A planta conhecida como Jarilla Chivata em espanhol tem o nome em português de Jarila. Seu nome científico é Larrea divaricata, arbusto nativo de regiões áridas e semiáridas da América do Sul.
A Larrea divaricata é utilizada tradicionalmente na medicina popular por suas propriedades anti-inflamatórias, antimicrobianas e antioxidantes. Ela é frequentemente usada no tratamento de problemas de pele, inflamações e outras condições relacionadas à saúde.
A Larrea divaricata, comumente conhecida como chaparral ou jarila, é um pequeno arbusto perene da família Zygophyllaceae. Foi descrita pela primeira vez em 1800 pelo botânico espanhol Antonio José Cavanilles. Vejamos o que o VM Samael Aun Weor fala acerca da magia elemental dessa planta, considerada mágica e sagrada pelos maias:
“A saga Maria Pastora, Mestra de Sabedoria do raio maia, ensinou-me o uso da jarilla chivata.
A saga caminhou em círculo ao redor da planta, a bendisse e a colheu. Depois, esmagou-a e extraiu-lhe o suco, o qual misturou com limão dentro de um recipiente com água pura. A seguir, deu a uma jovem enferma de febre perniciosa para beber. A jovem curou-se totalmente.
O elemental da jarilla é uma pequena e delgada criatura de cor negra.
Depois que a doente bebeu da poção, tendo se verificado a cura, a saga afastou o elemental.”
Magia do Mamey, Magia da árvore chamada Graviola Cabeçuda, Falsa Graviola, Tutua Cabeça de Tigre (na costa da Colômbia) ou Mamey (em Antioquia).
Com certa semelhança com a graviola comum (Annona muricata), a graviola-sivestre é também conhecida como araticum-do-mato, araticum-amarelo, araticum-apé. Seu fruto é considerado de sabor inferior à graviola comum. Muitas vezes é confundida com a verdadeira graviola. A polpa desse fruto tem coloração amarela e sementes marrons.
Essa árvore pertence ao Raio da Lua, tem conexão espiritual com o Arcanjo Gabriel e é poderosa para inúmeras práticas de Magia Elemental, principalmente no quesito Defesa Psíquica. Ensina o venerável mestre Samael sobre a graviola-silvestre:
“Pegue nove folhas da árvore e faça três cruzes, cada cruz com três folhas presas por um alfinete. Uma cruz será colocada debaixo da cama e as outras duas cruzes, uma no umbral e outra fora do umbral.
Com as três cruzes dessa planta nenhum mago negro ou feiticeiro poderá entrar no quarto, e assim muitas pessoas poderão ser protegidas das forças do mal.
Antes de pegar as folhas da árvore, é necessário fazer um círculo mágico ao redor da árvore, será preciso abençoar os quatro pontos cardeais da terra dizendo a Oração do Anjo Gabriel, que é a seguinte:
Treze mil raios tem o sol, treze mil raios tem a lua, treze mil vezes sejam arrependidos os inimigos que eu tenho.
Com essa oração, o Arcanjo Gabriel afastará as entidades malignas visíveis e invisíveis daquele que faz a súplica aos pés da árvore da graviola-silvestre. Essa árvore possui os treze poderes do Sol e da Lua, por isso é muito poderosa. Esses treze poderes são os seguintes:
A casa santa;
Os coros de anjos de Gêmeos;
As treze velas que ardem na Galileia, as treze Marias;
As quatro tábuas de Moisés e o caixão;
As cinco chagas (ou estigmas);
Os seis mil coros de anjos (6 santos varões);
As sete cabras que ardem na Galileia;
Os oito meses e dias da gravidez de Maria, que teve o menino em seu ventre;
Os nove mandamentos;
A coroa de espinhos de Jesus Cristo;
As onze mil virgens;
Os doze apóstolos;
A oração mágica.
Aquelas pessoas que desejarem afastar seus inimigos mortais farão o círculo ao redor da árvore, abençoarão os quatro pontos cardeais e recitarão a poderosa Invocação do Anjo Gabriel.
A Psicologia Revolucionária da Nova Era afirma que a máquina orgânica do animal intelectual falsamente chamado homem existe em forma tricentrada ou tricerebrada.
O primeiro cérebro está encerrado na caixa craniana. O segundo cérebro corresponde concretamente à espinha dorsal, com sua medula central e todos os seus ramos nervosos. O terceiro cérebro não reside em um local definido nem é um órgão determinado. Realmente, o terceiro cérebro está constituído pelos plexos nervosos simpáticos e em geral por todos os centros nervosos específicos do organismo humano.
O primeiro cérebro é o centro pensante. O segundo cérebro é o centro do movimento geralmente denominado de centro motor. O terceiro cérebro é o centro emocional.
Está completamente demonstrado na prática que todo abuso do cérebro pensante produz gasto excessivo de energia intelectual. Portanto, é lógico afirmar, sem temor a dúvidas, que os manicômios são verdadeiros cemitérios de mortos intelectuais.
Os esportes harmoniosos e equilibrados são úteis para o cérebro motor, porém, o abuso do esporte significa gasto excessivo de energias motrizes, e o resultado costuma ser desastroso.
Não é absurdo afirmar que existem mortos do cérebro motor. Tais mortos são conhecidos como inválidos, hemiplégicos, paraplégicos, paralíticos etc.
O sentido estético, a mística, o êxtase e a música superior são necessários para o cultivo do centro emocional, porém, o abuso de tal cérebro produz o desgaste inútil e o desperdício das energias emocionais. Abusam do cérebro emocional os existencialistas da nova onda, os fanáticos do rock, os pseudoartistas sensuais da arte moderna, os doentes passionais da sensualidade etc.
Ainda que pareça incrível, a morte certamente se processa aos terços em cada pessoa. Já está comprovado até a saciedade que toda enfermidade tem sua base em algum dos três cérebros.
A Grande Lei depositou sabiamente em cada um dos três cérebros do animal intelectual determinado capital de valores vitais. Economizar esse capital significa de fato alongar a vida; malgastar esse capital produz a morte.
Arcaicas tradições que chegaram até nós desde a noite aterradora dos séculos afirmam que a média da vida humana no antigo continente Mu, situado no Oceano Pacífico, oscilava entre 12 e 15 séculos.
Com o passar dos séculos através de todas as idades, o uso equivocado dos três cérebros foi encurtando a vida pouco a pouco.
No país ensolarado de Khem, lá no velho Egito dos faraós, a média de vida humana alcançava apenas 140 anos.
Atualmente, nestes tempos modernos de gasolina e celuloide, nesta época de existencialismo e de rebeldes do rock, a média da vida humana, segundo algumas companhias de seguros, é de apenas 50 anos.
Os senhores marxistas-leninistas da União Soviética, fanfarrões e mentirosos como sempre, andam dizendo por aí que inventaram soros especiais para alongar a vida, porém o velhinho Khrushchev ainda não tem 80 anos e tem de pedir permissão a um pé para levantar o outro.
Na Ásia Central existe uma comunidade religiosa composta de anciães que nem se lembram mais de sua juventude. A média de vida desses anciões oscila entre 400 e 500 anos.
Todo o segredo da longa vida desses monges asiáticos consiste no sábio uso dos três cérebros.
O funcionamento equilibrado e harmonioso dos três cérebros significa economia dos valores vitais e, como consequência lógica, vem o prolongamento da vida.
Existe uma lei cósmica conhecida como IGUALAÇÃO DAS VIBRAÇÕES DE MUITAS FONTES. Os monges do citado monastério sabem utilizar essa lei mediante o uso dos três cérebros.
A pedagogia extemporânea conduz os alunos e alunas ao abuso do cérebro pensante e os resultados a psiquiatria já conhece.
O cultivo inteligente dos três cérebros é Educação Fundamental. Nas antigas escolas de Mistérios da Babilônia, Grécia, Índia, Pérsia, Egito etc., os alunos e alunas recebiam informação integral e direta para os seus três cérebros, mediante o preceito, a dança, a música etc., inteligentemente combinados.
Os teatros dos tempos antigos formavam parte da escola. O drama, a comédia e a tragédia, combinados com a mímica especial, a música, o ensinamento oral etc., serviam para dar informação aos três cérebros de cada indivíduo.
A PNL é baseada na antiquíssima doutrina dos 3 Cérebros. E os Arquétipos dos 3 Deuses / das 3 Deusas também
Então os estudantes não abusavam do cérebro pensante e sabiam usar com inteligência e de forma equilibrada os seus três cérebros.
As danças dos Mistérios de Elêusis na Grécia, o teatro na Babilônia e a escultura na Grécia foram sempre utilizados para transmitir conhecimentos aos discípulos e discípulas.
Agora, nesta época degenerada do rock, os alunos e alunas, confusos e desorientados, andam pela tenebrosa senda do abuso mental.
Atualmente, não existem verdadeiros sistemas criadores para o harmonioso cultivo dos três cérebros.
Os professores e professoras de escolas, colégios e universidades só se dirigem à memória infiel dos aborrecidos estudantes, que esperam com ansiedade a hora de sair da aula.
É urgente, é indispensável, saber combinar intelecto, movimento e emoção com o propósito de levar informação integral aos três cérebros dos estudantes.
É absurdo informar a um só cérebro. O primeiro cérebro não é o único órgão de cognição. É criminoso abusar do cérebro pensante dos alunos e alunas.
A Educação Fundamental deverá conduzir os estudantes pelo caminho do desenvolvimento harmonioso.
A Psicologia Revolucionária ensina claramente que os três cérebros têm três tipos de associações independentes, totalmente distintas. Esses três tipos de associações evocam diferentes impulsos do Ser.
Isso nos dá de fato três personalidades diferentes, que não possuem nada em comum, nem em sua natureza nem em suas manifestações.
A Psicologia Revolucionária da Nova Era ensina que em cada pessoa existem três aspectos psicológicos diferentes. Com uma parte da essência psíquica desejamos uma coisa, com a outra parte desejamos algo diferente e graças à terceira parte fazemos algo totalmente oposto.
Em um instante de suprema dor, talvez a perda de um ente querido ou qualquer outra catástrofe íntima, a personalidade emocional chega até o desespero, enquanto a personalidade intelectual se pergunta o porquê de toda essa tragédia; e a personalidade do movimento só quer fugir da cena.
Essas três personalidades distintas, diferentes e muitas vezes até contraditórias, devem ser inteligentemente cultivadas e instruídas com métodos e sistemas especiais em todas as escolas, colégios e universidades.
Do ponto de vista psicológico, é absurdo educar exclusivamente a personalidade intelectual.
O homem tem três personalidades que necessitam urgentemente da Educação Fundamental.
O místico que anela de verdade converter-se em um “Malachim”, em um Rei Angélico da Natureza, deve converter-se em rei de si mesmo.
Como poderíamos mandar nos elementais da natureza se não aprendemos a governar os elementais atômicos de nosso próprio organismo?
Controle Psicológico e os Elementais Internos
As salamandrasatômicas do sangue e do sexo ardem espantosamente com nossas paixões animais.
Os silfosatômicos de nossos próprios ares vitais, a serviço da imaginação mecânica (não confunda isso com a Imaginação Objetiva Consciente), brincam com nossos pensamentos lascivos e perversos.
As ondinasatômicas do sagrado esperma originam sempre espantosas tempestades sexuais.
Os gnomosatômicos da carne e dos ossos gozam indolentes com a preguiça, glutoneria, concupiscência.
Faz-se urgente saber exorcizar, comandar e submeter os elementais atômicos de nosso próprio corpo.
Mediante os Exorcismos do Fogo, dos Ares, das Águas e da Terra, podemos também submeter os elementais atômicos de nosso próprio corpo.
Inquestionavelmente, tais orações e exorcismos devem ser muito bem aprendidos de memória.
O Venerável Mestre Samael Aun Weor, grande líder da Gnosis (ou Gnose), ensina algo maravilhoso sobre um dos mais impressionantes mantras que o praticante de Meditação precisa aprender e vivenciar. Diz Samael:
Em nossos corações tem de ficar gravado. Esse mantra é pronunciado suavemente, profundamente e no coração. Pode também ser usado como verbo silencioso, porque há dois tipos de verbo: o verbo articulado e o verbo silencioso. O verbo silencioso é poderoso.
Esse mantra abre o Olho de Dagma. Esse mantra, profundo, um dia os levará a experimentar o Vazio Iluminador, na ausência do Ego. Então saberão o que é o Sunyata, então vocês entenderão o que é o Prajñaparamita.
Perseverança é o que se necessita, com esse mantra vocês poderão chegar muito longe. Convém experimentar a Grande Realidade alguma vez, isso nos enche de ânimo para lutar contra nós mesmos. Esta é a vantagem do Sunyata, esta é a maior vantagem que existe com relação à experiência do Real.
E para aproveitar a meditação e o mantra devidamente, vamos entrar por um momento em meditação com o mantra. Portanto, rogo a todos os irmãos entrar em meditação. Relaxamos o corpo completamente e depois nos entregamos totalmente a nosso Deus Interior Profundo, sem pensar em nada, unicamente recitando o mantra completo, com a mente e o coração.
