As Cinco Causas das Enfermidades

As Cinco Causas das Enfermidades

- emMedicina Esotérica
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Texto retirado do livro Tratado de Medicina Oculta e Magia Prática (clique aqui)

Cinco são as causas das enfermidades, a saber:

1º Do Ens Astrale
2º Do Ens Veneri
3º Do Ens Espirituale
4º Do Ens Naturae
5º Do Ens Deis

Diz o Mestre Paracelso: Todas as enfermidades têm seu princípio em alguma destas três substâncias: Sal, Enxofre e Mercúrio. Isto quer dizer que pode ter a sua origem no mundo da matéria (simbolizado pelo Sal), na esfera da alma (simbolizada pelo Enxofre) ou no reino da mente (simbolizado pelo Mercúrio).

Se deseja compreender melhor este aforismo do Mestre Paracelso, deve-se estudar a constituição interna do homem.

Se o corpo, a alma e a mente estão em perfeita harmonia entre si, não há perigo de discordâncias prejudiciais, porém se se produz um foco de discórida em um desses três planos, a desarmonia comunica-se aos demais.

O EU não é o corpo físico nem tampouco o corpo vital, que serve de base à química orgânica. Não é o corpo sideral, raiz mesma de nossos desejos, nem a mente, organismo maravilhoso cujo instrumento físico é o cérebro. O Eu não é também o corpo da consciência, no qual se fundamentam todas as nossas experiências sentimentais, mentais e volitivas. O Eu é algo muito mais recôndito. O que é o Eu muitos poucos seres humanos compreenderam.

Eu não sou a luz nem as trevas.

Eu estou além do bem e do mal.

Eu sou o Glorian.

Eu sou o Íntimo.

O Glorian é o raio que ao tocar sua campanada vem ao mundo físico.

O Glorian é a lei e a raiz incógnita do homem.

O Glorian é o Ser do Ser.

O Glorian é a lei dentro de nós.

Quando o homem obedece a lei, não pode adoecer. A enfermidade vem da desobediência à lei. Quando os sete corpos, como se fossem “sete eus”, querem atuar separadamente, o resultado é a enfermidade.

Os corpos físico e vital devem obedecer à alma, a alma deve obedecer ao Íntimo e o Íntimo deve obedecer ao Glorian. Corpo, alma e espírito devem se converter em um universo puríssimo e perfeito através do qual possa se expressar a majestade do Glorian.

Vejamos um exemplo concreto e simples. Se atiramos pedras nas água naturalmente produzirão ondas .Essas ondas são a reação da água contra as pedras. Se alguém nos lança uma palavra ofensiva, sentimos ira. Essa ira é a reação contra a palavra ofensiva e a consequência pode ser uma indigestão, uma dor de cabeça ou uma perda de energias simplesmente, causa de alguma enfermidade futura.

Se alguém frustra um plano que projetamos, nos enchemos de profunda preocupação. Essa preocupação é a reação do nosso corpo mental contra a incitação externa. Ninguém duvida que uma forte preocupação traz enfermidades à cabeça.

Devemos dirigir as emoções com o pensamento, o pensamento com a vontade e a vontade com a consciência. Devemos abrir a nossa vontade com a consciência. Devemos abrir a nossa consciência como se abre um templo para que em seu altar oficie o sacerdote (o Íntimo) na presença de Deus (o Glorian).

Temos de dominar nossos sete veículos e cultivar a serenidade para que através de nós possa expressar-se a sublime e inefável majestade do Glorian. Quando todos os atos da nossa vida cotidiana, até os mais insignificantes, sejam a expressão viva do Glorian em nós já não voltaremos a enfermizar.

Estudemos agora as cinco causas das doenças:

Ens Astrale

Diz Paracelso: Os astros no céu não formam o homem. O homem procede de dois princípios: o Ens Seminis (esperma masculino) e os Ens Virtutis (o Íntimo). Tem, portanto, duas naturezas: corpórea e espiritual; e cada uma delas requer uma digestão (matriz e nutrição). Assim como o útero da mãe é o mundo que rodeia o menino e do qual o feto recebe nutrição, a natureza é o útero do qual o corpo terrestre do homem recebe as influências que atuam em seu organismo. O Ens Astrale é algo que não vemos, mas que contém a nós e a tudo o que vive e tem sensação. É o que o ar contém e do que vêm todos os elementos e o simbolizamos com um M (Misterium). (Paramirum, Livro 1)

O Grande Teofastro aqui nos fala claramente da luz astral dos cabalistas, do azoe e da magnésia dos antigos alquimistas, do Dragão Voador de Medeia, do INRI dos cristãos e do Tarô dos boêmios. Já chegou a hora de a biocenose estudar a fundo o grande agente universal da vida: a luz astral e o seu solve e coagula, representados no bode de Mendes.

A luz astral é a base de todas as enfermidades e a fonte de toda vida. Toda enfermidade, toda epidemia, tem suas larvas astrais que ao coagularem no organismo humano produzem a enfermidade.

