Gnose, ou Gnosis, é o substantivo do verbo gignósko, que significa conhecer.
Gnose é conhecimento superior, interno, espiritual, iniciático. No grego clássico e no grego popular, koiné, seu significado é semelhante ao da palavra epistéme.
Em filosofia, epistéme significa “conhecimento científico”, em oposição a “opinião”, enquanto gnôsis significa conhecimento em oposição à “ignorância”, chamada de ágnoia.
A gnose é um conhecimento que brota do coração de forma misteriosa e intuitiva. É a busca do Conhecimento, não o conhecimento intelectual, mas aquele Conhecimento que dá sentido à vida humana, que a torna plena de significado porque permite o encontro do homem com sua Essência Eterna e maravilhosa.
O objeto do Conhecimento da Gnose é Deus, e tudo o que deriva d’Ele. Toda Gnose parte da aceitação firme na existência de um Deus absolutamente transcendente, existência que não necessita nem pode ser demonstrada por meio dos instrumentos da ciência acadêmica. “Conhecer” significa ser e atuar, na medida do possível ao ser humano, no âmbito do divino.
Por isso, “Conhecer” implica a salvação de todo o mal (Ego) em que possa estar imerso o homem que venha a possuir esse “Conhecimento”.
Gnose é ao mesmo um conceito religioso e psicológico, além de científico, filosófico e artístico. A partir desta visão, o significado da vida aparece como uma transformação e uma visão interior, um processo ligado ao que hoje se conhece como psicologia profunda.
A Gnose – ou Gnosis – pode se manifestar em um dos ramos das Sabedorias: Arte, Ciência, Filosofia e Religião.
O desejo e as tentativas de conseguir amor e felicidade são a saudade inesgotável do Pleroma, ou seja, da Plenitude do Ser, que é o verdadeiro lar da alma. O desejo desse “Conhecimento” é uma nostalgia das origens e procede de um original anelo humano de alcançar a Unidade, do desejo natural, perene e universal, de fusão do homem com o Ser, do qual acredita ter sido originado.
A Gnose é o comportamento religioso que traduz esta profunda e dolorosa sensação que sentem os homens e mulheres pela separação dos polos humano e divino. É, no fundo, uma tentativa de compreensão das relações entre o homem e a Divindade.
Para Jung, muitos gnósticos nada mais eram do que psicólogos: “A gnose é, indubitavelmente, um conhecimento psicológico, cujos conteúdos provêm do inconsciente. Ela chegou às suas percepções através de uma concentração da atenção sobre o chamado ‘fator subjetivo’ que consiste, empiricamente, na ação demonstrável do inconsciente sobre a consciência. Assim se explica o surpreendente paralelismo da simbologia gnóstica com os resultados a que chegou a psicologia profunda”.
Nos tempos da Lemúria, um grande Senhor da Luz, um mago branco, estava para se extraviar pelo Caminho negro. Eu o admoestei com meus conselhos a fim de detê-lo, mas ele insistia em seus propósitos.
Fui obrigado a operar com o elemental da piteira, possuidor de grandes poderes, para impedir a sua funesta decisão.
Ritualizei da maneira já conhecida. Cortei uma de suas folhas, coloquei-a nas palmas de minhas mãos, pronunciei várias vezes os três mantras do elemental da piteira:
Libib Lenoninas Lenonon
E ordenei imperiosamente ao elemental para viajar até o local onde morava o mago branco que corria o perigo de se extraviar pelo caminho negro.
O elemental tomou a forma de um cabrito e submergiu na atmosfera do mago a fim de cumprir exatamente as ordens que lhe dei: desintegrar os maus pensamentos e fortificar os bons.
Recordo-me de outro caso curioso ocorrido nos primeiros tempos da América do Sul. Um pai levou-me seu filho, um menino de certa idade, para que eu o medicasse. O menino havia sido gravemente atingido pela peste e o fatal desenlace era inevitável. Eu curo o menino, disse-lhe, mas como se trata de um caso perdido, quero que tu o cedas para mim como filho adotivo.
O pai aceitou minha proposta. Atuei na ocasião com a piteira. Fiz o círculo, bendisse a planta, pronunciei seus três mantras, Libib Lenoninas Lenonon, e ordenei ao elemental curar o menino da terrível peste.
Extraí as raízes da piteira e preparei um cozimento. Conforme a água fervia, abençoava a panela e ordenava ao elemental: trabalhai, curai o enfermo… e o menino recobrou a saúde rapidamente.
O elemental da piteira é jupiterianoe possui grandes poderes ocultos.
Durante o governo dos últimos césares de Roma, estando ali encarnado e tendo a fama de mago, fui chamado pelo césar para que o ajudasse a desfazer-se do político, inimigo mortal seu. Aceitei o encargo e operei com o elemental do maguei.
Aproximei-me da planta, abençoei-a, caminhei em círculo ao seu redor, da direita para a esquerda, cortei uma folha, mantive-a em minhas mãos para pronunciar os três mantras: Libib Lenoninas Lenonon e ordenei imperiosamente ao elemental para que se transladasse para onde estava o inimigo do césar, desintegrasse seus pensamentos de ódio e infundisse-lhe amor para com seu soberano.
O resultado foi surpreendente. Poucos dias depois reconciliaram-se os dois inimigos mortais.
Quem imagina que a sigla INRI foi criada somente na crucificação de Jesus, engana-se. Vemos o uso do mantra Inri secretamente entre os egípcios, os pársis (adoradores do Fogo no Irã), e mesmo entre os maias, astecas e incas (o deus Sol entre eles era chamado de INTI, uma variação de Inri). E entre os judeus pré-Jesus o Inri era entoado secretamente durante certos rituais entre os Essênios e os Ebionitas.
Alguns autores dão suas explicações particulares.Eliphas Levi afirma que este mantra sagrado significa Isis Naturae Regina Ineffabilis. Os primitivos Magi (os Iniciados persas) formavam com estas quatro letras três aforismos distintos: Ignem Natura Regenerando Integrat; Igne natura Renovatur Integrat; e Igne Nitrum Roris Invenitur.
Os significados para o Inri não param aí: outros devem ter e outros poderão advir, pois apercebe-se que ela já se tomou mística e a imaginação do homem não tem limites. E quando algo dessa natureza está envolto também em mistérios, mais surpresas nos reservam. Daqui a algum tempo, possivelmente, documentos guardados por sociedades iniciáticas darão outras interpretações para o tetragrama Inri.
Os Ebionitas e o Inri
Quem eram os Ebionitas? O desenvolvimento desta seita vem desde a época do profeta Samuel, século 9º a.C., até o século 2º d.C. Esse profeta, que, a pedido do povo, instituiu a monarquia e proclamou Saul o primeiro rei de Israel, foi o fundador dessa seita, cujo nome significa “Humildes”. Era formada principalmente por jovens intelectuais e visava ensinar por meio de práticas místicas e exemplos. Grandes profetas aí se formaram, destacando-se Isaías, Oseias, Miqueias, Habacuc e Amós, entre outros.
Os eleitos que atingiam o último grau ficavam encarregados de propagar a seita através de ensinamentos, instruindo e moralizando o povo. Reuniam-se em lugares altos, executavam cantos e danças sagradas ao som de harpas, flautas e violinos. O povo vinha em grande número ouvir as músicas, geralmente seguidas de emocionadas prédicas contra os vícios, a favor das virtudes, pela justiça e pela verdade.
Morto Samuel, a Ordem é seguidamente chefiada por Natã e Elias. Morto este último, vem a escolha recair em Oseias, escolhido entre ele mesmo, Isaías, Miqueias e Amós.
Sob a direção de Oseias, a Ordem deu ênfase a práticas de caridade, exercício de justiça, piedade para os desgraçados, defesa das viúvas, proteção aos órfãos, amor aos estrangeiros, atos que, diziam, agradavam a Deus mais que qualquer culto.
Declaravam que o homem foi dotado de pensamento e conhecimento para executar tarefas e proclamavam ainda que a vida do homem é uma larga agonia e que somente as dificuldades ficam enquanto os prazeres são efêmeros. A vida não é mais do que um sofrimento eterno do nascer ao morrer e seu único lenitivo era a prática da virtude, da consciência limpa e do coração puro.
Os ebionitas também tinham sinais de reconhecimento. As reuniões e trabalhos começavam como em determinadas sociedades secretas. Quando perguntados “sois ebionita?”, a resposta era “três me iniciaram, cinco me completaram e sete me fizeram perfeito”. O chefe, mestre, ensinava que esses números eram sagrados desde a Antiguidade e que Moisés os usava de forma misteriosa, ao abençoar o povo pelos sacerdotes, seja uma bênção que continha três palavras, uma segunda bênção cinco e uma terceira bênção sete palavras.
Na entrada das reuniões cada ebionita repetia os números 3, 5 e 7, aos quais o Mestre respondia: “Filho bendito do nome sagrado, o sublime número 9, simbolizado na verdade, é o último ideal do esforço humano, o símbolo da verdade divina; podes entrar e iluminar-te com as luzes celestes que aclaram esta assembleia de sábios”.
Ao terminar a reunião, o mestre dizia: “Lembremo-nos de que somos ebionitas, os mais humildes e modestos servidores de Deus, da verdade e da justiça”. Tinham seus signos e senhas e ainda usavam, tudo indica, quando reunidos, sobre a cabeça uma peça de pano bordado com um quadrado entrelaçado com um triângulo em cujo centro estavam as letras YOD, NUN, RESH, YOD, que, pelo alfabeto latino se traduz por INRI, dando a entender que eles eram adeptos da Alquimia Crística, da manipulação do Fogo de Pentecostes, do Fogo sagrado que a tudo regenera, especialmente os elementos naturais: Ar, Fogo, Água e Terra.
Samael e o INRI
“Convém que entendamos melhor o que é o Cristo! Que não nos contentemos em recordar a questão meramente histórica porque o Cristo é uma realidade de instante em instante, de momento em momento, de segundo em segundo. Ele é o Criador! O fogo tem o poder de criar os átomos e de desintegrá-los, o poder de dirigir as forças cósmicas universais etc. O fogo tem poder para unir todos os átomos e criar universos, assim como tem o poder para desintegrar universos: O mundo é uma bola de fogo que se acende e se apaga segundo Leis.
Assim que o Cristo é o fogo. Por isso, se vê sobre a cruz as quatro letras: Inri, as quais significam: Ignis Natura Renovatur Integram, e que equivalem à frase: O fogo renova incessantemente a natureza.
Agora, creio que estão entendendo por que a nós interessa a assinatura astral do fogo, a chama da chama, o oculto, o aspecto esotérico do fogo. É que na realidade o fogo é crístico. Ele tem poder para transformar tudo o que é, tudo o que foi e tudo o que será. Inrié o que nos interessa. Sem Inri não é possível que nós nos cristifiquemos.
Já foi dito que o Cristo Íntimo, o Cristo Cósmico, tem de dar três passos, de cima para baixo e através das sete regiões do Universo. Também disse que o Cristo deve dar três passos de baixo para cima. Eis aqui o mistério dos três passos e dos sete passos da Maçonaria. É uma lástima que os irmãos maçons tenham esquecido isto. Em todo caso, o Crestos, o Logos, resplandece no zênite da meia-noite espiritual.
Tanto no ocaso como no oriente, cada uma destas três posições é respeitada nas sete regiões. O místico que se guia pela estrela da meia-noite, pelo Sol Espiritual, sabe o que significam esses três passos dentro das sete regiões. Pensamos também no sol, no raio e no fogo. Eis aqui as três luminárias, os três aspectos do Logos, nas sete regiões.
Quando o uno se desdobra no dois, surge o terceiro e este é o fogo que cria e volta novamente a criar. Esse terceiro pode criar com o poder da palavra, com a palavra solar ou palavra mágica, com a palavra do Sol Central. Assim cria o Logos.
É por meio do fogo que podemos nos cristificar. Inutilmente terá nascido o Cristo em Belém se não nascer em nosso coração também. Inutilmente terá sido crucificado, morto e ressuscitado na Terra Santa se não nascer, morrer e ressuscitar também em nos.
Precisamos encarnar o Crestos Cósmico, o espírito do fogo, torná-lo carne em nós. Enquanto não o tivermos feito, estaremos mortos para as coisas do espírito porque Ele é a vida, o Logos, a Grande Palavra… Heru Pa-kroat.
Ele é Vishnu. A palavra Vishnu vem da raiz vish, que significa penetrar. Ele penetra em tudo o que é, foi e será. É preciso que penetre em nós para que nos transforme radicalmente. Somente através do Fogo conseguiremos aniquilar o Ego. Quem pretender aniquilar o Ego unicamente com o intelecto seguirá pelo caminho do erro.”
INRI e o Mistério da Cruz
A Cruz tem 4 pontas. A Cruz da Iniciação é fálica, a inserção do phalus vertical no ctéis feminino formam a Cruz. É a Cruz da Iniciação que devemos jogar sobre nossos ombros.
Devemos compreender que com suas 4 pontas simboliza os 4 Pontos Cardeais da Terra (Norte, Sul, Oriente e Ocidente). As 4 Idades (Ouro, Prata, Cobre e Ferro). As 4 Estações do ano. As 4 Fases da Luna. Os 4 Caminhos (Ciência, Filosofia, Arte e Religião). Ao falar dos 4 Caminhos devemos compreender que todos são um só, este caminho é o Caminho Apertado, estreito, do Fio da Navalha, o Caminho da Revolução da Consciência.
A Cruz é o hieroglifo antigo, Alquímico, do Crisol (creuset) ao qual antes se chamava, em francês, cruzel, crucibile, croiset. Em Latim, crucibulum crisol, que tinha por raiz crux, crucis, cruz. É evidente que tudo isso nos convida à reflexão.
É no crisol onde a matéria-prima da Grande Obra sofre com infinita paciência a Paixão do Senhor. No erótico crisol da Alquimia Sexual morre o Ego e renasce a Ave Fênix entre suas próprias cinzas: INRI, In Necis Renascere Integer (Na Morte renascer intacto e puro).
