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Pacal Votan, um ET ou um grande mestre do Raio da Força?

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Bem, estive no sepulcro do Deus Pacal, pareceu-me extraordinário, obviamente tal sepulcro tem uma grande tampa de pedra devidamente burilada, cinzelada.

Dom Pedro Ferriz, distinto cavalheiro dedicado a grande investigações em questões de discos voadores, homem sério nestes estudos, supõe que essa prancha de pedra que tampa o sepulcro indica que o Deus Pacal dos maias era um astronauta ou viajante do Espaço.

Nisso, sim, apesar de admirar Pedro Ferriz, lamento dissentir, porque estive examinando cuidadosamente aquela grande prancha de pedra, pude verificar por mim mesmo e de forma direta que o Deus Pacal não era, pois, um habitante de outro planeta, como dom Pedro supõe.

Aparece sobre a pedra, que pesa várias toneladas e que cobre o sepulcro, uma Grande Cruz feita com pés de milho, e isso nos convida à reflexão: assim como os maias, também como os nauas, zapotecas, toltecas etc., o milho é sagrado, alegoriza ou simboliza a semente humana.

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Eis a estela sobre a tumba de Pacal Votan, o Super-Homem maia… Muitos creem ser a indicação de uma nave cósmica, porém, esta laje representa a Árvore da Vida saindo do próprio Pacal Votan, indicando sua “alta hierarquia espiritual”

Por exemplo, na China, Índia, Japão etc., a semente humana está alegorizada ou simbolizada pelo arroz, e entre os povos cristãos da Europa e do Oriente Médio a semente foi alegorizada ou simbolizada pelo trigo.

A cruz feita de pés de milho obviamente que resulta tremendamente significativa, pois nós bem sabemos que a cruz é um instrumento de liberação, não unicamente de martírio.

Realmente, a inserção do Falus vertical dentro do Ecteis formal forma cruz. Bem, e se tal cruz é feita de pés de milho nos está indicando algo extraordinário. É óbvio que na ens seminis, dentro da qual está contida a ens virtutis do fogo, existem poderes extraordinários.

A ens seminis, ou entidade do sêmen ou esperma sagrado do ser humano, contém poderes místicos transcendentais formidáveis que os maias analisaram cuidadosamente em seus estudos, não somente em Palenque, mas também em Cancún, em Chichén-Itzah etc.

Se as pessoas soubessem do poder que existe na ens seminis jamais gastariam essa energia torpemente, para a satisfação brutal das paixões animais, Antes, porém, aprenderiam a transmutar. Os maias conheceram tal ciência, eles sabiam, por exemplo, que: “Si não se derramava o Vaso de Hermes, ou seja, se não se cometesse o erro de ejacular a ens seminis, esta se transmutaria em energia criadora”.

Assim é como o cérebro se seminiza e o sêmen se cerebriza. Como resultado, ou sequência de um proceder assim no homem, resulta uma terceira força, profundamente divinal. Refiro-me ao Fogo Sagrado, e quando este ascenda na espinha dorsal do homem, nos transforma radicalmente e nos converte em verdadeiros super-homens, como o Deus Pacal.

Descemos as escadarias que conduzem ao sepulcro do Deus Pacal. Uma pedra triangular sela a entrada, agora essa pedra está colocada a um lado, e o fato de que tal pedra seja triangular nos convida a pensar nas muitas pedras triangulares das catedrais góticas da Europa.

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Máscara mortuária de Pacal Votan

Obviamente, sem essas três forças não pode haver nenhuma criação, quando essas três forças fluem em direções diferentes não há criação. Surge uma nova unidade cósmica dentro do Espaço infinito, e quando essas três forças coincidem em um ponto dado se realiza uma criação.

O mesmo acontece com o Matrimônio Perfeito: o homem é a força positiva, a mulher a força negativa e a terceira força o Santo Conciliar, concilia os dois lados.

As três forças unidas realizam uma nova criação e vem ao mundo um novo filho, uma nova haste. Os maias compreenderam tudo isso, resulta interessante.

Há um peitoral que aparece muito bem feito sobre o peito do Deus Pacal: nove colares, esses nove colares representam o Nono Círculo Dantesco: “O poço do Universo, dentro do organismo humano”.

Os órgãos criadores indicam que o Deus Pacal era um homem que transformava o esperma sagrado em energia criadora, um homem casto, reto, no sentido mais completo da palavra, um homem que jamais adulterou, que nunca fornicou.

Em seu colo aparecem mais três colares, representando as três Forças Primárias da Natureza e do Cosmo. Indica que o Deus Pacal conseguiu cristalizar em sua natureza a Força do Pai, a Força do Filho e a Força do Espírito Santo; o Santo Afirmar, o Santo Negar e o Santo Conciliar, ou seja, o Deus Pacal conseguiu dar forma a essas três forças dentro de si mesmo.

O Deus Pacal tem dez anéis em seus dez dedos, isso nos está indicando os Dez Sefirotes da Cabala hebraica, um homem que se encheu de extraordinárias virtudes. É um homem magnífico, um verdadeiro Avatar ou Mensageiro para a humanidade daquela época. Um homem que entregou aos maias grandes conhecimentos.

Em uma de suas mãos aparece um cubo, uma pedra cúbica, e na outra uma esfera. A pedra cúbica nos indica que realmente este homem era tão sábio que possuía a pedra filosofal, ou seja, a pedra da Verdade, um homem que havia encontrado a Verdade. E quanto à outra, à esfera, nos indica que era um homem perfeito, um homem que havia despertado sua consciência, um homem que gozava de sabedoria infinita.

Porém, há algo que aterroriza em tudo isso, algo que assombra, que espanta: acontece que o sepultaram com seis decapitados. É uma questão meramente simbólica. Porém, os seis decapitados são fatos concretos, decapitaram seis homens e os enterraram com o Deus Pacal, e é claro que para transmitir à posteridade uma mensagem.

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Pirâmide Templo onde se encontrou a tumba do avatar dos maias, Pacal Votan

Bem, porém o número 6 indubitavelmente também lembra O Enamorado, o Amor, a Paixão etc., ou seja, que este homem eliminou de si mesmo todos os seus defeitos passionais, todo os agregados psíquicos que o angustiavam, que conseguiu a máxima perfeição, e o testemunho para a posteridade foram os 6 decapitados.

Se não se conhecesse nem um pouquinho de Cabala hebraica seria impossível encontrar então o significado dos seis decapitados.

É tremenda a tumba do Deus Pacal. Leva uma máscara de jade que já foi reconstruída pelo Museu de Antropologia. Essa máscara de jade nos está indicando, pois, que seu rosto era tão perfeito que se havia de velá-lo dos profanos, um rosto de um Homem Deus. Construiu-se, pois, todo um monumento para enterrar esse grande Avatar ou Mensageiro dos maias, que se chamou Pacal.

Pacal foi um Homem que trabalhou com o milho, ou seja, com a semente. Na prancha de pedra que cobre a tumba, o Deus Pacal aparece como que descendo da Cruz. Então, é aí que dom Pedro Ferriz pensa que esse Homem está manejando algum aparato capaz de viajar através do Espaço.

Aparece também aí um símbolo do planeta Marte, para nos indicar que o Deus Pacal estava relacionado de alguma forma com o planeta Marte, mas isso não quer dizer que fora habitante ou um extraterrestre vindo de Marte, senão um Homem influenciado pela radiação marciana, um Homem de caráter enérgico, um Homem forte, que soube ensinar aos maias sua doutrina.

Investigando, pois, todas essas questões maias, todos esses aspectos antropológicos, devemos nos voltar profundamente reflexivos. Estamos nos momentos dessa grande catástrofe que se acerca, de acordo com os maias, e antes que essa grande catástrofe venha ao mundo, como dizem os maias, haverá guerras em toda a redondeza da Terra e isso também o afirmam as profecias de distintos sábios.

Samael Aun Weor, Os Mistérios dos Antigos Maias

Os mistérios do Egito

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Os Mistérios Egípcios
Mistérios Egípcios

Mistérios Egípcios II

Luz Negra

O Papiro Nebseni

Múmias Egípcias

As sete eternidades e sendas da felicidade

Magia da papoula

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Papaver somniferum ou Papaver rhoeas

A papoula, também chamada sonífera, é conhecida há muitos milênios, e já era estudada e utilizada por chineses, japoneses, tailandeses, sumérios, babilônios e egípcios.

Os minoicos e os sumérios, uns 4 mil anos antes de Cristo, já cultivavam amplamente a papoula para extrair o ópio e fabricar produtos medicinais.

Seus benefícios terapêuticos são múltiplos, desde a cura de constipações intestinais à minimização de dores musculares e articulares. (Obviamente, com a decadência da espécie humana, esse – o ópio – e outros produtos acabaram sendo utilizados para fins tenebrosos.)

Seu uso ritualístico é verificado em diversas tribos na Ásia, e seu aspecto esotérico é interessantíssimo, como leremos abaixo, sobre a mais antiga pesquisa, efetuada por altos iniciados em princípios da Raça Ária.

Em relação à Magia Elemental prática, o venerável mestre Samael recomenda plantar a papoula em casa, seja no quintal, juntamente com roseiras e outras plantas que atraem átomos de harmonia e amor, seja em vasos dentro de casa.

Pois, segundo o grande mestre gnóstico, o elemental dessa planta maravilhosa atrai as vibrações sutilíssimas da região cabalística de Kether, ou Protocosmo.

A papoula irradia as bênçãos das Dimensões da Luz Puríssima. Tenha essa planta em sua casa ou jardim

 

Ensina o VM Samael sobre a PAPOULA e os subprodutos retirados do ópio:

Velhas tradições arcaicas dizem que o conhecimento relativo à sagrada Heptaparaparshinokh (a Lei do Sete), foi revivido muitos séculos depois da catástrofe da Atlântida por dois santos irmãos iniciados chamados Choon-kil-tez e Choon-tro-pel, os quais, atualmente, se encontram no Planeta Purgatório, preparando-se para entrar no Absoluto.

Em linguagem oriental, diz-se que o Planeta Purgatório é a região de Atala, a primeira emanação do Absoluto.

Estes dois santos eram irmãos gêmeos. O avô destes dois iniciados foi o Rei Koniutzion quem governou sabiamente o antiquíssimo país asiático chamado naquela época Maralpleicie.

O avô Rei Koniutzion descendia de um sábio iniciado atlante, membro distinto da Sociedade Akhaldam, sociedade de sábios que existiu na submersa Atlântida antes da segunda catástrofe Transapalniana.

Os dois sábios irmãos santos viveram os primeiros anos de sua vida na arcaica cidade de Gob, no país chamado Maralpleicie. Porém, tempos depois, refugiaram-se nesse país que mais tarde se chamou China.

Os dois irmãos iniciados viram-se obrigados a emigrar, saindo de sua terra natal quando as areias começaram a sepultá-la. Gob foi sepultada pelas areias e hoje esse lugar é o Deserto de Gobi.

Os dois irmãos, em princípio, só se especializaram em Medicina. Porém, depois, tornaram-se grandes sábios e viveram no lugar que mais tarde se chamou China.

Coube a estes irmãos iniciados a alta honra de haverem sido os primeiros investigadores do ópio. Os dois irmãos descobriram que o ópio consiste em sete cristalizações independentes subjetivas com propriedades bem definidas.

Com trabalhos posteriores, demonstraram que cada uma dessas sete cristalizações independentes consistia, por sua vez, em outras sete propriedades ou cristalizações subjetivas independentes e estas, por sua vez, em outras sete e assim sucessiva e indefinidamente.

Puderam comprovar que existe íntima afinidade entre a música e a cor. Por exemplo, um raio colorido correspondente dirigido sobre qualquer elemento do ópio transformava-o em outro elemento ativo.

Obtinha-se o mesmo resultado se, em lugar de raios coloridos, dirigiam-se as correspondentes vibrações sonoras das cordas de um instrumento musical conhecido naquela época com o nome de Dzendveokh.

