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Feng Shui

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COMO ESTÁ A HARMONIA ENERGÉTICA DE SEU AMBIENTE ?

A TRADICIONAL ARTE CHINESA DO FENG-SHUI E A
MODERNA DOMOLOGIA EUROPÉIA PODEM RESPONDER.

por Sérgio Geraldo Linke*

O homem é um ser cujo humor, produtividade e repouso dependem da harmonia do ambiente em que ele vive e trabalha.

Há lugares em que nos sentimos bem e não temos vontade de sair; outros há, porém, que não vemos a hora de ir embora, com a intenção de nunca mais voltar.

O que estará por trás dessa simpatia ou antipatia por ambientes ? Por que nosso humor varia tanto de um local para outro ? Por que repousamos tão bem em alguns locais e levantamos parecendo que levamos uma surra quando descansamos em outros ? Por que nossa motivação e produtividade profissional variam tanto com a localização e o lay-out de nosso escritório ? Por que apenas alguns dias na praia ou no sítio nos recarregam tanto as baterias vitais ?

Continuando com as inquietudes: por que tantos povos antigos construíam monumentos que até hoje desafiam as técnicas de arquitetura, engenharia e radiônica, tais como pirâmides, templos, catedrais e sítios telúricos. O que haverá nas Pirâmides de Gizé, em Stonehenge ou nas Catedrais Góticas que nos evocam tantas memórias, inspirações e espírito harmonizante ?

A harmonização energética dos ambientes, geralmente invisível – ou subliminar numa linguagem moderna, traz respostas a essas questões.

Existem duas técnicas para o diagnóstico, análise e correção de ambientes em desarmonia energética:
Uma delas é a milenar arte chinesa taoísta do FENG-SHUI (lê-se fong-shuei) e a outra é a moderna DOMOLOGIA, ciência européia que se baseia em princípios de radiônica e de radiestesia.

O FENG-SHUI há mais de 5.000 anos descreve os princípios para a escolha do terreno e dos materiais de construção, definição da distribuição dos cômodos na planta da edificação e a correta escolha e localização de móveis e elementos decorativos, de forma a equilibrar os 5 elementos chineses (fogo, terra, metal, água e madeira) e a permitir a perfeita circulação de energia (c’hi) pelo imóvel
Inúmeras técnicas de correção são utilizadas pelo FENG-SHUI, dentre elas a colocação de elementos equilibrantes como aquários, sinos de vento, plantas e símbolos (BÁ-GUÁS).

O objetivo principal do Feng-Shui é desobstruir a circulação do C’hi ou energia vital, possibilitando a livre fluência das emanações naturais que nos alimentam o corpo e o espírito.

Quando a energia vital fica estagnada em um ambiente temos os chamados SHARS ou Flechas Envenenadas (emanações negativas provenientes de esgotos, pontos geopatogênicos, etc.), cuja eliminação é imprescindível para a saúde energética de um ambiente.

Por outro lado, na Europa dos séculos XIX e XX, surgiram estudiosos dos campos eletromagnéticos naturais da Terra (geobiólogos) e artificiais (domólogos), os quais, baseados na ciência radiônica, descreveram como as redes energéticas telúricas agem e como podemos utilizá-las sabiamente. Nascia a DOMOLOGIA.

Dentre as técnicas utilizadas pela domologia está a radiestesia, ou capacidade de detectar, amplificar e interpretar, por pêndulos, varetas ou outros instrumentos, as vibrações energéticas de um ambiente, pessoa, animal, planta ou alimento.

A domologia estuda ainda os efeitos de uma crescente e descontrolada influência energética na vida moderna: a poluição eletromagnética gerada por eletrodomésticos, linhas de alta-tensão e aparelhos de telecomunicações (antenas de rádio e televisão, telefones celulares, etc.).

Algumas recomendações gerais para uma melhor harmonia energética nos ambientes são:

  • Procure equilibrar a distribuição dos 5 elementos chineses nos cômodos, lembrando que os objetos não têm seu elemento definido apenas pela matéria de que são feitos, mas também pela sua forma e cor, assim, objetos pontiguados correspondem ao elemento chinês fogo e objetos brancos correspondem ao elemento chinês metal.
  • Procure ter sempre presente, principalmente na sala e no quarto do casal, um pantaclo ou símbolo sagrado (crucifixo, símbolo do TAO, cruz ansata egípcia, bá-guá chinês, etc.). Os símbolos sagrados, além de lembrarem a presença divina, são poderosos irradiadores e distribuidores da energia vital (c’hi).
  • Evite o excesso de eletrodomésticos no quarto de dormir (TV, som, rádio-relógio, microcomputador, etc.). Os campos eletromagnéticos gerados afetam sobremaneira o sono. Lembre-se que todo o nosso metabolismo funciona bio-elétrica-magneticamente. Se não puder retirá-los, pelo menos desligue-os da tomada quando for dormir.
  • Evite falar em excesso nos telefones celulares. Os efeitos cumulativos dos campos eletromagnéticos gerados são desconhecidos. Nos Estados Unidos já foram pagas vultosas indenizações por fabricantes de telefones celulares. Lembre-se que o celular funciona a menos de 3 cm de seu cérebro. A recomendação é que se fale pouco e se troque de orelha durante a conversação.

