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Fundamentos da proteção psíquica

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As técnicas gnósticas de defesa psíquica estão associadas a práticas espirituais e filosóficas do gnosticismo, tanto clássico quanto contemporâneo (reestruturado pelo grande Avatar Samael Aun Weor), que é uma corrente de pensamento que abrange várias tradições religiosas e esotéricas. O gnosticismo concentra-se na busca pela Iluminação espiritual e na compreensão da natureza do Ser Divino – que se encontra em potencial no interior de todos os seres humanos, independentemente de sexo, raça, religião ou condições socioeconômicas – e do Universo com todos os seus 7 Cosmos.

Algumas pessoas que seguem a tradição gnóstica acreditam que o tema da Defesa (ou Proteção) Psíquica é necessário, pois quando se começa a trilhar o Caminho Espiritual, é necessário nos protegermos física, energética e espiritualmente das influências negativas ou hostis.

Fundamentalmente, aqui estão algumas técnicas que podem ser associadas à Autodefesa Psíquica ensinada pelo Gnosticismo:

  1. Meditação: A meditação é uma prática fundamental no gnosticismo e é usada para alcançar a autoconsciência e a conexão com o eu superior. A meditação regular pode ajudar a fortalecer a mente e a aumentar a resistência psíquica contra influências externas indesejadas.
  2. Conhecimento Interior: No gnosticismo, a busca pelo “conhecimento interior” ou “gnosis” é fundamental. Isso envolve aprofundar a compreensão de si mesmo e do universo. Quanto mais uma pessoa conhece a si mesma, mais fácil pode ser identificar influências psíquicas negativas e se proteger delas.
  3. Oração: A oração é usada em muitas tradições espirituais, incluindo o gnosticismo, como uma forma de buscar proteção e orientação espiritual. Pode ser usada para pedir ajuda ou proteção contra influências psíquicas indesejadas.
  4. Mantras e Afirmações: A repetição de mantras ou afirmações positivas pode ser usada para fortalecer a mente e criar uma barreira psíquica contra influências negativas. Isso também pode ajudar a manter um estado mental positivo e equilibrado.
  5. Visualização Criativa: A visualização criativa é uma técnica em que se cria uma imagem mental de proteção ao redor de si mesmo. Isso pode ser uma esfera de luz ou qualquer outra forma que represente proteção. Acredita-se que essa visualização ajuda a fortalecer a energia psíquica e a criar uma barreira contra influências externas.
  6. Amuletos e Símbolos: Alguns gnósticos usam amuletos, símbolos ou objetos sagrados como talismãs de proteção. Acredita-se que esses itens carreguem energia espiritual positiva e ajudem a afastar influências negativas.
  7. Desenvolvimento Espiritual Contínuo: O gnosticismo enfatiza a jornada espiritual contínua e o aprimoramento do eu. Quanto mais uma pessoa evolui espiritualmente, mais resiliente ela pode se tornar contra influências psíquicas negativas.

É importante observar que as técnicas gnósticas de defesa psíquica são profundamente pessoais e podem variar de praticante para praticante. Além disso, as crenças e práticas gnósticas podem ser diferentes em várias tradições e escolas dentro do gnosticismo moderno. Portanto, é importante que aqueles que desejam explorar essas técnicas o façam com pesquisas sérias e uma compreensão sólida de sua tradição específica e em busca de orientação de Escolas e instrutores qualificados, caso seja necessário.

Quer pesquisar técnicas de Defesa Psíquica? Leia e pratique o conteúdo dos diversos posts da categoria Defesa Psíquica, aqui do Portal GnosisOnLine. E boas vivências!

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Fulcanelli, o alquimista ressurrecto

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Fulcanelli é um misterioso indivíduo que apareceu na Europa entre as décadas de 1920 e 1950 e que impressionou os cientistas, sábios, jornalistas e esoteristas de sua época.

Escreveu duas obras complexas e fantásticas de Alquimia e Arquitetura, realizou experimentos de transmutação de ferro e chumbo no mais fino ouro e também deu explicações avançadíssimas para a época sobre física nuclear. Quem é, afinal, esse homem, considerado até hoje um autêntico Alquimista e Mestre?

Alguém pergunta ao Venerável Mestre Samael: “Qual sua opinião sobre Fulcanelli?”

Resposta: “Fulcanelli é um Ressurrecto que realizou a Grande Obra. Sua máxima obra, precisamente, foi intitulada As Moradas dos Filósofos e ninguém, desgraçadamente, a entendeu. Isso se deve a que, para entendê-la, é necessário havê-la realizado…

Depois da Segunda Guerra Mundial, certos serviços secretos estiveram procurando esse Mestre Alquimista (ele é um expert em física nuclear) para arrancar dele alguma informação, porém, afortunadamente, ele soube evadir-se e agora está em certos lugares secretos que são, por sua vez, templos ou monastérios”.

O mestre Samael Aun Weor explica que esse grande Ser, publicamente conhecido como Fulcanelli, é um autêntico Alquimista, no sentido mais completo do termo. Não só foi um transmutador de metais químicos, como era um Alquimista de sua própria Alma. Mas, afinal, quem foi Fulcanelli e qual a importância de estudar sua vida e obra? Por que Samael teve As Moradas dos Filósofos como seu livro de cabeceira?

Entre os filhos da Magna Ciência, ou Filhos da Viúva (a Alquimia), quem mais se aproximou do segredo indizível do Grande Arcano foi o Mestre Fulcanelli, porém, sem se atrever a rasgar o Véu do Santuário. Esse Artifício, que constitui o Secretum Secretorum, o Magnum Misterium, requer a ajuda de um agente oculto, de um fogo secreto, o qual Fulcanelli apenas mencionou.

Fulcanelli é um alquimista francês, autor de três fantásticas e imperdíveis obras:

O Mistério das Catedrais (1926)
– As Moradas dos Filósofos (1930) e
Finis Gloriae Mundi, magníficas obras que desvelam toda a complexa plêiade de símbolos alquímicos vistos em catedrais, igrejas, castelos, ícones sagrados, lareiras e muitos outros, espalhados por toda a Europa.

Fulcanelli foi o mestre de Eugène Canseliet, notório escritor e divulgador da Alquimia, desde 1915. De 1922 a 1923, após receber o Donum Dei (o Dom de Deus), esse Iniciado produziu a Pedra Filosofal e operou uma transmutação de 100 gramas de chumbo em ouro no laboratório da fábrica de gás de Sarcelles, na frente de diversos cientistas e jornalistas.

Divina Mãe Alquimia

Também operou maravilhas na presença de dois escritores franceses famosos à época, Jacques Bergier e Louis Pauwels, que detalharam esses feitos alquímicos em um livro.

Desapareceu pouco antes da publicação do seu primeiro livro, devido a que foi perseguido pelos serviços secretos dos Aliados e também dos soviéticos, escondendo-se, segundo o VM Samael Aun Weor, em um mosteiro, e só voltou a aparecer ao seu discípulo em 1953, na cidade espanhola de Sevilha.

Livros de Fulcanelli

O Mistério das Catedrais: Apresenta a Catedral fundamentada na Ciência Alquímica, investigadora das transformações da Substância Original (energia sexual) da Matéria Elemental. Pois a Virgem Mãe despojada de seu véu simbólico (o Véu de Ísis), não é mais que a personificação da Substância Primitiva que empregou para realizar seus desígnios, o Princípio Criador de tudo o que existe.

Maria, Virgem e Mãe representa, pois, a Forma, e o Deus-Sol Pai é o emblema do espírito vital. Da união desses dois princípios resulta a matéria viva, submetida às vicissitudes das Leis de Mutação e Continuidade. Surge, então, Jesus, o Espírito Encarnado, o fogo que toma corpo nas coisas, tal como conhecemos: E o Verbo se fez carne e habitou entre nós. (O Mistérios das Catedrais).

As Mansões Filosofais: Não há dúvida de que este livro (na edição francesa são dois volumes) é o mais conhecido e o mais apreciado dos estudantes de alquimia de todo o mundo. Contém os segredos mais profundos da Grande Obra.

Finis Gloriae Mundi: Obra poética e sublime que demonstra as recompensas de quem finaliza a Grande Obra.

A Alquimia, remontando-se do concreto ao abstrato, do positivismo material ao espiritualismo puro, amplia o campo dos conhecimentos humanos, das possibilidades de ação e realização da União de Deus e da Natureza, da Criação e do Criador, da Ciência e da Religião. A Ciência Alquímica não se ensina. Cada um deve aprendê-la por si mesmo, não de maneira especulativa, senão com a ajuda de um trabalho perseverante, multiplicando os ensaios e as tentativas, de maneira que se submetam sempre as produções do pensamento ao controle da experiência.

Esse insigne Mestre, em linguagem alegórica, na qual encontramos amplos e profundos conhecimentos da Doutrina Gnóstica, mui ocultamente nos entrega o Grande Arcano, como no seguinte trecho: “O Alquimista deve unir-se a esta Virgem em corpo e alma, em Matrimônio Perfeito e indissolúvel, a fim de recobrar com ela o Andrógino Primordial e o estado de Inocência”. (Moradas Filosofais)

Outra afirmação curiosa de Fulcanelli: “Na segunda janela, não deixa de suscitar curiosidade uma cabeça rubicunda e lunar, coroada por um falo; descobrimos nela a indicação expressiva dos Dois Princípios cuja conjunção engendra a Matéria Filosofal. Esse hieróglifo do agente e do paciente, do Enxofre e do Mercúrio, do Sol e da Lua, pais filosóficos da Pedra, é suficientemente eloquente para ministrarmos a explicação”. (Moradas Filosofais).

