A Gnose sagrada ensina que a energia sexual é uma poderosa arma para a autorrealização espiritual. Dentro das energias criadoras, sexuais, existe um potencial capaz de elevar o ser humano aos mais elevados estados de arroubo espiritual.
Esse caminho de uma transcendência erótico-espiritual deve ser alcançado em perfeito equilíbrio e harmonia. Quando o homem ou a mulher partem para extremos (no caso sexual, tanto a frigidez e a impotência quanto o furor sexual), então o verdadeiro prazer que o sexo nos proporciona não poderá jamais ser alcançado.
O excesso de “fogo” sexual, tanto no homem (satirismo) quanto na mulher (furor sexual) pode trazer consequências terríveis para a saúde física, mental e espiritual. Dentro da Medicina Gnóstica, ou Elementoterapia, estuda-se o poder de uma planta que opera verdadeiro milagre para balancear tanto a falta quanto o excesso de libido.
Esta planta, a camomila-silvestre, foi estudada profundamente pelo Venerável Mestre Samael Aun Weor, mestre da Gnose contemporânea. Leiamos o que o Mestre ensina:
“Há uma planta conhecida com o nome de camomila-silvestre, que é o corpo de um elemental solar, intimamente relacionado com a Sabedoria da Cobra.
Esse elemental é pequeno de estatura, de rosto branco e gracioso, olhos expressivos de cor amarela, inteligentíssimo e poderoso.
Ao observá-lo clarividentemente, lembramo-nos da Saga Maria Pastora, a grande Sacerdotisa da Cobra. Esta grande Mestra do Raio Maia usa túnica verde e leva sempre dentro de um tambor uma cobra da mesma cor de seu traje. Todos os grandes iniciados da Cobra usam túnica verde. A cobra tem sete segredos. Também os tem a serpente de nossa Kundalini, que são os Sete Dias Cósmicos do Mahavântara.
Os grandes curandeiros da cobra conseguem enviar uma serpente a seus inimigos para realizar suas vinganças. E se a cobra levar a ordem de morder o inimigo no coração, ou na aorta, cumprirá o mandado e o inimigo morrerá inevitavelmente. O instrumento para essa mágica operação é a majagua ou o líquido do broto da bananeira. Estas coisas são desconhecidas nas cidades.
Concluída essa curta digressão, voltemos ao elemental da Camomila.
É requisito essencial beijar e acariciar amorosa e ternamente a planta antes de arrancá-la ‘surpressivamente’, depois de haver ordenado ao elemental para apagar o ‘furor interno da ninfomaníaca’.
Coloque logo a planta em um prato e exponha, por duas horas, à luz da Lua quando se encontre ao Oriente, e por outras duas horas quando se encontre ao poente.
O marido da enferma levará consigo essa planta durante alguns dias ou horas, e no ato do coito umedecerá a vagina da mulher com o sumo da camomila-silvestre. Desta simples maneira se apagará o excesso de fogo do erotismo sexual.
Essa operação deve ser praticada duas ou três vezes, e para maior eficácia e rapidez do tratamento, dê de tomar à enferma o cozimento da planta.
(Samael Aun Weor, Tratado de Medicina Oculta e Magia Prática)


