Verificou-se cientificamente que se fizermos passar qualquer raio colorido através de qualquer elemento ativo do ópio, este mesmo raio toma outra cor, a saber, a cor cujas vibrações correspondem às vibrações do elemento ativo.

Estela encontrada em Creta (cultura minoica) representando papoulas

Ao se fazer passar qualquer raio colorido através das vibrações das ondas sonoras das cordas do Dzendveokh, aquele toma outra cor correspondente às vibrações manifestadas por meio da corda dada.

O Dzendveokh foi um aparelho de música formidável, com o qual se logrou verificar o poder das notas musicais sobre o ópio e em geral sobre todo o criado.

Se um raio colorido definido e vibrações sonoras definidas com inteira exatidão fossem dirigidos sobre qualquer elemento ativo do ópio, escolhido entre os que possuíam menor número de vibrações que a totalidade das vibrações do raio colorido e o mencionado som, o elemento ativo do ópio se transformava em outro elemento ativo do ópio.

Esta é uma concepção do Dzenveokh, instrumento sagrado com 49 cordas, de onde nasceram o alaúde, a cítara e a harpa

É interessante saber que as sete cristalizações subjetivas do ópio se correspondem a outras sete e estas a outras sete e assim sucessivamente.

É também interessante saber que a escala musical setenária se corresponde com as setenárias cristalizações subjetivas do ópio.

Muitas experiências comprovaram que a cada classificação setenária subjetiva do ópio, correspondem escalas setenárias subjetivas do subconsciente humano.

Se a música pode agir sobre as cristalizações setenárias do ópio, é lógico pensar que também pode agir sobre as correspondentes classificações setenárias subjetivas do homem.

O ópio é maravilhoso, pois capta todas as potentes vibrações do Protocosmo inefável. Desgraçadamente, as pessoas têm utilizado o ópio de forma daninha e prejudicial para o organismo. São muitos aqueles que empregaram o ópio para fortalecer as propriedades tenebrosas do abominável órgão Kundartiguador.

Muitos séculos depois do sagrado Rascooarno (morte), dos irmãos santos, houve um Rei muito sábio que, baseando-se nas mesmas teorias dos dois iniciados mencionados, construiu um instrumento musical chamado Lav-merz-nokh, com o qual pôde verificar muitas maravilhas relacionadas com a música.

O maravilhoso de tal aparelho musical é que tinha 49 cordas, sete vezes sete, correspondentes às sete vezes sete manifestações da energia universal.

Este aparelho foi formidável, tinha sete oitavas musicais que estavam relacionadas com as sete vezes sete formas de energia cósmica. Assim foi como a raça humana daquela época conheceu em carne e osso o Hansiano Sagrado, o som Nirioonissiano do mundo.

Todas as substâncias cósmicas que surgem de sete fontes independentes, estão saturadas pela totalidade de vibrações sonoras que o mencionado aparelho de música podia fazer ressoar no espaço.

Não esqueçamos jamais de que nosso Universo está constituído por sete dimensões e que cada uma destas tem subplanos ou regiões.

O aparelho musical construído pelo Rei Too-toz fazia vibrar intensamente todas as sete dimensões e todas as 49 regiões energéticas.

Atualmente, já temos música revolucionária formidável e maravilhosa, baseada no Som 13, mas necessitamos com urgência de aparelhos de música como o do Rei Too-toz.

O ópio é retirado a partir do látex encontrado nas cápsulas que não atingiram a maturação

Necessitamos vivificar as vibrações do som Nirioonissiano do nosso mundo para vivificar as fontes cósmicas das substâncias universais e iniciar com êxito uma nova era. O mundo foi criado com a música, com o verbo e devemos sustentá-lo e revitalizá-lo com a música, com o verbo.

A santa Lei sagrada do Heptaparaparshinokh serve de fundamento a toda a setenária escala musical.

É urgente que todos os irmãos Gnósticos compreendam a necessidade de estudar Música. É urgente que todos os irmãos Gnósticos cantem sempre as cinco vogais:

I… E… O… U… A…

Percepções científicas da consciência

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Vamos começar a nossa conversa desta noite. Espero que coloquem a máxima atenção, pois o importante é saber que estamos com a consciência adormecida. É lamentável que vocês não conheçam o planeta em que vivemos. Como poderiam conhecê-lo, se nem sequer conhecem a si mesmos? Parece incrível que nessa altura da vida não se conhece o planeta Terra; o mundo em que vocês estão vendo não é na verdade como vocês estão vendo; quando vocês conseguirem despertar a Consciência, verão a Terra de um modo muito diferente. Hoje, entretanto, vocês não a conhecem. Vocês sonham com um planeta chamado Terra e supõem que ele é assim como vocês estão vendo.

É claro que o nosso mundo tem 7 dimensões, e como vocês estão presos no mundo das 3 dimensões, não conhecem realmente a Terra e isso é lamentável.

Os vales, as montanhas, os mares, as colinas, as grandes cordilheiras, não são assim como vocês estão acostumados a ver; são completamente diferentes, mas como vocês todos têm a Consciência no estado de sono profundo, vocês só conseguem ver o mundo através do sonho. Quando despertarem desse estado, aí então verão que tudo é diferente.

Se as pessoas tivessem a Consciência Desperta, não haveria guerras no mundo; se tivessem a consciência desperta, não haveria conflitos, problemas de nenhuma espécie, lutas entres trabalhadores e patrões, entre diferentes nações e diferentes interesses; se a humanidade tivesse a consciência desperta haveria paz em cada ser vivente e reinaria a felicidade sobre a face da Terra.

Os Evangelhos insistem no despertar, mas não dizem como fazê-lo. Nós, em nossos estudos, lutamos para que as pessoas conheçam as técnicas para conduzi-las ao despertar, não é tão fácil, mas não é impossível.

As pessoas têm a Consciência adormecida desde que desenvolveu, no passado remoto, o Abominável Órgão Kundartiguador; tal órgão foi um apêndice do organismo humano, uma projeção da coluna vertebral para baixo, igual ao rabo simiesco que se vê nos gorilas, chimpanzés, orangotangos e macacos em geral…

Num passado remoto da história do mundo houve uma catástrofe: o cometa Condoor chocou-se com a Terra e o resultado disso foi uma série de terremotos e de grandes maremotos através dos séculos, que aconteceram de forma interminável. Foi então que um grupo de Indivíduos Sagrados, liderados pelo Arcanjo Sakáki, veio estudar o problema…

As possibilidades da vida no planeta Terra diminuíam consideravelmente e as espécies estavam desaparecendo. Aqueles Seres Divinos, revestidos com suas divinas presenças nos corpos físicos, estudaram a questão e resolveram dar à Humanidade o tal Órgão Kundartiguador.

Foi assim que muitos seres começaram a nascer com um rabo semelhante aos dos macacos, e que se dá o nome esotérico a esse rabo de Kundartiguador. Como o organismo humano é uma máquina transformadora de energias, o resultado foi maravilhoso. É certo que o corpo humano capta determinados tipos de energias cósmicas e que as transforma, para retransmiti-las, depois, às placas geológicas do organismo planetário ao qual vivemos.

Foi assim que se conseguiu que a Energia Cósmica proveniente do Megalocosmo Infinito entrou no corpo humano e transformou-se em força lunar. Tais forças foram retransmitidas às camadas geológicas da Terra de uma forma massiva ou coletiva e, por conseguinte, deu-se a estabilização e cessaram-se os terremotos, sendo possível viver sobre a face da Terra.

Mas é que, meus queridos amigos, desgraçadamente tenho de lhes dizer que o Arcanjo Sakáki e sua altíssima comitiva “erraram em seus cálculos matemáticos transinfinitos e resultou um fracasso”…

A humanidade possuiu por muito tempo esse tal de Órgão Kundartiguador; depois de muitos séculos, o Arquifísico-químico-comum Looisos, interveio e eliminou da humanidade aquele rabo, mas foi demasiadamente tarde, porque então os cinco cilindros da máquina humana, conhecidos como Intelecto, Emoção, Movimento, Instinto e Sexo, tiveram as más consequências do Abominável Órgão Kundartiguador.

Essas más consequências são os agregados psíquicos inumanos que carregamos em nosso interior, que são a ira, a cobiça, a luxúria, a inveja, o orgulho, a avareza, a gula etc.

Como consequência, dentro de todos os nossos agregados psíquicos a nossa Consciência humana ficou presa. Desde então, nossa Consciência, nossa Essência viva, se processa de acordo com o seu próprio aprisionamento.

Com justa razão, pode-se afirmar de forma segura que: “Todos os seres humanos se acham em estado de hipnose, que todos estão hipnotizados maciçamente e que todos têm a Consciência adormecida”.

Mas ninguém se dá conta da hipnose geral, até que vê numa sessão de hipnotismo fluindo a força hipnótica de forma violenta, assim é quando nos vamos perceber a força da hipnose.

Observem vocês essas pessoas por aí, e poderão ver por si mesmos que todos estão hipnotizados, e isso é muito lamentável. As pessoas dirigem carros em estado de hipnose, trabalham hipnotizadas e vivem hipnotizadas.

Seria absurdo supor que uma pessoa desperta, por exemplo, dirigindo um automóvel, pudesse atropelar outra pessoa. Faz pouco tempo na capital do México, aconteceu um caso em que um sujeito atropelou três crianças que atravessavam a rua; ele se escondeu, mas no fim o remorso triunfou e ele se apresentou diante das autoridades. Assim é que na realidade, sem querer exagerar, devo dizer-lhes que todos os seres que povoam a face da Terra se acham em estado de hipnose.

Mas o que produziu esse estado de hipnose? Na realidade foi o Abominável Órgão Kundartiguador a causa da hipnose maciça da humanidade.

Ainda existe no organismo humano um resíduo do tal órgão, é esse pequeno osso no final da espinha vertebral. Tal partícula óssea possui ainda enormes poderes hipnóticos; ainda pode cristalizar as más consequências dos agregados psíquicos em cada um de nós; ainda pode conseguir que pensamentos negativos, desejos negativos etc., tomem forma e se convertam em novos agregados psíquicos, inumanos ou indesejáveis em nossa psique.

Sem dúvida, esse órgão abominável originou, desgraçadamente, os diversos elementos psíquicos indesejáveis que hoje carregamos em nosso interior. E dentro desses múltiplos elementos está presa a nossa Consciência, em profundo estado de hipnose.

Eu lhes digo que não vemos o mundo tal como ele é, não estou exagerando no que digo. Quando alguém consegue quebrar esses elementos psíquicos indesejáveis que carregamos em nosso interior, vê o mundo de uma forma diferente, o vê com as sete dimensões e não três; conhece os seus mecanismos íntimos, sabe que está organizado de forma similar ao homem real, sabe que tem sete corpos maravilhosos etc. Assim também o nossa planeta Terra tem os seus sete corpos.

Nosso mundo tem um Corpo Vital, graças a esse corpo pode existir a vida sobre a face da Terra. Os elementos puramente químicos e físicos não garantem a existência de uma simples erva; se garantisse, os químicos poderiam fabricar a vida.

Coloquemos sobre a mesa de um laboratório os elementos físicos e químicos que se necessitam para fabricar uma simples erva, digamos que o homem da ciência fabrique o vegetal que quiser, e então verão simplesmente o fracasso de tal iniciativa.

Constroem poderosos aviões que voam a grandes velocidades, com capacidade para 400 passageiros ou mais; constroem foguetes que descem na Lua; enviam sondas a Marte e a Júpiter também, viajam em enormes barcos através dos oceanos; submarinos atômicos, como o Nautillus, que podem navegar debaixo dos gelos dos Polos, mas nem o maior sábio do mundo conseguiu fabricar uma simples semente vegetal capaz de germinar.

Em certa ocasião, discutiam uma materialista ateu e um homem

religioso sobre o tema “quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?”

