Novidades sobre Hercólobus

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Este tópico contém respostas, possui 10 vozes e foi atualizado pela última vez por  marceloy 3 semanas, 5 dias atrás.

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  • #32670

    marceloy
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    Objetos anã marrom são de difícil detecção. Um indício indireto é a força gravitacional a desviar “pedras” do cinturão em direção ao Sol e planetas. O aumento do fluxo de asteróides.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/2009_DD45

    “2009 DD45 é um pequeno asteróide Apollo[1] que passou perto da Terra a uma altitude de 63.500 km no dia 2 de março de 2009 as 13:44 UTC.[2][3] O asteroide foi descoberto por Robert McNaught, no Siding Spring Observatory na Austrália em 27 de fevereiro de 2009, somente três dias antes da sua aproximação máxima à Terra.[2][3][4]

    O diâmetro do asteróide foi estimado entre 20 e 50 metros, e passou a uma velocidade de 20 kilômetros por segundo.[3][5][4] O porte do 2009 DD45 é semelhante ao do asteróide ou cometa que explodiu no evento de Tunguska, na Sibéria, no dia 30 de junho de 1908, que com um tamano estimado de 30 m provocou uma explosão com a força de mil de bombas atômicas destruindo milhões de árvores em uma extensão de mais de 2.000 quilômetros quadrados.[4][5][6][7]

    O 2009 DD45 passou a 1/5 da distância entre a Terra e a Lua, e ao dobro da distância dos satélites em órbita.[5][8] O 2009 DD24 passou mais afastado que o anterior asteróide que se passou perto do planeta, o 2004 FU162, que passou a 6.500 km da Terra em 2004, porém, de menor tamanho (6 m).[5]”

    #32671

    marceloy
    Participante

    Meteorito revela um dos segredos da vida
    Redação do Site Inovação Tecnológica
    23/03/2009

    “Vida canhota

    Panspermia é o nome da hipótese segundo a qual os elementos básicos da vida poderiam ter surgido em qualquer parte do Universo, chegando até a Terra a bordo de meteoritos.

    Ainda faltam evidências razoáveis para que essa hipótese possa ser promovida a teoria mas, ao analisar a poeira de alguns meteoritos, cientistas da NASA descobriram algo que, se não explica a origem da vida, pode ajudar a compreender um dos elementos fundamentais de sua organização molecular.

    “Nós encontramos um maior embasamento para a ideia de que as moléculas biológicas, como os aminoácidos, criados no espaço e trazidos para a Terra em meteoritos ajudam a explicar porque a vida é canhota,” diz o Dr. Daniel Glavin.

    Aminoácidos canhotos

    Todas as formas de vida que conhecemos utilizam somente versões canhotas dos aminoácidos para elaborar as proteínas – da mesma forma que as letras do alfabeto podem ser arranjadas de inúmeras formas para criar as palavras, cerca de 20 aminoácidos são combinados para criar milhões de diferentes proteínas.

    Os aminoácidos podem ser criados em dois formatos diferentes, um dos quais é o espelho do outro. Uma dessas formas é virada para a direita e a outra para a esquerda – daí a referência aos aminoácidos canhotos.

    A vida funciona muito bem com os aminoácidos canhotos, mas não mostra nenhuma predileção pelos aminoácidos destros e menos ainda por qualquer espécie de mistura entre os dois tipos.

    Como a vida decidiu?

    O mistério que resta a ser desvendado, então, é: como ou por que a vida decidiu usar os aminoácidos canhotos e não os destros?

    Depois de estudar dezenas de amostras de meteoritos ricos em carbono – conhecidos como condritos carbonáceos – em busca de um aminoácido chamado isovalina, os pesquisadores descobriram que essas pedras do espaço também têm mais aminoácidos canhotos do que destros.

    “A descoberta de mais isovalina canhota em uma grande variedade de meteoritos dá suporte à teoria de que os aminoácidos trazidos do espaço para a Terra primordial por asteróides e cometas contribuíram para a origem da vida baseada apenas em proteínas à base de aminoácidos canhotos,” diz o Dr. Glavin.

    Participação da água

    Os pesquisadores descobriram também que os meteoritos com maior quantidade de água têm maior quantidade do aminoácido canhoto. “Isto nos dá uma pista de que a criação de aminoácidos canhotos em maior quantidade tem algo a ver com a alteração pela água. Como há muitas formas de produzir aminoácidos canhotos, esta descoberta estreita consideravelmente o campo de busca,” diz Jason Dworkin, coautor da pesquisa.

