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Pranayama Egípcio – Passo a passo

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1ª parte

1. Sente-se o estudante em uma cadeira com o rosto para o Oriente, para onde o sol nasce.

2. Faça uma oração à Divina Mãe, ao aspecto materno de Deus.

3. O peito, o pescoço e a cabeça deverão estar em linha vertical. Não dobrar o corpo para os lados ou para trás. As palmas das mãos descansando sobre as pernas de forma muito natural.

4. A mente do devoto deve estar dirigida para dentro, para a Divina Mãe, amando e adorando-A.

5. Os olhos estarão fechados para que as coisas do mundo não o distraiam.

6. Tape a fossa [narina] direita com o dedo polegar (imagem 1), vocalizando mentalmente o mantra TON, ao mesmo tempo que respira ou inala mui lentamente o ar pela fossa esquerda.

7. Feche agora a fossa nasal esquerda com o dedo índice. Retenha o alento e pronuncie mentalmente o mantra SA.

8. Exale agora lentamente pela fossa nasal direita (imagem 2), vocalizando mentalmente o mantra HAM, imaginando a energia subindo até o cérebro e depois descendo até o coração.

9. Tape agora a fossa nasal esquerda com o dedo índice.

10. Inale o prana pela fossa nasal direita, vocalizando mentalmente o mantra TON. Retenha o alento vocalizando [mentalmente] o mantra RA. Feche as duas fossas nasais com os dedos índice e polegar.

11. Exale mui lentamente pela fossa nasal esquerda vocalizando mentalmente a sílaba mântrica HAN e imagine a energia subindo até o cérebro e depois descendo até o coração.

Atenção: Essa sequência deve ser feita pelo menos 7 vezes, para se acumular Prana nas baterias psíquicas e curar os canais por onde circulam nossas energias criadoras. Mas caso você seja iniciante, faça quantas vezes puder, e aumente o número de pranayamas gradativamente… Não realize essa prática logo após as refeições, estando enfermo(a) ou a mulher estando grávida ou menstruada…

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2ª parte

Após a finalização da sequência do Pranayama Egípcio, realize a seguinte prática devocional:

1. Ajoelhe-se e coloque as palmas das mãos no solo, tocando-se entre si os dedos polegares.

2. Inclinando para diante, prostrado em terra, cheio de suprema veneração, com a cabeça voltada para o Oriente, apoiará sua testa sobre o dorso das mãos, ao estilo egípcio.

3. Depois com a sua laringe criadora vocalizará o poderoso mantra RA dos egípcios, alongando o som das duas letras, assim: RRRRRRAAAAAAA

Vocalizam-se sete vezes consecutivas.

Contraindicações

  • Não se recomenda às mulheres no período menstrual nem às mulheres grávidas que pratiquem o Pranayama Egípcio;
  • Tanto as mulheres quanto os homens que estiverem com mal-estares ou enfermidades não devem realizar esse mesmo Pranayama.

A origem sexual das religiões

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Adônis via claramente apesar de ter os olhos fechados. Via a si mesmo, dentro de si mesmo. Clara e conscientemente recordava ou lia como quem sonha e tem consciência de que está sonhando. Via a si mesmo, porém não era o mesmo. É impossível descrever aquele estado com palavras. A única comparação que se pode apresentar é o reflexo de uma pessoa ou das coisas em um espelho.

Tudo estava presente diante dele, embora as coisas percebidas estivessem longe. Via todo o conjunto nele ou era ele todo o conjunto? Não eram as coisas em si que ele via, mas sim a causa das coisas. Adivinhava ou percebia por intuição. Ele sentia:

Que era a “Luz” na “Luz” e a “Luz” no “sexo” era O Todo que contém tudo.

Que todas as religiões têm a mesma origem e a origem de tudo o que existe está na Luz e no fogo, e a Luz e o fogo estão no sexo.

Que Deus, o criador, manifesta, pelos órgãos criadores, o fogo sagrado e a luz, que criaram o Cosmo e todas as coisas visíveis e invisíveis.

Que esta luz é a imortalidade da alma.

Que este mistério é a chave da Iniciação Interna, é a porta do céu. Que a Luz é a panaceia da saúde, da felicidade e da santidade.

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Que o homem e a mulher formam a divindade una, binária e trina. Que para ver Deus e falar com Ele, devem ser unidos por Ele e n’Ele.

Que quando se unem, Ele e Ela, pelo pensamento e pela sensação, forma-se a criação.

Que o verdadeiro Deus reside na luz do Fogo Sagrado e que a adoração a Deus deve ser nesse Fogo.

Que todas as religiões, não podendo conservar a Luz do Fogo, procuraram simbolizá-lo por meio de milhares de símbolos e invenções mentais.

Que a verdadeira religião não está naquilo que o homem pode ver ou ouvir, mas sim, naquilo que pode sentir sem os sentidos. E aquele que quiser chegar a Deus deve buscar o caminho da sensação e não o caminho da oração.

Que o único ser que pode dar ao homem a sensação é a mulher.

Que o homem, ao adorar a Deus, intuitivamente adora também a mulher, e esta o homem. O homem adora a mulher para produzir a sensação e a mulher adora o homem para gerar o pensamento.

Que o sexo é a força sensitiva que gera o mundo, o homem e a ação, para depois, pelo pensamento, regenerar o mundo e o homem, imortalizando sua alma.

Que o Universo se sustém e se mantém pelo Fogo-Luz do sexo, como também pode ser destruído por ele.

Que o sexo condena e salva, regenera e destrói, segundo o uso, seja para a salvação, seja para a destruição.

Que o salvador do homem ou do mundo é o sexo, assim como também é a perdição ou o demônio de ambos, mas o homem tem a liberdade de escolher entre a salvação e a condenação.

Que todas as religiões, ao adorarem Deus, sem o saberem, o estão adorando sob uma forma sexual, e como já foi dito, o sexo é o produtor do Fogo e da Luz, nas cerimônias, ritos e símbolos.

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E o propósito de todas elas é manter sempre aceso o Fogo até obter a Luz; os símbolos externos, com suas cerimônias, têm por objeto auxiliar a sensação e o pensamento, ambos debilitados pelos sentidos externos.

Que o instinto sexual é o impulso da Divindade Criadora, o pensamento apenas modula a criação em harmonia ou desarmonia, em bem ou mal, em anjo ou demônio.

Que a maior desgraça do homem e do mundo está na degeneração do impulso criador e divino pelo pensamento. Por esse motivo, o homem que se fez Deus no Éden morreu.

Que assim como o sexo é a origem de todas as religiões, é também a base de todo esforço, afeto, amor, fé, caridade, compaixão, santidade, arte, poesia, e de todas as coisas sublimes que a mente humana pode criar.

Que todo reino, poder e domínio nascem no impulso criador e, por sua ausência, se extinguem.

Que o céu é a Luz do Sexo, o inferno é sua fumaça e a vida é seu fogo. Que o amor é uma manifestação do sexo e Deus é amor.

Que sem sexo não há amor e sem amor Deus não existe nem pode existir. Que o sexo, em sua fonte de manifestação, é puro como a luz; porém, como gratificação baixa, é ignóbil, e a nobreza reside no pensamento.

Que o sexo é a fonte de tudo que é criado pelo amor. Porém, o amor não pode existir na impotência, nem a imortalidade na degeneração. Porque na degeneração não há aspiração, sem esta não há geração e sem geração não há regeneração.

Com a pureza do sexo o homem pode conceber o amor que o conduz a Deus, ao passo que, com sua impureza, fabrica um Deus que tem os mesmos desejos do homem.

Os deuses vingativos, os deuses que castigam pelo pecado e pelo mal, são deuses impotentes, obra dos homens, que chegaram à impotência sexual, e quem chega à impotência não pode ver a Realidade Única.

Que Cristo, Hamsa, Buda, Hermes, Zoroastro, nada mais são do que indivíduos nos quais se manifestou a Luz Divina, e esta Luz em cada um deles os transformou em Salvadores do Mundo.

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Que esses Cristos virão pela segunda vez – segunda vinda em cada um de nós, isto é, que, depois da descida ao sexo ou inferno da geração física, elevam o princípio da geração à regeneração. Então se realiza o mistério da transfiguração do Cristo no Homem.

Que todo Salvador deve nascer de uma virgem (a Luz Inefável), Mãe pura e casta, antes e depois de dar à luz seu filho.

Que a adoração do sol é a adoração a Deus-Homem, como pai que funda seu Fogo Criador na natureza da mulher.

E a adoração da lua é a da mulher, que, como a lua, influi sobre o crescimento e geração dos seres vivos.

Que os sete anjos do Senhor são sete entidades celestes emanadas do Fogo Interno e residem diante do trono do Inefável, no corpo humano.

Que os 12 signos são as 12 faculdades da Luz que se encontram no homem, Salvador do Mundo.

Que cada Salvador é a personificação da Luz do Pai e todo homem, para salvar-se e ser Salvador, deve chegar à estatura do Cristo, isto é, chegar à fonte da Luz. Todos os elementos do mal desencadearam-se contra os deuses, filhos do homem-Deus: fogo, ar, terra e água (o Dilúvio) se encontram no corpo, que se salvou graças à Arca de Noé (útero da mulher).

A primeira coisa que Noé fez, ao sair da arca, foi acender o fogo sobre um altar para dar graças a Deus (acender o fogo sagrado no altar da mulher, para cumprir a missão de Deus).

Que o mistério da iniciação, com todos os seus símbolos, é o mistério do fogo e da luz, que traz o homem iluminado ou identificado com o Sol, isto é, que recebeu a luz e se converteu em Padre, como se intitulam os sacerdotes, ou Padres Sagrados. Pelo Fogo Sagrado todos os homens são filhos de Deus e, portanto, irmãos.

Que o batismo da água é a imersão do homem na mulher, pela geração, e o batismo do Fogo é a retenção do fogo em si para fazê-lo acender e produzir a regeneração; a imortalidade consciente é a Iluminação do Espírito Santo.

O Pão é o símbolo do Sol ou Fogo-Luz do homem e o vinho no cálix é a mulher- mãe. O primeiro desce da espinha dorsal e o segundo se acha na matriz sagrada. E quando o Iniciado toma o vinho e o pão com seus discípulos internos, o Fogo do Espírito Santo invade todo o corpo e o filho sobe ao Pai, origem da Luz.

Que a invocação e oração dirigidas a Deus ou ao anjo é a vibração de um pensamento que produz certo despertar, avivando a Luz Interna. Cada dia da semana, pela Lei harmônica, produz um avivamento do Fogo em um centro particular dos sete que se encontram no corpo.

[A filosofia Ioga os chama “chacras”: segunda-feira aviva o “chacra” frontal; terça-feira, o esplêndido; quarta-feira, o faríngeo; quinta-feira, o umbilical (plexo solar); sexta-feira, o cardíaco; sábado, o fundamental (plexo sagrado), e, finalmente, domingo, o coronário.]

