequeno texto, dentro da psicologia acadêmica, que nos ajuda a desmembrar um pouco mais sobre o que seja realmente a Infra-Sexualidade:

    A perversão sexual é uma estrutura psicopatológica caracterizada pelos desvios de objeto e finalidade sexuais. A pessoa portadora de perversão sente-se atraída por aquilo que é pessoalmente ou socialmente proibido e inaceitável.

    Foi Freud quem primeiro tentou desenvolver uma compreensão da etiologia das perversões, em 1905, opondo-se à opinião popular acerca da sexualidade em três pontos básicos: a época do surgimento da pulsão sexual; a natureza necessariamente heterossexual do objeto; a limitação do objeto sexual à cópula. Para Freud, o objeto sexual é aquilo de que procede a atração sexual, pode ser uma pessoa ou uma coisa; finalidade sexual é o ato ao qual tende a pulsão, que descarrega a tensão, obtendo prazer.

    Dentre as mais conhecidas perversões estão: a pedofilia (atração por crianças); a bestialidade ou a zoofilia (atração por animais); a sodomia (uso do orifício anal com finalidades sexuais); o sadismo (prazer obtido ao infligir dor ao parceiro) e o masoquismo (prazer em sofrer); o fetichismo (atração por parte específica do corpo do parceiro ou por algo que o represente).

    Algumas formas de perversão como o fetichismo (atração partes do corpo do parceiro, peças do vestuário dele, perfumes etc.), o voyerismo (prazer em observar o ato sexual sendo praticado) e o exibicionismo (prazer em exibir o corpo desnudo, especialmente os genitais), são componentes naturais de excitação erótica na vida cotidiana dos casais em geral, tendo importante função no momento antecedente ao ato sexual. Por este motivo, a Psiquiatria retirou o termo “perversão”, que já tem um peso pejorativo no senso comum, e colocou em seu lugar o termo “parafilia” para caracterizar a patologia (para desvio; filia aquilo para que a pessoa é atraída). Dessa forma, fica amenizado o estigma que a palavra perversão coloca sobre a sexualidade humana normal.

    O que caracteriza a patologia é a fixação nas escolhas distorcidas de objeto e finalidade sexual. As fantasias são especializadas, de natureza repetitiva e que angustiam a pessoa de modo que ela fica compelida ao ato parafílico.

    Claro que dentro dos estudos da psicologia e da sexualidade gnóstica, não se aceita essa divisão entre perversão sexual e parafilia. Na verdade, são gradações distintas dos mesmos distúrbios sexuais em que a pessoa se prende.

    Isso significa que o estudante gnóstico não deve imaginar que há uma clara barreira entre a infra-sexualidade, a sexualidade normal e a supra-sexualidade. Devemos sempre utilizar o exemplo didático da famosa ESCADA DE JACÓ.

    Apesar de serem divididos em três graus bem definidos, esses níveis e níveis de sexualidade são gradativos, ou seja, ninguém nunca passará de um nível a outro imediatamente.

    O estudante gnóstico que anseia, que anela, entrar no Reino do Super-Homem, ou da Supra-Sexualidade, deve colocar as virtudes da Compreensão, da Paciência e da Tolerância como elementos que nos conduzem harmoniosamente, sem repressões, sem falsos entendimentos e, acima de tudo, sem HIPOCRISIAS, à veradeira Senda da Auto-Realização e da Revolução da Consciência…

    Bem, amigos, isso foi somente uma pequena reflexão introdutória sobre o tema. As Esferas Infernais de Lilith e Nahemah são interessantíssimas de se estudar e meditar profundamente. Afinal, o que está fora é como o que está dentro. Portanto…….

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