    Vida extraterrestre no Sistema Solar

    Se a preferência da vida por estruturas canhotas originou-se no espaço, isto torna a busca por vida extraterrestre em nosso Sistema Solar um pouco mais difícil, porque torna-se mais complicado saber se a vida eventualmente encontrada é realmente extraterrestre ou é produto de alguma contaminação levada pelos próprios instrumentos de pesquisa.

    “Se nós encontrarmos vida baseada em aminoácidos destros, teremos a certeza que não ela é da Terra. No entanto, se o viés em direção aos aminoácidos canhotos originou-se no espaço, é provável que ela se estenda por todo o Sistema Solar, de forma que qualquer vida que viermos a encontrar em Marte, por exemplo, também será canhota.”

    “Por outro lado, se existe um mecanismo para escolher a tendência à esquerda antes que a vida emerja, isto é um problema a menos que a química prebiótica tem de resolver antes de fazer a vida. Se ele foi resolvido para a Terra, ele provavelmente foi resolvido para os outros lugares em nosso Sistema Solar onde a receita para a vida poderia existir, como abaixo a superfície de Marte, ou em prováveis oceanos sob a crosta gelada de Europa e Encelado, ou em Titã. “

    Bibliografia:
    Enrichment of the amino acid l-isovaline by aqueous alteration on CI and CM meteorite parent bodies
    NASA
    Proceedings of the National Academy of Sciences
    March 16, 2009
    DOI: 10.1073/pnas.0811618106″

    http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagem.php?artigo=meteorito-revela-um-dos-segredos-da-vida&id=010130090323

    #32672

    [youtube:2i4y40p4]http://www.youtube.com/watch?v=7CUTeMjRXUY[/youtube:2i4y40p4]

    Pessoal, apertem os cintos.
    Lá vem ele.

    Força e coragem para quem ainda tem anelos, pois o nosso trabalho fará a diferença.
    Samael não estava equivocado em nenhum momento, as imagens da Nasa que observam o Sol em infravermelho, capturaram também Hercólubos nitidamente.

    #32673

    marceloy
    Participante

    Desculpe, mas esse video do instrumento infravermelho da SOHO pode não ser “Nibiru” e sim um dos tantos cometas que andam rondando o sistema solar.

    #32674

    Encontrei a imagem que originou o video do youtube.

    De qualquer maneira, o sistema SOHO opera há muitos anos.
    Se existir algo na órbita oposta ao sol, podem simplesmente fazer o playback de arquivos mais antigos com um “time-stamp” novo e pronto.

    Há algum tempo atrás, percebia-se um borrão que acompanhava os videos em .mpeg; indicando algo removido quadro a quadro, antes do realese do video.

    #32675

    http://sohowww.nascom.nasa.gov/data/REPROCESSING/Completed/2009/c3/20090419/20090419_2342_c3_512.jpg

    Encontrei a imagem que originou o video do youtube.

    De qualquer maneira, o sistema SOHO opera há muitos anos.
    Se existir algo na órbita oposta ao sol, podem simplesmente fazer o playback de arquivos mais antigos com um “time-stamp” novo e pronto.

    Há algum tempo atrás, percebia-se um borrão que acompanhava os videos em .mpeg; indicando algo removido quadro a quadro, antes do realese do video.

    #32676

    marceloy
    Participante

    Veja essa imagem tirada pela SOHO de um cometa:
    Também não discordo ( V.M SAW não se equivocou !) se algum corpo celeste (Hercólubus) vier em uma órbita contrária. Mas acredito que não vai ser em um período curto de tempo. Mas o aumento no trafego de cometas e asteróides ja da um alerta…

    #32689

    marceloy
    Participante

    anã-marrom-720x410.png
    Seria Nêmesis uma anã marrom distante que periodicamente agita a nuvem de Oort, desviando cometas na direção do Sistema Solar Interior a cada 26 milhões de anos?

    #32690

    marceloy
    Participante

    Nêmesis, a estrela da morte?
    Nós temos tido este mesmo tipo de raciocínio aplicado ao nosso próprio Sistema Solar, sob a forma da ‘estrela da morte’ apelidada de “Nêmesis”. Como explica a teoria, Nêmesis poderia ser uma estrela de pequena massa, uma anã vermelha ou talvez uma anã marrom, com uma órbita bem lenta e distante do Sol, culpada de uma possível periodicidade em termos de eventos de extinção na Terra. A ‘hipótese Nêmesis’ sugere que ao perturbar as órbitas de cometas na Nuvem de Oort, tal massivo objeto poderia supostamente enviar cometas na direção do Sistema Solar Interior em um longo ciclo mortal que se repetiria a cada 26 milhões de anos.

