Essa é uma pergunta que fazem amiúde aquelas pessoas interessadas no tema. O senhor T. Subba Row, da Universidade de Madrás, Índia, foi um dos mais elevados ocultistas do Sul da Índia, e também membro da Sociedade Teosófica nos primeiros tempos de sua fundação. Sobre este assunto ele escreveu e deu alguns dados em sua obra Escritos Esotéricos. Diz ali:
“Existem ‘Adeptas’ femininas na Fraternidade Branca e Adeptas de uma ordem muito elevada… E nossa filosofia esotérica prova que fora do mundo de matéria densa não existe diferença de sexos. Tal diferença ocorre (ainda em nossa terra) como um acidente da natureza devido à gestação e não como resultado deste ou daquele germe masculino ou feminino.
Existem exemplos de mulheres que chegaram a ser Adeptas de uma Ordem muito elevada. De que uma pessoa seja homem ou mulher depende do temperamento e de outras causas… Existe uma mulher que ainda se mantém na lista dos Mahachohans de um dos mais elevados Raios, o Raio a que pertence H…
Ela não só é uma mui elevada Adepta desse Raio, senão, ademais, feito muitos descobrimentos originais. Também há provas de outras duas elevadas Adeptas femininas, sendo uma delas a mãe de Parasurama.
Há um Raio adaptado especialmente para a mulher. Amiúde, denomina-se este Raio especial de ‘O Corpo de Amor’. Seu Logos é mais bem feminino que masculino e pertence ao polo magnético do universo.”
Na revista The Theosophist, publicada em Adyar, na Índia (de outubro de 1883, na seção Cartas ao Editor), fez-se a seguinte pergunta: O senhor pode dizer-me se a mulher pode alcançar o ADEPTADO e se existem Adeptas femininas?
Essa pergunta foi contestada: “É difícil encontrar uma boa razão de por que as mulheres não possam chegar a ser Adeptas. Nenhum de nós, os Chelas, conhece que exista algum impedimento físico ou de outra natureza que possa incapacitar, por completo, uma mulher de empreender as TERRÍVEIS PROVAS. