A Deusa Minerva e seu Pássaro Sagrado

A Deusa Minerva e seu Pássaro Sagrado

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“A AVE DE MINERVA ALÇA SEU VOO AO ENTARDECER.” (HEGEL)

Na mitologia dos antigos gregos, por serem consideradas os seres mais próximos dos seus deuses, as aves foram, conforme suas características e atribuições, associadas a eles. A águia acompanhava Zeus (Júpiter) e o pavão à sua consorte Hera (Juno). À atenta coruja coube a companhia de Palas Athená, que os romanos chamavam de Minerva.

Palas Athená ou Minerva é a Grande Mestra, ou Deusa, dos Raios do Fogo e da Sabedoria na mitologia greco-romana. Sempre acompanhada por uma ave, geralmente expressada por uma Coruja.

A Ave de Minerva é um ser que começa a se manifestar no fim do entardecer, no lusco-fusco que confunde nossa visão. Talvez pela capacidade desta ave de enxergar no escuro, já que a visão se associa ao Saber e a escuridão ao Mistério.

A Ave de Minerva representa metaforicamente a Sabedoria, que nos torna capazes de enxergar o que as outras pessoas, os vulgos e profanos, os não iniciados, não conseguem.

Como uma Mestra da Grande Fraternidade Branca, a Mestra Minerva possui seu Templo na contraparte astral do Parthénon. Essa Mestra é sempre acompanhada de “Chelas Guerreiros” que a defendem contra os Poderes das Trevas.

Mas também existe uma expressão em nosso mundo interior, digamos uma Parte de nosso Ser Divino, que podemos chamar de “Minerva Interior”, é uma das Partes Independentes e Autoconscientes dentro de nossa Alma.

Nas mais antigas moedas atenienses, a Ave de Minerva é símbolo de uma vigilância constantemente alerta, um estar desperto ininterruptamente. A ave tornou-se símbolo de reflexão, do conhecimento racional aliado ao intuitivo, que permite “dominar as trevas”. Atenta e silente, e possuidora de olhos luminosos, a ave gira o pescoço num movimento de trezentos e sessenta graus.

O fato de haver sido atribuída à divindade grega Palas Athená a tornou símbolo do Conhecimento e da Sabedoria para muitos povos. Geralmente relacionado à clarividência, essa ave sagrada, ao lado da mulher sábia e guerreira, tornou-se o símbolo da Filosofia sublime. Mas, também, essa Ave misteriosa é símbolo dos trabalhos de Alta Magia.

A Ave de Minerva demonstra um alerta constante, é símbolo da vigilância, do alerta percepção, da auto-observação, está sempre apta para sobreviver na noite e sempre atenta aos perigos da escuridão da Alma…

O Que Samael Aun Weor Ensina Sobre a Mestra Minerva

(Tratado de Medicina Oculta e Magia Prática) Evitemos o trato com pessoas malvadas, já que essas pessoas são centros de infecção astral.

Minerva, a Deusa da Sabedoria, esteriliza os micróbios do aposento do enfermo com certo elemento alquímico que irradia mediante sistema especial. Isto os impede de se reproduzirem.

Minerva tem também uma lente côncava que aplica ao órgão do enfermo, estabelecendo assim um foco perene de magnetismo que produz a cura.

Alguns Mestres da Loja Branca, como Minerva, trabalham no hospital espiritual chamado de Templo de Alden. Ali, esses Mestres possuem aparelhos impressionantes para seus trabalhos de cura energética, astral e mental

(Revolução da Dialética) Eu estava dentro de um Lumisial para realizar a sagrada invocação. No centro do Lumisial havia um triângulo oculto sustentado por uma coluna.

Eu invoco Minerva, a pedra do altar brilha, no centro aparece o rosto de Minerva, ela responde: “Eu sou Minerva, a Deusa da Sabedoria. O que queres de mim?” “Sabedoria!” – eu respondi. “Para que queres a Sabedoria?” “Para ajudar a humanidade!”

Minerva manteve um silêncio profundo e apenas seus olhos azuis permaneceram suspensos no ambiente. Então entendi: o Silêncio é a eloquência da Sabedoria. Quando Ela desapareceu, apenas a pedra triangular apoiada na coluna de pedra permaneceu.

É óbvio que devemos cristalizar dentro de nós as três Forças Primárias da Natureza e do Cosmo, que vêm do Santo Okidanok, onipotente e onisciente. Inquestionavelmente, o mais sagrado Okidanok foi representado por aquela coluna na qual a pedra triangular foi sustentada…

O Pássaro de Minerva é o símbolo da Sabedoria. Não se falou pouco sobre o Quetzal; poucos são, porém, capazes de compreender todo o Mistério desse pássaro sagrado.

O Quetzal é uma das aves mais bonitas do mundo. Sua cauda é longa e bonita. Em sua cabeça há uma pluma de beleza incomparável, verde e sedosa. Todo o aspecto desse pássaro nos convida a refletir.

(Logos, Mantra, Teurgia) Agora já não podemos negar à humanidade a Chave dos poderes que divinizam. Com prazer vamos entregar a nossos discípulos a Chave milagrosa.

Pois bem, durante o transe de Magia Sexual vocalize-se este mantra:

JAO… RI…

Prolonga-se o som de cada vocal. E ordena-se à Ave Maravilhosa do Fogo que abra, que desenvolva o chacra do qual se necessite começar o desenvolvimento relacionado à faculdade que mais se esteja precisando.

Estejam seguros de que a Ave de Minerva trabalhará sobre o chacra, disco ou roda magnética sobre a qual receba ordens supremas.

É evidente e positivo que essas faculdades não se desenvolvem instantaneamente. Mas a Ave de Minerva despertará! E se se continuar com a prática, diariamente, essa Ave, essa sagrada Quetzal, desenvolverá a faculdade ordenada e ambicionada de forma absoluta. O importante é perseverar, não se cansar, praticar diariamente com intensidade fervorosa.

A ave milagrosa do Fogo proporciona a Chave para projetar o Fogo da Kundalini a distância e ajudar, assim, os doentes, ou a projetar a qualquer chacra do corpo astral do estudante esotérico. Alguns estudantes projetarão seu Fogo ao chacra prostático com o fim de adquirir poderes de sair conscientemente em Corpo Astral.

Outros o farão para o chacra frontal para despertar a clarividência. Outros o farão para o chacra da laringe que lhes conferirá o poder de ouvir o Ultra. Este chacra facilita ao iogue conservar seu corpo físico vivo e perfeitamente são ainda nas Noites Cósmicas. Outros projetarão a Ave Minerva ao plexo solar, o qual capacita a permanecer horas inteiras no fogo sem se queimar.

Alguns estudantes enviarão a Ave Maravilhosa ao chacra do coração que conferirá poder sobre o furacão, os ventos, etc. Também se pode remeter a Ave Minerva ao chacra das mil pétalas situados na parte superior do crânio. Tal chacra proporciona a intuição, a polividência, a visão intuitiva e o poder de sair do corpo físico conscientemente no Espírito, no Íntimo, sem veículos de nenhuma espécie.

Também se pode lançar a Ave Minerva sobre os átomos do corpo físico e lhe ordenar a preparação de tal corpo para os estados de “Jinas”.

Todos temos de aprender a projetar o Fogo a qualquer rincão do Universo e a qualquer chacra do organismo! Assim, todos despertarão seus poderes internos…

Não basta acender o Fogo: terá que se aprender a dirigi-lo inteligentemente para trabalhar na Grande Obra.

O fascio é de origem etrusca, usado pelos gregos e pelo Império Romano. É um dos símbolos da Deusa Minerva

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