A Cruz também revela a “Quadratura do Círculo”, a chave do Movimento Perpétuo. Esse Movimento Perpétuo só é possível mediante a Força Sexual do Terceiro Logos. Se a Energia do Terceiro Logos deixasse de fluir no Universo, o Movimento Perpétuo terminaria e viria el desordenamento cósmico. O Terceiro Logos organiza o vórtice fundamental de todo o Universo nascente, e o vórtice infínitesimal do Átomo Ultérrimo de qualquer criação.
PazINveRencIal
O Poder Renovador do Mantra INRI
Sugestão de prática: Coloque à sua frente, num local confortável (pode ser seu quarto) uma vela, da cor branca ou se possível amarela. Acenda essa vela e inicie a oração, suplicando ao Cristo que reside no mais profundo de seu íntimo para que o ajude nesta prática esotérica. Sente-se à frente da vela acesa e peça ao Cristo Íntimo uma profunda mudança em sua vida.
Suplique ao Cristo para que se utilize do Fogo para que Ele Renove Incessantemente sua Natureza Interna. Suplique ao Cristo Íntimo Cura, Força, Iluminação e o Despertar da Consciência Divina em sua Alma.
Em seguida, vocalize tantas vezes quantas desejar o mantra INRI.
Prolongue cada letra, sentindo o poder desse mantra dentro de sua própria Alma, purificando, renovando e iluminando seu Caminho rumo à Iluminação.
iiiiiiiiiiiinnnnnnnnnnnnrrrrrrrrrrrriiiiiiiiiiii…
Autor: Ali Onaissi, jornalista, escritor e coordenador do portal GnosisOnLine
Em questões de Anatomia e de Biologia, os atlantes fizeram progressos que nem remotamente suspeitamos: “KETABEL, a dos tristes destinos”, uma Rainha atlante, conseguiu conservar-se viva (e com toda sua juventude) por milhares de anos. Desgraçadamente (e eis aqui como se iniciou a decadência da civilização Atlante), ela estabeleceu uma “Antropofagia Solar”, digna de lamentação.
Assim começou a degeneração, ou involução, dos atlantes.
Foram sacrificados então donzelas, jovens etc., aos Deuses, com tais propósitos. Logo, esses cadáveres (qualquer cadáver jovem sacrificado) era levado ao laboratório e ali extraíam determinadas glândulas que a famosa Ketabel, “a dos tristes destinos”, necessitava, e essas glândulas serviam para substituir as glândulas gastas de Ketabel.
Porém, não eram extraídas somente as glândulas dos cadáveres, simplesmente as glândulas físicas, não. Hoje, os famosos cientistas modernos estão tão degenerados que já nem sabem manejar os Princípios da Vida. Os sábios atlantes, sim, sabiam manejar os PRINCÍPIOS VITAIS, contidos nas glândulas endócrinas.
Os sábios atlantes não ignoravam que as vibrações do Éter , ou melhor, os TATTWAS, entram nas glândulas endócrinas (ou microlaboratórios que produzem hormônios), e jamais voltam a sair dali porque se transformam em hormônios. Isso jamais foi ignorado pelos sábios atlantes.
Sabiam manejar esses Tattwas, ou Vibrações do Éter Universal. Quando faziam um transplante em Ketabel, faziam-no conjuntamente com o manejo dos Tattwas, manipulavam as Vibrações do Éter ou Princípios da Vida.
De maneira que esses cientistas eram imensamente superiores aos endocrinologistas modernos, que nada sabem dessas coisas, que ignoram até mesmo a existência dos Tattwas, pois nunca se dignaram a estudar Rama Prasad ou ao doutor Krumm-Heller…
Rainha Ketabel e Katie King
Até aqui, os ensinamentos do VM Samael Aun Weor sobre essa misteriosa personagem atlante, a Rainha Ketabel… O que poucos sabem é que a “personalidade energética” (não sua Alma, pois esta involuiu aos mundos infernais, por isso era chamada de “a dos tristes destinos”) de Ketabel perdurou ao longo de milênios, e esta voltou a se manifestar ao público graças à ajuda de uma médium inglesa, Florence Cook, posteriormente estudada pelo cientista William Crookes.
Samael afirma que essa entidade não era uma fraude, seja da médium Cook, seja de Crookes, mas sim a personalidade de Ketabel, que se manifestou na presença de diversos estudiosos durante três anos seguidos, não deixando nenhuma sombra de dúvidas sobre a realidade dessa materialização.
Ao final deste texto, você verá as poucas fotos (das 44 tiradas originalmente) que restaram, pois a grande maioria foi destruída no bombardeio alemão sobre Londres durante a Segunda Guerra Mundial.
Katie King e a Luz
Perguntaram um dia a Katie King (entidade que se materializava através da médium srta. Cook) por que não podia mostrar-se sob uma luz mais forte (ela só permitia aceso um bico de gás e esse mesmo com a chama muito baixa). A pergunta pareceu irritá-la, enormemente. Respondeu assim: “Já vos tenho declarado muitas vezes que não me é possível suportar a claridade de uma luz intensa. Não sei por que me é isso impossível; entretanto, se duvidais de minhas palavras, acendei todas as luzes e vereis o que acontecerá. Previno-vos, porém, de que se me submeterdes a essa prova, não mais poderei reaparecer diante de vós. Escolhei”.
As pessoas presentes consultaram entre si e decidiram tentar a experiência, a fim de verem o que sucederia. Queríamos tirar definitivamente a limpo a questão de saber se uma iluminação mais forte embaraçaria o fenômeno de materialização. Katie teve aviso da nossa decisão e consentiu na experiência. Soubemos mais tarde que lhe havíamos causado grande sofrimento.
O “espírito” Katie colocou-se de pé junto à parede e abriu os braços em cruz, aguardando a sua dissolução. Acenderam-se os três bicos de gás (a sala media cerca de dezesseis pés quadrados).
Foi extraordinário o efeito produzido sobre Katie King, que apenas por um instante resistiu à claridade. Vimo-la em seguida fundir-se, como uma boneca de cera junto de ardentes chamas. Primeiro, apagaram-se-lhe os traços fisionômicos, que não mais se distinguiam. Os olhos enterraram-se nas órbitas, o nariz desapareceu, a testa como entrou pela cabeça. Depois, todos os membros cederam e o corpo inteiro se achatou, qual um edifício que desmorona.
Nada mais restava do que a cabeça sobre o tapete e, por fim, um pouco de pano branco, que também desapareceu, como se o houvessem puxado subitamente. Conservamo-nos alguns momentos com os olhos fitos no lugar onde Katie deixara de ser vista.
Esta é a história (factual) do Selo da Luz, entregue por um Alto Iniciado maia ao VM Samael Aun Weor, como símbolo da finalização da Grande Obra por parte de Samael.
No mês de novembro de 2002 tive uma experiência interna na qual me fez tomar a decisão de, a todo custo, visitar a Bolívia e conhecer um pequeno objeto de argila queimada, chamado no gnosticismo samaeliano de “o selo de finalização da Grande Obra de Samael”. Antes de falar de minhas experiências internas e as de um instrutor gnóstico boliviano, devo aclarar o que é este Selo.
O mestre Samael, ao finalizar seus trabalhos iniciáticos de autorrealização interior, recebeu as orientações especiais de um poderoso e grande mestre maia, um indígena humilde, mas poderosíssimo internamente, cujo nome ou aparência ninguém conhece nem jamais conhecerá.
Samael e esse grande mestre maia encontraram-se no sítio arqueológico de El Tajín, um sítio arqueológico situado a sudeste do México, no estado de Veracruz.
Sítio arqueológico de El Tajín, onde Samael recebeu o Selo da Luz. Tajín significa “lugar dos seres ou espíritos invisíveis”
Ninguém saberá quem é ou quem foi esse mestre, pois seus grandiosos trabalhos são ocultos, internos, e não públicos. Este mestre maia foi o encarregado de orientar o mestre Samael em seus últimos processos de autorrealização e, finalmente, como “diploma” dessa finalização iniciática, da vitória nas provas esotéricas avançadas, o Samael recebeu desse ser um símbolo sagrado.
Sua aparência inicial nos lembra o saiote da Divina Mãe Morte Coatlicue, feito de serpentes cascavéis. Esse saiote finaliza com 10 cabeças de serpente, representando os 10 Sefirotes ungidos pelas serpentes de fogo e de luz.
O Selo sagrado aparentemente é frágil, feito de argila queimada, não passa de uma plaqueta com alguns símbolos e ranhuras. No entanto, esta aparente plaquetinha de argila é, nos mundos internos, um selo de ouro puro, um poderosíssimo irradiador de energia ígnea, uma força que afeta nossos corpos sutis, iluminando nossa consciência.
Quem conhece o poder interno do Selo de Samael sabe que sua aura tem um diâmetro de mais de 500 metros, e ele irradia uma luz e uma energia ígnea fortíssimas.
Afirma-se que o Selo tem a capacidade de queimar quem não está preparado, mas também de acelerar o trabalho interno de quem é sério em seus anelos superiores. A missão atual do Selo, que não será pública, é a de reencaminhar o estudantado gnóstico ao verdadeiro e superior trabalho interno, e fazer com que todos os gnósticos conheçam verdadeiramente quem é o Avatar e o Guia da Nova Era Aquária.
Os missionários, instrutores, sacerdotes e líderes institucionais gnósticos precisam conscientizar-se de quem é realmente o Cristo Vermelho da Era de Aquárius. Não há nem dois nem três Patriarcas, somente o “Quinto dos Sete”, o Avatar e o Mensageiro do Quinto Evangelho Aquariano: Samael Aun Weor!
Depois de períodos conturbados nas instituições gnósticas, onde muitos pseudomestres e pseudopatriarcas apareceram querendo se impor à família gnóstica, eis que surge o Selo de Samael para mostrar que o ÚNICO GUIA, o ÚNICO PATRIARCA, da Irmandade Gnóstica é o Venerável Mestre Samael Aun Weor.
O Selo de Samaelnão veio para criar desentendimentos, não tem como finalidade criar dissensões ou algo do estilo. Ele está próximo da comunidade gnóstica brasileira, num local oculto, e ali permanecerá, bastante reservado, para cumprir com sua missão, que é oculta, interna e superior.
Mas, certamente, a notícia de sua presença no Brasil trará conforto e alegria nos corações dos verdadeiros devotos da senda, pois ele, o Selo sagrado, será um símbolo de fraternidade sincera e incondicional.
A Ordem Interna
Dizem que todos temos sonhos, e que nossa vida consiste em tornar esses sonhos realidade.
Tive uma experiência interna clara e absolutamente lúcida num dia qualquer de novembro de 2002. Nessa experiência apareceram três mestres maias que me indicaram o local onde estaria o Selo de Samael. Perguntei a eles que Selo era esse e que local ele estava. Instantaneamente fui transportado à Bolívia, à frente de uma caverna profunda e muito escura.
Dentro dessa caverna ocorreram situações que não cabe detalhar agora, mas, ao final, duas mãos bastante brancas surgiram do meio da caverna e me entregaram o Selo.
Perguntei aos três mestres maias qual o segredo encerrado no Selo e eles disseram que o Selo possui, basicamente, dois segredos, um deles que se torna público a partir de agora, e que diz respeito à divulgação da finalização dos trabalhos internos do mestre Samael, e o outro é totalmente oculto. Este aspecto oculto só o conhecerão aqueles que despertarem totalmente suas consciências… Logo abaixo, você, caríssimo leitor, descobrirá alguns aspectos desses segredos do Selo.
Bem, passada essa experiência impactante, comentei tudo ao missionário gnóstico e secretário particular do Mestre Samael, Fernando Salazar Bañol, o guardião do Selo, o qual foi entregue pelo próprio mestre Samael a ele, Fernando. Intuitivamente, Salazar Bañol disse que isso não era um simples sonho ou uma simples experiência, mas um sinal, e que outros possivelmente viriam.
Dito e feito, 9 dias depois veio a segunda experiência, referente à Igreja Gnóstica, a qual não posso revelar seu conteúdo. E um terceiro sinal veio depois de mais 9 dias, com mais informações internas que nos obrigaram a admitir que o Selo deveria vir ao Brasil.
Mas como trazer esse Selo sagrado que estava protegido no Templo Gnóstico Subterrâneo de Gob, na Bolívia, se ninguém conhecido tinha condições financeiras para ir buscá-lo? Comentamos o caso a mais três instrutores gnósticos, membros do Instituto Michael (o qual eu era o fundador e dirigente), e todos nós, de forma muito entusiasmada, nos dispusemos a obter recursos financeiros para que o Selo pudesse vir ao Brasil.
Assim foi feito, criamos eventos, nos endividamos, pedimos a ajuda dos céus e dos mestres da Fraternidade Branca para o pleno êxito de tal empreitada. E uma das que mais se empenharam para que essa viagem se tornasse exitosa foi a minha querida esposa Sueli Bressan, que não poupou esforços para administrar as finanças da empreitada…
Finalmente, em 22 de novembro embarquei no Aeroporto Internacional de Guarulhos para um tour esotérico, rumo à Bolívia.
Depois de algumas peripécias e visitas ao templo de Tiahuanaco, onde há um monumento grandioso em honra à Pachamama (a divina Mãe Terra) e às igrejas majestosas de Sucre, finalmente chegamos aonde se encontra o Templo Subterrâneo de Gob.
Durante o ritual de entrega do Selo, o qual não posso detalhar por motivo de “segredo iniciático”, o guardião boliviano do Selo entregou-me o objeto sagrado, tão caro à comunidade gnóstica mundial. No exato momento em que o imponente sacerdote entregou o Selo, vi as mesmas mãos brancas que vislumbrei em minha primeira experiência.
Era ele, o guardião boliviano, que se apresentara naquela noite; eis que um dos sinais havia sido revelado. Esse sacerdote respeitável, e que merece todo o meu carinho e belas recordações, chama-se Juan Eduardo Ibarnegaray.
