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Larvas astrais e mentais

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É importante saber que, do ponto de vista esotérico-gnóstico, não existem somente larvas em nível físico, como os vermes intestinais, que roubam nossa vitalidade, mas entidades que em outras dimensões se apropriam de nossa saúde, bem-estar, prosperidade, riqueza e equilíbrio mental/emocional.

Essas entidades são denominadas Larvas Astrais e Larvas Mentais e possuem formas as mais bizarras e grotescas que a mente humana possa conceber.

Essas entidades do mental e do astral inferiores alimentam-se de nossos atos, pensamentos e desejos negativos e destrutivos. Normalmente, são gerados em locais onde há uma Egrégora, ou seja, um ambiente que congrega pessoas que têm um pensamento, sentimento ou atitude similares e contínuos, como bares, boates, clubes, paradas militares, danceterias, baladas, estádios de futebol, e principalmente locais com “astral pesadíssimo”, como bordéis, prostíbulos, cadeias, presídios, velórios etc.

Os elementares, também conhecidos como Elementários ou Elementares (não confundir com os elementais da natureza, que são as almas das plantas, dos animais etc.) ou Larvas, podem ser também gerados em nossos lares ou ambientes de trabalho quando se gera um hábito ou pensamento negativo.

Por incrível que possa parecer, muitas vezes essas entidades, que no popular são chamadas de “encostos” (que também podem ser almas de desencarnados sofredores, porém na maioria são essas Larvas), roubam até mesmo a prosperidade de nosso ambiente de trabalho, sugando qualquer possibilidade de atrair clientes, bons negócios etc., além é claro da questão da saúde física e psíquica.

Para compreendermos um pouco mais sobre essas Larvas, passemos à lista de alguns tipos de larvas astrais/mentais:

Dragões: formas-pensamento criadas em prostíbulos, bordéis, boates e congêneres.

Íncubos e Súcubos: nascidos de fantasias sexuais, sonhos eróticos e masturbação. Os íncubos acompanham as mulheres e os súcubos permanecem na atmosfera áurica dos homens, alimentando-se dos fluidos sexuais de suas vítimas.

Fantasmatas: átomos putrefatos desprendidos de cadáveres. Pululam nos cemitérios e adjacências. Fixam-se nas pessoas emocionalmente receptivas que visitam cemitérios e/ou que ficam pensando compulsivamente em pessoas falecidas.

Leos e Áspis: nascem de atitudes ligadas ao orgulho e ira exacerbados, em reuniões de partidos políticos, desfiles militares, estádios de futebol, ringues de boxe e debates que não levam a nada.

Mantícoras e Basiliscos: gerados em atos sexuais antinaturais (bestialidades, atos homossexuais, sexo anal, sexo grupal e demais atos mórbidos e fantasias sexuais).larvas-astrais-gnosisonline

Encostos: nascem da energia da inveja ou de luxúria, projetam-se de uma pessoa à outra. Comumente, provocam mal-estares nos sistemas digestivo e respiratório, provocando náuseas, ânsias de vômito, resfriados prolongados, e são vistos pelo vidente “colando-se” nas costas da vítima.

Há muitos outros, como os Vermes da Lua, Caballis e Vampiros, que se alimentam de sangue (locais onde houver mênstruo, matadouros, depósitos de lixo hospitalar etc.), comida apodrecida, casas sujas, centros velhos e mal conservados das cidades, casas de saúde e hospitais psiquiátricos abandonados, terrenos baldios e muito especialmente cemitérios.

Quando temos a sensação de que um ambiente é “baixo-astral”, devemos usar nossos conhecimentos esotéricos para nos proteger

Drogas, Bebidas e Larvas Vampirescas

O uso de álcool e drogas que causam alucinações e psicodependência têm um lado “oculto” que não é computado nos processos terapêuticos: o despertar dos chacras (vórtices de energia) negativamente, gerando “visões” paranormais terríveis para os dependentes, e o desequilíbrio dos corpos internos (etérico, astral e mental). Essas visões causadas pelo giro “invertido” dos chacras é o que se chama delirium tremens.

Os videntes percebem no campo áurico de praticamente todos os psicodependentes entidades que vampirizam a energia vital, além de escravizar tais dependentes, infundindo-lhes pensamentos e desejos compulsivos para a continuidade do vício.

Vibrações de luxúria não passam de ataques psíquicos. Deve-se proteger com o poder da oração e dos mantras de Defesa Psíquica
Vibrações de luxúria não passam de ataques psíquicos. Deve-se proteger com o poder da oração e dos mantras de Defesa Psíquica

Algumas das terapias (não as únicas, obviamente) que se deveriam usar com os “viciados”:

– limpar a aura desses doentes e das casas onde vivem com “incensos fortes” (como benjoim e casca de alho), para destruir ou afugentar as larvas-encosto;

– invocar os santos mestres da Grande Fraternidade Branca para que reequilibrem os corpos internos dos viciados;

– Alimentação o mais saudável possível, de preferência cereais integrais, legumes e verduras;

– Práticas saudáveis de esportes, ao menos exercer caminhadas em lugares arejados;

– Práticas diárias de oração, relaxamento psicofísico e, principalmente, meditação, a qual nos conecta com as Forças Divinas.

É lamentável afirmarmos que há casos em que tanto os neurônios quanto o corpo mental de muitos viciados já estão tão comprometidos, que o carma desses infelizes é nascerem, na próxima encarnação, com o corpo físico deformado. Mesmo assim, lutar por nossos irmãozinhos enfermos e dependentes é importantíssimo, numa época como a atual…

Defumação com Incensos

Muitas dessas larvas (porém não todas) podem ser destruídas com as sufumigações (o termo popular utilizado é “defumação”), aliadas a trabalhos mágicos, com orações e rituais de limpeza, Magia Elemental etc.

Existem alguns elementos que são de comprovada eficácia, tais como:

Aloés, mirra, cânfora, assafétida, pau-d’alho, arruda, alecrim, benjoim, cascas de alho, enxofre (em pequena quantidade) e zimbro.

Esses produtos, repito, se queimados no carvão em brasa, irradiam juntamente com a fumaça desprendida múltiplos elementos purificadores do local e da aura.

Suplicar bênçãos de Deus e de seus santos Mestres e Anjos é de vital importância para nossa proteção.
Suplicar bênçãos de Deus e de seus santos Mestres e Anjos é de vital importância para nossa espiritualidade e proteção

Há, por outro lado, ervas que conseguem produzir um clima emocional superior, sutil, não só destruindo as energias negativas, mas também atraindo a atenção e presença de elementais e anjos. Temos alguns exemplos:

Óleo de rosas, heliotrópio, nardo, murta, além do mais famoso de todos, o olíbano, popularmente conhecido como “incenso de igreja” (os mais indicados são os importados da Somália, dos países árabes e do Irã… para saber mais sobre alguns dos melhores incensos do Brasil, clique aqui).

Aceita-se no esoterismo e nas práticas mágicas que a fumaça do olíbano tem a propriedade de criar um ambiente propício para a comunhão religiosa, devocional.

Os elementais solares do olíbano produzem uma vibração capaz de criar um estado receptivo para a captação das mensagens inspirativas e intuitivas que vêm das dimensões superiores, dos grandes mestres da Luz e dos Anjos…

Sugestão de um Exercício Esotérico

Caso você aceite praticar um exercício esotérico, sugerimos esta prática simples, porém, de eficácia comprovadíssima:

Vá a um parque e escolha uma árvore frondosa e cheia de vida que tenha atraído sua atenção. Peça permissão primeiramente ao Cristo Cósmico para realizar esta prática de Magia Elemental. Em seguida, converse com o elemental dessa árvore e coloque suas mãos em seu tronco. Feche os olhos e sinta a energia que sai dela. Se possível, vocalize o mantra AOM e dê Amor a esse ser elemental. Faça o mesmo pedido ao elemental por 9 dias seguidos, se possível, para um resultado efetivo.

Peça-lhe que encha seu corpo e sua Alma com sua energia. Peça-lhe um sinal de seu amor para você. Se possível, volte para casa e entre em meditação, aproveitando a força etérica recebida.

Em outras ocasiões, dirija a energia desse elemental para a cura e harmonia de alguém que necessite. Observe o que se passa com essa pessoa.

Acima, foto paranormal mostrando pessoas infectadas por um “Vibrião Psíquico” que impregna certos ambientes negativos, como bares, danceterias, boates, bordéis, estádios de futebol etc. Deve-se evitar tais espaços por conterem energias etéricas, astrais e mentais altamente tóxicas.

Ali Onaissi é jornalista, escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine.

Jesus predica sobre a mulher

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Qualquer um que não respeite sua Mãe, o ser mais sagrado depois de Deus, é indigno do nome “Filho”.

Escutai, pois, o que direi a vós:

Respeitai a mulher: porque é a mãe do universo, e toda a verdade da criação divina repousa nela.

É ela a base de quanto há de bom e belo: como ela é, também, o germe da vida e da morte. Dela depende toda a existência do homem, porque ela é seu apoio moral e natural em seus trabalhos.

Ela vos dá à luz entre sofrimentos; com o suor de sua fronte, vigia nosso crescimento e até lhe causais as mais vivas angústias. Abençoai-a e adorai-a, pois ela é vosso único amigo e vosso sustento sobre a terra.

Respeitai-a, defendei-a. Obrando assim, ganhareis seu amor e sereis agradáveis a Deus. E por isso é que vos serão perdoadas muitas faltas.

Assim, também, amai vossas esposas e respeitai-as, porque elas serão mães amanhã e mais tarde as avós de toda uma nação.

Sede submissos para com a esposa: seu amor enobrece o homem, adoça seu coração endurecido, doma a besta e faz dela um cordeiro.

A esposa e a mãe, tesouro inapreciável que Deus vos concedeu. São elas o mais belo ornato do universo, e nascerá da mesma tudo quanto habitará o mundo.

E assim como o Deus dos Exército separou, em outro tempo, a luz das trevas e o continente das águas, a mulher possui o divino talento de separar no homem as boas intenções dos maus pensamentos.

É por isso que vos digo: depois de Deus, vossos pensamentos melhores devem pertencer às mulheres e às esposas; sendo a mulher, para vós, o Divino Templo de onde obtereis mais facilmente a perfeita felicidade.

Extraí do fundo desse Templo vossa força moral, ali esquecereis vossas tristezas e vossos fracassos, e recuperareis as forças perdidas que vos serão necessárias para ajudar a vosso próximo.

Não a exponhais, jamais, a que se veja humilhada, senão, achareis vós mesmos, e perderíeis o sentimento do amor, sem o qual nada existe aqui embaixo.

Protegei vossa esposa, para que ela vos proteja, a vós e a toda vossa família. Tudo quanto fizerdes para vossa mãe, vossa esposa, uma viúva ou outra qualquer mulher em sua aflição ou perigo, tereis feito por VOSSO Deus.

Nicolai Notovich, A Vida Secreta de Jesus Cristo

A necessidade de mudar a forma de pensar

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Antes de tudo, é necessário conhecer as leis do trabalho esotérico gnóstico, se é que de verdade queremos uma transformação radical e definitiva.

Em nome da verdade, diremos que se por algum lado temos de começar a trabalhar sobre nós mesmos, tem que ter relação com a mente e com o sentimento.

Seria absurdo começar a trabalhar com o centro motor, por exemplo. Como sabemos, este trabalho se relaciona com os hábitos, costumes e ações deste centro. Obviamente, isto seria começar com um faquirismo absurdo.

