Mais precisamente na noite de 11 para 12 de outubro de 1492, depois de 70 dias de navegação sobre o oceano que se denomina Atlântico, em homenagem a um belíssimo e antigo continente que fora tragado pelas águas, Cristóvão Colombo, o Descobridor, com seus homens, à beira do desânimo e desespero, avistaram finalmente terras firmes.
Ao alvorecer nesse festejado dia 12 de outubro as três caravelas lançaram âncoras ao mar com suas grossas e pesadas correntes numa baía silenciosa e de beleza indescritível; e de imediato em nome da coroa de Castela da Espanha um “escrivão” lavrava a escritura de posse daquela bela região, imaginando que lá não haveria ninguém, que lá não habitasse ninguém, que lá não fosse berço principalmente das mais espetaculares civilizações da face da Terra.
Juntamente com o ranger das correntes das caravelas que faziam descer as âncoras, profetizava-se o grande sangue que iria correr por aquelas plagas que os povos da cultura ocidental com certeza se admirariam.
Entretanto, o interesse era tão somente o ouro e escravidão. Os homens de Colombo pisoteando num conhecimento maravilhoso de milênios buscavam as riquezas para seus reis e rainhas. Primeiramente, 509 bravos guerreiros maias foram capturados e levados para Sevilha e sendo vendidos a bom preço de ouro.
O negócio tinha sido tão vantajoso que esse senhor chamado Colombo retornou outras vezes para buscar escravos, justificando seus atos afirmando que esses seres maravilhosos fossem descendentes de Caim e Seth, e por isso não mereciam o respeito dos “cristãos” que estavam chegando. Foi necessária, anos mais tarde, uma bula do papa Paulo III para reconhecê-los como gente, impedindo de dizimá-los de vez.
Na verdade as antigas civilizações pré-colombianas começavam a sua decadência séculos antes da chegada dos conquistadores. Entretanto, estes vieram acelerá-la, possivelmente por questões cármicas que não convém detalhar agora.
Porém, o que mais dói nos amantes da Verdadeira Cultura Universal (aquela que está presente em todas as civilizações da face da Terra) é o fato de as conquistas serem regadas pela desinformação, pelo sentido de posse, pela ganância, pela cobiça, pelo sentido guerreiro inerente ao homem; e com isso monumentos, bibliotecas, costumes, cultura, ciência, astrologia, medicina, informações artísticas, tradições, respeito às famílias, matemática, geografia, fossem olvidados e marginalizando a verdadeira História daqueles povos que, com seus conhecimentos aliados aos nossos, de muito nos seriam úteis para minimizar os males que a falsa cultura atual apregoa pelos quatro cantos de nosso planeta.
Mas, mesmo assim, os sábios índios de todo o continente americano souberam perpetuar no tempo e no espaços toda a sua grandiosa sabedoria e cultura universal. Percebendo o descenso que invadiria os seus povos num futuro próximo e sentindo que a diversificação da linguagem de suas diferentes cidades (somente naquela época do “descobrimento da América” foram catalogadas pelos monges franciscanos 127 línguas que pouca similaridade tinham uma com a outra em som e escrita) poderiam prejudicar em muito o conhecimento que queriam legar à posteridade, construíram as famosas pirâmides e cidades, autênticas obras de inegável arquitetura de conhecimentos matemáticos e astrológicos, bem como, as famosas estelas e pinturas, pelas quais perpetuavam toda sua sabedoria científica e espiritual, monumentos de profundos conhecimentos alquímicos e autenticamente crísticos.
Por esses monumentos, simbolicamente, falaram para os sábios da posteridade de todo o seu grande Conhecimento, de sua Gnosis que viveram intensamente.
Assim, a despeito daquilo que conjecturam os pensadores ocidentais, os sábios povos americanos falaram no mesmo tom do conhecimento dos cientistas de nosso tempo. Assim, a despeito do desprezo e do orgulho dos religiosos de nossa civilização, os pré-colombianos sapientíssimos cultuavam e respeitavam muito mais ao Grande Cristo Universal do que nós, que nos consideramos cristãos.
Assim, a despeito de políticos, cientistas, religiosos e artistas apregoarem formas de governo, religião e arte em toda a face da Terra, os índios tinham em suas bases religiões, sistemas artísticos, uma política social, humana e justa para todos os seus patrícios. Claro que havia exceções, como tudo na vida.
Tudo isso fora desprezado em troca de ouro e escravidão, mas as Obras de Arte Pré-Colombianas falam por aquela gente até os nossos dias e que um sábio dos tempos modernos, Samael Aun Weor, entrega desvelado em suas obras gnósticas.
A Arte Pré-Colombiana
As inúmeras culturas pré-colombianas eram responsáveis por uma arte muito elaborada, complexa e ligada ao sagrado, alcançando elevados níveis artísticos em cerâmica, ourivesaria, dança, estatuária, pintura, escultura etc. Nas diversas culturas que floresceram, do México à Argentina, vemos uma grande complexidade social, religiosa e espiritual. Isso se refletia sempre em suas várias formas artísticas.
Vemos nas culturas e civilizações pré-colombianas elevados níveis de qualidade no trabalho da metalurgia do ouro, cobre e platina, provando grande complexidade social, caráter urbano e uma especialização artesanal raras vezes igualada pelos povos da Europa por exemplo.
Não somente as poderosas civilizações inca, asteca, maia e tolteca foram surpreendentes em seus ensinamentos esotéricos, mas muitas outras culturas de menor porte, mas não menos importantes, tais como os Nariño-carchi, Guangala, Jama-coaque, Baia, Guayaquil, Manteña Mochica, Vicus, Virú, Cajamarca, Huari, Lambayeque, Chimú, Chancay e Tainos, entre muitos outros povos que tiveram algum conhecimento dos Mistérios da Vida e da Morte.
A origem do Bode, símbolo muito usado pelos pagãos, mas também no judaísmo, perde-se na noite dos tempos. Seu primeiro registro histórico é a chamada Cabra de Mendés. O nome Mendés vem do grego Bendes, posteriormente Mendes e depois Mendés e Mendesios, nome grego do chamado Baixo Egito). O bode era usado para representar diversos deuses do panteão egípcio, entre eles Set, Rá e Amón.
Ammón Rá (que significa O Vazio, ou a Total Plenitude), é o equivalente ao deus Vajra da tradição hinduísta. No ocultismo simbolizam a Senda da Autêntica Iniciação. Esotericamente, também simboliza o deus grego Pã.
O santuário de Amón Rá em Mendesios (ou Baixo Egito) era conhecido (nesse idioma) como Pa-bi-neb-nat ou Ba-neb-tettu.
Durante o reinado dos Ptolomeus, o Baixo Egito se fez famoso por seu deus cabrito. Os ritos dos templos simbolizavam esse deus fecundando as mulheres durante os festivais religiosos egípcios, o mesmo sendo feito pelos gregos com relação ao deus Pã.
Seus arquétipos eram o falo sagrado, que desperta o amor espiritual e propicia a fecundação, tanto material quanto espiritual.
Quando o Egito caiu sob o poder romano, e por influências gregas os nomes dos deuses foram “greco-romanizados”, o mito dos irmãos Set e Osíris manteve a vigência com a versão de que Set havia desmembrado Osíris. Para conceber, Ísis buscou as partes de seu esposo, encontrando todas menos justamente o membro reprodutor (de igual modo concebeu Hórus, pelo que Ísis, a Mãe Divina, é considerada uma deusa mãe virgem).
O falo de Osíris teria sido devorado por um peixe, e aqui podemos fazer uma associação com os símbolos gnósticos.
Alguns detalhes importantes podem ser mencionados: existia um mito conhecido como “a grande heresia gnóstica dos Setianos”, onde os gnósticos de cultos do cristianismo primitivo (ou seja, entre os cristãs mais antigos, autenticamente gnósticos) afirmavam que Set era uma encarnação prévia de Jesus Cristo. Segundo esse mito gnóstico, em Mahdiya, hoje Tunísia, ao Norte da África, conseguiram matar o peixe que havia devorado o membro viril de Osíris e, assim, pôde-se recuperar esse falo, que foi plantado na terra. Desse falo nasceu o Bode de Mendés.
Essa alegoria sagrada dos Setianos indica uma clara alusão aos processos alquímicos, que mostram que para conseguirmos a total integração de Osíris (ou seja, devolver ao Deus Supremo a parte que falta, que é seu falo, para que Ele ressuscite), é necessário compreender os Mistérios do Bode de Mendés.
Os Templários e Bafometo, o Bode Sagrado
Uma das alegações usadas pela Igreja Católica e pelo rei francês Felipe o Belo para destruir a Ordem dos Templários foi que estes adoravam o demônio. Mas o que era realmente esse ser fantástico, pintado na Idade Média como uma figura com uma ou às vezes com três rostos, barbuda e com cornos?
A primeira alusão ao termo Baphomet (ou Bafometo) encontra-se em um interrogatório católico a um cavaleiro templário chamado Gaucerant, o qual fez referência à cabeça barbuda como in figuram baffometi, ou seja, figura bafomética, e estranhamente com tanta naturalidade como se fosse muito comum na época.
E talvez o era, devido a que se especula segundo certas correntes gnósticas que o Bafometo tenha sido muito estudado desde os inícios da humanidade, mais particularmente entre os egípcios e persas.
Não se sabe até que ponto o Bafometo era “adorado” entre os templários, o que já se conhece é que esta “entidade” fantástica era muito reverenciada nos altos graus templários. Já as ordens básicas (dos Escudeiros, dos Cavaleiros, dos Maestres e dos Grand Maestres) pouco conheciam acerca dos profundos significados alquímicos de tal ser. Para se ter acesso pleno aos Mistérios Alquímicos do Bafometo, era necessário passar por certas cerimônias secretas e alcançar os altíssimos graus templários e ser casado.
A caracterização do Bafometo é um tanto distinta do Bafometo de Eliphas Levi. Sabe-se disso, pois uma estátua desse ser permaneceu por décadas no centro do labirinto da Catedral de Notre Dame de Paris, até ser destruída pelos católicos em sua fúria contra os templários.
Etimologia da Palavra Bafometo
Há diversas versões sobre as origens do termo Bafometo. Eis algumas:
– Maomé (Mahomet): Pois o Bafometo teria ligações com certas ordens islâmicas sufis, consideradas coirmãs dos templários.
– Baphe y Meteos: “Batismo e Adoração”, o que supomos que se utilizariam nas cerimônias iniciáticas avançadas dos templários.
– Bap e Homet: As quais são a primeira sílaba do nome de João Batista, e Homet, as duas últimas de Maomé (Mahomet).
– Tem Oph Ab: Anagrama de Templi Omnum Hominyn Pacis Abbas, ou seja: O Pai do Templo, Paz Universal aos Homens, frase cabalística de passe na Idade Média.
– Baph Metis: Termos gregos que querem dizer Batismo de Luz.
– Baphe e Metheos: Tintura, imersão, batismo, a primeira palavra e purificação espiritual pelo Fogo; a segunda palavra significa Iniciação. Baphe Methys pode ser traduzido como Batismo pelo Fogo (ou seja, Iniciação pela Alquimia Sexual).
– Bf Maat: O Abridor da Porta, segundo a ocultista Madeleine Montalbán.
Eliphas Levi e o Bode de Mendés
Mas como seria a figura original, de onde o Mestre Eliphas Levi, o grande gnóstico do século 19, teria tirado o seu Bafometo, tão popularizado nos dias de hoje? O próprio mestre explica:
“Na capa de uma tradução francesa de um livro do senhor De Nuisement, acerca do Sal Filosófico, vê-se o Espírito da Terra de pé sobre um cubo, de onde percorrem línguas de fogo. Tem por pênis um caduceu, e o sol e a lua sobre o peito, à direita e à esquerda. É barbudo, está coroado e tem um cetro na mão. É o Azoe dos sábios sobre um pedestal de sal e de enxofre.
Insere-se às vezes a esta imagem a cabeça simbólica do Bode de Mendés, que é o Bafometo dos templários, o bode do Sabat e o Verbo Criado dos gnósticos. Imagens estranhas que serviram de espantalho para o vulgo, depois de ter servido de meditação para os sábios. Hieróglifos inocentes do pensamento e da fé, que também serviram de pretexto aos furores das perseguições”.
O que Samael Aun Weor Ensina Sobre o Bode de Mendés/Bafometo
“Assim, pois, o Mistério do Bafometo é um mistério de Alquimia. Entre os cornos do Diabo brilha a tocha do Verbo. Deve-se roubar do Diabo o fogo do céu, porque o Diabo é Deus à inversa.
O mistério do Bafometo está representado pelo Bode de Mendés. A tocha colocada entre os dois cornos do Bafometo é o verbo da vida, é o fogo sagrado que temos de roubar do Diabo, aprendendo a nos deleitar com a mulher sem derramar o sêmen.
É o Fogo da Kundalini, cujos ‘graus’ temos de roubar dos magos negros, ainda que nos qualifiquem de ladrões. Este é o Mistério do Bafometo. Das trevas sai a luz e o Cosmo sai do Caos.
O Bafometo é um diabo com uma estrela de cinco pontas em sua fronte, tem seios de mulher, um braço é de varão e outro de fêmea. Com uma mão assinala a lua branca e com a outra a lua negra. O baixo ventre está velado, e os órgãos sexuais estão expressados pelo Caduceu de Mercúrio.
A cara do Bafometo é a de um bode. O quadro do Bafometo encerra o segredo da magia sexual.
A estrela de cinco pontas sobre o entrecenho do Bafometo é o olho de Brahma, é a clarividência dos clarividentes, que é o Íntimo.
Quando a alma se funde com o Íntimo, brilha a estrela de cinco pontas sobre sua fronte; e a união com o Íntimo só se consegue aprendendo a deleitar-se com a mulher sem derramar o sêmen. Assim se rouba a tocha de fogo do Bafometo.