Pelo exposto, verificamos que o FENG-SHUI e a DOMOLOGIA são ferramentas utilíssimas para a qualidade de vida e felicidade das pessoas.

Que tal você dar, a partir de agora, importância para os invisíveis e antes desconhecidos aspectos da sempre presente influência energética dos ambientes ?

*Sérgio Geraldo Linke é engenheiro eletrônico e de telecomunicações, consultor para construção de Complexos Computacionais e estudioso de harmonização energética de ambientes há mais de 15 anos.
Proferiu centenas de palestras no Brasil e no exterior e ministrou dezenas de cursos e workshops, além de participar de inúmeros programas de televisão e rádio.

PISTIS SOPHIA (Com comentários de Samael Aun Weor)

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Uma das mais exaltadas obras do Venerável Mestre Samael Aun Weor:

PISTIS SOPHIA (COM COMENTÁRIOS).

pistis-sophia-samael-aun-weor-esotera Ter este livro em seu altar (no templo, na sala de meditação ou em casa) ou no criado-mudo é uma verdadeira bênção, pois, atomicamente falando, nele estão contidos átomos de luz do Cristo.

Pistis Sophia Comentada por Samael Aun Weor (capa dura, edição superespecial) contém parte dos ensinamentos secretos de Jesus que foram ministrados a alguns apóstolos após a ressurreição do Mestre. Esses ensinamentos profundos foram entregues ao longo dos 11 anos que o Cristo Jesus ficou com os Apóstolos.

Originalmente escrito em grego e tido como perdido, esse documento foi encontrado numa tradução para o copta, a língua do Alto Egito nos primeiros séculos da nossa era.

A tradição oral confirma a importância de Pistis Sophia como o mais esotérico de todos os ensinamentos de Jesus que foram preservados.

Nesta edição primorosa, com capa dura e papel especial, apresenta-se uma nova tradução integral deste importante texto, realizada diretamente de fontes consagradas e originais, acrescida dos comentários profundos e únicos do grande mestre gnóstico Samael Aun Weor.

Esta obra é repleta de sabedoria e beleza. Pistis Sophia trata da estrutura do Cosmo e do Homem, da redenção deste e dos Mistérios que o envolvem, como os da Gnose Salvadora, dos arrependimentos, da reencarnação e da segunda morte.

Apresenta-nos também a história de entrega e fé de Sophia, uma alegoria dos Mistérios dos princípios de todas as coisas e a mesma história de queda e redenção da Alma humana com o auxílio do Cristo Íntimo e da Virgem.

Muito mais do que um importante texto do cristianismo original e autêntico, Pistis Sophia é, nesta edição revelada por Samael aun Weor, um guia para os mais profundos Mistérios de Salvação de nossa Alma…

pistis-sophia

Nesta imperdível obra, você também descobrirá o que existe no Reino da Luz, ou seja, o Absoluto (o Pleroma, o reino do Adhi-Buda, ou o Eterno Pai Cósmico Comum), que hierarquias existem ali, quais as estruturas desses seres etc.

Autor dos Comentários: Samael Aun Weor
500 págs.
capa dura, 16 x 23 cm.

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Copan – campo de bola cerimonial

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Comumente chama-se a este recinto “Campo de Pelota”.

Seu nome está incorreto. Historiemos:

No século passado um ocioso vagabundo londrino inflou uma câmara de ar e recobriu-a de couro. Surgiu a bola de futebol. Chutou-a. Pareceu-lhe uma boa diversão e dentro de poucos dias muitos jovens londrinos faziam o mesmo.

Inicialmente, as pessoas protestaram, porque vidros eram quebrados, pessoas eram atropeladas; os jornais protestaram, mas a diversão prosseguiu e agora querem ver os vagabundos de Londres até nas coisas mais sagradas.

Entre os maias existiu um Ritual Litúrgico no qual se empregava uma esfera de pedra. Cada movimento era cuidadosamente estudado. Significado do ritual: a luta entre a luz e as trevas, os poderes da luz e os poderes das trevas.

Nos templos góticos, nas catedrais medievais também praticaram-se esses rituais. É uma cerimônia religiosa devidamente estudada. As pessoas atualmente não veem mais do que a pelota do vagabundo londrino e querem vê-la também nas coisas mais sagradas.

A lógica mais simples convida-nos à reflexão: jogar-se futebol com uma bola de pedra? Quantos joelhos contundidos? Quantas pessoas mortas? Bastaria um golpe de cabeça e o jogador cairia morto. Bastaria receber um arremesso no joelho e logo teríamos mais um jogador aleijado.

