A Quinta Verdade de Samael

A Quinta Verdade de Samael

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O esoterismo cristão fala dos sete Espíritos Criadores diante do trono do Cordeiro. Convém esclarecer bem essa questão e pôr de uma vez por todas as cartas na mesa.

Esses sete Cosmocratores são os mesmos Dhyan Chohans, que correspondem claramente aos Elohim hebreus. A ordem cósmica é a seguinte:

Gabriel, Regente da Lua.
Rafael, Regente de Mercúrio.
Uriel, Regente de Vênus.
Miguel, Regente do Sol.
Samael, Regente de Marte.
Zacariel, Regente de Júpiter.
Orifiel, Regente de Saturno.

Esses Dhyanis velam sucessivamente em cada uma das Rondas e Raças-Raízes de nossa Cadeia Planetária.

Cada um deles emana de si mesmo sua Alma Humana, isto é, seu bodhisatva, quando isso se faz necessário.

Qualquer um dos sete pode enviar seu bodhisatva para onde quiser.

Eu, pessoalmente, sou o bodhisatva de Samael, o Quinto dos Sete, e qualquer esoterista sabe que sou o que mais tem sofrido.

Meu Real Ser Íntimo é, em si mesmo, Osíris, Ísis e Hórus; Iod-Heve; o Coração do Céu do Popol Vuh maia; Adam-Kadmon, Brahma-Viraj etc. etc. etc.

Antes de seu desdobramento na Díade e na Tríade, meu Real Ser Íntimo é a Mônada pitagórica, o Uno-Único. É ele também o Aunad-Ad budista; o Ain-Soph, En-Soph ou Pneuma-Eikon caldeu etc.

No que se refere a mim, sou o bodhisatva do Senhor Íntimo. Não pretendo jamais me presumir de perfeito, mas meu dever é ensinar a Quinta Verdade, o Quinto Evangelho, o Quinto Veda. Não será necessário que chegue à quinta Ronda, como creem muitos, para que se possa dar meu ensinamento.

Aqui o tendes e todo aquele que escuta minha voz e a segue o compararei ao homem prudente que edificou sua casa sobre a rocha viva e vieram as chuvas e as tormentas e ela não caiu porque estava edificada sobre fundamento sólido.

Porém, no caso daquele que rechaça minha palavra, pode certamente ser comparado ao homem insensato que edificou sua casa sobre a areia e vieram rios e tormentas angustiosas e sua morada caiu no precipício com grande estrondo porque não tinha uma base sólida.

Jamais poderia negar que tenho estado com a humanidade desde a Aurora da Criação.

Meu Pai que está em segredo é perfeito, mas eu, que sou seu bodhisatva, não poderia ostentar perfeições de espécie alguma.

De nenhum modo pecaria por imodéstia ao afirmar enfaticamente que tenho sido testemunha do anoitecer e do amanhecer de vários Mahavântaras (Dias Cósmicos).

Meu dever é dar testemunho de tudo aquilo que tenho visto e ouvido. A humanidade necessita com urgência de uma legítima orientação.

Durante o Mahavântaras de Padma ou Lótus de Ouro, cumpri no mundo lunar missão muito semelhante à que estou cumprindo no planeta Terra.

Ensinei aos selenitas a Quinta Verdade e é óbvio que foi rechaçada por maioria de votos. Resultado: morte na cruz. É claro que todo aquele que se propõe a ser redentor morre crucificado.

Foram bem poucos os selenitas que aceitaram o Quinto Evangelho. Esses, depois de um árduo trabalho, se autorrealizaram profundamente e se converteram em anjos.

Está escrito no Grande Livro da Vida que no final do Apocalipse Lunar um novo grupo aceitou a Doutrina. A esses arrependidos foi-lhes dada outra morada planetária onde atualmente estão se autorrealizando.

Qualquer Mahatma pode verificar por si mesmo, com o Olho Aberto de Dagma, que aquelas multidões selenitas, que outrora haviam se pronunciado contra o Quinto Evangelho, vivem agora num mundo soterrado, convertidos em autênticos lucíferes.

No final da sétima Ronda da Cadeia Lunar as Chispas Virginais, Raios ou Centelhas Divinas, submergiram no Absoluto sem autorrealização nenhuma, salvo algumas poucas exceções, como o caso dos Homens Angélicos que aceitaram a Doutrina.