Em suas obras, o grande mestre da Alquimia revela os segredos das catedrais góticas, resumindo que toda a Verdade, a Filosofia, a Religião, está baseada na Primeira Pedra, sobre a qual repousa toda a estrutura do Templo, e é este mesmo Arcano que se encontra nas pirâmides do Egito, nos templos da Grécia, nas catacumbas romanas e basílicas bizantinas.

“Tudo quanto buscam os sábios está no Mercúrio (Energia Sexual), ou melhor, na Pedra (sexo); a natureza é função desse Vaso (órgãos sexuais), que tanto se comenta sem saber o que é capaz de produzir; sem esse Mercúrio tomado de nossa Magnésia, nos assegura Filaleto, é inútil ascender a lâmpada ou Forno dos Filósofos (o chacra Mulhadara).

Eugène Canseliet foi um dos principais discípulos de Fulcanelli, o grande Mestre Ressurrecto

Qualquer profano que saiba manter o Fogo executará a Obra tão bem como um alquimista experiente; não requer perícia especial ou habilidade profissional, senão todo o conhecimento de um curioso Artifício que constitui o Secretum Secretorum, que (até então) não foi revelado; sem dúvida, os investigadores que com êxito remontaram os primeiros obstáculos e extraíram Água Viva da antiga Fonte, possuem a chave capaz de abrir as portas do laboratório hermético” (Moradas Filosofais)

Para o bom entendedor, é só ler com atenção e conhecimento gnóstico que Fulcanelli ensina que na busca da Pedra Filosofal e da fabricação do ouro “o essencial não é a transmutação dos metais, senão a do próprio experimentador”, ou seja, a Matéria-Prima está contida no próprio experimentador…

No Mistério das Catedrais, é ensinado o seguinte: “Existe uma pedra de grandes virtudes, a que sendo chamada pedra não é uma pedra, é mineral, vegetal e animal, encontra-se em toda parte e a toda hora, EM QUALQUER PESSOA”.

Paralelamente a isso, outro grande Alquimista que obteve Pedra Filosofal, Nicolas Flamel ensina: “Há uma pedra oculta, escondida e sepultada profundamente sob um manancial, ela é vil, pobre e sem nenhum valor, e está coberta de excrementos e de esterco (o centro sexual, que está próximo do aparelho excretor). A ela, sendo sempre a mesma, foram-lhe dados muitos nomes diversos. O sábio Morieno disse que esta pedra, que não é pedra, está animada porque tem a virtude de procriar e de gerar…”

Nos Sete Capítulos de Hermes, está escrito: “Eis que vos declaro o que foi oculto: A Obra está convosco e em vós, onde queira que ela esteja continuamente, vós também a tereis sempre onde vos encontrardes”.

Ainda assim, a natureza da Matéria-Prima para a Grande Obra seguia sendo um enigma.

Nem sequer o Grande Adepto Fulcanelli se atreveu a desvelar este outrora indizível “Mistério dos Mistérios”. Ele muito menos rasgou o Véu que cobria o artifício para a elaboração do Mercúrio Filosófico.

Fulcanelli afirma: “Saibam, pois, os Buscadores, que seu Solvente, ou mercúrio comum, é o resultado do trabalho da Natureza, enquanto o mercúrio dos sábios é uma produção da Arte”. Devemos aclarar que para a elaboração do Mercúrio Filosófico, trabalha-se primeiro com o mercúrio, ou Matéria-Prima, que o grande mestre Gnóstico Samael Aun Weor aclarou como sendo os líquidos sexuais humanos (o sêmen no homem e os líquidos sexuais na mulher).

O mesmo autor diz que a técnica para a elaboração do Mercúrio Filosófico “não requer uma especial destreza de mão, nem habilidade profissional, senão somente o conhecimento de um curioso ARTIFÍCIO (a prática da Magia Sexual), que constitui aquele Secretum Secretorum que jamais foi revelado e que, provavelmente, jamais o será”.

É claro que o “Pai de Todas as Luzes” do Grande Adepto Fulcanelli não o havia autorizado a revelar um mistério de tal índole. Mas, “O Pai de Todas as Luzes” no Venerável Mestre Samael Aun Weor autorizou-o a desvelar o que antes nenhum outro Mestre entregou explicitamente à humanidade.

Alquimia Sexual

Em sua obra Tratado de Alquimia Sexual, o VM Samael ensina:

1- Arnoldo de Villanueva, Alberto o Grande, Raimundo Lulio e muitos outros alquimistas chamam de Mercúrio o Esperma ou Sêmen.

2- Não há senão uma só matéria que serve de fundamento para a Grande Obra do Pai.

3- Essa matéria-prima da Grande Obra é o esperma denominado Mercúrio por todos os alquimistas.

4- O Mercúrio é o Esperma cozido de todos os metais.

5- Diz Arnoldo de Villanueva que, segundo o grau de sulfuração, o Mercúrio gera os diversos metais (corpos astral, mental, causal etc.) no seio da Terra (Filosófica).

6- Assim, pois, o Mercúrio, segundo o grau de cocção, vem a revestir as diversas formas metálicas.

7- Realmente, cada coisa pode ser decomposta em seus próprios elementos.

8- Com a ajuda do calórico, podemos decompor o gelo em água, porque a água é o elemento do gelo.

9- Assim, pois, todos os metais da terra podem ser decompostos no Mercúrio, porque o Mercúrio é a matéria-prima de todos os metais.

10- Esse Mercúrio é o sêmen espermático, no qual podem todos os metais decompor-se, porque esse é o elemento de onde saem todas as coisas.

11- O homem pode decompor-se no sêmen, porque esse é o elemento de onde saiu, e cada coisa pode ser decomposta nos próprios elementos de que está composta.

12- Antes de poder transmutar os metais, primeiro deve-se reduzi-los à sua matéria-prima.

13- Assim, também, antes que o homem possa se redimir de seus pecados e entrar no reino dos céus, primeiro deve-se reduzi-los à sua matéria-prima, para logo transmutá-lo no Homem Celestial de que nos fala São Paulo.

14- Por exemplo, se eu tenho uma estátua e quero dar a essa estátua uma forma absolutamente nova, devo primeiro reduzir essa estátua à sua matéria-prima, decompondo-a nos mesmos elementos de que está composta.

15- Logo, com essa matéria-prima faço a estátua em forma absolutamente nova, e totalmente diferente.

16- Assim, também, se queremos nos transmutar em Homens Celestiais, em mestres de sabedoria, devemos reduzir-nos ao esperma de que fomos formados, para elaborar o Cristo, o Menino de Ouro da Alquimia Sexual.

17- “Muda as naturezas e acharás o que buscas.”

A Alquimia É um Método Espiritual

Essencialmente, a Gnose preconizada por Samael Aun Weor propõe como método para o desenvolvimento espiritual do indivíduo a intensa vivência dos 3 Fatores de Revolução da Consciência, que foi continuamente enfatizado por Samael em todos os seus livros. Tais fatores conduzem o ser humano à Liberação Final, ou criação da Pedra Filosofal (o Cristo Íntimo dentro do próprio ser humano):

1. Morte: Eliminação dos elementos psicológicos indesejáveis, origem das fraquezas humanas, infelicidades, dores e erros, produzindo o Despertar da Consciência;
2. Nascimento: Criação através do exercício consciente do Amor e do Grande Arcano, veículos superiores que possibilitem investigar e comprovar as verdades cósmicas, além de desenvolver as faculdades latentes no homem; e
3. Sacrifício pela Humanidade: Prática do altruísmo e da caridade, entregando desinteressadamente e sem distinção, um ensinamento regenerador às pessoas que anelam a Autorrealização Íntima do Ser.

O Secretum Secretorum, o Magnum Misterium, sempre procurado pelos alquimistas de todos os tempos, requer a ajuda de um Agente oculto, de um fogo secreto. Este segredo alquímico revelado pelo Mestre Samael Aun Weor é o fundamento da Pedra Filosofal, o Elixir da Longevidade.

Todos os Mestres, para chegarem à Ressurreição, tiveram que encarnar esse conhecimento, tiveram que conquistar a Pedra Filosofal, com a qual podem desafiar os enigmas do tempo.

É possível chegar a adquirir a imortalidade aqui e agora mesmo, mediante o intercâmbio atômico da alta física nuclear.

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Saiba Mais:

Um autêntico caso de transmutação metálica (clique aqui).

Grandes Alquimistas Medievais (clique aqui).

Taoísmo: a Alquimia Chinesa (clique aqui).

Mantras de defesa psíquica

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Todos os dias você entra em contato com uma série de pessoas, pensamentos e energias. Junte-se a isso o pouco contato com Deus e a Natureza que se tem, já que estamos tão atarefados com nosso emprego, problemas, dívidas, diversões profanas etc., além de estar cercados de prédios e cimento por todos os lados.

A vida é corrida, de um lado para o outro é um corre-corre sem parar. E, pior ainda, o adormecimento de nossa Consciência é tão grave que não estamos em condição de escolher as energias que penetram em nossa Aura e na mente.

Para que não sejamos prejudicados pelo Energetismo Negativo que nos cerca (pois o universo energético é dividido em positivo e negativo, mas no planeta Terra, atualmente predomina o Energetismo Negativo), é importante voltarmos a nos centrar em nosso SER DIVINO e nas Forças Positivas do meio ambiente, da Natureza e do Cosmo.

ao dormirmos, nós em corpo astral saímos do físico. É nesses momentos extrafísicos que podemos manter contato com seres, tanto superiores (mestres, anjos, arcanjos) quanto inferiores (almas sofredoras, "vagabundos astrais", vampiros, magos negros etc.). Por isso é de vital importância realizar as orações, mantras e conjuros ao nos deitarmos.
Ao dormirmos, nós em corpo astral saímos do físico. É nesses momentos extrafísicos que podemos manter contato com seres, tanto superiores (mestres, anjos, arcanjos) quanto inferiores (almas sofredoras, “vagabundos astrais”, vampiros, magos negros etc.). Por isso é de vital importância realizar as orações, mantras e conjuros ao nos deitarmos

Existem diversas formas empregadas para nosso equilíbrio e proteção psíquica. Alguns usam incensos e banhos com ervas e produtos aromáticos, outros tantos sentem-se protegidos utilizando símbolos sagrados, como o Pentagrama Esotérico etc.

