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Fotos Arqueoufológicas

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Tebaide – Quadro pintado por Paolo Uccello (cerca de 1460)

Tapete com Ufo ao fundo (1330)

Hamburgo – Alemanha (1697)

Prodigiorum Liber, do bistoriador Julius Obsequens

Antigo Texto de Prajnaparamita com desenho de UFO

Detalhe do Antigo Texto Prajnaparamita

O caso Elias Seixas

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Conhecemos Elias Seixas no 2° Encontro Gnóstico de Ufologia do ABC Paulista, em 1997, patrocinado pelo Instituto Michael e pelo site GnosisOnline. Este simpático carioca teve um interessantíssimo contato com Irmãos do Cosmo, que afirmaram a ele terem vindo da estrela Ursa Menor.

Na época do contato, no ano de 1980, Elias trabalhava como caminhoneiro, quando teria vivenciado uma experiência inexplicável. Seu relato, junto ao de outros dois amigos, entrou para a história da Ufologia brasileira pela riqueza de detalhes com que descreveu as situações pelas quais passou a dois ufólogos, a professora Irene Granchi e Silvio Lago.

Mais precisamente no dia 25 de setembro de 1980, Elias e seus amigos, que estavam na boleia de seu caminhão (seu primo Alberto Seixas Vieira e o amigo Guaraci de Souza), voltavam de Goiás, onde haviam deixado uma carga. Na volta, alguns fenômenos estranhos começaram a ocorrer, como o piscar dos faróis do veículo, mesmo desligados, e sensações de desconforto e sonolência.

Elias Seixas, contatado da Ursa Menor

No caminho, quando estavam a 100 quilômetros de Conceição do Araguaia (em Goiás), uma sensação de pressão na nuca, o retorno do pisca-pisca dos faróis e a impressão de ouvir uma voz forçaram Elias a parar. Quando saía do caminhão, ele não percebeu, mas seus colegas teriam visto um feixe de luz azulada atingi-lo.

Quando já estavam todos fora da cabine, eles avistam uma espécie de ‘fogo no mato’ a cerca de 1.500 metros e resolvem investigar. Desde o princípio, Alberto sentiu muito medo e resolveu não continuar andando naquela direção. Poucos segundos depois, Elias também foi tomado de pavor e decidiu desistir.

Medo e amnésia

Assim os três voltaram, entraram no caminhão e continuaram o percurso. Elias continuou ao volante. Guaraci carregava um chapéu de palha preso por um fio de nylon que, aparentemente sem nenhuma explicação, foi lançado pela janela. Sem entender o que aconteceu, os três resolveram novamente parar e descer do caminhão e, um de cada lado da carreta, encontrar-se-iam na traseira do veículo para pegar o chapéu.

A partir daí, nenhum deles lembrava-se muito bem da sequência de acontecimentos, exceto a sonolência com que retornaram à cabine do caminhão e o fato de chegarem à próxima parada cerca de cinco horas depois do previsto. Essa amnésia parcial combinada aos estranhos fenômenos ocorridos durante a viagem teriam feito os três buscarem a ajuda, num congresso de Ufologia, da pesquisadora Irene Granchi.

Regressão

A partir desse primeiro contado, suas histórias – e a de Elias com mais destaque que as dos demais – foram reveladas através de várias sessões de hipnose regressiva às quais os caminhoneiros foram submetidos. Segundo seu depoimento, antes de encontrar Guarani, Elias foi surpreendido por um foco muito forte de luz e levado para uma nave. Dentro da nave, ele viu um ser de frente para uma série de alavancas. Sentado, o ser de enormes braços estava com o cotovelo na coxa, mas não curvava o tronco.

Durante sua permanência na nave, o abduzido teria sido submetido a uma série de experiências. Por um momento, quando deitado numa espécie de “cama” onde seria estudado, viu um de seus companheiros, que teria dado um soco no ser que o estudava (segundo Elias eram ao todo três seres).

Entre outros testes que teriam feito com Elias, o abduzido relatou que implantaram algo em seu crânio e colocaram um aparelho em seu peito. Coletaram amostras de sangue e esperma e fizeram furos em seus dedos.

Elias contou ainda que foi levado para o que foi explicado pelos seus raptores como uma “base” espacial, localizada em Marte. Ali ele pôde ver – sem ser visto – uma série de seres de cabeça grande, desproporcional ao corpo, e muito pequenos, que pareciam estar trabalhando.

O relato continuou e Elias afirmou estar no que parecia ser uma rua, quando teria visto dois homens, um negro e outro branco, que ele percebeu serem siameses, grudados pelo braço. Ele quis tocá-los, mas seu raptor não permitiu. O caminhoneiro foi então levado a uma marquise onde viu seres que pareciam bonecos plásticos, de aspecto cinzento, após o que, foi trazido de volta à Terra.

Seres extraterrestres

Entre outras revelações feitas durante a hipnose, Elias disse que os seres informaram vir da estrela Ursa Menor. Tinham 2,10 metros de altura, olhos rasgados horizontalmente, de cor brilhante, e sua vestimenta assemelhava-se a uma espécie de roupa emborrachada.

Sem a regressão, Elias só se recordava de ter descido do caminhão e depois já estar de volta à cabine.

Ele e seus acompanhantes só começaram a se dar conta da estranheza dos acontecimentos quando perceberam que chegaram 5 horas além do previsto na próxima parada e gastaram pouquíssimo combustível na distância percorrida.

O abduzido teve ainda sequelas físicas, como dores nos dedos e no ombro. Não reconheceu a própria filha ao chegar em casa. Também sofreu de impotência sexual durante os 4 meses seguintes ao encontro, sem que os médicos que procurou, segundo ele, conseguissem chegar a algum diagnóstico.

O abduzido ficou com uma calcificação no crânio que, segundo os especialistas aos quais foi levado, só poderia existir se Elias tivesse feito uma cirurgia. E uma marca no peito, por terem aparentemente introduzido uma agulha, permaneceu.

Experiência Cósmicas

Para a sabedoria gnóstica, preconizada pelo Mestre Samael Aun Weor, os milhares de experiências que os extraterrestres estão efetuando com os seres humanos de nosso planeta é uma clara indicação de que os Irmãos do Cosmo estão nos estudando em todos os aspectos.

Colheitas de sêmen e sangue, além da fixação de implantes em diversas partes do corpo evidenciam “eles” estão pesquisando os habitantes da Terra. Para a Gnose, isso indica uma tentativa de ajuda para que não nos deterioremos mais ainda…

Ali Onaissi. Jornalista, escritor e coordenador do Portal Gnosisonline. E organizador dos Congressos Ufológicos do Grande ABC

Constelações das Ursas Maior e Menor. Segundo afirmação do grande mestre gnóstico Samael Aun Weor, as civilizações mais avançadas de toda a galáxia (tecnologicamente falando) encontram-se nessas constelações

A tauromaquia e a Vaca Sagrada

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Antes da Segunda Catástrofe Transapalniana que alterou fundamentalmente o aspecto da crosta terrestre, existiu um velho continente que hoje jaz submerso nas procelosas águas do Oceano Atlântico. Quero me referir, de forma enfática, à Atlântida, sobre a qual existem, por todas as partes, inumeráveis tradições.

Vede se não: nomes estrangeiros, atlantes ou de línguas bárbaras, como diziam aqueles cretinos gregos que quiseram assassinar Anaxágoras, quando se atreveu a dizer que o Sol era um pouco maior que a metade do Peloponeso.

Nomes, digo, traduzidos ao egípcio pelos sacerdotes de Saís e voltados à sua significação primeira pelo divino Platão, para vertê-los, depois, maravilhosamente, na linguagem da Ática. Vede o fio diamantino da tradição milenar desde aqueles até Sólon, continuando, em seguida, com os dois Crítias e o mestre Platão… Vede, vo-lo digo, as extraordinárias descrições de botânica, geografia, zoologia, mineralogia, política, religião, costumes etc., dos atlantes.

Vede, também, com olhos de águia rebelde, veladas alusões aos primeiros reis divinos daquele velho continente antediluviano, dos quais tantas referências têm também o paganismo mediterrâneo e os textos sagrados antiquíssimos do mundo oriental.

Reis sublimes, dos quais est’outros apontamentos assombrosos de Diodoro de Sicília, que ainda nos ficam por estudar, dão detalhada conta.

Vede, enfim, e isto é o mais interessante, o próprio sacrifício da Vaca Sagrada, característico dos brâmanes, dos hebreus, dos maometanos, dos gentios europeus e de milhares de outros povos…

É inquestionável que o nosso celebérrimo e indestrutível circo taurino, no fundo, não é senão uma sobrevivência ancestral antiquíssima daquela festa de sacrifício atlante, cuja descrição se encontra ainda em muitos livros arcaicos secretos.

São, em realidade, muitas lendas existentes no mundo sobre aqueles touros soltos no Templo de Netuno, animais aos quais não se rendia brutalmente como hoje, com lanças e espadas, senão com laços e outras artes engenhosas da clássica tourada.

Já vencida na arena sagrada, a simbólica besta era imolada em honra aos deuses santos da Atlântida, os quais, como o próprio Netuno, haviam involuído do estado solar primitivo até se converterem em pessoas de tipo lunar.

A clássica arte tauromáquica é, certamente, algo iniciático e relacionado com o culto misterioso da Vaca Sagrada…

Vede a arena atlante do Templo de Netuno e a atual. Certamente não são senão um Zodíaco vivo, em cujo constelado se senta o honorável público.

Os 3 Graus da Maçonaria Atlante

O Picador simboliza o Grau de Aprendiz, na sagrada Maçonaria Oculta
O Picador simboliza o Grau de Aprendiz, na sagrada Maçonaria Oculta

O iniciador, ou hierofante, é o Mestre, os bandarilheiros, a pé, são os Companheiros. Os picadores, por sua vez, são os Aprendizes. Por isto esses últimos vão a cavalo, quer dizer, com todo o lastro em cima do seu indomado corpo, que sói cair morto na dura briga.

Os Companheiros, ao porem as bandarilhas ou bastos, já começam a se sentir superiores à fera, ao ego animal. Quer dizer que já são, à maneira de Arjuna, do Bhagavad-Gita, os perseguidores do Inimigo Secreto.

Enquanto o Mestre, com a Capa da sua Hierarquia, ou seja, com o domínio de Maya, e empunhando com sua destra, a espada flamígera da vontade, resulta, à maneira dos deus Krishna daquele velho poema, não o perseguidor, senão o matador do eu, da besta, horripilante monstro bramador que também se vê no Camelot, ou Kamaloka, o próprio Rei Artur, chefe supremo dos insignes Cavaleiros da Távola Redonda.

É, pois, a resplandecente tauromaquia atlante uma Arte Régia, profundamente significativa, porquanto nos ensina, através de seu brilhante simbolismo, a dura briga que nos deve conduzir à dissolução do eu.

É indubitável que qualquer visão retrospectiva relacionada com o esoterismo taurino pode nos  conduzir a místicos descobrimentos de ordem transcendental.

Como fato de atualidade imediata não é demais citar o profundo amor que sente o toureiro por sua Virgem; é ostensível que a ela se entrega totalmente antes de aparecer com seu traje de luzes na arena.

Isso vem a nos recordar os mistérios isíacos, o sacrifício terrível da Vaca Sagrada e os cultos arcaicos de IO, cujas origens provêm, solenes, do amanhecer da vida em nosso planeta Terra.

Resulta patético, claro e definitivo que somente IO, Devi Kundalini, a Vaca Sagrada das cinco patas, a Mãe Divina, possui, na verdade, esse poder mágico serpentino que nos permite reduzir a poeira cósmica o Ego animal, a besta bramadora da arena da existência.

As vogais IO constituem, em si mesmas, o número 10 da geração e a razão da circunferência ao diâmetro.

Obviamente IO é, pois, o número Pi (Pithar), o tremendo mistério masculino-feminino.

IO também é a suástica, o fohat ou a eletricidade sexual transcendente que se representam com a cruz dentro do círculo e símbolo da Terra, sobre cujo tema se poderia escrever todo um livro.

    O Banderilheiro simboliza o Grau de Companheiro Maçonaria Iniciática
O Bandarilheiro simboliza o Grau de Companheiro na Maçonaria Oculta

Escrito está, com letras de fogo no livro da vida, que tal símbolo da suástica, em forma de coordenada matemática, existiu em todos os países da Terra, desde a noite dos séculos.

Necessitamos, com suma urgência inadiável, converter-nos em “vaqueiros”, quer dizer, em sábios condutores da vaca sagrada.

A Venerável Grande Mestra HPB viu, realmente, no Hindustão, uma autêntica vaca de cinco patas. Era um verdadeiro capricho da natureza, um milagre imaculado, branquíssimo, inefável…

Dom Mario Roso de Luna disse que aquela singular criatura levava a quinta pata na giba e que ela espantava as moscas ou se coçava…

O curioso animal era conduzido por um jovem da seita Sadhu. O jovem alimentava-se exclusivamente com o leite desta misteriosa vaca.

Ressalta palmário e manifesto o simbolismo esotérico, maravilhoso e esplendoroso da vaca das cinco patas.

Vivíssima expressão manifesta dos cinco desdobramentos da nossa Divina Mãe Kundalini muito particular…

Recordemos o signo do infinito, o oito estendido horizontalmente e igualado a um cinco; o que dá literalmente: Infinito igual a cinco. Quer dizer: o infinito é igual à pentalfa, à Vaca Inefável das cinco patas, à estrela de cinco pontas, ou pentágono regular e estrelado, que deteve Mefistófeles quando acudiu à evocação bruxesca do Doutor Fausto…

Definir esses cinco aspectos é indispensável para o bem de todos e de cada um de nossos estudantes:

1. A Imanifestada Kundalini.
2. Ísis inefável, casta Diana (Sabedoria, Amor, Poder).
3. A Hécate grega, a Prosérpina egípcia, a Coatlicue asteca (a rainha dos infernos e da
morte. Terror de amor e lei).
4. A Mãe Natura particular individual (aquela que criou nosso corpo físico).
5. A Maga Elemental Instintiva (aquela que originou nossos instintos).