No Templo de Alden, os Mestres sentam seus enfermos em uma poltrona sob luzes amarela, azul e vermelha. Essas três cores primárias servem para tornar visíveis no corpo astral as larvas da enfermidade.

Depois que os Mestres extraem essas larvas do corpo astral do paciente, tratam seu organismo com diversos medicamentos. São o corpo astral, o corpo físico atua sanará matematicamente, já que antes de enfermarem os átomos físicos de um órgão, enfermaram os átomos internos do mesmo órgão. Curada a causa, cura-se o efeito.

Toda pessoa enferma pode escrever uma carta ao Templo de Alden e receber ajudas dos médicos gnósticos. A carta deve ser escrita a punho pelo próprio interessado e queimada a seguir por ele mesmo depois de havê-la perfumado com incenso; tudo feito numa só ocasião.

A carta astral ou alma da carta queimada irá ao Templo de Alden (clique aqui). Os Mestres de Sabedoria lerão a carta e assistirão ao enfermo.

Devemos Ter nossas casas asseadas, tanto no físico como no astral. Os depósitos de lixo estão sempre cheios de larvas infecciosas. Há substâncias odoríferas que queimam as larvas ou as expulsam para fora de casa. O frailejón (Espeletia grandiflora) é uma planta que os índios aroacos utilizam para desinfetar suas casas. Pode-se fazer a desinfecção com beladona, cânfora e açafrão.

Evitemos o trato com pessoas malvadas, já que essas pessoas são centros de infecção astral.

Minerva, a Deusa da Sabedoria, esteriliza os micróbios do aposento do enfermo comum certo elemento alquímico que irradia mediante sistema especial. isto os impede de se reproduzirem. Minerva tem também uma lente côncava que aplica ao órgão do enfermo, estabelecendo assim um foco perene de magnetismo que produz a cura.

Ens Veneri

Se uma mulher deixa seu marido, não se acha livre dele nem ele dela, pois uma união marital, uma vez estabelecida, permanece para toda a eternidade. (De homunculis, Paracelso).

Realmente, a personalidade humana está contida no sêmen, pois o sêmen é o astral líquido do homem e toda união sexual torna-se por este motivo indissolúvel. O homem que tem contato sexual com uma mulher casada fica, por este motivo, vinculado à parte cármica do marido e fluidicamente os dois maridos da mulher ficam ligados pelo sexo.

Quando o sêmen cai fora da matriz, forma-se com seus sais em corrupção certos parasitas, os quais se aderem ao corpo astral de quem os gerou, absorvendo dessa maneira a vida de seu progenitor. Os homens que se masturbam geram súcubos e as mulheres masturbadoras geram íncubos.

Essas larvas incitam seus progenitores a repetir incessantemente o ato que lhes deu vida. Têm a mesma cor do ar e por isso não são visíveis a visão comum. Remédio eficaz para se livrar delas é carregar flor-de-enxofre nos sapatos. As emanações etéricas do enxofre as desintegram.

A alma ao abandonar o corpo físico por causa da morte, leva todos os seus valores de consciência. Ao reencarnar em um novo corpo físico, traz de volta todos esses valores de consciência, tanto os bons como os maus. Esses valores são energias positivas e negativas. todo ser humano comum tem em sua atmosfera astral cultivos de larvas de formas tão estranhas que a mente nem imagina.

Os valores positivos trazem saúde e felicidade. Já os valores negativos materializam-se em doenças e amarguras. A varíola é resultado do ódio. O câncer, da fornicação. A mentira desfigura a compleição humana gerando filhos monstruosos. O egoísmo produz a lepra. Se é cego de nascimento por passadas crueldades. A tuberculose é filha do ateísmo. Portanto, cada defeito humano é um veneno para o organismo.

Ens Espirituale

A estranha história que relataremos a seguir aconteceu em um povoado da costa atlântica da Colômbia, conhecido com o nome de Dibulla . Seus moradores, na sua maioria da raça negra, viviam despreocupados e indolentes. Um dia, há alguns anos, nativos dessa localidade roubaram dos índios arhuacos relíquias sagradas de seus antepassados.

O mama Miguel enviou uma comissão a Dibulla com este recado: O mama pôs o lebrillo e sabe que as relíquias de nossos antepassados estão neste povoado. Se não as entregardes na lua cheia o mama enviará os animos e queimará o povoado. Esta petição somente provocou zombaria e risos entre os dibulheros.

À chegada da lua cheia, estalou um incêndio no povoado sem causa conhecida. Quando os vizinhos acudiram para apagá-lo, novos incêndios irromperam, especialmente nas casas onde estavam guardadas as relíquias roubadas. Parecia que as potências do fogo estavam combinadas contra aquele vilarejo indefeso para convertê-lo em cinzas.