Somente supor já é um absurdo. Existiu um ritual maia, assim como este mesmo ritual litúrgico era praticado nas catedrais góticas da Idade Média.

Observe-se a forma do campo: Cruz TAO, Templos ao redor.

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Mistérios de Copan

A Escadaria dos Hieróglifos
Campo de Bola Cerimonial
Templo das Meditações
A Runa Gibur
O Deus Morcego

Mistérios maias de Copan

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A Divina Gnose nos ensina que existem riquíssimos simbolismos que aparecem nos templos e estelas de Copan (uma antiga cidade maia situada em Honduras).

Elas nos “falam” de uma cultura extraordinária, esotérica, única em sua espécie. Sua sabedoria nos ajuda no estudo e prática do sagrado Conhecimento e nos Mistérios da Iniciação.

A sucessão de descobertas arqueológicas, a partir do século 19, indica o desenvolvimento de uma das mais notáveis civilizações do Novo Mundo, com arquitetura e escultura bastante elaboradas.

Sem dúvida nenhuma, essa civilização baseou-se nos conhecimentos das culturas esotéricas arcaicas, anteriores mesmo ao século 10º a.C. Porém, foi a decifração dos ideogramas da escrita maia que permitiu reconstituir parcialmente a história desse povo magnífico.

Copan era uma cidade-Estado riquíssima em monumentos e símbolos sagrados. Existe ali um total de 38 grandes estelas e monumentos que representam diversas divindades da Natureza e do Cosmo, além dos grandes sacerdotes-magos solares que ali reinaram.

A cidade pré-colombiana de Copan fica a oeste de Honduras, no estado de Copan, perto da Guatemala (América Central). Este lugar é o maior sítio arqueológico do período clássico da civilização maia, portanto, vale a pena estudarmos detidamente sua riqueza arqueológica, porém sob um ponto de vista esotérico-gnóstico.

O nome maia de Copan é Xukpi, e seu apogeu cultural e espiritual se deu entre os séculos 5° e 9º. Seu nome anterior era Oxwitik, possivelmente um nome de origem atlante, pois não há uma tradução convincente.

O sítio arqueológico de Copan sofreu muito com as forças da natureza nos séculos em que esteve abandonado, até sua redescoberta. Houve diversos terremotos e nenhum dos tetos se manteve intacto. A principal escadaria que continha inscrições estava desmoronada quando redescoberta. O rio Copan, que fica perto desse sítio, mudou o seu curso e inundou parte da cidade, destruindo a acrópole e vários dos grupos arquitetônicos subsidiários do lugar.

Além disto, as edificações foram invadidas pela vigorosa selva tropical, que periodicamente se incendiava, causando danos consideráveis às pedras calcárias das construções.

Muitas das estruturas desse sítio têm sido constantemente consolidadas e restauradas por vários arqueólogos que estudam o lugar. Portanto, ainda restaram diversos monumentos e estelas importantíssimos, que iremos estudar em seguida.

As ruínas de Copan foram descobertas em 1570 por Diego García de Placio. Um dos locais mais importantes da civilização maia, as ruínas não foram escavadas até o século 19. Suas fortalezas e praças públicas imponentes caracterizam as três fases principais de desenvolvimento, antes que a cidade fosse “abandonada” (?) no início do século 10º.

No apogeu da civilização maia, por volta de 500 d.C., Copan era uma cidade de sacerdotes, onde praticamente todas as atividades estavam ligadas ao autoconhecimento e à autorrealização espiritual.

Ela chegou a ter cerca de 20 mil habitantes, mas seu epicentro era exclusivo aos Iniciados e Iniciadas, que se abrigavam nos Templos para terem uma vida relativamente monástica, disciplinada, para suas práticas espirituais mágicas e de meditação.

Estudos de Samael Aun Weor Sobre os Monumentos de Copan

O Venerável Mestre Samael, fundador da Sabedoria Gnóstica moderna, escreveu um interessante livro intitulado Os Mistérios Maias, decifrando, entre outros, os significados artísticos, arquetípicos e espirituais de cada monumento de Copan. Vejamos as explicações do VM Samael sobre algumas obras maravilhosas de Copan.

Mistérios de Copan
A Escadaria dos Hieróglifos
Campo de Bola Cerimonial
Templo das Meditações
A Runa Gibur
O Deus Morcego

Os 12 sais astrológicos

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Os antigos diziam que “sangue vida” e, sem um sangue perfeito é impossível gozar de boa saúde. O influxo dos astros está impresso em nosso sangue; como um jugo, “o homem leva o Destino atado a seu colo”, diz a tradição islâmica referindo-se à veia jugular. Este artigo para o site GnosisOnline aborda a astrologia sob um ponto de vista simbólico e esotérico que relaciona os 12 signos com os 12 sais bioquímicos chamados de Sais de Schüssler.