O vaqueiro, o condutor da vaca sagrada, pode e deve trabalhar no magistério desses cinco poderes da pentalfa…

Solenemente declaro enfaticamente o seguinte: Eu trabalho diretamente com os cinco poderes da Vaca Sagrada.

toureiro

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Em outra conferência, o VM Samael comenta um pouco mais sobre os Mistérios Taurinos:

Na Tauromaquia, o Touro era considerado sagrado. A Roda representava sempre o Zodíaco, e os 12 Signos Zodiacais adornavam a roda, brilhando e resplandecendo… O Toureiro representava o Mestre; os discípulos estavam representados pelos Picadores, Companheiros; Aprendizes, Companheiros e Mestre…

É claro que o Aprendiz está representado pela besta, o Cavalo camuflado, símbolo da Mente; trata-se de picar a besta e o consegue, fazendo um pouco de força; sem dúvida, que é vulnerável por todas as partes, e pode bem o touro, com os seus cornos, transpassar a besta, mas em todo o caso o Aprendiz é o Principiante e não pode ser mais do que um Picador.

Na Atlântida, os reis de todo o continente concorriam a esse evento sagrado, não se olhava o touro de um ponto de vista profano, mas de um ponto de vista esotérico. Terminado o evento, todos os Reis bebiam o sangue do Touro, como querendo dizer que estavam dispostos, em si mesmos, à luta para desintegrar o Ego e transformá-lo ao pó cósmico…

Assim é que o evento do Touro vem dos antigos tempos, da época da Atlântida, que submergiu, com a sua poderosa civilização, no oceano que leva o seu nome… Esse é o aspecto esotérico dos Mistérios Taurinos, que muito poucos o têm entendido. É lastimável que por estes tempos tenham se esquecido tais mistérios…

Assim é que originalmente, esse Touro veio do Templo de Netuno, na longínqua “Olisis”…

Judas Iscariotes e seu evangelho

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Quase 2 mil anos após ter semeado discórdia entre os primeiros cristãos acerca da verdadeira “missão” de Judas de Kariot (Kerioth, ou Iscariotes, derivado do hebraico Ish Kerioth: Homem de Kerioth, cidade ao sul de Judá), surge à luz do mundo o sagrado Evangelho Segundo Judas. Esse manuscrito, encontrado na década de 50, contém 62 folhas de papiro escritas no dialeto copta, a antiga língua dos cristãos do Egito, e deverá ser publicado brevemente em várias línguas, para o bem da Verdade.

“Após termos recebido os resultados dos testes de datação com Carbono-14, concluímos que este texto é ainda mais antigo do que se pensava e remonta a um período entre o fim do século 3º e início do século 4º”, explica o diretor da Fundação Mecenas, Mario Jean Roberty, que se dedica à divulgação de descobertas arqueológicas.

Segundo alguns informes vistos na imprensa, investigadores da Universidade de Genebra, na Suíça, começaram a traduzir esse Evangelho. A existência do Evangelho Segundo Judas (Judas, em hebraico, significa Agradecimento), cujo original é verossímil em grego, foi atestada pelo primeiro bispo de Lyon, Irineu, que no século 2º havia classificado esse texto como “herético”.

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“É a única fonte que permite saber que tal evangelho existiu”, afirma Roberty, que não quis falar sobre o conteúdo do texto antes da sua publicação. Para o professor Rodolphe Kasser, um dos responsáveis da Universidade de Genebra pela tradução dessa antiquíssima obra gnóstica, o texto foi encontrado no Egito, aparentemente numa escavação clandestina.

Mas por que esse Evangelho, além de outros tantos, não foi sequer divulgado para o público? No Concílio de Niceia, hoje na Turquia, reunido em 325 por iniciativa do primeiro imperador cristão, Constantino, a igreja limitou a quatro os evangelhos transmitindo os ensinamentos de Cristo, ou seja, aqueles atribuídos a Marcos, João, Lucas e Mateus. Cerca de 30 textos, alguns deles conhecidos, foram descartados porque não estavam de acordo com o que Constantino desejava como doutrina política.

De acordo com especialistas, o Evangelho de Judas colocaria em questão certos princípios políticos da doutrina cristã e permitiria uma revolucionária reabilitação de Judas, que durante séculos carregou o estigma de traidor e assassino de Jesus.

Ao lado, vemos um dos raríssimos fragmentos de um manuscrito copta do Evangelho de Judas. Esse Evangelho era o principal escrito de uma seita gnóstica, chamada de iscariotes, a qual se baseava na doutrina da Aniquilação do Eu, e disseminou-se muito no Egito, norte da África e em algumas regiões da Europa medieval. Infelizmente, todos os documentos acerca da “Igreja de Judas” e seus membros (os iscariotes) foram destruídos, restando apenas, em todo o mundo, menos de uma dúzia de pequenos fragmentos que atestam que verdadeiramente essa “seita” gnóstica existiu.

Outra prova da existência dessa “Igreja” é o ataque de Irineu, um teólogo católico, em sua obra antignóstica Adversus Haereses, contra essa seita dos iscariotes e seu Evangelho Segundo Judas.

Esse Evangelho de Judas era a base de outras seitas gnósticas independentes, tais como os cainitas (erroneamente chamados de adoradores de Satã ou mesmo de vampiros) e dos marcionitas (seguidores do Mestre gnóstico Marción).

Irineu, nesse seu escrito antignóstico, sustentava que o Evangelho de Judas era una “história fictícia” que a seita dos cainitas (seguidores de Caim) havia escrito “ao estilo dos evangelhos”. Os cainitas (segundo o próprio Irineu) acreditavam que Judas tinha conhecimentos secretos, e que a meta de Judas era “causar confusão nos céus e na terra”.

Bem, esperamos que a tradução e publicação do Evangelho de Judas se faça para breve.

Samael Fala Sobre Judas

Sobre Judas e sua Missão, leiamos o que nos ensina o VM Samael Aun Weor sobre diversas seitas gnósticas destruídas pela “Santa” Inquisição e logo em seguida, o que Ele comenta acerca do Mestre Judas de Kariot, ou Iscariotes ( No final desta página disponibilizamos para download gratuito o livro O Vôo da Serpente Emplumada):

Depois vem outra seita gnóstica que existiu na Europa. Também muito importante era a seita dos Iscariotes, partidários de Judas Iscariotes. Também foram queimados nas fogueiras sem consideração alguma. A Santa Inquisição tomou conta deles. Mas, quem eram os Iscariotes?

Tenha-se em conta que Judas, o apóstolo do divino Nazareno, não foi como dizem um traidor. Isso foi uma calúnia que se levantou contra o apóstolo. Judas Iscariotes foi o melhor discípulo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Era um grande hierofante que desempenhou seu papel no Drama Cósmico, esse drama que se representou em todas as épocas e em todas as idades. Ele o aprendeu e o executou de memória, O Drama Cósmico faz parte do evangelho cristão. Esse drama foi trazido pelos Elohim à Terra, veio de outras esferas.

Judas não queria representar esse papel, ele queria o papel de Pedro. Porém, Jesus já o havia escolhido para o papel de Judas. De maneira que cada um dos doze aprendeu seu papel de memória. E uma obra de arte, uma obra dramática. Cada um teve de aprender seu papel de memória e a Judas coube esse papel e teve de o aprender. Ensaiou-o muitas vezes para que coincidisse com as sagradas escrituras; tinha de ser perfeito.

Pergunta: Então, Venerável Mestre, ao cumprir com esse papel, Judas não recebeu karma?
Samael Aun Weor:
Ao contrário, ganhou darma aos milhões, por toneladas. Judas Iscariotes é um grande Mestre. Ele não queria aquele papel. Ele nada mais fez do que repetir o que havia aprendido de memória. Como tinha de o fazer, tinha de ser exato, preciso, no momento oportuno. Tudo tinha de ser perfeito, de acordo com o Drama. Porém, ele não traiu Jesus jamais. Ele foi seu melhor discípulo. Judas não somente chegou até aí como ainda desceu ao Abismo e vive nos mundos infernais. Quando eu entrei no Abismo para o visitar, vi que o suspendiam e lhe punham cordas. Ele se deixava suspender com a humildade única de quem matou o Ego. Ele não tem Ego e vive ali no Abismo… fazendo o quê? Lutando para salvar os perdidos, os que não têm mais remédio… Como um Raio do Cristo, perdido no Abismo, sofrendo pelos perdidos.

É algo extraordinário! Ninguém sabe até onde chegou Judas. Se há um homem que ganhou o direito de entrar no Absoluto Imanifestado, esse é Judas Iscariotes. Nenhum de nós serve para descalçar Judas, nem eu mesmo me julgo capaz de lhe tirar os calçados. Ainda não me sinto capaz de fazer o que Judas fez. Não me sinto capaz e não sei se algum de vocês se sentiria capaz. Isso de viver no Abismo renunciando a toda felicidade… Desprovido de Ego e, no entanto, vivendo no Abismo, tratando de salvar os perdidos. Nem sequer no mundo físico têm consideração por ele. Odiado pelas multidões e toda essa questão de ser considerado um traidor, quando a única coisa que fez foi obedecer ao Senhor! Ninguém, nem remotamente, suspeita o que é o sacrifício de Judas pela Humanidade. Ele foi o único que não teve honras. Para ele não houve louvores.

Ninguém o elogiou… Quão morto não está seu Ego! De maneira que ele é o melhor dos discípulos que Cristo tem. Bem, agora, quanto ao corpo da doutrina dos iscariotes, é extraordinário. Eles estudaram o corpo da doutrina de Judas: a morte total do Ego. Todos os Mistérios de Judas têm de ser vividos no mundo causal.

Os Mistérios de Judas são a morte absoluta do Ego animal. Não pode sobrar nada do Ego, posto que Judas, como Mestre, não deixou nada de Ego, renunciou a tudo o que seja felicidade e mora no Abismo com os perdidos. Ele é o melhor dos discípulos do Senhor, o maior dos sacrificados. Aquele que tem mais direito à felicidade vive no Abismo entre os réprobos, entre os que não têm recuperação. Está lá unicamente por amor à Humanidade, tratando de buscar nas trevas alguém que queira a Luz. Quando consegue encontrar alguém arrependido, ele o instrui, e se o recupera, tira-o do Abismo. Judas faz isso! De forma que condenar Judas é o pior dos delitos.

Este é o corpo de sua doutrina: Quem nós temos de condenar é o “Judas Interno”. Aquele traidor que vende o Senhor por trinta moedas de prata, o que não é outra coisa do que aquele que troca o Senhor pelos prazeres, pelos licores e todas as coisas do mundo. A esse é que se tem de condenar. Judas nos indicou isso com a sua doutrina. Esta é a sua doutrina. A doutrina dele é a mais profunda: a morte absoluta do Ego.

Se há um homem que mereça reverência, esse é Judas Iscariotes. Essa seita gnóstica dos iscariotes foi perseguida na Europa pela Inquisição. Os membros da seita dos iscariotes foram queimados vivos nas fogueiras que ardiam na Europa. De maneira que vocês estão ouvindo coisas terríveis, não é verdade?

Quero lhes dizer de forma enfática que os humanoides que habitam a superfície da Terra são maquinazinhas encarregadas de captar determinados tipos e subtipos de energia cósmica que em seguida transformam automaticamente e retransmitem às camadas interiores do organismo planetário. Graças a isso, o planeta Terra pode viver. De maneira que o animal intelectual foi posto aqui a serviço único e exclusivo da economia da natureza. Este é o único objetivo: a economia da natureza. Agora, no entanto, o sol não é cruel. O sol depositou nas glândulas dessas maquininhas os germes para formar o homem.

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Esses germes podem ser perdidos e o normal é que se percam. Mas, se alguém coopera com o sol, se alguém de verdade coopera com o astro rei, esses germes se desenvolvem e surge o homem dentro do animal intelectual tal como na crisálida forma-se a borboleta, que um dia sai e voa.

De maneira que o interessante é cooperar com o sol e uma das melhores formas de se cooperar consiste em não alterar o solo em que esses gérmens têm de se desenvolver.

VM Rabolu e Judas Iscariotes

A partir de agora, transcrevemos perguntas de estudantes gnósticos a Joaquin Amortegui (bodhisattva do VM Rabolu, um dos 42 Juízes dos Tribunais de Deus).

Pergunta: Que nos pode o senhor dizer de Judas Iscariotes, de sua missão como um Ser Sagrado?
Rabolu: Através das seitas religiosas ou crenças, sempre se teve Judas como um elemento perverso, daninho, mau. Mas, em realidade, ante as Hierarquias Cósmicas (e eu sou muito testemunho disso), o que coube aos Apóstolos foi um Drama Cósmico para nos dar o ensinamento vivo, do que tínhamos de realizar cada um de nós. Em realidade, de todos os Apóstolos do Mestre Jesus, o mais adiantado, ou não digamos adiantado, senão o de “categoria superior”, foi Judas, a quem coube representar o papel mais terrível.

Recordo quando o Mestre Jesus obrigou, destinou Judas para representar esse papel e Judas não se sentia com capacidade de fazê-lo. Então se ajoelhou ante o Mestre Jesus, e chorando, lhe disse que não permitisse aq ele representar esse papel, porque ele não se sentia capacitado. Porém Jesus lhe respondeu: “Tu terás de fazê-lo. Tu és o único preparado para isso!”