A propósito de faquires, na Índia há alguns que levantam um braço e o mantêm levantado por tempo indefinido, até que chega a ficar rígido. Há outros que permanecem firmes em um só lugar, durante vinte ou trinta anos, até converterem-se em verdadeiras estátuas.

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Mas, depois de tudo, o que ganham estes faquires? Desenvolver um pouco a força da vontade, isso é tudo.Não podemos pensar que vão criar o Corpo da Vontade Consciente; é claro que não. Não se pode criar um corpo fora da Nona Esfera.

Se fosse possível criar um corpo em ausência da Nona Esfera, teríamos nascido do ar, das águas de um lago, de uma rocha, e não seríamos filhos de um homem e uma mulher, mas em verdade somos filhos de um homem e uma mulher. Portanto, a criação sempre se realiza na Nona Esfera, isso é óbvio.

Nenhum faquir poderia criar o Corpo da Vontade Consciente longe da Nona Esfera. Nada ganham, pois, os que se dedicam ao faquirismo, exceto desenvolver um pouco a força da vontade, e isso é tudo.
Portanto, começar pelo centro motor seria absurdo.

Ainda mais absurdo seria começar a trabalhar com o centro sexual, sem ter uma informação correta do corpo de doutrina gnóstico. Pois quem começa nestas condições não sabe o que está fazendo, não tem consciência clara sobre o trabalho na Forja dos Ciclopes, pode cair, é óbvio, em erros gravíssimos.

Recordemos que o primeiro centro é o intelectual, o segundo, o motor; o terceiro, o emocional; o quarto, o instintivo; e o quinto, o sexual. Existem também o sexto, que é a emoção superior, e o sétimo, o mental superior.Mas, se começássemos com os centros inferiores da máquina orgânica, cairíamos no erro. Nestes estudos, antes de tudo, devemos começar pelos centros intelectual e emocional.

Necessitamos em verdade mudar nossa forma de pensar, do contrário andaremos pelo caminho do erro. De que serviria a vocês assistir essas aulas, se não mudam sua forma de pensar? Aqui são dados muitos exercícios esotéricos e orientação doutrinária. Mas se vocês não mudam a forma de pensar, de nada lhes servirá o que aqui lhes é dado.

Dizemos que há que dissolver o ego, se sacrificar pela humanidade, criar os corpos existenciais superiores do Ser, etc. Mas, se vocês continuam pensando como antes, com os mesmos hábitos mentais de outros tempos, de que serve tudo o que estão escutando aqui?

Dizemos que é necessário desintegrar o Ego, mas vocês continuam com seus velhos hábitos mentais, com suas formas e sistemas caducos de pensar. Então, de que serve a informação que lhes estamos dando?odre-novo-gnosisonline

Nas Sagradas Escrituras, se fala muito claramente, e precisamente muito próximo de João Batista, do vinho velho e do vinho novo. Como disse o Cristo, ninguém colocaria vinho novo em odres velhos, porque os odres velhos se romperiam. Assim, para vinho novo, são necessários odres novos.

O Grande Cabir Jesus disse também que ninguém pensaria em remendar roupa velha com retalhos de roupa nova, como cortar um terno novo para remendar um terno velho. Isto seria um absurdo, não é verdade?

Assim também este novo ensinamento é como o vinho novo, necessita odre novo. Que odre é esse? A mente. Se não abandonamos as formas caducas de pensar, se continuamos pensando com os hábitos que tínhamos antes, simplesmente estamos perdendo o tempo.

É necessário mudar a forma de pensar. Para vinho novo, necessitamos um odre novo. Precisamos mudar completamente nossa forma de pensar, a fim de receber este ensinamento. Este é o ponto crítico da questão.

Porque se recebemos este ensinamento e o acrescentamos a forma de pensar que tínhamos antes, a nossos velhos hábitos mentais, nada estamos fazendo, estamos enganando a nós mesmos. Querer engatar o carro do ensinamento gnóstico a nosso velho carro carcomido pelo tempo, cheio de lixo e imundície, é enganar a nós mesmos.

Antes de tudo, trata-se de preparar o recipiente para receber o vinho do ensinamento gnóstico. Este recipiente é a mente. Só assim, com um recipiente novo, transformado, com um recipiente verdadeiramente magnífico, pode-se receber este vinho do ensinamento gnóstico. Isto é o que quero que todos os irmãos vão compreendendo.

Necessitamos que as emoções negativas sejam eliminadas de nós, porque essas emoções negativas não permitem uma mudança de fundo. É impossível nos transformar, se ainda possuímos dentro de nós emoções negativas. Temos que erradicar de nosso coração as emoções de tipo negativo, pois são verdadeiramente prejudiciais, em todos os sentidos.
Uma pessoa que se deixa levar pelas emoções negativas torna-se mentirosa em tudo. Conheço o caso de um senhor que atualmente se encontra à beira da morte. Este bom homem teve uma embolia cerebral.

Qual o motivo? Muito claro, alguém o informou (mal) de que sua irmã havia sido vítima de uma fraude. Esta informação foi depois examinada e constatou-se que era falsa. Este senhor chamou sua irmã e acreditou numa mentira difamante que ela lhe contou. Levou tudo tão a sério que teve uma embolia cerebral; agora encontra-se à beira da morte. Vejam vocês este caso. Portanto, as emoções negativas levam-nos ao fracasso.

A irmã ainda estava convencida de que foi vítima de uma fraude. É óbvio que caluniava um inocente, mas ela estava certa de que foi vítima. Investiguei pessoalmente o caso e me dei conta de que ela mesma estava se autoenganando. Estava mentindo para si mesma, vítima das emoções negativas, e ainda caluniando outra pessoa, de forma inconsciente.

De modo que, já disse e repito: as emoções negativas tornam as pessoas mentirosas. Observem como as pessoas mentem, levadas pelas emoções negativas. Emitem falsos julgamentos e depois se arrependem, mas é tarde, já os emitiram.
Portanto, devemos eliminar de nossa natureza as emoções negativas.

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A mentira, certamente, é uma conexão falsa. O normal é que a energia do Pai, a vida do Ancião dos Dias, isto é, de nosso Ser interior profundo, flua através da organização cósmica interior até chegar à mente. Mas se fazemos uma conexão falsa, sua energia já não pode fluir. É como se interrompêssemos a passagem da energia. A eletricidade não chegaria à lâmpada, às lâmpadas que nos iluminam. A mentira é uma conexão falsa.

Geralmente, quando uma pessoa se enche de emoções negativas, torna-se mentirosa; esta é a realidade dos fatos.

Se compreendemos verdadeiramente tudo isso e começamos por mudar nossa forma de pensar e de sentir, isto prontamente refletirá em nossas ações. Uma vez que alguém mude sua forma de pensar, de sentir e de agir, então está perfeitamente pronta para trabalhar com os mistérios do sexo.

O erro de alguns missionários é querer que as pessoas comecem de uma vez a trabalhar com o Maithuna, na Nona Esfera, sem conhecer sequer o corpo de doutrina; isto é absurdo. As pessoas que não mudam sua forma de pensar, que continuam com seus mesmos hábitos, que continuam com suas mesmas formas de sentir, que são vítimas das emoções negativas, não compreendem os mistérios do sexo e os profanam.

Por isso, Paracelso insiste em que primeiro há que se conhecer a ciência, para depois começar a trabalhar na Nona Esfera. E nisto tem razão Felipe Teophrastus Bombastus de Hohenheim, Auréola Paracelso. Comecemos então por mudar nossa forma de pensar e de sentir.

Muitos recebem aqui ensinamentos esotéricos, lhes são dados, mas continuam pensando como antes, como pensavam há vinte anos. Que aconteceu então? Estamos perdendo tempo! O conhecimento é dado às pessoas para que se autorrealizem, para que se transformem, mas continuam pensando como antes.

Obviamente, se anda muito mal. Conheço irmãozinhos gnósticos que estão há vinte ou trinta anos nos ensinamentos gnósticos e ainda pensam como pensavam no passado. São muito ilustrados, manipulam muito bem as ideias, mas se alguém examina detidamente suas vidas, seus costumes, verá que são os mesmos que tinham antes.

Há irmãos muito judiciosos, missionários que falam muito bem sobre a Gnose, que lidam com o corpo de doutrina de uma forma extraordinária, mas tenho estado observando-os e agem como quando não eram gnósticos, agem como agiam há trinta anos.

Têm os velhos costumes que tinham quando não conheciam estes ensinamentos. Continuam com os mesmos velhos costumes. Que estão fazendo estes irmãos? Pois é óbvio que estão se autoenganando miseravelmente.
Portanto, temos que começar por mudar a forma de pensar e depois a forma de sentir. Colocar o vinho novo, o vinho gnóstico, em odres novos, não em odres velhos.

Uma mente decrépita, cheia de hábitos velhos, hábitos de vinte ou trinta anos atrás, não está preparada para receber o vinho da Gnose. Uma mente assim precisa forçosamente passar por uma mudança total, do contrário se está perdendo o tempo miseravelmente.

O que é que queremos com tudo isso? Despertar Consciência, não é verdade? Esta é a verdade, isto é o que queremos; despertar!

No mundo oriental, não se ignora que as pessoas estão adormecidas, ninguém ignora. Mas no mundo ocidental as pessoas acreditam que estão despertas e, no entanto, fazem coisas que não querem fazer. Lançam-se à guerra, porém não querem ir à guerra, mas sempre vão, ainda que não queiram. Por que? Porque estão hipnotizadas.

Por exemplo, sabemos que se mandarmos um sujeito hipnotizado matar alguém, ele vai e mata. Isto já está até previsto no código penal de todos os países da Terra. Assim também acontece com as pessoas de todas as latitudes, estão hipnotizadas, mas acreditam que estão despertas.

Dizem-lhes que chegou a hora de ir à guerra e vão à guerra. Não querem ir, mas vão, porque estão hipnotizadas. E o hipnotizado, hipnotizado está. Isto é gravíssimo, mas tremendamente certo.

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Precisamos sair do sono hipnótico, isto é verdade. Mas vamos ver como saímos do sono hipnótico. Se estamos satisfeitos com nossos hábitos mentais, com nosso sistema de raciocinar, com nossos hábitos sentimentais, com nossos diferentes costumes, adquiridos pela hereditariedade e pela família, então, ainda que estejamos aqui nesta sala escutando os ensinamentos, simplesmente estamos perdendo o tempo.

Perguntem a vocês mesmos para que vieram. Com que objetivo estão reunidos nesta sala? Se estão aqui por mera curiosidade, valeria mais que não tivessem vindo. Se de verdade lhes anima o desejo de mudar, mas continuam muito satisfeitos com suas velhas normas de pensar, simplesmente estão se autoenganando.

Se é que vocês querem engatar o carro da Gnose a seu trem envelhecido pelo tempo e carcomido até o tutano dos ossos, estão fazendo um jogo muito bobo e que não conduz a nada. Assim, não nos enganemos a nós mesmos. Se queremos mudar, sejamos sérios e mudemos a nossa forma de pensar.

Cada um tem uma forma de pensar, cada um acha que sua maneira de pensar é a mais correta. Mas na realidade as diferentes formas de pensar, de cada um ou de todos em seu conjunto, de correto não têm nada, visto que estão hipnotizados. Como pode pensar corretamente uma pessoa que está hipnotizada? Mas vocês acreditam que estão pensando corretamente, eis aqui o erro. Seus hábitos mentais não servem.

Se é que querem mudar, aqui têm um ensinamento novo, aqui têm o vinho da gnose. Mas, por favor, tragam odres novos para esse vinho, não odres velhos. O vinho novo arrebenta os odres velhos.

Interessa-me dar-lhes o ensinamento, meus irmãos, mas dá-lo seriamente. Por isso, convido-os a mudar vossa maneira de pensar.