A meditação deve ser profunda, muito profunda, os olhos fechados, o corpo relaxado, completamente entregues a nosso Deus interior. Não se deve admitir nenhum pensamento nestes instantes, a entrega a nosso Deus deve ser total, somente o mantra deve ressoar em nossos corações. Apaguem as luzes, relaxem o corpo. Relaxamento completo e entrega total a nosso Deus Interior Profundo. Não pensem em nada, por nada, por nada…
Recitarei o mantra, eu o repetirei muitas vezes para que não esqueçam:
Continuem repetindo em seus corações, não pensem em nada… Entreguemo-nos a nosso Deus…
Sintam-se como um cadáver, como um defunto…
Observem como as pessoas que se dizem intelectuais são cheias de estranhas manias, alguns deixam o cabelo desalinhado, se coçam espantosamente, fazem mil palhaçadas; claro, é produto de uma mente mais ou menos deteriorada, destruída pelo batalhar das antíteses.
Se a todo conceito colocamos uma objeção, nossa mente termina brigando sozinha. Como consequência, vêm as enfermidades ao cérebro, as anomalias psicológicas, os estados depressivos da mente, o nervosismo, que destroem órgãos muito delicados como o fígado, o pâncreas, o baço etc. Mas se nós aprendemos a não ficar fazendo objeções, e deixar que cada qual pense como quiser, que diga o que quiser, terminarão as lutas dentro do intelecto e em seu lugar virá uma Paz verdadeira.
A mente das pobres pessoas briga o tempo todo. Briga consigo mesma espantosamente, e isso nos conduz por um caminho muito perigoso, que leva a enfermidades do cérebro e de todos os órgãos, destruição da mente, porque muitas células são queimadas inutilmente. Há que viver em santa paz, sem fazer objeções, que cada qual diga o que quiser e pense o que quiser. Nós não devemos fazer objeções, assim andaremos como deve ser, conscientemente.
Temos de aprender a viver. Infelizmente, não sabemos viver, estamos metidos dentro da Lei do Pêndulo. Mas reconheço aqui, conversando com vocês, que não é coisa fácil não colocar objeções. Saímos daqui, pegamos nosso carrinho e logo adiante alguém vem e nos dá uma fechada. Se não dizemos nada, pelo menos tocamos a buzina em sinal de protesto. Ainda que seja buzinando, protestamos.
Se alguém nos diz algo, em um momento que abandonamos a guarda, é certo que protestamos, fazendo objeções. É muito difícil, espantosamente difícil, não fazer objeções. No mundo oriental já se refletiu muito sobre este assunto, e também no mundo ocidental. Eu creio que há vezes em que é necessário apelar a um poder superior a nós mesmos, se é que queremos liberar-nos desta questão das objeções.
Em certa ocasião, lá pelas terras do mundo oriental, um monge budista ia caminhando, em um inverso espantoso, cheio de gelo e de neve, de animais selvagens. Claro que isto proporcionava sofrimentos ao pobre monge, que, naturalmente, protestava e colocava objeções. Mas o pobre teve sorte. Quando estava quase desmaiando, lhe apareceu em meditação Amitaba (Amitaba é, em verdade, o Deus Interno de Gautama, o Buda Sakyamuni) e lhe entregou um mantra para que pudesse manter-se forte e não fazer objeções, uma ajuda para que ele não ficasse protestando toda hora, contra si mesmo, contra a neve, contra o mundo.
Esse mantra é utilíssimo, vou vocalizar bem para que vocês o guardem na memória e para que fique também gravado nas fitas que vocês trazem em seus gravadores:
Gaaatteee… Gaaatteee… Gaaatteee…
É melhor soletrar: G – A – T – E. Entendo que esse mantra permitiu àquele monge budista abrir o Olho de Dagma, e isso é interessante, se relaciona com a iluminação interior profunda e com o Vazio Iluminador…
Houve necessidade dessa ajuda, porque não é tão fácil deixar de colocar objeções. Um momento em que a pessoa se descuida da guarda, já está colocando objeções a tudo, à vida, ao dinheiro, à inflação, ao frio, ao calor etc. Muitos protestam porque está fazendo frio, ou porque está fazendo calor, protestam porque não têm dinheiro, protestam porque um mosquito lhes picou, protestam por tudo.
Em realidade e de verdade, quando alguém vive fazendo objeções, se prejudica horrivelmente, porque o que ganha por um lado dissolvendo o Ego, está perdendo por outro lado, com as objeções. Se alguém está lutando por não sentir ira, mas está fazendo objeções, pois o demônio da ira volta a tomar força.
Se está lutando terrivelmente para eliminar o demônio do orgulho, se coloca objeções à má situação, a isto ou aquilo, volta a fortalecer esse demônio. Se está fazendo um esforço para acabar com a abominável luxúria, mas se em um dado instante coloca objeções, “porque a mulher não quer ter relações sexuais com ele”, ou a mulher, “porque o homem não a procura”, e cinquenta mil objeções deste tipo, pois está fortalecendo o demônio da luxúria.
Assim, se de um lado estamos lutando por eliminar os agregados psíquicos e por outro os estamos fortalecendo, simplesmente estancamos. Portanto, se vocês querem, em realidade e de verdade, eliminar os agregados psíquicos, têm de acabar com essa questão das Objeções. Se não procedem assim, estancam-se inevitavelmente, não vão progredir de maneira alguma. Quero que compreendam isso de uma vez.
Todo ano presenciam-se, em várias partes do mundo, festividades sagradas que visam comungar a consciência humana, pessoal e coletiva, com a seidade divina, com as potências celestiais.
Essa comunhão tem várias finalidades, entre elas, a de restabelecer a comunicação do ser humano com a Divindade, o resgate da harmonia do campo energético espiritual da Terra e, finalmente, fazer com que a vibração planetária esteja em consonância com os desígnios das Forças Cósmicas que guiam nossos destinos.
Podemos citar algumas dessas Festas Cósmicas, antigas e modernas, as quais podemos aproveitar e realizar nossos Rituais Gnósticos, para que nossa Consciência se regozije e absorva essas Energias:
PÁSCOA
Tanto hebraica quanto cristã… É festejada justamente no momento do início do Ano Zodiacal, quando o planeta Terra recebe os poderosos eflúvios da Constelação de ÁRIES, o Cordeiro de Deus.
Wesak
É uma festividade dos povos budistas e hindus de todo o planeta. Dá-se na lua cheia do mês de TOURO. Nesse momento em que a Terra passa pelo signo de Touro é que a humanidade recebe um eflúvio de forças divinas do Buda Cósmico, como uma espécie de incentivo e choque espiritual para o Despertar Superior de nosso BUDA INTERIOR…
Corpus Christi
Neste período se dá a influência cósmica do signo de GÊMEOS, incentivando-nos a valorizar a busca de nossa Alma Gêmea original e profunda, que é nada menos que nossa Consciência Espiritual (Budhi ou Corpo da Consciência), que se encontra afastada de nós. E Gêmeos representa também a busca da autorrealização pela Alquimia Sagrada para a obtenção de nossos Corpos Solares (Corpus Christi), necessários para que possamos encarnar e manifestar nosso Cristo Interior.
Ramadã
Festa sagrada dos muçulmanos, em que são realizados sempre no 9º mês lunar do calendário lunissolar o jejum penitencial e as orações especiais. Devemos lembrar que o número 9 é poderosamente tântrico, representa o trabalho na Nona Esfera, ou Arcano AZF.
Primavera
Esta estação é toda especial para os esoteristas gnósticos porque se sabe que nesse período de 3 meses descem das Dimensões Superiores, mais especificamente do Mundo de Kether, do Pai Cósmico (a primeira Emanação, ou Sefirote, do Absoluto), as Ondas de Metratón. Essas ondas de energia puríssima se fixam exatamente no Centro Sexual de todos os seres vivos da Natureza, especialmente os do Reino Animal.
Se esta “Energia Metratônica” for usada pelo ser humano apenas no nível instintivo-sexual, então ela despertará o “desejo luciférico” e facilitará a reprodução das espécies. Caso seja usada para fins elevados espiritualmente, então essa energia do Arcanjo Metraton (que alguns o chamam de Metatron) nos ajudará em nossos impulsos sexuais tântricos.
Natal
Diz a tradição que Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, porém ninguém sabe ao certo. O que se sabe é que bem antes do nascimento de Cristo já se comemorava esta data como sendo de grande magnetização de todo o planeta Terra e todos os seus seres vivos de todas as espécies e Reinos. Essa magnetização é efetuada pela descida dos sagrados Átomos Crísticos que vêm desde os Mundos do Cristo (sefirote Chokmah, a segunda Emanação da Árvore Sefirótica) até nosso mundo. É nesse período que a Terra passa por forte influência crística, ajudando-nos a absorver, pelo chacra cardíaco, a luz dourada do Cristo Cósmico.
Um pouco mais sobre o Wesak
O Festival do Fogo Védico ou Espiritual da Sangha é a grande celebração Upasatha (Lua Cheia) da Comunhão Universal, e a Irmandade Eterna é uma prática imemorial. Mas nós não devemos tomá-la como uma forma de adoração. Não devemos nos ater a nenhuma forma ou motivo externos, e nenhuma Iluminação Espiritual pode jamais derivar unicamente de rituais exteriores.
Eis por que o Festival é simples. O Fogo nos dá uma ideia sobre a composição e os elementos efêmeros do mundo e das condições da Mente, enquanto que, ao mesmo tempo, ele imprime a nossa própria necessidade de purificação e de autossuperação, por meio do esforço próprio.
Este Festival acontece na Lua Cheia de maio por causa das condições radiotelúricas cósmicas neste período particular, e também por causa da prática universal da condensação da força superior através da Meditação, e graças à Comunhão Espiritual que tem lugar, em todos os planos de Vida, através do Cosmo.
Nesta ocasião especial, os gurus sentam-se em frente ao Fogo, circundados por seus discípulos, e sintonizam a si próprios com todos os Devas, Bodhisatvas, Budas e Chohans, introduzindo toda a Sangha em suprema Comunhão Espiritual com os sagrados Deuses do Fogo.
No Vaisakha, ou Dia da Essência da Vida, uma vez cada ano, na primeira Lua Cheia de maio, o Senhor Mahachohan envia uma Mensagem Cósmica para o Mundo. (Wesak é uma derivação de Vaisakha e é um termo universalmente aceito).
Este Vaisakha marca o Ano-Novo Espiritual e é a maior ocasião para regozijar-se, tomar decisões e glorificar os Valores Espirituais para a Sangha (Eclésia ou Comunidade). Nesta ocasião, praticam-se os grandes Mandalas ou precipitações de Forças Cósmicas para a Paz, Reavivamento Religioso e Iluminação Espiritual.
O Wesak é particularmente importante porque todos os Mandalas são praticados em Shambalah.
Uma vez em cada período cósmico aparece um Avatar, quando a virtude declina e a Verdade é negligenciada (Baghavad Gita 4:17) e quando isto ocorre, o Mahachohan (o Divino Espírito Santo, ou Diretor Espiritual ou Iluminador da Era, Chefe da Sangha e proponente do Dharma) faz uma aparição diante do mundo, geralmente para proclamar a Sua Mensagem.
O Mahachohan é representado por um dos membros da Sagrada Ordem do Tibet, encabeçada pelo divino Bhagavan Aclaiva. Uma vez ao ano, precisamente nesse período iluminado, esse representante visita Sua Santidade o Dalai-Lama e o guia sobre seus atos, deliberações e comportamento ao longo do próximo ano…
Nesta oportunidade, a Mensagem Espiritual se relaciona mais particularmente com os maiores Poderes Espirituais, como a Compaixão, a Iluminação e a Proteção para todas as almas verdadeiramente interessadas no autoaperfeiçoamento e totalmente devotadas ao Dhamma.
A todos os corações puros dedicamos este portento do Amor e da Sabedoria Universais, e que cada um possa beneficiar-se seguindo o Ensinamento Gnóstico, o qual pode tornar a todos perfeitamente Iluminados.
Uma vez mais desejamos que se estenda a Bênção Universal de Paz e Iluminação.
Existem também certos Festivais rítmicos acontecendo anualmente, os quais possuem um poderoso momentum que repercute fortemente na grande massa de pessoas além dos conscientes Obreiros da Luz.
Referimo-nos especificamente aos três maiores Festivais que ocorrem neste período do ano.
Desejamos enfatizar esses Eventos Sagrados como sendo as evidentes oportunidades para a Hierarquia incluir a massa da humanidade naquilo que já tem sido uma tentativa de harmonização com as Esferas Superiores.
Os três maiores Festivais são a Páscoa cristã, incluindo o período que culmina na Ascensão do Mestre Jesus 40 dias mais tarde; a grande comemoração oriental de Wesak em maio, em que imensas multidões do Oriente aguardam o retorno do Celestial Gautama Buda a cada ano, conforme Ele mesmo prometeu; e a Festa da Humanidade (associada na cristandade com o Corpus Christi), geralmente no mês de junho durante a lua cheia de Gêmeos.
Esses três eventos são na verdade “Três em Um”, pois o objetivo é a Unidade.
A Páscoa (abril) é evidentemente mais poderosa com a Ressurreição e Ascensão dos sentimentos crísticos.