Judas está agora nos mundos infernos cumprindo uma missão. Assim como Jesus renunciou ao Absoluto por amor a nós, assim também Judas renunciou à felicidade absoluta e está no Abismo, trabalhando na obra do Pai, cumprindo ali sua missão, até que se libere a última Chispa desta criação. Dali Judas saltará até o Absoluto, como Jesus, porque eles são dois Seres ressaltados em Sabedoria.

A mim me assombrou muito quando baixei ao Abismo com o Mestre Samael; já faz muitos anos. Baixamos e chegamos até onde estava Judas. Vimos que era de uma luz resplandecente, que iluminava tudo ao redor. Seus discípulos recebiam dele muitos ensinamentos. Porém, ensinamentos que se dizem verdadeiramente esotéricos.

Ele luta por tirar almas do Abismo, para que aqui (no mundo físico) se revolucionem. Este é um trabalho dos mais sérios e difíceis que vi. Em realidade, eu não sou capaz de realizar uma coisa como essa. Não obstante, Judas está cumprindo.

Ele é um Ser, apesar de toda palavra que pronunciam aqui os religiosos e os crentes contra ele, ele a sente. Tudo isso o sente lá; as frases ferinas, como quando uma pessoa atraiçoa a outra e a chamam de Judas. Ele sente aquilo. Sente-o em carne viva. Vejam, toda a Humanidade falando dele, porque se desconhece realmente sua elevada hierarquia!

Agora, bem, há um livro que veio do exterior, não sei de que País. Enviaram-no a um amigo meu. Nesse livro relata um jornalista tudo o referente a Judas, ditado pelo próprio Judas. Este apareceu ao periodista, porém, sem dizer que ele era Judas. Não quis lhe dizer seu nome. O relato contém um grande ensinamento. Este livro o vamos tirar à luz. Vamos edita-lo. Então o discipulado gnóstico terá a oportunidade de apreciar verdadeiramente a categoria do Mestre Judas”.

Pergunta: Isto, Mestre, é uma verdadeira primícia. Poderia adiantar-nos algo dessa entrevista? O Mestre Judas se materializou ao periodista para ditar-lhe o ensinamento?
Secret hoard of ancient sealed books found in Jordan. - 24 Mar 2011 Rabolu: Bem, não me recordo do relato… Eu li o livro. Ele apareceu momentaneamente a um jornalista e se fizeram amigos. Judas não lhe quis dar seu nome. Porém, sempre que o periodista estava em apuros, ele lhe servia. Durante um tempo, muito regular, esteve-lhe aparecendo, porém, em carne e osso. Estou falando de uma realidade concreta, não de uma aparição fantasmal. É um relato muito bonito que faz o jornalista.

O jornalista não é um gnóstico nem esoterista, porém, teve o privilégio de se entrevistar com Ele, e narra, ali, todos os serviços que recebeu. Este escrito contém uma relação muito exata. Eu não conheço o jornalista que o escreveu; porém, sim, conheço a história já viva de Judas, e creio, pois, que o Mestre narrou a mesma coisa que eu conheço, o que esquadrinhamos o Mestre Samael e eu. Comparando a investigação esotérica com esse livro, encontramos que é exata. Ou seja, que não há nenhuma diferença.

Pergunta: Existe um paralelismo entre esse livro que o senhor menciona e o gnosticismo desvelado por Samael Aun Weor?
Rabolu:
Vai ser uma coisa muito parecida. Mudam unicamente os termos; questão de termos. Porém, em realidade é a mesma coisa. Isso, para mim, é muito bonito, porque eu conheço muita, muita história viva de Judas. Sei de seu processo e de todas essas coisas. Não há nada que censurar a esse livro.”

Até aqui, as palavras do Mestre Rabolu. Sobre a obra desse jornalista sobre sua entrevista com o Mestre Judas, o melhor é lermos o próprio livro que se baseou nesse encontro.

 

A queda dos anjos

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O reinar justifica a ambição,
Inda que seja no próprio Inferno!
É preferível reinar no Inferno
Do que servir como escravos no céu!

(John Milton, O Paraíso Perdido)

A “Queda dos Anjos”, o “Pecado Original”, a “Redenção da Humanidade”… Esses arquétipos repetem-se  em todas as línguas, revestem-se de todas as cores, e a tradição do pecado, do erro, da culpa, da rebeldia, permanece…

A memória de um grande erro renovando a enorme culpa perplexa e incompreensível. Qual foi, afinal, o grande crime da humanidade? De quantas humanidades?

A culpa da humanidade católica, a culpa dos judeus, a culpa dos muçulmanos, a culpa dos brâmanes e dos budistas, a culpa da ignorante massa de hinduístas, de fetichistas curandeiros das tribos incultas da África… Afinal, o que fizeram essas multidões para carregar todas as lembranças de sua desobediência ou ingenuidade original?

Para os gnósticos, teosofistas e ocultistas em geral, o “mito” do pecado original, da queda angelical e sua maldição foram um fato ocorrido muitos milhões de anos atrás, em tempos que nem remotamente sonham os historiadores acadêmicos. Tempos em que seres fantásticos se misturavam aos Deuses, Homens e Bestas. Ali ocorreram tragédias que os grandes mitólogos, tratadistas e profetas explicaram em contos tais como a história de Adão e Eva, a Serpente e o Paraíso, a guerra nos céus, a desobediência…

As escrituras mais antigas e tradições orais mais bem preservadas dizem que primeiro os anjos caíram e depois o homem pecou, um pecado que são se limita ao mero erro de consequências reversíveis. Ao contrário, cometeu um “erro fatal”, escolheu um caminho sem volta. Sem volta?

O Gênesis judaico-cristão, em linhas alegóricas gerais, descreve esses erros causados por desobediências: a primeira por SOBERBA, do mais exaltado dos Anjos, e depois pelo homem, que comeu um “fruto proibido” (era proibido comer; comeu, se deu mal. Não teve remédio, teve de ser expulso do Jardim do Éden, da felicidade paradisíaca, nirvânica).

A Queda dos Anjos. Este é um dos mais profundos mistérios da Teologia. A Bíblia afirma que Deus fez os Anjos tão perfeitos, mas como podem tais seres pecar? Esse Paraíso existiu realmente neste mundo físico.

Tratou-se da legendária Lemúria, tão decantada por Madame Blavatsky e o venerável mestre Samael Aun Weor (para saber mais sobre a Lemúria, clique aqui).

Este grande mestre gnóstico tece comentários interessantíssimos sobre alguns dos principais chefes angélicos dos primitivos tempos lemúricos.

Gente de alta estirpe espiritual que se transformou em demônios ou bodhisatvas caídos, em mestres caídos. Vejamos seu texto sobre os Anjos Caídos:

O ultramoderno Lúcifer-Prometeu, involucionando espantosamente no tempo, converteu-se agora em Epitemeu, o que se vê somente após o acontecimento, porque a gloriosa filantropia universal do primeiro se degenerou há muitos séculos em interesse e adoração próprios. Ó Deuses Santos!

Quando poderemos romper estas cadeias que nos atam ao Abismo do mistério? Em que época da história do mundo ressurgirá o brilhante Titã, livre de outrora no coração de cada homem? Morrer em nós mesmos é essencial se verdadeiramente ansiamos com todas as forças da alma harmonizar as duas naturezas: Divina e Humana em cada um de nós.

Invulnerabilidade ante as forças titânicas inferiores, impenetrabilidade em grande escala, somente são possíveis eliminando-se integralmente os nossos defeitos psicológicos, esses horríveis Diabos Vermelhos mencionados no Livro da Morada Oculta. Seth, o ego animal, com todos os seus sinistros agregados subjetivos sabe ser terrivelmente maligno.

Escrito está com carvões acesos no tremendo Livro do Mistério que o Dom Luciférico, terrível como nenhum outro, tornou-se mais tarde, para desgraça nossa e de todo este aflito mundo, a causa principal, senão a própria origem do mal.

 Lúcifer, de Gustave Doré, para a obra O Paraíso Perdido, de John Milton
Lúcifer, de Gustave Doré, para a obra O Paraíso Perdido, de John Milton

Zeus tempestuoso, o que amontoa as nuvens, representa claramente a hoste dos progenitores primários, os Pitris, os Pais que criaram o homem à sua imagem e semelhança. Não ignoram os poucos sábios do mundo que Lúcifer-Prometeu, Maha-Asura, o doador do fogo e da luz, e acorrentado horrivelmente ao Monte Cáucaso e condenado à pena de viver, representa também os Devas rebeldes que caíram na geração animal no amanhecer da vida.

Citamos neste livro ardente do fogo, alguns desses Titãs caídos ao raiar da aurora:

Recordemos, inicialmente, Moloc, Anjo outrora luminoso, horrível rei manchado de sangue dos sacrifícios humanos e com as lágrimas dos pais e das desesperadas mães. Apesar dos sons de tambores e tímbalos, apenas eram ouvidos os clamores dos filhos, quando arrojados ao fogo, e imolados sem piedade por aquele execrável monstro, belo deus de outros tempos.

Os amonitas o adoraram em Rabba e em sua úmida planura, em Argob e em Bassam, até as mais remotas correntes do Arno.

Conta a lenda dos séculos que Salomão, filho de Davi, rei de Sião, levantou um templo a Moloc no monte do opróbrio. Dizem os Sete Senhores do Tempo que posteriormente o velho sábio dedicou ao tal anjo caído um bosque sagrado no doce vale de Hinnom. Fecunda terra perfumada que por tal motivo tão fatal, trocara desde então seu nome de Tofet e a negra Geena, verdadeiro tipo de inferno. O Grande Pecado dos Anjos se chama SOBERBA.

Seguindo Moloc, Homem-Anjo da arcaica Lemúria vulcânica, onde os rios de água pura da vida emanavam leite e mel, vem Baal-Pehor, o obsceno terror dos filhos de Moab, que habitavam desde Aroer até Nebo e ainda muito além da parte meridional do deserto de Abarim. Povos de Hesebom e Heronaim, no reino de Sión e além dos florescentes vales de Sibma, atapetados de vinhedos, e em Elealé, até o lago Asfaltites. Espantoso, esquerdo, tenebroso Baal-Pehor, em Sittim incitou os israelitas durante sua marcha pelo Nilo a que fizessem lúbricas obrigações, que tanto mal acarretram-lhes.

Desde ali este Elohim caído entre os vermelhos incêndios luciferinos astutamente estendeu suas lascivas orgias tenebrosas até o próprio monte do escândalo, muito próximo do bosque do homicida Moloc. É óbvio que assim ficou estabelecida a concupiscência abominável ao lado do ódio, até que o piedoso Josias os arrojou ao inferno.

Com essas divindades terrivelmente malignas que trazem os nomes indesejáveis de Baal e Astarot, e que no velho continente Mu foram homens exemplares, anjos humanizados, socorreram as delícias ribeirinhas banhadas pelas águas tormentosas do antigo Eufrates até a torrente que separa o Egito da terra da Síria.

Continuando, depois, em ordem sucessiva, aparece Belial. Desde o Empíreo certamente não tem caído um espírito mais impuro, nem mais grosseiramente inclinado ao vício, do que essa criatura que nos antigos tempos lemúricos fora realmente um Mestre, ou Guru Angélico de inefáveis esplendores. Esse demônio terrível em outros tempos não tinha templos, nem lhe eram oferecidos sacrifícios em nenhum altar.

Entretanto, ninguém está mais presente do que ele nos templos e nos altares. Quando o sacerdote torna-se ateu, como os filhos de Eli, que infelizmente encheram de prostituições e de violência a casa do Senhor, convertem-se, de fato, em escravos de Belial.

Hierofante sublime das épocas arcaicas de nosso mundo, anjo singelo, agora perverso demônio luciférico, que reina também nos palácios e nas cortes faustosas e nas cidades dissolutas, onde o ruído do escândalo, da luxúria e do ultraje eleva-se sobre as mais elevadas torres.

E quando a noite obscurece as ruas, então vagueiam os filhos de Belial, plenos de insolência e de vinho. Testemunhas dele são as ruas de Sodoma e aquela noite horrível em que uma porta de Gaaba expôs-se uma matrona para evitar um rapto mais asqueroso.

Inspirem-me, musas! Falem-me, deuses! Para que meu estilo não desdiga da natureza do assunto. E que direi agora de Azazel, glorioso Querubim, homem extraordinário da terra antiga? Oh, quanta dor! Essa criatura excelente também caiu na geração animal… Que terrível é a sede da luxúria sexual!

O caído arranca da haste brilhante o sinal imperial. Esta, estendida e agitada ao vento, brilha como um meteoro, com as pérolas e o rico brilho do ouro que desenham nela as armas e os troféus seráficos.

E vem após Mammon, o menos elevado dos Homens-Anjos da antiga Arcádia, igualmente caído na geração bestial. Ele foi o primeiro que ensinou aos habitantes da terra a saquearem o centro do mundo, como assim o fizeram extraindo das entranhas de sua mãe alguns tesouros que valeriam mais se ficassem ocultos para sempre.

A gente cobiçosa de Mammon abriu em breve uma larga ferida na montanha e extraiu de seu seio grandes lingotes de ouro.

E quanto ao anjo Mulciber, que diremos agora? Não foi verdadeiramente menos conhecido nem careceu jamais de adoradores fanáticos na antiga Grécia, isso o sabem os divinos e os humanos.

A fábula clássica refere-se como foi precipitado do Olimpo, arrojado pelo irritado Júpiter, por cima dos cristalinos muros divinais; de nada serviu-lhe haver elevado altas torres ao céu. Homem genial da raça purpúrea no continente Mu, caído nos Abismos da paixão sexual.