Assim se rouba o fogo do Diabo, porque ao nos conectarmos sexualmente com a mulher nos enchemos do fogo terrível da paixão carnal, e então, retendo o sêmen e dominando a paixão, roubamos o fogo do Diabo e nos convertemos em anjos.
Este é o Mistério do Bafometo. Este é o oculto significado do Bode de Mendés.
O fogo deve-se roubá-lo do Diabo, e é por isso que o Diabo vive no fogo.”
Ali Onaissi. Jornalista, escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine
O tema da origem do homem é realmente muito discutível, muito espinhoso. Charles Robert Darwin assentou certos princípios em sua obra que devem ser lembrados pelos antropólogos materialistas. Darwin diz que uma espécie que evolui positivamente, de modo algum poderia descender de outra que evolui negativamente.
Darwin afirmou também que duas espécies similares, porém diferentes, podem fazer referência a um antecessor comum, mas nenhuma proviria da outra. Assim que, conforme vamos avançando nestas análises da antropologia profana, vamos encontrando certas contradições no materialismo.
Como é possível que os princípios darwinistas sejam ignorados? Como é possível que ainda hoje em dia exista quem pense que o homem provém do macaco? Inquestionavelmente, os fatos estão falando por si sós e até agora não se encontrou o famoso elo perdido. Onde está?
Muito falou-se contra a existência do pai de Manu, o Dhyanchoham, mas, na realidade, somam-se a milhões as pessoas no mundo oriental e ocidental que o aceitam. Ademais, é bem mais lógica tal crença do que a daquele homem-macaco de Haeckel, o qual não passou de mais uma fantasia de seu autor. Os tempos vão passando e ainda não se descobriu em lugar algum da Terra o famoso homem-símio.
Onde está o mono que raciocina, que pensa e que tem uma linguagem própria a de todo mundo? Mas, qual é?
Esta classe de fantasias literárias não serve, no fundo, para nada. Observe-se, por exemplo, o tamanho dos cérebros: a massa cefálica de um gorila não alcança sequer a terça parte do cérebro de qualquer selvagem do nosso globo terrestre. Faltaria um elo que ligasse o gorila mais adiantado com o selvagem mais atrasado da Austrália. Onde está essa junção? Que foi feito dela? Existe?
Fora de dúvida, no continente lemuriano, na era mesozóica, surgiram os primeiros símios. Qual seria a sua origem? A gnose afirma de forma enfática que determinados grupos lemurianos humanos misturaram-se com animais dando origem às espécies simiescas. Haeckel jamais opôs-se ao conceito de que os macacos tenham tido seu nascedouro na Austrália, na Lemúria; ele sempre aceitou a realidade do continente lemuriano.
Agora, reflitamos um pouco. Onde se localizava a Lemúria? No oceano pacífico, obviamente. Ela cobria uma extensa zona desse oceano. Através de dez mil anos de terremotos, foi afundando pouco a pouco nas embravecidas ondas, porém restaram alguns vestígios: a Oceania, a Austrália, a ilha da Páscoa, etc. A Lemúria teve realidade. Ocupou seu lugar num tempo longínquo. Isto poderá molestar os antropólogos materialistas partidários da Pangaea. Esses senhores agarraram-se no dogma da Pangaea e nem remotamente aceitam a possibilidade da Lemúria.
Que os símios tenham surgido na era cenozóica, no próprio mioceno, terceira parte a contar do eoceno, não tem absolutamente nada de raro! Mas nossas afirmações não terminam aqui. Outras espécies de macacos surgiram também na Atlântida de Platão, continente que também não passa de um mito para os fanáticos materialistas da Pangaea. No entanto, a Atlântida existiu ainda que eles o neguem. Já foi descoberta ainda que eles se oponham. Qualquer um que tenha estudado o solo marinho sabe muito bem que entre a América e a Europa existe uma grande plataforma submarina. Ainda há pouco, alguns cientistas descobriram a Atlântida e se propuseram a explorá-la desde a Espanha. No entanto, era época do regime de Franco e não lhes foi permitido realizar as suas investigações.
A Atlântida portanto não é como se crê uma lenda fantástica, mas uma tremenda realidade. O mapa do mundo em outro tempo era completamente distinto. Tudo vai mudando, até a própria Pangaea dos seguidores de Alfred Wegener teria de sofrer grandes mudanças. Bem sabemos que os continentes flutuam e tendem a realizar deslocamentos.
Dom Mario Roso de Luna o explicou claramente e isso não deve surpreender mais a ninguém. Nisso os fanáticos materialistas da Pangaea estão de acordo, não o negam, porém lhes falta muito ainda para conhecerem as causas de tais flutuações continentais. Considero que se estudassem Dom Mario Roso de Luna completariam melhor as suas informações.
Se pensássemos em nossa Terra como um ovo, a gema seria os continentes que se sustentam sobre a clara. Entre a gema e a clara não faltariam substâncias, líquidos e elementos que a ciência materialista ainda hoje desconhece plenamente.
Há quem acredite que certos tipos de superiores, como o gorila – gênero de macaco antropomorfo da África Equatorial; com uma estatura de uns dois metros e um peso máximo de 250 quilos -, o orangotango – do malaio: homem dos bosques; grande macaco antropomorfo da Sumatra e Bornéu, altura entre 1,20 e 1,50 metro, arborícola, facilmente domesticável – e o chimpanzé – macaco antropomorfo da África – vem da Lemúria. Também há quem afirme categoricamente que as classes inferiores como os catarríneos, os platirrinos etc., vêm da Atlântida. Nisso, não podemos fazer objeções, porém temos de refletir com profundidade.
Atualmente, estão sendo feitos certos comentários muito simpáticos. A ciência materialista inventa todos os dias novas hipóteses. Estabeleceu-se uma cadeia curiosa e ridícula por excelência com relação aos nossos possíveis antepassados. Como rei dessa cadeia aparece o tubarão, do qual descendem, segundo dizem os antropólogos, os lagartos. Teoria ridícula, somente concebível por mentes de lagartos.
Depois, prosseguem com o famoso opossum, criatura similar ao crocodilo, um pouquinho mais evoluída, segundo enfatizam. Daí passam, seguindo o curso da grande cadeia de maravilhas, para certo animalzinho ao qual se tem dado modernamente muita importância. Refiro-me de forma enfática aos lêmures. Atribuem-lhe uma placenta discoidal, questão que é refutada pelos zoólogos. Contradições gigantescas são encontradas nos recôncavos da falsa ciência, que prossegue dizendo que os lêmures podem ter existido há uns 150 milhões de anos, de quem descende por sua vez o macaco e por fim o gorila. Nessa fantástica cadeia, o gorila é o nosso antecessor imediato, o predecessor do homem.
Os míticos continentes da Lemúria e da Atlântida existiram, mas o orgulho da ciência acadêmica não os aceita
Alguns antropólogos, como dizia em minha primeira cátedra, não deixam de encaixar nestes tempos ao pobre ratão e até querem incluí-lo nesta cadeia. Como? De que maneira? Eles e suas teorias! Afirmam com um tom de extraordinária sapiência que o homem era diminuto, microscópico, isto é, tão pequeno que nos assombraríamos hoje ao vê-lo. Em que se baseiam? Em que o ratão é pequeno? Segundo eles, nós também somos filhos do ratão. Não sei em que parte o incluem, se antes dos lêmures ou depois deles.
Divulgam que fomos crescendo até chegar à altura de uma grande civilização, perfeita e extraordinária, como a que hoje temos. Nos dias atuais desta grande civilização, o ratão passa a ocupar o primeiro posta nas conferências públicas. Se as coisas continuarem assim, dentro de pouco tempo o governo terá de proibir a matança de ratões, pois segundo eles, são nada menos do que nossos antepassados.
Onde estão os elos? Como é possível que do esqualo, assim por assim, apareça da noite para o dia ou através de uns quantos séculos o lagarto? Os milhões de anos passaram e os tubarões seguem tranquilos. Nunca se viu de uma espécie de tubarão, seja no Atlântico ou no pacífico, nascerem novos lagartos. Segundo me consta, os crocodilos ou caimãs que conheço, se não estão demasiado civilizados, e andam pelas ruas inventando teorias, na realidade, não se encontram no mar e sim nos rios ou lagos.
Alguém conhece alguma espécie de lagarto que tenha surgido das embravecidas águas do oceano? Bem sabe todo mundo que os lagartos são da água doce. Vimo-los nos grandes rios; isso me consta. Visitei os oceanos e nunca vi ou escutei de algum pescador que se tenha apanhado um lagarto em pleno mar. Pescaram tubarões, porém lagartos….quando?
Estamos falando de fatos concretos, claros e definitivos. Onde estariam os laços que ligam o lagarto com o opossum? Onde estão os elos que ligam o opossum com os lêmures, os quais, desprovidos de placenta, são assinalados por Haeckel como uma criatura com placenta discoidal? Prosseguindo, onde estariam os encadeamentos que uniriam os lêmures com o antropoide? Onde estão os elos que relacionam o mono com o gorila e onde estão as junções do gorila com o homem? Quais são? Estamos vendo eventos precisos e observa-se que faltam pontos de conexão.
Falar assim porque sim resulta demasiado absurdo. Comentou-se muito sobre a monera, o átomo do abismo aquoso, primeira gota de sal em um oceano silúrico, cheio de lodo no fundo e onde ainda não havia sido depositada a primeira camada de rochas. Mas, qual é a origem da monera? Porventura, poderia se conceber que algo tão extraordinário como o primeiro ponto atômico do protoplasma, tão devidamente organizado e com uma construção tão complexa, pudesse ser o resultado da sorte, do acaso? Entendo que ao se negar os Princípios Inteligentes da Natureza, o tempo vai passando e com ele a antropologia materialista irá sendo destruída pouco a pouco. Os antropólogos materialistas até agora não puderam dizer em que data e como surgiu o homem. Hipóteses e nada mais, hipóteses ridículas, conjecturas que não têm fundamentos sérios.
Muito se apela na antropologia materialista à Austrália. Resulta mui socorrida a posição da antropologia oficial ao dizer que as tribos selvagens que vivem na Austrália descendem do macaco. Cientificamente, isso cai por si só. Medidos os cérebros e feitas as confrontações. Vê-se que o cérebro do macaco mais avançado não alcança metade do volume do cérebro de um selvagem australiano. Faltaria pois, um ponto de união entre ambos. Onde está esse elo? Que o apresentem aqui para que possamos vê-lo.
Em minha primeira cátedra, dizia que eles, os senhores do materialismo antropológico, afirmam de uma maneira eloquente que não crêem senão no que vêem, mas os fatos estão demonstrando sua falsidade. Estão crendo com firmeza em hipóteses absurdas que jamais viram. Isso de atribuir, de dizer, que nós viemos do tubarão, isso de estabelecer uma cadeia de caprichos, simplesmente por “parecências” morfológicas,, demonstra no fundo a superficialidade levada ao extremo. Se escrevem isso, estão abusando demais da inteligência dos leitores. Se falam e ensinam isso, tornam-se terrivelmente cômicos e até absurdos.
Que na Lemúria os homens tenham se misturado com animais, não o pomos em dúvida. Daí resultaram não somente os símios, porém múltiplas formas monstruosas que ainda hoje tem-se documentação, tanto no leste como no oeste do mundo.
Citaremos como exemplo certos símios lemurianos estranhos que poderiam servir de mofa aos materialistas superficiais desta época, porém alguém tem de confirmar com coragem o que é a verdade. Quero me referir a uma espécie que existiu e que tão rápido se punha em suas mãos e pés, como qualquer símio, como se erguia sobre seus dois pés.
Havia os de cara azul e os de cara vermelha. Foram o produto do cruzamento de certos seres humanos com animais subumanos do Mioceno, especialmente da Era Mesozoica. Encontramos referências a seu respeito sobretudo em papiros, códices, tijolos, em antigos monumentos e em manuscritos arcaicos. Assim que, foram múltiplas as formas simiescas que surgiram no velho continente de Mu.
Porém como teria surgido o homem? De que maneira? Até agora, todas estas interrogações têm sido um verdadeiro enigma, um quebra-cabeça, para os materialistas seguidores de Darwin, Haeckel; mesmo para os modernos antropólogos. Onde poderíamos achar a origem do homem? Inquestionavelmente, no próprio homem. Em que outro lugar?
A Deriva Continental é uma das teorias mais aceitas pela ciência acadêmica. Infelizmente, os cientistas desconhecem outro fator planetário: o afundamento e a emersão dos continentes
Agora, tomemos a Austrália concretamente. O que dizem os antropólogos materialistas? Afirmam que as tribos australianas têm como ascendentes os antropoides. Claro que não podem provar isso, porém o afirmam, acreditam nisso. Vejam todos quão paradoxais são esses senhores! Os clãs australianos são os mais primitivos que existem atualmente no mundo. Qual seria a origem da Austrália? Ora, a Austrália é um pedaço da Lemúria, situada no oceano Pacífico, uma terra velha.
Onde estarão os antepassados dessas tribos? Falemos de seus corpos físicos. Obviamente, acharemos suas ossadas no fundo do próprio Pacífico. São esqueletos de animais porque os clãs australianos são misturas de homens e animais que passaram por muitas transformações e que atualmente ainda existem. Teria de se observar tais famílias para se dar conta de que se trata do cruzamento de habitantes da antiga Lemúria com certos animais da natureza. Na Austrália há lugares em que o corpo das pessoas tem cabelo tão abundante que mais parece o pelo de animais. Isto dá uma base aparente para que os senhores materialistas digam: Eis aí… são os filhos dos antropoides… nossa teoria está demonstrada… Os antropólogos materialistas são terrivelmente superficiais, não possuem maturidade no entendimento; trata-se de mentes em estado de decrepitude, degeneradas, o que é muito lamentável.