Que o nome de Jesus significa o Sol e o nascer na gruta significa a matriz da mulher.

Que o caos onde nasceu Osíris é a mesma matriz feminina ou caverna do útero; portanto, a mesma história de Jesus aplica-se a Osíris.

Que Ísis e Maria, ambas a personificação da mulher ideal, perfeita, podem dizer, cada uma por si: “Eu sou a Deusa cujo véu nenhum mortal ousou levantar, porque sob o meu véu se acham ocultos todos os Mistérios”.

Que José e Maria, Ísis e Osíris, Adão e Eva, são os símbolos da Divindade e pais de todos os deuses, porque os dois produzem o Filho, símbolo da Luz.

Que Vênus, Ceres, Vesta, Ísis, Maria etc., todas simbolizam a mulher, a Lua e a água, que recebe a Luz do Pai para gerar o Filho, e os três formam a Trindade em todas as religiões.

Que o fogo usado em todas as religiões antigas e modernas é o símbolo do Sol e este é símbolo do Fogo Criador no homem.

Que a cruz é o símbolo da união do homem e da mulher, que é um ato de salvação.

Que o culto da Virgem Maria é a adoração ao aspecto feminino de Deus, que está sintetizado na mulher. O parto é a criação, o mistério incompreensível, que era atribuído diretamente ao Homem-Deus; e Maria, mãe de Jesus, é a figura de Vênus, Urânia, Maia, Prosérpina, Ceres, Íris etc.

Que o lírio nas mãos de José e, às vezes, nas de Maria, é o símbolo do filho que brota do seio da mãe, como brota a flor da terra e o lótus da água.

Que a vara de Aarão ou de José é o símbolo do Poder Criador.

Que Ísis, Vênus, Maria, etc. têm o título de “Rainha do Céu”, como a Lua que regenera.

Que a Virgem deve, finalmente, pisar a Lua (elevar e dignificar o Poder Criador), para ser coroada com 12 estrelas (as 12 faculdades do Espírito).

Que os obeliscos e capitéis dos templos são emblemas do Falo.

Que o Salvador, em cada religião, é Quem simboliza o Fogo Criador, que cria um corpo para ser habitado por uma alma e logo regenerá-la, porque tal alma tem a oportunidade de salvar-se por si mesma.

Que o Salvador (o Espírito) vem ao seio da mulher por intermédio do homem, que é o representante de Deus, por intermédio do seu órgão criador, e, por isso, a humanidade antiga era mais pura, porque no ato da procriação via unicamente Deus.

Que o Falo é o signo da aliança entre Deus e o homem, por meio do rito da circuncisão.

QUE QUANDO O HOMEM LANÇA, VÃ E ESTUPIDAMENTE, SUA SEMENTE, NUNCA PODE CONHECER O REINO DOS CÉUS, PORQUE PERDE A SUBSTÂNCIA SAGRADA PARA A PRODUÇÃO DO FOGO CRIADOR, QUE O CONDUZ A DEUS POR REGENERAÇÃO.

Que sendo o homem templo do Deus vivo, dentro desse templo deve habitar o Fogo do Inefável.

Que o nome de todos os Salvadores são derivados e associados com o Fogo-Luz, criador, aquela Luz mística e espiritual invisível: Júpiter, Apolo, Hermes, Mitra, Baco, Odin, Buda, Krishna, Zoroastro, Fu-Xi, IAÔ, Vishnu, Shiva, Agni, Balder, Hiram Abiff, Moisés, Sansão, Jasão, Vulcano, Urano, Alá, Osíris, Rá, Bel, Baal, Neho, Secrópus, Salomão, Jesus… todos eles têm um nome que indica relações com a Luz e o Fogo Criador.

Prometeu, por amor à humanidade, procurou atrair ao homem o fogo divino que o fez imortal, pois nem os deuses puderam destruí-lo. Porém, os homens egoístas tomaram o fogo divino e o empregaram para a destruição mútua e desafiaram os deuses, que não podiam destruí-lo porque possuía o fogo sagrado.

O Mito Cósmico-Sexual do Titã Prometeu
O Mito Cósmico-Sexual do Titã Prometeu

Prometeu (Lúcifer), por castigado, foi encadeado a uma montanha, onde um abutre vinha devorar seu fígado (a natureza passional e emocional, que consome o homem), até que um ser humano lograsse dominar o fogo (passional) e se fizesse perfeito. Essa profecia realizam-na Jesus, Hércules, Mitra, Krishna e todos os Iniciados que salvam, pela regeneração, Prometeu, veículo do sexo, onde reside a energia solar.

Que todos os fogos dos altares são símbolos do Fogo Ígneo do sexo, e assim como a chama consome o incenso, assim também o fogo sagrado, pela regeneração, consome a natureza inferior, espiritualizando-a, como a fumaça perfumada que se eleva, como as nuvens ao céu, até o trono do Senhor.

Que o homem é o criador ou gerador e a mulher é o elemento amor ou regenerador, e, por seu intermédio, pode o fogo subir ao altar para alcançar a Luz.

Que sem o contato da mulher não há manifestação divina. E que todas as religiões são a imitação e símbolo do homem com a mulher, a fim de poderem encontrar novamente Deus.

Que o objetivo de todas as escolas herméticas, antigas e modernas, e sobretudo a Iniciação no Colégio dos Magos, era e é regenerar o homem por meio da Energia Criadora Sexual.

Jorge Adoum – Adonai

Brincadeiras esotéricas

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O esoterismo é parte de nossas vidas desde a infância. Mesmo que não saibamos disso, ou não queiramos aceitar. Toda criança tem amiguinhos imaginários. Esses amigos são os elementais da natureza que todos enxergamos em nossa tenra infância, mas que, quando chegamos à fase adulta não temos nem a mais remota recordação da existência desses seres…

A Psicologia Revolucionária Gnóstica ensina que até por volta dos 7 anos de idade as crianças têm esses “amigos” que vivem na quarta dimensão, o mundo etérico. Depois disso, perde-se o sentido da clarividência natural  e os seres elementais não são mais visíveis aos olhos turvos da falsa personalidade, condicionada por uma educação materialista, cética e mecânica.

Muitos dos Deuses da natureza são brincalhões e alegres como crianças e ensinaram aos pequeninos da humanidade muito de sua sabedoria por meio de inocentes jogos ou brincadeiras de criança.

Existem alimentos para o Ser, alimentos para a personalidade e alimentos para o Ego.

Algumas brincadeiras infantis servem para os dois primeiros alimentos, equilibrando os três cérebros (intelectual, motor e emocional-instintivo-sexual) da criança, dando-lhe futuramente inquietudes espirituais e associações positivas para o despertar da Consciência.

Brincadeiras de Cunho Esotérico

Amarelinha

Essa é uma das brincadeiras mais conhecidas no Brasil. Através desse jogo os Instrutores da Humanidade ensinam às crianças a sabedoria da Árvore Sefirótica. A disposição das casas, o céu e o inferno, a pedra, o pular com uma perna só… tudo isso tem uma relação cabalística. Existem dez sefirotes, o mais denso é o primeiro, o mais elevado o último.

A pedra que nos move na árvore cabalística é, em todas as religiões, o sexo; algumas casas a criança pula num pé só porque ainda não tem um parceiro para alquimia. Na brincadeira temos De passar pelo inferno antes de chegar ao céu, o que nos recorda o axioma alquímico: “Antes de cada exaltação uma humilhação. Antes de subir devemos baixar”.

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Stop

Também conhecida por “como está fica”. Ensina o silêncio e a prática da meditação ativa. As crianças são assistidas pelos átomos espirituais do Anjo da Guarda, simbolizado na cosmogonia pelo Arcanjo Gabriel, protetor das crianças até os 7 anos; ele também protegerá contra todos os perigos de bala, facadas ou conspirações para quem o invocar.

À medida ficamos parados, estaremos cada vez mais autoconscientes e preparando o nosso corpo para o trabalho espiritual. Gurdjieff usava a Técnica Súfi do Stop em seus seguidores.

Chocalho

Um chocalho geralmente tem cinco bolas coloridas representando cada um dos Cinco Auxiliares: Gabriel, Rafael, Uriel, Michael e Samael. Internamente são essas as forças de nossos Ser Interno responsáveis por nos ajudar na batalha pela vida.

Quando o bebê brinca com o chocalho lhe é contado o que lhe espera no futuro, a convivência com a Mãe até os sete anos; a explosão da infância e o desenvolvimento do intelecto dos 7 aos 14 anos; a sexualidade, amores, desamores e sexualização dos sentimentos dos 14 aos 21 anos; a luta pelo pão de cada dia começa a ser semeada no período solar dos 21 aos 42 anos e depois vem a maturidade, filhos e demais responsabilidades que virá a ter na idade governada por Samael, até os 49 anos. A criança enxerga tudo isso que terá pela frente brincando com o chocalho e escutando o som que vem do brinquedo como que dizendo: Desperta… Desperta…

Jogos de bola

No início da criação a matéria caótica é fecundada pelos deuses para dar origem aos universos. Os meninos que brincam com as bolas são os deuses que fecundaram a matéria geradora da vida.

É importante lembrar que os jogos de bola não são recentes na história da humanidade, muito ao contrário, fazem parte de um passado antiquíssimo que remonta ao noturno alento da Criação, e esse ritual sempre foi simbolizado pelos jogos de pelota, como o Pocatoc maia e o Jai-alai basco…

Brincadeiras de roda

No folclore brasileiro muitas são as brincadeiras de roda, ciranda cirandinha, lenço atrás etc.

De mãos dadas ou não, caminhando em círculos ou paradas, as crianças são ensinadas a unirem a energia de seus Pais Internos em benefício de outros.

Mais tarde no tempo, algumas dessas crianças colocam em prática esses ensinamentos sagrados e irradiam felicidade, paz, força e amor à humanidade, ao planeta e ao cosmo infinito através dos Lumisiais Gnósticos.

É MUITO IMPORTANTE TER ESCOLINHAS KINDER NOS GRUPOS ESOTÉRICOS ENSINANDO ISSO TUDO!

Rodopio

De braços abertos a criança roda em seu próprio eixo da esquerda para direita. Imitando a Dança Sagrada dos Dervixes, proporcionando equilíbrio anímico-espiritual.

Sabe-se, esotericamente, que o rodopio positivo (da esquerda para a direita) ativa os vórtices de energia – Chacras – para que estes atraiam mais e mais a Energia Vital da natureza e do cosmo.

