A origem do Eu sob a luz da Gnose

A origem do Eu sob a luz da Gnose

O mais importante é o despertar da Consciência. A humanidade primogênita e paradisíaca estava desperta. Desgraçadamente, devido a erros de certos indivíduos sagrados, o cometa Condoor chocou-se com o planeta Terra e como resultado, as capas geológicas da Terra ficaram instáveis. Terremotos e maremotos sacudiram as entranhas do continente Um, ou Lemúria, trazendo perigo para a vida orgânica terrestre.

Foi então quando chegou ao nosso mundo uma comitiva de indivíduos sagrados, entre eles se encontrava o mui respeitável e venerável Arcanjo Sakáki. Eles estudaram o problema e chegaram à conclusão de que se deveria dar à humanidade o Abominável Órgão Kundartiguador, uma espécie de apêndice da coluna vertebral, tal como vemos hoje nos macacos, orangotangos, gorilas etc.

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O nosso organismo é uma máquina e, como tal, absorve energias cósmicas do Megalocosmo e as transforma automaticamente, retransmitindo-as para as capas geológicas da Terra. Desta forma, a Terra se alimenta, como um organismo vivente, de todos os tipos e subtipos de energias cósmicas.

Não há dúvida de que as plantas também servem de canal para as energias que vêm do universo. O mesmo pode ser dito sobre as distintas espécies bicerebradas e unicerebradas, entretanto, os tipos de energia recolhidos pelos tricerebrados são mais úteis para as entranhas da nossa Terra.

Quando fizeram uma modificação orgânica, modificaram-se também as forças que penetravam no organismo humano. Nós nos tornamos lunares devido ao Abominável Órgão Kundartiguador, e consequentemente se estabilizaram as capas geológicas da Terra, cessando assim os espantosos terremotos e maremotos do fundo do Pacífico que eram tão frequentes naquela época.

Mas não faltaram equívocos. Se a colisão de mundos se deu devido os equívocos de certos “Indivíduos Sagrados”, não menos equivocado também foi o Arcanjo Sakáki e sua altíssima comitiva, pois se equivocaram com suas matemáticas transinfinitas em relação ao tempo de duração do Órgão Kundartiguador.

O nosso respeitável Arqui-Serafim Looisos percebeu a questão e tentou intervir para eliminar da humanidade o tão nefasto órgão, mas já era demasiadamente tarde… E esse equívoco nefasto tornou a humanidade doente; quando esse órgão desapareceu da anatomia humana, vieram as consequências dos mesmos nos cinco cilindros da máquina orgânica (que são os centros intelectual, emocional, motor, instintivo e sexual).

O centro intelectual encontra-se localizado no crânio, dentro do cérebro intelectivo. O emocional, no coração e nos centros nervosos do grande simpático. O motor se encontra situado na parte superior da coluna vertebral. O instintivo se encontra na parte inferior da própria coluna, na região lombar. O centro Sexual se encontra localizado nos órgãos de geração.

Vejam vocês as consequências do citado órgão, foram se cristalizando nos centros da máquina humana os chamados agregados psíquicos! O Ego em si mesmo e por si mesmo é a soma de todos esses agregados, consequência do Abominável Órgão Kundartiguador. Tais agregados psíquicos estão devidamente classificados na psicologia experimental e que os principais são: Ira, Cobiça, Luxúria, Avareza, Preguiça, Orgulho e Gula.

É claro que se fizéssemos uma verdadeira lista, nos assustaríamos, como bem disse o poeta Virgílio, de Mântua: “Ainda que tivéssemos mil línguas para falar e palato de aço, não alcançaríamos enumerar todos os nossos defeitos literalmente”. Tais defeitos ou agregados psíquicos eram conhecidos no Egito dos faraós com o nome de “Demônios de Seth”.