E concluindo esta pequena lista de “Deidades” fulminadas pelo raio da Justiça Cósmica, é necessário dizer que de nenhuma maneira faltam no Pandemonium, a grande capital de Satanás e de seus pares, Andrameleck, de que tanto temos falado em nossos passados livros gnósticos, e Asmodeu, seu irmão, dois resplandecentes Tronos do céu estrelado de Urânia, caídos também na geração animalesca. Homens exemplares, deuses com corpos humanos na terra de Mu, revolvendo-se agora abjetos no leito de Procusto.

Quanto mais alto se está, pior é a Queda…

A hoste Luciférico-Crística que encarnou na Lemúria arcaica, induzida por aquele Nêmesis ou Karma Superior (que controla os inefáveis e que é conhecido como Lei da Katância), cometeu o erro de cair na geração animal. Nefasta foi à humana espécie a queda sexual dos Divinos Titãs, que não souberam usar o Dom de Prometeu e rolaram ao Abismo.

Nossos salvadores, os Agnishvattas, os Titãs superiores do fogo luciférico, não podem jamais ser enganados. Eles, os brilhantes Filhos da Aurora, sabem muito bem distinguir o que é uma Queda e o que é uma Descida. Alguns equivocados sinceros empenham-se agora em justificar a queda angelical.

Lúcifer é, metaforicamente, o archote condutor que ajuda o homem a encontrar sua rota através dos recifes e dos bancos de areia da vida. Lúcifer é o Logos em seu aspecto mais elevado, e o Adversário em seu aspecto inferior, refletindo-se ambos em nós e dentro de cada um de nós.

Lactâncio, falando da natureza de Cristo, faz do Logos, o Verbo, o primogênito irmão de Satã e a primeira de todas as criaturas. Na grande tempestade do fogo luciférico combatem-se mutuamente esquadrões de anjos e demônios (protótipos e antítipos).

Se aquele bom Senhor Amfortas, Rei do Santo Graal, tivesse sabido usar habilmente o Dom Luciférico no instante supremo da tentação sexual, é ostensível que haveria passado por uma transformação radical.

Outra obra de Samael Aun Weor sobre os Anjos Caídos: A Revolução de Bel.

Ali Onaissi, jornalista, escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine

Sétima cátedra – Enigmas

4

Realmente, o planeta Terra merece ser estudado profundamente. Os seus habitantes querem viajar a outros mundos quando ainda não conhecem o mundo em que vivem.

Por todo o planeta, se encontra inúmeros fatos, eventos, fenômenos, completamente ignorados pela ciência oficial. Não será demais recordar alguns acontecimentos que se verificam nos mares. Comecemos trazendo à lembrança certos fenômenos que ocorrem a algumas criaturas dos oceanos.

Em agosto de 1917, foi vista em Cape Ann (Massachusets, Estados Unidos) uma serpente marinha que media 27 metros de comprimento. A Sociedade de Naturalistas de Boston a esteve observando detidamente. Lamentavelmente, nunca mais se voltou a vê-la por aquelas regiões, é óbvio.

O oceanógrafo dinamarquês Anton Brunn viu em um barco de arrastão a captura de um filhote de rã em estado de larva que media uns dois metros de tamanho. Se o tivessem deixado se desenvolver, de acordo com os estudos naturalistas, teria alcançado uns 22 metros.

São geralmente criaturas desconhecidas, mas como vivem? Como atuam? De onde se desenvolver? Por que existem?

Pensemos agora no famoso peixe azul que se considerava desaparecido. Se lhe chamou sempre de forma poética com um nome que nos lembra o canto, a poesia. Refiro-me a coleocanto; animal algo estranho que tem extremidades parecidas com as dos seres humanos.

Vive especialmente no fundo do oceano Índico e existiu na Lemúria. Isso indica que ainda pelos dias atuais aquele peixe segue habitando a Lemúria.

Vive nas profundezas oceânicas e rara vez sobe para a superfície. Inquestionavelmente, as profundezas do Oceano Índico são extraordinárias. Deixa-nos muito para pensar a existência de um animal antediluviano em pleno século 20. Por que nestes tempos? A que se deve?

Certa vez, encontrou-se os restos fossilizados de um coleocanto e calculou-se-lhe 18 milhões de anos de existência.

O coleocanto era muito conhecido há 60 milhões de anos. É assombrosa a aparência do coleocanto.

Chama a atenção que tenha as extremidades residuais desenvolvidas, isto é, membros parecidos com braços, mãos ou pés do ser humano.

Ainda existe e está bem vivo. Criatura antediluviana nas décadas finais desse século? Que poderiam dizer os antropólogos materialistas sobre um animal assim? Qual seria seu conceito?

Tudo isso nos convida para uma grande reflexão. Que diremos nós em verdade sobre o mosassauro ou sobre o ictiossauro dos tempos arcaicos, os quais ainda seguem vivendo nas profundezas terríveis do Pacífico?

Que sabem sobre isso os homens da ciência profana? Absolutamente nada! Assim que, convém que sigamos explorando essas questões a fim de formarmos um conceito claro.

O caso das enguias resulta por certo muito especial. Algumas enguias procedentes da Europa e da América vão se encontrar no mar do Sargaços com o propósito de se reproduzirem. Porém, o interessante é que nunca voltam ao ponto de partida. Quem na verdade retorna são os filhos.

Por que isso acontece? Por que os pais não voltam e sim os filhos? Como os antropólogos da falsa ciência poderiam explicar esses fenômenos? O que sabem sobre este particular? Estou seguro que eles ignoram completamente esses assuntos.

Estudemos o caso do atum, o qual em verdade merece muita reflexão. Os atuns saem do Brasil e se dirigem para a Escócia, depois aproximam-se da Europa e passam perto do Mediterrâneo, porém é raro o atum que viaja pelo Mediterrâneo. Que poderiam dizer sobre isso os homens da ciência? Por que as correntes migratórias do atum não entram no Mediterrâneo? Quem as dirige? Por que o fazem?

Em que época os senhores da antropologia definiram esses eventos? Se eles pretendem ter a sabedoria do universo, por que não falam sobre isso em particular? Essa gente materialista não somente ignora, como ainda ignora que ignora. Isso é gravíssimo.

Há enormes calamares, monstros gigantescos dotados de grandes tentáculos, sobre os quais a ciência retardatária nunca falou nada. Pode-se calcular o tamanho desses calamares através dos esqueletos achados ocasionalmente. Marcas de tentáculos enormes foram encontrados no lombo das baleias.

Sem qualquer dúvida, os tentáculos dos calamares succionam o pigmento da pele e deixam a marca que sugere titânicas lutas nas profundezas oceânicas.

Há peixes-lagartos ou ichthysaurus de origem desconhecida sobre os quais a pseudo-antropologia nunca fez comentários.

Continuando, falaremos também de outros fenômenos que são desconhecidos pelos ditos senhores. Sabemos que há rios no mar a centenas de metros de profundidade e que se deslocam em direções opostas.

Por que o fazem? Por que um rio vizinho do outro tem seu curso em direção oposta e no mesmo oceano? Esses rios giram: os do norte da esquerda para a direita, como os ponteiro de um relógio visto de frente, e os do sul ao inverso.

Porém, por que a corrente de Bengala não gira? Que se passa? Qual a explicação dada pela pseudosapiência? Por que ficam calados? Que podem nos dizer a respeito?

Frente à costa do Peru, a 1.500 metros de profundidade, pôde-se observar colunas talhadas entre edifícios. Foram obtidas magníficas fotografias. Fica assim demonstrada a existência da Lemúria, porém os tontos cientistas continuarão negando, negando e negando.

Há civilizações desaparecidas como a da ilha da Páscoa, onde ainda hoje existem monumentais estátuas, enormes cabeças humanas talhadas por mãos de titãs.

A ciência materialista nunca disse nada, somente cala, cala, cala… Que diremos da Antártida? Não há dúvida que antes da revolução dos eixos da Terra existiram poderosas civilizações nos pólos sul e norte.

Sem dúvida alguma, nos gelos da Antártida, estão os restos dessas antiguíssimas culturas. Chegará o dia em que a pá dos arqueólogos poderá desenterrá-los. Enquanto isso, a ciência não dá explicações.

Há ondas gigantescas em mares tranqüilos e serenos, ondas isoladas que não tem razão de ser. Refiro-me precisamente às ondas seiche. Qual a sua origem? Algum terremoto submarino? Como os senhores cientistas materialistas poderiam explicá-las? Que dizem os inimigos do eterno a respeito?

Que hajam ondas em mares furiosos se aceita, mas que em um mar tranqüilo surja uma onda isolada, solitária, gigantesca e monstruosa, sem se saber o motivo, por que? Isso nunca teve explicação científica! No entanto, esses fatos ocorrem no oceano e os cientistas materialistas não podem explicar.

Na cordilheira submarina central do Atlântico, onde antes estivera o grande continente atlante, ocorrem ao redor de cem mil terremotos anuais….Recordem que terríveis terremotos e grandes maremotos acabaram com o continente atlante. Porém, ainda nos dias atuais, a submersa Atlântida segue tremendo.

Convém que reflitamos sobre todos estes temas, pois no fundo criam muita inquietação. A Terra é desconhecida pelos antropólogos materialistas. Na realidade, este mundo continua sendo um verdadeiro enigma para eles.

Há uma certa espécie de lagosta que se reúne em quantidades suficientes para constituírem uma migração. Elas descem pela plataforma continental seguindo para a planície abissal com rumo desconhecido.

Que dizem sobre isso os supostos sábios? Quem explicações dão? Para onde se dirigem? Qual é a meta exatamente? Por que realizam semelhantes migrações? Enigmas que os ignorantes ilustrados não entendem!

A Terra não foi sempre como é agora. Sua fisionomia geológica mudou várias vezes. Se nós examinarmos os quatro mapas de Elliot Scott veremos que a Terra há 1 milhão de anos era completamente diferente.

Esses quatro mapas geográficos merecem ser tidos em consideração. Eles se assemelham a quatro mapas que existem em algumas criptas subterrâneas da Ásia Central.

Os sabichões da ciência materialista desconhecem tais mapas, pois são guardados secretamente com o propósito de conservá-los intactos, já que os senhores da antropologia estão sempre dispostos a alterar tudo com a finalidade de justificar suas tão cacarejadas teorias.

O primeiro mapa de Elliot Scott chama muito a atenção, resulta interessantíssimo. Nele se vê como era o mundo há uns oitocentos mil anos A. C. Naquela época, a região dos braquicéfalos da preclara antropologia ultramoderna não existia. Desde o estreito de Bering, passando pela Sibéria e Europa, até a França e Alemanha, a única coisa que havia era água. Nem a Sibéria nem a Europa tinham ainda aparecido do fundo do oceano.

Da África, não havia senão a parte oriental porque o oeste e o sul permaneciam submersos nas embravecidas ondas do oceano. O pequeno continente que então existia na África oriental era conhecido com o nome de Grabonzi. A América do Sul estava no fundo das águas do oceano. Estados Unidos, Canadá e Alasca estavam submersos e, no entanto, o México existia.

Parece incrível que há 800 mil anos o México já existisse. Quando a Europa ainda não tinha aparecido, o México já existia. Quando a América do Sul ainda não tinha saído do fundo dos mares, o México já existia.

Isso nos convida a compreender que nas entranhas da sagrada terra mexicana , tão antiga quanto o mundo, há tesouros arqueológicos e esotéricos que ainda não foram descobertos.

A Lemúria foi naquele tempo um gigantesco continente que se estendia pelo Pacífico e o cobria todo. Sua área que abrangia a Austrália, a Oceania e o Índico projetava-se por todo o Pacífico até estes lugares onde mais tarde brotaria a América do Sul. Quão monumental era a Lemúria! Que enorme!

A fisionomia do globo terrestre era completamente diferente há uns 800 mil anos antes de Cristo a capital da Atlântida era Tollan, a cidade das sete portas de ouro maciço.

Dirão os antropólogos materialistas, que não vêem além de seus narizes: em que nos baseamos para poder falar sobre a grande capital? Quero dizer aos senhores que tanto trabalharam para tirar os valores eternos da humanidade e para precipita-la no caminho da involução que temos dados exatos. Podemos falar sobre a Atlântida com segurança.

Há mapas que são conservados secretamente em criptas subterrâneas e que indicam onde estava Toyan, a capital atlante. Assim, pois, se falamos, o fazemos com conhecimento de causa. Se situamos a Lemúria e a Atlântida é porque foram continentes reais.

Toyan estava situada em um ângulo, no sudeste daquele grande país, frente á costa sudeste de uma franja de terra que se estendia claramente até o Loire, no Mediterrâneo, e leste da África e que por fim chegava até o sul da Ásia, a qual já existia. A Atlântida em si se projetava desde o Brasil até os Açores e desde a Nova Escócia diretamente por todo o oceano Atlântico.

A Atlântida cobria em sua totalidade ao oceano que leva seu nome. Era um grande país. Imaginem por um momento a Atlântida projetando-se até os Açores e Nova Escócia e descendo até onde hoje é o Brasil.

Que enorme continente era! Estendia-se de norte a sul! Era grandioso! Afundou devido a grandes terremotos. Várias catástrofes foram necessárias para que a Atlântida desaparecesse definitivamente.

O cenário do mundo tem mudado. A fisionomia do globo terrestre não foi sempre a mesma e nele se desenvolveram as diferentes raças humanas. Precisamos estudar cuidadosamente a fisionomia do mundo dos antigos tempos e as diferentes alterações geológicas pelas quais passou.