Por acaso vocês refletiram sobre o que é a consciência? Com o que poderíamos comparar a consciência? A um foco de luz, que se pode dirigir a uma parte ou outra, isso é óbvio. Devemos aprender a colocar a consciência onde deve ser colocada. Onde estiver nossa consciência, ali estaremos nós.

Vocês que me escutam agora, estão seguros que a consciência de cada um está aqui? Se está aqui, obrigado. Mas estamos certos de que está aqui? Pode ser que esteja agora em casa, pode ser que esteja no bar, pode ser que esteja no mercado e que somente estamos vendo aqui a personalidade ou fachada de tal ou qual irmão. Assim, onde estiver a consciência, ali estaremos nós.

A consciência é algo que devemos aprender a colocar inteligentemente, onde deve ser colocada. Se colocarmos nossa consciência em um bar, ela atuará em função do bar. Se a colocarmos em uma casa de prostituição, ali estará e se a colocarmos em um mercado, teremos um bom ou um mau negociante. Onde quer que esteja a consciência, ali estaremos nós.

A consciência, infelizmente, está aprisionada. Um eu de luxúria poderá levá-la a uma casa de prostituição. Um eu de bebedeira poderá carregá-la para um bar. Um eu cobiçoso a levará a um mercado. Um eu assassino a levará à casa de um inimigo.

Vocês acham correto não saber controlar a consciência? Entendo que é absurdo levá-la a lugares onde não deve estar, isso é óbvio.

Infelizmente, repito, nossa consciência está enfrascada, aprisionada, entre os diversos elementos inumanos que carregamos em nosso interior. Precisamos quebrar todos esses elementos dentro dos quais está engarrafada a consciência. Mas faríamos isso se não mudássemos nossa forma de pensar?

Se estamos satisfeitíssimos com os nossos velhos hábitos caducos e extemporâneos que temos na mente, nos preocuparíamos em despertar a consciência? É claro que não. Se queremos mudar, vamos mudar a partir de agora mesmo, mudando nossos hábitos mentais, nossa forma de pensar.

Quando alguém muda de verdade, origina mudanças interiores. Quando alguém muda sua forma de pensar, pode então pensar em mudar totalmente em seu interior. Mas se continuam existindo hábitos inconvenientes na mente, como alguém pode dizer que vai provocar uma mudança em sua consciência interior? Isso não é possível, seria contraditório que pensássemos uma coisa e fizéssemos outra. Não é possível.

Assim, precisamos nos tornar donos de nossa própria consciência, colocá-la onde deve ser colocada, situá-la onde deve situar-se, aprender a colocá-la em um lugar e aprender a tirá-la. É um dom maravilhoso, mas é um dom que não estamos usando sabiamente.

Realmente, a única coisa digna que temos dentro de nós é a consciência. Os diferentes agregados psíquicos que temos de modo algum são dignos. A única coisa digna, a única coisa real, que vale a pena em nós, é a consciência. Mas ela está adormecida, não sabemos controlá-la. Os agregados psíquicos levam-na para onde querem. Realmente, não sabemos usá-la, e isso é lamentável.

Se queremos uma transformação, uma mudança de base, devemos também ir aprendendo o que é isso que se chama consciência.

No mundo oriental, nos foi dito que antes de que surja em nós o Bodhisatva, deve surgir o Bodhicitta. Mas, o que é isso que se chama Bodhisatva? Alguns de vocês saberão e outros não. Blavatsky diz que aquele que possui os corpos causal, mental, astral e físico é um Bodhisatva. Quer dizer, a alma humana, ou alma causal, vestida com tais corpos, é um Bodhisatva.

Ela faz uma plena diferenciação entre um Mestre em si, que é Atman-Buddhi, ou seja, o Íntimo e a Alma Consciência, e o Bodhisatva, que é a Alma Humana revestida com os corpos existenciais superiores do Ser.

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Mas o Budismo Mahayana é mais exigente, não reconhece como Bodhisatva senão aqueles que se sacrificaram pela humanidade através de sucessivos Mahavantaras.

O budismo mahayana diz que há dois tipos de seres. Uns seriam os budas pratyekas e os aspirantes a budas pratyekas, que são os Srávakas. Estes não se sacrificam pela humanidade, jamais, nunca. Lutam por se transformar e se transformam, mas nunca dão suas vidas por seus irmãos e jamais tampouco encarnam o Cristo Íntimo. Os outros são verdadeiramente os Bodhisatvas, aqueles que renunciaram à felicidade do Nirvana por amor à humanidade.

Aqueles que em diferentes Mahavantaras entregaram seu sangue pela humanidade. Que podendo viver felizes no Nirvana, renunciaram a qualquer felicidade por seus irmãos na Terra. Eles são os únicos que verdadeiramente podem encarnar o Cristo.

Mas voltemos à questão do Bodhicitta. Que é o Bodhicitta? É a consciência desperta, já desenvolvida, convertida em Embrião Áureo, é a verdadeira armadura argentada que pode nos proteger das potências das trevas, que nos dá a sapiência e a experiência.

Antes de que surja o Bodhisatva no interior de alguém, surge o Bodhicitta, isto é, a consciência desperta e desenvolvida. Vejam quanto vale esse dom que se chama consciência.

É uma lástima que a humanidade tenha a consciência engarrafada no ego. É claro que enquanto as pessoas continuam pensando como pensam, sentindo como sentem e com os mesmos velhos costumes rançosos, não poderão despertar a consciência, que continuará hipnotizada. Como conseqüência ou corolário, diremos que em pessoas assim nunca surgirá o Bodhicitta.

Quando surge em alguém, no aspirante, o Bodhicitta, que é a consciência desenvolvida e desperta, então logo aparece o Bodhisatva. Obviamente, o Bodhisatva vai se formando dentro do clima psicológico do Bodhicitta. É grandioso o Bodhicitta…

De fato, meus caros irmãos, é verdadeiramente maravilhoso quando alguém muda sua forma de pensar. Porque estão, e só então, trabalhará para o despertar da consciência. Então, somente então, fará um trabalho sério que o conduza ao nascimento do Bodhicitta. Antes, não é possível.

Vivemos em um mundo doloroso. Todos vocês estão cheios de dor, de sofrimento. Felicidade não existe neste mundo, é impossível. Enquanto houver ego, tem que haver dor. Enquanto continuarmos com nossa forma rançosa de pensar não poderemos ser felizes. Enquanto formos vítimas das emoções negativas, qualquer tipo de felicidade torna-se impossível.

Na verdade, precisamos chegar à felicidade. Não poderemos alcançá-la se não despertarmos a consciência, e nunca despertaremos a consciência se continuarmos com a forma de pensar que temos atualmente.

Assim, primeiro vejamos como estamos pensando. Mudemos esta forma antiquada de pensamento. Preparemos odres novos para o vinho novo que é a Gnose e assim trabalharemos de verdade, seriamente.

Este mundo, em si mesmo, é produto da lei de originação. Este mundo é sustentado pelas leis de causa e efeito, que são as leis do Karma, também chamadas de leis de ação e consequência. Tal ação, tal consequência. Este é um mundo bastante complexo, um mundo de associações, combinações múltiplas, dualismo incessante, luta de opostos, etc. Nestas circunstâncias, não é possível haver felicidade neste mundo.

Cada um de nós tem que pagar seu Karma, estamos cheios de dívidas. Obviamente, este Karma nos traz muitas amarguras, muita dor, não somos felizes.

Muitos pensam que poderiam chegar à felicidade através da mecânica da evolução. É um conceito falso, pois a mecânica é mecânica. A lei da evolução e também a da involução constituem o eixo mecânico desta maquinaria que se chama natureza. Há evolução no grão que germina, na planta que se desenvolve e por fim dá frutos. Há involução na planta que entra em decrepitude e por último se converte em lenha seca.

Há evolução na criança que se forma no útero materno, na criatura que nasce, cresce, se desenvolve e vive à luz do sol. Mas existe involução no ser humano que envelhece e declina, que entra em decrepitude e ao final morre. Isto é completamente mecânico.

A própria lei do Karma, em certo sentido, também é mecânica. É mecânica no sentido causativo, vista à luz das doze nidanas.

Precisamos nos libertar precisamente da lei do Karma. Precisamos nos livrar deste movimento mecânico da natureza. Precisamos nos libertar e isto não acontecerá através da evolução mecânica.samadhi-gnosisonline

Qualquer evolução mecânica se processa de acordo com as leis de causa e efeito, das leis das associações, das combinações múltiplas, etc. O que é mecânico, é mecânico.

Precisamos nos libertar da lei da evolução e também da lei da involução.

Precisamos dar o grande salto, para cair no Vazio iluminador.

Obviamente, existe um contraste entre a teoria da relatividade, predicada por Einstein, e o Vazio Iluminador. O relativo é relativo. A maquinaria da relatividade funciona com a luta dos opostos, com o dualismo. Na luta das antíteses há dor.

Se queremos a autêntica felicidade, devemos sair da mecânica da relatividade.. Dar o grande salto, repito, para cair no seio do Vazio Iluminador.

Em minha mocidade, eu experimentei o Vazio Iluminador. Tinha apenas dezoito anos quando pude dar o grande salto, passar além do tempo, e vivenciar isso que não é do tempo, isso que poderíamos chamar a experiência do prajnaparamita, em seu mais cru realismo.

Não é demais enfatizar o fato de que pude repetir tal experiência foi repetida três vezes. Então soube o que era o Sunyata, pude vivê-lo.

No Vazio Iluminador, não existe o dualismo conceitual de nenhuma espécie. A maquinaria da relatividade não funcionaria no Vazio Iluminador. A lei das combinações mútuas e associações mecânicas não seria possível no Vazio Iluminador, toda a teoria da relatividade de Einstein ficaria sem efeito no Vazio Iluminador.

Indubitavelmente, a experiência do Vazio Iluminador só é possível em estado se samadhi, ou, como se diz também, em estado de prajnaparamita.

No Vazio Iluminador não existem formas de nenhuma espécie, pode-se dizer que ali se passa além do universo e dos deuses.

No Vazio Iluminador encontramos a resposta para aquela frase: “se todas as coisas se reduzem à unidade, à que se reduz a unidade”? Tal resposta não é possível para a mente humana, ou pelo menos para a mente que funciona de acordo com a lógica formal. Mas no Vazio Iluminador não é necessária tal resposta, pois ela é uma realidade patente: se todas as coisas se reduzem à unidade, a unidade também se reduz a todas as coisas.

Então, quem penetra neste estado de, diríamos, maha-samadhi, vive em todas as coisas, desprovido de tudo, e isto por si só é grandioso, sublime, e inefável.

Submergir-se definitivamente em Sunyata, isto é, o Vazio Iluminador definitivo, somente é possível mediante o grande salto e a condição definitiva de haver passado pela aniquilação budista total. Do contrário, não serve.

Naquela época, em minha mocidade, eu ainda não havia passado pela aniquilação budista e, à medida em que me aproximava da Grande Realidade, a consciência se expandia de maneira desmesurada. É óbvio que nesta situação, não havendo passado pela aniquilação budista, senti terror indizível, motivo pelo qual regressei ao universo da relatividade de Einstein.

Repito, por três vezes experimentei o Vazio Iluminador. E no Sunyata soube que há algo além do vazio… O quê? Isso que se chama Talidade, a Grande Realidade. Soube isto com uma intuição de tipo transcendental.

Porque no terreno da intuição, dentro do mundo da intuicionalidade, há distintos graus de intuição. Inquestionavelmente, o grau intuicional mais elevado é o das mentes filosófico-religiosas ou filosófico-místicas. Este tipo de intuição corresponde ao prajnaparamita.