    O Telegraph é um jornal dentro de uma diversidade de interessados na mídia sobre esta história (Astrobiology Magazine é outro) que permanecem especulando sobre se existe ou não alguma evidência para a existência de Nêmesis, com a descoberta de Sedna, em 2003, cuja órbita continua a causar ondulações na comunidade das ciências planetárias.

    Mike Brown (Caltech), o descobridor de Sedna, comentou sobre o assunto no Telegraph:

    “Sedna é um objeto muito estranho – ele não deveria estar lá! Sedna nunca chega a ficar perto de algum dos planetas gigantes ou do Sol. Sedna está a meio caminho, lá fora, em uma órbita incrivelmente excêntrica. A única maneira de um objeto conseguir chegar a atingir uma órbita excêntrica como esta é ter sofrido gigantesco empurrão de outro objeto massivo – assim que corpo poderia estar presente lá fora para ter empurrado Sedna?” Afinal, que tipo de objeto teria causado a excentricidade orbital de Sedna?

    Dimensões do Sistema Solar, passando pela órbita ultra excêntrica de 12.000 anos de Sedna até a Nuvem de Oort

    Sedna seria mesmo um corpo em uma órbita excêntrica? Na verdade, Sedna nos surpreende e dá um novo significado a este termo astronômico, com um periélio de 76 UA e um afélio absurdo de 975 UA, que salta aos olhos no diagrama acima. Assim, Sedna leva 12.000 anos para completar um período orbital. O próprio Mike Brown disse que nas suas próprias pesquisas, ele não teria condições de descobrir algo tão distante e lento como Nêmesis deveria ser. Assim, isto deixa as perspectivas de um companheiro invisível para o Sol ainda vivas. Mas, de que tipo de companheiro nós estamos falando?

    Objetos Independentes Distantes (DDOs)
    Em um artigo publicado em 2006, Rodney Gomes (Observatório Nacional, no Brasil) e colegas notaram que Sedna e o objeto 2000 CR105 destacam-se entre os milhares de objetos Trans-Netunianos (TNOs), até agora descobertos, porque suas trajetórias não podem ser explicadas pela configuração planetária que conhecemos. Tanto Sedna quanto 2000 CR105 são classificados como DDOs (Distant Detached Objects), ou seja, “Objetos Independentes Distantes”. Os autores chamam-lhes “os primeiros verdadeiros objetos pertencentes a nuvem interna de Oort. Conseqüentemente, estes DDOs podem ser indícios da possível existência de um distante e massivo companheiro, um Planeta X ou talvez uma anã marrom, que os autores caracterizam estes objetos no artigo, como se segue :

    Um companheiro de massa pequena (entre a massa da Terra até a massa de Netuno) poderia ter se formado dentro da região planetária e foi expulso para sua distância heliocêntrica atual por espalhamento gravitacional de Júpiter e Saturno. Tal objeto pode ter sido ejetado do Sistema Solar interno, depois de produzir a DDP [Detached Distant Population – população independente de distância], ou pode ter permanecido como o maior membro da população padrão do disco disperso. Ou seu periélio poderia ter sido estendido por perturbações causadas por passagens estrelares, que deveriam necessariamente ter passado a uma distância mais próxima do que seria razoável supor após a dispersão do berçário estelar / aglomerado onde o Sistema Solar se formou, mas não tão perto quanto necessário para dirigir perturbações estelares, produzindo os objetos observados de um disco espalhado com alto periélio. Um objeto com a massa de Júpiter ou maior (anã marrom?) em uma órbita muito inclinada além de 5.000 UA deveria ter se formado mais provavelmente como um pequeno, companheiro distante binário como, por exemplo, pela fragmentação durante o colapso ou captura.

    Conjecturas sobre o Sistema Solar: Onde está o verdadeiro Planeta X? Onde está Nêmesis?

    #32691

    marceloy
    Participante

    PS: A recente descoberta da chuva de meteoros na extincao dos dinossauros implica em um objeto massivo (Nemesis-Hercolobus) de enorme gravidade ser a causa dessa chuva de asteroides em direcao a Terra

    E provavel que o WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) acabe por detectar essa Ana Marrom nas proximidades do Sistema Solar.

