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ORAÇÕES E CORRENTES DE AJUDA AO MESTRE JESUS

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A Humanidade é, em geral, cruel e egoísta. Porém, em suas dificuldades e dores, os homens invocam Jesus para que lhes alivie de sua carga. Pois, nenhuma petição justa fica sem resposta. Porém, não ocorre à Humanidade tratar de ajudar o Mestre, a quem oram, para aliviar Sua carga, e que podem fazer, mediante seu amor.” (Deuses Atômicos, Mestre M)

(As Sete Palavras, de Samael Aun Weor) “A missão do Cristo é realmente aterradora. O Senhor jogou sobre Seus ombros todo o peso de uma Cruz muito pesada.”

Ensinamos, neste post do Gnosisonline, uma oração que deve ser feita em um grupo gnóstico, nas correntes (ou cadeias) coletivas, ou mesmo em casa, particularmente, em momentos de meditação e introspecção.

É a nossa humilde cooperação para que o compromisso que Jesus o Cristo fez com o Pai Absoluto (o Eterno Pai Cósmico Comum) de salvar esta humanidade planetária da Terra seja cumprido o melhor possível.

Esta oração consiste em suplicar a ajuda dos 7 “Anjos que estão na presença de Deus”, os quais são conhecidos, na Cabala, como os 7 Arcanjos da Presença. Esses 7 Augustos Senhores têm íntima relação com os principais planetas de nosso Sistema Solar e são também conhecidos como os 7 Arcanjos Planetários.

Esses 7 Arcanjos e seus planetas são os seguintes:

Gabriel – Lua
Rafael – Mercúrio
Uriel – Vênus
Michael – Sol
Samael – Marte
Zacariel – Júpiter
Orifiel – Saturno

Caso você não participe de algum grupo gnóstico ou esotérico, poderá realizar sozinho(a), na intimidade de seu lar.

Recomenda-se acender 1 ou 3 velas brancas, em seguida relaxar o corpo, orar ao seu Ser Divino Íntimo, pedindo-Lhe permissão para realizar este ritual. Em seguida, repita os seguintes dizeres, com muita concentração e devoção mística:

  1. Oração ao Arcanjo Michael, regente do Sol. A oração é a seguinte:

Meu Pai, meu Deus, meu Senhor…

Peço ao Senhor, com toda minha alma e coração

Sai de meu corpo e transporta-te ao Templo-Coração do Sol.

Dá as saudações de rigor aos Guardiães: Jákin… Boáz…

E dá os sete passos para o interior do Templo-Coração do Sol…

E ajoelha-te ante o Venerável Mestre Michael, Rei do Sol e do Raio Crístico…

Michael… Michael… Michael…

Ante ti venho humildemente suplicar, com minha alma e meu coração,

Uma poderosa assistência de Força, Êxito, Sucesso e Glória

Para o Cristo Jesus…

Para que Ele possa cumprir seu Pacto de Salvação com o Pai

(Realize três vezes essa oração, ao final vocalize o mantra AOM também três vezes, antes de repetir o mesmo pedido, ,porém, agora a cada um dos outros Logoi Planetários antes mencionados, na seguinte ordem. Ou seja, deve-se fazer a mesma petição a cada um dos seguintes Regentes:)

  1. Arcanjo Gabriel
  2. Arcanjo Rafael
  3. Arcanjo Uriel
  4. Arcanjo Samael
  5. Arcanjo Zacariel
  6. Arcanjo Orifiel

E, finalmente, você pode também orar ao grande Anjo da Justiça Divina, Mestre Anúbis.

Depois de ter realizado as oito petições imaginando que essas orações viajam por todo o infinito, faça finalmente a seguinte oração:

Suplico que um Coro de Anjos repita essas petições por todo o Cosmo Infinito, até que se cristalizem em todas as Dimensões. Eu suplico: Coro… Coro… Coro…

AAAAAAAOOOOOOOMMMMMMM… (3 vezes)

 

Finalmente, faça a seguinte oração de encerramento:

Meu Pai, meu Deus, meu Senhor, agradeço a oportunidade de realizar esta oração. Volte a mim, volte a mim, volte a mim…

Tenham certeza de que Nosso Senhor Jesus o Cristo sentirá os eflúvios cósmicos descendo sobre Ele como uma cachoeira de infinitas bênçãos, força, ânimo, sucesso…

Lembre-se: há pessoas que realizam esta prática mágica por meses e até anos seguidamente, para contribuir com a Grande Obra de Jesus o Cristo para a Salvação desta Humanidade planetária.

Faça parte das Orações Planetárias de Auxílio ao Venerável Mestre Jesus.

Jesus e as renúncias ao ego

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Jesus disse a seus discípulos:

“Não deixeis nem de noite nem de dia de buscar até que tenhais encontrado os Mistérios do Reino da Luz.

Porque eles vos purificarão e vos levarão ao Reino da Luz.

E dizei-lhes: Renunciai ao mundo e o quanto há nele.

E a todas as suas sevícias e a todos os seus pecados e a todas as suas guias.

E a seus discursos todos, e o quanto há neles, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz.

E para que sejais preservados dos suplícios reservados àqueles que se separaram dos bons.

E dizei-lhes: Renunciai à murmuração, para que sejais preservados do ardor da boca do cão.

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E dizei-lhes: Renunciai ao Juramento, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais livres dos suplícios de Ariel.

Dizei-lhes: Renunciai à língua embusteira, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais preservados dos rios ardentes da língua do cão.

Dizei-lhes também: Renunciai aos falsos testemunhos para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais livres e preservados dos rios ardentes da boca do cão.

Dizei-lhes: Renunciai ao Orgulho e à Vaidade para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais preservados dos abismos do fogo de Ariel.

E dizei-lhes: Renunciai ao Amor-Próprio, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais salvos dos suplícios do inferno (o Reino Mineral).

Renunciai à Eloquência (verborreia da intelectualidade sem espiritualidade), para que sejais dignos da Luz. E para que sejais preservados das chamas do Inferno.

Renunciai aos Maus Pensamentos para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que se vos preserve dos tormentos do Inferno.

Renunciai à Avareza, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que se vos livre dos arroios de fumaça da boca do cão.

Renunciai às Rapinas para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais preservados dos arroios de Ariel.

Renunciai às Más Palavras, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais salvos dos suplícios do rio de fumo.

Renunciai ao Engano, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais preservados dos mares de fogo de Ariel.

Renunciai à Crueldade, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais preservados dos suplícios das fauces dos Dragões.

Renunciai à Cólera, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E Para que sejais livres dos rios de fumo das fauces dos Dragões.

Renunciai à Desobediência, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais preservados dos Demônios de Jaldabaoth e dos ardores do mar de fogo.

Renunciai à Cólera, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais preservados dos Demônios de Jaldabaoth e de todos os seus suplícios.

Renunciai ao Adultério, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais preservados do mar de enxofre e da fauce do Leão.

Renunciai aos Homicídios, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais preservados do Arconte dos Crocodilos, que é a primeira das criaturas que estão nas trevas exteriores.

Renunciai às Ações Perversas e Ímpias, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz.

E para que sejais preservados dos Arcontes das Trevas Exteriores.

Renunciai à Impiedade, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais preservados do pranto e ranger de dentes.

Renunciai aos Envenenamentos, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais salvos da grande geada e do granizo das trevas exteriores.

Renunciai às Blasfêmias, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais defendidos contra o Grande Dragão das Trevas Exteriores.

Renunciai às Más Doutrinas, para que sejais dignos dos Mistérios da Luz. E para que sejais preservados de todos os suplícios do Grande Dragão das Trevas Exteriores.

E dizei aos que pregam e aos que escutam Más Doutrinas: Malditos vós!

Porque se não vos arrependerdes de vossa malícia, caireis nos tormentos rigorosíssimos do Grande Dragão e das trevas exteriores.

E nada no mundo vos resgatará até a Eternidade. Senão que sereis sem existência até o fim (entrareis na terra do não retorno, os Mundos Infernos).

E dizei aos que descuidam a Doutrina da Verdade do Primeiro Mistério: Malditos vós!

Porque os suplícios que haveis de experimentar superarão aos que experimentem os demais homens.

E permanecereis na neve, em meio aos Dragões, nas trevas exteriores.

E nada poderá vos resgatar até a Eternidade (até que se reduzam a pó nos mundos infernos do reino mineral).

E dizei-lhes: Amai a todos os homens. Para que sejais dignos do Mistérios da Luz e para que vos eleveis no Reino da Luz.

Sede dóceis, para que possais receber o Mistério da Luz e elevar-vos ao Reino da Luz.

Assisti aos pobres e aos enfermos, para que vos façais dignos de receber o Mistério da Luz e possais vos elevar ao Reino da Luz.

Amai Deus, para receberdes o Mistério da Luz e chegardes ao Reino da Luz.

Sede caritativos, para que recebais o Mistério da Luz e chegueis ao Reino da Luz.

Sede Santos, para receberdes o Mistério da Luz e elevar-vos ao Reino da Luz.

Renunciai a tudo, para serdes dignos do Mistério da Luz e elevar-vos ao Reino da Luz.

Porque essas são as Vias dos que se fazem dignos do Mistério da Luz.

E quando achardes homens que renunciem a quanto constitui o mal e pratiquem o que eu digo, transmiti-lhes os Mistérios da Luz, sem ocultar-lhes nada.

E quando forem pecadores e cometerem os pecados e faltas que vos enumerei, dai-lhes também os Mistérios, para que se convertam e façam penitência, e não lhes oculteis nada. (Nota do GnosisOnline: os Mistérios da Luz são os mesmos ensinamentos gnósticos que hoje estão sendo dados publicamente, às claras, sem meios-termos.)

Porque eu trouxe os Mistérios a este mundo para redimir quantos pecados tenham sido cometidos desde o princípio.

E por isso vos tenho dito que não vim para chamar os justos. Eu trouxe os Mistérios para redimir os pecados de todos, e para que todos sejam levados ao Reino da Luz.

Porque estes Mistérios são um dom do Primeiro Mistério para apagar os pecados.

(Samael Aun Weor, Pistis Sophia Desvelada – saiba mais sobre a sabedoria gnóstica clicando aqui)

A Virgem Maria e o nascimento de Jesus

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A Virgem do Carmo Foi a Mãe do Divino Redentor do Mundo

Inumeráveis escritores cantaram apologias à mãe mais grandiosa de todos os tempos. Como poderíamos defini-la? Nem a pluma de Michelangelo, nem a Madona de Leonardo da Vinci conseguiram nos traduzir, de forma fiel, a imagem da Virgem Maria.