Nesse momento sagrado, todo aquele que se abrir para a meditação começará a entender o mistério das Sagradas Energias, conhecidas como “Búdicas” no Oriente e como “Espírito Santo” no Ocidente.
Ambas são parte de um grande auxílio da Fonte Celestial para os que não estão ainda totalmente imersos nas Trevas da Ignorância Egoica…
Uma vez mais, como nas precedentes Idades, a humanidade em massa será atraída para o abraço da Hierarquia Espiritual por meio dos esforços de poucos.
Os que guiam, guardam e protegem seu desenvolvimento por Éons ansiosamente aguardam a aceitação consciente da Grande Presença por parte da humanidade.
O Vale de Amithaba
Segundo afirmações do Venerável Mestre Samael Aun Weor, existe, num ponto qualquer das cordilheiras dos Himalaias, uma região chamada Vale de Amithaba. Ali encontra-se a Ordem Iniciática mais poderosa do planeta, chamada SAGRADA ORDEM DO TIBET.
Essa Ordem é uma das mais antigas, pois tem cerca de 1 milhão de anos e seus Adeptos são seres ressurrectos e ascensos, que guiam, guardam e protegem nosso planeta e esta humanidade. É próximo a essa região onde se realizam as festividades ocultas do Wesak.
Existe um vale situado numa altura bastante elevada nos pés dos Himalaias tibetanos. Este vale está rodeado de altas montanhas de ambos os lados, com exceção do nordeste, onde há uma estreita abertura. O vale tem a forma de uma ânfora com a boca virada para o nordeste, abrindo-se consideravelmente para o sul.
No extremo nordeste e próximo do gargalo da ânfora encontra-se uma grande rocha plana. Não há árvores ou arbustos no vale que é coberto com uma espécie de pasto denso, mas as vertentes das montanhas são cobertas de árvores.
No dia da Lua Cheia de maio começam a chegar peregrinos de todos os distritos próximos; os homens santos, mulheres e lamas chegam ao Vale e ocupam a parte ao sul e média, deixando o extremo nordeste relativamente livre.
Ali (segundo a lenda) congrega-se um grupo daqueles Grandes Seres que são guardiões, na Terra, do Plano de Deus para o nosso planeta e para a humanidade. O nome que damos a tais Seres não tem grande importância. O crente cristão preferirá falar de Cristo e Sua Igreja e Os considerará parte dessa Grande Nuvem de testemunhas que garantem à humanidade a salvação definitiva.
Os esotéricos do mundo podem chamá-los de Mestres de Sabedoria, a Hierarquia Planetária que em seus diversos graus estão regidos e guiados por Cristo, o Mestre dos Mestres, de Anjos e Seres Humanos; ou podem também chamá-los de Os Rishis das Escrituras hindus, ou a Sociedade de Consciências Iluminadas, segundo o ensinamento tibetano.
Eles são os Grandes Intuitivos e os Grandes Companheiros segundo a apresentação moderna, o conjunto da humanidade aperfeiçoada que seguiu os passos do Cristo e penetrou, por nós, nos Mistérios, dando-nos o exemplo para fazermos o que Eles fizeram.
Com sua Sabedoria, Amor e Força, constituem-se na Muralha Protetora para a Humanidade a guiar-nos passo a passo – como Eles foram guiados por seu turno – da obscuridade à Luz, do irreal ao Real, da morte à Imortalidade.
Autor: Ali Onaissi – Jornalista, escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine
O que o ensinamento gnóstico entregue pelo VM Samael Aun Weor elucida sobre a Lei de Recorrência? “De nenhuma maneira poderíamos negar a Lei de Recorrência processando-se em cada momento de nossa vida.
Certamente, em cada dia de nossa vida existe repetição de eventos, estados de consciência, palavras, desejos, pensamentos, volições etc. É óbvio que quando a pessoa não se auto-observa, não pode se dar conta dessa incessante repetição diária.” (Samael Aun Weor, Tratado de Psicologia Revolucionária)
Existem variadas formas da Lei de Recorrência, algumas em nível individual e outras em nível coletivo.
Hitler, segundo Samael Aun Weor, é a encarnação de Átila, o Flagelo de Deus
O Ego, ao retornar a este mundo físico, ao reincorporar-se, faz com que tudo volte a ocorrer tal como já aconteceu no passado, mais as consequências boas ou más. Ou seja, repetem-se as diversas cenas de nossas existências anteriores, sejam em espirais mais elevadas, sejam em espirais mais baixas.
A espiral é a curva da vida e está simbolizada pelo caracol. Nós somos “maus caracóis no seio do Pai”, e obviamente nos desenvolvemos –evoluindo e involuindo – na linha espiralada da vida.
Outra forma de Recorrência pode ser evidenciada na história da Terra e suas 7 Raças-Raízes. Certamente, os sete ramos do tronco Ário já existem plenamente, e isso está completamente demonstrado pelos estudos da Antropologia Gnóstica.
Os estudos realizados pelo Venerável Mestre Samael Aun Weor no Mundo Causal, segundo suas palavras, “permitiram-me verificar – concretamente – fatos assombrosos que terão de se suceder à nossa humanidade atual”, pois “como queira que cada uma das grandes raças que existiram no mundo terminou sempre com um grande cataclismo, pode-se deduzir logicamente que nossa atual Raça Ária terá de terminar também, muito prontamente, com outro tremendo cataclismo.
Depois dessa grande catástrofe que se avizinha, a Terra voltará a ser habitada por pessoas seletas, desprovidas de Ego”.
“Essa futura Raça (Koradhi) que irá povoar a face da Terra está sendo criada intencionalmente pelos Irmãos da Fraternidade Oculta e será um tipo de gente nova, mescla de terrícolas com extraterrestres, uma humanidade resplandecente.”
“Eis aí as pessoas com as quais se formará a futura Jerusalém da qual o Apocalipse de São João nos fala. É inquestionável que, então, de acordo com a Lei de Recorrência, ressuscitarão as gloriosas civilizações esotéricas da Antiguidade.”
Assim é como a Lei de Recorrência trabalha em todos os rincões do espaço infinito, porém, desde o ponto de vista do Trabalho Interior, convém que estudemos o modus operandi dessa grande Lei na vida diária de cada um de nós…
Já foi ensinado que ao regressar, ao retornar, ao reincorporarmos em um novo veículo físico, repetimos detalhadamente todos os acontecimentos de nossa passada e passadas existências.
Existem, por exemplo, sujeitos de rigorosa repetição, casos concretos de Egos que retornam – durante muitos séculos – no seio da mesma família, cidade e nação. Esses são os que, por causa da incessante repetição de fatos da sua vida, podem predizer com absoluta clareza o que os aguardará no futuro.
Esses são os que podem dizer, por exemplo: “Casarei aos 30 anos, terei uma mulher de tal cor, de tal estatura, tantos filhos; meu pai morrerá com tal idade, minha mãe a tal outra, meu negócio frutificará ou fracassará etc.” E é claro que isso tudo vem depois a acontecer de forma exata e assombrosa, pois são pessoas que sabem seu papel de cor.
Uma Explicação para os Meninos-Prodígio
Entram também nesse assunto as “crianças-prodígio” que tanto assombram as pessoas de sua época. Pelo comum, trata-se de Egos que já sabem seu ofício de memória e que – ao retornarem – o fazem às mil maravilhas desde os primeiros anos de sua infância.
É assombrosa, portanto, a Lei de Recorrência: as pessoas “normais”, comuns e correntes, repetem sempre seus mesmos dramas. Os cômicos uma vez ou outra, em cada uma de suas existências sucessivas, repetem as mesmas palhaçadas. Os perversos se reincorporam incessantemente para repetir as mesmas tragédias.
Todos esses eventos, próprios das existências repetitivas, vão acompanhados sempre das boas ou das más consequências, de acordo com a Lei de Causa e Efeito (ou Lei do Carma).
Exemplos: o assassino voltará a se ver na horripilante ocasião de assassinar, mas será desta vez assassinado. Voltará o ladrão a se ver na mesma oportunidade de roubar, porém será metido na cadeia.
O bandido sentirá o mesmo desejo de correr, de usar suas pernas para o delito, porém, não terá pernas, poderá nascer inválido ou as perderá em qualquer tragédia. Quererá o cego de nascimento ver as coisas da vida, aquelas que possivelmente o conduziram à crueldade etc., porém, não poderá ver.
A mulher amará o mesmo marido da existência anterior, a aquele que possivelmente abandonou no leito de doença para ir com qualquer outro sujeito, porém agora, o drama se repetirá ao contrário e o sujeito de seus amores partirá com outra mulher, deixando-a abandonada.
O salteador de estradas voltará a sentir desejo de correr, de fugir; clamará possivelmente em estado de delírio mental, revestido com novo corpo, terá delírios estranhos, não poderá fugir de si mesmo, enlouquecerá, será um enfermo mental etc. Enfim, assim trabalha a Lei de Recorrência.
Há repetição de acontecimentos cósmicos e naturais devido às leis de Retorno e Recorrência. Sem embargo, o mais interessante é COMPREENDER de que maneira essa lei se processa dentro de nós: essa lei se manifesta na repetição mecânica de todos os nossos atos, repetimos incessantemente nas mesmas coisas, sejam em espirais mais altas ou mais baixas, cada vez mais voltamos a viver as mesmas cenas, os mesmos dramas, as mesmas tragicomédias etc.
Os atores de tais cenas vivem dentro de nós mesmos, são os Eus, ou defeitos de tipo psicológico. E, portanto, se desintegramos esses atores, acabam-se os dramas, as comédias e os sofrimentos.
O Caso de Mozart, Menino-Prodígio
Mozart é considerado um gênio precoce, com habilidades que desafiam nosso entendimento até hoje. Esse grande mestre da música clássica foi, sim, um menino-prodígio desde a mais tenra infância. Já competente nos instrumentos de teclado e no violino, começou a compor aos 5 anos de idade, maravilhando a realeza e a todos com seu talento. Tocava piano aos 3 anos e aos 5 já compunha minuetos para cravo, escreveu duetos e pequenas composições para dois pianos.
E já na vida adulta, foi iniciado nos Mistérios da Fraterna Ordem (Maçonaria), e a partir daí, suas habilidades, que nasceram de vidas passadas, pularam para oitavas cada vez mais superiores, engrandecendo a espiritualidade da Alma humana. Mozart foi um grande exemplo de como se podem usar as habilidades, não mais para o fortalecimento e continuidade do Ego para as próximas encarnações, mas para o autoconhecimento e o fortalecimento do SER DIVINO…
“Um homem é o que é sua vida. Se um homem não modifica nada dentro de si mesmo, se não transforma radicalmente sua vida, se não trabalha sobre si mesmo, está perdendo seu tempo miseravelmente.” (Samael Aun Weor)
Ali Onaissi – Jornalista, escritor e coordenador do GnosisOnLine
Certamente, todo mundo está equivocado sobre o Sol. Até mesmo o doutor Rudolf Steiner, o iniciado alemão, não deixou de se equivocar a respeito do astro-rei que nos ilumina. Ele, por exemplo, acreditava firmemente que o Sol físico não existia e atreveu-se a enfatizar a ideia de que o que nos ilumina era um grupo de Seres Divinos que não tinham nada de matéria, ou seja, que se por exemplo pudéssemos nos aproximar do Sol, não encontraríamos nada fisicamente, porque, segundo ele, ali o que haveria é um grupo de seres inefáveis que estão irradiando sua luz e todos estamos nos beneficiando com tal luz.
Bem, essa é uma forma de pensar. Steiner não quis se dar conta de que o espírito e a matéria estão perfeitamente equilibrados e que o Sol físico existe. Ele quer ver nada mais que a parte espiritual do Sol, mas está claro que nós devemos saber que existe fisicamente.
Pergunta: Diz-se, no campo da ciência, quero dizer, os cientistas afirmam que o Sol é algo assim como uma labareda ou um corpo em estado incandescente com muitos milhares de graus de calor e que sua constituição de fogo intenso faz que o calor chegue até nós, mas na verdade é que nós não podemos saber certamente nada concreto a respeito, qual é sua temperatura, de que é feito etc. Você poderia me dar uma explicação concreta, venerável mestre?
Samael Aun Weor: Com o maior prazer, meu estimado irmão missionário, Efraín Villegas Quintero. Apresso-me a dar resposta à sua pergunta. As pessoas comuns e correntes crêem que o Sol é uma bola de fogo incandescente e esse conceito também está equivocado, é falso, essa é uma forma de pensar completamente medieval.
Na Idade Média se acreditava que esse astro que nos ilumina é uma bola de fogo; é um modo de pensar equivocado das pessoas, mas assim é a humanidade.
Alguns cientistas por aí supõem que o Sol é uma nuvem de hélio também em estado incandescente e se isso fosse assim, então os planetas do sistema solar cairiam fora de órbita, não gravitariam jamais ao redor dele. Apenas o fato de que as esferas celestiais gravitarem em torno desse centro luminoso nos indica com toda claridade que se trata de um sol físico.
Aquele cientista que afirma que o Sol é uma nuvem de hélio e que não pesa nada, baseado em cálculos equivocados, sem dúvidas é um ignorante ilustrado. Pergunto: como girariam ou sobre que base, sobre qual centro nuclear ou gravitacional o sistema solar poderia se basear?