Se antes a Consciência se achava desperta integralmente cem por cento, motivo pelo qual gozava do estado paradisíaco ou edênico, ao cair presa se tornou condicionada e caiu no processo hipnótico do sonho. Hoje, na verdade, os seres humanos se encontram submetidos à “Hipnose Coletiva”, quero dizer de forma enfática que a Força Hipnótica da natureza influencia a todos os seres humanos. Infelizmente nos damos conta do hipnotismo só quando a força hipnótica se manifesta numa sessão de hipnose.

O certo é que o hipnotismo flui em todas as direções. Nos antigos tempos, representou-se o Galo dos Abraxas com uma dupla pata de serpente, e isto nos convida a pensar no Ob e no Od do distinto cavalheiro Reichenbach.

“Existem duas Serpentes”, diz Eliphas Levi, uma é a que ascende pela Vara de Esculápio, o Deus da Medicina, e a outra é a horrível serpente Píton, de sete cabeças, aquela que se arrastava pelo lodo da terra e que Apolo, irritado, a feriu com suas flechas.

Na linguagem rigorosamente bíblica, diríamos que a primeira é a Serpente de Bronze que curava os israelitas no deserto, aquela que se enroscara no Lingam Gerador ou no Tao bíblico de Moisés. A segunda é a Serpente Tentadora do Éden. Assim é que quando ela ascende pela coluna vertebral, nos ilumina, transforma e revive totalmente na luz, como também sabemos que o nosso Cristo, o nosso Redentor Íntimo, de acordo com a Filosofia do Salvator Salvandus, o Adorável, nada poderá fazer sem a Serpente; ela é o resultado das transmutações da libido, que tanto preocupou o pai da Psicanálise, o senhor Sigmund Freud.

No seu aspecto negativo, a Serpente Ígnea de nossos poderes mágicos é a tentadora Serpente do Éden, o Abominável Órgão Kundartiguador, a horrível Serpente Píton…

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Nos tempos antigos lemúricos, a Serpente Sagrada ascendia vitoriosa pela Árvore da Vida e isto se encontra representado em nosso organismo pela coluna vertebral do asceta gnóstico. Sem dúvida, através dos rituais nefastos, misturados com o pecado original, desenvolveu-se, cada vez mais, a Píton, dentro do osso cóccix até os mundos infernais do homem. Entretanto, se isso não houvesse acontecido, as péssimas consequências dessa abominação, teríamos hoje a Consciência Objetiva Desperta.

Essa pobre humanidade foi vítima dos equívocos de alguns indivíduos sagrados e isso é lamentável. É claro que eles terão de sofrer as consequências de seus erros num futuro Mahavântara para cancelarem suas dívidas.

Eles não são perversos, nada disso, tenha-se em conta que o mui respeitável e venerável Arcanjo Sakáki é um dos Quatro Tetrassustentadores da nossa humanidade. Lamentamos que não houvesse tido tempo para corrigir o estrago, pois a sorte desta humanidade seria outra…

Bem, hoje temos de aceitar as coisas como são, na verdade é que a nossa Consciência se encontra dormindo e presa nos Egos, e isto é terrível. Os habitantes da Terra são anormais, têm uma psique subjetiva, incoerente e imprecisa. Agora vocês podem deduzir as consequências…

Dificilmente seria possível a um casal humano (marido e mulher) ser feliz; dificilmente seria possível que reinasse a paz entre as nações, dificilmente seria possível que as pessoas tivessem uma conduta reta, movida pela ética e pelo amor. O estado de inconsciência humana é espantoso, e sua anormalidade é total.

Temos citado os sete pecados capitais, observem vocês o desequilíbrio que os mesmos originam.

Observem cuidadosamente um sujeito irado: os olhos saltam, pronunciam-se palavras incoerentes, dizendo palavrões, apertando os punhos das mãos, com trincar dos dentes. Inquestionavelmente, um sujeito assim, num mundo avançado seria levado não à cadeia, mas a uma clínica, o que é diferente, pois ele é um enfermo mental, um anormal.