Aqui, neste link de Defesa Psíquica do GnosisOnline, indicamos alguns mantras poderosos que nos ajudam em momentos de perigo (físico e psíquico), quando nos sentimos incomodados pela presença de alguém (física ou astralmente), quando percebemos que nossa saúde (física, emocional e mental) está ameaçada.

Mantras são letras, sílabas, palavras ou mesmo frases de Poder. Alguns desses mantras possuem a capacidade de limpar nossa Aura, outros são como incêndios purificadores ao nosso redor, e outros atraem a proteção dos Filhos da Luz vêm das Dimensões Sutis da Natureza para nos socorrer, inspirar e abençoar.

É importante, vital até, que tenhamos de memória esses mantras para que protejamos nossa saúde, nossa psique, nossa aura, de influências negativas que porventura estejam ao nosso redor, seja no ambiente de trabalho, seja em casa, e especialmente no quarto, momentos antes de nos recostarmos para descansar.

A melhor defesa que podemos ter é fortalecermos e ampliarmos nosso campo áurico, seja no dia a dia, seja no mundo astral.
A melhor defesa que podemos ter é fortalecermos e ampliarmos nosso campo áurico, seja no dia a dia, seja no mundo astral

Muitas vezes, sofremos com problemas financeiros, nossa saúde é atingida, a harmonia familiar é desfeita, justamente por não conhecermos as Armas Psíquicas que podem sanar tais problemas.

Os seguintes Mantras foram ensinados pelo Venerável Mestre Samael Aun Weor, o supremo líder da Gnose contemporânea, como tendo grandes poderes em caso de perigo e necessidade de proteção, harmonia e orientação:

TETRAGRAMMATON (os exércitos de Anjos e Demônios tremem ante este mantra poderosíssimo, que sacode as colunas dos Céus e do Inferno. Dito com voz de Mando, mentalmente e várias vezes, ante o perigo. Melhor ainda, antes de dormirmos).

HELION MELION TETRAGRAMMATON (amplia e branqueia nossa aura de forma espantosa, transformando o campo áurico numa parede intransponível).

O AO KAKOF NA KHONSA (combinado com a Oração a Hadith).

KLIM KRISHNAYA GOVINDAYA GOPIJANA VALLABHAYA SWAHA (combinado com a mentalização de uma Estrela de 5 Pontas ao nosso redor e um círculo de luz. Para saber mais sobre o mantra do Pentagrama Esotérico, clique aqui).

IAO (mentalmente concentrado no Fogo Interno, transmuta nossas energias e carrega a aura de luz).

IOD HE VAU HE AMOA HE VAU HE AGTA (traçando a cruz e o círculo mentalmente dirigidos para o corpo físico e os corpos internos. Este mantra também nos faz ficar despercebidos e protegidos em caso de perigo, em lugar inóspito).

ELOHIM, COMBATEI POR MIM EM NOME DO TETRAGRAMMATON (repete-se este mantra inúmeras vezes mentalmente para que os Anjos do Karma nos acudam).

Oração do Pai-Nosso (esta sétupla oração, bem realizada, opera milagres. Para saber mais sobre o lado esotérico desta oração, clique aqui).

SOLU SIGI SIG… SSSSS… (Traçar também a famosa runa Sig sagrada com o dedo indicador da mão direita).

ELOHIM ELOHIM ELOHIM SABAOT SABAOT SABAOT (pode-se combinar estas palavras sagradas com os nomes poderosos dos 7 Arcanjos, tais como Gabriel, para a Magia Prática; com Rafael, para curas poderosas e profundas; com Uriel para questões ligadas ao Amor, Fertilidade etc.; com Mikhael, para termos Luz e uma Conduta Solar; com Samael para termos Força no Trabalho Interno; com Zakariel para prosperidade, bondade e misericórdia; e finalmente com Orifiel, para problemas com propriedades e também para a Morte do Ego… estes mantras devem ser cantados para que produzam harmonia ao nosso redor… para saber mais sobre os 7 Arcanjos Divinos, clique aqui).

O VM Samael Enfatiza que podemos e devemos trabalhar com os Anjos, pois a aura destes irradia bênçãos, cura, amor, alegria, santidade, proteção, prosperidade e todas as virtudes imagináveis
O VM Samael Enfatiza que podemos e devemos trabalhar com os Anjos, pois a aura destas sagradas Hierarquias nos brinda bênçãos, cura, amor, alegria, santidade, proteção, prosperidade e todas as virtudes imagináveis

Deve-se PERSEVERAR com o propósito de nos aperfeiçoarmos, pois as técnicas de Magia Branca ensinadas na Gnose nos foram ensinadas pelo Avatar de Aquário, Samael Aun Weor, portanto são seguras e eficazes!

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Bebês e plantas preferem ouvir Mozart a rock

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A música exerce uma influência profunda na fisiologia involuntária. Pode afetar o pulso e a pressão sangüínea, relaxar músculos, alterar a respiração e mexer com nossas emoções a ponto de nos fazer chorar ou rir.

Bons músicos são capazes de provocar calafrios de êxtase em suas plateias. Outros, piores, podem causar desagradáveis arrepios de horros.

Está provado que, a partir dos seis meses de gravidez, os bebês ouvem, dentro do útero materno, o que se passa do lado de fora.

Quem afirma é o médico americano, dr. Thomas Verny, autor do livro A Vida Secreta da Criança Não-Nascida.

Michele Clemens, uma fonoaudióloga americana, realizou experiências medindo o batimento cardíaco de bebês no útero materno e chagou à conclusão que certos tipos de música são capazes de acalmá-los – como por exemplo Mozart, Vivaldi e Bach – enquanto outros os deixam irritados, como o rock pauleira e similares.

Mas a utilidade da música clássica não é vista somente nos bebês, mas também nos seus pais, cujos filhos os deixam com os cabelos em pé, naquelas situações estressantes que só os pais conhecem.

Mozart e Vivaldi são os compositores preferidos de todas as plantas, enquanto o rock as deixam estressadas. Isso está totalmente comprovado, fazendo-nos refletir na seguinte ideia: se certas músicas beneficiam ou prejudicam os seres do reino vegetal, será que essas mesmas músicas não teriam o mesmo efeito em nosso organismo e em nossa psique?

Musicossofia – Visão gnóstica da música

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“A música é a primeira manifestação de Deus para os seres vivos, também para os homens.” É por isso que no livro de João está escrito que “no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.

A música (o som, o verbo) é tida como primeira manifestação de Deus para a criação de tudo, das infinitas galáxias, da natureza e dos homens, porque ela vem do que é chamado de Plano Causal, ou Plano das Causas Naturais.

Essa região do Cosmo está logo acima dos quatro corpos de pecado do homem (corpo mental, astral, etérico e físico).

Antes de raiar o Dia no Universo, cantaram os Deuses e Deusas…

O sopro de Deus criou o homem, este maravilhoso instrumento que ressoa toda a Criação…

A música é tão importante que está presente em todas as Teogonias, em toda Cosmogonia de todas as religiões da Terra.

Os hindus qualificaram que a Música do Universo redime toda a dor, e, aquele que a conhece experimenta a felicidades sem limites.

Os antigos gregos postularam que o som dos planetas ao redor do Sol produzia a Música das Esferas…

Por ser a música a energia externa mais sutil e estimulante para o trabalho interno é que é entregue para a humanidade a seguinte prática ou exercício esotérico na meditação profunda: escutar com atenção máxima uma obra de música clássica dos Grandes Compositores Iluminados, tais como Bach, Mozart, Beethoven, Wagner etc. Essa técnica da meditação musical é hoje em dia chamada de Musicossofia.

O passo seguinte é observar a materialização do som em nossa tela mental, ou seja, verificar as imagens que a música nos passa; porque a cor no plano astral é a materialização do som que vem do mundo causal.

(Nota: Algumas músicas não se traduzem em imagens. Nesse caso, auxilia o desenvolvimento de um chacra em particular.)

Para ajudar nesse exercício é conveniente que se faça a mantralização da vogal E (Eeeee….), ou ainda o mantra EN (Eeeennnnn…), também pode ser usado o mantra EUE (Eeeeeuuuueeee).

Esse pequeno exercício irá ajudar na capacidade de compreensão da linguagem musical, da Língua de Ouro falada pelos Anjos.

Recordamos que a Clariaudiência desenvolvida com este exercício é a faculdade do Verbo, do Saber Calar, de ouvir mais do que escutar etc.

Para ilustrar isso que foi colocado, eis o significado esotérico de algumas composições dos Iluminados da Música:

EDWARD GRIEG
Piano Concerto in A minor, Op. 16
Essa música é um julgamento do Tribunal de Anúbis. É a representação de uma Essência sendo julgada depois de perder o seu corpo físico.

WOLFGANG AMADEUS MOZART
Missa da Coroação
Uma das hipóteses para seu nome é que teria sido feita em honra à coroação do Imperador Leopoldo II. Alguns afirmam que foi composta para os Rituais de Iniciação de Neófitos maçons no Grau de Aprendiz. Esotericamente, é o Ser atribuindo certas responsabilidades para sua Essência.