O mesmo fato de que os mundos gravitam ao redor desse astro, nos indica que tal mundo, tal estrela chamada Sol pesa muito mais que todos os planetas do sistema solar, somente assim explicaremos que os mundos gravitem ao redor do Sol. Mas isso é o que não entendem os homens da ciência.
Nós, ocultistas, temos instrumentos maravilhosos para a investigação da vida em outros mundos superiores. O corpo astral, ou Eidolón, permite-nos viajar de um planeta a outro. Eu, com esse veículo chamado Eidolón, ou corpo astral, ou corpo sideral, me transportei muitas vezes ao astro-rei. Portanto, eu o conheço muito bem, sei realmente de que forma funciona, de que é feito e como é a superfície e o que há no Sol.
Posso dizer a vocês que o Sol é um mundo gigantesco, enorme, muitos milhões de vezes maior que a Terra ou que Júpiter, e tem rica vida mineral, vegetal, animal e humana. Tem cordilheiras elevadíssimas, tem polos norte e sul cheios de gelo, enormes e profundos mares, selvas extraordinárias etc. Ainda que pareça incrível, há lugares no Sol onde alguém poderia morrer de puro frio, montanhas imensas cobertas de neve com climas sumamente frios.
Também existem climas temperados muito agradáveis e climas muito quentes. As costas, por exemplo, são muito quentes porque estão no pé dos mares, naturalmente é obvio que devem ser lugares muito quentes.
Assim pois, no Sol existem todos os climas; os habitantes do sol jamais vivem em cidades, eles consideram absurdo o feito de formar cidades e estou de acordo com eles porque a vida das cidades realmente é danosa e prejudicial em alto grau.
Nas cidades, os seres humanos vivemos amontoados uns sobre os outros em edifícios de vários pisos, espremidas casas contra casas, entre a fumaça das fábricas e dos automóveis, atropelando-nos mutuamente, prejudicando-nos de forma voluntária e involuntária etc.
Por tal motivo, os habitantes do Sol jamais cometeriam o desatino de viver em cidades. Eles não gostam das cidades, eles vivem normalmente nos campos. Entretanto, têm pequenas vilas onde fazem investigações de tipo científico, mas são muito pequenas.
Uma vez, em meu veículo sideral, ou corpo astral, estive conversando ali com um grupo de sábios solares. Eles me atenderam muito harmoniosamente. O interessante do caso é que, apesar de que eu estava ali em meu veículo astral ou corpo sideral, eles podiam me ver e ouvir.
Não há dúvida de que eles estavam ali nesses momentos em corpos de carne e osso, mas apesar de estarem em seus corpos físicos, podiam ver a mim como se eu também estivesse em corpo físico com eles, e isso quer dizer que eles possuem faculdades de clarividência extraordinárias, faculdades de clariaudiência etc.
Conversamos, sim, sentados ante uma bonita mesa e depois me pediram desculpas porque era o momento preciso, adequado, para irem ao laboratório. Eu os vi ali, olhando através de lentes. Também os vi fazerem enormes e complicados cálculos matemáticos. Por aqueles dias, eles estavam muito preocupados com um sistema de mundos muito distante, situado a muitos milhões de anos-luz, demasiadamente longe do mundo solar onde eles vivem.
Estavam interessadíssimos em investigar a fundo tal jogo de mundos, porque planejavam, por aqueles dias, fazer uma expedição aos mesmos mundos distantes de dito sistema solar. É claro que os habitantes do Sol possuem naves cósmicas maravilhosas que podem viajar através do espaço, mas eles estavam traçando devidamente a rota e fazendo cálculos para poderem chegar, com precisão, ao mencionado sistema de mundos em que estavam por aqueles dias interessadíssimos em reconhecer exatamente.
Eu, francamente, fiquei impressionado, assombrado. Os telescópios que eles possuem são extraordinários. Falando esotericamente, podemos chamar tais telescópios de Tescohanos. Um termo bastante exótico, não é verdade? TESCOHANOS…
É uma grande novidade para vocês saberem que, por exemplo, há habitantes no Sol, não é verdade?
Pois saibam vocês também que eles com seus telescópios podem ver o planeta Terra, como qualquer outro planeta do sistema solar. Podem ver com suas lentes não somente o nosso mundo senão também nossas cidades e as casas que temos em nosso mundo.
Podem ver as pessoas que vivem em cada casa que eles queiram investigar e não somente vê-las desde o ponto de vista meramente físico, senão desde o aspecto esotérico ou oculto.
Podem perfeitamente ver a aura das pessoas, em que estado psicológico se encontra cada pessoa etc. Eles pois não ignoram o estado desastroso em que se encontra o planeta Terra. Lamentam o estado em que nos encontramos, desejam o melhor para nosso mundo… Desgraçadamente, temos de reconhecer que a Terra está completamente fracassada.
De modo algum eles desejam ou querem ter relações com pessoas que possuem o Ego, o Eu, o Mim mesmo, o Si mesmo.
Os habitantes solares somente entram em contato com pessoas “bem mortas”. Quando eu falo assim, de pessoas bem mortas, quero que saibam me entender. Não estou falando de morte física. Refiro-me de forma enfática à morte do EGO.
Quando digo bem morta, estou dando a entender que eles somente desejam entrar em contato com pessoas que já têm o Ego desintegrado, que já estejam mortas em si mesmas, no Eu, no Si mesmo, que, em outros termos, não possuam Ego, quero dizer, que não tenham EU, que estejam livres do Eu.
E têm razão, nisso estou completamente de acordo com eles, porque aqueles que possuem Ego, que ainda têm o Eu, emitem um tipo de vibrações sinistras, fatais, diabólicas, perversas. Gente assim introduz desordem onde quer que vá, essas pessoas que têm tal condição egoica e diabólica não poderiam viver jamais em harmonia com o infinito.
Por esse motivo é que eles não querem ter relações diríamos pessoais com os indivíduos ou com pessoas que não tenham morrido em si mesmas, que não tenham dissolvido o Ego, o Eu.
Vêm-me à memória algumas paisagens bonitas do Sol… Há ali um mar tão profundo, tão profundo, tão gigantesco, de águas tão claras e tão belas, que fiquei chocado. Muitas vezes, em meu corpo astral, cheguei a certa baía em uma pequena embarcação onde repousei horas inteiras.
É claro que no astral alguém também pode navegar em algumas embarcações naturalmente feitas de material astral… Alguém também pode se meter em qualquer embarcação, diríamos, física.
Qualquer um que saiba viajar em corpo astral pode fazer o mesmo, isso é claro. O que há que fazer é tornar-se consciente, os adormecidos não poderiam fazer essas coisas. A mim me pareceu preciosa essa baía, aquele mar de milhões de vezes maior que todo o planeta Terra.
Poderia assegurar a vocês que se depositarmos todos os sete mares da Terra entre aquele mar, seria como jogar um copo d’água nesse grande oceano.
Pensem vocês o que significa o tamanho desse grande oceano, quero dizer, qualquer um de nossos oceanos que possuímos aqui no nosso planeta é uma poça d’água comparado com esse imenso mar a qual estou me referindo no Sol. De tempos em tempos via eu surgir certos monstros marinhos à superfície, contemplavam o horizonte e retornavam e se submergiam ante as profundidades incalculáveis do mar solar. Isto é desconhecido para os terráqueos.
As pessoas destas épocas pensam que o Sol é uma bola de fogo e não há nada que lhes possa tirar essa ideia da cabeça.
O nosso Sol e todos os sóis do Universo não são bolas de fogo gigantescas. Essa é uma visão medieval que ainda sobrevive na mente dos cientistas acadêmicos. Esta é a última teoria medieval que ainda teima em sobreviver, por pura arrogância
O Sol visto desde o ponto de vista astral é extraordinário.
Por exemplo, existe um caminho secreto que conduz ao templo-coração do Sol. Claro que não se trata de um caminho físico, e isso quero que vocês o entendam, refiro-me a um caminho secreto, astral, esotérico, que conduz, como já disse, ao templo-coração do Sol. É um caminho que não pertence à matéria densa.
Quando alguém se aproxima de ver aquilo na superfície, o único que percebe é uma grande profundidade, um abismo tenebroso, mas lá no fundo, no ignoto, se veem algumas labaredas.
Em meu veículo astral pude descer por esse grande precipício, chegar até aquelas labaredas. Ali, um Grande Ser o abençoa. É o Porteiro ou o Guardião do Templo. Este nos abençoa com um ramo de oliveira. Logo, pelo caminho secreto, alguém pode se dirigir até o templo-coração do Sol. Nesse templo-coração encontram-se os Sete Chohans, sete grandes seres que trabalham no sistema solar.
Ali se sentem o fluxo e o refluxo da Grande Vida, a sístole e a diástole de todo o sistema em que vivemos, movemos e temos o nosso Ser. Pode-se dizer que ali está o coração do Sol, o coração do sistema solar. É que o sistema solar, visto de longe, se parece com um homem caminhando através do inalterado espaço infinito.
E tem órgãos funcionais. Por exemplo, Marte é o fígado do nosso sistema solar e o Sol propriamente dito é o coração. Mas esse coração há que ser buscado no próprio núcleo dessa massa central.
Certamente, o raio mais poderoso do Sol vibra na aurora e pertence à Kundalini. Devido a isso, é interessante e até muito aconselhável praticar o Sahaja Maithuma na aurora, no amanhecer do dia.
Existem também ali, no Sol, distintos elementais da natureza como há em todo planeta. Ali flui e reflui a vida com incessante beleza.
Os cientistas supõem que o Sol seja uma bola de fogo ou uma nuvem de hélio ou o que seja, as pessoas comuns e correntes pensam que o Sol é como uma grande fogueira e que quanto mais perto estiver de alguém, mais exposta essa pessoa estará de se queimar. Não existe isso. Subam vocês a uma montanha de 5 mil metros de altura e verão que morrerão de frio, e se vocês se elevarem em um balão até a estratosfera, ali morreriam de frio. Nos espaços interplanetários a temperatura chega a 120 graus abaixo de zero.
Então não existe isso de que o Sol seja uma bola de fogo, é um mundo sumamente rico em minas de urânio, de rádio, de cobalto etc., e como é tão imenso, é claro que a radiação de suas minas também é muito forte, muito poderosa. A soma total de tantas minas produz radiações tremendas, ou seja, todas as radiações dessas minas, toda a energia atômica que vêm das minas atravessa a atmosfera terrestre, e então tais radiações são decompostas em luz, calor, cor e som.
É precisamente a camada superior da atmosfera terrestre que se encarrega de analisar e decompor os raios solares em luz, calor, cor e som, mas no espaço interplanetário há intenso frio, como já disse até 120 graus abaixo de zero.
Assim, pois, não é que o Sol seja uma bola de fogo como creem as pessoas comuns e correntes e como supõem alguns cientistas, senão que é rico em minas e suas irradiações são as que ao se decomporem na atmosfera da Terra se convertem ou dividem como luz, calor, cor e som e suas irradiações não somente chegam ao planeta Terra senão que chegam a todos os mundos do sistema solar e em cada planeta de nosso sistema acontece o mesmo.
Feita essa explicação, convém deixarmos de uma vez por todas essas ideias falsas da mente e saber que o Sol não é uma bola de fogo, muitos astrônomos se distraem estudando a auréola solar, a coroa do Sol, eles pensam que essa coroa do Sol deve ser uma massa física material, uma massa densa, e não existe isso. A coroa do sol é uma espécie de aurora boreal formada pela mesma eletricidade e magnetismo daquele astro. Isso é tudo.
O Sol é um gigantesco emissor de inúmeras energias, que se irradiam pelo universo. Mas isso não significa que o astro-rei seja uma bola de fogo
P: Perdoe, Mestre, mas eu quero lhe perguntar: então se na Terra não existisse atmosfera, nosso planeta seria um mundo escuro?
SAW: Sim, simplesmente ao não haver atmosfera de nenhuma espécie na Terra, pois este poderia ser um mundo escuro. Nesse caso, se argumentaria a mim que a Lua não tem atmosfera e que, no entanto, há tempos em que há luz e também em que há obscuridade, ou que tem diríamos, uma metade de luz e uma metade de obscuridade. Quero dizer, que o mês lunar é dividido em época de luz e época de obscuridade etc., de acordo com os períodos cósmicos que já se conhecem a fundo e que os astronautas têm utilizado para suas expedições.
Mas é que a atmosfera da Lua, eu digo, existe uma atmosfera rarefeita e, entre outras coisas, já foi aceito oficialmente que na Lua há atmosfera, há uma atmosfera rarefeita, incipiente, mas existe, e essa tal atmosfera pode perfeitamente decompor os raios solares em luz, calor, cor e som. Se não existisse atmosfera no nosso planeta Terra, pois essa decomposição não existiria, haveria trevas.
Mas a massa densa se oporia, como resistência, às radiações solares, com essa resistência se produziria então o calor e até seria possível que essa massa densa ao se opor como resistência à radiação resplandecesse, transformasse a radiação não somente em calor senão em luz também, então de todas as maneiras haveria luz, mas com um calor insuportável.
P: Mestre, o senhor nos disse que no Sol existem seres humanos, você poderia nos dizer como são aqueles seres humanos?