– Foi o ovo.

– Está bem, e quem botou ovo? Foi a galinha… e o outro diz:

– Foi a galinha? Mas de onde saiu a galinha? Não foi do ovo…

Isso não tinha fim, e o religioso, impaciente disse:

– Você poderia fazer um ovo, como fez Deus? O materialista respondeu:

– Sim, posso!

– Faça-o. Igual a da galinha, com gema, clara e sua casca etc.

– Agora que você fez o ovo, maravilhoso! Vamos fazer o seguinte, enchemos o ovo e o colocamos numa incubadora para que nasça a galinha.

Disse o religioso:

– Combinado.

Colocaram o ovo na incubadora, mas do ovo nada saiu.

O sábio dom Alfonso Herrera, autor de A Plasmogênia, tentou criar a célula, uma célula absolutamente igual à humana, mas foi uma célula morta, nunca teve vida.

Hoje se fazem enxertos em vegetais, injetam um galho qualquer numa árvore, “para melhorar os frutos” e dizem: “Estamos corrigindo a Natureza”. O que fazem são produtos do enxerto, e não levam a mesma força natural vivente do Megalocosmo, são frutos adulterados que vão prejudicar em muito o organismo humano do ponto de vista energético.

Sem dúvida, os cientistas sabichões se sentem satisfeitos com os seus experimentos, mas não entendem que cada árvore capta as energias dos Cosmos e as transformam, retransmitindo-as ao fruto; mas ao alterar as plantas se alteram as energias do Megalocosmo e esse fruto não é o mesmo, é um produto adulterado que irá prejudicar o organismo humano, trazendo graves doenças.

Fazem-se inseminações artificiais, extraem de um organismo os germes vivificantes e por isso pensam os sábios que estão criando vida, não se dão conta de que eles somente estão utilizando o que a Natureza lhes dá… Os cientistas nada sabem da vida e nem da morte, nem de onde viemos, para onde vamos, nem qual o objeto da nossa existência. Todos têm a Consciência em estado de hipnose maciça.

Os protótipos de qualquer espécie vivente desenvolveram-se previamente no Espaço Psicológico da Natureza, nas Dimensões Superiores deste mundo chamado Terra. Essas dimensões são negadas pelos cientistas materialistas, negam porque não as percebem e não as percebem porque estão hipnotizados. Se saíssem desse estado de hipnose, seus conceitos seriam totalmente diferentes, mas dormem profundamente.

Se alguém quer saber a história do ser humano tem de observar muito bem a Ontogenia, que é uma recapitulação da Filogenia. Mas o que é a ontogenia na Antropologia? É o processo de desenvolvimento do feto dentro do ventre materno. Se observarmos os processos da gestação em uma mulher, veríamos as evidências da ontogenia, que é uma recapitulação da filogenia. A filogenia é o estado de evolução e transformação, pela qual tem passado a raça humana através dos séculos.

A ontologia recapitula esses estados no ventre materno. Uma análise da Ontogênese nos levaria à conclusão lógica de que a espécie humana e outras espécies animais têm as suas origens parecidas, todas elas advêm do Espaço Psicológico.

Vamos entregar a vocês todos os sistemas que se necessitam para o despertar da Consciência. E quando vocês a despertarem, investiguem e comprovarão o que estou dizendo por si mesmos, não porque eu lhes digo.

Comprovarão diretamente, mas, antes, despertem! Porque assim como estão, adormecidos, podem ser vítimas de todas as teorias dos cientistas materialistas.

Quando conseguirem despertar a Consciência, poderão investigar nos Arquivos Akáshicos da natureza. E saberão como foi a primeira Raça. De que maneira ela existiu. Naquela época, uns 300 milhões de anos (de acordo com as investigações que temos realizado), existiram os seres humanos Protoplasmáticos, e a própria Terra era um Protoplasma. Como se reproduzia essa Raça e qual era a sua origem? Essa raça havia evoluído e involído (porque nós somos escravos do Dogma da Evolução e Involução).

Digo evolução e involução nas Dimensões Superiores da Natureza e dos Cosmos. E foi assim que a raça se cristalizou sobre si mesma, como também a Terra, depois de passarem por vários processos evolutivos surgidos desde o seu germe original, situado no Caos, no Magnus Limbus, no Iliaster do mundo. Quando essa raça se cristalizou, se tornou formosa, elástica, ela podia assumir figuras gigantescas como também podia se reduzir a um ponto minúsculo.

Em que me baseio? Na Consciência Desperta. Porque sou um homem desperto. Se não fora, não estaria lhes falando como estou falando.

Se vocês aceitam a Doutrina da Reencarnação, melhor. É claro que eu estive reencarnado nessa raça, e como estou desperto, não posso esquecer os processos evolutivos e involutivos da mesma. Por isso dou testemunho ante vocês, da certeza de que estão adormecidos, mas devo colocar em vocês esses dados que necessitam para que consigam despertar.

Como se reproduzia aquela raça? Não é como dizia a Madame Blavatsky “de uma forma assexuada,” “que não necessitava do sexo para tal”. É errônea tal afirmação, porque a força do Maha-Chonan (a energia criadora do Terceiro Logos) flui em tudo o que é, em tudo o que tem sido e em tudo o que será.

O gênero da reprodução era o Fissíparo, e a expressão sexual era de uma forma diferente. Os organismos dividiam-se como se divide a célula viva.

Bem sabem os estudantes de Biologia como se divide uma célula, creio que sabem que uma parte do protoplasma ou do citoplasma se separa do núcleo, assim também aqueles organismos faziam.

O processo fissíparo acontece no sangue e segue multiplicando as células em nós por divisão. Vocês acreditam que esse processo de divisão celular não tem uma origem? Não pode existir um efeito sem uma causa e uma causa sem que produza um efeito. Herdamos isso dos homens da primeira Raça. O organismo desprendido podia se desenvolver, graças ao meio ambiente circundante, assimilando o Protoplasma.

Mas tarde, surgiram os Hiperbóreos, aqueles de quem fala Friedrich Nietzsche, gentes que viveram na ferradura que circunda o Polo Norte, no Ártico. Vocês não sabem disso porque estão adormecidos e eu sei porque estou desperto.

Vocês podem me considerar um louco, mas tenho de dar um testemunho, e dizer-lhes a verdade custe o que custar, porque hei sempre de dizer a verdade, ainda que muitas pessoas não gostem.

Os Hiperbóreos também existiram, seus corpos tinham mais consistências e não foram os “Gelatinosos do Protoplasma”. Mas ao falar assim, não quero de forma alguma me referir agora ao “Bathybius”, o gelatinoso de Haeckel, não. Não me refiro a isso, nem à “célula-alma” do “mar salgado” do mesmo autor. Fora Haeckel e seus sequazes, com sua Monera e tudo o que ele quiser, com suas teorias absurdas!

Quero me referir, claramente, que de uma Raça Protoplasmática derivou, por condensação, a Raça Hiperbórea, uma raça mais física, uma raça que se reproduzia, não por métodos assexuados, como disse Helena Petrovna Blavatsky, mas mediante uma forma de brotação. Vocês já viram os corais do oceano? Eles se reproduzem por brotação (de um coral sai outro e mais outro, e outros, é assim que os corais se reproduzem). Há plantas que também se multiplicam através de seus brotos. E foi assim que aconteceu, surgia um broto no corpo do Pai-Mãe, assim é que operava a força sexual até desprender o broto, dando origem a uma nova criatura. Esse era o método de reprodução dos Hiperbóreos.

Depois de milhões de anos de evoluções e involuções desta Natureza, brotou a Lemúria: um gigantesco continente que surgiu dos fundos dos mares que cobria todo o Oceano Pacífico. Foi nessa época que a raça humana apareceu pela primeira vez e se fixou na crosta dura da Terra.

Então, apareceu o Continente Mu, não por geração espontânea, como acreditava Epicuro e seus sequazes, nem por seleção natural, elevada teoria de um Deus Criador, não! De que maneira surgiram os lemurianos?

Os hiperbóreos foram cristalizando os seus corpos humanos, tomando uma forma dura, aparecendo então os hermafroditas lemurianos, representados nas esculturas de Thula, por toda a face da Terra. Seu modo de reprodução não foi exatamente o Ovíparo, não, no começo aqueles organismo desprendiam as “células-ovo” e estas se desenvolviam para dar origem a uma nova criatura.

Naquela época, o Phalus e o Útero ainda não tinham sido formados, o Lingam-Yoni todavia estavam incipientes, em estado germinal, assim como o ovário não tinha se desenvolvido ainda.

Mas os tempos foram passando na Lemúria, e finalmente apareceu o sistema de reprodução por “Gemação”. Tal sistema foi um assombro para aquela época, o ovário desprendia uma célula já fecundada pelo espermatozoide, de maneira que quando aquele ovo se desprendia do ovário de um hermafrodita já estava fecundado. Aquele ovo se abria depois de um certo tempo de fecundação e dali saía uma nova criatura, por isso é que os náhuas diziam que “Os Filhos do Terceiro Sol se transformaram em pássaros”…

Mas já no fim da Lemúria, na Terceira e Quarta Raças, os seres humanos se dividiram em sexos opostos, aí então foi necessária a cooperação para a reprodução sexual.

O método da criação, mediante a cooperação, vem desde o fim da Lemúria, é claro que se necessita de uma célula fertilizante para o óvulo, pois só assim, da união do óvulo e do espermatozoide, é que poderia surgir a célula original com seus 48 cromossomos. Da célula germinal, por sua vez, mediante a divisão celular, advém o processo do feto e a gestação, e foi assim que as criaturas nasciam na fase final da Lemúria e que continuam até a época de hoje.

Mas como saber disso se têm a Consciência adormecida? Por acaso aceitariam essas tremendas realidades? Nunca, jamais! As pessoas preferem pensar no simples monocoide, aliás, nos invertebrados mais simples desenvolvendo-se através do tempo, passando por variações de acordo com a seleção das espécies, até que aparece finalmente o “Neopitecoide” com os seus famosos três filhos bastardos…

Vocês acreditam numa teoria assim, baseada em meras inquietudes, que poderia vir dos “humanoide” a consistência, a força e a experiência de um Homem Consciente? É claro que não.

Assim é que enquanto vocês não despertarem a Consciência não poderão saber nada sobre a origem do homem, nada sobre a origem da vida, nada sobre o que é, o que tem sido e o que será…

O dogma da evolução enganou muita gente, fala-se que viemos do mono, o qual através da evolução apareceu o homem…

Numa última síntese encontramos o protoplasma das plantas no mundo Protoplasmático, no amanhecer da vida na Época Polar, mas que decisão foi essa que fez com que a evolução das plantas terminasse? O que diremos sobre o futuro desenvolvimento dos vegetais através das idades?

Conhecem os materialistas por acaso o que ocorreu? Ou sabem eles que já terminou a evolução dos vegetais? Não, eles não sabem nada!

É uma enorme bobagem pensar que a psique humana é um resultado dos processos evolutivos do Protoplasma realizado através dos séculos e tenha chegado por último no macaco, do qual originou o homem, isso é um absurdo, pois até hoje nunca se viu nascer um homem do macaco, nunca!

E o que podemos dizer da linguagem? Sabemos o que é a linguagem e suas raízes etimológicas, como se originaram as primeiras raízes destes pobres “humanoides” que povoaram a face da Terra?

Recordo-me algo sobre as Grutas de Cro-Magnon, que os cientistas dizem que foram os nossos antepassados, esses pobres humanoides que habitaram essas grutas. Se os cientistas tivessem a Consciência Desperta veriam claramente que os homens daquelas grutas não são nada mais do que descendentes degenerados dos povos da Atlântida.

O nosso idioma, por exemplo, tem a raiz do latim, e as raízes do latim vieram do grego e de lá por sua vez por último encontraríamos as raízes atlantes. Mas de onde saíram os atlantes? Aí está o problema: da Lemúria.

