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Pentagrama esotérico ampliado

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Sugerimos que o estimado estudante de esoterismo gnóstico carregue o Pentagrama Esotérico como pingente, e também pendurado em seu quarto, no automóvel, em seu altar, na sala de meditação etc.

Caso seja possível, imante/consagre o Pentagrama orando à Divindade para que o transforme em poderoso acumulador das bênçãos de Deus.

o ideal é realizar um ritual complexo, praticado nos grupos gnósticos, mas se isso não for possível, você pode orar aos grandes mestres da Fraternidade Branca (ou a um único mestre, de sua preferência) para que a partir do Astral este símbolo sagrado tenha maior poder protetivo.

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Cadeia de cura, como realizar

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Denomina-se Cadeia, ou Corrente, toda prática mística feita em grupo tendo as mesmas finalidades, utilizando a mesma intenção, concentração e oração. As Cadeias mais poderosas são aquelas em que o grupo de pessoas está de mãos dadas, suas mãos ficam entrelaçadas e não se rompem até o final da prática.

Quando o grupo se une pelas mãos, formando uma corrente humana, não se unem somente os corpos físicos dos presentes, mas suas energias, emoções, pensamentos e afinidades espirituais, onde os campos áuricos de todos se misturam, potencializando esta prática mística de forma considerável. Essa união entre todos os níveis de energia dos participantes é tão forte que na Maçonaria, coirmã da Gnose, o procedimento é chamado de Cadeia de União.

Uma das Cadeias mais interessantes e fortes que os estudantes de esoterismo e magia branca podem realizar é a Cadeia de Cura. Esta Cadeia, quando bem-feita (com concentração, disciplina, boas intenções e, especialmente, pureza energética, sexual e emocional, proporciona resultados maravilhosos.

Alertamos que essas Correntes devem ser praticadas unicamente por pessoas (mulheres e homens) com afinidades energéticas e espirituais, puras, equilibradas psiquicamente, e não de forma aleatória, sem critério e seleção.

A seguir, aos que desejam beneficiar a si mesmas e a toda a humanidade, sugerimos a seguinte Cadeia de Cura, onde todos os participantes deverão, EM UNÍSSONO, repetir os seguintes passos:

Que todos os seres sejam felizes.
Que todos os seres sejam ditosos.
Que todos os seres estejam em paz.

(Repetir essas frases 3 vezes. Em seguida, vocalizem o mantra AOM também 3 vezes.)

AAAAAAAOOOOOOOMMMMMMM
AAAAAAAOOOOOOOMMMMMMM
AAAAAAAOOOOOOOMMMMMMM

(Em seguida, fazer a seguinte invocação:)

Meu Pai, meu Deus, meu Senhor… Tu que és o meu verdadeiro e real Ser, te suplico com toda minha alma e com todo meu coração, para que te transportes ao Templo-Coração do planeta Mercúrio, o planeta das energias da cura…

(Com a imaginação dirigida, visualizar todos os membros da Cadeia à frente de um templo gigantesco, luminoso. E fazer a seguinte saudação aos guardiães do templo da cura do planeta Mercúrio:)

(Inclinar o corpo à direita e vocalizar a palavra sagrada JAKIN… Em seguida, inclinar o corpo à esquerda e vocalizar a palavra sagrada BOAZ. E continuar, dizendo:)

Dai os sete passos para dentro, para o interior do Templo (de novo com a imaginação criadora, vê-se que todos estão dando sete passos para dentro do templo da cura. E continua-se a prática com a seguinte afirmação:)

Prostra-te agora aos pés do Gênio, do Divino Rafael… Divino Rafael, Divino Rafael, Divino Rafael… Pai da Medicina… Viemos aqui para te pedir, para te suplicar, para te rogar com toda a nossa alma e com todo o nosso coração, em nome de Cristo, pelo poder de Cristo e pela majestade de Cristo, que nos envie um coro de mestres e Anjos especialistas em medicina para que venham e curem todos os irmãos e irmãs que se encontrem enfermos em seus lares, em clínicas, sanatórios, hospitais, para que sejam curados, alentados, fortalecidos totalmente, de acordo com a Lei Divina… e também para que curem a todos nós, que formamos esta Cadeia de Cura, especialmente… [Aqui, pode-se citar o nome do enfermo, ou enfermos, e o local onde se encontra(m).]

Peço-te, glorioso Cristo Rafael, Arcanjo supremo da Medicina Universal, que se realizem, que se plasmem no físico estas curas.

(Em seguida, vocalizam-se os sagrados mantras da cura:)

AAAAAAAEEEEEEE… GAAAAAAAEEEEEEE… GUFFF… (Repetir três vezes esses mantras. “A” em tom alto, “E” é baixo; e GUF é baixo. Em seguida, vocalizar os próximos mantras sagrados de cura:)

PAN… CLARA… PAN… CLARA… PAN… CLARA…

Que se curem, que se alentem, que sarem…
Que se curem, que se alentem, que sarem…
Que se curem, que se alentem, que sarem…

AAAAAAAOOOOOOOMMMMMMM
AAAAAAAOOOOOOOMMMMMMM
AAAAAAAOOOOOOOMMMMMMM

Meu Pai, meu Deus, meu Senhor, invoca, agora os veneráveis mestres e anjos curadores, que se compadeçam desta humanidade e venham ao nosso chamado. Veneráveis mestres da Medicina Universal, vinde a nós pelo Cristo, pelo Cristo, pelo Cristo. Invocamos vossos santos nomes:

Paracelso, Galeno, Hipócrates, Hermes Trimegisto, Anjo Adonai, Esmun, Minerva, Jesus o Cristo, Samael Aun Weor, e demais mestres da Luz Divina… Concorrei… Concorrei… Concorrei… (Invocar os nomes sagrados desses mestres três vezes seguidas.)

Amadíssimos mestres, nós vos invocamos para vos pedir com toda nossa alma e nosso coração para que nós, que compomos esta Cadeia de Cura, sejamos curados, sanados, fortalecidos.

Que se curem, que se alentem, que sarem…
Que se curem, que se alentem, que sarem…
Que se curem, que se alentem, que sarem…

AAAAAAAEEEEEEE… GAAAAAAAEEEEEEE… GUFFF…
AAAAAAAEEEEEEE… GAAAAAAAEEEEEEE… GUFFF…
AAAAAAAEEEEEEE… GAAAAAAAEEEEEEE… GUFFF…

(Finalmente, para encerrar a Cadeia de Cura, faz-se o seguinte agradecimento:)

Dou graças infinitas ao poderoso Logos Rafael e aos digníssimos mestres e anjos da cura. Suplico que estas curas sejam realizadas de acordo com a Misericórdia e a Lei Divinas, e com a vontade de nosso Pai que está em segredo.

AAAAAAAOOOOOOOMMMMMMM
AAAAAAAOOOOOOOMMMMMMM
AAAAAAAOOOOOOOMMMMMMM

Meu Pai, meu Deus, meu Senhor, Tu que és meu verdadeiro e real Ser, retorna ao meu coração… retorna a mim… retorna a mim… Amém…

(Caso você participe de algum grupo de pessoas de boa vontade ou deseje formar um em sua casa – com marido, esposa, filhos, parentes e amigos –, você pode usar esta Cadeia de Cura para atrair as bênçãos do Alto para seu lar, sua vizinhança, parentes e, finalmente, para toda a Humanidade, que tanto necessita de LUZ.

A Arte Régia da Natureza

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Expressões Artísticas das Realidades Vivas do Universo

“Os códices mexicanos, papiros egípcios, ladrilhos assírios, pergaminhos do Mar Morto, assim como certos templos antiquíssimos, sagrados monólitos, velhos hieróglifos, pirâmides, sepulcros milenares etc., oferecem, em sua profundidade simbólica, um sentido gnóstico que, definitivamente, escapa à interpretação literal e que possui um valor explicativo de caráter exclusivamente intelectual.

O racionalismo especulativo, em vez de enriquecer a linguagem gnóstica, empobrece-a lamentavelmente, já que os resultados gnósticos, escritos ou alegorizados em qualquer forma artística, orientam-se sempre para o Ser. E é nessa interessantíssima Linguagem Semifilosófica e Semimitológica da Gnosis que se apresentam numa série de extraordinárias invariáveis, símbolos com fundo esotérico transcendental que no silêncio dizem muito. Bem sabem os divinos e os humanos que o Silêncio é a eloquência da Sabedoria.” (Samael Aun Weor)

Disse Claude Bernard: “Quando um fato se impõe contra uma teoria reinante, prescinda-se da teoria, mesmo que a sustenham os homens mais famosos…” Por sua parte, o VM Samael, dizendo o mesmo, assinala: “Fatos são fatos, e ante os fatos temos de nos render”.

Assim, pois, trataremos, com fatos claros e definitivos, de demonstrar que a verdadeira Arte, a Arte Régia das antigas culturas, é uma expressão dinâmica da Realidade do Universo, do ser humano e do próprio Ser, e que quando se adoece este Ser, quando não operam os Valores Transcendentais que Ele contém, a expressão e a criação artísticas decaem, e já não expressam as grandes verdades antropológicas, cosmogônicas, filosóficas e místicas.

Pelo contrário, basta observar as diversas semelhanças encontradas nos dois lados do Atlântico, nos aspectos arquitetônicos, míticos, religiosos, calendáricos etc., inclusive em culturas distanciadas no tempo e no espaço, e veremos que nos apresentam um fio condutor, arquetípico; é um fato contundente que comprova nossas afirmações.

Já Carl Jung estudou que do mesmo modo que os homens herdam partes corporais semelhantes do passado humano e pré-humano, também têm uma Herança Psicológica comum nas arcaicas profundezas de seu subconsciente. Estas Imagens Primordiais, ou Arquétipos, de certa forma análogas aos instintos, são formas universais, parte da “estrutura herdada da Psique”, e podem manifestar-se em qualquer lugar e em qualquer momento.

Jung põe à mostra que carecem de um conteúdo próprio suscetível de determinação: comparou-os a leitos secos de um rio por onde pode fluir a água de diferentes culturas, e ao “sistema axial de um cristal que, por assim dizer, condiciona a forma da estrutura cristalina do líquido materno, mesmo que careça de estrutura material própria”.

Esta tese aparece bem ilustrada, já o dissemos, pela rica variedade, e, ao mesmo tempo, tem semelhança com figuras, situações, conceitos e eventos das diversas mitologias de culturas de todo o planeta que revestem as mesmas verdades com as características próprias da expressão artística de cada cultura, ou seja, muda a forma (e nem sempre muda muito), mas o fundo ou conteúdo é o mesmo. Vejamos alguns exemplos:

Um Mesmo Lugar de Procedência

Os egípcios diziam que o deus Osíris e seus antepassados vieram de Atlan. Por isso, o templo desse deus foi construído praticamente de forma subterrânea e rodeado de canais, e a Hórus, seu filho, denominavam como o Grande Atlante. Por sua vez, os astecas falam de Aztlan, a Ilha Mítica, o lugar rodeado pelas águas, e foi no Vale do México que os mexicas, depois de uma grande peregrinação, assentaram-se entre os canais do Lago Texcoco, como recordação de seu lugar de origem: a ATLÂNTIDA.

Deidades Serpentinas e Solares

Aos dois lados do oceano encontramos o culto das Serpentes Aladas ou Emplumadas: Quetzacoatl, Kukulkan, a Cobra Sagrada dos Mistérios egípcios, hindus, babilônicos etc., símbolo da Sabedoria, do Fogo Sagrado, da Energia Sacra encerrada no cóccix, da Terra, da Mãe, das Águas etc. E, por outra parte, os diversos cultos solares não eram feitos com caráter idólatra ante a força e presença do Sol que desconheciam e os assustava (segundo os antropólogos materialistas), senão que se adorava o Espírito Universal da Vida, o Logos, e o Sol Físico era tão só seu conteúdo simbólico.

Entre os deuses solares temos: Rá, Amon-Rá, Osíris, Apolo, Hélios, Tonatiuh, Inti, Wakan Tanka, e os mesmos Quetzacóatl e Kukulkan, por exemplo, aos que se dão sempre os mesmos atributos.

A Mumificação, Culto à Morte

Mesmo que os egípcios tenham-se desenvolvido muito nesta técnica e em outras de mumificação cataléptica, podemos encontrar a mesma em toda América, sobretudo do Culto à Morte, do que propriamente uma veneração do processo mortuário e post-mortem em si mesmos (e que, evidentemente, conheciam): é o Culto à Vida, porque preparavam-se para vencer a Morte Física com a Morte Psicológica por toda uma Eternidade. O Tzompantli ou Muro dos Mortos, com todos esses crânios em posturas e expressões distintas, falam-nos de mil mortos diferentes e um só rosto verdadeiro: o Rosto da Morte, como símbolo de Renovação. E os tibetanos, com seu Bardo Todol, não ficaram atrás.

Pirâmides e Calendários

As Pirâmides são, também, elementos comuns, seja como Templos, Observatórios Astronômicos, Marcadores da Rota Solar, ou como preservadores da Sabedoria Antiga, expressão máxima da Lei do Centro ou Quincunce (4 Direções do Universo que se conjugam no ponto central e elevam-se até o Infinito). E no Calendário tinham calendários similares de 18 meses de 20 dias. O dia mais longo maia durava 13 horas e o mais curto, 11; para os egípcios, eram de 12 horas e 55 minutos, e 10 horas e 55 minutos, respectivamente.

Cosmogonia

Todos estes Gênesis de diferentes culturas mostram-nos o fato de que no início não havia nada, tudo encontrava-se escuro e na calma do abismo profundo das Águas ou Caos Espermático do Primeiro Instante, só se encontrava “O Espírito de Deus que se movia sobre as Águas” – diz o Gênesis hebraico… “Apenas o Uno respirava, inanimado e por si mesmo, por sobre o Abismo insondável das Águas” – diz o Rig Veda… “Apenas Tepeu e Gucumatz e os Progenitores encontravam-se na Água rodeada de claridade” – dizem os maias no Popol Vuh

“No princípio não havia nada, apenas um grande vácuo, unicamente existiam os Encantos-Pais, do Encanto-Pai brotou o Sol e do Encanto-Mãe brotou a Lua” – dizem os indígenas dos Andes venezuelanos. Observe-se que em cada um dos relatos subjazem as forças masculino-femininas como Fonte da Criação, mesmo que sejam elas representadas pelo Fogo e pela Água, o Sol e a Lua, por exemplo.