A enfermidade não é uma entidade em si mesma, senão una deficiência de algum dos componentes bioquímicos que são a base da química da vida. Com uma simplicidade assombrosa podemos saber, em base ao Mapa Astral, quais são essas deficiências. O melhor método de cura consistirá, pois, em proporcionar ao sangue aquilo que lhe falta.

ZODÍACO: Do grego Zodiakos. Circulo da vida, faixa da esfera celeste que tem a eclíptica em seu meio, onde os planetas, o Sol e Lua parecem transitar. Esses astros, pelo movimento, aparentam ter “vida”, caminhando em um fundo de Estrelas Fixas, paradas ou “mortas”. Na mitologia, deuses e heróis depois de mortos são transladados ao céu, em forma de constelações, onde permanecem imóveis. Isso nos leva a crer que a origem do nome Zodíaco possivelmente seja anterior ao nome das constelações contidas nessa faixa da esfera celeste. Essas constelações, com amplitudes angulares diferentes umas das outras, tem os mesmos nomes que os signos do zodíaco, mas são elementos distintos.

Os signos, distribuídos sobre a eclíptica, cada um abrangendo um ângulo de 30 graus, são em número de 12, perfazendo o circulo, em determinada ordem. Se o começo do primeiro signo coincidir com o “ponto gama”, como acontece em questões astronômicas e nos estudos astrológicos ocidentais, o Zodíaco é chamado de trópico.

Se a origem estiver em ponto não perfeitamente definido da eclíptica, deslocado em termos de hoje de quase 30 graus, no sentido contrário ao da ordem natural dos signos, o zodíaco é chamado de sideral. Esses dois zodíacos diferentes, o trópico e o sideral, coincidiram há cerca de 2 mil anos.

Depois disso, pela precessão dos equinócios, se deslocaram. Atualmente o signo de Áries do zodíaco trópico praticamente coincide com o signo de Peixes do zodíaco sideral. No zodíaco sideral há coincidências, não apenas com os nomes de constelações zodiacais, mas também de partes dessas constelações com partes dos signos homônimos. Essas constelações seccionam a faixa do Zodíaco, cada uma delas de forma diferente.

Ou seja, cada uma abrange maior ou menor porção dessa faixa. O número dessas constelações não importa, pode ser maior, menor ou igual a 12. Esse número de constelações zodiacais, que alguns acreditam ser diferente de 12, nada tem a ver com o número dos signos do zodíaco trópico ou sideral.

O Número 12

O ciclo anual do Sol, dividido em quatro partes, pelos equinócios e solstícios, se correlaciona com as antigas “quadruplicidades”, constitutivas de tudo o que foi ou é criado: Fogo, Água, Ar e Terra. Por sua vez, cada uma dessas partes, como diferentes unidades, atende ao principio das “triplicidades” (como as Trindades Divinas ou religiosas, os 3 Poderes do Estado, as 3 partes dos organismos vivos, as 3 dimensões do espaço).

Ou seja, cada uma dessas 4 partes tem em si outras 3. No total formam o 12. O 3 e o 4, quando multiplicados originam o 12, quando somados, surge o cabalístico 7, número das cores do arco-íris, das notas musicais, dos dias da semana (associado aos antigos planetas ou aos dias da criação). Alem das divisões do 12 por 3 e por 4, a divisão por 2, relativa às “dualidades” ou complementaridades, permite observar elementos relativos ao 6, como a divisão da circunferência pelo raio e a forma hexagonal celular, a mais econômica nas estruturas compositivas, presente com freqüência na natureza.

Cristo, ao escolher seus apóstolos, usou o número 12.

A dúzia, composta de 12 unidades, continua a ser utilizada, porque admite como divisores o 2, o 3, o 4 e o 6. Admite 4 divisores, além da unidade e de seu próprio número. Isso não ocorre com nenhum outro número inteiro menor que seu dobro.

O carbono, elemento capaz de formar extensas cadeias de átomos, constituindo dezenas de milhares de compostos orgânicos, tem número atômico 6 e peso atômico próximo de 12. Sua forma mineral monométrica, pura, é o diamante, a mais dura e brilhante das pedras preciosas.

No fim do século 19, o dr. W. H. Schüssler, ao calcinar diferentes tecidos orgânicos, observou que predominantemente restavam sempre 12 sais minerais específicos. Isso o levou a propor um tipo de terapia que leva seu nome.

Ainda com relação ao 6 e ao 12: as partículas subnucleares são atualmente classificadas em 6 léptons e 6 quarks pelas simetrias locais. Elas são elementares, no sentido de que não têm estrutura, ou seja, são “puntiformes”. Suas interações são os chamados bósons vetoriais intermediários, dos quais existem 12, incluindo o fóton das interações eletromagnéticas.