P: E as raízes da Lemúria, de onde vieram?

Os senhores cientistas materialistas não aceitam a Lemúria e muito menos a Atlântida. Para eles, a Atlântida de Platão é um mito; e sem dúvida, querem nos dizer que o homem veio do macaco!

Pergunto, então, de onde saíram as raízes de todos os idiomas atuais? Do macaco? De outro macaco? Esse é um problema que os antropólogos da ciência materialista não sabem e não querem saber nada sobre essa questão da linguagem.

Nós temos de apresentar a ciência que conduz ao despertar da Consciência. Não há dúvida de que com esta Ciência se poderá despertar a Consciência e descobrir, diretamente, os mistérios da Vida e da Morte.

Meus amigos, chegou a hora de trabalharmos para despertar a Consciência, chegou o momento de nos tornarmos independentes dos materialistas; o instante em que devemos mudar radicalmente…

Eu vou entregar a vocês aqui a Ciência para que vocês despertem, para que se convertam em verdadeiros Sábios, no sentido mais transcendental da palavra, em verdadeiros Iluminados…

Até aqui, a minha palestra desta noite. Agora dou oportunidade para as perguntas. Quem quiser perguntar, pode fazê-lo com a mais inteira liberdade. Existe liberdade de palavra, quem quiser refutar, que refute, aqui se dá liberdade da palavra a todos…

P: Mestre, fale-nos sobre o homem e o “animal intelectual”.

SAW: Bem, antes de existir o “animal intelectual” existiu o homem. Já falamos sobre isso nesta palestra, que existiram três raças ante de aparecer o “animal intelectual”, quero me referir aos lêmures, aos hiperbóreos e à primeira Raça Polar. Disse que os lêmures existiram no Oceano Pacífico.

Provas? Há um prova, lembre-se da Ilha de Pascoa (que é um resíduo da antiga Lemúria), ali encontramos tremendos monólitos cinzelados por titãs. Também na Austrália, que é outra remanescente da Lemúria, onde se encontram muitas tradições do velho continente. Mas a Raça Lemúrica existiu e se reproduziu mediante o sistema de Gemação. Já explicamos que a Raça Lemúrica passou por três processos sexuais, o primeiro foi o da reprodução mediante a “célula-ovo ou ovo-célula”; depois, o sistema que chamaríamos de “gemação”, e por último, o sistema de “cooperação”, que é o que existe até hoje.

Também dissemos que os lemurianos eram as materializações ou cristalizações dos organismos hiperbóreos, assim como os hiperbóreos, por sua vez, foram as cristalizações da primeira Raça, a Raça Protoplasmática.

Refutamos a fantasiosa teoria do famoso “Protoplasma” dos Protistas, da água azul do mar salgado, produto de imaginações fantasiosas. Dissemos que existiu uma raça Protoplasmática, assim como a nossa própria Terra também se encontrava também no processo protoplasmático, e antes que ambas se cristalizassem, essa raça evolucionou e involuiu, passando por muitos processos dentro das Dimensões da natureza e dos Cosmos.

Mas ao chegarmos a essa parte, surge um problema com os materialistas, pois eles não querem aceitas as Dimensões Superiores da natureza. Porém, mediante o despertar da Consciência, qualquer um poderá ver a crua realidade das Dimensões Superiores da natureza e dos Cosmos, como também ver as evoluções e involuções daquela raça que se cristalizou no Continente Polar.

P: Mestre, e qual seriam as raízes de todas as línguas?

SAW: É claro que as línguas têm suas raízes, mas são raízes que se justapõem umas às outras, elas vêm de outras raízes e podemos verificar mediantes exames retrospectivos, mas é muito difícil para os materialistas descobrirem de onde saíram as primeiras raízes. Nós sabemos de onde saíram; tenha-se em conta que os lêmures pronunciavam perfeitamente 300 consoantes e 51 vogais, tinham uma capacidade de falar superior à nossa, porque eram homens; nós somos “animais intelectuais” e não temos essa capacidade.

Os organismos humanos degeneraram-se depois que foram entregues aos Elementais Superiores da Natureza, ou seja, os Elementais que vieram do Reino Animal e Superior; então que ao se degenerar, diminuíram a capacidade de falar um idioma superior, hoje apenas falamos e usamos as vogais e consoantes do nosso idioma.

P: Mestre, o que se necessita para despertar a Consciência?

SAW: Para despertar a Consciência precisamos reduzir a pó o ego animal. Este ego nada mais é do que um conjunto de desejos, paixões, iras, ódios, luxúrias etc., e tantas outras coisas… Se você renuncia a tudo isso e passa pela Aniquilação Budista, despertará a Consciência, e uma Consciência Desperta é uma Consciência Iluminada!

Eu lhes disse, meus amigos, que há a necessidade de criarmos o Bodhicitta. O que é Bodhicitta? É exatamente a Consciência Iluminada e Desperta, isso é Bodhicitta.

Se nós, por exemplo, desintegrarmos o defeito da “Ira” (que é um agregado psíquico que carregamos dentro de nós), cristalizará em nós a Virtude da Serenidade; se desintegrarmos o defeito da cobiça, se cristalizará em nós o desinteresse mais profundo; se desintegrarmos ao pó o agregado psíquico da Luxúria, cristalizaremos em nós a Castidade; se em nós quebrar e tornar em pó o defeito psíquico do Ódio, cristalizará em nós o Amor; e assim sucessivamente. Cada vez que aniquilamos um defeito em nós, cristalizamos a sua virtude corresponde em nós…

Queridos irmãos, a Alma é uma soma de todas as Virtudes, Leis, Poderes etc.; de maneira que, à medida que vamos aniquilando todos os nossos defeitos psicológicos, irá se cristalizando em nosso interior a nossa Essência Anímica, a nossa Alma! Por isso disse o Cristo: “Com paciência possuireis a vossa Alma”.

Quando alguém chega a possuir a sua Alma, tem também todos os poderes da Alma e os dons da Alma. E o que causa essa Alma cristalizada no Homem? É o que se chama no Oriente de Bodhicitta. Essas cristalizações divinas, misturadas com a Essência, são o Bodhicitta.

Um homem que tem o Bodhicitta dentro de si é um homem desperto, é um homem que pode viajar fora do corpo como o Bodhicitta através do Infinito, esse é um homem que pode viajar no tempo (passado e futuro), esse é um homem que pode estudar a história da Natureza, da Terra e das suas raças nos Arquivos Akáshicos da Natureza Viva.

Assim é que vale a pena cristalizar o Bodhicitta em nós, mas para que ele se cristalize em nós, devemos desintegrar os nossos agregado psíquicos e somente é possível desintegrá-los na base do trabalho consciente e dos padecimentos voluntários.

“Se a água não ferver a cem graus não cristaliza o que tem de cristalizar, não se desintegra o que tem de se desintegrar”… Assim também é conosco, só conseguiremos cristalizar a nossa Alma se desintegrarmos nossos agregados psíquicos através das crises emocionais com os verdadeiros arrependimentos.

Assim é que a Consciência desperta nos dará a Ciência Pura, porque o homem de Consciência Desperta terá acesso à Ciência Pura, se libertará de toda essa podridão de teorias materialistas que tanto abundam por aqui, por ali e acolá, e poderá ver e experimentar diretamente o Real…

Se quisermos conhecer a Verdade, a origem do homem, de onde viemos, para onde vamos e por que estamos aqui, necessitamos de instrumentos especiais… Necessitamos do Bodhicitta, que é a Consciência Desperta.

Os melhores aparatos para a investigação estão dentro do próprio homem e se o homem se prepara, converte-se num verdadeiro investigador do Real…

Para encerrarmos esta conversa, digo que atualmente esta Raça atual está involuindo desgraçadamente, e será destruída também dentro de pouco tempo. Mas surgirá uma nova Raça. Ela surgirá do núcleo, dos mais seletos, dos mais destacados de nossa Raça.

Surgirá uma nova Raça que viverá em terras novas, em continentes novos, porque essas terras atuais serão queimadas e submergidas no fundo dos oceanos. Aparecerão novos continentes do fundo dos oceanos…

Obrigado pela vossa atenção. Paz Inverencial!

SAMAEL AUN WEOR

A origem do “eu” sob a luz da gnosis

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O mais importante é o despertar da Consciência. A humanidade primogênita e paradisíaca estava desperta. Desgraçadamente, devido a erros de certos indivíduos sagrados, o cometa Condoor (Nota do Editor: lê-se Kôndur) chocou-se com o planeta Terra e como resultado, as capas geológicas da Terra ficaram instáveis. Terremotos e maremotos sacudiram as entranhas do continente Um, ou Lemúria, trazendo perigo para a vida orgânica terrestre.

Foi então quando chegou ao nosso mundo uma comitiva de indivíduos sagrados, entre eles se encontrava o mui respeitável e venerável Arcanjo Sakáki. Eles estudaram o problema e chegaram à conclusão de que se deveria dar à humanidade o Abominável Órgão Kundartiguador, uma espécie de apêndice da coluna vertebral, tal como vemos hoje nos macacos, orangotangos, gorilas etc.

O nosso organismo é uma máquina e, como tal, absorve energias cósmicas do Megalocosmo e as transforma automaticamente, retransmitindo-as para as capas geológicas da Terra. Desta forma, a Terra se alimenta, como um organismo vivente, de todos os tipos e subtipos de energias cósmicas.

Não há dúvida de que as plantas também servem de canal para as energias que vêm do universo. O mesmo pode ser dito sobre as distintas espécies bicerebradas e unicerebradas, entretanto, os tipos de energia recolhidos pelos tricerebrados são mais úteis para as entranhas da nossa Terra.

Quando fizeram uma modificação orgânica, modificaram-se também as forças que penetravam no organismo humano. Nós nos tornamos lunares devido ao Abominável Órgão Kundartiguador, e consequentemente se estabilizaram as capas geológicas da Terra, cessando assim os espantosos terremotos e maremotos do fundo do Pacífico que eram tão frequentes naquela época.

Mas não faltaram equívocos. Se a colisão de mundos se deu devido os equívocos de certos “Indivíduos Sagrados”, não menos equivocado também foi o Arcanjo Sakáki e sua altíssima comitiva, pois se equivocaram com suas matemáticas transinfinitas em relação ao tempo de duração do Órgão Kundartiguador.

O nosso respeitável Arquisserafim Looisos percebeu a questão e tentou intervir para eliminar da humanidade o tão nefasto órgão, mas já era demasiadamente tarde… E esse equívoco nefasto tornou a humanidade doente; quando esse órgão desapareceu da anatomia humana, vieram as consequências dos mesmos nos cinco cilindros da máquina orgânica (que são os centros intelectual, emocional, motor, instintivo e sexual).

O centro intelectual encontra-se localizado no crânio, dentro do cérebro intelectivo. O emocional, no coração e nos centros nervosos do grande simpático. O motor se encontra situado na parte superior da coluna vertebral. O instintivo se encontra na parte inferior da própria coluna, na região lombar. O centro Sexual se encontra localizado nos órgãos de geração.

Vejam vocês as consequências do citado órgão, foram se cristalizando nos centros da máquina humana os chamados agregados psíquicos!

O Ego em si mesmo e por si mesmo é a soma de todos esses agregados, consequência do Abominável Órgão Kundartiguador. Tais agregados psíquicos estão devidamente classificados na psicologia experimental e que os principais são: Ira, Cobiça, Luxúria, Avareza, Preguiça, Orgulho e Gula.

É claro que se fizéssemos uma verdadeira lista, nos assustaríamos, como bem disse o poeta Virgílio, de Mântua: “Ainda que tivéssemos mil línguas para falar e palato de aço, não alcançaríamos enumerar todos os nossos defeitos literalmente”.

Tais defeitos ou agregados psíquicos eram conhecidos no Egito dos faraós com o nome de “Demônios de Seth”.

