As madonas negras começaram a proliferar por toda a Europa a partir dos séculos 10 e 11. Muitas delas, como a Madona de Le Puy, possuem ligações misteriosas com o Oriente, possivelmente através das Cruzadas – acredita-se que elas fossem uma efígie adaptada das deusas célticas e egípcias.
Outras, como as magníficas Madonas Negras entronizadas de Orcival e Clermont, sugerem uma derivação da Grande Mãe em majestade, seu filho divino sentado lembra os Mistérios de Osíris, Atis e Adônis, sua autoridade emana a sabedoria de Santa Sofia de Bizâncio.
Todas essas deidades eram conhecidas por terem sido celebradas na Provença, clássico reduto cátaro, originalmente pelos gregos e posteriormente pelos romanos. Porém os celebrantes mais antigos podem ter sido os egípcios, já que eles e os fenícios usaram Marselha como porto.
Madonna Negra de Montserrat, Catalunha – Espanha
Como Mãe Terra, a Madona Negra era cultuada no mundo pagão com as faces das Deusas do Olimpo, mas, com o início da Era Cristã, esse culto passou a ser clandestino. Seus ecos que chegam até nós são os Mistérios de Elêusis, nos quais se cultuavam Deméter e Perséfone.
As três grandes Deusas do Leste: Ísis, Cibele e Diana de Éfeso, que eram representadas como deusas negras, foram estabelecidas no Ocidente antes da dominação romana.
Em Paris, já em 679 d.C., Dagoberto II estabelecia o culto àquela “que hoje recebe o nome de Nossa Senhora da Luz”, que é a nossa “Ísis Eterna”. Talvez esse seja o marco da transformação da Mãe Terra pagã para a Virgem cristã.
As Cruzadas, porém, foram as grandes divulgadoras da Madonas Negras. Estatuetas negras encontradas em fontes, grutas, galhos de árvores, das quais emanava um profundo sentimento do Sagrado, eram trazidas por eles, que as cristianizavam, colocando o manto e a coroa de Nossa Senhora sobre uma estatueta pagã.
Elas traziam uma força incontrolável de liberdade e seu culto era possuidor de um espírito de sabedoria própria, que não se submetia a nenhuma organização ou lei nacionalista.
É a volta do aspecto materno divino, que levanta o entusiasmo popular, trazendo-a a um primeiro plano da consciência coletiva. A Humanidade experiencia as mais recentes faces das Madonas Negras e Brancas, com as aparições marianas da Virgem de Lourdes e La Salete no século 19, e Fátima no século 20.
A maioria dos estudiosos das Deusas defende a ligação a cultos muito antigos, talvez até mesmo pré-históricos, relacionados com a terra, o útero, a Mãe Terra, a Deusa Mãe, que também era conhecida no paganismo como a Deusa de Fertilidade, de Fecundidade, tal como nos cultos célticos e mesmo nos cultos anteriores, como os cultos a Cibele, a Demeter e à deusa egípcia Ísis.
Esta última é, muitas vezes, representada com um bebê nos braços ou no colo, o deus Hórus, tendo-se o seu culto difundido por todo o território do Império Romano, definindo um “protópito” das posteriores imagens marianas do cristianismo, tendo até acontecido, no século 5º d.C., a rededicação de um templo de Ísis à Virgem Maria, em Soissons, na França.
Muitas das estatuetas foram encontradas nos lugares sagrados das deusas antigas, onde posteriormente ergueram-se as igrejas cristãs dedicadas a Maria ou algumas santas.
Foi comprovada, também, a conexão entre essas estatuetas e o culto gnóstico dos séculos 11 e 12 com os “troféus” trazidos pelas Cruzadas do Oriente Médio (estatuetas saqueadas dos templos das deusas acima mencionadas) e com a influência moura durante seu domínio na Espanha.
Na França, já foram localizadas mais de 300 Vierges Noires, das quais sobreviveram intactas cerca de 150, as demais tendo sido pintadas de branco pelos monges, destruídas por fanáticos ou roubadas.
As mais famosas Madonas Negras são as da Catedral de Chartres (França), de Montserrat (Espanha) e Czestochova (Polônia). Das estatuetas pós-renascentistas, podemos mencionar Nossa Senhora de Guadalupe (México) e Nossa Senhora Aparecida (Brasil).
Madonas Negras e Brancas
Diversos mosteiros e igrejas foram consagrados às Madonas. Alguns possuíam uma madona negra, e outros, branca. Por que essa diferenciação? Alguma relação com os conhecimentos iniciáticos dos cátaros, e especialmente, dos cruzados?
Sob o ponto de vista gnóstico, as cores das madonas representavam o grau esotérico que era passado nesses templos, que na verdade não passavam de Escolas Iniciáticas disfarçadas de igrejas católicas.
Os mosteiros contendo uma madona negra eram indicativo de que seus ocupantes eram estudantes de Alquimia Gnóstica iniciantes, ou seja, estavam iniciando seus estudos e práticas dos 3 Fatores. Na simbologia maçônica, os membros equivaliam ao grau de Aprendiz.
Já os mosteiros contendo uma madona branca eram um indício de que os seus membros eram iniciados de graus mais avançados, o equivalente na Maçonaria Iniciática ao grau de Companheiro.
A CULTURA DA PAZ é um ensinamento dado por todos os grandes luminares da Humanidade. De todos os líderes das religiões, filosofias e linhas esotéricas, tanto do Oriente quanto do Ocidente. A Paz é uma energia que nasce do mais profundo de nossa Alma, e não é uma atitude artificial, baseada em marketing ou desejos superficiais e hipócritas de relacionamento com o próximo (como vemos em muitas passeadas pedindo por “paz nas cidades”).
A Paz, segundo ensinamentos do Mestre Samael Aun Weor, é uma substância que desce de Deus e se instala em nossos corações limpos de toda energia egoica.
No entanto, melhor do que falar sobre a Paz, por enquanto devemos falar sobre o contrário da Paz, que é a Violência.
Esotericamente, existe uma energia dos mundos infernais ligada à Quinta Esfera Dantesca (ou Inferno de Marte). Esta energia pode ser chamada também de Átomos de Violência. Sua aparência é como uma aura vermelho-sangue e, quando atraída por meio de nossos pensamentos e emoções negativos, nos incitam à violência.
Esses Átomos da Violência são atraídos com determinados hábitos nocivos, e, depois de atraídos fixam-se em nosso corpo astral (ou de desejos). Para atrair tais átomos do Inferno (ou Astral Inferior) basta nos fascinarmos e nos identificarmos com certas situações que presenciamos, ao vivo ou pelos meios de comunicação: lutas de MMA, luta livre, boxe, filmes e jogos em que se veem assassinatos, tiroteios, bangue-bangue, estupros e muito mais.
Para ilustrar melhor sobre esse tema, sugerimos que você leia o seguinte artigo, extraído de um jornal paulista de grande circulação. Para o bem de todos os pais e para orientar melhor os educadores e formadores de opinião, estamos divulgando este texto.
“Um bandido de nariz arrebitado chuta o rosto de um velho lojista. Então ele acerta um soco no olho da jovem heroína e depois a atinge nas costas com uma pesada barra de metal. Seu corpo despenca no chão enquanto ele permanece sobre ela com uma arma apontada para sua cabeça.
Dois jovens estão em uma briga de socos dentro de um vagão de carga em movimento. Um amigo tenta intervir. Mas um rapaz mais velho e muito respeitado aconselha: deixe que o combate continue. Às vezes, diz ele, amigos precisam se enfrentar com os punhos para fortalecer os laços de amizade. Eles retomam o combate.
Uma garotinha dá um chute de caratê tão forte em outra garotinha, que esta cruza o ar. Ela bate a cabeça em um poste de cimento. Fica desacordada.
Cenas dos mais recentes filmes ou videogames proibidos para menores? Na verdade, são sequências extraídas de uma série de programas de televisão com animação estilo japonês que agora enchem a programação infantojuvenil.
O sucesso da série Pokémon promoveu o gênero há alguns anos, e os demais elevaram as apostas em termos de violência. Os programas atendem à necessidade de programação de baixo custo, assim como o crescente interesse em vender produtos e programas para os meninos que cresceram com videogames e controle remoto. A maioria dos programas é importada diretamente do Japão, onde a tolerância do público para sangue e tripas na tevê tradicionalmente é muito maior do que nos Estados Unidos.
A proliferação deles ocorre apesar das ameaças do Congresso de tentar limitar a exposição das crianças à violência na mídia por meio de legislação específica. Porém, diferente de antigos desenhos animados da moda que trouxeram mais violência para as telas de televisão, o crescimento do gênero tem atraído pouca atenção dos pais e de grupos de monitoração.
Pesquisadores e alguns executivos da indústria dizem que isso é resultado de teorias sobre o impacto da violência dos desenhos animados nas crianças, e uma insensibilização geral a ela entre os pais.
Os programas são repletos de ação: a qualquer momento prédios explodem, golpes são desferidos, armas são disparadas, pessoas são decapitadas, personagens morrem, casas são explodidas. O combate pode ser uma constante. Em Dragonball Z, a série japonesa mais popular do Cartoon Network, assistido em média em mais de 1 milhão de lares, vemos um personagem, Cell, imperador maligno que ameaça conquistar a Terra, e que é abordado por um covarde repórter.
Ele golpeia o repórter nas costas, e depois o chuta com tamanha força que o homem voa por sobre o campo indo colidir contra as rochas, presumivelmente morto.
Em um recente episódio de Digimon, a série japonesa de maior sucesso na Fox, um personagem do mal, Apocolymon, ataca os jovens heróis com navalhas. A certa altura, ele usa uma rajada de energia para desintegrar seus corpos.
O estilo dos desenhos japoneses, chamados anime, está influenciando os animadores americanos, cujos novos programas geralmente não são menos violentos do que os (e estilisticamente semelhantes aos) importados do Japão.
Batman do Futuro, da WB, produzido nos Estados Unidos mas influenciado pela animação japonesa, possui algumas das cenas de combate mais intensas na programação infantil. Em um episódio, Batman sufoca o vilão com duas metades de um mastro quebrado até ele ficar inconsciente.
A proliferação dos desenhos foi rápida. Até uns anos atrás quase não havia a presença de desenhos japoneses na programação infantil, fora alguns poucos exibidos em canais independentes. Apesar do sucesso dos Power Rangers, um programa da Fox que provocou uma enorme protesto dos pais por causa da violência no início dos anos 90, a tendência geral era pela produção de uma programação mais benigna nos canais e horários infantis.
Agora, a qualquer hora, os desenhos anime ocupam a maior parte da programação infantil em canais como a Fox, WB e Cartoon Network, que entraram no mercado infantil nos anos 1990, voltando sua programação para os meninos para se diferenciar das programações de canais como Nickelodeon, ABC e CBS.
Há alguns anos, cerca de uma dúzia de desenhos japoneses passaram a ser exibidos na Fox, WB e Cartoon Network, apesar de que em alguns eles são mais exibidos do que em outros. Por exemplo, a Fox às vezes programava maratonas Digimon nas manhãs de sábado durante seu bloco de desenhos. A WB chega a exibir três episódios seguidos de Pokémon também nas manhãs de sábado.
