Hinos essênios

Hinos essênios

- emTeologia Gnóstica
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HINO XIV (COL. XII – 33)

– Dou-te graças, Senhor, Porque, Para que a verdade eu a conhecesse, Mestre tu me foste.

27 – Maravilhosos mistérios tens,
Conhecê-los fizeste-me.
Um deles – o inclinar-se para o homem frágil
A tua bondade forte.
E ainda: assombrosa, a tua pródiga misericórdia
Para os que, perverso, seu coração guardar o ousam.

28 Quem como tu, Senhor, entre os mais deuses, o veraz? Justificado diante de ti, Quem o sairá, quando ao teu julgamento? Ninguém há que

29 – Ao juízo teu respondê-lo possa.
Glória humana face à tua sopro o é, apenas.
Resistir poderá nenhum poder
Á tua ira santa, tentando o mesmo atenuar uma falha
Contra o erro.

30 – Filhos o são todos da irrevogável verdade.
E, somente por teu perdão,
Salvadora âncora imersa à tua oceânica bondade,
Admitidos sê-lo-ão todos à tua presença,
Purificação havendo-te merecido de todo o pecado.
E isto, apenas,
Pelo imensurável em que se dilata a tua misericórdia.

31 – Assim procedes,
Para, dignos de ti, e, pelos séculos sem fim,
Teus filhos se mostrarem à tua imaculada Presença.
Lá onde, eterno Deus, tens a tua Morada.
Para onde, abertos, muitos o são os caminhos.
Fora de ti, ninguém caminhara.
Que, em sua fragilidade, o é o homem?
Um sopro, apenas.

33 – E,
Se lhes não ensinares tu,
Como tuas obras maravilhosas compreender esse homem?

17 – Habitações e exageros
Tua firme determinação não moram.
Para sempre,
Os que mira do teu amor o são,
Permanecerão em tua presença.
Os que pela senda do teu coração caminham.

18 – Mingua da tua caridade sofrê-la-ão jamais.
Levantar-me-ei para defrontar os que conculcar-me tratam.
Eu, por certo, que somente em ti me apoio.
Contra os que me escarnecem,
Levantar-se-á minha mão.

19 – Porque admiti-lo não queriam
Teu poder em mim se manifestasse.
Sem dúvida que, intensamente, e, através de mim,
Tua luz deixar-se-á ver.
E rostos não se pejarão os daqueles que,
Meu chamamento seguindo,
À tua Aliança se afiliaram.
Pelo caminho do teu coração,
Avançam os que me obedecem,
Tomando, por isto, o seu lugar na Assembleia dos Santos.
À causa desses, decisivo triunfo dar-lhe-ás.
O aparecimento da verdade,
Através da insofismável caridade, fá-lo-ás.
Aos réprobos não permitirás que os
Fiéis ao teu jugo, desencaminhados o sejam por eles.

22 – Meio ao teu povo,
A desconfiança contra os mesmos infundirás,
Quando, em teu desamor, fazê-lo tramem.
E, para arrasar os transgressores de tua palavra,
Como instrumentos de destruição sobre todo país,
Usá-los-ás.

HINO XVIII (COL. IX 37 X, 12)

Graças, Senhor,
Porque, sobre mim, por incontáveis pertinácias,
Tua força provaste-me.
X, 1 … em teu coração.
Além do teu querer, nada sucede.
Da profundeza dos teus desejos ninguém se intui.
Pois, que é o homem? Nada!
Bocado de 4 argila, pó que ao pó retomará.
E como sobre tuas maravilhas
Instruído sê-lo, merecer podê-lo-ia?
Como, assim tão desintuído,
Conhecer, a fundo, teus segredos?
Eu, pó e cinza,
Que cousa, além dos teus desejos, intentá-la posso?
Que diferente expressão,
Meu pensamento, para incontestável sê-lo,
Alcança, comparando-a a teus ditados únicos?
Como, senão com tua força,
Posso eu colher, através das minhas hastes,
E para o Supremo Toureador,
O meu bravio touro?
Como posso eu remover-me obstáculos íntimos,
Se meu ouvido interior
Entender não sabe teus indispensáveis cochilos?
Se tu não és quem meus lábios compulsa,
O que, inutilidade o não seja?
Se obséquio me não fazes da tua pujança,
Dizer podê-lo-ei
Como, convincentemente, responderei o diálogo que me
propões?
8-Tu, de todos os deuses o maior, das supremas diligências, o Rei, De todo espírito, Senhor, De toda criatura, dono único?
9 – Sem ti, nada se realizou.
Sem que tu apontado o houvesses,
Nada se conheceu,
Pois, fora de ti, nada existe.
Forte ninguém o é ante a força que potências.
Tudo falece ante tua glória.
Toda medida superada o é,
Pois a ultrapassa teu poder.
Ante o maravilhoso que tuas obras ilumina,
Quem, sobranceiro, levantar-se pode?
E, quanto à tua inviolabilidade,
Quem, sob teu intocável Selo,
Pretensão terá de resisti-la?