Se antes a Consciência se achava desperta integralmente cem por cento, motivo pelo qual gozava do estado paradisíaco ou edênico, ao cair presa se tornou condicionada e caiu no processo hipnótico do sonho.

Hoje, na verdade, os seres humanos se encontram submetidos à “Hipnose Coletiva”, quero dizer de forma enfática que a Força Hipnótica da natureza influencia a todos os seres humanos. Infelizmente nos damos conta do hipnotismo só quando a força hipnótica se manifesta numa sessão de hipnose.

O certo é que o hipnotismo flui em todas as direções. Nos antigos tempos, representou-se o Galo dos Abraxas com uma dupla pata de serpente, e isto nos convida a pensar no Ob e no Od do distinto cavalheiro Reichenbach.

“Existem duas Serpentes”, diz Eliphas Levi, uma é a que ascende pela Vara de Esculápio, o Deus da Medicina, e a outra é a horrível serpente Píton, de sete cabeças, aquela que se arrastava pelo lodo da terra e que Apolo, irritado, a feriu com suas flechas.

Na linguagem rigorosamente bíblica, diríamos que a primeira é a Serpente de Bronze que curava os israelitas no deserto, aquela que se enroscara no Lingam Gerador ou no Tao bíblico de Moisés. A segunda é a Serpente Tentadora do Éden.

Assim é que quando ela ascende pela coluna vertebral, nos ilumina, transforma e revive totalmente na luz, como também sabemos que o nosso Cristo, o nosso Redentor Íntimo, de acordo com a Filosofia do Salvator Salvandus, o Adorável, nada poderá fazer sem a Serpente; ela é o resultado das transmutações da libido, que tanto preocupou o pai da Psicanálise, o senhor Sigmund Freud.

No seu aspecto negativo, a Serpente Ígnea de nossos poderes mágicos é a tentadora Serpente do Éden, o Abominável Órgão Kundartiguador, a horrível Serpente Píton…

Nos tempos antigos lemúricos, a Serpente Sagrada ascendia vitoriosa pela Árvore da Vida e isto se encontra representado em nosso organismo pela coluna vertebral do asceta gnóstico.

Sem dúvida, através dos rituais nefastos, misturados com o pecado original, desenvolveu-se, cada vez mais, a Píton, dentro do osso cóccix até os mundos infernais do homem. Entretanto, se isso não houvesse acontecido, as péssimas consequências dessa abominação, teríamos hoje a Consciência Objetiva Desperta.

Essa pobre humanidade foi vítima dos equívocos de alguns indivíduos sagrados e isso é lamentável. É claro que eles terão de sofrer as consequências de seus erros num futuro Mahavântara para cancelarem suas dívidas.

Eles não são perversos, nada disso, tenha-se em conta que o mui respeitável e venerável Arcanjo Sakáki é um dos Quatro Tetrassustentadores da nossa humanidade. Lamentamos que não houvesse tido tempo para corrigir o estrago, pois a sorte desta humanidade seria outra…

Bem, hoje temos de aceitar as coisas como são, na verdade é que a nossa Consciência se encontra dormindo e presa nos Egos, e isto é terrível. Os habitantes da Terra são anormais, têm uma psique subjetiva, incoerente e imprecisa. Agora vocês podem deduzir as consequências…

Dificilmente seria possível a um casal humano (marido e mulher) ser feliz; dificilmente seria possível que reinasse a paz entre as nações, dificilmente seria possível que as pessoas tivessem uma conduta reta, movida pela ética e pelo amor. O estado de inconsciência humana é espantoso, e sua anormalidade é total. Temos citado os sete pecados capitais, observem vocês o desequilíbrio que os mesmos originam, observem cuidadosamente um sujeito com raiva: os olhos saltam, pronunciam-se palavras incoerentes, dizendo palavrões, apertando os punhos das mãos, com trincar dos dentes. Inquestionavelmente, um sujeito assim, num mundo avançado seria levado não à cadeia, mas a uma clínica, o que é diferente, pois ele é um enfermo mental, um anormal.

Observem um avarento, ele deseja de forma desmesurada um punhado de dinheiro, talvez uma casa maior; com o tempo pensa em se tornar muito rico… Ou deseja um pedaço de terra sem função social; é um anormal, é comum entre eles a preocupação quanto ao trabalho, e deseja avidamente obter promoções em algumas grandes empresas e com tal estresse adquire no seu organismo úlceras estomacais e fica apavorado ante a possibilidade de não realizar uma venda, ou de perder tudo…

Olhem agora um luxurioso, que atua como as bestas e talvez pior ainda, porque vocês nunca viram um touro buscar sexualmente a sua fêmea quando ela está desenvolvendo o seu mênstruo universal. O luxurioso é capaz de tudo isso e mais ainda. Pode converter-se num violentador, e neste caso é pior que os brutos, é algo impossível de descrever com palavras um demente satírico, produto de tais criaturas que sempre vão ao fracasso.

No terreno da literatura temos Satíricon, obra que Petrônio escrevera na época da decadência romana. Uma vez estudei tal livro, não de forma total, cheguei até a metade e o joguei com grande asco. Sem dúvida, essa obra foi muito apreciada nas épocas de Nero e pelos retóricos de Roma.

O que diremos dos invejosos? Quanto eles sofrem para adquirir o bem alheio! Se tiver um automóvel, choram e desesperam-se quando veem que um vizinho seu tem um carro melhor; se a sua casa é humilde, sofrem o indizível se um amigo tem uma casa melhor. Sempre questionam como é possível que seu amigo tenha uma mansão mais bela, se ele foi seu companheiro de escola. Por que ele tem muita sorte, “e aí vem a calúnia”, provavelmente andou fazendo algo não respeitável para adquirir mais do que eu etc.

Quando penetrei nos Arquivos Akáshicos, mencionados por Leadbeater, Annie Besant ou Blavatsky, entre os muitos homens encontrei um que na vida foi conhecido com o nome de Napoleão Bonaparte. Entretanto, aquele homem morava na Região dos Sacramentos, vestia-se com seu manto de Imperador e, imponente, caminhava com um olhar de um sonâmbulo, convencido de que governava.

E perguntei-lhe: “Quem és tu?” Resposta: “Eu sou o Imperador Napoleão Bonaparte, o Imperador da França e Rei de Roma…” O seu orgulho era insuportável, sem dúvida que naquele espaço psicológico o orgulho lhe fazia parecer ridículo no sentindo mais completo da palavra.

O orgulhoso pode ser ferido mortalmente pelo justo; cai estrepitosamente o orgulhoso ante a palavra do justo; o pior inimigo do orgulho se chama “justiça”. O orgulhoso é um anormal, vê todo mundo de “cima”, seu comportamento estranho é ridículo, acredita que é muito importante quando na realidade é extremamente insignificante. Tudo é orgulho nas suas atitudes, o seu modo de caminhar e o seu modo de proceder com seus semelhantes, ele delira e acredita que é colossal, para o orgulhoso isso é perfeitamente normal.

O que diremos do preguiçoso? É também um anormal, não quer trabalho, adora a inércia, não faz nada para viver. No terreno da agricultura não faz nada; nos lugares onde os agricultores são preguiçosos, há fome e desolação; em todos os campos da sua vida prática há estancamentos.

Ainda que surge uma atividade, prefere a sua rede de descanso, não faz nada quando deveria fazer; quer comer sem trabalhar; quer existir, mas não faz nada para a sua própria existência. É algo que tem e não tem vida, algo que pesa sobre os ombros da sociedade, um parasita que se nutre das vidas dos outros, é um anormal.

E o glutão, o que diríamos dele? Observem vocês essas pessoas demasiadas obesas, muito gordas (salvo algumas exceções devido às questões das tireoides), Comem e comem incessantemente; olham nos espelhos e não se dão contas de que estão espantosamente feios e seguem comendo, eis aqui o glutão.

Citei os sete pecados capitais e percebam que é o Ego que nos faz anormais. A psique humana é anormal; a consciência presa entre os agregados psíquicos não consegue se manifestar, isso é óbvio, o que é que precisamos fazer urgentemente?

Sem dúvida que antes de tudo devemos despertar, mas para tal precisamos eliminar os agregados psíquicos. O animal intelectual, chamado equivocadamente de homem, tem só 3% de consciência desperta, há pessoas que nem sequer têm 1%. Isto é lamentável.

A morte do corpo físico resolveria esse problema? Pensam vocês que algum credo religioso, com suas promessas post-mortem, poderia despertar a Consciência mais além? Categoricamente tenho de lhe dizer que isso não é possível. Os valores pessoais continuam no espaço psicológico, eles são positivos e negativos, os agregados psíquicos positivos poderiam até ser qualificados de “bons”, mesmo que as boas ações conduzam sempre ao erro…

Os agregados negativos podem ser qualificados como “maus”, e no estado post-mortem, se atraem e se repelem de acordo com a Lei da Imantação Universal. Depois, de acordo com a grande Lei do Retorno, regressam e se incorporam num novo organismo humano, neste Mundo Tridimensional de Euclides.

Desta forma, repetem-se todos os mesmos acontecimentos da vida anterior, de acordo com a Lei da Recorrência; aparecem em cena todas as comédias, dramas e tragédias de sempre. Isso nos leva a entender que estamos repetindo a nossa vida anterior.

Todos aqui presentes que estão me escutando, que vieram aqui para me ouvir, será, por acaso, isto uma manifestação da Lei da Recorrência? Sem dúvida que sim!

Entendam vocês que nas suas existências passadas também escutaram, não neste mesmo lugar, mas em qualquer outro lugar, o que estamos falando; assim é a Lei da Recorrência, de maneira que o Retorno e a Recorrência trabalham conjuntamente.

As vidas de todos vocês são recorrências, isso é grave. Por que vocês não se lembram de mim? A que se deve isso? Poderia alguém me dar uma reposta satisfatória?

Plateia: Por que temos a Consciência adormecida?

SAW: Claro que sim! Se a tivessem desperta me teriam reconhecido; possivelmente ao me reconhecer, me abraçariam, ou talvez se precipitaria uma retirada. Existem certos acontecimentos daquela época que eram – o que está falando aqui é um bodhisatva caído – ensinados de uma forma mais tosca, mas ensinava sem dúvida, e isso é o que interessa.

Não lhes estou falando agora em fenomenologia, o que eu lhes falei foi de suas existências passadas. Agora os convido ao Despertar. Quero que vocês despertem, e se possível aprendam a perfurar, a desintegrar algo em vocês; algo deve morrer em vocês e algo deve nascer em vocês.

Vocês devem aprender a manejar o Raio da Kundalini, e para isto se realizar, vocês necessitam de uma certa disciplina interior, ou seja, conhecer a técnica da meditação. É urgente desenvolver o sentido da Auto-Observação Psicológica.

Lembrem-se que o órgão que não usa se atrofia. Vocês têm o tal sentido, mas está latente, se encontra atrofiado; devem desenvolvê-lo e isso só é possível mediante a auto-observação diária. O Sentido da Auto-Observação Psicológica é algo extraordinário. Hoje vou entregar para vocês uma chave: “Acostumem-se à observação de si mesmos”. Nunca devem esquecer que através da relação com as pessoas, os nossos familiares em casa, no trabalho, no campo etc. afloram espontaneamente os defeitos que levamos escondidos dentro de nós mesmos, por isso devemos estar alertas e vigilantes como o vigia na época de guerra.

Defeito descoberto deve ser trabalhado. Quando um defeito aparece, devemos abri-lo com o bisturi da autocrítica para ver o que ele tem de verdade. Devemos submetê-lo à autorreflexão do Ser. Devemos compreendê-lo integralmente em todos as áreas da mente. Uma vez que vocês o tenham compreendido, estarão preparados para a desintegração.

