Ainda que pareça incrível, o Adorável Salvador do Mundo esteve trabalhando como enfermeiro nos campos de batalha, durante a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais.
Vamos transcrever o comovedor relato de dom Mario Roso de Luna, o insigne escritor teosófico. Este relato o encontramos no Livro que Mata a Morte ou o Livro dos Jinas, obra formidável de dom Mario. Vejamos:
“Estranhas narrações chegavam a nós nas trincheiras. Ao longo da linha de 300 milhas que há desde a Suíça até o mar, corriam certos rumores, cuja origem e veracidade nós ignorávamos. Iam e vinham com rapidez, e recordo o momento em que meu companheiro Jorge Casay, dirigindo-me uma mirada estranha com seus olhos azuis, perguntou-me se eu havia visto o “amigo dos feridos”, e então me explicou o que sabia a respeito desse particular.
Disse-me que, depois de muitos violentos combates, ele havia visto um homem vestido de branco inclinando-se sobre os feridos. As balas se acercavam a ele, as granadas caíam ao seu redor, porém nada tinha poder para tocá-lo. Ele era um herói superior a todos os heróis, ou algo mais grandioso ainda.
Esse misterioso personagem, a quem os franceses chamavam de O Camarada Vestido de Branco, parecia estar em todas as partes: em Nancy, em Argonne, em Soissons, em Iprés… onde quer que houvesse homens falando, ali Ele era mencionado.
Alguns, sem embargo, sorriam dizendo que as trincheiras faziam efeito nos nervos dos homens. Eu, com frequência, era descuidado em minha conversação, exclamava que para crer tinha de ver, e que necessitava da ajuda de um machado germânico que me fizesse cair por terra, ferido.
Ao dia seguinte os acontecimentos se sucederam, com grande vivacidade nesse pedaço do front. Nossos grandes canhões rugiram desde o amanhecer até a noite, e começaram de novo pela manhã. Ao meio-dia recebemos ordem de tomar as trincheiras de nosso front. Essas se achavam a 200 jardas e nem bem havíamos partido compreendemos que nossos grossos canhões haviam falhado na preparação.
Necessitava-se de um coração de aço para marchar adiante, porém, nenhum homem vacilou. Havíamos avançado 150 jardas quando compreendemos que íamos mal. Nosso capitão ordenou nos escondermos, então precisamente fui ferido em ambas as pernas. Por misericórdia divina caí dentro de um poço.
Suponho que desmaiei, porque quando abri os olhos me encontrei só. Minha dor era horrível; porém, não me atrevi a mover-me para que os alemães não me vissem, pois estava a 50 jardas de distância, e não esperava que se apiedassem de mim. Senti alegria quando começou a anoitecer.
Havia junto de mim alguns homens que estavam passando perigo na escuridão, se tivesse pensado que um camarada estivesse vivo ainda. Caiu a noite e prontamente ouvi algumas passadas não furtivas, senão firmes e bem repousadas, como se nem a obscuridade nem a morte pudessem alterar o sossego daqueles pés.
Tão distante estava eu de suspeitar quem fosse que se aproximava de mim, ainda que percebesse a claridade de algo branco na escuridão. Pensei que fosse alguma pessoa usando uma simples camisa branca, e até me ocorreu ser uma mulher demente.
Mais de improviso, com um ligeiro estremecimento, que não sei se foi de alegria ou de terror, dei-me conta de que se tratava do Camarada Vestido de Branco, e naquele mesmo instante os fuzis alemães começaram a disparar as balas, e elas tão somente erravam o alvo branco, porque Ele levantou seus braços como em súplica e, logo os retraiu, ficando como uma dessas cruzes que tão frequentemente se veem nas encruzilhadas das estradas francesas. Então falou… Suas palavras me pareciam familiares, porém tudo o que me recordo foi a princípio: ‘Sim, tu tens conhecido’. ‘E o Fim.’ ‘Porém eles estão ocultos a teus olhos.’
Então, inclinou-se, colheu-me em seus braços (a mim, que sou o homem mais corpulento do regimento), e me transportou como a uma criança. Suponho que adormeci, porque quando despertei, esse sentimento havia-se dissipado. Eu era um homem e desejava saber o que podia fazer por meu amigo para ajudá-Lo e servir-Lhe.
Ele estava mirando em direção ao crepúsculo, e suas mãos estavam juntas, como se orasse, e então vi que Ele… também estava ferido. Acreditei ver como uma ferida desgarrada em sua mão, e conforme orava, formou-se uma gota de sangue que caiu na terra. Lancei um grito sem poder remediar, porque aquela ferida me pareceu mais horrorosa do que as que eu havia visto nesta amarga guerra.
‘Estais ferido também’, disse eu, com timidez. Quiçá me ouviu, quiçá o adivinhou em meu semblante, porém contestou gentilmente: ‘Esta é uma antiga ferida, porém tem me incomodado faz pouco tempo’. E, então, notei com pena que a mesma cruel marca aparecia em seus pés.
Vos causará admiração que eu não tivesse me dado conta antes. Eu mesmo me admirei. Porém, quando vi seus pés, o reconheci: ‘O Cristo Vivo!’ Eu havia ouvido sobre isso do capelão umas semanas antes, porém agora compreendi que Ele havia vindo a mim, a mim que o havia distanciado de minha vida na ardente febre de minha juventude.
Eu ansiava falar-lhe e pedir-lhe suas Graças, porém me faltavam as palavras, e então Ele se levantou e me disse: ‘Fica hoje ao lado da água. Eu virei a ti amanhã. Tenho certo trabalho para que faças por mim’. Em dado momento Ele marchou. E enquanto o espero, escrevo para não perder a memória d’Ele. Sinto-me débil e só, e minha dor aumenta. Porém, tenho Sua promessa, eu sei que Ele virá amanhã por mim.”
Até aqui, o relato de um soldado, transcrito por dom Mario Roso de Luna, em seu Livro que Mata a Morte. Este fato concreto está demonstrando até a saciedade que Jesus ainda vive com o mesmo corpo físico que usou na Terra Santa.
A Humanidade foi julgada, este julgamento finalizou-se no dia 27 de outubro de 1950, e suas consequências já estão se materializando.
Reuniram-se num Congresso Cósmico os Sete Logoi planetários para julgar os crimes de lesa-divindade da Humanidade do planeta Terra.
Os Sete Arcanjos Planetários, ou Logoi (Gabriel, Rafael, Uriel, Michael, Samael, Zachariel e Orifiel) e grandes mestres dos altos escalões da Grande Fraternidade Branca – como Sanat Kumara, Bhagavan Aclaiva, Huiracocha e Rasmussen – estavam entre os presentes.
Um por vez, os Sete Logoi foram tomando a palavra e objetivamente enumeraram os crimes espantosos que esta humanidade mecânica tem cometido.
Tomou primeiramente a palavra o Logos Gabriel, o Gênio planetário da Lua. Começou a enumerar cada um dos crimes contra Selene: abortos, mães que não dão leite a seus filhos, adultérios contra a Mãe Natureza, ligamento de trompas, enxertos, injeção de hormônios, uso de enlatados, abuso com vacinas etc. etc.
Em algumas de suas frases, escutava-se o seguinte: “É mais do que claro que aqueles que introduzem em seus organismos substâncias animais unem essa Mônada à sua própria, individual, afetando de maneira terrível a evolução do animal e do homem, ou seja, não entram no Reino e nem deixam entrar”.
A seguir, citou alguns crimes abomináveis contra a reprodução: homossexualismo masculino e feminino, atos contra a natureza (por exemplo, ato sexual com mênstruo), masturbação, fornicação em geral. É inquestionável que os bancos de sangue que ‘dizem’ que salvam a vida humana já foram julgados pela Lei do Karma: cada vez que se realiza uma transfusão de sangue, esta converte, pouco a pouco, o planeta Terra em um gigantesco pacto de sangue… Os homens são máquinas profanadoras dos Mistérios da Vida e da Morte.”
Tomou a palavra o Logos Rafael, Deus de Mercúrio. Foram enumerados, um por um, os crimes contra a Sabedoria: “Todos os antigos médicos sabiam que a causa de todas as enfermidades é psíquica. Os antigos Hierofantes de Mistérios sabiam que se quisermos curar o corpo físico é preciso curar a psique. Naquela época nenhum médico podia tocar o corpo de seu paciente. As ‘operações’ em casos extremos eram realizadas nos Mundos Internos. ‘A medicina é um sacerdócio'”.