    #32692

    marceloy
    Participante

    Concluindo: Hercolobus estava proximo ao Sistema Solar e sua gravidade fragmentou o asteroide batistina em colisao com outros objetos e desviou parte deles em direcao a Terra em uma “chuva de pedras”. Catastrofe com intervalos de mil a 2 mil anos, com alteracao climatica e geografica, erupcoes vulcanicas, terremotos e doencas desconhecidas na Terra, e o intenso pulso magnetico de Hercolobus ao interior metalico do planeta acabaram por levar a extincao dos dinossauros. Essa catastrofe vai se repetir novamente e o primeiro indicio direto sera a queda de um grande asteroide.

    #32693

    marceloy
    Participante

    E finalmente o WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) descobriu Hercolobus (Tyche)

    publicado em 15/02/2011 às 19h04:
    Sistema Solar pode voltar a ter nove planetas
    Batizado de Tyche, candidato é um gigante gasoso escondido na Nuvem Oort

    “Cientistas americanos revelaram ter fortes evidências de que existe um nono planeta, já batizado de Tyche, em nosso Sistema Solar, que fica além de Plutão – que deixou de ser planeta há cinco anos – e é enorme.

    Os indícios foram coletados pelo telescópio espacial Wise, da Nasa, que oferece provas de que esse gigante planeta gasoso está escondido no exterior da Nuvem Oort, o local mais distante do Sistema Solar.

    O astro foi chamado de Tyche (pronuncia-se tái-ki) pelos dois astrofísicos que propõem que ele seja elevado ao status de planeta, Daniel Whitmore e John Maltese, da Universidade da Louisiana.

    O primeiro lote de dados sobre Tyche deverá ser liberado em abril. Depois que o Tyche for localizado, a União Astronômica Internacional (IAU) é que vai dizer se ele terá o status de planeta.

    O problema principal que a IAU poderá ter com a proposta é que o Tyche se formou em volta de outra estrela e depois foi capturado pelo campo gravitacional do Sol. Talvez a organização tenha de criar uma nova categoria para essa bola gigante de gases.

    Os cientistas suspeitam que Tyche tenha quatro vezes a massa de Júpiter e uma órbita 15.000 vezes mais distante do Sol do que a Terra e 375 vezes mais distante que Plutão.

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    Provavelmente, o candidato a planeta deve ser composto principalmente de hidrogênio e hélio, e ter uma atmosfera parecida com a de Júpiter. Whitmore acrescentou que o astro deve ter suas próprias luas, como outros planetas parecidos, e sua superfície deve ser coberta por manchas coloridas, faixas e nuvens.

    Os dados da Wise também revelaram que Tyche é até cinco vezes mais quente do que Plutão (temperatura estimada em – 73 oC). Em alguns meses, quem sabe nosso Sistema Solar não volte a contar com nove planetas, graças a Tyche?”

    http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/sistema-solar-pode-voltar-a-ter-nove-planetas-20110215.html

    PS: Corpo celeste responsavel direto pelo aumento no numero de cometas e asteroides em direcao ao Sistema Solar…

    #32694

    marceloy
    Participante

    #32695

    marceloy
    Participante

    Segunda-feira, 21 fev 2011 – 07h42
    Tyche: Cientistas tentam provar planeta gigante no Sistema Solar

    “Em 1999, uma dupla de pesquisadores constatou que diversos cometas observados apresentavam fortes desvios em relação às órbitas calculadas. Segundo eles, isso seria provocado pela atração gravitacional de um planeta quatro vezes maior que Júpiter, escondido dentro do Sistema Solar. Eles batizaram esse grande objeto de Tyche.

    Na ocasião, John Matese e Daniel Whitmire, ligados à Universidade de Lousiana-Lafayette, publicaram um artigo propondo que somente a presença de um objeto de grande massa no interior da nuvem de Oort – uma hipotética região circular localizada a quase um ano-luz do Sol – poderia explicar as anomalias observadas no caminho dos cometas provenientes daquele local.

    Segundo os cientistas, devido ao brilho muito tênue e temperatura muito baixa, a existência de Tyche só poderia ser comprovada através de imagens no espectro infravermelho que registrassem aquela região específica e apostaram suas fichas nas imagens que seriam geradas pelo telescópio espacial WISE, a ser lançado em 2009.

    Recentemente, devido à divulgação de parte de dados do telescópio WISE, a teoria de Matese e Whitmire voltou a ser alvo de especulações, já que a agência espacial americana, NASA, confirmou que a primeira parte dos dados coletados será divulgada em abril de 2011 e a segunda etapa em março de 2012.”

    http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Tyche_Cientistas_tentam_provar_planeta_gigante_no_Sistema_Solar&posic=dat_20110221-074433.inc

    #32696

    marceloy
    Participante

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