Quando o sacerdote da Igreja Gnóstica Juan Eduardo me recebeu, ele afirmou solenemente que um dia antes de minha pessoa desembarcar em La Paz, havia se lembrado de uma experiência tida por ele há exatos 20 anos. Que experiência interna foi essa? Em seguida transcrevemos essa experiência, com a sua devida autorização.
Ibarnegaray teve uma experiência interna com Samael, na qual se via o rosto do mestre lá no céu, porém pintado com as três cores da bandeira boliviana (amarela, verde e vermelha). O rosto pintado do mestre estava olhando para o Brasil, em direção à capital brasileira (Brasília), mais precisamente em direção ao Monumento dos Candangos, o qual simboliza a União, o Trabalho em Conjunto e a Fraternidade…
Somente com a minha vinda à Bolívia e com tudo o que lhe foi explicado é que Juan compreendeu, 20 anos depois, o real significado dessa sua experiência. O sinal havia sido então identificado: o Selo de Samael cumprira, finalmente, sua missão nas sagradas terras dos povos tiawanacotas (a Bolívia) e deveria, agora, cumprir uma missão, numa oitava superior, em terras brasileiras. Como, por que e até quando? Só Deus e a Grande Fraternidade Branca sabem!
O mais importante, agora, é que o Selo de Samael está no Brasil para realizar um trabalho Teúrgico-Iniciático grandioso nas Almas e nas Consciências dos estudantes gnósticos e de todos aqueles que anelam sua autorrealização interior profunda.
Mas, lembrando: o Seloé um canalizador de energia cósmica, dos Mundos Superiores, mas o trabalho e o superesforço íntimo, a disciplina esotérica e o sacrifício místico ainda continuam sendo nossos, tão somente nossos.
O trabalho interno ainda continua sendo de nossa inteira e absoluta responsabilidade, de mais ninguém nem nada. O Selo não autorrealizará ninguém, mas servirá de ajuda e de incentivo às partes superiores de nosso Ser para que lutem intensamente por nossa autorrealização.
Eis, portanto, irmãs e irmãos gnósticos, a grande novidade vinda das maravilhosas terras bolivianas: está entre nós o Selo de Finalização da Grande Obra de Samael Aun Weor, o único e autêntico Avatar e mestre iniciador da Era de Aquário.
Com alegria no coração, um sacerdote gnóstico! AMON
P.S.: Nove dias após sair do Brasil, retornei ao Aeroporto de Guarulhos (SP) com a relíquia no bolso da minha camisa… eu não queria me afastar nem um único centímetro da Grande Relíquia Gnóstica.
No Aeroporto, estavam me aguardando Salazar Bañol e mais alguns irmãos gnósticos, ansiosos por rever ou conhecer o Selo da Luz. Após os abraços e saudações, entreguei finalmente o Selo nas mãos de seu guardião, Fernando, o que retornou, juntamente com os demais irmãos, para sua casa, situada na capital paulista.
O impressionante, caríssimos leitores, é que tão logo entreguei o Selo a Fernando, meia hora depois desatou uma tempestade impressionante sobre a cidade. Coincidência? Casualidade? Ou a Mãe Natureza se regozijava de ver o Selo da Luz chegando a São Paulo e novamente nas mãos de seu Guardião?
Quem É Samael
Samael é o Anjo que representa a Severidade de Deus, a Força Liberadora do Cosmos e a Vontade Divina, porém o poder para lograr a Vitória de toda a Adversidade e Adversários com a Força da Virtude e seu grande Poder. Seus atributos podem ser uma espada, uma lança ou um martelo.
Samael é o anjo que rege a Força do corpo celeste de Marte e, por isso, está relacionado com a coragem, o valor e a luta para enfrentar-se a qualquer coisa. Samael é o grande protetor ante os perigos dos planos físico e não físicos. Básico potencializador da saúde e do amor, são as características-chave às quais você pode recorrer para pedir a este Anjo Poderoso.
Ele ajuda a suportar melhor a dor e as provas, e incentiva a sã busca pela autorrealização íntima, assim como as capacidades de organização e livre-iniciativa no trabalho interno.
Protege especialmente do fogo, não só o fogo físico, mas o fogo das paixões, e de qualquer arma cortante, especialmente das forças negativas egoicas. Suas cores são o vermelho brilhante, o púrpura e o azul, assim que se você quiser usar em alguma cerimônia ou invocação, pode potencializar sua força com uma vela de sua cor.
De todas maneiras, também bastará ter presente no seu altar pessoal o Selo de Samael e um Pentagrama Esotérico, que são os símbolos marcianos por excelência.
Em Tempo
Seguindo minhas intuições e observando o momentum em que o mundo atravessa, me sinto no dever de consciência de relatar as três – de quatro – experiências internas relativas ao Selo da Luz:
Segundo Segredo do Selo da Luz
A segunda experiência refere-se a quem seja o Guardião Interno desse Selo. O proprietário é Samael. O guardião momentâneo, fisicamente falando, é o missionário gnóstico Salazar Bañol. E existe um guardião interno de tal Selo? Seu nome nos foi revelado numa daquelas tantas experiências daquele ano: João Batista, o grande mestre ressurrecto e companheiro de Jesus na Terra Santa.
Terceiro Segredo do Selo da Luz
Já a terceira está relacionada aos lugares em que o Selo deve, com o tempo, permanecer: Brasil, Bolívia e Argentina. Esses três lugares precisam dividir a função de “nichos do Selo de Samael” para o benefício da Humanidade, já que a Luz poderosa de tal signo sagrado precisa se irradiar por TODA a América do Sul, e não ficar circunscrita a um só ponto.
O Quarto Segredo
Sim, há um quarto segredo, e este será revelado em seu devido tempo.
Muitas pessoas escrevem para a direção do GnosisOnline com inúmeras perguntas acerca dos ensinamentos sobre Vidas Passadas, Reencarnação, Alma etc. Estamos postando, aqui, perguntas básicas sobre esses e outros temas, como uma espécie de bê-a-bá para que ao lerem outros textos gnósticos, se tenha pleno conhecimento dos fundamentos da Gnose.
A seguir, vai uma entrevista, no formato pergunta-resposta, com o mestre gnóstico VM Samael Aun Weor sobre reencarnação, vidas passadas e outros temas correlatos. Vale a pena ler este texto e aprofundar nossos estudos de autoconhecimento.
Pergunta: Que se entende por reencarnação?
Samael Aun Weor: As pessoas comuns e correntes entendem por reencarnação o regresso a uma nova matriz. Isso significa que nós podemos reincorporar em um novo organismo humano. Não será demais acrescentar que ao regressar voltamos a nascer e a viver na mesma forma e do mesmo modo vivido na existência precedente.
P: Por que não recordamos nada de nossas vidas passadas?
SAW: As pessoas não recordam suas vidas anteriores porque têm a consciência adormecida. Se a tivessem desperta, logicamente se lembrariam de suas vidas anteriores.
P: Quem se reencarna?
SAW: Enquanto alguém tiver possibilidade de salvação, poderá regressar a uma nova matriz para se revestir com outro corpo físico. Porém, quando o caso já for perdido, quando o sujeito se tornou um malvado definitivamente, quando nenhum castigo produz mais resultados úteis, então não volta mais, não lhe é dado mais outro corpo, e assim ele entra nos mundos infernais, onde somente se ouvem o pranto e o ranger de dentes.
P: Como podemos comprovar que regressamos a este mundo outra vez?
SAW: O retorno a este mundo depois da morte para uns é uma teoria, para outros um dogma, uma anedota, uma superstição ou uma crença. No entanto, para aqueles que recordam suas vidas passadas, o retorno é um fato. Isto significa que somente se lembrando de suas vidas anteriores é que alguém poderá evidenciar a crua realidade da reincorporação ou regresso a este Vale de Lágrimas. Porém, repetimos: só é possível recordar as existências anteriores quando se desperta a consciência.
P: Para que voltamos a este mundo?
SAW: Voltamos a este mundo com o propósito de nos aperfeiçoar, pois, infelizmente, somos pecadores e precisamos acabar com nossos erros.
P: O que é que regressa a este mundo dos seres humanos?
SAW: O que retorna a este mundo é a alma do falecido.
P: Os animais e as plantas também regressam a este mundo?
SAW: As almas das plantas, dos animais e das pedras são os elementais da natureza. Eles retornam a este mundo de maneira contínua. Por exemplo, se uma planta seca e morre, o elemental desse vegetal renasce em outra planta. Se um animal morre, o elemental dessa criatura regressa a um novo organismo animal etc.
P: Existe a predestinação?
SAW: Cada alma é o artífice de seu destino. Se alguém pratica o bem, ganha uma boa sorte. Faz-se o mal, renasce neste mundo para sofrer e para pagar tudo o que deve. Assim se explica porque uns nascem em um leito de plumas e outros na desgraça.
P: Gostaria de recordar as minhas vidas passadas, mas como tenho a consciência adormecida, que devo fazer para despertá-la?
SAW: Seguindo a senda da santidade. Eis o caminho para se despertar a consciência. Acaba com teus erros, arrepende-te de tuas más ações, torna-te puro em pensamento, palavra e obra e eu te garanto que quando houveres alcançado a verdadeira santidade, terás despertado a consciência.
P: Por que muitos não creem que tiveram vidas anteriores?
SAW: Alguns não creem simplesmente porque não recordam suas vidas passadas e de fato não se lembram porque tem a consciência adormecida.
P: O senhor se lembra de suas vidas passadas? Constatou de fato que existe a reencarnação?
SAW: É claro que se não recordasse minhas vidas passadas não me atreveria a defender com tanta ênfase a doutrina da reencarnação. Felizmente, lembro-me com bastante clareza todas as vidas que tive no planeta Terra.
P: Quantas vezes alguém pode reencarnar nesta vida?
SAW: Está escrito com letras de ouro no livro da vida que se regressa 108 vezes a este mundo.
P: Por que uns reencarnam como homens e outros como mulheres?
SAW: Tudo depende dos acontecimentos da vida. Às vezes, temos de voltar em corpo feminino e outras vezes em corpo masculino. Sempre de acordo com as ações de nossas experiências anteriores.
P: Por que se diz que por tratar mal os animais pode alguém reencarnar como cavalo, cachorro ou gato?
SAW: As almas perdidas ingressam nos mundos infernais. Ali, como dizem as sagradas escrituras, passam pela Segunda Morte. Somente depois de tal morte é que as almas condenadas ficam limpas de toda mancha. Então podem voltar a este mundo. Evoluem como elementais minerais, ascendendo depois ao estado vegetal, a seguir reincorporam em organismos animais para finalmente reconquistar o estado humano que outrora perderam. Ao chegarem a estas alturas, se lhes concede 108 vidas a fim de que se façam perfeitas. Porém, se fracassam, voltam a repetir todo o processo de novo.
P: A que se deve o fato de alguém estar em certos lugares e ter a sensação de que já os conhece tão bem a ponto de poder descrevê-los com detalhes?
SAW: Esse fenômeno se deve ao fato de que em vidas anteriores já esteve nesses lugares.
P: Quantas vezes se pode reencarnar em corpo humano e quantas vezes em corpo animal, quantas em vegetal e quantas em mineral?
SAW: O retorno dos seres humanos já está devidamente calculado em 108 vezes, porém o Retorno em organismos animais, vegetais ou simplesmente minerais não tem um número exato.
P: Será possível se passar do reino vegetal ao humano ou do animal para o mineral?
SAW: Do reino vegetal se passa para o humano, mas através do reino animal. Isto significa que não podemos saltar porque a natureza não dá saltos. Se o elemental animal degenera, involui, retrocede para o estado mineral, passando antes, naturalmente, pelo estado vegetal.
P: Em que dimensão se encontram os elementais dos reinos vegetal e mineral?
SAW: As criaturas elementais vivem na quarta dimensão da natureza.
P: Somos nós os mesmos seres humanos dos tempos antigos que estamos a nos reencarnar ou alguns têm desaparecido definitivamente?
SAW: A Humanidade atual é muito velha. Está retornando a este mundo há muitos milhares de anos.
P: Quanto tempo um ser humano espera depois de morto para receber um novo corpo?
SAW: Isso depende do destino de cada um. Uns renascem imediatamente e outros levam muito tempo para voltar.
P: Um estudante que tenha começado a despertar sua consciência, ao morrer, pode dar-se conta do processo de reencarnação?
SAW: Quem desperta a consciência não precisa aguardar o momento da morte para recordar as vidas passadas. Ele pode recordá-las em vida, aqui e agora.
P: A Gnose considera justo o fato de que milhões de seres humanos vivam na mais completa ignorância sobre a evolução, a reencarnação, a realização e o despertar da consciência?
SAW: Nós, gnósticos, consideramos injusto que não haja pregadores suficientes, melhor diríamos, missionários em quantidade para levar estes ensinamentos a todas as partes, mas não temos culpa disso. Acontece que à Humanidade só lhe interessa se divertir, ganhar dinheiro e entregar-se aos prazeres. Se as pessoas fossem mais compreensivas, se preocupariam por estes ensinamentos e os divulgariam.
P: O que é a Segunda Morte e o que tem a ver com a reencarnação?
SAW: A Segunda Morte marca o fim de nossas paixões animais nos mundos infernais. Isto significa que no fim os condenados, os perdidos, chegam à pureza original. Quando isso acontece, saem dos abismos infernais que existem no interior da terra. Então, como já dissemos, tais almas tornam a evoluir da pedra até o homem.
P: Quando a Humanidade irá entender o porquê das reencarnações?
SAW: A Humanidade somente poderá entender o porquê das reencarnações no dia em que conseguir despertar a consciência.
P: Por que as pessoas nascem, morrem e voltam sempre a repetir o mesmo disco?
SAW: De fato, as pessoas repetem, como você disse, sempre o mesmo disco. Refiro-me à Lei de Recorrência. Em cada vida, tornamos a repetir tudo o que fizemos na anterior, sofrendo as consequências do bom e do mau praticados na vida passada. Isto é um círculo vicioso: repetição de dramas, de cenas, de amores, reencontro com as mesmas pessoas etc.
P: Como faremos para sair de tanta repetição?
