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Este tópico contém respostas, possui 6 vozes e foi atualizado pela última vez por  marceloy 2 semanas, 2 dias atrás.

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  • #33412

    marceloy
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    Nasa sem dinheiro para monitorar asteroides
    Cerca de mil astros de 1 km de diâmetro vão rondar a Terra até 2020. Mas apenas um terço deles já foi rastreado por cientistas

    POR JOÃO RICARDO GONÇALVES, RIO DE JANEIRO

    Rio – Não parece, mas até terça-feira o fim do mundo vai nos acompanhar de perto. É o período em que o asteroide ST 19, que para alguns cientistas tem tamanho suficiente para causar uma “catástrofe global”, vai ficar na mesma órbita que o planeta, a “apenas” duas vezes a distância da Terra para a Lua. Apesar da distância, considerada pequena, o que assusta mais não é a rocha gigante, que já não tem perigo de acertar a Terra, mas a falta de recursos para a Nasa mapear outros corpos celestes tão assustadores.

    Segundo relatório recente, a agência espacial americana só concluiu até agora um terço da meta de monitorar, até 2020, 90% dos asteroides que podem se aproximar da Terra. Estima-se que mil asteroides com mais de 1 km de diâmetro se aproximarão da Terra até a próxima década. Cerca de 150 dos outros 1.072 já descobertos foram rotulados de “potencialmente perigosos”. Alguns deles cruzam a órbita da Terra, como o ST 19, que, em 2038, voltará a se aproximar, sem riscos de colisão.

    A observação de outros planetas vem mostrando que nem sempre a história termina tão bem. Em julho, um asteroide não-mapeado se chocou com Júpiter, causando uma “cicatriz” do tamanho da Terra. Atualmente, a Nasa ainda negocia a liberação de verba de no mínimo 300 milhões de dólares para conseguir rastrear pelo menos os asteroides mais perigosos. Seriam necessários 800 milhões para se monitorar os menores.

    Por enquanto, entretanto, não há sinais que o dinheiro será liberado. Mas, para se ter uma ideia, em março o asteroide DD45 passou a um sexto da distância da Terra para a Lua. Ele tinha 40 metros de diâmetro. O tamanho, dependendo da composição do objeto, era suficiente para acabar com uma cidade do tamanho do Rio.

    Segundo o astrônomo Domingos Bulgarelli, da Fundação Planetário do Rio, como os recursos para a Nasa não estão tão abundantes como em outras décadas, a tendência é que a responsabilidade de mapear os asteroides seja dividida com outros países.

    “O Brasil, por exemplo, faz parte do programa Impactron que, com o auxílio de um observatório recém-inaugurado, vai rastrear objetos no Hemisfério Sul”, conta. Ele adverte, entretanto, que o risco de algum asteroide só ser detectado quando estiver bem próximo do planeta vai continuar existindo.

    Estratégias já são discutidas

    Atualmente, um órgão ligado à ONU é o principal fórum de debates sobre o que deve ser feito caso um asteroide confirmadamente esteja a caminho da Terra. A Força Aérea Americana também já chegou a fazer reuniões para debater o tema.

    Várias estratégias têm sido discutidas para rechaçar ameaças do tipo. A mais conhecida é o disparo de um míssil da Terra que despedaçaria o asteroide. Destroços do corpo celeste, entretanto, poderiam cair na própria Terra, causando estragos, o que tem causado restrições à tática. Outra possibilidade é coloca um foguete no asteroide para impulsioná-lo para outro lado do espaço.

    Fala-se ainda em enviar outro foguete que desvie a força gravitacional também para empurrar a ameaça para longe e até em espelhos que reflitam a luz solar sobre o astro. Nada disso, porém, jamais foi testado na prática. Por enquanto, resta ver filmes sobre o assunto e torcer para que as rochas gigantes fiquem bem longe.

    http://odia.terra.com.br/portal/mundo/html/2009/10/nasa_sem_dinheiro_para_monitorar_asteroides_38674.html

    #33413

    marceloy
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    “A 6ª profecia fala que nos próximos anos aparecerá um cometa cuja trajetória colocará em perigo a própria existência do ser humano. O cometa – Ajenjo como era chamado – de que fala a profecia foi também anunciado por varias religiões e culturas, por exemplo, na bíblia, no livro das revelações onde recebe o nome de “Absinto”, se o cometa aparecer é possível que sua trajetória o leve a se chocar com a Terra ou então que por meios físicos ou psíquicos conseguiremos desviar sua trajetória.”

    http://www.vooz.com.br/noticias/2012—fim-ou-recomeco-teorias-sobre-a-profecia-maia-7458.html

    #33414

    marceloy
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    Acredito que a NASA ja sabe da não existência de água no planeta morto. Isso deve ser um teste, uma tentativa de desviar possíveis asteróides em rota de colisão. Essa possibilidade é real na visão destes cientistas.