12 – Afinal,
Que é o que ao pó já se tomando está,
Para, em seu aniquilamento, tua força querer prová-la ainda?
Que, se as cousas todas criaste,
Apenas para que das mesmas,
Tua plenitude transbordada o fosse? …

HINO XIX (COL. X, 14 a XI, 2)

14 – Bendito o sejas, Senhor Deus de misericórdia, Porque, rico em benevolência,
Conhecer fizeste-me tudo.
15-Dia e noite,
Calar não se deve tua maravilha.
16 – Em teu regaço de amor
Acolhida se sente minha alma.

17 – A todo instante, em tua força apoio-me.
18 – Nada sem teu querer se faz…
Titubeio o não há, se, minha, é a tua clarividência.
19 – Sucesso não sei que ao teu conhecimento escape.
20 – Identificado sinto-me com tua verdade. Meu conhecimento, intimam ente, levar-se deixa Pelo teu esplendor.
21 – E os infinitos prodígios que,
Desenrolando o pano da tua bondade,
Assombrosamente desfraldam a bandeira da tua misericórdia,
Narrá-los saberei
Como, em tua luz, os entendo.

22 – Até pousar-se em minha esperança,
Consolador, sabe-me o teu perdão.
Em tua forja meteste-me
E, nela, forma deste-me.

23 – Pela ganância cobiçosa Atraído sê-lo não posso, Assim como pernicioso abrigo Do segredo que move o instinto carnal.

24 – Espichando o pescoço,
O poderoso grupo dos prepotentes
Olho abre que, desdenhoso,
Nos outros mira a abundância de seu grão,
De seu vinho,
De seu azeite,
25 – De seus gados,
De seus depósitos.
Como a árvore, a seus extensos ramos,

26 – Desdobrada sombra de verde folhagem
Que o caminho das águas abeira,
Em troca da riqueza a outrem por tua mão doada,
À margem da vida me deixaste,
Arvore, todavia, a seu préstimo,
Fruto de vida, para os filhos de Adão, criando
E, através das tuas raízes, fruto abundantemente nutrido à
Milagrosa linfa.

27 – Aos teus filhos, imagem do teu ser, Conhecimento, para sempre, lhes deste. E, segundo essa doação, Honrados hão de sê-lo,

28 – Um mais que os outros,
Sendo isto característico à herança dos filhos de Adão, Que, variamente multiplicada,
29 – Quando a conhecimento mais profundo renascida, Mais honrada o é.
30 – Gerações injustas
Detesta-as teu servo
E quanto a posição tomar entre malévolos obstinados,
Não se compraz meu coração.
Do teu pacto e da tua verdade,
Eis do que exulta meu espírito.

31 – Então, delícias,
Como um vaso em água fresca,
Cobrem meu ser.
Como um lírio, floresço:
A flor que dá meu coração,
Junto à eterna fonte, aberta.

32 – No alto, pompeia, da minha salvação,
Minha ilibada corola.
Vãos frutos dão os soberbos.
Desde que, para ostentá-los, deixaram de ser flor, Vazios, sempre, o estiveram…

33 – Como o trovejar,
A seu tremendo eco pelos barrancos,
Foi-me também, ao frêmito do pavor,
O desgarrar-se-me dos sentimentos.
E, do insufocável gemido em que bramei,
Em dor, cimbrado meu coração.

34 – Propagou-se o terrível som
Até as do Sheol
E, ao temer teu juízo, Era desse fundamento que eu temia.

35 – Teu processo a sobrevir sobre os grandes, Como sobre os poderosos santos (lá de cima)

36 – O teu mesmo irrevogável juízo Sobre todas tuas obras de justiça.

XI, 1 – Devido ao medo…
A aflição cresce-me… (detenho-me)
2 – Na meditação do teu espírito.

HINO XX (COL. XI, 3 – 14)

3 – Dou-te graças, meu Deus,
Pois vil boneco de barro o sendo eu,
Maravilhas obrado-as tens com tua criatura!
O poder do teu braço,
Sempre mais e mais,
Nela o manifestas.

4 – E, afinal, quem sou eu,
Para que segredos teus te ponhas a revelar-mos?
Inteligência de tuas obras maravilhosas,
A seu transcendente ver por dentro, o mundo por ti criado.
Tu ma deste.
Meus lábios abres, pois, em teus louvores.
Teu elogio à minha língua nascendo para a expressão
de meus lábios.
Deliciosamente, pois,
Todo dia,
Contar quero do teu poder.
Meditar quero sobre tua misericórdia.
Teu nome sempre bendizê-lo-ei.
Aos filhos de Adão tuas grandezas desvendá-las-ei.

