Asteroides

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Este tópico contém respostas, possui 6 vozes e foi atualizado pela última vez por  marceloy 1 mês, 1 semana atrás.

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    marceloy
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    Asteroide em órbita retrógrada surpreende astrônomos

    SÃO PAULO – A descoberta de um asteroide de 2 km a 3 km de largura, em uma órbita retrógrada, deu um susto na comunidade astronômica, de acordo com nota publicada no site da revista NewScientist. Pesquisadores agora investigam a possibilidade de o corpo ser um cometa que se “apagou”, deixando de produzir uma cauda.

    Astro de quase 3 km de largura e que passa perto da Terra deveria ter sido visto anos atrás, dizem cientistas

    Asteroide de 40 m de diâmetro passa de raspão sobre a Terra

    Esse astro chega mais perto da Terra que qualquer outro corpo com uma órbita desse tipo – que gira em torno do Sol no sentido contrário ao da maioria dos demais astros do Sistema Solar – e os cientistas acham que deveriam ter sido capazes de detectá-lo antes.

    Descoberto por astrônomos nos EUA, o asteroide, batizado 2009 HC82, teve sua órbita calculada por equipes internacionais que determinaram que ele cumpre uma volta ao redor do Sol a cada 3,39 anos, e chega a 3,5 milhões de quilômetros da Terra. Uma aproximação potencialmente perigosa, dado o tamanho do astro. “

    http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,asteroide-em-orbita-retrograda-surpreende-astronomos,365258,0.htm

    #33398

    marceloy
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    Ciência
    Como prever o imprevisível
    17 de maio de 2009

    De todas as espécies que já existiram na Terra, 99,9% estão agora extintas. Muitas delas pereceram em eventos cataclísmicos, dos quais o que matou os dinossauros é o mais conhecido. A própria espécie humana esteve à beira do aniquilamento há 110.000 anos, quando uma seca prolongada na África reduziu a humanidade a não mais do que 2.000 pessoas. A pergunta é inevitável: isso pode ocorrer novamente?

    A única certeza a respeito desses eventos é que eles fatalmente ocorrerão de novo. A questão é: quando? Por mais que a ciência tenha avançado no conhecimento das forças envolvidas em terremotos, mudanças climáticas e movimentação dos corpos espaciais, a previsão precisa das megacatástrofes ainda está além da nossa capacidade.

    A possibilidade de uma catástrofe como a extinção da vida humana na Terra pela colisão de um asteroide é pequena, mas não desprezível. Estima-se que existam 1.000 asteroides com mais de 1 quilômetro de diâmetro nas proximidades da Terra – cada um deles com potencial de aniquilar a vida no planeta. Até 2012, três novos telescópios serão construídos para catalogar suas rotas. Mas, mesmo que a queda de um deles seja prevista, não haverá muito o que fazer para impedir seu choque com a Terra.”

    http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-saude/como-prever-imprevisivel-470774.shtml

    #33399

    marceloy
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    “21/05/2009 – 11h20
    Bombardeio de meteoritos pode ter estimulado vida na Terra, sugere estudo
    Da BBC Brasil
    Quando meteoritos de vários tamanhos bombardearam a Terra há 3,9 bilhões de anos, aquecendo a superfície do planeta e provocando a evaporação de oceanos, elas podem, ao contrário do que muitos cientistas supunham, ter ajudado a estimular o surgimento de vida no planeta, de acordo com um novo estudo da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos.

    Nasa
    O novo estudo mostra que o bombardeio teria derretido menos de 25% da crosta terrestre, e que micróbios podem ter sobrevivido em um habitat subterrâneo

    O novo estudo mostra que o bombardeio teria derretido menos de 25% da crosta terrestre, e que micróbios podem ter sobrevivido em um habitat subterrâneo, isolados da destruição.

    E o intenso calor do impacto, segundo o estudo, criou um habitat que estimulou a reprodução de bactérias formadas por uma só célula que são termófilas e hipertermófilas – capazes de sobreviver a temperaturas de 50 a 80 graus Celsius ou de até 110 graus Celsius.

    Simulação

    A descoberta foi feita através de uma simulação de computador. Como as evidências físicas do bombardeio de asteroides foram apagadas pelo tempo e pela ação de placas tectônicas, os pesquisadores usaram dados das rochas lunares recolhidas pelas missões Apollo, e registro de impacto de meteoros na Lua, Marte e Mercúrio.