Infelizmente, pseudoeducadores ditos modernos têm seus cérebros psíquicos tão degenerados que todos esses jogos e, mais ainda, todas as lendas, mitos, tradições e folclores não passam de baboseiras dos antepassados, coisa de gente atrasada…

Músicas para Crianças

Há inúmeras interferências dos Iniciados nas músicas, particularmente para as crianças. Para citar somente um exemplo, temos a canção intitulada Frère Jacques.

De origem cátara (na verdade, ensinada por mestres sufis), a música e seu mantra final nos incitam ao DESPERTAR DE NOSSA CONSCIÊNCIA.

Frère Jacques, frère Jacques,

Dormez-vous? Dormez-vous?

Sonnez les matines! Sonnez les matines!

Din, dan, don. Din, dan, don…

Tradução

Frei Jacó, frei Jacó,

Você dorme? Você dorme?

Tocam os sinos da manhã!

Tocam os sinos da manhã!

Din, dan, don. Din, dan, don…

Claro que há variações em cada língua, e a portuguesa não é exceção. Porém o mais importante é nos atermos ao final dessa canção, que na verdade é um mantra sagrado para o Despertar da Consciência. No “din, dan, don… din, dan, don…” vemos inserido o mantra sagrado IAO dentro da consoante D. Sabe-se que as consoantes D e T são usadas para “bater” em nossa mente dispersiva e hipnotizada, até que ela se livre de seu estado hipnótico…

E então… Vamos brincar?

ALI ONAISSI – JORNALISTA, ESCRITOR E COORDENADOR DO PORTAL GNOSISONLINE

A atração dos opostos e o matrimônio perfeito

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A energia sexual do 3º Logos harmoniza de forma esplêndida todas as funções do organismo humano. A energia sexual não somente é perfeita em si mesma, senão que também quer a perfeição de tudo que existe.

A energia sexual produz acordo e concordância entre todas e cada uma das funções específicas do organismo humano.

A energia sexual trabalha no laboratório maravilhoso do organismo humano com o propósito de dar a este sua mais alta potencialidade e harmonia.

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A energia criadora do 3º Logos procura sempre completar de forma perfeita cada uma das maravilhosas funções fisiológicas, psicossomáticas e espirituais do ser humano.

A energia criadora do 3º Logos complementa, corrige deficiências e faz obra completa.

E consideramos o homem em si mesmo como “meio-ser” e à mulher como sua outra metade. Chegamos, então, por dedução lógica, à atração amorosa dos opostos.

As almas andam sedentas de amor, buscando sempre a outra metade, a Alma Gêmea da qual foram separadas desde a aurora da criação.

Sempre necessitamos, no caminho da vida, de outro ser que possa nos preencher, que possa suprir com inteira exatidão o que nos faz falta, não somente ao fisiológico, senão também no psicossomático e no espiritual.

Cada uma de nossas funções físicas e psíquicas necessita de um complemento muito humano. Essa é uma necessidade natural de todo ser vivente.

A mútua combinação de elementos da natureza, as bodas químicas, a combinação sexual de elementos opostos para lograr um todo perfeito, constituem o fundamento vivo de tudo o que é, de tudo o que foi e de tudo o que será.

Está demonstrado que os elementos químicos se atraem e se combinam amorosamente de acordo com o número complementar de elétrons.

Todo homem de ciência química sabe muito bem, mediante a observação e a experiência, que estando constituída a cobertura perfeita por um número de elétrons, o sódio com um elétron sobrante se une sexualmente ao cloro, ao qual falta um elétron.

O assombroso de tudo isso, o maravilhoso, é que o sódio, com seu elétron extra, jamais na vida poderia combinar-se com outros álcalis compostos de modo análogo.

No fundo de todas essas maravilhas, de todos esses prodígios do amor, encontramos o matrimônio dos elementos e a pedra fundamental sobre a qual descansa toda química.

Sem nenhum exagero, podemos afirmar que esse mesmo princípio da atração sexual dos opostos é aplicável sempre, sem exceção alguma, à atração e ao matrimônio de homens e mulheres.

Cada função orgânica e psíquica quer sempre complementar-se, e o sentido de indiferença, atração ou repulsão, entre homem e mulher, é o resultado exato de um cálculo sutil extraordinariamente veloz realizado silenciosamente.

O sentido sexual, mais rápido que o pensamento, faz cálculos que assombram e  sabe com precisão matemática se a pessoa do sexo oposto que temos à frente pode conter todos os fatores de reciprocidade necessários para nos complementar.

Dentro do organismo humano as diferentes glândulas e seus sistemas e funções dependentes atuam por pares, uns controlando os aspectos masculinos, outros controlando as funções femininas.

Existe um infinito intercâmbio de substâncias químicas entre as glândulas masculinas e femininas. O duplo aspecto masculino-feminino da glândula pituitária é algo que assombra.

Todo homem de ciência sabe muito bem que o lóbulo anterior da pituitária é masculino e que o posterior é feminino. Dentro do organismo humano as glândulas masculinas e femininas coordenam de forma harmoniosa todas as funções biológicas.

Vênus e Marte controlam as glândulas pituitária e pineal. Enquanto Vênus na pituitária quer dormir, Marte na pineal quer seguir lutando.

No pescoço torna a se repetir essa mesma luta entre Vênus e Marte. Vênus controla as tireoides e Marte as paratireoides.

O córtex e a medula das suprarrenais representam sempre contrapartes masculinas e femininas que conduzem à luta ou à evasiva.

Essa união de elementos sexuais masculino-feminino em cada uma das glândulas do organismo humano está sabiamente simbolizada nas imagens do Tantrismo tibetano onde cada deus aparece acompanhado de uma deusa ou Shakti feminina.

As tragédias do mundo são terríveis e cada homem e cada mulher, desde os 14 anos de vida, andam buscando seu complemento sexual.

Um varão qualquer pode encontrar em alguma mulher seu complemento para determinada função específica, porém, pode dar-se o caso de que só com outra mulher encontre o complemento para seu centro de gravidade fundamental.

A mulher nesse caso não é uma exceção, e agora fica bem clara a causa trágica sexual dos famosos triângulos que sempre terminam com divórcio ou com tiroteios.matrimonio-perfeito2-gnosisonline

Só com a virtude, só cumprindo com o mandamento cristão de Não Adulterar, é que deixam de existir os triângulos fatais.

O ideal no Amor é encontrar a outra metade, a outra meia laranja, a Alma Gêmea.

Só o complemento total e perfeito pode nos dar felicidade inesgotável. Infelizmente, é pedir muito. Nós não merecemos tanto. Todos nós estamos cheios de Karma.

No terreno da vida conjugal, temos podido verificar que, às vezes, o homem conduz e, outras vezes, a mulher.

Em todos os lares há um que conduz e outro que é conduzido, porém, isso não deve ser confundido com aquilo de mandar ou ser mandado.

O Modelo Cósmico Divinal

Falando astrologicamente, diremos que Vênus deve conduzir a Lua, Mercúrio a Vênus, Saturno a Mercúrio, Marte a Júpiter. É claro que para isso se necessita saber qual é a estrela que guia nossa vida.

Essas sábias combinações de tipos astrológicos tal como aqui as damos significam mútua atração e perfeito complemento sexual.

Qualquer outro tipo de uniões sexuais fora dessa ordem dada resulta absurdo e até ilegítimo, porque viola a natureza sexual dos interessados, deixando-lhes profundas feridas psíquicas, muito difíceis de serem cicatrizadas:

O homem mercurial que adora a bela venusina pelo amor e docilidade que ela irradia pode tirá-la de sua romântica preguiça e dar-lhe a agilidade mercurial que ela necessita.

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A mulher jupiteriana, loucamente enamorada do homem marciano, pode extinguir-lhe sua violência e encaminhar sua energia de forma edificante.

A atração dos contrários tem sua origem em um modelo cósmico divino, Inefável.

O tipo lunar tende sempre a mover-se para o venusino, o tipo venusino move-se para o mercurial, o tipo mercurial move-se para o saturnino, o tipo saturnino move-se para o marciano, o tipo marciano move-se para o jupiteriano e o tipo jupiteriano de volta para o lunar.

Sobre essa base de combinações cósmicas maravilhosas podem combinar-se os tipos humanos para estabelecerem sobre a face da Terra o Matrimônio Perfeito.

Os casais gnósticos trabalhando, intensamente na Forja Acesa de Vulcano dentro da Nona Esfera (o sexo), podem, mediante o Maithuna (Magia Sexual), ganhar o que não ganha o inimigo do sexo, ainda que se declare vegetariano e se torture durante toda a vida levando vida de ermitão.

No sexo encontra-se a maior força que poda libertar ou escravizar o homem.

Samael Aun Weor, O Colar de Buda

Transmutação das forças cósmicas

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Dentro dos estudos gnósticos há uma infinidade de exercícios esotéricos que sutilizam nossas energias internas e seus canais, tais como Idá e Píngala, que ficam paralelas à coluna vertebral. Quando realizamos tais exercícios, fortalecemos e curamos nossos canais por onde circulam todas as classes de energia (vital, psíquica, mental etc.), beneficiando-nos nas técnicas de Sublimação Sexual.

Uma dessas práticas chama-se Transmutação das Forças Cósmicas, ensinada pelo venerável mestre Rabolu. Eis o que este mestre ensina:

A Trasmutação das Forças Cósmicas é uma prática revolucionária. Devemos saber que o planeta é um Grande Ser vivo, ele vive da energia que é transmutada por cada Ser vivo, que constitui-se em suas células vitais.

Assim, por causa da degeneração humana, a energia que os seres humanos mandam para a Terra tem se deteriorado. Através desta prática, beneficiamos a Mãe Natureza e a humanidade, e transformamos nosso corpo num veículo de transmutação de Energias Cósmicas.

Antes de iniciar essa prática, deve-se realizar a Dança dos Dervixes para aquietar a mente, e assim, quando a realizarmos, a mente estará quieta e dará melhores resultados. Pode-se fazer a dança antes de outras práticas…

Essa prática tem como objetivo atrair as Forças Cósmicas para que penetrem dentro de todo o nosso organismo e para poder retornar essas forças à Terra.

Ao entrarem essas Forças Cósmicas por nosso organismo, é lógico que este vai respirar mais vida. Essas forças entram dentro de nós funcionando e permitindo adquirir muito mais Força para seguir no Caminho Iniciático.

Ao passar por nosso organismo, transmitimos essa Força à Terra e a Terra, através de nós, desprende outras forças, que vão formar parte da Força Cósmica. Há uma coordenação de duas forças para maior vitalidade do planeta Terra.

Nós somos transmutadores de energias, não somente a sexual, mas também a Energia Cósmica. Assim, começaremos a trabalhar devidamente, servindo como instrumentos do Cosmo para a Terra e vice-versa.