Esta faculdade permitiu-me saber que além do mundo do Vazio Iluminador se encontra a Grande Realidade. Quero afirmar, de forma enfática, que este caminho da Gnose conduz à Grande Realidade. A Grande Realidade, ou a Talidade, Sunyata, prajna paramita, está além deste universo da relatividade, isto é, além da própria mecânica da relatividade e além, muito além do Vazio Iluminador. Isto é, a Talidade transcende esses dois opostos, que são a mecânica da relatividade e o Vazio Iluminador.

O Vazio Iluminador não é a última palavra, é a antessala da Talidade, da Grande Realidade.

Não estou falando com vocês de forma meramente teórica. Em passados Mahavântaras experimentei a Talidade, e, como a conheço, tenho que dar testemunho vivo dela.

O importante para nós é passar por um suprema aniquilação, a fim de que a consciência, convertida em Bodhicitta e totalmente desperta, possa dar o grande salto para cair no do Vazio Iluminador. Um passo a mais e chegamos à Talidade.

Mas, como lhes digo, devemos começar por mudar nossa forma de pensar, para trabalhar corretamente sobre nós mesmos, desintegrando realmente os elementos psíquicos indesejáveis que temos dentro de nós. Não poderemos conseguir o despertar da consciência, o desenvolvimento do Bodhicitta, se antes não mudarmos a nossa forma de pensar.
É necessário saber meditar, compreender o que é a técnica da meditação.

O objetivo da meditação é muito simples. O que é que queremos através da meditação? Tranqüilidade, tranquilizar-nos. Pareceria supérfluo o que estamos dizendo. Vocês poderiam objetar dizendo que poderíamos tranquilizar-nos com uma garrafa de vinho, isso é claro. Poderiam objetar dizendo que poderíamos tranquilizar-nos ouvindo uma sinfonia de Beethoven. Mas, na realidade, conseguir a tranquilidade é mais difícil do que vocês podem imaginar.

Ninguém poderia ter tranquilidade mental e ter sua mente em santa paz, se não eliminou de seu centro intelectual o pensar caduco e extemporâneo. Ninguém poderá ter paz em seu coração, se não houver previamente eliminado de si mesmo as emoções negativas e prejudiciais.

Quando um gnóstico, um arhat gnóstico, põe-se a meditar, o que procura é tranquilidade. Neste instante, propõe-se a trabalhar sobre algum elemento inumano que tenha descoberto em si mesmo mediante a auto-observação. Se descobriu a ira, se dedicará a compreender o agregado psíquico da ira para dissolvê-lo com a ajuda da Divina Mãe Kundalini, que deverá invocar. Talvez descobriu que tem o agregado psíquico do ódio, então se proporá a desintegrar tal agregado para que surja em sua substituição o amor.

à medida em que vamos desintegrando todos esses agregados psíquicos que carregamos em nosso interior, a consciência irá despertando.

Na Gnose sempre se fala da importância do sexo, mas só trabalharemos com êxito na Forja Acesa de Vulcano sob a condição de, primeiro mudar nossa forma de pensar, para que tenhamos uma rica informação, e depois tornar-nos mais conscientes dos ensinamentos.

Não queremos de modo algum eludir os mistérios sexuais. Espero que vocês entendam que o caminho que conduz à Talidade é (sublinhem isto) completamente, absolutamente sexual.

Não resta dúvida de que um solteiro, ou uma solteira, podem dissolver, à base de muita compreensão, uns cinquenta por cento dos agregados psíquicos, sempre e quando se apela à Mãe Divina Kundalini durante a meditação.

Mas há elementos psíquicos muito pesados, que correspondem ao mundo das 96 leis, e estes não se desintegram a não ser com o movimento elétrico da suástica em ação, que gera determinado tipo de eletricidade sexual transcendente.
Obviamente, a mulher-serpente, ou seja, a princesa Kundalini, a Divina Mãe Cósmica, é reforçada com este tipo de eletricidade. Então, com seu poder elétrico, pode desintegrar atomicamente os elementos psíquicos mais pesados, dentro dos quais está engarrafada a consciência.

Assim, pouco a pouco, chega o instante em que a consciência fica completamente liberada, desperta, pronta para dar o grande salto e cair no Vazio Iluminador, que é a antessala da grande realidade.

Em todo este mundo nos criticam muito porque damos ênfase ao sexo, e muitos dizem que há outros caminhos que podem conduzir à Grande Realidade. É óbvio que cada um é livre para pensar como quiser, mas, em nome da verdade, por experiência mística direta, acumulada no fundo de minha consciência através de sucessivos mahavântaras, posso dizer-lhes que o caminho que conduz diretamente à Grande Realidade, à Talidade, além do Vazio Iluminador e da mecânica da relatividade, é absolutamente sexual, 100%.

Aqueles que discordam desta questão revelam, com esse proceder psicológico, desconhecimento da crua realidade. É óbvio que quem tem verdadeira experiência nestas questões, através de sucessivos mahavântaras, sabe muito bem que é assim. Não é possível escapar definitivamente da mecânica da relatividade por outra porta ou por outro caminho que não seja o direto, o que leva à Grande Realidade.

Sunyata é um termo budista muito interessante, nos indica perfeitamente a experiência mística, vivida, daquele que não só experimentou o Vazio Iluminador, como também chegou além, muito além, à Talidade, à Grande Realidade.
Dentro do terreno exclusivamente esotérico-místico, búdico-crístico, discordo de muitos budistas ortodoxos. Repito, dentro do terreno exclusivamente místico-budista, discordo de muitos místicos budistas ortodoxos que põem o Vazio Iluminador como o máximo.

Nós, os gnósticos, vamos além da mecânica da relatividade, além desta maquinaria da teoria da relatividade de Einstein, fundamentada no dualismo conceitual, e ainda além do Vazio Iluminador.

Nós queremos a Grande Realidade, a experiência vivida, Sunyata. A vívida experiência do prajna paramita. Graças a Deus, temos em nosso interior a Consciência. É precisamente o dom mais precioso, lástima que esteja aprisionada no ego. Mas, se conseguirmos libertar a consciência, então estaremos prontos para o grande salto, para o salto supremo.

Uma consciência liberta é uma consciência que pode mergulhar na grande realidade da vida livre em seu movimento. Esta grande realidade é felicidade inesgotável, além do corpo, das emoções e da mente. É uma felicidade impossível de descrever com palavras.

Todos queremos a felicidade e não temos a felicidade. Necessitamos ser felizes, mas não é possível sermos felizes em um mundo de combinações. Não é possível sermos felizes dentro desta maquinaria da relatividade.
Lembremos que o ego é cego, que o ego é um livro de muitos tomos e está sujeito às leis de causa e efeito.

É hora de pensarmos em nos libertar do Karma, de nos livrar deste mundo doloroso, desta maquinaria tão infernal. É hora de pensarmos na verdadeira felicidade da Grande Realidade.

Por isso, os convido a mudar sua forma de pensar. Porque se vocês mudarem, poderão trabalhar sobre si mesmos para despertar a consciência. Mas, se não mudarem sua forma de pensar, se somente querem esta doutrina para engatá-la a seu velho trem decrépito e degenerado, estarão perdendo tempo.

Quero a felicidade para vocês, a verdadeira bem-aventurança do Ser.

Precisamos que vocês aprendam a meditar, no mais profundo, que saibam meditar. Quando alguém chega a uma verdadeira concentração, chega à verdadeira felicidade. Se eu não tivesse tido, em minha mocidade, a experiência do Vazio Iluminador, não estaria falando com vocês agora da forma que estou falando. Esta experiência vivida jamais se apagou de minha consciência, nem de meu coração.

É possível que em uma prática de meditação profunda a consciência de um ser humano possa escapar do ego e experimentar a felicidade do Vazio Iluminador. É óbvio que, se consegue, trabalhará com prazer sobre si mesmo, trabalhará com ardor, pois terá experimentado, seriamente, em ausência do ego, isso que é a Verdade, isso que não é do tempo, isso que está além do corpo, das emoções e da mente.

Aqui lhes ensinei uma forma simples de meditar, porque há um tipo de meditação que é dedicado à autoexploração do ego, com o propósito de desintegrá-lo e reduzi-lo a cinzas. Também há outro tipo de meditação que tem por objetivo chegar um dia à experiência do real. Oxalá vocês possam conseguir, para que prossigam animados interiormente e trabalhem sobre si mesmos. Contudo, entendo que é necessário ter algum mantra que sirva.

O mantra que vou lhes dar é muito simples:

Gate, gate, paragate, parasamgate, bodhi suaha.

Este mantra pronuncia-se assim: gaaateee, gaaateee, paaarrraaagaaateee, parasamgaaateee, booodhiii suaaahaaa… Em nossos corações yem que ficar gravado.

Este mantra se pronuncia suavemente, profundamente, e no coração. Pode também usar-se como verbo silencioso, porque há dois tipos de verbo, verbo articulado e verbo silencioso. O verbo silencioso é poderoso.

Este mantra abre o Olho de Dagma. Este mantra, profundo, um dia os levará a experimentar o Vazio Iluminador, na ausência do ego. Então saberão o que é o Sunyata, então vocês entenderão o que é o prajnaparamita.

Perseverança é o que se necessita, com este mantra vocês poderão chegar muito longe.

Convém experimentar a Grande Realidade alguma vez, isso nos enche de ânimo para lutar contra nós mesmos. Esta é a vantagem do Sunyata, esta é a maior vantagem que existe com relação à experiência do Real.

E para aproveitar a meditação e o mantra devidamente, vamos entrar por um momento em meditação com o mantra. Portanto, rogo a todos os irmãos entrar em meditação.

Relaxamos o corpo completamente e depois nos entregamos totalmente a nosso Deus interior profundo, sem pensar em nada, unicamente recitando o mantra completo, com a mente e o coração.

A meditação deve ser profunda, muito profunda, os olhos fechados, o corpo relaxado,, completamente entregues a nosso Deus interior.

Não se deve admitir nenhum pensamento nestes instantes, a entrega a nosso Deus deve ser total, somente o mantra deve ressoar em nossos corações. Apaguem as luzes, relaxem o corpo.

Relaxamento completo e entrega total a nosso Deus interior profundo. Não pensem em nada de nada de nada…

Recitarei o mantra, o repetirei muitas vezes para que não se esqueçam:

gaaateee, gaaateee, paaarrraaagaaateee, parasamgaaateee, booodhiii suaaahaaa…

Continuem repetindo em seus corações, não pensem em nada… Entreguemo-nos a nosso Deus…

Sintam-se como um cadáver, como um defunto…

O sonho da consciência e os fracassos esotéricos

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Convém eliminar, para o bem da Grande Causa, determinados espinheiros que obstruem o caminho. Em tudo isso existe algo demasiadamente grave. Quero fazer referência ao sonho da consciência.

Os quatro evangelhos insistem na necessidade de despertar, porém, infelizmente, as pessoas supõem que estão despertas. Para o cúmulo dos males, existe por toda parte um tipo de gente, muito psíquica certamente, que não somente dorme, como ainda sonha que está desperta.

Essas pessoas se autodenominam videntes e se tornam demasiadamente perigosas, porque projetam sobre os demais seus sonhos, alucinações e loucuras.

São precisamente eles que impingem a outros delitos que não cometeram, e assim desbaratam lares alheios.

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Resulta óbvio compreender que não falamos dos legítimos clarividentes. Referimo-nos, por agora, a esses alucinados, a esses equivocados que sonham estar com a consciência desperta.