    “Até sob as condições mais extremas que nós impusemos (na simulação), a Terra não teria sido completamente esterilizada pelo bombardeio”, disse Oleg Abramov, um dos autores do estudo.

    Ao invés disso, fissuras que expeliam água quente podem ter criado um santuário para esses micróbios que preferem ambientes de calor extremo.

    O estudo, publicado na revista “Nature”, sugeriu também que a vida na Terra pode ter começado 500 milhões de anos mais cedo do que se pensava.

    “Não é pouco razoável sugerir que havia vida na Terra há mais de 3,9 bilhões de anos”, disse Stephen Mojzisis, que também participou do estudo. “Nós sabemos de registros geoquímicos que nosso planeta era habitável naquela época.””

    #33400

    marceloy
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    Cometas e pandemias:

    “Por Alexey Dodsworth

    Acabei de ler um artigo muito interessante escrito por uma dupla de cientistas, Fred Hoyle e Chandra Wickramasinghe que, a despeito de despertar o ceticismo no meio acadêmico, tem sido cada vez mais considerado.

    Chandra e Fred associam passagens de cometas a surtos epidêmicos perigosos, que terminam matando grande quantidade de pessoas.

    O que à primeira vista parece ser uma interpretação esotérica ou astrológica é defendido com um viés científico: segundo a dupla, cometas carregam consigo material biológico. Eles oferecem como evidência um relatório que demonstra que a passagem de cometas é sincrônica a doenças que afligiram a humanidade. A sugestão deles é que tais pandemias teriam origem extraterrestre, como – por exemplo – a grande praga justiniana em 540 D.C.

    Os cometas passariam, liberando vírus e/ou esporos no vácuo. Como se sabe hoje em dia, determinados organismos sobrevivem no vácuo por um cert o período de tempo. Alguns deles poderiam chegar à nossa atmosfera.

    Talvez, segundo estes cientistas, essa seja a explicação para a má fama dos cometas pelos astrólogos antigos, que realmente devem ter observado uma relação causal entre a passagem do corpo celeste e a erupção de pragas na Terra.

    Segundo meu orientador, há outra interpretação possível: o cometa desencadeia uma série de reações eletromagnéticas que supermultiplica vírus e esporos já existentes em nosso planeta.

    Vale aqui citar que a proposta original de Arrhenius era a de que micróbios podem flutuar desprotegidos pela galáxia. Como evidência desta tese estranhíssima, os cientistas apontam para o fato de que o espectro infravermelho da bactéria [comuníssima] E. Coli seca parece – de uma forma MUITO estranha – idêntico ao espectro da poeira interestelar.

    Vale também citar que, quando a nave Giotto passou perto do cometa Halley, identifi cou os seguintes elementos constituintes, num núcleo preto que parecia piche: carbono, nitrogênio, hidrogênio, enxôfre. A análise da poeira que saia da cabeleira do cometa demonstrou que pelo menos 33% era material orgânico: benzeno, metanol, ácido acético, assim como alguns tijolos de ácidos nucléicos.

    Trouxe este assunto por conta de uma coincidência curiosa… na primeira vez em que eu e alguns colegas lemos – na época, vagamente – sobre isso, o cometa Lullin estava passando [por volta de 23 de fevereiro último]. Alguém comentou: que tipo de praga ele trará?.

    Descobrimos que os cientistas que apoiam [inclusive veementemente] esta estranha teoria de Fred e Chandra fizeram o mesmo comentário, mas sem tom de piada.

    Dois meses depois, eis que nos deparamos com um surto de gripe suína.

    Dá o que pensar. Mas pode, é claro, ser apenas coincidência. “

    http://www.cnastrologia.org.br/noticias.php

    #33401

    marceloy
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    Asteróide choca-se com Júpiter

    “Júpiter acaba de ganhar mais uma cicatriz, e das grandes. A descoberta do impacto coube ao astrônomo amador australiano Anthony Wesley, que fotografou o momento do choque do asteroide.

    A ilustração da Terra, incluída na imagem para dar a dimensão do evento, mostra que os efeitos do impacto são comparáveis ao tamanho do nosso planeta.