Inumeráveis esculturas trataram de personificar a Virgem do Carmo, mas nenhuma delas pôde traduzir exatamente a fisionomia daquela grande Filha da Luz.

Ao contemplar com os olhos da Alma a inefável figura daquela Divina Mãe, não vemos nada que nos tenha sabor de diamantes, rubis e esmeraldas. Diante dos olhos da Alma, desaparecem, por completo, as púrpuras e sedas com que se quis envolver a lembrança de Maria, a Divina Mãe do Jesus de Nazaré. Não foi Maria aquela verdade mundana gravada em todas as aquarelas.

Com os olhos do Espírito, só contemplamos uma virgem morena queimada pelo sol do deserto. Ante nossos atônitos olhares espirituais, apagam-se esbeltos corpos e rostos provocadores de figuras femininas, para aparecer, em seu lugar, uma mulher singela de pequena estatura, corpo magro, rosto pequeno e ovalado, nariz “achatado”, lábio superior algo saliente, olhos ciganos e ampla fronte.

Aquela humilde mulher vestia-se com túnica cor carmelita ou marrom e sandálias de couro.

Caminhando através dos desertos africanos rumo à terra do Egito, parecia-se com uma pródiga com sua túnica velha e rota e seu rosto moreno umedecido em copioso suor.

Não é Maria aquela estátua púrpura e diamantes que hoje adorna a Catedral de Notre-Dame de Paris. Não é Maria aquela estátua cujos dedos de arminho, engastados em puro ouro, alegra as procissões da casa paroquial. Não é Maria aquela verdade inesquecível que, desde meninos, contemplamos sobre os suntuosos altares das nossas igrejas dos povoados, cujos sinos metálicos alegram os mercados de nossas paróquias.
Diante de nossos sentidos espirituais só vemos uma virgem morena queimada pelo sol do deserto. Diante da vista do espírito, desaparecem, por completo, todas as fantasias para aparecer, em seu lugar, uma pródiga humilde, uma humilde mulher de carne e osso.

Desde muito menina, Maria fez voto de castidade no Templo da Jerusalém.

Maria era filha de Ana. Sua mãe levou-a ao templo para que fizesse seus votos. E era Maria uma das Vestais do Templo.

Nasceu numa aristocrática família, e antes de ingressar no templo como Vestal, teve inumeráveis pretendentes e teve até um rico e comportado galã que quis casar com ela. Porém, Maria não o aceitou, seu coração só amava Deus.

Os primeiros anos de sua vida estiveram rodeados de toda classe de comodidades.

Conta a tradição que Maria fazia almofadas para o templo da Jerusalém e que essas almofadas se convertiam em rosas.

Maria conheceu a Doutrina Secreta da Tribo de Levi. Maria foi educada à sombra augusta dos pórticos da Jerusalém na folhagem núbil dessas palmeiras orientais em cujas sombras descansam os velhos cameleiros do deserto.

Maria foi iniciada nos Mistérios do Egito, conheceu a Sabedoria dos Faraós e bebeu no cálice do antigo cristianismo, calcinado pelo fogo ardente das terras orientais.

A seita católica, tal como hoje a conhecemos, nem sequer se vislumbrava sobre as sete colinas da Roma augusta dos césares e os velhos essênios só conheciam a velha doutrina cristã, a doutrina dos mártires, aquela doutrina pela qual São Estevão morreu mártir. Essa santa doutrina crística se conservava em segredo dentro dos Mistérios do Egito, Troia, Roma, Cartago, Elêusis etc. O grande que houve no Cristo Jesus foi ter divulgado a velha doutrina nas calçadas de Jerusalém.

E foi Maria, a Virgem do Carmo, designada pela Divindade para ser a Mãe do Divino Redentor do Mundo.

A Anunciação

“E, ao sexto mês, o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um varão que se chamava José, da Casa de Davi; e o nome da virgem era Maria. E, entrando o Anjo onde estava, disse: ‘Salve, muito favorecida, o Senhor seja contigo, bendita entre as mulheres’.

Mas, ela, quando O viu, turvou-se de suas palavras, e pensava que saudação seria esta. Então, o anjo lhe disse: ‘Maria, não temas, porque achaste graça junto a Deus. E eis que conceberás, em teu seio, e parirás um filho, e chamarás seu nome Jesus”. (Lucas 1: 26-31)

“Porém, Maria protestou em seu coração porque era casta, e disse ao Anjo: ‘Como será isto? Porque não conheço varão’. E, respondendo o Anjo, disse-lhe: ‘O Espírito Santo virá sobre ti e a virtude do Mui Alto te dará sombra, pelo qual também o santo que nascerá será chamado Filho de Deus”. (Lucas 1: 34-35)
“Então, Maria disse: ‘Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se de mim conforme a tua palavra’. E o Anjo partiu.

Naqueles dias, levantando-se Maria, foi à montanha, com pressa, a uma cidade de Judá. E entrou na casa de Zacarias e saudou Elizabeth. E aconteceu que, como ouviu Elizabeth a situação de Maria, a criatura saltou em seu ventre e Elizabeth ficou cheia de Espírito Santo. E exclamou em voz alta, dizendo: ‘Bendita tu entre as mulheres e bendito o fruto de teu ventre. E de onde me vem que a mãe de meu Senhor venha a mim? Porque eis que, quando a tua saudação chegou a meus ouvidos, a criatura saltou de alegria em meu ventre’.

Maria, então, disse: ‘A minha alma engrandece o Senhor, e o meu espírito exulta em Deus, meu Salvador, porque olhou para a humilhação de sua serva. Porque eis que, a partir de agora, todas as gerações me dirão bem-aventurada. Porque me tem feito grandes coisas o Poderoso e Santo em seu nome. E sua misericórdia perdura de geração a geração aos que O temem. Fez valentia com seu braço. Pulverizou os soberbos do pensamento de Seu coração. Tirou os poderosos dos tronos e levantou os humildes. Aos famintos encheu de bens, e aos ricos os tornou vazios. Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se da misericórdia. Como falou com nossos pais, a Abraão e à sua semente para sempre’. E ficou Maria com ela como três meses, depois voltou para sua casa”. (Lucas 1: 39-56)

Nos tempos antigos, toda a espécie humana concebia seus filhos por obra e graça do Espírito Santo; e, então, não existia a dor no parto. O Espírito Santo enviava seus santos anjos para que estes juntassem homens e mulheres dentro dos grandes pátios dos templos.

O ato sexual era dirigido por anjos, e este era um Sacramento que só se verificava nos templos para engendrar corpos para as almas que precisavam vir ao mundo.

Então, a dor no parto não existia, as mulheres pariam seus filhos sem dor porque os concebiam por obra e graça do Espírito Santo.

Mas quando a humanidade desobedeceu os anjos, então, pecou contra o Espírito Santo, e Este disse à mulher: “Parirás teus filhos com dor”… e ao varão: “Trabalharás com o suor de tua fronte para sustentar tua mulher e teus filhos”.

Adão eram todos os homens dos antigos tempos e Eva todas as mulheres dos antigos tempos.
Maria tinha vindo seguindo a Senda da Castidade e da Santidade e, por isso, surpreendeu-se quando o Anjo lhe anunciou que conceberia um filho.

Ela nos ensinou, com seu exemplo, a Senda da Castidade.

Hoje em dia, o matrimônio converteu-se em uma licença para fornicar. Os homens e mulheres multiplicam-se por puro prazer animal sem lhes importar um traço o Espírito Santo.

Toda união sexual que se verifica sem a permissão do Espírito Santo é fornicação. Mas isto os seres humanos desta época não querem entender porque se afastaram da velha doutrina que a Virgem Maria, Mãe de Jesus, conheceu, e que o Cristo pregou sobre os muros invictos de Sião.

Todos os sábios do passado engendraram seus filhos por obra e graça do Espírito Santo. Zacarias surpreendeu-se quando o anjo lhe anunciou o nascimento do João, o Batista.

João também foi engendrado por obra e graça do Espírito Santo e foi um anjo quem anunciou a Zacarias que sua mulher, já anciã, conceberia um filho. Vejamos os seguintes versículos bíblicos:

“E aconteceu que, exercendo Zacarias o sacerdócio diante de Deus pela ordem de sua vez, conforme o costume do sacerdócio, coube-lhe, por sorte, entrar no templo do Senhor. E toda a multidão do povo estava fora orando à hora do incenso. Apareceu-lhe, então, o Anjo do Senhor, de pé, à direita do altar do incenso. E se turvou Zacarias vendo-O, e caiu temor sobre ele.

Mas o Anjo lhe disse: ‘Zacarias, não temas, porque tua oração foi ouvida, e tua mulher Elizabeth te parirá um filho e o chamarás de João. E terás gozo e alegria, e muitos se regozijarão de seu nascimento. Porque será grande diante de Deus e não beberá vinho ou cidra, e será cheio do Espírito Santo, ainda no seio de sua mãe’”. (Lucas 1: 8-15)

Todos os grandes santos e sábios dos antigos tempos nasceram por obra e graça do Espírito Santo. Todo matrimônio reto e justo deve conceber por obra e graça do Espírito Santo. Aqueles maridos que queiram ser verdadeiramente cristãos devem orar ao Espírito Santo, pedindo-lhe a Anunciação. E o Anjo de Deus aparecerá em sonhos aos maridos e lhes anunciará o dia e a hora em que devem verificar a conexão sexual.

E, assim, todo filho será belo e puro desde seu nascimento porque é concebido por obra e graça do Espírito Santo.

Terá de dominar as paixões carnais e cultivar a pureza e a santidade do matrimônio. “Honroso é a todos o matrimônio e o leito sem mancha, mas aos fornicários e adúlteros Deus julgará.” (Hebreus 12: 4)
“Que nenhum seja fornicário, ou profano, como Esaú, que por uma vianda vendeu sua primogenitura.” (Hebreus 12: 16)

A Concepção

Havia, no Templo de Jerusalém, 33 varões sacerdotes da Tribo de Levi.

José, o pai de Jesus de Nazaré, era um dos 33 anciães do Templo do Salomão.

Depois da Anunciação, o Sumo Sacerdote ordenou que todos os 33 sacerdotes do Templo depositassem suas varas atrás do altar. E se dispôs que aquela vara que amanhecesse florida seria a do marido de Maria.

Cada um dos sacerdotes, um a um e em ordem sucessiva, foi colocando sua vara atrás do altar.

O último que devia colocar sua vara era o sacerdote José, mas este resistia à ordem do Sumo Sacerdote, alegando avançada idade.

Porém, teve de obedecer à ordem e depositou sua vara atrás do altar.

No outro dia, muito de manhã, foram os sacerdotes ao altar para recolher suas varas e qual não foi sua surpresa ao ver a vara do José toda florida.