    SÃO PAULO – Na última sexta, a NASA “bombardeou” a superfície da Lua com sondas para determinar a presença de água congelada no satélite natural.

    O equipamento foi disparado pelo Lunar Crater Observation and Sensing Satellite, também conhecido como LCROSS, que viajou cerca de 100 milhões de Km em uma missão de 113 dias que terminou na cratera de Cabeus, no pólo sul da Lua.
    Leia também:

    “Os instrumentos científicos do LCROSS funcionaram bem e retornaram uma quantidade de informações que vão nos ajudar a conhecer melhor o corpo celestial”, afirmou Anthony Colaprete, cientista da NASA responsável pelo satélite.

    O impacto durou cerca de quatro minutos, e foi totalmente registrado pelo equipamento do LCROSS, que caiu logo em seguida.

    A equipe de pesquisadores acredita que a análise deve se estender por várias semanas, até que seja possível ter a certeza de que o solo lunar esconde água congelada.”

    http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/nasa-bombardeia-lua-a-procura-de-agua-10102009-6.shl

    #33415

    marceloy
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    O final do atual papado é o período em que Ajenjo sera visível em rota de colisão com a Terra.

    #33416

    marceloy
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    27/10/09 – 14h21 – Atualizado em 27/10/09 – 14h20

    Asteroide explode sobre a Indonésia com potência de 50 quilotons

    “Washington, 27 out (EFE).- Um asteroide de cinco a 10 metros de diâmetro explodiu na atmosfera sobre o território da Indonésia com uma potência de 50 quilotons, três vezes maior que a da bomba atômica lançada sobre Hiroshima, informou hoje a Nasa (agência espacial americana).

    O asteroide impactou a atmosfera com uma velocidade de 65 mil km/h e a uma altura de 15 a 20 quilômetros. A explosão, que aconteceu no dia 8 de outubro, causou pânico na população da região indonésia de Bone, em Sulawesi do Sul, acrescentou a Nasa.

    “A geolocalização por infrassom não é suficientemente precisa para determinar se o corpo explodiu sobre água ou terra, mas foi relativamente perto do litoral”, segundo a agência.

    A imprensa indonésia informou no dia 8 de outubro sobre “um poderoso estampido perto das 11h locais”, e outros relatórios posteriores sugeriram que poderia se tratar de um meteorito.

    Os meios de comunicação locais identificaram com mais detalhe o meteoro ígneo brilhante, acompanhado por uma explosão e uma nuvem de pó, e “finalmente apareceu no YouTube um vídeo que mostra uma grande nuvem que corresponde a um corpo brilhante”, continuou o relatório da Nasa.

    Posteriormente, todas as estações de infrassom do Sistema Internacional de Vigilância (IMS, na sigla em inglês), que fazem parte do Tratado para a Proibição Completa dos Testes Nucleares, examinaram a informação científica disponível.

    Onze estações mostraram “sinais prováveis de uma poderosa explosão perto da latitude 4,5 sul, 120 leste, com uma hora de origem aproximadamente às 01h (no horário de Brasília) de 8 de outubro”.

    A Nasa apontou que era notável que muitas estações do IMS, incluindo cinco que estão a mais de 10 mil quilômetros do local e uma a quase 18 mil quilômetros, tenham detectado o fenômeno. Estas observações “indicam que a fonte da explosão foi de uma energia total muito alta”, acrescentou.

    Os especialistas calcularam depois que a potência da explosão foi de cerca de 50 quilotons, ou seja, três vezes maior que a energia liberada pela bomba atômica lançada sobre Hiroshima (Japão), em 1945. EFE”

    http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1356525-6174,00-ASTEROIDE+EXPLODE+SOBRE+A+INDONESIA+COM+POTENCIA+DE+QUILOTONS.html



    PS: Xi, espero que não tenha uma nova pandemia…

    #33417

    marceloy
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    Outro asteróide ‘indetectado’ passou bem próximo a Terra

    “Outro pequeno asteróide passou ‘roçando’ a Terra sem que ninguém o descobrisse a tempo. Foi no passado 6 de novembro e o objeto, chamado 2009 VA, foi localizado somente quando restavam 15 horas para sua chegada.