Os curas cantavam em vão seus exorcismos e as pessoas choravam amargamente. Tudo era confusão. Perdida a esperança de conter o fogo, os dibulheros resolveram devolver aos aroacos as relíquias sagradas. Imediatamente, como que por encanto, cessaram os incêndios.

De que meios se valeu o mama para produzir os incêndios? Sem dúvida alguma, dos elementais do fogo contidos em plantas, ervas e raízes dos signos do fogo. Estes conhecimentos são ignorados não somente pelos cientistas modernos, como também pelas seitas que se dizem possuidoras dos ensinamentos ocultos…

Ao falar do Ens Espirituale, temos que ser claros na expressão e precisos no significado, porquanto o Ens Espirituale é complexo em sua essência e em seus fenômenos. Ao falarmos dos tatwas e das criaturas elementais dos vegetais, advertimos que podem ser utilizados pelos magos negros para causar dano aos seus inimigos. Cada vegetal é um extrato tátvico.

E o que tatwa? Sobre isto se falou bastante, mas não foi compreendido. Tatwa é vibração do éter. Tudo sai do éter e tudo volta ao éter. Rama Prasad, o grande filósofo hindu, falou dos tatwas, mas não ensinou a manejá-los por não conhecer a fundo a sua sabedoria. Também H.P. Blavasky em sua obra A DOUTRINA SECRETA falou dos tatwas, mas ela desconhecia a técnica esotérica que versa sobre o seu uso prático. Todo o universo está elaborado com matéria etérica: akasha, termo usado pelos hindus.

O éter decompõe-se em sete modalidades diferentes que ao se condensarem dão origem a toda criação. O som é a materialização dos tatwa akasha. O sentido do tato e a materialização do tatwa vayu. O fogo e a luz que percebemos com os olhos é a materialização do tatwa tejas. A sensação do gosto é a materialização do tatwa privti. Há ainda dois outros tatwas que somente o mago sabe manejar. São eles os tatwas Adhi e Samadhi.

Akasha é a causa primária de tudo o que existe. Vayu é a causa do ar e do movimento. Tejas é o éter do fogo animando as chamas. Privti é o éter do elemento terra acumulado nas rochas. Apas é o éter da água que entrou em ação antres de privti, pois antes de que houvesse terra houve água. Os quatro elementos da natureza: fogo, terra, água e ar são uma condensação de quatro tipos de éter. Estas quatro variedades de éter estão densamente povoadas por inumeráveis criaturas elementais da natureza.

As salamandras vivem no fogo (tatwa tejas). As ondinas e as nereidas nas águas (tatwa apas). As sílfides nas nuvens (tatwa vayu) e os gnomos e pigmeus (tatwa privti).

4 elementais

Os corpos físicos das salamandras são as ervas, plantas e raízes dos vegetais influenciados pelos signos do fogo. Os corpos físicos das ondinas são as plantas influenciadas pelos signos zodiacais da água. Os corpos físicos das sílfides são as plantas relacionadas com os signos do ar e os corpos físicos dos gnomos são os vegetais regidos pelos signos do zodiaco da terra.

Quando o mama Miguel incendiou Dibulla, fez uso do tatwa tejas. O instrumento para operar com este tatwa são os elementais do fogo, as salamandras, encarnados nas plantas, árvores, ervas e raízes dos signos do fogo.

Manipulando o poder oculto das plantas da água, podemos operar com apas e desatar tempestades ou apaziguar as águas. Manejando os elementais do ar encerrados nos vegetais dos signos deste elemento, vayu, podemos desatar ou acalmar os ventos ou furacões. Manejando o poder oculto das ervas dos signos da terra, transmutamos chumbo em ouro, apesar de para tanto precisarmos também de tejas.

As tradições pré-históricas da América pré-colombiana contam que os índios trabalhavam o ouro com se ele fosse branda argila. Isso o conseguiam através dos elementais das plantas, cujo o conseguiam através dos elementais das plantas, cujo elemento etérico são os tatwas. Os magos negros usam os elementais dos vegetais e os tatwas para, de longe, prejudicar a seus semelhantes.

Quando as sílfides astrais cruzam o espaço, agitam a vayu e vayu movimenta as massas de ar produzindo o vento. Quando um mago agita com seu poder aos elementais do fogo, estes por sua vez atuam sobre tejas e o fogo devora tudo o que o mago quiser. No mar explodem grandes batalhas entre os elementos. As ondinas lançam o éter de suas águas contra as sílfides e estas devolvem o ataque enviando ondas etéricas contra as ondinas. Dessa agitada combinação de água e ar estala a tempestade.

O rugido do mar e o silvo do furacão são os gritos de guerra dos elementais.

Os elementos da natureza agitam-se quando os elementais correspondentes se emocionam, se entusiasmam ou se movem intensamente. Ao manipular os elementais das plantas nos tornamos donos de seus tatwas e dos poderes que eles encerram.