    É a primeira vez que um impacto é visto diretamente desde o choque do cometa Shoemaker-Levy 9. Entre os dias 16 e 22 de Julho de 1994 – ou seja, há exatos 15 anos -, os vários pedaços do cometa, que se partiu pela ação da gravidade de Júpiter, chocaram-se com Júpiter e foram acompanhados segundo a segundo por astrônomos de todo o mundo.

    Descoberta de um astrônomo amador

    Desta vez o espetáculo não pôde ser acompanhado ao vivo, porque o asteroide não foi descoberto a tempo. Com isto, não é possível saber o tipo de objeto que colidiu com Júpiter, que tanto pode ser um bloco de gelo oriundo das imediações do planeta, quando um cometa pequeno demais para ter sido detectado antes.

    Quando Anthony Wesley fotografou o impacto e deu o alerta, os cientistas do Observatório Keck II, em Mauna Kea, no Havaí, logo imaginaram uma forma de detectar seus efeitos. Na sua foto original, vista abaixo, o impacto aparece como um ponto negro.

    A nova imagem, vista acima, foi captada com um telescópio infravermelho, que gera imagens detectando as diferenças de temperatura na superfície do planeta. Com isto foi possível observar a grande quantidade de partículas levantadas pelo impacto, que apresentam temperatura diferente do restante da atmosfera de Júpiter.”

    http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=asteroide-choca-se-jupiter&id=020130090721

    #33402

    marceloy
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    “Cometas podem varar barreira de Júpiter e chegar à Terra

    Cometas que, pensava-se, jamais chegariam perto daqui podem mudar de órbita por causa dos planetas gigantes

    Carlos Orsi, do estadao.com.br

    O cometa de período longo 2001 RX14, fotografado em 2002 por telescópio americano
    SÃO PAULO – Cometas de uma população que, acreditavam os cientistas, jamais teriam chance de chegar perto o suficiente da Terra para serem observados diretamente podem, na verdade, ser arremessados em nossa direção pelo efeito gravitacional dos planetas gigantes Júpiter e Saturno. Uma simulação que revela essa rota espacial, até agora desconhecida, aparece na edição desta semana da revista Science.”

    http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cometas-podem-varar-barreira-de-jupiter-e-chegar-a-terra,411031,0.htm

    #33403

    marceloy
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    Obs: Hercólubus também é um “lançador” de cometas e asteróides devido ao seu tamanho e força gravitacional.

    #33404

    marceloy
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    “01/08/09 – 08h36 – Atualizado em 01/08/09 – 08h35

    Mancha brilhante em Vênus intriga astrônomos

    Ponto foi avistado por amador nos EUA e está crescendo na atmosfera do planeta.

    Da BBC

    Astrônomos estão intrigados por uma estranha mancha brilhante que apareceu nas nuvens em torno do planeta Vênus.

    O ponto foi notado pela primeira vez em 19 de julho por um astrônomo amador americano, e sua existência foi em seguida confirmada pela sonda Venus Express, da Agência Espacial Europeia (AEE).

    Dados coletados pela sonda sugerem que a mancha apareceu pelo menos quatro dias antes de ter sido percebida na Terra.

    Desde então, ela começou a se expandir, com os ventos ajudando-a a se espalhar pela densa atmosfera de Vênus.

    Vulcão

    Os cientistas ainda não sabem o que pode ter provocado a mancha, mas consideram a possibilidade da erupção de um vulcão.

    Astrônomos acreditam que a maior parte do planeta é coberta de material resultado de atividade vulcânica no passado. Apesar de não existirem provas concretas dessas atividades no presente, os cientistas acreditam que elas ainda ocorrem.

    Mas, segundo eles, para penetrar na atmosfera de Vênus, formada principalmente por gás carbônico, a erupção teria que ter sido extremamente forte.

    Outra hipótese analisada pelos especialistas é a de que a mancha brilhante seja formada por partículas do Sol que estão interagindo com a atmosfera de Vênus.

    Ou ainda, segundo os cientistas, ela pode ter sido provocada por material brilhante levado pela turbulência atmosférica a se concentrar em uma área específica.

    Esta não é a primeira vez que se nota áreas brilhantes em Vênus, mas esta mancha é incomum porque se concentra em uma região relativamente pequena.