SAW: Conseguimos nos livrar da lei da Recorrência somente através da santificação.
P: Quem nos obriga a tomar um novo corpo físico?
SAW: A este mundo nos mandam os Anjos do Destino. Eles têm anotado em seus livros as nossas boas e más ações.
P: Se depois de morto o corpo, a alma vai para o céu, como afirmam muitas religiões, por que não ficam lá então?
SAW: O céu é um prêmio, uma recompensa pelas nossas boas ações, mas quando a recompensa se esgota, temos de voltar para este mundo.
P: Será certo que existe o inferno?
SAW: O inferno com chamas, aquele fosso com carvões em brasa viva e diabos com garfos, é um símbolo que corresponde a uma tremenda realidade. Existem os mundos infernais, ou mundos inferiores, regiões de amargura no interior do planeta Terra. Nesses abismos vivem as almas perdidas.
P: Se algumas almas vão para o inferno, que poderão fazer para se livrar dessas chamas?
SAW: Ensinar a doutrina para tais almas é nosso dever e seria injusto, como já disse em uma pergunta anterior, não levar o ensinamento gnóstico a todas as regiões do mundo.
P: É verdade que as almas caem em um poço cheio de chamas e não se queimam?
SAW: No interior da terra existe fogo e água. As almas fracassadas se identificam com esses elementos da natureza e sofrem, mas o fogo não pode queimá-las, nem a água afogá-las, porque as almas são incorpóreas, sutis. Olhando de outro ângulo esse assunto de chamas, quero lhe dizer que tais flamas simbolizam nossas paixões animais.
P: Quem viu essas almas e se deu conta de que ali havia almas?
SAW: Qualquer pessoa inteligente sabe que no interior da terra existe fogo líquido. Os vulcões assim o indicam. Não se necessita ser sábio para ver as chamas. Qualquer um pode vê-las nas crateras misturadas com lavas e gases inflamáveis.
P: O que é a região purgatorial?
SAW: As religiões falam do Purgatório e da região purgatorial. Na realidade, existem zonas moleculares inferiores, submersas, situadas além da quarta dimensão. Em tais zonas, muitas almas que aspiram à luz se purificam, eliminando seus pecados.
P: Será verdade que acreditando em Deus se pode escapar do inferno?
SAW: Muitas pessoas acreditam em Deus e não escapam do inferno. Se alguém quiser escapar da região das trevas, terá de tornar-se santo.
P: Será verdade que alguém, aprendendo de memória os capítulos da Bíblia,consegue se livrar do inferno?
SAW: No inferno há muita gente que conhece a Bíblia de cor com pontos e vírgulas.
P: Poderia alguém se salvar apenas acreditando no que está escrito na Bíblia?
SAW: A fé sem obras é fé morta. Precisamos de uma fé viva e esta deve se fundamentar nas boas obras. Urge que vivamos de acordo com os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo.
P: É obrigatória a reencarnação?
SAW: Enquanto não atingirmos a perfeição, os Anjos do Destino nos mandarão para este mundo.
P: A reencarnação favorece a que paguemos por nossas más ações?
SAW: Todos os sofrimentos que temos neste mundo são devidos às más ações de nossas vidas passadas.
P: Sempre regressamos na mesma família?
SAW: O Eu continua em sua própria semente. Isso significa que continuamos em nossos descendentes, isto é, regressamos à mesma família.
Atualmente, a ciência materialista considera o homem apenas em seu aspecto físico, sem levar em conta a existência dos mundos suprafísicos. Outros creem que somos duais, que temos corpo e alma. Há outros, ainda, que admitem a existência do corpo da alma, e do espírito.
Esses corpos são invisíveis para a maioria dos homens pelo fato de estarem adormecidos os nossos sentidos sutis e elevados, que poderiam servir para demonstrar a realidade das dimensões superiores (e também inferiores) da Natureza e do Cosmo.
Em relação aos mundos suprafísicos, a maioria dos homens se encontra em circunstâncias análogas a de um homem nascido cego neste mundo dos sentidos.
Embora esteja envolvido pela luz e pela cor, é incapaz de aperceber-se delas. Para ele, isso não existe e é algo incompreensível, simplesmente porque lhe faltam os sentidos apropriados que lhe permitiriam perceber tais realidades cósmicas.
Objetos físicos todos nós podemos sentir, ver, apalpar, simplesmente por que temos os sentidos físicos que nos capacitam perceber a realidade tridimensional; mas não outras realidades, porque nossos outros sentidos estão atrofiados/adormecidos.
Assim acontece com a maior parte da humanidade. Sentem e veem objetos e ouvem sons do mundo físico, mas outros reinos e planos que unicamente os clarividentes chamam de “mundo superior” são para esta humanidade tão incompreensíveis como a luz e a cor para os cegos de nascença.
Porém, porque o homem cego não pode ver nem a luz nem a cor, isto não é argumento plausível contra a sua existência e realidade. Tampouco teria lógica o argumento de que pelo fato de a maioria das pessoas não poder ver os mundos suprafísicos é que absolutamente ninguém os possa ver. Se o cego adquirir a visão, verá a luz e a cor.
Caso os sentidos superiores dos que atualmente estão cegos para o mundo suprafísico forem despertados com os meios apropriados, estes também poderão ver tais mundos que presentemente lhes são ocultos.
Um estudo de anatomia, para que seja completo, tem de abarcar em seu conjunto os sete corpos do homem, em toda suas inter-relações.
Através do segundo fator, a magia sexual, teremos de construir os corpos existenciais do Ser, tal como para nascer no mundo físico, para criar nosso corpo físico, é necessária a união sexual; assim também, para a criação dos corpos em outras dimensões será também necessária a energia sexual, pois tudo nasce da união dos opostos, do positivo e do negativo, isto ocorre na criação de todos os Universos, do maior (os Cosmos) até os menores (o Ser Humano é um microcosmos).
Na tabela abaixo, observamos os corpos e percebemos que é necessário um corpo para cada dimensão, a situação é a inicial, ou seja, antes de começarmos a trabalhar com a construção dos corpos:
CORPOS – DIMENSÃO – SITUAÇÃO – INICIAL
1º – corpo Físico mundo tridimensional, físico nós o temos, mas está
desequilibrado
2º – corpo Vital mundo vital também o temos
3º – corpo Astral mundo astral (5ª dimensão) temos apenas uma forma lunar,
temos de construí-lo
4º – corpo Mental mundo mental (5ª dimensão) temos apenas uma forma lunar, idem
5º – corpo Causal ou da Vontade mundo causal (6ª dimensão) também não possuímos, está em embrião
6º – corpo Búdico ou da Consciência mundo búdico (6ª dimensão) já construído, mas pertence ao Íntimo
7º – corpo Átmico ou Íntimo 7ª dimensão já construído, idem ao anterior
Salienta-se que essa divisão não é arbitrária, mas necessária, porque a substância de cada um desses corpos está sujeita a leis que, praticamente, não atuam nos outros. Além disso, a matéria desses corpos varia de densidade, sendo o corpo físico o mais denso de todos.
1º – Corpo Físico
Serve para nos manifestarmos no plano tridimensional, chamado comumente plano denso, que é onde a matéria tem sua completa manifestação. É claro que esse veículo adaptado para a zona física não serve para nos manifestarmos em outros planos (salvo em situações esotéricas muito especiais) onde a matéria é mais sutil. Para essas dimensões necessitamos de um veículo apropriado, com as características indispensáveis e acondicionadas às leis que regem essas dimensões.
O Físico é o laboratório, através dele poderemos trabalhar e construir os demais corpos.
2º – Corpo Etérico ou Vital
No organismo humano existe um corpo bioeletromagnético. Este é o corpo vital ou assento vital, chamado também corpo etérico, e no Oriente de Lingam Sharira. É o assento da vida orgânica. Nenhum organismo físico poderia viver sem o corpo vital. Cada átomo do corpo vital penetra dentro de cada átomo do corpo físico para fazê-lo vibrar intensamente.
Ambos os corpos se penetram e compenetram sem, porém, confundir-se. Todos os fenômenos químicos, fisiológicos e biológicos, todo fenômeno de percepção, todo processo metabólico, toda ação das calorias etc., têm sua base no corpo vital. Este tem mais realidade que o físico. Sabemos muito bem que a cada sete anos muda totalmente o físico devido à renovação constante das células.
Ao cabo desse tempo não fica um só átomo antigo em dito corpo. No entanto, o corpo vital não muda. Nele estão contidos todos os átomos da infância, da adolescência, da juventude e ainda da idade adulta e velhice. O corpo físico pertence ao mundo de três dimensões, ao passo que o vital é um corpo da quarta dimensão.
Durante os desdobramentos astrais, o assento vital aproveita para repor no corpo físico as energias perdidas durante o dia. Quando o paciente dorme, o médico se tranquiliza, porque sabe que despertará melhor.
Essa recuperação é devida ao assento vital que está realizando seu trabalho. Na verdade, o corpo vital jamais abandona o físico, salvo no último instante da vida.
O corpo vital está constituído de quatro níveis: a) éter químico, b) de vida, c) luminoso e d) refletor.
a ) Éter Químico:
As forças que produzem a assimilação e a excreção trabalham por meio dele. A assimilação é o processo pelo qual os diferentes elementos nutritivos dos alimentos e da respiração se incorporam ao corpo da planta, do animal e do homem. Essas forças não atuam cega e mecanicamente, mas de forma seletiva, realizando assim as suas finalidades, que são o crescimento e a manutenção do corpo.
A excreção é efetuada por forças da mesma índole, por meio das quais são expulsos os materiais contidos nos alimentos que são impróprios para o corpo, ou são expulsos os que já prestaram toda sua utilidade possível e que, portanto, devem ser eliminados do sistema. Esses processos, como todos os demais que são independentes da vontade do homem, são sábios, seletivos e não puramente mecânicos em sua atuação.
b ) Éter de Vida:
Assim como o éter químico é o condutor ou meio de atuação das forças que têm como finalidade a manutenção da forma individual, o éter de vida é o meio de operação das forças que têm como finalidade a manutenção das espécies, a força de propagação. O éter de vida tem polos positivos e negativos.
As forças que trabalham através do polo positivo são as que atuam na fêmea durante o período de gestação, tornando-a assim capaz de efetuar o trabalho ativo e positivo de formar um novo ser. Por outro lado, as forças que trabalham pelo polo negativo do éter de vida tornam o macho capaz de produzir o sêmen.
c ) Éter luminoso:
Este éter é também positivo e negativo e as forças que atuam pelo seu polo positivo são as que geram o calor do corpo dos animais superiores e do homem, as que os convertem em fontes individuais de calor. As forças que atuam pelo polo negativo do éter luminoso são as que operam através dos sentidos manifestando-se como função passiva da visão, audição, tato, olfato e paladar. São também os que constroem os olhos e os conservam.
Nas plantas, as forças que atuam pelo polo positivo do éter luminoso produzem a circulação da seiva. No inverno, quando o éter luminoso não está carregado de luz solar como no verão, a seiva deixa de correr até o estil. As forças que atuam pelo polo negativo do éter luminoso depositam a clorofila – substância verde das plantas – e dão cor às flores.
d) Éter Refletor:
A imagem mental de uma casa, gerada pela mente do arquiteto, pode ser recuperada, tomando-a da memória da Natureza, ainda mesmo depois de falecido o arquiteto. É que todo conhecimento deixa após uma indestrutível imagem neste éter refletor. Assim como as samambaias gigantescas da infância da Terra deixaram sua marca no carvão petrificado, assim como a marcha dos glaciais que podem ser observados pelos sinais que deixam nas rochas… assim são os pensamentos e atos dos homens que ficam gravados indelevelmente pela Natureza no éter refletor, no qual o clarividente treinado pode ler sua história com uma exatidão proporcional à sua habilidade.
O éter refletor é assim denominado por mais uma razão: as recordações ou imagens que nele se encontram são apenas reflexos das memórias da Natureza. A memória propriamente dita da Natureza encontra-se em um reino muito mais elevado. Nenhum clarividente desenvolvido dá importância à leitura deste éter, porquanto as imagens que ele apresenta são obscuras e vagas comparadas com as que encontram nos reinos superiores.
Leem neste éter os que geralmente não podem fazer outra coisa ou que na realidade não sabem onde estão lendo.
Em geral, os psicômetras e os médiuns obtêm neste éter as suas informações. Até certo tempo, também os estudantes das escolas ocultistas, nos primeiros passos do caminho do desenvolvimento, observam este éter refletor, mas o seu instrutor sempre os previne da influência deste éter como meio de adquirir informações exatas, evitando assim que venha a tirar conclusões errôneas.
Esse éter é o agente pelo qual o pensamento faz impressão sobre o cérebro humano.
Em determinado ponto do processo iniciático, o estudante aprende a liberar os éteres superiores para viajar com eles longe do corpo físico. Inquestionavelmente, as percepções claravidentes e clariaudientes se intensificam extraordinariamente quando observemos em nosso corpo os dois éteres. Tais éteres permitem ao estudante trazer a seu cérebro físico a totalidade das recordações suprassensíveis.
3º – Corpo Astral ou Corpo de Desejos
Este veículo é um corpo mais sutil que o etérico e nele tem sua vivenda os sentimentos e as emoções. Nas horas de vigília, envolve completamente o corpo denso, tendo a aparência de um ovoide luminoso; quando projetado para fora do corpo físico, assume a mesma forma destes.
Durante o sono normalmente abandonamos temporariamente a parte densa do corpo físico utilizando-nos do corpo astral como veículo. Porém, o homem comum e corrente não é consciente do que lhe sucede no mundo astral enquanto dorme em seu corpo físico. Muitas vezes recorda-se parcialmente e dirá que sonhou.
O homem que deixa o corpo físico pelo exercício de sua vontade, o deixa com plena consciência e conhece por conseguinte tudo que o rodeia no mundo astral. Então, utiliza o corpo astral por veículo, como utiliza o corpo físico, tornando-se capaz de estudar os fenômenos do mundo astral tão claramente como quando em seu corpo de carne e osso estuda os fenômenos do mundo físico.