As Trindades

A Trindade cristã de Pai-Filho-Espírito Santo é denominada pelos maias como Trindade Huracán (Caculhá-Huracán, Chipi-Caculhá e Raxa-Caculhá), formando estes três o Coração do Céu. Os egípcios designam a Trindade com os nomes de Osíris, Ísis e Hórus. O hindustânicos como Brahma, Shiva e Vishnu. E os astecas como Ometecuhtli, Omecihuatl e Quetzacoatl…

Uma Questão Infernal

O Infernus latino são chamados de Averno pelos romanos, Patala pelos hindustanis, Xibalba pelos maias, Mictlán pelos astecas. Assim mesmo, falam-nos de Céus, Regiões Celestes, Aeons, Supramundos, Campos Elíseos, Moradas Celestiais, Olimpo etc. No total, 13 Céus (como nos ensina a Cabala com sua Árvore Sefirótica) e 9 Infernos (como descrevera Dante Alighieri em sua Divina Comédia).

As Cruzes

A Cruz, em todas as suas concepções (swástica, caravaca, ansata, tau, de Santo André, ou seja, em X, T, K etc.), pode ser encontrada não só nos templos e lugares sagrados, senão também nos glifos dos códices, nos adornos dos edifícios, nos desenhos de cerâmicas etc., representando a união dos dois aspectos complementares da criação: o Masculino e o Feminino e, como no caso da swástica, o Jardim Cósmico em ação na criação infinita.

Símbolos Alquímicos

Vê-se nada mais que as figuras destes Caduceus atribuídos em Roma e Grécia ao Deus Hermes ou Mercúrio, mas aqui remete-nos a Quetzacóatl ou formam o casal Chinês; apenas muda a forma artística, mas no fundo representam o mesmo: a condução das Forças Luni-Solares através dos canais específicos, até conseguir a autorrealização íntima do Ser, e cuja representação vemos na Águia tragando a Serpente, tanto no México asteca como na cultura de San Agustín na Colômbia.

Transformação Psicológica

A transformação interior do ser humano, ou seja, a eliminação dos diferentes aspectos de nossa psique que personificam nossos defeitos de tipo psicológico e que eclipsam nossa Consciência, a perda da identidade psicológica atual e a consecução da nova identidade do Ser, encontram-se muito bem expressas nas lutas titânicas dos Heróis Solares (Perseu, Hércules, Huitzilopochtli, Sigfried, São Miguel ou São Jorge etc.), contra as bestas míticas (a Hidra de Lerna, a Medusa ou Górgona, o Dragão das Trevas, a Coyolxauhqüi etc.), a quem decapitam ou eliminam, ou a própria decapitação, já que esta decapitação é, como dissemos, o símbolo da Morte Psicológica, a morte de nossos próprios defeitos (ira, inveja, luxúria, gula, orgulho, preguiça etc.).

Símbolos Míticos

Serpentes, Águias, Tigres e outros animais míticos estão também presentes e representando as mesmas Forças, Energias ou Mistérios da Natureza, tanto no Oriente como no Ocidente, ao Sul e ao Norte… E seria demorado numerar as múltiplas semelhanças nas concepções filosóficas, religiosas, artísticas de todas as culturas.

Assim, pois, a arte dos antigos e os Mitos não são ficção, posto que possuem, no fundo, uma Realidade Fundamental que, para alguns, pode ser social, psicológica ou espiritual-transcendental, além de sua imensa importância no pensamento moderno, cabe também sinalizar que seu estudo constitui o “Fio de Ariadne” que nos guia no momento presente e reafirma, novamente, a Idade de Ouro dos antigos tempos de esplendor, e responde aos enigmas do homem e do Cosmo.

“Os Mitos pertencem ao Tempo Sagrado, à Eternidade”, disse Jacquetta Hawkes.
Pensadores de muitas disciplinas diferentes têm descoberto que o mito representa, em todas as épocas, uma Verdade Absoluta e “facilita a penetração nas indescritíveis Realidades da Alma”, ou, como disse Malinowsky, “não está na natureza de uma invenção, senão de uma Realidade Viva”.

Desde os arapagos no Arizona até os aruntas da Austrália, passando pelos maias, astecas, incas etc.; desde os chiriguanos do sudeste da Bolívia até os antigos gregos, babilônios, egípcios etc., encontramos alusões extraordinárias que não fazem senão produzir, em seu conjunto, uma simbiose divina da Eterna Sabedoria (Gnosis).

É por isso que antropólogos oficiais, como Mircea Eliade ou Elaine Pagels, começam a compreender que a Gnosis, como Sabedoria Transcendental, não surge (como até há pouco se supunha), do Próximo ou Médio Oriente ou nos primeiros séculos do cristianismo, senão que começam a considerá-la como um fenômeno da própria Consciência do homem, ou seja, o ser humano, onde quer que esteja, nos Polos, na Patagônia ou nos desertos africanos, pode ter relação com a mesma Fonte do Conhecimento Universal por experiência direta, quer dizer: pondo-se em contato com as Forças Elementais, Princípios Inteligentes e com qualquer outro aspecto do Metafísico e Psicológico de seu próprio Ser etc., e, portanto, sua experiência sempre será a mesma no sentido de que a Dialética da Consciência possui linguagem simbólica muito particular e que só lhe fala a Consciência do experimentador… mas nem por isso se descarta a Tradição Esotérica que, como depositária da Sabedoria Cósmica, pode servir de fonte para diversas culturas dos dois lados do oceano, como seria, por exemplo, a Atlântida.

Essa universalidade da Gnosis é aplicada, talvez pela primeira vez, às culturas da Antiga América pelo VM Samael Aun Weor, quando lemos em seu livro A Doutrina Secreta de Anahuac o seguinte: “Como queira que os estudos gnósticos tenham progredido extraordinariamente nestes últimos tempos, nenhuma pessoa culta cairia, hoje, como ontem, no erro simplista de fazer surgir as correntes gnósticas de alguma exclusiva latitude espiritual. Se bem que seja certo que devemos ter em conta, em qualquer Sistema Gnóstico, seus elementos helenísticos orientais, incluindo Pérsia, Mesopotâmia, Síria, Índia, Palestina, Egito etc., não devemos jamais ignorar os Princípios Gnósticos perceptíveis nos sublimes cultos dos nahuas, toltecas, astecas, zapotecas, maias, chibchas, incas, quéchuas etc., da Indo-américa”.

Conclui o Sábio Mestre, dizendo: “A Gnosis é uma função muito natural da Consciência Desperta, uma Philosophia Perennis et Universalis”.

A diferença está somente no matiz que cada povo imprime à mesma Grande Sabedoria de todos os Tempos. O México, crisol de raças e inquietudes, tem acumulado múltiplos exemplos de criatividade, mesmo (como já dissemos) com características semelhantes à de outros povos. Desde já, nós, antropólogos gnósticos, exploramos, com Imaginação Criadora, as Grandes Verdades que jazem em todas essas tradições.

A ARTE NOS PILARES DA GNOSIS

“Define-se Arte como a atividade que o ser humano realiza em qualquer área de sua vida. Exemplo: música, arquitetura, relacionamento entre casais, família etc., como expressão do que é consciente; deixando um ensinamento, nesse momento para a posteridade. Para o qual se tem de inspirar em forma divina, para não expressar o que o Ego deseja.”

Por isso, falar da arte em qualquer de seus pilares leva à realização completa da verdade em nós mesmos e, ao manifestá-la em nosso meio familiar, por exemplo, sempre pensamos que a arte nada mais é que a música, a pintura etc., e é necessário se dar conta que o saber viver em harmonia consigo mesmo e com os demais também é uma arte, porque coopera com as regras da Divindade.

Um dia de nossa vida poderia ser uma completa desordem, ou seja, nada harmonioso, deixando um mau ensinamento aos nossos filhos etc.; uma relação sexual em forma desordenada, sem oração, sem inspiração para a transmutação, sendo nada mais que um impulso luxurioso etc. Isso não contém nada de artístico.

Somos os diretores de nossa orquestra psicológica interior e, portanto, podemos entoar mentiras ou verdades, segundo nossas atitudes. Estamos acostumados a ver a nós mesmos e ver os demais com pressa, com estresse, de forma acelerada, atropelada, encurvados, com expressão deformada aos nossos olhos etc. É muito raro ver alguém caminhar em paz, com um olhar profundo e sábio, em calma interior.

Em nosso Ser, a parte que se relaciona com a Arte nos leva a conviver com o Sagrado, com o Divino, com a inspiração divina e, depois, desloca-a até o contexto do tempo e do espaço do momento atual e a plasma para que a humanidade receba um ensinamento em sua consciência.

Se escutássemos uma sinfonia de Beethoven com os sentidos e com a consciência, traduziríamos esta música como uma conferência, se fosse este o nosso interesse; como um conselho sobre algum assunto em particular, como uma experiência com nossos Pais Internos… já que o Universo, a Criação, sempre procurará dar o que buscamos, em sintonia com nosso desenvolvimento espiritual.

Somos um universo em miniatura e temos “o Todo” da mesma criação dentro de nós mesmos. O ensinamento dos grandes sábios é, desta maneira, universal.
Quando vemos o artista trabalhando em uma escultura, em uma sinfonia etc., em realidade apenas vemos o instrumento em um contexto tridimensional. Se fôssemos um pouco clarividentes, veríamos os distintos Átomos Mestres dirigindo os torvelinhos de Átomos Angélicos, inspirando, formando e voltando a formar as estruturas da obra a ser realizada.

Ver dessa maneira é sintonizar-se com a criação e com o criador; estas obras são vida pura, por isso o tempo é, necessariamente, o movimento de nosso interior.
Outro exemplo seria o médico em uma consulta. Vemos o sábio das plantas, seja sentado ou em pé, dialogando com o paciente, ouvindo-o e motivando-o à cura, anotando os procedimentos a ser seguidos, receitando vida, mas o fundo desse tipo de médico realiza a cura através das palavras que dirige ao paciente, já que estas atraem as energias necessárias para sua cura por meio das plantas, da massagem, do olhar, do sorriso etc. Esta é a arte de curar.

A arte de ler para nos tornarmos conscientes do conhecimento nos leva a dar conta de que tal informação é real ou falsa sem necessidade de raciocinar, comparar, pensar etc. O conhecimento é direto, já que, ao ler, não somente recebemos informação intelectual, senão também vivência, experimentação dos conteúdos.

A ARTE OBJETIVA E A ARTE SUBJETIVA

Certamente, a Ciência, a Arte, a Filosofia e a Religião por estes tempos se encontram divorciadas e isso é lamentável. Nos tempos antigos, a Arte era profundamente religiosa, extraordinariamente científica e filosófica. Hoje, esses quatro aspectos da psique humana estão desligados uns dos outros e, como consequência ou corolário, têm produzido certa involução.

Distingo, precisamente, entre a Arte Subjetiva e a Arte Objetiva, diversas características da Ciência, da Filosofia e da Religião. A Arte Subjetiva está desligada dos aspectos filosóficos, místicos e científicos. Conforme o ser humano precipitou-se pelo caminho da involução e da degeneração, conforme foi se tornando cada vez mais materialista, seus sentidos foram também se deteriorando e degenerando.

Vem-nos à memória uma escola da Babilônia que se dedicava a estudar tudo o que fosse relacionado ao olfato. Eles tinham um lema que dizia: “Buscar a verdade nos matizes dos odores obtidos entre o momento da ação do frio congelado e o momento da ação em decomposição do calor”.

Essa escola foi perseguida e destruída por um chefe muito terrível. Dito chefe tinha negócios muito negros, e muito prontamente os afiliados desta escola o denunciaram indiretamente.

O sentido do olfato extraordinariamente desenvolvido permitia aos alunos de dita escola descobrir muitas coisas que não convinha aos governantes. Havia outra escola muito interessante na Babilônia: a Escola dos Pintores. Esta escola tinha como lema: “Descobrir e elucidar a verdade apenas por meio das tonalidades existentes entre o branco e o negro”.

Nessa época, os afiliados de dita escola podiam utilizar normalmente e sem dificuldade alguma cerca de 1.500 matizes da cor cinza. Desde o período babilônico até estes tristes dias em que milagrosamente vivemos, os sentidos humanos se degeneraram espantosamente graças ao materialismo que Marx justifica a seu modo com o sofisma barato de sua dialética. O Eu continua depois da morte e perpetua-se em nossos descendentes.

O Eu complica-se com as experiências materialistas e se robustece à custa das faculdades humanas. Conforme o Eu tenha se fortalecido através dos séculos, as faculdades humanas se degeneraram cada vez mais e mais.

Quando, na Babilônia, começaram a aparecer os primeiros sintomas do ateísmo, do ceticismo e do materialismo, a degeneração dos cinco sentidos acelerou-se de forma espantosa. Está perfeitamente demonstrado que somos o que pensamos e que se pensamos como materialistas, nos degeneramos e nos fossilizamos. Os artistas da “nova onda” têm-se convertido em verdadeiros intérpretes da dialética materialista, ou seja, da arte subjetiva.

Todo alento de espiritualidade tem desaparecido na arte ultramoderna. Já nada sabem os modernos artistas sobre a Lei do Sete; já nada sabem dos Dramas Cósmicos; já nada sabem sobre as Danças Sagradas dos Antigos Mistérios. Os tenebrosos roubaram o Teatro e o cenário, profanaram-no miseravelmente, prostituíram-no totalmente.

O sábado, dia do Teatro, o dia dos Mistérios, foi muito popular nos antigos tempos. Então, apresentavam-se Dramas Cósmicos maravilhosos – o drama servia para transmitir aos Iniciados valiosos conhecimentos. Por meio do drama transmitiam-se aos Iniciados diversas formas de experiência do Ser e manifestações do Ser.