O corpo etérico do homem está constituído de tatwas e sabemos que esse corpo é a base sobre a qual opera a química orgânica. A própria ciência, em seus tratados de física, já não pode negar que o éter penetra todos os elementos físicos.

Danificando-se o corpo etérico, danifica-se matematicamente o corpo físico. Utilizando os elementais vegetais e as ondas etéricas, entidades perversas podem à distância causar dano ao corpo etérico. As consequências são muito graves.

Os magos médicos de raça índia do Departamento de Bolívar, Colômbia, provam entre si sua ciência e poder com o elemental da árvore guazuma (Nota do Gnosisonline: no Brasil, conhecida como mutamba – Guazuma ulmifolia) da seguinte maneira: Fazem um círculo ao redor da árvore, bendizem-no, veneram-no e rogam-lhe o serviço de atacar o médico rival. Depois deste ritual, com uma faca nova levantam vários centímetros da casca da árvore e colocam debaixo um naco de carne de rês (bofe).

Em seguida, ordenam ao elemental da árvore atacar o seu inimigo. O rival faz o mesmo com outra guazuma. Desta maneira, trava-se uma luta terrível entre os elementais dessas árvores até que um dos médicos morra. O elemental da guazuma é um gênio do fogo que se lança impetuoso contra a vítima. Visto clarividentemente, este elemental aparece usando capa até os pés. Ele está dotado de grandes poderes.

Os magos negros praticam certo rito com a almecegueira, que eu naturalmente guardo em segredo para não dar armas aos malvados, conseguindo assim ferir ou matar à distância a quem desejam causar dano. Para curar um enfermo atacado por este procedimento, o mago branco emprega outra almecegueira. A primeira coisa que faz é desenhar a figura do enfermo no tronco, depois faz-se um círculo mágico ao redor da árvore e se ordena ao elemental curar o enfermo. À medida que a incisão na árvore vai sanando, o enfermo vai também melhorando, e quando a cicatriz desaparece do tronco, a cura completa se verificou.

Aqui ocorrem dois fenômenos: o da transmissão da vida (múmia), porque a vida do elemental da árvore cura o enfermo, e o do transplante da enfermidade, já que a enfermidade é transmitida ao vegetal agressivo e ao mago negro, os quais adoecem à medida que se cura o paciente. Com este procedimento da almecegueira pode-se curar a distância muitas enfermidades.

Há feiticeiros que se valem de certas plantas, misturadas com os alimentos, para encher o organismo de suas vítimas com mortíferos vermes que lhe produzirão enfermidade e morte. Outro inoculam blenorragia artificial ou dão de beber substância animais perigosas a fim de produzir determinados efeitos. Em outra parte deste livro, o leitor poderá se informar detidamente sobre todas estas coisas.

Os magos negros sabem injetar substâncias venenosas no corpo astral de suas vítimas, as quais enfermam inevitavelmente. O corpo astral é um organismo material um pouco menos denso que o físico. Nestes casos, os Mestres dão um vomitório ao corpo astral do enfermo para que expulse as substâncias injetadas.

Os outros corpos internos também são materiais e como tais têm as suas enfermidades, sem medicamentos e seus médicos. Não são raras no Templo de Alden as operações cirúrgicas.

Um grave dano no corpo mental ao transmitir-se reflexamente ao cérebro físico produz a loucura. A desconexão entre o corpo astral e o mental ocasiona loucura furiosa. Se não há ajuste entre os astral e o etérico, produz-se o idiota ou cretino.

No Templo de Alden, onde moram os grandes Mestres da Medicina, Hipócrates, Galeno, Paracelso, Hermes e outros, há um laboratório de alquimia de alta transcendência. Esse templo está no astral, nas vivas entranhas da grande natureza.

Os corpos internos comem, bebem, assimilam e digerem e excretam exatamente como o organismo físico, pois são corpos materiais, apenas que de diversos graus de sutileza. Em toda sensação e reação, esses corpos utilizam os tatwas. Os tatwas são a base fundamental de tudo o que existe e da mesma maneira podem ser veículos de amor ou de ódio.

Lamento Ter de discordar da opinião do Mestre Huiraconha sobre o horário tátvico. Em seu Tatwâmetro, diz ele que cada tatwa vibra durante 24 minutos a cada duas horas na seguinte ordem: akasha, vayu, tejas, pritvi e apas.

Afirma Huiracocha que a vibração dos tatwas se inicia diariamente com a saída do sol. Isto está em desacordo com os fatos e observações. O melhor horário tátvico é o da natureza.

A causa de um tempo frio,úmido e chuvoso, céu coberto de densas nuvens, se radica no próprio éter da água (apas). Quando isso ocorre, as ondas etéricas da água estão submetidas a uma forte vibração cósmica que coincide geralmente com uma posição lunar. Em horas ou de furacão e ventos, podemos afirmas que as ondas etéricas do ar (vayu) estão em agitação e vibração.