Parece que o 12 está presente não apenas nos signos do Zodíaco, mas em outros importantes elementos constitutivos, desde a formação das partículas subnucleares da matéria, dos compostos orgânicos, em princípios religiosos e no número dos meses dos anos e das horas dos dias e das noites que vivemos.

Sais de Schüssler

  • Kali Phosphoricum
  • Natrum Sulphuricum
  • Kali Muriaticum
  • Calcárea Fluorica
  • Magnesia Phosphorica
  • Kali Sulphuricum
  • Natrum Phosphoricum
  • Calcárea Sulphurica
  • Silicea Terra
  • Calcárea Phosphorica
  • Natrum Muriaticum
  • Ferrum Phosphoricum

Os Sais e sua relação com a Astrologia

O que são os Sais de Schüssler

O dr. Samuel Hahnemann, pai de la Homeopatia, descobriu experimentalmente junto com outros homeopatas, a utilidade dos sais inorgânicos para a recuperação da saúde. Sem embargo, não chegaram a precisar este conhecimento completamente.

Posteriormente, o dr. Wilhelm Heinrich Schüssler (1821-1898), de nacionalidade alemã, formalizou a investigação sobre 12 desses sais, que hoje levam seu nome.

O dr. Schüssler sempre teve um grande interesse na Lei do Mínimo, a qual estabelece que a perda da saúde é devida à falta de certos minerais nas células. Essas insuficiências somente podiam ser observadas nas cinzas dos corpos, pelo que analisou as cinzas de um grande número de pessoas que haviam sido cremadas e descobriu que em todos os seres humanos sempre há ausência ou deficiência de dois sais bioquímicos, pelo menos.

Ao investigar tal acontecimento, Schüssler integrava expedientes clínicos de cada uma das pessoas cujas cinzas analisava. Neles anotava o nome e data de nascimento, assim como as enfermidades que havia padecido no transcurso de sua vida. A experimentação demonstrou que nos pacientes há pelo menos a carência de um sal fundamental, ou base, e de outro secundário ou complementar, o que propicia suas enfermidades.

Como resultado de suas investigações, chegou à conclusão de que se os tecidos não recebem do sangue a quantidade adequada de cada um dos 12 sais bioquímicos estudados, altera-se o movimento molecular dos sais nos tecidos e, conseqüentemente, se desequilibra o funcionamento das células e seu metabolismo, o que produz os fenômenos conhecidos como enfermidades.

É importante destacar que este tipo de padecimentos é muito numerosos e freqüentes. As enfermidades desta natureza desaparecem, até que os tecidos recebem novamente os sais que requerem.
Dizia o dr. Schüssler que “…se no curso de uma enfermidade se atrasa a cura espontânea, então se administram os sais minerais adequados, em forma molecular (potencializadas ou dinamizadas).

Essas moléculas passam ao sangue através da mucosa bucal e desencadeiam no foco da enfermidade um vivo movimento molecular. De novo se põe em marcha o intercâmbio de substâncias entre as células saudáveis e as enfermas, o que faz com que se produza a cura”.

O sistema terapêutico que este brilhante investigador desenvolveu, consiste em preparar 12 remédios, cada um dos quais contém um sal inorgânico, reduzido em alguns casos à potência homeopática sexta decimal (6d) e em outros à terceira decimal (3d), tamanhos quase infinitesimais que facilitam a circulação e assimilação dos sais nas células e tecidos do organismo.

Como se usam os Sais de Schüssler?

O dr. Schüssler observou que subministrando os sais em forma muito diluída a seus pacientes, estes se protegiam preventivamente ou se aliviavam com muita facilidade de suas alterações biológicas ou enfermidades, o qual é lógico, posto que cada um dos Sais Bioquímicos produz reações que lhe permitem ao corpo realizar uma série de funções vitais, pelo que quando há deficiência de alguma delas, se propiciam os padecimentos.

Baseando-se nas leis naturais da Patologia Celular, formalizou um guia terapêutico notável por sua simplicidade, que consiste no emprego dos 12 sais inorgânicos que são fundamentai para o funcionamento adequado das células que constituem o corpo humano.

Mais de um século de experiência intensiva, demonstra que esses remédios produzem os resultados desejados e esperados rapidamente, que são inofensivos e muito freqüentemente originam curas que se consideram espontâneas.

Esses sais não se classificam como medicamentos. São considerados como alimentos, posto que são integrantes do corpo humano.

Há contraindicações?

As concentrações às quais se subministram os sais são extremamente baixas. Não estão contra-indicadas uma com outra, pois somente resolvem as deficiências que o corpo pudesse ter de algum sal. Por exemplo, uma pessoa com deficiência de Kali Muriaticum pode tomar os 12 sais, porém só absorverá Kali Muriaticum e os outros as desprezará. Tampouco têm efeitos colaterais. Pode-se tomar os sais de forma preventiva, e só se aproveitarão os sais que o corpo carecer.

