sábado, setembro 18, 2021

Aborto, A quem interessa (*/*) – Áli

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    Roit
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    Postado em Sep 14 2006, 12:13 AM

    A promotora de Justiça Maria José Miranda Pereira, autora do artigo “Aborto: a Quem Interessa”, desnuda os interesses por trás da campanha pela descriminalização do aborto.

    A especialista recomenda a leitura de um documento, hoje não mais confidencial, de 10 de dezembro de 1974, de autoria do então secretário de Estado norte-americano Henry Kissinger, um dos diretores da Cúpula do Clube Bilderberg, intitulado National Security Study Memorandum 200 (abreviadamente NSSM 200): Implications of Worldwide Population Growth for US Security and Overseas Interests.

    Em bom português: Memorando de Estudo de Segurança Nacional 200: Implicações do Crescimento Populacional Mundial para a Segurança e os Interesses Ultramarinos dos Estados Unidos.

    Relatório Kissinger

    O documento, conhecido como Relatório Kissinger, foi entregue pelo Conselho Nacional de Segurança dos Estados Unidos ao presidente americano Gerald Ford.

    O Relatório Kissinger considera o aborto como crucial para o controle demográfico. Eis suas palavras textuais:

    “Certos fatos sobre o aborto precisam ser entendidos: nenhum país já reduziu o crescimento de sua população sem recorrer ao aborto”.

    Ameaça aos EUA

    Só em 1989, a Casa Branca desclassificou o documento, que agora é de domínio público.

    Nesse relatório, afirma-se que o crescimento da população mundial é uma ameaça para os Estados Unidos, e que é preciso controlá-la por todos os meios: anticoncepcionais, esterilização em massa, criação de mentalidade contra a família numerosa, investimento maciço de milhões de dólares em todo o mundo.

    Para tentar impedir o crescimento demográfico dos países pobres, mantendo-os sob o domínio econômico e político dos países desenvolvidos, já se realizaram várias Conferências Mundiais: em Bucareste (Romênia, em 1974), na cidade do México (1984) e no Cairo (Egito, em 1994).

    Brasil é um dos alvos

    O Relatório Kissinger concentra seu plano de controle demográfico em 13 países-chave, entre os quais, o Brasil:

    “A assistência para o controle populacional deve ser empregada principalmente nos países em desenvolvimento de maior e mais rápido crescimento onde os EUA têm interesses políticos e estratégicos especiais. Estes países são: Índia, Bangladesh, Paquistão, Nigéria, México, Indonésia, Brasil, Filipinas, Tailândia, Egito, Turquia, Etiópia e Colômbia”.

    Segundo Maria José Miranda Pereira, o disfarce do controle demográfico foi cuidadosamente planejado:

    “Os EUA podem ajudar a diminuir as acusações de motivação imperialista por trás do seu apoio aos programas populacionais, declarando reiteradamente que tal apoio vem da preocupação que os EUA têm com: a) o direito de cada casal escolher com liberdade e responsabilidade o número e o espaçamento de seus filhos e o direito de eles terem informações, educações e meios para realizar isso; e B) o desenvolvimento social e econômico fundamental dos países pobres nos quais o rápido crescimento populacional é uma das causas e conseqüência da pobreza generalizada”.

    Mentes brasileiras influenciadas

    A promotora Maria José Miranda Pereira avalia que a afirmação repetida de tais inverdades acabou penetrando nas mentes brasileiras, que não enxergam a torpe motivação imperialista das políticas antinatalistas.

    Segundo a especialista, a instrumentalização das mulheres também está prevista no Relatório Kissinger, motivo pelo qual os grupos feministas são sobejamente financiados por instituições de controle demográfico:

    “A condição e a utilização das mulheres nas sociedades dos países subdesenvolvidos são de extrema importância na redução do tamanho da família. Para as mulheres, o emprego fora do lar oferece uma alternativa para o casamento e maternidade precoces, e incentiva a mulher a ter menos filhos após o casamento… As pesquisas mostram que a redução da fertilidade está relacionada com o trabalho da mulher fora do lar…”.

    Na Conferência de Pequim (ou Beijing, como queiram) sobre a Mulher, de 1995, investiu-se enormemente, em nível internacional, para compelir os países a legalizarem o aborto, reconhecendo-o como um “direito da mulher”.

    Lobby eficiente no Brasil

    A promotora denuncia que, em Brasília, atua um eficiente “lobby” pró-aborto chamado CFEMEA (Centro Feminista de Estudos e Assessoria).

    Essa ONG monitora cuidadosamente as proposições legislativas do Congresso Nacional e está sempre alerta para as estratégias mais favoráveis para a aprovação de projetos pró-aborto.

    “Vejamos o que o CFEMEA diz de si mesmo: Desde 1992, o Centro Feminista desenvolve o Programa Direitos da Mulher na Lei e na Vida, […]. O Programa assumiu a feição de Implementação das Plataformas de Beijing´95 e Cairo´94 no Brasil em 1995. Para realizar este trabalho, o CFEMEA conta com o apoio de organizações da cooperação internacional”.

    Os financiadores da campanha

    A promotora Maria José Miranda Pereira denuncia que as organizações da cooperação internacional que financiam o CFEMEA – e também vários outros grupos pró-aborto – são, entre outras, a Fundação Ford, a Fundação MacArthur, a Fundação Kissinger (estes direta ou indiretamente ligados ao Clube Bilderberg), o Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP) e o Fundo das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM).