Tardes cheias de sol falam claramente que o éter do fogo (tejas) está vibrando intensamente. Tempo seco e mormaç indicam vibrações de akasha. Horas cheias de alegria e plenas de luz, são as produzidas por privti.

O Melhor horário tátvico é o da natureza.

Quando as ondas de fogo se agitam, a ciração se inunda de luz e de calor. Se vibra o éter aquosos, movem-se as águas e tudo se emudece. Quando as ondas etéricas do elemento terra fervem e vibram, a natureza inteira se alegra.

As estações podem ser determinadas no início de cada ano. A tradição das cabañuelas é muito antiga e já foi esquecida e desfigurada. Toma-se a primeira noite de janeiro 12 torrões secos de sal em pedra. Separa-se em dois grupos de seis e atribui-se a cada torrão um mês do ano. No dia seguinte observa-se os torrões : os secos serão de verão e os úmidos, de inverno.

Tanto os magos brancos como os magos negros usam os tatwas da natureza para seus respectivos fins.

Há certos extratos tátwicos que o mago branco aproveita para fechar seu corpo. Para defender-se das potências maléficas, fecha sua atmosfera atômica e então nenhuma influência maligna, veneno mágico ou trabalho de feitiçaria poderá afetá-lo nem causar-lhe dano.

No Departamento de Madalena na Colômbia, existe uma árvore chamada tomasuco (Nota do Gnosisonline: No Brasil, conhecida como peroba ou amargoso) que é usada para fechar o corpo. Iniciam o operação ao meio-dia de uma sexta-feira e rogam ao elemental para que lhes feche sua atmosfera pessoal com seus átomos protetores, criando uma muralha protetora que os defenda dos poderes tenebrosos.

Feita a petição, aproximam-se da árvore caminhando de sul a norte e, com uma faca nova, cortam uma das veias da árvore para em seguida banharem o corpo nu nesse líquido. Desse líquido, que é muito amargo, tomam três cálices.

Esse extrato tátwico protege de muitos males. Quem fechou seu corpo deste modo não poderá ser prejudicado nem por veneno nem por feitiços. Se tiver à mão algum líquido ou substância venenosa, sentirá um choque nervoso. O gênio da árvore girará ao redor do mago branco, impedindo a entrada das potências do mal.

Em um festim, o Mestre Zanoni bebeu vinho envenenado e levantando a taça disse: “Brindo por ti, príncipe, ainda que seja com esta taça”. O veneno não causava dano ao Mestre. Conta a história que Rasputin também bebeu vinho envenenado diante de seus inimigos e riu deles.

Ens Naturae

Os nervos são para o fluído vital o que os fios são para a eletricidade. O sitema nervoso cerebrospihal é o assento do Íntimo e o sistema Grande Simpático é a sede do corpo astral do homem.

O Coração envia seu espírito por todo o corpo, assim como o Sol envia todo o seu poder a todos os planetas e terras , a Lua (inteligência do cérebro) vai ao coração e volta ao cérebro. O fogo (calor) tem sua origem na atividade (química) dos órgãos (os pulmões), porém penetra todo o corpo.

O licor vital (essência vital) está universalmente distribuído e se move (circula no corpo). Este humor contém muitos humores diferentes produz nele metais (virtudes e defeitos) de várias espécies. (Paramirum. Livro 3. Paracelso).

anjos da cura

Muitos médicos da ciência oficial vão exclamar diante destas afirmações: Onde estão os corpos internos? Que faremos para distingui-los e percebê-los? Nós somente aceitamos o que se possa analisar no laboratório e submeter ao estudo dos sistemas que temos desenvolvido.

Ou seja, que o limite de sua capacidade é proporcional aos aparelhos que aperfeiçoaram. Esta posição em que sem põem, negar tudo o que não podem compreender e submeter tudo ao ditame de seus cinco sentidos, é absurda. Se desenvolvessem a clarividência, o sexto sentido, dariam-se conta da verdade destas asseverações.

Não se deve esquecer que as luminárias da época de Pasteur mofaram dele quando defendeu as famosas teorias que o tornaram célebre. Não ocorreu o mesmo e algo pior com Copérnico e Galileu? Vítimas do que se acreditou ser contrário à verdade conhecida ou revelada? Não foram os sábios que cobriram Colombo e vitupérios, porque ele anunciava a existência de um novo mundo além do Cabo de Finisterre, fim da terra de então?

Pode-se despertar o sexto sentido com este procedimento: Sente-se frente a uma mesa e olhe fixamente a água contida em copo pelo espaço de dez minutos todos os dias. Depois de algum tempo de prática despertará a clarividência. A vogal I pronunciada diariamente durante uma hora produz o mesmo resultado. Despertada a clarividência, você poderá ver os corpos internos e estudar sua anatomia.