Pokémon, inspirado no videogame da Nintendo, é considerado o maior responsável pela explosão do gênero. Lançado nos EUA pela produtora e distribuidora 4Kids Entertainment em 1998, ele imediatamente passou a ocupar o primeiro lugar em audiência entre as crianças em canais independentes.
Percebendo seu sucesso em canais independentes, a WB comprou os direitos de licenciamento e começou a exibi-lo em fevereiro de 1999. Ele logo se tornou o campeão de audiência de toda a programação infantil.
Pokémon é repleto de ação, apesar de poder ser, de fato, considerado benigno em comparação com os demais desenhos do gênero, que contêm material que vai de sexo e violência explícitos voltados para adultos até entretenimento adequado para espectadores mais jovens. Mas seu sucesso chamou a atenção dos concorrentes não apenas pela enorme audiência, mas também pelo preço relativamente baixo, uma marca dos desenhos importados do Japão.
Um episódio comum de Pokémon custa em torno de US$ 100 mil; o custo médio de um episódio original de um desenho americano é de cerca de US$ 500 mil. Levando em conta que o mercado publicitário da programação infantil tem estado fraco há mais de um ano – e espera-se que fique ainda pior – tal diferença de preço pesa muito.
Os desenhos japoneses são muito mais baratos porque são animados de forma mais simples do que os desenhos americanos – seu estilo estático exige muito menos desenhos por episódio. Além disso, a maioria dos desenhos japoneses foi produzida para a televisão japonesa, que é quem acaba arcando com o custo inicial de produção.
O baixo custo e a elevada audiência de Pokémon, especialmente entre os meninos, era exatamente o que a WB, a Fox e o Cartoon Network estavam procurando. Os desenhos japoneses não apenas forneceram a audiência necessária, mas também atendeu à necessidade dos anunciantes que esperam vender action figures (bonequinhos) para os meninos – muitos baseados nos próprios desenhos –, além de cereais e guloseimas.
O sucesso dos desenhos japoneses entre os meninos é atribuído por muitos por se espelharem nos videogames japoneses, nos quais os inimigos são derrotados uns após os outros em detalhes gráficos. Por este motivo, a maioria dos desenhos japoneses recebem classificação de impróprios para menores de 7 anos e de conter extrema violência.
‘Nós temos de olhar para as crianças de hoje’, disse Joel Andryc, vice-presidente executivo para programação da Fox. ‘Elas cresceram com videogames, como Sega e PlayStation. E muitos dos jogos com que cresceram são produzidos no Japão. Este é o tipo de animação que desejam.’
Mas Andryc disse acreditar que a Fox exibe uma variedade de programas com outros estilos, além das séries de baixo custo e com ação estilo videogame. A maioria dos programas apresenta combates do bem contra o mal, onde crianças guerreiras movidas pela honra emergem vitoriosas, disse ele. Aqueles que exibem valor e lealdade são geralmente recompensados nas tramas. Aqueles que demonstram ganância e egoísmo são punidos.
‘As crianças podem se relacionar com estes personagens’, disse ele. ‘Elas veem como alguém pode fortalecer a si mesmo em vários aspectos para enfrentar um monstro e salvar o mundo.’
Ainda assim, o gênero é considerado tão violento pela Nickelodeon que o canal se recusa a exibi-lo. ‘É mais violência em nome violência do que jamais vi’, disse Cyma Zarghami, vice-presidente-executiva e gerente geral da Nickelodeon. Considerando a quantidade de lutas que os novos desenhos possuem, eles surpreendentemente recebem poucas críticas dos grupos de pais.
Amy Aidman, diretora do Centro para Educação na Mídia, um grupo de pesquisa e defesa da infância, disse que um dos motivos poderia ser que as noções gerais de violência na televisão mudaram, de oposição absoluta a todo tipo de luta para uma compreensão de que há diferentes mensagens em tipos diferentes de lutas – e nem todas são ruins. ‘Nem toda violência é igual, e nem todas as lutas são iguais’, disse ela.
‘Você precisa separar as coisas. Quem são os heróis? O comportamento agressivo está sendo reforçado?’ Apesar de Pokémon estar repleto de lutas, disse ela, a série também oferece para as crianças uma trama de fortalecimento – os heróis geralmente saem vencendo e quando isto não acontece, eles perseveram e se esforçam para conseguir isto na próxima vez.
Outros se perguntam se a tolerância à violência no país aumentou desde o início dos anos 1990, quando os Power Rangers provocaram enormes protestos de grupos de pais. ‘Os pais estão insensibilizados’, disse George Gerbner, decano emérito da Escola de Comunicação Annenberg da Universidade da Pensilvânia. ‘Eles já estão acostumados à violência – eles próprios cresceram com ela.’
Não há um acordo dentro da indústria da televisão se o anime, assim como ocorreu com os Power Rangers, perderá popularidade ou veio para ficar na programação infantil. A maioria das pessoas disse esperar que a tendência diminua pelo menos um pouco. Jon Mandel, codiretor administrativo da MediaCom, um grupo de serviços de mídia de propriedade da Grey Global Group, e um antigo observador das tendências da programação infantil, disse achar que a moda do anime está na metade do seu ciclo de vida.
‘É um daqueles cenários clássicos onde o garoto mais popular da escola gosta de algo e as demais crianças o imitam, da mesma forma que ocorre entre os responsáveis pela programação da televisão’, disse ele. ‘Mas chega um ponto em que até o tipo Nerd adota a moda, e então os garotos populares precisam mudar para outra coisa.'”
Para complementar este texto investigativo, sugerimos a leitura dos textos A Paz e A-Himsa – A Não-Violência, do Mestre Samael, para compreendermos mais e melhor a ideia de violência e paz.
O VM Samael Aun Weor comenta, em diversos de seus livros e conferências, sobre os clãs dos Bonzos e dos Dag-Dugpas. São dois ramos das tradições pré-budistas tibetanas. São animistas, que praticam magia cerimonial, magia natural, magia elemental, ritos ancestrais. Enfim, podemos denominá-los Xamanistas.
O mestre Samael, nos seus livros iniciais, pensava que tanto os Bön (Bon-pos ou Bonzos) quanto os Dugpas eram magos negros. A própria Mestra Blavatsky também se confundiu com isso.
Porém, com o passar dos anos e pesquisas mais aprofundadas fizeram o Mestre mudar de opinião e ver que os Bön na verdade eram grandes e poderosos magos brancos, e justamente os Dugpas é que eram os magos negros, membros diretos da Loja Negra.
Os Bön são magos que ainda praticam ritos pré-budistas e vivenciam profundamente os 3 Fatores de forma selvagem, radical. Podemos dizer que eles são praticantes da Psicologia Gnóstica Selvagem, radical, da morte radical do Ego mesmo.
Já os Dugpas (Druk-pa, Dugpa, Brugpa, Dag dugpa ou Dad dugpa) são tidos como os mais versados em feitiçaria e ritos tenebrosos. Habitam o Tibet Ocidental e o Butão, e, por incrível que pareça, nem os comunistas chineses mexem com eles…
Todos eles são Tântricos, e se supõe que praticam a pior forma de magia negra. Alguns ritualistas, como Mircea Eliade, que visitaram as fronteiras do Tibet, confundiram os ritos e práticas dos Dugpas com as crenças religiosas dos Lamas orientais.
Esotericamente, sabe-se que a seita dos Dugpas, em que um dos membros tenebrosos mais destacados foi conhecido publicamente com o nome de Mao Tsé-tung, é o polo contrário da ordem mais antiga e poderosa do mundo, a Sagrada Ordem do Tibet.
Samael comentava como os Dugpas despertavam de forma tenebrosa o Abominável Órgão Kundartiguador (Kundalini negativamente):
“No Tibet, o Clã dos Dag Dugpa pratica o Tantrismo Negro. Os Iniciados Negros Dugpas ejaculam o sêmen misticamente, como os tenebrosos do Subud.
Os Dugpas de gorro vermelho têm um procedimento fatal para recolher o sêmen carregado de Átomos Femininos da própria vagina da mulher, logo o injetam uretralmente e o reabsorvem com a força da mente para levá-lo até o cérebro. Assim é como os Adeptos da Mão Esquerda pretendem mesclar átomos Solares e Lunares com o propósito de despertar a Kundalini. As intenções são boas, porém o procedimento é mau, porque o sêmen derramado está carregado de Átomos do Inimigo Secreto…
Essa técnica é o Vajroli, infelizmente mal empregado. O resultado inevitável desse tantrismo é a descida da serpente para baixo, para os abismos atômicos da natureza. Assim é como a humana personalidade termina separando-se definitivamente do Espírito Divino.
Então, o ser humano se converte em demônio. Não queremos ampliar nada sobre o Vajroli aplicado em seu aspecto ou fase puramente negativa, porque sabemos que existem muitas pessoas de mentalidade fraca que poderiam facilmente cair no horrível tantrismo…”
A Suástica é um símbolo originalmente Bön, absorvido pelo budismo
A Seita dos Bön
Quanto aos Bön, além de serem magos brancos, são ademais experts jinas. Muitos viajantes antigos, como a famosa exploradora Alexandra David-Neel, viam diversos sacerdotes flutuando em seus templos, ou voando pelos ares, ou pulando sobre altas montanhas. Um exemplo clássico de um Bön jinas foi Naro-bon-chung, um grande sacerdote pré-budista que desafiou Milarepa num “torneio de alta magia”…
Sobre os Bonzos, ensina o Mestre Samael: “Existe, no Tibet, uma Escola que merece que a examinemos muito seriamente. Quero me referir aos Bonzos. Blavatsky enfatiza a ideia de que eles são magos negros, de chapéu vermelho. Ela assegura que os Dugpas também são tenebrosos, mas é necessário examinar tal ponto.
Sobre os Dugpas, francamente não cabe nenhuma dúvida de que, sim, são Magos Negros, de que praticam o Tantrismo Negro (com ejaculação do Ens Seminis), de que desviam a força sexual, de que se convertem em tântricos tenebrosos (disso não há dúvida), porém quanto aos Bonzos, parece-me que se deve analisar e retificar.
A Iniciação Bön é terrível. Se um indivíduo, por exemplo, quiser seguir a Senda é submetido a rigorosas provas: o sacerdote faz soar sua trombeta, formada com ossos de mortos; adverte-se ao neófito de todos os perigos, são invocados os “Eus” psicológicos (a agrupação, digamos, de “agregados” que cada qual carrega dentro); fazem-nos visíveis e tangíveis no mundo físico, e se ordena (a esses “agregados” animalescos) que os devorem, que o traguem.
Se o sujeito permanece sereno, nada acontece; se não permanece sereno, pode morrer, devorado por seus próprios “agregados psíquicos”, materializados fisicamente (assim ele vem a saber qual é seu Ego, seu “Eu”). Se permanece sereno, sabe que tem de dissolver os “elementos inumanos” que leva (eles foram materializados fisicamente, para que os veja); já sabe, então, qual é o caminho: Desintegrá-los.
A Iniciação Tântrica dos Bön é formidável. Depois de tal Iniciação, entra a trabalhar (de uma vez) com o Tantrismo: A transmutar o Esperma em energia (com sua Sacerdotisa-Esposa), a trabalhar de verdade. Dizem a ele como deve desenvolver todas as suas faculdades e poderes, até chegar à Autorrealização Íntima do Ser.