Diz-se que o homem está desperto no mundo astral quando é capaz de valer-se de seu corpo astral como veículo operante de sua consciência, quando observa e discerne os fenômenos astrais como qualquer um de nós pode observar e discernir os fenômenos do mundo físico.
Nesse corpo existe certo número de centros sensoriais que na maioria das pessoas se encontram em estado latente. Na grande maioria das pessoas esses chacras são simples redemoinhos e não têm qualquer atividade como meio de percepção.
Todavia, é possível despertá-los em todas as pessoas, mas, conforme forem os métodos utilizados, assim serão os resultados. Na clarividente involuntário, desenvolvido no sentido negativo e impróprio, esses vórtices de energia giram na direção contrária.
No corpo de desejos de um clarividente voluntário, devidamente desenvolvido, giram na mesma direção dos ponteiros do relógio (quando este é apontado para o nosso corpo). Esta é uma das diferenças fundamentais entre um médium e um clarividente devidamente desenvolvido. Diferenças que trazem implicações sérias do ponto de vista evolutivo do ser humano.
No ser humano comum e corrente, o corpo de desejos é quase completamente desorganizado, sombrio e de natureza lunar, impossibilitando o indivíduo de usufruir de uma série de experiências conscientes.
Num ser completamente desenvolvido, esse corpo é de natureza solar, eletrônica, tendo sido elaborado de forma consciente, através de grandes esforços. Tal corpo lhe possibilitará experiências transcendentais como a saída consciente em corpo astral.
4º – Corpo Mental
Aqueles que supõem que a mente é o cérebro, estão totalmente equivocados. A mente é energética, pode independizar-se da matéria densa, pois é um corpo à parte, constituído de matéria mental. A mente elabora os pensamentos que se expressam por meio de cérebro. Pensamentos, mente e cérebro são três coisas totalmente distintas. Temos de aprender a dominar a mente, submetendo-a à vontade do Ser.
A razão divide a mente entre o batalhar das antíteses; os conceitos antitéticos convertem a mente num campo de batalhas. O processo de racionabilidade extremada rompe as delicadas membranas do corpo mental. O pensamento deve fluir silencioso sereno e integralmente, sem o batalhar das antíteses.
O corpo mental pode viajar através do tempo e do espaço, independentemente do cérebro físico. Neste determinado processo do estudo esotérico, o discípulo aprende a se desdobrar em corpo astral. Já em corpo astral, aprende a abandonar este corpo e a ficar no corpo mental. O corpo mental da raça humana encontra-se até agora na aurora de sua evolução, estando quase completamente desorganizado (corpo mental lunar).
5º – Corpo Causal ou da Vontade
O corpo causal vem a ser o veículo da alma humana. No ser humano comum e corrente, este corpo ainda não está formado, tendo encarnado dentro de si mesmo apenas uma fração da alma humana. Tal fração é denominada Essência; no zen budismo, de “Budhata”.
Podemos e devemos estabelecer diferença entre o seu corpo da vontade de seres humanos comuns e correntes, do tipo lunar, e o corpo da vontade consciente de um mestre. O legítimo corpo da vontade permite ao Adepto realizar ações nascidas da vontade consciente e determinar circunstâncias.
Normalmente, pensamos que temos força de vontade, para realizar tal ou qual coisa ou projeto, porém, na verdade, o que temos é desejo concentrado e, de acordo com esse desejo, efetuamos sacrifícios a fim de lograr, de triunfar.
6º – Corpo Búdico ou da Consciência
Também chamado de “Budhi” ou Alma Divina. É um corpo totalmente radiante que todo ser humano possui, porém, ao qual ainda não está intimamente ligado.
7º – Corpo Átmico ou Íntimo
Chamado também de o Deus Interno, o Real Ser, o Íntimo de cada um.
De forma sintética, podemos ensinar o seguinte: Atman, em si mesmo é o Ser Inefável, o que está além do tempo e da eternidade. Não morre ou se reencarna, é absolutamente perfeito. Atman se desdobra na alma espiritual, esta se desdobrando na alma humana, a alma humana se desdobra na essência e esta se encarna em seus quatro veículos (corpo físico, etérico, astral e mental), se veste com eles.
Devemos trabalhar intensamente para construir ou nos ligar aos Corpos Existenciais do Ser, para podermos ir despertando e vivendo nessas dimensões superiores.
O elemental do jacarandá-mimoso (gualandai, gualanday) usa túnica de cor verde-escura e pertence à sabedoria da serpente.
Lembro-me que lá pelos tempos em que a América do Sul estava unida com os submersos continentes da Lemúria e da Atlântida aconteceu um caso interessante. Uma jovem índia, comprometida com um galã da mesma tribo, sofria horrivelmente em consequência de rixas que ameaçavam frustrar o matrimônio combinado.
Era mago e médico da tribo, fui consultado pela amargurada mulher a quem prometi ajudar. Operei com o elemental do gualandai da seguinte forma:
.
..
…
À saída do sol , com o rosto para o oriente, a cabeça coberta por um manto, aproximei-me do gualandai. Feito o ritual tradicional, colhi dois de seus galhos a fim de simbolizar os dois noivos. Com um ramo em cada mão, de frente para o sítio onde morava o noivo, pronunciei por três vezes o mantra do gualandai:
TISSANDO… TISSANDO… TISSANDO…
E ordenei ao elemental transportar-se à residência dos noivos para acabar com as rixas, harmonizar o casal e não parar com o trabalho até que se cumprisse o comando.
Realizada a operação, coloquei os galhos sobre dois troncos, no chão, e açoitei-os contra os troncos até desprender as folhas, as quais entreguei à noiva para que as cozinhasse com os alimentos do noivo. Eles casaram pouco tempo depois e foram felizes.
Para se destruir as brigas entre pessoas casadas, não há nada mais eficaz do que o ritual do gualandai. Invoca-se e ordena-se ao elemental do gualandai imperiosamente assim:
Tissandooooo, trabalhai intensamente… Tissando, curai o enfermo, sanai seu fígado…
Tissandooooo, harmonizai o matrimônio de… acabai com suas brigas etc.
Não se esqueçam do ritual. Abençoem a planta e ordenem ao elemental o que se deseja. Quando a água do cozimento estiver fervendo, repetem-se as bênçãos e se vocaliza o mantra Tissando.
Para curar o figado, tomam-se três copos todos os dias do seu cozimento, antes das refeições, durante 15 dias.
Para melhor compreensão do que seja o SELO MAIA DA LUZ (entregue por um Mestre Ressurrecto maia ao VM Samael), sugerimos ao estimado leitor que pesquise e estude as obras O Deus Pacal e A Magia das Runas, de Samael Aun Weor.
Em seguida, entregamos um trecho do capítulo 16 do Magia das Runas, para quem ainda não leu esta obra:
Noite divina, eis-me aqui, por fim só comigo mesmo, escutando nas vozes de Isaías teu clamor insinuante que me nomeia.
Noite encantadora, Urânia, vida minha. Por ti estar enfermo é estar são. Todos os contos que divertem o mortal na remota infância nada são para ti. Tu cheiras melhor que fragrância de jardins encantados e és mais diáfana, meu bem, que o diáfano palácio de cristal.
Com fecundo ardor, sem acidente algum, com uma piedade simples, atravessei as ruas da cidade capital do México. Atravessei a cidade à meia-noite entre cristais inefáveis, limpos de toda névoa.
Quem, gritando meu nome, à morada recorre? Quem me chama na noite com tão deliciosa entonação? É um sopro de vento que soluça na torre, é um doce pensamento.
E subi à velha torre da Catedral Metropolitana cantando o meu poema com a voz do silêncio. Perdeu-se a neblina no pico das montanhas. Das terras que sofreram tremendas convulsões, produzidas pelo vômito das lavas das crateras, surgiram como por encanto para o deleite dos olhos Iztaccihuatl e Popocatepetl, os dois legendários vulcões que quais guardiões custodiam o vale do México. E além das longínquas montanhas, vi mundos e inefáveis regiões impossíveis de serem descritos com palavras.
Olha o que te aguarda, disse-me uma voz generosa que dava música ao vento. Canção que ninguém escuta e que vai soando, soando por onde quer que eu vá, e em cujas notas parece que eu sinto minha própria voz.
Ao descer da torre, alguém me seguia, era um chela ou discípulo. Grande foi a minha alegria. Sentia-me embriagado de uma deliciosa voluptuosidade espiritual. Meu corpo nada pesava, movia-me no veículo astral e meu corpo físico há algum tempo que já o abandonara.
No átrio da velha catedral, ao pé dos vetustos muros que tinham sido mudas testemunhas de tantas brigas, malabarismos e desafios durante diversos séculos, vi um variegado e pitoresco conjunto de homens, de mulheres, de meninos e de anciões que por toda parte vendiam suas mercadorias.
Em um ângulo da velha catedral, sentado como um iogue oriental, junto ao muro e sob a antiquada torre, vi um ancião asteca de idade indecifrável a meditar. Um adormecido poderia tê-lo confundido facilmente com mais um mercador.
O venerável tinha diante de si, na fria pedra do piso, um estranho objeto, uma sagrada relíquia asteca. Humilhado, confundido e abatido, prostrei-me reverente diante do santo e venerando indígena. Então, o ancião me abençoou.
O chela, o discípulo, que seguia meus passos, parecia um sonâmbulo. Sua consciência dormia profundamente e sonhava… de repente, algo acontece. Ele inclina-se para pegar algo e sem o menor respeito colhe a intocável relíquia, observa-a em suas mãos com infinita curiosidade e eu fico francamente horrorizado com este procedimento.
Aquilo foi terrível para mim e exclamei: Mas o que é que tu estás fazendo? Estás cometendo um grande sacrilégio. Por Deus, retira-te daqui e deixa esta relíquia em seu lugar.
No entanto, o Mestre cheio de infinita compaixão replicou: Ele não tem culpa, pois está com a consciência adormecida. A seguir, com todo bom samaritano que quer levar ao coração aflito o precioso bálsamo, segurou a cabeça do adormecido neófito e soprou em seu rosto o fohat vivo para que despertasse, porém tudo resultou inútil e o discípulo continuou dormindo, sonhando.
Cheio de profunda amargura disse: e eu que tanto lutei no mundo físico para que despertassem sua consciência, no entanto, continuam dormindo.
O chela agora assumira uma figura gigantesca. O Eu Pluralizado, o conjunto de distintas entidades, se metera dentro de seus corpos lunares, dando-lhe aquela aparência. Era curioso ver o descomunal gigante de cor cinza caminhando lentamente como um sonâmbulo pelo átrio da antiga catedral.
Ele afastava-se de nós e dirigia-se para sua casa, onde seu corpo físico dormia. Não consegui conter a exclamação: que corpos lunares mais feios!
Mas o venerável ancião, embriagado de compaixão, alertou-me: no templo onde vais entrar agora (um templo jinas, um santuário asteca), há muitos como ele, olha-os todos com simpatia. Claro que os olharei com simpatia, respondi…
Falemos agora da reencarnação. Por acaso, se reencarnam as criaturas lunares? Poderia haver reencarnificação onde não há individualidade?
A doutrina de Krishna no sagrado país do Ganges ensina que somente os Deuses, Semideuses, Heróis, Devas e Titãs se reencarnam. Em outras palavras, diremos que somente os Autorrealizados, aqueles que já encarnaram o Ser, podem reencarnar.
O Ego, o Eu pluralizado, não reencarna porque ele está submetido à lei do Eterno Retorno de todas as coisas. Ele regressa a uma nova matriz, volta para este vale do Samsara, reincorpora-se.
O Deus Pacal
Por Samael Aun Weor
Ahora conviene que extendamos nuestra mirada hasta Palenque, hace tiempo estuve explorando aquella tumba maravillosa, en realidad de verdad, que Palenque ofrece sorpresas magnificas. En el derredor de Palenque, pudimos encontrar toda una ciudad funeraria que esta aún por descubrirse, lástima que multitud de templos y sepulcros estén ahí, aún hoy en día cubiertos totalmente por la selva. Nos maravillamos de todo esto, hubimos de encontrar algunos relatos maravillosos y extraordinarios, entre gente de Palenque.
Me viene a la memoria un caso insólito, el de cierta dama de los Estados Unidos; ella llegó a Palenque y consultó a un amigo nuestro que desde hace muchos años vive ahí dedicado exclusivamente a investigar los asuntos mayas. La dama requirió los servicios de aquél hombre experto en tales cuestiones y éste, como es natural, no pudo negársele a servirle en lo que pudiera. La dama le rogó que le guiara y él se ofreció de buena voluntad a servirle de guía.
Mas he aquí un caso insólito, en los instantes en que el guía se preparaba para subir al automóvil, ella le detiene diciéndole: «Usted es el guía, pero va a tener que obedecerme, yo le diré en qué lugar del bosque necesitamos detenernos»… Claro que el hombre se quedó perplejo, ¿cómo es posible que me pida de guía y luego sucede que es ella la que tiene que guiarme? Al fin, ¿quién es el guía de quién?.
Subieron al automóvil, la dama que era acompañada por su marido, llegando a cierto lugar le ordena detenerse, diciendo: “aquí es”. Claro, nuestro guía estaba asombrado, no sabía de qué se trataba, baja ella del automóvil y le pide al guía que baje también, el marido baja, echan llave al carro y ella dice: “Nos vamos a meter derecho aquí por esta montaña y vamos a dar al lugar”.
Una dama recién llegada de los Estados Unidos procediendo de esa forma, era como para tener al hombre bastante mortificado, confuso, al fin y al cabo no sabía de qué se trataba. La dama, delante de todos, se abrió paso entre la montaña y de pronto se detuvo, “aquí es”, dijo… luego levantó unas piedras y ante el asombro del guía, apareció un esqueleto humano, he ahí un sepulcro. Dijo: “vamos”,,, le siguieron tanto el marido como el guía.
Volvió a su automóvil, regresó al poblado de Palenque, pagó al guía y se fue, nunca se supo más de esta dama.