SAW: Pois os habitantes do Sol são pessoas de uma estatura ou um corpo mais ou menos como a dos homens ou seres humanos da Terra. As pessoas do Sol em tamanho são como as pessoas da Terra, embora sejam corpos harmoniosos, perfeitos, belíssimos. Homens e mulheres vivem em um estado de harmonia insuperável, entendido?
P: Venerável mestre, o senhor nos disse em seus livros que existe o Sol Central Sírio e que é milhões de vezes maior que o Sol que nos ilumina. Quero lhe perguntar, mestre, se você conhece esse Sol? Pode nos dizer se existe vida nesse imenso mundo e como seria a vida lá?
SAW: Bem, Sírio é a capital diríamos de toda esta galáxia em que vivemos. Esta galáxia, a Via-Láctea, o Macrocosmo, tem muitos milhões de sistemas solares e todos os sóis e planetas da galáxia giram ao redor do Sol Central Sírio. Trata-se de um sol milhões de vezes maior que o que nos ilumina. Esse Sol Central Sírio tem um irmão gêmeo, que é uma lua 5 mil vezes mais densa que o chumbo. Essa lua gira ao redor de Sírio de forma incessante. É, portanto, uma estrela dupla. Resulta muito interessante saber que o próprio núcleo desta grande galáxia está devidamente bipolarizado. De Sírio mesmo provêm todas as irradiações que governam todos os supracéus, e dos diversos mundos que compõem a galáxia.
E de seus irmão gêmeo, essa lua tão pesada, 5 mil vezes mais densa que o chumbo, provêm todas as influências negativas, tenebrosas, que caracterizam a cada um dos satélites lunares que giram ao redor de seus mundos. Radiações fatais sinistras que governam aos infrainfernos. Há uma terceira força que chamaríamos Neutra, a qual permite certo equilíbrio entre os poderes positivos e negativos. Vejam você que a galáxia está devidamente equilibrada entre a luz e as trevas, entre o positivo e o negativo. Sírio em si mesmo é um mundo gigantesco que tem rica vida mineral, vegetal, animal e humana.
Os habitantes de Sírio são de estatura muito pequena, não alcançam a ter sequer 1 metro de estatura (eu acredito que têm meio metro). Delgados de corpo e com bonita presença, são verdadeiros adeptos da Irmandade Branca. Em Sírio não se pode reencarnar ninguém que não haja alcançado, pois, a estatura de um Kummara. Ali, aqueles homens são verdadeiros Deuses. Vivem humildemente nos campos.
Lá ninguém quer construir cidades. Isso de fazer cidades é próprio de pessoas sem inteligência. Os habitantes de Sírio jamais cairiam em semelhante erro. Têm humildes casas, usam túnicas tingidas de forma simples, semeiam cada um de seus alimentos, pois cada casa tem sua horta de onde o siriano cultiva seus alimentos. Eles têm cada um o seu jardim, onde cultivam flores, e todos vivem em paz e harmonia com todo mundo. Nenhum deles faria ali guerras nem nada do tipo, pois tudo isso é bárbaro e selvagem.
Os sirianos são pessoas muito cultas, verdadeiros homens iluminados no sentido mais transcendental da palavra. Ali está a Igreja Transcendida. Alguém se assombra quando entra nesse templo de maravilhas. Ali oficiam os grandes iniciados da galáxia, eu assisti várias vezes aos ritos. Constantemente se faz passar ou se vive ali o Drama Cósmico, a vida, paixão e morte do Cristo, pois, como já lhes foi dito, esse Drama é completamente cósmico.
No templo-coração daquele mundo gigantesco, daquele sol extraordinário, encontramos o Deus Sírio, e com Ele todos os seus iniciados, seus discípulos. Realmente Sírio é a capital da grande galáxia na qual vivemos. É, portanto, maravilhoso. É só isso por enquanto.
Existe, também, no mundo astral, o antípoda do nosso glorioso Sol. Trata-se do terrível SOL NEGRO, cultuado em todas as tradições esotéricas negativas do passado, especialmente nos últimos períodos da Atlântida, entre os membros esotéricos do nazismo e agora em algumas regiões do Tibet.
A meditação é a disciplina esotérica dos gnósticos.
A meditação reveste-se de três fases:
Concentração Meditação Samadhi
Concentração significa fixar a mente em uma única coisa. Meditação significa refletir sobre o conteúdo substancial da própria coisa. Samadhi é êxtase ou arroubo. Um mestre do Samadhi entra em todos os planos de consciência. Com o Olho de Dagma, ele esquadrinha todos os segredos da Sabedoria do fogo.
Nossos discípulos gnósticos devem aprender com urgência a funcionar sem veículos materiais, de espécie alguma para que percebam com o Olho de Dagma todas as maravilhas do Universo. Eis como nossos discípulos tornar-se-ão Mestres do Samadhi.
Deitado em seu leito, com as mãos cruzadas em seu peito, o discípulo meditará profundamente em seu corpo físico, dizendo paras si mesmo: Não sou este corpo físico. Depois, meditará profundamente em seu corpo etérico dizendo para si mesmo: Não sou este corpo etérico. Em seguida, em profunda meditação interna, refletirá em seu corpo astral e dirá: Não sou este corpo astral.
Agora, o discípulo meditará em seu corpo mental e dirá a si próprio: Tampouco sou esta mente com a qual estou pensando. A seguir, o discípulo refletirá em sua força de vontade e dirá: Tampouco sou o corpo da vontade. Agora, o discípulo meditará ainda em sua consciência e dirá para si mesmo: Tampouco sou a consciência. Enfim, sumido em profunda meditação, o discípulo exclamará com o seu coração:
EU SOU O ÍNTIMO! EU SOU O ÍNTIMO! EU SOU O ÍNTIMO!
Por fim, fora de todos os seus veículos, o discípulo se tornará de fato uma majestade do infinito. Verá então que já não precisa mais pensar porque a Sabedoria do Íntimo é Sim, Sim, Sim. Agora o discípulo dar-se-á conta de que a ação do Íntimo é Sim, Sim, Sim. Agora, o discípulo entenderá que a natureza do Íntimo é felicidade absoluta, existência absoluta e onisciência absoluta.
Nesses instantes de suprema felicidade, o passado e o futuro irmanam-se dentro de um eterno agora e os grandes dias cósmicos e as grandes noites cósmicas se sucedem umas às outras dentro de um instante eterno… Nessa plenitude da felicidade, nossos discípulos podem estudar toda a Sabedoria do fogo nas chamas abrasadoras do Universo.
Assim é como nosso discípulos aprendem a agir sem veículos materiais de espécie alguma a fim de estudar todos os segredos da magia elemental da natureza. Há necessidade de que o Íntimo aprenda a desvestir-se para agir sem veículos no grande Alaya do mundo.
Concentração, Meditação e Samadhi
são os três Caminhos obrigatórios da Iniciação
Primeiro, fixa-se a atenção no corpo sobre o qual vamos praticar, depois se medita na sua constituição interna e, cheios de beatitude, dizemos: eu não sou este corpo. Concentração, Meditação e Samadhi devem ser praticados sobre cada corpo. Concentração, Meditação e Samadhi, os três são chamados no Oriente: um Samyasi.
A fim de podermos nos despojar de cada um de nossos veículos inferiores, praticaremos um Samyasi sobre cada em deles. Os grandes ascetas da meditação são os grandes samyasin do entendimento cósmico, cujas chamas flamejam na Rosa Ígnea do Universo. Para alguém ser um samyasin do pensamento precisa ter adquirido castidade, tenacidade, serenidade e paciência. Depois de certo tempo de prática, nossos discípulos poderão libertar-se dos seus seis veículos para agir no grande alaya do Universo sem veículos de espécie alguma.
O discípulo notará que seus sonhos começarão a se tornar cada dia mais claros e compreenderá que quando o seu corpo físico dorme, o homem interno viaja, atua e trabalha nos mundos suprassensíveis. Agora, o discípulo entenderá que os chamados sonhos são experiências vividas nos mundos internos.
Nossa cabeça é uma torre com dois salões, os quais são o cérebro e cerebelo. O cerebelo é o salão do subconsciente e o cérebro, o salão da consciência. A Sabedoria dos mundos internos pertence ao mundo do subconsciente.
As coisas do mundo físico pertencem ao salão da maravilhosa torre da nossa cabeça. Quando a consciência e o subconsciente se unem, o homem pode estudar todas as maravilhas dos mundos internos e passá-las ao cérebro físico.
Nossos discípulos precisam unir com urgência esses dois salões da maravilhosa torre da nossa cabeça. A chave para isso é o Exercício Retrospectivo. Ao despertar, depois do sono, pratica-se um Exercício Retrospectivo para recordar tudo aquilo que se viu e ouviu, bem como todos aqueles trabalhos que se executou quando se estava longe do corpo físico. Assim é como os dois salões da consciência e da subconsciência unem-se para dar-nos a grande a iluminação.
Não há sonhos falsos; todo sonho é uma experiência vivida nos mundos internos. Os próprios pesadelos são experiências reais porque os monstros dos pesadelos existem realmente nos mundos submersos. As imagens dos mundos suprassensíveis são totalmente simbólicas. Há que se aprender a interpretá-las com base:
Na Lei das Analogias Filosóficas
Na Lei das Analogias dos Contrários
Na Lei das Correspondências e
Na Lei da Numerologia
Até os sonhos aparentemente absurdos, se interpretados sabiamente, encerram grandes revelações.
Na ocasião do despertar, nossos discípulos não devem se mexer porque com o movimento agitam o corpo astral e as recordações se perdem. A primeira coisa que o discípulo precisa fazer, tão logo desperte em sua cama, é praticar um exercício retrospectivo para se lembrar com precisão de todas as suas experiências internas. Assim é como os dois salões do consciente e da subconsciência unem-se e vem a Sabedoria interna. Os samyasin do pensamento adquirem consciência contínua na Rosa Ígnea do Universo…
É necessário se adquirir a mais profunda serenidade. É urgente se desenvolver a paciência e a tenacidade. Há que se permanecer indiferente diante do elogio e da ofensa, diante do triunfo e da derrota. É necessário mudar-se o processo do raciocínio pela beleza da compreensão.
É indispensável fazer-se uma soma de todos os nossos defeitos e dedicar dois meses a cada defeito até se acabar com todos eles. Aquele que tenta acabar com todos os seus defeitos ao mesmo tempo se parece ao caçador que quer caçar dez lebres ao mesmo tempo: não caça nenhuma.
Para chegar a ser um mestre do Samadhi, torna-se urgente cultivar uma rica vida interior. O gnóstico que não sabe sorrir tem tão pouco controle quanto aquele que só conhece a gargalhada de Aristófanes.
Há que se adquirir um completo controle de si mesmo. Um Iniciado pode sentir alegria, porém jamais cairia no frenesi da loucura. Um Iniciado pode sentir tristeza, porém jamais chegaria ao desespero. Aquele que se desespera pela morte de um ser querido ainda não serve para Iniciado porque a morte é a coroa de todos.
Durante as práticas de meditação, os chacras do corpo astral entram em atividade e o discípulo começa a perceber as imagens dos mundos suprassensíveis. No início, o discípulo só percebe as imagens fugazes… Mais tarde, o discípulo perceberá totalmente as imagens dos mundos suprassensíveis. Essa primeira etapa do conhecimento pertence ao Conhecimento Imaginativo.
O discípulo contempla muitas imagens que para ele são enigmáticas; não as entende. Mas, conforme persevera em suas práticas de meditação interna, vai percebendo que essas imagens suprassensíveis produzem nele certos sentimentos de alegria ou de dor. O discípulo sente-se então Inspirado na presença de tais imagens; agora se levantou ao Conhecimento Intuitivo. Mais tarde, ao ver qualquer imagem interna, percebe instantaneamente seu significado e o porquê de cada coisa; esta é a terceira escala do Conhecimento Intuitivo.
Imaginação, Inspiração e Intuição são os três caminhos obrigatórios da Iniciação. A essas alturas inefáveis, chega-se com a concentração, a meditação e o Samadhi. Aquele que chegou aos cimos inefáveis da intuição converteu-se num mestre do Samadhi.
A sabedoria oriental pratica-se na seguinte ordem:
Primeiro: Asana (postura do corpo)
Segundo: Pratyara (não pensar em nada)
Terceiro: Dhárana (concentração em uma só coisa)
Quarto: Dyana (meditação profunda)
Quinto: Samadhi (êxtase)
Necessário colocar o corpo na posição mais cômoda (Asana); indispensável pôr a mente em branco antes da concentração (Pratyara); urgente saber fixar a mente em uma única coisa (Dhárana); assim chegamos ao êxtase (Samadhi). Essa disciplina esotérica da mente deve empapar completamente a nossa vida cotidiana.
Na presença de qualquer pessoa, surgirão em nosso interior muitas imagens que correspondem à vida interna da pessoa com a qual nos pusemos em contato; isso se chama clarividência. Mais tarde, essas imagens produzem em nós diversos sentimentos de inspiração, então o discípulo chegou ao Conhecimento Inspirativo. Por fim, na presença de qualquer pessoa, o discípulo conhece instantaneamente a vida do interlocutor; esse é Conhecimento Intuitivo.