Assim foi como se designou a José por esposo de Maria.

E foi a Virgem do Carmo tirada do templo e posta na casa de um cidadão honorável de Jerusalém para aguardar a hora da concepção.

E o Anjo Gabriel escolheu dia e hora em que os cônjuges verificaram o ato sexual como um sacrifício no altar do matrimônio para brindar corpo ao Divino Redentor do Mundo.

E Maria foi virgem antes do parto, no parto e depois do parto, porque era Virgem de Alma, e porque a concepção se verificou por Obra, ou seja, por ordem e graça do Espírito Santo.

Acima, um quadro pintado pelo esoterista teósofo Nicolas Roerich. Essa bandeira representa a MÃE DIVINA entre alguns povos da Ásia Central visitados por ele.

Jesus ensina a dança circular

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Ou: Dois Evangelhos Gnósticos de João1. Livro Apócrifo dos Atos de João

(Complemento do livro de Mateus 26: 29 a 30.)
Antes que fosse preso pelo julgamento dos judeus, o Mestre reuniu a todos nós e disse:

“Antes que eu seja entregue a eles, cantaremos um hino ao Pai e, em seguida, iremos ao encontro daquilo que nos espera.

Ele pediu que nos déssemos as mãos em roda e colocando-se no meio, disse: “Respondei-me Amém”. Começou, então, a cantar um hino, que dizia: “Glória ao Pai”. E nós ao redor lhe respondíamos: “Amém”.

“Glória à Graça, glória ao Espírito, glória ao Santo, glória à sua glória.” – Amém.

“Nós o louvamos, ó Pai, nós lhe damos graças, ó Luz em que não habitam as trevas.” – Amém.

“Agora direi por que damos graças: Devo ser salvo e salvarei.” – Amém.

“Devo ser liberto e libertarei.” – Amém.

“Devo ser gerado e gerarei.” – Amém.

“Devo ouvir e serei ouvido.” – Amém.

“Devo ser lembrado e sempre lembrarei.” – Amém.

“Devo ser lavado e lavarei.” – Amém.

“A Graça dança em conjunto, eu devo tocar a flauta, dançai todos.” – Amém.

“O reino dos anjos canta louvores conosco.” – Amém

“O universo pertence àquele que participa da dança.” – Amém.

“Quem participa da dança não sabe o que vai acontecer.” – Amém.

“Devo ir, mas vou ficar.” – Amém.

“Devo honrar e devo ser honrado.” – Amém.

“Não tenho morada, mas estou em todas os lugares.” – Amém.

“Não tenho templo, mas estou em todos os templos.” – Amém.

“Sou um espelho para aquele que me contempla.” – Amém.

“Sou uma porta para aquele que bate.” – Amém.

“Sou um caminho para ti que passa.” – Amém.

“Se seguires minha dança, compreendes o que falo, e guarda silêncio sobre meus mistérios.”

“Tu, que participas da dança, compreende o que faço, pois a ti pertence esse sofrimento.

“Tu não poderias de maneira alguma compreender o que sofre, se Eu não tivesse sido enviado como Logos do Pai.”

“Viste o que sofro, me viste sofrendo, e não ficaste insensível, mas sim profundamente perturbado.”

“Tu, que pela perturbação alcançaste a sabedoria, tens em mim um leito: repousa em mim.”

“Saberás quem sou quando Eu tiver partido. O que pareço ser agora, não sou. Tu verás quando vieres.”

“Se soubesses como sofrer, serias capaz de não sofrer mais. Aprende a sofrer e tornar-te-ás capaz de não mais sofrer.”

“O que não sabes, eu mesmo vou ensinar. Sou teu Deus. Quero andar no mesmo ritmo das almas santas. Aprende comigo a palavra da sabedoria.”

“Dize-me de novo: Glória ao Pai, glória ao Logos, glória ao Espírito Santo.

“Tu queres saber o que Eu Sou? Com a palavra revelei tudo, e não fui de modo algum revelado.”

“Compreende bem: Eu estarei aqui. Quando tiveres compreendido, diz: Glória ao Pai!” – Amém.

Depois do Canto dos Salmos, saíram para o Monte das Oliveiras.
Revelação do Mistério da Cruz dos Atos de João

Depois que o Senhor dançou conosco, o meu amado, Ele foi embora.

E nós ficamos como homens supresos e entorpecidos, e partimos para aqui e acolá.

E assim eu o vi sofrer, e não esperei por seu sofrimento, mas parti para o Monte das Oliveiras e chorei sobre o que veio a se passar. E quando Ele estava pendurado sobre a cruz na Sexta-Feira, na sexta hora do dia, veio uma escuridão sobre toda a Terra.

E meu Senhor ficou no meio da caverna, iluminando-a, e disse:

“João, para o povo lá embaixo em Jerusalém,

Eu estou sendo crucificado e perspassado com lanças e espinhos,

e estão me dando vinagre e bílis para beber.

Mas para você Eu estou falando, escutai o que eu digo.

Eu coloquei em tua mente para vires a esta montanha

para que possas ouvir o que um discípulo

deve aprender de seu mestre e homem de Deus.”

E quando ele disse isso, mostrou-me uma Cruz de Luz firmemente fixa,

e em volta da cruz uma grande multidão, que não tinha nenhuma forma definida,

e na cruz estava outra forma, com a mesma aparência.

E eu vi o Senhor, ele mesmo, sobre a cruz, sem nenhuma forma,

mas apenas um tipo de Voz; não aquela Voz que conhecíamos,

mas uma que era doce e gentil e verdadeiramente a Voz de Deus, que me disse:

“João, deve haver um homem para ouvir estas coisas de mim:

pois eu preciso de um que esteja pronto para ouvir.

Esta Cruz de Luz é algumas vezes chamada de Logos por mim,

para vossos propósitos, algumas vezes Mente, algumas vezes Jesus.

Algumas vezes Cristo, algumas vezes uma porta, algumas vezes um caminho,

algumas vezes pão, algumas vezes semente, algumas vezes ressureição,

algumas vezes Filho, algumas vezes Pai, algumas vezes Espírito, algumas vezes Vida,

algumas vezes Pistis, algumas vezes Charis;

e assim é chamada para propósitos do homem.”

“Mas o que é verdadeiramente,

como conhecida em si mesma e dito por nós, é que:

É a distinção de todas as coisas;

e a forte elevação do que está firmemente fixo, fora do que é instável,

e a harmonia da Sabedoria, sendo Sabedoria em harmonia.

Mas há lugares à direita e à esquerda,

Poderes, Autoridades, Principalidades e demônios,

ameaças, paixões, diabos, Satã, e a raiz inferior

de onde a natureza das coisas transientes provém.”

“Esta cruz então é aquela que unificou todas as coisas pela palavra e

que as separou do que é transitório e inferior,

e que também compactou coisas dentro de mim.

Mas esta não é aquela cruz de madeira que você deverá ver quando descer daqui;

nem eu sou o homem que está sobre aquela cruz.

Eu, quem agora você não vê, mas apenas ouve a minha voz.

Eu fui tomado para ser aquilo o que eu não sou,

Eu, que não sou o que para muitos eu fui;

mas o que eles irão dizer de mim é penoso e indigno de mim.

Desde então o lugar de meu repouso não deve ser nem visto nem revelado.

Muito mais deverei eu, o Senhor deste lugar, ser nem visto nem revelado.”

“A multidão ao redor da cruz, que não é de uma forma, é a natureza inferior.

E aqueles que tu viste na cruz, mesmo que eles ainda não tenham uma forma –

nem todos os membros daquele que desceu foram ainda reunidos.

Mas quando a natureza humana é tomada,

e a raça que vem a mim e obedece ao minha voz,

então aquele que agora me ouve,

deverá unir-se a esta raça e não será mais o que ele é agora,

mas estará acima deles, como eu estou agora.

Por tanto tempo enquanto não te chamaste meu,

eu não sou o que sou, mas se me ouvis,

tu também como um ouvinte deverás ser o que eu era,

quando fores como eu sou comigo mesmo,

pois de mim tu és o que eu sou.

Portanto, ignore os muitos e despreze aqueles que estão fora do Mistério;

pois deves saber que eu sou totalmente com meu Pai, e o Pai comigo.”

“Assim eu não sofri nada daquelas coisas das quais irão dizer de mim;

mesmo o sofrimento que eu mostrei a ti e ao resto em minha dança,

eu desejo que isto seja chamado de Mistério.

Pois o que tu és, que eu mostrei a ti, como tu vês;

mas o que Eu Sou, é apenas conhecido por mim mesmo, e ninguém mais.

Deixa-me ter o que é meu;

o que é teu deves ver através de mim;

mas a mim deves ver não verdadeiramente o que Eu Sou, como eu disse,

mas aquilo que tu, meu parente, és capaz de saber.

Tu ouviste que eu sofri, e eu não sofri,

e aquilo que eu não sofri, ainda assim eu sofri,

e que eu fui transpassado, ainda assim eu não fui ferido,

que eu fui pendurado, ainda assim eu não fui pendurado,

que o sangue fluiu de mim, ainda assim ele não fluiu,

e, numa palavra,

aquilo que eles dizem de mim, eu não confirmo,

mas aquilo que eles não dizem,

estas coisas, eu sofri.

Agora, que coisas são estas, que eu secretamente mostro a ti;

pois eu sei que tu irás entender.

Tu deves conhecer a mim, então, como um tormento do Logos,

o sangue do Logos, as feridas do Logos, o jejum do logos, a morte do Logos.

E assim eu digo, descartando minha humanidade.

O primeiro, então, que deves conhecer é o Logos, depois deves

conhecer o Senhor, e em terceiro lugar o Homem, e o que ele sofreu.”

Quando Ele disse essas coisas para mim, e outros a quem eu não sei como dizer, como Ele desejava, Ele foi tomado, sem que ninguém da multidão o visse. E descendo, eu ri deles todos, pois Ele havia me dito o que eles diziam d’Ele; e eu guardei esta única coisa em minha mente, que o Senhor realizou tudo como um símbolo (sinal)

e uma liberação para a conversão e salvação do homem.

2. Evangelho da Paz pelo Discípulo João

Vossa Mãe está em vós e vós estais Nela. É Ela que vos gerou e que vos deu a vida. É a Ela que sois devedores de vosso corpo, e é a Ela que deveis voltar algum dia. Bem-aventurados sois vós que, um dia, a conhecereis, e a seu reino, quando receberdes os anjos de vossa Mãe e quando vos adaptardes às suas leis. Eu vos digo, em verdade, que aquele que chegar a isto não verá jamais a doença, porque o poder de vossa Mãe domina tudo. (…) e a lei de vossa Mãe rege todo vosso corpo como de todos os seres vivos.