Os Dramas Cósmicos baseiam-se na Lei do Sete; sempre se utilizaram certos desvios inteligentes de dita Lei para transmitir aos Neófitos conhecimentos transcendentais. Os velhos Mestres do passado tampouco ignoravam a Ciência da Música. Eles sabiam combinar os sons de forma tão inteligente que provocavam impulsos distintos em cada um dos três cérebros humanos.

É bem conhecido na música que certas notas podem produzir alegria no Centro Intelectual, outras podem produzir tristeza no Centro Emocional e, por último, outras podem produzir religiosidade no Centro Motor. Realmente, os velhos Hierofantes (aqueles que ensinam coisas sagradas) jamais ignoraram que o conhecimento íntegro apenas pode ser adquirido com os três cérebros; um só cérebro não pode dar informação completa.

Cabe aqui mencionar também a Escultura; esta foi grandiosa em outros tempos. Os seres alegóricos cinzelados na dura rocha revelam que os velhos Mestres não ignoraram jamais a Lei do Sete. Recordemos a Esfinge do Egito. Ela fala-nos dos quatro elementos da natureza e das quatro condições básicas do Super-Homem.

Após a Segunda Guerra Mundial nasceu a Filosofia Existencialista (absurda) e a Arte Existencialista (também absurda). Quando assistimos aos atores existencialistas em cena, chegamos à conclusão de que são verdadeiros maníacos enfermos e perversos.

Se o Marxismo seguir sendo difundido, o ser humano acabará por perder totalmente seus cinco sentidos (que estão em processo de degeneração). Está comprovado pela observação e pela experiência que a ausência dos valores espirituais produz degeneração.

A pintura atual, a música, a escultura, o drama etc., não são senão produto da degeneração. Já não aparecem no cenário os Iniciados de outros tempos, as dançarinas sagradas, os verdadeiros artistas dos Grandes Mistérios. Agora somente aparecem no palco os autômatos enfermos, cantores da nova onda, rebeldes sem causa etc.

Os teatros ultramodernos são a antítese dos sagrados teatros dos Grandes Mistérios do Egito, da Grécia, da Índia etc. A arte teatral destes tempos é tenebrosa, é a antítese da luz, e os artistas modernos são tenebrosos. A pintura sub-realista e Marxista, a escultura ultramoderna, a música afro-cubana e as modernas bailarinas são o resultado da degeneração humana.

Os moços e moças da nova onda recebem, por meio de seus três cérebros degenerados, dados suficientes como para converter-se em fraudulentos, ladrões, assassinos, bandidos, homossexuais, prostitutas etc. Nada fazem os governantes para sancionar o mal da arte; tudo marcha até uma catástrofe final.

O teatro, o cinema, os videogames, a pintura, a escultura e a música atual é algo que causa danos muito graves ao ser humano. Tudo isso é a arte subjetiva. Essa é a Arte que a nada conduz.

Em outros tempos, por exemplo na Babilônia, o teatro era completamente objetivo, tinha como único fim o estudo do Carma e a ilustração que devia dar-se à plateia. Os atores não aprendiam de memória nenhum papel; aparecia alguém em cena sem haver estudado nenhum papel e sinceramente autoexplorava a si mesmo com o objetivo de saber o que mais anelava e isso que mais desejava era sobre o que falava.

Suponhamos que queria beber, então exclamava, sinceramente: “Tenho desejo de beber”. Outro ator “x”, que então aparecia, escutava aquela frase, autoexplorava a si mesmo ao ver o que sentia em seu interior, e ao que sentia, respondia: “Eu não quero beber; pelo álcool fui ao cárcere e estou na miséria”. Mas apenas se fosse isso o que havia acontecido a ele, pois não iria afirmar algo falso.

Qualquer pessoa – porque para isso tinham sempre um grupo de atores – aparecia ipso facto; também não iria dizer outra coisa senão o que sentia no fundo de sua consciência, algo que havia vivido, que se relacionava com o que esses dois estavam dizendo. “Eu” – supondo – “tive dinheiro, muito; um lugar, um repouso, uma mulher, alguns filhos, mas, por estar bebendo vinho, vejam como acabei, senhores”.

Mais além aparecia uma pobre mulher, outra artista, e também dizia: “Quando bebia perdi meu filho por esse maldito licor”, e assim começava a desenvolver-se um drama, uma cena improvisada, muitas vezes poderia terminar da forma mais dramática.

Os escribas rigorosamente anotavam não somente o desenvolver do drama em si mesmo, senão até os resultados finais; selecionavam depois, todavia, de tal peça o melhor e, desta forma, vinham a conhecer-se os resultados cármicos de tal ou qual cena. Havia muitas cenas, cenas de amor, cenas de guerra, mas em todas surgia sempre o espontâneo, o natural, não algo que artificialmente o intelecto inventava, não; o que surgia é aquilo que cada qual, cada um dos atores havia vivido; essa é a Arte Objetiva da Babilônia.

Então, realmente, os atores eram muito diferentes. A música que se usava instruía devidamente o cérebro emocional; essa era uma música especial, eles sabiam perfeitamente que no organismo humano existem, vamos dizer, certos gânglios que têm-se formado com os sons do Universo e sabiam manejar todos esses gânglios, todas essas partes do Ser mediante as diferentes combinações musicais; assim instruíam por meio da música o cérebro emocional.

Vocês sabem que com uma marcha marcial nos dão ganas de marchar, que uma música fúnebre nos põem a meditar, que uma música romântica nos traz recordações dos tempos idos etc., essas noites de amor; eles combinavam inteligentemente os sons para instruir também sabiamente o cérebro emocional, vejam vocês que interessante.

O centro do movimento também recebia ensinamentos mediante danças sagradas; essas danças eram importantíssimas na Babilônia, cada movimento equivalia a uma letra; o conjunto de letras continha determinadas orações, determinadas teses, determinadas antíteses, determinadas instruções; assim, todo o auditório recebia uma cultura riquíssima.

Era outro tipo de teatro, os artistas não se chamavam artistas, senão orfeístas, que significa: “sujeitos que sentem com inteira precisão as atividades da Essência, da Consciência”; mas, depois da cultura greco-romana, o teatro degenerou-se e já os artistas, os orfeístas desapareceram; surgiram então os chamados artistas, os cômicos, os atores.

Recordo muito bem que, todavia, faz uns 50 anos, pouco mais ou menos, aos atores chamava-se vulgarmente de comediantes e eram vistos com muito desprezo.
Pela Idade Média havia uma lei promulgada que obrigava aos atores a barbear-se, tirar toda aparência de masculinidade.

Com que objetivo? Em primeiro lugar, claro está que eles deviam maquiar-se segundo o drama que tivessem que executar; segundo, desejava-se, antes de tudo, que eles se diferenciassem do resto das pessoas, pois sabiam que esses atores modernos possuem uma radiação perigosa, infecciosa, e, barbeando-se, eliminando toda aparência de masculinidade, cada qual podia evitar passar perto deles, ou evitar dar-lhes a mão.

Se vocês observarem cuidadosamente a vida dos chamados artistas nos teatros, sentirão e, se são um pouco sensitivos, poderão captar esse tipo de radiação que eles emitem e que infectam a mente das pessoas.

Hoje já passou este costume; já não há nenhuma lei promulgada nesse sentido contra eles, já se lhes dá a mão, já se lhes trata de igual para igual, e até se lhes deseja imitar. Assim eles podem destilar perniciosamente suas ondulações infecciosas nas mentes de todas as pessoas. Dói um pouco ter que decidir isto, porque há muitas pessoas que vivem do drama, da cena, que são atores, mas nós temos que colocar-nos no plano das realidades concretas.

As pessoas que passaram pelos anos 70 lembrarão, precisamente, que faz meio século, todavia, que se lhes olhava com desdém, como simples cômicos ou comediantes etc.; claro, a eles abriu-se caminho e agora se lhes considera de igual para igual, mas não por isso deixam de emitir suas ondulações que são terrivelmente perigosas.

Naturalmente que eles aprendem papéis de memória, absolutamente subjetivos, de coisas que existiram ou não existiram nunca; comédias, dramas que podem ter ou não ter nenhuma realidade, que são produto de suas mentes, e o honorável público ante o palco da cena “dorme” terrivelmente.

Quando digo “dormem”, o ponho entre aspas; quero pois, afirmar de forma enfática que a consciência daqueles que assistem entra no sonho mais profundo. Inquestionavelmente, este tipo de Arte Subjetiva realmente vem a acabar com a necessidade das percepções reais.

Assim, pois, há duas classes de Arte: primeira a subjetiva, que é a Arte que a nada conduz e existe também a Arte Régia da Natureza, a Arte Objetiva, Real, a Arte Transcendental.

A Arte Objetiva encontramos também em todas as peças arcaicas, em todas as peças antigas, nas Pirâmides e em todos os velhos Obeliscos do Egito. No México Antigo, nos maias, nas relíquias arqueológicas dos astecas, zapotecas, toltecas etc., nas pinturas de Michelangelo, nos hieróglifos do Egito, nos baixos-relevos antigos do vejo país dos Faraós, na China, nos velhos pergaminhos da Idade Média, dos Fenícios e Assírios etc.

Também encontramos pinturas preciosas de grandes ensinamentos em todos esses velhos quadros medievais, nas catedrais gnósticas etc. A Arte Régia da Natureza é um meio transmissor dos ensinamentos cósmicos.

A DANÇA

“A música e o baile são duas artes que complementam-se e formam a beleza e a força que são a base da felicidade humana.” (Sócrates)

As danças sagradas são tão antigas como o mundo e têm sua origem no amanhecer da vida sobre a Terra. A música deve despertar no organismo humano para falar o Verbo de Ouro.

As danças sagradas não eram somente uma expressão de sentimentos e emoções; eram verdadeiros livros informativos que transmitiam deliberadamente certos conhecimentos cósmicos transcendentais; verdades cósmicas, antropogenéticas, psicobiológicas, matemáticas etc. Através delas mostravam-se histórias, servia-se ou invocava-se os Deuses; constituem no fundo um culto ao Fogo.

Os dervixes dançantes da Pérsia e da Turquia imitavam perfeitamente o movimento dos planetas do Sistema Solar ao redor do Sol, representando a mecânica da Grande Lei, as órbitas concentradas nos planetas dançando ao redor do Sol, entre as grandes sinfonias do Diapasão Cósmico.

O mesmo átomo, constituído por seu núcleo ou Sol muito radiante, carregado positivamente de eletricidade, é o centro de felizes elétrons planetários infinitesimais que dançam a seu redor, carregados negativamente.

No Egito, as danças cerimoniais foram instituídas pelos faraós; nelas representavam a morte e reencarnação de Osíris. Foram tornando-se cada vez mais complexas, até o ponto em que só podiam ser executadas por profissionais altamente qualificados. Os encantadores de serpentes tocavam suas flautas maravilhosas e as serpentes dançavam.

Nos Templos, as bailarinas sagradas da Índia, Egito, México e Mesoamérica realizavam as danças do Fogo.

Na Índia, o Yogui e a Yoguina iniciavam a Dança de Shiva e Shakti antes do Maithuna. Shiva é o Espírito Santo e Shakti, sua esposa, o Eterno Feminino. O casal de Yoguis, depois da Dança Sagrada, sentava-se a meditar como os Iniciados maias, costas com costas, fazendo contato as duas espinhas dorsais a fim de lograr um perfeito domínio mental, respiratório e emocional.

O intercâmbio bioeletromagnético entre homens e mulheres não pode ser substituído por nada. Estas práticas de Yoga constituem o preâmbulo à ciência da Transmutação da energia criadora em Fogo (Espírito).

Igualmente, nos Mistérios de Eleusis, os homens e as mulheres magnetizavam-se mutuamente entre as danças misteriosas do Amor. Então, não havia pensamentos morbosos, senão pensamentos santos e puros. Então, os dançarinos do Templo estavam limpos do veneno asqueroso do desejo. A alegria, a dança, o beijo e a Magia Sexual transformavam os seres humanos em verdadeiros Deuses.

Os dançarinos antigos não ignoravam a eterna Lei do Sete: as sete tentações mutuamente equilibradas dos organismos viventes, as sete partes independentes do corpo e as sete linhas distintas do movimento, cada uma com seus sete pontos de concentração dinâmica.

No antigo México as danças foram sagradas. A religião Nahua celebrava a festa a Xochichuitl (Deus da dança, da música), na qual, durante os quatro dias que a precediam, era obrigatório comer somente pães de milho sem sal uma vez ao dia, e dormir separados de suas esposas aqueles que eram casados. No quinto dia, publicamente ofereciam a Xochipilli danças e cantos acompanhados de Teoamoxtli e tambores, ovação de flores recém cortadas e pães com mel de abelhas, nos quais punha-se uma mariposa de obsidiana, símbolo da alma do crente.

Nos Calmecatl – calli: casa; mecatl: corda, laço, corredor comprido e estreito nas habitações interiores de um edifício – tinha lugar uma cerimônia oferecida a Xochipilli. Onze meninos, todos filhos de nobres, executavam cantos e danças em círculo, nas quais davam três passos adiante e três passos para trás, seis vezes, ao mesmo tempo que agitavam graciosamente suas mãos. Um menino, ajoelhado frente ao fogo que ardia no altar, orava silenciosamente pelo pão de cada dia, e outro menino permanecia parado na entrada do Templo, fazendo guarda.

Entre os Astecas verificava-se também a dança sagrada das doze Cihuateteo para as mulheres mortas no parto, ao redor do Quetzacoatl vermelho e do Quetzacoatl negro, a fim de invocar a Cihuapipiltin (Mestre-auxiliar das mulheres parturientes). Toda mulher que o invoca durante o parto é assistida, imediatamente.

Todavia, a dança, como arte holista transcendental, decaiu; na Babilônia começaram a aparecer os primeiros sintomas do ateísmo e do materialismo, a degeneração dos cinco sentidos acelerou-se de forma espantosa. Ao redor de Dionísio, o Deus do Vinho, grupos de mulheres chamadas Mênades celebravam suas orgias com danças extáticas sob os efeitos do vinho.

Está perfeitamente demonstrado que somos o que pensamos e que se pensamos como materialistas nos degeneramos e nos fossilizamos.