Aqueles que querem ingressar na sabedoria do fogo precisam terminar com o processo do raciocínio e cultivar as ardentes faculdades da mente. Da razão, devemos extrair somente seu fruto de ouro. O fruto de ouro da razão é a compreensão. A compreensão e a imaginação devem substituir a razão. Imaginação e compreensão são os cimentos das faculdades superiores do entendimento.
Para se ingressar no conhecimento dos mundos superiores, é necessário se adquirir as faculdades superiores da mente. Aqueles que lerem os ensinamentos deste livro e ainda assim continuem teimosamente no processo do raciocínio, não servem para os estudos superiores do espírito. Ainda não estão maduros.
Clarividência e Imaginação são a mesma coisa. Clarividência é imaginação e imaginação é clarividência. A clarividência existe eternamente. Quando a Rosa Ígnea do corpo astral, situada no entrecenho, desperta para uma nova atividade, as imagens que internamente chegam a nossa imaginação surgem acompanhadas de luz e de cores.
Há que se aprender, por experiência própria, a diferenciar as imagens recebidas das imagens que conscientemente ou inconscientemente criamos ou projetamos. Há que se diferenciar entre as imagens próprias e as imagens alheias que vêm a nós.
A imaginação tem dois polos: um receptor e outro projetor. Uma coisa é receber uma imagem e outra é projetar uma imagem criada pelo nosso entendimento. O polo contrário da imaginação é a fantasia. Imaginação é a clarividência. Fantasias são as imagens absurdas criadas por uma mente repleta de aberrações.
Os instrutores não somente devem entregar aos discípulos práticas para o despertar do chacra frontal, como devem lhes ensinar a manejar a clarividência. A clarividência é a imaginação, cujo chacra reside no entrecenho. A imaginação é o translúcido; para o sábio, imaginar é ver.
A era da razão começou com Aristóteles, chegou ao seu apogeu com Immanuel Kant e termina agora com o nascimento da nova Era de Aquário. A Era de Aquário será a era da humanidade intuitiva. Temos de aprender a diferenciar entre o que é criar uma imagem com o entendimento e o que é captar uma imagem que flutua nos mundos suprassensíveis.
Muitos dirão: Como é possível que eu possa captar uma imagem sem ser clarividente? A esses respondemos que a imaginação é a própria clarividência e que todo ser humano é mais ou menos imaginativo, isto é, mais ou menos clarividente.
O que mais dano tem causado aos estudantes de ocultismo é o falso conceito que se tem sobre a clarividência. Os autores desse falso conceito foram os intelectuais que olharam com o mais profundo desdém as faculdades da imaginação. Os ocultistas, querendo se defender do desprezo dos intelectuais, deram um colorido marcadamente científico à imaginação e a batizaram com o nome de clarividência ou sexto sentido. Essa atitude dos ocultistas prejudicou a eles mesmos porque ficaram confundidos…
Agora, os ocultistas (vítimas dos intelectuais) estabeleceram um abismo terrível entre a imaginação e a clarividência. Muitos perguntam a si mesmos: como posso perceber imagens sem ser clarividente? Pobre gente! Não sabem que tesouro possuem. Ignoram que a imaginação é a própria clarividência e que todo ser humano é mais ou menos clarividente.
Os ocultistas quiseram converter a bela faculdade da clarividência em algo artificial, técnico e difícil. Clarividência é imaginação. A clarividência é a mais bela, a mais simples e a mais pura flor da espiritualidade. Quando reconquistamos a nossa a infância perdida, todas as imagens que chegam até nossa imaginação surgem acompanhadas de vivíssimas cores astrais. O intelectual que despreza a imaginação comete um gravíssimo absurdo porque tudo o que existe na natureza é filha da imaginação.
O artista que pinta um quadro é um clarividente. Qualquer um fica arrebatado diante do Cristo de Leonardo da Vinci ou diante da Madona de Michelangelo. O artista percebe com a sua imaginação (clarividência) sublimes imagens que em seguida passa para suas aquarelas ou para as suas esculturas. A Flauta Mágica de Mozart lembra-nos uma iniciação egípcia…
Quando a Deusa Mãe do Mundo quer entregar aos homens algum brinquedo para que se divirta, deposita-o na imaginação dos inventores. Assim tivemos o rádio, o avião, os automóveis etc. As imagens tenebrosas dos mundos submersos, quando são captadas pelos cientistas, convertem-se em bombas, canhões, metralhadoras etc.
Assim, pois, todo mundo é mais ou menos clarividente e não se pode desprezar a imaginação porque todas as coisas são filhas da imaginação. Há que se fazer uma distinção entre os homens que não receberam educação esotérica e aqueles que já se submeteram às grandes disciplinas esotéricas.
A imaginação evolui, desenvolve-se e progride dentro da Rosa Ígnea do Universo. Aqueles que já fizeram a roda mágica de seu entrecenho girar possuem uma imaginação rica e poderosa e as imagens por eles percebidas são acompanhadas de luz, cor, calor e sons.
Não negamos a existência da clarividência. Ela é o sexto sentido, cujo chacra reside no entrecenho e tem 96 raios. O que queremos é ampliar a conceito e fazer com que o estudante compreenda que outro nome dado à clarividência é imaginação. As pessoas esqueceram o uso e o manejo da divina clarividência. Torna-se necessário que nossos estudantes saibam que a imaginação é a mesma clarividência ou sexto sentido, situado no entrecenho.
Muita gente crê que a imaginação é uma faculdade puramente mental e que nada tem a ver com o chacra frontal da clarividência. O chacra frontal do corpo astral está intimamente relacionado com o chacra frontal do corpo mental, com o chacra frontal do corpo etérico e com a glândula pituitária situada no entrecenho do corpo físico. Assim, pois, a imaginação pertence a todos os planos da consciência universal, sendo que a clarividência é a mesma imaginação, suscetível de desenvolvimento, evolução e progresso dentro da Rosa Ígnea do Universo.
É necessário que os devotos do sendeiro tenham uma mente bem equilibrada. Quando falamos de lógica, aludimos a uma lógica transcendental, que nada tem a ver com os textos de lógica escolástica. Toda imagem interna tem as suas correspondências científicas neste plano da objetividade física. Quando as imagens do estudante não possam ser explicadas através do conceito lógico, é sinal de que a mente está desequilibrada.
Os discípulos gnósticos devem cultivar a Serenidade. A Serenidade é a chave mais poderosa para o desenvolvimento da clarividência. A cólera destrói a harmonia do conjunto e danifica totalmente as pétalas da Rosa Ígnea do entrecenho. A cólera decompõe a luz astral em um veneno chamado Imperil, que danifica as pétalas da Rosa Ígnea do entrecenho e obstrui os canais do sistema nervoso grande simpático. Há que se fazer rodar o chacra da clarividência com a vogal “i”, a qual deve ser vocalizada diariamente alongando-se o seu som, assim:
iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii …
Na augusta serenidade do pensamento que flameja abrasadoramente, devemos contemplar as imagens internas; sem o deprimente processo do raciocínio. Na presença de uma imagem interna, nossa mente deve fluir integralmente como o doce fluir do pensamento.
Por entre os quadros imaginativos, nossa mente vibrará com as ondas do discernimento.
O Discernimento é percepção direta da verdade; sem o processo da deliberação conceitual. O processo da deliberação divide a mente com o batalhar das antíteses, então as imagens escondem-se como as estrelas atrás das densas nuvens dos raciocínios. Devemos aprender a pensar com o coração e a sentir com a cabeça…
Nossa mente deve se tornar delicadamente sensível. A mente deve se liberar de todo tipo de travas para compreender a vida livre em seu movimento. Nós admiramos a intrepidez.
Os desejos de qualquer espécie são travas para a mente. Os prejulgamentos e preconceitos são travas para o entendimento. As escolas são gaiolas onde a mente fica prisioneira. Devemos aprender a viver sempre no eterno presente porque a vida é um instante sempre eterno. Nossa mente deve se converter num instrumento flexível para o Íntimo. Nossa mente deve se tornar criança.
Durante as práticas de meditação interna, devemos estar no mais completo repouso interior porque as agitações mentais, qualquer atitude de impaciência, turvam a mente e impedem a percepção das imagens do interior.
No mundo físico, qualquer atividade é acompanhada do movimento de nossas mãos, pernas etc., mas, nos mundos internos, precisamos do mais profundo repouso, da calma mais absoluta, para receber as imagens internas que vêm à mente como uma graça… Como uma bênção.
É indispensável que nossos discípulos cultivem a bela qualidade da veneração. Devemos venerar profundamente todas as coisas sagradas e divinas. Devemos venerar profundamente as obras do Criador. Devemos venerar profundamente aos Veneráveis Mestres da Fraternidade Branca Universal. O respeito e a veneração abrem para nós as portas dos mundos superiores.
Não devemos ter preferências por ninguém. Devemos atender com o mesmo respeito e com a mesma veneração tanto ao mendigo quanto ao grande senhor. Devemos cultivar a cortesia e atender igualmente tanto ao rico como ao pobre, ao aristocrata como ao rústico; sem preferências para ninguém.
Devemos cultivar a paciência e a previsão. As formigas e as abelhas são pacientes e previdentes. Devemos aprender a ser indiferentes diante do ouro e das riquezas. Devemos aprender a apreciar mais a doutrina do coração. Aquele que despreza a doutrina do coração para seguir a doutrina do olho (teorias, escolas, cultura livresca etc.) não chegará jamais às grandes realizações.
Temos de aprender a conhecer o bom do mau e o mau do bom. Em todo o bom há algo de mau; em todo mau há algo de bom. Ainda que pareça incrível, as Marias Madalenas estão mais perto da Iniciação que muitas donzelas. Ainda que ao estudante lhe pareça extraordinário, às vezes está mais perto da Iniciação aquele a quem todos apontam com o dedo e acusam, do que aquele santarrão que sorri docemente diante do auditório de uma loja ou templo.
Paulo de Tarso foi um verdugo e um assassino antes do acontecimento que lhe sobreveio no Caminho para Damasco. A instantânea transformação desse homem surpreendeu aos santos de Jerusalém. O malvado converteu-se em profeta… Este é o Mistério do Bafometo. Os objetos sagrados dos templos se sustentam sobre pedestais animalescos, os pés dos tronos dos Mestres são feitos de monstros. Cristo soube apreciar a beleza dos dentes do cadáver de um cachorro em decomposição.
No demônio Belzebu flamejavam chamas azuis que serviram para transformá-lo em discípulo da Loja Branca. No incenso da oração, muitas vezes esconde-se o delito.
O discípulo não deve julgar a ninguém nem criticar a ninguém para formar uma rica vida interior. Às vezes, falar é um delito e outras vezes, calar também o é. É tão mau falar quando se deve calar quanto calar quando se deve falar. Há que se aprender a manejar o verbo e saber calcular com exatidão o resultado de nossas palavras.
Uma mesma palavra pode servir de bênção para uma pessoa e de insulto para outra. Por isso, antes de se pronunciar uma palavra, seu resultado deve ser muito bem calculado.
Os Senhores do Karma julgam as coisas pelos seus feitos; sem ter em conta as boas intenções. Nossa mente precisa ser simples, humilde e cheia do mais profundo respeito. Nossos discípulos devem evitar cuidadosamente toda disputa para não dissipar suas energias inutilmente.
Quem quiser aceitar a doutrina dos gnósticos que a aceite, porém quem não a quiser aceitar é porque ainda não está maduro. Inútil então encetar disputas com ele a fim de convencê-lo. Que as disputas sejam proibidas! Que a discórdia em palavras seja derrubada! Que todas as malezas deixem claro o caminho!
Devemos cultivar a gratidão porque a ingratidão e a traição são irmãs. Há que se terminar com a inveja porque da inveja saem os judas que vendem o Mestre por trinta moedas de prata. A inveja é a flor venenosa que mais abunda entre os pântanos das escolas espiritualistas do mundo. A inveja costuma disfarçar-se com toga do juiz.
Devemos cultivar a sinceridade porque as flores mais belas do espírito germinam na substância da sinceridade. Todas estas qualidades dar-nos-ão uma rica vida interior; assim preparamo-nos internamente para as grandes disciplinas esotéricas da mente que flamejam nas chamas abrasadoras do Universo.
As Plêiades são um grupo de estrelas situadas na Constelação de Touro, dentre elas está Alcion ou Alcione. Vamos estudar a respeito deste enigmático e importante Sol, já que sua influência sobre o nosso sistema solar é muito importante.
Convém lembrar que a Bíblia cita as Plêiades algumas vezes, vejamos: “Falando Deus a Jó, disse-lhe: ‘Poderás tu impedir as delícias das Plêiades ou desatar os ligamentos de Órion?’ … ‘Soubeste tu as ordens do céu?'” (Livro de Jó 38: 31)
As Sagradas Escrituras são muito claras ao se referirem às “Delícias das Plêiades”. Sabemos que a energia eletrônica de Alcione (o Sol Central das Plêiades) trará a todos os seres humanos uma luz de pureza, tanto interior quanto exterior. Estas são as delícias maiores que podemos ter.
Com respeito ao ligamento de Órion é necessário explicar o seguinte: o conhecido Cinturão de Órion é a base do Sol Tilo, no qual gravita a estrela Barnard I ou Hercólobus.