O sangue que flui em vossas veias procede de vossa Mãe, a Terra. Seu sangue cai das nuvens, jorra do seio da terra, murmura nos riachos das montanhas, corre fartamente nos rios das planícies, dorme no seio dos lagos e enfurece-se, poderoso nos mares tempestuosos.

O ar que nós respiramos nasce da respiração da nossa Mãe, a Terra. Seu sopro é azulado nas alturas do céu, murmura nos cumes das montanhas, sussurra através da folha das florestas, se eleva como uma onda acima dos campos de trigo, dorme nos vales profundos, queima tórrido no deserto.
A dureza de nosso ossos provém de nossa Mãe, a Terra, dos rochedos e das pedras. Seus elementos estão a nú, face ao céu, no cume das montanhas, são como os gigantes que dormem nos flancos das encostas, como ídolos situados no deserto, e estão igualmente escondidos nos mais profundo do seio da terra.

A maciez da nossa carne nasceu da carne de nossa Mãe, a Terra. Esta carne amarela e vermelha, fornece a substância das frutas de nossas árvores; Ela nos dá assim o alimento que jorra dos silos dos campos.

Nossas vísceras são formadas das entranhas de nossa Mãe, a Terra, e estão escondidas de nossos olhos assim como as profundezas invisíveis da terra.

A luz de nossos olhos, o poder de ouvir de nossas orelhas, nascem de cores e de sons de nossa Mãe, a Terra, porque nos envolvem inteiramente, assim como fazem as vagas do mar para o peixe ou os turbilhões do ar para o pássaro.

Eu vos digo, em verdade, o Homem é Filho da Mãe, a Terra, e é Dela que o filho do Homem recebeu a totalidade de seu corpo, da mesma maneira que o corpo do recém nascido procede do seio de sua Mãe. Eu vos digo, em verdade, vós sois um com sua Mãe, a Terra; Ela está em vós e vós Nela. É Dela que nascestes, Nela viveis e a Ela deveis enfim retornar. (…)

Não procurei a Lei nas vossas Escituras porque a lei é vida enquanto que a escritura está morta. Eu vos digo, em verdade, Moisés não recebeu de Deus suas leis por escritura, mas pela palavra vivente. A Lei é uma palavra viva, proferida por um Deus vivo, transmitida a profetas vivos a homens vivos. Em toda a coisa que se encontra vida se encontra escrita a Lei. Vós a encontrareis na relva, na árvore, no riacho, na montanha, nos pássaros do céu, nos peixes dos lagos e dos mares, mas procurai-a sobretudo em vós mesmos.

Porque eu vos digo, em verdade, todas as coisas que são dotadas de vida são mais próximas de Deus que as escrituras que são privadas de vida. Deus assim fez a vida e todas as coisas viventes de maneira que elas sejam a palavra de vida eterna e que elas ensinem ao homem as leis do verdadeiro Deus. Deus não escreveu suas leis nas páginas dos livros, mas em vosso coração e em vosso espírito. Elas estão em vosso corpo, no vosso sangue, nos vossos ossos, na vossa carne, nas vossa entranhas, nos vossos olhos, nas vossas orelhas e em cada uma das parte das mais ínfimas de vosso corpo.

Elas estão presentes no ar, na água, na terra, nas plantas, nos raios do sol, nas profundezas e nas alturas. Todas as coisas vos falam para que possais a palavra e a vontade do Deus vivente.”

Capricórnio – De 22 de dezembro a 19 de janeiro

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Regências e Relações

Região do corpo: Joelhos e pele
Metal: Chumbo
Pedras preciosas: Ônix
Perfume: Extrato de Pinho
Planta: Plátano Falso
Flor: Loto
Planeta: Saturno
Cor: Negra
Elemento: Terra
Palavra-chave: Obstrução
Dia da semana: Sábado
Arcanjo Regente: Orifiel
Gênios do Zodíaco: Sagdalon e Semakiel
Tattwa: Pritvi

Querido discípulo:

Chegamos, neste curso, à constelação de Capricórnio.

Esta constelação é a casa de Saturno, o Ancião dos Dias. Saturno é o planeta do sistema solar mais afastado da Terra*. A Lua é o satélite mais próximo da Terra. Mercúrio a segue e depois, em ordem de distância, seguem Vênus, o Sol, Marte, Júpiter e Saturno (em escalas ordenadas de distância.)

Sobre essa base natural e cósmica baseia-se o antiguíssimo calendário de lunes, miércoles, viernes, domingo, martes, jueves e sábado.

Os católicos romanos mudaram esse legítimo calendário e sobre essa falsificação levantou-se a astrologia de aritmética moderna. É lógico que a astrologia moderna, sustentada por bases falsas, seja um verdadeiro fracasso.

Compete-nos agora restaurar a autêntica astrologia antiga e para isso torna-se indispensável o retorno urgente ao legítimo calendário Arcaico.

Todas as obras astrológicas de Max Heindel e de Alpherat estão baseadas em um falso calendário, e assim, não têm base fundamental e são equivocadas.

Nós, Gnósticos, somos os restauradores da sabedoria esotérica.

Eu, Samael Aun Weor, sou o Grande Avatara de Aquário. Sou o Iniciador da Nova Era e o Mensageiro dos mundos superiores de consciência. Vim para trazer a cultura da Nova Era e para formar uma nova raça de Deuses. Por isso, quero que me escuteis. “Pedi e vos será dado; batei e vos será aberto”. Isso dizem as Sagradas Escrituras.

Ensinei-vos o mistério indizível do Grande Arcano e quero que aprendais a manipular o cintilar das estrelas para que governeis a Natureza.

Escutai-me bem: as horas planetárias tal como veem nos anuários astrológicos e textos de astrologia são, em geral, falsas e absurdas, porque o calendário em voga é falso e absurdo e também porque jamais povo algum da Antiguidade usou as tão curiosas e cacarejadas horas planetárias dos astrólogos atuais.

Os antigos e velhos sábios consideraram o dia como uma cruz dentro de um círculo perfeito. Esses velhos contempladores de estrelas, cujos olhos investigadores penetraram profundamente nos mistérios das estrelas, receberam a iluminação dos Deuses Planetários. Esses antigos astrólogos aprenderam dos Deuses que o dia se divide em quatro partes como uma cruz dentro de um círculo perfeito.

Eles sabiam que o dia estava governado só por quatro planetas, segundo a velha ordem: Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno.

O primeiro quarto do dia está governado pelo planeta do dia que leva o seu nome; o segundo, terceiro e quarto quartos do dia desenvolvem-se de acordo com a ordem dos planetas: Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno.

Assim, pois, a segunda-feira corresponde ao domingo atual e o sábado ao próprio sábado que é o sétimo dia*.

Dessa, maneira, as 12 horas do dia dividem-se em quatro partes de três horas cada uma delas.

Esse sistema simples, fácil e rápido permitirá saber qual planeta exatamente se acha governando o espaço em um dado momento. Esse foi o sistema que os grandes astrólogos antigos conheceram e que eles aprenderam dos Deuses Siderais.

Aqui não são necessários os tão famosos cálculos dos astrólogos de aritmética. A única coisa que se requer aqui é um pouco de prática e bom senso para conhecer o tempo sideral.

Esse sistema simples e sublime pode ser aprendido por qualquer pessoa, pois não são necessárias tantas complicações, tais como: logaritmos, tábuas de casas, grossos volumes de efemérides astrológicas, enfim, essa complicada geringonça dos pseudossapientes da astrologia de aritmética.

Agora nasceu uma nova geração de astrólogos, os iluminados da Nova Era, os paladinos de Aquário. Já não precisamos de horóscopos de aritmética. Agora conversamos com os Deuses para conhecer os destinos dos homens.

Sacudi o pó de vossas cabeças, velhos professores de astrologia, porque ressoam os primeiros sinos de Aquário, cantando as páscoas da Ressurreição.

Deixai-nos em paz, astrólogos de aritmética. Estamos cansados de vossos erros, queimai toda essa geringonça de logaritmos, efemérides, tabelas de casas etc.

Agora só nos interessam os paladinos da Nova Era, os astrólogos iluminados que saibam falar com os Deuses Siderais. Estamos enfastiados de tanta teoria e vamos ao grão, ao efetivo, ao real. Não queremos mais astrólogos cegos, apoiados sobre a muleta dos números.

Agora só nos interessam os clarividentes das estrelas, os sacerdotes dos templos siderais, os sábios de Aquário.

O discípulo deverá escolher as horas para trabalhar com as estrelas.

Em horas da Lua pode-se trabalhar com a Lua; em horas de Mercúrio pode-se trabalhar com Mercúrio etc. Saturno é a morada das hierarquias verdes. Essas hierarquias deram ao homem a alma animal, o corpo mental.

A mente deve libertar-se de toda classe de escolas, religiões, seitas, crenças, etc.

Todas essas jaulas são trevas que inabilitam a mente de pensar livremente. Há necessidade de que a mente se liberte das ilusões deste mundo e se converta no fino e maravilhoso instrumento do Íntimo.

Há de se libertar a mente de toda classe de raciocínios desejosos.

Torna-se imprescindível a cristificação da mente, da mente Cristo.

Precisamos de uma mente que saiba pensar apenas com o coração. Necessitamos de uma mente que saiba escutar a voz e entender a linguagem do coração.

Necessitamos de uma mente que não raciocine quando o coração mande.

A mente que só obedece à linguagem do coração é Mente Cristo.

A mente que não raciocina e só se movimenta sob as ordens que sem do coração é a mente Cristo.

A mente deve se converter no instrumento do coração.

O que sabe a razão? A razão é um processo doloroso da mente fundamentado na ilusão das coisas exteriores.

A razão nada mais faz que dividir a mente entre o batalhar das antíteses. As decisões da razão são filhas da ignorância e trazem dor.

A nova humanidade será a humanidade da intuição. O intuitivo move-se com a voz do silêncio.

A cristificação total da mente só se realiza com a Kundalini do corpo mental.

A Kundalini do corpo mental é o quarto grau de poder do Fogo.

Mediante a Kundalini do corpo mental extraímos da alma animal a mente Cristo. Temos que expulsar do templo mental toda classe de pensamentos terrenais.

A Mestra HPB diz em A Voz do Silêncio o seguinte: “Tens de alcançar tal fixidez da mente em que nenhuma brisa, por forte que seja, possa insuflar algum pensamento terreno. O santuário assim purificado deve estar vazio de toda ação, som ou luz terrenal. Como a mariposa alcançada pela geada cai sem vida no umbral, assim devem todos os pensamentos cair mortos ante o templo”.

“Olha o que está escrito.”