 

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Observem um avarento, ele deseja de forma desmesurada um punhado de dinheiro, talvez uma casa maior; com o tempo pensa em se tornar muito rico… Ou deseja um pedaço de terra sem função social; é um anormal, é comum entre eles a preocupação quanto ao trabalho, e deseja avidamente obter promoções em algumas grandes empresas e com tal estresse adquire no seu organismo úlceras estomacais e fica apavorado ante a possibilidade de não realizar uma venda, ou de perder tudo…

Olhem agora um luxurioso, que atua como as bestas e talvez pior ainda, porque vocês nunca viram um touro buscar sexualmente a sua fêmea quando ela está desenvolvendo o seu mênstruo universal. O luxurioso é capaz de tudo isso e mais ainda. Pode converter-se num violentador, e neste caso é pior que os brutos, é algo impossível de descrever com palavras um demente satírico, produto de tais criaturas que sempre vão ao fracasso.

No terreno da literatura temos Satíricon, obra que Petrônio escrevera na época da decadência romana. Uma vez estudei tal livro, não de forma total, cheguei até a metade e o joguei com grande asco. Sem dúvida, essa obra foi muito apreciada nas épocas de Nero e pelos retóricos de Roma.

O que diremos dos invejosos? Quanto eles sofrem para adquirir o bem alheio! Se tiver um automóvel, choram e desesperam-se quando veem que um vizinho seu tem um carro melhor; se a sua casa é humilde, sofrem o indizível se um amigo tem uma casa melhor. Sempre questionam como é possível que seu amigo tenha uma mansão mais bela, se ele foi seu companheiro de escola. Por que ele tem muita sorte, “e aí vem a calúnia”, provavelmente andou fazendo algo não respeitável para adquirir mais do que eu etc.

Quando penetrei nos Arquivos Akáshicos, mencionados por Leadbeater, Annie Besant e Blavatsky, entre os muitos homens encontrei um que na vida foi conhecido com o nome de Napoleão Bonaparte. Entretanto, aquele homem morava na Região dos Sacramentos, vestia-se com seu manto de Imperador e, imponente, caminhava com um olhar de sonâmbulo, convencido de que governava.

E perguntei-lhe: “Quem és tu?” Resposta: “Eu sou o Imperador Napoleão Bonaparte, o Imperador da França e Rei de Roma…” O seu orgulho era insuportável, sem dúvida, naquele espaço psicológico o orgulho lhe fazia parecer ridículo no sentido mais completo da palavra.

O orgulhoso pode ser ferido mortalmente pelo justo; cai estrepitosamente o orgulhoso ante a palavra do justo; o pior inimigo do orgulho se chama “justiça”.

O orgulhoso é um anormal, vê todo mundo de “cima”, seu comportamento estranho é ridículo, acredita que é muito importante quando na realidade é extremamente insignificante. Tudo é orgulho nas suas atitudes, o seu modo de caminhar e o seu modo de proceder com seus semelhantes, ele delira e acredita que é colossal, para o orgulhoso isso é perfeitamente normal.

O que diremos do preguiçoso? É também um anormal, não quer trabalho, adora a inércia, não faz nada para viver. No terreno da agricultura não faz nada; nos lugares onde os agricultores são preguiçosos, há fome e desolação; em todos os campos da sua vida prática há estancamentos.

Ainda que surge uma atividade, prefere a sua rede de descanso, não faz nada quando deveria fazer; quer comer sem trabalhar; quer existir, mas não faz nada para a sua própria existência. É algo que tem e não tem vida, algo que pesa sobre os ombros da sociedade, um parasita que se nutre das vidas dos outros, é um anormal.

E o glutão, o que diríamos dele? Observem vocês essas pessoas demasiadas obesas, muito gordas (salvo algumas exceções devido às questões das tireoides), comem e comem incessantemente; olham nos espelhos e não se dão contas de que estão espantosamente feios e seguem comendo, eis aqui o glutão.