    A rocha, desta vez, somente tinha uns sete metros, muito pouco para provocar uma extinção massiva, porém basta recordar que a apenas uns dias, na Indonesia, o impacto contra a atmosfera de outra pedra parecida de «somente» dez metros causou uma explosão equivalente a três bombas atômicas…

    2009 VA, pois, somente passou a dois raios terrestres de distância (uns 14.000 km), o que em termos astronômicos equivale a uma bala roçando o ouvido. Se trata do terceiro pequeno asteróide conhecido e catalogado justo antes de passar muito próximo da Terra. As outras duas «aproximações» registradas se referem ao asteróide de um metro 2008 TS26, que passou em 9 de outubro de 2008 a somente 6.150 km de nós, e a 2004 FU162, outra rocha de sete metros que passou em 31 de março de 2004 a apenas 6.535 km da superfície terrestre.

    Três únicas detecções. Esse é catálogo completo que temos para objetos dessa classe. E isso apesar de que rochas como a que acaba de roçar-nos passam a distâncias parecidas de nosso planeta, como media, um par de vezes ao ano, e tem impacto, também como media, uma vez cada cinco anos.

    O asteróide 2099 VA foi descoberto por Catalina Sky Survey umas quinze horas antes de sua máxima aproximação e sua presença foi rapidamente ratificada pelo Centro de Planetas Menores de Cambridge, Massachussets, que confirmou também que o objeto passaria, em apenas umas horas, muito próximo da Terra.

    A medida que se aproximava, a dezenas de milhões de quilômetros por hora, os técnicos do programa Near, da NASA, calcularam sua órbita e determinaram que o asteróide não chocaria contra nós. E, se o houvesse feito, ninguém poderia fazer nada para evitar.

    Faz menos de um ano, se viveu uma situação muito parecida a esta com o objeto 2008 TC3, um asteróide que foi detectado quando apenas faltavam onze horas para sua chegada e que finalmente impactou no norte do Sudán, por sorte longe de qualquer centro habitado. A história de sua «caça» se contou com todo detalhe neste blog.”

    Outro asteróide ‘indetectado’ passou bem próximo a Terra

    #33418

    marceloy
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    “Asteroides e Estrela X

    A luz visível é apenas uma fatia do “arco-íris” eletromagnético do universo. A luz infravermelha, que os sensores biológicos humanos, também conhecidos como olhos, não conseguem detectar, tem comprimentos de onda mais longos e é excelente para enxergar objetos que são muito frios, empoeirados ou que estejam longe demais da Terra.

    Mas não é só o que está muito distante que interessa. Asteroides circulando pelo Sistema Solar, escuros e frios, indetectáveis pelos telescópios ópticos, poderão ser descobertos, ampliando o monitoramento dos objetos com possibilidades de colisão com a Terra.

    Entre as estrelas mais frias, há uma grande expectativa com relação às anãs-marrons. O telescópio Wise descobrirá milhares delas.

    Mas alguns astrônomos especulam que há uma anã-marrom bem debaixo dos nossos narizes, mais próxima do Sol do que a Próxima Centauro, a estrela mais próxima de nós, além do Sol, a apenas quatro anos-luz de distância.

    Se essa “estrela X” realmente existir, o Wise será capaz de detectá-la.”

    http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=telescopio-wise-estrela-x-asteroides-ameacadores&id=010130091207

    PS: “Estrela X” = Hercolubus !

    #33419

    marceloy
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    “Comparação das dimensões da Terra, Júpiter, uma anã-marrom, uma estrela pequena e o Sol. [Imagem: NASA/JPL-Caltech/UCB]”

    #33420

    marceloy
    Participante

    “WISE, que também significa sábio, é um acrônimo para Wide-field Infrared Survey Explorer – uma expressão de difícil tradução que poderia ser melhor entendida como pesquisa exploratória em infravermelho com visão de campo largo.

    A pesquisa do Wise será exploratória porque, ao catalogar centenas de milhões de objetos celestes, seus dados servirão como mapas de navegação para outras missões, apontando os alvos mais interessantes para serem pesquisados de maneira mais aprofundada.”

    http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=telescopio-wise-estrela-x-asteroides-ameacadores&id=010130091207

    PS: Esse projeto WISE da NASA realmente vai detectar Ajenjo e depois Hercolobus…

    #33421

    marceloy
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    #33425

    marceloy
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    Extinção foi causada por duplo impacto

    “Descoberta de cratera na Ucrânia aponta para causas complexas na extinção dos dinossauros, há 65 milhões de anos.