O Pai da Medicina, que oficia nos Mundos Internos, é Rafael, o Gênio do planeta Mercúrio. Juntamente com Rafael, atuam grandes Mestres da Medicina, como Hermes Trismegisto, Paracelso, Hipócrates, Galeno, Adonai, Esculápio, Ismun, Plutão, Huiracotcha etc.
O Logos Rafael enumerou os principais crimes contra Mercúrio: indivíduos que sacrificam uma Mãe no momento de dar à luz, ignorantes que não sabem que a Consciência Divina penetra no organismo do menino somente quando inala o primeiro alento de vida…
Extração do líquido encefalorraquidiano, ou seja, profanação da coluna vertebral – no Caminho da Vida, os Deuses Siderais dirigiram um polo da Corrente Crística para cima e formaram a coluna vertebral e o cérebro, e o outro polo foi dirigido para baixo e formaram os órgãos sexuais. Esses pseudocientistas profanaram a função sexual e a coluna vertebral…
Transplante de coração e vísceras, de órgãos, banco de sêmen (isso é muito pior que um pacto de sangue), que une a Corrente de Vida a formas tenebrosas e essa violação é cobrada nos mundos infernais por 400 anos.
Em seguida, tomou a palavra o Logos de Vênus, Uriel. Montado em sua carruagem rosada, repartiu a cada um dos Logoi uma rosa, e começou a enumerar, um a um, os crimes cometidos contra a Estrela do Amor:
– Fraude moral: homens e mulheres que juram amor eterno e nunca o cumprem; que utilizam a palavra Amor para justificar seus erros e suas paixões; são máquinas humanas que escondem seus delitos atrás de uma máscara.
– Os homossexuais, que em nome do Amor profanam a vida humana e engendram vampiros abomináveis.
– As lésbicas imundas que por trás da palavra Amor criam vampiros homossexuais.
– Os zoofílicos, tricerebrados que realizam atos sexuais com animais.
– Os necrofílicos, bestas humanas que realizam atos sexuais com cadáveres.
– Os “donjuans”, que realizam atos sexuais com repetição indiscriminadamente; os “casanovas” que se envolvem no lodo da promiscuidade até perder a vida em espasmos imundos; e os “homens-diabos”, também conhecidos como tântricos negros, que são os que utilizam as técnicas da transmutação para suas satisfações carnais, ou ainda, os que derramam suas energias sexuais e logo as reabsorvem com práticas imundas.
– Os anacoretas ou ascetas que preferem polução noturna em vez de se casarem.
– Os masturbadores sádicos, masoquistas, narcisistas etc.
A seguir, tomou a palavra o Logos Michael, através de seu Bodhisatva, a alma divina de Nosso Senhor Jesus Cristo, reitor do planeta Terra e Gênio do Sol. Ele disse: “De nada serviu a representação do Drama Cósmico no calvário em seus aspectos Iniciação, Ressurreição e Ascensão. Eu lhes disse: se vos amardes uns aos outros, provareis que sois meus discípulos, meus seguidores. As máquinas humanas não são capazes de amar seus amigos, muito menos seus inimigos. Essas máquinas humanas profanaram os Mistérios Crísticos. Não nasci no planeta Terra para julgar religião de espécie alguma, mas para ensinar o Caminho para a liberação, e criaram-se mais de 3 mil seitas tenebrosas em meu nome.
Eu lhes disse: Dizei sempre a Verdade, porque o que mente peca contra o Pai; amai os outros porque aquele que odeia afasta-se do filho; e também disse: não fornicarás porque aquele que fornica se afasta do Espírito Santo. Existem pessoas piedosas que têm dito em meu nome mentiras com boas intenções, seres que levantam falsos testemunhos, que falam sem conhecimento de causa, que fornicam com o verbo difamador, adúlteros, assassinos, mercadores do templo que seguem comercializando com a Sabedoria; simoníacos que acreditam que a Sabedoria pode ser obtida com dinheiro…
Depois tomou a palavra o Logos de Marte, Samael: “A Grande Babilônia caiu por seus vícios e abominações. O mal do mundo é tão grande que já chega aos céus, nos Mundos Superiores. Vejo essa Grande Babilônia, a Grande Rameira, como uma mulher vestida de Escarlate, que se diz profetiza, ou seja, a ciência materialista…”
Dirigindo seu olhar à sua Mãe Divina, que o acompanhava, pergunta-lhe: “Minha Adorável Mãe, o que devo fazer agora por essa humanidade doente?” Sua Mãe lhe responde: “A ti, Samael, corresponde abrir o beco sem saída em que se encontra a humanidade para que eu os mate”.
Fala agora o Regente da Justiça, o Deus de Júpiter, o Logos Zachariel: “À Babilônia, esse monstro de mil cabeças, já lhe demos muitas oportunidades. Já enviamos avataras, mestres, gênios, gurus, devas, e eu mesmo já desci lá. Essa humanidade mecânica profanou as Tábuas da Lei e se converteu em adoradora do Bezerro de Ouro; profanou os ensinamentos do Senhor Jeová, assassinou os Budas, o Cristo hindu Babaji, profanou o Tibete, assassinou o Cristo…”
Dirigindo um quieto olhar ao Quinto Logos, Samael, disse-lhe: “Cabe a ti, Samael, destruir com força guerreira esta geração bastarda. Porém, deverás levar a mim a Semente, o Seleto, o escolhido, para a Era de Sagitário”.
Finalmente, tomou a palavra o Logos Orifiel, o regente da vida e da morte, Reitor de Saturno. Dirigiu seu olhar aos seis Cosmocratores, levantou a gadanha e com ela apontou os Mundos Infernos, e ficou em silêncio. Os Sete Logoi colocaram-se de pé, olharam os mundos submersos, estenderam suas mãos direitas com o dedo indicador para baixo, e condenaram a nossa humanidade terrestre ao Abismo.
A finalização do Grande Julgamento Cósmico deu-se no dia 27 de outubro de 1950, fato que já está se materializando com o início das grandes catástrofes, alterações climáticas, aumento do número de erupções vulcânicas e de terremotos, guerras e rumores de guerra, tudo isso causado pela aproximação do Grande Vingador: Hercólubus.
(Este texto foi entregue pela VM Litelantes em um Monastério Gnóstico para Missionários e trazido por um missionário gnóstico brasileiro no início da década de 1980.)
O seguinte documento foi divulgado em meados de 2003, sobre as poderosas explosões solares ocorridas nesse ano. Como sabemos, entre 2012 e 2013 haverá uma nova intensificação das explosões solares, muito possivelmente maiores do que as anteriores.
Este texto é baseado nas pesquisas de um dos cientistas do Projeto Soho (Solar and Heliospheric Observatory) dr. John Eising von Bettel, físico e astrônomo, descobridor dos padrões solares irregulares que podem ameaçar a vida na Terra.
As explosões solares afetam não somente os sistemas de comunicação, a eletrônica, o clima, mas até as correntes elétricas de nosso cérebro, alterando nossa normalidade psíquica
Seu relatório foi escrito em 2 de novembro de 2003 e prontamente impedido de circular pelas altas autoridades militares dos Estados Unidos sob o argumento de se evitar “pânico e consequentes desordens mundiais generalizadas”.
Mas a verdade tem de ser dita, custe o que custar. Pelo menos para que a sociedade organizada discuta abertamente todas as possibilidades futuras da humanidade…
O dr. Von Bettel não aceitou a arbitrariedade e, por isso, encontrou-se detido, por um tempo, em estabelecimento militar de segurança máxima, porém, seu relatório foi posto em circulação através da internet por seu colaborador Friedman Bolgmaster, para alertar a comunidade científica e as pessoas esclarecidas em geral sobre os crescentes acontecimentos solares e suas consequentes implicações e ameaças.
Será que essas explosões solares visam equilibrar a rota cósmica do Sol e seus planetas, como ensina a Gnose em seu tema sobre o Solioonensius? Talvez haja alguma interferência extrassistema solar que obrigue o Sol a aumentar o nível e a potência das explosões solares. Será talvez a possível interferência de Hercólobus se aproximando? Veremos com o tempo. Veremos…
Abaixo, o relatório em questão, intitulado Solar and Heliospheric Observatory (Soho):
Caros e ilustres colegas do projeto, os recentes fenômenos solares demonstram um certo padrão de instabilidade nas constantes matemáticas evidenciadas. Desde que o projeto se iniciou, as medições e o monitoramento da superfície do Sol, jamais se verificou tamanha anormalidade nas constantes, e, pelos fósseis analisados e demais restos minerais que armazenaram a atividade solar ao longo das eras, não se encontram evidências de que isto também tenha ocorrido anteriormente, o que torna certa e clara uma manifestação potencialmente perigosa e ameaçadora do Sol.