“Antes que a chama de ouro possa arder com luz serena, a lâmpada deve estar bem cuidada em um local livre de todo vento.”

A razão é do eu animal, a intuição é a voz do Íntimo. A razão é externa e a intuição é interna.

O quarto grau de poder do fogo converte-nos em Arhat.

O corpo mental também tem sua medula e sua cobra. O Ascenso do Kundalini da mente realiza-se com os méritos do coração.

Falamos da mente em capricórnio porque este signo é casa de Saturno e neste astro moram as hierarquias verdes que deram ao homem o corpo mental.

Capricórnio é a porta do céu porque é casa de Saturno.

Quando a alma desencarna, acompanhados os estados post-mortem, chega à esfera ultrassaturniana, submerge dentro do infinito e sente a sensação de ter todo o infinito dentro de si mesma. Esta sensação prolonga-se até a alma sentir-se ligada a um novo corpo físico que permitirá seu retorno à dolorosa escola da vida para continuar sua ascensão pela espiral da vida.

Saturno, Senhor da Morte, em Capricórnio encontra sua casa. Capricórnio influi sobre os joelhos e o esqueleto humano. As correntes que sobem da terra, ao chegarem ao joelhos, carregam-se do chumbo de Saturno. O chumbo dá a essas correntes força e constância.

Nos joelhos há uma substância maravilhosa que permite o livre movimento de tão simples e maravilhosa engrenagem óssea. Essa substância é a sinóvia; palavra criada por Paracelso e que quer dizer: Syn (=junto) e ovum (=ovo), portanto, “substância com ovo”.

O ovo é realmente uma substância maravilhosa. Experimentos esotéricos, altamente científicos em relação ao desdobramento da personalidade humana, provam que a casca de ovo tem certos poderes ocultos que facilitam o desdobramento astral.

A chave consiste em reduzir a casca do ovo a pó, o qual deverá ser aplicado pelo discípulo sobre seu peito e nas axilas. Em seguida, deverá se deitar e cobrir-se bem com os cobertores (felpudos). Logo, o estudante deverá adormecer pronunciando o mantram FARAON, assim: Faaaaaaa Raaaaaaa Onnnnnn.

Estes mantras devem ser pronunciados mentalmente e quando o discípulo se sentir adormecido, levante-se do leito e dirija-se à Igreja Gnóstica.

A primeira sílaba, Fa, corresponde ao gongo chinês, ou seja, o Fá musical que ressoa em toda a criação.

Há de se pronunciar essa nota para sintonizar-se com a Mãe Natura.

RA, a segunda sílaba, relaciona-se com o um mantra muito antigo que faz vibrar todos os chacras do corpo astral. Esse mantra não se pronuncia com um único R e sim com vários, assim: Rrrrrraaaaaa.

A última sílaba, ON, corresponde ao mantra hindu Om, porém aqui se pronuncia Ooooooonnnnnnnn.

O mantram FARAON pode ser vocalizado com a mente ou, ainda melhor, com o coração.

Dessa maneira, o poderoso mantra egípcio FARAON serve para sair em corpo astral. (Assista ao vídeo ao final do texto.)

Durante o signo de Capricórnio, deve-se praticar o seguinte exercício:

Prática

Imagine-se um ataúde (caixão funerário) no solo e caminhe o discípulo por cima desse ataúde imaginário, deixando porém o ataúde no centro das pernas. Caminhará dobrando os joelhos, como para saltar um obstáculo, enquanto faz girar os joelhos da esquerda para a direita, com a intenção de que eles se carreguem com o chumbo de Saturno, como ensina o grande Guru Huiracocha.

É também urgente praticar diariamente os exercícios de meditação interna, rogando a nosso Íntimo que se translade aos templos siderais a fim de nos trazer os gênios principais dessa constelação para que eles despertem os chacras e os poderes dos joelhos.

Tipo Astrológico de Capricórnio

Os nascidos sob o signo de Capricórnio são tão melancólicos como o salgueiro. Têm um grande senso de sua própria responsabilidade moral.

São pessimistas e sempre têm um Judas em suas vidas.

São práticos e preocupam-se bastante com o amanhã. Sua principal preocupação está ligada ao aspecto econômico.

Sofrem muito no amor e quase sempre têm de passar por uma grande decepção amorosa.

*ORDEM ASTROLÓGICA DOS 7 DIAS DA SEMANA

Neste texto, o autor, Samael Aun Weor, alude à antiquíssima ordem esotérica dos sete dias da semana e os planetas que os regem. A ordem correta, dentro dos estudos gnósticos, é:

Domingo é regido pela Lua
Segunda é regida por Mercúrio
Terça é regida por Vênus
Quarta é regida pelo Sol
Quinta é regida por Marte
Sexta é regida por Júpiter
Sábado é regido por Saturno

* Saturno, dos 7 planetas astrológicos, é o mais afastado, pois faz parte da evolução planetária terrestre.

Ao orarem de joelhos, os devotos ativam esses vórtices. Os chakras dos joelhos são também chamados de Chakras Devocionais, pois têm ligação com o chakra cardíaco. Eles são chakras ligados ao Centro Instintivo. Indicam perigos físicos ou psíquicos quando os joelhos tremem

Fidel Castro

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Fidel Alejandro Castro Ruz (1926-2016). Este é um texto em nível esotérico sobre esse personagem ativo da política mundial.

Na linguagem dos mestres da Grande Fraternidade Branca, diz-se que as pessoas deste nosso sofrido planeta são demônios quando não se interessam pelo conhecimento revolucionário da autorrealização; também são chamados de magos negros (não necessariamente as hierarquias da Loja Negra, mas simplesmente, as pessoas que não se interessam por nada da espiritualidade).

Portanto, todos nós segundo o VM Samael Aun Weor (no livro A Revolução da Dialética), com raríssimas exceções, somos mais ou menos magos negros enquanto não resolvermos trilhar a Senda da Iniciação, que nos conduz à Luz… Afirmação contundente e polêmica, não?

Bem, esses seres “trevosos”, por estarem apartados do Espírito, de Deus, os habitantes deste mundo se tornam inúteis para a Grande Obra, tornam-se experimentos cósmicos fracassados ante as Hierarquias Solares. Por quê? Porque não cumprem a Vontade do Pai.

No entanto, alguns indivíduos são, de certa forma, úteis à Divindade porque realizam determinados trabalhos aqui no plano físico em prol da Humanidade. Grosso modo, podemos dizer que são “demônios úteis” à Divindade…

Esses indivíduos, que não são de todo inúteis, trabalham por exemplo como grandes cientistas, líderes empresariais ou políticos.

São, em terminologia iniciática, chamados de “Fichas Pretas” (enquanto os Altos Iniciados, quando vêm ao mundo para cumprir uma missão, são batizados com o epíteto de “Fichas Brancas“). Um desses exemplos de ficha preta é o grande líder da ilha de Cuba Fidel Castro.

Fidel e seu pessoal revolucionário defenderam a Ilha da dominação e escravização dos Estados Unidos, e apesar dos excessos, manteve a nação íntegra e livre. A doutrina política estadunidense para a América Latina é transformá-la em mero “quintal dos EUA”, e essa doutrina foi fortemente combatida pelo líder cubano.

Sobre esse personagem, explica o Mestre Rabolu, um dos principais discípulos de Samael Aun Weor:

Há algo muito importante para anotar sobre isso. Isso mesmo perguntei a mim mesmo sobre o caso de Fidel Castro. Em vez de ouvir as notícias por rádio, fui em corpo astral para me dar conta como ele se encontrava quando o estavam julgando [nos Tribunais do Karma], [porque] o tinham na Sala do Juízo.

Qual não foi minha surpresa quando encontrei Fidel Castro protegido por dois grandes Hierarcas da Lei [dois mestres do Karma] e perguntei: “O que você fazem aqui?” (Ou seja, custodiando um demônio.) E me disseram, mui sabiamente: “Você poderia cumprir a missão de Fidel Castro?” Minha resposta foi “Não!” “Pois então, nós o estamos guardando porque ele tem de cumprir  sua missão como Besta…”

Os Demônios também cumprem missão.

Até aqui, as palavras do VM Rabolu.

Fidel Castro, desencarnou na sexta-feira 25 de novembro de 2016, em Havana, capital de Cuba. Certamente, seu Julgamento nos Tribunais do Carma será muito trabalhoso, pois além de ter muito Carma a pagar, também acumulou Dharma, graças aos inúmeros benefícios sociais à população cubana.

O Edda, a bíblia germânica

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Podemos considerar o Edda alemão como a Bíblia germânica. Neste livro arcaico se acha contida a sabedoria oculta dos nórdicos. Os relatos do Edda sobre o Gênesis do mundo são como se segue:

“No princípio existiam
duas únicas regiões: a do fogo e da luz, onde reinava o ser absoluto e eterno Affadir.
E a outra, a região das trevas e do frio, chamada Niflheim, dominada por Surtr
(
o Negro). Entre uma e outra região se estendia o caos.
As chispas escapadas de Affadir fecundaram os frios vapores do Niffheim e nasceu Ymir,
pai da raça dos gigantes. Para alimentá-lo – e da mesma maneira –
foi criada a vaca Audumbla, de cujo úbere emanaram quatro rios de leite.

Então, farto, Ymir dormiu.
E do suor de suas mãos nasceu um casal, macho e fêmea, de gigantes;
de um de seus pés um monstro de seis cabeças”.

No Gênesis da criação achamos alquimia sexual. O fogo fecunda as águas frias do caos, o princípio masculino Affadir fecunda o princípio feminino Niffheim, dominado por Surtr (as Trevas), para que brote a vida. Assim nasce Ymir, o pai dos gigantes e deus interno de todo homem, o Mestre. Este se alimenta com a matéria-prima da Grande Obra. Dita substância é o leite da vaca Audumbla, a vaca branca sagrada da Índia.

No Gênesis de Moisés se mencionam os quatro rios do Éden, os quatro rios de leite, que são o fogo que flameja, a água pura de vida, o ar impetuoso e a perfumada terra elemental dos sábios (os quatro tatwas). Em toda operação de Alquimia entram em atividade os quatro Elementos. E eles não podiam faltar na alquimia sexual da criação.

Ymir dorme e de seu próprio suor nasce um par de gigantes (macho e fêmea), o divino hermafrodita primitivo, gigantesco e sublime da Ilha Sagrada. No Gênesis de Moisés, Adão dorme e Deus tira Eva de uma costela dele. Antes deste instante Eva estava dentro de Adão e era o próprio Adão. Este era um hermafrodita e dos pés deste gigante hermafrodita (a Raça Polar), nasce o monstro de seis cabeças (a Estrela de Salomão), a Alquimia Sexual humana, que através de muitos séculos acaba por separar ou dividir os gigantes, convertendo-os em seres humanos de sexos separados. A divisão em sexos opostos é o princípio da grande tragédia; do gigante hermafrodita nasce o monstro das seis cabeças. O ser humano voltará a ser divino hermafrodita.