Com profunda pena, evidenciamos que o fracasso esotérico se deve à consciência adormecida. Muitos devotos gnósticos, sinceros amantes da verdade, fracassam devido a esse lamentável estado de consciência adormecida.

Nos tempos antigos, apenas se ensinava o Grande Arcano, o Maithuna, o yôga sexual, àqueles neófitos que despertavam a consciência. Os hierofantes sabiam muito bem que os discípulos adormecidos, cedo ou tarde, terminam abandonando o trabalho na Nona Esfera.

O pior é que esses fracassados se autoenganam, pensando de si próprios o melhor, e quase sempre caem como rameiras nos braços de alguma escolinha nova que lhes brinde um pouco de consolo. Depois, pronunciam frases como as seguintes: “Eu não sigo os ensinamentos gnósticos porque eles exigem um casal e isso é coisa de um só. A liberação, o trabalho, é coisa que se tem de buscar sozinho”.

Naturalmente, essas palavras de autoconsolo e de autoconsideração têm por objetivo unicamente a própria autojustificação.

Se essa pobre gente tivesse a sua consciência desperta, perceberia o seu erro e compreenderia que eles não se fizeram sozinhos. Eles tiveram um pai, uma mãe e houve um coito que lhes deu vida. Se essa pobre gente tivesse a sua consciência desperta verificaria que assim como é em cima é embaixo e vice-versa, e experimentaria diretamente a crua realidade dos fatos.

Dar-se-ia conta cabal do lamentável estado em que se encontra e compreenderia a necessidade do Maithuna para a fabricação dos corpos solares, o traje de bodas da alma, e assim conseguir o Segundo Nascimento do qual falou o Grande Cabir Jesus ao rabino Nicodemo.vidente-gnosisonline

Porém, tais modelos de sabedoria dormem e não são capazes de verificar por si mesmos que estão vestidos com corpos protoplasmáticos, que se vestem com farrapos lunares e que são uns pobres-coitados e miseráveis.

Os sonhadores, os adormecidos que supõem estar despertos, não somente prejudicam a si mesmos, como ainda causam graves danos a seus semelhantes. Eu creio que o equivocado sincero, o adormecido que sonha estar desperto, o alucinado que se qualifica de iluminado e o mitômano que se crê supertranscendido, em verdade, causam a si e aos demais muito mais dano do que experimenta alguém que jamais em sua vida ingressou nos nossos estudos.

Estamos falando numa linguagem dura, mas podem estar seguros de que muitos adormecidos e alucinados, ao lerem estas linhas, em vez de se deter por um momento para refletir, corrigir ou retificar, buscarão apenas uma forma de se apropriar de minhas palavras a fim de documentar suas loucuras.

Para desgraça deste pobre formigueiro humano as pessoas levam dentro de si um péssimo secretário que sempre interpreta mal os ensinamentos gnósticos. Referimo-nos ao Eu Pluralizado, ao Mim Mesmo. O mais cômico de Mefistófeles é a maneira como se disfarça de santo.

Claro que ao Ego lhe agrada que o ponham no altar e o adorem. Compreendam de uma vez por todas que enquanto a consciência continuar engarrafada no Eu Pluralizado, não somente dormirá, como terá, o que é pior, o mau gosto de sonhar que está desperta.

O pior gênero de loucura resulta da combinação de mitomania com alucinações. O mitômano é aquele que se presume de Deus, que se sente supertranscendido e que deseja que todo mundo o adore.

Esse tipo de gente, ao estudar este texto, imputará a outros minhas palavras e continuará pensando que já dissolveu o Eu, ainda que o tenha mais robusto que um gorila.

Quando um mitômano adormecido trabalha na Forja dos Ciclopes, estejam seguros de que muito em breve abandonará o Trabalho dizendo: eu já consegui o Segundo Nascimento. Eu estou liberado. Eu sou um deus. Renunciei ao Nirvana por amor à humanidade…

Em nosso querido Movimento Gnóstico, já vimos coisas muito feias. É espantoso ver os mitômanos, os adormecidos alucinados, profetizando loucuras, caluniando o próximo, qualificando os outros de magos negros etc. Isso é espantoso.

Diabos julgando diabos! Todos esses exemplos de perfeição não querem se dar conta de que neste mundo doloroso em que vivemos é quase impossível encontrar um santo.

Todo mago é mais ou menos negro. De forma alguma se pode ser mago branco enquanto o Eu Pluralizado esteja metido no corpo. O Eu Pluralizado é o próprio demônio.

Isso de andar dizendo por aí que fulano está caído é certamente uma brincadeira de mau gosto, porque neste mundo todas as pessoas estão caídas.

Isso de caluniar o próximo e de destruir lares com falsas profecias é próprio de alucinados, de gente que sonha estar desperta.

Se alguém de fato quer autodespertar, que se resolva a morrer de instante em instante, que pratique a meditação profunda, que se liberte da mente, que trabalhe com as Runas da maneira como ensinamos…

À Sede Patriarcal do Movimento Gnóstico chegam muitas cartas de adormecidos que dizem: minha

Mulher… o fulano… o beltrano… está muito evoluído, é uma alma muito velha… Etc. Esses pobres adormecidos que assim falam, pensam que o tempo e a evolução podem autorrealizá-los, podem despertá-los e levá-los à liberação final.

Essas pessoas não querem compreender que a evolução e sua irmã gêmea, a involução, são apenas leis mecânicas da natureza, as quais trabalham de maneira harmoniosa e coordenada em toda criatura.

Quando alguém desperta a consciência percebe a necessidade de se emancipar dessas leis e de se meter pela Senda da Revolução.

Queremos gente desperta, firme, revolucionária, e de maneira alguma aceitamos frases incoerentes, vagas, imprecisas, insípidas, inodoras etc. Vivamos alertas e vigilantes como a sentinela em época de guerra.

Queremos gente que trabalhe com os três fatores de Revolução da Consciência.

Lamentamos tantos casos de equivocados sinceros que só trabalham com um fator e muitas vezes, infelizmente, muito mal trabalhado.

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Evolução e Involução

Precisamos compreender que somos pobres feras adormecidas, máquinas controladas pelo Ego.

SAMAEL AUN WEOR

Mulher: A porta do inferno ou do paraíso?

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por Dr. Jorge Adoum, Mago Jefa

Os homens têm duas opiniões sobre a mulher. Uns a admiram através das lentes da paixão, enquanto outros a contemplam com os olhos do espírito. Os mais duros inimigos da mulher foram os homens religiosos. Tertuliano afirmou: “A mulher é a porta do Inferno”. São Bernardo disse: “A mulher é o instrumento do Demônio”. Santo Antônio explicou que “ela é a fábrica das armas dos demônios e sua voz é o sibilar das víboras”.

Em seguida, São Boaventura afirmou: “A mulher é a porta do Inferno, o caminho do pecado e o veneno do escorpião”. João, o Damasceno, diz: “É a filha do engano e a inimiga da paz”. São Gregório acrescenta: “É venenosa como a víbora e rancorosa como o dragão”.

Os teólogos, antigamente, debatiam a respeito para saber se a mulher tinha alma ou não. Na Inglaterra, até 1814, o homem tinha o direito de vender a própria mulher em hasta pública. Um poeta árabe disse: “As mulheres são nossos demônios. Que Deus nos livre da mulher”.

adoum1A outra extremidade das opiniões decantou a bondade da mulher, e assim encontramos alguém que disse: “Todos devemos à mulher a vida e os meios de que precisamos para suportá-la”. Outro disse: “É sempre com a mulher que começam os grandes feitos”.

Houve, em seguida, um grupo tomou o caminho do meio-termo e afirmou: “A diferença que existe entre uma mulher e outra é a que existe entre o céu e a terra”.

Certo poeta árabe cantou o seguinte: “Se a corrompes, és um demônio; “se a corriges, teu anjo será”.

Não tenho o talento de um Tertuliano ou o ascetismo de um Santo Antônio. Tampouco sou santo. Porém, disponho do dom divino de pensar e falar como homem e sempre falei a respeito da mulher em minhas obras. Talvez o que tenha dito sobre ela não seja do agrado de todos, porque a verdade é dura aos ouvidos de muitas pessoas fanáticas. Eu disse o seguinte:

Para descobrir os Mistérios da Divindade, deve-se penetrar no coração da mulher, porque quando Deus emanou a Natureza de Si mesmo, Ele habitou no coração dela.

Quem não ama a mulher não sabe amar a Deus, porque Deus quer o que a mulher quer. Aquele que não funde seu próprio elemento com o elemento da mulher nada pode criar para si ou para os outros.

O homem é a mente que pensa, enquanto a mulher é a intuição inspiradora. Pensar é ter cérebro; intuir é ter coração. O cérebro trabalha, porém o coração adivinha.

O deus homem lançou seu raio como Júpiter. Minerva, como mulher, derramou a sabedoria. Ele é força e poder, porém ela é conselho e previsão. A força vence, mas a sabedoria convence. O homem é o fogo divino, mas é a mulher que mantém esse fogo sagrado aceso nele.

Os erros são corrigidos pelo pranto da mulher.

Se és homem, deves divinizar-te através da mulher; se és Deus, deves humanizar-te através dela. Ela é o caminho de ida e de volta. O homem torna-se divino através da mulher, e esta manifesta sua divindade nele. O homem, como cérebro, é um dínamo produtor de força, ao passo que a mulher, como coração, produz amor. A força mata, mas o amor ressuscita.

A palavra oriunda do cérebro fere, ao passo que aquela que emana do coração cura.

O coração da mulher é o poço da sabedoria. Gênio é todo aquele que bebeu de suas águas.

Estás aflito? Recorre à mulher; ela é o consolo dos aflitos. Estás doente? A mulher é a saúde dos enfermos. És pecador? A mulher é o refúgio dos pecadores. És impuro? Lava-te nas lágrimas da mulher e serás limpo.

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A mulher é arte divina que não imita, porém explica a Divindade com símbolos.

A mulher é a mais elevada beleza de Deus. O amor a manifesta, porém, o desejo a mata. Ela é o pensamento mais belo do Absoluto, o qual deve ser captado pela inteligência, porém, nunca visto com os olhos.

A mulher é a lei da Beleza e a lei existe para ser obedecida e não infringida.

O que disse a respeito da mulher, inspirado pelas verdades encerradas em minhas palavras, ainda é muito pouco.

A mulher sempre foi a causa do ressurgimento de uma nação, embora também tenha sido a causa da sua decadência. Quando os homens de um determinado povo começam a utilizar a mulher para a satisfação de seus desejos, esse povo, forçosamente, deve extinguir-se.

A história comprova essas minhas afirmações. Todos os reinos surgiram quando a mulher foi respeitada e santificada, mas esses mesmos reinos tombaram em decadência quando se começou a utilizar a mulher para o deleite.

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A jaula do Ego

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Os que escutaram com mística paciência o arcano da noite misteriosa, os que compreenderam o enigma que se esconde em cada coração, no ressoar de uma carruagem longínqua, em um vago eco, em um ligeiro som perdido na distância… ouçam-me!

Nos instantes de profundo silêncio, quando as coisas esquecidas, os tempos passados, surgem do fundo da memória, na hora dos mortos, na hora do repouso, estudem este capítulo do Quinto Evangelho não apenas com a mente mas também com o coração.

Como se fosse numa taça de ouro, derramo nestas linhas minhas dores de longínquas recordações e de funestas desgraças. São tristes nostalgias da minha alma ébria de flores; duelo do meu coração, triste de festas.

Mas… que quero dizer? Minh’alma… por acaso te lamentas de tantos outroras com queixas vãs? Ainda podes perseguir a fragrante rosa, o lírio, e ainda há murtas para a tua lastimosa cabeça grisalha.