    Astrônomos recentemente estudaram uma “cicatriz” em Júpiter, que eles acreditam ter sido provocada pelo impacto de um cometa ou asteroide.”

    http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1251198-5603,00-MANCHA+BRILHANTE+EM+VENUS+INTRIGA+ASTRONOMOS.html

    #33405

    marceloy
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    “JESUS CRISTO EM SÃO LUCAS 21:25

    25 E haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; e sobre a terra haverá angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas.

    (MARCOS 13:24 E 25)

    24 Mas naqueles dias, depois daquela tribulação, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz;

    25 as estrelas cairão do céu, e os poderes que estão nos céus, serão abalados.

    Lucas 21:26,27,31,34

    26 os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto os poderes do céu serão abalados.

    27 Então verão vir o Filho do homem em uma nuvem, com poder e grande glória.

    31 Assim também vós, quando virdes acontecerem estas coisas, sabei que o reino de Deus está próximo.

    34 Olhai por vós mesmos; não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e aquele dia vos sobrevenha de improviso como um laço.

    #33406

    marceloy
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    http://www.folhabnet.com.br/vc.php?codigo=805

    “Publicado em : 03/08/2009 às 10:36
    Enviado por: karen cristine

    Cometas viram “vilões” do Sistema Solar

    Filmes como “Impacto Profundo” e “Armageddon” popularizaram a ideia de que um dia a Terra pode ser destruída por um asteroide gigante. Se os roteiristas quiserem escrever algo mais realista, porém, estudos recentes sugerem que eles deveriam pensar em outro tipo de corpo celestial: os cometas.

    “É muito mais frequente a colisão de um asteroide que a de um cometa, mas quando se trata de cometas e asteroides grandes, a história muda”, disse à Folha Julio Ángel Fernández, cientista que coordena um simpósio nesta semana sobre o tema. O evento faz parte da Assembleia Geral da IAU (União Astronômica Internacional), o encontro mais importante da área, que começa hoje no Rio de Janeiro e vai até dia 14.

    Cometas já eram assunto quente, mas ficaram ainda mais de duas semanas para cá, após o registro de um sinal raro em Júpiter: a marca de uma colisão (provavelmente de um cometa), a segunda em 15 anos. Em 1994, telescópios viram o planeta engolindo um cometa, o Shoemaker-Levy 9, num espetáculo jamais visto até então.

    “Foi uma surpresa”, diz Fernández, professor da Universidade da República, de Montevidéu. “Como Júpiter é muito maciço, colisões de cometas são mesmo mais frequentes lá do que na Terra. Mas estimativas considerando a população de cometas indicavam que um choque desses ocorreria só a cada mil ou 10 mil anos.”

    Choques como esse ocorrem quando cometas mergulham desde lugares distantes como o cinturão de Kuiper (região orbital de Plutão) na direção do Sol. Outro lugar de onde muitos cometas vêm é a nuvem de Oort, uma região esférica que engloba todo o Sistema Solar.

    Abalo gravitacional

    Para saber que tipo de perturbação tira cometas da região de Oort e os injeta no Sistema Solar interior, Marc Fouchard, do Observatório de Paris, tem feito simulações de computador. Uma delas indica que a “maré galáctica” –efeito da gravidade da Via Láctea nos corpos em seu interior– provoca isso. E a nuvem de Oort também é perturbada pela passagem de estrelas perto do Sol.

    “Elas agem em sinergia com a maré de modo que a taxa total de injeção fica bem maior do que a soma das duas taxas”, diz Fouchard, que deve vir para a assembleia da IAU no Rio.

    Um estudo publicado sexta-feira passada também deve aquecer o debate, mostrando que cometas da nuvem de Oort podem mergulhar no Sistema Solar interior atraídos pela própria gravidade de Júpiter. O trabalho, de Nathan Kaib, da Universidade de Washington, afirma que colisões de objetos egressos de Oort com a Terra são na verdade são muito raras, pois Júpiter pode engoli-los antes. Mas ainda está em debate se o planeta gigante atua mais como escudo protetor da Terra ou com vilão, atraindo cometas.

    Um estudo recente, do Instituto Niels Bohr, da Dinamarca, também deve ser alvo de discussão na IAU. O trabalho mostrou que o bombardeio de corpos celestes que castigou a Terra há mais de 4 bilhões de anos não era uma chuva de asteroides, e sim de cometas.