As Chipas Virginais, ao se submergirem na Luz Incriada do Espaço Abstrato Absoluto, abandonaram radicalmente suas ex-personalidades tenebrosas, as quais se precipitaram violentamente pelo caminho involutivo.

É óbvio que tais ex-personalidades sinistras ou luciféricas continuam involuindo, retrocedendo, descendo dentro dos mundos infernais, baixando lentamente pelos escalões animais, vegetais e minerais.

Somente a Segunda Morte pode libertar essas almas para que reiniciem a subida desde o reino mineral até O estado humano.

Pois é absolutamente falso assegurar que no final de um Mahavântara (Dia Cósmico) todos os seres vivos alcancem o estado de Paranishpana ou Perfeição Absoluta.

Yon-Grub, a perfeição radical, jamais será o resultado da mecânica evolutiva. Revolução da Consciência é outra coisa, porém isso não agrada a ninguém… tu o sabes.

Jesus, o Grande Cabir, disse: “Quem quiser vir depois de mim, negue a si mesmo, tome sua cruz e siga-me”. Negar a si mesmo significa dissolver o Eu Pluralizado. Tomar a cruz – que de per si é cem por cento fálica – significa de fato realizar o cruzamento sexual, trabalhar na Forja Acesa de Vulcano com o evidente propósito de conquistar o Segundo Nascimento.

Seguir o Cristo Íntimo quer dizer Sacrifício, ou seja, estar disposto a dar até a última gota de sangue por toda a humanidade doente.

O final de um Mahavântara não inclui a autorrealização de todas as criaturas. Falando com o coração na mão, posso dizer-lhes que é muito difícil encontrar alguém autorrealizado.

Todos nós, bípedes humanos, somos mais ou menos demônios. Deixar de ser demônios, converter-se em algo diferente, distinto, é algo que corresponde aos Mistérios.

Nesse caso, por que se haveria de dar a alguém algo que ele não quisesse? Se as multidões estão satisfeitas assim como são, se não desejam ser diferentes, nenhuma mecânica evolutiva, nem mesmo o ocaso do Mahavântara poderia obrigá-las ser distintas.

A mudança radical, a autorrealização íntima, é o resultado de uma série de espantosos superesforços realizados dentro de nós mesmos, aqui e agora. Somente à base de terríveis autoesforços se consegue uma mudança radical, uma transformação definitiva.

Seria absurdo supor, sequer por um momento, uma mudança profunda, uma autêntica autorrealização Interior de forma involuntária e mecânica como pensam os fanáticos do Dogma da Evolução.

Enquanto um homem não consiga alcançar o estado de Anupadaka, é absolutamente impossível poder vivenciar a natureza do Paranirvana.

Até os dias da Escola de Yogacharya, a verdadeira natureza do Paranirvana era ensinada publicamente, porém, desde então, essa Doutrina foi guardada em segredo, uma vez que os homúnculos racionais não estão preparados para compreendê-la.

Samael Aun Weor, capítulo “Os Sete Cosmocratores”, de Meu Regresso ao Tibet

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Existem Sete Verdades:

1. Conhecimento das dores e misérias deste mundo.
2. Conhecimento da fragilidade humana.
3. Conhecimento do desejo e do pecado.
4. Conhecimento da mente humana.
5. A Árvore do Conhecimento (os Mistérios do Sexo).
6. A Consciência humana.
7. A Árvore da Vida (o Ser).

São sete Avataras e sete Verdades, cada uma ensina uma verdade terrível. Jesus o Cristo não é avatara, é mais do que todos, é o Salvador do Mundo, chefe de todas as almas. Ele confirma os ensinamentos dos Avataras e os amplia. Ele virá no zênite de Aquário e confirmará os que Samael vos tem dado, e assim sucessivamente nas demais Raças. Então, o Reino de Deus terá se consumado como Ele o anunciou a seus servos, os profetas.