    “Isso explica por que as feministas, embora em número reduzidíssimo, conseguem tanto espaço nos meios de comunicação social, dando a entender que representam o pensamento da mulher. O imenso empenho do governo em favorecer o aborto pode ser explicado, em parte, pela submissão aos organismos multilaterais de crédito, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. De fato, tais instituições financeiras condicionam toda ajuda econômica externa ao cumprimento de metas demográficas pautadas em cada empréstimo”.

    Ingleses na jogada

    Maria José Miranda Pereira denuncia as ações da IPPF (Federação Internacional de Planejamento familiar), que é a maior rede privada de controle de natalidade, com sede em Londres e filiais espalhadas em cerca de 180 países, entre os quais o Brasil, cuja filial se chama BEMFAM.

    A IPPF dispõe no Brasil de um braço legislativo chamado Grupo Parlamentar de Estudos em População de Desenvolvimento (GPEPD), um poderoso – e bem financiado – lobby composto de parlamentares encarregados de transformar em lei os planos antinatalistas.

    Aos interessados em aprofundar o tema, a promotora Maria José Miranda Pereira recomenda o excelente livro do jurista argentino Jorge Scala, intitulado “IPPF: a multinacional da morte”, recentemente traduzido para o português.

    Bom para os planos de saúde?

    Maria José Miranda Pereira condena o anteprojeto que libera totalmente o aborto no País. E chama a atenção para a característica de “negócio” por trás da descriminalização do aborto:

    “É de causar perplexidade o que está no artigo 4°: os planos privados de saúde serão obrigados a cobrir as despesas com aborto. Poderão eles excluir procedimentos obstétricos, mas não poderão excluir “os necessários à interrupção voluntária da gravidez realizada nos termos da lei” (sic). Pasmem! Para o governo, o aborto provocado é mais importante que o nascimento! A morte tem prioridade sobre a vida! A quem isso interessa?”

    ingus

    Postado em Sep 14 2006, 07:01 PM

    O pequeno ser na gestaçao ja possui sensibilidade emocional !

    Imagine que antes de nascer vc seria rejeitado pela mae, qual o sentimento que vc teria ? revolta ? talvez…

    “Aborto
    Um estudo recente propôs haver uma correlação entre o número de abortos e o nível de criminalidade dos adultos correspondentes. A hipótese é a de que mulheres que obtêm o direito de interromper sua gravidez ficam livres da situação de terem que criar crianças não desejadas, freqüentemente em um ambiente de privação econômica, o que favoreceria o desenvolvimento de adultos com tendência maior a cometerem crimes violentos. A hipótese, sozinha, não teria substanciação suficiente. Entretanto, um estudo de Adrian Reine e outros estabeleceu um suporte maior para essa hipótese (veja Raine et al. 1994). No estudo, os autores encontraram uma ligação entre a combinação de complicações durante o nascimento e rejeição maternal nessa fase, com o comportamento violento dessas crianças quando se tornaram adultos. As complicações devidas ao nascimento podem provocar danos cerebrais por falta de oxigenação adequada. Mas esse fator, isoladamente, não foi visto associado à maior ocorrência de violência em adultos. A rejeição pela mãe dos bebês em fase inicial da vida também favoreceria a hipótese de adultos problemáti¬cos, mas verificou se que isso também não está ligado, isoladamente, à violência de adultos. Entretanto, a combinação dos dois fatores demonstrou haver uma ligação. De 4.269 partos de bebês masculinos, apenas 4.5% estavam nesse grupo C ou seja, as duas condições presentes, rejeição maternal e parto complicado. Entretanto, esse grupo foi responsável por 18% dos assassinatos, roubos a mão armada, estupros e assaltos. Uma das medidas da rejeição materna que o estudo contabilizou foi a verificação de quais mães gostariam de ter feito aborto. Outro grupo obteve resultados similares, conforme pode ser visto no artigo Theory Ties Abortion to Crime Drop, disponível em:
    http://www.washingtonpost.com/wp srv/WPlate/1999-08/10/0421-081099-idx.html

    nubia

    Postado em Sep 14 2006, 09:09 PM

    Marceloy, uma vez convidei um terapeuta renomado a dar palestra sobre Morte e Ressurreição, que é uma terapia interessantíssima sobre uma técnica especial de Regressão Pré-Natal… Claro, vendo a coisa sob o ponto de vista gnóstico também…

    Esse terapeuta afirmou que tratou por mais de 15 anos, diversos adolescentes com complexos de rejeição, com hábitos musicais, de vestimenta, sexuais etc., que eram problemáticos justamente porque TODOS ele foram rejeitados dentro da barriga de suas mães…

    Imaginemos então o TRAUMA que é a pessoa ser abortada e de repente nascer, em outra encarnação… ela se sentirá rejeitada por todos, por seus pais, irmãos, sociedade, Deus etc. etc.

    E aí, o Ego queridinho nosso do dia-a-dia se infiltra na Máquina Humana por meio desse ROMBO em nossa Psique que é o TRAUMA…

    ingus

    Postado em Sep 14 2006, 11:26 PM

    Fica ate dificil imaginar estar no lugar de uma pessoa traumatizada, sem amor…

    Essa e uma prova pesada demais.

    E foi comprovado que os traumas danificam o cerebro.

    falta de amor – traumas – revolta – odio e o ciclo continua. quando isso vai parar ?

    Jupiter

    Postado em Sep 15 2006, 12:07 AM

    Isso realmente é muito triste, mesmo,,,
    conheci casos de filhos que foram gestados enquanto as mães tomavam Anti-Concepcional e na ocasião, “falhou” este procedimento.
    O Sentimento de Regeição destas pessoas já é altíssimo… imagina uma agressão maior, ser assassinado, por exemplo

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