Um Narjolpa (Sacerdote Bön) fotografado por Alexandra David-Neel na entrada de uma floresta. Com um tambor e uma flauta feita de fêmur humano, esse poderoso mago realizava as Conjurações Chöd para afastar entidades tenebrosas da floresta
Mas se o que o sujeito quer é não voltar, se não se sente capaz de se auto-realizar, se não é a Iniciação Tântrica o que quer, senão se emancipar, adiar a autorrealização para a futura Sexta Raça-Raiz, pode fazê-lo: Ensinam a ele DOIS MANTRAS, que os vocaliza, o neófito os canta , e ao proceder assim, seu corpo cai morto instantaneamente.
Então, já fora de seu veículo físico, começa a ser instruído pelos Bonzos Fazem-no passar por todos os terrores que existem, até que enfim, dissolvido o Ego, pode se emancipar e submergir, como um Buda Elemental, no seio da Grande Realidade, e aguardar aí até que passe esta Idade do Kali-Yuga. É terrível a presença de um sacerdote Bön.
Quando se apresenta com seu avental (que está formado por puros ossos e crânios de mortos), com essa Mitra vermelha e o punhal na mão destra, assombra, horroriza. Por todos esses motivos, Blavatsky os qualificou de Magos Negros, porém analisando essa questão judiciosamente, viemos evidenciar que não são Magos Negros, porque não praticam Tantrismo Negro (para ser Mago Negro, há que se praticar Tantrismo Negro, e eles praticam o Tantrismo Branco).
A Iniciação que dão, quando alguém tenta se meter pela Senda do Fio da Navalha, é Tantra e Branca: Ensina-se ao Iniciado a transmutação do esperma em energia; dão-lhe os mantras para o despertar dos chacras e se os conduz pelo Quarto Caminho. Logo então, os Bonzos não são Magos Negros; o que são é radicais, violentos, ninguém os entende. Nem Blavatsky os entendeu; por isso os julgou equivocadamente.
Dos Dugpas eu não duvido muito: Esses sim ensinam Tantrismo Negro. Parece-me, pois, que com relação aos Bonzos, nos toca corrigir…”
O Símbolo Inimigo da Suástica
Assim como os grandes místicos da Índia e os judeus utilizaram-se da estrela de 6 pontas como seu símbolo nacional e espiritual; assim como Jesus e seus apóstolos e também o deus barba-branca Quetzalcóatl escolheram a Cruz somo seu símbolo poderoso etc., também os nazistas e seus mentores esotéricos criaram símbolos arquetípicos, mágicos, poderosos, para obter vitória atrás de vitória…
Sabemos que a suástica, a Runa Guibur, é profundamente solar, assim como a estrela-de-salomão (estrela de 6 pontas) e a cruz o são. Hitler e seus mentores espirituais conheciam o poder dos símbolos mágicos no inconsciente coletivo.
Esses arquétipos utilizados pelos nazistas (além da suástica, havia outros símbolos mágicos solares, como a runa Sig, ou Sigel, a Águia, a mão com 3 dedos estendidos, o punhal etc.) eram poderosos captadores e irradiadores de energias misteriosas, direcionadas nas cidades, nos jornais, nos campos de batalha, nas cidades conquistadas, nas roupas etc.
Inimigo número 1 dos nazistas em geral e de Adolf Hitler em particular, o primeiro-ministro Winston Churchill contatou o famoso mago inglês Aleister Crowley para criar símbolos que se contrapusessem aos símbolos dos inimigos alemães.
Crowley, segundo contam certos escritores, teria estudado profundamente muitos livros de simbologia, especialmente os de magia negra, pois ele sabia que só poderia se opor a um arquétipo solar outro arquétipo, porém do mal…
Estudando a simbologia tanto positiva quanto negativa do Antigo Egito, Crowley descobriu que haveria sim um símbolo que poderia anular a energia positiva da Runa mais sagrada dos povos nórdicos (a Runa Guibor, ou suástica)…
Pesquisando os símbolos dos “deuses negativos” do Egito tais como Seth, Apopi, Tifon, Hai, Nebt etc., Crowley criou um símbolo que ficaria marcado em nossa história até os dias de hoje. Tal símbolo foi chamado de “V da Vitória”. Apesar de ser um nome pomposo, tal símbolo era na verdade uma saudação negativa dos seguidores dos cultos aos “deuses” Apopi e Tifon…
Aleister Crowley
Se prestarmos bem atenção na sua conformação, veremos que além de nos lembrar a letra V de Vitória, este símbolo também representa um homem caído, invertido, com as pernas para o alto e o corpo para baixo. Os dois dedos destacados (indicador e médio) seriam as pernas para o alto e os três dedos restantes seriam os braços mais a cabeça, resultando então na representação de um homem de cabeça para baixo, caído, invertido, fulminado…
Churchill gostou da ideia e a utilizou sempre que podia. Em comícios, para a imprensa etc., o V da Vitória passou a ser o símbolo máximo dos Aliados contra os nazistas…
Lembrem-se, amigos, que o símbolo do V da Vitória é o sinal oposto do símbolo da saudação iniciática. Esta saudação gnóstica se utiliza dos três primeiros dedos da mão direita estendidos, e os dois últimos fechados, exatamente como naqueles quadros onde vemos Jesus saudando…
Lembrando outro fato: infelizmente, os hippies utilizaram o V como seu símbolo, o que nos faz meditar sobre o motivo pelo qual eles fracassaram em sua marcha pela Paz e pelo Amor…
Churchill e o V da Vitória
Ali Onaissi. Jornalista, escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine
SAIBA MAIS SOBRE O MISTÉRIO DO MAL QUE CONTROLA ESTA HUMANIDADE DO PLANETA TERRA (Clique na Imagem)
Lemurianos, Atlantes, os Nephilim, enfim, os Gigantes citados na Bíblia e outros textos sagrados e mágicos. Será que aos poucos encontraremos as provas finais da existência desses seres fantásticos que nos precederam ao longo da vastíssima história do planeta?
Eis abaixo algumas imagens de “pés de gigantes” que estão sendo achadas por todos os rincões do planeta, da Ásia à América do Norte. São indícios irrefutáveis não só da gigantesca estatura de tais seres, mas de sua antiguidade incrível.
Os livros sobre a história antiquíssima da raça humana sobre a face da Terra, escritos por grandes mestres iluminados, tais como Samael Aun Weor, Helena Blavatsky, Rudolf Steiner e muitos outros, estavam corretos em suas afirmações…
De acordo com os Mestres Samael, Leadbeater e HPB, as Raças-Raízes que nos precederam, tais como os lemurianos e os atlantes, eram de elevada estatura. Os atlantes, por exemplo, tinham um mínimo de 2 metros de altura e os lemurianos chegaram a ter incríveis 10 metros. São esses mesmos “gigantes” descritos no sagrado LIVRO DE ENOQUE, que eram filhos dos Anjos caídos com as belas mulheres terrestres. Vale a pena ler esta obra fantástica, O LIVRO DE ENOQUE (saiba mais, clique aqui).
John Lear (JL), comandante de uma companhia aérea dos EUA, já voou com mais de 160 aeronaves diferentes, sobre mais de 50 países. Ele possui 17 recordes mundiais em velocidade com um Lear Jet e é o único piloto comercial a possuir o certificado de piloto cedido pela Administração Federal de Aviação.
JL já voou pelo mundo em missões para a CIA e outras agências governamentais, foi o designer do Lear Jet. Ele começou a interessar-se pelo fenômeno UFO 13 meses após falar com o pessoal da USAF. Foi testemunha do pouso de uma nave em Bentwaters AFB, próximo a Londres, Inglaterra, e três pequenos ALF’s (Alien Life Forms) andaram até o comandante da base.
Nota para a imprensa
O governo dos EUA continua a usar o seu pessoal treinado e profissional a suprimir a informação que segue. A sua cooperação ao longo desses 40 anos passados excedeu suas mais selvagens expectativas e nós dizemos a você:
“O Sol não gira em torno da Terra.”
“O governo dos EUA vem tendo negociações com pequeninos extraterrestres cinzas por algo em torno de 20 anos.”
John Lear e sua terrível declaração, de que diversos governos, especialmente dos EUA, conhecem a existência de vida extraterrestre
A primeira verdade fez com que Giordano Bruno fosse queimado no ano 1600 porque ele propôs que isso era a realidade.
A segunda verdade vem causando a morte das pessoas do Estado e da publicidade que tentam contar o que sabem.
Mas a primeira verdade foi contada. A Igreja Católica foi bem-sucedida em suprimir essa informação por mais de 200 anos.
Agora, aproximadamente 400 anos depois que a primeira verdade foi contada, nós nos deparamos com mais um fato chocante. A “horrible truth” (verdade horrível) é mais horrível do que o governo jamais imaginou.
Em sua intenção em defender a democracia, o seu governo vendeu você aos alienígenas. E aqui está como isso aconteceu. Mas antes de começar. Eu gostaria de oferecer uma palavra em defesa aos que nos venderam. Eles tinham as melhores das intenções.
A Alemanha havia recuperado um “disco voador” em 1936. O general James H. Doolittle foi mandado à Suíça para investigar um óvni caído próximo a Spitzbergen.
A “verdade horrível” é conhecida por um número bem limitado de pessoas: eles eram pequenas e feias criaturas com braços em posição de reza e avançados em bilhões de anos à nossa tecnologia.
Do grupo original, primeiro a aprender a “horrível verdade “, muitos cometeram suicídio, o mais elevado era o general James V. Forrestal, que pulou para a morte de uma janela do 16º andar de um hospital. Os registros médicos do general Forrestal estão selados até hoje.
O presidente Truman colocou uma tampa sobre o segredo e apertou os parafusos para que o público em geral pensasse que os discos voadores eram uma brincadeira. Ele tinha uma grande surpresa para eles.
Em 1947, Truman estabeleceu um grupo com os 12 mais altos militares e cientistas. Eles foram conhecidos como MJ-12. O grupo ainda existe, mas os seus membros originais não são mais os mesmos. O último do grupo a morrer foi Gordon Gray, secretário formado do Exército, em 1984.
Quando um membro estava para deixar o grupo, eles apontavam um novo para preencher a posição. Há bastante especulação de que o grupo conhecido como MJ-12 tenha expandido em muito os seus membros.
Houve vários casos de queda de discos voadores na década de 40, um foi o caso Roswell, Novo México; um em Aztec, também no Novo México, e um próximo a Laredo, no Texas, a cerca de 30 milhas dentro da fronteira mexicana. (Leia um dos casos relatados por Samael Aun Weor. Clique Aqui.)
Considere, se você puder, a posição do governo dos EUA agora. Eles conseguiram atingir a posição de nação mais poderosa do mundo, produziram a bomba atômica, um feito estupendo, a URSS demorou quatro anos a mais para desenvolver a dela, e somente com a ajuda dos traidores da democracia.
Eles construíram um avião a jato capaz de romper a barreira do som. Eles construíram aviões com alcance intercontinental, capazes de carregar ogivas atômicas. Agora imagine como essas pessoas devem ter ficado em pânico, da mesma forma como ficou o público quando Orson Welles transmitiu via rádio A Guerra dos Mundos, em 1938.