Se queremos buscar a origem do homem, temos de conhecer a fundo a ontogenia. Observem os processos de recapitulação do ser humano no ventre materno. A natureza sempre recapitula. Olhem uma semente, o germe de uma árvore, aí está uma árvore em potencial. Só falta que se desenvolva. Para que progrida, precisa de terra, água, ar e sol. A natureza recapitula todos os processos da árvore que serviu de pai nesse germe que se há de desenvolver.
Em outros termos, diríamos que a natureza recapitula nesse germe o que há de se desenvolver: os processos pelos quais passou toda a família dessa árvore, toda essa espécie de árvores, as quais vão se desenvolvendo lentamente e crescendo da mesma maneira que as outras árvores ou que a árvore da qual se desprendeu o germe. Há um processo de recapitulação folha por folha até que a árvore dá finalmente o seu fruto e a semente para que outras árvores nasçam e continuem fazendo sempre as mesmas recapitulações.
Observemos, a natureza recapitula no cosmos todas as suas maravilhas. A cada ano voltam a primavera, o verão, o outono e o inverno. É uma perfeita recapitulação. Assim também, no ventre materno, há recapitulação correta de toda a espécie humana. Ali estão, no ventre humano, todas as fases pelas quais passou o ser humano desde as suas mais antigas origens. Portanto, ninguém poderia negar que o feto, no ventre, passa pelos quatro reinos da natureza. Ele primeiro é pedra (mineral), depois planta, por terceiro é animal e no final homem.
Como germe, o corpúsculo é inorgânico. É o óvulo que se desprende do ovário e que vai se unir com a matéria orgânica. A circulação conduz o óvulo até o próprio fundo da matéria para seu desenvolvimento.
No segundo aspecto, vemos o estado vegetal: uma espécie de cenoura, redonda em sua base e pontuda na parte superior. Quando se a estuda clinicamente, mais parece uma cebola com diversas capas entre as quais há um líquido maravilhoso. Do umbigo dessa aparente cebola pende a possibilidade do feto como o fruto de uma planta. Eis aí o estado vegetal.
Mais tarde, aparece a forma animal. O feto assume o aspecto de um filhote de rã e isto está completamente demonstrado. Por fim, assume a figura humana. As quatro fases, mineral, vegetal, animal e humana, foram recapituladas.
Conhecendo-se e analisando o exposto, concluiremos dizendo que a nenhum médico consta ter visto nessas quatro fases do feto a forma do antropoide. Qual foi o cientista que viu, durante o processo de recapitulação fetal, o feto tomar alguma vez o aspecto de um gorila, de um orangotango, dos macacos catarríneos ou dos platirrinos? Portanto, o que a ciência materialista afirma é absurdo!
A origem do homem tem de ser procurada no próprio ventre da mulher. Nesses processos de recapitulação está a origem do homem e as fases pelas quais passou.
Tampouco apareceu um tubarão no ventre de uma mãe! Que houve com os lêmures antes mencionados e pelos quais Haeckel se apaixonou? Onde estão? Em que fase da gravidez aparecem? Por que esses senhores querem sair do correto? Por que não buscam a origem do ser humano no próprio ser humano? Por que buscam fora? Todas as leis da natureza existem dentro de cada um. Se não as encontrarmos em nosso interior, muito menos no exterior.
Chegamos a um pondo delicado e bastante difícil: que fomos pedra, planta, animal e homem! Isto está bem aceito, mas quando? Como? Que causas primárias e secundárias governaram todos esses processos? Enigmas. Se os senhores materialistas não estivessem tão fanatizados com o dogma da geometria tridimensional de Euclides, isto poderia ser esclarecido. Tudo seria diferente. Infelizmente, estão empenhados em querer que todos aceitem esses artigo de fé.
Querem nos manter engarrafados dentro desse fundamento. Isto é tão absurdo como querer engarrafar a vida universal ou querer encerrar o oceano dentro de um copo de vidro.
Que existe uma quarta vertical, uma quarta coordenada, isso é inegável, porém incomoda aos materialistas. No entanto, Einstein, que cooperou na fabricação da bomba atômica, aceitou a quarta dimensão. Na matemática, ninguém pode negar a quarta dimensão, porém às pessoas materialistas desta época nem sequer assim lhes entra este conhecimento de que pode existir outras dimensões superiores na natureza. À força querem que nos encerremos no mundo tridimensional de Euclides.
Devido a essa falsa e absurda posição, a física encontra-se totalmente detida em seu avanço. Nesta época, já deveriam existir naves cósmicas capazes de viajar através do infinito, mas isso não será possível enquanto a física permaneça embutida no dogma tridimensional de Euclides.
A Panspermia (a vida em seu aspecto insípido vinda do espaço exterior) é outra teoria interessante que explica a origem da vida
Se esses senhores, que até agora não foram capazes de responder às perguntas: de onde surgiu o homem, em que data, como e quando, aceitassem a possibilidade de uma quarta, quinta, sexta e sétima dimensões, tudo seria diferente. No entanto, estamos seguros que não a aceitarão jamais. Por que? Porque suas mentes estão em processo de franca degeneração devido ao abuso sexual. Nessas condições, não é possível compreender as teses que nós expomos. Para entendê-las, teriam de começar a regenerar o cérebro. Depois, sim, aceitariam nossos postulados gnósticos.
Pedra, planta, animal e homem; eis aqui a base de uma antropologia séria. Pensemos agora na forma anterior ao estado humano, em nossos legítimos antecessores. Inquestionavelmente, nos encontraríamos com a vida animal na natureza, porém situada na quarta dimensão. Isto é chocante para o materialismo. No entanto, eram os próprios materialistas que riam de Louis Pasteur e suas teorias, que mofavam dele quando desinfetava os instrumentos cirúrgicos. Não acreditavam nos micro-organismos porque não os viam, mas hoje aceitam.
Pode haver vida animal numa quarta coordenada? Mas, é claro que sim! Haverá algum método de comprovação? É óbvio que sim, porém são métodos bem diferentes dos da falsa ciência, já que esta se encontra num estado retardatário. Quem tem esses processos e sistemas? Nós o temos e com muito prazer os ensinamos àqueles que querem de verdade investigar no terreno da ciência pura. Houve vida animal na quarta coordenada? É lógico que houve. Houve vida animal na quinta coordenada? Naturalmente houve!
Houve vida mineral na sexta coordenada? Sim, mas esclareço: a vida mineral na sexta coordenada, a vida vegetal na quinta e a animal na quarta de modo algum se pareciam à vida animal, vegetal ou mineral deste mundo meramente físico. Que mais tarde essa vida mineral, vegetal e animal se condensou neste globo terrestre, de matéria tridimensional, não o negamos; isso se fez através no curso de milhões de anos.
Como poderíamos definir de alguma maneira os processos evolutivos preliminares da natureza? Esta questão foi devidamente traçada por Gottfried Wilhelm Leibnitz. Refiro-me às mônadas, princípios inteligentes da natureza, ou jibas. Por certo que entre a monera atômica de Haeckel e o zaristripa de Manu, o jiba dos hindus ou a mônada de Leibnitz há um enorme abismo. A monera atômica de Haeckel está muito longe do que é a verdadeira mônada ou princípio de vida.
É certo e de toda verdade que as chispas virginais ou simplesmente mônadas de Leibnitz evoluíram no reino mineral durante a época das grandes atividades da sexta dimensão. As mônadas evoluíram também no reino vegetal na quinta dimensão e depois avançaram para o estado animal na quarta dimensão. Isto é inquestionável. Essas dimensões da natureza poderão ser vistas no futuro com aparelhos de alta precisão ótica. Porém, enquanto não chega este dia, podemos estar seguros que nós, os antropólogos gnósticos, teremos de suportar a mesma zombaria que Pasteur teve de aguentar quando falava dos micróbios.
Mas, chegará o momento em que essas dimensões serão perceptíveis através da televisão e então as sátiras terminarão.
Por agora, como já lhes disse, tenta-se transformar as ondas sonoras em imagens e quando isto se verificar, todos poderão ver os processos evolutivos e involutivos da natureza. Então, o anticristo da falsa ciência ficará despido diante do veredicto solene da consciência pública.
Quanto ao organismo humano, vemos que um princípio é invisível; que à simples vista não se vê nem o óvulo nem o zoosperma, quando começam o processo de concepção, quando a célula primitiva começa a ser germinada. Quem poderia supor que de um zoosperma e de uma célula fertilizada pudesse sair uma criatura? Por acaso, se vê à simples vista? Sabe-se que existem pelo microscópio, é claro.
Assim que, tornando em fatos concretos, as mônadas que passaram pelo reino mineral na sexta dimensão são as mesmas que passaram pelo reino vegetal na quinta e pelo animal na quarta.
Foi precisamente no final da quarta dimensão que apareceu certa criatura semelhante ao antropoide. Não era um gorila, um chimpanzé ou algo similar. Ao se aproximar a época de atividade para o mundo tridimensional, tal forma sofreu algumas mudanças e várias metamorfoses, iguais às que sofreu o planeta Terra, tendo finalmente se cristalizado na figura humana.
Tenha-se em conta que a morfologia das criaturas humanas e da natureza muda conforme passam os séculos. Inquestionavelmente, a morfologia humana surgiu de acordo com a idade protoplasmática da nossa Terra para vir ter realmente existência. Assim passou pelos períodos hiperbóreo, lemuriano e atlante, alterando-se um pouco até os dias atuais.
As criaturas que nos precederam, a antiga raça humana, como o testemunham as tradições do antigo México e de diferentes países, foram gigantes e com o tempo perderam estatura até serem o que atualmente são.
A seguir, continuaremos explicando as quatro etapas, mineral, vegetal, animal e humana, exclusivamente dentro da zona tridimensional de Euclides neste mundo chamado Terra. Estou seguro, completamente seguro, que tudo isso ficaria convertido em novos enigmas, sem solução alguma, se, à medida que nos aprofundássemos nestes temas, depois do fracasso da antropologia materialista, não pudéssemos dar a data, o como, o quando e o porquê surgiu o ser humano.
A atual espécie humana é o resultado da evolução ou da involução da Natureza?
Hoje em dia, não há outra saída para os cientistas além da de aceitar a crua realidade das dimensões superiores da natureza e do cosmos. Que o neguem! Têm todo o direito de negar. Que riam! Já se disse: quem ri do que desconhece está a caminho de se tornar idiota.
À medida que o tempo vá transcorrendo, a ciência materialista irá ficando despida diante das novas descobertas. Ela afundará mais e mais dentro do poço de sua própria ignorância.
Isso do Noé pitecoide com seus três filhos bastardos: o cinocéfalo com rabo, o macaco sem rabo e o homem arbóreo, serve muito bem para um Molière e suas caricaturas. Na verdade, não temos nada de pitecoide em nosso sangue e até agora os fatos têm falado por nós.
“O reconhecimento da existência do mais santo e mais poderoso dos homens,
do reino bem-aventurado, do grande Templo da Santa Ciência,
é de tamanho conforto para nossos corações
de pecadores e nossas vidas corruptas,
que escondê-lo seria uma lástima…”
(Ferdinand Ossendowski)
Jesus Cristo dá testemunho do Rei do Mundo quando afirma: “Melquisedeck, Rei de Salem, sem pai nem mãe, é aquele que permanece Sacerdote para sempre…” Esse soberano do mundo, que residiu num castelo onde hoje existe Jerusalém, tem como domínio as grutas e cavernas de todo o planeta Terra, os quais se unem, formando gigantescas extensões do Agarthi e sua capital, Shamballah.
O explorador Ferdinand Ossendowski (1876-1945) fala sobre o poder do Rei do Mundo assim: “Ele está em contato com o pensamento de todos os homens, reis, czares, khans, chefes, guerreiros, sumos sacerdotes, cientistas e outros homens poderosos. Ele compreende todos os seus pensamentos e planos; se esses são agradáveis ante Deus, o Rei do Mundo os ajuda invisivelmente, e se são desagradáveis à vista de Deus, o Rei os levará à destruição…”
Shamballah, a cidade dos Deuses Santos, irradia sua Luz-Poder para toda a humanidade
E o Mestre Samael Aun weor, Patriarca das Instituições Gnósticas, afirma solenemente em uma de suas obras: “Amigos, chegou o momento de vocês conhecerem ao Gênio da Terra, a esse Melquisedeck extraordinário que governa nosso mundo. Um dia poderão entrar no interior da Terra e então vivenciarão por si mesmos e de forma direta que esta Terra é oca.
Ali poderão conhecer também a muitos sobreviventes da Atlântida e da Lemúria, a veneráveis anciães que cultivaram os Mistérios Divinos em seus templos, a veneráveis sacerdotisas que, como as Cleópatras do Nilo, repartiam seus ensinamentos aos povos que as amavam. Quando vocês puderem penetrar no lugar onde Melquisedeck mora, então poderão conhecer a Sabedoria dos Antigos, vivenciarão por si mesmos e de forma direta que em outros tempos resplandeceu a sabedoria hermética sobre a face da Terra…”
O pensamento acadêmico ocidental, extremamente racional e cartesiano, jamais poderia imaginar a ideia de um Império Mundial, em moldes absolutamente espirituais, de uma Sinarquia, com guias, exércitos e governadores que administrem, sábia e dinamicamente, o planeta. Isso, no entanto, foi preconizado pelas augustas e esotéricas fraternidades que trabalharam intensamente nos séculos 18 e 19, com sua famosa Utopia do Império Mundial.
Porém, não conseguiram materializar o que já existe em nível esotérico: esse Império é composto por Seres de altíssimo nível vibratório, moral e espiritual… Seres, Forças, Inteligências etc., hierarquizados de acordo com seu grau de Consciência.