En medio del bosque, llegué también al lugar, obviamente fue el guía el que me condujo al sitio y me dijo: “aquí hay un centro magnético”, podría usted maestro decirme ¿en qué lugar de este sitio se encuentra el centro magnético? Sentí telepáticamente, que el centro magnético se encontraba precisamente donde estaba el sepulcro, oculto entre las piedras, le dije: “Aquí hay más fuerza magnética”.
¿No habrá por otro lado? – dice el guía -, bueno, vamos a dar la vuelta le dije. Dimos la vuelta, «aquí está el polo contrario del centro magnético», dije. Exclamó el guía: «tiene usted razón maestro, aquí es”. Vamos ahora nuevamente al centro, volvimos, levantó las piedras y… ¡apareció el esqueleto!
Entonces fue cuando el guía me contó la extraña historia que a mi vez relato a ustedes. Hay muchos relatos interesantísimos en Palenque que llaman mucho la atención; el guía aquél está en contacto con los mayas y resulta muy interesante que gentes mayas aún vivan. Se le preguntó, por ejemplo a un anciano: ¿Cuándo cree usted que llegará la gran catástrofe que amenaza al mundo Tierra?
Respondió: -“En el Katun 13”. -¿Tu hijo lo verá? Respuesta: -“No, mi hijo no lo verá”. -¿Tu nieto lo verá? Respuesta: -“Sí, mi nieto lo verá”. -¿En qué año entra el Katun 13? Respuesta: “En el año 2043”.
Realmente se aguarda una gran catástrofe y los mayas están bien informados, alguien por ahí cuyo nombre no menciono, alta autoridad en cuestión de antropología meramente oficial, profana, afirmó: «que los mayas no tenían conocimientos astronómicos, que eran gentes ignorantes», pero la realidad de las cosas es que conocen la astronomía a fondo detenidamente.
Aún hoy en día, se la pasan haciendo grandes cálculos matemáticos, los mayas enseñaron al amigo mío, “al guía” un sistema por ejemplo: a base de granos de maíz y café con el que se hacen operaciones aritméticas en cuestiones de milésimas de segundos.
Se presentó por ahí un gran experto en matemáticas, ¡un gran profesor!, mi amigo le dijo: “Usted podrá usar muy bien las computadoras, es un profesor de matemáticas, pero yo le reto a que hagamos una operación matemática, voy a usar los procedimientos mayas, con granos de maíz y café, y usted use su computadora”». El hombre dijo: “Realmente usted podrá saber mucho pero me está faltando al respeto”…
“No señor, yo no estoy tratando de faltarle al respeto únicamente quiero demostrarle a usted, que los mayas son expertos en matemáticas, y que mientras ustedes manejan una computadora para hacer sus cálculos, aquí se hacen los mismos cálculos más rápidamente que en cualquier computadora, y si quiere usted, hagamos el experimento”.
El profesor aquél, lleno de tremendo orgullo prefirió guardar silencio y se retiró mirando su reloj, se le hacía muy tarde, dijo, y se fue. Vean ustedes pues, que los mayas no son ignorantes como suponen las gentes, se equivocan, los Mayas realmente se pasan el tiempo haciendo cálculos astronómicos. Y saben que se acerca a la Tierra un mundo, que los mismos hombres de ciencia ya bautizaron con el nombre de “Barnard I”; ese mundo pertenece a otro sistema solar, tiene una órbita enorme y se acerca peligrosamente a nuestro mundo Tierra.
Cuando Barnard I sea visible a simple vista se producirán acontecimientos catastróficos extraordinarios, esto no lo ignoran los Mayas. Entonces, tal como está escrito en el Katun 13, aquél gigantesco mundo, por fuerza magnética atraerá hacia la superficie de nuestra Tierra a todo el fuego líquido, brotarán volcanes por aquí, por acá y se producirán terribles terremotos y grandes cataclismos, esto será, según los Mayas en el Katun 13, año 2043. Se están preparando para este evento y dicen: “Mi hijo no lo verá, mi nieto lo verá”.
Así que ellos son sabios en gran manera. De acuerdo con sus doctrinas está escrito de que: “En el máximum de acercamiento de Barnard I”, se producirá una revolución de los ejes de la Tierra, los mares cambiarán de lecho y las tierras actuales serán devoradas por los océanos, esto es un cambio radical en toda la fisonomía geológica de nuestro mundo.
Lo más asombroso es que los Mayas desde tiempos antiguos enjuiciaron a la humanidad actual, ellos dicen que acercándose el Katun 13 se verían por las calles de todas las ciudades del mundo hombres de dos días, que serían la vergüenza de esta raza. Escudriñando un poco sobre esos citados hombres de dos días, venimos al fin a descubrir de que se trataba de los homosexuales, el mundo todo sería pervertido por el homosexualismo y el lesbianismo, cosa que se está cumpliendo actualmente.
El gran Incendio Universal pronosticado por Nostradamus, ya está escrito en el Katun 13 de los Mayas, ellos dicen que: “El fuego como sangre arderá por todas partes y que quemará todo aquello que tenga vida”. Así es que los Mayas no ignoran nada de todo esto que está por venir.
Bien, estuve en el sepulcro del Dios Pacal, me pareció extraordinario, obviamente tiene tal sepulcro una gran tapa de piedra debidamente burilada, cincelada. Don Pedro Ferriz, distinguido caballero dedicado a grandes investigaciones en cuestiones de platillos voladores, hombre serio en estos estudios, supone que esa plancha de piedra que tapa el sepulcro indica que el Dios Pacal de los Mayas, era un astronauta o viajero del espacio.
En eso sí, a pesar de que admiro a Pedro Ferriz, lamento disentir, porque estuve examinando cuidadosamente aquella gran plancha de piedra y pude verificar por mí mismo y en forma directa de que el «Dios Pacal» no era pues un habitante de otro planeta, como don Pedro supone. Aparece sobre la piedra, que pesa varias toneladas y que cubre el sepulcro, una Gran Cruz hecha con cañas de maíz, y esto nos invita a la reflexión, entre los Mayas así como los Nahuas, Zapotecas, Toltecas, etc.
El maíz es sagrado, alegoriza o simboliza a la simiente humana, por ejemplo: en China, India, Japón, etc., la simiente humana está alegorizada o simbolizada por el arroz y en los pueblos cristianos de Europa y de Medio Oriente, la simiente fue alegorizada o simbolizada por el trigo. La cruz hecha de cañas de maíz, obviamente resulta tremendamente significativa, pues bien sabemos nosotros, que la cruz es un instrumento de liberación no únicamente de martirio.
Realmente la inserción del Falus vertical, dentro del Ectais formal, hacen cruz, bien, y si tal cruz es hecha de cañas de maíz, nos está indicando algo extraordinario, es obvio que el Ens Seminis dentro del cual está contenido el Ens Virtutis del fuego, existen poderes extraordinarios.
El Ens Seminis o entidad del semen, o esperma sagrado del ser humano, contiene poderes místicos trascendentales formidables que los Mayas analizaron cuidadosamente en sus estudios, no solamente en Palenque, sino en Can-Cun, en Chichen-Itzá, etc.
Si la gente supiera del poder que existe en el Ens Seminis, jamás gastarían esa energía torpemente, para la satisfacción brutal de las pasiones animales, antes bien, aprenderían a transmutar. Los Mayas conocieron tal ciencia, ellos sabían por ejemplo que: “si no se derramaba el Vaso de Hermes, es decir, si no se cometiera el error de eyacular el Ens-Seminis, éste se transmutaría en energía creadora”.
Así es como el cerebro se seminiza y el semen se cerebriza. Como resultado o secuencia de un proceder así en el hombre resulta una tercera fuerza, profundamente divinal, me refiero al fuego sagrado, cuando éste asciende en la espina dorsal del hombre, nos transforma radicalmente y nos convierte en verdaderos superhombres como el Dios Pacal.
Descendimos las escalinatas que conducen al sepulcro del Dios Pacal; una Piedra Triangular sella la entrada, ahora esa piedra está colocada a un lado, el hecho de que sea triangular tal piedra, nos invita a pensar en muchas piedras triangulares de las catedrales góticas de Europa.
Esa piedra triangular representaría para el mundo cristiano: el Padre, el Hijo y el Espíritu Santo, es decir a las tres fuerzas de la naturaleza: Santo Afirmar, Santo Negar y Santo Conciliar.
Obviamente sin esas tres fuerzas no puede haber ninguna creación, cuando esas tres fuerzas fluyen en direcciones diferentes, no hay creación; surge una nueva unidad cósmica dentro del espacio infinito, cuando esas tres fuerzas coinciden en un punto dado se realiza una creación.
Lo mismo sucede con el Matrimonio Perfecto, el hombre es la fuerza positiva, la mujer la fuerza negativa y la tercera fuerza, el Santo Conciliar, concilia a los dos lados.
Las tres fuerzas unidas realizan una nueva creación y viene al mundo un nuevo hijo, un nuevo vástago. Los Mayas comprendieron todo esto y que la piedra que sella el sepulcro, que sella la entrada del Dios Pacal es triangular resulta interesante.
Hay un Pectoral que aparece muy bien hecho sobre el pecho del «Dios Pacal», nueve collares (9), esos nueve collares representan el noveno Circulo Dantesco: “El pozo del Universo, dentro del organismo humano”.
Los Organos Creadores, indican que el Dios Pacal era un hombre que transformaba el esperma sagrado en energía creadora, un hombre completamente casto, recto, en el sentido más completo de la palabra, un hombre que jamás adulteró, que nunca fornicó.
En su cuello aparecen Tres (3) Collares más, representando las tres fuerzas primarias de la naturaleza, y del cosmos, indica que el Dios Pacal logró cristalizar en su naturaleza la fuerza del Padre, la fuerza del Hijo, la fuerza del Espíritu Santo. El Santo Afirmar, El Santo Negar y El Santo Conciliar, es decir, el Dios Pacal logró darle forma a esas tres fuerzas dentro de sí mismo.
El Dios Pacal tiene Diez (10) Anillos, en sus diez dedos, esto nos está indicando a los Diez Sephirotes de la Kábala Hebraica, un hombre que se llenó de extraordinarias virtudes, es un hombre magnífico, un verdadero Avatara o Mensajero para la humanidad de aquella época. Un hombre que le entregó a los Mayas grandes conocimientos.
En una de sus manos aparece un Cubo, una piedra cúbica y en la otra una esfera. La piedra cúbica nos indica que realmente, éste hombre era tan sabio que poseía la piedra filosofal, es decir, la piedra de la Verdad, un hombre que había encontrado la Verdad. Y en cuanto a lo otro, en cuanto a la Esfera, nos indica que era un hombre perfecto, hombre que había despertado su conciencia, un hombre que gozaba de sabiduría infinita.
Pero hay algo que aterra en todo esto, algo que asombra, que espanta: Resulta que lo sepultaron con seis decapitados. Es una cuestión meramente simbólica. Pero los Seis Decapitados, son hechos concretos, decapitaron a seis hombres, y los enterraron con el «Dios Pacal», claro que para transmitirle a la posteridad un mensaje.
Sin embargo, debemos reconocer que la forma de transmitir dicho mensaje fue muy sangrienta, seis hombres decapitados, con eso quisieron decir los Mayas que este hombre, había eliminado todos sus defectos de tipo psicológicos, porque cuando nosotros consultamos la Kábala Hebraica vemos, la estrella de seis puntas del Rey Salomón, seis puntas son masculinas y las seis entradas entre punta y punta son femeninas.
Las doce radiaciones se descomponen mediante la Alquimia en doce constelaciones del Zodíaco, bien, pero el número seis indubitablemente también recuerda al enamorado, al amor, a la pasión, etc., es decir, este hombre eliminó de sí mismo todos sus defectos pasionales, de todos los agregados psíquicos que le apenaban, logró la máxima perfección y el testimonio para la posteridad fueron los seis decapitados. Si no se conociera un poquito la Kábala Hebraica, sería imposible encontrar entonces el significado de los seis decapitados.
Es tremenda la tumba del Dios Pacal, lleva una Máscara de Jade que ha sido reconstruida por el Museo de Antropología, esa máscara de jade nos está indicando pues, que su rostro era tan perfecto que había que velarlo de los profanos, un rostro de un hombre Dios. Se construyó pues todo un monumento para enterrar a ese gran Avatara o Mensajero de los Mayas que se llamara Pacal.
Pacal fue un hombre que trabajó con el maíz, es decir, con la simiente. Lo de la plancha o tapa de piedra que cubre la tumba del Dios Pacal, aparece éste como descendiendo de la cruz. Entonces es como Don Pedro Ferriz piensa que está este hombre manejando algún aparato capaz de viajar a través del espacio.
Aparece también ahí un símbolo del planeta Marte, para indicarnos que el Dios Pacal estaba relacionado en alguna forma con el planeta Marte, mas no quiere decir esto que fuera habitante o un extraterrestre venido de Marte, sino un hombre influenciado por la radiación marciana, un hombre de carácter enérgico, un hombre fuerte, que supo enseñar a los Mayas su doctrina.
Investigando pues todas estas cuestiones Mayas, todos estos aspectos antropológicos, debemos volvernos profundamente reflexivos. Estamos en momentos de que esa gran catástrofe se acerca de acuerdo con los Mayas, y antes de que esa gran catástrofe venga al mundo dicen los Mayas, habrá guerras en toda la redondez de la Tierra y esto también lo afirman las profecías de distinguidos sabios.
Guerras estamos viendo por todas partes, el mundo de Medio Oriente, por ejemplo, se encuentra en estos instantes abocado a una nueva guerra; calamidades las hay y por montones, antes del Katun 13. Pensemos que el fondo de los mares está agrietado, hay algunas grietas tan profundas, por ejemplo en el Pacífico, que ya ponen en contacto el agua con el fuego líquido que existe en el interior del mundo, como consecuencia o corolario, en estos momentos se están formando presiones y vapores dentro del interior de la Tierra.