Diante de tais evidências, declaro a real possibilidade de grandes erupções e explosões solares com a emissão de flares ainda maiores, pois o espectro eletromagnético, bem como a incidência de grandes manchas solares e o consequente desequilíbrio da fotosfera demonstram uma desordem da atividade estelar, que atingirá seu ápice provavelmente nos meados de março do seguinte ano.
Não preciso relatar aos colegas as consequências que tais fenômenos trarão ao nosso mundo, é notório que se as manifestações ocorrerem será o fim da raça humana e de todas as formas de vida do planeta. Nós, homens da ciência, nada podemos fazer a não ser pedir a Deus que as coisas tomem outro rumo.
Sempre fui cético em relação a profecias e, em certa época de minha vida me declarei ateu, mas agora, às portas do fim, vejo e reconheço minha ignorância.
Ao me solicitar esse relatório o dr. Erik Sindler pediu-me para “qualquer que fosse o resultado de suas observações, tudo deve ser sigiloso”, pois segundo ele autoridades do governo não querem causar alarde internacional.
Ora, Senhores do Soho, não se trata de causar alardes, tal fato não deve ser encoberto. Seria aceitável tal atitude se houvesse alguma probabilidade de não ocorrência do fenômeno, contudo, infelizmente, as recentes medições realizadas pela sonda Soho na grande emissão de massa coronal do dia 22/10/2003, ocorrida próxima à mancha 484, a enorme proeminência do dia 25, ocorrida as 01:17 UT e o assombroso flare do dia 28 que irrompeu da mancha solar 486, exatamente às 11:10 UT, demonstram os referidos padrões de instabilidade e revelando o que todos nós suspeitávamos: que as manifestações e emissões potencialmente destrutivas irão ocorrer. Isso é inevitável.
Portanto, rejeito totalmente essa hipótese e peço que os senhores me apoiem em tal luta. O mundo precisa saber o que realmente está ocorrendo. Precisa saber que o Sol, a fonte da vida também será da destruição. Reconheço que haverá desordens e caos, mas não é ético ocultar tal informação das pessoas. Um médico não esconde de seu paciente a doença, nós não devemos agir dessa forma.
Não importam os nomes que lhe deem (Nibiru, Hercolubus, G1.9, Tyche ou Nêmesis), o fato é que há crescentes e persistentes indícios de que não se deveria rir dessa ideia ou descartá-la gratuitamente, afirmando de boca cheia que o perturbador astro não existe.
Nenhum pesquisador sério ri de teorias, somente as descarta, mantendo, porém, a mente aberta para a reconsideração das mesmas em outras oportunidades.
Segue, abaixo, uma lista de artigos científicos sobre indícios e evidências de um grande corpo celeste nos limites do sistema solar.
O grande astro possui vários nomes e não há consenso a respeito das características que lhe são atribuídas, pois considera-se que pode ser uma anã marrom, uma anã vermelha ou um imenso planeta (clique na imagem ao lado para ampliar).
Os estudos gnósticos o consideram um corpo gigantesco, cerca de 6 vezes maior que Júpiter, o maior planeta de nosso sistema solar:
Nasa considera Tyche uma possibilidade e irá procurá-lo entre os dados coletados pelo Wise:
Localizada Anã Marrom próxima a plutão, neste caso sob o nome G1.9 (que a Nasa afirma ser uma supernova bem distante do sistema solar e não uma anã marrom ali na esquina):
É muito recomendável o estudante de esoterismo ter em sua casa ou apartamento um pé de limão, ou limoeiro. Se o espaço for pequeno, pode ser um limoeiro plantado num vaso. Ou, melhor ainda, no quintal na frente de casa…
Seu elemental é ideal para um contra-ataque, quando nos sentimos acossados por forças tenebrosas do mundo astral. Existe uma prática de magia elemental muito poderosa para proteção psíquica e proteção dos lares e de pessoas.
Assim ensina o VM Samael Aun Weor:
“Para vos defender dos magos negros, traçareis um círculo ao redor de um pé de limão, no solo.
Fareis um poço de água próximo da árvore e cravareis dentro do mesmo 9 galhos (Nota do editor: galhos dessa mesma árvore), distribuídos em três grupos de três.
Acendereis uma fogueira, rogareis ao elemental que vos sirva. Cada árvore possui sua alma, a qual tem um poder terrível.
Olhareis fixamente um limão da árvore, o colhereis e o jogareis no fogo. Se ele estalar produzindo uma detonação é porque os magos negros estão trabalhando.
Ordenai ao elemental que vos defenda, jogai no fogo 9 limões um por um, colhendo-os de três em três.
Cada limão jogado no fogo estalará no Astral como uma BOMBA, destruindo os trabalhos dos magos negros.
O elemental sairá da árvore, tomará a forma de um cachorro e atacará os tenebrosos.”
O elemental do limoeiro assume a forma de um cachorro, e para quem acaricia e cuida da árvore, esse elemental se torna muito dócil, como um verdadeiro cão fiel e amoroso
Existe uma gigantesca gruta no México, chamada Cacahuamilpa (que em náhua, a língua clássica dos astecas, significa “terra das sementes” ou terra de amendoins). Situada a duas horas e meia da capital mexicana, essa imensa caverna é muito visitada pelos turistas e espeleólogos. Mas existe um mistério em seu interior, segundo ensinamentos gnósticos do venerável mestre Samael Aun Weor. Vejamos o que Samael ensina, na conferência a seguir:
As origens destas cavernas não são conhecidas pela Geologia ou pela Antropologia. Supõe-se que por aqui passava um rio, mas não são mais que suposições, nada mais… Elas existem desde a época dos náhuas, dos maias e dos toltecas. Muitas pessoas, antigamente, visitavam essas cavernas por motivos esotéricos. Tudo que se conhece sobre elas são as informações que os guias de turismo dizem aos visitantes.
Nos tempos gloriosos de Anáhuac existia aqui um Templo e se cultivam aqui os Mistérios. Nós iremos até o local onde lhes falarei sobre aquele Templo
Só me limito a dizer que tal Templo, apesar de ter desaparecido fisicamente, continua ativo na Quarta Vertical.
Quem visita as cavernas vê as rochas, imagens alegóricas ou simbólicas, pedras com determinadas figuras etc., mas não conhece o motivo pelo qual essas pedras têm esculpidas figuras de leão, águia ou de rostos etc., por que possuem essas formas e quem as esculpiu?
Os guias turísticos se limitam a dizer simplesmente: “Isto é um barco, isto é um cavalo que está comendo” etc.
Sabemos que o Demiurgo Arquiteto do Universo, na antiga linguagem esotérica náhuatl, o Quetzalcóatl, foi o que na realidade construiu todas as maravilhas desta Criação.
Quetzalcóatl é a Unidade Múltipla Perfeita, é o Divino Arquiteto da Grande Criação. Seria absurdo supor que não existem princípios inteligentes por trás das formas de todas as figuras.
Essas figuras são formas que foram cinzeladas através do tempo pelos Princípios Inteligentes da Natureza, esses princípios pulam e palpitam em tudo o que é, em tudo o que tem sido e em tudo o que será.
Franz Hartmann, o Grande Iniciado alemão, nos fala dos gnomos ou pigmeus. Paracelso falava em sua época de tais criaturas, mas conforme o tempo foi passando a humanidade se degenerou e agora não é capaz de conceber os Princípios Inteligentes por trás de todas as formas naturais.
Sem dúvida, nós, os gnósticos, diferentemente dos materialistas, sabemos que por trás das rochas existem os Princípios Inteligentes.
A Natureza contém em si mesma os prodígios que as pessoas não são capazes de ver, porque todas elas estão com as Consciências adormecidas. Se as tivessem despertas, poderiam descobrir por si mesmas os Princípios Inteligentes da Natureza e do Cosmo.
Há muito tempo que as pessoas se esqueceram das Leis da antiga Arcádia; faz muito tempo que se esqueceram daquelas histórias das ninfas e das fadas, proíbem que as crianças digam que viram um gnomo, ou silfo dos ares, ou as ondinas das águas ou as salamandras do Fogo Universal, e hoje só se fala em guerras, drogas, álcool, prostituição etc.
Aqui, nesta caverna, encontramos um umbral de grandes mistérios, figuras extraordinárias e alegóricas que as pessoas comuns não entendem.