Como preparar os sais para seu consumo

Os sais são tomados diluídos em água ou em glóbulo inerte de uso homeopático. Se forem tomados em água, deve-se agregar 5 gotas de cada sal que se deseja consumir em 1 centímetro de água, de preferência morna.

Se tomar em colheradas, se enche um frasco de 30 cc, e se agregam 60 gotas em total de todos os sais a consumir. Ou seja, se tomamos 1 sal, poremos 60 gotas desse sal.

Si tomamos 2 sales, poremos 30 gotas de cada sal, dando un total de 60 gotas. Si tomamos 3 sais, poremos 20 gotas de cada sal, dando um total de 60 gotas. E etc.

Se os sais são usados de forma preventiva, é recomendável toma-los em forma de colheradas. Os sais devem ser tomados em tempo diferente dos alimentos, ao menos com 5 minutos de separação. É recomendável toma-los 5 minutos antes da comida. Tampoco debe-se de tomá-los imediatamente depois de haver-se escovado os dentes.

Frequência de uso

Em qualquer dos casos (chochitos ou água), normalmente se tomam 3 ou 4 vezes ao dia. Nos casos agudos, ou quando a doença principia, pode-se tomar muito mais freqüentemente, incluso cada 15 minutos. Deve-se tomar continuamente até recuperar a saúde.

As Espécies Salinas

(Por Samael Aun Weor, Alquimia Sexual)

  • Existem duas classes de sais, uma masculina e outra feminina.
  • O Sal Macho danifica o organismo humano quando se usa em excesso.
  • O Sal Fêmea é benéfico e saudável.
  • O sal macho é o sal marinho.
  • O sal fêmea é o sal de pedra, é o sal das salinas das minas.
  • O Alquimista deve preferir o sal fêmea.
  • Existem 12 sais fundamentais, gobernados pelos 12 signos zodiacais.
  • Quando esses 12 sais zodiacais não estão bem equilibrados dentro de nosso organismo humano, então surgem as enfermidades.
  • Os 12 sais zodiacais, em síntese, vêm a dar forma de perfeição aos 12 corpos que os habitantes da NÉVOA DE FOGO usam.
  • Os 12 sais zodiacais convertem o homem em um zodíaco esplendoroso.
  • Tudo o que tenha forma densa ou sutilíssima se deve ao sal.
  • Sem o sal, as formas não poderiam existir.
  • Porém, devemos apreciar o sal em suas quintessências subliminares imperceptíveis para o microscópio, porém, perfeitamente visíveis para o clarividente.

Um estudo profundo sobre os 12 sais zodiacais nos levaria muito longe no campo da terapêutica. Esses 12 sais são:

  1. Fosfato de ferro
  2. Magnásio fosfórico
  3. Calcário fosfórico
  4. Natrão fosfórico
  5. Potássio fosfórico
  6. Cloreto de sódio
  7. Cloreto de potássio
  8. Sulfato de sosa
  9. Sulfato de potássio
  10. Calcárea sulfúrica
  11. Calcárea fluórica
  12. Sílica

Quadrado mágico da Lua

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Para o praticante de Magia Sideral, ou Astroteurgia, todos os elementos são importantes para se criar um ambiente astral propício ao sucesso da prática.

É interessante se usar o Quadrado Mágico juntamente com outros elementos para se atrair as forças astrais e canalizá-las conforme nossa Força de Vontade aliada à Imaginação Consciente e devoção sincera.

Sendo mais objetivos, o modus operandi do quadrado mágico consiste em diversas alternativas, como colocá-lo num Altar e fazer as invocações/orações que se conhece e necessita. Ou ainda coloque o quadrado ao centro de um pentagrama desenhado ao centro de um templo, ou mesmo em nosso quarto, e fazer as práticas que se conhece.

Abaixo, algumas informações úteis ao estudante gnóstico, e em seguida, os números sagrados do Quadrado Mágico da Lua.

A Lua influi sobre os sucos leitosos de todas as espécies vivas. A Lua ajusta a procriação de todo ser vivente, governa a seiva dos vegetais e o fluxo e refluxo das marés.

A Lua tem poder sobre o sal e o sal é a base de todo ser vivo. Dentro de nosso organismo existem 12 sais que são os 12 sais dos signos zodiacais.

A Lua é o símbolo de um planeta secreto que está atrás dela. As hierarquias violeta do templo-coração da Lua deram ao homem o Corpo Vital.

Todas as luas do nosso sistema solar estão sob o governo de Jeová, porém nosso satélite terrestre é governado diretamente pelo Anjo Gabriel.

A Lua influi sobre a glândula Timo, que regula o crescimento do ser humano.

O mago deve fixar bem as influências lunares porque todas as energias siderais se cristalizam em nossa terra por intermédio das forças lunares. Tudo o que se inicia no quarto crescente, progride rapidamente.