Citei os sete pecados capitais e percebam que é o Ego que nos faz anormais. A psique humana é anormal; a consciência presa entre os agregados psíquicos não consegue se manifestar, isso é óbvio, o que é que precisamos fazer urgentemente?

Sem dúvida que antes de tudo devemos despertar, mas para tal precisamos eliminar os agregados psíquicos. O animal intelectual, chamado equivocadamente de homem, tem só 3% de consciência desperta, há pessoas que nem sequer têm 1%. Isto é lamentável. A morte do corpo físico resolveria esse problema? Pensam vocês que algum credo religioso, com suas promessas post-mortem, poderia despertar a Consciência mais além? Categoricamente tenho de lhe dizer que isso não é possível.

Os valores pessoais continuam no espaço psicológico, eles são positivos e negativos, os agregados psíquicos positivos poderiam até ser qualificados de “bons”, mesmo que as boas ações conduzam sempre ao erro…

Os agregados negativos podem ser qualificados como “maus”, e no estado post-mortem, se atraem e se repelem de acordo com a Lei da Imantação Universal. Depois, de acordo com a grande Lei do Retorno, regressam e se incorporam num novo organismo humano, neste Mundo Tridimensional de Euclides. Desta forma, repetem-se todos os mesmos acontecimentos da vida anterior, de acordo com a Lei da Recorrência; aparecem em cena todas as comédias, dramas e tragédias de sempre.

Isso nos leva a entender que estamos repetindo a nossa vida anterior. Todos aqui presentes que estão me escutando, que vieram aqui para me ouvir, será, por acaso, isto uma manifestação da Lei da Recorrência? Sem dúvida que sim! Entendam vocês que nas suas existências passadas também escutaram, não neste mesmo lugar, mas em qualquer outro lugar, o que estamos falando; assim é a Lei da Recorrência, de maneira que o Retorno e a Recorrência trabalham conjuntamente.

As vidas de todos vocês são recorrências, isso é grave. Por que vocês não se lembram de mim? A que se deve isso? Poderia alguém me dar uma reposta satisfatória?

Pergunta da plateia: Por que temos a Consciência adormecida?
Samael Aun Weor: Claro que sim! Se a tivessem desperta me teriam reconhecido; possivelmente ao me reconhecer, me abraçariam, ou talvez se precipitaria uma retirada. Existem certos acontecimentos daquela época que eram – o que está falando aqui era um bodhisatva caído – ensinados de uma forma mais tosca, mas ensinava sem dúvida, e isso é o que interessa.

Não lhes estou falando agora em fenomenologia, o que eu lhes falei foi de suas existências passadas. Agora os convido ao Despertar. Quero que vocês despertem, e se possível aprendam a perfurar, a desintegrar algo em vocês; algo deve morrer em vocês e algo deve nascer em vocês.

Vocês devem aprender a manejar o Raio da Kundalini, e para isto se realizar, vocês necessitam de certa disciplina interior, ou seja, conhecer a técnica da meditação. É urgente desenvolver o sentido da Auto-Observação Psicológica. Lembrem-se de que órgão que não usa se atrofia.

Vocês têm o tal sentido, mas está latente, se encontra atrofiado; devem desenvolvê-lo e isso só é possível mediante a auto-observação diária. O Sentido da Auto-Observação Psicológica é algo extraordinário.ego-auto-observacao-gnosisonline

Hoje vou entregar para vocês uma chave: “Acostumem-se à observação de si mesmos”.

Nunca devem se esquecer de que através da relação com as pessoas, os nossos familiares em casa, no trabalho, no campo etc. afloram espontaneamente os defeitos que levamos escondidos dentro de nós mesmos, por isso devemos estar alertas e vigilantes como o vigia na época de guerra.