Todas as cavernas da Terra, dentro da Quarta Dimensão, ou melhor, dentro da Primeira Esfera Submersa, formam na realidade o “Limbus”, essa região onde dormem as Almas inconscientes, essa região dos defuntos onde moram os que nunca despertaram Consciência, as pessoas de Consciência hipnotizada.
A Terra tem três aspectos, um corresponde à Zona Tridimensional, acima dela encontramos as Regiões Superiores da Natureza e por debaixo dela, encontramos as Regiões Inferiores da Natureza, ou Infradimensões, que correspondem a essas cavernas, precisamente aos Nove Círculos Dantescos.
Um dia desses, tais almas passam pela Segunda Morte, ou seja, as forças centrífugas da Natureza aniquilam o querido Ego. Isto lhes permitirá ressurgir novamente à superfície, sob a Luz do Sol, para iniciar novamente os processos evolutivos, começando pelo mineral, passando ao vegetal, depois ao animal e finalmente ao humano.
Tenho falado em meus livros que a cada Alma lhes têm designado 108 Vidas, nestes tempos atuais a maioria das pessoas está chegando à 108ª vida, motivo mais do que suficiente para afirmar, de forma enfática, que ondas de vida humanas ingressarão, nestes instantes de crise mundial, dentro das entranhas vivas do planeta onde vivemos.
Assim como existem as Infradimensões, onde estão situados os Nove Círculos de Dante, também existem as Dimensões Superiores, onde se encontram os Mistérios da Fraternidade Universal Branca.
O Gênio da Terra está no centro físico da Terra, mora em suas cavernas com corpo físico. E os Goros e os Bodhisatvas sobreviventes da Lemúria e da Atlântida o acompanham, e estes possuem também Naves Cósmicas, com as quais podem viajar através do espaço infinito.
É urgente, impostergável, aniquilar o Ego, reduzi-lo a cinzas para que a Consciência desperte… para poder ouvir, ver, tocar e sentir as grandes realidades do Universo. Vocês têm de Despertar!
Tenho dito que se necessita de uma didática e de uma dialética para o despertar, e tudo isso está escrito em meus livros intitulados Psicologia Revolucionária e A Grande Rebelião (clique aqui, saiba mais). Vocês necessitam estudar essas obras e trabalhar de acordo com os axiomas ali colocados, para que um dia consigam o despertar.
Perguntaram a Oppenheimer se sua bomba atômica, que destruiu Hiroshima e Nagasaki, no Japão, tenha sido a primeira do gênero a ser detonada, ele respondeu: “Bem, sim. Pelo menos na história moderna”. Oppenheimer, além de grande cientista, foi um dos maiores conhecedores do épico hinduísta Mahabhárata.
O Mistério das Rochas Vitrificadas
Minerais vitrificados são rochas, argilas e areias que sofreram processo de derretimento, e que eventualmente escorreram como cera aquecida, a altíssimas temperaturas. Essas rochas, argilas e areias vitrificadas são encontradas em inúmeros sítios arqueológicos e constituem-se num dos mais interessantes fenômenos, que intrigam a ciência.
Arqueólogos convencionais alegam que as rochas e areias foram vitrificadas por meteoros que explodiram no ar, causando um aumento colossal e abrupto da temperatura ambiente (é necessária uma temperatura mínima de mil graus centígrados para vitrificar esses elementos). Outros estudiosos alegam que essas rochas são restos de antigas fornalhas da Idade do Ferro criadas por mãos humanas. Essas explicações simplistas até o momento não convencem ninguém.
Encontramos muralhas vitrificadas em diversos sítios arqueológicos ao redor do mundo, tais como na Escócia, Irlanda, Turquia, Peru, Bolívia, Estados Unidos, México, Índia, Paquistão, Líbia, Mongólia etc. Mohenjo Daro (que significa Montanha dos Mortos) é uma cidade (localizada no atual Paquistão) que os acadêmicos dizem ter sido destruída por uma gigantesca enchente ou erupção vulcânica. Tampouco essa explicação não é minimamente suficiente para explicar os diversos fenômenos ali verificados.
Mas qual seria a explicação, sob o ponto de vista esotérico, para esse misterioso fenômeno? A Arqueologia Gnóstica refuta essas explicações oficiais, de que os causadores da vitrificação sejam os meteoros, as fornalhas humanas, tsunamis ou erupções vulcânicas. O fenômeno é produto de um fato histórico já esquecido e ridicularizado pelos céticos: as terríveis guerras atômicas que destruíram a maioria da população no período da Atlântida. Mas há provas disso?
Mohenjo Daro, a cidade destruída por mil sóis
No épico hindu Mahabhárata, lemos:
Um único projétil,
carregado com todo o poder do Universo.
Uma coluna incandescente de fumaça e fogo,
tão luminosa quanto mil sóis,
ascendeu em todo o seu esplendor…
era uma arma desconhecida…
a qual reduziu a cinzas
a raça inteira dos Vrishnis e dos Andhakas…
Outro texto emocionante, e não menos intrigante, também hindu, é o Vymaanika Shaastra, escrito em sânscrito e que relata como eram construídos os famosos Vimanas, naves que os antigos possuíam e que carregavam poderosas armas de destruição em massa, como veremos logo abaixo). Esse tratado possui tantas informações sobre aeronáutica e armas bélicas de grande poder que nenhum especialista se atreve a dar um parecer sobre seu conteúdo e negá-lo.
Vamos recorrer, novamente, ao épico Mahabhárata (Grande Índia, em sânscrito, coleção de 18 livros, cujo 9º livro é o Bhagavad Gita), que relata a destruição da cidade de Mohenjo Daro, pois certas passagens soam bastante sugestivas, porque parecem fazer menção a artefatos bélicos:
O valoroso Aswatthaman, resoluto,
tocou a água e invocou o braço de Agneya (o fogo).
Apontando para seus inimigos,
disparou uma coluna explosiva
que se abriu em todas as direções
e causou fogo como luz sem fumaça,
seguido de uma chuva de faíscas
que cercaram o exército dos Partha completamente…
Os quatro pontos cardeais cobriram-se de cinzas,
e um vento mal e violento começou a soprar.
O sol parecia girar ao contrário,
o universo parecia estar febril,
os elefantes, aterrorizados, correram por suas vidas…
A água ferveu e os animais aquáticos demonstraram intenso sofrimento…
Continuando, lemos sobre outra poderosa arma, batizada de Narayana, que infectava tudo, inclusive as roupas dos que foram afetados nas guerras: “Os guerreiros retiraram suas armaduras e as lavaram na água”. Outras poderosas armas são citadas nesse livro épico do hinduísmo. Temos a Kamaruchi, ou flecha inteligente, que perseguia onde quer que se fosse – esta nos lembra os modernos mísseis teleguiados.
Temos ainda a Murchdhana, uma arma que anulava os sentidos humanos – um possível gás sonífero, igual à Nadana, que produzia alegria como o gás hilariante. Outra arma mencionada é a “flecha” Shabdavetiva, que desta vez seguia os sons e perseguia objetos ocultos, como os mísseis atuais que seguem ondas sonoras produzidas por aviões inimigos.
Há outro relato neste livro sagrado do hinduísmo:
Quando o deus Rama foi ameaçado por um exército de macacos,
ele colocou sua flecha mágica em ação.
Esta produziu um trovão luminoso, mais forte que o calor de mil sóis,
transformando tudo em cinzas.
Os cabelos dos sobreviventes caíram,
suas unhas se desintegraram…
O espantoso nisso tudo é que arqueólogos desenterraram, há cerca de 40 anos, a maior parte de Mohenjo Daro e corroboraram a passagem do Mahabhárata que acabamos de citar: eles desenterraram cadáveres que mostravam sinais de morte súbita, rápida e violenta – ou seja, sem indícios de luta ou resistência.
Foram encontradas dezenas de esqueletos em afazeres cotidianos, pouco antes de serem dizimados por uma catástrofe que os destruiu em segundos. Essa força inexplicável – para nós, um artefato nuclear – calcinou os ossos dos que estavam na cidade. Detalhe: não há vulcões na área, o que torna a história dessa cidade paquistanesa muito diferente de outras, como Santorini (que foi destruída pela lava de um vulcão).
Outra prova de que Mohenjo Daro sofreu uma destruição nuclear é que no epicentro da explosão acharam-se detritos negros e restos de areia, rocha e argila derretidas e vitrificadas.
Dezenas de esqueletos encontrados em Mohenjo Daro, vítimas de uma bomba atômica.