Tales vapores originan de hecho tremendos terremotos, tales presiones originan de hecho tremendos maremotos, por aquí y por allá. Obviamente, la Tierra está en una gran agonía; esto lo saben los científicos, por ejemplo los peces del inmenso mar se están agotando debido a la contaminación y son muchos los seres humanos que se están enfermando a causa de la contaminación. Los aires están contaminados y son muchos los seres humanos que se están enfermando a causa de la polución ambiental.
Dijeron ciertos hombres de ciencia que si nosotros no logramos corregir el smog antes de 40 años habría perecido por lo menos la mitad de la humanidad. Las tierras se están esterilizando, en estos instantes, ya no son capaces de producir todo lo que la humanidad necesita, debemos saber que sobre la faz de la Tierra existen 4,500 millones de personas y las tierras cultivables en estos momentos están en agonía.
Los frutos de la tierra han sido adulterados por los sabihondos, éstos con sus sabihondeces incuestionablemente han causado gran daño, han injertado las plantas con otras plantas y aparecen frutos que alegran la vista, pero que no poseen los mismos poderes vitales de los frutos reales y que es absurdo intentar corregir a la naturaleza; «ella sabe lo que hace”.
Así, mis queridos amigos, después de haber viajado por las tierras del Mayab, y haberme enterado de lo que viene al mundo, el Katun 13, he querido con ustedes platicar esta noche para decirles que los Mayas no fueron ningunos ignorantes y que todos los pueblos de México estuvieron dotados de terrible sabiduría.
A palavra Lilith vem do sumério Lulu, que significa libertinagem. Segundo a Cabala, Adão teve duas esposas, Lilith e Eva. Eva, como sabemos, foi feita a partir de uma costela de Adão, porém Lilith foi feita da mesma argila com que Deus fez Adão.
Por motivo de orgulho e luxúria, Lilith cansou-se de sempre ficar por baixo de Adão durante os atos sexuais e ela foi se queixar com Deus: “Fomos criados iguais e devemos fazê-lo em posições iguais”.
Cansada de que Deus não atendesse suas reivindicações, ela foi embora do Paraíso, aliando-se com os Inimigos do Eterno. Perdida no mundo, ela terminou se transformando num demônio perverso que assola e vampiriza a todos os seres humanos que tentam viver o Amor.
A partir dessa narração alegórica e ao mesmo tempo ocultista, Lilith foi chamada de a mãe dos demônios e de todas as perversidades sexuais, homossexualismo etc., além de ser traidora, por se aliar aos Anjos Caídos.
Algumas tradições dizem que Lilith sai mundo afora para seduzir tanto homens quanto mulheres para logo em seguida assassiná-los e sugar seu sangue. Lilith, segundo o esoterismo, é na verdade um terrível mago negro do mundo astral, iniciador ou criador de entidades diabólicas, tais como as lamias, as estriges, as harpias, as górgonas, as rínias e fúrias, as moiras e parcas etc.
Na Bíblia, aparece uma fugaz alusão a Lilith. Em Isaías (34:14) explica-se com detalhe como Deus, com sua espada, mata todos os habitantes de Edom e que ali ficam como senhores animais como abutres, serpentes e… Lilith.
Em Astronomia, Lilith é o asteroide 1.181, descoberto em fevereiro de 1927. Astrologicamente, Lilith é um ponto que se averígua mediante as posições da Terra e da Lua. Seu símbolo é uma lua negra e representa todos os desejos mais inferiores, mais ocultos, mais nefastos que existem em nosso infraconsciente. Alguns astrólogos renomados consideram que na “casa” onde ela se encontra, pode haver uma exacerbação do que temos de pior em nossa sexualidade.
Já dentro da Filosofia Gnóstica, o Inferno da Terra é regido por dois demônios, Lilith e Nahemah. Nahemah rege as duas primeiras Esferas, ou Círculos Dantescos, onde vibra uma classe de infrassexualidade ligada ao adultério, às paixões, à bigamia, à fornicação, aos romances e dramas sexuais etc. Lilith, por outro lado, dirige as outras 7 Esferas infernais, onde reina a sexualidade mais depravada, onde se vê as energias homossexual e o lésbico, a masturbação e as taras e fantasias sexuais mais pesadas que se possa imaginar.
Infelizmente, na atualidade Lilith está sendo considerada como o símbolo máximo da liberação feminina. Vejamos, para ampliar nossa visão sobre Lilith, a Lua Negra, algumas explicações sobre a influência da Luz e das Trevas no Universo, em nossa Galáxia e em nosso Sistema Solar. E onde Lilith está inserida.
A Ordem Cósmica
Sírio, o Sol dos Sóis da Via-Láctea, é uma estrela dupla. O Irmão Gêmeo de Sírio é um Mundo Negro de terrível e espantosa densidade. A influência vibratória da estrela dupla Sírio é muito estranha. Essa radiação é suprassolar e infralunar.
Por simples dedução lógica podemos dizer que a dupla radiação de Sírio influi decididamente sobre todos os supracéus e sobre todos os infrainfernos da Via-Láctea.
Sírius A é uma Gigante, enquanto Sírius B é uma Anã, terrivelmente densa. De Sírius A irradiam-se as energias divinas, crísticas, e de Sírius B, as energias infernais para toda a Via-Láctea.
Se bem é certo que Sírio é o Grande Sol da Via-Láctea, também não é menos certo que seu tenebroso Irmão Gêmeo tem uma densidade muito mais assombrosa, mais do que qualquer obscurantíssimo interior da lua mais morta.
A dupla estrela Sírio compõe-se de um imenso sol radiante 26 vezes mais brilhante que o nosso, com uma trajetória circular de um período de 50 anos ao redor de uma Anã Branca do tamanho de Júpiter e 5 mil vezes mais denso que o chumbo.
Foi-nos dito que a Via-Láctea gravita ao redor da dupla estrela Sírio. Essa dupla estrela parece encher de alguma forma a brecha excessiva entre os Cosmos do Sistema Solar e a Via-Láctea.
A dupla estrela Sírio indica uma intensa atividade solar e lunar dentro de nossa galáxia. A dupla estrela Sírio influi decididamente sobre nós, aqui e agora. Libertar-se da influência lunar é algo espantosamente difícil, mas indispensável, para lograr a liberação.
A influência lunar é dupla no mundo em que vivemos porque a terra tem duas luas. Ante os telescópios, a segunda lua se vê negra e do tamanho de uma lentilha. Os ocultistas deram à Lua Negra o nome de Lilith. Este segundo satélite lunar é uma espécie de Oitava Esfera Submergida, um mundo terrivelmente maligno.
As vibrações sinistras que vêm da Lua Negra originam na Terra monstruosidades, abominações, crimes espantosos cheios de repugnante sadismo, luxúria inconcebível, homossexualismo em grande escala, masturbação, pederastia, abortos provocados etc.
Entre os produtos mais abomináveis de Lilith é oportuno citar o caso do Conde Drácula, na Rússia. Esse personagem de cinema realmente existiu e HPB o comenta em uma de suas obras. Diz a Grande Mestra que dito conde foi em tempos dos czares o alcaide de certo povo russo; odiava mortalmente a sua mulher, pois os vampiros são homossexuais, importunam mortalmente o sexo oposto.
Depois de morto, o Conde Drácula se apresentava na casa da viúva importunada para bater nela violentamente. Inutilmente tentaram atrapalhar seus planos certos sacerdotes católicos: o Conde Drácula os atropelou com sua carruagem na ponte, muito próxima do cemitério e à meia-noite.
Quando se abriu a negra e espantosa sepultura do Conde Drácula, encontrou-se seu cadáver vivente muito bem conservado e submerso em sangue humano, pois os vampiros se alimentam de sangue. Conta a Grande Mestra H. P. Blavatsky que os pés do sinistro cadáver estavam cheios de lodo, o que demonstra à saciedade que à meia-noite ele escapava do sepulcro. O caso do Conde Drácula findou quando sacerdotes cravaram uma estaca no seu coração.
Na Palestina, existe uma ordem de vampiros que se escondem por trás do título seguinte: “Ordem dos Imortais Guardiães do Santo Sepulcro”.
Os vampiros são o resultado do homossexualismo combinado com tantrismo entre pessoas do mesmo sexo (monstruosidade, abominação espantosa).
A dupla influência lunar no mundo em que vivemos é terrivelmente mecanicista. É urgente nos alimentarmo-nos com as maçãs de ouro ou de Freya e com o licor do Soma ou bíblico Maná para fabricar os corpos solares e nos libertarmos das leis lunares.
Foi-nos dito que nosso Sol físico, como o demonstram as cronologias bramânicas, gira em tomo de um Sol infinitamente maior ou mais luminoso; tão luminoso que, por isso precisamente, resulta invisível aos olhos terrenos, mas que está mencionado em antigas teogonias, e que é de indispensável rigor matemático.
E não existe unicamente esse Sol Equatorial ou Astral, ignoto centro do que é um mero planeta o nosso Sol físico, mas sim que ademais existem em planos superiores ou hiperdimensões do espaço cerúleo outros dois sóis excelsos ainda, e aos que os calendários tâmiles, como o Tiruchanga e o Panchanga, chamam respectivamente Sol Polar (ou centro galáctico de toda a nossa nebulosa e de seus cem mil sóis) e Sol Central (o Centro dos Centros, e que por sua vez enlaça e unifica a quantas nebulosas de milhões e milhões de sóis que existem aos milhares no céu).
Ante os olhos do místico resplandece abrasadoramente o Sol Astral, ou Equatorial, situado no grupo celeste que denominamos Plêiades, ou das Cabritas da Constelação de Touro. Sírio, com toda a sua magnificência, o centro de gravitação da Via-Láctea, tem de gravitar ao redor do Sol Polar. A Ordem Cósmica seria impossível sem o Sol Central. A variedade é unidade. O Sol Central unifica, governa, estabelece unidade dentro da variedade infinita.
Lilith, a Lua Negra
A Terra possui duas luas: a Lua Branca e a Lua Negra. A Lua Negra é um pequeno satélite de nosso planeta Terra, que, visto por telescópio, tem o tamanho de uma pequena lentilha.
O mago disciplinado que sabe manejar-se em corpo astral pode se transladar ali e então pode observar que a Lua Negra se divide em duas metades: uma de luz e a outra de trevas.
Na Lua Negra estão as almas mais depravadas de nosso planeta, seres que já são um estorvo para nossa evolução planetária.
Esses seres tiveram de ser tirados de nosso globo pelos grandes Senhores do Destino, pois já se converteram em um obstáculo gravíssimo para nossa evolução.
Na zona de luz nos encontramos com um povoado habitado por pessoas de carne e osso. Esse é um povo de seres terrivelmente criminosos e sádicos, seres malvados, mas que ainda oferecem possibilidade de salvação e na zona de trevas, vivem os magos negros mais depravados que a mente humana possa imaginar; seres totalmente inimigos do plano da evolução cósmica e da Loja Branca, por doutrina e por convicção religiosa.
Esses seres já não têm nenhuma possibilidade de redenção.
Ambas as zonas estão separadas por um grande portal, por um gigantesco edifício de beleza terrivelmente maligna. Ali estão os porteiros que custodiam a região das trevas. Vestem túnicas e turbantes vermelhos e atacam terrivelmente ao mago branco que se atreva a entrar por ali.
Quando ocorrem determinadas conjunções astrais, raios tenebrosos vêm dos supremos magos negros do espaço sideral e tentam danificar os corpos astrais dos magos brancos. Por isso as práticas de Castidade Científica e Defesa Psíquica são importantíssimas
Lançam todo o peso de seu ataque contra os órgãos sexuais do mago branco porque sabem muito bem que ali está todo o poder do mago.
Na região das trevas está o Sumum Supremum Sanctuarium dos magos negros daquele satélite.
Este santuário ante a vista do clarividente que atua em seu Astral se apresenta como algo terrivelmente maligno. Um pátio grande, que é o pátio dos sacerdotes, um vestíbulo e um Sanctum tenebroso.
No pátio dos sacerdotes se veem os grandes hierarcas das trevas, com suas túnicas de cores marrom ou negra, ou negra e branca, e em seus turbantes em linha horizontal com muitas transversais, como uma cruz de muitas linhas transversais, sinal inconfundível dos magos negros, sinal de que eles levam desenhado em seus capuzes ou turbantes.
No vestíbulo do templo tenebroso, o clarividente pode observar algumas flores negras e alguns quadros de onde aparecem cenas dos senhores das trevas. Já no interior do santuário tenebroso podemos contemplar um altar e ao pé do altar o famoso caldeirão de cobre onde aparecem alguns filhos das trevas entra chamas.
Eles são castigados por seus superiores e estão ali por alguma má ação cometida. Essa má ação pode haver sido alguma obra de caridade ou algum bom pensamento, ou, enfim, algo que seja relacionado com a luz que eles tanto aborrecem.
Pois todo o bem para eles é mau e perverso e o que se atreve a fazer algo bom ali entre essas trevas é despojado de sua túnica e jogado ao caldeirão de cobre com fogo. Esse castigo a vítima tem de aguentar pacientemente, até que os senhores tenebrosos decidam suspender a pena.
Esta Lua Negra está causando terríveis danos à Terra com suas irradiações. Todo o sadismo criminoso de nossa época se deve às terríveis irradiações desse satélite. Essa é uma oitava esfera: ali vemos almas totalmente separadas do Íntimo, completamente perdidas e em estado de desintegração. Essas almas têm de passar pela morte segunda da qual nos fala o Apocalipse. As almas que se afastem de seu Íntimo se desintegram.
Para a Alma não há outra salvação que não seguir o caminho que nos mostrou o Divino Redentor da Humanidade, para unir-nos com o Íntimo e fazer-nos imortais.
Também existe um Sol Negro, que é o contrário do Sol Branco, e está feito de matéria astral. Esse Sol Tenebroso é a sede de terríveis e malvados seres. O “diamante negro” está influído por esse Sol Tenebroso.
Orhuarpa estabeleceu o culto do Sol Tenebroso na Atlântida e essa foi a causa do Dilúvio Universal e do afundamento da Atlântida. No coração desse Sol moram seres de uma malignidade terrivelmente desconcertante. Seres tão monstruosos como jamais poderíamos imaginar. Um terrível abismo conduz ao coração desse sol.