Apenas assim conseguiremos formar um conceito preciso sobre a origem do homem, de suas diversas culturas e de seus diversos processos evolutivos e involutivos.

Mas, se ficarmos engarrafados nos preconceitos contemporâneos, não conseguiremos conhecer nada sobre a geologia, e muito menos sobre o desenvolvimento da raça humana.

É necessário inquirir, investigar e analisar…Há muitos enigmas sobre a superfície da Terra e muitos deles a ciência oficial nem os conhece. Como é possível que o ictiossauro ou monossauro, que pertenceu às épocas do plioceno, siga existindo em pleno século 20 nas profundezas do Pacífico? São enigmas que os insignes materialistas até agora nem puderam compreender, quanto mais decifrar.

Temos de conhecer os diferentes cenários do mundo. Temos de lançar luz às trevas. Uma vez que tenhamos posto os fundamentos científicos da antropologia gnóstica, revisaremos as antigas culturas. É indispensável saber como surgiram os pelasgos na Europa.

É preciso conhecer as culturas arcaicas. É urgente saber algo sobre a civilização dos hiperbóreos etc. Porém, antes de tudo, há que se revisar as diferentes mudanças geológicas pelas quais passou a Terra.

Compreendemos que cada raça teve um cenário. Precisamos conhecer o ambiente, o clima, as condições que teve para viver, etc. Isto é indispensável!… Quando se diz que as culturas da América vieram do continente asiático através do Estreito de Behring, está se afirmando uma espantosa falsidade porque os mapas antigos demonstram que o estreito de Behring, a Sibéria, o Canadá e os Estados Unidos não existiam.

Mapa de Eliott Scot

Há 800 mil anos o México tinha uma população solene, maravilhosa, separada do Estreito de Behring pelos grandes oceanos. Assim é que a ciência materialista está falando do que não viu, do que não lhe consta. Enquanto nós falamos tomando como base mapas como os de Elliot Scott e outros similares que se encontram nas criptas subterrâneas das cordilheiras do Himalaia na Ásia Central.

Os que afirmam que a raça humana chegou à América pelo estreito de Behring estão demonstrando uma grande ignorância, um desconhecimento total das antigas cartas geográficas. Com esse tipo de afirmações, os antropólogos materialistas estão enganando a opinião pública e abusando da inteligência dos leitores.

Nós, repito, somos amantes da investigação científica e da análise exata. Não nos permitimos ao luxo de aceitar teorias materialistas. Não somos tão tontos a ponto de deixar que nos enganem como suposições fundamentadas em falsos utopismos.

Temos cartas geográficas e estamos seguros que os leitores desta obra compreenderão bem a nossa posição e compreenderão ainda melhor depois que as entregarmos ao mundo.

(Samael Aun Weor, Antropologia Gnóstica)

Introdução às sete cátedras
Primeira Cátedra
Segunda Cátedra
Terceira Cátedra
Quarta Cátedra
Quinta Cátedra
Sexta Cátedra
Sétima Cátedra

O que é magia branca – Introdução

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Os conceitos de Magia, Esoterismo, Espiritualismo etc., sempre estiveram ligados à Humanidade ao longo da história. As doutrinas esotéricas não eram motivo de estudos de ignorantes, supersticiosos e medrosos, como quer que se acredite e aceite na atualidade, mas por uma “nobreza”que tem mantido a chama de um Conhecimento Superior. É essa mesma Tocha do supremo conhecimento espiritual a que sempre foi barreira contra a ignorância, as trevas, o caos, a intolerância.

A própria definição de Magia expressa bem sua verdadeira finalidade. Do persa Magh, que significa Sábio, essa palavra originou outras, como Magister, Magistério e Magnum. Portanto, Magia vem significar, basicamente, a sabedoria de todo o conhecimento que capacita o homem a desvendar e dominar o Universo, a Natureza e a si próprio.

Outro termo para Magia é a aplicação da Consciência e da Vontade sobre todas as forças da Natureza, não só as físicas, tridimensionais, mas aquelas que estão fora da esfera de nossos cinco sentidos. Em síntese, é a aplicação da ciência e da vontade sobre as diversas manifestações da vida. É a Ciência Total…

Origens Fantásticas da Magia

Em seu livro apócrifo, o profeta Enoch nos fala sobre as origens de muitos ramos do
conhecimento: “Quando os filhos dos homens se multiplicaram naqueles dias, aconteceu que lhes nasceram filhas elegantes e belas”.

E quando os Anjos, os Filhos dos Céus, as viram, ficaram apaixonados por elas… “E escolheram cada qual uma mulher; e delas se aproximaram e coabitaram com elas; e lhes ensinaram a feitiçaria, os encantamentos e as propriedades das raízes e das árvores.

E continua Enoch, afirmando que os Anjos caídos, ainda com bastante Conhecimento, ensinaram a arte de resolver os sortilégios, observar as estrelas, os caracteres mágicos, os movimentos da Lua, a arte de interpretar os signos, confeccionar talismãs etc. (Vide Livro de Enoch, cap. 8). Que época é essa, citada por Enoch?

Em sua portentosa obra O Timeu, Platão nos comenta que ouvira falar de uma legendária e poderosa civilização, a atlante, da boca de seu avô Crisitos, o qual ouvira do próprio Sólon ensinamentos dados a ele por sacerdotes-magos do templo egípcio de Saís.

Segundo nos repassa Platão, essa civilização, a Atlântida, foi um conjunto de sete gigantescas ilhas que ficavam além das Colunas de Hércules, quer dizer, no Oceano Atlântico. Para o sábio discípulo de Sócrates, a origem de todo o conhecimento espiritual e
mágico foi atlante.  Numa passagem do Timeu, lê-se: “Os atlantes eram uma raça de Deuses que degenerou da sua origem celeste porque se aliou frequentemente com as filhas dos mortais; por isso, Júpiter os puniu, destruindo o país que habitavam”.

Ou seja, a origem de todo o Conhecimento remonta à Atlântida, aos arcaicos períodos de nossa história, em nada aceitos pela ciência materialista de hoje. Temos como fiéis 4 depositários dos atlantes os egípcios (os quais, por meio dos gregos e depois dos árabes, foram a base de toda a magia ocidental). Temos também como filhos dessa tradição  esotérica atlante os indianos e chineses, pelo lado oriental, e os maias, incas e astecas, nas Américas.

Estudando-se as raízes linguísticas de muitos povos que oficialmente nada têm em comum, percebemos muitas palavras semelhantes, senão, idênticas. Temos como exemplo o maia e o chinês mandarim, onde foram achadas mais de 50 palavras de pronúncia e significado idênticos.

A Magia no Oriente

O Yoga indiano e suas sete modalidades e as artes marciais têm algo em comum, que é atlante. Eram considerados como disciplinas que permitiam dominar o corpo físico e seus canais de energia para um pleno reconhecimento e manipulação da Alma. Os sete Yogas são: Hatha (físico), Raja (mecanismos mentais), Mantra (palavras de poder), Bhakti (devoção e serenidade), Jnana (conhecimento superior-gnose), Karma (direitos e deveres sociais e morais) e Tantra (o mais elevado de todos).

O termo Yoga é o mesmo que religião, religare, ou seja, a arte de recriar aquele elo entre o humano e o divino, em todos os seus aspectos. Quanto às tradições marciais, sabe-se que elas foram recompiladas e reorganizadas por Bodydharma, um dos principais discípulos de Buda, que “evangelizou” a China. O Kung Fu, que originou as múltiplas técnicas marciais, tinha como finalidade dominar e movimentar as energias interiores e elementais, além, é claro, da mera defesa pessoal.

Segundo certas tradições, algumas das linhas marciais, organizadas por Bodydharma, foram: os caminhos do Dragão, da Serpente, do Macaco, da Águia, do Bêbado etc. (há mais de 360 caminhos no Kung Fu), muito semelhantes às Ordens guerreiras das culturas americanas, como veremos logo em seguida. Além disso tudo vemos a magia e o conhecimento esotérico inseridos em outros ciclos, encabeçados por Fo-Hi e Lao-Tzu na China, Son-Mon e o Xintoísmo no Japão, Kumbu na Tailândia e Camboja, o Xamanismo original ao norte da Ásia e o Budismo tântrico tibetano de Marpa, Tsong-Kapa, Milarepa e outros.

A Magia nas Américas

Os astecas, incas e maias são as culturas que mais se expandiram nas Américas. Diz-se que foram colônias atlantes e por isso eram possuidores de altíssimo e complexo domínio da matemática, astronomia, religião e agricultura. Ainda hoje suas ordens esotéricas são um mistério. Quase todos seus escritos, estátuas sagradas e mesmo seus templos e sábios, foram destruídos pelos ávidos conquistadores europeus.

Vemos algumas Ordens monástico-militares que se dedicaram ao pleno desenvolvimento das artes mágicas e de todos os poderes humanos e divinos. Entre os astecas e maias, temos os Cavaleiros Tigres e os Cavaleiros Águias (cujo lema mágico era “Nós nos Dominamos”) e entre os incas sabemos da presença dos sagrados Cavaleiros Condores. Esses sacerdotes índios nos legaram práticas misteriosas e fantásticas, tais como a Magia Elemental, o Nagualismo (estudaremos esse tema mais adiante), o domínio da psicologia interior etc.

As tradições orientais e americanas são muito complexas e de difícil compreensão e aprendizagem. Não obstante, os princípios de suas Ciências Mágicas eram os mesmos, somente o modo de expressá-los é que difere.

Plantas de Poder

Esse é um tema bastante espinhoso, dadas as suas implicações legais e morais nos dias de hoje, além da espantosa proliferação e mau uso, pela juventude, de alguns produtos sintetizados. Sob circunstâncias rigorosamente controladas, os Magos de todo o mundo, principalmente americanos, aceleravam o desenvolvimento dos poderes paranormais de seus discípulos, a fim de fazê-lo reconhecer o Mundo Oculto. Essas Plantas de Poder têm a capacidade de alterar o sistema endócrino, ativando assim todos os Chacras da Anatomia Oculta do Homem, despertando seus sentidos paranormais.

Certas ervas, raízes, cogumelos, cipós etc., possuem um poder elemental e bioquímico capazes de mostrar um mundo totalmente novo aos olhos de nossa Consciência. Esse foi um legado da Magia primitiva, infelizmente adulterado na atualidade.

A Magia no Ocidente

Um dos maiores depositários da sabedoria egípcio-atlante foi certamente Hermes Trismegisto. Certas tradições gnósticas dizem que Metraton, Enoch, Íbis de Toth e o próprio Hermes eram o mesmo Mestre, o mesmo Ser. Atribui-se a Enoch a criação dos alfabetos egípcio e hebraico, A Tábua de Esmeralda e a organização e codificação da Alquimia. Foi o fiel depositário da tradição espiritual no Tarô e na Cabala (Torá), além de ser o organizador dos Axiomas Herméticos.

Os egípcios conseguiram fecundar maravilhosamente a magia e as religiões dos hebreus, gregos, romanos e árabes. Com a posterior decadência, o Egito entregou seu conhecimento às correntes esotéricas dos árabes, denominadas de Sufismo. A expansão do islamismo por todo o Oriente, norte da África e depois pela Península Ibérica, leva a uma revalorização do esoterismo europeu.

A maioria dos sábios e ordens esotéricas na Europa bebeu da fonte súfi: os Templários, Cátaros, Rosa-cruzes, Maçons, Dante Alighieri, Roger Bacon, Francisco de Assis, São Malaquias, Paracelso, Arnaldo de Villanueva etc.

O mistério do rosto de Samael

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Falemos um pouco da plástica do rosto do Mestre Samael. Poucas pessoas chegaram a notar diferenças muito grandes na forma do rosto de Samael Aun Weor. Se prestarem atenção, perceberão modificações incríveis de detalhes.

Às vezes seu rosto é mais envelhecido, às vezes está muito jovem; outras está com muitas rugas e com semblante suave, e outras tantas com ar de profunda severidade… Se observarem atentamente a partir de agora, verão que há diferenças…

O mais intrigante é que a maioria dessas fotos do Mestre Samael foi tirada num espaço de poucos anos. Esse pouquíssimo tempo não permite mudanças tão abruptas…

E mais ainda: Pela lógica, seu rosto deveria envelhecer com o passar dos anos, ter mais rugas etc. Mas não se verifica isso. Se observarem as datas de algumas fotos, perceberão que uma coisa independe da outra.

Por ser um Mestre Nagual, ou seja, um Hierofante que tem grande controle das forças “ideoplásticas”, Samael afirmava que tinha o pleno domínio das formas de seu corpo físico, não somente do rosto, mas de tudo. Ele podia diminuir e aumentar de tamanho a seu bel-prazer, e não somente isso. Samael podia também (incrível isso!!!) assumir formas diversas: de cachorro, de pássaro, de burro, de galinha de onça etc.

Isso mostra como aquelas histórias das manifestações “Jinas” (forças encantadas) são verdadeiras, tais como Castañeda nos relata, as tradições populares também nos falam de seres mutantes, que levitam, que tomam formas animalescas e estranhas.
O mestre Samael comenta sobre esse poder adquirido por ele:

“Os Adeptos da Fraternidade Oculta me deram um formoso presente. Trata-se de um minúsculo instrumento de magia, mediante o qual posso operar como Teurgo, modificando a plástica… O que já viram minhas fotos poderão evidenciar por si mesmo o fato concreto de que de forma voluntária eu manejo a plástica.

Variadas formas de meu rosto desconcertam a meus melhores fotógrafos. Porém confesso francamente e sem rodeios que que este poder não sou eu quem o tem, senão meu Íntimo, meu Real Ser interior; Atman, o Inefável. Ele opera sobre a plástica quando é indispensável.” (Texto retirado do livro As Três Montanhas, capítulo 14.)