Dentre as ossadas, as mais espantosas são as de uma família composta de pai, mãe e um menino que estavam juntos, de mãos dadas e caminhando por uma rua. Estes permaneceram insepultos, tombados no chão, esmagados por uma força inexplicável, enquanto caminhavam calmamente, e que os esmagou, queimou e calcinou instantaneamente…
Analisadas as amostras dessa “família”, constatou-se que elas foram expostas a uma temperatura de mais de 1,5 mil graus durante poucos minutos.
O momento da explosão é descrito da seguinte maneira, no Mahabhárata: “A fumaça branca e quente mil vezes mais brilhante do que o sol ergueu-se em infinito brilho e reduziu a cidade a cinzas. A água ferveu, cavalos e carruagens pegaram fogo aos milhares e os cadáveres que caíram estavam mutilados pelo horrendo calor até não mais serem reconhecíveis”.
Sacsayhuaman – A cidade-templo destruída
Perto de Machu Picchu (no Peru), há um sítio arqueológico fantástico. É um aterro estranho de muros de pedra localizado nos arredores de Cuzco. A série de três paredes foi montada a partir de enormes blocos de 200 toneladas de rocha e calcário que se encaixam perfeitamente.
Parte dessas ruínas está literalmente vitrificada, o que sugere a ocorrência de uma (ou mais) explosão nuclear, originária de uma guerra muito antiga que a destruiu…
Os arqueólogos afirmam que este é um sítio criado pelos incas e que data de poucos séculos. A verdade é que, esotericamente falando, essas construções megalíticas, como você poderá observar nas imagens em nossa página do Flickr/GnosisOnline (acesse na página inicial do GnosisOnline, link Banco de Imagens, canto superior direito), são muito anteriores aos incas, datando de períodos arcaicos da Atlântida.
Como se observará nas imagens, partes das gigantescas rochas que formam a construção estão vitrificadas, indicando que houve um superaquecimento, à semelhança de Mohenjo Daro e outros sítios arqueológicos. Os paredões feitos de rochas gigantescas e os sistemas de túneis por baixo deles possuem alguns exemplares vitrificados e outros não.
Não se sabe o que fez com que alguns sofressem a ação de altíssimas temperaturas e outros não, o certo é que somente uma explosão nuclear seria suficiente para, em pouco tempo, vitrificar e derreter as rochas e a argila ao redor e dentro desse santuário misterioso, pouco conhecido por nós.
Mais Cidades Destruídas
Outras cidades, além de Mohenjo Daro, foram destruídas por terríveis conflitos nucleares. Podemos citar Harapa, Kot Diji, Kalibanga e Lothal, Mathura e, provavelmente, as antigas cidades onde hoje se localizam Death Valley (Califórnia – EUA), a primeira Troia (Ásia Central), Benares, Ayodhya e Pataliputra (Paquistão e Índia).
Castelo de Dunni, na Turquia – Ruínas Vitrificadas
Nos imensos vales da Índia, do Paquistão, de Bangladesh e ao redor dos Himalaias, arqueólogos acharam restos bizarros de cidades e templos destruídos de forma estranha.
Nessas regiões verifica-se uma radioatividade acima do normal. Mesmo os restos mortais encontrados nesses sítios contêm altas taxas de radioatividade, muito superiores às de locais distantes.
Harapa é um caso especial, como tudo ao ser redor. Dezenas de esqueletos foram encontrados nas ruas e casas, também carbonizados e vitrificados. Nas regiões próximas a Harapa encontram-se cavernas onde esqueletos carbonizados e vitrificados foram descobertos pelo explorador inglês H. J. Hamilton. Ele lembra o momento do bizarro achado:
De repente, o chão cedeu sob meus pés, fazendo um barulho estranho. Entrei nessa cova e me deparei com um corredor largo e extenso, e ao final vislumbrei algo parecido com uma mesa e cadeiras, e na ponta dessa mesa algo parecido com uma estátua danificada pelo tempo.
Mas o que vi me encheu de horror: não era uma estátua, mas um esqueleto coberto com algo parecido com cristal. Na verdade, era um esqueleto vitrificado. As rochas das paredes também estavam vitrificadas”.
O Reator Nuclear de Oklo, no Gabão (Origem Atlante)
Em 1972, uma empresa francesa importou Urânio das minas de Oklo, no Gabão, país que se situa no centro da África. Descobriram, não sem espanto, que parte desse Urânio já havia sido utilizada.
O Urânio natural contém 0,7202% de Urânio-235, o isótopo fissionável contido no combustível nuclear. Porém, o Urânio de Oklo contém menos de 0,3%.
Foi então que cientistas de todo o mundo se reuniram no Gabão para tentar compreender esse fenômeno. Concluíram que seria um reator nuclear de avançado desenho técnico, o qual está além das capacidades de nosso conhecimento científico. Esse reator nuclear começou seu funcionamento há milhões de anos e esteve em funcionamento durante cerca de 500 mil anos.
Cientistas investigaram a mina de Urânio e os resultados se tornaram públicos numa conferência da Agência Internacional de Energia Atômica. O Urânio de fato havia sido utilizado. O que se pode perguntar é: o que exatamente ocorreu com o Urânio de Oklo?
Cientistas franceses encontraram rastros de subprodutos da fissão e dejetos de combustível em várias locações na área da mina. Essas observações foram estranhas devido a que não é possível o Urânio natural chegar ao ponto crítico, exceto sob circunstâncias muito especiais, como a presença de grafite ou água pesada como moderador, nenhum dos quais poderia estar razoavelmente presente na Natureza.
Surpreendentemente, esse reator nuclear (a própria mina de Urânio) estava muito bem desenhado. Estudos indicam que o reator tem vários quilômetros de comprimento. Sem embargo, para tão imenso reator, o impacto termal ao seu redor estava limitado a 40 metros. Ainda mais assombroso é o fato de que os dejetos radioativos ainda não migraram fora do sítio da mina. São mantidos em seu lugar graças à geologia especial e única que a rodeia.
Diante dessas descobertas inusitadas, os cientistas consideraram esse reator nuclear como um “evento natural”. O reator de Oklo tem sido documentado por sua importância como um análogo na eliminação de dejetos de combustível nuclear. Porém, poucas pessoas estão sendo atrevidas o suficiente para explorar esse mistério mais profundamente.
Civilização Avançada?
Rene Noorbergen, en su livro Segredos das Raças Perdidas, afirma: “Após a publicação do informe do dr. Perrin pela Academia Francesa de Ciências, muitos experts têm levantado questionamentos”. Glenn Seaborg, ex-chefe da Comissão Estadunidense de Energia Atômica e ganhador do Prêmio Nobel por seu trabalho sobre a síntese de elementos pesados, apontou que para o Urânio se “queime” em uma reação, as condições devem ser exatas.
Essa água pesada deve ser extremamente pura. Inclusive umas poucas partes por milhão de qualquer contaminante “envenenaria” a reação, fazendo com que esta se detenha. O problema é que não existe água tão pura na Natureza em nenhuma parte do mundo!
Uma segunda objeção ao informe dos cientistas é sobre o próprio Urânio.Vários especialistas em Engenharia de Reatores reafirmaram que em nenhum momento na história geológica estimada dos depósitos de Oklo o Urânio foi suficientemente rico em U-235 para que uma reação nuclear tenha podido acontecer.
Inclusive quando os depósitos supostamente se formaram pela primeira vez, devido à baixa taxa de desintegração nuclear do U-235, o material fissionável tivesse constituído unicamente 3% dos depósitos – quantidade muito baixa para um “bum”. E, sem embargo, a reação ocorreu, o que sugere que o Urânio original era muito mais rico em U-235 do que o que poderia ter havido numa formação natural.
Portanto, se a Natureza não foi a responsável, então a reação deve ter sido produzida de maneira artificial, ou seja, foi fruto da intervenção humana muitos milhões de anos atrás.É possível que o Urânio de Oklo seja o resíduo de um reator antediluviano que foi destruído pela inundação e foi reinstalado na África Oriental?
De fato, muitas pessoas hoje em dia sabem que o reator é uma relíquia de uma civilização antiquíssima, lemuriana e atlante, conforme as tradições gnósticas ensinam. Essa civilização muito mais avançada que a nossa atual teria em suas mãos capacidade para detonar artefatos nucleares, como destacamos nos textos acima? Nossa opinião é de que sim.
lembra que:“Suddenly the ground gave way under my feet with a curious noise. “De repente o chão cedeu sob os meus pés com um barulho curioso. I got into a safe place and then widened the hole, which had appeared, with my rifle-butt and lowered myself into it. Entrei em um lugar seguro e, em seguida, ampliou o buraco, que tinha aparecido, com a minha bunda rifle e baixou-me nele. I was in a long and narrow corridor, which got its light from the space where the dome had split. Eu estava em um corredor longo e estreito, que tem sua luz a partir do espaço onde a cúpula se dividiu. At the bottom I saw a kind of table and chair, made of the same “crystal” as the walls. No fundo eu vi uma espécie de mesa e cadeira, feito de “cristal” mesmo que as paredes.