O homem regressará ao Éden acompanhado de sua divina Eva. Quando o homem e a mulher se unem sexualmente, são nesses instantes um só ser hermafrodita. Realmente, nesses instantes de suprema voluptuosidade sexual somos deuses. Esse é o momento supremo que sabe aproveitar o Iniciado para seus fenômenos mágicos. O nascimento do ser humano em sexos separados foi um grandioso acontecimento da Antropogênese, que se realizou através de muitíssimos milhões de anos.

As Valkírias, deusas sagradas que levam os Guerreiros que morreram (em si mesmos) na Grande Batalha (ou Jihad interior) para o Valhalla

O Edda germânico, depois de descrever maravilhosamente a criação do mundo, relata a separação em sexos opostos, como segue:

“Imediatamente os Deuses decidiram criar o primeiro casal humano. De um freixo formaram o homem e o chamaram Askur. De um amieiro formaram a mulher e a chamaram Embla. Odin lhes deu a alma, Villi lhes deu o entendimento. Ve lhes deu a beleza e os sentidos. E os Deuses, satisfeitos de sua obra, retiraram-se para descansar e para gozar a sua mansão do Asgard, situada no centro do universo”.

O relato do Edda sobre a destruição do mundo é o Apocalipse germânico.

“A própria natureza começa a sair da sua ordem. As estações deixam de se alternar. Fimbul, o inverno terrível, domina e dura três anos, porque o sol perdeu sua força. Não há mais fé entre os homens. A paz já não se observa entre irmãos, pais e filhos de uma mesma tribo. O sagrado dever dos Germanos de respeitar aos mortos, cortar-lhes as unhas e de enterrá-los, é descuidado. E o barco colossal, no qual na consumação dos séculos há de embarcar Hrimer, o gigante da neve, com os seus incontáveis companheiros, para destruir os Deuses, destroçar sua alegre e resplandecente morada, o Valhalla e o Universo, o terrível barco acusador, composto só das unhas dos mortos que não foram cortadas por nenhuma alma piedosa, adianta-se a cresce apesar da pequenez do material, até que a corrupção atinge ao auge.

Então, os monstros que os Deuses haviam acorrentado rompem as cadeias que os prendiam; as montanhas se afundam, as selvas se desfazem; os lobos, que desde o princípio do mundo uivavam ao sol e à lua para devorar estes dois astros e que, às vezes, quase tinham conseguido, alcançam-nos e os engolem para sempre; o lobo Fenris rompe suas ataduras e investe com a boca escancarada para o mundo, tocando com uma das suas mandíbulas o céu e com a outra a terra e as teria aberto ainda mais, se não lhe faltasse espaço. A serpente Migdar inunda toda a terra (porque o homem se tornou fornicário). Os gigantes da neve vêm em seu barco de unhas, do Levante. Do meio-dia aproximam-se as potências do fogo destruidor: Loki, os Surtr e os filhos de Muspell estão prontos para desfechar a batalha decisiva e derradeira dos Ases. As divindades do Valhalla preparam-se para receber o inimigo; seu vigia Heimdall, postado à entrada do poente que conduz à sua morada, toca o clarim. E os Deuses em união com as almas dos heróis mortos em combate, saem para receber os gigantes: a luta começa e acaba com a destruição de ambos os exércitos”.

Mortos os Deuses e os Gigantes, comunica-se a incandescência do fogo ao mundo, que se consome todo em imenso holocausto purificador.

Uma profunda análise sobre o Gênesis e sobre o Apocalipse do Edda demonstra-nos cabalmente que o ponto-chave, tanto de um quanto de outro, é a questão sexual. Sexualmente é criado o mundo. Sexualmente divide-se o hermafrodita primitivo. É um Deus quando não derrama o sêmen. Converte-se em um Demônio quando derrama o sêmen. Sexualmente é criado o mundo e é destruído este, quando os seres humanos se tornam terrivelmente fornicários, quando a Grande Rameira chegou ao auge da sua corrupção, quando a serpente Migdar inunda toda a terra.

Realmente, quando o ser humano se acostuma a derramar seu sêmen, nasce a Grande Rameira, cujo número é 666. A fornicação corrompe o ser humano. Com a fornicação se torna terrivelmente perverso o ser humano e, então, o mundo é destruído, os monstros desconhecidos da natureza, os elementos que o homem desconhece e que os Deuses tinham encadeado, são desatados com as armas atômicas, as selvas se desarraigam, os lobos do Karma uivam horrivelmente, o lobo Fenris rompe suas ataduras e investe com sua boca aberta para o mundo, tocando com suas mandíbulas o céu e a terra.

O Karma é terrível e haverá uma colisão de mundos. Em tempos arcaicos já houve uma colisão semelhante e a terra, que se achava mais próxima do sol, foi arrojada à distância em que se encontra. Este cataclismo agora repetir-se-á por lei do Karma. Então, como diz o Edda germânico, tudo se consumirá em imenso holocausto purificador.

A Grande e derradeira batalha se dá no Fim dos Tempos (o Ragnarök)

Não pode existir nenhum Gênesis sem Alquimia Sexual. Não pode existir nenhum Apocalipse sem degeneração sexual. Todo Gênesis e todo Apocalipse têm por base o falo e o útero. O fogo cria e o fogo destrói. As potências do fogo destruidor já se acham realmente em marcha e as guerras atômicas desatarão definitivamente estas potências que consumirão a terra. A raça humana será destruída dentro em pouco pelo fogo.

Já chegou a hora de compreender a necessidade imperiosa de entrar em cheio na senda do Matrimônio Perfeito. Somente aqueles que resolveram trilhar esta senda poderão salvar-se do abismo e da segunda morte. DEUS RESPLANDECE SOBRE O CASAL PERFEITO.

Samael Aun Weor – O Matrimônio Perfeito

Kundalini e a nona esfera

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A descida à Nona Esfera foi, nas antigas e grandes civilizações que nos precederam no decurso da história, a prova máxima para a suprema dignidade do Hierofante. Hermes, Buda, Jesus, Dante, Zoroastro e muitos outros grandes Mestres tiveram de passar por essa difícil Pprova.

Lembrai-vos, amadíssimos discípulos, de que a Nona Esfera é o sexo. Muitos são os que entram na Nona Esfera, mas é muito raro encontrar alguma pessoa que saia vitoriosa dessa difícil prova. A maior parte dos estudantes ocultistas vive mariposeando de escola em escola, de loja em loja, como curiosos, sempre em busca de novidades, sempre à caça de algum conferencista novo que chegue à cidade.

E quando algum desses estudantes resolve trabalhar com o Arcano AZF, quando resolve baixar à Nona Esfera para trabalhar com o Fogo e com a Água, o faz, como sempre, “buscando”, sempre curioso e sempre néscio.

 

 

O estudante ocultista tenta sempre transformar tudo em “escolinhas e teorias”. Se resolve entrar na Nona Esfera, o faz como se estivesse entrando em mais uma escola. Como sempre um imbecil, um curioso, um tolo.

Difícil é achar um aspirante sério que se defina de verdade pelo Caminho do Matrimônio Perfeito. Às vezes aparecem alguns estudantes aparentemente muito maduros e sérios, mas logo se vê o que há por trás das aparências. Triste realidade, porém essa é a verdade desta vida.

As Provas da Nona Esfera são muito sutis e delicadas. O médico aconselha o devoto a fornicar, porque senão corre risco de adoecer. As comadres metem medo na esposa. Os irmãozinhos de todas as organizações espiritualistas assustam o estudante. Os magos das trevas, disfarçados de santos, aconselham o devoto a derramar “santamente” o sêmen.

Os pseudossábios ensinam ao aspirante magia sexual negativa com derramamento do sêmen. A forma de ensinar, o requinte sublime e místico que esses tenebrosos, disfarçados de santos, dão à sua doutrina, conseguem desviar o devoto e afastá-lo da Senda do Fio da Navalha, e então o estudante cai na magia negra.

Quando o estudante se desvia, se crê mais sábio que os Mestres da Gnose. Realmente, os fracassados da Nona Esfera, os que não conseguem passar as árduas e longas provas desse Arcano, convertem-se de fato em demônios terrivelmente perversos. E o pior do caso é que nenhum demônio se considera mau e perverso, mas, pelo contrário, todo demônio se acha santo e sábio.

 

 

No começo, com as práticas de magia sexual, o organismo se ressente, às vezes inflamam-se as glândulas sexuais e as parótidas, a cabeça dói, sente-se uma espécie de tontura etc. Isso horroriza os curiosos mariposeadores de “escolinhas”, que fogem, aterrorizados, buscando refúgio, como sempre, em alguma nova escolinha. Assim passam a vida esses pobres “tontos”, sempre buscando, sempre mariposeando de “flor em flor”. Até que um belo dia morrem sem terem conseguido nada. Perderam o tempo miseravelmente. Chegada a morte, esses néscios convertem-se em legião de demônios que continuam.

A Nona Esfera é definitiva para o aspirante à realização. Repito que é impossível se autorrealizar intimamente, sem haver encarnado a Alma. Ninguém pode encarnar a Alma se não engendrou o Astral Cristo, a Mente Cristo e a Vontade Cristo. Os atuais veículos internos do homem mencionados pela Teosofia são apenas simples formas mentais que todo homem deve dissolver quando tenta se autorrealizar intimamente.

Necessitamos nascer. E isso de nascer é, foi e será sempre um problema absolutamente sexual. É necessário nascer e para tal tem-se que descer à Nona Esfera. Esta é a prova máxima para a suprema dignidade do Hierofante. Esta é a prova mais difícil. É muito raro encontrar alguém que possa passar essa difícil Prova. Comumente, todo mundo fracassa na Nona Esfera.

É mister que os esposos se amem profundamente. Costuma-se confundir o desejo com o amor. Todo mundo canta ao desejo, confundindo-o com isso que se chama Amor. Só aqueles que encarnam sua Alma sabem o que é Amor. O Eu não sabe o que é Amor, pois o Eu é desejo.

Quem encarna sua Alma torna-se então um Buda. Todo Buda deve trabalhar na Nona Esfera para encarnar o Cristo Interno. O Buda nasce na Nona Esfera. Na Nona Esfera nasce o Cristo. Primeiro devemos nascer como Budas e depois como Cristos.

Bendito seja o Amor. Benditos os seres que se amam verdadeiramente. Benditos aqueles que saem vitoriosos da Nona Esfera.