A alma se agita com as vãs recordações. Cruel, imola o que ao Ego alegra, imitando Zingua, a lúbrica negra rainha de Angola.

Tu gozaste em horríveis bacanais, em néscios prazeres e no bulício mundano e agora, coitado de ti, escutas a terrível imprecação do Eclesiastes: Desgraçado de ti… Pobre Ego! O momento de paixão te enfeitiça, mas olha como chega a Quarta-Feira de Cinzas: Memento, homo.

Por isso, para a Montanha da Iniciação vão as almas seletas, como explicam Anacreonte e Omar Khayan.

O velho tempo tudo rói sem clemência e passa depressa. Cíntia, Cloe e Cidalisa saibam vencê-lo.

Na ausência do Eu além do tempo, experimentei Isso que é o Real, esse elemento que a tudo transforma radicalmente.

Viver o Real além da mente… Experimentar de forma direta aquilo que não pertence ao tempo… é algo verdadeiramente impossível de descrever com palavras.

Eu estava nesse estado conhecido no Oriente como Nirvi-Kalpa-Samádhi. Sendo um indivíduo, tinha passado para além de toda individualidade. Por um instante senti que a gota se perdia no oceano que não tem margens, mar de luz indescritível… abismo sem fundo… vazio budista cheio de glória e felicidade.

Como se descreve o que está além do tempo? Como se define o Vazio Iluminador? Samádhi fez-se demasiando profundo… a ausência absoluta do Eu, a perda total da individualidade, a impersonalização cada vez mais e mais radical, me amedrontaram.

Sim… Temor… Tive medo de perder o que sou, minha própria particularidade, meus afetos humanos… Que terrível é a aniquilação budista.

Cheio de terror e até de pavor, perdi o êxtase, entrei no tempo, me engarrafei no Eu e caí dentro da mente.

Então… ai de mim… ai, ai. Foi só então que compreendi a pesada brincadeira do Ego. Era ele quem temia e sofria pela sua própria existência. Satã, o Mim Mesmo, meu querido Ego, tinha feito com que perdesse o Samádhi. Que horror! Se tivesse sabido antes… E as pessoas que o adoram tanto, que o qualificam de divino, de sublime… como estão equivocados! Pobre humanidade!

Quando passei por essa vivência mística, era ainda muito jovem e ela, a noite, o firmamento, chamava-se Urânia.

Ah, juventude louca que joga com coisas mundanas e que vê em cada mulher uma ninfa grega, ainda que ela seja uma rubra cortesã!
Tempo longínquo, mas ainda vejo flores nos laranjais verdes, impregnados de aromas, ou encantos nas velhas fragatas que chegam dos distantes mares…
e teu adorado rosto desse tempo surge em minha imaginação com os primeiros pesares e os primeiros amores.

Compreendi que precisava dissolver o Ego, reduzi-lo a pó, para ter direito ao êxtase.

Meu Deus! Então encontrei-me com tantos e tantos ontens. De fato, o Eu é um livro de muitos volumes. Quão difícil foi para mim a dissolução do Eu, contudo, a consegui. Fugindo do mal, muitas vezes entrei no mal e chorei.

Para que servem as vis invejas e as luxúrias, que se retorcem como répteis em suas pálidas fúrias?

Para que serve o ódio funesto dos ingratos? Para que servem os gestos arbitrários dos Pilatos?

No fundo profundo dos homens mais castos vive o Adão bíblico, ébrio de paixão carnal, saboreando com deleite o fruto proibido. A nua Frineia ainda ressurge na obra de Fídias.

E clamei muito aos céus, dizendo: Ao fauno que há em mim, dá-lhe ciência, dá-lhe essa sabedoria que faz estremecer as asas ao anjo. Pela oração e pela penitência, permita-me pôr em fuga as diabesas ruins. Dá-me, Senhor, outros olhos, não estes que gozam ao ver belas curvas e lábios vermelhos.

Dá-me outra boca em que fiquem impressos para sempre os ardentes carvões do asceta e não esta boca de Adão em que vinhos e beijos loucos aumentam e multiplicam infinitamente a gula bestial.

Dá-me, Senhor, mãos de penitente e de disciplinante que me deixem o lombo em sangue e não estas mãos lúbricas de amante que acariciam as maçãs do pecado. Dá-me sangue crístico, inocente, e não este que me faz arder as veias, vibrar os nervos e ranger os ossos. Quero ficar livre da maldade e do engano, morrer em mim mesmo e sentir uma mão carinhosa que me empurre para a caverna que sempre acolhe ao ermitão.

Meus irmãos, trabalhando intensamente cheguei ao reino da Morte pelo caminho do Amor.

Ah, se esses que buscam a Iluminação viessem a compreender de verdade que a alma está engarrafada no Eu. Ah, se destruíssem o Eu, se reduzissem a poeira o querido Ego, suas almas ficariam livres de verdade… em êxtase… em contínuo Samádhi e experimentariam Isso que é a Verdade.

Quem quiser vivenciar o Real deve eliminar os elementos subjetivos das percepções. Urge saber que tais elementos constituem diversas entidades que formam o Eu. Dentro de cada um desses elementos, dorme profundamente a alma. Que dor!

Samael Aun Weor, conferência A Jaula do Ego

Samael Aun Weor e o UFO acidentado

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Samael Aun Weor, o grande mestre gnóstico contemporâneo e disseminador da UFOGNOSE (Ufologia Gnóstica, considerada a terceira via da Ufologia, muito além da ufologia científica e da ufologia mística), em uma de suas mensagens, intitulada  Agonia da Raça Ária, proferida no dia 14 de setembro de 1977, pouco depois da queda de um disco voador ocorrida no México:

O anticristo da falsa ciência realiza esforços inauditos para ocultar tudo aquilo que de uma forma ou de outra lhe eclipse. Tal é o extraordinário caso ocorrido no Cerro Tres Cruces, nos povoados de Cruz Alta e Villa Real, no estado de Puebla, México, lugar que para ser escalado se necessitam de dois ou três dias de caminhada, dado o estado tão complicado desse terreno.

Uma nave cósmica de 25 metros de diâmetro desceu forçosamente no mês de setembro de 1977, devido a falhas mecânicas no mencionado lugar geográfico. A nave estava tripulada por quatro extraterrestres, houve um morto, um ferido, que foi devidamente atendido pela ciência médica, e dois ilesos, que foram capturados e levados aos Estados Unidos.

Não está demais afirmar de forma enfática que o precioso “navio” foi levado a esse país (EUA) com fins e propósitos inconfessáveis. Durante vários dias o Exército montou um cordão de segurança ao redor da nave.

Esta é a foto de uma nave cósmica, avariada, e que caiu, destroçando-se
Esta é a foto de uma nave cósmica, avariada, e que caiu, destroçando-se

Os dos tripulantes que saíram ilesos foram vistos pelo povo, tinham uma estatura média de 2,50 metros, seus trajes eram de uma brancura imaculada e seu silêncio era absoluto, posto que não falavam com nenhuma pessoa que se aproximava deles. Estamos falando de fatos concretos, claros e definitivos.

Foto de uma nave caída em uma floresta em Lyon, França, em agosto de 2013
Foto de uma nave caída em uma floresta em Lyon, França, em agosto de 2013

Nestes momentos, as pessoas desse povoado temem falar. Obviamente, as forças anticrísticas lutam por amordaçar o povo, não querem que se conheça a Verdade, odeiam mortalmente todo aquele que de uma forma ou de outra demonstre a falsidade da ciência materialista.

Nos instantes em que escrevo este artigo, declaro que não sabemos a sorte que tenha ocorrido aos dois sobreviventes nas mãos dos terrícolas. Tampouco voltamos a saber algo sobre o ferido e ignoramos se o cadáver daquele que morreu foi sepultado ou conduzido a um laboratório especial.

Com esse desafortunado acidente, ficou demonstrado até a saciedade, a existência real das naves cósmicas, tema que o autor deste escrito iniciara desde o ano de 1950 e que então rechaçaram os ignorantes ilustrados de sempre. Cabe a mim a alta honra de haver sido o primeiro em falar sobre os extraterrestres e suas naves.

Califórnia: Foto de uma nave que caiu em 27 de agosto de 2010
Califórnia: Foto de uma nave que caiu em 27 de agosto de 2010

Hoje, com esse insólito acontecimento trágico, fica devidamente comprovado tudo o que disse desde o ano de 1950. Não me importam as represálias que se possa ter por escrever este artigo, porque o que me interessa é dar a conhecer ao mundo a verdade, custe o que custar.

A falsa e materialista ciência já não pode negar a onisciência, nem a existência natural em outros mundos, e o pior para o anticristianismo ‘científico’ é ter de aceitar que nós, os terrícolas, somos os mais atrasados dos mundos habitados do Cosmo infinito.

Até aqui, as palavras do VM Samael Aun Weor.

Por “coincidência”, semanas após esse incidente, chegou ao Porto de Veracruz, distante de Puebla quase 300 quilômetros, um porta-aviões dos Estados Unidos. Será que aportaram ali para fazer um tour no México?

Para complementar o que foi escrito, o secretário particular de Samael, Fernando Salazar Bañol, relatou esse impressionante e lamentável caso da queda do UFO no México em seu livro, intitulado No Coração do Mestre:

Um dia, encontrando-me envolvido nas tarefas típicas de um secretário, toca o telefone perto da hora do almoço. Do outro lado da linha, um dos principais jornalistas do El Sol de México, amigo do Mestre Samael, que informa ao Mestre que uma nave espacial havia caído nas imediações do povoado de Tres Cruces, no limite dos estados de Puebla e Veracruz.

A fonte da notícia era o próprio irmão desse jornalista, e esse irmão, que era médico, havia sido chamado para atender dois seres estranhos, muito altos e delgados, vestidos com túnicas longas, os quais, por sua vez, tinham trazido um companheiro ferido.

Apesar de muito avançadas, as naves cósmicas podem sofrer avarias, e isto está sendo muito comum aqui na Terra, até que estas sejam adaptadas totalmente ao nosso ambiente planetário
Apesar de muito avançadas, as naves cósmicas podem sofrer avarias, e isto está sendo muito comum aqui na Terra, até que estas sejam adaptadas ao nosso ambiente planetário denso

O jornalista, ao final do relato, perguntava ao Mestre se este queria ir até o lugar dos fatos. O Mestre pediu um tempo para entrar em meditação e consultar a seu próprio ‘Pai Interno’, para ver se Ele dava a permissão. Quando o Mestre estava em meditação, o telefone tocou novamente. Era outra vez o jornalista, informando que militares haviam chegado ao lugar, mas que mesmo assim, se Samael quisesse, ele encontraria a forma de chegar até o lugar.

Coincidentemente, nesse mesmo dia, o Mestre recebeu a visita do tenente-coronel Moisés Rodríguez Tapias, que, além de ser militar, era também o presidente nacional da Associação Gnóstica do México.

Finalizada a meditação, Samael veio saudar Moisés, ocasião em que abordaram a questão da nave acidentada em Tres Cruces. O tenente-coronel ofereceu-se para acompanhar o Mestre até o lugar, e se desejasse, lhe daria inclusive a devida cobertura de seu cargo militar. O Mestre agradeceu de todo o coração, mas comentou que seu Pai Interno não lhe havia dado permissão para ir ao lugar dos fatos.

O jornalista volta a chamar para avisar que haviam aparecido agentes da Polícia Judicial Federal na casa de seu irmão, ameaçando-o de morte, para que não revelasse ou comentasse nada sobre o ocorrido. De todo modo, o irmão do jornalista havia podido comunicar a este que um dos seres extraterrestres havia morrido.