“An odd shape was crouching on the seat, with vaguely human features. “Uma forma estranha estava agachado no banco, com características vagamente humana.
“Looking at it from close by, I thought it might be a statue damaged in the course of time but then I glanced at something which filled me with horror: under the ‘glass” which covered that ‘statue’ a skeleton could clearly be seen!” “Olhando de perto, eu pensei que poderia ser uma estátua danificada no decorrer do tempo, mas então eu olhei para algo que me encheu de horror: no âmbito do ‘vidro que cobria que” a estátua “um esqueleto pode ser claramente visto ! ”
Muitos povos do continente americano conheciam a importância ecológica dos morcegos, esse mamífero injustiçado e temido. Em todo o planeta há mais de mil espécies de morcegos, a gigantesca maioria é de insetívoros (chegam a comer mais de mil mosquitos, mariposas e outros insetos por dia), e há também uma boa porcentagem dos que se alimentam de pólen e néctar de flores e os que se alimentam exclusivamente de frutas (sendo que espalham as sementes por todos os lados) e, até mesmo, os morcegos que comem peixes.
Os morcegos perfazem perto de 25% de todos os mamíferos do mundo, portanto são vitais para a manutenção do equilíbrio da Natureza. São raros os morcegos que se alimentam de sangue, e graças a esses pequenos vampiros, muitas pessoas cultivam um medo terrível dessa maravilhosa espécie, que são os únicos mamíferos voadores. Na verdade, o único cuidado que se deve ter com os morcegos são justamente algumas enfermidades, como a raiva.
No entanto, os indígenas americanos de todos os rincões e épocas sabiam que existe uma “força espiritual” impressionante e que os gnósticos chamam de Raio Elemental dos Morcegos. Especialmente os maias reverenciavam uma presença divina nos morcegos.
Havia uma deidade principal que rege os pequenos elementais (que são as almas dos morcegos). Essa Divindade era chamada pelos maias como CAMA ZOTZ ou simplesmente ZOTZ. Era o poderoso e terrível Deus Morcego (em espanhol, Dios Murciélago). Para os gnósticos, o principal “Anjo dos Morcegos”, de nome Zotz, é um Anjo da Morte, que tem ligação com o planeta Saturno e tem poderes divinos para curar ou desencarnar os doentes.
Zotz, o Anjo Supremo do Raio dos Morcegos e Senhor da Vida e da Morte, era muito reverenciado, tanto no México quanto na América Central, onde diversas cavernas eram usadas para rituais de cura e desencarne.
Recentemente, foi encontrado um gigantesco templo maia em Petén, na Guatemala, dedicado ao Deus Zotz
O VM Samael Aun Weor, supremo líder das instituições gnósticas modernas, ensina em dois de seus preciosos livros (Os Mistérios Maias e Mistérios Maiores) sobre o Deva que rege o Raio dos Morcegos:
(Os Mistérios Maias) Também chama-se Tzinacan, que quer dizer morcego, ou Zotz. Está muito bem representado por um peitoral maravilhoso que simboliza a alma, o Homem Causal, o homem verdadeiro, o homem real. O peitoral dirige-se para cima, chegando a conectar-se com os ouvidos, indicando-nos que o homem verdadeiro deve aprender a escutar o Verbo, a palavra, o Logos.
A figura diz-nos que é uma Divindade, um Verbo encarnado. As gônadas estão muito formadas, indicando claramente que o poder está no sexo, em lugar de um falo aparece um rosto para recordar que o homem causal forma-se com o mercúrio, que é a alma metálica do esperma sagrado e que o homem verdadeiro é precisamente o resultado da transmutação sexual.
O Deus Morcego tem poder sobre a vida e sobre a morte.
Está pousado sobre uma pedra, não totalmente cúbica, dando-nos a entender o trabalho para adquirirmos a pedra filosofal.
O nome Camazotz vem da língua quiche e é formado por duas palavras: Kame, Morte, e Zotz, Morcego
O Deus Morcego é um Anjo da Morte que habita o Plano Causal. Nós o encontramos desenhado em estelas, códices e utensílios maias, com a libré do Deus do Ar.
Em Chiapas existe o povoado de Tzinacatán habitado por tactziles (pessoas da família maia) e no Vale de Toluca, o povoado de Tzinacántepec. No Popol Vuh, o morcego é um anjo que baixou do céu para decapitar os primeiros homens maias feitos de madeira, o morcego celeste aconselhou aos deuses Ixbalanqué e Hunab Ku procedimentos para se saírem vitoriosos da prova da Caverna do Deus Morcego.
Os templos náhuas em forma de ferradura estavam dedicados ao culto de Deus Morcego, seus altares eram de ouro puro e orientados para o Leste. Os mestres náhuas o invocavam para pedir-lhe cura para os seus discípulos ou para os seus amigos profanos, pois o Deus Morcego tem poderes sobre a vida e a morte.
À invocação assistiam apenas os iniciados, os quais no interior do templo formavam cadeias, alternando nelas homens e mulheres sem tocarem as mãos nem o corpo. As extremidades da cadeia começavam perto de ambos os lados do altar, e todos permaneciam de cócoras com as costas contra a parede.
No altar, flores recém-colhidas e aos seus lados, sobre duas pequenas colunas talhadas em basalto, dois braseiros de barro pintados de vermelho, símbolo da vida e da morte. Nos braseiros ardiam madeira de cipreste (símbolo da imortalidade), cujo aroma mesclava-se com a fumaça do copalli, resinas olorosas e caracóis brancos marinhos moídos.
O mestre vestia a libré do Deus do Ar e maxtlat ao redor da cintura. De frente, levantava as mãos com as palmas estendidas e vocalizava 3 vezes o mantra ISIS, dividindo em duas longas sílabas, assim:
IIIIIISSSSSS… IIIIIIISSSSSSS… IIIIIISSSSSS…
Depois, com uma faca de obsidiana com punho de jade e ouro, abençoava os concorrentes, e em silêncio fazia a invocação do ritual:
“SENHOR DA VIDA E DA MORTE, INVOCO-TE PARA QUE DESÇAS PARA SANAR NOSSAS DOENÇAS”.
Silêncio imponente, somente interrompido pelo crepitar do defumador, subitamente, um bater de asas e um aroma de rosas e de nardos espalhavam-se por todo o templo. Dos braseiros saía uma chama que queria alcançar o céu; o mestre e os assistentes prosternavam-se até tocarem o solo com suas frontes.
O Deus Morcego baixava ataviado com a libré do Deus do Ar ou em forma de pássaro-morte. Eram as Provas Funerais do Arcano 13. Treze degraus tinham os templos e 13 mechas tem a barba do Ancião dos Dias.
Dentro do recinto, onde levantava-se o templo maior de Tenochtítlan, existiu um templo circular dedicado ao Sol.
Nas câmaras secretas desse templo de Mistérios existiu o Tzinacalli (Casa do Morcego), espaçoso salão com aspecto interior de sombria caverna, onde tinham lugar os rituais de iniciação para alcançar os altos graus de cavaleiro ocelotl (jaguar) e cavaleiro guautli (águia).
Sobre o lintel da pequena porta, dissimulada no muro interno do fundo da caverna, a qual dava passagem para o Templo, pendia um espelho grande de obsidiana, e diante dessa portinha ardia no chão uma fogueira de pinheiro.
O candidato era levado ao tzinacalli, onde era deixado até altas horas da noite. Haviam-lhe indicado que caminhasse através da escuridão em direção à luz de uma fogueira, e lá aguardasse e falasse ao guardião do umbral:
“SOU UM FILHO DA GRANDE LUZ… TREVAS, AFASTAI-VOS DE MIM…”
Sobre a cabeça do candidato os morcegos começavam a chiar e a esvoaçar. A lenha do primeiro ia aos poucos se apagando, ficando dela apenas o rescaldo, cujo fogo refletia no espelho.
De repente, ruidoso bater de asas, um alarido aterrador e uma sombra com asas de morcego e forma humana, maxtlal em torno da cintura, emergia da escuridão e com sua pesada espada ameaçava decapitar o intrépido invasor dos seus domínios.