Na Bíblia menciona-se que João colocou uma subscrição na posta do Templo em que oficiava, que dizia: “Proíbem-se as danças profanas”. Quando a ciência redescobrir a transcendência da dança sagrada para o ser humano, novamente se instituirá como parte do culto ao Fogo.

“Sábios são aqueles que dominam o corpo, a palavra e a mente. Estes são os verdadeiros Mestres.” Dhammapada 17:14

CHAC MOOL

O Chac Mool é uma das peças arqueológicas mais reconhecidas em toda a cultura mesoamericana, tanto em Tula, Hidalgo, como em Chichén Itzá. Sua forma esculpida apresenta a posição que os antigos maias e toltecas utilizavam para lograr o desprendimento da alma vestida com o corpo astral até os universos paralelos, de forma consciente.

Os antigos sábios adotavam esta posição para indicar o culto ao Fogo e mostrar o caminho que levará as futuras gerações a conhecer as verdades da Natureza e do Cosmos, assim como de si mesmos.

Uma tigela ou gamela em seu plexo solar assinala o vórtice de forças que concorrem no chacra Manipura a fim de preencher-se dos elementos crísticos solares que, posteriormente, espalham-se através dos hormônios no sangue. Este recipiente mostra o depósito de energia solar na região do umbigo. A energia primária recebida neste centro subdivide-se em dez radiações e logo circula pelos canais nervosos secundários, alimentando todos os chacras ou centros magnéticos do corpo.

Precisamente o plexo solar está governado pelo Sol e é possível dirigir inteligentemente a energia acumulada neste centro aos outros chacras, a fim de desenvolver conscientemente as faculdades humanas.

Os seguintes mantras permitem extrair as energias do plexo solar para dirigi-las aos centros magnéticos:

SUI-RA ao centro frontal.
SUE-RA ao centro laríngeo.
SUO-RA ao coração.
SUU-RA ao próprio plexo
SUA-RA ao timo.

Vocalizando uma hora diária estes mantras, os chacras despertarão de forma positiva. Ao pôr em atividade os chacras, por indução entram em atividade os plexos.

Os chacras estão no sistema nervoso cérebro-espinhal, e os plexos no sistema nervoso-simpático.

Nesta posição, deitados de costas, colocavam-se os Iniciados egípcios para que desprendessem sua alma do corpo físico no corpo astral, ao mesmo tempo que pronunciavam o mantra FA-RA-ON. Ao vocalizar este mantra, deve-se reparti-lo em três sílabas: a primeira é o FA que ressoa em toda a Natureza; a segunda é o RA egípcio e a terceira é o ON que recorda-nos o famoso mantra OM dos hindustânicos.

“Convém que os aspirantes à Iniciação deitem-se em decúbito dorsal; os pés sobre a cama, joelhos levantados. (Veja-se a figura do Chac Mool) É claro que ao pôr as plantas dos pés sobre a cama, os joelhos ficam levantados, dirigidos ao céu, à Urânia.
O aspirante, nesta posição, imaginará que a energia do Sol penetra pelo seu plexo solar, fazendo-o vibrar e girar da esquerda para a direita, como os ponteiros de um relógio quando visto de frente.

Este exercício pode fazer-se durante uma hora diária. O mantra básico deste centro magnético é a vogal U. Pode-se vocalizar alargando o som, assim: UUUUUUUU. Um plexo solar bem desperto anima maravilhosamente a todos os chacras do organismo. Assim preparamo-nos para a Iniciação.”

Como Mestre, Chac Mool foi um Adepto encarnado, um Grande Iniciado da poderosa civilização serpentina do México Tenochtitlan. Seu sepulcro foi encontrado, assim como seus restos.

Houve duas castas guerreiras que adoravam a Chac Mool; ele era levado em grandes procissões e entrava nos Templos Astecas adorado pelas multidões. A ele pediam chuvas para a terra. Este Grande Mestre ajuda aqueles que invocam-no; podem fazer-se amuletos com a figura do Chac Mool para levá-los no corpo em forma de medalhão, ou pequenas esculturas do mesmo.

“Domina tuas palavras, domina teus pensamentos, não faças dano a ninguém. Segue fielmente estas indicações e avançarás no caminho dos sábios.” (Dhammapada 20:9)

Um dia, Akbar e Birbal foram para a selva, a fim de caçar. Ao disparar a escopeta, Akbar feriu o polegar e gritou de dor. Birbal atou-lhe o dedo e deu-lhe o conselho de suas reflexões filosóficas: “Majestade, nunca sabemos o que é bom ou mal para nós”.
O imperador não se sentiu bem com o conselho; ficou furioso e jogou o vizir ao fundo de um poço abandonado.

Continuou, depois, caminhando só pelo bosque, e neste um grupo de selvagens saiu-lhe ao encontro em plena selva; rodearam-no, tornaram-no cativo e levaram-no ao seu chefe. A tribo preparava-se para oferecer um sacrifício humano, e Akbar era a vítima que Deus havia lhes enviado.

O feiticeiro oficial da tribo examinou-o detalhadamente e, ao ver que tinha um polegar ferido, rechaçou-o, já que a vítima não poderia ter defeito físico algum.

Akbar caiu, então, em si, de que Birbal havia tido toda a razão, e sentiu-se arrependido; voltou correndo ao poço em que o havia deixado, tirou-o de lá e pediu-lhe perdão pelo dano que tão injustamente havia-lhe causado.

Birbal contestou: “Majestade, não tem por que pedir-me perdão, já que não causou-me mal algum. Ao contrário, sua Majestade, me fez um grande favor, salvou-me a vida.

Se não houvesse jogado-me a este poço, eu teria continuado a seu lado, e esses selvagens teriam escolhido a mim para seu sacrifício e haveriam acabado comigo.
Como vês, Majestade, nunca sabemos se algo há de ser bom ou mal para nós.”

A MÚSICA E A VONTADE

Todo movimento é coessencial ao som; onde quer que exista o movimento, existe o som.

O ouvido humano só logra perceber um limitado número de vibrações sonoras, porém, acima e abaixo destas vibrações que o ouvido humano registra, existem múltiplas ondas sonoras que não conseguimos perceber.

Todos os sons que são produzidos no planeta Terra dão uma nota síntese; todos os sons que são produzidos em Vênus também dão sua nota síntese; igual em Marte e assim sucessivamente; cada coisa tem sua nota síntese e o conjunto dos sons de todos os mundos que povoam o espaço estrelado infinito formam a Música das Esferas citada por Pitágoras.

Melodias inefáveis vibram no céu estrelado; sinfonias impossíveis de descrever com palavras humanas. Nos diz o Apocalipse de São João: “… No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus; por Ele todas as coisas foram criadas e sem Ele nada do que foi criado haveria sido criado…”

A Música das Esferas é uma tremenda realidade. Tudo o que é, tem sido e será vibra deliciosamente no espaço infinito. A flor do belo jardim perfumado reflete a luz da Lua e entre a flor e a Lua há um colóquio de melodias agradáveis que nenhum ser humano poderá compreender. A sinfonia que escapa da fonte cantarina faz vibrar completamente os átomos que pululam ao seu redor, logo repercute entre as entranhas dos bosques e precipita-se como uma catarata de sinfonias pelo céu estrelado. Por isto a música é a base de toda Criação e é isso o que os grandes músicos plasmaram através de suas melodias inefáveis.

O poder de ouvir à distância, o poder de perceber a Música das Esferas e de ouvir as criaturas que vivem nas dimensões superiores, o podemos lograr se nos propormos; na Gnosis temos chaves, procedimentos para consegui-lo.

A Flauta Encantada ou Flauta Mágica, de Mozart, narra uma Iniciação Egípcia; as Nove Sinfonias de Beethoven e muitas outras grandes obras clássicas imperecíveis e que o tempo não consegue alterar elevam-nos aos mundos superiores da consciência.

A música inefável dos grandes clássicos vem das agradáveis regiões do Nirvana, onde reina a felicidade que está mais além do Amor… O estudante gnóstico que deseja chegar ao conhecimento inspirado deve concentrar-se profundamente na música. O discípulo concentrado profundamente na música deverá absorver-se completamente nela, como a abelha no mel.

A alma exalta-se, eleva-se às Esferas Divinas quando escuta as composições dos grandes clássicos, mas nem toda música é dirigida à consciência. Também existe a música inferior, egóica, infradimensional, que submerge-nos nas regiões abismais e é exatamente esta que, desafortunadamente, escuta a grande maioria da humanidade. Está comprovado que a música exerce influência sobre nossa psique, em nosso organismo humano e em tudo o que nos rodeia e que, dependendo do tipo de vibrações, esta influência pode ser benéfica ou prejudicial.

Existe uma íntima relação do verbo, da palavra, com as forças sexuais; as palavras são sagradas. Uma palavra suave apazigua a ira, enquanto as palavras discordantes rompem a harmonia do grande Diapasão Cósmico e engendram desordens. As palavras humanas são música articulada, às vezes doce e pacífica, e outras vezes, hostis: falta harmonia, beleza e amor.

Menciona também o Mestre Samael que “a música ultramoderna não possui harmonia, nem melodia autêntica, da mesma forma que carece de ritmo preciso”.

A Vontade Cristo é música inefável; o mundo da Vontade é o mundo da música. A música e a Vontade estão em íntima relação; a Vontade sem música é tosca e rústica, converte-se em má vontade e em desejo. Vontade e desejo são duas coisas diferentes que as pessoas confundem; a Vontade é positiva e o desejo é negativo; devemos dominar a mente com a Vontade.

A Vontade é um poder muito perigoso, com o qual não se pode brincar; brincando podemos encarcerar a mente alheia; devemos respeitar a vontade alheia e o livre-arbítrio dos demais, devemos servir a nossos semelhantes desinteressadamente e jamais escravizar sua vontade.

Os mantras são verbo sagrado, desenvolvem e ativam poderes; deve saber-se pronunciá-los para que produzam resultados positivos. As sete vogais da Natureza: I-E-O-U-A-M-S ressoam em toda a Criação. Os mantras que se conhece em Ocultismo são somente sílabas, letras, palavras isoladas da Linguagem da Luz, Linguagem Universal de Vida que só conhecem os Anjos, Arcanjos etc.

Para os antigos povos do Egito, China, Tibet, México, América Central etc., a música era uma forma de comunicar-se com a Divindade e de introverter-se para lograr o auto-conhecimento. Faz muito tempo quando a segunda sub-raça de nossa atual raça Ária floresceu na China antiga, o V.M. Samael esteve encarnado na Dinastia Chou, sendo então membro ativo da Ordem do Dragão Amarelo, onde aprendeu a ciência da meditação.

Existiu, naquele tempo, um instrumento musical maravilhoso, chamado AI-ATA-FAN, com o qual podia-se vivificar muitas maravilhas da Natureza. Esse instrumento tinha 49 cordas; 7 são as notas da escala musical que, multiplicadas por 7, dão por resultado 49 notas colocadas em 7 oitavas.

A finalidade era aprofundar-se em cada um dos 49 níveis do subconsciente com o objetivo de lograr a inquietude e o silêncio mental; assim a Essência, a Alma, a Consciência escapava para experimentar o REAL e penetrar no Vazio Iluminador.

A personalidade ficava em estado passivo, sentada na sala de meditação; os centros emocional e motor integravam-se com o centro intelectual formando um todo único receptivo, de forma que todas as vivências do Vazio Iluminador, circulando pelo “cordão de prata”, eram recebidas pelos três centros.

Nosso universo está constituído por sete dimensões e cada uma destas possui sete subplanos ou regiões. Este instrumento musical, construído pelo Rei Too-Toz, fazia vibrar intensamente as sete dimensões e todas as 49 regiões energéticas. Atualmente, temos música revolucionária, formidavelmente baseada no som 13; contudo, necessitamos com urgência de aparatos musicais como o do Rei Too-Toz, a fim de vivificar as fontes cósmicas das substâncias universais.

O mundo foi criado com a música, com o Verbo, e devemos sustê-lo e revitalizá-lo com a música, com o Verbo, compreender que a palavra é sagrada. Os estudantes gnósticos devem conhecer o valor da palavra, saber falar e saber calar. A música tem o poder de despertar a Consciência e de desenvolver a Vontade.

A EDUCAÇÃO DO CENTRO EMOCIONAL

O centro emocional é um dos 5 que possuímos para levar a cabo nossa vida. Os outros 4 são: o intelectual, o motor, o instintivo e o sexual.
Os 5 centros necessitam ser utilizados de forma equilibrada, a fim de conseguir uma vida plena e harmoniosa. Quando não são utilizados corretamente ou são usados de forma abusiva, nosso organismo sente as conseqüências de tal procedimento.

A psicologia considera as emoções como algo insubstituível para viver, já que elas são as que dão sabor à nossa existência, são o sal da vida.

Pois bem, graças ao centro emocional, cuja base encontra-se no coração, podemos expressar o amor e o carinho a nossos entes queridos e demonstrar afeto a nossos semelhantes e estender esse sentimento à toda Criação, e, ao mesmo tempo, podemos sentir como nos transmitem aqueles que nos rodeiam essa energia sublime.

O centro emocional, assim como os outros 4, tem dois aspectos: positivo e negativo, e isso é o mais grave, porque muitas vezes, sem sabê-lo, estamos vivendo com dito centro de forma negativa. Convém saber isto, porque assim poderemos modificar alguns aspectos negativos de nossa vida e suas nefastas consequências.

A vida é a vida e nela, desde que nascemos, estamos submetidos a todo tipo de experiências que vão influindo no desenvolvimento de dito centro.

Desafortunadamente, há experiências dolorosas e fortes que não digerimos por falta de conhecimento e que produzem-nos indigestão em nosso centro emocional, e este desequilibra-se de tal modo que, no lugar de desfrutar a vida, parece que vivemos uma vasta condenação.

Como sabermos se estamos vibrando com o centro emocional negativo? Vejamos alguns exemplos: se, por insignificâncias, temos gana de chorar, se estamos carregados de recordações amargas e dolorosas pelo que nos fizeram os demais, se odiamos e sentimos que todo mundo nos odeia, ou que desejam prejudicar-nos, se por tudo e a toda hora andamos gritando cheios de ira, se a inveja corrói-nos por dentro, se os ciúmes nos atormentam, se temos um apego doentio às pessoas e coisas etc.