7 – Na riqueza da tua bondade, se compraz minha alma.
Bem sei que,
Eternamente, a pronúncia faz de teus lábios a mesma Palavra
A mesma justiça (o gesto) de tua mão constante.
E teu pensamento a todo conhecido se dilata.
A energia de tudo que existe
Riqueza é encerrada em teu vigor.
Quando, da tua cólera, resplandece tua glória.
Em luz dos teus juízos,
Castigos sentenciando ao circunstancial, duro instante
Que tua ira incende.
9 – (Como também) da tua bondade,
Em sua feliz dilatação,

HINO XIX (COL. X, 14 a XI, 2)

14 -Bendito o sejas, Senhor Deus de misericórdia, Porque, rico em benevolência,
Conhecer fizeste-me tudo.
15 – Dia e noite,
Calar não se deve tua maravilha.
16 – Em teu regaço de amor
Acolhida se sente minha alma.
17 – A todo instante, em tua força apoio-me.
18 – Nada sem teu querer se faz…
Titubeio o não há, se, minha, é a tua clarividência.
19 – Sucesso não sei que ao teu conhecimento escape.
20 – Identificado sinto-me com tua verdade. Meu conhecimento, intimamente, levar-se deixa Pelo teu esplendor.
21 – E os infinitos prodígios que,
Desenrolando o pano da tua bondade,
Assombrosamente desfraldam a bandeira da tua misericórdia,
Narrá-los saberei
Como, em tua luz, os entendo.
22 -Até pousar-se em minha esperança,
Consolador, sabe-me o teu perdão.
Em tua forja meteste-me
E, nela, forma deste-me.
23 -Pela ganância cobiçosa Atraído sê-lo não posso, Assim como pernicioso abrigo
Do segredo que move o instinto carnal.
24 -Espichando o pescoço,
O poderoso grupo dos prepotentes

HINO XXVIII

(COL. XV, 9 – 26)

9 – Com toda alma,
De todo coração,
Em absoluta entrega do meu ser,
Amar-te-ei, a cada viagem do sol. meus dias contando…
Meu coração purifiquei-o… para.., amar-te,

11 – Para solidarizar-me aos “muitos” (rabim)
E, com eles, teus decretos abandonar jamais.
Como isolar-me de tudo que, havendo-o tu condenado,
Com o selo da tua ordem, o lacraste?
Decidi-me e, para sempre.
Quem, por si mesmo, purificar não pode seus
Caminhos, outrossim, seus passos consolidar?
Eu, de mim, o sei e só pelo esclarecer de tuas Luzes.
Sei que em tua mão pousa o destino de cada espírito.
Como sei que cada um de seus passos,
Antes de criado haveres o senhor de seus pés,
Tu o determinaste.
À feição de que mudar podê-lo-ia alguém tua palavra?
Tu o (15) justo o criaste.
Da profundeza do teu seio, o confirmaste.
Para que,
Conforme o teu beneplácito no âmbito do teu pacto,
Pelas tuas sendas se encaminhasse ele,
Isto estabeleceste.
Misericórdia dele ter o quiseste.

16 – Eterna salvação dar-Lha o (dispuseste)
Surpreendente efeito à riqueza da tua misericórdia obtido.
De toda angústia o (livraste)
E perfeita paz providenciaste-lhe.
Corpo seu, para a glória, surgir o fizeste.
Em troca, os ímpios à ira destinado os houveste.
E para seu justo extermínio
Desde sua concepção no materno seio,

Assinalou-os teu desígnio.
18 – Porque, pelo meu caminho andando,
Teu pacto o desprezam.
Tua Lei abominam-na.
Prazer jamais o acharam ao que ordenado o havias.
E, inconcebivelmente,
O que aborreces, justo elegeram.
Levá-lo devem agora sobre si o peso dos teus justos juízos.

20 – Aos olhos de toda criatura,
Para todas gerações eternas, ostentá-lo devem teu signo.
A fim de que tua glória todos a conheçam.
Como 21 tua grandiosa força,
Para quem conhecer pretende teus mistérios,
Que vale a carne?
Pó o sendo, como consolidá-los podê-lo-ão seus passos?

22 – Tu que o espírito formaste (sua atividade)
Também a vigias.
O caminho de todo vivente de ti procede.
Comparável à tua verdade,
Riqueza sei que não há. Tua Santidade.
Bem sei a quem entre os escolhidos eleges.
O povo desse constituído é que, para sempre, te servirá.
Recompensa tu jamais a recebes pelas obras dos maus.
Também dons iníquos os não aceitas.
Porque um Deus verdadeiro eis quem O és.
Toda injustiça destruí-la-ás.
(O mal) Em sua presença
Não mais existirá.
Eu, em convicção, sei que só tua é a justiça.
HINO XXIX

(COL. XVI 2-7)

(Dou-te graças, Senhor)
Pois, através do teu espírito santo, Compreender fizeste-me 3 a plenitude da tua bondade. Interpreto da tua síntese universal
– Céus e terra -Que, ao brilho da tua glória, majestosa, tua Criação resplandece.