Os Mete-Medo

Muitos pseudoesoteristas cometeram genocídios inqualificáveis. Realmente, os mete-medos contra a Kundalini são um verdadeiro genocídio. É um crime inqualificável contra a humanidade dizer às pessoas, em livros impressos, que despertar a Kundalini é perigoso. Os propagadores mete-medos contra a Kundalini são piores que criminosos de guerra.

Esses últimos cometem crimes contra as pessoas, porém os pseudoesoteristas propagadores mete-medos cometem crimes contra a Alma. Quem não desperta a Kundalini não pode encarnar sua Alma. Quem não desperta a Kundalini fica sem Alma, perde sua Alma.

É falso dizer que a Kundalini possa despertar sem que a pessoa progrida moralmente e que, portanto, tenha de aguardar, até que se realize o dito progresso. O desenvolvimento da Kundalini está controlado pelos méritos do coração. Nós fornecemos instruções concretas sobre a Kundalini e toda verdadeira cultura serpentina conhece profundamente o Caminho.

Não é verdade que a Kundalini possa entrar por caminhos diferentes, quando se pratica Magia Sexual Branca. Somente quando se pratica Magia Sexual Negra a Kundalini desce para os infernos atômicos do homem e converte-se no Rabo de Satã. Também é falsa aquela absurda afirmação dos mete-medos de que a Kundalini pode sair do canal medular, romper tecidos, produzir terríveis dores e até ocasionar a morte.

São absolutamente falsas essas afirmações dos assassinos de almas, porque cada uma das sete Serpentes tem os seus Mestres especialistas que vigiam o estudante, que nunca é abandonado em seu Trabalho. O estudante, quando desperta a primeira Serpente, é atendido por um especialista, quando desperta a segunda Serpente é atendido por outro especialista e assim sucessivamente. Esses especialistas conduzem a Serpente pelo canal medular.

Nenhum estudante está abandonado. Os especialistas têm de responder pelo estudante. Os especialistas vivem no Mundo Astral.

A Kundalini só desperta negativamente quando se derrama o sêmen. Quem pratica Magia Sexual sem derramamento de sêmen nada tem a temer.

 

 

Ninguém pode ativar os aspectos superiores da Kundalini sem uma perfeita santidade. É inverdade dizer que existem funestas possibilidades para a prematura ativação da Kundalini. Tal afirmação é falsa porque não pode existir a ativação prematura do Fogo. A Kundalini só pode ser ativada à custa de santificações. A Kundalini não sobe uma vértebra sequer se as condições de santidade requeridas para tal vértebra não forem conquistadas. Cada vértebra possui suas condições morais de santidade.

Portanto, é falso e estúpido afirmar que a Kundalini possa despertar ambição, orgulho, ou intensificar todas as baixas qualidades e paixões animalescas do Ego animal. Os que se utilizam desses mete-medos para afastar os estudantes do real caminho são verdadeiros ignorantes, porque a Kundalini despertada com Magia Sexual Branca não pode progredir nem um só grau se não houver santidade verdadeira.

A Kundalini não é uma força cega, tampouco uma força mecânica. A Kundalini está controlada pelos Fogos do coração e só se desenvolve à base de Magia Sexual e de Santidade.

Temos de reconhecer que no México a cultura serpentina foi e continua sendo formidável. Cada escultura asteca é um livro maravilhoso de ciência oculta. Ficamos extasiados ao contemplar Quetzalcóatl, com a Serpente enroscada em seu corpo e o Lingam-Yoni em suas mãos. Ficamos assombrados ao contemplar a gigantesca Serpente devorando o mago. Enchemo-nos de singular veneração ao ver o Tigre com um Falo pendurado no pescoço. Realmente, o Verbo está no Falo.

Na cultura asteca não há mete-medos. Cada livro de pedra, cada lamen indígena, está nos convidando para o despertar da Kundalini. Urge primeiramente despertarmos a Kundalini e depois sermos devorados pela Kundalini. Necessitamos ser tragados pela Cobra. É necessário que a Kundalini nos trague.

Necessitamos ser devorados pela Serpente. Quando o homem é devorado pela Serpente, converte-se também em Serpente. Só a Serpente Humana pode encarnar o Cristo. Cristo nada pode fazer sem a Cobra.

As autênticas culturas asteca, maia, egípcia, caldeia etc. são culturas serpentinas, que não podem ser compreendidas sem a Magia Sexual e sem a Kundalini.

Toda a cultura asteca é serpentina. Toda autêntica e verdadeira civilização é serpentina. A civilização sem a Sabedoria da Serpente não é realmente civilização.

Ascensão e Descida da Kundalini

Estão mentindo terrivelmente os pseudoesoteristas ao afirmarem que a Kundalini, depois de subir até o chakra coronário ou Loto das Mil Pétalas, desce novamente até ficar guardado na Igreja de Éfeso ou centro coccígeo. A Kundalini só desce quando o Iniciado se deixa cair. O Iniciado cai quando derrama o sêmen. O trabalho para levantar a Serpente, depois de haver-se caído, é muito árduo e difícil. O Senhor de Perfeição disse: “O discípulo não deve deixar-se cair, porque o discípulo que se deixa cair terá depois que lutar muitíssimo para recuperar o perdido”.

Os hindus dizem que no interior do canal medular há um canal chamado Sushumna, dentro do qual há outro canal chamado Vajrini e dentro deste um terceiro chamado Chitrini, “tão fino como o fio da aranha, no qual estão enfiados os chakras, à semelhança dos nós de uma cana de bambu”. Assim falam os livros sagrados da Índia e nós sabemos que a Kundalini sobe por Chitrini única e exclusivamente com o Maithuna, Magia Sexual, Arcano AZF.

Nós praticamos a meditação interna para alcançar o êxtase, mas sabemos muito bem que a Kundalini não desperta com a meditação, porque a Kundalini é sexual. É falso assegurar que se consegue o despertar dao Kundalini com a meditação. A meditação é uma técnica para receber informação. A meditação não é nenhuma técnica para despertar a Kundalini. Os pseudoesoteristas fizeram muito dano com sua ignorância.

Na Índia existem sete escolas fundamentais de Ioga e todas elas falam da Kundalini. De nada servem essas escolas de Ioga se nelas não se estuda o Tantrismo. O melhor do Oriente é o Tantrismo. Em toda autêntica escola de Ioga Esotérica pratica-se o Maithuna (Magia Sexual). Isso é Tantrismo. Os Tantras conferem à Ioga valor fundamental.

No centro do Lótus do Coração existe um triângulo maravilhoso; triângulo este que existe também no chakra coccígeo e no chakra frontal, sendo que há em cada um desses chakras um nó misterioso. Estes são os três nós. Estes nós guardam um profundo significado. Eis aqui três mudanças fundamentais no trabalho com a Serpente. No primeiro nó (Igreja de Éfeso) abandonamos o sistema de derramar o sêmen. No segundo nó (Igreja de Tiátira) aprendemos a amar verdadeiramente. No terceiro nó (Igreja de Filadélfia) alcançamos a verdadeira sabedoria e vemos clarividentemente.

A Kundalini em sua ascensão tem de desatar os três nós misteriosos. Os pseudoesoteristas maravilham-se pelo fato de que os primitivos iogues hindus não mencionem quase os chakras etéricos ou plexos e por outro lado dediquem toda sua atenção aos chakras do espinhaço e à Kundalini.

Realmente, os primitivos iogues hindus eram tântricos e praticaram o Maithuna. Foram verdadeiros iniciados na sabedoria da Serpente, pois sabiam perfeitamente que na medula e no sêmen se acha a chave de nossa Redenção. Eles compreendiam que a Kundalini desperta abre os chakras espinhais e que estes por sua vez põem em atividade os chakras dos plexos. O principal são, pois, os Chakras Espinhais e a Serpente. E isto sabiam muito bem os grandes sábios e os patriarcas das arcaicas civilizações serpentinas.

Nos três triângulos dos chakras básico, cardíaco e frontal, a Deidade está representada por um Lingam sexual, o que diz muito, mas os ignorantes ilustrados sempre buscam evasivas e desculpas para alterar a verdade. Mas não é justo que os pseudoesoteristas continuem enganando, consciente ou inconscientemente, a pobre humanidade doente. Nós estudamos a fundo as grandes civilizações serpentinas e por isso falamos claramente, para que se salvem verdadeiramente os que quiserem se salvar.

Aqui estamos nós para dizer a verdade, e a dizemos, mesmo que os pseudo-ocultistas e infrassexuais se declarem nossos piores inimigos. Temos de dizer a verdade e a dizemos com muito prazer.

É necessário trabalhar com a Kundalini e desatar os três nós. Os três nós são os três triângulos que transformam nossa vida com Castidade, Amor e Sabedoria.

 

O Espasmo Sexual

A Loja Branca proibiu totalmente e de modo absoluto o espasmo sexual. É absurdo chegar ao espasmo. Os que estão dispostos a evitar a ejaculação seminal sem abandonar o prazer do espasmo (gozo que precede à ejaculação) podem sofrer consequências desastrosas para seu organismo. O espasmo é muito violento. Tal violência contra o organismo trará como resultado impotência, danos ao sistema nervoso etc. Todo aquele que pratica Magia Sexual deve retirar-se do ato amoroso muito antes do espasmo.

Os médicos conhecem sobejamente os motivos pelos quais quem pratica Magia Sexual deve retirar-se antes do espasmo. A Magia Sexual deve ser praticada só uma vez por dia e jamais duas ou mais vezes. Jamais na vida se deve derramar o sêmen. Jamais, jamais, jamais! Esta é a ordem da Loja Branca. Todos temos que entendê-la e obedecê-la.

Se por desgraça vier o espasmo contra a nossa vontade, os discípulos devem retirar-se do ato imediatamente e tomarem logo a posição de barriga para cima, isto é, ficarem em decúbito dorsal, a fim de refrear o espasmo com os seguintes movimentos:

Indicação

Fazer o supremo esforço que uma mulher faz para parir, enviando a corrente nervosa para os órgãos sexuais, esforçando-se para fechar com a corrente nervosa os esfíncteres ou portas de escape, por onde o licor seminal costuma escapar. Trata-se de um esforço inaudito.

Inspirar, como bombeando ou fazendo subir com a respiração o licor seminal até o cérebro. Ao inalar o ar deve-se vocalizar o mantra HAM, imaginando que essa energia sobe até o cérebro e passando depois ao coração.

Exale a seguir o alento, imaginando que a energia sexual está se fixando no coração e vocalize o mantra SAH.

Se o espasmo é muito forte, refreie, e torne a refrear, e continue a inspirar e a expirar com a ajuda do mantra HAM-SAH.