Os cabalistas hebreus, com seus profundos conhecimentos ocultistas, afirmavam que cada Sistema, Galáxia, Planeta etc., possui Regentes, Gênios Planetários, Devas (ou Anjos), onipotentes e oniscientes dentro de seu trabalho cósmico. Posso citar alguns exemplos tirados das literaturas cabalísticas de algunse suas influências de Poder:
ARCANJO REGENTE
DOMÍNIO
SÍRIUS
VIA-LÁCTEA
ALCIONE
PLÊIADES
MICHAEL
NOSSO SOL
GABRIEL
LUA
RAFAEL
MERCÚRIO
URIEL
VÊNUS
ZACARIEL
JÚPITER
ORIFIEL
SATURNO
SAMAEL
MARTE
MELQUISEDECK (CHANGAM)
PLANETA TERRA
Dentro dessa lógica, pode-se afirmar, sem temor de erro, que Changam-Melquisedeck pode ser considerado como uma espécie de Administrador Supremo da vida evolutiva e involutiva de nosso planeta Terra, o guardião da Anima Mundi… aliás, Ele é a própria Vida da Terra…
Mesmo sendo um “Devaraja”, um Arcanjo poderoso, obviamente acima do bem e do mal, esse misterioso Rei do Mundo possui um corpo físico que data de 4 milhões de anos, já que Ele tem em suas mãos o Elixir da Longa Vida, essa famosa Chave do Grande Arcano, como nos ensina o VM Samael Aun Weor. O próprio Mestre Samael afirma que o rosto do Grande Elder, como Changam também é chamado, exprime grandiosidade, majestade e poder, com seus pômulos salientes, olhos faiscantes e grande estatura…
Melquisedeck, o Rei do Mundo
Esse Ser já foi visto e contatado inúmeras vezes na Ásia, especialmente na Índia e Tibet, mas também em outras paragens, como nos templos sagrados de Angkor-Vat, no Camboja. Ossendovski, em seu livro Bestas, Homens e Deuses, comenta:
“Estando de passagem, no começo de 1921, na Lamaseria de Narabanchi Kure, no distante Oriente, o Houtuktu levou-me até uma sala ricamente adornada e disse: ‘Está vendo aquele trono?
Pois bem, numa noite de inverno diversos cavaleiros chegaram ao mosteiro e pediram que todos os Gelongs e Getuls, com o Houtuktu e o Campô, se reunissem nesse quarto. Então, um dos estrangeiros subiu ao trono e tirou da cabeça seu barrete. Todos os lamas caíram de joelhos porque tinham reconhecido o Homem de quem se falava nas bulas sagradas do dalai-lama, do Tashi Lama e do Bogdo Khan…
É o Ser que é o amo do mundo inteiro e que desvendou todos os segredos da Natureza. Ele rezou brevemente no idioma tibetano, abençoou todos os que se achavam presentes e depois fez revelações a respeito do século 20.
Isso ocorreu há 30 anos… Enquanto estávamos rezando na frente do pequeno altar, a porta se abriu sozinha, as velas e as tochas se acenderam espontaneamente e os defumadores que estavam sem fogo começaram a mandar pelos ares nuvens de incenso. Depois disso, o Rei do Mundo e seus companheiros desapareceram sem deixar qualquer vestígio.’”
Em seguida, Ossendovski relata sua própria experiência, depois de ouvir ceticamente o relato do monge: “O Houtuktu entrou no santuário, ajoelhou-se, cobriu os olhos com as mãos e começou a rezar. Eu estava observando o rosto calmo e sereno da estátua do Buda dourado, onde as lâmpadas acesas deixavam sombras que se mexiam. Depois, olhei para o trono.
O Rei do Mundo
Foi maravilhoso e difícil de acreditar, mas eu vi um homem forte e musculoso, o rosto bronzeado, com uma expressão severa marcada na boca e nos maxilares. Sua fisionomia era dominada pelo brilho [magnetismo] dos olhos. Através de seu corpo transparente, vestido com uma túnica branca, consegui ver as inscrições tibetanas no encosto do trono. Fechei os olhos e os abri novamente. Não havia mais ninguém, porém, a almofada de seda sobre o trono parecia mexer-se…”
Milhões de estudantes de todos os países do mundo vão diariamente à escola e à universidade de forma inconsciente, automática, subjetiva, sem saber porque, nem para quê.
Os estudantes são obrigados a estudar matemática, física, química, geografia etc. A mente dos estudantes está recebendo informação diariamente, mas eles jamais na vida se detêm um momento para pensar no porquê dessa informação, ou no objetivo dessa informação.
Por que nos enchemos dessa informação? Para que nos enchemos dessa informação?
Os estudantes vivem realmente uma vida mecânica, e só sabem que têm de receber informação intelectual e conservá-la armazenada na memória infiel, e isso é tudo. Jamais ocorre aos estudantes pensar sobre o que é realmente esta educação.
Vão à escola, ao colégio ou à universidade, porque seus pais mandaram, e isso é tudo. Não ocorre aos estudantes, ou aos professores ou professoras, alguma vez perguntarem a si mesmos: por que estou aqui? Que vim fazer aqui? Qual é realmente o verdadeiro e secreto motivo que me traz aqui?
Professores, professoras, e os estudantes em geral vivem com a consciência adormecida, agem como verdadeiros autômatos.
Vão à escola, ao colégio e à universidade de forma inconsciente, subjetiva, sem saber realmente nada do porquê ou do para quê.
É necessário deixar de ser autômato, despertar a consciência, descobrir por si mesmo o que é esta luta tão terrível para passar nos exames, para estudar, para viver em determinado lugar estudando diariamente, para passar de ano, sofrendo sustos, angústias, preocupações… para praticar esportes, para brigar com os companheiros de escola etc.
Os professores e professoras precisam se tornar mais conscientes, a fim de cooperar na escola, no colégio ou na universidade, ajudando os estudantes a despertarem consciência.
É lamentável ver tantos autômatos sentados nos bancos das escolas, colégios e universidades, recebendo informações que devem conservar na memória, sem saber por que ou para quê.
Os rapazes só se preocupam em passar de ano. É dito a eles que devem se preparar para ganhar a vida, para conseguir emprego etc. E eles estudam formando mil fantasias na mente com respeito ao futuro, sem conhecer realmente o presente, e sem saber o verdadeiro motivo pelo qual devem estudar física, química, biologia, aritmética, geografia etc.
As meninas modernas estudam para ter a preparação que lhes permita conseguir um bom marido ou para ganhar a vida, estando devidamente preparadas para o caso de o marido as abandonar ou que fiquem viúvas ou solteironas. Puras fantasias da mente, porque elas não sabem realmente qual haverá de ser seu futuro, nem em que idade vão morrer.
A vida na escola está é muito vaga, incoerente, subjetiva… Faz-se com que a criança aprenda, às vezes, certas matérias que na vida prática não servirão para nada.
Hoje em dia, na escola, o importante é passar de ano, e isso é tudo.
Em outros tempos, havia pelo menos um pouco mais de ética nessas coisas. Agora, não há mais tal ética. Os pais podem subornar sigilosamente o professor ou a professora e o rapaz ou a moça, ainda que seja um péssimo estudante, passará de ano inevitavelmente.
Há moças na escola que costumam tratar bem o professor com o propósito de passar de ano e o resultado é maravilhoso, ainda que não tenham compreendido nada do que foi ensinado. De qualquer maneira, saem-se bem nos exames e passam de ano.
Há rapazes e moças prontos para passar de ano. Simples questão de esperteza em muitos casos.
Se um aluno passa vitorioso por certo exame (algum estúpido exame), isso não indica que tenha consciência objetiva verdadeira sobre aquela matéria na qual foi examinado.
O estudante repete como um papagaio, de forma mecânica, aquela matéria que estudou e na qual foi examinado. Isso não é estar autoconsciente daquela matéria. Isso é memorizar e repetir como um papagaio, ou caturrita, o que aprendeu, e isso é tudo.
Passar nos exames, passar de ano, não significa ser muito inteligente. Conhecemos pessoas inteligentes na vida prática que na escola jamais se saíram bem nos exames.
Conhecemos magníficos escritores e grandes matemáticos que na escola foram péssimos estudantes e jamais passaram bem nos exames de gramática e matemática.
Sabemos do caso de um estudante, péssimo em anatomia, e que só depois de muito sofrer conseguiu vencer os exames de anatomia. Hoje, tal estudante é autor de uma grande obra sobre anatomia.
Passar de ano não significa necessariamente ser inteligente. Há pessoas que jamais passaram bem de ano e que são muito inteligentes.
Há algo mais importante do que passar de ano, há algo mais importante do que estudar certas matérias: é preciso ter plena consciência objetiva, clara e luminosa daquelas matérias estudadas.
Os professores e professoras devem se esforçar para ajudar os estudantes a despertar sua consciência. Todos os esforços dos professores devem ser dirigidos à consciência dos estudantes. É urgente que os estudantes se façam plenamente autoconscientes daquelas matérias que estudam.
Aprender de memória, aprender como papagaio, é simplesmente estúpido no sentido mais completo da palavra. Os estudantes veem-se obrigados a estudar difíceis matérias e a armazená-las na memória para passar de ano. Depois, na vida prática, tais matérias não só se tornam inúteis como ainda são esquecidas, porque a memória é infiel.
Os rapazes estudam com o propósito de conseguir emprego e ganhar a vida. Mais tarde, se têm a sorte de conseguir tal emprego ou de se tornarem profissionais, médicos, advogados etc., a única coisa que conseguem é repetir a mesma história de sempre: casam, sofrem, têm filhos e morrem sem ter despertado a consciência, morrem sem ter tido consciência de sua própria vida. Isso é tudo.
As moças casam-se, formam seus lares, têm filhos, brigam com os vizinhos, com o marido, com os filhos, divorciam-se, voltam a casar, enviúvam, ficam velhas etc.
Por fim, morrem depois de ter vivido adormecidas, inconscientes, repetindo como sempre o mesmo drama doloroso da existência.
Os professores e as professoras não querem se dar conta cabal de que todos os seres humanos têm a consciência adormecida. É urgente que os professores também despertem, para que possam despertar os alunos.
De nada serve encher a cabeça de teorias e mais teorias, citar Dante, Homero, Virgílio etc., se temos a consciência adormecida, se não temos consciência objetiva, clara e perfeita de nós mesmos, das matérias que estudamos e da vida prática.
De que serve a educação se não nos tornamos criativos, conscientes e inteligentes de verdade?
A verdadeira educação não consiste em saber ler e escrever. Qualquer mentecapto, qualquer tonto, pode aprender a ler e escrever. Precisamos ser inteligentes, e a inteligência só desperta em nós quando a consciência desperta.
A humanidade tem 97% de subconsciência e 3% de consciência. Precisamos despertar a consciência, precisamos converter o subconsciente em consciente. Precisamos ter cem por cento de consciência.
O ser humano não só sonha quando seu corpo físico dorme, mas também sonha quando seu corpo físico não dorme, quando está em estado de vigília. É necessário deixar de sonhar, é necessário despertar a consciência, e esse processo do despertar deve começar no lar e na escola.
O esforço dos professores deve ser dirigido à consciência dos estudantes, e não unicamente à memória. Os estudantes devem aprender a pensar por si mesmos, e não apenas repetir como papagaios as teorias alheias.
Os professores têm de lutar para acabar com o medo dos estudantes.
Os professores devem permitir aos estudantes a liberdade de discordar e criticar de forma sadia e construtiva todas as teorias que estudam. É absurdo obrigá-los a aceitar de forma dogmática todas as teorias que são ensinadas na escola, no colégio ou na universidade.
É preciso que os estudantes percam o medo para que aprendam a pensar por si mesmos. É urgente que os estudantes percam o medo, para que possam analisar as teorias que estudam.
O medo é uma das barreiras para a inteligência. O estudante com medo não se atreve a discordar, e aceita como artigo de fé cega tudo o que disseram os diferentes autores.
De nada serve que os professores falem de intrepidez, se eles mesmos têm medo. Os professores têm de estar livres do temor. Aqueles que temem a crítica, o que dirão etc., não são na verdade inteligentes.
O verdadeiro objetivo da educação deve ser acabar com o medo e despertar a consciência.
De que serve passar nos exames, se continuamos medrosos e inconscientes? Os professores têm o dever de ajudar os alunos, desde os bancos da escola, para que sejam úteis na vida, mas enquanto existir o medo ninguém poderá ser útil na vida. A pessoa cheia de temores não se atreve a discordar da opinião alheia. A pessoa cheia de temores não pode ter livre-iniciativa.
Evidentemente, é função de todo professor ajudar a todos e a cada um dos alunos de sua escola a estar completamente livres do medo, a fim de que possam agir de forma espontânea, sem a necessidade de que se lhes diga ou de que se lhes mande.
É urgente que os estudantes percam o medo, para que possam ter livre-iniciativa, espontânea e criadora. Quando os estudantes, por iniciativa própria, livre e espontânea, possam analisar e criticar as teorias que estudam, deixarão de ser meros entes mecânicos, subjetivos e estúpidos.
É urgente que exista a livre-iniciativa para que surja a inteligência criadora nos alunos e alunas. É necessário dar liberdade de expressão criadora, espontânea e sem condicionamento de espécie alguma, a todos os alunos e alunas, a fim de que possam se fazer conscientes daquilo que estudam.
O livre poder criativo só pode se manifestar quando não temos medo da crítica, do que dirão, da férula do professor, das réguas etc.
O medo e o dogmatismo degeneraram a mente humana. Faz-se urgente regenerá-la mediante a livre-iniciativa, espontânea, livre de medo…
Precisamos nos tornar conscientes de nossa própria vida e esse processo do despertar deve começar nos próprios bancos da escola.
De pouco nos servirá a escola, se dela sairmos inconscientes e adormecidos. A abolição do medo e a livre-iniciativa darão origem à ação espontânea e pura.