Imagine o choque desses líderes quando viram os corpos dessas criaturas franzinas, com grandes olhos, pele semelhante à de lagartos e unhas/garras cobertas de tecido que funcionavam como dedos.
Imagine o pavor quando determinaram o quanto esses discos voadores eram poderosos, e quando descobriram que nenhum componente deles tinha similares na Terra, e que eles voavam sem precisar de turbinas ou partes móveis; imaginando isso é a única forma de você compreender por que o governo utilizou-se de toda essa artimanha para esconder esses fatos, utilizando até mesmo de “força mortal”.
Esse acobertamento foi tão bem-sucedido que até em 1985 quando um cientista sênior do Laboratório de Propulsão à Jato em Pasadena, na Califórnia, dr. Al Hibbs, pôde ver um vídeo com um enorme “disco voador” e escreveu o seguinte: “Eu não posso assumir nada sobre o fenômeno UFO sem antes obter mais informação”.
Em julho de 1952, o pânico tomou conta do governo, quando um esquadrão de óvnis voou sobre Washington DC, e sobrevoou a Casa Branca, o Capitólio e o Pentágono. Eles usaram de toda imaginação e intimidação disponível para remover essas lembranças da memória do público.
Diversos avistamentos ocorreram durante a Guerra da Coreia e muitos óvnis foram recuperados pela Força Aérea. Muitos estão guardados na Base da Força Aérea Wright-Patterson, e também os discos são guardados nas bases aéreas mais próximas do local da queda.
Um disco voador é enorme e enormes também são os problemas lógicos para o seu transporte, e para transportar um disco voador já houve casos em que o governo comprou fazendas inteiras, derrubou árvores e bloqueou grandes estradas, e também utilizaram grandes veículos para muitas vezes transportar naves com centenas de metros de diâmetro.
Em 30 de abril de 1954, a primeira comunicação entre esses ALFs e o governo dos EUA teve lugar na Base da Força Aérea Holloman, em Novo México. Três discos pousaram e prepararam a área para uma troca entre os alienígenas e oficiais da inteligência dos EUA.
Todas as notícias sobre contatos com ETs e quedas de UFOs foram severamente censuradas
Durante o período de 1969-1971, o MJ-12, representando o governo dos EUA, fez um acordo com as criaturas, chamadas EBEs (extraterrestrial biological entities, nome dado por Detley Bronk, membro original do MJ-12 e sexto presidente da Universidade Johns Hopkins). O “acordo” tratava da troca de tecnologia que eles forneceriam para nós, e nós deveríamos “ignorar” as abduções e esconder os fatos. Os EBEs asseguraram ao MJ-12 que as abduções eram meramente para monitorar o desenvolvimento das civilizações.
Entretanto, de fato os propósitos das abduções eram:
1. A inserção de uma esfera de 3 mm através da cavidade nasal, no cérebro do abduzido; esse dispositivo é usado para monitoração biológica, localização e controle do abduzido. 2. Implementação da “posthypnotic suggestion” para liberar uma determinada reação durante um tempo específico, a atuação desta costuma ocorrer nos próximos 2 a 5 anos. 3. Exterminação de muitas pessoas, assim eles possuíam fontes de materiais biológicos e substâncias. 4. Extermínio de indivíduos que representem problemas à continuidade de suas atividades. 5. Aprimorar os experimentos de engenharia genética. 6. Fertilização das fêmeas humanas e posterior terminação da gravidez para assegurar a segurança da criança híbrida.
O governo dos EUA não imaginava em quais consequências chegariam os termos desse “acordo”. Eles acreditavam que as abduções eram essencialmente benignas, eles meramente insistiram que uma lista dos abduzidos deveria ser fornecida ao MJ-12 e ao Conselho de Segurança Nacional.
Os EBEs possuem uma desordem genética em seu sistema digestivo, que é atrofiado e pouco funcional. Muitos especulam que eles foram envolvidos em vários tipos de acidentes ou guerras nucleares. Assim, para se autossustentar, eles usam secreções de enzimas e hormônios obtidos de tecidos que eles removem dos humanos e animais. (Nota: Vacas e homens são geneticamente similares. Se o evento de uma catástrofe nacional ocorresse, o sangue das vacas poderia ser usado pelos humanos.)
As secreções obtidas são então misturadas com peróxido de hidrogênio e aplicado na pele. O corpo então absorve a solução, e também excreta os resíduos pela pele. As mutilações de gado prevaleceram durante o período de 1973 a 1983.
As mutilações incluíam a remoção dos testículos, retos descentralizados do cólon, olhos, língua e garganta removida cirurgicamente com extrema precisão, algo que não seria possível de ser feito no campo, em tão pouco tempo. Em muitas dessas mutilações, o sangue havia sido todo drenado.
Cadáver de um homem encontrado perto de uma represa em São Paulo com estranhas marcas de mutilação. Pesquisa efetuada pela ufóloga brasileira Encarnación Zapata
O mesmo acontecia nas mutilações humanas, uma das primeiras foi com o sargento Jonathan P. Louette, na base de Testes de Alcance de Mísseis de White Sands, em 1956: ele foi encontrado três dias após um major da Força Aérea ter testemunhado a sua abdução por um objeto em forma disco próximo ao local de queda dos mísseis.
Sua genitália fora removida, seu reto foi descentralizado em preciso processo cirúrgico de “plugamento” de algo ao seu cólon, olhos foram removidos assim como todo o seu sangue, sem nenhum colapso cardiovascular. Muitas evidências atestam que os processos cirúrgicos são realizados na vítima, animal ou humano, AINDA EM VIDA E CONSCIENTE.
As várias partes do corpo são levadas para vários laboratórios subterrâneos, um deles, localiza-se na pequenina cidade de Dulce, Novo México. Essa instalação ocupada pela CIA e alienígenas é descrita como sendo enorme.
Após o primeiro acordo, Groom Lake, um dos centros de testes mais secretos da nação, ficou fechado por um período de cerca de um ano, entre 1972 e 1974, e é uma instalação subterrânea construída para ajudar os EBEs. A tecnologia “barganhada” foi instalada lá, mas só podia ser operada pelos EBEs. O que se diz é que essa tecnologia adquirida não pode ser usada contra os EBEs, pois eles se precaveram.
Durante o período de 1979 a 1983, algo não planejado pelo MJ-12 acabou acontecendo. Eles ficaram sabendo que mais pessoas estavam sendo abduzidas do que o relatado na lista de abduções. Em adição, ficou-se sabendo que em várias nações estavam desaparecendo crianças que serviam de fonte de extração de secreções e outras partes requeridas pelos ETs.
Em 1979 houve uma disputa entre as espécies pelo controle do Laboratório Dulce. Um grupo de forças especiais do Exército foi chamado na tentativa de libertar o máximo de pessoas em cativeiro na instalação; de acordo com uma fonte, 66 soldados foram mortos e nosso pessoal não foi libertado.
Em 1984, o MJ-12 estava em completo terror pelo erro de terem feito acordos com os EBEs. Eles promoveram sutilmente os filmes Contatos Imediatos do Terceiro Grau e ET para dar ao público uma impressão de que todos os alienígenas são benevolentes e que eles são nossos “amigos do espaço”. O MJ-12 “vendeu” os EBEs ao público, e agora eles estavam à face de que era o oposto do que eles “venderam”.
Em adição, um plano foi formulado em 1968 para fazer o público se precaver da existência dos alienígenas entre nós, 20 anos depois culminou em diversos documentários a serem lançados entre 1985-1987, o que acabou não acontecendo. O documentário tentava mostrar a história e as intenções dos EBEs. A descoberta da “Grande Decepção” pôs esse plano e os sonhos do MJ-12 em completa confusão e pânico.
Numa reunião, parte do pessoal do MJ-12 queria contar tudo ao público, todos os esquemas e trapaças ao público, a fim de obter o perdão e a ajuda do povo.
Mas a grande maioria do MJ-12 achava que não havia cominho para apaziguar as coisas e não seria prático excitar o público com a “Horrible Truth”, e o melhor plano foi de continuar a desenvolver uma arma que pudesse ser usada contra os EBEs, com o disfarce de “SDI”, a Strategic Defense Initiative, não tinha nada a ver com o sistema de defesa contra possíveis ataques nucleares dos russos.
William Moore (imagem) e Charles Berlitz escreveram o livro The Roswell Incident nos anos 1980
O dr. Edward Teller, “pai da bomba H” estava presente nos túneis de testes em Nevada Test Site (Sítio de Testes de Nevada), dirigindo os trabalhadores e associados com palavras de um homem “possesso”, a ele fora apresentado aos membros do MJ-12, como o dr. Henry Kissinger, o almirante Bobby Inman, e possivelmente o almirante Poindexter; e a ele foi contada a “Horrible Truth”, fazendo-o associar-se ao MJ-12.
Antes da “Grande Decepção” ser descoberta, um acordo meticuloso havia sido feito para liberar informações ao grande público, diversos documentários e vídeos haviam sido feitos. William Moore, baseado em suas pesquisas, escreveu The Roswell Incident, livro publicado em 1980 com detalhes da queda, recuperação e subsequente encobrimento de um UFO com 4 cadáveres de alienígenas, no Novo México.
Existe um videotape de dois agentes de imprensa entrevistando um militar associado ao MJ-12, esse militar responde questões relativas ao MJ-12 e a encobertação, a recuperação de vários discos voadores e a existência de um alienígena vivo (um dos 3 aliens em vida, nomeados de EBE-1, EBE-2 e EBE-3, estão em uma instalação chamada YY-II em Los Alamos, Novo México. A outra instalação desse tipo, segura eletromagneticamente, é a Edwards Air Force Base em Mojave, na Califórnia).
Os nomes dos oficiais previamente mencionados por poucos são: Harold Brown, Richard Helms, general Vernon Walters, JPL’s Dr. Lew Allen e o dr. Theodore von Karman; esses nomes integram a atual pasta de membros do MJ-12, entre outros.
Os EBEs possuem uma espécie de gravador, onde estão gravadas as principais épocas da história da Terra, esse dispositivo exibe as “filmagens” sob a forma de holograma, por isso torna-se difícil filmá-los com métodos convencionais, mas a crucificação de Cristo foi filmada e incluída no filme que deveria ser mostrado ao público.
Os EBEs afirmam conhecer a verdadeira história de Cristo, e isso na visão da “Grande Decepção” poderia romper os valores tradicionais e causar reações indeterminadas.
Outro videoteipe mostra uma “entrevista” com um EBE, como os EBEs comunicam-se telepaticamente, um coronel da Força Aérea serve como intérprete. Pouco antes da “correção” no material estocado, em 1987, diversos homens da imprensa, incluindo Bill Moore, foram convidados a ir a Washington DC para filmar pessoalmente o EBE em um tipo similar de entrevista, e distribuir o filme ao público. Infelizmente, por algum motivo isso não aconteceu.