Tudo o que se faz na minguante, fracassa. A lua nova é muito débil e a lua cheia muito forte, serve para realizar com êxito todo tipo de magia prática. O último dia de lua significa abortos e fracassos…

Fazei sempre vossos negócios na lua crescente para que triunfeis. Hitler lançou-se contra a Rússia na Lua minguante e fracassou. Quando dentro de uma auréola da lua brilha uma estrela, é sinal de que um general está sitiado por inimigos.

A Lua produz o fluxo e o refluxo do mar, produz as altas e baixas das marés, bem como atrai ou repele o magnetismo terrestre.

O mago deve preparar seu corpo para o Exercício da Magia prática. O corpo do Mago é diferente dos demais porque está preparado.

Região do corpo: Estômago
Metais: Prata e Platina
Pedra preciosa: Pérola
Perfume: Cânfora
Plantas: Eucalipto, violeta, cerejeira
Flor: Rosa Branca
Planeta: Lua
Cor: Prateado
Elemento: Água
Palavra-chave: Fecundação
Dia da semana: Domingo
Arcanjo Regente: Gabriel
Gênios da Constelação de Câncer: Randhar e Phakiel
Tattwa: Apas

lua-gnosisonlineCaracterísticas lunares

Pode-se trabalhar com viagens, artes manuais, respeitar a Ordem da natureza, romancistas, negócios de líquidos, enfermidades do estômago, cérebro e pulmões, maternidade e parto, educação de crianças com até 7 anos de idade, inconstâncias, agricultura, iniciação, preparação mágica de ambientes e pessoas para trabalhos espirituais.

Seres lunares: Elementais Aquáticos (ondinas e nereidas); plantas aquáticas em geral, eucalipto, oliveira (azeite, azeitonas), dama-da-noite, saia-branca (Datura arborea – floripôndio), estramônio (Datura stramonium L.), feto-macho e samambaias em geral, cânfora (Laurus camphora L.), caqui, abacateiro, acelga, alface, agrião, aranto (Vaccinium myrtillus L.), guaco, aipo, berinjela, erva-mate, aspargos, bálsamo, beldroega, bananeira, fúscia, urtiga do bom pastor, betônica, venturosa; (minerais) amônia, prata, platina; (animais) peixes em geral, siris, caranguejos, sapos e rãs, tartarugas, marsupiais em geral etc.; cores: branco, prateado e azul celeste.

Quadrado Mágico da Lua

37 78 29 70 21 62 13 54 5
6 38 79 30 71 22 63 14 46
47 7 39 80 31 72 23 55 15
16 48 8 40 81 32 64 24 56
57 17 49 9 41 73 33 65 25
26 58 18 50 1 42 74 34 66
67 27 59 10 51 2 43 75 35
36 68 19 60 11 52 3 44 76
77 28 69 20 61 12 53 4 45

Relembrando: Antes de se começar qualquer cerimônia mágica com as estrelas, temos de exorcizar a Terra, o Fogo, o Ar e a Água com os seus Exorcismos correspondentes.
(Leia os textos dos Exorcismos dos 4 Elementos neste mesmo site.)

Quadrado Mágico de Mercúrio
Quadrado Mágico de Vênus
Quadrado Mágico do Sol
Quadrado Mágico de Marte
Quadrado Mágico de Júpiter
Quadrado Mágico de Saturno

Quadrado mágico de Mercúrio

9

Rafael, o Gênio de Mercúrio, parece um ancião de longa barba e rosto cor de fogo. Tem o tridente dos Átomos Transformativos em sua mão e lá dentro de seu templo, em Mercúrio, parece um monarca terrível, fazendo estremecer a Mente Cósmica.

Quem ousaria desobedecer às suas sagradas ordens?

Os Senhores de Mercúrio já estão ensinando a humanidade a viajar em corpo astral. O discípulo terá de aprender, inevitavelmente, a viajar em corpo astral. As autênticas escolas de mistérios encontram-se no plano astral, por isso é preciso que o discípulo aprenda a sair em corpo astral.

Há necessidade que o estudante aprenda a entrar nesses santuários de instrução interna para receber ensinamentos diretamente dos Mestres da Grande Loja Branca.

Os Senhores de Mercúrio ajudam a todos que solicitarem seu auxílio. Mercúrio está saindo atualmente de uma Noite Cósmica, porém conforme vá passando o tempo, iremos sentindo cada vez mais intensos os efeitos cósmicos do cintilar de Mercúrio.