A Prática

Colocando as palmas das mãos, esticando-as, formando uma cruz ou simplesmente pondo-as sobre os joelhos, em posição de receber, sentados numa cadeira (com os pés descalços em contato com a terra) ou encostados numa árvore, também com os pés em contato com a terra, realizaremos a prática, após realizarmos um círculo mágico de autoproteção e um relaxamento.

Imaginaremos que a energia cósmica vai penetrando pela glândula pineal (no topo da cabeça) e pelas palmas das mãos, e vai fazendo todo o seu percurso pelo organismo, até que ela se transmuta pelas plantas dos pés até a terra.

Depois, imaginaremos a energia que vem da Terra, subindo por nosso corpo, entrando pela planta dos pés e realizando o caminho contrário, em direção ao Cosmo, então a energia é transmutada nas palmas das mãos e pela glândula pineal, indo para o Cosmo.

Depois, podemos voltar a imaginar a energia cósmica descendo, e assim por diante.

Nós nos converteremos, dessa forma, em mediadores do Cosmo e da Terra e aí vai aquilo que se chama Amor, porque com essa prática estaremos trabalhando não somente para nós, mas pelo próprio planeta e por toda a Humanidade.

Ao nos convertermos em intermediários entre o Cosmo e a Terra, essas energias, ao passarem por nosso organismo, deixam uma grande força, incomparável com o que vai sentir a pessoa dentro de si mesma, porque por onde passa uma força, fica algo construtivo, e de uma vez, a pessoa é qualificada como um SER DE GRANDE AMOR, porque não somente trabalha para si, mas para todo o Planeta e para toda a Humanidade.

(Prática ensinada pelo grande mestre Rabolu)

O mais poderoso mantra do Universo para despertar a Kundalini

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Os mantras sagrados têm o poder de despertar a Kundalini.

O Anjo Aroch, anjo de mando, nos ensinou o canto mântrico mais poderoso que existe em todo o Universo para despertar a Kundalini.

E o Anjo cantou um canto tão comovedor, um canto tão doce… E nos sentimos cheios de êxtase.

Depois, o Anjo nos convidou a seguir seu exemplo, e nós cantamos. Este canto mântrico se escreve assim:

Kandil Bandil R

Esse canto mântrico é cantado assim:

Kan com voz muito alta.

Dil com voz baixa.

Ban com voz muito alta.

Dil com voz baixa.

A letra R deve ser vocalizada como que imitando o ruído de um motor, porém com voz semelhante à de uma criança.

Assim, irmãos, assim é como se canta o CANTO DA KUNDALINI. Todos aqueles que estão trabalhando com o Kundalini não devem esquecer a letra S.

Sabei, amados, que a letra S tem o poder de transmutar o licor seminal em distintos valores energéticos. O licor seminal deve ser transmutado em 7 tipos de energia escalonada, os 7 Graus do Poder do Fogo.

A letra S deve ressoar como um silvo muito fino e aprazível. Apertam-se os dentes de cima com os de baixo, para dar esse silvo finíssimo e muito delicado. Essa é a voz sutil que o yogue deve aprender a entoar e manejar.

O yogue deve ter o Vaso de Hermes hermeticamente tapado. O yogue que sofre de poluções noturnas ou que fornica diariamente, ou constantemente, se parece com o homem que quer encher um cântaro ou barril sem fundo.

O yogue deve transmutar o licor seminal em sete tipos de energia. A letra S tem o poder de transmutar o licor seminal em sete tipos de energia escalonada.

A Kriya de Babaji, o Cristo Yogue da Índia, ensina o poder da letra S (o silvo doce e aprazível).

Detrás do silvo muito fino que o yogue sabe produzir com sua boca está a voz sutil, um silvo ainda muito mais fino, que, quando ressoa no cerebelo, confere ao yogue o poder de sair instantaneamente em corpo astral.

Todos os devotos que estão trabalhando com a Kundalini não devem deixar de praticar com a letra S.

A S, entoada assim: Sssssssssssss, como um silvo muito fino, transmuta o licor seminal no fogo sagrado da Kundalini.

O Canto Mântrico do Anjo Aroch e o silvo doce e aprazível são indispensáveis para despertar a Kundalini.

(Samael Aun Weor – Kundalini Yoga)

As sete rondas planetárias

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Durante o Grande Dia Cósmico de Manifestação, as ondas de vida ou Chispas Virginais vão atravessando 7 Períodos de manifestação ou Rondas sucessivas, constituindo, estas últimas, a Evolução Planetária.

PRIMEIRA RONDA: RONDA MENTAL (ou PERÍODO DE SATURNO)

No primeiro período de manifestação de nossa Alma-Planetária no Sistema Solar de Ors (este é o nome de nosso Sistema Solar na Grande Fraternidade Branca, mas pode ser chamado também de Orbital Revolutionary System), a natureza toda era mental, as formas já desenhadas na Mente Cósmica foram tomando diferentes graus de densidade em sucessivos Períodos de manifestação. Samael, em sua fantástica e portentosa obra A Revolução de Bel, diz:

Penetrei clarividentemente na Época de Saturno… Aqui não vejo nada vago ou vaporoso… Besant, Leadbeater, Heindel, Steiner…

Onde estão vossos poderes? Que se fizeram de vossos conhecimentos? Para que me falais de coisas vagas, quando tudo aqui é concreto e exato?

Estes homens da Época de Saturno eram Homens… e homens de verdade, porque tinham o “Ser” e sabiam que O tinham…

As humanidades sempre são análogas, e estes homens da Época de Saturno eram como os atuais… o ambiente era semelhante.

Quando se fala de humanidade, vêm à mente negócios, tabernas, lupanares, orgias, belas garotas e gentis galãs, princesas sequestradas e velhos castelos, Tenórios de Barrio e poetas tresnoitados. O ancião que passa, a criança que chora, a mãe que sussurra uma esperança e o frade que murmura alguma oração… enfim, toda essa gama de qualidades e defeitos, variados, diversos, que constituem os valores humanos…

A humanidade é uma matriz onde se gestam anjos e diabos… Da humanidade, no sai senão isto: anjos ou diabos.

Quando as Mônadas Divinas animam os três reinos inferiores, não há nenhum perigo. O perigo reside ao chegarmos ao estado humano: desse estado sai para anjo ou diabo…

A matéria toda era mental… Todos os humanos usavam Corpos Astrais… Comiam, vestiam-se, bebiam e se divertiam como agora, porque o corpo astral é um organismo quase tão denso como o Físico e está analogamente constituído como o Físico…

Certamente, os homens da Arcádia recordavam antigos cataclismos e formosas tradições milenares… de épocas pré-saturnianas… porém, em pleno apogeu do estado humano, a vida era semelhante à atual…

Os homens dessa Época de Saturno usavam Corpos Astrais e eram muito altos: nesse ínterim, nossos corpos humanos eram tão só germes com possibilidades de desenvolvimento. Os atuais “Íntimos” humanos eram então só Chispas Virginais que animavam o Reino Mineral…

 

sete-rondas-gnosisonline2O crepúsculo da Noite Cósmica estendia a sombra de suas asas misteriosas sobre os vales profundos e as enormes e gigantescas montanhas da velha Arcádia. As corpulentas árvores milenares, últimos vestígios de pais desconhecidos, haviam visto durante longos anos cair as folhas de outono, e agora pareciam secar-se definitivamente para cair nos braços da morte. Nossos atuais corpos humanos pareciam fantasmas de homens e os Íntimos de nossa atual humanidade já haviam recebido suas mais finas vestimentas.

Terríveis terremotos sacudiam a Arcádia, e por onde se queira sentia-se um hálito de morte; daquelas enormes multidões de seres humanos haviam saído duas classes de seres: anjos e diabos.

SEGUNDA RONDA: RONDA ASTRAL (ou PERÍODO SOLAR)

Depois de um período de repouso cósmico, a vida recapitulou a Época de Saturno e então se iniciou a Época Solar: A Terra brilhava e resplandecia com os coloridos inefáveis da Luz Astral, e a matéria do Universo era a mesma Luz Astral. Os Corpos Físicos de nossa atual humanidade se desenvolveram um pouco mais e receberam o Corpo Vital que hoje em dia serve de base a toda a biologia humana.

Os anjos e os diabos da Época de Saturno flutuavam no ambiente da Época Solar.

O universo brilhava e resplandecia cheio de inefável beleza. A humanidade da Época Solar era análoga às demais humanidades de qualquer Época, e entre os homens daquela época houve um que se esforçava terrivelmente por chegar à perfeição. Esse homem foi mais tarde Cristo, o divino Rabi da Galileia, o Logos Solar.

Havia na Época Solar outro templo de magia negra onde se iniciaram também muitíssimos homens que mais tarde se converteram em demônios. Astarot foi iniciado nesse negro e gigantesco templo.

Depois de milhões de anos, ao se aproximar a Noite Cósmica daquela Época Solar, os Quatro Senhores da Chama dotaram os atuais Íntimos humanos de Alma Espiritual, ou Corpo Búdico, que é o Corpo da Intuição.

O veículo da intuição está conectado diretamente com o coração. O coração é, pois, o centro da intuição. O chacra, ou flor de lótus, da intuição gira e resplandece com extraordinária beleza. Nesse chacra há sete centros atômicos que servem de instrumentos às sete grandes Hierarquias Cósmicas para atuar sobre nosso maravilhoso organismo.

Como já dissemos em nosso livro intitulado O Matrimônio Perfeito (ou, Porta de Entrada à Iniciação), o coração do Sol está analogamente construído como o coração de nosso organismo humano. Assim como no Sol há sete Hierarcas que dirigem os sete Raios Cósmicos, assim também em nosso coração há sete cérebros que pertencem às sete grandes Hierarquias Cósmicas.

 

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Ao final da Época Solar, a humanidade daquele tempo chegou ao estado angélico e são os Arcanjos de hoje.

O mais alto Iniciado deles foi Cristo (Nota do GnosisOnLine: para saber mais sobre A AUTÊNTICA BIOGRAFIA DE JESUS, clique aqui), porém, nem todos os humanos desse então chegaram a esse estado, pois a maioria se converteu em demônios.

Javé, o polo contrário do Cristo, foi o mais alto iniciado negro e tenebroso daquela Época.

Chegada a Noite Cósmica, o Universo pareceu submergir-se no caos. A natureza inteira entrou no sonho feliz…

As sementes de todo o vivente entregaram-se nos braços do sonho… e os espaços infinitos vibraram deliciosamente as harpas dos Elohim.

TERCEIRA RONDA: RONDA ETÉRICA (ou PERÍODO LUNAR)

Passada a Noite Cósmica do Período Solar, iniciou-se o alvorecer do Período Lunar. O Universo Solar condensou-se em matéria etérica. A vida recapitulou todos os estados dos passados Períodos Cósmicos, e depois desses processos de recapitulação, iniciou-se em nossa Etérica Terra, chamada Terra-Lua, o Período Lunar em toda a sua plenitude.