Se o governo não nos conta a verdade, é porque algo já está acontecendo. Já houve milhares de abduções, temos diversas bases alienígenas espalhadas pelo mundo, seriam esses os preparativos para uma grande movimentação de EBEs? Não imagine essa invasão com ETs desembarcando de naves com armas laser, mas sim numa invasão muito bem planejada, que vem sendo executada ao longo de milhares de anos…
Na África e na Ásia é comum a adoração ao Lingam-Yoni e ao Pudenda. O budismo secreto é sexual. No budismo zen ensina-se praticamente a Magia Sexual. Buda ensinou secretamente Magia Sexual. Existem muitas divindades fálicas. Shiva, Agni, Shakti (na Índia). Divindades fálicas foram: Legba na África; Vênus, Baco, Príapo e Dionísio na Grécia e em Roma. Os judeus tinham deuses fálicos e bosques sagrados dedicados ao culto sexual.
Às vezes, os sacerdotes dos cultos fálicos deixaram-se cair, miseravelmente, chegando a descer ao desenfreio das orgias e bacanais. Heródoto refere: “Todas as mulheres da Babilônia tinham de prostituir-se com os sacerdotes nos templos de Milita”. Enquanto na Grécia e em Roma, nos templos de Vesta, Vênus, Afrodite, Ísis etc., as Sacerdotisas exerciam seu santo sacerdócio sexual, em Capadócia, Antioquia, Pamplos, Chipre, Biblos, as sacerdotisas celebravam grandes procissões, portando com infinita veneração e mística exaltação um grande falo, qual Deus ou corpo gerador da vida e da semente.
Na Bíblia encontram-se muitas alusões ao culto fálico. O juramento, desde a época do Patriarca Abraão, era feito pelos judeus apoiando a mão sobre o membro sagrado. A festa dos Tabernáculos era uma orgia semelhante às famosas Saturnais dos romanos. O rito de circuncisão é inteiramente fálico. A história de todas as religiões está cheia de símbolos e de amuletos fálicos, tais como o Mizpah hebraico, o Poste de Maio cristão etc.
Nos velhos tempos veneraram-se profundamente as pedras sagradas de formas fálicas, às vezes semelhantes ao membro viril e outras vezes à vulva; pedras de pedernal e de sílica, todas tidas como sagradas, porque com elas se produzia o fogo, ocultamente desenvolvido pelos Sacerdotes pagãos na medula espinhal como privilégio divino. No cristianismo encontramos muito falismo. A circuncisão de Jesus, a festa dos Reis Magos, o Corpus Christi etc. são festas fálicas herdadas das santas religiões pagãs. A Pomba, símbolo do Espírito Santo e da voluptuosa Vênus-Afrodite, é representada sempre como instrumento fálico, que utilizou o Espírito Santo para fecundar a Virgem Maria.
A própria palavra “Sacrossanto” provém de sacro, que é de origem fálica
O culto fálico é terrivelmente divino, além de ser transcendentemente científico e profundamente filosófico. Já raiou a nova Era Aquária e logo os laboratórios descobrirão os princípios energéticos e místicos do falo e do útero. As glândulas sexuais estão governadas por Urano e encerram forças poderosíssimas que a ciência moderna descobrirá na nova era e, então, será reconhecido publicamente o valor científico dos cultos fálicos antigos. No interior da semente está todo o potencial da vida universal.
A ciência materialista atual só sabe criticar burlescamente aquilo que desconhece. Nos pátios empedrados dos templos Astecas, homens e mulheres uniam-se sexualmente para despertar a Kundalini. Lá, os casais permaneciam durante meses e anos inteiros amando-se e acariciando-se, praticando Magia Sexual sem derramar o sêmen. Aqueles que derramavam o sêmen eram condenados à morte. Eram decapitados e assim pagavam o seu sacrilégio.
Nos Mistérios de Elêusis, o baile sem vestimentas e a Magia Sexual eram a própria base dos mistérios. O falismo é o fundamento da realização a fundo. As principais ferramentas da Maçonaria servem para trabalhar com a Pedra. Cada Mestre Maçom deve cinzelar bem sua pedra filosofal. Pedra esta que é o sexo. Devemos edificar o Templo do Eterno sobre a pedra viva.
SEXO E SERPENTE
Certo Iniciado, cujo nome não menciono, disse textualmente o seguinte: “Com o completo domínio da força da serpente pode-se conseguir qualquer coisa. A gente pode mover montanhas, caminhar sobre a água ou voar, ser enterrado debaixo da terra numa câmara fechada, da qual se pode emergir em qualquer tempo determinado”. “Os velhos Sacerdotes sabiam que, sob certas condições, a Aura pode ver-se; sabiam que a Kundalini pode despertar-se pelo sexo”.
“A força da Kundalini enrolada embaixo é uma força terrível que se parece a uma mola de relógio, a qual, se se desenrolar de repente, pode causar dano (dano que acontece aos que cometem o crime de derramar o sêmen)”. “Esta força especial localiza-se na base da espinha dorsal e parte dela dentro dos órgãos geradores. Os orientais reconhecem isso. Certos hindus utilizam o sexo em suas cerimônias religiosas. Eles usam uma forma diferente de manifestação do sexo (Magia Sexual) e uma posição diferente do sexo para alcançar resultados específicos. Os antigos, há muitos e muitos séculos atrás, reverenciavam o sexo. Chegaram mesmo ao culto fálico. Nos templos havia certas cerimônias que estimulavam a Kundalini, proporcionando clarividência, telepatia e muitos outros poderes esotéricos.”
“O sexo, usado com propriedade e em certa forma no amor, pode alcançar algumas vibrações. Pode causar o que os orientais chamam de abertura da Flor de Loto e abarcar o mundo dos Espíritos. Pode promover o despertar da Kundalini e de certos centros. Porém, jamais dever-se-á abusar do sexo e da Kundalini. Cada um deve complementar e ajudar ao outro. As religiões que dizem que não deveria haver sexo entre marido e mulher estão tragicamente equivocadas”. As religiões que desaconselham as experiências sexuais, tratam de sufocar a evolução individual e a evolução da raça. Exemplifiquemos: no magnetismo obtém-se um poder magnético colocando as moléculas da substância dirigidas para um ponto determinado.
Isto é, normalmente num pedaço de ferro todas as moléculas se acham em qualquer direção, como uma multidão indisciplinada. Ao passo que, quando se aplica uma certa força (no caso do ferro uma força imantada) todas as moléculas dirigem-se numa só direção e assim obtém-se o poder magnético, sem o qual não haveria eletricidade, nem rádio, nem transportes ferroviários ou aéreos”. “No ser humano, quando desperta a Kundalini, quando a serpente de fogo começa a viver, as moléculas do corpo dirigem-se todas para uma só direção, porque quando a força da Kundalini desperta logra este efeito.
Então o corpo humano começa a vibrar de saúde, fazendo-se poderoso no conhecimento e podendo ver tudo”. “Há muitos métodos (posições tântricas) de despertar a Kundalini completamente (no Kama Kalpa estão todas essas posições sexuais). Porém isto só deve ser feito por aqueles verdadeiramente capacitados para isso, em virtude do imenso poder e o domínio que este despertar proporciona sobre os demais e porque pode abusar-se do poder e utilizá-lo para o mal.
Mas a Kundalini pode despertar em parte ou totalmente e pode também vivificar pelo amor certos centros do marido e da mulher. No verdadeiro êxtase íntimo, as moléculas do corpo dirigem-se de tal modo que muitas delas olham em uma só direção, por isso essa gente desenvolve grande poder dinâmico”. “Quando se mudar toda a falsa modéstia e todos os falsos ensinamentos sobre o sexo, o homem chegará uma vez mais ao seu verdadeiro Ser e mais uma vez poderá retomar seu lugar como viajante astral”. O Culto Fálico é tão antigo como o mundo. O sexo deve ajudar a Kundalini e a Kundalini deve ajudar o sexo. Nunca se deve abusar do sexo, nem da Kundalini. Deve-se praticar uma só vez na noite. E nunca duas vezes.
O pensamento deve ser totalmente casto e puro. “O homem e a mulher não são simplesmente uma massa de protoplasma, nem uma massa de carne pegada a uma armação de ossos. O homem é ou pode ser algo mais do que isso. Aqui na terra somos simples bonecos do nosso Espírito, que reside temporariamente no Astral e que ajunta experiência através do seu corpo de carne (boneco), o qual é o instrumento do Astral”. “Os anatomistas e fisiologistas analisaram o corpo do homem e reduziram-no a uma massa de carne e ossos.
Chegaram a notáveis descobertas sobre a anatomia e a fisiologia humanas, mas somente no terreno material. Não descobriram e nem tentaram descobrir as coisas mais secretas, as coisas intangíveis, as coisas que os hindus, chineses e tibetanos conheciam desde há muitos e muitos séculos antes da Cristandade”. “A espinha dorsal é, em verdade, uma estrutura importantíssima. Ela contém a medula espinhal sem a qual a gente fica paralisada e reduzida à inutilidade como ser humano.
Porém a espinha dorsal é mais importante que tudo isso. Exatamente no centro no nervo espinhal a medula espinhal é um conduto, no qual a força conhecida como Kundalini pode viajar, quando desperta. Este conduto se estende a outras dimensões (quarta, quinta, sexta dimensões etc.). Na base da espinha dorsal está o que os orientais chamam de Serpente de Fogo, que é a base da própria vida”. “No ocidental comum essa grande força se acha inativa, adormecida e quase paralisada pelo desuso. É como uma serpente enrolada em sua cintura; uma serpente de imenso poder, mas que por diversas razões (principalmente pela imunda fornicação) não pode, por enquanto, escapar de seus confins.
Essa representação mística de uma serpente conhece-se como a Kundalini. E nos orientais, em que está desperta, esta força da serpente pode avançar pelo conduto do nervo espinhal e passar em linha reta ao cérebro e mais além, muito mais além para o Astral. À medida que sua potente força ativa avança, cada um dos chakras, ou centros de poder, tais como umbilical, laríngeo, etc., despertam e a pessoa torna-se vital, poderosa e dominante”.
O Falismo, o despertar da Kundalini, a Magia Sexual não tem perigo quando se pratica com retidão e amor. A Magia Sexual só deve ser praticada entre esposo e esposa. Os que abusam e praticam com outras mulheres, fora do lar, fracassam inevitavelmente.
Ali Onaissi – Jornalista, escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine
No Zodíaco e na Astrologia, uma Era astrológica é um período de tempo de aproximadamente 2 mil a 2,5 mil anos que representa uma influência zodiacal específica. Uma Era astrológica dura centenas de gerações, e a influência zodiacal predominante se manifesta nas civilizações, culturas, comportamentos, ciência e religiões predominantes na Terra naquele período.
Era de Aquário
No início da década de 1960, a Terra passou da Era de Peixes para a Era de Aquário, o signo do humanitarismo, da igualdade, da sexualidade, do progresso, das invenções, da tecnologia e do sentido de liberdade. A Era de Peixes, caracterizada pelos valores religiosos da “era axial” — devoção, solidão, misticismo e humildade — acabou por degenerar em uma desconexão entre espírito e corpo.
A era de Aquário revela os ensinamentos revolucionários da sexualidade sagrada.
Influências planetárias de Aquário
Aquário é regido pelos planetas Saturno e Urano. Saturno simboliza o tempo e o fim dos tempos, as limitações, o carma, o envelhecimento e a morte, mas principalmente, o sentido de autoconhecimento. Já Urano é como um raio que pode eletrificar o sistema e produzir grandes mudanças, ou destruí-lo. Alguns astrólogos dizem que Urano seria mais bem chamado de Prometeu, o campeão da humanidade que trouxe o fogo dos deuses para os humanos e que é um arquétipo da inteligência e das novas ideias. Urano também está relacionado à sexualidade em sua forma mais elevada, que é a compreensão de que a sexualidade é uma tremenda força de transformação, tanto social quanto espiritual.