Também é conveniente saber que existem outros fatores que alimentam negativamente nossas emoções, vejamos: as telenovelas com toda sua trama de mentiras, suspeitas, adultérios, vinganças, ódios, lágrimas, fraudes, traições, hipocrisias etc. O mesmo dos filmes de violência, assassinatos e suicídios.

Muitos de nós ouvimos canções, mas qual é seu conteúdo temático e musical? Sejam românticas, rancheiras ou de rock, todas influem negativamente em nosso centro emocional, pois falam de despeito, traição, ódio e maldição ao sexo oposto e blasfemam contra o amor, e muitas vezes nos identificamos com essas canções, não só ao cantá-las, senão ao sentir como diz a letra.

Isso é muito grave para quem busca viver em harmonia e em paz consigo mesmo e com os demais, e é obstáculo para aqueles que anelam um melhor nível de Ser.

É necessário saber, então, que podemos fazer vibrar nosso centro emocional positivamente e elevá-lo a níveis superiores e desfrutar de um estado emocional muito diferente e com um sabor distinto ao que estamos acostumados, de tal modo que nossa consciência libere-se, mesmo que seja por alguns instantes, da prisão em que estamos devido à mecanicidade em que vivemos.

Pitágoras, o filósofo grego, fala-nos em seus tratados, da Música das Esferas; essa música celestial, sublime, emanada do seio profundo da Mãe Espaço ou da Mãe Cósmica. Música percebida por seres de consciência desperta e que foi legada à humanidade para nosso bem. Dita música necessitamos escutar em silêncio.

Essa música das dimensões superiores foi captada pelos grandes músicos celestiais; Beethoven, por exemplo, em cada uma de suas Sinfonias deixa uma mensagem ao mais profundo de nossa consciência e, assim também, mencionamos a música de Mozart, de Johann Sebastian Bach, de Vivaldi, Liszt, Chopin etc.

Claro que, ao princípio, nos parecerá entediante e renegaremos tal música, mas é necessário ir-nos acostumando a educar o ouvido; com um pouco de tempo e perseverança o lograremos; há que desfrutá-la nota por nota, como a abelha suga o néctar das flores.

O objetivo é equilibrar nosso centro emocional e deixar de lado as supérfluas coisas do ego. Outra forma de lograr dito equilíbrio é procurar filmes que nos mostrem as paisagens majestosas da Natureza, com suas montanhas e céus infinitamente azuis, rios que correm caudalosos entre as cordilheiras e que, de quando em quando, formam belas cascatas; ou que mostram-nos lagos quietíssimos e serenos como espelhos que refletem os imensos bosques de pinhos; ou aqueles que mostram-nos essas páginas viventes da Natureza e que, devido à inconsciência em que vivemos, não percebemos.

Também podemos falar das letras, da poesia ou da prosa como outra forma de elevar nosso centro emocional, seja escrita por outros ou por nós mesmos, mas sempre inspirada no divino e nos valores eternos, como o Amor, a Verdade, a Beleza, o Nobre emanado do Ser profundo e desconhecido que elevem e dignifiquem em oitavas superiores nossas emoções.

Admirar as pinturas realizadas pelos gênios da pintura, como um Da Vinci, que dão um conhecimento superior das coisas e fazem-nos refletir no transcendente da existência; falamos em particular da Mona Lisa, representando o Eterno Feminino sempre presente no mais íntimo do ser humano, como uma mãe que acompanha seu filho na grande experiência que é a vida.

Podemos falar do baile, das danças que trazem uma mensagem superior, dos bailes sagrados que simbolizavam o ritmo estelar cósmico e que oferecem alguma lição à consciência.

Ao falar da escultura, podemos admirar essas esculturas gregas onde a simetria e a perfeição são evidentes, todas representando a alguma Deidade em particular, seja o Amor, seja a Sabedoria etc., como no caso de Vênus e de Mercúrio, respectivamente. O mesmo podemos mencionar da arquitetura como meio para elevar nossa emoção; estamos falando da arquitetura gótica das catedrais majestosas que guardam um profundo e grandioso mistério, só desvelado àquele que tenha a verdadeira inquietude e vontade de adentrar seu significado.

O teatro também pode-nos ajudar a lograr o equilíbrio emocional e sempre quando as obras apresentem conhecimentos e mensagens superiores, deixando de lado as vulgaridades e o que seja oposto ao transcendental. Necessitamos elevar nossas emoções se queremos melhorar nossa qualidade de vida, e estão aqui alguns dos muitos aspectos para consegui-lo.

“Melhor que as melhores mulas, melhor que os cavalos mais nobres, melhor que os elefantes mais fortes, é o homem que domina a si mesmo. Pois não é cavalgando em nenhum destes animais que o homem poderá alcançar o desconhecido, senão somente mediante sua própria disciplina.” (Dhammapada 23:3-4)

ARCANO 35 – O DESCONHECIDO

Não querem dar-se conta as pessoas que a vida interior atrai circunstâncias exteriores e que se estas são dolorosas isto se deve aos Estados Interiores absurdos. O EXTERIOR é tão-só um REFLEXO DO INTERIOR; quem muda interiormente origina uma nova ordem de coisas. (Samael Aun Weor)

Quando a alguém se lhe dá o choque da Recordação de Si, produz-se realmente uma mudança maravilhosa em todo o trabalho do corpo, de modo que as células recebem um alimento diferente.

Inquestionavelmente, na rigorosa observação do Mim Mesmo, resulta sempre impostergável e urgente fazer uma completa diferenciação lógica na relação com os acontecimentos exteriores da vida prática e os Estados Íntimos da Consciência.
Necessitamos com urgência saber onde estamos situados em um dado momento, tanto em relação com o Estado Íntimo da Consciência, como na natureza específica do acontecimento exterior que está-nos sucedendo.

A vida, em si mesma, é uma série de acontecimentos que processam-se através do tempo e do espaço…

“É bom controlar a visão, é bom controlar o ouvido, é bom controlar o olfato e é bom controlar a gustação. E bom controlar o corpo e é bom controlar as palavras; é bom controlar a mente e é bom controlar a totalidade da vida interna. Quando logra-se o total autocontrole, desaparecem todos os sofrimentos.” (Dhammapala 25:1-2)

(Ali Onaissi, jornalista e escritor, responsável pelo portal GnosisOnLine)

Ressonância Schumann

33

Não apenas as pessoas mais idosas, mas também jovens fazem a experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem foi carnaval, dentro de pouco será a Páscoa, mais um pouco o Natal. Esse sentimento é ilusório ou possui base real? Pela “ressonância Schumann” se procura dar uma explicação.

O físico alemão W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por uma campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica cerca de 100 quilômetros acima de nós, criando o que se chamou de “cavidade Schumann”.

uitleg schumann resonanceNessa cavidade produz-se uma ressonância (dai chamar-se ressonância Schumann) mais ou menos constante da ordem de 7,83 pulsações por segundo (hertz).

Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida.

Essa ressonância está ligada ao sol e às condições ecológicas gerais da biosfera e da atividade poluidora humana.

Sabe-se que o aumento crescente do uso de celulares favorece a poluição magnética a nivel de todo o sistema-Terra, além de interferir no equilíbrio magnético dos neurônios.

Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83 hertz. Empiricamente fêz-se a constatação que não podemos ser saudáveis fora desta frequência biológica natural.

Antes, ela é extremamente propícia para o estudo e para o equilíbrio emocional humano. Quando nosso sistema biológico funciona nos parâmetros desta frequência, ele está em sintonia com a frequência magnética da Terra.

Experimentos que Schumann fez com estudantes, encerrando-os em “bunkers” isolados magneticamente, mostrou que ficavam perturbados. Introduzindo as ondas Schumann, voltavam, pouco tempo depois, ao estado normal.

Detectou-se também que toda vez que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas submetidos à ação de um “simulador Schumann” recuperavam o equilíbrio e a saúde.

Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa frequência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico.

Ocorre que a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada a partir dos anos 90 a frequência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra disparou.ressonancia-schumann-gnosisonline

Coincidentemente desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, recrudescimento do “El Niño”, maior degelo nas calotas polares, aumento de tensões e conflitos no mundo e de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros.

Devido à aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann.

Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar buscando formas de retornar a seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos.

Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos de que a Terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham continuamente lá de suas naves espaciais.

Nós, seres humanos, somos Terra que num momento de sua evolução começou a sentir, a pensar, a amar e a venerar, e hoje, a se alarmar. Porque somos isso, possuimos idêntica natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann.

Se quisermos que a Terra reencontre seu equilíbrio devemos começar por nós mesmos: fazer tudo com menos estresse, com mais serenidade, com mais amor que é uma energia essencialmente harmonizadora.

Para isso importa sermos um pouco anti-cultura dominante que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos, gerando desequilíbrio generalizado nas relações humanas.

Precisamos respirar juntos com a Terra para conspirar com ela em benefício de mais entendimento entre os seres humanos, de maior cuidado para com a Casa Comum e de uma paz mais duradoura para toda a humanidade.

(Leonardo Boff, teólogo e escritor, autorizou a transcrição deste texto no GnosisOnline)

Endocrinologia – Testículos e ovários

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As secreções internas dos testículos e dos ovários são definitivas para a vida do ser humano sobre a terra. As diferenças fundamentais entre o homem e a mulher se devem à secreção dos testículos e dos ovários. Para a reprodução da espécie humana só se necessitam um espermatozoide e um óvulo. Isso é tudo. Não vemos cientificamente por que motivo o ser humano goze derramando milhões de espermatozoides quando realmente somente se necessita um só. O ovo é grande e redondo, possui núcleo próprio com um protoplasma grosso que tem aspecto de gema.

O espermatozoide é distinto: é comprido e fino, tem um corpo pontiagudo e oval onde se encontra o núcleo fundamental. Ele possui ainda uma cauda comprida como o peixe. O movimento do ovo feminino entre as águas da vida é lento e aguarda pacientemente que o espermatozoide do varão o busque. O espermatozoide do varão, impulsionando-se com sua cauda de peixe entre as águas do caos sexual, navega muito ligeiro em busca do ovo que o espera.

Os biólogos não sabem com toda exatidão científica qual é a causa causarum que une o esperma ao ovo. Isso é um enigma para a Ciência. Lançam-se hipóteses como em tudo, opiniões mais ou menos científicas. Crê-se que o protoplasma do ovo possua uma grande atração química pelo do espermatozóide. Tudo isso são hipóteses, mas nada mais que isso: Hipóteses!

Ainda que a hipótese fosse certa, tampouco resolveria o enigma. Não poderíamos, logicamente, admitir que uma operação química se faça por sua conta própria sem um princípio consciente diretriz. Do protoplasma do ovo passaríamos ao energetismo do ovo. A lógica nos convida a aceitar a energia como campo magnético de atração para o ovo.

A lógica nos convida a aceitar a eletricidade como força dinâmica impulsionando o espermatozóide até o óvulo. Em última síntese o átomo é um expoente de energias. As forças eletromagnéticas de todo protoplasma são uma tremenda realidade. Tudo irradia e admitimos a mecânica dos fenômenos, mas necessitamos de uma explicação nominal das Leis que a dieta mecânica regula.

Realmente a consciência cósmica resulta ser a inteligência primária que estabelece a união do espermatozoide com o óvulo. Não poderíamos aceitar um fenômeno inteligente sem uma causa também inteligente. Fatos são fatos e temos que render-nos ante eles.

Os gnósticos falam do Terceiro Logos. A Ciência deve saber que o Terceiro Logos é precisamente a inteligência primária. O Terceiro Logos não é um indivíduo. O Terceiro Logos dos Gnósticos é a inteligência primária da Natureza. A Energia Criadora do Terceiro Logos é a inteligência primária que une o espermatozóide ao óvulo. A Energia Criadora do Terceiro Logos se bipolariza em Positiva e Negativa.

O espermatozóide é um expoente das forças positivas do Terceiro Logos. O óvulo é um expoente das forças negativas do Terceiro Logos. Ambos pólos da Energia se unem para Criar. Lei é Lei. Quando o espermatozóide entra no óvulo, passa pela decapitação de João Batista. A semelhança dos animais na etapa embrionária, incluindo o homem, é exibida pelos materialistas darwinistas para provar que os seres superiores e mais complexos surgiram por evolução e transformação das espécies, dos seres inferiores e mais simples.

Nós, os gnósticos, consideramos que a semelhança dos animais, incluindo o homem, na etapa embrionária demonstra de forma insofismável duas coisas: a unidade da vida e uma semente original. Nesse caso a semente de tudo o que existe dorme como semente original dentro dos átomos seminais da Grande Vida Universal.

A Energia Criadora do Terceiro Logos faz fecundas as águas da vida, (o sêmen universal), e brotam os germens de toda a existência. Cada espécie tem um protótipo universal no Caos Original. No famoso Blastoderme existem três capas de células absolutamente diferentes. A primeira é a interna, a segunda é a média e a terceira é a externa. O zoosperma, unido com o óvulo, multiplica-se por divisão celular, e cria essa comunidade celular chamada Blastoderme.

O estado gelatinoso do zoosperma e do óvulo demonstram que no princípio do Universo a vida era sutil, fluídica, gelatinosa e mais tarde grosseira e dura. Nós concordamos com a grande tartaruga adorada pelos índios maias. Primeiramente ela é sutil e gelatinosa, e logo aparece sua dura concha cheia de constelações e de mundos. Tal como é em cima é embaixo. Afortunadamente, os homens de Ciência descobriram Mundos Protoplasmáticos.

O zoosperma e o óvulo devem passar por um processo de evolução e desenvolvimento antes de ser convertidos em um novo veículo da alma humana. As causas do amadurecimento do ovo-esperma são muito desconhecidas pela Biologia. As causas íntimas do amadurecimento de um Universo em estado protoplasmático são um enigma para a Astronomia e para a Astrofísica. Muito interessante é que os homens de ciência resolveram o enigma dos cromossomos. Por que o ovo só tem 48 cromossomos?