    Até a famosa explosão de Tunguska, que destruiu 2.000 km2 de floresta na Sibéria em 1908, deve agora ser atribuída a um cometa, diz o novo estudo de um grupo de astrônomos da Universidade Cornell (EUA).

    Passando o cinturão

    No limite, novas descobertas podem até fazer com que faixa orbital entre Marte e Júpiter –o cinturão de asteroides- mude de nome. Estudos têm mostrado que muitos dos corpos celestes que habitam aquela região estão cobertos de uma poeira que pode ser material volátil: característica típica de cometas, que dá a eles as suas caudas quando se aproximam do Sol. Asteroides têm composição rochosa mais compacta.

    Um estudo publicado em abril pela revista “Nature” indica que muitos dos objetos no cinturão de asteroides são na verdade “invasores” que saíram do cinturão de Kuiper e da nuvem de Oort. Um dos autores do trabalho, Alessandro Morbidelli, do Observatório de Côte d’Azur, de Nice, também deve vir para o encontro no Rio.”

    #33407

    marceloy
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    Brasil vai inaugurar no sertão o mais moderno caçador de asteroides perigosos

    Publicada em 03/08/2009 às 23h48m
    O Globo

    “RIO – No remoto sertão do Moxotó, em Pernambuco, onde não há sequer luz elétrica, será inaugurado até o fim do ano um dos mais sofisticados aparelhos de observação do céu já instalados no país: o Impacton. O objetivo do telescópio é exclusivamente rastrear asteroides e cometas em possível rota de colisão com a Terra, como mostra reportagem do jornal O GLOBO de Roberta Jansen. O tema será discutido esta semana, na Assembleia Geral da União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês), que acontece no Rio.

    Não se trata, como explicam os integrantes do projeto, de algo mais adequado ao catastrofismo de uma produção cinematográfica de Hollywood do que da ciência nacional. Mas sim de encarar de frente, e da melhor maneira possível, uma realidade que se mostra cada vez mais presente, conforme avançam os estudos:

    – O Sistema Solar é um lugar violento – sustenta Daniela Lazzaro, do Observatório Nacional, especialista em asteroides e uma das responsáveis pelo novo telescópio. – Esses bichinhos (asteroides e cometas) andam por aí e podem colidir conosco a qualquer momento.

    Enquanto que no Hemisfério Norte existem pelo menos dez telescópios exclusivamente voltados para a detecção desse tipo de corpo celeste; no Hemisfério Sul são apenas dois, sendo que um deles, na Austrália, está desativado. Por isso, os especialistas estimam que 60% dos asteroides e cometas visíveis nos céus do Sul, e em rota de colisão com a Terra, não tenham sido identificados ainda.

    – No Hemisfério Sul o céu não foi varrido o suficiente para conhecermos bem essa população – atesta Carlos Henrique Veiga, do Departamento de Astrofísica do Observatório Nacional e integrante do Projeto Impacton, orçado em R$ 1,4 milhão. – Por isso, vamos monitorar os corpos celestes já identificados, mas vamos também, num segundo momento, buscar identificar os asteroides e cometas com risco não desprezível de choque contra o planeta que não são ainda conhecidos para, então, monitorá-los.”

    http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2009/08/03/brasil-vai-inaugurar-no-sertao-mais-moderno-cacador-de-asteroides-perigosos-757094607.asp

    #33408

    marceloy
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    Radar descobre asteroide com duas ‘luas’ perto da Terra

    O conjunto é formado por um objeto central de 700 metros de diâmetro e satélites de mais de 50 metros

    SÃO PAULO – Imagens de radar feitas pelo radar Goldstone, na Nasa, revelaram que o asteroide 1994 CC, que chegou a 2,5 milhões de quilômetros da Terra em 10 de junho, é na verdade um sistema triplo, formado por um corpo principal e dois pequenos satélites. O 1994 CC passa a ser o segundo sistema triplo conhecido na vizinhança terrestre.

    O conjunto é formado por um objeto central de 700 metros de diâmetro. O tamanho das “luas” ainda não está bem definido, mas análises preliminares sugerem que os corpos têm pelo menos 50 metros de diâmetro.

    As imagens do radar Goldstone, feitas com mais de uma hora de intervalo, mostram as luas. Nasa

    Observações de radar feitas a partir do radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico, também detectaram os três objetos, e as observações combinadas de Goldstone e Arecibo estão sendo utilizadas para determinar as propriedades do sistema triplo com mais precisão.