LUDWIG VAN BEETHOVEN
5ª Sinfonia
A Quinta Sinfonia auxilia nos processos da auto-observação estimulando este sentido da visão espacial.
3ª Sinfonia
A Terceira Sinfonia, que é conhecida como Heroica, dá ânimo aos casais em dificuldades. Verdadeira exortação à arte do saber amar.
Pour Elise
Invocação de nossa Chispa Divina, para que esta Desperte e inicie seu Trabalho, sua Grande Obra.
Clair de Lune
Sentimos no ar a presença do Eterno Feminino de Deus, consolando nosso coração e purificando nossa psique de todas as densidades atômicas.

RICHARD WAGNER
A Cavalgada das Walkírias
Nesta música, um a um os espermatozoides vão subindo pela coluna vertebral, tal qual um exército do Ser a serviço da Divina Mãe.

PIOTR ILYITCH TCHAIKOVSKY
Concerto para piano nº 1 em si bemol menor Op. 23
Maravilhosa celebração à amizade. Muito propícia para alegrar e fortalecer laços de amizade.

Todo aquele que tiver oportunidade de ver um espetáculo de música clássica, deve fazê-lo. Se em sua cidade existe uma Orquestra Sinfônica, vá escutar a Harmonia do Universo captada pelos Grandes Iluminados da Música.

Dar essa chance ao Ser Interno é dever daquele que anda ou pretende andar pelo Caminho Esotérico e facilita o êxtase ou Samadhi.

Magia das laranjeiras

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Citrus aurantium

As hierarquias que governam o departamento elemental das laranjeiras são as mesmas que governam todos os movimentos econômicos e monetários da espécie humana.

Todos os problemas econômicos do mundo são resolvidos com a terrível força do amor, isto é, com a magia elemental das romãzeiras.

Todos os desentendimentos dos homens se resolvem com o amor, que é a força elemental das romãzeiras.

Os ódios egoístas desaparecem com o amor, que é a magia elemental das romãzeiras.

Por isso dizemos que, quando as criaturas das laranjeiras nos mantêm submetidos a provas, podemos sair triunfantes com a magia elemental das romãzeiras.

As laranjeiras estão intimamente relacionadas com a moeda e a moeda gera conflitos de todo tipo.

As populações elementais dos laranjais estão intimamente relacionadas com os problemas econômicos da humanidade.

As populações elementais dos laranjais estão sob o governo dos devas que distribuem as sementes de tudo o que existe.

Esses devas elementais governam também a semente do gênero humano e a semente das espécies animais.

Agora, os devotos da sabedoria do fogo entenderão porque as hierarquias elementais dos laranjais têm o poder de distribuir a economia do mundo.

Esses devas trabalham de acordo com as Leis do Carma.

Antes que o dinheiro existisse sobre a terra, eles governavam a economia mundial; depois que o dinheiro deixar de existir, eles seguirão como sempre, distribuindo a economia mundial de acordo com a lei do karma.

Por estes tempos, a moeda serve de instrumento cármico para punir ou recompensar os homens.

Quando entramos no templo do anjo que governa essas populações elementais das laranjeiras vemos àqueles meninos vestidos com túnicas de diversas cores.

Tais crianças estudam em seus livros sagrados e são instruídas pelo anjo que as governa.

O mantra dos elementais das laranjeiras é:

A KUMO

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A disciplina

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Os professores de escolas, colégios e universidades dão muita importância à disciplina e nós devemos estudá-la neste capítulo detidamente.

Todos nós que passamos por escolas, colégios e universidades sabemos bem o que é a disciplina: regras, palmatórias, repreensões etc.

Disciplina é isso que se chama cultivo da resistência. Os professores de escola ficam encantados em cultivar a resistência.

Ensinam-nos a resistir, a erguer algo contra alguma coisa. Ensinam-nos a resistir às tentações da carne, a nos açoitarmos e a fazermos penitência para resistir. Ensinam-nos a resistir às tentações que traz a preguiça: tentações para não estudar, para não ir à escola, e a brincar, rir, zombar dos professores, violar os regulamentos etc.

Os professores e professoras têm o conceito equivocado de que, mediante a disciplina, poderemos compreender a necessidade de respeitar a ordem da escola, a necessidade de estudar, de guardar compostura diante deles, de nos comportarmos bem com os demais alunos etc.

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Existe entre as pessoas o conceito equivocado de que quanto mais resistirmos, quanto mais repelirmos, mais nos tornaremos compreensivos, livres, plenos e vitoriosos. Não querem se dar conta de que quanto mais lutarmos contra alguma coisa, quanto mais a repelirmos, quanto mais resistirmos a ela, menor será a compreensão.

Se lutamos contra o vício da bebida, este desaparecerá por um tempo, mas como não o compreendemos a fundo, em todos os níveis da mente, ele retornará mais tarde, quando nos descuidemos da guarda, e beberemos de uma vez por todo o ano.

Se repelimos o vício da fornicação, por um tempo seremos aparentemente bem castos, porém, em outros níveis da mente, continuamos sendo espantosos sátiros, como bem podem demonstrar os sonhos eróticos e as poluções noturnas.

Depois, voltamos com mais força às nossas antigas andanças de fornicários irredentos, devido ao fato concreto de não termos compreendido a fundo o que é a fornicação.

Muitos são os que rechaçam a cobiça, os que lutam contra ela, os que se disciplinam contra ela seguindo determinadas normas de conduta. Mas, como não compreenderam de verdade todo o processo da cobiça, terminam no fundo cobiçando não ser cobiçosos.

Muitos são os que se disciplinam contra a ira, os que aprendem a resisti-la, mas ela continua existindo em outros níveis da mente subconsciente, mesmo quando aparentemente tenha desaparecido de nosso caráter. Ao menor descuido, o subconsciente nos atraiçoa e trovejamos e relampejamos cheios de ira. E quando menos esperamos e talvez por algum motivo sem a menor importância.

São muitos os que se disciplinam contra o ciúme e por fim creem firmemente que o extinguiram. Mas, como não o compreenderam, é claro que aparece novamente em cena, e justamente quando já o julgávamos bem mortos.

Só com plena ausência de disciplinas, só em liberdade autêntica, surge na mente a ardente labareda da compreensão.

A liberdade criadora não pode existir jamais dentro de uma armadura. Precisamos de liberdade para compreender nossos defeitos psicológicos de forma integral. Precisamos com urgência derrubar muros e romper grilhões de aço para sermos livres.

Temos que experimentar por nós mesmos tudo aquilo que os professores na escola e os pais em casa disseram que é bom e útil. Não basta aprender de memória e imitar. Necessitamos compreender.

Todo o esforço dos professores e professoras deve ser dirigido à consciência dos alunos. Devem se esforçar para que eles entrem no caminho da compreensão.

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Não é suficiente dizer aos alunos que devem ser isto ou aquilo. É preciso que os alunos aprendam a ser livres para que possam por si mesmos examinar, estudar e analisar todos os valores, todas as coisas que lhes disseram ser boas, úteis, nobres; não basta meramente aceitá-las e imitá-las.

As pessoas não querem descobrir por si mesmas, têm as mentes fechadas estúpidas; mentes que não querem indagar; mentes mecânicas que jamais indagam e que só imitam.

É necessário, urgente e indispensável que os alunos e alunas, desde a mais tenra idade até o momento de abandonar as aulas, gozem de verdadeira liberdade para descobrir por si próprios, para inquirir, para compreender, a fim de não ficarem limitados pelos abjetos muros das proibições, censuras e disciplinas.

Se aos alunos se diz o que devem e o que não devem fazer e não se lhes permite compreender e experimentar, onde então está a sua inteligência? Qual foi a oportunidade que se deu à inteligência?

Para que serve passar em exames, se vestir bem, ter muitos amigos, etc., se não somos inteligentes?

A inteligência só virá a nós quando formos verdadeiramente livres para investigar por nós mesmos, para compreender, para analisar independentemente sem temor à censura e sem o castigo das disciplinas.

Os estudantes medrosos, assustados, submetidos a terríveis disciplinas, jamais poderão saber. Jamais poderão ser inteligentes.

Hoje em dia, a única coisa que interessa aos pais de família e aos professores é que os alunos façam uma carreira, que se tornem médicos, advogados, engenheiros, contadores etc., isto é, autômatos viventes. Que depois se casem e se convertam em máquinas de fazer bebês. Isso é tudo!

Quando um rapaz ou uma moça quer fazer alguma coisa nova, diferente, quando sente a necessidade de sair dessa armadura de preconceitos, hábitos antiquados, regras, tradições familiares, nacionais etc., os pais de família apertam mais os grilhões da prisão e dizem ao rapaz ou à moça: “Não faça isso, não estamos dispostos a te apoiar nisso! Essas coisas são loucuras” etc.

Total: o rapaz ou a garota ficam formalmente presos no cárcere das disciplinas, tradições, costumes antiquados, ideias decrépitas etc.

A Educação Fundamental ensina a conciliar a ordem com a liberdade.

A ordem sem liberdade é tirania. A liberdade sem ordem é anarquia. Liberdade e ordem sabiamente combinadas constituem a base da Educação Fundamental.

Os alunos devem gozar de perfeita liberdade para averiguar por si mesmos, para inquirir, para descobrir o que há realmente de certo nas coisas e aquilo que podem fazer na vida.

Os alunos e alunas, os soldados e os policiais e em geral todas as pessoas que têm de viver submetidas a rigorosas disciplinas, costumam se tornar cruéis, insensíveis à dor humana, impiedosas…

A disciplina destrói a sensibilidade humana e isto já está totalmente demonstrado pela observação e pela experiência.

Devido a tantas disciplinas e regulamentos, as pessoas desta época perderam totalmente a sensibilidade e se tornaram cruéis e impiedosas. Para sermos verdadeiramente livres, temos de ser muito sensíveis e humanitários.