Infeliz do candidato que retrocedesse aterrorizado! Uma porta que até então permanecera habilmente dissimulada na rocha abria-se silenciosamente e no portal aparecia um estranho assinalando-lhe o caminho dos profanos, de onde o candidato havia vindo.
Mas se o candidato tinha presença de espírito suficiente e resistia impávida a investida de Camazotz ( o Deus dos Morcegos), a pequena porta oculta diante dele, abria-se suavemente e um Mestre vinha-lhe ao encontro para descobrir, oculta entre as sombras da caverna, a esfinge do candidato modelada em papel de amate, a qual era incinerada enquanto os demais mestres davam ao candidato as boas-vindas, convidando-o a entrar no Templo.
Esse ritual simboliza a morte das paixões da personalidade do iniciado, em sua passagem das sombras para a luz.
Através das provas da ordália a que eram submetidos, os candidatos à iniciação nos antigos Mistérios, a alma animal destes retratava-se às vezes como morcego, a alma deles estava cega e privada de poder, por falta de luz espiritual: o Sol.
Como vampiros, os depravados e avaros jogam-se sobre suas presas para devorar as substâncias vivas nelas existentes, e depois deambular preguiçosamente, regressando às sombrias cavernas dos sentidos, onde ocultam-se da luz do dia e todos que vivem nas sombras da ignorância, da desesperação e do mal. O mundo da ignorância é governado pelo medo, pelo ódio, pela cobiça, pela luxúria. Em suas sombrias cavernas vagueiam os homens e as mulheres que somente se movem no vaivém de suas paixões.
Somente quando o homem realiza as verdades espirituais da vida, escapa desse subterrâneo, dessa maldita caverna de morcegos, onde Camazotz, que muitas vezes mata apenas com a sua presença, permanece oculto espreitando as suas vítimas. O sol da verdade levanta-se no homem, ilumina seu mundo, quando este eleva sua mente desde a obscuridade da ignorância e do egoísmo, para a luz do altruísmo e da sabedoria.
Símbolo desse estado de consciência no homem são os olhos de águia que sobre os puros pés de Coatlícue procuram ver em direção ao infinito.
PRÁTICA: Recomendamos a escolha de um lugar privado para as suas práticas. Um pequeno escritório ou mesa. Uma toalha branca sobre a mesa. Uma pequena cruz de madeira ou de metal. Suas velas de cera ou de parafina. Escolha uma quinta-feira de 9 às 10 horas, ou de 10 às 11 horas da noite.
Três dias antes de fazer a invocação ao Deus Morcego ou Camazotz com quem tem de enfrentar o estudante que queira avançar na senda, deve se alimentar exclusivamente de frutas, legumes, pão preto e leite. Não tema invocá-lo. A alma purificada pelo amor e a sincera devoção ao seu Deus Interno não devem temer nada nem a ninguém, senão ao próprio temor.
Depois de sua invocação, informe-se detidamente, detalhadamente, sobre o que experimentou, viu ou ouviu, durante a prática, e guarde para você mesmo estas experiências de sua vida.
(Mistérios Maiores) As almas, durante o sonho, podem viajar a qualquer parte e voltar ao corpo graças ao Cordão Prateado. Os Anjos da Morte, quando estão oficiando, assumem a aparência esquelética, e depois de seu trabalho assumem formosa presença, realmente são Anjos.
O Deus Morcego mora no centro do Éden. É um Anjo da Morte; assim como tem poder para matar, também tem para sanar.
Os astecas formavam uma cadeia em forma de ferradura para invoca-lo; os elos dessa cadeia eram soltos, ninguém se tocava as mãos nem o corpo nem se abriam pelos lados do altar, os assistentes ao rito permaneciam cheios de respeito, de cócoras, aconchegados.
O mantra ISIS era vocalizado por todos em duas sílabas e alongando o som de cada letra assim:
Iiiiissssss… Iiiiisssss… Iiiiisssss…
Sustentando o som de cada letra o máximo possível. O “S” vibra como o som do grilo (chapulín) ou como o guizo da serpente cascavel, tão sagrada entre os astecas. Essa é a sutil voz com que se podem fazer maravilhas e prodígios. O mantra era vocalizado muitas vezes seguidas. O sacerdote jogava em um braseiro um incenso de caracóis marinhos reduzidos a um pó branco; os caracóis e o fogo sagrado se acham associados internamente. Os braseirinhos eram postos sobre uma mesa, no altar ardiam duas luzes, símbolos da vida e da morte; o sacerdote, voltado com o rosto em direção aos assistentes, abençoava com uma faca afiada, e com todo coração chamava o Deus Morcego… era assim que o terrível Hierarca da Morte assistia. Esse rito pode ser praticado hoje nos santuários gnósticos.
O Deus Morcego pode sanar os enfermos se a Lei do Carma permitir. Qualquer grupo de pessoas pode praticar esse rito para sanar enfermos graves. Os astecas praticavam esse rito em um templo de ouro maciço, o qual ainda existe em Jinas (Nota do Tradutor: Quarta Dimensão).
O Deus Morcego assiste às provas funerais do Arcano 13. Quando Jesus chegou ao Arcano 13, vagou entre os sepulcros dos mortos, os terríveis espectros da morte o assediaram nos terrores da noite horrível, os cadavéricos fantasmas da morte lhe recordaram coisas horríveis do passado. Jesus teve de vencer o Supremo Conselho dos Anjos da Morte, a luta foi terrível, porém Ele venceu, não teve temor. Então, o Ancião dos Dias, como um sopro terrível, entrou n’Ele, assim o Filho e o Pai são Unos, e isso se realiza no Arcano 13, esse processo sempre é igual em todo aquele que recebe a Coroa. Isso pertence à Segunda Iniciação dos Mistérios da Fé e da Natureza.
Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos.
Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
A Psicologia Revolucionária da nova era afirma que a máquina orgânica do animal intelectual falsamente chamado homem existe em forma tricentrada ou tricerebrada.
O primeiro cérebro está encerrado na caixa craniana. O segundo cérebro corresponde concretamente à espinha dorsal com sua medula central e todos os seus ramos nervosos. O terceiro cérebro não reside em um local definido nem é um órgão determinado. Realmente, o terceiro cérebro está constituído pelos plexos nervosos simpáticos e em geral por todos os centros nervosos específicos do organismo humano.
O primeiro cérebro é o centro pensante.
O segundo cérebro é o centro do movimento geralmente denominado de centro motor. O terceiro cérebro é o centro emocional.
Está completamente demonstrado na prática que todo abuso do cérebro pensante produz gasto excessivo de energia intelectual. Portanto, é lógico afirmar, sem temor de dúvidas, que os manicômios são verdadeiros cemitérios de mortos intelectuais.
Os esportes harmoniosos e equilibrados são úteis para o cérebro motor, porém, o abuso do esporte significa gasto excessivo de energias motrizes e o resultado costuma ser desastroso.
Não é absurdo afirmar que existem mortos do cérebro motor. Tais mortos são conhecidos como inválidos, hemiplégicos, paraplégicos, paralíticos etc.
O sentido estético, a mística, o êxtase e a música superior são necessários para o cultivo do centro emocional, porém, o abuso de tal cérebro produz o desgaste inútil e o desperdício das energias emocionais. Abusam do cérebro emocional os existencialistas da nova onda, os fanáticos do rock, os pseudoartistas sensuais da arte moderna, os doentes passionais da sensualidade etc.
Ainda que pareça incrível, a morte certamente se processa aos terços em cada pessoa. Já está comprovado até a saciedade que toda enfermidade tem sua base em algum dos três cérebros.
A grande lei depositou sabiamente em cada um dos três cérebros do animal intelectual determinado capital de valores vitais. Economizar este capital significa de fato alongar a vida; mal gastar este capital produz a morte.
Arcaicas tradições que chegaram até nós desde a noite aterradora dos séculos afirmam que a média da vida humana no antigo continente Mu, situado no Oceano Pacífico, oscilava entre 12 e 15 séculos.
Com o passar dos séculos através de todas as idades, o uso equivocado dos três cérebros foi encurtando a vida pouco a pouco.
No país ensolarado de Kem, lá no velho Egito dos faraós, a média de vida humana alcançava apenas 140 anos.
Atualmente, nestes tempos modernos de gasolina e celuloide, nesta época de existencialismo e de rebeldes do rock, a média da vida humana, segundo algumas companhias de seguros, é de apenas 50 anos.
Os senhores marxistas-leninistas da União Soviética, fanfarrões e mentirosos como sempre, andam dizendo por aí que inventaram soros especiais para alongar a vida, porém o velhinho Kruschev ainda não tem oitenta anos e tem de pedir permissão a um pé para levantar o outro.