Por livre-iniciativa, os alunos e alunas, em todas as escolas, deveriam ter direito a discutir em assembleia todas as teorias que estão estudando.
Somente assim, mediante a libertação do temor e com liberdade para discutir, analisar, meditar e criticar sadiamente o que estamos estudando é que poderemos nos tornar conscientes dessas matérias e não meramente papagaios ou caturritas que repetem o que acumulam na memória.
No lar e na escola, os pais de família e os professores sempre nos dizem o que devemos pensar, mas jamais na vida nos ensinam COMO PENSAR.
Saber o que pensar é relativamente fácil. Nossos pais, professores, tutores, autores de livros etc., são, cada um, ditadores ao seu modo. Cada um deles quer que pensemos em seus ditos, exigências, teorias, preconceitos etc.
Os ditadores da mente abundam como erva daninha. Existe por todas as partes uma tendência perversa para escravizar a mente alheia, para engarrafá-la, para obrigá-la a viver dentro de determinadas normas, preconceitos, escolas etc.
Os milhares e milhões de ditadores da mente jamais quiseram respeitar a liberdade mental de ninguém. Se alguém não pensa como eles pensam, é classificado de perverso, renegado, ignorante etc. Todo mundo quer escravizar todo mundo.
Todo mundo quer atropelar a liberdade intelectual dos demais. Ninguém quer respeitar a liberdade do pensamento alheio. Cada um se julga judicioso, sábio, maravilhoso etc., e quer, como é natural, que os outros sejam como ele, que o convertam em modelo e que pensem como ele.
Abusou-se demasiado da mente. Observem os comerciantes e sua propaganda através do jornal, do rádio ou da televisão. A propaganda comercial é feita de forma ditatorial. Compre o sabão tal!
Os sapatos tal! Tantos reais! Tantos dólares! Compre agora mesmo! Imediatamente! Não deixe para amanhã! Tem de ser imediatamente! Etc. Só falta dizer que se não obedecermos, nos metem na cadeia ou nos assassinam.
O pai quer meter suas ideias à força no filho, e o professor na escola censura, castiga e dá notas baixas se o rapaz ou a moça não aceita suas ideias expostas ditatorialmente.
Metade da humanidade quer escravizar a mente da outra metade. Essa tendência a escravizar a mente dos demais salta aos olhos quando estudamos as negras páginas da negra história.
Por todas as partes existiram e existem sangrentas ditaduras empenhadas em escravizar os povos. Sangrentas ditaduras que ditam o que a gente deve pensar. Infeliz daquele que tente pensar livremente, inevitavelmente irá para os campos de concentração da Sibéria, para a prisão, para os trabalhos forçados, para a forca, o fuzilamento, o exílio, etc.
Tanto os professores e professoras, os pais de família e os livros não querem ensinar COMO PENSAR.
As pessoas adoram obrigar os outros a pensar de acordo com o que creem e é claro que nisto cada um é um ditador a seu modo. Cada um se julga a última palavra, cada um crê firmemente que todos os outros devem pensar como ele, porque ele é o melhor do melhor.
Pais de família, professores, patrões etc., censuram e voltam a censurar seus subordinados.
É espantosa essa horrível tendência da humanidade a faltar com o respeito aos outros, a atropelar a mente alheia, a enjaular, prender, escravizar, acorrentar, o pensamento alheio.
O marido quer meter à força suas ideias, sua doutrina, na cabeça da mulher e esta quer fazer a mesma coisa com ele.
Muitas vezes, marido e mulher se divorciam por incompatibilidade de ideias.
Os cônjuges não querem compreender a necessidade de se respeitar a liberdade intelectual alheia. Nenhum cônjuge tem o direito de escravizar a mente do outro. Cada um é de fato digno de respeito. Cada um tem o direito de pensar como quiser, de professar sua religião e de pertencer ao partido político que quiser.
Aos meninos e meninas na escola se obriga a pensar em tais ou quais ideias, porém, não se lhes ensina a dirigir a mente.
A mente das crianças é delicada, elástica e dúctil, enquanto que a dos velhos já está endurecida, rija como argila em um molde; já não muda e não pode mudar.
A mente dos meninos e jovens é suscetível de muitas mudanças; pode mudar.
Aos meninos e jovens pode-se ensinar COMO PENSAR. Aos velhos é muito difícil ensinar isto, porque eles já são como são e assim morrem. É muito raro encontrar na vida algum velho interessado em mudar radicalmente.
A mente das pessoas é moldada desde a infância. Isto é o que os pais de família e os professores de escola preferem fazer. Eles gozam dando forma à mente das crianças e jovens.
Mente metida em um molde é, de fato, mente condicionada, mente escrava.
É preciso que os professores e professoras rompam os grilhões da mente.
É urgente que os professores saibam dirigir a mente das crianças para a verdadeira liberdade, para que não se deixem escravizar mais.
É indispensável que os professores ensinem aos alunos e alunas COMO SE DEVE PENSAR.
Os professores devem compreender a necessidade de ensinar aos alunos e alunas o caminho da análise, da meditação e da compreensão.
Nenhuma pessoa compreensiva deve aceitar jamais de forma dogmática nada. Primeiro é preciso investigar, inquirir e compreender antes de aceitar.
Em outras palavras, diremos que não há necessidade de aceitar, e sim de investigar, analisar, meditar e compreender.
Quando a compreensão é plena, a aceitação é desnecessária.
De nada serve enchermos a cabeça de informação intelectual, se, ao sairmos da escola, não sabemos pensar e continuamos como autômatos viventes, como máquinas, repetindo a mesma rotina de nossos pais, avós, bisavós etc.
Repetir sempre a mesma coisa, viver vida de máquina, da casa para o escritório e do escritório para casa, casar para se converter em maquininha de fazer filhos, isso não é viver. Se para isso estudamos, se para isso fomos à escola, ao colégio e à universidade durante dez ou quinze anos, melhor teria sido não estudar.
O Mahatma Gandhi foi um homem bem singular. Muitas vezes, os pastores protestantes sentaram-se à sua porta por horas inteiras lutando para convertê-lo ao cristianismo protestante. Gandhi não aceitava o ensinamento dos pastores, tampouco o rejeitava. Compreendia-o, respeitava-o e isso era tudo.
Muitas vezes o Mahatma dizia: “Eu sou brâmane, judeu, cristão, maometano…” O Mahatma compreendia que todas as religiões são necessárias, porque todas elas conservam os mesmos valores eternos.
Isso de rejeitar ou aceitar alguma doutrina ou conceito revela falta de maturidade mental. Quando rejeitamos ou aceitamos alguma coisa, é porque não a compreendemos.
Onde há compreensão, a aceitação ou a rejeição ficam sobrando.
A mente que crê, a mente que não crê ou a mente que duvida é mente ignorante.
O caminho da sabedoria não consiste em crer, não crer ou duvidar.
O caminho da sabedoria consiste em inquirir, analisar, meditar e experimentar.
A verdade é o desconhecido de momento a momento. A verdade nada tem que ver com o que alguém acredita ou o que deixe de acreditar, nem tampouco com o ceticismo.
A verdade não é questão de aceitar ou de rejeitar. A verdade é questão de experimentar, viver, compreender.
Todo o esforço dos professores deve ser para levar, em última síntese, aos alunos e alunas à experiência do real, do verdadeiro.
É urgente que os professores e professoras abandonem essa tendência antiquada e perniciosa de modelar a mente plástica e dúctil das crianças.
É absurdo que pessoas adultas, cheias de preconceitos, paixões, ideias preconcebidas e antiquadas, atropelem a mente das crianças e dos jovens, procurando modelar suas mentes de acordo com suas ideias rançosas, estúpidas e antiquadas.
Melhor é respeitar a liberdade intelectual dos alunos e alunas, respeitar sua prontidão mental e sua espontaneidade criadora.
Os professores e professoras não têm o direito de enjaular a mente dos alunos e alunas.
O fundamental não é ditar à mente dos alunos o que deve pensar, e sim ensinar-lhes COMO PENSAR de forma completa.
A mente é o instrumento do conhecimento, e é necessário que os professores e professoras ensinem aos alunos e alunas a dirigir sabiamente esse instrumento.
Temos visto que muitos professores e professoras de História Universal no Ocidente do mundo costumam zombar de Buda, Confúcio, Maomé, Hermes, Quetzalcóatl, Moisés, Krishna etc.
Fora de toda dúvida, também pudemos comprovar até a saciedade o sarcasmo, o gracejo e a ironia jogados pelos professores e professoras contra as religiões antigas, contra os deuses e contra a mitologia. Tudo isso é precisamente falta de inteligência.
Nas escolas, colégios e universidades, deveria se tratar os temas religiosos com mais respeito, com alto sentido de veneração e com verdadeira inteligência criadora.
As formas religiosas conservam os valores eternos e estão organizadas de acordo com as necessidades psicológicas e históricas de cada povo e de cada raça.
Todas as religiões têm os mesmos princípios, os mesmos valores eternos, e só se diferenciam na forma.
Não é inteligente que um cristão zombe da religião do Buda, da religião hebraica, ou hindu, porque todas as religiões descansam sobre as mesmas bases.
As sátiras de muitos intelectuais contra as religiões e seus fundadores são devidas ao veneno marxista, que, nesta época, está intoxicando todas as mentes fracas.
Os professores e professoras de escolas, colégios e universidades devem orientar seus alunos e alunas pelo caminho do verdadeiro respeito aos nossos semelhantes.
De qualquer ponto de vista, é perverso e indigno o rufião que, em nome de uma teoria qualquer, zomba dos templos religiosos, das seitas, escolas ou sociedades espirituais.
Ao saírem das aulas de estudo, os estudantes têm de conviver com pessoas de todas as religiões, escolas e seitas, e não é inteligente que sequer saibam manter a devida compostura em um templo.
Ao sair da escola, depois de 10 ou 15 anos de estudos, os rapazes e as moças estejam tão lerdos e adormecidos como os demais seres humanos, tão cheios de vacuidade e faltos de inteligência como no primeiro dia em que ingressaram na escola.
A mente, a memória, o Eu, o Ego, são distintos da Inteligência, que é uma expressão do Ser Divino
É urgente que os estudos, entre outras coisas, desenvolvam o centro emocional, porque nem tudo é intelecto.
É necessário aprender a sentir as íntimas harmonias da vida, a beleza da árvore solitária, o canto de um passarinho no bosque, a sinfonia de música e cores de um belo pôr do sol.
Também é necessário sentir e compreender profundamente todos os horríveis contrastes da vida, como a cruel e impiedosa ordem social desta época em que vivemos; ruas cheias de mães infelizes que mendigam um pedaço de pão com seus filhos desnutridos e famintos, os feios edifícios onde vivem milhares de famílias pobres, as estradas repugnantes por onde circulam milhares de carros impelidos por combustíveis que prejudicam os organismos etc.
Depois de abandonar as aulas, o estudante tem de se defrontar não só com o seu próprio egoísmo e os seus próprios problemas, mas também com o egoísmo de todas as pessoas e os múltiplos problemas da sociedade humana.
O mais grave de tudo é que o estudante que terminou a escola, ainda que tenha preparo intelectual, não tem inteligência, pois sua consciência está adormecida. Está deficientemente preparado para a luta com a vida.
Chegou a hora de investigar e de descobrir o que é isso que se chama Inteligência. O dicionário e a enciclopédia são impotentes para definir seriamente a Inteligência.
Sem inteligência, jamais poderia haver transformação radical, nem felicidade verdadeira; é bem raro na vida encontrar pessoas verdadeiramente inteligentes.
O importante na vida não é somente conhecer a palavra Inteligência, mas sim, experimentar em nós mesmos seu profundo significado.
São muitos os que se julgam inteligentes; não há bêbado que não se julgue inteligente. Karl Marx, julgando-se muito inteligente, escreveu sua farsa materialista, a qual custou ao mundo a perda dos valores eternos, o fuzilamento de milhares de sacerdotes das mais diferentes religiões, a violação de monjas budistas e cristãs, a destruição de muitos templos, a tortura de milhares e milhões de pessoas etc. Qualquer um pode se julgar inteligente, o difícil é sê-lo verdadeiramente.
Não é adquirindo mais informação livresca, mais conhecimentos, mais experiências, mais coisas para deslumbrar as pessoas, mais dinheiro para comprar juízes e policiais etc., que se vai conseguir isso que se chama Inteligência.
Não é com o mais que se pode chegar a ter Inteligência. Equivocam-se redondamente aqueles que supõem que a Inteligência pode ser conquistada com o processo do mais.
É urgente compreender a fundo, e em todos os terrenos da mente subconsciente e inconsciente, o que é esse pernicioso processo do mais porque no fundo se oculta muito secretamente o querido Ego, o Eu, o Mim Mesmo; que deseja e sempre quer mais e mais, para engordar e se robustecer.
O Mefistófeles que levamos por dentro, o Satã, o Eu, diz: “Eu tenho mais dinheiro, mais beleza, mais inteligência, mais prestígio, mais astúcia” etc. etc. etc.
Quem quiser, de verdade, compreender o que é a Inteligência, terá de aprender a senti-la, deve vivenciá-la e experimentá-la através da meditação profunda.
Tudo o que as pessoas acumulam no sepulcro podre da memória infiel, informação intelectual, experiências da vida, se traduz sempre fatalmente em termos de mais e mais. De maneira que nunca chegam a conhecer o profundo significado de tudo isso que acumulam.
Muitos leem um livro e depois o depositam na memória satisfeitos por terem acumulado mais informação, mas quando são chamados a responder pela doutrina escrita no livro que leram, demonstram que desconhecem o profundo significado do ensinamento. No entanto, o Eu quer mais e mais informação, mais e mais livros, ainda que não tenha vivenciado a doutrina de nenhum deles.