Nas escolas, colégios e universidades, se ensina aos estudantes que devem prestar atenção durante a aula, e os alunos e as alunas prestam atenção para evitar a censura, o puxão de orelhas, a batida com a régua, etc. Porém, infelizmente, não se lhes ensina a compreender realmente o que é a atenção consciente.

Por disciplina, o estudante presta atenção e gasta energia criadora muitas vezes de forma inútil.

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A energia criadora é o tipo mais sutil de força fabricado pela máquina orgânica.

Nós comemos e bebemos e todos os processos da digestão são, no fundo, processos de sutilização, em que as matérias grosseiras se convertem em matérias e forças úteis. A energia criadora é o tipo de matéria e de força mais sutil elaborado pelo organismo.

Se soubermos prestar atenção conscientemente, poderemos economizar energia criadora. Infelizmente, os professores e professoras não ensinam aos seus discípulos o que é a atenção consciente.

A energia criadora é o tipo mais sutil de força fabricado pela máquina orgânica.

Nós comemos e bebemos e todos os processos da digestão são, no fundo, processos de sutilização, em que as matérias grosseiras se convertem em matérias e forças úteis. A energia criadora é o tipo de matéria e de força mais sutil elaborado pelo organismo.

Se soubermos prestar atenção conscientemente, poderemos economizar energia criadora. Infelizmente, os professores e professoras não ensinam aos seus discípulos o que é a atenção consciente.

Para onde quer que dirijamos a atenção, gastamos energia criadora. Poderemos economizar essa energia se dividirmos a atenção, se não nos identificarmos com as coisas, com as pessoas ou com as ideias.

Quando nos identificamos com as pessoas, as coisas ou com as ideias, nos esquecemos de nós mesmos e perdemos energia criadora da forma mais lastimável.

É urgente saber que precisamos economizar a energia criadora para despertar a consciência, e que a energia criadora é o potencial vivo, o veículo da consciência, o instrumento para despertar a consciência.

Quando aprendemos a não nos esquecermos de nós mesmos, quando aprendemos a dividir a atenção em sujeito, objeto e lugar, economizamos energia criadora para despertar a consciência.

É preciso aprender a dirigir a atenção para despertar a consciência, mas os alunos e as alunas nada sabem sobre isto porque seus professores e professoras não lhes ensinaram.

Quando aprendemos a usar a atenção conscientemente, a disciplina fica sobrando.

O estudante ou a estudante atento em sua classe, à sua lição, em ordem, não precisa de qualquer espécie de disciplina.

É urgente que os professores compreendam a necessidade de conciliar inteligentemente a ordem e a liberdade, e isto só é possível com a atenção consciente.

A atenção consciente exclui isso que se chama identificação. Quando nos identificamos com as pessoas, com as coisas ou com as ideias, vem a fascinação e esta produz o sonho da consciência.

Há que saber prestar atenção sem se identificar. Quando prestamos atenção em algo ou alguém e nos esquecemos de nós mesmos, o resultado é a fascinação e o sonho da consciência.

Observem cuidadosamente alguém que está vendo um filme no cinema. Encontra-se adormecido. Ignora a tudo e a si mesmo, está oco, parece um sonâmbulo. Sonha com o que vê no filme, com o herói da aventura.

Os alunos e alunas devem prestar atenção nas aulas sem se esquecerem de si mesmos, para não caírem no espantoso sonho da consciência.

O aluno deve ver a si mesmo em cena quando estiver prestando exame ou quando estiver no quadro negro por ordem do professor, quando estiver estudando, descansando ou brincando com seus colegas.

A atenção dividida em três partes: sujeito, objeto e lugar, é de fato atenção consciente.

Quando não cometemos o erro de nos identificar com as pessoas, com as coisas ou com as ideias, economizamos energia criadora e nos precipitamos no despertar da consciência.

Quem quiser despertar a consciência nos mundos superiores, deve começar por despertar aqui e agora.

Quando o estudante comete o erro de se identificar com as pessoas, as coisas ou as ideias, quando comete o erro de se esquecer de si mesmo, cai na fascinação e no sonho.

A disciplina não ensina os estudantes a prestar atenção conscientemente. A disciplina é uma verdadeira prisão para a mente.

Os alunos e alunas devem aprender a dirigir a atenção consciente desde os bancos da escola, para que mais tarde, na vida prática, fora da escola, não cometam o erro de se esquecerem de si mesmos.

O homem que se esquece de si mesmo diante de um insultador, identifica-se com ele, fascina-se e cai no sono da inconsciência. Então, fere ou mata e vai para a prisão inevitavelmente.

Aquele que não se deixa fascinar com o insulto, aquele que não se identifica com ele, aquele que não se esquece de si mesmo, aquele que sabe usar sua atenção conscientemente, seria incapaz de dar valor às palavras do insultador, de feri-lo ou de matá-lo.

Todos os erros que o ser humano comete na vida são devidos a que se esquece de si mesmo, se identifica, fascina-se e cai no sonho.

Melhor seria que para a juventude, para todos os estudantes, se os ensinássemos o despertar da consciência, ao invés de escravizá-los com tantas disciplinas absurdas.

(Samael Aun Weor, Educação da Consciência)

O amor

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Os alunos e alunas devem compreender de forma integral, desde os bancos da escola, isso que se chama amor.

O medo e a dependência costumam confundir-se com o amor, mas não são o amor.

Os jovens e moças dependem de seus pais e professores e, é claro, que os respeitam e temem ao mesmo tempo.

Os meninos e meninas, os jovens e senhoritas, dependem de seus pais para questões de roupa, comida, dinheiro, moradia, etc. A todas as luzes, fica claro que se sentem protegidos. Sabem que dependem de seus pais e, por isso, os respeitam e até os temem, mas isso não é amor.

amorComo exemplo do que estamos dizendo, podemos verificar com inteira exatidão que todo menino, menina, jovem ou senhorita tem mais confiança em seus amiguinhos ou amiguinhas da escola do que em seus próprios pais.

Realmente, os meninos, meninas, jovens e senhoritas falam com seus companheirinhos e companheirinhas coisas íntimas que jamais na vida falariam com seus pais.

Isso está demonstrando que não há confiança verdadeira entre pais e filhos, que não há verdadeiro amor.

Faz-se urgente compreender que existe uma diferença radical entre o amor e isso que é respeito, temor, dependência e medo.

É urgente saber respeitar nossos pais e professores, mas não confundir respeito com amor.

O respeito e o amor devem estar intimamente unidos, mas não devemos confundir um com o outro.

Os pais temem por seus filhos e desejam para eles o melhor: uma boa profissão, um bom casamento, proteção etc.

Porém, confundem esse temor com o verdadeiro amor.

Faz-se necessário compreender que, sem amor verdadeiro, é impossível para os pais e professores guiar as novas gerações sabiamente, ainda que tenham muito boas intenções.amor2

O caminho que conduz ao abismo está empedrado de boas intenções.

Vejamos o caso mundialmente conhecido dos “rebeldes sem causa”. Esta é uma epidemia mental que se propagou pelo mundo inteiro.

Multidões de jovens “bem nascidos”, dizem que muito amados por seus pais, muito mimados, muito queridos assaltam transeuntes indefesos, atacam e violentam mulheres, roubam, apedrejam, andam em bandos causando dano por todas as partes, faltam com o respeito aos professores e pais de família.

Os “rebeldes sem causa” são o produto da falta de verdadeiro amor. Onde existe verdadeiro amor, não pode existir “rebeldes sem causa”.

Se os pais de família amassem de verdade seus filhos, saberiam orientá-los inteligentemente e, então, não existiriam os “rebeldes sem causa”.

Os “rebeldes sem causa” são o resultado de uma má orientação. Os pais de família não tiveram amor suficiente para dedicarem-se de verdade a orientar os seus filhos sabiamente.

Os pais de família modernos só pensam em dinheiro. Só pensam em dar a seu filho o carro último modelo, as roupas da moda, etc. Não os amam de verdade, não sabem amar, por isso, surgem os “rebeldes sem causa”.

A superficialidade desta época deve-se à falta de verdadeiro amor. A vida moderna é semelhante a um charco sem profundidade. No fundo lago da vida, podem viver muitas criaturas, muitos peixes, mas a poça da beira do caminho logo seca com os ardentes raios do sol e a única coisa que resta é o lodo, a podridão, a fealdade…

É impossível compreender a beleza da vida em todo seu esplendor, se ainda não aprendemos a amar.

As pessoas confundem o respeito e o temor com isso que se chama amor.

Respeitamos nossos superiores e os tememos, e, então, julgamos que os amamos.

As crianças temem seus pais e professores, os respeitam, e, assim, pensam que os amam.

A criança teme a surra, a bronca, a nota ruim, a censura em casa ou na escola, etc. Assim, crê que ama seus pais e professores; mas, na realidade, só os teme.

Dependemos do emprego e do patrão, tememos a miséria, o desemprego e, assim, cremos que amamos o patrão e até cuidamos de seus interesses, cuidamos de suas propriedades. Porém, isso não é amor, isso é temor.

Muita gente tem medo de pensar por si mesma nos mistérios da vida e da morte, medo de inquirir, de investigar, compreender, estudar, etc. Então, exclamam: Eu amo a Deus e isso é suficiente! Creem que amam a Deus, porém, na realidade, não amam, temem.

Em tempos de guerra, a esposa sente que adora seu marido mais do que nunca e deseja com ansiedade infinita sua volta à casa. Contudo, na realidade, não o ama, apenas tem medo de ficar sem marido e sem proteção.

A escravidão psicológica, a dependência, depender de alguém, não é amor, é unicamente temor. Isso é tudo.