Na Lua Branca vivem os seres que realmente são atrasados, e não magos negros, senão sinceramente atrasados. E na Lua Negra, os inimigos do plano cósmico; os atrasados terrícolas vivem na cara da lua que nunca vemos, e os magos negros mais depravados, na Lua Negra.
Os atrasados vivem na Lua Branca, são pessoas vulgares, demasiado ignorantes e incultas, amam muito a costura e não são más, senão atrasadas. Não há, pois, que se confundir os atrasados com os magos negros.
Todos os templos e universidade e salões dos irmãos das cavernas tenebrosas estão caindo sem seus prosélitos porque os milhares de almas demoníacas estão sendo conduzidos até aquele distante satélite de nosso planeta Terra.
Assim, pois, DOU A VOZ DE ALARME A TODOS OS FILHOS DOS HOMENS PARA QUE SE PREPAREM NESTA HORA TERRÍVEL DA GRANDE DECISÃO.
O Plano Astral de nosso planeta está sendo limpo completamente de todo tipo de magos negros e almas depravadas e não ficará neste plano nem um só ladrão, nem um só fornicário, nem uma só prostituta.
Os mundos internos trabalham como níveis de controle para todas as atividades do mundo físico, e se o Plano Astral não tivesse recebido uma modificação substancial, seria impossível modificar as energias conscientivas, mentais e volitivas da humanidade que vive no plano físico, e é lógico que em consequência o ciclo luminoso de Aquário haveria fracassado completamente.
Ai de ti, geração de víboras, humanidade malvada, em 12 de abril de 1950 os deuses julgaram a Grande Rameira (a presente humanidade) e a consideraram indigna, a sentença foi: “Ao abismo! Ao abismo! Ao abismo!”
Interpretação: serão desatadas todas as forças do mal que o mesmo homem criou e de toda esta Babilônia não restará pedra sobre pedra. A terceira grande guerra mundial já é inevitável e perecerá com ela a maior parte da presente humanidade. Esta triste realidade será comprovada em tempo breve.
Essa última grande guerra será também necessária, posto que há milhões de almas demoníacas que atualmente têm corpo físico e se faz necessário seu desencarne para que se possa conduzi-las à oitava esfera da Lua Negra, plano de consciência chamado pela mestra HPB em sua Doutrina Secreta de “O Avitchi”.
Este é o Carma Mundial da humanidade e há necessidade de limpar a atmosfera do mundo para iniciar a idade luminosa de Aquário. Esta transformação indispensável acontecerá custe o que custar, assim declararam os Deuses.
Na Idade de Aquário certamente a população humana será muito pouca, pois, como já dissemos, a maior parte da espécie humana se perdeu. Mas a sabedoria infinita do Logos tem tudo bem previsto.
À nossa Terra virão habitantes de outros mundos que substituirão os “perdidos humanos”. E eles converterão a Terra em um verdadeiro paraíso. E eles iluminarão a humanidade. E eles virão em carne e osso.
Os famosos “discos voadores” são precisamente aviões perfeitos pilotados por pilotos de “tal planeta”. Alguns deles tentaram aterrissar e se espatifaram, pois suas naves entretanto não estavam preparadas para aterrissar no nosso planeta. Mas brevemente já poderão “assentar-se” sobre nossa Terra, e então iluminarão a humanidade.
Esses filhos da luz parecem crianças de 10 ou 12 anos de idade, pois são pequeninos e seus rostos são rosados como a aurora, e têm despertos todos seus sentidos ocultos. Sentam-se em suas naves sobre pequenos assentos cobertos de tecido roxo e, tranquilos, governam suas naves perfeitas.
Dois colaboradores em nossos corpos internos interrogamos a um destas tripulações assim: Por que vocês não vêm até onde estamos? Resposta: “Porque não podemos, já aconteceram vários casos (dando a entender de naves espatifadas)”. E acrescentou: “Com o tempo poderemos…”
“O abismo” e o “lago de fogo ardente em enxofre” é o mesmo Avitchi que nos fala HPB no sexto volume da Doutrina Secreta. Esse Avitchi é uma região da natureza. E o Avitchi da Lua Negra é distinto ao da Terra, cada planeta tem seu Avitchi.
A Besta é a humanidade malvada, e o falso profeta é Javé. Trilhões de homens e mulheres converteram-se em demônios, e todos eles passaram ao Avitchi. Os Deuses julgaram a Grande Rameira e a consideraram indigna. A sentença dos deuses foi: “Ao Abismo! Ao Abismo! Ao Abismo!”
O sinal da Besta são os chifres sobre a fronte dos corpos astrais dos malvados. O papa Pio XII visto clarividentemente tem grandes cornos, usa túnica e capa vermelha e como grande hierarca da Loja Negra tem “rabo” ou “cauda”; é pois, um demônio. Ele e seu conclave de cardeais estudam magia negra, não creem em Cristo, eles amam a Javé e creem em Javé, Cristo é apenas um “bom negócio” para eles.
Os anjos são hermafroditas; eles têm os dois polos de sua energia criadora para cima, para a cabeça. Os homens e os demônios têm um polo para cima e outro para baixo, são seres médios, estão incompletos. Os anjos são hermafroditas e são intimamente ligados com o Íntimo. O mago branco aspira converter-se em anjo e por isso é puro e casto.
O mago negro aspira ser um Anagarika. O Templo Anagarika é um templo de magia negra situado no Astral. É um terrível templo demoníaco. Aquele templo apresenta-se ante a vista do clarividente exercitado com um piso de azulejos brancos e negros, paredes rosadas e magos negros meditando com as pernas montadas, a esquerda sobre a direita pelas panturrilhas, e os braços arqueados sobre os quadris, posição dos ditos santos Anagarikas.
Esses terríveis demônios são os Anagarikas que supostamente já se puseram em tom com as forças cósmicas, segundo o dizer dos cherenzistas. Essas almas negras algum dia se desintegrarão nas trevas de onde somente se ouve o pranto e o ranger de dentes e seus Íntimos terão que regressar ao Absoluto sem sua alma, abatidos e fracassados. Em contrapartida, o Íntimo dos magos brancos entra no Absoluto triunfante e vitorioso com sua Alma de Diamante a gozar da felicidade eterna.
O Íntimo dos magos negros tem de regressar a um novo Dia Cósmico para formar uma nova Alma; sim, para conseguir uma nova Alma, porque a que tinham a perderam, desintegrou-se. Essa é a Segunda Morte que nos fala o Apocalipse.
Chegada a noite em que deveria obedecer à ordem de prender a Javé, marchei com todos os meus discípulos em rigorosa formação militar, dando vivas a Javé, e o rodeamos e o prendemos de surpresa. Ele estava convencido de que o iríamos abraçar e por isso não nos escapou das mãos.
Logo o encerramos no Avitchi da Lua Negra. Sete portas atômicas de ferro conduzem a esse plano de consciência, e na grande porta externa permanece colocada a espada com que Miguel venceu a Luzbel e a todas as legiões tenebrosas dos antigos Períodos Cósmicos.
Os magos negros horrorizam-se ao ver essa espada. Javé tinha um karma gravíssimo, pois foi o autor secreto da crucificação do Cristo e o direto responsável do fracasso da evolução humana na Terra. Essa velha dívida tinha irremediavelmente que pagá-la, pois ninguém pode impunemente burlar a Lei.
Os Senhores do Karma entregaram a mim uma enorme e pesada cruz, cheia de espinhos para que crucificasse a Javé com a cabeça para baixo e os pés para cima, porque ele crucificou o Cristo e agora o Karma entrara em ação. E eu obedeci à ordem e na cruz o coloquei com a cabeça para baixo e os pés para cima…
No Avitchi da Lua Negra os seres de nossa Terra estão se estabelecendo com os mesmos costumes que aqui desenvolveram. Formaram ali seu ambiente, tal como o fizeram aqui. Os Hierarcas da Loja Negra são obedecidos por esses milhões de Almas-demônios.
Ali se veem por qualquer lugar as mesas divinatórias: as famosas figuras mágicas do Phúrbu sobre a tartaruga quadrada, as placas e mesas de sacrifício, os círculos de Chinsreg…
Todos esses magos negros despertaram a Kundalini negativamente e coabitam incessantemente para praticarem a Magia Sexual Negra a fim de dar força à sua Kundalini negativamente. Pois como já dissemos nesta obra, há dois tipos de magia sexual: uma que cria para a vida e outra para a morte. A primeira é Magia Branca e a segunda é Magia Negra.
No princípio, esses magos fizeram milhares de experimentos para escapar do Avitchi, porém todos os seus experimentos fracassaram. Acreditavam, a princípio, que o Avitchi era alguma sepultura ou algo do estilo, e agora já se dão conta de que o Avitchi é um Plano da natureza análogo ao ambiente físico da Terra. Assim, pois, eles fizeram milhões de experimentos e consultaram seus livros sem ter resultado: todos os seus conhecimentos fracassaram.
E ali permanecerão até a Era de Capricórnio, quando ser-lhes-á oferecida a última oportunidade para se arrependerem de suas maldades.
As Hierarquias violeta do Templo-Coração da Lua deram ao homem o Corpo Vital.
A Lua está habitada no lado que não se vê. Os selenitas são os seres mais vulgares e retardados de nossa Terra: teve-se de encerrá-los ali. Quase todos os habitantes dessa povoação lunar são mulheres. Esses seres não são nem bons nem maus, senão unicamente “retardados”. Conforme evoluam, volta-se a dar corpo aqui em nossa Terra, e ao fim todos o terão de novo. Também existe outra pequena Lua, chamada Lilith pelos astrônomos. Lilith é a Lua Negra. Ali vão as almas que já se separaram totalmente de seu Ser Superior, formado por Atman-Budhi-Manas.
Essas Almas são de uma perversidade indescritível e ali têm de passar pela Morte Segunda a que se refere o Apocalipse de que nos falou o Cristo. HPB alude, em seu sexto volume da Doutrina Secreta ao Avitchi e à Morte Segunda.
O Bhagavad Gita fala-nos também do Abismo, porém, bastou que falássemos desse tema para que os espiritualistas da Colômbia rissem de nós.
Eu jamais disse que minha pessoa física se ocupasse de encerrar as Almas perversas no Abismo. Isso seria um ex-abrupto, pois eu sou um homem como qualquer outro: esses poderes só Deus os tem. Maravilhas dessa classe só as faz “Atman”, o Grande Espírito Universal de Vida; “Alaya”, a Superalma de Emerson, a Grande Alma do Mundo. Essas maravilhas só as tem feito meu Deus Interno, meu “Purusha”, meu “Ser Superior”, meu Íntimo, meu Mestre Interno, minha Mônada, meu Anjo Interno, ante o qual tenho de me ajoelhar, porque Ele é “Atman”, o Inefável.
Lilith e o Paradigma da Violência e da Morte
(Da obra Apontamentos Secretos de um Guru, de SAW)
Este século 20 é uma época de imprecedentes trevas; jamais se havia conhecido uma Era tão negra. Por qualquer lugar se ouvem guerras e rumores de guerras. As pessoas só falam de matar e ser mortas; essa palavra “matar”, ou “o mataram”, ou “matou”, só se ouve naqueles planetas onde a evolução humana fracassou. Essa é uma palavra horrível do Avitchi.
Na Lua Negra ou Lilith na Terra essa palavra se ouve por todas as partes. Hoje, em nossa Terra, não há lugar onde não se escute essa repugnante palavra. Tudo isso prova o horrível fracasso de nossa evolução terrestre. A evolução humana fracassou. Por todo lugar se vêem exércitos armados. Esta civilização corrompida será destruída a sangue e fogo.
O Avitchi é um plano de consciência submergida. O Avitchi é o lago ardente com o fogo passional. O Avitchi é um mundo submergido, “o Abismo”. E é doloroso dizê-lo, porém a evolução humana fracassou, e a humanidade está caindo, quase em sua totalidade, no horrível abismo.
Não há dúvida de que em Capricórnio muitas das almas que experimentaram a dor do “Abismo” ao final resolvam seguir os ensinamentos do Cristo.
Porém, ai daquelas almas que ao se iniciar Sagitário não tenham se arrependido de seus pecados, porque então voltarão ao Abismo para sempre, e serão atormentadas por todo o sempre.
Assim, pois, o novo cenário da evolução humana será a Antártida, e um continente no Polo Norte, que ainda não foi descoberto. Os atuais continentes irão se afundando no mar, pouco a pouco; e o porvir da humanidade está nos polos. Quando os polos atuais se converterem no eixo equatorial da Terra, os continentes polares já se acharão totalmente eterizados, e assim teremos que a futura Terra será etérica.
Os Piores Carrascos Pagam seu Carma em Lilith
(Da obra Tratado de Medicina Oculta e Magia Prática, de SAW)
Paga-se carma no mundo físico e se paga também nos Mundos Internos, porém o carma no mundo físico é, por mais grave que ele seja, muitíssimo mais doce que o correspondente astral.
Atualmente, no Avitchi da Lua Negra, há milhões de seres humanos que estão pagando terríveis carmas.
A mente do mago horroriza-se ao contemplar a Lúcifer submergido no fogo ardente e enxofre.
A mente do mago horripila-se ao contemplar os famosos inquisidores da Idade Média suportando o fogo que a outros fizeram suportar, e exalando os mesmos ais lastimosos que a outros fizeram exalar.
A alma do mago estremece de horror ao contemplar aos grandes tiranos da “guerra” purgando seus carmas terríveis na Lua Negra.
Ali vemos Hitler e a Mussolini sofrendo o martírio do fogo, que desataram sobre as cidades indefesas.
Ali observamos Abaddén, o Anjo do Abismo, sofrendo em si mesmo as cadeias e ligaduras com que martirizou a outros.
Ali vemos Mariela, a grande maga, queimada no fogo de suas próprias maldades.
Ali vemos Javé e Caifás, o sumo sacerdote, recebendo o suplício da Cruz a que condenaram o Mestre.