Esta é mais uma triste história da intervenção dos militares estadunidenses em relação aos nossos Irmãos do Cosmo, os quais, em vez de serem bem-recebidos, são levados à terra de Tio Sam como cobaias humanas e suas naves cósmicas estudadas para fins belicosos e egoicos.

Para finalizarmos este artigo, vejamos o que o VM Samael Aun Weor ensina, em seu livreto Os Discos Voadores (ou Los Platillos Voladores):

“Dos distintos planetas do Sistema Solar virão naves interplanetárias tripuladas por habitantes de outros mundos. Essa classe de naves as tem qualquer humanidade avançada de qualquer um dos mundos do espaço. Não se entregou ao homem terrícola essas naves por temor de que vá cometer em outros mundos as barbáries que já cometeu aqui, em suas conquistas históricas.

Os habitantes de qualquer dos mundos do Sistema Solar já estão muito avançados, sabem demasiadamente o lamentável estado de barbárie em que os habitantes da Terra se encontram.

Sem embargo, na Nova Era Aquariana, os habitantes dos distintos mundos do Sistema Solar estabelecerão contato oficial com nosso planeta Terra. Essas humanidades de Vênus, Marte, Mercúrio etc. virão em naves interplanetárias, muitos serão os seres humanos que embarcarão nessas naves para conhecer os distintos planetas do Sistema Solar.

Essas humanidades avançadas ensinarão o homem a construir essas naves interplanetárias. Dessa forma, será fulminada a ciência oficial, o orgulho humano será ferido de morte pelas humanidades avançadas do Sistema Solar.

Na Nova Era Aquariana, a Raça Ária terá conquistado o Éter Interplanetário e as viagens aos outros mundos do Sistema Solar se converterão em rotina. Haverá intercâmbio cultural e comercial…

Um jornal famoso da Cidade do México traz com grande título na primeira página a seguinte notícia: ‘Discos Voadores na França e nos Estados Unidos localizados por radar’.”

A Ave Fênix – Mito e simbologia

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A lenda da Fênix relata a história de uma ave capaz de renascer das próprias cinzas. É um símbolo universal da morte e ressurreição, da imortalidade, do Sol e da nossa Chispa Divina.

O mito da Ave Fênix é retomado por místicos e literatos de todos os tempos, entre eles Dante Aliguieri e Quevedo.

Como se trata de uma história amplamente difundida no tempo e no espaço, aparece com diferentes versões. Na China, a ave sagrada toma o nome de Feng e representa a Grande Imperatriz (nossa Mãe Divina, ou seja, Deus Mãe dentro de todos nós); e pintada junto a um Dragão, simboliza a confraternidade inseparável.

No livro do grande místico sufi Farid Ud-Din Attar, A Linguagem dos Pássaros, inúmeras aves se reúnem para realizar uma peregrinação a um lugar sagrado para receberem a sabedoria e a iluminação do “pássaro dos pássaros”, o Simorg, que tem as mesmas características sagradas e eternas da Fênix.

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Também na Índia, aparece uma versão local do mito da Fênix: trata-se de uma ave que, ao atingir a idade de 500 anos, realiza uma autoimolação às vésperas da Primavera em um altar (feito de galhos e resinas de olíbano, mirra e outras plantas sagradas) que foi especialmente preparado para esse fim por um sacerdote. Porém, é a própria ave que acende o fogo.

No dia seguinte, dentre as cinzas, surge uma larva que logo se transforma em um pequeno filhote de uma ave. Em seguida, quando ela cresce, todos reconhecem nela a forma, o brilho e a beleza característicos da eterna Fênix. Porém, vê-se algo distinto em seus olhos e no brilho de suas penas: a Fênix ressuscitou mais bela, mais poderosa e mais grandiosa…

Na mitologia egípcia, tomada dos atlantes (pois o mito da Fênix é de origem atlante), essa ave toma o nome de Benú.

Do Egito para os árabes, e destes para os alquimistas e místicos medievais da Europa, a Fênix é muito utilizada dentro dos simbolismos da Alquimia, pois representa a criação da Pedra Filosofal através de um Fogo muito especial, saído do bafo da Fênix.

Efetivamente, a ave mitológica, na lenda medieval, vive em algum lugar misterioso da Arábia Feliz, porém voa para o Egito, a pátria da Alquimia, a fim de ela exercer o sacerdócio do “fogo sacrificial”. Nesta versão dos alquimistas medievais, trata-se de uma ave púrpura, ou vermelha, que ao envelhecer constrói uma pira de madeira resinosa e especiarias para jogar-se no meio desse ninho fatal.

Os raios do sol acendem o fogo e o místico pássaro aviva a chama, utilizando suas asas, batendo-as incessantemente até que o fogo a consuma totalmente. Logo, uma nova Fênix renasce das cinzas sobrantes do fogo.

Já na mitologia greco-romana, Hesíodo afirma que a Fênix vivia nove vezes mais do que um corvo. E o poeta Ovídio a resgatará em sua obra Metamorfoses. Muitos sábios gregos associavam tanto essa ave sagrada quanto a coruja com a deusa da Sabedoria Minerva.

No México antigo, a Fênix está sempre em companhia do grande avatar Quetzalcóatl, e para os primeiros cristãos simbolizava o próprio Cristo, que morreu e ressuscitou gloriosamente.

E até mesmo Plínio a incluirá em sua História Natural, descrevendo-a como uma grande águia que possui um colar dourado ao redor de seu colo, com corpo de cor púrpura e cauda azul com algumas plumas rosadas, a que ninguém jamais a viu alimentar-se. Plínio estimou sua longevidade em cerca de 500 anos.

Por sua parte, Isidoro de Sevilha descreverá a ave como muito longeva, com séculos de duração, e que quando se passam 500 anos ela constrói uma pira perfumada para imolar-se no fogo e logo renascer de suas cinzas.

Simbologia Gnóstica da Ave Fênix

É o símbolo da Ressurreição na Eternidade, na qual a noite segue ao dia e o dia à noite. É também uma alusão aos ciclos periódicos de ressurreição cósmica e reencarnação humana. Para os gnósticos gregos, a Fênix vive mil anos, e ao término dos quais, acendendo um fogo chamejante ela consome a si mesma. Renascida logo de suas cinzas, vive mais mil anos, e assim até sete vezes sete.

Essas “sete vezes sete”, ou 49 vezes, são uma transparente alegoria e uma alusão aos 49 Manus, às 7 Rondas, aos 49 níveis profundos da mente humana,e aos 49 ciclos humanos na Ronda verificada em cada Sistema de Globos. Na Alquimia Gnóstica, é o símbolo da Regeneração da Vida Universal. Pode, também, na sua simbologia invertida, representar o Eu Psicológico, que pode renascer em nossa mente.

A Ave Fênix
(Um conto infantil de Hans Christian Andersen)

No jardim do Paraíso, sob a Árvore da Sabedoria, crescia uma roseira. Em sua primeira rosa nasceu um pássaro. Seu voo era como um raio de luz, magníficas as suas cores, seu canto causava arroubo.ave-fenix2-gnosisonline

Porém, quando Eva colheu o fruto da ciência do bem e do mal, e quando ela e Adão foram expulsos do Paraíso, da flamígera espada do anjo caiu uma chispa no ninho do pássaro e lhe ateou fogo. O animalzinho morreu abrasado, porém do avermelhado ovo saiu voando outra ave, única e sempre a mesma: a Ave Fênix.

Conta a lenda que faz seu ninho na Arábia, que a cada cem anos se dá morte abrasando-se em seu próprio ninho; e que do vermelho ovo sai uma nova Ave Fênix, a única no mundo.

O pássaro voa à nossa volta, brilhante como a luz, esplêndida de cores, magnífica em seu canto. Quando uma madre está sentada junto ao berço de seu filho, a Ave se acerca de seu travesseiro e, abrindo suas asas, traça uma auréola ao redor da cabeça da criança. Voa pelo sóbrio e humilde aposento e há resplendor de sol no quarto, e sobre o humilde cômodo exala um perfume de violetas.

Porém, a Ave Fênix não só a Ave da Arábia; irradia também os resplendores da Aurora Boreal sobre as geladas plansab, as rochas cupríferas de Falun, nas minas de carvão da Inglaterra, voa como a mariposa sobre o devocionário nas mãos do piedoso trabalhador. Na folha do lótus desliza pelas águas sagradas do Ganges, e os olhos da donzela hindu se iluminam ao vê-la.

Ave Fênix! Não a conheces? A Ave do Paraíso, o cisne santo da canção? Ia no carro de Thespis na forma do corvo tagarela, agitando as asas pintadas de negro; a harpa do cantor da Islândia era pulsada pelo bico vermelho do cisne; pousada sobre o ombro de Shakespeare, adotava a figura do corvo de Odin e lhe sussurrava ao ouvido: “Imortalidade!” Na festa dos cantores, revoava na sala de concursos de Wartburg.

Ave Fênix! Não a conheces? Te cantou a Marselhesa, e tu beijaste a pluma que se desprendeu de sua asa; veio em todo o esplendor paradisíaco e tu talvez deste as costas para contemplar o pardal que tinha enfeites dourados nas asas.

A Ave do Paraíso! Rejuvenescida a cada século, nascida dentre as chamas, entre as chamas mortas; tua imagem, marcada em ouro, posta-se nas salas dos ricos; tu mesma voas com frequência rumo à ventura, solitária, feita só de lenda: a Ave Fênix da Arábia.

No jardim do Paraíso, quando nasceste no seio da primeira rosa sob a Árvore da Sabedoria, Deus te beijou e te deu teu nome verdadeiro: Poesia!

E agora, ensina o VM Samael:

A Ave de Minerva, por Samael Aun Weor

Agora já não podemos negar à humanidade a Chave dos poderes que divinizam. Com prazer vamos entregar a nossos discípulos a Chave milagrosa.

Pois bem, durante o transe de Magia Sexual vocalize-se este mantra:

JAO RI

Prolonga-se o som de cada vocal. E ordena-se à Ave Maravilhosa do Fogo que abra, que desenvolva o chacra do qual se necessite começar o desenvolvimento relacionado à faculdade que mais se esteja precisando.

Estejam seguros de que a Ave de Minerva trabalhará sobre o chacra, disco ou roda magnética sobre a qual receba ordens supremas.

É evidente e positivo que essas faculdades não se desenvolvem instantaneamente. Mas, a Ave de Minerva despertará! E se se continuar com a prática, diariamente, essa Ave, essa sagrada Quetzal, desenvolverá a faculdade ordenada e ambicionada de forma absoluta. O importante é perseverar, não se cansar, praticar diariamente com intensidade fervorosa.

A ave milagrosa do Fogo proporciona a Chave para projetar o Fogo da Kundalini à distância e ajudar, assim, os doentes, ou a projetar a qualquer chacra do corpo astral do estudante esotérico. Alguns estudantes projetarão seu Fogo ao chacra prostático com o fim de adquirir poderes de sair conscientemente em Corpo Astral.

Outros o farão para o chacra frontal para despertar a clarividência. Outros o farão para o chacra da laringe que lhes conferirá o poder de ouvir o Ultra. Este chacra facilita ao iogue conservar seu corpo físico vivo e perfeitamente são ainda nas Noites Cósmicas. Outros projetarão a Ave Minerva ao plexo solar, o qual capacita a permanecer horas inteiras no fogo sem se queimar.