Samael e o Movimento Gnóstico Moderno
O Venerável Mestre Samael Aun Weor afirmou que a Era de Aquário começou oficialmente em 4 de fevereiro de 1962, entre duas e três da tarde, quando todos os planetas se alinharam no signo de Aquário. Um mapa astrológico para essa data e horário mostra sete planetas clássicos alinhados em Aquário. Samael revelou os ensinamentos da revolução da consciência e a possibilidade de autorrealização através da sexualidade íntegra.
Leão, o signo oposto a Aquário, também é parte fundamental dessa revolução interna. A força solar, o vigor e o poder de Leão são necessários para trabalharmos com as Leis do Karma para quitarmos as dívidas contraídas.
A Era de Aquário e os Ensinamentos Revolucionários
Em sintonia com o espírito de Aquário, os ensinamentos do despertar são para todas as pessoas. Aquário é o portador da água, trazendo sabedoria à humanidade sofredora. Não há hierarquia, cada pessoa tem seu próprio Deus interior e um guru interior para guiá-la. Este é um ensinamento sobre individualidade: cada um reconhece seu Ser particular.
A transição da Era de Peixes para a Era de Aquário foi caracterizada pela energia cósmica chamada Onda Dionisíaca, movimento em direção à libertação pessoal e à rejeição de Mamon, o demônio do materialismo.
A Era de Aquário é caracterizada pela alta tecnologia e pelo amplo acesso à informação e ao conhecimento para o benefício de todos, além de um impulso rumo a uma revolução social, política e sexual. Contudo, o polo negativo ainda se faz presente, com ganância, exploração, guerra, caos, ignorância e miséria, mesmo nesta época de grandes possibilidades.
Os livros de Samael Aun Weor, incluindo os títulos tipicamente aquarianos, como Psicologia Revolucionária, Revolução de Belzebu e Revolução da Dialética, contêm as chaves para descobrirmos Deus dentro de nós. Aprendemos a não depender de uma autoridade externa porque somos obedientes ao nosso verdadeiro Ser Divino interior.
Transmutar sabiamente a energia sexual é criar uma revolução interna, saindo das trevas e da inconsciência para a sabedoria e a luz, e ajudar nossa família humana a reconhecer a luz de Deus em todos.
A Era de Peixes, cujo seletor da energia cósmica foi desligado oficialmente em 4 de fevereiro de 1962, foi a era do cristianismo dogmático lutando contra o materialismo ateu. Se observarmos o signo de Peixes, vemos dois peixes, a dualidade, a luta entre duas ideologias opostas: espiritualismo e materialismo em batalha total, Igreja e Estado em guerra, ciência e religião em conflito. O peixe que vive sob as águas e é levado pelas correntes é instintivo e brutal, como as pessoas da era pisciana. O homem daquela época não sabia como lidar nem transmutar as águas da vida, ou seja, o líquido seminal em energia pura (Ojas).
A Era de Aquário é a era da síntese. No signo de Peixes, o ser humano não sabia como lidar com as energia criadoras, as águas da vida. No signo de Aquário, surge um homem com duas jarras de água, combinando-as sabiamente, à vontade e com sabedoria. Na nova Era de Aquário o ser humano adotará a síntese de todas as religiões. Essa síntese é a Magia Sexual e o Cristo em essência. Na Era de Aquário o homem saberá como transmutar o líquido da vida. Na Era de Aquário, o homem realizará maravilhas nos campos da endocrinologia, da física atômica, da química, da astronomia, da astrologia, da medicina, da aviação, da informática etc.
Atualização: dezembro de 2020
Em 21 de dezembro de 2020, os planetas Júpiter e Saturno uniram-se no signo de Aquário, encerrando um ciclo de 200 anos no elemento Terra e iniciando um longo ciclo no elemento Ar. Além disso, houve um stellium de seis planetas em Aquário em fevereiro de 2021, semelhante ao stellium de sete planetas em fevereiro de 1962, ao qual o Mestre Samael se refere. Tudo isso indica fortes temas aquarianos a partir de dezembro de 2020, mas este é um ciclo diferente, de menor duração, em comparação com a era astrológica de Aquário, de acordo com a Precessão dos Equinócios.
A partir de 2020, sinais poderosos, como a pandemia da covid-19, guerras na Ásia ocidental (os genocídios em Gaza e no Sudão), o conflito na Ucrânia e outros que ainda virão marcam uma nova etapa kármica de nossa humanidade. O Dharma planetário está se esgotando e o Karma Planetário será posto em marcha brevemente…
Ali Onaissi – Escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine
O diabetes é um dos cinco males que mais ceifam vidas no Brasil, segundo o Ministério da Saúde; e um dos mais lucrativos para a indústria farmacêutica (algo em torno de 300 bilhões de dólares por ano; e no mundo todo, essa indústria fatura, pasmem!, 1 trilhão de dólares anualmente). Terrível enfermidade que mata lentamente se for menosprezada e não tratada convenientemente, incapacita o organismo de utilizar os alimentos adequadamente.
Mas por que uma pessoa é ou se torna diabética? Há duas explicações que se complementam, segundo a medicina gnóstica (ou Elementoterapia). Uma é científica e a outra, esotérica:
Cientificamente:O diabetes caracteriza-se pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina. Pode ocorrer devido a defeitos na secreção ou na ação da insulina, hormônio produzido no pâncreas, por determinadas células chamadas Beta. A função principal da insulina é promover a entrada de glicose nas células de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares.
O diabetes pode ser desencadeado por uma série de fatores, tanto externos quanto internos: vida agitada dos grandes centros urbanos, vida sedentária e falta de exercícios físicos, o estresse, a poluição, alimentação sem qualidade e rica em gordura (que se acumula no abdomen, gordura esta que danifica tanto o fígado quanto o próprio pâncreas – por isso as dietas para “queimar” a gordura abdominal são de vital importância), açúcar e ultraprocessados, além do consumo excessivo de refrigerantes, bebidas alcoólicas e tabaco.
Outra característica nos diabéticos é a deficiência de inúmeros oligoelementos, como magnésio, selênio, cromo e zinco, entre outros.
Se não tratado, produzirá, com o decorrer do tempo, problemas graves e até mesmo fatais, como infarto cardíaco, derrame cerebral (AVC), cegueira, impotência sexual, falência renal, câncer no pulmão, úlceras nos membros inferiores e amputações de membros.
Esotericamente: Esta doença nasce primeiramente no corpo astral (embora possa ser desencadeada até mesmo no mundo físico por hábitos não saudáveis). O chacra do pâncreas, ligado intimamente aos chacras da barriga (do plexo solar, do fígado e do baço), sofre grande influência não somente pelo que comemos, mas especialmente por nossas emoções inferiores (dizemos emoções inferiores aquelas nascidas do Ego, que geram energias deletérias, negativas, que infectam e desestabilizam os chacras, especialmente os da barriga), tais como raiva reprimida, ressentimentos, rancores, revoltas, insatisfações, indignações etc.
Segundo o VM Samael Aun Weor, no livro Medicina Oculta, mais dicas sobre emoções negativas e diabetes: “Quem quiser se curar do horrível diabetes tem de eliminar de si os elementos psíquicos indesejáveis das preocupações, ansiedades, tristeza, medo e angústia. Esses defeitos psicológicos alteram o sistema nervoso. Um sistema nervoso alterado destrói o pâncreas e produz diabetes”. “Cura-se ainda o diabetes eliminando-se a ira, as emoções inferiores, as ansiedades e os atos de violência.”
Como Prevenir e Curar o Diabetes
Há inúmeros procedimentos para que o chacra do pâncreas volte a girar harmoniosamente, fazendo com que sua cor verde-brilhante volte a brilhar, regenerando suas células Beta, produtoras de insulina. Eis alguns procedimentos que o diabético pode praticar:
– Meditação: A prática constante e consciente de relaxamento psicofísico auxilia a nos carregarmos de energias positivas (acúmulo de prana, a energia vital da Natureza), tão importantes para uma maior saúde e longevidade.
– Mantra U: Esta vogal, “U”, tem o incrível poder de fazer girar todos os vórtices de energia (os chacras) da barriga, particularmente do plexo solar (este chacra localiza-se dois dedos acima do umbigo), do fígado, do baço e do pâncreas. Se o diabético vocalizar diariamente, sem descrença ou preguiça, o chacra do pâncreas vai vibrar, atraindo as energias vitais da Natureza (o famoso Prana), fazendo com que o corpo etérico converta essas energias em hormônios e vitalidade. Ao menos meia hora de vocalização diária do mantra U trará benefícios maravilhosos. Outra dica: se a mantralização for praticada pela manhã, com a barriga descoberta e recebendo os raios solares (de frente para o Sol), o despertar e a cura se darão mais profundamente.
– Magia Elemental: Há determinadas plantas poderosíssimas carregadas de Prana, e que, devidamente manipuladas, reequilibram e fortalecem o chacra do pâncreas. Deve-se seguir os procedimentos ensinados no link Magia Elementalpara todas as plantas: rogar ao Cristo Interno, pedindo permissão para trabalhar com o elemental, em seguida abençoa-se a planta e ordena-se com muito amor ao seu elemental para que cure o enfermo totalmente. Deve-se trabalhar com o elemental de forma constante e disciplinada, até que o alívio e a cura se efetuem. Recomenda-se trabalhar com qualquer planta que você sinta atração, mas os que recomendamos graças ao seu imenso poder mágico são: Pita, Pinheiro, Gualandai, Eucalipto e Floripôndio.
– Trabalho com os Mestres da Cura: Há inúmeros templos nos Mundos Etérico e Astral que podem ser invocados por meio da oração sincera e de determinadas práticas mágicas, como a famosa Carta Astral. Estes concorrem ao chamado, e de acordo com os méritos do enfermo, a cura se fará o mais rápido possível.
– Uso da Fitoterapia: Há diversos preparados, especialmente como chás, que são poderosos para regenerar as células do pâncreas. Se o chá for abençoado como indicado acima, na prática de magia elemental, seu poder energético será maior. Eis algumas sugestões, tiradas do livro Medicina Oculta, de Samael Aun Weor:
Receita 1 (poderosa): Depois de as plantas serem abençoadas, o que se procede em todos os casos, apanham-se partes iguais de folhas de abacate, folhas de nogueira e folhas de eucalipto. Cozinha-se e o paciente tomará três copos todos os dias antes das refeições. Não será demais advertir que se toma o primeiro copo em jejum. (Detalhes, logo abaixo.)
Receita 2: Outra fórmula: casca de murta, casca de manga e balsamina.
Receita 3: A água-mel extraída do tronco da pita também serve para curar o diabetes. Tomam-se três copos todos os dias; um antes de cada refeição. (Nota do GnosisOnline: quando a pita está bem madura, ou quase para morrer, nasce em seu centro um tronco em que crescem as inflorescências; é da “castração” desse tronco que sai um líquido que os mexicanos chamam de “aguamiel”, ideal não só para o diabetes, mas para inúmeros males, como bronquite, asma etc.)