Os homens da Época Lunar eram pequenos de estatura e seus corpos eram de matéria etérica. Construíam suas casas sob a terra, ainda que sobre a superfície pusessem tetos análogos aos tetos de nossas atuais casas. Negociavam, trabalhavam e se divertiam como nós, suas povoações urbanas eram pequenas e estavam conectadas como as nossas com caminhos e estradas.

Tinham também automóveis semelhantes aos nossos e as montanhas eram transparentes como o cristal e de uma cor azul-escuro muito formosa – essa é a cor que vemos nas distantes montanhas, esse é o Éter. Toda nossa Antiga Terra era dessa bela cor.

Os vulcões estavam em incessante erupção e havia mais água que em nossa Época atual. Por onde quer que fosse, viam-se lagos imensos e mares dilatados…

A flora e a fauna dessa tempo eram muito diferentes das nossas: ali vemos clarividentemente vegetais-minerais (ou seja, semivegetais, semiminerais), vegetais semianimais etc. Isso quer dizer que os três Reinos da Natureza não estavam completamente definidos como agora, nessa Época um reino se confundia com o outro. Havia nas árvores uma marcante tendência a tomar com seus galhos e folhas formas côncavas, as quais as faziam semelhantes a gigantescos guarda-chuvas. Adivinhava-se através de todo o existente uma marcada tendência a inclinar-se “para baixo”, quer dizer, até a condensação de nossa Terra atual. A Natureza é uma vivente escritura por todo lugar, e com essa vivente escritura escreve seus desígnios.

Vemos, em troca, agora em nossa Época atual do século 20, uma marcada tendência a construir elevados edifícios e aviões cada vez mais rápidos etc. Nossos atuais arbustos não querem se inclinar senão subirem ao Sol, para cima. É que nossa Era já chegou ao maximum de condensação material e agora anela subir novamente, voltar a eterizar-se…

Na realidade, o Éter está inundando o ar e eterizando a Terra cada vez mais, e ao final da grande Raça Ária o Éter se fará totalmente visível no ar, e então as criaturas que vivem no Éter compartilharão com o homem suas atividades.

No Período Lunar, os corpos físicos de nossa atual humanidade chegaram a uma maior grau de perfeição e então recebemos o Corpo Astral. Os homens de hoje éramos os animais do Período Lunar, e os anjos e os diabos dos antigos Períodos flutuavam na atmosfera etérica de nossa Terra-Lua; eram visíveis e tangíveis para a humanidade.

O homem percebia por trás do fogo dos vulcões em erupção aos arcanjos (ancangeloi) ou criaturas do fogo e por trás de todas as formas existentes aos Senhores da Forma. Os Filhos da Vida regulavam as funções vitais de todo o existente e as criaturas elementais dos cinco elementos da Natureza conviviam com os homens.

Ao finalizar aquele grande Período Lunar, os Íntimos da atual humanidade receberam o Corpo do Espírito Humano, ou Corpo da Vontade, que Krishnamurti tanto deprecia.

Chegada a Noite Cósmica do Período Lunar, Jeová e seus anjos, e Lúcifer e seus demônios, retiraram-se do Cenário Cósmico e a Natureza toda entrou em profundo repouso.

QUARTA RONDA: RONDA FÍSICA (ou PERÍODO TERRESTRE)

Passada a Noite Cósmica do Período Lunar, o Universo se condensou na Nebulosa de que Laplace nos fala. Este foi o começo da Época físico-química na qual nós vivemos. A Natureza recapitulou os passados Períodos Cósmicos, tal como alegoricamente o Gênese nos descreve.

Esses foram os tempos da Nebulosa de Laplace durante os quais a Terra recapitulou a Época de Saturno. As moléculas da nebulosa quente e obscura entraram em fricção, sob o impulso da Palavra Perdida do Criador, e então, a Nebulosa se fez ígnea.

Esta foi a Época Hiperbórea, durante a qual entraram em atividade os Átomos Solares da Época Solar. Nossa Terra foi então um globo ígneo cheio de Sabedoria do Fogo, e da Luz que o próprio Fogo produz. E nesse globo ardente viveram os Arcanjos que foram os homens da Época Solar, r se expressaram em toda a plenitude de sua Sabedoria.

Logo, disse Deus: Haja expansão em meio às águas, e separou as águas das águas.

Deus fez a expansão e afastou as águas que estavam debaixo da suspensão daquelas águas que estavam sobre a expansão, e foi assim.

E chamou Deus a expansão céus e foi a tarde e a manhã do dia seguinte. (Gen. 1:6 a 8) Aqui a Bíblia segue falando da recapitulação do Período Solar: o globo ardente ao contato com as úmidas regiões interplanetárias produzia vapor d’água e se formavam enormes que, ao condensar-se, caíam em forma de chuva, formando enormes mares e poços que ferviam incessantemente sobre o globo ardente e as nuvens separaram as águas do céu, das águas do ardente globo.

“Deus também disse: Unam-se as águas que estão debaixo dos céus em um lugar, e descubra-se a seca. E assim foi. E Deus chamou a seca de Terra, e a reunião das águas chamou Mares. E viu Deus que era bom.” (Gen. 1: 9 e 10)

Os poços de água que ferviam sobre o ardente globo vieram a se cristalizar em forma de “cascas” sobre a superfície do ardente globo, e assim cumpriu-se a Palavra do Criador, que disse: “Descubra-se a seca. E Deus chamou a seca de Terra”. Foi assim que se formou a primeira crosta terrestre chamada Lemúria.

Nessa época lemuriana a Terra recapitulou o Período Lunar, porque é uma lei da vida que a Natureza, antes de iniciar suas novas manifestações, recapitula todas as suas passadas manifestações.

Quem quiser conhecer objetivamente todos os processos evolutivos da humanidade, que observe o feto humano desde sua concepção.

No ventre da mãe, o feto recapitula todas as metamorfoses do corpo humano, desde antiquíssimas origens.

RONDAS FUTURAS

A futura 5ª Ronda se desenvolverá no Mundo Etérico, a 6ª será no mundo astral e a 7ª no mental. Depois, virá a grande Noite Cósmica (Pralaya).

Magia da Figueira

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Ficus carica ou Ficus communis

E vendo uma figueira perto do caminho, veio a ela e não achou nada nela, a não ser folhas. E lhe disse: Nunca mais nasça fruto de ti.

E em seguida a figueira secou. (Mateus Vers. 19, cap. 21).

O departamento elemental da figueira relaciona-se com as forças sexuais.

O mantra dos elementais das figueiras é AFIRAS.

As hierarquias relacionadas com esse departamento elemental da natureza são as que aplicam o karma aos fornicários.

O lago ardente com fogo e enxofre, que é a Segunda Morte, destina-se aos fornicários.

Árvore que não dá fruto é cortada e lançada ao fogo.

O grandioso poder do sexo reside na Kundalini.

Existem sete forças cósmicas:

1. A força do GLORIAN
2. Parashakti (luz e calor)
3. Jnanashaktí (sabedoria e inteligência)
4. Ickashakti (vontade)
5. Kriyashakti ( mente crística )
6. Kundalinishakti (sete cobras)
7. Mantrikashakti (o poder do verbo)

Dentro de Kundalinishakti estão encerradas as sete forças cósmicas e a Kundalini está encerrada na força sexual do membro viril e da vulva.

Na união do falo e do útero está o segredo para se despertar a Kundalini.

O Kundalini evolui e progride dentro da aura do Logos Solar.

Da evolução da Kundalini depende a evolução das seis forças restantes.

Todo o poder da mente, todo o poder da luz e do calor, todo o poder do verbo e todo o poder da vontade estão encerrados na serpente sagrada, cujo poder reside no falo e no útero.

Árvore que não dá fruto é cortada e lançada ao fogo. Os fornicários são figueiras estéreis que são cortadas e lançadas ao fogo.

A figueira simboliza as forças sexuais femininas que temos de aprender a manejar.

O galo e a figueira representam as forças sexuais.

Por isso, o galo da paixão não podia faltar no drama do Calvário.

A figueira representa unicamente as forças sexuais femininas.

É impossível a realização a fundo sem a alquimia das forças solares femininas.
Cristo, na sua qualidade de Cristo Cósmico, disse: “Eu sou a porta; quem por mim entrar, será salvo, e entrará, e sairá e achará pastos.” (João, Versículo 9, capítulo 10).

Essa substância cristônica do Salvador do Mundo está depositada em nosso sêmen cristônico, por isso é que a porta de entrada do Éden está em nossos órgãos sexuais.

Através da alquimia sexual transmutamos o sêmen cristônico em sutilíssima energia crística com a qual formamos em nosso corpo astral um veículo subliminal, um astral superior, que é o Eu Cristo. Vejam nosso livro Alquimia Sexual).

Esse Eu Cristo formado com a mesma essência do Salvador do Mundo é a porta de entrada dos grandes mistérios do fogo.

Só se conhecem os Mistérios do Fogo quando se entra pela porta do Éden.
É completamente impossível entrar nos grandes mistérios da mente sem antes ter formado o Eu Cristo em nosso corpo astral. (Vejam nosso livro As Sete Palavras.)

Cristo e Jeová devem ser formados em nós para que entremos nas grandes Iniciações do fogo.

Jeová em nós é o Espírito Santo, o qual resulta das incessantes transformações de nosso sêmen crístico.

Cristo e Jeová vivem dentro de nós como substâncias seminais.

A iluminação dos Mestres vêm do Espírito Santo.

O Senhor Jeová em nós é o Espírito Santo, cuja onisciência nos ilumina internamente.

Para poder entrar no Nirvana, devemos antes formar a Cristo e a Jeová.

Todos os poderes ocultos de um Mestre vêm da substância crística e da iluminação do Espírito Santo em nós.

Porém, não devemos esquecer que cada um de nós é, no fundo, uma estrela.

Essa estrela que arde em nós é o Pai, cuja divina individualidade devemos absorver para completar a perfeita trindade divina.

Há que se formar o Pai, o Filho e o Espírito Santo em nós.

Cristo e Jeová residem em nós como substâncias seminais.

O Senhor Jeová forma-se em nós com a transmutação do sêmen.

Os poderes oniscientes do Adepto estão encerrados no Espírito Santo.

O Senhor Jeová é uma divina entidade cheia de poder e onisciência.

Essa substância do Senhor Jeová está difundida por todas as partes, da mesma forma que a substância cristônica do Logos Solar.

Formar a Jeová em nós é formar o Espírito Santo em nós.

O Espírito Santo dá ao Mestre sabedoria e poderes mágicos.

Portanto, o Senhor Jeová e o Senhor Cristo são, ao mesmo tempo, entidades individuais e essências cósmicas armazenadas no sêmen.

É infinitamente lamentável que não tenha havido até agora ocultistas avançados que explicassem quem é o Senhor Jeová.