    A próxima passagem de 1994 CC pela Terra deve ocorrer em 2074, também a uma distância 2,5 milhões de quilômetros.

    #33409

    marceloy
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    #33410

    marceloy
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    “terça-feira, 11 de Agosto de 2009 | 14:46

    Chuva de meteoros visível nas próximas duas noites

    Pequenos meteoros brilhantes serão visíveis hoje e quarta-feira à noite, por vezes à média de um por minuto, numa chuva de estrelas provocada pela entrada na atmosfera de poeiras de um cometa.

    «Quando a Terra, na sua órbita, passa por locais onde há restos de cometas, neste caso o Swift-Tutle, há uma grande quantidade de poeira que entra nas altas camadas da atmosfera e provoca esta chuva de meteoros», explicou à Lusa o astrónomo e biólogo Pedro Ré.

    Chama-se também Perseidas a este fenómeno anual, em que a Terra segue numa determinada direcção no seu movimento de translação e os meteoros vêm da direcção da constelação de Perseus, sendo alguns deles bastante brilhantes.

    O pico do espectáculo astronómico está previsto para as 18:00 TU de quarta-feira (17:00 em Lisboa), quando ainda não é noite em Portugal, sendo que a Lua vai interferir um pouco, por estar na fase minguante, e retirar algum brilho ao firmamento. Mas, mesmo assim, os astrónomos garantem que irá valer a pena observar o céu nas duas próximas noites.

    Não é necessária qualquer protecção da vista, nem a utilização de binóculos ou telescópios, já que todo o fenómeno das estrelas cadentes, como também é conhecido, abrange todo o céu e pode observar-se naturalmente à vista desarmada.

    «Os meteoros são muito pequenos, do tamanho de ervilhas ou no máximo de bolas de ténis, e são muito fugazes, duram poucos segundos», disse Pedro Ré, presidente da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores.

    «Nestes casos nunca devemos usar qualquer ajuda óptica, nem binóculos nem telescópios, porque o campo é muito restrito e se os utilizarmos não veremos nada», acrescentou.

    Para observar o fenómeno nas melhores condições, com céu limpo, as pessoas devem deitar-se no chão, proteger-se contra o frio e assistir ao espectáculo natural e não recear que algum meteoro lhes caia em cima, sugere Pedro Ré.

    É que, dadas as suas muito pequenas dimensões, estes meteoros desfazem-se antes de entrarem na atmosfera, que funciona como protecção.

    Segundo as previsões do Instituto de Meteorologia, o céu estará hoje limpo em Portugal Continental, mas aumentará de nebulosidade durante a tarde nas regiões do Interior Norte e Sul. Na Madeira haverá períodos de céu muito nublado, apresentando-se pouco nublado na região do Funchal. Nos Açores, haverá no geral períodos de céu muito nublado, com abertas.

    Diário Digital / Lusa “

    http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=60&id_news=403654



    PS: Espero que não ative mais doenças, mas vai saber…

    #33411

    marceloy
    Participante

    “25/09/2009 – 19:27
    Asteroide chega à posição mais próxima da Terra, diz astrônomo espanhol
    Folha Online

    Um asteroide de quase um quilômetro de diâmetro está a uma distância de cerca de 600 mil quilômetros da Terra.

    Trata-se da menor distância já relatada, que equivale a menos de duas vezes a distância da Terra até a Lua, de acordo com o astrônomo espanhol Josep Maria Bosch. “É um recorde absoluto, é o grande asteroide que se observou mais perto da Terra em toda a história”, comenta ele.

    A notícia foi publicada pelo jornal espanhol “El País” nesta sexta-feira (25).

    O astro, que se chama 2009 ST19, vai acompanhar a Terra por mais uma semana, até que suas órbitas se separem.

    O asteroide foi observado pela primeira vez no dia 16 de setembro e foi incluído na lista de asteroides potencialmente perigosos, cuja órbita se cruza com a da Terra.

    Os primeiros cálculos indicam que a aproximação mais perigosa do ST19, que dá uma volta pelo Sol a cada 3,6 anos, se produzirá aproximadamente em 2038.

    O registro foi feito pelo Centro de Observación del Universo de Ager, em Lérida, na Catalunha (Espanha).

    http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?edt=34&id=52904

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