Na Ásia Central existe uma comunidade religiosa composta de anciões que nem se lembram mais de sua juventude. A média de vida desses anciões oscila entre 400 e 500 anos.
Todo o segredo da longa vida desses monges asiáticos consiste no sábio uso dos três cérebros.
O funcionamento equilibrado e harmonioso dos três cérebros significa economia dos valores vitais e como conseqüência lógica vem o prolongamento da vida.
Existe uma lei cósmica conhecida como IGUALAÇÃO DAS VIBRAÇÕES DE MUITAS FONTES. Os monges do citado monastério sabem utilizar esta lei mediante o uso dos três cérebros.
A pedagogia extemporânea conduz os alunos e alunas ao abuso do cérebro pensante e os resultados a psiquiatria já conhece.
Os 3 Centros, ou Cérebros, devem estar em harmonia entre si. Isso representa economia de energias psíquicas e, por conseguinte, regeneração celular e rejuvenescimento
O cultivo inteligente dos três cérebros é Educação Fundamental. Nas antigas escolas de Mistérios da Babilônia, Grécia, Índia, Pérsia, Egito etc., os alunos e alunas recebiam informação integral e direta para os seus três cérebros, mediante o preceito, a dança, a música etc., inteligentemente combinados.
Os teatros dos tempos antigos formavam parte da escola. O drama, a comédia e a tragédia, combinados com a mímica especial, à música, o ensinamento oral etc., serviam para dar informação aos três cérebros de cada indivíduo.
Então os estudantes não abusavam do cérebro pensante e sabiam usar com inteligência e de forma equilibrada os seus três cérebros.
As danças dos Mistérios de Elêusis na Grécia, o teatro na Babilônia e a escultura na Grécia foram sempre utilizados para transmitir conhecimentos aos discípulos e discípulas.
Agora, nesta época degenerada do rock, os alunos e alunas, confusos e desorientados, andam pela tenebrosa senda do abuso mental.
Atualmente, não existem verdadeiros sistemas criadores para o harmonioso cultivo dos três cérebros.
Os professores e professoras de escolas, colégios e universidades só se dirigem à memória infiel dos aborrecidos estudantes que esperam com ansiedade a hora de sair da aula.
É urgente, é indispensável, saber combinar intelecto, movimento e emoção com o propósito de levar informação integral aos três cérebros dos estudantes.
É absurdo informar a um só cérebro. O primeiro cérebro não é o único órgão de cognição. É criminoso abusar do cérebro pensante dos alunos e alunas.
A Educação Fundamental deverá conduzir os estudantes pelo caminho do desenvolvimento harmonioso.
A Psicologia Revolucionária ensina claramente que os três cérebros têm três tipos de associações independentes, totalmente distintas. Estes três tipos de associações evocam diferentes impulsos do Ser.
Isto nos dá de fato três personalidades diferentes, que não possuem nada em comum, nem em sua natureza nem em suas manifestações.
A Psicologia Revolucionária da nova era ensina que em cada pessoa existem três aspectos psicológicos diferentes. Com uma parte da essência psíquica desejamos uma coisa, com a outra parte desejamos algo diferente e graças à terceira parte fazemos algo totalmente oposto.
Em um instante de suprema dor, talvez a perda de um ente querido ou qualquer outra catástrofe íntima, a personalidade emocional chega até ao desespero enquanto a personalidade intelectual se pergunta o porquê de toda essa tragédia e a personalidade do movimento só quer fugir da cena.
Estas três personalidades distintas, diferentes e muitas vezes até contraditórias devem ser inteligentemente cultivadas e instruídas com métodos e sistemas especiais em todas as escolas, colégios e universidades.
Do ponto de vista psicológico, é absurdo educar exclusivamente a personalidade intelectual.
O homem tem três personalidades que necessitam urgentemente da Educação Fundamental.
Durante uma conferência, o venerável mestre Samael explicou os significados simbólicos, oníricos, mitológicos, arquetípicos dos animais. Vale a pena refletir e meditar em seu conteúdo, porque essa simbologia certamente se reflete em nossa psique, não somente por meio da Yoga dos Sonhos, mas também, nas práticas de Magia Elemental, Nahualismo ou Xamanismo Superior.
Pergunta: Mestre, o papagaio de penas verdes está na realidade representando o Espírito Santo? Samael Aun Weor: Sempre representou a Castidade, isto é claro. E se representou a Castidade, representou o Sexo e, consequentemente, representou o Terceiro Logos…
P: E a ave íbis dos egípcios, Mestre? SAW: Também representa o Terceiro Logos.
P: E o corvo? SAW: O corvo? Na Alquimia o corvo representa as Águas Negras ou putrefatas, a morte etc.
P: E o condor, Mestre? SAW: O condor, ou a águia altaneira, é justamente o símbolo do Segundo Logos… do Cristo, o Vishnu dos hindus.
P: O cisne Kala-Hamsa é o Terceiro Logos? SAW: Voando sobre as Águas da Vida, o Cisne Kala-Hamsa representa sempre o Terceiro Logos.
P: Mestre, o flamingo, essa ave cor-de-rosa? SAW: É também um símbolo do Terceiro Logos.
P: E o pavão? SAW: É o símbolo da vaidade e do orgulho.
P: E o elefante? SAW: É também um símbolo do Terceiro Logos, porém o elefante branco. Porque os outros elefantes não têm significado.
P: E o cavalo, Mestre? SAW: O cavalo tem várias representações, poderia representar as paixões animais.
P: E o burro? SAW: O asno ou o burrico representa o Mercúrio da Filosofia Secreta, o Enxofre bruto, antes de ter sido preparado pelo Mercúrio Real. O enxofre bruto, ou seja, o esperma antes de ter sido preparado pelo Mercúrio…
P: Mestre, e a águia bicéfala, representa o enxofre e o mercúrio? SAW: O enxofre.
P: E a lagartixa? SAW: O elemento Terra.
P: Mestre, tenho observado a mariposa, que passa por um processo de metamorfoses, esse é o mesmo processo que um Iniciado passa até chegar ao grau da Perfeição? SAW: É claro! Da crisálida sai a mariposa, assim também é que do “animal intelectual” tem de sair o Homem verdadeiro, o autêntico, que temos que criá-lo dentro de si, até que um dia ressurja à luz do Sol…
P: Então, Quetzalcóatl era um Homem-Mariposa, todos os Deuses são Homens-Mariposas? SAW: Bom, é um símbolo, e como símbolo representa a Alma, a Inteligência do verdadeiro Homem, representa a Alma, a Psique.
P: E o coelho? SAW: O ouvido oculto, o Verbo, a Palavra… Ele se esconde em suas covas. O que pode representar a cova? Deve-se de buscá-la dentro de si mesmo a caverna que carregamos em nosso interior, de maneira que o coelho representa o Verbo que se tem de buscar dentro de si mesmo, a Palavra…
P: E o veado? SAW: A alma que sofre, que chora, geme e luta a fim de conseguir alcançar a realidade.
P: E o camelo, Mestre? SAW: O camelo, ou dromedário, que viaja pelo deserto, somos nós navegando pelo Deserto da Vida…
P: E a pantera negra? SAW: A pantera negra é terrível, demoníaca, diabólica, representando o Diabo em nós.
P: Mestre, o que simboliza a rã? SAW: Representa a morte e a ressurreição… A rã morre na época do inverno ou no tempo da seca ela entra em estado de suspensão anímica e depois quando volta a água ela ressuscita. O mantra CROAC faz chover, como também ajuda no processo da sublimação das águas da libido dos solteiros. Essa prática está no Livro Amarelo. É o que dizem por aí, que as pessoas se reúnem em grupo e com esse “Croac” fazem chover.
P: Mestre, perguntei ao chefe da tribo porque eles tinham a estátua de um sapo, então eles disseram que representava a imortalidade. E para demonstrar, pegaram um sapo mumificado e disseram “Vês como está?” E o introduziram num cântaro de água e tamparam o vaso; e no dia seguinte o sapo estava coaxando. SAW: Morrem e Ressuscitam, por isso o sapo é sagrado. Nos Mistérios egípcios, o sapo era sagrado. Um sapo em cima de uma flor-de-lótus tem uma representação enorme: A Morte e a Ressurreição do Homem, do Universo, e a Aurora do Mahavântara ressuscita, surgindo uma nova Criação…
Crrrrrrroooooooaaaaaaac… Crrrrrrroooooooaaaaaaac… (Mantra de Sublimação Sexual para Solteiros)