Max Heindel cometeu o erro de considerá-lo uma entidade divina do passado.

H. P. Blavatsky considerou Jeová como IldaBaoth, nome composto de Ilda (menino) e Baoth, este último vem de ovo e de caos, vazio ou desolação. IldaBaoth: o menino nascido no Ovo do Caos, o mesmo que Brahama ou Jeová que, segundo Blavatsky, é simplesmente um dos Elohim, um dos sete espíritos criadores, um dos sefirotes inferiores.

Essas explicações vagas que H. P. Blavatsky e Max Heindel dão sobre Jeová realmente não satisfazem as ânsias da alma.

Huiracocha crê que Jeová é tão somente as cinco vogais I E O U A, o que é um absurdo.

Está certo que relacionemos as cinco vogais I E O U A com João, mas Jeová é outra coisa. Jeová e uma entidade divina, é sêmen transmutado. Jeová e o Espírito Santo.

O Divino Rabi da Galileia falando do Espírito Santo diz o seguinte:

“Eu vos digo: Pedi e se vos dará, buscai o achareis, chamai e vos será aberto.
Porque todo aquele que pede, recebe; e o que busca acha; e ao que chama, se abre.
E qual pai dentre vós, se seu filho pede pão lhe daria uma pedra? Ou se peixe, no lugar de peixe lhe dará uma serpente?
Ou se pedir um ovo, lhe daria um escorpião? Pois, se vós, sendo malvados, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai celeste, daria o Espírito Santo aos que pedirem dele”. (Mateus Vers. 7 a 11, cap. 7)

Todos os poderes mágicos do Mestre são devidos ao Espírito Santo. O Espírito Santo dá-nos sabedoria e poderes mágicos. O Espírito Santo é puro sêmen transmutado.

Quando a Kundalini chega ao Brahmarandra e sai para o mundo exterior pela fontanela frontal dos recém-nascidos, assume com seus átomos oniscientes a figura mística da branca pomba do Espírito Santo que flutua por entre as labaredas do fogo sagrado.

Essa branca pomba confere ao Adepto sabedoria e poderes mágicos.

Esses átomos selecionados da Kundalini, com os quais formamos o Espírito Santo em nós, foram depositados pelo Senhor Jeová em nosso sêmen cristônico na aurora da vida deste planeta.

Assim como em nossas veias levamos o sangue de nossos pais, assim também em nosso sêmen levamos as essências sagradas do Cristo, de Jeová e do Pai.

Com a substância crística formamos o Eu Cristo com o qual substituímos o eu animal.

Com a substância seminal de Jeová formamos o Espírito Santo em nós, com o que adquirimos sabedoria oculta e poderes divinos.

Com a substância seminal do Pai, robustecemos o Íntimo para formar o Pai em nós.

Assim é como formamos o Pai, o Filho e o Espírito Santo em nós e nos convertemos em terríveis majestades do universo.

Todos os mistérios da eletricidade, do magnetismo, da polaridade, da luz e do calor estão encerrados em nossos órgãos sexuais.

Todo o setenário do homem é completamente absorvido pela tríada eterna.

Todo o setenário fica sintetizado na divina tríada: Atma-Buddhi-Manas.

O Eu Cristo se absorve na consciência superlativa do Ser, na alma de diamante, no Budhi.

O Espírito Santo se absorve no corpo da vontade, o Manas superior ou corpo causal.

E a puríssima essência seminal do Pai se absorve no Íntimo para formar o Pai em nós.

Assim é como o setenário humano fica reduzido a uma tríada perfeita, cujo veículo de expressão concreta vem a ser o bodhisatva humano (o “Ego astral” do Mestre). No oriente, diz-se que os budas são duplos. Existe o homem celeste e o homem terreno. Existem os budas terrenos e os budas de contemplação. Cinquenta anos depois de desencarnar, Buda enviou à Terra sua alma humana ou Espírito Santo, encerrado e absorvido em seu Manas Superior, para que encarnasse novamente e terminasse sua obra.

Seu bodhisatva cumpriu essa missão sob a direção de Shankaracharya. Shankara era um raio de luz primitivo, era uma chama. Shankara enlaçou a doutrina budista com a filosofia advaita. Eis como o bodhisatva astral de Buda terminou a obra do Mestre Interno.

Um bodhisatva é formado pelo Espírito Santo de um Mestre vestido com os quatro corpos inferiores.

Este é o maior mistério da personalidade humana.

Este é o mistério da dupla personalidade humana, um dos maiores mistérios do ocultismo.

O Mestre Interno pode enviar seu Espírito Santo à Terra para que envolto em um corpo mental, astral, vital e físico realize alguma missão importante.

Cristo, o divino Redentor do mundo, enviou depois da sua morte terrena a seu bodhisatva humano, mas os homens não o conheceram.

Mas, na Era de Aquário, a tríada crística se reencarnará de forma integral para ensinar à humanidade o esoterismo cristão.

Então, o Movimento Gnóstico já terá dado seus frutos e a humanidade aquariana estará preparada para entender as últimas explicações do Mestre.

Há que se distinguir entre o que é um avatara e o que é um Salvador. João Batista foi o avatara de Peixes e eu sou o avatara de Aquário. O Salvador do Mundo não é avatara. Ele é mais que todos os avataras, ele é o Salvador. Os avataras são tão somente os instrutores e iniciadores de uma nova era.

Cristo é mais do que todos os instrutores; ele é o Salvador. As hierarquias relacionadas com o departamento elemental da figueira se encarregam de aplicar o karma àqueles malvados sodomitas e àqueles degenerados sexuais que tanto abundam na humanidade.

O nome do anjo governador desse departamento elemental da natureza é NAJERA.

Os elementais desse departamento elemental da figueira usam túnica branca e são de uma beleza extraordinária. Essa túnica branca representa a castidade e a santidade.

Os membros das escolas espiritualistas odeiam a castidade e a evitam habilmente, buscando escapatória pela porta falsa de suas teorias. Sua própria debilidade, sua própria falta de força de vontade, é que os faz buscar escapatórias sutis para evitar o problema da castidade. Alguns até começam as práticas de magia sexual, mas logo sucumbem diante das exigências passionais de suas fornicárias esposas. Por isso confirmamos aos gnósticos: Nossa divisa é THELEMA (vontade). Todos os espiritualistas fornicários são magos negros porque estão desobedecendo a ordem dada pelo Senhor Jeová nos seguintes versículos:

E ordenou Jeová Deus ao homem dizendo: De toda árvore do jardim comerás. Mas da árvore da ciência do bem e do mal mio comerás porque o dia que dela comeres, morrerás. (Gênese Versículos 16 e 17 do capítulo 2).

Por cima dessa ordem do Senhor Jeová não poderão passar os perversos sequazes do pseudoespiritualismo e das teorias místicas professadas mundialmente.

O mandamento do Senhor Jeová será cumprido, CUSTE O QUE CUSTAR!

Os fornicários são figueiras estéreis, árvores sem fruto, que são cortadas e lançadas ao fogo.

 

Peixes – De 18 de fevereiro a 20 de março

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Regências e Relações

Região do corpo: Pés
Metal: Platina e estanho
Pedras preciosas: Ametista
Perfume: Tomilho
Planta: Agave (pita) e plátano-falso
Flor: Violeta
Planeta: Netuno
Cor: Violeta
Elemento: Água
Palavra-chave: Divindade
Dia da semana: Sexta-feira
Arcanjo Regente: Zakariel
Gênios do Zodíaco: Rasamosa e Uacabiel
Tattwa: Apas

Querido discípulo:

Hoje chegamos ao signo de Peixes, o último do Zodíaco, governado por Netuno e Júpiter.

Confeccionei este curso com o único objetivo de que ganheis a felicidade sem limites do Nirvana.

O Nirvana é o vale do silêncio profundo e do “Não Ser”; ali, porém, na realidade, nosso “Real Ser” É, porque ali vivemos de uma maneira tão distinta de nosso atual estado de compreensão que transcende nossos sentidos ordinários. Por isso dizemos “Não Ser”, porém, na realidade, ali nosso “Real Ser” É.

O Nirvana está além do amor e aquilo que está além do amor é a felicidade absoluta.

O Nirvana está além do desejo, além da mente, além da vontade, além da inteligência e muito além da consciência.

O Nirvana é a pátria do Ser.

Como poderíamos defini-lo? Ali, a alma totalmente fundida com o Íntimo sente-se onipotente e poderosa, numa felicidade que não conhece limites.

Ali, a gota fundiu-se no oceano e o oceano fundiu-se na gota. Ali, as melodias mais inefáveis nos lançam em estados de beatitude que transcendem a toda compreensão.

Os grandes ritmos do fogo invadem os inefáveis recintos do Nirvana e as almas de rostos majestosos, com suas túnicas de dharmasayas e seus mantos de distinção, acompanham com seus cantos as melodias deliciosas do Mahavan e do Chotaban, que sustentam os cosmos durante o Mahavântara.

O iniciador tem de comunicar ao discípulo a verdade final, antes de entrar no Nirvana.

O Iniciador tem de ensinar ao discípulo o grande mistério do Nirvana antes do próprio discípulo entrar no Nirvana.

O Nirvana é o esquecimento do mundo e do homem para sempre. Ali moram também os Deuses de outros Mahavântaras em um estado de indescritível felicidade. Ali, toda lágrima desapareceu, pois reina apenas a felicidade do Ser.

Os nirvanis não possuem nenhum dos quatro corpos do pecado chamados físico, etérico, astral e mental. O Mestre extrai desses veículos apenas seus extratos anímicos, os quais absorve e assimila antes de entrar no Nirvana.

Os nirvanis trabalham sob a direção de seus pais estelares.

O Íntimo de todo homem é filho de um gênio sideral e há tantos pais no céu quantos homens na Terra.

Todo ser humano nasce em cada reencarnação humana sob a influência de um astro distinto, a fim de ir “esmerilhando” o Ego pouco a pouco, porém, há um astro que rege nosso interior e esses astro não muda nunca; esse é o Astro-Pai. Esse é o nosso Pai que está nos céus. Diz Isbener Aldane: “Levanto os olhos até as estrelas, das quais haverá de chegar o auxílio, porém, eu sempre sigo a estrela que guia meu interior”.

Quando o coração do sistema solar começou a palpitar, depois da noite profunda do Pralaya, ao iniciar-se a aurora do Mahavântara, o Primeiro Logos imanifestado do Grande Alento fecundou o Akasha. Surgiram então sete Logoi Planetários, modelando o Akasha ou matéria primordial por meio do fogo da vida para construir este sistema solar no qual estamos evoluindo.