Por que o Zoosperma tem também 48 cromossomos? Enigmas! Enigmas! Enigmas! Por que motivo íntimo o zoosperma e o óvulo perdem, durante o amadurecimento, a mesma quantidade matemática de 24 cromossomos cada um? Ouem é que se encarrega de fazer um cálculo matemático tão perfeito? Por que motivo, quando se unem o zoosperma e o óvulo depois do amadurecimento, voltam juntos a ter a mesma quantidade original de 48 cromossomos?

Nesse caso existem duas operações matemáticas: Subtração e Soma. O cociente básico é 48. Poderiam existir operações matemáticas sem uma inteligência matemática? Tudo isso está demonstrando por simples indução lógica a realidade da inteligência primária da Natureza, a qual chamamos, os gnósticos, de Terceiro Logos.

Depois que o óvulo foi fecundado pelo espermatozoide gesta-se no útero durante 9 meses. A célula do ovo e do espermatozoide tem dois núcleos, o do esperma e do óvulo. Esses dois núcleos se unem sabiamente. O protoplasma dos dois núcleos se mescla. Dentro da célula-ovo existe uma esfera de atração.

A grande esfera de atração também se bipolariza obedecendo a inteligência primária: Cada uma das duas polaridades dessa esfera de atração converte-se em dois núcleos em fusão. No centro do fuso nuclear encontram-se revoltos os cromossomas e os genes. Os genes estão dentro dos mesmos cromossomos. Eles nos dão a herança do pai e da mãe.

Entretanto, nem tudo o que o ser humano recebe é hereditário. De famílias virtuosas nascem terríveis assassinos e de famílias medíocres grandes gênios. Se um clarividente examina o espermatozóide maduro que se dirige até o óvulo, pode ver nele (no vértice superior) um átomo importantíssimo, o Átomo Semente. Esse átomo é um trio de matéria, energia e consciência.

Desse átomo sai um fino fio que está unido a certa soma de valores energéticos da Natureza. Esses valores são o Ser, a Alma. Nós somos pontos no espaço que podemos servir de veículos a determinadas somas de valores da natureza. A morte é uma subtração de frações. Dessa subtração ficam apenas os Valores.

Os valores da natureza são eletromagnéticos. Os valores transformam o corpo físico já morto mediante novos processos biológicos. Essa é a lei da transformação biológica. Lei é lei e lei se cumpre. Dentro dos átomos físicos do óvulo-esperma há energia. Essa energia está organizada e essa organização é a Múmia. Dentro de cada átomo da Múmia estão os átomos do corpo astral.

Dentro do corpo astral estão os valores de consciência da Natureza. (Conhecemos a constituição sétupla da Teosofia, mas estamos sintetizando.) Não estamos lançando mais dogmas. Estamos analisando e cientificamente já se pode materializar o corpo astral em alguns laboratórios. Fatos são fatos e temos de nos inclinar perante eles.

As virtudes e defeitos de cada homem dependem da qualidade dos valores que o encarnem. Pela época do domínio mouro na Espanha, existiu um santo mouro que estudava o Alcorão. Ele lia o Alcorão e estudava a Bíblia. O resultado foi que esse conhecimento fez-lhe mal e levou-o ao ceticismo.

Aquele homem morreu cheio de dúvidas. Os valores desse homem se reencarnaram em um homem que se chamou Voltaire. Qualquer homem pode desenvolver a clarividência e ver os valores da consciência evolucionando através do tempo e do espaço.

O grande fisiólogo americano Brown Sequard, citado pelo dr. Krumm-Heller, inventou um sistema de cura que foi qualificado por muitos como imoral. Esse sistema consiste em excitar o aparato sexual sem chegar a derramar o sêmen. Neste caso, o sêmen se cerebriza e o cérebro se seminiza. Assim, o sêmen é assimilado dentro do organismo, nutrindo o sistema nervoso e fortificando-o totalmente.

Esse sistema não seria um obstáculo para a reprodução da espécie. Um espermatozóide facilmente escapa do organismo sem necessidade de derramar milhões espermatozoides que se perdem numa ejaculação seminal.

O sistema de Brown Sequard é o próprio Arcano AZF. O dr. Krumm-Heller disse que com esse sistema cura-se a impotência sexual e em sua Novela Rosa-cruz ele diz: “Os estudos rosa-cruzes nos ensinam que o sêmen é o astral líquido do homem, é a vida, encerra o poder, mas um poder tão imenso que sabendo manejá-lo pode-se alcançar tudo.

Dr. Brown-Sequard, fisiologista que estudou as diversas teorias sobre o rejuvenescimento

Por isso é tão importante conhecer os segredos rosa-cruzes, pois se possui uma arma poderosa contra as adversidades do destino”. E continua: “O rosa-cruz mago sente a mesma excitação nervosa ao operar como os outros ardentes de desejo.

Superam a si mesmo, os homens, que naquele momento de sensação amorosa fariam tudo MENOS SEGUIR A MULHER”.

Os sábios astecas do México antigo sabiam muito bem o que se podia fazer naqueles momentos de transe. Nos pátios empedrados dos templos astecas, homens e mulheres permaneciam nus amando-se e eunindo-se sexualmente durante meses inteiros.

Os casais sabiam retirar-se antes do espasmo para evitar a ejaculação do sêmen Eles não permitiam que se escapasse de seu organismo o sêmen maravilhoso. Este é o sistema do grande fisiólogo americano Brown-Sequard.

Com este sistema se alcança o despertar da Kundalini. Certamente os médicos não poderiam encontrar a Kundalini com o bisturi, mas se praticam os exercícios Gnóstico-Rosa-cruzes, então se farão clarividentes. Todo clarividente pode ver a Kundalini.

A Kundalini é a serpente Quetzalcoatl dos astecas, é o fogo do Espírito Santo, é a Serpente Ígnea de nossos mágicos poderes. Os yogues clarividentes vêem uma flor de lótus com quatro pétalas maravilhosas situada exatamente entre os órgãos sexuais e o ânus. Esta é a Igreja de Éfeso do chacra Muládhara.

Dentro desse chacra se acha a Kundalini. Tem a forma da Serpente Sagrada, é um fogo solar, espiritual, que só se pode ver com a clarividência e não pode ser encontrada com o bisturi porque não é material.

A Kundalini é o Akasha concentrado. O Akasha é a causa do éter e a sede do som. Só podem encarnar o Verbo aqueles que conseguem levantar a serpente Akáshica pelo canal central da medula espinhal. A Kundalini se desenvolve, evoluciona e progride dentro da aura do Logos Solar. O chacra dos órgãos sexuais é a sede do Tattwa Pritvi (o éter da terra).

Quem maneja o Tattwa Pritvi pode controlar os terremotos. Na medula espinhal existem 7 centros magnéticos. Esses 7 centros estão conectados com os 7 plexos importantes dos sistema nervoso Grande Simpático. Nesses 7 centros localizam-se todos os poderes dos Tattwas.

O Akasha Flamígero abre esses sete centros táttwicos da medula espinhal. Conseqüentemente nos fazemos Mestres nos tattwas. O primeiro centro magnético da medula espinhal é a sede do Tattwa Pritvi o poder do sexo. O segundo centro corresponde ao chacra prostático. É a Igreja do Tattwa Apas (água), éter líquido. O terceiro centro localiza-se na altura do umbigo, em relação com o plexo solar.

É a Igreja do tattwa Tejas (éter ígneo), o fogo universal. O quarto centro da medula espinhal corresponde ao chacra do coração. Essa é a sede sagrada do Tattwa Vayu (éter gasoso).

Esses são os quatro centros táttwicos inferiores do templo humano. A torre do templo é o pescoço e a cabeça. Na torre existem três centros táttwicos superiores. O quinto centro é o da laringe. Essa é a Igreja do Verbo. Sem o Akasha não existiria o som.

A Kundalini se torna criadora com a palavra. O sexto centro magnético se relaciona com o chacra frontal. Esse é o centro da clarividência. A Kundalini abre esse centro e o ser humano se torna clarividente, podendo assim ver o ultra. O sétimo centro táttwico é o chacra das mil pétalas, situado na glândula pineal.

Quando a Kundalini abre esse chacra recebemos a polividência, a onisciência. Como o sistema de Brown-Sequard recebemos todos esses poderes com a condição de não ejacular jamais na vida o sêmen. Eis o sistema do sagrado Grande Arcano AZF.

O sábio cabalista norte-americano Manly P. Hall, citado pelo dr. Francisco A. Propato, disse em seu livro sobre Anatomia Oculta o seguinte: “Aqueles que forem incapazes de levantar o fogo da medula espinhal através do canal Sushumna serão lançados a um reino lateral, semelhante ao dos símios atuais.” (O canal Sushumna corre ao longo e dentro do canal medular.)

O Arcano AZF só deve ser praticado entre esposo e esposa em lares legitimamente constituídos. Aqueles que praticam o Arcano AZF com várias mulheres cometem o grave delito do adultério. Nenhum adúltero logrará, jamais, o despertar da Kundalini e não obterá os poderes dos tattwas.

(Isso também se aplica às mulheres. Nenhuma mulher adúltera alcançará jamais o despertar da Kundalini e dos poderes dos tattwas.) O iniciado e a iniciada gnósticos que adulteram perdem seus poderes.

Deus é o Íntimo. Deus é o Ser Interno de todo homem que vem a mundo. Deus é Hermafrodita Divino, Macho-Fêmea, e não necessita desposar para acender seus fogos, mas o homem não é Deus. O homem não pode acender seus fogos sem a mulher. O homem deve deixar o orgulho de crer-se Deus porque o homem não é mais que um mísero verme que se arrasta no lodo da terra.

A grande yoguine H.P. Blavatsky, depois que tornou-se viúva do conde, teve de se casar com o coronel Ollcot para despertar a Kundalini e alcançar os poderes dos tattwas.

A Ordem Sagrada do Tibet ensina ao discípulo o Arcano AZF. Nos Mistérios do Egito ensinava-se o Arcano AZF a todos os iniciados e aqueles que divulgavam o Grande Arcano eram condenados à morte, levados a um pátio e, contra o muro, contavam-lhes a cabeça, arrancavam-lhes o coração e suas cinzas eram lançadas aos quatro ventos.

pátios dos astecas, homens e mulheres permaneciam nus praticando o Arcano AZF durante meses inteiros. Aquele que por desgraça chegasse a ejacular a entidade do sêmen era condenado à pena de morte por haver profanado o Templo, e então o decapitavam.

Os iniciados das escolas de Mistérios de todos os templos alcançaram a iniciação com o Grande Arcano. Nunca, em nenhuma escola de Mistérios, se conheceu alguém que houvesse alcançado a Iniciação sem o Arcano AZF (isto é, o Grande Arcano). Em certa ocasião, depois de efetuarmos uma palestra, um discípulo que era solteiro nos perguntara se era possível praticar com uma mulher do mundo
astral. Nós respondemos que somente com uma mulher de carne e osso se alcança o despertar da Kundalini.

Outro irmão solteiro queria praticar com mulheres imaginárias. Isso é gravíssimo. Quando a mente cria uma efígie mental ela recebe consciência e se converte em um demônio tentador no Plano Mental que nos descarrega sexualmente durante o sono com poluções noturnas.

É muito difícil para um estudante desintegrar essas efígies mentais. Pelo comum, o estudante torna-se vítima de seu próprio invento. O melhor é conseguir a esposa que coopere realmente na Grande Obra. Aqueles que não têm esposa devem sublimar suas energias criadoras com exercícios ao ar livre ou com grandes caminhadas. Fazer excursões, praticar natação, escutar boa música, admirar as grandes obras de ate, escultura, pintura etc.

Assim também se consegue a transmutação. Assim, os solteiros sublimarão suas energias sexuais até levá-las ao coração. Nesse centro da vida essas forças criadoras se mesclam com as ondas luminosas do Cristo Interno e se elevam às regiões inefáveis da Grande Luz.
Com o sentido estético, com a caridade e o amor logramos sublimar as energias sexuais. Sem dúvida e em nome da verdade temos de afirmar que se vós quereis a iniciação e anelais o despertar da Kundalini e os poderes dos tattwas, necessitais conseguir a mulher porque o iniciado sem a mulher é como um jardim sem água.

Muitos estudantes místicos creem que são castos porque não têm mulher. Sem dúvida, para cúmulo de desgraças, têm poluções noturnas. Nessa forma perdem miseravelmente o sêmen cristônico no qual se encontra a gênesis da Grande Vida. Em toda semente vegetal, animal ou humana se encontra latente o fogo sagrado do Logos Solar (o Cristo). Por ele tem o poder de reproduzir-se.

O homem deve cuidar da semente como ouro potável. Com o Arcano AZF extraímos heroicamente da semente o fogo sagrado da Kundalini. As poluções noturnas se extinguem radicalmente com o Arcano AZF.

Nós somos filhos de um homem e de uma mulher. Não somos nenhuma teoria. O Verbo, o Filho do Homem, é filho de homem e mulher; filho de imaculadas concepções. Necessitamos levantar o Filho do Homem dentro de nós mesmos, por isso necessitamos da mulher.

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Astrologia hermética

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O Poder dos Rituais Gnósticos e o Despertar da Alma

“Um sopor de séculos, de silêncio impenetrável, passa por meio de todos os antigos Mistérios. O Verbo-Gênese, o Fiat espermático, do primeiro e luminoso instante, jaz guardado no hermético cofre das idades e o Divino Arcano, a chave mágica que abre a dourada porta, esconde-se sigiloso atrás do duplo fundo da Arca da Aliança…

Fundo, grave e profundo, se diria, é o silêncio do Santuário. Só a Voz de Deus – a voz inaudita – fala calada, muito calada, ao Electro…

Porém, a Fraternidade Rosa-Cruz, a guardadora dos sete floridos sendeiros (os sete rituais gnósticos), conservou íntegra a conexão tradicional com os verdadeiros Rituais, onde as arcaicas verdades míticas adquirem sua prístina pureza e se convertem em lábios de Iniciados, em Força e Sabedoria. Por isso, a Fraternidade celebra, de tempo em tempo, as mesmas cerimônias, idênticos ritos. E antigos Mistérios adormecidos adquirem uma nova e candente florescência.” (VM Huiracocha)

Eis que agora a sagrada Sabedoria Gnóstica, por intermédio do VM Samael Aun Weor, entrega a toda a humanidade os 12 Ritos Zodiacais com suas 12 Práticas.