Samael Aun Weor, A Pedra Filosofal

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O Cavaleiro do Cavalo Branco

No Apocalipse, de São João, lemos o seguinte, acerca do Quinto dos Sete:

11 Vi, então, o céu aberto e aparecer um cavalo branco montado por alguém que se chamava Fiel e Verdadeiro; aquele que julga e combate com justiça. 12 Os seus olhos eram como labaredas e na cabeça tinha muitas coroas. E tinha um nome escrito nela que só ele sabia. 13A roupa que vestia tinha marcas de sangue; o seu nome é a Palavra de Deus. 14Os exércitos do céu, vestidos de linho fino, do mais branco e puro, seguiam-no em cavalos igualmente brancos. 15Na sua boca segurava uma espada afiada para com ela vencer as nações. Ele as governará com uma vara de ferro; será ele próprio quem há de pisar no lagar de Deus Todo-Poderoso o vinho da sua justa cólera contra o pecado. 16No manto que trazia, e abaixo da cintura, tinha escrito este título:

Rei dos Reis e Senhor dos Senhores

17Vi, então, um anjo que recebia a luz que vinha do Sol e que bradava em alta voz a todas as aves de rapina que cruzam os ares: “Venham! Juntem-se para comer aquilo que o grande Deus vos dá; 18 a carne dos que governam e a carne dos reis, generais e dos grandes guerreiros, a carne dos cavalos e dos que os montavam; enfim, a carne de todos, livres e escravos, grandes e pequenos”.

19Depois vi o monstro reunindo os governantes da Terra e os seus exércitos para lutarem contra aquele que está montado no cavalo e contra o seu exército. 20E o monstro foi feito prisioneiro e com ele o Falso Profeta; aquele que tinha podido fazer sinais na presença do monstro e com os quais enganava aqueles que tinham aceitado ser marcados com o sinal e adoravam a sua estátua. Ambos foram jogados vivos no lago de fogo que queima com enxofre ardente. 21E todos os soldados daqueles exércitos foram mortos com a espada afiada que estava na boca do que montava o cavalo, e todas as aves de rapina se fartaram com aquela carne humana.

No seu poderoso livro intitulado A Revolução de Belzebu, Samael explica as passagens, inscritas acima, do Apocalipse:

A Era de Aquário reina e a tempestade dos exclusivismos desatou-se com todo seu furor. Os partidos lutam contra os partidos, as religiões contra as religiões; as nações lançam-se à guerra e cada mão levanta-se contra cada mão. Todo caduco, todo velho, luta por viver enquanto o novo quer se impor.
É a luta entre duas épocas, uma que agoniza e outra que nasce. Entramos no Milênio. A evolução humana fracassou. Quase todos os humanos que atualmente vivem na Terra já receberam a marca da Besta em suas frontes e são demônios. Dos milhões de almas que atualmente são almas-demônios, almas perversas, só um pequeno punhado delas salvar-se-á.
O astral estava cheio de trilhões de demônios que lutavam terrivelmente para ganhar a Grande Batalha e estabelecer seu Governo Mundial, tal como figura nos PROTOCOLOS DE SIÃO.
Javé e sua Loja Negra já estavam a ponto de triunfar totalmente sobre a Terra. Tudo marchava de acordo com seus planos.
A tempestade estava em todo o seu apogeu. Acercava-se a Era de Aquário e não havia nem um raio de esperança nas trevas do ódio.
A Segunda Guerra Mundial acabava de passar e milhões de almas desencarnadas nos distintos teatros da Guerra seguiam em nosso ambiente astral sedentas de sangue.
Foi, então, quando a Venerável Loja Branca entregou em minhas mãos a Chave do Abismo e uma grande cadeia para que se cumprisse o versículo primeiro do capítulo 20 do Apocalipse, que diz:
“E vi um Anjo descer do céu, que tinha a Chave do Abismo e uma grande corrente em sua mão.”
E recebi ordem dos Senhores do Karma para encerrar Javé e todos os magos negros no Abismo.
A tarefa era realmente esmagadora para mim, porém senti-me onipotente porque os Veneráveis Mestres, depois de submeter-me às terríveis Provas da Iniciação, entregaram−me a Espada da Justiça e o cavalo branco.
Conferiram-me a mais alta honra para um ser humano, qual seja: A DE JULGAR E INICIAR A ERA DE AQUÁRIO.
E foi posta uma cinta sobre a minha coxa, que em letra simbólica diz: “Rei dos Reis e Senhor dos Senhores”, para que se cumprisse a o Capítulo 19, vers. 16, do Apocalipse, que diz: “Em suas vestes e em sua coxa tem-se
escrito este nome: Rei dos Reis e Senhor dos Senhores”.

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