Região do corpo: Pulmões, sistema bronquial, braços e ombros
Metal: Mercúrio
Pedra preciosa: Berilo-ouro
Perfume: Almécega
Planta: Madressilva
Flor: Crisântemo
Planeta: Mercúrio
Cor: Alaranjado e Amarelo brilhante
Elemento: Ar
Palavra-chave: Razão
Dia da semana: Segunda-feira
Arcanjo Regente: Rafael
Gênios da Constelação de Gêmeos: Sagras e Saraiel
Tattwa: Vayú


Quadrado Mágico de Mercúrio

8 58 59 5 4 62 63 1
49 15 14 52 53 11 10 56
41 23 22 44 45 19 18 48
32 34 35 29 28 38 39 25
40 26 27 37 36 30 31 33
17 47 46 20 21 43 42 24
9 55 54 12 13 51 50 16
64 2 3 61 60 6 7 57

(Leia os textos dos Exorcismos dos 4 Elementos neste mesmo site.)

Quadrado Mágico da Lua
Quadrado Mágico de Vênus
Quadrado Mágico do Sol
Quadrado Mágico de Marte
Quadrado Mágico de Júpiter
Quadrado Mágico de Saturno

mercurio-esotera

Quadrado mágico de Vênus

1

Características venusianas: são silfos do ar, duplamente influenciados por Vênus-Lua; magia do amor e magia sexual; raio rosa, amor, artes, romances e namoro, ímpeto sexual e fertilidade, artes plásticas, perfumes, poesia, artes dramáticas, sexualidade feminina, adolescência(entre 14 e 21 anos), matrimônio, música etc.

Seres venusianos: (plantas) rosa, passiflora, verbena, margarida, maria-sem-vergonha, cravo, violeta, uva, trigo, groselha, morango, amora, goiaba, murta; (animais) abelhas, pombos, coelhos, cisnes; (minerais) cobre, quartzo rosa etc.; cores: azul e rosa.

Quadrado Mágico de Vênus

22 47 16 41 10 35 4
5 23 48 17 42 11 29
30 6 24 49 18 36 12
13 31 7 25 43 19 37
38 14 32 1 26 44 20
21 39 8 33 2 27 45
46 15 40 9 34 3 28

(Leia os textos dos Exorcismos dos 4 Elementos neste mesmo site.)

Quadrado Mágico da Lua
Quadrado Mágico de Mercúrio
Quadrado Mágico do Sol
Quadrado Mágico de Marte
Quadrado Mágico de Júpiter
Quadrado Mágico de Saturno

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Quadrado mágico do Sol

0

Características solares: silfos do ar; raios azul e dourado, teologia, rituais, antigas sabedorias, magia das estrelas, contato com altos dignatários e hierarquias, posição social, dignidade, fé e humildade, saúde em geral etc.

Seres solares: (plantas) girassol, abacaxi, ameixeira, damiana, mangueira, marcela, alface, olíbano (incenso), mulungu (Erictrina mulungu L.), mostarda, milho, benjoim, Pfaffia paniculata, louro, camomila, estoraque, dente-de-leão, lírio, grama, maracujá; (animais) leão, galo, beija-flor, pavão-real, águias e falcões; (minerais) ouro, cristal, diamante, pirita etc.; cores: azul e dourado.

Quadrado Mágico do Sol

6 32 3 34 35 1
7 11 27 28 8 30
19 14 16 15 23 24
18 20 22 21 17 13
25 29 10 9 26 12
36 5 33 4 2 31

(Leia os textos dos Exorcismos dos 4 Elementos neste mesmo site.)

Quadrado Mágico da Lua
Quadrado Mágico de Mercúrio
Quadrado Mágico de Vênus
Quadrado Mágico de Marte
Quadrado Mágico de Júpiter
Quadrado Mágico de Saturno

 

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Quadrado mágico de Marte

2

Características marcianas: salamandras ígneas; raios púrpura e vermelho, assuntos com a polícia e militares, discussões, desentendimentos e pelejas, cirurgia (sangue), força, limpeza astral, anemia, paz, ímpeto e início de empreitadas etc.

Seres marciais: (plantas) espada-de-são-jorge, manjericão, alecrim, arruda, pimenteiras, acácia, assafétida, artemísia, aroeira, alho, boldo, carqueja, cáscara-sagrada, carvalho, mogno, figueira, absinto (losna), nogueira, salsaparrilha, olmo, sarça, zimbro (Juniperus communis L.), tanchagem, tomateiro, cardo-santo, jacarandá-mimoso (gualandai), cana-de-açúcar, cana-de-bambu, limoeiro, urtiga, mamona, cavalinha, pau-d’alho, paineira; (animais) lobo, carneiro, gato; (metais) ferro e ímã-ferroso, hematita etc.

Quadrado Mágico de Marte

11 24 7 20 3
4 12 25 8 16
17 5 13 21 9
10 18 1 14 22
23 6 19 2 15

(Leia os textos dos Exorcismos dos 4 Elementos neste mesmo site.)

Quadrado Mágico da Lua
Quadrado Mágico de Mercúrio
Quadrado Mágico de Vênus
Quadrado Mágico do Sol
Quadrado Mágico de Júpiter
Quadrado Mágico de Saturno

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