A Mente por si só não pode alterar nenhum dos nossos defeitos. Podem rotulá-lo com diferentes adjetivos ou nomes, substantivos, mas não poderão alterá-los. Necessita-se de um poder maior e que seja superior à Mente. Afortunadamente, esse poder existe em cada um de nós, quero referir-me à Serpente Ígnea dos nossos poderes mágicos. Não importa o nome que lhe damos, os alquimistas a chamam de Stella Maris (a Virgem do Mar); os egípcios intitularam-na de Ísis; os hebreus de Marah; os hindus a chamam de Kundalini; os antigos náhuas de Tonantzin etc. Só Ela pode reduzir a cinzas qualquer elemento psíquico indesejável. É claro que temos de nos dirigir a Devi Kundalini Shakti com plena espontaneidade, da forma como nós nos dirigimos à nossa mãe terrena.

Não são necessárias fórmulas para se dirigir à autora dos nossos dias, só bastará o coração tranquilo e Ela nos auxiliará, desintegrando aquele agregado psíquico que nós temos compreendido, previamente em todos os níveis da Mente.

Quanto este se torna pó, se libertará a porcentagem da Consciência que ali está presa. Por este caminho, trabalhando com Devi Kundalini, um dia quebraremos a totalidade dos elementos psíquicos indesejáveis, e aí a nossa Consciência despertará.

Quando a nossa Consciência estiver desperta, poderemos ver, ouvir, tocar e sentir todos os Mistérios da Vida e da Morte. Quando a nossa Consciência estiver desperta, poderemos lembrar das nossas existências anteriores e ver, por antecipação mediante a Meditação no Akasha Puro as nossas vidas futuras. Quando a nossa Consciência estiver desperta, estaremos preparados para o Sunyata, a experiência direta do Vazio Iluminador.

No Oriente a nossa Consciência, absolutamente desperta e desenvolvida, recebe como nome uma palavra em sânscrito, que é substantiva e adjetiva, que é Bodhicitta.

O Bodhicitta deve ser criado dentro de nós, aqui e agora. Antes que alguém consiga se tornar uma Bodhisatva, deverá primeiro converter-se em Bodhicitta.

Bodhisatva, obviamente, é algo muito grande. No mundo Oriental se conhecem duas classes de Indivíduos Sagrados, o primeiro são os Budas Pratyekas e Sravakas, e o segundo é o dos Bodhisatvas da Compaixão.

Os Budas Pratyekas nunca trabalham pela humanidade, só se preocupam pelo seu desenvolvimento interior e não seriam capazes de subir, jamais, ao patíbulo para entregar a sua vida pela espécie humana. Os Sravakas são meros aspirantes a Budas Pratyekas. Os Bodhisatvas são diferentes, eles se sacrificam pela humanidade, dão a sua vida por todos os seres que vivem. Lançam-se entre as multidões para levar a palavra da Verdade.

Em nosso Movimento Gnóstico, os missionários seguem o Caminho dos Bodhisatvas, dão preferência ao Terceiro Fator que se chama “Sacrifício pela Humanidade”.

Os Bodhisatvas, através de sucessivos Mahavântaras, sacrificam-se pelas humanidades planetárias, e, finalmente, recebem um dia a Iniciação Venusta. É certo que através dessa Iniciação o Bodhisatva encarna o Cristo Íntimo.

Mas os Budas Pratyekas e os Sravakas (os aspirantes) nunca O encarnaram. É bom saber que aquele que O encarna se torna cristificado. “Somente pronunciará a palavra de Poder aquele que O tem encarnado…”

Vale a pena seguir o Caminho dos Bodhisatvas. Mas antes que o Bodhisatva surja dentro de nós, necessita-se criar o Bodhicitta, ou seja, precisamos despertar a nossa Consciência…

Paz Inverencial!

SAMAEL AUN WEOR

Raízes gnósticas do ego animal

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Chegou a hora de compreender qual é o caminho que nos conduzirá à liberação final. Antes, é conveniente que conheçamos profundamente a nós mesmos. Sem dúvida, faz-se cada vez mais indispensável a autoexploração íntima do Si Mesmo, do Eu Mesmo. Se nós, sinceramente, nos autoexploramos, podemos chegar à conclusão lógica do que somos, e até agora somos somente simples “animais intelectuais” condenados à pena de viver.

Nós nos gabamos com o título de “homem”. Além disso dizem que o homem é o rei da criação, mas vamos ver o que somos: quem de vocês poderia dizer que é o rei da criação? Para qual de vocês a natureza lhes obedece? Estão seguros de poderem mandar nos 4 Elementos (Fogo, Água, Ar e Terra)? São, acaso, administradores da ordem universal?

Nietzsche, em sua obra intitulada Assim falava Zaratustra, destaca a ideia do Super-Homem. Lembrando a frase de Nietzsche: “O homem está para o Super-Homem assim como o animal está para o homem. É uma vergonha dolorosa, um sarcasmo e nada mais”.

Mas, por acaso, Nietzsche era Super-Homem? É certo que o Super-Homem de Nietzsche serviu para o embasamento místico da Alemanha nazista na Segundo Guerra Mundial. Vejam vocês quão equivocado estava Nietzsche; se não existe o homem, muito menos então o Super-Homem.

Realmente, a única coisa que existe atualmente não é o homem, mas sim, um mamífero intelectual equivocadamente chamado homem. Creio que o título de homem é um chapéu muito grande para nós, se não podemos governar a nós mesmos muito menos podemos governar a natureza.

Se o homem não é o rei de si mesmo, então é rei do quê? Poderia, por acaso, ser o rei da natureza? Então, concluindo, dizemos que o que existe atualmente é o mamífero intelectual equivocadamente chamado homem. Se olharmos para dentro de nós mesmos, o que descobriremos? Órgãos!

Sim, eles formam o organismo humano, mais atrás de todo esse organismo, o que existe? O Lingam Sarira, dizem os hindus, isto é certo. Mas o que é o Lingam Sarira? Podemos dizer que é o corpo vital, o assento de todos os nossos fenômenos fisiológicos, biológicos, químicos etc.

Porém, além do desse corpo vital, o que existe é o Ego, o Eu… Mas o que é o Ego? Poderemos dizer que o Ego em resumo é a soma de todos os agregados psicológicos da Ira, Cobiça, Luxúria, Avareza, Preguiça, Orgulho, Gula e muitos outros mais. Certamente, ainda que tivéssemos mil línguas para falar, não conseguiríamos enumerar todos os defeitos que levamos dentro.

Então, todos os egos têm várias personificações; os agregados psicológicos possuem figuras animalescas. Assim, pois, meus caros irmãos, chegou a hora de refletir sobre tudo isso.

Mas, além da morte, o que existe? O que continua depois da morte? O Ego, por acaso, é o Ego-beleza? Não, eu já lhes disse que o que continua é a soma dos agregados psíquicos, e, dentro desses agregados está presa a Consciência, a Essência; em linguagem alquimista diríamos: O Sal Incorpóreo, não inflamável e perfeito.

Ela é a diretriz de toda a nossa psique, o fator básico, para falar mais claro, ela está presa, está embutida entre essas figuras animalescas do Ego que possuímos em nosso interior. Assim presa, é claro que ela, em virtude dos nossos próprios condicionamentos, ela dorme profundamente… Quero que vocês compreendam, meus caros irmãos, que entendam profundamente o que é o Ego. Quero que vejam qual é a sua origem. Quero também que dissolvam radicalmente o Ego.

Ouçam-me: no amanhecer da vida, além da época do antigo continente Mu, situado no Oceano Pacífico, os animais intelectuais receberam o Abominável Órgão Kundartiguador. Muito se tem falado da Kundalini, mas pouquíssimo se tem falado do seu contrário, o Abominável Órgão Kundartiguador.

É claro que naquela época a capa geológica do mundo era permanentemente instável. Incessantes terremotos com terríveis maremotos convulsionavam todo o nosso planeta. Foi então quando certo indivíduo sagrado, acompanhado por uma altíssima comissão, veio à Terra em uma nave cósmica.

Depois de muito estudo, aquela comitiva sacra resolveu dar à humanidade o referido órgão para resolver os problemas dos cataclismos.

Vocês me perguntarão o que tem a ver essa questão com os cataclismos da Terra, com o Órgão Kundartiguador e com o organismo humano. Eu responderei, meus queridos irmãos: Muito!

O corpo humano é uma máquina extraordinária que capta as energias que vêm do Megalocosmo, do Cosmo Infinito, e que as transforma maravilhosamente, repassando-as, automaticamente, ao interior do organismo terrestre, às capas geológicas inferiores da Terra.

Saibam que a humanidade é um órgão deste planeta Terra, um órgão da natureza; a humanidade capta e transforma as energias vindas do Cosmo Infinito e as dirige ao centro da Terra. Qualquer alteração na máquina humana produz modificações substanciais de energias, e assim, através do Órgão Kundartiguador, conseguiu-se a estabilidade da capa geológica da Terra. Então houve uma época em que a humanidade possuía um rabo? Sim!

Mas isso não quer dizer que nós viemos dos macacos. Não, ao contrário, eles vieram de nós, são degenerações da espécie humana, resultado da mistura do animal intelectual com algumas bestas da Natureza.

Assim é que muito tempo se passou e outra altíssima comissão sagrada resolveu tirar da humanidade o Abominável Órgão Kundartiguador, pois a capa geológica da Terra já estava estabilizada. Mas quando tiraram de nós aquele órgão, acomodaram-se nos cinco cilindros da nossa máquina orgânica as suas más consequências.

Esses cilindros são: o centro intelectual, o emocional, o motor, ou do movimento, o instintivo e o quinto, o sexual. Acumuladas, em nós, as más consequências do Abominável Órgão Kundartiguador, dentro dos cinco cilindros da máquina humana, formou-se em nosso interior uma natureza terrivelmente bestial. Dentre outras consequências desse Abominável Órgão Kundartiguador, formou-se em nós o Eu Mesmo, o Ego, o Eu. É claro que a Consciência, ou seja, a Essência primogênita, caiu, diríamos, presa dentro dessa segunda natureza inumana.

Desde então, vivemos com duas naturezas, uma externa que temos e outra a interna, das abominações. E o que fazer? Como fazer para sair dessa enrascada?

Desgraçadamente, conforme o tempo foi passando, a Consciência presa ali foi adormecendo pouco a pouco e os poderes com os quais podíamos manejar o fogo que arde, o furacão que ruge, as água puríssima da vida universal e a perfumada terra, se perderam.

Quando não tínhamos o Abominável Órgão Kundartiguador podíamos perceber um terço de todas as tonalidades das cores existentes no Cosmo infinito. Naquele tempo, nos rios de água da vida corriam “leite e mel” e era tudo diferente, o ser humano quando levantava a vista ao espaço infinito percebia a aura dos mundos e dos gênios planetários, assim também, da humanidade que os povoava; os Filhos da Manhã podiam ver claramente o Akasha dos mundos que haviam existido nos passados Mahavântaras, assim era a humanidade daqueles tempos.

Os ouvidos de cada ser humano percebiam as místicas vibrações Sooriosanas do universo, falavam com os deuses inefáveis e sabiam escutar as sinfonias que sustentam o Universo em sua marcha.

Desgraçadamente, a involução foi se precipitando nos seres humanos através do caminho da degeneração; as faculdades foram se atrofiando e com o tempo lamentavelmente se perderam.

Depois veio a segunda catástrofe transapalniana, que mudou completamente a capa geológica do nosso mundo, com a submersão do velho continente atlante, que se precipitou na involução degenerativa humana. Cada vez mais as faculdades foram se atrofiando, e, por último, o Kali Yuga, iniciado pela cultura greco-romana, nos trouxe ao estado em que nos encontramos atualmente.

Antes do Kali Yuga, ante que houvesse nascido a civilização greco-romana, iniciadora da Idade Negra, ainda existia o pensamento objetivo, a mente objetiva.