Alguns estudantes enviarão a Ave Maravilhosa ao chacra do coração que conferirá poder sobre o furacão, os ventos, etc. Também se pode remeter a Ave Minerva ao chacra das mil pétalas situados na parte superior do crânio. Tal chacra proporciona a intuição, a polividência, a visão intuitiva e o poder de sair do corpo físico conscientemente no Espírito, no Íntimo, sem veículos de nenhuma espécie.

Também se pode lançar a Ave Minerva sobre os átomos do corpo físico e lhe ordenar a preparação de tal corpo para os estados de “Jinas”.

Todos temos de aprender a projetar o Fogo a qualquer rincão do Universo e a qualquer chacra do organismo! Assim, todos despertarão seus poderes internos… Não basta acender o Fogo: terá que se aprender a dirigi-lo inteligentemente para trabalhar na Grande Obra.

Samael Aun Weor, Logos, Mantra e Teurgia

 

Ali Onaissi – Jornalista, escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine

Magia das rosas

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Rosa grandiflora

Se há crueldades humanas, também é certo que existem crueldades espirituais.

Todos aqueles que amamos a luz, passamos toda classe de “ismos”; conhecemos as escolas teosóficas, rosa-cruzes, espiritualistas etc., e onde se pregam amor e irmandade, fraternidade e paz, só encontramos realmente hipócritas fariseus, sepulcros branqueados, rancores disfarçados com trajes de filosofia, fanatismos terríveis e ciúmes secretos. Onde buscamos sabedoria, só encontramos charlatanearia, vaidade e orgulho néscio.

Não há punhalada que mais fira do que a crueldade espiritual, e as pobres almas anelantes de aperfeiçoamento superlativo e de autoenaltecimento espiritual, em sua busca da verdade, sofrem o indizível em seu passo por essas famosas escolas espiritualistas. Dos irmãos espiritualistas se recebem todas as infâmias e todas as “canalhadas”. E suas piores crueldades as disfarçam sempre com frases filosóficas e doces expressões. Não há punhalada que mais dói-a, que a punhalada espiritual.

As enfermidades morais só se curam com a magia das rosas. Aquelas pobres almas que tenham alguma pena moral muito profunda, que se curem com a magia das rosas. A rosa é a rainha das flores. A rosa está influenciada por Vênus, a estrela do amor, o astro da manhã. Nesse astro vive um grande Mestre inefável, este Mestre se chama o Mestre LLANOS*.

O Chela que queira visitar a Estrela da Manhã em seu corpo astral operará na seguinte forma:

Se deitará com o corpo bem relaxado, adormecerá um pouquinho pronunciando com o pensamento a seguinte pregação:

Lhanos… Lhanos… Lhanos…
Ajuda-me, Lha… ma… dor… Lha… ma… dor…
Lha… nos… Lha… nos… Lha… nos…

E quando já o discípulo se encontre dormitando, sente-se suavemente em seu leito, arroje a manta com que se encontre coberto, e saia de seu leito. Já de pé no solo, brinque com a intenção de ficar flutuando no ar, e se flutua, saia-se de sua casa flutuando na atmosfera, e pronunciando a invocação ao Mestre Llanos, tal como o estava pronunciando na cama.

O Mestre LHANOS é um habitante do planeta Vênus, ele ouvirá a chamada do invocador e o ajudará para que chegue a Vênus, a estrela das rosas, o astro da manhã. Ao chegar a Vênus, o discípulo será recebido pelo Mestre LHANOS, e se deseja sabedoria o Mestre lhe iluminará. O discípulo ficará deslumbrado com os resplendores inefáveis que brotam da aura e da túnica de diamantes do Mestre LHANOS. Esse Mestre já se uniu com o “Glorian”, e por isso usa túnica de diamante.

Na hora de Vênus, a atmosfera astral se enche de luz rosada, cheia de beleza inefável.

Em certa ocasião me disse um Guru o seguinte: “Esta é uma hora muito perigosa para o desprendimento, filho meu, o mundo está todo cheio de uma luz rosada…”

O Mestre tinha razão, porque se bem é certo que na hora de Vênus o raio positivo dessa estrela enche tudo de luz, música e amor, também é muito certo e muito real que o raio negativo de Lúcifer-Vênus é o raio do mago negro Lúcifer e de todos os lucíferes e Iniciados tenebrosos do caldeirão de cobre. Mas se o discípulo vive uma vida pura e casta, nada terá a temer dos magos das trevas.

Afortunadamente, Lúcifer e os lucíferes já caíram no Abismo…

A chave que aqui damos para viajar em corpo astral à estrela de Vênus, eu, Samael Aun Weor, a recebi da grande Iniciada egípcia Maria, mãe de Jesus de Nazaré.

Dizem as tradições que Maria fazia almofadas para o Templo de Jerusalém, e que esses travesseiros se transformavam em rosas. As linhas das mãos de Maria, a mãe de Jesus, nos dizem claramente que em sua primeira juventude teve um rico enamorado que ela não quis aceitar, pois seu único anelo era ser sacerdotisa da luz.

Maria sofreu muito com o acontecimento do Divino Rabi de Galileia, e só teve um esposo que foi o Iniciado José, e um só filho, que foi o Divino Mestre.

Maria era, pois, uma autêntica sacerdotisa gnóstica, pura e santa. Seu rosto era moreno pelo sol do deserto; seu corpo, fino e ágil; sua estatura, pequena; seu nariz, ligeiramente pequeno, e o lábio superior algo saliente.

A Mestra vestia-se humildemente, durante os primeiros anos de sua vida teve comodidades e mais tarde sua vida foi muito pobre. Usava túnica de cor café, já desvanecida e remendada, pois vivia na indigência. Seu vida santa cumpriu a missão mais grandiosa que se pode conferir a um ser humano.

A a insigne Mestra agora está novamente reencarnada no Vale do Nilo. Nesta ocasião nasceu com corpo masculino e esta Grande Alma veio cumprir uma grande missão mundial.

PARA SE CURAR DE SOFRIMENTOS MORAIS

Fórmula mágica das rosas

Sobre uma mesa se colocam três copos de cristal cheios de água pura, e em cada copo uma rosa. Colocam-se esses copos formando um triângulo (ao Norte, ao Oriente e ao Ocidente). Cada vaso deverá ser benzido pelo mesmo interessado, e este tomará três copos diários desta água de rosas, na seguinte ordem: antes do desjejum, o copo do Oriente; antes do almoço, o copo do Norte; e antes do jantar, o do Ocidente.

Esse tratamento deverá ir acompanhado de uma súplica sincera ao Íntimo e à Fraternidade Branca, para que lhe ajudem a sair da dor moral em que se encontra. Com essa fórmula sustentada durante vários dias, se curará qualquer “pena moral”, por grave que seja.The-Virgin-Mary-In-The-Rose-Garden

Quando e em que época falou algum médico sobre os sofrimentos de índole moral?

Quantas pessoas morrem diariamente e se adoentam à causa de sofrimentos morais, e sem embargo, é triste dizê-lo, jamais houve um compassivo que lhe entregue à humanidade a fórmula exata para curar-se de penas morais.

São inumeráveis os casos de “suicídio”, e nunca havia falado ninguém sobre a magia das rosas.

Muitos médicos oficiais causam diariamente mortes culpáveis, sem que a justiça humana lhes alcance, ainda que tenham um cemitério por sua conta. Eu conheço jovens que foram humildes e simples enquanto eram simples estudantes da Faculdade de Medicina, mas tão pronto se titularam de doutores, se volveram orgulhosos, vaidosos e déspotas.

A medicina é um sacerdócio muito sagrado, e nenhum déspota, nem orgulhoso, poderá ser jamais médico autêntico.

A Rainha das Flores

A rosa é a rainha das flores. Ao investigar nos mundos internos a magia vegetal das rosas, podemos evidenciar que os rituais da rainha das flores são nossos mesmos rituais Gnósticos.

Nos mundos internos existem alguns templos Rosa-cruzes autênticos; um deles é o de Montserrat, Catalunha (Espanha), e outro o de Chapultepec, no México. Os verdadeiros Santuários da verdadeira Rosa-Cruz são totalmente gnósticos. O Raio Gnóstico–Rosa-cruz tem seus templos de Mistérios unicamente nos mundos internos.

A Rosa, com sua imaculada beleza, encerra a sabedoria espiritual mais inefável do Universo. Os Rituais de Primeiro, Segundo e Terceiro Grau, são a Magia Gnóstica da Rainha das Flores. Todas as plantas têm seus ritos sagrados, mas os ritos sagrados da Rainha das flores, são nossos santos rituais.

As Rosas de Sírius

Em certa ocasião, estando eu, SAMAEL AUN WEOR, na estrela de Sírius, vi acolá umas árvores penetradas cada uma delas por damas de uma beleza inefável e comovedora. Aquelas damas me chamaram para que me acercasse a elas; eram damas elementais encarnadas naqueles arbustos.

Sua voz melodiosa era música de Paraíso: conferenciei com elas e logo me afastei admirado de tanta beleza.

Aquele planeta tem dilatados mares, e os habitantes desta estrela jamais mataram nem a um passarinho. Sua organização social seria magnífica para nosso globo terráqueo; se acabariam todos os problemas econômicos do mundo, e reinaria a felicidade sobre a face da terra.

Os sirianos são pequenos de estatura e têm todos seus sentidos internos perfeitamente desenvolvidos; vestem-se simplesmente com túnicas humildes e usam sandálias de metal.

Todo siriano vive em uma pequena casa de madeira, e não há casa que não tenha uma pequena horta onde o dono de casa cultiva os seus alimentos vegetais. Também possui, o dono, um pequeno jardim onde cultiva suas flores.

Ali não vivem capitalistas nem tampouco existem cidades ou sem-terra; portanto, as gentes de Sírius não conhecem a fome ou a desgraça.

No jardim do grande templo do Deus Sírio existem uns roseirais desconhecidos em nossa terra, cada rosa desse jardim é de vários metros de tamanho, e exala um perfume impossível de esquecer. A magia das rosas é algo divino e inefável.

(Samael Aun Weor, Medicina Oculta e Magia Prática)

*No original, escreve-se Llanos, porém se pronuncia Lhanos.

A estrela maior é Sirius A, considerada a “Capital Esotérica de toda a Via-Láctea”. Na seta, a superdensa Sírius B, que irradia terríveis forças demoníacas para toda a Via-Láctea

Hercólobus fotografado?

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Para quem não acreditava que o planeta Hercólobus é uma terrível verdade e que este corpo celeste está sendo vigiado constantemente, veja abaixo as fotos de alguns dos maiores observatórios astronômicos do mundo.

Confirmando os dizeres do Venerável Mestre Samael Aun Weor, o site GnosisOnline traz a público as últimas informações que atestam o que os gnósticos estão defendendo há décadas.

Hercólobus existe, sim, e está se aproximando a velocidades espantosas. Observe o gif animado da última ilustração e note que Hercólobus se aproxima rapidamente de nosso Sistema Solar.

Segundo as profecias de um grande Mestre Maia para o Mestre Samael, as influências sobre o meio ambiente e sobre a psique da humanidade se farão sentir notavelmente a partir de 2043 e a catástrofe finalíssima, quando não sobrar pedra sobre pedra, se dará no ano 2500.

Hercólubus, o monstruoso planeta vermelho,
alterará sua rota e virá em nosso encalço
desde a Constelação do Ofiúco, invadindo
o Sistema Solar de ORS.
Qual Lobo do Orco,
é um Predador Kármico.
Os planetas que serão atingidos por seu campo magnético
serão Marte, Urano e, principalmente, a Terra.
Milhares de naves cósmicas estão ao nosso redor,
para assistir, fotografar e filmar
o grande massacre!
Há uma saída? Sim: A MORTE…