Será isso tudo possível? Será que nós e nossa ciência materialista ainda não conhecemos todo o potencial de nosso corpo físico e de nossa psique? Sobre isso, sobre o domínio pleno das faculdades potenciais de nosso Reino Interior, fala-nos o Mestre:

“O corpo de qualquer Mutante é um franco desafio à classe científica destes tempos. O corpo de qualquer mutante pode mudar de figura e retornar logo a seu estado normal sem receber dano algum. O corpo de qualquer mutante pode penetrar instantaneamente na Quarta Vertical e até assumir qualquer forma vegetal ou animal, e retornar posteriormente a seu estado a seu estado normal sem receber prejuízo algum.

O corpo de qualquer mutante desafia os velhos textos de anatomia oficial… Cada órgão do corpo humano está controlado por leis e forças que os alucinados da classe científica nem remotamente conhecem.” (A Grande Rebelião, cap. 8.)

Como exemplo desse fantástico poder “nagual” de Samael, falaremos sobre uma foto deste mestre tirada para comemorar a realização de um Congresso Gnóstico Internacional de Antropologia, na cidade de Caracas, Venezuela. Essa foto em questão foi tirada em 1977. Leiamos sua história:

Dois discípulos gnósticos e o Mestre Samael dirigiram-se a um estúdio fotográfico situado na Avenida 5 de Maio, na capital do México.

Chegando à sala desse estúdio, o fotógrafo preparou a mesa, o terno do Mestre, o globo sobre a mesa etc.

Um pouco antes de tirar a foto, o mestre disse para que esperasse um pouco. Ato seguido, o Mestre colocou os dedos polegar, indicador e médio de sua mão direita no entrecenho e se concentrou por cerca de meio minuto.

Em seguida, o fotógrafo se preparava para tirar a foto quando esse profissional saiu de trás da câmara fotográfica e, com ar espantado, falou aos acompanhantes do Mestre: “Mas, o que este senhor fez??? Como é que ele mudou seu rosto??? O que é isto???” O Mestre havia mudado totalmente seu rosto. As rugas haviam desaparecido totalmente, ele parecia um homem de no máximo 35 anos, quando ele já contava com quase 60 anos.

Os discípulos ali presentes, sabendo dos poderes naguais do Mestre, disseram: “Você não se preocupe! Tire rapidamente a foto, por favor! Tire rápido…” Seguidamente, o profissional tirou a foto comemorativa desse Congresso venezuelano gnóstico.

Saindo do estúdio e dirigindo-se à sua residência, o Mestre comentou, entre um sorriso e outro, com seus dois discípulos: “Estava saindo fumaça da cabeça desse homem!!!”

Que os queridos leitores observem as diversas fotos do Mestre Samael. Todas elas foram tiradas em épocas distintas, porém, a diferença entre uma data e outra não é grande. Compare, por favor, as duas fotos abaixo, de Samael Aun Weor, que acompanham este texto.

À da esquerda foi tirada em 1975 e a da direita, motivo central deste texto, em 1977. Muitos estudantes gnósticos imaginam que essas duas fotografias foram tiradas em época muito remota uma da outra, mas foram algumas de suas últimas.


1975 – 58 Anos

1977 – 60 Anos

Cronologia Arqueoastroufológica

5

440 milhões a.C.

Antiguidade das pegadas calçadas (de botas!) fossilizadas que esmagaram um trilobita (uma espécie de inseto pré-histórico que viveu somente durante a era Paleozoica) na região de Antelope Springs, a 43 milhas da cidade de Delta, no Estado de Utah, nos Estados Unidos. As pegadas, medindo 32,5 x 11,24 cm, foram descobertas pelos Srs. William Meister e Francis Shape, no dia 03 de junho de 1968.

250 milhões a.C.

Antiguidade das dez pegadas humanas com perfeitos cinco dedos medindo 23,73 x 10,25 cm, investigada pelo dr. Wilburg G. Burroughs, em 1931, do Departamento de Geologia do Berea College, de Kentucky, Estados Unidos. Encontradas na região noroeste de Mount Vernon, nos Estados Unidos.

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Há 440 milhões de anos, duas pegadas humanas pisotearam insetos

Antiguidade das pegadas humanas gigantes medindo 59 x 18 cm, indicando um peso de 250 Kg, encontradas em Mount Victoria, Estados Unidos. Investigadas e descobertas, em 1970, pelo Dr. Rex Gilroy, diretor do Mount York Natural History Museum.

70 milhões a.C.

Antiguidade das pegadas humanas fósseis encontradas na região da Valdecevilla, na Rioja, Espanha.

Antiguidade do cubo metálico encontrado, em 1885, numa mina na Áustria, num estrato carbonífero. O objeto se encontra hoje no museu de Salisbury.

65 milhões a.C.

Antiguidade das pegadas humanas encontradas ao lado de pegadas de dinossauros no famoso “Vale dos Gigantes”, ao longo do leito do rio Paluxy, próximo de Glen Rose, no Texas, Estados Unidos. As pegadas foram investigadas, em 1971, pelo Dr. C. N. Dougherty, que apresentou um registro de centenas de pegadas na região.

60 milhões a.C.

Antiguidade atribuída à coleção de pedras gravadas do Dr. Javier Cabrera, encontradas na região de Ocucaje, próximo à cidade de Ica, no Peru. Nessas pedras (chamadas de As Pedras de Ica), se encontram descrições gráficas de seres que viveram numa época remota, contemporânea dos dinossauros, sendo detentores de uma grande e avançada tecnologia. De acordo com Cabrera, essa
civilização teria evacuado a Terra frente a um grande grupo de terremotos e destruição, o mesmo que acabou com os dinossauros.

22 milhões a.C.

Antiguidade da pegada gigante fossilizada numa laje de argila, encontrada na jazida carbonífera de Cow Canyon, a uns 40 quilômetros de Lovelock, nos Estados Unidos.

15 milhões a.C.

Antiguidade da marca de um sapato encontrada no Fisher Canyon, no Condado de Pershing, no Estado de Nevada, Estados Unidos.

1 milhão a.C.

Antiguidade da pequena estátua de 2 cm feita em argila, encontrada em 1889 no povoado de Nampa, Idaho, nos Estados Unidos, a uma profundidade de 90 metros.

500 mil a.C.

Antiguidade do geodo encontrado, no dia 13 de fevereiro de 1961, pelo grupo composto por Mike Mikesell, Wallace A. Lane e Virginia Maxey próximo ao lago Owens, na região de Olancha, na Califórnia; contendo em seu interior uma peça metálica manufaturada, cujas características, segundo o Dr. Willis, assemelha-se a uma vela de ignição para um motor à explosão.

100 mil a.C.

Antiguidade do crânio Neanderthal encontrado na Austrália pelo Dr. Morton Sorrel. chefe da expedição, em cujo interior foi encontrado um objeto com características que indicam ser algum tipo de implante extraterrestre, embora esteja sendo investigado por especialistas da Universidade de Sydney.

Pedra entalhada em alto-relevo mostrando aliens (idade desconhecida)
Pedra entalhada em alto-relevo mostrando aliens (idade desconhecida)

40 mil a.C.

Antiguidade do crânio Neanderthal, furado à bala, exposto no Museu de História Natural de Londres, Inglaterra. Foi achado na região de Broken Hill, norte da Rodésia, África.

20 mil a.C.

Antiguidade de um petróglifo investigado pelos irmãos Leyland, na Austrália, onde aparece claramente um indivíduo vestindo um capacete e uma roupa com zíper frontal, saindo de dentro de um objeto esférico com tripé.

Antiguidade das pinturas encontradas nas cavernas de Altamira, próximas à região de Santillana del Mar, em Santander, Espanha, em cujo interior foram identificados desenhos que fazem pensar em discos voadores.

12 mil a.C.

Antiguidade da pintura rupestre encontrada na região de Fergana, no Uzbequistão, descoberta pelo arqueólogo russo Gueorqui Chatseld, a qual apresenta uma entidade vestindo roupas de astronauta ao lado de um disco voador em voo.

Antiguidade dos 716 discos de pedra com inscrições achados na região de Baiam-Kara-Ula, no Tibete, descobertos em 1938, pelo arqueólogo Dr. Chi-Pu-Tei e pesquisados em 1962 pelo investigador chinês Dr. Tsum-Um-Nui, da Universidade de Pequim. De acordo com a lenda dos Ham, moradores da fronteira entre a China e o Tibete, misteriosos “navios voadores” trouxeram do céu a raça dos Dropas.

10 mil a.C.

Antiguidade do crânio de bisão, furado à bala, exposto no Museu Paleontológico de Moscou, atual Rússia. Foi encontrado a oeste do rio Lena, na República Socialista Autônoma de Yakutia.

8 mil a.C.

Antiguidade das pinturas rupestres encontradas nas cavernas de Varzelândia, em Minas Gerais, no Brasil; cujas imagens apresentam discos voadores e esquemas do Sistema Solar.

7 mil a.C.

Antiguidade das mais de 5 mil pinturas rupestres encontradas na região de Tassili, no Saara argelino, na África, pesquisadas pelo investigador francês Henri Lhote.

2345 a.C.

Ano em que subiu ao trono o imperador Yao. Nesse período, os manuscritos Chaung-Tzu no capítulo 2; Liu-Shi-Chun Chiu volume XII e capítulo 5; o Huainan-Tzu no capítulo 8 relatam vários incidentes de características insólitas vividos pelo imperador Yao. Por exemplo temos que, no ano 42 do seu reinado, uma estranha estrela desceu do céu até a cratera de um vulcão. Sendo que no ano 70, a estrela emergiu da cratera.

2300 a.C.

Antiguidade da lenda Sei-To-KiI ou do “homem divino”, que desceu dos céus para a Terra na região da atual Coreia do Norte, onde reinou entre os povos locais.

2 mil a.C.

Antiguidade da obra chinesa Ciência Natural, em cujo texto no seu capítulo 10, encontramos a seguinte descrição: “… Sob o reinado do imperador Xia Ji, foram vistos dois sóis no rio Feichang; um deles ascendendo no leste e o outro descendo no oeste, sendo que ambos rugiam como o trovão.” Nesse mesmo ano, na ilha de Kyu Shu, no Japão, um túmulo chip-san apresenta uma inscrição ilustrando a imagem de um rei elevando as mãos para o céu, procurando acolher sete discos solares.

1500 a.C.

Antiguidade de um registro egípcio onde, “rodas ou discos de fogo” são vistos planando sobre o palácio do faraó Thutmosis III ou Thutmés III.

1361 a.C.

Antiguidade do famoso IV canto de Akenaton ou também conhecido por Amenofis IV, antecessor de Tutancamon, realizado para o deus Aton. No canto, é possível ler a seguinte descrição: “… E assim ocorreu que, encontrando-se o faraó na caça do leão, em pleno dia, seus olhos avistaram um disco brilhante pousado sobre uma rocha, e o mesmo pulsava como o coração do faraó, e seu brilho era como o ouro e a púrpura. O faraó se colocou de joelhos ante o disco. “Nesse canto, no Hino III, o faraó continua a narração dizendo: “… Ó disco solar que com teu brilho ofuscante pulsas como um coração e minha vontade parece tua. Oh!, disco de fogo que me iluminas e teu brilho e a tua sabedoria são superiores à do Sol.” Cabe destacar que foi após a visão do disco solar identificado como o deus Aton, que Amenófis IV mudou seu nome para Akenaton, alterando toda a estrutura religiosa do antigo Egito, o que lhe valeu ser assassinado mais tarde.

721 a.C.

Em tempos do início do Império Romano, Rômulo, que o teria fundado por volta de 754 a.C., desaparece em estranhas circunstâncias após uma insólita tempestade precedida de um eclipse do Sol. Segundo a lenda, Rômulo teria sido arrebatado até a presença dos deuses, no céu, numa carruagem voadora.

708 a.C.

Durante o reinado do imperador Numa Pompílio, os escribas romanos registraram a observação nos céus de um “escudo de bronze voador”.

508 a.C.

Segundo relatos do romano Plínio, o Velho, foram observados, em Bolsena, na antiga Itália, “escudos ardentes” voando sobre a cidade, os quais assediaram com raios caloríficos a mesma, deixando-a em chamas.

503 a.C.

Nesse ano e por volta da meia-noite, na cidade de Roma, foram avistados “navios” como os de guerra brilhando no céu.

340 a.C.

Segundo os registros recolhidos pelo historiador Tito Lívio em seu Livro VIII, capítulo VI, da antiga república romana, consta o estranho encontro ocorrido entre os cônsules romanos, Latino e Romano, com um indivíduo de aspecto majestoso e elevada estatura, fora do normal.

332 a.C.

No período do cerco da cidade de Tiro pelo imperador Alexandre o Grande, apareceram repentinamente sobre o campo “escudos voadores”, como foram chamados, voando em formação triangular. Dirigia a formação um disco de maior diâmetro, sendo quase o dobro dos demais. Os discos passearam, sendo observados pelos exércitos de ambos os lados, até que, repentinamente, do maior dos escudos voadores saíram uns raios que desfizeram as muralhas e as torres como se fossem feitas de barro. E os sitiantes lançaram-se em avalanche pelas brechas. Os escudos voadores permaneceram suspensos até que a cidade foi conquistada, desaparecendo rapidamente logo, no alto, fundindo-se com o azul do céu.

234 a.C.

Na sua obra Timoleonte, Plutarco comenta que na cidade de Rimini, nesse ano, foram vistas “três luas”, enquanto as tribos dos galos invadiam a Itália.

218 a.C.