Leia os textos de cada Lição Zodiacal e pratique. Estude, absorva e espalhe para este sofrido planeta a Luz do Templo Cósmico do Zodíaco. Seja você também um discípulo dos Gênios Siderais.

Áries

Touro

Gêmeos

Câncer

Leão

Virgem

Libra

Escorpião

Sagitário

Capricórnio

Aquário

Peixes

 

Códigos de Nag Hammadi

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NAG HAMMADI – Pequena localidade no Alto Egito, onde em 1945, o camponês Muhammad Ali as-Salmman, encontrou um grande pote vermelho de cerâmica, contendo 13 livros de papiro encadernados em couro. No total descobriram cinquenta e dois textos naquele sítio.

Na primeira análise, para surpresa do Dr. Quispel, a primeira linha traduzida do copta foi: “Essas são as palavras secretas que Jesus, O Vivo, proferiu, e que seu gêmeo, Judas Tomé, anotou”.

Os manuscritos, hoje conhecidos como Evangelhos Gnósticos, ou Apócrifos (Apocryphom, literalmente livro secreto), revelam ensinamentos, apresentados segundo perpectivas bastante diversas daquelas dos Evagelhos Oficiais da Igreja Romana; como por exemplo este trecho atribuído a Jesus, o Vivo: “Se manifestarem aquilo que têm em si, isso que manifestarem os salvará. Se não manifestarem o que têm em si, isso que não manifestarem os destruirá”.

Além dos Evangelhos (ensinamentos atribuídos a Jesus Cristo através de seus apóstolos) outros textos compõem o legado de Nag Hammadi, de cunho teológico e filosófico.

Os papiros encontrados em Nag Hammadi, tinham cerca de 1.500 anos, e eram traduções em copta de manuscritos ainda mais antigos feitos em grego e nas línguas do Novo Testamento, como constatou-se, ao verificar que parte destes manuscritos tinham sido encontrados em outros locais, como por exemplo alguns fragmentos do chamado Evangelho de Tomé. As datas dos textos originais estão estimadas entre os anos 50 e 180, pois em 180, Irineu o bispo ortodoxo de Lyon, declarou que os hereges “dizem possuir mais evangelhos do que os que realmente existem”.

Acredita-se que os manuscritos foram enterrados por volta do século 4, quando na época da conversão do imperador Constantino, os bispos católicos passaram ao poder e desencadearam uma campanha contra as “heresias”. Então, algum monge do mosteiro de São Pacômio, nas cercanias de Nag Hammadi, tomou os livros proibidos e os escondeu no pote de barro, onde permaneceram enterrados por 1.600 anos!

Códigos de Nag-Hammadi (Catalogados em Inglês)

Codex I.
1.The Prayer of the Apostle Paul.
2.The Apocryphon of James.
3.The Gospel of Truth.
4.The Treatise on the Ressurrection.
5.The Triparite Tractate.

II.
1.The Apocryphon of John.
2.The Gospel of Thomas.
3.The Gospel of Philip.
4.The Hypostasis of the Archons.
5.On the Origin of the world.
6. The Exegesis on the soul.
7.The Book of Thomas the contender.

III.
1.The Apocryphon of John.
2. The Gospel of the Egyptians.
3.Eugnostos the Blessed.
4.The Sophia of Jesus Christ.
5. The Dialogue of the Saviour.

IV.
1.The Apocryphon of John.
2. The Gospel of the Egyptians.

V.
1.Eugnostos the Blessed.
2.The Apocalypse of Paul.
3.The first apocalypse of James.
4.The second apocalypse of James.
5.The Apocalypse of Adam.

VI.
1.The Acts of Peter and the twelve apostles.
2.Thunder, Perfect mind.
3.Authoritative Teaching.
4.Concept of our great Power.
5.Plato`s Republic 588a-589b.
6.Discourse on the eight and the ninth.
7.The Prayer of thanksgiving.
7a. Scribal Note.
8. Asclepius 21-29.

VII.
1.The Paraphrase of Shem.
2.The Second treatise of the Great Seth.
3.The Apocalypse of Peter.
4.The Teachings of Silvanus.
5.The Three Steles of Seth.

VIII.
1.Zostrianos.
2.The Letter of Peter to Philip.

IX.
1.Melchizedek
2.The Thought of Norea.
3.The Testimony of Truth.

X.
1.Marsanes.

XI.
1.The Interpretation of Knowledge.
2.An Valentinian Exposition.
2a.On the Anointing..
2b.On the Baptism A.
2c.On the Baptism B.
2d.On the Eucharist A.
2e. On the Eucharist B.
3.Allogenes.
4.Hypsiphrone.

XII.

1.The Sentences of the Sextus.
2.The Gospel of Truth.
3.Fragments

XIII.
1.Trimorphic Protennoia.
2.On the Origin of the world.

2012 – Visão oficial da Gnose sobre este ano

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2012 Será Realmente o Fim do Mundo?

O ano de 2012 é considerado como o fim do mundo para muitos estudiosos do chamado Calendário Maia. A Sabedoria Gnóstica contemporânea, instituída pelo venerável mestre Samael Aun Weor, tem uma interpretação mais profunda e estuda esses movimentos cíclicos mundiais de forma mais abrangente.

A Gnose ensina que tudo na vida é cíclico, é regido pela espiritual Lei do Pêndulo. Tudo tem um começo, um meio e um fim, desde uma pequena relação social, uma profissão, a nossa curta vida. Também uma civilização, um planeta e até mesmo uma galáxia sofre a Lei do Pêndulo, tendo um começo, um auge e uma decadência seguida da morte…

Esotericamente falando, o mundo atual está povoado por um grupo civilizatório chamado de 5ª RAÇA-RAIZ, batizada com o nome de RAÇA ÁRIA. Esta iniciou-se formalmente milhares de anos atrás, cerca de 15 mil anos antes de Jesus Cristo, com a destruição total do que restou da legendária Atlântida (essa destruição da Raça Atlante foi ensinada pelos inúmeros “mitos” dos dilúvios universais, como lemos nas tradições da Arca de Noé, do Mito de Gilgamesh, nas tradições gregas, astecas, chinesas, africanas, ameríndias etc.).

O ciclo de povoamento e evolução máxima da civilização Ária (ou Ariana) já se cumpriu, o planeta todo sofreu o povoamento e a influência dos arianos, portanto, a corda do pêndulo agora gira para sua fase inicial. Ou seja, o Grande Retorno, ou o Fim do Ciclo da Raça Ariana já está acontecendo, e de forma cada vez mais visível. Observe, por exemplo, as alterações climáticas, que não se explicam exclusivamente como sendo causadas pelos excessos do ser humano. Os distúrbios dos elementos da Natureza, o aumento “inexplicável” de tremores, atividades vulcânicas, fenômenos meteorológicos etc. indicam o fato de que a Terra toda está sofrendo alterações que indicam uma indubitável mudança cíclica.

As inúmeras profecias sobre o Fim do Mundo, na verdade o fim de um ciclo vital da humanidade, coincidem em suas explicações a partir dos tempos atuais. Samael Aun Weor, em sua incrível habilidade em interpretar e convergir os textos que aparentemente nada têm em comum, ensina que essas diversas profecias vindas dos mais distantes rincões e culturas do planeta têm um ponto em comum: A HUMANIDADE ATUAL ESTÁ VIVENDO O FIM DO CICLO PLANETÁRIO.

Oficialmente falando, a Gnose não aceita que o “fim do mundo” se dê em 2012, como muitos indicam. Este ano de 2012, como outros anos indicados em diversas tradições, como o de 1999, é mais um ponto de referência cósmica. Ciclos cósmicos, convergências galácticas, aspectos planetários especiais etc. são indicados nessas datas já mencionadas, portanto, que devem servir de concentrações energéticas que nos auxiliam em nosso Trabalho Espiritual Interno.

Para dirimir quaisquer dúvidas sobre a “real data do fim do mundo”, o Mestre Samael, viajando incansavelmente por todo o território mexicano, entrevistou-se com autênticos mestres maias. Esses mestres foram inquiridos sobre a verdadeira questão do fim dos tempos e a resposta precisa, matemática e inquestionável que Samael recebeu de tais Mestres é de que: O AUTÊNTICO CALENDÁRIO MAIA QUE SE DIFUNDE POR AÍ ESTÁ EQUIVOCADO, CONTÉM ERROS.

Erro nos Cálculos do Katum 13 Maia

A autêntica datação do Calendário Maia contém uma diferença de 30 a 50 anos, pouco mais ou menos. Os mestres maias que Samael entrevistou explicaram que o Katum 13 está marcado para o ano de 2043. [Nota do GnosisOnline: Atualmente, alguns estudiosos confirmam esse erro de conversão do calendário maia para o calendário gregoriano.]

Isso significa que no autêntico Calendário Maia cumpriram-se já 12 ciclos cósmicos, e o 13º (o famoso número da Morte nas tradições iniciáticas de todo o mundo e de todas as épocas) SERÁ INICIADO OFICIALMENTE NO ANO 2043. Repito: não será o Fim em si, mas podemos chamar de O INÍCIO DO FIM.

Após essa entrevista com autênticos mestres iluminados maias, Samael investiga nas Dimensões Superiores o que acontecerá com a Humanidade, como leremos no texto abaixo. E o FIM DOS FINS, segundo ensinamentos do próprio Mestre Samael, digamos o “tiro de misericórdia” final, se dará perto do ano 2500, quando o pouquíssimo que restar de humanidade terrícola será finalmente dizimado.

No Mundo Causal eu contemplava com místico assombro a Grande Catástrofe que se avizinha e, como essa é a região da música inefável, a visão foi ilustrada com o fluir do som.

Uma arrebatadora sinfonia trágica ressoava nas profundezas do céu de Vênus. Aquela partitura assombrava, de um modo geral, pela grandeza, majestade, inspiração e beleza de sua concepção; pela pureza de suas linhas e pelo colorido e matiz de sua sábia e artística ilustração doce e grave, grandiosa e terrível, dramática e lúgubre ao mesmo tempo.

Os temas melódicos fragmentários (leitmotivs), que se ouviam no Mundo Causal nas diferentes situações proféticas, são de grande poder expressivo e estão em íntima relação com o grande acontecimento e com os eventos históricos que, inevitavelmente, o precederão no tempo.

Há, na partitura dessa Grande Ópera Musical, fragmentos sinfônicos relacionados com a terceira guerra mundial, harmonias deleitosas e funestas, acontecimentos horripilantes, bombas atômicas, espantosa radioatividade em toda a Terra, fomes, destruição total das grandes metrópoles, doenças desconhecidas, revoluções sangrentas e brutais, ditaduras insuportáveis, ateísmo, materialismo, crueldade sem limites, campos de concentração, ódios mortais, multiplicação de fronteiras, perseguições religiosas, mártires religiosos, bolchevismo execrável, anarquismo abominável, intelectualismo desprovido de toda espiritualidade, perda completa da vergonha do corpo, drogas, alcoolismo, prostituição total da mulher, exploração infame, novos sistemas de tortura e muitas outras coisas mais.

Entrelaçados com uma arte sem precedentes, ouviam-se arrepiantes temas relacionados com a destruição das poderosas metrópoles do mundo: Paris, Roma, Londres, Nova York, Moscou e outras…

A História Cíclica da humanidade abre-se no capítulo do Gênese sobre o Dilúvio Universal (a submersão do continente atlante) e conclui no capítulo do Apocalipse sobre as chamas ardentes do Juízo Final.

Moisés, salvo das águas embravecidas da vida, escreveu o primeiro; São João, figura extraordinária da exaltação solar, fecha o livro sagrado com os selos do fogo e do enxofre.

A partir disso e em que pese sua aparente universalidade, bem como a terrível e prolongada ação dos elementos desencadeados, estamos convencidos de que o Grande Cataclismo que se aproxima não atuará igualmente em todas as partes nem em toda a extensão dos continentes e mares. Algumas terras privilegiadas abrigarão os homens, mulheres e crianças do Exército de Salvação Mundial.

Ali, durante algum tempo, aquelas almas seletas serão testemunhas do duelo espantoso da água e do fogo.

O duplo arco-íris anunciará o encanto de uma nova idade de ouro, depois da Grande Catástrofe. Virgílio, o grande poeta de Mântua, mestre do Dante florentino, disse: “Já chegou a Idade de Ouro e uma Nova Progênie manda”.

Sabemos, por outro lado, até que ponto a Bíblia é superior a outros livros. Apesar de a Bíblia, inquestionavelmente, ser o livro eterno, imutável, o livro cíclico por excelência, em nenhum de seus versículos está dito que o ano de 1999 seja, precisamente, o da Grande Catástrofe.

Porém, apesar de se ignorar a data exata da pavorosa catástrofe que se avizinha – pois só o Pai sabe o dia e a hora – sabemos, por experiência direta, que “os tempos do fim já chegaram e que neles estamos”.

Nossa intenção não é desenvolver aqui uma refutação contra os partidários de tal data; queremos somente dizer que, na Bíblia, apesar de conter em si mesma a revelação de toda a história humana, incluindo cá e lá os próprios anais dos povos, jamais foi dito que no ano de 1999 pereceria a Raça Ariana (a presente Humanidade).

Porém, os eruditos de modo algum podem ignorar que, na Bíblia, está a narração in extenso do périplo que realiza cada Grande Geração Cíclica. A humanidade já está completamente madura para o castigo supremo, o fim desta humanidade vergonhosa está próximo.

Na análise cabalística demonstra que, nos números 2 (dois), 5 (cinco), O (zero) e O (zero), está encerrado o segredo da Grande Catástrofe; quem tiver conhecimento que entenda porque aqui há sabedoria… [Nota do GnosisOnline: podemos interpretar que há duas forças atuando na questão da data do fim dos tempos: o arcano 2 refere-se à Misericórdia do Cristo, que adia ao máximo possível as Grandes Catástrofes, e o arcano 5 que se refere às Leis Kármicas, que precisam ser cumpridas inexoravelmente. E os dois zeros o único trabalho que resta a ser realizado pelo ser humano: A MORTE DO EGO.]