    Na realidade, os dinossauros não tiveram qualquer hipótese de sobrevivência. A teoria de que foram extintos por um impacto de um asteróide foi agora refinada com o estudo de David Jolley, da Universidade de Aberdeen, que aponta para um duplo impacto, seguido de uma chuva de meteoritos.
    A controversa ideia do impacto foi apresentada em 1980, e os cientistas sempre apontaram a cratera de Chicxulub, no México, como prova de um choque de dimensões catastróficas coincidindo com a extinção. Nos últimos 30 anos, foram reunidos mais indícios de que algo de muito dramático aconteceu há 65 milhões de anos.
    Um novo estudo sugere que o impacto de Chicxulub foi acompanhado de um segundo choque, que produziu a cratera de Boltysh, na Ucrânia, descoberta em 2002. Mas não se pense que era o mesmo asteróide a partir-se antes de chocar com a Terra. Foram dois impactos separados por alguns milhares de anos.
    A ideia surge da análise das camadas de pólens e esporos associadas à cratera de Boltysh, cuja antiguidade é semelhante à de Chicxulub. Verificou-se existir uma camada de fetos, plantas ligadas à ocupação inicial após um impacto. Mas, para surpresa dos cientistas, após uns metros desta camada, surge um segundo nível de fetos, indicando outro impacto.
    Aparentemente, os dinossauros foram destruídos há 65 milhões de anos, após a Terra ser vítima de uma chuva de asteróides cuja origem permanece um mistério para a ciência.”

    http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1650516

    PS: A gravidade de Nemesis(Hercolubus) desviou asteroides em direcao a Terra. (Chuva de asteroides)

    #33426

    marceloy
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    Novo supertelescópio vê primeiro asteroide potencialmente perigoso
    Objeto mais passar a 6 milhões de quilômetros da Terra ainda em outubro
    27 de setembro de 2010 | 17h 49

    Imagem de 2010 ST3 (círculo verde), feita pelo telescópio PS1, montado no Havaí

    “O telescópio PS1, equipado com a melhor câmera digital do mundo e que se tornou operacional em junho, descobriu um asteroide que chegará a 6 milhões de quilômetros da Terra em meados deste mês. O objeto tem cerca de 50 metros de diâmetro e foi encontrado em imagens de 16 de setembro, quando se encontrava a 30 milhões de quilômetros.”

    http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,novo-supertelescopio-ve-primeiro-asteroide-potencialmente-perigoso,616081,0.htm

    #33427

    marceloy
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    Estudo: asteroide criaria superburaco na camada de ozônio
    14 de outubro de 2010 • 08h46

    “Um modelo criado pelo Instituto de Ciência Planetária de Tucson, no Arizona, Estados Unidos, indica que, se um asteroide de tamanho médio (entre 500 m e 1 km de diâmetro) atingisse um oceano na Terra, o resultado seria um buraco na camada de ozônio maior do que aquele que foi descoberto sobre o Polo Sul. As informações são do site da revista New Scientist.
    Segundo o modelo gerado em computador, além de um tsunami, o asteroide levaria a uma grande evaporação de água que, aliada ao sal do mar, danificariam a camada de ozônio, o que aumentaria a níveis alarmantes a radiação ultravioleta, maiores do que o ser humano suportaria.
    De acordo com o site, já foram descobertos 818 asteroides relativamente próximos a Terra e que tem pelo menos 1 km de diâmetro, mas as chances de impacto com o nosso planeta são minúsculas. Contudo, as descobertas constantes desses corpos indicam que existem muitos outros que ainda não vimos e não sabemos as chances deles nos atingirem.
    Durante o experimento, o time simulou o que ocorreria se um asteroide de 1 km de largura atingisse o mar a 18 km/s, em um ângulo de 45° no hemisfério norte. A quantidade de água – tanto em forma líquida como em vapor – que seria jogada na atmosfera pelo impacto seria de 42 trilhões de kg, o suficiente para encher 16 milhões de piscinas olímpicas.
    Na atmosfera, a água e compostos contendo clorina e bromina, resultantes dos sais do mar vaporizados, destruiriam o ozônio muito mais rapidamente que a quantidade que é criada naturalmente.
    Algumas simulações indicavam, inclusive, que o enfraquecimento da camada ocorreria em todo o planeta. No pior dos casos, o gás chegaria a apenas 30% dos níveis normais nas regiões mais críticas.
    Além dos problemas diretos causados à saúde humana pela radiação solar (é só lembrarmos que, com o nível normal, o sol já queima nossa pele no verão), o aumento dos raios ultravioleta também danificaria plantas e afetaria, portanto, a produção de comida.
    O estudo, segundo a reportagem, pode levar a outras pesquisas para a prevenção de eventos catastróficos, como o estudo de plantas que resistem mais aos raios UV.
    O resultado não seria muito melhor se o asteroide atingisse o continente. Já se sabe que ele certamente criaria uma espessa nuvem de poeira que impediria o crescimento de plantas. Mas agora a equipe trabalha em um modelo do impacto em terra seca – e como este afetaria a atmosfera – para saber com mais detalhes o que poderia acontecer e como poderíamos antecipar ações para evitar maiores danos.”