Defeito descoberto deve ser trabalhado. Quando um defeito aparece, devemos abri-lo com o bisturi da autocrítica para ver o que ele tem de verdade.

Devemos submetê-lo à Autorreflexão do Ser. Devemos compreendê-lo integralmente em todos as áreas da mente. Uma vez que vocês o tenham compreendido, estarão preparados para a desintegração.

A Mente por si só não pode alterar nenhum dos nossos defeitos. Podem rotulá-lo com diferentes adjetivos ou nomes, substantivos, mas não poderão alterá-los. Necessita-se de um poder maior e que seja superior à Mente. Afortunadamente, esse poder existe em cada um de nós, quero referir-me à Serpente Ígnea dos nossos poderes mágicos. Não importa o nome que lhe damos, os alquimistas a chamam de Stella Maris (a Virgem do Mar); os egípcios intitularam-na de Ísis; os hebreus de Marah; os hindus a chamam de Kundalini; os antigos náhuas de Tonantzin etc.

Só Ela pode reduzir a cinzas qualquer elemento psíquico indesejável. É claro que temos de nos dirigir a Devi Kundalini Shakti com plena espontaneidade, da forma como nós nos dirigimos à nossa mãe terrena.

Não são necessárias fórmulas para se dirigir à autora dos nossos dias, só bastará o coração tranquilo e Ela nos auxiliará, desintegrando aquele agregado psíquico que nós temos compreendido, previamente em todos os níveis da Mente.

Quanto este se torna pó, se libertará a porcentagem da Consciência que ali está presa. Por este caminho, trabalhando com Devi Kundalini, um dia quebraremos a totalidade dos elementos psíquicos indesejáveis, e aí a nossa Consciência despertará.

Quando a nossa Consciência estiver desperta, poderemos ver, ouvir, tocar e sentir todos os Mistérios da Vida e da Morte. Quando a nossa Consciência estiver desperta, poderemos lembrar das nossas existências anteriores e ver, por antecipação mediante a Meditação no Akasha Puro as nossas vidas futuras. Quando a nossa Consciência estiver desperta, estaremos preparados para o Sunyata, a experiência direta do Vazio Iluminador.

No Oriente a nossa Consciência, absolutamente desperta e desenvolvida, recebe como nome uma palavra em sânscrito, que é substantiva e adjetiva, que é Bodhicitta.

O Bodhicitta deve ser criado dentro de nós, aqui e agora. Antes que alguém consiga se tornar uma Bodhisatva, deverá primeiro converter-se em Bodhicitta.

Bodhisatva, obviamente, é algo muito grande. No mundo Oriental se conhecem duas classes de Indivíduos Sagrados, o primeiro são os Budas Pratyekas e Srávakas, e o segundo é o dos Bodhisatvas da Compaixão.

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Os Budas Pratyekas nunca trabalham pela humanidade, só se preocupam pelo seu desenvolvimento interior e não seriam capazes de subir, jamais, ao patíbulo para entregar a própria vida pela espécie humana.

Os Sravakas são meros aspirantes a Budas Pratyekas. Os Bodhisatvas são diferentes, eles se sacrificam pela humanidade, dão a sua vida por todos os seres que vivem. Lançam-se entre as multidões para levar a palavra da Verdade. Em nosso Movimento Gnóstico, os missionários seguem o Caminho dos Bodhisatvas, dão preferência ao Terceiro Fator que se chama “Sacrifício pela Humanidade”.

Os Bodhisatvas, através de sucessivos Mahavântaras, sacrificam-se pelas humanidades planetárias, e, finalmente, recebem um dia a Iniciação Venusta. É certo que através dessa Iniciação o Bodhisatva encarna o Cristo Íntimo.