Quando o corpo etérico do homem está debilitado, o organismo físico enferma por ação reflexa. O corpo etérico tem seu centro no baço. Através do baço penetra no organismo as energias solares que são o princípio vital de tudo o que existe. O corpo etérico é uma duplicata exata do corpo físico e está feito de tatwas. Dada átomo etérico penetra em um átomo físico, produzindo-se uma intensa vibração.

Todos os processos da química orgânica desenvolvem-se com base no corpo etérico ou segundo organismo. Todo órgão do corpo físico enferma quando sua contraparte etérica enfermou e, ao inverso, cura-se o corpo físico quando o etérico está curado.

Os discípulos que não recordam suas experiências astrais devem submeter seu coro etérico a uma operação cirúrgica que os Nirvanakayas realizam no primeiro salão do Nirvana, o primeiro subplano do plano nirvânico em linguagem teosófica. Depois desta operação, o discípulo poderá levar nas suas viagens astrais os éteres que precisa para trazer suas recordações.

O Corpo etérico consta de quatro éteres: éter químico, éter da vida, éter luminoso e éter refletor. Os éteres químico e da vida servem de meio de manifestação às forças que trabalham nos processos bioquímicos e fisiológicos de tudo que se relaciona com a reprodução da raça. A luz,,o calor, a cor e o som identificam-se com os éteres lumínico e refletor. É nesses éteres que a alma sapiente, a querida donzela de nossas recordações, tem sua expressão. Vista clarividentemente no corpo etérico, essa donzela parece-se a uma bela dama.

É necessário que o discípulo aprenda a transportar em suas saídas astrais a querida donzela das recordações para trazer à memória aquilo que ouvir e ver nos mundos internos, pois ela serve de mediadora entre os sentidos do cérebro físico e os sentidos do corpo astral os quais são ultra-sensíveis. Vem a ser, se cabe a expressão, como que o depósito da memória.

No leito, na hora de dormir, invoque ao Íntimo assim: Meu Pai, tu que és meu verdadeiro ser, te suplico com todo coração e de toda minha alma para que tires do meu corpo etérico a donzela de minhas recordações a fim de não esquecer nada quando retorne ao meu corpo. Pronuncia-se a seguir os mantras.

LAAAAAAA RAAAAAAA SSSSSSS

e adormeça. Dê a letra S um som sibilante e agudo semelhante ao que produzem os freios de ar. Quando se ache entre a vigília e o sono, levante-se da cama e saia do quarto rumo a Igreja Gnóstica. Esta ordem deve ser tomada tal e qual, com segurança e fé, pois é real e não fictícia; nela não há mentalizações nem sugestões. Desça da cama cuidadosamente para não despertar e saia do quarto com toda naturalidade, caminhando, como o faz diariamente ao dirigir-se para o trabalho. Antes de sair dê um pequeno salto com intenção de flutuar.

Se flutuar, dirija-se à Igreja Gnóstica ou à casa do enfermo que necessita de cura. Mas, se ao dar o pulinho não flutuar, volte para o leito e repita o experimento. Não se preocupe com o corpo físico durante esta prática. Deixe que a natureza trabalhe e não duvide, senão o efeito se perde.

O cérebro tem um tecido muito fino que é o veículo físico das recordações astrais. Quando esse tecido se danifica, impossibilitam-se as recordações e somente se pode remediar o dano no templo de Alden mediante a ação dos Mestres.

Os canais seminíferos possuem átomos que tipificam nossas reencarnações passadas. São também os portadores da hereditariedade e das enfermidades sofridas em vidas anteriores e das de nossos antepassados.

A célula germinal do espermatozoide é sétupla em sua constituição interna e com ela recebemos a herança biológica e anímica de nossos pais. O caráter e o talento próprios separam-se da corrente atávica porque são patrimônio exclusivo do Ego.

No coração do Sol há um hospital ou casa de saúde, onde se dá assistência oportuna a muitos Iniciados desencarnados para curar seus corpos internos.

A aura de um menino inocente é uma panaceia para os corpos mentais enfermos. As pessoas que sofrem de enfermidades mentais encontrariam grande alívio se dormissem perto de um menino inocente. São também muito recomendáveis as queimações de milho tostado.

O enfermo deve manter o estômago livre de gases para evitar que subam ao cérebro e causem maiores transtornos.

O azeite de higuerilla é muito recomendado para esses enfermos da mente em aplicações diárias na cabeça.

As vacinas devem ser proscritas em todos os casos, pois danificam o corpo astral das pessoas. Alguém deseja receber ajuda dos Mestres Galeno, Hermes, Paracelso, Hipócrates etc., deve escrever ao Templo de Alden e pedir atenção médica.

alden

Os tatwas vibram e palpitam intensamente com o impulso das populações de elementais e com as influências estelares. Os tatwas e os elementais das plantas são a base da medicina oculta. Cura-se geralmente os tumores purulentos dos dedos submergindo-se alternadamente a parte afetada em água quente e fria. A ação do calor e do frio (tatwas tejas e apas) ao estabelecer o equilíbrio orgânico, restabelece a normalidade.