A criança em seus estudos depende do professor e da professora e, é claro que teme a expulsão, a nota ruim, a censura, etc. Muitas vezes, julga que os ama, mas o que acontece é que os teme.

Quando a esposa está no parto, ou em perigo de vida por alguma doença, o marido acha que a ama muito mais, mas. na realidade, o que acontece é que teme perdê-la, depende dela em muitas coisas, como comida, sexo, roupa lavada, carinho etc. Ele teme perdê-la e isso não é amor.

Todo mundo diz que adora todo mundo, mas tal coisa não existe. É muito raro achar alguém na vida que saiba verdadeiramente amar.

Se os pais amassem de verdade a seus filhos, se os filhos amassem de verdade a seus pais, se os professores amassem de verdade a seus alunos e alunas, não poderia haver guerras. As guerras seriam completamente impossíveis.

O que ocorre é que as pessoas não compreenderam o que é o amor e confundem todo temor, toda escravidão psicológica, toda paixão, etc., com isso que se chama amor.

As pessoas não sabem amar. Se as pessoas soubessem amar, a vida seria, de fato, um paraíso.

Os namorados creem que estão amando e muitos até seriam capazes de jurar com sangue que estão amando. No entanto, só estão apaixonados. Satisfeita a paixão, o castelo de cartas vem abaixo.

A paixão costuma enganar a mente e o coração. Todo apaixonado pensa que está enamorado.

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É muito raro encontrar na vida algum casal verdadeiramente enamorado. São muitos os casais de apaixonados, porém, é dificílimo encontrar um casal de enamorados.

Os artistas cantam ao amor, mas não sabem que coisa é o amor e confundem-no com a paixão.

Se existe algo difícil nesta vida, é não confundir a paixão com o amor.

A paixão é o veneno mais delicioso e mais sutil que se pode conceber e termina sempre triunfando, a preço de sangue.

A paixão é cem por cento sexual e animal, mas, algumas vezes, é também muito refinada e sutil. Sempre a confundimos com o amor.

Os professores e professoras devem ensinar aos alunos, jovens e senhoritas, a diferenciar entre amor e a paixão.

Somente assim se evitará mais tarde muitas tragédias na vida.

Os professores e professoras estão obrigados a formar a responsabilidade dos alunos e alunas. Por isso, eles devem prepará-los devidamente para que não se convertam em trágicos na vida.

É preciso compreender o que é o amor, isso que não se pode misturar com ciúmes, paixões, apegos, violências, temor, dependência psicológica etc.

Infelizmente, o amor não existe nos seres humanos e, tampouco, é algo que se pode adquirir, comprar, cultivar como flor de jardim etc.

O amor tem de nascer em nós e só nasce quando compreendemos a fundo o ódio que levamos dentro, o temor, a paixão sexual, o medo, a escravidão psicológica, a dependência etc.

Temos de compreender o que são estes defeitos psicológicos, temos de compreender como eles se manifestam em nós não só no nível intelectual da vida, mas também em outros níveis ocultos e desconhecidos do subconsciente.

Faz-se necessário extrair dos diferentes esconderijos da mente todos esses defeitos. Somente assim nasce em nós de forma espontânea e pura isso que se chama amor.

É impossível querer transformar o mundo sem a labareda do amor. Só o amor pode de verdade transformar o mundo.

Samael Aun Weor, Educação Fundamental

Terceira cátedra – A origem do animal intelectual

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Chegou a hora de se fazer certas análises com relação ao homem. Em nome da verdade, tornamos a afirmar que a antropologia meramente materialista nada sabe sobre a origem do homem. Em cátedras passadas, fizemos alguns estudos sumários; agora vamos nos aprofundar um pouco mais nessa questão.

Pensemos por um momento nos tempos mesozoicos do nosso mundo, na era dos répteis. Na verdade o homem já existia antes. Claro que a antropologia materialista o nega. Mas, na verdade, a antropologia meramente profana desconhece a origem real do ser humano. A antropologia materialista não quer que o homem exista antes da era quartenária; nega-lhe a possibilidade de ter existido durante o período cenozoico, o que resulta manifestamente absurdo.

No entanto, há coisas que deixam alguém pensando: por que certas espécies como o plesiossauro e o pterodáctilo puderam sobreviver durante tanto tempo e no fim morreram, deles sobrando nada mais que restos em alguns dos principais museus?

Apesar de essas espécies terem falecido, terem se extinguido da superfície da terra, como o homem seguiu existindo? Por que se extinguiram todas as espécies da era mesozoica? Como é que os seres humanos não se extinguiram? Tantas espécies desapareceram e os seres humanos continuam vivos, como é isso? Que explicação poderia dar a ciência materialista? É lógico que não dá nenhuma. Obviamente, a espécie humana deveria ter desaparecido. Se os seus contemporâneos desapareceram, também os seres humanos deveriam ter sido eclipsados da face da terra, porém continuam.

Isto nos permite inferir a existência do ser humano bem antes da era quaternária e ainda bem antes da época dos répteis ou da idade carbonífera. Temos os direito de discutir a existência dos seres humanos em tempos que estão além do período mesozoico. Tal direito confere-nos precisamente o fato concreto de que todas as espécies da era terciária e quaternária tenham desaparecido e, no entanto, seu contemporâneo, o homem, prossiga sua existência.

Se as outras espécies se esfumaram, por indução devemos dizer que o animal intelectual chamado homem, por não ter desaparecido, deve ter existido além da era mesozoica e da idade carbonífera. Os fatos o estão demonstrando; fatos são fatos e diante deles temos de nos render.

Em 1971, Mike Turnage descobriu 572 pegadas de dinossauros no Rio Paluxy em Glen Rose, no Texas (EUA). O estranho é que foram achadas pegadas humanas da mesma época que esses dinossauros

Uma coisa é terrivelmente certa; a Bíblia fala-nos por exemplo de serpentes voadoras e Jó cita ao Leviatã. O Zohar afirma de forma enfática que a serpente tentadora do Éden era um camelo voador. Não será demais recordar que na Alemanha se encontrou uma espécie de camelo voador. Refiro-me aos restos fósseis que puderam ser perfeitamente organizados pelos antropólogos. Tem 78 pés de altura, é gigantesco, possui um pescoço comprido semelhante ao dos camelos e está provido de asas membranosas. Quando se observa o corpo daquele restos fósseis, pode-se evidenciar que, na verdade, se trata de uma serpente voadora, semelhante ao camelo quanto ao seu longo pescoço.

Seria talvez o Leviatã? Que diriam a respeito os antropólogos? Obviamente, esse sáurio ou, melhor diríamos, mosassauro é no fundo unicamente o que sobrou daquilo que foram as serpentes voadoras dos tempos arcaicos da nossa Terra. Concluiremos dizendo que o mosassauro tem mais relação com os ofídios do que com os lacertílios.

Aprofundemo-nos na questão. Há muitos aspectos nesse campo da antropologia. Na Biblioteca Imperial de Pequim havia umas pinturas nas quais se observava alguns plesiossauros e alguns pterodáctilos. Perguntamos: Como é possível que os antigos, que nada sabiam de paleontologia ou de paleontografia conhecessem espécies já extintas da época dos répteis?

O antes exposto seria algo sem explicação se não fosse a possibilidade de o cérebro humano poder desenvolver certas capacidades e faculdades do tipo transcendental. Faculdades que permitem o estudo da história da natureza e do homem no fundo mesmo das memórias que jazem ocultas em tudo que é, foi e será.

Na realidade, na verdade, meus estimados amigos, temos de saber que o homem atual de modo algum é o homem real. Na única coisa que poderíamos estar de acordo com os antropólogos profanos é na questão do animal intelectual. Que este venha desde a era quaternária ou dos finais da era terciária é algo que de modo algum negaríamos.

Antes de tudo, convém se fazer uma plena diferenciação entre o homem e o animal intelectual. O homem verdadeiro existiu antes da idade carbonífera e dos tempos mesozoicos. Esse homem verdadeiro viveu na época dos répteis também. Infelizmente, algum desses seres humanos autênticos degeneraram terrivelmente no final da era terciária, durante o mioceno.

Misturaram-se absurdamente como já foi por mim dito com alguns animais selvagens e desse cruzamento resultaram certos símios gigantescos. Por sua vez, esses espécimes misturaram-se com outras bestas subumanas e disso tudo resultaram os macacos que conhecemos e certas evoluções de alguns tipos de humanoides.

Tais humanoides seguiram se reproduzindo incessantemente durante a era quaternária. E também depois, nesta época em que nos encontramos. Esses humanoides são, pois, a humanidade atual, mistura de homens autênticos com animais da natureza. Agora sim se poderá ver a diferença que há entre os homens reais da primeira, segunda e terceira raças e os animais intelectuais da quarta e quinta raças, sendo esta última a em que nos encontremos. Mas, não devemos desanimar por causa disso. Os germes para o retorno ao homem estão nas glândulas sexuais; não há quem não os carregue, posto que são resultado do homem com o animal.

Se o homem contém tais germes, existe a possibilidade de que se eleve ao verdadeiro estado humano. Isso sim… Há que se trabalhar com estes germes. Há que se conhecer os mistérios do sexo para se poder criar o homem autêntico dentro de cada um.

Infelizmente, os antropólogos materialistas creem que são homens. Desconhecem completamente os mistérios do sexo e inventam múltiplas teorias sobre a origem da humanidade. Nenhuma dessas teorias pode dar resultados úteis. Penso que todas as especulações dos antropólogos materialistas estão causando um dano gravíssimo aos povos.

Cada vez mais, são descobertas pegadas de dinossauros ao lado das de seres humanos. Como a ciência acadêmica explica?

É lamentável que a antropologia materialista esteja corrompendo a raça humana, que já está bastante degenerada e com essas fantasias cada dia se degenera mais.