Não se consegue inteligência com mais informação livresca, com mais experiência, com mais dinheiro ou com mais prestígio. A inteligência poderá florescer em nós quando compreendermos todo o processo do Eu, quando entendermos a fundo todo esse automatismo psicológico do “mais”.
É indispensável compreender que a mente é o centro básico do mais. Realmente, esse mais é o próprio Eu Psicológico que exige, e a mente é o seu núcleo fundamental.
Quem quiser ser inteligente de verdade deve resolver-se a “morrer”, não somente no nível intelectual superficial como também em todos os terrenos, subconscientes e inconscientes da mente.
Quando o Eu morre, quando o Eu se dissolve totalmente, a única coisa que fica dentro de nós é o Ser autêntico, o Ser verdadeiro, a legítima inteligência tão cobiçada e tão difícil.
As pessoas julgam que a mente é criadora. Estão equivocadas, o Eu não é criador e a mente é o núcleo básico do Eu.
A inteligência é criadora porque ela é do Ser, ela é um atributo do Ser. Não devemos confundir a mente com a inteligência.
Estão equivocados plenamente e de forma radical aqueles que supõem que a inteligência é algo que pode ser cultivado como uma flor de jardim ou como algo que se possa comprar, como se compram títulos de nobreza, ou ainda possuindo uma formidável biblioteca.
É preciso compreender profundamente todos os processos da mente, todas as reações, esse mais psicológico que acumula etc. Só assim brotará em nós, de forma natural e espontânea, a ardente labareda da inteligência.
Conforme o Mefistófeles que levamos dentro for se dissolvendo, o fogo da inteligência criadora irá se manifestando pouco a pouco, até resplandecer abrasadoramente.
Nosso verdadeiro Ser é amor, e desse amor nasce a autêntica e legítima inteligência, que não é do tempo.
De acordo com a COSMOLOGIA GNÓSTICA, sistematizada pelo Mestre Samael Aun Weor, nossa civilização terrestre foi, e continua sendo, grandemente influenciada por inúmeras civilizações extraterrestres. Por fazer parte de uma Confederação Cósmica, a Terra sempre recebeu auxílio.
Proteção contra ataques de Extraterrestres Negros, Magia Negra de outros planetas, formas de vida alienígena altamente daninhas para a biologia terrestre etc., sempre foram anulados pelos Guardiães Cósmicos.
Ou seja: nós NUNCA FOMOS ABANDONADOS…
Pleiadianos, Orionitas, Sirianos estão sendo cada vez mais vistos ao redor da Terra
Os principais reitores da evolução galáctica são os habitantes de Sírius, de Órion, das Ursas Maior e Menor e, finalmente, do aglomerado estelar das Plêiades.
Os habitantes da Constelação das Plêiades possuem uma ligação muito especial conosco.
A Cosmologia Gnóstica afirma que nosso Sistema Solar, chamado de Sistema de Ors, faz parte do Sistema Interestelar Pleiadiano. Alcione, a estrela central das Plêiades, tem 7 estrelas que giram ao seu redor, das quais nosso Sol Ors é a sétima estrela.
Por isso estamos recebendo cada vez mais visitas e orientações dos elevados habitantes pleiadianos, especialmente de um planeta, chamado Erra.
Segundo afirmações de um dos maiores contatados dos pleiadianos, o suíço Eduard “Billy” Meier, há 3 bases pleiadianas na Terra: uma na Suíça, outra nos Estados Unidos (Flórida) e a última em alguma parte oculta da Ásia.
Os pleiadianos afirmam que eles estão a cerca de 10 mil anos à nossa frente em relação ao conhecimento científico.
E a idade média de um pleiadiano é perto de mil anos. São seres puros e belos, por dentro e por fora, não possuem os elementos psicológicos negativos que infestam a psique (ou alma) terrestre, tais como ira, cobiça, inveja, medos, traumas, bloqueios etc.
Ainda temos muito a aprender com eles, com certeza.
Um jornal muito famoso da Cidade do México, DF, traz, em grandes letras na primeira página, a seguinte notícia: “Discos Voadores na França e nos Estados Unidos localizados por radar”.
A seguir, transcrevemos o texto dessa alarmante notícia: “Cidade de Oklahoma, 2 de agosto. Os Discos Voadores reapareceram ontem à noite no Meio-Oeste dos Estados Unidos. A polícia rodoviária de Oklahoma assinala que, na base militar do Tinker, perto da cidade de Oklahoma, o radar registrou a presença de quatro objetos não identificados que evoluíram no céu a uns 7 mil metros de altitude, mas, na própria base, recusam confirmar ou negar a notícia (ocultam-na).
Por outra parte, três patrulheiros da polícia afirmaram ter visto objetos que em perfeita formação voaram pelo espaço de 30 minutos. A cor desses objetos, vermelho em um princípio, transformou-se paulatinamente em branco e azul-esverdeado.
O escritório do xerife de Wichita, no Kansas, anuncia, por sua parte, que vários objetos não-identificados foram observados ontem à noite no espaço de horas, a uma altura que ia de 2 mil a 3 mil metros”.
UFO perseguido por um caça dos EUA em Porto Rico
Aterrissou em um Semeado
“Marmande, França, 2 de agosto. Um Disco Voador foi visto ontem à noite por um estudante perto da cidade do Marmande, o sudoeste da França. Segundo a testemunha, tratava-se de um enorme disco luminoso que pousou em um semeado e que logo se elevou para afastar-se a uma velocidade vertiginosa.”
De todos os rincões da terra, chegam alarmantes notícias sobre discos voadores. Na França, uma dessas naves cósmicas aterrissou e, de seu interior, saíram os tripulantes de média estatura, segundo uma testemunha ocular. As autoridades acharam no lugar as marcas redondas de uma nave desconhecida.
Na Argentina, outra nave aterrissou sobre uma montanha de difícil acesso. Um camponês deu parte às autoridades; estas puderam contemplar a nave, mas não conseguiram chegar até ela devido ao acidentado do terreno.
Sobre uma torre de controle de foguetes na Austrália voou uma nave cósmica em instantes em que os peritos de dita torre seguiam a trajetória do foguete que fotografou Marte.
A verdade nua em questão dos Discos Voadores é que realmente existem e que foram registrados por radar e devidamente fotografados. Resulta impossível que o radar e os aparelhos fotográficos possam sofrer alucinações.
Esta questão dos Discos Voadores já está escandalosa e, embora os patifes e os céticos façam mofa e escárnio daqueles que afirmamos a existência das Naves Cósmicas, lhes gostem ou não, os Discos Voadores são um fato concreto devidamente registrado por radar.
Estamos absolutamente seguros de que os patifes não gostam deste espinhoso assunto devido a isso que se chama amor próprio. Ninguém gosta que lhe fira o amor próprio. Eles querem muito a si mesmos e não estão dispostos a renunciar a suas queridas teorias de uma hora para outra.
Os patifes acreditam que só na Terra existem seres humanos. É muita presunção acreditar firmemente que só eles têm direito a viver em um Cosmos tão maravilhoso e infinito. Porém, eles são assim e não há forma de convencê-los de que estão equivocados.
Ante os fatos concretos, ante as notícias sensacionais sobre Discos Voadores, o Movimento Gnóstico fica em pé para exigir aos homens de ciência que falem com mais franqueza e que não sigam com o propósito de ocultar a verdade sobre os Discos Voadores ou Naves Cósmicas.
No deserto de Nevada, Estados Unidos, o grande cientista norte-americano Adamski ficou em contato com uns venusianos que aterrissaram perto do posto onde ele estava fazendo suas investigações.
Esse cientista de reconhecido prestígio mundial pôde conversar amplamente com os ditos venusianos.
Em um país sul-americano cujo nome não podemos mencionar existe uma sociedade científica composta por 98 sábios discípulos de Marconi. Esses sábios convivem com um grupo de marcianos que normalmente aterrissam em dita região.
O que mais incomoda os patifes é que a coisa não se faça pública e que tudo se faça tão em segredo. Nós perguntamos a esses patifes se eles são assim tão inconscientes, para dar de presente uma bomba de dinamite a um menino de três anos. Que aconteceria a um menino que brincasse com uma bomba de dinamite?
Se à humanidade dessem de presente os Discos Voadores, podemos estar absolutamente seguros de que ditos discos seriam utilizados para a guerra, e, então, ninguém sobre a face da terra poderia estar seguro de sua própria vida. Recordemos a velocidade com que desenvolvem estas naves, o poder de elevar-se ou descender verticalmente, o poder de permanecerem aparentemente quietas no ar etc.
Dar de presente estas naves à humanidade seria como dar de presente uma bomba de dinamite a um menino para que brincasse com ela. Aos senhores patifes, que tanto lhes desgostam o segredo, aconselhamo-lhes três coisas: Primeira, regenerar-se. Segunda, uma boa dose de paciência. Terceira, abandonar o conceito equivocado de considerá-los únicos habitantes do Cosmos.
O foguete que fotografou Marte não é uma maravilha da ciência. As péssimas fotografias tiradas 17 mil quilômetros de distância não podem assegurar se existe ou não vida em Marte.
Resulta estúpido deduzir de uma péssima fotografia a realidade vital sobre o planeta Marte.
As inumeráveis crateras de Marte não significam que este seja um mundo morto como a Lua.
Se se fotografasse a Terra a uma distância de 17 mil quilômetros, é lógico que a fotografia seria similar às que se obtiveram em Marte. Então, veríamos, em ditas fotografias, algo brumoso, cheio de inumeráveis crateras.
Nenhuma fotografia de tipo cósmico pode nos informar o oxigênio que haja ou não haja em determinado planeta.
Mesmo que os senhores patifes se sintam muito molestos e lancem contra nós toda sua baba difamatória, a realidade é que, em distintos lugares da Terra já existem grupos seletos de pessoas que estão em direto contato com os habitantes de Marte, Mercúrio, Vênus etc.
2. Um Visitante Jupiteriano
As notícias que vêm de todas partes do mundo asseguram que as naves cósmicas aterrissam em distintos lugares da Terra. O que mais incomoda aos patifes é não poder capturar uma dessas naves com tripulação e tudo.
Estamos absolutamente seguros de que os canibais da África e do Amazonas também se sentem muito molestos quando não conseguem capturar a um explorador.
No caso concreto dos discos voadores, as pessoas querem proceder como canibais, mas os tripulantes das Naves Cósmicas, conhecedores da selvageria humana, não estão dispostos a deixar-se apanhar porque sabem muito bem a sorte que lhes aguardaria. Os patifes os fariam presos, as Naves seriam confiscadas e utilizadas para a guerra etc.
As tripulações dessas naves cósmicas não estão dispostas a servir de cobaias e, em vez de deixaram-se apanhar, preferem, com justa razão, desaparecer no espaço infinito. Isto é semelhante ao explorador de raça branca que foge ante a tribo de canibais.
Estamos dizendo algo que pode ferir muito aos patifes porque eles querem muito a si mesmos e se presumem de supercivilizados, embora, no fundo, sejam verdadeiramente selvagens vestidos à moderna.
No Brasil, perto do Paraná, aterrissou uma nave em presença de um cientista famoso de apelido Kraspedón. O capitão de dita nave convidou ao mencionado cientista a visitar sua nave.
O chamado cientista pôde conhecer não só o interior da nave, mas também sua tripulação.
O capitão de dita nave disse vir de um satélite do planeta Júpiter. Falou em perfeito espanhol e prometeu ao chamado cientista corresponder à sua visita. Quando o senhor Kraspedón quis dar ao capitão seus dados domiciliares, não foi necessário porque o capitão declinou a oferta dizendo: “Nós sabemos perfeitamente como encontrá-lo na Terra”.
Seis meses mais tarde, um domingo qualquer, o senhor Kraspedón, fechado no escritório em sua casa, foi interrompido, de repente, por sua mulher quem lhe informou que, na porta, estava um homem que desejava falar com ele. Disse-lhe que tal homem trazia, entre suas mãos, uma Bíblia e que insistiu em dar explicações sobre esta.
O senhor Kraspedón ordenou à sua mulher se despedir do visitante e fechar a porta. Momentos depois, retornou a senhora informando a seu marido que o mencionado visitante não queria ir-se e insistia em falar com ele.
Um pouco mal-encarado, resolveu o chamado cientista abandonar seu estudo e sair à porta para atender ao visitante. Grande foi sua surpresa ao encontrar-se cara a cara com o capitão da Nave Cósmica que, seis meses antes, tinha conhecido.
O senhor Kraspedón convidou o visitante fazendo-o passar à sala de sua casa. Logo, veio a conversa. O chamado cientista quis examinar as capacidades intelectuais do jupiteriano e o meteu em um beco muito difícil, com perguntas complicadíssimas sobre a Bíblia.
Aquele visitante demonstrou possuir uma muito brilhante inteligência, pois conhecia até as raízes mais íntimas do grego, do hebraico e do aramaico e soube dar às Sagradas Escrituras interpretações altamente científicas, profundamente filosóficas, extraordinariamente artísticas e transcendentalmente místicas.
Depois dessa entrevista, houve duas entrevistas a mais em distintos lugares da cidade às quais concorreu o chamado cientista acompanhado de um professor de Física e Matemática.
Os ensinamentos que deu o jupiteriano em matéria de Astronomia foram realmente formidáveis, todo esse conhecimento é transcendental.
O senhor Kraspedón é um cientista sério; não se trata de nenhum enganador. Resolveu condensar todos os conhecimentos que o jupiteriano lhe entregou em um precioso livro escrito em português intitulado Os Discos Voadores.
Advertiu o jupiteriano que as explosões atômicas estão alterando a camada superior da atmosfera terrestre. Essa camada é o filtro supremo que decompõe e analisa os raios solares transformando-os em luz e calor.