Todo ser humano carrega uma atmosfera de átomos ancestrais que tem seus chacras nos joelhos. Ali, nos joelhos, não em outra parte, está localizado o instinto de conservação e a herança da raça. Por esta exclusiva razão, tremem os joelhos diante de um grave perigo.

Ens Dei

Diz H.P. Blavatsky: “Karma é lei infalível que ajusta o efeito à causa nos planos físico, mental e espiritual do Ser como nenhuma outra; até nas mínimas coisas, desde a perturbação cósmica até o movimento de nossas mãos. Do mesmo modo como o semelhante produz o semelhante, assim também Karma é aquela lei invisível e desconhecida que ajusa sábia, inteligente e equitativamente cada feito a sua causa, fazendo-a remontar até seu produtor”.

KarmaPaga-se Karma no mundo físico e paga-se também nos mundos internos, porém, o Karma no mundo físico, por grave que ele seja, é muito mais suave que o correspondente no astral.

Atualmente, no Avitchi da Lua Negra há milhões de seres humanos pagando terríveis karmas.

A mente do mago se horroriza ao contemplar Lúcifer submerso em fogo ardente e enxofre. A mente do mago se horripila ao contemplar os famosos inquisidores da Idade Média suportando o fogo que a outros fizeram suportar e emitindo os mesmos ais lastimosos que a outros fizeram exalar. A alma do mago estremece de horror ao contemplar os tiranos da guerra purgando seus terríveis Karmas na Lua Negra.

Ali vemos Hitler e Mussolini sofrendo o martírio do fogo que desencadearam sobre as cidades indefesas.

Ali vemos Abaddén, o anho do abismo, sofrendo em si mesmo as cadeias e ligamentos com que martirizou a outros. Ali vemos Mariela, a grande maga, abrasada no fogo de suas próprias maldades.

Vemos a Javé e a Caifás, o sumo sacerdote, recebendo o suplício da cruz ao qual condenaram o Mestre. Vemos também o Imperátor, fundador da escola Amorc da Califórnia, atado ao laço ou corda da magia negra com que prendem aos discípulos ingênuos.

Quando a alma humana se une com o Íntimo, já não tem Karma para pagar porque, quando uma lei superior transcende uma lei inferior, a lei superior lava a lei inferior.

As piores enfermidades são as geradas pelo Karma.

A varíola é o resultado do ódio, a difteria é o fruto das fornicações de vidas passadas.

O câncer também é resultado da fornicação.

A tuberculose ou peste branca é o resultado do ateísmo e materialismo de vidas passadas.

A crueldade engendrará a cegueira de nascimento.

A malária provém do egoísmo, etc.

Centenas de outras enfermidades têm sua origem nas más ações de nossas vidas anteriores

Dentro de cada homem vive uma lei e essa lei é o Glorian, de onde emanou o próprio Íntimo. A alma é tão somente sombra do nosso real Ser, o Glorian. O Glorian é um hálito do absoluto, profundamente ignoto, para si mesmo.

Ele não é espírito nem matéria, nem bem nem mal, nem luz nem trevas, nem frio nem fogo, ele é a lei dentro de nós, ele é o EU real e verdadeira. Quando o Íntimo e a alma obedecem a lei que é a sua lei, o resultado é a alegria, a felicidade e a saúde perfeita.

Dia chegará em que nos libertaremos dos Deuses e dos universos. Isto ocorrerá quando nos fundirmos com o Glorian que é a lei dentro de nós. Cabe à alma subir trabalhosamente a setenária escada de luz para passar além da luz e das trevas. Deve passar por cinquenta portas para unir-se com seu Glorian.

De um ritual gnóstico copiamos o seguinte: Lá em cima, na altura do desconhecido há um palácio. O piso daquele palácio é de ouro, lápis-lazúli e jaspe, porém no meio de tudo sopra um hálito de morte. Ai de ti, ó guerreiro! ó lutador! se teu servidor se afunda; porém há remédios e remédios.

Eu conheço esses remédios porque o amarelo e o azul que te circundam são vistos por mim.

Amar-me é o melhor, é o mais sublime e delicioso néctar.

Esse fragmento do ritual gnóstico de Huiracocha profanado por Israel Rojas R. encera grandes verdades esotéricas.Aquele magnífico palácio das cinquenta portas tem belos e agradáveis jardins nos quais sopra um hálito de more. Em seus salões seremos amados or nossos discípulos mais queridos, como também vendidos e atraiçoados por esses mesmos discípulos; nos abandonarão os que antes nos aplaudiam e admiravam e ficaremos sós, mas no fundo realmente nem sós nem acompanhados, porém em perfeita plenitude.

O homem se converterá em uma lei quando se unir a lei.

Há poderes próprios e poderes herdados.