Nós como gnósticos e antropólogos, temos de julgar severamente aos antropólogos materialistas, esses que dizem só acreditar no que veem e no entanto estão a crer no que não viram, em utopias tão absurdas quanto aquela de que somos filhos do ratão ou a de que nosso antepassado mandril foi um elegante cavalheiro. Temos de procurar a origem desta quinta raça humana à qual pertencemos pela Caxemira, pelo planalto central do Tibet, pelo Euxímio etc.

Não quero afirmar que as regiões citadas tenham sido o único berço da raça atual, porém em nome da verdade, há que se dizer que tais lugares da Terra foram muito importantes para a origem da raça humana. Refiro-me especificamente à pessoas da quinta raça.

Existiram cinco raças no mundo que correspondem a cinco épocas diferentes. Em primeiro lugar, vem a raça protoplasmática, depois os hiperbóreos, seguem-se os lemurianos, os atlantes e por fim vem a nossa raça ariana. Nós iremos desenvolvendo através destas cátedras a história de cada raça, ainda que de forma rápida, juntando uma descrição dos cenários nos quais se desenvolveram. Agora, limito-me a dizer que os homens da primeira raça moravam na calota polar norte, na Ilha Sagrada. Naqueles tempos, a calota polar norte ocupava a zona equatorial.

Inquestionavelmente, a forma de vida daquela raça era bem diferente da atual e sobretudo a antropologia materialista na da conhece dela. Ainda mais, estas afirmações em nada concordam com a famosa Pangaea ou grande continente primitivo. Portanto, ao dizermos tais declarações, nos expomos à zombaria dos antropólogos profanos. Eles desconhecem totalmente a mecânica celeste.

Não sabem que existe um processo de revolução dos eixos terrestres. Pensam que a Terra manteve sempre a mesma posição com relação ao Sol. É óbvio que por tal motivo inventaram a sua Pangaea, posto que lhes resulta mais cômodo do que estudar astronomia.

Os hiperbóreos viveram nessa ferradura que rodeia o polo norte. A Inglaterra e até a Irlanda pertenceram às terras dos hiperbóreos. Também fazia parte o Alasca, pois que todas essas regiões formam uma ferradura em torno da calota polar norte.

A Lemúria existiu mais tarde, no Oceano Pacífico; era um enorme continente que cobria toda a área do Pacífico.

Quanto à Atlântida, esta existiu depois no local onde está o oceano que leva seu nome.

Portanto, a fisionomia do globo terrestre mudou muitas vezes. Cinco aspectos ou cenários teve o mundo, nos quais se desenvolveram cinco raças. Não podemos aspirar a que os senhores da antropologia materialista aceitem tudo isto. Inquestionavelmente é algo impossível porque eles pensam que sabem tudo, quando não somente ignoram, como ainda, isto é o pior, ignoram que ignoram.

Os sequazes do absurdo propõem-se a atacar a gênese bíblica. Em seu afã anticlerical inventaram essas especulações que abundam por aqui e acolá. Não querem sequer entender o que significa a palavra Éden. Em sua etimologia, embasada numa raiz grega que a explica, Éden quer dizer VOLUPTUOSIDADE. Assim, pois, Éden quer dizer VOLUPTUOSIDADE.

O Éden é o próprio sexo. Toda a gênese da Bíblia é uma obra de alquimia que nada tem a ver com relatos históricos.

Aquele Éden que outrora se situou na Mesopotâmia, entre o Tigre e o Eufrates, converteu-se mais tarde na escola dos magos da Caldeia, os aleim. Esse Éden tem alguma relação com o famoso Adi-Vareha dos antigos lemurianos e até com o Jardim da Hespérides do continente atlante.

O Éden é o sexo, mas isto os antropólogos do materialismo jamais aceitariam e muito menos os grandes Mistérios Sexuais da Caldeia, da Índia, da Babilônia, do México e do Egito.

Na Lemúria, a reprodução efetuava-se pelo sistema de kriyashakti. Isto ocorreu durante a época do mesozoico, muito antes de a raça humana cair na geração animal. Bem sabemos nós que essa raça caiu no período terciário, ou seja, durante a época do Mioceno.

Os verdadeiros homens da era mesozoica reproduziam por kriya shakti, o poder da vontade e da inteligência. Eles eram homens legítimos e seu sistema de reprodução não seria aceito modernamente pelos intelectuais. O kriya shakti, o sistema de reprodução dos homens verdadeiros, é um sistema sagrado que causaria riso e repulsa entre os antropólogos materialistas; sentir-se-iam como que ofendidos.

Nessa época, o sexo era considerado sagrado e jamais se ejaculava o esperma santo. O esperma era considerado como matéria venerável. Um único esperma que escapasse tornava a matriz fecunda. A raça humana possuía ingentes poderes e faculdades extrassensoriais que lhes permitiam conhecer as maravilhas do universo e do cosmos.

Por isso, diz-se que viviam em estado paradisíaco. Porém, quando o homem caiu na geração animal, isto é, quando começou a ejacular a entidade do sêmen, precipitou-se na involução. Isso aconteceu na terceira parte do Eoceno. Foi nessa época que o homem caído chegou a se misturar com animais. Daí nasceu o animal intelectual.

Antiquíssimas pedras encontradas na região da Ica, no Peru, mostram homens se relacionando com dinossauros

Definitivamente, o animal intelectual não poderia jamais aceitar o sistema de reprodução por kriyashakti precisamente por sua condição animal. O sistema de kriya shakti não é para animais intelectuais e sim para homens. Trata-se de dois reinos bem diferentes. Assim que, não surpreende a nós que os animais intelectuais da antropologia materialista repilam este sistema de reprodução.

Como quer que, apesar de tudo, os germes do homem estão em nossas glândulas endócrinas, é óbvio que, se trabalharmos com o sistema de kriya shakti, poderemos regenerar o cérebro e desenvolver dentro da natureza fisiológica e psicossomática ao homem real, ao homem verdadeiro. Porém, repito, isto não agrada aos animais intelectuais.

A Gnose difundiu por todas as partes os mistérios do sexo. Se bem que o gnosticismo universal tenha aceitado o sistema de reprodução por kriya shakti, também não é menos certo que milhões de animais intelectuais o rechaçaram e não podemos criticá-los, posto que são isso: animais intelectuais, produto da relação sexual de certos homens que degeneraram na época terciária com animais da natureza.

Como poderia esse produto de homens e animais aceitar um sistema sexual que não lhes pertence? Impossível! Assim que, vale a pena refletirmos um pouco.

Vamos agora entrar num tema bastante importante a fim de que reflitam sobre ele. Afinal de contas, de onde surgiram as espécies vivas? De onde surgiu esta natureza? Por que teríamos de aceitar o dogma da evolução? Chegou o momento de nos aprofundarmos um pouco nessa questão.

Em minha segunda cátedra, disse que a espécie humana havia se desenvolvido em outras dimensões. Afirmei também que os senhores materialistas não aceitavam as dimensões superiores. Eles querem manter-nos à força no dogma tridimensional de Euclides; são como o porco que a todas as horas quer estar na pocilga e não saber de nada que não se pareça com ela.

Porém, nós não aceitamos dogmas. A eles não lhes consta todas as crenças que afirmaram, como a de que o homem venha do macaco. Darwin nunca disse que o homem vinha do macaco. Ele apenas afirmou que o homem e o macaco tinham um antecessor comum, logo Darwin abriu uma porta e nada mais.

Charles Robert Darwin nunca se conformou com o relato bíblico da Criação, pois Deus aparecia como um castigador dos não crentes. No entanto, não quis que Marx lhe dedicasse a edição inglesa de O Capital porque não desejava que seu nome ficasse vinculado aos ataques à religião. Não obstante, ele sempre conservou uma fé vaga na Divindade.

Nos estados de dúvida extrema nunca foi ateu. Isto é, nunca negou a existência de um Deus, declara em sua autobiografia. Sentia horror por tudo o que fizesse sofrer a outrem. Não admitia o sofrimento que o patrão infligia no escravo ou um homem a um animal. Dito horror foi uma das causas que o levaram a abandonar a religião. Darwin não era materialista; investigava. Ele apenas abriu uma saída. Isso é tudo.

A nós cabe aproveitar essa porta e mergulhar no mistério. Se tudo o que há até agora são hipóteses, como diz Haeckel, quem na verdade assegura de forma enfática que a geologia ou a filogenia sejam ciências exatas?

Se as teorias de um dia desaparecem no outro, se os senhores estão afirmando o que nunca viram , se estão mentindo dessa forma, então não podemos nem devemos dar-lhes crédito. Portanto, temos que apelar à sabedoria dos antigos ensinada pelo gnosticismo . Que a raça humana tenha se desenvolvido em outras dimensões, isso é um impossível para a ciência materialista, porém uma realidade para os gnósticos.

Se os antigos sábios podiam falar do plessiossauro, se podiam mencionar a diferentes feras da época dos répteis primitivos e ainda mais do período carbonífero sem saber de paleontologia, sem ter esse jargão na cabeça, é porque possuíam faculdades extraordinárias, que podem ser desenvolvidas e que residem no cérebro humano.

Os antropólogos materialistas poderiam afirmar que já conhecem o cérebro humano? É óbvio que não! Ademais, afirmo que nem a ciência médica conhece o corpo humano. Acreditam que conhecem, porém não o conhecem.

Mas, enfim, qual é a origem da humanidade, da Terra, das raças e da natureza? De tudo o que foi, é e será? Isto é o que temos para refletir agora.

Que nos dizem os nahoas sobre o omeyocan? O que é omeyocan? Diz-se que no omeyocan só há vento e trevas. Assim afirmam os nahoas. Chama-se o omeyocan, devido ao vento e às trevas, também de yoalli ehecatl e isto nos deve convidar a refletir.