4 -Teu querer obstina-te em permanente companhia para o homem.
– E essa tua voluntária e desprendida entrega, Para sempre, durará.
5 – Um lugar ao homem adequado,
Para que conservar-se o possa ele firme em teus juízos, Tu lho assinalaste.
6 – Porque todas estas cousas eu as conheço,
Uma lápida proclamo.
6A -Buscar a verdade do teu espírito (o que desejo). Todavia, longe de mim, com isto, dissimular pretendo minhas transgressões.
7 – Como?
Ascendendo-me na luz do teu espírito santo.
Círio, aderindo-me ao brilhante Candelabro da tua Aliança.
Sem ostentação ou inibição.
Meu coração chispeia em amor de teu nome.

HINO XXX

(COL. XVI, 8-19)

8 – Bendito o sejas, Senhor do Universo, o Autor.
Frutescente cerne!
Poderoso em obras.
Teu o multiplicar-se da Criação!
Graças, pois,
Benevolência, comigo, usá-la decidindo-te.
Com a messe de tuas misericórdias, favorecer-me.
E com a riqueza da tua glória.
Só a ti pertence a justiça,
Pois tu és que, em natureza divina, tudo obras.

10 – Quanto a meu cinzidouro,
Purificá-lo trato,
Porque, sobre o espírito justo,
Um sinal sei que o hás posto.
Descarto-me de todo atropelo.
E em teu servo odeio
Toda manifestação da injustiça que infindo o mostre.
Bem sei que, fora de ti, justo ninguém o é.
Então, (apoiado) sobre o espírito que sobre mim derramaste,
Em tua presença, tranquilo, compareço.
Querendo efetuar teus desejos,
Tuas bondades compagino-as.
E faço-o, com o espírito de santidade purificando-me.
De Ti acerco-me,
Em teu beneplácito,
Pela ternura infinita do teu coração atraído.

13 – Comigo… em teu amor.., em tudo aquilo que,
Para os que te amam, escolheste.
Para os que, logrando estar, para sempre, em tua presença,
Teus preceitos observam. 14
(Haverá buscar) teu servo a participação do espírito em
todas suas obras.

15 – … Que, fora da tua Aliança,
O caviloso sua transgressão jamais a escuse.
Pois que 16 glória…
(Senhor) misericordioso (pródigo) em compaixão e perdão.
Aquele que perdoa a iniquidade 1… e indulgência
A demonstra para… os que seus preceitos observam…
Os que, integramente, para servir-te,
De coração se convertem.
E para cumprimento dá-lo ao que,
Diante de teus olhos,
Bom o é.
Teu rosto o não apartes do teu servo
E o filho da tua serva (19) não a (rechaces).
Confiarei, então, em tua palavra.

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5 Comments

  1. Viviane de paula

    Bendito sejais o senhor do universo, que com sua magnitude se manifesta na mais sublime criaçao: O ser humano. Bendirei o senhor a cada instante,pois o homem na sua ignorancia nao entende que és nada diante de cristo. Exaltarei e me humilharei e reconhecerei o senhor de minha vida e ele me dara conhecimento e conciencia para descernir entre o bem e o mal. Cantarei hinos de alegria e me renderei a cristo senhor que reina,ontem,hoje e sempre. Graças vos dou e promessas me daras, sentirei -me uma pluma neste universo que habito como simples mortal. Bendirei ao criador do universo onde a verdade se resplandecera e me reconhecera como digna de abitar sua casa celeste.

  2. Como acharam os hinos essênios se os únicos relatos deste grupo é de Fílon de Alexandria e outro autor judeu?

    1. Há um pequeno equívoco, André, há na verdade ao menos meia dúzia de relatos de personalidades conhecidas, que são: Fílon, Plínio, Flavio Josefo (o judeu), Solino, Eusébio e Epifânio.
      Afora outros, de cunho mais esotérico, como Samael Aun Weor e Krumm-Heller.

  3. Francisco de Assis Ribeiro Sanguinetti

    Os essênios não formavam seitas e sim um grupo unido, efetivo, que mais tarde devido a perseguições se viram obrigados a se dividirem em dois grupos, apens para que sua doutrina não se perdece.

  4. os essenios sao seitas que pouco reconhecida na sagrada escritura mais muito divugado nos livros de auto a guda isso eles sao um grupo desconhecido da midia mais reconhecido pelos arquiologos desde comerço e medo dos nossos seculos e milhenos passados isso novas descoberta vai fazer descobri nova façe do cristianismo que vai enriquecendo a sua historia ate hoje.

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