Disse o jupiteriano que, se os cientistas atômicos continuarem com suas explosões nucleares, chegaria o dia em que já o filtro supremo seria incapaz de analisar e decompor os raios solares em luz e calor, então, veríamos o Sol negro como silício e a Lua vermelha como sangue e sobre a face da Terra uma cor vermelha ferrosa.
Advertiu o jupiteriano que, ao decompor a camada Superior da Atmosfera terrestre que serve de sustentáculo para a vida da Terra, viriam grandes terremotos e as cidades cairiam como castelos de cartas, feito pó.
Informou o jupiteriano dizendo que já eles, os navegantes do espaço que visitam a Terra, estão vendo a Camada Superior da atmosfera terrestre em franco processo de alteração e sem o brilho e esplendor de outros tempos.
Disse o jupiteriano que a guerra termonuclear saturará com as radiações atômicas a água que bebemos, os cultivos com que nos sustentamos, as nuvens que trazem as chuvas etc.
Advertiu o jupiteriano que a radiação atômica danificará o fósforo no cérebro do ser humano e, por todos os lugares, serão vistas cenas dantescas nas ruas, hospitais cheios de pessoas, multiplicação do câncer, da leucemia, milhões e milhões de mortos, fome e desespero.
Os tempos vão passando, as explosões atômicas continuam agora em forma subterrânea tanto na Rússia como nos Estados Unidos. França e China seguem fazendo explosões atômicas na atmosfera e os diários do mundo inteiro trazem notícias de terremotos espontâneos, seja no Chile, seja em San Salvador, agora no Iraque, Japão etc.
Estamos diante de fatos concretos que não se pode refutar. Aos invejosos incomodará muito o chamado relato sobre o jupiteriano e o senhor Kraspedón, e não sentiria muitas saudades de que agora lancem contra nós todas suas sátiras apoiadas em um ceticismo estúpido como aqueles que se burlaram de Pasteur, Galileu, Edson etc.
O que mais molesta aos invejosos é não ter a oportunidade que teve o senhor Kraspedón. Estamos seguros de que, se a esses invejosos lhes desse semelhante oportunidade, abusariam dela inevitavelmente, capturando ou matando os visitantes do Cosmo Infinito.
Os canibais são canibais e os habitantes de outros mundos sabem muito bem se cuidar deles desaparecendo no espaço antes que as hordas bárbaras possam capturá-los.
3. O Homem que foi a Vênus
Nós conhecemos pessoalmente a Salvador Villanueva Medina, o homem que foi a Vênus. Salvador não tem nada de fanático nem de desequilibrado. Salvador foi examinado pelos psiquiatras e eles chegaram à conclusão de que este é um homem normal, mentalmente equilibrado.
Salvador não vive de sua extraordinária aventura nem tampouco do livro que escreveu intitulado Estive no Planeta Vênus. Este cavalheiro agora é mecânico de profissão, arruma automóveis, disso vive, nós mesmos estivemos em sua oficina vendo-o trabalhar, é prático em cem porcento. O domicílio deste cavalheiro não revelamos por não ter autorização para dá-lo em um impresso.
Só nos limitamos a duas coisas: Primeira, dar testemunho de que este é um homem absolutamente cordato dedicado a seu trabalho e à sua família. Segunda, que este homem passou por uma aventura formidável, mas que não vive nela.
Pleiadianos, Orionitas, Sirianos estão sendo cada vez mais vistos ao redor da Terra
Salvador Villanueva Medina conta o que aconteceu, e isso lhe tem dado muitos sofrimentos porque os patifes, os céticos de sempre, os imbecis, têm feito escárnio dele.
Salvador esteve em Vênus, fora de toda dúvida, e cumpre com o dever de informar a seus semelhantes, embora estes se burlem dele. Quem ri do que desconhece está a caminho de ser idiota.
Na segunda dezena do mês de agosto de 1953, Salvador, conduzindo um automóvel rumo a Laredo, levava uns “gringos” que desejavam retornar a seu país. Tiveram de acontecer as peripécias mais tremendas. O carro se danificou, seus acompanhantes decidiram retornar a um povoado próximo em busca de um guincho. Enquanto isso, no silêncio da noite, Salvador se meteu debaixo do carro com o propósito de consertá-lo.
Quando tentou sair debaixo do automóvel, ouviu que alguém se aproximava, pois se escutavam passos na estrada. Uma voz estranha lhe perguntou, em perfeito espanhol, o que tinha acontecido com o carro. Salvador não respondeu. Encontrou-se frente ao homem estranhamente vestido, de pequena estatura, com 1 metro e 20 centímetros aproximadamente.
O estranho uniforme do visitante, o rosto tão branco como o marfim, o cabelo comprido platinado e ondulado caindo sobre seus ombros, a perfeição de seu rosto etc., surpreenderam tremendamente a Salvador.
Conta Salvador que este estranho visitante levava um cinturão com perfurações das quais saíam estranhas luzes.
Salvador só se limitou a perguntar ao misterioso personagem se era aviador. O personagem respondeu que seu avião, como nós o chamamos, estava a pouca distância. Ditas estas palavras, o personagem se meteu entre a montanha. Conta Salvador que, depois deste acontecimento, resolveu dormir tranquilamente no seu carro.
Não tinha passado muito tempo quando foi despertado por fortes golpes dados no vidro da porta dianteira do lado direito. Salvador abriu sua porta e foi grande sua surpresa ao encontrar ao conhecido que vinha agora em companhia de outro indivíduo semelhante. Salvador os fez entrar em seu carro e conversou com eles amplamente.
Aqueles personagens disseram vir de Vênus e deram muitos dados sobre este planeta.
Disseram que, em Vênus, as ruas se prolongavam sem fim, cheias de desníveis para evitar acidentes.
Em Vênus, os veículos não consomem combustíveis nem vegetais nem minerais, pois são prejudiciais para os organismos. Os venusianos utilizam a energia solar para propulsar seus veículos.
Disseram-lhe que as banquetas, plataformas ou calçadas das ruas não estão paradas, pois estão organizadas em forma de bandas metálicas que se movem e economizam esforços aos transeuntes e que as pessoas jamais ocupam o centro da rua, pois este é metálico e condutor da força solar com que se impulsionam todos os veículos.
Disseram os venusianos que eles, em seu mundo, tinham um só mar, mas que este era três vezes mais profundo que os nossos.
Salvador asseverou que, segundo nossos sábios terrestres, nenhum outro planeta podia ter habitantes racionais.
George Adamski (à esquerda) e Salvador V. Medina
Os venusianos responderam: “O que lhes faz pensar tal coisa? Acaso os deficientes meios de que dispõem para fazer seus cálculos? Não lhes parece muita pretensão acreditar que são os únicos seres que povoam o Universo?”
Aqueles venusianos informaram amplamente a Salvador sobre a vida de Vênus. Dissiparam suas dúvidas lhe explicando que eles criaram em Vênus mediante sistemas científicos especiais um clima artificial uniforme ou benigno convertendo assim seu mundo em uma morada deliciosa.
Explicaram que, em Vênus, os meninos não vagam pelas ruas, que o Governo os controla até que alcançam a idade adequada, que lhes classificam de acordo com suas qualidades físicas e mentais e lhes atribuem determinado lugar onde fazem falta.
Explicaram estes venusianos que, do mar, tiram todos os elementos necessários para construir edifícios, confeccionar roupa, fabricar veículos e uns 60% ou mais de sua alimentação.
Disseram que seus navios podem estar no ar ou na água e que, no fundo do mar, existem gigantescas fábricas encarregadas de selecionar e aproveitar cientificamente o pescado para sua alimentação.
Afirmaram os venusianos que, aqui em nosso planeta Terra ficam alguns deles vestidos de compatriotas com o propósito de estudar à humanidade de nosso planeta. Dizem eles que a etapa histórica pela que nós, os terrícolas, estamos atravessando agora, viveram-na eles faz muitos milhares de anos. Eles também conheceram as guerras, os líderes ardilosos da política, até que, por fim, nasceu a fraternidade. Hoje em dia, não têm bandeiras. Fizeram de seu mundo uma só Pátria e estão governados por sábios que somente se limitam a aconselhá-los com sabedoria e amor.
Salvador foi convidado pelos venusianos a comprovar a realidade dessas afirmações. Saiu do carro depois dos dois homens. Meteu-se com eles na montanha e encontrou uma majestosa nave em figura de esfera achatada que se apoiava em três boias que formavam um triângulo. Diz Salvador que dita nave tinha, na parte superior, um cabo ligeiramente inclinado para dentro, como de 1 metro de altura, circundado de buracos que semelhavam olhos de boi como os que se usam nos navios.
Salvador penetrou detrás de seus acompanhantes no interior da formidável nave cósmica que, segundo suas palavras, parecia uma impressionante fortaleza.
Cinco dias esteve vivendo Salvador no planeta Vênus, e retornou à Terra depois de ter verificado a realidade de todas essas afirmações feitas pelos venusianos.
A civilização venusiana é milhões de vezes mais avançada que a dos orgulhosos terrícolas.
Salvador relata o que viu, nos limitamos a comentá-lo. A Casa Philips examinou amostras de terra e de plantas recolhidas no lugar onde Salvador encontrou a nave e descobriu uma desordem atômica muito estranha dessas amostras. Também se fotografou o lugar, pois ali ficaram os rastros da nave. O sábio Adamski ditou uma conferência sobre este tema no Teatro Insurgentes do México. Uma comissão alemã de cientistas se interessou pela questão e visitou Salvador e estudou no terreno dos acontecimentos. Não ficou dúvida alguma, porém os imbecis seguirão rindo como sempre porque são imbecis.
4. Discos Voadores e Homenzinhos Verdes
De Lima, Peru, veio uma notícia datada de 2 de agosto, cujo texto é o seguinte: “Um Disco Voador com seu tripulante, um miúdo de cor esverdeada, foi visto ontem à noite no terraço de uma casa desta capital por um jovem estudante, segundo declaração que prestou hoje ao diário O Comércio.
Esta visita se adiciona a uma que deu conta na semana passada um guarda do Distrito de Chosica, a 40 quilômetros de Lima, o qual informou ter visto no pátio de uma fábrica um Disco provido de uma tromba como de elefante, que desapareceu aos 10 minutos de observação.
Quanto ao Disco Voador de ontem à noite, Alberto San Román Nuñez, de 15 anos, afirmou ter visto um ser esverdeado, enrugado, de 90 centímetros de altura que se deslizava pelo terraço. Pouco depois, a nave arrojou uma luz avermelhada em meio da qual levantou voo, deixando no chão seus rastros nas que se apreciam quatro bases de assentamento”.
Até aqui, esta maravilhosa notícia. A pele de cor verde pode surpreender a muitas pessoas, mas, nós, os terrícolas, também temos raças de cor negra e amarela e pele-vermelha que poderiam surpreender aos visitantes cósmicos.
Realmente, nenhuma das testemunhas presenciais de Discos Voadores e tripulantes extraterrestres poderiam se atrever a assegurar que estes visitantes misteriosos tenham formas diferentes aos de nós, pobres terrícolas.
É lamentável que a ficção científica se dedicou a propagar idéias falsas ou fantasias sobre a figura e forma dos visitantes extraterrestres.
É claro que a cor da pele varia segundo os climas, segundo os ambientes etc., mas a forma humana já seja gigantesca, média ou pequena, é sempre a mesma.
A ficção científica se encarregou de propagar, por onde quer seja, através do rádio, através do cinema ou da televisão, tremendas falsidades prejudiciais para a humanidade.
Levantaram-se calúnias infamantes contra os visitantes extraterrestres, a mente dos terrícolas julga de acordo com suas perversidades e quer ver, em nossos nobres visitantes, todo o ódio da mente terrícola, todas as atrocidades de um Hitler, todas as monstruosidades do inventor da bomba H, todas as purgações sangrentas de um Stalin etc.
Não querem se dar conta estes perversos terrícolas do nobre propósito de nossos amigos extraterrestres. Se eles quisessem tomar o planeta Terra e escravizar a todos seus habitantes o fariam em minutos porque têm elementos suficientes para fazê-lo.
Se eles quisessem nos destruir já o teriam feito porque têm instrumentos atômicos e científicos com os quais podem fazer saltar em pedaços qualquer planeta do espaço.
Recordemos que, muito antes que nós, os terrícolas, conhecêssemos a matemática, eles já navegavam no espaço sideral.
Nossos amigos extraterrestres conhecem o planeta Terra melhor do que nós e não têm nenhum interesse em nos escravizar ou nos destruir como o propagou misteriosamente a ficção científica destes tempos de rock e rebeldes sem causa.
Nossos amigos extraterrestres conhecem a hora crítica em que vivemos e só querem nos ajudar. Necessitamos, com suma urgência, de sua ajuda porque os terrícolas estão totalmente fracassados.
Se as hordas bárbaras continuarem em seu estúpido propósito de capturar ou destruir as naves cósmicas que nos visitam, perderemos infelizmente a brilhante oportunidade que nossos irmãos do espaço nos estão brindando.
Eles querem estabelecer contato pessoal conosco, mas, em vez de recebê-los com verdadeiro respeito e amor, em vez de brindar com hospitalidade, lhes enviamos aviões de caça para interceptá-los. Todo mundo quer destruí-los, realmente, estamos nos comportando como selvagens alheios a toda civilização e a toda cultura.
Chegou a hora de mudar nossa atitude belicosa e oferecer a nossos irmãos visitantes do espaço nossa amizade e nosso carinho. Eles vêm para nos ajudar e não para nos destruir.
Os irmãos gnósticos devem começar por dar o exemplo estabelecendo nos terraços de suas casas, em nosso país, em nossos terrenos, sinais amistosos, círculos com pontos no centro. Do ponto, saem linhas que se dirigem à periferia e, da periferia, saem pequenas linhas que embora não chegam até o centro dão a entender que se dirigem para o centro, para o ponto.