Nos livros XII e LXII de sua História Romana, o historiador Tito Lívio relata como “navios fantasmas” foram vistos brilhando no céu. Inclusive em Roma, assim como em outros lugares apareceram imagens de homens altos com brilhantes vestes brancas que se mantinham à distância sem aproximar-se das testemunhas. Nos seus livros XXI-XXII, o mesmo Tito Lívio recolhe a narrativa de como foi avistado um “escudo voador” nos céus de Arpi (cidade de Apulia na Itália). Também, nesses livros, se recolhem novas aparições de “navios fantasmas”, assim como o fenômeno do “globo solar” menor, e das “lâmpadas cintilantes”, vistas no céu de Praeneste, cidade do Lácio.

216 a.C.

Segundo consta no trabalho Prodigium Libellus, temos o seguinte relato: “No dia da batalha de Cannae, entre os romanos e os cartagineses foram observados objetos circulares e outros em forma de navio, fenômeno que durou toda uma noite. Desde o solo era possível distinguir formas brancas a bordo daqueles objetos que se mantinham no céu, mas podiam ser observados da Terra
à vontade.

214 a.C.

No seu livro XXI, Tito Lívio relata como foi vista na cidade de Ádria uma plataforma no céu, e próximo dela uma forma de “homem vestido de branco”. No seu livro XXIV, recolhe incidentes estranhos em Ádria, onde foi visto um “altar do céu”, além do testemunho de algumas pessoas que afirmaram ter visto legiões armadas sobre o Janículo. Já nos livros XXIV e XLIV, foram avistadas no rio Tarracina naves de guerra cujas formas eram desconhecidas. Houve também acontecimentos similares nos anos de 212 a 154 a.C.

152 a.C.

Em muitos lugares de Roma, foram avistadas aparições vestidas com roupas brancas que, a cada tentativa de aproximação, desapareciam repentinamente.

122 a.C.

No Prodigium, capítulo 114, se lê que em Galiun, na Sicília, foram observados “três sóis e três luas”.

100 a.C.

Um escudo ardente e resplandecente atravessou o céu de oeste a leste em
direção ao pôr-do-Sol, lançando faíscas durante o consulado de Lucius
Valerius e Caius Marius.

85 a.C.

Plínio, o Velho, narra no seu livro II, capítulo XXVI, o seguinte: “… Luzes brilhantes aparecerem de improviso no céu”. No capítulo XXXIII encontramos: “… Um sol noturno, isto é, uma luz emanada da noite, foi avistado durante o consulado de Cecilius e de Papirius, e em muitas outras ocasiões, de tal forma que a noite parecia dia.”

73 a.C.

No capítulo XV, da obra Temístocles, Plutarco relata o estranho caso ocorrido em Otria, na região de Frígia (Mar Negro), durante o treinamento das tropas do rei de Ponto, Nitrítades, e o cônsul romano Lóculo; quando, repentinamente, o céu se abriu e um objeto envolto em chamas caiu entre os exércitos. Segundo o relato, o objeto era muito semelhante a um jarro de vinho e sua cor, a de prata fundida.

50 a.C.

Marco Túlio Cícero escreve na sua obra Divinationis, livro I, capítulo XLIII, o seguinte relato: “… Foram vistas aparecer duas ou três luas, e chamas de fogo observadas no céu. Em outra oportunidade o Sol substituiu a noite, e sons foram ouvidos no céu. As próprias nuvens pareciam explodir, e apareceram estranhos globos no céu”.

48 a.C.

Plutarco recolhe em sua obra que no mês de agosto desse ano ocorre um curioso incidente em Teaalia, quando no alvorecer, um pouco antes da batalha entre os exércitos de Júlio César e de Pompeio, uma enorme e brilhante luz apareceu sobrevoando o campo. O mesmo César afirmou ter visto uma fulgurante tocha, que saiu do interior da enorme luz, precipitando-se sobre o acampamento de Pompeio, enquanto inspecionava a guarda. Curiosamente, o resultado dessa batalha, segundo comenta o historiador Dio Cassius, havia sido revelado na Síria, a mais de 1.500 quilômetros de distância do local dos acontecimentos, por dois estranhos jovens, os quais desapareceram tão misteriosamente como haviam surgido.

41 a.C.

Segundo Lycosthenes, em Cnido, próximo do rio de Cilícia, foram vistos “três sóis” no céu que também se reuniram formando um único corpo.

9 a.C.

No dia 10 de fevereiro desse ano, na cidade de Kyu Shu, no Japão, apareceram “nove sóis” no céu, provocando grande confusão e pavor entre a população e os membros da dinastia Yamato.

INÍCIO DO PRIMEIRO SÉCULO

Nesse período de início do século, foram inúmeros os incidentes aéreos estranhos que se registraram, sendo os historiadores romanos os melhores cronistas dessas observações. Alguns deles poderiam ser considerados como os primeiros ufólogos da história, já que suas compilações sobre fenômenos resultaram incrivelmente notáveis.

14 d.C.

Cassius relata que nesse ano o Sol sofreu um eclipsamento total e a maior parte do céu pareceu estar em fogo, sendo que tochas de fogo pareceram cair dele, sendo vistos também cometas de cor vermelho-sangue.

60 d.C.

Julius Obsequens refere que um “escudo ardente” acompanhado de um feixe de luz, foi visto por vários cidadãos de Roma. Referindo-se também a este ano, o grande filósofo Sêneca escreve: “… Temos podido contemplar durante seis meses este cometa que apareceu no feliz reinado do divino imperador Nero.”

71 d.C.

De acordo com o relato de Lycosthenes, nesse período foram vistos na Itália “dois sóis” ao mesmo tempo no céu, de leste a oeste, sendo que um ficou mais fraco e pálido e o outro mais brilhante e poderoso.

SÉCULO II

Segundo os teólogos e exegetas contemporâneos desse período, é nesse momento que os textos que viriam a compor o Novo Testamento começam a circular entre as primeiras comunidades cristãs, assim como as cartas do apóstolo Paulo. É nesse período também que se reúnem alguns documentos contendo relatos de eventos ufológicos extraídos da Torá judia, os quais passariam a formar parte do Antigo Testamento católico mais adiante. Aqui encontramos o relato de Ezequiel, a referência à “Glória de Jeová”, isto é, a coluna de fogo que guiou o povo de Israel no seu caminho pelo deserto, além de outras tantas, como a viagem de Enoch e Elias num carro de fogo. Nesta época, também ocorreram eventos que acabaram sendo registrados, como o referido por Galieno em sua obra Comentário aos Apotegmas de Hipócrates, no qual encontramos o seguinte relato: “… É geralmente sabido que Esculápio foi levado pelos anjos numa coluna de fogo, coisa semelhante ocorreu com Dionísio, Hércules e outros que trabalham em benefício da humanidade.” Com relação ao mito Hércules, por exemplo, Apolodoro escreve em sua obra História o seguinte: “… Hércules trasladou-se a Oeta no território traquiniano e construiu ali uma pira e montou nela. E quando a pira estava ardendo, conta-se que uma nuvem o levou flutuando aos céus”.

192 d.C.

Herodiano, no seu livro História do Império depois de Marco Aurélio, volume I, descreve um objeto particularmente brilhante que cruzou o céu, além de outras maravilhosas que ocorreram por aqueles dias, afirmando que “estrelas foram vistas no ar em pleno dia”. Por sua parte, o historiador Hélio Lamprídio escreve na sua obra Vida de Comodo o seguinte: “… Durante o reinado de Comodo, um objeto particularmente brilhante cruzou o céu”.

217 d.C.

Novamente no trabalho História Romana, de Dio Cassius, recolhe-se um incidente insólito: “… Em Roma, um espírito com aparência de homem levou um asno até o Capitólio e depois ao palácio. Ao ser preso por isso e ser enviado a Antônio, disse que não se apresentaria ante o imperador. E quando chegou a Cápua evaporou-se repentinamente.”

312 d.C.

Nesse ano, escreve o biógrafo e cronista do imperador Constantino, o Grande, em sua obra Vida de Constantino, livro I, capítulo XXIII, referindo-se ao sítio da batalha da ponte Milvio, o seguinte relato: “… Por volta das horas medianas do Sol, disse Constantino que viu com seus próprios olhos o troféu da cruz nos céus, situado sobre o Sol radiante de luz e com uma inscrição adjunta contendo as palavras ‘com isto conquisto’ e que à vista disso ficaram pasmados tanto ele como todas as suas forças militares, as quais lhe seguiram em sua marcha e foram espectadores do milagre.”

Posteriormente, o historiador Edwar Gibbon comentaria sobre essa observação afirmando: “… Esse surpreendente objeto do céu assombrou todo o exército, assim como o imperador, que, ainda indeciso sobre a eleição de uma religião, trocou o assombro em fé pela visão que teve na noite seguinte, pois Cristo lhe apareceu ante seus olhos e, mostrando o mesmo símbolo da cruz, disse a Constantino que fabricasse um estandarte semelhante e marchasse com a segurança da vitória contra Magêncio e todos os inimigos.”

314 d.C.

O professor de literatura chinesa, Sr. Ke Yang, da Universidade Lanzhou, encontrou evidências de que houve avistamentos aéreos anormais registrados em textos clássicos chineses. Um deles faz menção a um dia de janeiro do ano 2 (314 da nossa era), sob o reinado do imperador Jianxing, quando o “Sol” se precipitou em terra e outros “três sóis” surgiram juntos por cima do horizonte. Outro dia, o “Sol” desceu rapidamente até o solo e outros “três” voaram, um junto ao outro, depois de haver-se elevado em direção oeste, dirigindo-se depois até o leste.

317 d.C.

Num outro texto, pesquisado pelo professor Yang, temos o seguinte incidente:
“… No ano 5 do reinado do imperador Jianxing, três sóis brilharam simultaneamente no céu, pintando-o de tons multicores. Os sóis estavam rodeados por uma auréola e suspensos a 10 metros por cima do solo. No centro dos sóis se distinguia uma coloração verdosa.”

Dois objetos voadores gigantescos vistos pelos habitantes das cidades de Mecklenburgo e Hamburgo, Alemanha, em 4 de novembro de 1697
Dois objetos voadores gigantescos vistos pelos habitantes das cidades de Mecklenburgo e Hamburgo, na Alemanha, em 4 de novembro de 1697

384 d.C.

Em tempos do imperador Teodósio, o Grande, último imperador do grande Império Romano, foi avistado no céu um sinal terrível: um objeto em forma de coluna, segundo comenta o historiador Lycosthenes.

394 d.C.

Uma estranha aparição foi registrada na cidade de Antióquia, na Turquia, nesse ano. Segundo relatam algumas testemunhas, uma espécie de mulher, enorme, deslocava-se pelo céu sobre as ruínas da cidade, emitindo um som ensurdecedor.

1000 d.C.

Sobre a cidade de Avigliana, próxima a Turim, na Itália, objetos semelhantes a tochas de fogo cruzaram o céu a enormes velocidades, e uma claridade deslumbrante iluminou completamente a noite deixando aterrorizados os habitantes da vila.

1213 d.C.

No dia 10 de março desse mesmo ano, objetos voadores luminosos apareceram por detrás da montanha do templo de Hokkedo, Japão. Os objetos subiam e se apagavam alternadamente, segundo comenta o cronista japonês Yusuke Matsumura.

1290 d.C.

Um manuscrito descoberto no mosteiro de Ampleforth refere-se a uma observação ocorrida no dia 3 de agosto desse ano pelos religiosos do mosteiro de Byland. O texto comenta o seguinte: “… Um dos irmãos da confraria chegou e avisou que havia um grande objeto fora. Todos saíram e viram uma enorme coisa de prata, como um disco, que voava lenta mas poderosamente sobre eles, provocando-lhes o maior dos terrores.”

1428 d.C.

Exatamente a uma e meia da madrugada do dia 3 de abril desse ano, grande parte dos habitantes do povoado de Forli, na Itália, observaram no céu uma chama de fogo muito alta em forma de torre, e também uma coluna que parecia de fogo subindo pelo ar. Nesse mesmo dia, entre 1 e 3 horas da madrugada, foi observada uma “lâmpada de fogo” flutuando no ar.

1519 d.C.

O navegador Antonio Pigafetta, que participou da expedição de Magalhães ao redor do mundo, deixou escrito um detalhado encontro com um disco de fogo ocorrido sobre a ilha de Biranota.

1604 d.C.

Objetos voadores foram observados por uma grande quantidade de testemunhas sobrevoando a Catalunha, na Espanha, sendo registrados pelo jornal Diario, de Jeroni Pujades.

1716 d.C.

Em março desse ano, o famoso astrônomo inglês Edmond Halley, descobridor do cometa que lava o seu nome, observou e relatou a presença de um objeto luminoso que se manteve no céu por mais de duas horas. O cientista não conseguiu apresentar uma resposta satisfatória, pois nada conhecido poderia ter gerado uma luz de tanta intensidade. Halley afirmou que a luz desse objeto, observado durante a noite, era tão intensa que poderia ler um texto sem qualquer dificuldade.

1800 d.C.

O século XIX se inicia com uma grande e impressionante observação em Baton Rouge, capital do Estado da Louisiana, nos Estados Unidos, durante a noite do dia 5 de abril. Naquela oportunidade, um enorme objeto luminoso, grande como uma casa, passou a pouco menos de 200 metros do solo diante de um grande número de testemunhas, para logo dirigir-se rumo noroeste. Tão intensa foi a sua luminosidade, que os observadores perceberam claramente um aumento da temperatura local.

1910 d.C.