Receita 5: A planta chamada macela cura o diabetes, bem como os incômodos arrotos, o meteorismo, as indigestões etc. Fervem-se 30 gramas das flores desta planta e toma-se o chá. Dose: 3 copos diários após cada refeição. Toma-se diariamente esse chá até se conseguir a cura.
SUPER-RECEITA GNÓSTICA PARA A CURA DO DIABETES, ensinada pelo VM Samael
Receita 6: “Com os tratamentos de insulina a ciência médica consegue controlar o diabetes. Contudo, esse tratamento não o cura. Nós temos conhecido muitos pacientes diabéticos que lograram curar-se do diabetes com o famoso Chá Antidiabético. A fórmula desse chá é a seguinte:
Folhas de Abacateiro: 30 gramas Folhas de Eucalipto: 30 gramas Folhas de Nogueira: 30 gramas
Cozinha-se todo o conjunto em um litro de água.
Doses: três copos diários, um antes de cada refeição. Tome-se durante seis meses seguidos. O tratamento com insulina não se opõe a esse chá inofensivo”.
Receita 7 superimportante:
PODEROSO SUCO ANTIDIABÉTICO
Todos os dias, em jejum e logo após acordar, tome um copo do seguinte suco: melão-de-são-caetano e orégano fresco.
Bata em um liquidificador, juntamente com 300 ml de água, meio melão-de-são-caetano e um pouco (um ramo) de orégano (prefencialmente fresco, mas pode ser seco, pois é mais fácil de ser encontrado). Bata e depois coe o conteúdo, sem adicionar absolutamente nada, nem mel nem adoçante…
Já está comprovado que o ácido rosmarínico contido no orégano, segundo universidades brasileiras, equilibra potentemente os níveis de glicose no sangue.
E o melão-de-são-caetano, ou cabaço-amargo (chamado pela comunidade nipônica de “nigáuri” e usado como alimento refogado) é potente para a cura do diabetes, da próstata e de alguns casos de câncer (de acordo com pesquisadores japoneses).
O suco do melão-de-são-caetano tem causado espanto na comunidade científica, graças aos rápidos benefícios nos diabéticos.
Outras Sugestões Importantíssimas
Além dos ensinamentos eficazes entregues pelo VM Samael em suas obras de amor à Humanidade, podemos recomendar a ingestão de produtos que ultimamente têm causado boas impressões à classe médica. Os alimentos funcionais auxiliam os pré-diabéticos ou diabéticos de diversas maneiras.
Aliviam o trabalho do pâncreas, auxiliam a agilizar a eliminação do excesso de açúcares no sangue ou os concentram no fígado para posterior utilização etc. Eis a seguir uma pequena lista dos alimentos preventivos que o diabético precisa usar, sempre que possível:
– Canela (a canela é um tempero termogênico maravilhoso que ajuda o corpo a aumentar sua sensibilidade insulínica (ou seja, diminui a resistência insulínica); portanto, use canela em pó nas refeições e tome chá de canela); -Orégano; – Cúrcuma (combate poderosamente as degenerações neurológicas, como o mal de Alzheimer e demências; deve ser ingerido juntamente com o óleo de coco); – Cominho; – Manga háden (uma porção por dia); – Amêndoas frescas e sem sal (sugestão: 4 a 6 amêndoas ao dia); – Batata yacon (de sabor agradável que lembra a pera, deve ser consumida logo após as refeições, pois também equilibra a glicemia); – Quinoa e amaranto (combatem a resistência à insulina e o colesterol “ruim”, e são riquíssimos em micronutrientes); – Gengibre; – Cogumelos (não em conserva, mas in natura, pois são ricos em ergosterol, enzima que “obriga” as células a reagirem positivamente à insulina); – Arroz integral (rico em cromo, que é um oligoelemento benéfico para a absorção da insulina pelas células); – Alecrim (planta maravilhosa que cura mais de 800 males); – Óleo de coco (o mesmo nome para a gordura de coco): esse produto tem causado alvoroço na comunidade científica, graças aos benefícios para a saúde, não somente para os diabéticos. Atualmente, existem à disposição mais de 1,2 mil estudos científicos sobre os benefícios do óleo de coco, especialmente para o diabetes e o mal de Alzheimer.
Outros Oligoelementos (ou Microelementos) Necessários à Cura do Diabetes
Requer-se investigar os alimentos ricos nos seguintes oligoelementos, que, por alguma razão, ou não existem ou existem em quantidade insuficiente nos diabéticos:
COBALTO: um dos compostos da vitamina B12, é também auxiliar no combate à anemia. Exemplos de alimentos ricos em cobalto: carnes vermelhas magras, carne de frango, peixes como o salmão, mariscos, amendoim, ervilha e leite; MAGNÉSIO: Desempenha papel em mais de 300 reações enzimáticas no corpo (cereais, frutos secos, bananas, chocolate, anchovas em conserva); VANÁDIO: Equilibra os níveis de insulina (salsa, gelatina natural, lagostas); ZINCO: Importantíssimo antioxidante (sementes de girassol, castanhas, nozes, amêndoas, ostras, tomates); CROMO: Ativa participação no metabolismo de carboidratos (pães e cereais integrais, mariscos, queijo, chá preto, carnes vermelhas magras).
Mais estudos acerca dos benefícios dos microelementos no combate ao diabetes:
Cromo: O fator de tolerância à glicose (GTF) regula a homeostase da glicose orgânica e é dependente de cromo. O GTF melhora a ligação de insulina com os seus receptores, altera o metabolismo lipídico e secundariamente o metabolismo glicídico. Deverá ser realizada a suplementação com cromo em pacientes diabéticos não insulinodependentes. Dosagem: picolinato de cromo: 50 a 400 mcg/dia.
Cobre: O cobre é grande gerador de radicais livres, só devendo ser reposto se houver deficiência severa. Apesar da deficiência de cobre estar associada com alteração da tolerância à glicose, em modelos experimentais, a deficiência de cobre não é um problema muito comum no diabetes, mas nos portadores de câncer. Dosagem de cobre quelado: 0,5 a 2,0 mg/dia.
Manganês: A deficiência de manganês reduz a atividade da insulina. O manganês é necessário para ativação de enzimas-chave para converter a glicose em energia, portanto, sendo essencial para a fosforilação oxidativa. Dosagem do manganês quelado: 10 a 20 mg/dia.
Magnésio: O magnésio está envolvido na homeostase da glicose. Os diabéticos com glicosúria e cetoacidose podem ter perdas excessivas de magnésio pela urina. O Mg modula o transporte de glicose através das membranas celulares. É um cofator em várias vias enzimáticas, envolvendo oxidação da glicose. Altas doses de magnésio podem gerar depressão e fraqueza muscular. Dosagem do magnésio quelado: 50 a 500 mg/dia.
Vitamina C: Complicações decorrentes do diabetes, como gengivites, envelhecimento cutâneo acelerado, dificuldades de cicatrização, podem ser reduzidos com a vitamina C. Dose recomendada para estes casos: 3,0 gramas/dia. (Para aumentar a regulação da glicemia no diabetes tipo 2, podemos utilizar formulação contendo: cromo + magnésio + vitamina C + germe de trigo.)
Vanádio: O vanádio é constituinte da estrutura química da insulina e mimetiza a ação da insulina nos adipócitos por diminuir a atividade das enzimas envolvidas na gliconeogênese. Dosagem do vanádio quelado: 200 mcg/dia.
Zinco: A deficiência de zinco está associada com a redução da secreção da insulina e ao aumento da resistência tissular à insulina. O zinco aumenta a ligação da insulina às membranas dos hepatácitos. O efeito do zinco sobre a secreção de insulina é bifásico; concentrações muito altas ou muito baixas alteram a secreção insulínica. A deficiência severa de zinco pode ocasionar a intolerância à glicose. Dosagem de zinco quelado: 10 a 100 mg/dia. Para combater a deficiência de zinco, deve-se evitar o estresse, pois este, por alguma razão, faz com que o corpo elimine grande quantidade de zinco pela urina.
(Pesquisa e texto: Ali Onaissi, jornalista e diretor do site GnosisOnLine)
“Se podemos conceber uma bola de ‘névoa ígnea’ que se converte pouco a pouco – à medida que gira nos espaços interestelares durante evos e evos – em um planeta, em um globo com luz própria para finalmente ser um mundo ou uma terra povoada de homens, havendo assim passado de corpo plástico e mole para um globo rochoso; se vemos tudo evolucionar neste globo desde o ponto gelatinoso…
Protoplasma, monera, que logo passa do seu estado de protista à forma animal para depois crescer e tornar-se um gigantesco e monstruoso réptil… e mais tarde diminuir gradativamente até o tamanho do crocodilo…
como só o homem, então, poderia subtrair-se à lei geral? A crença nos Titãs tem por fundamento um fato antropológico e fisiológico.”
Existiram gigantes no passado, como inúmeras tradições afirmam, entre elas os textos sagrados, como a Bíblia? Sobre a existência de tais seres descomunais, o VM Samael Aun Weor ensina:
Recordem, homens e Deuses, aquela terra maldita em que habitava o disforme gigante Polifemo. Uma centena de irmãos seus, iguais a ele em crueldade e estatura, sempre o acompanhava. Ulisses, o guerreiro astuto, o destruidor de cidadelas, acompanhado de gente sua, refugiou-se na caverna do ogro e este, sem respeitar as regras da hospitalidade, começou a devorar todos os hóspedes.
Porém, o guerreiro sagaz, hábil, manhoso e perspicaz em todos os tipos de enganos, conseguiu embriagar o descomunal gigante com um vinho delicioso, quando ele estava farto de carne humana.
Dormia o monstro de costas no chão, perto da fogueira, e vomitava vinho misturado com pelancas da carne daqueles a quem havia sacrificado desumanamente.
Para um guerreiro metido na boca do lobo, era uma oportunidade nada desprezível, e, naturalmente, o rei de Ítaca soube tirar bom partido desta. Dizem os entendidos que o astuto guerreiro, arteiro e velhaco como ninguém, pegando de uma estaca pontiaguda, endurecida no fogo, cravou-a sem qualquer consideração no olho frontal do colosso, fugindo precipitadamente depois para longe daquela caverna.
Eneias, o ínclito varão troiano, pôde verificar a realidade dessa narrativa quando navegava em direção às terras do Lácio.
Ele desembarcou com sua gente naquelas terras inóspitas, escutou o relato dos lábios de Aquemênides e viu Polifemo aparecer por entre as montanhas. O gigante caminhava cego no meio do rebanho e dirigiu-se para o mar pelo lado em que havia um desfiladeiro escarpado. Tomados de pânico, os troianos embarcaram em silêncio e, levando Aquemênides, cortaram as amarras.
O gigante escutou o bater dos remos e, ainda que não tenha pensado em perseguir os navegantes, gritou em alta voz, como quando um leão ruge, e apareceram cem titãs que se igualavam em estatura aos altos cedros e pinheiros que adornam o bosque sagrado de Diana. Estes são os gigantes da Antiguidade, de antes e depois do Dilúvio, os Gibborimbíblicos.
Representação africana dos gigantes do passado
Chegam à minha lembrança as cinco estátuas de Bamiyan, redescobertas pelo famoso viajante chinês Hiouen Tshang.