HAM é masculino e SAH é feminino. HAM é solar e SAH é lunar. Tem-se que expulsar rapidamente o ar pela boca produzindo o som SAH, de forma suave e deliciosa. Tem-se de inspirar com a boca entreaberta, cantando mentalmente o mantra HAM.

A ideia primordial deste exercício esotérico é a de inverter o processo respiratório, tornando-o verdadeiramente positivo. No estado atual predomina o aspecto negativo ou lunar SAH, que vem produzir a descarga seminal. Invertendo o processo respiratório mediante esta prática, a força centrífuga converte-se em centrípeta e o sêmen flui então para dentro e para cima.

Ampliação

Essa indicação que acabamos de dar para os casos de espasmo, pode também aplicar-se em geral a toda prática de Magia Sexual. Toda prática de Magia Sexual pode finalizar com este exercício maravilhoso. O trabalho na Nona Esfera significa luta, sacrifício, esforço, vontade. Os fracos fogem espavoridos, horrorizados da Nona Esfera. Aqueles que são devorados pela Serpente, convertem-se em Serpentes, em Deuses.

Samael Aun Weor, O Matrimônio Perfeito

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Simón Bolívar e os Átomos Libertadores

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Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar Palacios Ponte y Blanco (1783-1830) foi um político e militar venezuelano (nascido em Caracas) que lutou pela independência dos países sul-americanos.

Desde cedo foi inspirado por grande homens que desejavam a liberdade dos países sul-americanos em relação ao Império Espanhol.

Mas foi somente após a morte de sua mulher, três anos após seu casamento, é que Bolívar tomou contato com os ideais da Revolução Francesa de Liberdade, Fraternidade e Igualdade, despertando a premente necessidade de ajudar as nações que estavam sob o jugo da Espanha.

O Libertador Bolívar, como era chamado, iniciou-se na Maçonaria (quando esta ainda era verdadeiramente revolucionária, tanto no âmbito social quanto no espiritual), na loja Lautaro, que funcionava em Cádiz, na Espanha, onde também se iniciaram José de San Martín, Bernardo O’Higgins, José Miguel Carrera, Juan Martínez de Rosas, Gregorio Argomedo, Juan Antonio Rojas, José Marra Zapiola, Carlos Marra de Alvear, Bernardo Monteagudo e Mariano Moreno, todos eles próceres da Independência.

Retornando à Venezuela, Simón Bolívar iniciou, juntamente com seus companheiros de Ordem, um movimento poderoso que levou à independência política de diversos países.

Quem foi, na verdade, esse grande líder que trouxe os ares da liberdade à América do Sul? Qual a visão gnóstica acerca de Bolívar?

Num diálogo amistoso entre mestre e discípulos, o VM Samael comentou sobre o caso do famoso general Simón Bolívar. Ensinou o Mestre que esse indivíduo, apesar de ser um bodhisatva caído – que foi um militar que lutou pela libertação dos povos sul-americanos -, era um mestre da Grande Fraternidade Branca pertencente ao RAIO DA LIBERDADE.

Leiamos o que o Mestre Samael ensina a respeito de Simón Bolívar:

Pergunta: Venerável Mestre, estes temas são muito interessantes. Nós, na Venezuela, sempre tivemos muitas inquietudes para saber sobre Simón Bolívar. Queremos perguntar ao senhor se Bolívar regressou, se tem corpo físico, se está desencarnado.

Samael Aun Weor: Sobre Bolívar, é bastante interessante, porque existe um “Raio” que o chamaríamos de LIBERADOR. É claro que todo Iniciado, mais cedo ou mais tarde, necessita desse Raio para, digamos, eliminar com tal Raio alguns elementos, digamos, atômicos inferiores, elementos inumanos etc. Porém, propriamente dito, Bolívar, ou a personalidade que conhecemos como tal, ou a Alma que esteve nessa Personalidade, ainda não regressou. Espera-se que regresse, que retorne, que se reincorpore em um novo corpo.

P: Venerável Mestre, o senhor dizia que muitos Átomos Libertadores voltariam a trabalhar e que agora a Revolução seria de outro tipo, de tipo espiritual, de tipo social, e que muitos desses Átomos trabalhariam pela Grande Causa, pelo triunfo da Nova Era de Aquário. Sem embargo, temos visto que muitos desses Átomos voltaram e que necessitam ter mais consciência desse trabalho. O que o senhor pode nos dizer sobre esses Átomos, se poderão nestas épocas saber quem são eles e se poderão cumprir essa Obra que lhe foi encomendada?

SAW: Indubitavelmente, esses Átomos Libertadores estão ativos, vibram em todo o espaço, em toda a atmosfera. Especialmente, impregnam aquelas mentes de certos elementos, de certos indivíduos que têm missão a cumprir.

Os Átomos Libertadores pugnam por manifestar-se a cada instante. Não há dúvida de que na Venezuela se manifestarão com muita força, sobretudo o vemos no Poscla (partido político fundado pelo Movimento Gnóstico). Ali os Átomos Libertadores querem fazer-se presentes, querem inundar todas as mentes. Não há dúvida de que o Poscla, com os Átomos Libertadores, pode fazer uma grande obra, e que a fará.

E assim como a Venezuela em um passado lutou pela independência de cinco países, assim também creio que num futuro esses Átomos Libertadores, digamos, impregnando determinadas mentes, poderão realizar trabalhos extraordinários, poderão fazer com que muitos se lancem no Caminho da Liberação, não somente nacional, senão até mundial.

P: Venerável Mestre, agora que estamos falando desses Átomos, o senhor recomendaria algum exercício especial para que uma pessoa, cada qual, individualmente, busque através desses Átomos para si e poder dar-lhes a oportunidade de se desenvolverem?

SAW: Sim, nós podemos atrair esses Átomos à nossa constituição interna MEDIANTE O ALTRUÍSMO, mediante o trabalho desinteressado em favor de nossos semelhantes, lutando pelos demais. Assim, esses Átomos vêm a nos impregnar radicalmente, a nos transformar; eles podem fazer de nós, de cada um de nós, um verdadeiro líder, um verdadeiro paladino da Grande Causa.

Porém, se quisermos atraí-los, faz-se necessário amar a liberdade, amar a nossos semelhantes, trabalhar desinteressadamente por todos os seres humanos. Assim é como podemos atraí-los.

Que na Venezuela exista atualmente um anelo de Liberação, isso é certo. Esse país está impregnado pelos Átomos Libertadores. Como queira que as pessoas de lá rendem culto a Simón Bolívar, atraem essas Forças Liberadoras. Por isso se espera muito da Venezuela. Não há dúvidas de que esse grande país pode se lançar a uma luta gigantesca pelo bem da humanidade. Esse é o meu conceito.

P: Venerável Mestre, o que o senhor opina sobre algumas seitas que invocam Simón Bolívar? Seja como sabemos que a Alma tem esses Átomos muito valiosos e muito importantes, porém outras pessoas invocam a Simón Bolívar. O que o senhor opina sobre isso?

SAW: Bem, esse tipo de seitas, ou seitas espíritas, francamente, tenho de dizer a vocês que são demasiado subjetivas, porque através dos médiuns podem se expressar, simplesmente, entidades tenebrosas, entidades digamos que podem suplantar a pessoa de Bolívar, e dizer que são o Bolívar, e não o são, pois no mundo astral inferior pulula uma multidão de larvas e entidades inferiores que podem tomar o corpo de um médium e apresentar-se como Libertadores, como Simón Bolívar, não é? Deve-se ter muito cuidado com isso.

Realmente, só nos Mundos Superiores de Consciência Cósmica é possível pôr-se em contato com Bolívar. Porém, para isso, deve-se despertar a Consciência. Do contrário, é impossível.

Origem da simbologia da bandeira da Venezuela

Assim como as bandeiras de diversos países, inclusive a do Brasil, a da Venezuela foi criada por maçons, e seu simbolismo é simples e profundo ao mesmo tempo.
As três cores (azul, vermelho e amarelo) e suas sete estrelas são indicadores da Lei do 3 (Triamatzikamno) e da Lei do 7 (Heptaparaparshinokh), muito estudadas nos diversos graus da Maçonaria Simbólica.


(Infelizmente, em 2006, uma oitava estrela foi inserida na bandeira, quebrando toda a simbologia esotérica original. De qualquer forma, a energia do Arcano 8 está influenciando a Venezuela e trazendo grandes dificuldades, tanto sociais quanto econômicas e políticas, a essa nobre nação…)

Ali Onaissi – Jornalista, escritor e coordenador do Portal Gnosisonline

 

A Autêntica Biografia de Jesus

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Nós, do GnosisOnline, e a editora Esotera temos a grande alegria de comemorar a terceira edição de um dos maiores livros de todos os tempos: A Autêntica Biografia de Jesus.

Como o título sugere, este livro desvenda alguns dos grandes mistérios históricos, a biografia do maior ser que já pisou na terra, Jesus de Nazaré, na época conhecido como rabi (rabino) Yehoshua ben Pandirah.

As experiências clarividentes do autor, VM Samael Aun Weor, comprovam que Jesus foi um homem e um deus, e como homem ele viveu os seguintes processos:

– Como era (e ainda é) o autêntico rosto de Jesus
– Jesus foi casado, sua esposa foi a grande Iniciada Maria Madalena

– Jesus estudou no Egito os Mistérios Iniciáticos


– Quem foram os instrutores de Jesus
– Jesus, o grande Hierofante egípcio
– Dentro de uma das grandes pirâmides, despertou sua Kundalini
– Jesus realmente viajou para a Índia, o Tibete, o Oriente Médio, a Europa
– No momento do Batismo no rio Jordão, Jesus encarnou o Cristo Cósmico, portanto, se tornou um Cristificado
– Jesus foi auxiliado por poderosos Anjos em seus processos de Iniciação, Ressurreição e Ascensão (os nomes desses Anjos são citados neste livro)
– No momento de sua crucificação, Jesus carregou toda a Terra com uma poderosíssima energia, a qual está levando este planeta rumo à Quarta Dimensão
– Quais são os Nomes Iniciáticos dos Apóstolos e outros profetas bíblicos
– Jesus ganhou o Elixir da Longa Vida e seu Corpo Etérico se tornou Imortal
– E muito mais.

Esta obra desvela inúmeros aspectos da vida desse grande Mestre, o maior de todos, o supremo líder da Grande Fraternidade Branca. E somente um grande Filho da Luz, como Samael Aun Weor, poderia brindar, com esta biografia única e imprescindível, a todos os Buscadores da Verdade.

Você precisa ler esta obra única, que resgata os aspectos esotéricos e iniciáticos da biografia de Jesus o Cristo.

Autor: Samael Aun Weor
248 págs.
16 x 23 cm
ISBN: 9788561959029

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