Façamos uma comparação entre o que é uma mente objetiva e o que é uma mente subjetiva. Entende-se por mente objetiva aquela que funciona somente com os dados surgidos da Consciência, a subjetiva é aquela que somente funciona com as percepções sensoriais externas.

Desta forma, através do sistema racional e deficiente, que foi expandido pelos gregos para toda a face da Terra, que excluem a intuição desse sistema racional, meramente associativo e desligado do processo da Consciência, o nosso cérebro se atrofiou em muitas áreas, lamentavelmente.

Atualmente, sabemos que nosso cérebro não trabalha com a sua total capacidade, e os cientistas também afirmam isso. Foi assim, meus caros irmãos, que a mente humana se degenerou, o cérebro humano atrofiou-se e converteu-se no que realmente é hoje, produto de uma associação meramente subjetiva.

Pensemos agora nos romanos, pois eles, junto com os gregos, iniciaram a Idade Negra que estamos vivendo, o Kali Yuga; os vagabundos da antiga Roma entregaram-se à orgia, aos bacanais, e até exportaram mundialmente os prostíbulos, por onde a humanidade se precipitou no caminho do infrassexual.

E hoje veja o estado em que nos encontramos: degeneração sexual em grande escala. A luxúria e o intelectualismo vãos, baseados em meras associações racionais de tipo subjetivo, brilham em todos os lugares, manifestam-se aqui, ali e acolá, ou seja, por todas as partes.

O Ego foi tomando proporções gigantescas, cada um de nós leva dentro de si as causas que produzem guerras, amarguras e sofrimentos.

Necessitamos nos libertar do estado em que nos encontramos. Todas as faculdades humanas se degeneraram, tudo se perdeu. Entretanto, existe algo que pode servir para a nossa salvação, quero me referir à nossa Essência, a qual, como já disse, está presa entre os Egos. E dentro dela estão os dados que necessitamos para nos guiar pelo Caminho que há de nos conduzir à Liberação Final. Na Essência, na Consciência, estão as partículas de dores do Omnicósmico, ou seja, o nosso Pai que está em segredo.

Cada vez que erramos, Ele sofre e as partículas de dor vão sendo depositadas na Consciência, e se soubermos aproveitar, poderemos, mediante elas, nos despertar. É na Essência que estão esses dados que urgentemente necessitamos para nos guiar pela Senda do Fio da Navalha.

A Essência é a Guia que temos, mas, infelizmente, está presa, encarcerada, embutida no Ego, entre o Eu, entre o Eu Mesmo, entre o Si Mesmo.

Necessitamos libertar a Essência para que Ela possa nos guiar pelo caminho da Liberação Final, e isso só é possível, queridos irmãos, destruindo o Eu, eliminando-o, reduzindo ao pó cósmico. Uma vez libertada a Essência, poderá nos guiar pelo caminho da perfeição.

Lembrem-se que é na vida prática que está o nosso Ginásio Psicológico, onde poderemos nos autodescobrir, porque é na relação com as pessoas, com nossos amigos, com os nossos companheiros de trabalho, com os nossos familiares etc., é que os defeitos que levamos escondidos dentro de nós aparecem, e, se estivermos alertas e vigilantes, como o vigia em época da guerra, poderemos ver em nós mesmos quais são eles. E uma vez descobertos, ele devem ser submetidos à técnica da meditação, e uma vez compreendidos integralmente, poderemos eliminá-los com a ajuda da Divina Mãe Kundalini, a Serpente Ígnea dos nossos mágicos poderes.

E se no transe sexual, durante o Sahaja Maithuna, A invocarmos com o coração puro, Ela poderá nos auxiliar. “Pedi e vos será dado, batei e a vós se abrirá”.

Se pedirmos, Ela nos dá, e se golpearmos, Ela nos abrirá; peçamos à nossa Mãe Divina Kundalini para que elimine de nossa psique o defeito psicológico que compreendemos, em todos os territórios da mente.

O resultado será extraordinário, Ela eliminará o defeito. Se continuarmos trabalhando incansavelmente, chegará o dia em que o Ego se achará totalmente desintegrado, e então, a Essência sairá livre e virá nos despertar.

E com a Consciência desperta seremos orientados na Senda do Fio da Navalha, entregando-nos todos os dados que necessitamos para a nossa própria liberação final.

Mas temos de ser pacientes, constantes e severos para conosco neste trabalho, pois cada defeito que temos é multifacético e se processa em 49 níveis do subconsciente.

Paz Inverencial!

SAMAEL AUN WEOR

Os 42 tronos totonacas e os 42 juízes egípcios

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Lugar de Julgamento e de Comunicação com o Divino

  • Entre os totonacas, os 42 tronos de El Tajín eram dispostos como cadeiras cerimoniais onde sacerdotes, xamãs e governantes sentavam-se em nome dos deuses, recebendo inspiração ou servindo como canais da vontade divina.
  • No Egito Antigo, diante de Osíris e de Anúbis, a alma comparecia perante 42 juízes divinos que interrogavam sobre seus atos, cada um especializado em uma lei moral ou cósmica (“não matei”, “não roubei”, “não blasfemei”, etc.).
➝ Em ambos os casos, os 42 representam instâncias de julgamento, equilíbrio e ordem cósmica, cada trono ou divindade guardando uma função específica.


    1. O Número 42 como Síntese Cósmica
      • Nos totonacas, o número possivelmente remetia a ciclos calendáricos e astrais, expressando a harmonia entre o humano e o cósmico.
      • No Egito, o 42 está ligado ao Ma’at, a ordem universal da verdade e da justiça, cuja observância sustentava o equilíbrio entre deuses, homens e o além.
      ➝ Ambos os povos intuíram que 42 não era apenas um número, mas uma cifra sagrada que encerrava leis universais. Cada trono e cada deus é como uma “porta” ou “órgão” de um tribunal invisível que rege tanto a vida terrena quanto a espiritual.

    1. Tronos e Julgamento Interior
      • Nos tronos de El Tajín, o governante-sacerdote não falava por si, mas se tornava um canal de forças divinas. Isso sugere que cada assento simbolizava uma virtude, uma energia ou uma lei espiritual a ser manifestada.
      • Nos 42 deuses egípcios, cada divindade exigia uma confissão negativa, ou seja, a alma deveria provar que não havia violado determinada lei da ordem cósmica.
      ➝ Assim, tanto nos tronos totonacas quanto no tribunal egípcio, há a ideia de que o homem deve alinhar-se com princípios superiores, encarnando-os ou respondendo perante eles.

    🌌 Síntese Esotérica

    Podemos compreender os 42 tronos totonacas como equivalentes mesoamericanos dos 42 juízes egípcios: ambos representam a multiplicidade de aspectos da Lei Divina.

    • Sentar-se em um desses tronos é assumir temporariamente a voz de uma lei cósmica. Estar diante dos 42 juízes é ser examinado por cada uma dessas leis.

    No fundo, ambos os sistemas nos lembram que a vida humana não é apenas terrena, mas constantemente observada, guiada e julgada por forças cósmicas invisíveis que garantem o equilíbrio entre a justiça, a ordem e o destino das almas.

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    Vamos ler o que o Venerável Mestre Samael Aun Weor explica, à luz da Santa Gnose o que são esses 42 Tronos Totonacas (povos pré-colombianos):

    “Vamos dialogar um pouco sobre todas estas questões antropológicas. Tenho falado sobre a questão do Fogo Novo e agora falaremos um pouco sobre a questão do círculo que vocês veem ali. É o Círculo dos Gladiadores, vale a pena que o estudemos de verdade. Tem 42 cadeiras ou figuras com formas de cadeiras, observem vocês que essas 42 cadeiras são os 42 Tronos para os 42 Juízes da Lei, os 42 Juízes do Karma.

    Sabemos bem que toda a vida se processa de acordo com a Lei de Causa e Efeito, não existe causa sem efeito e nem efeito sem causa. É certo também que existem os 42 Juízes do Destino. Nos tempos antigos ninguém ignorava a questão dos 42 Juízes e agora vocês estão vendo as 42 cadeiras…

    No Egito sagrado, milenar, fala-se também dos 42 Juízes do Karma que trabalham sob a direção de Anúbis, o Grande Juiz da Lei. Como poderia faltar aqui, na terra sagrada dos totonacas, o mesmo Círculo dos Gladiadores, as 42 cadeiras para os Senhores que governam as Leis de Causa e Efeito no nosso mundo? Seria impossível!

    Quem se pronuncia contra esta tese vai ter de se lançar por terra na egiptologia, aí terá de atacar Anúbis e os seus 42 Juízes no Livro dos Mortos no Egito milenar; vai ter de desbaratar, por si mesmo, todas as velhas teogonias dos antigos tempos. Mas a realidade é que aqui estão as 42 cadeiras, e isso é profundamente significativo.

    Tem-nos sido dito que neste lugar colocavam um escravo com um anel de pedra no pescoço, e colocavam-no contras os guerreiros armados e sem anéis; um pobre escravo com um anel de pedra no pescoço contra um guerreiro muito bem armado. Isso é simbólico cem por cento, indica que aqui há três forças: a Positiva, a Negativa e a Neutra.

    A Positiva, inquestionavelmente, é a força masculina; a Negativa é a força feminina, e a Neutra é a que une ambas. De maneira que, como Conciliador, esse escravo tinha de se entender com as forças Positiva e Negativa da Criação. Onde houve uma criação existem três forças: positiva, negativa e neutra. Sem essas três forças não pode haver criação, mas quando elas coincidem num ponto qualquer, realiza-se uma criação.

    Tinha de se representar de alguma forma essa questão, ainda que fosse através dos Gladiadores, ainda que fosse pelo pobre escravo, ali servindo de força neutra e com um anel de pedra no seu pescoço, lutando contra dois Guerreiros armados até os dentes.

    Sabemos que a Força Neutra Concilia os dois opostos. O homem que aprende a manejar a terceira força domina o mundo. Aqueles que trabalham de forma unilateral, que carregam só o prato direito da balança ou só o prato esquerdo, são vítimas das circunstâncias. Mas quem se coloca precisamente no centro da balança domina o Universo. As três forças tinham de se manifestar aqui, aqui mesmo no Círculo da Justiça, como que querendo dizer que tudo se processa de acorde com a Lei, de acordo com as leis de Causa e Efeito.

    À esquerda temos o Templo das Chaminés, ali os Sacerdotes se colocavam para observar os sacrifícios. Estamos parados aqui sobre a Pedra do Sacrifício…

    Alguns espanhóis horrorizados diziam que nós queimávamos pessoas vivas, matávamos pessoas aos montões, nós não somos os inquisidores nem nada igual. Existia, sim, a pena de morte, desgraçadamente, mas somente era aplicada aos réus, aos assassinos, aos perversos, e os juízes tinham de contemplar daqui, deste Templo das Chaminés, os condenados serem mortos. Aqui, sobre a Pedra do Sacrifício, eram justiçados com o cutelo de quartzo…

    Por último temos aqui atrás o Templo Maior, no qual todos os Deuses Santos eram venerados nessa pirâmide, aqui se reuniam periodicamente os sacerdotes de todos os Deuses Santos, mas Hernán Cortés apareceu por aqui e matou todos os sacerdotes dos Deuses. Ele, os espanhóis, queriam impor à força a religião que traziam.

    A Sabedoria antiga está aqui nos códices, nas pirâmides e nos templos…

    Hernán Cortés odiava os sacerdotes que ministravam sua religião, em nome de seus Deuses; mas, na verdade, tenho de lhe dizer, meus amigos, que ainda os mesmíssimos espanhóis seguem adorando os Deuses. Como? Cultuando os anjos, os arcanjos, os principados, as potestades, as virtudes e os tronos da religião cristã. Isso nada mais é que os mesmos Deuses do México, então, por que eles nos qualificam de “idólatras” e de “hereges”?