Mas os Budas Pratyekas e os Sravakas (os aspirantes) nunca O encarnaram. É bom saber que aquele que O encarna se torna cristificado. “Somente pronunciará a palavra de Poder aquele que O tem encarnado…”

Vale a pena seguir o Caminho dos Bodhisatvas. Mas antes que o Bodhisatva surja dentro de nós, necessita-se criar o Bodhicitta, ou seja, precisamos despertar a nossa Consciência…

Paz Inverencial!

(Samael Aun Weor, Conferência intitulada A Origem do Eu Sob a Luz da Gnose)

11 Comments

  1. Boa tarde , poderia por gentileza informar de qual livro do Mestre , que foi tirado o texto ? Grata desde de já.

    1. Sandra, este texto não foi retirado da obra escrita do VM Samael, mas é a transcrição de uma de suas mais de 200 conferências proferidas…

  2. Muito bom texto! Esclarecedor quanto ao trabalho sobre o ego. Obrigado! Feliz 2014!!!

  3. Thiago Santos

    Podemos ver o estado de hipnosis em nossos próprios sonhos,eu queria saber porque no plano astral temos uma vivencia óbvia de ser um sonho,mas só nos damos conta quando voltamos para o plano físico,mas percebi lendo os ensinamentos do VM Samael que o corpo físico é o que ele chama de catesis livre ou energia livre,ja o corpo astral e mental infelizmente é a catesis solta ou energia solta que é o próprio EGO.Vejam o quanto inconscientes somos.

    1. Thiago Santos

      Perdoem-me eu quis dizer que o corpo astral e mental é onde esta a catesis solta ou energia do Ego,corrigindo.

  4. Na última resposta que li (resposta à pergunta do Luciano) vocês afirmam que a humanidade na Terra está TOTALMENTE fracassada. Então porque lutamos? E as demonstrações de Amor (maior e mais sutil energia de todo o Universo) que vemos nos seres humanos? Não entendo porque essa força ao dizer que estamos fracassados sendo que ainda se vê muitos gestos nobres e lindos nos corações humanos. E torno a perguntar: se nos encontramos de tal modo como foi exposto, porque lutamos?

  5. Olá, Parabéns pelo site , muito bom. Poderia me indicar livros da Gnose que falem sobre a origem do órgão Kundartiguador. Agradeço.

  6. Viviane de paula silva

    O eu em uma pessoa e muito complexo para se definir e indefinivel ate o ponto que cada pessoa busca dentro de si respostas para perguntas simples: Quem sou? De onde vim? Para onde vou?. Essa magia acontece quando o eu se distancia do ego e da espaço para o conhecimento ou seja a pratica da gnose.

  7. Olá Ali,

    Eu tenho a seguinte dúvida:

    Se a “população” da terra em sua maioria é originária da lua(que fracassou pelo ego), como o ego seria originário de um acontecimento na terra se anteriormente havia o ego na lua?

    Obrigado

    1. O processo de evolução planetária é extremamente complexo, requer-se um estudo muito profundo. Recomendo a leitura da Doutrina Secreta, especialmente o tomo 3 (Antropogênese), da Mestra Blavatsky, e o livro Visão Teosófica das Origens do Homem, de autoria de Charles Leadbeater.
      Isso dará um fundamento interessante para compreendermos depois os ensinamentos do VM Samael sobre a questão da origem do Ego em todo o Universo, e particularmente na Terra.
      Mas, respondendo sucintamente, podemos dizer que praticamente todas as humanidades dos planetas do nosso sistema solar têm Ego, porém, não de forma exacerbada como na Terra. Portanto, essas humanidades têm muitíssimas chances de Autorrealização, menos a humanidade física da Terra.
      Lembrando que a Raça Ária possui 7 Humanidades que “evoluem” de forma paralela, e destas, a única que vive no plano físico (as outras estão na 4ª Dimensão) é a nossa, que está totalmente fracassada.

      1. Obrigado pela resposta e pela dicas de leitura Ali.
        Não sabia sobre as 7 humanidades e sua evolução paralela, aonde obtenho mais informações sobre esse assunto?

        Abraço

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