Infelizmente, as pessoas nunca sabem penetrar o significado profundo de certos números cabalísticos; é lamentável que interpretem tudo literalmente. É preciso esperar com sangue frio a hora suprema, de castigo para muitos e de martírio para alguns.

Até aqui, as palavras de Samael sobre sua experiência na dimensão da Natureza chamada Plano, ou Mundo, Causal.

Samael Entrevista-se com Mestres Maias Sobre o Fim dos Tempos

E sobre a entrevista do Mestre Samael com um dos mestres maias sobre o ano 2043, eis a seguir como foi parte do diálogo:

Pergunta: Quando você crê que chegará a Grande Catástrofe que ameaça a Terra? Respondeu: No Katum 13!” Teu filho a verá? “Não, meu filho não a verá!” Teu neto a verá? “Sim, meu neto a verá!” Em que ano se iniciará o Katum 13? “No ano 2043!”

Realmente, aguarda-se uma grande catástrofe e os maias estão bem informados. Alguém por aí cujo nome não menciono, alta autoridade em questão de antropologia meramente oficial, profana, afirmou: “Os maias não tinham conhecimentos astronômicos, que eram pessoas ignorantes”, porém, a realidade das coisas é que conhecem a astronomia a fundo, detidamente.

E [os maias] sabem que se acerca à Terra um mundo, que os mesmos homens de ciência já batizaram com o nome de Barnard I, esse mundo pertence a outro sistema solar, tem uma órbita enorme e se acerca perigosamente de nosso mundo Terra.

Quando Barnard I estiver visível à simples vista, se produzirão acontecimentos catastróficos extraordinários, isso os maias não o ignoram. Então, tal como está escrito no Katum 13, aquele gigantesco mundo, por forças magnética, atrairá para a superfície de nossa Terra a todo o fogo líquido, brotarão vulcões por aqui e por ali, e se produzirão terríveis terremotos e grandes cataclismos, e isto será, segundo os maias no Katum 13, ano 2043. Estão se preparando para este evento e dizem: “Meu filho não o verá, meu neto o verá”.

Assim é que eles [os maias] são sábios em grande maneira. De acordo com suas doutrinas, está escrito de que: “No maximum do acercamento de Barnard I” se produzirá uma revolução dos eixos da Terra, os mares mudarão de leito e as terras atuais serão devoradas pelos oceanos, isto é uma mudança radical em toda a fisionomia geológica de nosso mundo.

O mais assombroso é que os maias, desde tempos antigos, julgaram a humanidade atual, eles dizem que chegando perto do Katum 13 se veriam pelas ruas de todas as cidades do mundo homens de dois dias, que seriam a vergonha desta raça. Esquadrinhando um pouco sobre esses citados homens de dois dias, viemos ao final descobrir de que se tratava dos homossexuais, que o mundo todo seria pervertido pelo homossexualismo e o lesbianismo, coisa que se está cumprindo atualmente.

O grande Incêndio Universal, prognosticado por Nostradamus, já está escrito no Katum 13 dos maias, eles dizem que: “O fogo como sangue arderá por todas as partes e que queimará tudo aquilo que tiverida”.

Assim é que os maias não ignoram nada de tudo isso, que está por vir…

Investigando, pois, todas essas questões maias, todos esses aspectos antropológicos, devemos nos tornar profundamente reflexivos. Estamos em momentos de que essa grande catástrofe se acerca, de acordo com os maias, e antes que essa grande catástrofe venha ao mundo, dizem os maias, haverá guerras em toda a redondeza da terra e isso também o afirmam as profecias de distintos sábios.

Guerras estamos vendo por todas as partes, o mundo do Oriente Médio, por exemplo, encuentra-se nestes instantes condenado a uma nova guerra; calamidades as temos e por montões, antes do Katum 13. Considere que o fundo do mar está rachado existem algumas rachaduras tão profundas, por exemplo, no Pacífico, que a água já se põe em contato com o fogo líquido que existe no interior do mundo, e como consequência, ou corolário, nestes momentos estão se formando pressões e vapores no interior da Terra.

Tais vapores originam de fato tremendos terremotos, e tais pressões originam de fato tremendos maremotos por aqui e por ali. Obviamente, a Terra está em grande agonia, isto o sabem os cientistas. Por exemplo, os peixes do imenso mar estão se esgotando devido à contaminação e são muitos os seres humanos que estão se adoentando por causa da contaminação. O ar está contaminado e são muitos os seres humanos que estão enfermando por causa da poluição ambiental.

Certos homens de ciência disseram que se não lograrmos corrigir o “smog” antes de 40 anos terá perecido pelo menos metade da humanidade. As terras estão se esterilizando, nestes instantes já não sãon capazes de produzir tudo o que a humanidade necessita, e devemos saber que sobre a face da terra existem 4,5 bilhões [Nota do GnosisOnline: atualmente, 7 bilhões] de pessoas e as terras cultiváveis nestes momentos estão em agonia. Os frutos da terra têm sido adulterados pelos sabichões,  e estes com suas espertezas enxertaram as plantas com outras plantas e aparecem frutos que alegram os olhos, porém, que não possuem os mesmos poderes vitais dos frutos reais, e que é absurdo tentar corrigir a Natureza (“Ela sabe o que faz”).

Então, meus queridos amigos, depois de ter viajado pelas terras do Mayab e haver-me inteirado do que virá ao mundo, o Katum 13, eu quis dialogar com vocês para dizer que os maias não foram nada ignorantes e que todos os povos do México estiveram dotados de terrível sabedoria.

Até aqui, as palavras do VM Samael Aun Weor. A seguir, completaremos as afirmações de Samael com as recentes descobertas da Estela El Tortuguero, que fala da descida do Deus que Julgará a Humanidade.

O Regresso do Grande Juiz e seus 9 Auxiliares

Uma estela maia (denominada Monumento 6 de Tortuguero), descoberta nas ruínas de Comalcalco (região de Tabasco, mais precisamente no sítio arqueológico de El Tortuguero), ao sul do México, fala que no início do Katum 13 viria dos céus o deus da Criação e Destruição, Bolon Yokte.

Esta deidade é reconhecida, dentro da cultura antiga, como aquele que preside o fim de um ciclo e o início de outro, não permitindo que o ruim do antigo contamine o início do novo. Para isso, Bolon Yokte começaria um Julgamento mundial, para escolher os bons e puros e destruir os corruptos e maus.

Essa escritura também menciona que Bolon Yokte é auxiliado por 9 Bolon Tiku, os terríveis Deuses da Noite e do Inframundo, equivalentes nas tradições tântricas tibetanas dos 9 Grandes Lha (sabemos na Gnose que o Inferno é dividido em 9 dimensões), encarregados de levar para o Inferno todos os seres impuros.

Nessa estela menciona-se que os 9 Bolon Tiku cumprem fielmente as ordens de Bolon Yukte para que durante o Katum 13 ocorra o extermínio da atual Raça Ária que povoa a face da terra e que o novo Grande Ciclo Cósmico (a 6ª Raça-Raiz, de nome Koradhi) seja uma experiência bem-sucedida.

Apesar de boa parte da estela El Tortuguero tenha sido destruída, lê-se a seguinte frase: “Preparar o terreno para o retorno do Deus Bolon Yokte, e que o Bahlam Ahau seja o anfitrião de sua investidura”. Essa frase, na interpretação gnóstica, significa que os que possuírem o Conhecimento Superior devem trabalhar sobre si mesmos (praticando os chamados 3 Fatores de Revolução da Consciência), para que não sejam pegos de “surpresa” com o advento das grandes catástrofes que já se fazem sentir em todos os rincões do planeta.

Marte – Fotos comprovam vida inteligente

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Água em Marte achada recentemente pela Nasa. Será verdade isso?

A imaginação humana em relação a Marte sempre foi fértil. Por alguma razão, Marte foi tema de numerosas histórias e livros de ficção. Que tipos de paisagens existem ali? Que formas de vida habitariam esse planeta (homens, plantas e animais)? Serão estas formas de vida suficientemente inteligentes e evoluídas para nos contatar?

Há mais de 100 anos a ficção científica mostra o homem explorando Marte. Também mostram invasões de estranhas entidades verdes vindas do planeta vermelho atacando e conquistando a Terra.

O interessante é que hoje, mais do que nunca, a polêmica sobre a vida em Marte está tomando novos rumos. Fotos tiradas das sondas espaciais estão revelando imagens insólitas, difíceis de ser explicadas pelos céticos.

Como por exemplo o famoso Rosto Marciano. Há mais de 35 anos, foi divulgada uma controversa, e depois muito famosa, foto tirada pela Nasa do que foi batizado como o Rosto Marciano ou a Esfinge Marciana.

O Rosto Marciano foi fotografado em 1976 pela sonda norte-americana Viking, quando esta sobrevoava a superfície da região denominada Cydonia. Na época, a Nasa disse que era apenas um simplório truque de “luz e sombras”, amparado pelo “fato” de que uma segunda foto, tirada “duas horas depois”, não revelava esse rosto.

Nas décadas passadas, fotos eram tiradas a cerca de 20 mil quilômetros de altura da superfície marciana, e isso era a “grande prova” da não existência de vida, principalmente humana e inteligente, em Marte.

Entretanto, inúmeros experts começaram a analisar as fotos tiradas em Cydonia e constataram outras formações estranhas, que não poderiam ser mais explicadas somente como efeitos de luz e sombras ou, menos ainda, como formações naturais.

Exemplos dessas formações “estranhamente naturais” são as pirâmides de quatro faces e as de três faces encontradas próximas ao Rosto Marciano.

Outras formações “não naturais” estão sendo encontradas em toda a superfície marciana. Quem sabe o jipe-robô Curiosity nos revele novas e emocionantes surpresas sobre nosso planeta irmão Marte.

Sobre as investigações “científicas” sobre vida em outros planetas, diz o VM Samael Aun Weor:

“O foguete que fotografou Marte não é uma maravilha da ciência. As péssimas fotografias tiradas a 17 mil quilômetros de distância não podem assegurar se existe ou não vida em Marte. Resulta estúpido deduzir de uma péssima fotografia a realidade vital sobre o planeta Marte. As inumeráveis crateras de Marte não significam que este seja um mundo morto como a Lua.

Se se fotografasse a Terra a uma distância de 17 mil quilômetros, é lógico que a fotografia seria similar às que se obtiveram em Marte. Então, veríamos, em ditas fotografias, algo brumoso, cheio de inumeráveis crateras.

Nenhuma fotografia de tipo cósmico pode nos informar o oxigênio que haja ou não em determinado planeta.

Mesmo que os senhores patifes se sintam muito molestos e lancem contra nós toda a sua baba difamatória, a realidade é que, em distintos lugares da Terra já existem grupos seletos de pessoas que estão em direto contato com os habitantes de Marte, Mercúrio, Vênus etc.”

Até aqui, as palavras do Mestre Samael. Para corroborar as palavras dos grandes contatados, entre eles o próprio Mestre Samael, de que há vida e vida inteligente em Marte, observe e estude detidamente as fotos tiradas pelas sondas americanas que estiveram ou ainda se encontram ao redor ou no solo marciano. E tire suas próprias conclusões.

As famosas pirâmides gigantescas de Cydonia

Gigantesca torre em Marte

Objeto movendo-se dentro de um túnel a altíssima velocidade

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Estranho objeto movendo-se em duplo túnel

Gigantesco Ufo fotografado nos céus de Marte pela sonda Spirit

Gigantescas torres de pedra semelhantes a Stonehenge

Monólito gigantesco fotografado pela sonda Phobos 2

Objeto ovalado de grandes proporções no Vale Marineris

UFO fotografado pela sonda Phobos com 30 km de comprimento e 1,5 km de largura

Ufo de 25 km de comprimento sobre Fobos, uma das duas luas de Marte

Estruturas artificiais na região de Hydroate Chaos, lembrando conjunto de casas

Dezenas de objetos metálicos no Polo Norte marciano

Região marciana de Cydonia, onde se encontram a cabeça da Esfinge e as gigantescas pirâmides

marte8 marte7 marte6 marte5 marte4 marte3 Foco de Luz sobre um monte marte2

Mistérios de Marte – Faces e Pirâmides

 

NASA ENCONTRA ÁGUA EM MARTE… SERÁ QUE AGORA VAI?

AGUA MARTE1 AGUA MARTE2 AGUA MARTE3 AGUA MARTE4 AGUA MARTE5 AGUA MARTE6

Formas astrais das músicas

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Temos insistido que todo tipo de música influencia tanto nosso universo interior (mundo psíquico) quanto o meio ambiente. Essa influência ocorre não somente no mundo físico, mas especialmente nas dimensões etérica, astral, mental e causal.

O grande clarividente da Sociedade Teosófica Geoffrey Hodson escreveu uma obra maravilhosa intitulada Music Forms, onde são mostradas as formas de pensamento originadas no momento em que determinada composição é tocada. Seja no campo, seja na igreja, essas formas astrais musicais penetram nas pessoas que as ouvem, como numa espécie de “banho de sons e cores”.

Essas energias penetram primeiramente pelos vórtices energéticos (são milhares deles em nossos organismos psíquicos), os famosos chacras, passando por todo o sistema nervoso, nos órgãos, até chegar à grande caixa de ressonância chamada sistema ósseo, e daí se irradiando de volta para o meio ambiente por meio de nosso “campo áurico”.

Abaixo, apresentamos algumas pesquisas do senhor Hodson.

Sugerimos que enquanto você ouve a composição musical, medite na imagem. Sinta-a interagindo com a música que você escuta e que tanto a imagem quanto a música penetram em sua aura, dando-lhe todos os benefícios psicofísicos.
Greensleeves – Melodia Tradicional

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Londonderry Air – Música Irlandesa Tradicional

http://www.youtube.com/watch?v=eAPyRB7fy10

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Marcha do Príncipe da Dinamarca

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Concerto Trompete Número 1 – Haydn

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Suíte Vain – Brahms

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Abertura de Coriolano – Beethoven

 

 

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Requiem de Pie Jesus – Faure