    http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4733412-EI301,00-Estudo+asteroide+criaria+superburaco+na+camada+de+ozonio.html

    #33424

    marceloy
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    08/04/2011 – 11h16
    Asteroide com 400 m de diâmetro passa pela Terra em novembro

    “Um asteroide com 400 metros de diâmetro vai passar perto da Terra no início de novembro, provavelmente no dia 8, segundo previsões iniciais.

    “A aproximação com a Terra do asteroide 2005 YU55 é incomum pela curta distância e pelo seu tamanho. Em média, ningúem esperaria que um objeto deste porte passasse tão perto em 30 anos”, comenta Don Yeomans, da Nasa.

    Vote na enquete sobre o fim do mundo

    Pela sua dimensão e trajetória próxima à Terra, o 2005 YU55 entrou para a lista de asteroides “potencialmente perigosos” na definição do centro planetário de Cambridge, em Massachusetts, noticia o site http://www.space.com.

    Os cientistas, entretanto, estão ansiosos com a notícia, vista como uma “oportunidade única”. “Em um sentido real, fornecerá uma resolução de imagem comparável ou até melhor do que um missão de uma nave espacial’, diz Lance Benner, pesquisador do JPL (Laboratório de Jato de Propulsão) da Nasa.

    Segundo estimativas, a rocha espacial estará a 0.85 distância lunar –menos que os cerca de 384 mil quilômetros que separam a Terra da Lua.

    A passagem do asteroide, identificado pela primeira vez em 28 de dezembro de 2005, mobilizará um programa extenso de observações por radar, raios infravermelhos e a olho nu.”

    Imagem de radar do asteroide 2005 YU55, que vai se aproximar da Terra na data provável de 8 de novembro

    http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/900018-asteroide-com-400-m-de-diametro-passa-pela-terra-em-novembro.shtml

    #33423

    Com licensa mas…
    onde cita no terceiro item do topico em que fala:
    “A descoberta foi feita através de uma simulação de computador. Como as evidências físicas do bombardeio de asteroides foram apagadas pelo tempo e pela ação de placas tectônicas, os pesquisadores usaram dados das rochas lunares recolhidas pelas missões Apollo, e registro de impacto de meteoros na Lua, Marte e Mercúrio.”

    Ve-se ai os “pega-ratão”. “…rochas lunares recolhidas pelas missões Apollo…” A missão Apollo foi aquela que desceu na superficie da lua para recolher as rochas, certo?
    E desde quando o homem da era atual foi até a lua? Então como conseguiu as rochas? Madou vir por correio espacial, rssss.hehehe

    Se ninguem viu este site, sugiro então boa leitura : http://www.afraudedoseculo.com.br/

    Obvio que o espaço pelo menos em nosso sistema solar e cheio de materia planetaria, e sempre estiveram em movimento, assim como as montanhas de nosso planeta junto com a placas tectonicas, junto com as tempestades, enchentes, mares, glaciações, etccc.
    Nosso universo é um JARDIM, onde o grande Jardineiro “planta e colhe”, recoloca as pedras, joga agua, mexe com as terras. Acho perca de tempo ficar ai monitorando asteroides se não ha muito oque fazer quando eles chegam. Porque se o grande Jardineiro resolver pulverizar “as pragas” aqui na Terra ou em otro planeta pra ele é tão facil que quase o faz sem muito esforço. Entao toda pedra solta no espaço tambem é guiada por Ele. Os de coração aberto sempre serão avisados quando um evento qualquer esta planejado pelo Jardineiro a acontecer, assim como Hercolubus esta avisado, mas nem sequer ainda foi detectado com precisão por aparelhos.

    Não critico o topico sobre os asteriodes, pois sempre nos são validas essas informações para enriquecimento da parte “intelectual” de nossa mente, e que esta tambem precisa de “alimento” que são as informaçoes diversas.

    Abraço

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