    Irmãos, aqui, nesta terra sagrada, seguiremos rendendo culto aos Deuses, custe o que custar, ainda que nos qualifiquem de “idólatras”, estamos com a Sabedoria dos nossos antepassados!

    Até aqui minhas palavras, meus estimáveis amigos…

    SAMAEL AUN WEOR

    Quem é Anúbis na visão gnóstica

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    Mencionado muitas vezes na escritura gnóstica Pistis Sophia (ele é mencionado ali como “o de rosto de cão”) e bem conhecido na simbologia egípcia, Anúbis é o supremo hierarca da Lei do Karma, assistido por 42 Juízes auxiliares. O Templo da Lei, onde ele preside, está localizado no Sol, que é regido por Michael, o portador das balanças do equilíbrio cósmico, relacionado com a Lei.

    Aquele que desperta sua consciência pode viajar em seus corpos internos fora do corpo físico, em plena vontade consciente, e estudar o seu próprio Livro do Destino. No Templo de Anúbis e de seus 42 Juízes, o Iniciado pode estudar o seu próprio livro. Anúbis é o supremo governante do Karma. O Templo de Anúbis encontra-se no Mundo Molecular, chamado de Mundo Astral por muitas pessoas.

    Os Iniciados podem negociar diretamente com o Meritíssimo Senhor Anúbis. Podemos pagar todas as dívidas kármicas com boas ações, mas temos de negociar com Anúbis. A Lei do Karma, a Lei do Equilíbrio Cósmico, não é lei cega; também se pode pedir crédito aos Senhores do Karma, mas todo crédito deve ser pago com boas ações e, se não for pago, então a Lei cobra com dor.
    — Samael Aun Weor, Tratado Esotérico de Astrologia Hermética

    Exigimos fidelidade do cônjuge, quando nós mesmos fomos adúlteros nesta vida ou em vidas anteriores.

    Pedimos amor, quando fomos impiedosos e cruéis.

    Exigimos compreensão quando nunca soubemos compreender ninguém, quando jamais aprendemos a ver o ponto de vista das outras pessoas.

    Ansiamos por imensa boa sorte, quando sempre fomos a origem de muitas desgraças.

    Gostaríamos de ter nascido em um lar muito belo, com muitos confortos, quando em vidas passadas não soubemos oferecer um lar e beleza a nossos filhos.

    Protestamos contra pessoas que nos insultam, quando sempre insultamos a todos os que nos rodeiam.

    Queremos que nossos filhos nos obedeçam, quando nunca soubemos obedecer a nossos pais.

    A calúnia nos irrita terrivelmente, quando sempre fomos caluniadores e enchemos o mundo de dor.

    A maledicência nos incomoda, não queremos que ninguém fale mal de nós, porém sempre estivemos envolvidos em fofocas e intrigas, falando mal de nossos semelhantes, atormentando a vida dos outros.

    Ou seja, sempre exigimos aquilo que não demos; em todas as nossas vidas passadas fomos maus e merecemos o pior, mas supomos que nos devem dar o melhor.
    — Samael Aun Weor

    Oração gnóstica de cura

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    De acordo com o ensinamento sagrado da Gnosis, existem dias em que se manifestam com mais intensidade determinadas Forças Cósmicas. Um deles é o dia 27 de cada mês.

    Como uma “graça mensal” do Logos Solar, do Cristo Cósmico, que é onipresente, onipotente e onisciente, e todo misericordioso, eflúvios descem da contraparte espiritual do sol que nos ilumina e “lavam nossos pecados”.

    oracao-gnostica-de-cura

    Esse “lavar” significa, esotericamente, que os Átomos Crísticos, solares, penetram pelos chacras, caminhando pelos canais e meridianos, instalando-se em nossos corpos, dos superiores (etérico, astral, mental e causal) até o físico, dando-nos as bênçãos da Saúde, da Paz, da Prosperidade e da Harmonia.

    Recomenda-se que se realizem orações todos os dias, mais especialmente nos dias 27, ao raiar do dia, em frente ao Cristo-Sol, e realizar a Oração Gnóstica de Cura, como nos ensina o Avatar de Aquárius, Samael Aun Weor. Ensina o Mestre:

    Os Mestres da Santa Igreja Gnóstica concorrem ao leito dos enfermos para curá-los. Há uma Oração Gnóstica que todo enfermo deve pronunciar para pedir ajuda aos Mestres. Ei-la aqui:

    “Tu, ó Logos Solar, emanação ígnea,
    Cristo em substância e consciência,
    vida potente pela qual tudo avança,
    vem até mim…
    E penetra-me, ilumina-me, banha-me, transpassa-me,
    desperta em meu Ser todas essas substâncias
    que tanto são parte de ti quanto de mim mesmo.

    Força universal e cósmica, energia misteriosa, eu te conjuro.
    Vem a mim, remedia minha aflição, cura-me de todo mal
    e afasta este sofrimento para que eu tenha
    Harmonia, Paz e Saúde.

    Peço, por teu Sagrado Nome,
    que os Mistérios e a Igreja Gnóstica me ensinaram,
    para que faças vibrar comigo todos os Mistérios
    deste plano e de planos superiores,
    e que essas forças reunidas consigam o milagre da minha cura.

    Que assim seja…”

    Esta Oração poderosa surgiu, originalmente, no livro PLANTAS SAGRADAS (clique aqui), de Arnold Krumm-Heller (VM Huiracocha)

    Libra – De 23 de setembro a 22 de outubro

    13

    Regências e Relações

    Região do corpo: Rins
    Metal: Cobre
    Pedras preciosas: Crisolita
    Perfume: Gálbano
    Planta: Pinho e cipreste
    Flor: Narciso
    Planeta: Vênus
    Cor: Verde
    Elemento: Ar
    Palavra-chave: Amor
    Dia da semana: Terça-feira
    Arcanjo Regente: Uriel
    Gênios do Zodíaco: Grasgarben e Hadakiel
    Tattwa: Vayú

    Querido discípulo:

    Estamos agora no signo equilibrante de Libra. Este signo é casa de Saturno e Vênus.

    Os planetas Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno vivem e palpitam dentro de nossa consciência.

    A alma desabrocha e se desenvolve dentro desse sistema solar que vive no própria fundo de nossa consciência.

    Entre a morte e o novo nascimento as almas boas devem se desenvolver dentro de cada uma das auras planetárias, cujas misturas formam aquilo que todos os livros espiritualistas denominam “Planos”.

    Libra é o signo das forças equilibrantes, e as forças de nosso organismo humano devem equilibrar-se em forma total nos rins.

    Todas as forças do Universo vivem buscando equilíbrio e nós devemos aprender o equilíbrio de todas as forças.

    Não deveis misturar forças antagônicas, porque de tal mistura resultam forças terrivelmente destrutivas. Fixai-vos bem naqueles que vos rodeiam e não vivais em uma casa com pessoas cheias de ódio ou superficialidade, porque essa mistura de forças antagônicas cria forças destrutivas para vós e para os que convivam convosco. Aprendei, pois, a usar o força do equilíbrio.

    Os intelectuais terminam vaiados ou loucos porque atentam contra as forças do equilíbrio.

    Imaginai um encontro de forças formando um X. Se fixardes intensamente a atenção no centro das forças que formam o X, então entorpecereis a circulação dessas forças e o resultado será a deformação e a ruptura do centro ou núcleo desse X. Pois bem, levemos esse exemplo ao homem. Todo ser humano tem um encadeamento de sete veículos, e se reconcentramos a atenção na mente, no corpo mental, que vem a ser o centro de nosso X, o resultado será a ruptura do corpo mental.

    Os intelectuais que apenas têm sua atenção fixada no intelecto terminam por romper o corpo mental. Quase todos os intelectuais têm suas manias, demências dissimuladas com teorias e maluquices.

    Antigamente, o homem era mais simples e, como não tinha o intelecto da alma animal, percebia o mundo sutil e os gênios planetários.

    Os homens antigos cresceram espiritualmente sob a influência da Ursa Maior e se os estudantes quiserem despertar a consciência, devem meditar intensamente na Ursa Maior. Esta constelação irradia forças espirituais poderosas e o homem deverá aprender a conversar com os gênios siderais dessa constelação.

    Existe uma chave para o transladar a essa constelação. A chave é meditar profundamente em uma pedra amarela que existe no astral. Fazei esta prática nos instantes de transição entre a vigília e o sono, então vos transladareis em corpo astral à maior estrela da Ursa Maior, onde existe uma poderosa e gigantesca civilização.

    A partir do século 17 a Terra entrou em uma nova época de despertamento espiritual. Esse despertar brilhará com todo seu resplendor no signo de Aquário, a presente era. A causa desse despertar é devida à influência do grande iluminado Buda, que no século 17 se converteu no redentor da humanidade marciana e se crucificou nas forças de Marte para redimir os marcianos e ajudar a nossa humanidade terrestre com as forças “búdico-marcianas” que agora são irradiadas desde Marte.

    Na próxima lição falaremos detidamente de Buda-Marte.

    Miguel, Gabriel, Rafael e Orifiel são os quatro senhores que regem a balança cósmica e os quatro ventos: norte, sul, leste e oeste. Estes são os quatro Anjos dos quatro pontos cardeais da terra. A Astrologia Esotérica deve viver na lei do perfeito equilíbrio.

    Lunes, miércoles, viernes, domingo, martes, jueves e sábado; eis a legítima e verdadeira ordem dos dias da semana.

    Esse é o autêntico e legítimo calendário que a seita católico-romana adulterou e que a nós cabe voltar a restaurar para viver de acordo com a lei do equilíbrio. A semana autêntica está baseada na lei do verdadeiro equilíbrio e ordem planetários.

    Devemos aprender a olhar com indiferença as alternativas de prazer e dor, de ganho e de perda.

    Diz o Bhagavad-Gita:

    “A mente que segue aos sentidos errantes faz a alma tão inválida quanto o bote que o vento extravia sobre as águas. Ensina os Sutta Nipata: “Mata a sensação, olha do mesmo modo o prazer e a dor, o ganho e a perda, a vitória e a derrota.”

    Os nativos de Libra deverão viver intensamente este parágrafo a fim de transcender a dor.

    Prática

    Ponde-vos de pé, com os pés firmes e os braços estendidos para os lados em forma de balança ou cruz. Movimentai-os, inclinando a cintura 7 vezes para o lado direito e 7 vezes para os lado esquerdo, com a intenção de que todas as forças se equilibrem nos rins.

    Tipo Astrológico de Libra

    As pessoas nascidas sob o signo de Libra são muito hábeis para tudo. No entanto, sofrem muito no amor, pois seus amores e sua vida são tão instáveis como a balança.

    Os Sete Arcanjos e seus planetas correspondentes regem os sete dias da semana. A verdadeira ordem é dada por Samael Aun Weor, conforme este texto

    *Nota para a relação dos Planetas e os 7 dias da semana:

    Considerando as dificuldades que algumas pessoas tiveram para se adaptar à semana astrológica na ordem dada pelo VM Samael Aun Weor, para uma melhor compreensão resolvemos acrescentar esta nota:

    Esta é a ordem atual e errada dos dias da semana, comumente usada depois da adulteração ou da reforma da calendário:

    • Domingo é dia do Sol
    • Segunda-feira é dia da Lua
    • Terça-feira é dia de Marte
    • Quarta-feira é dia de Mercúrio
    • Quinta-feira é dia de Júpiter
    • Sexta-feira é dia de Vênus
    • Sábado é dia de Saturno

    Esta é a antiga e VERDADEIRA ordem planetária:

    • Domingo é dia da Lua
    • Segunda-feira é dia de Mercúrio
    • Terça-feira é dia de Vênus
    • Quarta-feira é dia do Sol
    • Quinta-feira é dia de Marte
    • Sexta-feira é dia de Júpiter
    • Sábado é dia de Saturno

    Essa relação entre os dias da semana e os planetas é útil principalmente para as práticas de Magia Sideral e demais exercícios de Magia Branca.