Quando uma pessoa muito próxima a nós morre, somos “obrigados” a passar por uma situação que ninguém espera passar.
Por mais que falemos em morte, sempre pensamos nela como, somente, a morte de nossos defeitos psicológicos.
A carta 13 do Tarô, sempre nos leva a entendê-la como transformação.
Enfim, fomos criados em uma cultura anti-morte e pró vida eterna.
Quando nossos Pais Internos decidem ou, por motivos alheios à tarefa deles, a Divina Mãe Morte vem nos acalentar junto aos seus anjos lunares, aqueles que ficam têm uma árdua tarefa a cumprir: a de enfrentar a “perda”.
E é, exatamente, neste momento, que vêm a dúvida.
Se a pessoa que morreu não deixou expressa sua vontade, o que fazer com o corpo físico da mesma ?
Cremar ou enterrar ?
O que diz a Gnose a respeito ?
Ampliando um pouquinho mais…
Quais as implicações de um e de outro método ?
O enterro diz respeito, tão somente, à uma prática social de eliminação de dejetos, ou seja, um hábito higiênico e uma atitude sanitária ?