Que nos diria o mundo oriental sobre o omeyocan, os eruditos do nosso país e os ocidentais? Uma vez estive falando sobre o que é a matéria em si mesma. Disse que sua forma podia ser destruída, mas que como substância a matéria continuava em outras dimensões e que, por fim, a Terra, a substância ou o germe da Terra era depositado no espaço profundo do universo, na dimensão zero desconhecida. Também afirmei que essa substância era o Iliaster. A semente ficaria depositada nas profundezas do espaço infinito esperando a hora de uma nova manifestação cósmica. Assim quando morre uma árvore, fica sua semente e nela estão todas as possibilidades para um novo desenvolvimento, para uma nova árvore.

Quando um mundo morre, resta uma semente ou matéria homogênea, insípida, incolor, inodora e insubstancial depositada no seio da eterna Mãe do espaço, Essa semente com relação ao uno é duas. Não devemos esquecer que para se ser um se precisa ser dois e que o uno se sente dois. Essa Terra caótica, primitiva, é o germe do mundo; depositado na Mãe Espaço é o omeyocan, um verdadeiro paraíso que durante o tempo de inatividade vibra felicíssimo.

Chama-se também de yoalli ehecatl ao omeyocan devido ao vento e às trevas e também porque Ehecatl é o Deus do movimento cósmico, o Deus do Vento. Yoalli ehecatl, o grande movimento cósmico do omeyocan, é o lugar onde reina a autêntica felicidade do mundo, felicidade profunda e inesgotável.

Há dias e noites cósmicas. Quando a Terra está em estado germinal, quando um mundo qualquer se encontra em estado de germe, depositado no seio do espaço profundo, dorme e sendo dois é um. Depois de um certo período de inatividade, o impulso elétrico, o furacão elétrico, faz com que os aspectos negativos entrem em atividade. Por isso, se diz que, no omeyocan, há ventos e trevas. Não querendo dizer trevas no sentindo corrente da palavra.

Usamos uma forma alegórica de falar. Recordemos que nos Mistérios egípcios, os sacerdotes aproximavam-se do neófito e diziam-lhe no ouvido: Osíris é um Deus Negro. Não que fosse negro; acontece que a luz do espírito puro, a luz da grande realidade, é trevas para o intelecto. Por isso, se diz que, no omeyocan, só há trevas e vento, isto é, movimento cósmico, de onde emana a luz incriada e de onde desabrocha o movimento universal representado por Ehecatl.

No omeyocan, amontoa-se a quietude infinita antes da manifestação do Logos Solar, a unidade múltipla perfeita. O Logos Solar, na sagrada terra de Anahuac, sempre foi chamado de Quetzalcoatl. Quetzalcoatl como Logos existe indubitavelmente muito antes de qualquer manifestação cósmica.

O omeyocan é o umbigo do universo, onde o infinitamente grande rebenta no infinitamente pequeno através de recíprocos redemoinhos que vibram e palpitam intensamente. Lá o grande e o pequeno se encontram, o macrocosmo e o microcosmo se encontram.

Com a aurora do universo, o furacão elétrico faz com que os átomos palpitem na forma de redemoinhos dentro do omeyocan, dentro do umbigo do universo, dentro da matriz cósmica que é o dois. No omeyocan, o tloque nahuaque é tempestade noturna de todas as possibilidades. Quando o movimento elétrico, o furacão elétrico, o torvelinho elétrico, faz girar todos esses átomos dentro da matéria caótica, persiste todas as possibilidades da vida universal. Assim o escreveram sempre os melhores autores de cosmogênese.

O Omeyocan, o Senhor da Noite, o negro Tezcatlipoca, nega-se, rebenta-se em luz e nasce o fecundo universo que Quetzalcoatl, o Logos Solar, maneja. Tezcatlipoca representa à Lua e ao Deus-Mãe em seu aspecto feminino.

O omeyocan é precisamente isso, o Deus-Mãe, a matriz do mundo. Por isso, se diz que Tezcatlipoca explode em luz e a mãe incha como flor de lótus. Finalmente, nasce o universo que de fato o Logos fecunda. Em nahuatl diz-se que Quetzalcoatl então dirige e maneja esse universo que surge para a existência.

O Logos, a Unidade Múltipla Perfeita, é radical, mas, mesmo assim, desdobra-se em 49 fogos para trabalhar com o nascente universo. Inquestionavelmente, é justamente o Logos Quetzalcoatl quem dirige esse universo, a consciência cósmica governando, dirigindo, o que é, foi e será…

Estou perfeitamente seguro que a antropologia oficial não aceitaria esta concepção de Quetzalcoatl. Não temos dúvida de que a antropologia materialista repele ao Logos, o qual se encontra na tradição mexicana. Eles não querem nada com a sabedoria do México. A antropologia materialista ao rechaçar a Quetzalcoatl como verdadeiro governante do universo coloca-se de fato contra o próprio México.

Assim que, meus queridos amigos, vale a pena que reflitamos um pouco. Tampouco convém que formemos do nosso senhor Quetzalcoatl uma concepção antropormófica, não! Repito: Quetzalcoatl é uma unidade múltipla perfeita; ele é o Demiurgo dos gregos ou Logos de Platão, o Princípio Ingente da natureza fazendo vibrar a cada átomo, fazendo estremecer a cada átomo. Ele é o fogo criador do primeiro instante.

Os sequazes do materialismo antropológico jamais poderiam assegurar que conhecem o fogo. Não o conhecem e muito menos a eletricidade. A nós nos interessa o fogo do fogo e o conhecimento profundo da eletricidade.

Eles julgam e consideram o fogo como sendo um produto da combustão, mas se enganam. Na verdade, se esfregamos um palito de fósforo, vemos que surge o fogo. Dirão eles que isso é produto da combustão. Não senhor! A combustão é que é um produto do fogo. A mão que risca o fósforo tem fogo para se movimentar e mesmo o fogo está latente dentro do próprio fósforo.

Basta que se elimine o envoltório de matérias químicas do palito, mediante a fricção, para que surja o fogo. O fogo existe antes do palito de fósforo ser aceso e isto é algo desconhecido para a química. O fogo em si mesmo é o logos, o princípio inteligente fundamental da natureza.

Que conste que nós jamais defenderíamos a um deus antropomórfico, o qual tanto desagrada aos materialistas! Não, nós estamos unicamente dando ênfase ao que dizemos: que a natureza tem Princípios Inteligentes e que a soma deles é Quetzalcoatl., o Demiurgo dos gregos, o Logos dos platônicos, a unidade múltipla perfeita latente em todo átomo, em todo corpúsculo que vem à vida e em toda a criatura que existe sob o sol.

Não resta a menor dúvida, queridos amigos, que o monoteísmo causou um grande mal à humanidade porque em conseqüência dele apareceu o materialismo e o ateísmo. Digo também, que o Politeísmo, levado ao extremo, causou por sua vez o monoteísmo, e dele surgiu o ateísmo materialista. O Politeísmo, tendo degenerado, deu origem ao monoteísmo antropomórfico e deste, devido aos abusos dos vários cleros religiosos, frutificou o materialismo.

Se nós aceitamos Princípios Inteligentes na natureza e no cosmos, como fundamento de toda a maquinaria da relatividade, não desconhecemos que, no fundo, A VARIEDADE É UNIDADE.

Conceituo que num futuro próximo a humanidade terá de voltar ao politeísmo, mas de uma forma monística transcendental. Deverá se equilibrar, do ponto de vista espiritual, entre o monoteísmo e o politeísmo. Somente assim poderá ser iniciada uma renovação dos princípios e uma revolução completa da consciência.

(Samael Aun Weor, Antropologia Gnóstica)

Introdução às sete cátedras
Primeira Cátedra
Segunda Cátedra
Terceira Cátedra
Quarta Cátedra
Quinta Cátedra
Sexta Cátedra
Sétima Cátedra

Magia da Acácia

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O elemental da acácia está armado com potentes atributos mágicos.

Vive no tatwa Tejas como um distinto elemental do Fogo. Isso é demonstrado pela capa que o cobre até os pés. Os mantras desse elemental ígneo são:

MOUD MUUD HAMMACA

 

O elemental da acácia é uma poderosa salamandra do Fogo e pode ser usada para inúmeras finalidades (cura, paz, proteção, desbloqueios energéticos e mentais etc.)

E com esses sons mântricos ordena-se ao elemental da acácia a trabalhar no que se deseja.

O mago colherá um dos galhos dessa árvore depois de havê-la abençoado e traçará com ele o círculo mágico, de acordo com o que já se ensinou.

Concluído o ritual, colhe-se um maço de folhas e põe-se em maceração numa garrafa de rum durante 15 a 20 dias.

Antes de começar o tratamento, são efetuados passes com a mão direita sobre os órgãos afetados, com a intenção de retirar os fluidos morbosos, os quais devem ser lançados em uma mochila de lã, já que a lã é um material isolante de grande eficácia.

Sete vezes se introduzirá a mão na mochila de lã com essa intenção.

Terminada a operação, fecha-se a boca da mochila e reza-se ao elemental, rogando que cure o enfermo. O médico gnóstico fará as orações de joelhos sobre uma pedra.

Quando acabar a petição, arremessará a mochila, jogando-a de suas mãos, com o ânimo de expulsar o reumatismo do corpo do enfermo.

Da maceração de rum dê ao reumático um cálice de hora em hora. A cura é rápida.

A garrafada com as folhas e cascas de acácia é poderosa para eliminar todo tipo de “friagens” do organismo e seus efeitos danosos. Isso porque a acácia pertence ao RAIO DO FOGO e serve para queimar todo “Frio Lunar”