No dia 5 de fevereiro, às 23:45h, o senhor e a senhora Whitney, da localidade de Everett, em Washington, avistaram um gigantesco objeto discoidal de cor dourada a menos de 4 milhas (pouco menos de 6,5 km) ao norte de Greer, em Idaho, às margens do rio Clearwater. O disco não apresentava menos de meia milha de diâmetro (próximo de 800 metros). As manobras do objeto demonstravam ser resultado de algum tipo de inteligência.

1917 d.C.

No dia 13 de outubro, um objeto de formato discoidal e cor prata, brilhando sem ferir os olhos, surgiu no céu na localidade de Fátima, em Portugal, por volta das 12 horas quando da aparição da Virgem Maria. O objeto girava sobre si mesmo a grande velocidade, transformando-se, repentinamente, numa roda de fogo e lançado em todas as direções clarões de luz semelhantes a um arco-íris. Depois, o objeto desce e pára, sobe de novo aos céus e, pouco a pouco, torna-se mais brilhante, parecendo um verdadeiro sol, chegando a ferir os olhos e emitir calor, secando as roupas das testemunhas pela emanação de um forte calor, molhadas por uma intensa chuva ocorrida antes do evento.

1947 d.C.

Este foi o ano capital para a ufologia contemporânea mundial que marca o início de uma transição, bastante significativa para toda a humanidade.No dia 24 de junho (marco da ufologia), o Sr. Kenneth Arnold, de Boise, Idaho, nos Estados Unidos, encontrava-se a bordo do seu monomotor a uma altitude de 2.800 metros sobre as montanhas Cascade, no Estado de Washington, havendo decolado de Chehalis em direção a Yakima, quando avista uma deslumbrante formação de nove estranhos objetos que passavam quase raspando os picos das montanhas a uma enorme velocidade (cerca de mais de 2.000 km/h).

No mês de julho, no Brasil, o Sr. José Higgins foi o único de um grupo de pesquisadores que permaneceu no local depois do pouso de um disco voador (e não um óvni) à frente do grupo. Três entidades de altura aproximada equivalente a 1,80 m e roupas brilhantes indicaram à testemunha que provinham de Urano, desenhando no solo oito círculos concêntricos e indicando o primeiro como sendo o Sol.

No dia 3 de julho, o Sr. W. Mac Brazel confirma ter achado no dia anterior, os destroços de um veículo aéreo no campo da fazenda Foster durante a manhã, a 48 km de Corona, em Lincoln Country, 120 Km a noroeste de Roswell, no Novo México.

No dia 7 de julho, o fotógrafo William Rhodes, por volta do entardecer, informa que se encontrava em sua casa quando ouviu um barulho enorme do lado de fora. Por alguma razão pensou que podia tratar-se de um disco voador, saindo com a sua câmara, justo em tempo de obter duas fotos de um objeto que se afastava a grande velocidade.

As fotos tiradas por William Rhodes de um UFO, que começou a voar em alta velocidade
As fotos tiradas por William Rhodes de um UFO, que começou a voar em alta velocidade

Em agosto, o artista italiano Rapuzzi Johannis, enquanto caminhava pelas montanhas entre a Itália e a antiga Iugoslávia, avistou um objeto vermelho de forma discoidal pousado, ladeado por duas entidades de tipo “anão”. Os seres, além de baixos, possuíam cabeças grandes e rostos acinzentados.

Aliens vistos por Rapuzzi Johannis
Aliens vistos por Rapuzzi Johannis

Projeto Haarp

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Incluímos este interessante texto do pesquisador Roberto Chola para que o estudante de esoterismo observe até que ponto a humanidade chegou, gastando muitos bilhões de dólares em pesquisa de tecnologias que poderiam ser utilizadas para o bem da humanidade.

No entanto, o fator “destruição em massa” é preponderante. Segundo o gnosticismo universal, preconizado por Samael Aun Weor, Essa ciência utilizada para a escravização da humanidade vem a ser aquilo que a Bíblia denomina “O Anticristo”. Esse anticristo nada mais é que a nossa ciência moderna usada de forma tão torpe e terrível, e afastada da espiritualidade e do bem geral.

Projeto Haarp, uso de alta tecnologia para fins bélicos

O projeto denominado High Frequency Active Auroral Reserach Program (HAARP), começou com o título de “experimento científico de comunicação” e hoje está enquadrado na característica de “Estratégia/Inteligência Tática/Guerra Eletrônica”. O objetivo seria o estudo da camada da atmosfera conhecida como Ionosfera. Hoje, sabe-se que a ionosfera é uma camada de Plasma (o quarto estado da matéria e a substância mais comum que compõe o Universo conhecido).

Esse estado é difícil de ser produzido e controlado em laboratório. Assim, a existência desta camada na Terra é uma excelente fonte de pesquisas e, claro, de “testes”. Infelizmente, existem várias possibilidades com este projeto.

A ionosfera tem a capacidade de permitir comunicações de longo alcance em alta e baixa frequências, principalmente utilizada em sistemas militares e de vigilância.

O Sol tem um efeito considerável sobre esta camada, através do “vento” solar (sun flares) e ejeção de massa coronal (CME’s), as popularmente conhecidas “tempestades solares”, sendo capaz de provocar o total aniquilamento da comunicação via ondas eletromagnéticas (EM) em todo o planeta (vide o evento ocorrido em 03.08.1997, onde um “blackout” eletromagnético parou quase todos os EUA).

Outros fenômenos causados pela atividade solar são as “auroras” (eletrojatos ou “eletromotos”) que podem alcançar a potência de milhões de ampères (intensidade de corrente elétrica) e provocar vários fenômenos, induzindo esta fantástica corrente elétrica através das “linhas de força” que formam a matriz (grid) eletromagnética terrestre.

Estes efeitos podem provocar desde mudanças no clima (com tempestades, furacões, relâmpagos) até mudanças no comportamento humano sob influência do forte efeito eletromagnético (EMI – Eletro Magnetic Interference). Modernas simulações realizadas em computadores da série Cray demonstram a enorme variação e turbulência que ocorre na Ionosfera durante uma “tempestade geomagnética solar”.

Enfim, se algo ou alguém pudesse controlar estes eventos, teríamos um poderoso instrumento capaz de alterar o clima em certas regiões, eliminar o sistema de comunicação de um país e induzir a comportamentos “estranhos” na população e o aniquilamento de equipamentos militares eletrônicos através de Pulsos Eletromagnéticos (PEM) controlados.

Mas o mais “curioso” e ao mesmo tempo assustador é que esse tipo de equipamento possibilita a utilização de transmissões/emissões de ondas eletromagnéticas de baixa frequência / comprimento longo (ULF-ELF-VLF) é possível se detectar, mapear e gerar imagens de estruturas subterrâneas e inclusive criar um sistema de comunicação subterrânea que não é afetado por qualquer tipo de atividade de superfície.

Isto seria feito invertendo-se as propriedades dos campos eletromagnéticos para se obter parâmetros geofísicos e imagens realísticas abaixo da superfície terrestre, com o objetivo principal de mapear estruturas feitas pelo homem ou artificiais.

Bem, este assunto pode implicar em muitos desdobramentos que não entrarei em detalhes, mas, para reflexão, lembro que recentemente os EUA desenvolveram uma arma capaz de destruir instalações subterrâneas a grande profundidade.

Quanto ao fato de tal dispositivo poder provocar terremotos seria uma possibilidade, pois o som é uma frequência que quando direcionada, potencializada e em estado “ressonante” com a estrutura que se deseja atingir, pode provocar o total aniquilamento de tal estrutura como se esta fosse feita de material frágil.

Mas, aí seria outro tipo de onda eletromagnética não ionizante (talvez uma faixa de microondas – SHF ou EHF). Sempre que me perguntam a respeito, lembro-me do filme protagonizado pelo ator Steve Seagal Força em Alerta 2, em que um cientista dissidente inventa um satélite capaz de gerar pulsos localizados de micro-ondas e assim provocar terremotos.

Seagal é um bom amigo e todo filme que faz é baseado em pesquisas reais. Este dispositivo realmente existe como pesquisa. Teoricamente é possível produzir terremotos ou pontos de ruptura por micro-ondas, através da expansão das moléculas de água do interior das rochas. Se alguém já conseguiu fazer isto, não sei.

Pelo que pesquisei, é possível que Nichola Tesla tenha desenvolvido um dispositivo parecido e tenha se espantado com seu poder e assim tratou de destruí-lo e esconder as anotações que mais tarde foram confiscadas pelo governo norte-americano, o qual provavelmente pode ser o responsável pela sua morte.

Alguns acreditam que o evento de Tunguska em 1908 foi o resultado de um teste realizado com o equipamento de Tesla, conduzindo uma carga eletromagnética através da Ionosfera. O objetivo de Tesla seria o de testar um sistema de comunicação de baixo custo que circulasse o Planeta.

Outro dado interessante é que os efeitos eletromagnéticos estão ligados ao desenvolvimento da Magneto-Hidrodinâmica (MHD), muito pesquisada pela Marinha como sistema de propulsão de seus submarinos das classes Los Angeles e Califórnia (ambos nucleares). Como sabemos, a propagação de ondas eletromagnéticas na água é prejudicada e, por isso, a transmissão entre bases na superfície e submarinos em águas profundas é feita através de ondas ELF.

Curiosamente, um episódio da série de tevê Arquivo X tratou especificamente desse efeito, que causava nas pessoas próximas de transmissores ELF da Marinha, uma irresistível vontade de ir numa direção específica de acordo com a propagação eletromagnética, como se estivesse seguindo um sinal. Quanto mais a pessoa andava na velocidade da onda, melhor se sentia, e se parasse, tinha dores terríveis até morrer, com a “implosão” dos centros receptores do cérebro.

Esse episódio foi baseado em fatos reais! O seguinte link mostra uma comunicação endereçada ao DoD (Departament of Defense) dos EUA, pedindo o término imediato de projetos baseados em ELF em áreas civis: http://www.fas.org/spp/starwars/congress/1998/s980625-dod-elf.htm

Veja o parágrafo que trata de riscos para a saúde pública.

Recentemente, o Senado dos EUA aprovou uma verba de US$ 140 milhões para o programa de Guerra Eletrônica das Socom (Special Operations Command); nelas estão incluídos os escudos antimísseis Asat (Army Tactical Anti-Satellite Technologies) e Haarp.

Também em data recente, o governo dos EUA liberaram bilhões de dólares para desenvolver novas armas para ganhar as guerras do novo século, segundo um alto funcionário do Departamento de Defesa. Estas armas não serão canhões, bombas ou balas, mas sim, um polêmico escudo antimísseis, cujo projeto e desenvolvimento devem custar US$ 7,9 bilhões.

Funcionários do Departamento de Defesa explicaram que essas novas armas são lasers de alta energia, sistema de micro-ondas e aeronaves cibernéticas, muitas das quais atuarão sem tripulantes, as denominadas UAV (Unmanned Aerial Vehicle), RPV (Remotely Piloted Vehicle) e Ucav (Uninhabited Combat Air Vehicle).

O Projeto Haarp está sob coordenação da Usaf através da Universidade do Alasca (http://www.haarp.alaska.edu/) e da UsNavy através do Naval Research Laboratory (http://server5550.itd.nrl.navy.mil/projects/haarp/index.html).

Um dos melhores lugares para se obter informação confiável (ainda e por enquanto) é o site da Federation of American Scientists (FAZ) http://www.fas.org, uma espécie de National Rifle Association (NRA) da ciência, daí seu forte poder de união e divulgação. É uma entidade de pesquisa séria e respeitada na comunidade científica.

Um ótimo link para se conhecer os projetos americanos é o do Intelligence Programs and Systems, em http://www.fas.org/irp/program/list.htm, e também o do Intelligence Collection Programs and Systems em http://www.fas.org/irp/program/collect/

Para finalizar, ainda no assunto “armas”, se já não bastassem as armas Eletromagnetic Pulse (EMP) e High Power Microwave (HPM), veja o que nos aguarda em: http://www.fas.org/spp/military/docops/usaf/2025/v3c9/v3c9-1.htm

Sobre livros, os melhores que li a respeito desse assunto são: The Lost Journals of Nikola Tesla: Haarp – Chemtrails and Secret of Alternative 4 – Tim Swartz Angels Don’t Play This haarp: Advances in Tesla Technology – Nick Begich e Jeane Manning Haarp: The Ultimate Weapon of the Conspiracy – Jerry E. Smith Secrets of Cold War Technology: Project Haarp and Beyond – Gerry Vassilatos The Earth’s Ionosphere – Academic Press – Kelley, M. C. – 1989 Ionospheric Radio – Peter Peregrinus Ltd – Kenneth Davies – 1990 An Introduction to the Ionosphere and Magnetosphere – J. A. Ratcliffe – 1972

Outro trabalho que recomendo a leitura para quem quiser se aprofundar em Ufologia Militar são: Underground Bases and Tunnels – What Is The Government Trying to Hide? e Underground Bases and Tunnels.

Escritos pelo dr. Richard Sauder, que tem demonstrado que nossa humanidade já possui grande tecnologia para escavar imensas instalações subterrâneas e aquáticas. Vale destacar que muitas das bases citadas neste trabalho estão em área de alta incidência de avistamentos de óvnis, o que corrobora a hipótese de que grande parte destes óvnis observados pode na verdade ser de procedência terrestre.

Outro ponto de reflexão seria sobre eventuais alienígenas que se forem um pouco mais avançados também poderiam construir algo similar aqui ou em outros planetas. Maiores informações em:

A grande conclusão é que caímos no que conversamos há tempos sobre o projeto Haarp (e os usos dessa tecnologia no mapeamento de estruturas profundas com ondas ELF) e as novas armas de profundidade para ser utilizadas a vários metros abaixo da superfície.