A Bíblia e vários outros livros antigos nos indicam que Órion abriga uma força malévola, em contraposição às Plêiades, que nos fornecem força positiva e benéfica. A grande energia de Alcione é comentada por VM Samael Aun Weor, dr. Paul Otto Hesse, sr. Yosip Ibrahim etc. Chegará um grande dia que durará cerca de 2 mil anos.
Então, vejamos o Apocalipse (21: 23 a 27: “A cidade não tem necessidade de Sol nem de Lua que brilhem nela”. Mas, a seguir, continua: “Suas portas nunca serão fechadas de dia, pois ali não haverá noites”.
Todos já estamos informados de que as energias do Sol Alcione serão exclusivamente cósmicas, compostas de elétrons devidamente desintegrados, os quais produzirão uma luz constante, de aproximadamente 2 mil anos. Também em Apocalipse (22: 5) diz: “Não haverá noite e não terá necessidade de luz de lâmpada, nem de luz do Sol, porque Deus, o Senhor, nos iluminará”.
As profecias do Apocalipse nos apresentam um realismo astronômico e profético de transcendental importância. No livro escrito em alemão, intitulado Der Jungs Ter Jag, de Paul Otto Hesse, aparecem inquietantes afirmações relacionadas com as Plêiades.
Segundo Hesse, nosso sistema planetário forma parte do sistema de sóis pertencentes ao sistema das Plêiades e que não apenas seis sóis giram ao redor de Alcione, mas também o nosso Sistema Solar, chamado esotericamente de Ors, sendo o sétimo a gravitar em torno da grande massa chamada Alcione.
Toda esta rotação e translação dura cerca de 24 mil anos, divididos em dois semiperíodos de 12 mil anos, dos quais 2 mil são de luz e 10 mil de obscuridade. Segundo afirma Otto Hesse, atualmente estamos vivendo o final dos 10 mil anos obscuros e, conseqüentemente, prontos para entrar nos 2 mil anos de luz.
Afirma-se que Alcione possui ao seu redor um gigantesco anel de radiações em posição transversal do plano das órbitas dos sóis e seus sistemas solares. O alcance do disco energético é de centenas de anos-luz. Logicamente, todos os sistemas solares terão obrigatoriamente de cruzar o anel ou disco de radiações. A velocidade é diferente, portanto demoram tempos diferentes.
O nosso Sistema Solar de Ors, devido à sua posição dentro das órbitas de Alcione, demora cerca de 2 mil anos para atravessar o anel alciônico. Segundo Hesse, a poderosa energia radiante do anel de Alcione provoca a decomposição ou o rompimento dos elétrons. Essa fissão eletrônica é desconhecida ainda pela ciência atual.
As Plêiades e suas 7 principais estrelas, lideradas por Alcione
Quando o planeta Terra, juntamente com todo o nosso sistema, penetrar nestas radiações, serão excitadas todas as moléculas e todos os átomos de todos os corpos existentes, sofrendo estes uma transformação de magnitude imprevisível.
O mais notável é que a excitação molecular criará um tipo de luz constante, porém, sem calor. Luz atérmica (sem calor) que não produz sombras de tal forma que nem nas cavernas mais profundas existirá obscuridade e, naturalmente, no interior do homem também não haverá obscuridade, trevas.
Toda matéria em seu inteiro será iluminada ocasionando mudanças em tosas as manifestações da vida. Surgirá vegetação antes desconhecida e rica em teor nutritivo e sabor.
Foi-nos dito que este fenômeno ocorre a cada 10 mil anos, com o qual se explica a época glacial, cataclismos causadores de modificações geográficas e da própria vida. Os anéis de Alcione nos trarão grandes benefícios, mas também produzirão grandes calamidades inicialmente.
A extraordinária obra de Hesse recebeu o título em espanhol de El dia más jove, e nele se descreve todo esse fenômeno maravilhoso de Alcione.
O VM Samael, fundador das Instituições Gnósticas, autor de mais de 60 obras gnósticas, em sua conferência realizada em Guadalajara, México, menciona a respeito de Alcione, conforme descreveremos mais adiante.
As principais estrelas das Plêiades, “subconstelação” pertencente à grande Constelação de Touro, tiveram seus nomes tirados das 7 filhas do Titã Atlas
Afirma-se que os Anéis de Alcione, por sua forma aparente, poderiam ser comparados aos anéis de Saturno, com a diferença de proporções e teor energéticos, já que estes são formados de pó e rochas, e aos anéis de Alcione, de luz, estendendo-se várias centenas de anos-luz.
Dentre em breve, a ciência acusará ter descoberto no espaço exterior certas radiações até então desconhecidas. A partir deste momento tudo será questão de pouco tempo para penetrarmos na Zona Manásica de Alcione.
A ciência atual não admite a hipótese da existência real dos anéis, e também que pertencemos a um sistema estelar tendo como eixo Alcione. Portanto, como afirma a Bíblia, a Humanidade será atingida de surpresa.
Afirma Hesse: “Caso a Terra entre nos anéis antes do Sol, será produzido um fenômeno atmosférico semelhante a um grande incêndio, tanto no céu com em todo o planta, no entanto não haverá calor nem prejudicará ninguém, pois será um fenômeno somente para a vista e os sentidos. Embora desde o princípio se observará alteração na matéria, assemelhando-se possivelmente a uma fosforescência”.
“Por outro lado, caso o Sol penetre primeiro nos anéis, será produzida na Terra uma obscuridade semelhante a uma noite com chuvas de estrelas, que durará cerca de 110 horas. Logo, a Terra sofrerá o fenômeno já descrito pra tornar-se banhada em luz constante durante 2 mil anos”.
“A obscuridade será produto das modificações repentinas nas radiações solares pelo contacto com o Anel Manásico. A chuva de estrelas ou aparentes estrelas, será conseqüência da extraordinária excitação molecular da atmosfera. O dia perpétuo de 2.000 anos é resultado da própria radiação, não dependendo do Sol para ter luz de dia”.
“Como conseqüência, um provável fenômeno ocorrerá na alteração da atração solar sobre a Terra, diminuindo progressivamente sua velocidade de rotação sobre seu eixo tornando os dias mais longos”.
Hess enfatiza que a radiação manásica carece de calor, por é luz sem sombra, sem temperatura e como os raios solares serão modificados, então começará haverá em nosso planeta um esfriamento geral, mais sensível nos pólos. Será o início de uma Nova Glaciação, cujos gelos chegarão pelos menos, até o paralelo 40, ao norte e ao sul, deixando com região habitável e de clima temperado as proximidades do Equador.
A linha do Equador não será no mesmo lugar geográfico que conhecemos. A entrada da Terra no anel manásico produzirá uma mudança, talvez brusca, na inclinação do eixo polar, colocando-nos em posição vertical. Tudo indica que este mesmo fenômeno ocorreu nas épocas Lemúrica e Atlante.
A ciência sabe que as glaciações ocorrem de maneira periódica, de forma brusca e repentina. Mas, até hoje a ciência não encontrou o motivo desta ocorrência. Conhece-se os efeitos, porém nada se sabe sobe as causas. Consequentemente, os anéis, tantas vezes mencionados juntamente com o grande astro Hercólubus, ou estrela Barnard I, pode ser uma boa explicação.
Tanto para Hesse e o VM. Samael quanto também para os Irmãos Maiores do Cosmo, a natureza dos anéis provocará uma luz constante na Terra, desaparecendo as sombras, o dia, a tarde e a noite. Não haverá mudanças de frio para calor, provavelmente desaparecerão as estações do ano.
O conceito do homem sobre o Tempo será totalmente alterado. A Terra continuará dependendo do Sol, no tocante ao calor, mas esta energia térmica será diminuída e se manterá constante.
Alertamos que isto não será o “Fim do Mundo”, pois bem sabemos nos meios esotéricos e antropológicos que ainda faltam duas raças para o planeta se converter em um cadáver, em uma lua.
Entretanto, convém lembrar que nem todas as pessoas viventes neste planeta poderão subsistir a eta nova radiação ou energia, por diversos motivos que serão explicados à medida que avançamos nos estudos.
Além do mais, com estes acontecimento haverá mudanças continentais. Uns se afundarão, outros submergirão, com a presença de vulcões e terremotos, resultando um cataclismo distante.
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Transcrição de uma conferência proferida pelo VM. Samael Aun Weor em uma Universidade da cidade de Guadalajara (México)
Dizia o Mestre Samael, a uma plateia de cerca de 2.000 pessoas, na maioria delas universitários:
“Ponham o máximo de atenção, antes de tudo é necessário saber que desde o ano de 1962, dia 4 de fevereiro, entre as duas e três horas da tarde, se iniciou a Era de Aquário, do Aguador. Houve um acontecimento que vocês se recordarão em suas memórias, refiro-me àquele congresso de mundos, de planetas, que se encontraram precisamente na constelação do Aguador. Foi verdadeiramente um engarrafamento celeste, um encontro de mundos, houve um eclipse do Sol e da Lua”.
Há muitos anos que vínhamos falando de tal evento cósmico e havíamos assegurado judiciosamente que tal acontecimento teria lugar no dia 04 de fevereiro de 1.962, entre duas e três horas da tarde, fato sucedido concretamente.
Há muitos anos, mais ou menos de 15 a 20 anos, vínhamos anunciando este evento cósmico e anunciamos até o horário e tudo ocorreu como prevíamos. Um congresso tal como aconteceu, não ocorre diariamente, e sim quando se inicia uma nova Era, pois fatos são fatos e ante eles temos de nos render.
E quando isto aconteceu, não era novidade, para nenhum irmão do Movimento Gnóstico Cristão Universal. Unicamente eles viram a confirmação. Mas, isso não é tudo. Desde aquela data algo mais está para acontecer. Já sabemos que Aquário é governado por Saturno e Urano e que é completamente revolucionário. Saturno está alegorizado na Alquimia pelo corvo negro, o regresso ao caos primitivo original.
Quanto a Urano, está perfeitamente demonstrado que é totalmente rebelde, revolucionário, catastrófico. Na questão relacionada com as estrelas existem acontecimentos, existem eventos que valem a pena conhecer. Muito se em falado sobre Alcione e isto nos convida à reflexão.
Certa vez, nos mundos superiores, tive de conversar largamente com ele. Então evidenciei que sim em verdade é um adepto da Grade Fraternidade Branca. Muito se disse sobre Alcione e citou-o Krishnamurti, de alguma forma o relacionou com aquela estrela, isto é profundamente significativo.
Alcione é um sol muito interessante. Ao seu redor giram outros tantos sóis. Disseram que o sol que nos ilumina é o sétimo sol a girar ao redor de Alcione.
Não admitirão, naturalmente os sábios da ciência oficial, mas os esoteristas não ignoramos a realidade do significado deste grande sol. Há um grande conjunto de mundos ao redor de Alcione.
São 7 sóis e cada um deles ilumina e dá vida aos planetas e satélites que giram em sua respectiva órbita. Não podemos negar que este sol que nos ilumina em seu grupo de mundo, aos quais ilumina e vivifica. Quando alguém compreende a forma como se organizam os sistemas solares e como gravitam estes ao redor de seus centros gravitacionais, avança muito no terreno do conhecimento.
As Plêiades foram muito citadas nas Sagradas Escrituras – Bíblia, e em vários ensinamentos de tipo esotérico. Alcione é, precisamente, o Sol principal das Plêiades e ao seu redor gravitam 7 sóis, sendo o nosso sol o sétimo girando ao redor de Alcione.
Cada sol é centro de um sistema solar e Alcione é o centro de 7 sistemas solares.
Isto nos convida à reflexão, recordemos Saturno com seus grandes anéis de pedra, areia meteórica ou rocha. Estes anéis estão limitados exclusivamente a Saturno.
Mas, é bom sabermos que Alcione também possui anéis. São maiores que os de saturno, com a seguinte diferença: enquanto aqueles são compostos de rochas, pedras meteóricas, areia e matéria de diversas espécies, os de Alcione formam um todo único e são radioativos, ou seja, são constituídos de radiações.
Mas, a que classe de radiações quero referir-me? Simplesmente, às radiações resultantes do fracionamento de elétrons.
Os elétrons fracionados liberam energia. Um tipo de energia que alguns autores denominam Manásica.
Este termo é sânscrito e de certo modo relaciona com o Manas inferior ou mente inferior, com o Manas superior ou mente superior. Tais elétrons liberam um tipo de energia desconhecida.
Se o animal intelectual, equivocadamente chamado homem, pudesse desintegrar os elétrons como desintegram o átomo, estaria preparado para provocar uma catástrofe, que não somente afetaria a parte tridimensional de Euclides, como ainda mais, afetaria as regiões sefiróticas de Hod, o mundo das emoções, ou a Netzach, o Mundo da Mente, ou talvez até Tipheret, o mundo das causas naturais.
Essas regiões sofreriam grandes danos. E se algum louco terrícola pudesse desintegrar o elétron obteria uma energia diferente da resultante da Bomba H, ou qualquer outro elemento mortífero. Afortunadamente, os cientistas ainda não são capazes de fracionar o elétron e provar a energia encerrada neles.