Faça com que o ponto chamado no centro do círculo tenha uma bela cor dourada para simbolizar a Divindade.
As linhas que, da periferia, se dirigem para o centro, para o ponto, podem ser azuis em bastante quantidade e curtas. As linhas que, do centro, se dirigem para o círculo é claro que conectam ao ponto com a circunferência e podem ser também de cor azul.
Este é o símbolo da Divindade na Religião Marciana (Símbolo, clique aqui). Nós podemos usá-lo pondo-o sobre nossas casas, em nossos terrenos, fazendo-o com focos luminosos ou simplesmente pintados, para estabelecer relação amistosa com os habitantes de Marte e com todos os habitantes do Cosmo.
Dito símbolo significa que tudo sai da Divindade e retorna à Divindade.
Usaremos este símbolo para brindar a amizade aos habitantes do espaço, embora os patifes riam de nós. Já todos nós sabemos o que são os patifes, eles são céticos em 100%, presumem-se de supercivilizados, acreditam-se muito sábios e usam a sátira e a fina ironia contra todos os que não queremos pensar como eles.
VM Samael Aun Weor ao lado do contatado dos venusianos Salvador V. Medina
5. O Movimento Gnóstico
O homem se lançou à conquista do espaço sem se importar com os Discos Voadores nem com a questão espiritual.
Russos e gringos querem conquistar a Lua e, é claro que alunissaram, embora os foguetes cósmicos resultam algo grotesco e até ridículo se os compararmos com os Discos Voadores.
O mais lamentável de tudo isto é o instinto agressivo da humanidade terrestre. Quem tomar a Lua vai querer convertê-la em uma plataforma militar armada com potencial atômico.
Ainda não tomaram a Lua “gregos e troianos” e já se fala de foguetes atômicos orbitais para destruir cidades indefesas. Esse é o estado em que desgraçadamente se encontra a humanidade terrestre.
O inventor da bomba H ainda não sabe o dano que causou à humanidade. Se uma dessas bombas de hidrogênio chegasse a explodir nas zonas superiores da atmosfera, onde existe o depósito de hidrogênio puro, queimaria toda a atmosfera da Terra, cumprindo-se, assim, a profecia dita por Pedro em sua Segunda Epístola que, à letra, diz assim: “Mas, o dia do Senhor virá como ladrão na noite; no qual os Céus passarão com grande estrondo, e os elementos ardendo serão refugos, e a terra e as obras que nela há serão queimadas”. (Epístola de São Pedro, 2:10)
É claro que, antes que isto aconteça, antes que a um louco lhe ocorra fazer este experimento com a bomba de hidrogênio, antes que ela chegue a explodir nas zonas superiores da atmosfera, onde está o hidrogênio puro da Terra, o depósito vivente de hidrogênio universal, podemos estar seguros de que eles, os navegantes do espaço infinito, fariam voar em pedaços o planeta Terra, porque as humanidades dos outros planetas do sistema solar não têm que sofrer as conseqüências da explosão do hidrogênio terrestre.
Semelhante catástrofe terrestre repercutiria espantosamente sobre os outros planetas do sistema solar e, antes que esta aconteça, eles, os navegantes do espaço sideral, se veriam obrigados, com dor profunda, a destruir este planeta, fazendo-o voar em pedaços porque não é justo que outras humanidades planetárias sofram as conseqüências das loucuras do homem terrestre.
Nestes instantes, os habitantes da Terra estão cheios de orgulho e soberba. Os perversos levantaram a Torre de Babel com a qual pensam em conquistar o espaço exterior e já os habitantes dos outros mundos do sistema solar têm ordem de se defender.
Os foguetes espaciais chegarão à Lua inevitavelmente. Depois, quererão estes terrícolas perversos e ensoberbecidos lançar-se sobre Marte.
O encontro com as humanidades de outros planetas é, por lógica dedução, totalmente inevitável, e a esta raça caduca e degenerada não ficará mais remédio do que se transformar ou perecer.
O Movimento Gnóstico Cristão Universal quer forjar grupos de homens e mulheres de boa vontade para dar as boas-vindas a nossos irmãos do espaço.
Milhões de seres humanos cheios de soberba, orgulho e perversidade só acreditam em seus foguetes espaciais e em suas armas destrutivas. Essas hordas de sabichões estão entregues a todos os vícios da Terra e riem de tudo o que cheira a Discos Voadores.
O Povo Gnóstico de maneira nenhuma aceita o anticristo da falsa ciência nem menos pode acreditar que se possa conquistar o espaço infinito sem haver conquistado a si mesmo.
Seria absurdo supor que as hordas bárbaras da Terra possam conquistar outros mundos e escravizar a humanidades planetárias superiores.
O Povo Gnóstico não aceita a perversidade dos patifes e está resolvido a organizar o Exército de Salvação Mundial com homens e mulheres de boa vontade que estejam dispostos, com alegria, a dar as boas-vindas a nossos irmãos do espaço sideral.
O Movimento Gnóstico Universal estabelecerá, por onde quer que esteja nos distintos lugares da Terra, verdadeiros cenáculos místicos, condizentes ao estudo das leis cósmicas, com o propósito de preparar às pessoas para receber a nossos Irmãos do Espaço.
O Movimento Gnóstico compreende a necessidade das Naves Cósmicas para viajar através do infinito, mas não acredita que o caminho da perversidade, do orgulho e da cobiça seja precisamente o indicado.
O Cosmo infinito é sagrado e está governado por leis divinas que não se pode impunemente quebrantar sem receber as desastrosas conseqüências.
Nós, os Gnósticos, estamos dispostos a estudar as leis do espaço eterno com toda humildade e aos pés de nossos irmãos do espaço. Sabemos que esse é precisamente o caminho exato que pode nos permitir navegar nas verdadeiras Naves Cósmicas por todo o espaço infinito.
Agora, precisamos nos preparar acabando com todos nossos defeitos, dissolvendo esse EU que levamos dentro, esse Mefistófeles prejudicial.
Já que, em alguns lugares da Terra, muito secretamente, existem grupos humanos seletos que estão em contato com os visitantes cósmicos, dos quais receberam pequenas quantidades de naves interplanetárias.
Nos Himalaias, cheios de neve e frio, existe certo grupo de lamas que está em contato com nossos irmãos do espaço. Esse grupo possui, muito em segredo, certa quantidade de Discos Voadores com os quais viaja através do infinito.
Em outros lugares da Terra existem grupos similares que já possuem os Discos Voadores.
Estamos dizendo algo que nem remotamente podem aceitar os patifes sabichões, irônicos, sarcásticos e cheios de petulância. Porém, o que importa à ciência e o que a nós?
Vamos, os irmãos do Movimento Gnóstico, nos preparar humildemente para nos fazermos dignos e merecedores de receber em grupos seletos e ocultos os irmãos do espaço.
É necessário, é urgente propagar estes ensinamentos e formar verdadeiros lares para nossos irmãos do espaço.
Em 1º de agosto de 2015, bolas de luz verde cruzaram os céus do Sul do Brasil, especialmente na altura de Porto Alegre, mas também em Buenos Aires, a capital argentina, e em partes do Uruguai e do Paraguai…
Esse fenômeno acontece a olhos vistos há muito tempo. Diversos registros ocorreram especialmente nos EUA. Manchete de diversos jornais norte-americanos: “Bola de Fogo assustou nos Estados Unidos”. O que terá sido essa visão tão aterrorizante, que tem aparecido nos céus com frequência cada vez maior desde o início da década de 1940, nos EUA e outros países?
A noite fez-se dia quando uma “enorme bola de fogo verde” foi visível nos céus no em vários estados do centro oeste dos EUA, durante cerca de 15 minutos. Foram muitos os cidadãos surpreendidos e assustados que ligaram para o Serviço de Meteorologia norte-americano (NWS, em inglês), na noite de quarta-feira, cerca das 22 horas. A “bola de fogo verde vista a mover-se de oeste para leste” e, “antes de ter alcançado o horizonte, desfez-se em pedaços”, explicou o NWS ao canal CNN.
Para além de Wisconsin, o fenômeno foi visível nos estados de Missouri, Illinois e Indiana. Uma televisão associada da CNN garante que habitantes de Ohio também viram. Não há uma explicação oficial para o sucedido, mas o NWS lembra que há uma chuva de meteoritos denominada “Gamma Virginids”, que ocorre geralmente entre 4 e 21 de abril, mas nunca com um tamanho tão descomunal. “Pode ter sido um grande meteorito que causou a brilhante bola de fogo que foi relatada”, disseram cientistas à CNN.
No entanto, qual a real explicação? os estudos do VM Samael Aun Weor sobre o tema têm uma conclusão estarrecedora, como veremos no texto abaixo, escrito em meados da década de 1960. Vejamos o que Samael nos aclara sobre as misteriosas Bolas de Fogo Verde (Green Fireballs, em inglês):
Nestes momentos de crise mundial, cientistas modernos se enfrentam com um enigma do espaço. Quero me referir, de forma enfática, ao Mistério das Bolas de Fogo Verde. Estas bolas refulgem, rutilam, resplandecem e logo se desvanecem como se fossem apagadas por algum por algum aparelho de controle remoto e sem deixar o menor rastro.
Foi-nos dito que os residentes de Albuquerque (Novo México), estão acostumados com essa classe de mistérios, pois é ostensivo que vivem junto à área de Los Alamos, de segredos atômicos. Os viajantes sabem muito bem que ao final da cidade estão as Forças Armadas da Base de Sandia, lugar onde a terrível bomba atômica foi armada para desgraça deste aflito mundo.
É evidente que no mesmo estado se encontra o laboratório de White Sands, especializado na fabricação de projéteis teleguiados. Sem embargo, apesar de todos esses mistérios, os moradores do lugar viram passar silenciosamente uma brilhante bola de fogo verde através do espaço infinito e se assombraram, ficaram admirados, surpreendidos.
“Em um lugar do deserto que cruza o Novo México, um domingo pela noite de um passado mês de novembro” – isso já faz muitos anos – “teve lugar um acontecimento misterioso.”
No céu, as estrelas brilhavam em uma noite clara. Pela rodovia, um jipe corria a 25 milhas por hora, e este transportava três estudantes da Universidade do Novo México: Ted Chamberlain, estudante de Geologia; seu amigo Gus Armstrong, dono do jipe; e o terceiro, Tom Bebooy. Eram cerca de 9 da noite e os jovens regressavam de uma caçada em San Agustín, perto de Magdalena. Na parte de trás do jipe levavam sua caça.
De repente, os três ficaram cegos por um segundo. À distância, no céu a noroeste, uma gigantesca bola de fogo ardia e cruzava rapidamente o firmamento. Sua cauda era esbranquiçada, porém a bola era de uma cor verde radiante, como se fosse um tubo de néon ou, como disse Chamberlain, ou como o cobre quando arde em um forno de laboratório.
Olhem, gritou Armstrong, ao mesmo tempo que perdia o controle de seu jipe, o qual se desviou de sua rota, deu um cavalo de pau e jogou seus ocupantes nas areias do deserto. Sobre suas cabeças, a bola de fogo se desvaneceu silenciosamente minutos depois, e os três embaraçados jovens regressaram ao jipe e se foram para Albuquerque.
Algo similar aconteceu duas noites antes. Lertes Miller e sua esposa, ambos de Palo Alto, Califórnia, vinham dirigindo pela Rota 60, perto de Glove, no Arizona. Pouco antes do anoitecer, viram uma chama verde-azulada que ardia sobre suas cabeças.
Era tão intensa que quase saí do caminho, pois me ceguei por uns segundos, disse mister Miller. Isso não era um meteoro comum e corrente, disse um sábio autor. Observadores através de mil milhas, de Santa Fé, Novo México, até a Califórnia, viram a bola de fogo verde nos céus. É inquestionável e a todas as luzes, ressalta que as bolas de fogo verde resultam radicalmente diferentes dos meteoros comuns e correntes.
É evidente e os observadores sabem muito bem, que essas bolas certamente são maiores e mais luminosas que a bela Selene. É óbvio que nenhum meteoro é assim. Assombra seu espantoso silêncio, qualquer meteoro desse tamanho é ostensivo que cai com grande estrondo. Todas as testemunhas estão de acordo em que tais bolas dentro de nossa atmosfera planetária se movem em linha reta. É claro que qualquer meteoro, grande ou pequeno, ao entrar em nosso ambiente, cai em curva côncava.
Existem agora infinitas conjecturas sobre o mistério das bolas de fogo verde. Alguns habitantes do Oeste culpas a bola pelo colapso que a torre de água de Tucumari, Novo México, sofreu, e que matou quatro pessoas, pois as investigações revelaram que a bola de fogo passou nos momentos precisos em que o colapso foi produzido por um curto-circuito nas linhas. Estamos, pois, ante um enigma tremendo e francamente não nos sobra mais remédio que voltar à Panspermia de Arrhenius.
Por todo o mundo, sem exceção, são vistas essas misteriosas Bolas de Fogo Verde, agora explicadas pelo VM Samael Aun Weor
“O espetáculo das grandes bolas de fogo verde, cruzando como relâmpago os céus, é uma experiência inolvidável; eles como todos os milhares de americanos que as viram pelo Sudeste, se perguntam: “O que é isso?”
A resposta a essa formidável interrogante a tem o Movimento Gnóstico Internacional, quando diz:
“Redemoinhos elétricos, vórtices de força, escapam dos mundos portando em seu seio Germes de Vida. Torvelinhos elétricos chegam aos mundos trazendo em seus ventres os Germes de Vida”.
O sistema solar, incluindo nosso aflito mundo, é óbvio que já chegou a certo rincão do Cosmo onde os vórtices elétricos portadores de Germes Vitais se fizeram visíveis.
Nosso sistema solar, em sua eterna viagem através do inalterável infinito, chegou a um rincão do Universo onde eventos cósmicos jamais esperados podem ocorrer.