Ganserbo, o grande bruxo, contou-me como ele herdou os poderes de sua avó, uma anciã espanhola. Eis o que Ganserbo me disse: Minha avó havia-me instruído para que eu a assistisse em seu leito de morte; ela me assegura que eu seria o herdeiro de seu poder. Em uma viagem que fiz para fora, a anciã entrou em estado de agonia e não podia morrer, pedindo aos meus familiares para que me chamassem.

Quando regressei à casa, tudo compreendi e entendi. Era o momento supremo. Dobrei as calças até o joelhos para poder suportar o terrível frio da entrega do poder. Entrei sozinho no aposento fúnebre, apertei minha mão à mão de minha avó e, ato consecutivo, apagou-se a luz que iluminava o tétrico recinto. Um copo entornou e sua água não derramou. A anciã exalou seu último suspiro e deixou em minha mão uma enorme aranha terrivelmente gelada e hirta.

Aquela aranha submergiu nos poros de minha mão e assim herdei o poder de minha avó.

Esta narração, tal como a escutei dos lábios do bruxo Ganserbo, mostra-nos às claras os poderes herdados. Investigações posteriores, relativas ao caso Ganserbo, levaram-me á conclusão de que se tratava de poderes de magia negra. A aranha em questão é uma maga negra que viveu aderida ao corpo astral de todos os antepassados de Ganserbo.

Essa maga negra gosta de assumir o horrível aspecto de aranha. Como o corpo astral é plástico, com ele pode-se assumir qualquer aparência animal.

Ganserbo é um grande adivinho e nada se lhe pode esconder, porém no fundo realmente não é senão um médium inconsciente e, ainda que conheça os segredos de todo mundo, isto se deve unicamente aos informes internos que recebe da maga negra aderida ao seu astral, tal como esteve antes aderida ao astral de sua avó.

A palavra perdida é outro poder que o Mestre entrega ao seu discípulo na hora da morte. A palavra perdida dos magos negros escreve-se MATHREM e pronuncia-se MASREM. A palavra perdida dos magos brancos mantém-se oculta dentro do fiat luminoso e espermático do primeiro instante e só o Iniciado a conhece. Ninguém a pronunciou e ninguém a pronunciará, senão aquele que o tem encarnado.

1 – No texto, lê se o Eu como o Ser, a CONSCIÊNCIA, o ÍNTIMO, e não o ego.

Samael Aun Weor, do livro Tratado de Medicina Oculta e Magia Prática (clique aqui)

7 Comments

  1. Prezados, como vão? Fiquei com algumas dúvidas e se possível gostaria de contar com a ajuda de vocês para esclarecê-las.

    1 – Qual incenso devo utilizar para perfumar a carta astral? Por favor, me indiquem um ou alguns que cumpririam com êxito esta tarefa.

    2 – Para desinfectar a casa poderia utilizar incenso? A beladona, canfora e açafrão teriam que ser as ervas innatura? Devo queimá-las? Qual seria o procedimento correto?

    3 – Flor enxofre trata-se apenas de enxofre em pó?

    Obrigado desde já! :)

    1. Para perfumar: Estoraque ou Olíbano
      Para limpeza, as plantas que você mencionou.
      Flor de enxofre é o enxofre em pó, sem misturas.

      Para mais informações, clique aqui.

  2. E quanto a dermatite nas mãos, há explicação. Ex: Câncer= Fornicação.

    1. Geralmente, problemas de pele devem-se a deficiências energéticas do corpo etérico/vital e/ou do corpo astral.
      Muitas vezes, dermatites são causadas por larvas astrais. Quando o chakra do fígado é danificado por envenenamentos físicos ou energéticos, também pode causar problemas de pele.
      O Vitiligo, por exemplo, visto pela clarividência, é uma destruição de pigmentos causada por larvas da carne de porco (ingeridas nesta ou em vida passada).

  3. A origem das enfermidades está na violação a uma LEI citada por DEUS: NAO COMERÁS DO FRUTO DA ÁRVORE DO CONHECIMENTO DO BEM E DO MAL. Essa é a LEI. No entanto, ADÃO, o primeiro homem, transgrediu esse mandamento, daí a punição imediata: com DOR comerás no suor do teu rosto o teu pão, até que voltes à TERRA da qual foste formado, porquanto és PÓ e em PÓ te tornarás. LEIAM A BÍBLIA COM ATENÇÃO PARA NAO ENTRAR EM CONTRADIÇÃO.

    1. Sábias palavras, Daniel.
      É importante se aprofundar nas simbologias gnósticas referentes aos livros sagrados para entendermos quando é um fato histórico, uma verdade factual, e quando são símbolos que representam nosso Trabalho Íntimo… ou quando são as duas coisas…

  4. otávio silva almeida

    Li,todo o texto,gostei. tenho estado lendo outras obras do mestre Samael,acabei de fazer o curso de primeira câmara,estarei me submetendo ao rito iniciático no próximo dia,20-12-2010.muito obrigado a todos. A paz seja convosco.

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