Em Alcione há casos em que os elétrons são fracionados, destruídos e liberam um tipo de energia desconhecida, diferente dos raios catódicos, raios X ou raios N.
Em 1974 três astronautas, gravitando ao redor da Terra, informaram sobre um tipo de radiações desconhecidas, insuspeitadas pela ciência oficial. Desde 1962, precisamente desde o dia 4 de fevereiro do citado ano, nosso planeta Terra e todo o sistema solar estão a ponto de entrar nos terríveis anéis de Alcione.
As Plêiades ficam na Constelação de Touro
Tais anéis estendem-se a alguns anos-luz, são descomunais. No exato momento, nosso sistema solar entrará nos anéis de Alcione e o que ocorrerá, poucos suspeitarão.
Se a Terra entrar primeiro, segundo disse Paul Otto Hesse, assemelhar-se-ia tudo com um grande incêndio, qual verdadeiro fogo pirotécnico luminoso, mas se fosse o sol o primeiro a entrar, de acordo com os cálculos feitos, tal radiação interferiria com os raios solares e por este motivo haveria uma escuridão com duração de 110 horas, depois da qual tudo normalizar-se-ia e a diferença entre ambas é que, enquanto na primeira pareceria um grande incêndio, no segundo, as trevas envolveriam a Terra, mas realmente não haveria trevas, porque tudo estaria salpicado de luzes. Algo semelhante a uma chuva de estrelas sobre a face da Terra.
Depois tudo voltaria a normalizar-se. Estando a nossa Terra introduzida nos anéis de Alcione, estará submetida a uma radiação muito especial. As moléculas sejam de ferro, fósforo, cálcio, cobre, nitrogênio, carbono, amido, seria completamente modificadas devido à radiação. Isto implica como vocês verão, numa mudança da matéria.
O conceito tido sobre a matéria não passa de um conceito, porque crêem os homens da ciência conhecer a matéria, mas realmente a desconhecem. A matéria como substância é desconhecida para os físicos.
Não digo que a matéria meramente física não possa ser destruída, mas a substância em si mesma, esse famoso “Iliáster”, que depois da grande noite cósmica, repousa entre as trevas profundas do abismo ou espaço profundo, essa é desconhecida dos cientistas modernos. Os átomos oferecem muitas surpresas.
Os cientistas na sabem sobre os átomos antes da existência dos mesmos e muitos menos depois quando o Universo deixa de existir. Os átomos oferecem surpresas que o homem dedicado à ciência física nuclear, nem remotamente suspeita.
Os átomos têm em seu interior isso denominado pelos hebreus, partículas ígneas, hachim, ou almas ígneas. Essas almas são formidáveis, sem elas não poderiam os átomos processar na constituição viva da matéria.
Assim, realmente, verdadeiramente, ninguém conhece os poderes de, por exemplo, alguns grãos de areia. Poderíamos estar seguros que ninguém conhece os poderes ali encerrados e qual sua capacidade. Os hachim, ou almas ígneas, estão ali encerradas em cada átomo.
Os grandes magos do Oriente sabem trabalhar com essas partículas ígneas dos átomos e, no caso, esses átomos impulsionados por partículas ígneas.
Não estranhem, pois, o que digo: as radiações ígneas, ou radiações vivificantes dos átomos de Alcione, vêm alterar as moléculas da natureza. Essa radiação envolvendo a Terra será terrível, tão terrível que não tornará a haver noite durante 2 mil anos.
Toda a Terra ficará envolvida na tal radiação e não será necessária a luz do Sol para vermos. Essa radiação iluminará até as cavernas mais profundas e durante 2 mil anos não haverá noite e sim um grande e contínuo dia sem anoitecer. Assim está escrito e os melhores sábios estão concordes nisso.
Sem dúvida, os senhores da ciência não aceitarão o que estamos afirmando hoje, enfaticamente porque não comungamos com seus dotes cientificistas, embora seja a realidade. Todos os organismos serão modificados, sejam humanos, vegetais, animais etc.
Muitos planetas hoje não existentes, várias espécies de animais, cujos germens estão latentes nos fundo dos mares, nas rochas, ou nas montanhas mais afastadas, serão vivificados pela radiação e consequentemente virão a tomar existência. Esse acontecimento sucede-se a cada 10 mil anos.
Ocorreu anteriormente e voltará a suceder, porque obedece ao trânsito celestial e forçosamente nosso Sistema Solar tem de passar pelos Anéis de Alcione. Alguns poderão afirmar: Alcione está muito distante, trata-se de uma Plêiade, nada tem a ver com o nosso sistema solar.
É muito bonito falar assim, ignorantemente, mas a realidade é que o Sol que nos ilumina faz parte de Alcione e é o sétimo. Trata-se, repetimos, de um sistema de sóis girando ao redor de Alcione.
O evento antes citado processar-se-á, durará, por 2 mil anos. As irradiações dos Anéis de Alcione exercem uma influência específica sobre a rotação de nosso planeta. Isso significa que a velocidade da rotação sobre o eixo dar-se-á mais lentamente e, como conseqüência ou corolário, nosso mundo prosseguirá girando ao redor do Sol em uma órbita mais ampla.
Afastar-se-á um pouco mais do centro solar. A verticalização dos eixos do nosso planeta, com respeito à elíptica, será um fato concreto. Os pólos estão degelando devido ao desvio dos eixos terrestres.
Isso já está demonstrado. Hoje em dia o polo magnético já não coincide com o polo geográfico, e, com a terrível irradiação de Alcione, os pólos precipitarão seu afastamento.
Disse o Conde Saint-Germain: “Primeiro irão se alterar as estações Primavera e Verão”. Fato que vocês podem observar facilmente. Esta primavera teve de tudo menos primavera.
No ano de 1977, em plena primavera, tivemos de suportar frio. Também quanto ao verão, não foi o mesmo. Parece que as estações estão fadadas a desaparecer. Os polos estão degelando e com a radiação de Alcione precipitar-se-ão. Os gelos invadirão todo o Norte e o Sul, somente a Zona Equatorial será suportável.
Vem aí uma nova era glacial. A Terra já tem suportado outras glaciações e vem uma nova. O frio ocorrido há pouco nos EUA foi o mais intenso de todos os já havidos. Quando será que nossa Terra, ou melhor, o nosso Sistema Solar, irá penetrar nos terríveis Anéis de Alcione?
Quando será que começaremos a cruzar esse anel que a cada 10 mil anos temos de cruzar? Nenhum cientista poderá dizê-lo. Realmente é imprevisível. Mas, desde 1962 se está a ponto de penetrarmos nele. Não devemos surpreender-nos de que de um momento para outro tal ocorra.
Prendo-me aos fatos: os três astronautas que em 1974 estivem na órbita terrestre informaram sobre um estranho tipo de irradiação. Ocorrerá uma transformação incrível na natureza, isto é óbvio, submersão dos continentes atuais e surgimento de outros novos. Mas o cúmulo dos cúmulos sucederá com a chegada do Hercólobus. O acontecimento será precedido pela entrada do nosso planeta Terra nos Anéis de Alcione. Será, então, quando compreenderemos que a matéria física nem sempre é a mesma.
Se vocês creem que a matéria física, esta que compõe o nosso mundo, esteve sempre com as mesmas fórmulas matemáticas, estão completamente equivocados. Foi diferente nas épocas polar, hiperbórea, lemúrica, atlante, e agora, ao cruzar o Anel de Alcione, suas fórmulas matemáticas mudarão completamente.
Resultado, os elementos que hoje podem servir para a Medicina, por exemplo, já não servirão. As fórmulas utilizadas para tratarmos os vegetais tornar-se-ão supérfluas. As fórmulas para os animais ficarão fora de moda como se diz. Os conhecimentos da física contemporânea serão o “faz-me-rir” de todo mundo. Tudo o que na química atual está sendo ensinado, dentro de pouco tempo com a entrada da radiação de Alcione, resultará obsoleto, porque as fórmulas da química serão modificadas.
Uma vez mais evidenciaremos a Lei do Pêndulo. Estamos começando o grande ciclo das transformações iniciadas em 4 de fevereiro de 1962, e nunca houve uma concentração mais grandiosa no céu como a daquela data. Não nos surpreendamos, pois, se de um momento para outro o nosso Sistema Solar entrar nos Anéis de Alcione.
Devemos preparar-nos desde já, porque muitos não poderão resistir à radiação e morrerão. A matéria física tornar-se-á mais radioativa, mais fosforescente e isto resultará, de alguma forma, uma ajuda para o nosso Trabalho.
É claro que devemos estar revisando nossa conduta diariamente. Devemos tornar-nos mais reflexivos, mais cuidadosos com os nossos juízos críticos e muito especialmente mais atentos com as nossas emoções negativas.
No terreno da Psicologia encontramos muitas desordens interiores. Todo mundo é arrastado pelas emoções negativas e isso é gravíssimo. Não há nada mais daninho para o desenvolvimento interior que as emoções negativas. Quando sejamos assaltados por uma emoção negativa expressemo-nos dela o melhor possível.
Se uma emoção negativa chegou, uma emoção negativa de inveja nos está carcomendo até a medula óssea, expressemo-nos dela em forma harmoniosa, não em favor da inveja e sim do bem alheio. Se uma emoção de ira está nos sacudindo num dado instante, falemos com a doçura extraordinária, em vez de sentirmo-nos ofendidos por quem nos feriu, falemos a favor dele, assim não seremos feridos internamente.
Não é coisa fácil expressar bem, quando se tem uma emoção negativa. Mas, assim deve ser.
Se tivermos uma emoção de zanga, porque alguém nos molestou, falemos com amor e em benefício daquele. É claro que não devemos permanecer na superfície. Necessitamos eliminar aqueles elementos indesejáveis, psíquicos, que de momento a momento nos produzirão uma emoção negativa, seja de ira, inveja, ódio, luxúria, orgulho, pelo menos isso, enquanto eliminamos os agregados que nos produziram as emoções.
Inquestionavelmente, este mundo de 48 Leis está a ponto de entrar nos Anéis de Alcione. Todo mundo está sacudido por emoções negativas, e nada poder ser mais contagioso que elas.
Assim, pois, ao entrarmos agora em uma época extraordinária, a grande seleção começou! Não é toda a humanidade habitante da Terra que servirá de sementeiro da grande futura Sexta Raça que haverá no mundo futuro.
Uma vez que a Terra entre nos Anéis de Alcione, evidenciar-se-á uma vez mais tudo aquilo que nós, trabalhadores da Grande Obra, temos dito.”
Aqui terminam as palavras do VM Samael Aun Weor, fundador das Instituições Gnósticas, em conferência realizada em Guadalajara, México, no ano de 1977. Essa entrevista pode ser encontrada no livro Mistérios Maia, de sua autoria, na íntegra, uma vez que aqui estão selecionados os principais trechos relacionados a Alcione e seus Anéis.
Tudo aqui exposto é uma verdade que qualquer pessoa pode investigar e corroborar, sem ser erudito nesta matéria.
Todos sabemos que a humanidade necessita, inadiavelmente, passar por todas estas terríveis provas para purificar-se e poder alcançar um estado de compreensão superior.
Não podemos negar, ao advento que tudo que nos rodeia é uma calamidade: carestia, inflação, superpopulação, enfermidades, perda do pudor, pobreza, insegurança, desequilíbrio climatológico etc. Em outras palavras, a caldeira está fervendo e a qualquer hora pode arrebentar.
Aí estão os fatos, corroborados pelos cientistas, pesquisadores e o VM Samael. Pergunta-se: “Você está preparado?”
Não há caminho longo demais para o homem que marcha deliberadamente e sem precipitação; as horas não se encontram muitos distantes do homem que se prepara pacientemente pra merecê-las (Bruyère).
Quantas pessoas começam um largo e longo caminho que conduz ao conhecimento de si e de suas potencialidades e perdem a paciência. Sentam à beira do caminho enquanto outros mais constantes e pacientes continuam sua marcha, deixando-os para trás.
A paciência é entre todas as virtudes, a mais necessária para se alcançar à meta fixada. Podemos assegurar que o homem ou a mulher que estuda e pratica, semana após semana, dias após dias, até dominar e saber todos os pontos abordados nestas lições obterá êxito em suas vidas.
Não se impaciente, nem estude as lições com pressa de terminar. Desenvolva a paciência, domine as lições, pratique diligentemente os exercícios, ame seus estudos e será recompensado mil vezes por assim ter agido.
Exercício Esotérico Especial
No livro intitulado Magia Crística Asteca, cap. 2, do VM Samael, destacamos o seguinte exercício:
“Deitados no leito, decúbito dorsal, relaxem os músculos do corpo, desde a ponta dos pés até o couro cabeludo. Coloque sua mente em branco por uns 10 minutos. Continuando, imagine que pela glândula pineal, situada na parte posterior do cérebro, quase no centro, desce, do céu, o fogo sagrado do Espírito Santo, que entra no seu cérebro, vitalizando o maravilhoso chakra desta glândula, movimentado-o da esquerda para a direita (no mesmo sentido dos ponteiros do relógio), como um roda de fogo”.
O exercício deve durar meia hora, devendo ser feito antes de adormecer.
Ali Onaissi, jornalista, escritor e diretor do Portal GnosisOnLine