Esses sublimes arquitetos da vida viam que nós éramos somente raios inconscientes do supremo Parabrahatman, o eterno Pai sempre obscuro, a quem chamamos de Absoluto. Foram esses excelsos Prajapatis ou Anjos Divinos que dotaram os inconscientes raios do Absoluto disso que hoje chamamos Mônada, ou, melhor ainda, Íntimo.

E todo homem tem seu Íntimo e todo Íntimo tem seu pai que o engendrou, isto é, nosso Pai que está nos céus.

AUM MANI PADME HUM é um forte mantra que se pronuncia assim: OM MASSI PADME YOM; cantamo-lo em sílabas e alongando o som de cada uma de suas letras. O significado deste mantra é:

Ó MEU DEUS DENTRO DE MIM…

Esse mantra deve ser vocalizado com o coração, em profunda meditação, adorando o Íntimo, amando-O, rendendo-Lhe culto, porque o Íntimo é em essência a alma de nosso Pai encarnada em nós; nossa divina individualidade pela qual precisamos ser absorvidos para entrar nessa infinita e indescritível felicidade do Nirvana, lugar onde não há lágrimas, penas ou dor.

Nosso Senhor o Cristo ensinou-nos a orar assim:

“Pai-Nosso que estás nos céus. Santificado seja teu nome. Vem a nós o teu reino. Seja feita tua vontade assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia nos dá hoje… e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos, Senhor, de todo o mal. Amém.”

Essa oração faz-se em profunda meditação, adorando a essa estrela inefável da qual saiu nosso Íntimo. Assim aprendemos a falar com nosso Pai secreto.

Muitos dirão: “Bem, como e de que maneira nosso divino Pai que está nos céus nos engendrou?” Isso necessita de uma explicação. Vejamos:

Nosso Pai é antes de tudo uma chama de fogo ardente e toda chama é suscetível de expansão, de crescimento, de progresso, evolução e independência de cada uma de suas Chispas. Fazei a experiência com uma chama e vereis que essa chama pode se expandir por todas as partes e que cada uma de suas chispas pode se converter em uma chama independente.

Levai esse exemplo agora até a aurora do Mahavântara e então compreendereis como vossos pais celestiais vos engendraram.

Agora, se imaginais que cada chispa está associada a um raio de luz próprio, compreendereis então a relação das chispas com a luz e de nossa chispa divina com o raio de luz absoluto, ao qual pertencemos; este raio de luz absoluto é o Glorian.

Nosso Glorian é um hálito para si mesmo profundamente desconhecido. Nosso Glorian é um hálito do Absoluto.

Antes de possuir uma Mônada divina, não tinha consciência de si mesmo. Sua consciência era a consciência do Absoluto, porém, não podia dizer: “Eu sou Eu”. Agora, porém, o Glorian de cada um de nós está dotado de um “Eu” Divino e por isso nosso Glorian já pode dizer: “Eu sou eu”, “Eu sou o Absoluto” e “Eu estou aqui agora”. Assim, embriagado de felicidade, submergirá dentro desse oceano da suprema felicidade absoluta ao chegar a Noite Cósmica, para ressurgir, como um Deus inefável, ao se iniciar a aurora de um Mahavântara.

Então, cada um de nós, chamas inefáveis, se expandirá como se expande o fogo, e cada uma de nossas Chispas Ígneas se converterá em pedra, em planta, animal, homem e Anjo. Cada uma de nossas chispas, convertida em chama, nos amará, adorará e levantará seus cânticos até nós para todo o sempre, amém, dizendo: “Aleluia, aleluia, aleluia…” O incenso de suas orações chegará até nós como um perfume inefável cheio de amor.

Então faremos por nossos filhos do fogo o mesmo que nossos pais fizeram por nós.

É conveniente que o discípulo aprenda a visitar seu Pai em corpo astral para receber instruções diretas de seu Pai que está nos céus.

Os raios estelares ao caírem sobre nossa terra produzem cores, sons, elementais metálicos que se condensam em metais; elementais metálicos que, evoluindo, se convertem em elementais vegetais; elementais vegetais que se convertem em elementais animais; elementais animais que despertam suas chispas divinas para encarná-las pela primeira vez em Homens, Homens que se tornam Anjos para regressar novamente ao seu Pai que os engendrou.

Toda essa descida e subida das chispas virginais através dessa peregrinação da matéria está simbolizada pela escada do sonho de Jacó.

O que é o ferro? É a alma de Samael-Marte evoluindo ali.

O que é o cobre? É a alma de Uriel-Vênus evoluindo ali.

O que é o chumbo? É a alma de Orifiel-Saturno ali evoluindo.

O que é o ouro? A alma de Miguel-Sol ali evoluindo.

O que é a prata? A alma de Gabriel-Lua ali evoluindo.

O que é o estanho? A alma de Zacariel-Júpiter ali evoluindo.

O que é o mercúrio? A alma de Rafael-Mercúrio ali evoluindo.

Todo esse fluxo e refluxo da vida ressoa na Natureza inteira com o gongo chinês.

Ao chegar a Noite Cósmica, todas as Chispas convertidas em chamas regressam ao Logos imanifestado para submergirem na felicidade ilimitada do Absoluto, onde não há lágrimas ou dor, onde todos são um, onde todos nós somos o Deus, o inominado, aquilo, aquilo, aquilo.

Esse fluxo e refluxo da vida está firmemente confirmado nos Veda, que são as escrituras sagradas mais antigas, pois a sua filosofia data de muitos milhares de anos antes de Jesus Cristo. Esta é velha Lei do Pêndulo.

Têm existido na vida momentos estelares da humanidade em que o Pai Sideral de um grande gênio pode falar e expressar-se através dele para iniciar novos ciclos de cultura espiritual.

Eu, Aun Weor, sou tão somente o filho e o instrumento de Samael-Marte, e o que ensino para vocês é a sabedoria de meu Pai.

Cada um de nós tem sua herança espiritual e astral provinda de seu Pai que está nos céus.

Todas as faculdades mentais, espirituais, emotivas e psíquicas são influenciadas pelas ocultas propriedades da escala de causas provindas das hierarquias dos gênios planetários e não pelos planetas físicos. Uma vez mais dizemos que, por este motivo, a nós, astrólogos autênticos, não nos interessa a astrologia de aritmética.

O sistema solar desenvolve-se dentro da matriz do Zodíaco. Cada uma das 12 constelações zodiacais está governada por dois anciães (os quais estão relacionados no início de cada lição, signo por signo).

Estes são os 24 Anciães que regem as 12 constelações zodiacais. Durante as vossas práticas zodiacais devereis visitar os templos siderais dos Gênios com os quais estejais praticando. Assim, em Áries visitareis os gênios de Áries, em Touro visitareis os Gênios de Touro etc., rogando a esses gênios que venham tratar vossos órgãos correspondentes ao signo zodiacal com o qual estais trabalhando.

Estes 24 Anciães reúnem-se às vezes no templo-coração da Terra ao redor do Cordeiro.

Nossas 12 faculdades, ou seja, nossos 12 sentidos, são as 12 faculdades do Zodíaco dentro de nós. Devemos fazer resplandecer nosso Zodíaco por meio destes exercícios para nos convertermos em Deuses inefáveis.

Nosso corpo é uma harpa musical onde devem ressoar incessantemente as sete vogais da natureza. Durante o signo de Peixes é necessário vocalizar o som das sete vogais, assim:

Iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…
Eeeeeeeeeeeeeeee…
Oooooooooooooo…
Uuuuuuuuuuuuu…
Aaaaaaaaaaaaaaa…
Mmmmmmmmm…
Sssssssssssssssss…

O som de cada um dessas sete vogais deve ser levado da cabeça até os pés. Diz o Mestre Huiracocha que uma hora de vocalização diária vale mais que a leitura de 1 milhão de livros de teosofia oriental.

Peixes influi sobre os pés e eles são as peneiras por onde entram as forças que sobem do Gênio da Terra.

Nas linhas dos pés estão escritas nossas reencarnações passadas. A cerimônia do lavatório dos pés, feita pelo Divino Redentor do Mundo, significa que ele, o Divino Cordeiro, veio para lavar-nos com seu sangue de todas as nossas culpas passadas.

Cristo é o Cordeiro de Deus que lava os pecados do mundo.

A chave para entrar no Nirvana reside na santidade absoluta e na castidade absoluta.

É preciso que o estudante aprenda a conhecer os sinais do céu. A esposa de Júlio César, imperador de Roma, viu cair uma estrela em sonhos e tratou de salvá-lo, porém, como ele não a escutou, foi assassinado quando entrava no Capitólio de Roma.

Quando Hitler lançou-se à guerra, viu claramente, em pleno meio-dia, duas estrelas amarelas separando-se uma da outra.

Na Atlântida, no plano físico, existiram sete oráculos importantes onde os humanos estudavam a sabedoria das estrelas e consultavam os Deuses siderais. Os guardiães desses mistérios eram grandes Iniciados. No oráculo de Marte ensinava-se o ocultismo marciano. No de Júpiter, a religião jupiteriana; no oráculo de Vênus, as artes e a sabedoria venusianas; no oráculo de Saturno, a sabedoria de Saturno; no oráculo da Lua, o ocultismo lunar; no oráculo de Mercúrio, a sabedoria mercuriana; no oráculo solar, nossa sabedoria gnóstica.

Os antigos sacerdotes ensinavam seus discípulos a interpretarem os sinais do Firmamento. Esses sinais são interpretados com base na Lei das Analogias Filosóficas. Por exemplo, se com vossa clarividência virdes estrelas negras, há fracasso para vós; se virdes uma estrela cair do céu no momento em que um amigo parte para uma viagem, há um luto para vosso amigo; se a estrela cai sobre alguém, ou próximo de alguém muito importante, esse alguém morrerá; se passa uma estrela errante diante de vós e de maneira que cause surpresa, alguém se irá; se virdes duas estrelas amarelas que se separam uma da outra, significa guerra.

Através de vossos estudos esotéricos, ficareis sob a tutela de alguns gênios planetários e eles vos chamarão por meio de sinais luminosos que vós aprendereis a conhecer. Também devereis compreender o cintilar da estrela de vosso Pai Celestial, quando chame para vos instruir nos mistérios da luz.

Esta terra densa que hoje habitais, em um dia futuro será etérica, e então teremos a Jerusalém Celestial, onde não há lágrimas ou dor. A constelação de Órion, então, que tanta amargura trouxe ao mundo pelo Setentrião, brilhará iluminando um mundo cheio de alegria e felicidade.

“Depois dessas coisas olhei, e eis aqui uma porta aberta no céu; e a primeira voz que ouvi era como de trombeta que falava comigo, dizendo: ‘Sobe aqui e eu te mostrarei as coisas que serão depois destas’”.

“E logo me fui em espírito, e eis aqui um trono que estava posto no céu, e sobre o trono estava alguém sentado.”