A maior representa a primeira Raça humana, cujo corpo protoplasmático, semietérico e semifísico, está assim comemorado na dura e imperecedoura pedra para instrução das gerações futuras, pois, de outro modo, sua recordação não teria sobrevivido ao Dilúvio atlântico.
A segunda, com 120 pés de altura, representa claramente a Raça Hiperbórea. A terceira mede 60 pés de altura e imortaliza sabiamente a Raça Lemuriana que habitou o continente Mu, ou Lemúria, situado no Oceano Pacífico. Os seus últimos descendentes acham-se representados nas famosas estátuas encontradas na Ilha de Páscoa.
A quarta Raça representada pela correspondente estátua viveu no continente atlante, situado no Oceano Atlântico e foi ainda menor, embora gigantesca em termos comparativos com a nossa atual quinta Raça.
A última das cinco estátuas é um pouco maior que a altura média dos homens altos da nossa atual Raça. Obviamente, essa estátua personifica a Raça Ariana que habita os continentes atuais.
Existem por todas as partes do mundo ciclópicas ruínas e colossais pedras que dão vivo testemunho desses gigantes. Nos tempos antigos, havia pedras gigantescas que andavam, falavam, emitiam oráculos e até cantavam… A pedra de Cristo, a rocha espiritual que seguia Israel, a qual se converteu em Júpiter-Lápis, devorada por seu Pai Saturno, sob a forma de um pedernal.
Estátuas da região afegã de Bamiyan, antes de serem dinamitadas por fanáticos. Esses colossos representam as 5 Raças-Raízes que povoaram o mundo: Protoplasmáticos, Hiperbóreos, Lemurianos, Atlantes e Ários
Se não tivessem existido gigantes que movessem essas colossais rochas, jamais teria realidade um Stonehenge, um Karnac (Bretanha) e outras construções ciclópicas semelhantes. Se em tempos idos não tivesse existido sobre a face da terra a verdadeira e legítima ciência mágica, jamais teriam havido tantos testemunhos de pedras falantes e oraculares.
Em um poema atribuído a Orfeu, essas pedras são distribuídas em ofíticas e sidéricas: a pedra-serpente e a pedra-estrela.
A pedra ofítica é áspera, dura, pesada, negra, e tem o dom da fala. Quando alguém vai pegá-la, produz um som semelhante ao grito de um menino. Foi por intermédio dessa pedra que Heleno predisse a ruína de Troia, a sua querida pátria.
Documentos sagrados e antiquíssimos afirmam que Eusébio nunca se separava de sua pedra ofítica e que dela recebia os oráculos, os quais eram proferidos por uma vozinha parecida com um tênue assobio, o mesmo que Elias, ou Elijah, escutou depois do terremoto na entrada de sua caverna.
A famosa pedra de Westminster era chamada de Lia-Fail, a Pedra Falante, porém só alçava sua voz para nomear o rei que deveria ser eleito. Essa pedra tinha uma inscrição, a qual agora encontra-se apagada pela poeira dos séculos, que dizia: Ni Fallat Fatum, Scoti Quocumque Locatum Invenient Lapidem, Regnasse Tenentur ibiden.
Suidas fala de um homem que podia distinguir, com uma rápida olhada, as pedras inanimadas das que estavam dotadas de movimento. Plínio tece comentários sobre pedras que se afastavam quando uma mão se aproximava delas.
Antigamente, as monstruosas pedras de Stonehenge eram chamadas Choir-Gaur, ou Dança dos Gigantes.
Lia-Fail, a pedra falante, ou seja, a pedra que nos outorga encarnar a Verdade, a Cristificação
Vários autores bastante eruditos falando sobre as ruínas de Stonehenge, Karnac e West Hoadley informaram maravilhosamente sobre esse assunto tão especial.
Nessas regiões, encontram-se imensos monólitos, alguns pesando 500 mil quilos aproximadamente. Foram os gigantes da Antiguidade que um dia levantaram essas grandes rochas, colocaram-nas em uma formação simétrica e assentaram-nas com tão maravilhoso equilíbrio que parecem apenas tocar o solo.
Ainda que com o mais ligeiro e rápido contato de um dedo sejam postas em movimento, elas resistiriam à força de 20 homens que tentassem, pelo mínimo, deslocá-las. A Pedra Oscilante foi um meio de adivinhação usado pelos gigantes, porém, por que oscilam?
Evidentemente, as maiores delas são relíquias dos atlantes, enquanto as menores, como as rochas de Brimham, com pedras giratórias em sua cúspide, são cópias de litoides mais antigos.
Chegamos à constelação de Aquário e temos de ser francos.
A cristificação vai se efetuando por partes, corpo por corpo. A primeira que se cristifica é a alma-consciência que extraímos do corpo físico mediante a Kundalini deste corpo para enriquecer a alma-espírito ou corpo búdico.
Um corpo búdico cristificado e estigmatizado funde-se com o Íntimo inevitavelmente.
Depois vêm a cristificação e a estigmatização do corpo etérico. Realizam-se mediante o processo de progresso, evolução e ascensão da Kundalini do corpo etérico.
Cada corpo tem seu sistema nervoso cerebrospinal, sua medula e sua Kundalini próprios.
Cada corpo é um organismo completo. São, pois, sete corpos, sete medulas e sete Kundalinis.
Quando, depois de terríveis esforços e dolorosas provas, obtemos o ascenso total da dourada Kundalini do corpo etérico, então brilha o Sol do Pai por entre a chuva da noite, e a estrela de cinco pontas sobre a cabeça do sábio indica que foi aprovado em todas as dolorosas provas.
Em seguida, a data da Segunda Iniciação de Mistérios Maiores é fixada ao sábio e este entra, feliz e vitorioso, no templo para receber a Segunda Iniciação de Mistérios Maiores.
Essa Iniciação confere-lhe o poder de viajar em corpo etérico através de todos os planos cósmicos.
A Kundalini do corpo etérico abre todas as faculdades do corpo etérico. O extrato anímico do corpo etérico vai sendo absorvido pelo Íntimo pouco a pouco.
Depois vêm a cristificação e a estigmatização do corpo astral. A Kundalini do corpo astral é da cor do raio e desperta sob a direção de um “especialista”.
A Kundalini do corpo astral abre-nos os chacras do corpo astral. Assim, o desenvolvimento pleno e total dos chacras do corpo astral se consegue apenas com a terceira Kundalini, a Kundalini do corpo astral.
O ascenso da Kundalini do corpo astral pelo fino fio do canal de Sushumna, pertencente à medula do astral, é um labor sumamente árduo e difícil, porque para se obter cada grau (vértebra) do astral há de se vencer e sofrer as mais terríveis e indescritíveis tentações.
Quando conseguimos o ascenso total da Kundalini do corpo astral, então vem a Terceira Iniciação de Mistérios Maiores e todas as rodas ou discos magnéticos do corpo astral do sábio ficam totalmente abertas e resplandecentes.
Mais tarde, vem a cristificação da mente, que nos converte em Arhat. Este labor realiza-se por meio da Kundalini do corpo mental, que é a quarta Kundalini.
A quinta serpente pertence ao corpo causal, ou Manas Superior, de onde extraímos a alma humana para fundi-la com o Mestre Interno, e assim sintetizamos o setenário na trindade de Atman-Budhi-Manas.
As duas serpentes superiores pertencem ao corpo búdico e ao corpo átmico. Elas nos conferem a suprema felicidade e a sabedoria do Nirvana.
A oitava e a nona iniciações de Mistérios Maiores são praticamente macrocósmicas. O importante reside na cristificação dos sete corpos e todo o segredo está no membro viril e na vulva.
Do sêmen levanta-se o Fogo do Espírito Santo que nos converte em Deuses, porém, o fogo do Espírito Santo tem sete graus de poder que são os sete graus de poder do fogo.
Todas as narrações simbólicas dos livros espiritualistas, quando nos falam da Iniciação, são totalmente alegóricas porque nunca, jamais, alguém antes de mim havia descerrado o véu dos sete graus de poder do fogo.
Até bem pouco tempo atrás, a maioria do espiritualistas pensava que ao despertar a Kundalini esta subia instantaneamente até a cabeça e que o homem ficava unido com seu Íntimo de repente… unido com seu Deus Interno instantaneamente e convertido em Mahatma… que cômodo! Que cômoda julgavam a Alta Iniciação todas essas pessoas teosofistas, rosa-cruzes, espiritistas etc.
A mim coube rasgar o véu da cristificação e por isso falo claramente para que me entendam.
O ascenso de cada uma das sete Kundalinis é lento e difícil. Cada cânon ou vértebra representa determinados poderes ocultos, e por isso a conquista de cada grau custa terríveis provas.
São sete cobras e sete portais terríveis. Através destes sete portais reina apenas o terror de amor e lei. Não se deve matar só o desejo, mas também, o conhecimento do próprio desejo. Todo o segredo do poder reside no sexo.
A força sexual é uma só, única e de caráter totalmente universal, cujo depósito principal reside no Absoluto.
Ao iniciar-se o Mahavântara, essa força se expressa através de sete graus de poder do fogo e sete corpos, e são nossas sete Kundalinis que temos de despertar, uma após a outra, em ordem sucessiva, através dos sete portais. Por isso, o Buda disse: “Ouvi-me bem, ó mendicantes, em cada Buda humano há sete Budas”. Estes são os sete extratos anímicos dos sete corpos e as sete cobras.
Os órgãos sexuais de todas as espécies vivas são tão somente os instrumentos dessa força sexual única e universal.
Na magia sexual está a chave de todos os impérios e a chave de todos os poderes.
Temos de levantar nossa cobra metálica, ou, melhor dizendo, nossas sete cobras sobre a vara, tal como o fez Moisés no deserto. Assim, nos tornaremos terríveis potestades do Nirvana, felizes.
O signo de Aquário governa as panturrilhas. Os brasileiros chamam as panturrilhas de “barriga da perna” ou “ventre da perna”.
Os homens hermafroditas primitivos reproduziam-se por esporos e esses esporos desprendiam-se das panturrilhas. As panturrilhas são muito eróticas; é por isso que todo homem se sente atraído sexualmente pela mulher que tenha bonitas panturrilhas. Ali se encontram as forças terrestres e celestes combinando-se mutuamente.
Durante esse signo deverá ser feita a seguinte prática:
Prática
O discípulo deverá bater nas panturrilhas de baixo para cima, enquanto faz a seguinte oração:
“Força, passa! Força, passa! Penetra em meu organismo; corrente que vem de baixo, ascende para se unir com tua irmã, a corrente que vem de cima, do céu, de Urânia.”
Depois, o discípulo se entregará à meditação interna, rogando a seu Íntimo para que se adentre nos templos siderais de Aquário a fim de que traga os Gênios dessa constelação com o propósito de, com o seu auxílio, conseguir a Iluminação.
Tipo astrológico de Aquário
Aquário é casa de Urano e este planeta traz a castidade, a originalidade de gênio e a sabedoria. Os nascidos sob o signo de Aquário são independentes e possuem grande força de vontade.
Os aquarianos são intuitivos e gostam de viajar muito. Amam a ciência e a sabedoria. Eles têm disposição para as ciências naturais.