E o que estava sentado era de aspecto semelhante a uma pedra de jaspe e de sardônio; e havia um arco celeste ao redor do trono semelhante no aspecto à esmeralda.”

“E ao redor do trono havia 24 cadeiras e 24 Anciães sentados, vestidos de roupas brancas, e tinham sobre suas cabeças coroas de ouro.”

“E do trono havia como que um mar de vidro semelhante ao cristal, e no meio do trono, e ao redor do trono quatro animais cheios de olhos por diante e por detrás.”

“E o primeiro animal era semelhante a um leão, e o segundo animal semelhante a um bezerro, e o terceiro animal tinha a cara como de homem, e o quarto animal assemelhava-se a uma águia voando.”

“E os quatro animais tinham cada um seis asas ao redor, e dentro estavam cheios de olhos e não tinham repouso de dia ou de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, o Senhor Deus todo-poderoso, que era, que é, e que há de vir.”

“E quando aqueles animais davam glória e honra e louvores ao que estava sentado no trono, e adoravam o que vive para sempre.”

“Os 24 anciões se prostravam diante do que estava sentado no trono e adoravam O que vive para sempre, e lançavam suas coroas diante do trono, dizendo:

“Senhor, digno és de receber glória, honra e virtude, porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade têm ser e foram criadas.” (capítulo 4 do Apocalipse de São João)

Que a paz mais profunda reine em vossos corações.

Tipo astrológico de peixes

Os nascidos sob o signo de Peixes têm, comumente, duas esposas e vários filhos. São de natureza dual e têm disposição para duas profissões ou ofícios.

São muito difíceis de serem compreendidos. Vivem como o peixe em tudo, porém, separados de tudo pelo líquido elemento. Adaptam-se a tudo, porém, no fundo desprezam todas as coisas do mundo. São delicadamente sensitivos, intuitivos e profundos. As pessoas não os compreendem.

Têm grande disposição para o ocultismo, graças ao fato de Peixes estar governado por Netuno, o planeta do esoterismo.

Práticas – Dr. Jorge Adoum

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Para se ter um corpo são, é necessário praticar as indicações seguintes que podem ajudar muito:

Ao despertar-se, praticar alguns exercícios respiratórios, pelo menos sete vezes, e que consistem em fazer 7 inspirações rítmicas com a maior pureza de pensamento. Qualquer exercício é bom, porém, indicamos o mais simples e menos prejudicial.

Aspirar lentamente pelo nariz contando mentalmente até oito palpitações do próprio coração, ou oito segundos.

Reter o alento, durante quatro segundos nos pulmões.

Exalar o ar durante oito segundos até esvaziar totalmente os pulmões.

Reter os pulmões vazios durante quatro segundos.

Se se pode praticar este exercício mais de sete vezes, é melhor.

Depois dos exercícios respiratórios é muito recomendável praticar outros exercícios de ginástica sueca, durante quatro a cinco minutos, para conservar a flexibilidade da coluna vertebral.

Pranayama, ou exercício respiratório

Embora Pranayama tenha vários significados, o mais aceito é vida porque, segundo os yogues, Prana é a substância vital. Respirar é viver, disse um sábio Hindu e, na Bíblia, temos o passo que diz: “E Deus lhe soprou nas narinas o alento da vida”.

Todo homem aspira átomos correspondentes ou afins a seus pensamentos e caráter. Ao pensar, respiramos átomos da mesma natureza que nossos pensamentos, e nosso sangue, por sua vez, deles se impregna.

Para atrair saúde, bem-estar, sabedoria, santidade etc., devemos pensar em cada um para poder aspirá-los.

Deve haver concentração e direcionamento de nossos pensamentos e emoções enquanto realizarmos nossos exercícios esotéricos.
Deve haver concentração e direcionamento de nossos pensamentos/emoções enquanto realizarmos nossos exercícios esotéricos

Primeiro Exercício

É o equilibrador ou harmônico e consiste no seguinte:

Em pé, fitando o Leste, corpo erguido, aspirar lentamente pela fossa nasal direita, tapando com o dedo a narina esquerda, até encher os pulmões durante o tempo de oito pulsações ou oito palpitações do próprio coração.

Durante a aspiração cumpre visualizar o objetivo desejado. Com essa respiração, ou melhor, aspiração, absorvemos os átomos necessários à realização do nosso desejo.

Quando penetram em nosso sangue fazem vibrar os plexos; a ideia adquire caráter positivo e tende a estimular nosso ser para realizar o objetivo.

Com as oito pulsações e aspirando, devem os pulmões chegar ao máximo de sua capacidade expansiva, sempre visualizando a ideia com toda a clareza.

Terminada essa fase, reter o fôlego nos pulmões durante quatro pulsações, retenção que facilita a assimilação sempre visualizando.

Terminada a retenção, passa-se à exalação que deve ser efetuada pela venta esquerda, durante oito pulsações, fechando a narina direita, sem visualização.

A quarta fase é o período de repouso e consiste em reter os pulmões vazios durante quatro pulsações, gozando do proveito obtido, também sem visualizar nada.

Esse exercício é chamado positivo, porque, pela venta direita se absorve a energia vital positiva e serve para desenvolver a mente consciente; terminando-o, devemos estimular o subconsciente do seguinte modo:

Recomeçar, mas agora pela narina esquerda, para aspirar a força passiva que alimenta o subconsciente.

  1. Proceder como da primeira vez, mas de modo inverso: tapa-se a direita com o dedo, aspira-se lentamente durante oito pulsações sem nada visualizar.
  2. Reter o ar durante quatro pulsações.
  3. Exalar pela direita tapando a esquerda durante oito pulsações.
  4. Reter os pulmões vazios durante quatro pulsações.

A Yoga Raja recomenda outro exercício algo perigoso para certas pessoas. Não o aconselhamos a todos e consiste em:

  1. Aspirar pela esquerda durante oito pulsações.
  2. Reter o fôlego durante trinta e dois.
  3. Exalar pela direita durante dezesseis.

Cremos que para praticar esse exercício é mister haver um guia que contra-regre a saúde corporal e mental do praticante, ao passo que a prática do anterior é não só inofensiva como encerra tudo o de que precisa o aspirante.

Segundo Exercício

O segundo exercício deve ser praticado depois do antecedente e consiste no seguinte:

  1. Em pé, para o Oriente, aspirar por ambas as narinas, durante oito pulsações. Enquanto durar a pulsação deve visualizar-se o que se deseja, como vindo a nós e sendo nosso. Desse modo absorvem-se os átomos desejados para realizar o objetivo.
  2. Reter quatro pulsações visualizando que as vibrações atômicas do que se desejou invadam nosso organismo.
  3. Exalar durante oito pulsações e, durante esse tempo visualizar nitidamente, como quem dirige, por meio do pensamento, todas as vibrações para a cristalização da idéia, como se as vibrações que saem por meio do fôlego fosse diretamente ao objetivo: a um centro que se quer despertar no organismo, a um órgão que se quer curar ou a um enfermo, vizinho ou distante, que se deseja restabelecer, ou a qualquer outro fim pretendido.
  4. Reter durante quatro pulsações e repetir mentalmente uma frase que harmonize com o ritmo das quatro pulsações do coração; por exemplo: Já – está – feito ou as – sim – se – ja ou a – men – a – men, etc…
  5. Após esse exercício medite-se um momento para dar graças e dizer, por exemplo, com Jesus: “Eu e o Pai somo Um e Ele me dá sempre o que peço” etc.

jorge adoum

Os dois exercícios devem-se fazer juntos.

Pode o leitor ler mil livros que tratam da ciência respiratória e pode praticar uma infinidade de exercícios desses livros. É livre; mas damos-lhe aqui o mais relevante, o mais necessário e, ao mesmo tempo, isento de todo perigo.

Muitos perguntam: “Quantas vezes temos de praticar esses exercícios? Quando? Onde? Etc.

Não podemos fixar nenhuma regra. Depende isso da urgência, da necessidade. Jesus disse: “E obtereis, se não por vossos merecimentos, por vossa exigência”. Todavia, podemos insinuar o seguinte:

  1. Cada exercício pode ser praticado sete vezes seguidas em cada sessão.
  2. Três sessões diárias antes de cada refeição, isto é, antes do desjejum (café da manhã), antes do almoço e antes do jantar. Sendo possível seria recomendável antes de dormir.
  3. O lugar deve ser silencioso, limpo e puro.
  4. O estado deve ser de perfeita saúde, sem nenhuma preocupação mental. Isto é muito importante porque, se, em nossa mente, houver vexame ou preocupação durante os exercícios, absorvemos átomos que aumentam o estado mental depois do exercício.

Pensar alto e aspirar profundamente é atrair para o corpo as mais evolucionadas inteligências.

O átomo é uma inteligência viva que rodeia o pensamento esperando a aspiração e a respiração para nele penetrar.

O homem que aspira e concentra, abre um caminho direto a seu objetivo.

Aspirar, concentrar e respirar átomos de luz conduz-nos à iluminação.

Pensar e aspirar beleza é adquirir a Beleza.

O objetivo de pensar e aspirar, em nossa atual idade é libertar nossos sentidos da escravidão de nossos átomos inferiores para lograr o futuro desenvolvimento.

Cada centro, no corpo do homem, é um grau de conhecimento especial e todos formam uma universidade; devemos cursá-los todos.

Cada grau é dirigido por um Deus mestre. Todos seus ensinos são internos. O homem só consegue entrar nesses cursos pela aspiração e aprendê-los pela concentração.

Toda seção no corpo tem uma vibração e uma lei individual; porém a Lei das leis emana do Absoluto Íntimo.

Aspirar e respirar meditando é o único caminho que conduz à única Lei do Reino Interno.

O objetivo de nossa união com o Íntimo é dar-lhe liberdade de ação mais além de nosso corpo objetivo e ser consciente de suas obras.

A concentração é a ponte estendida do nosso corpo ao Íntimo Infinito e cuja serventia é com Ele comunicar-nos.

Respirar é viver; meditar é criar.

O corpo físico é como um país governado por várias hierarquias de governo. Seu rei é o Pensador, seus governantes são os pensamentos e seus obreiros obedientes são os átomos.

O Pensador é o Rei que vitaliza e estimula todas as dependências governativas e obreiras.

Um pensamento são, uma aspiração pura e uma respiração completa e perfeita vitalizam todo o corpo.

Todas as células do homem pensam e toda célula pensante alimenta-se dos átomos que penetram pela respiração.

O alimento melhor das células é o pensamento puro.

Pensamento puro e respiração solar absorvida pela venta direita do nariz queimam todos os resíduos impuros que possui o homem desde séculos.

A contínua aspiração, respiração e meditação pura comunica o homem com as mais elevadas vibrações do Absoluto Íntimo e então ele adquire um poder mental ingente para dirigir a Humanidade.

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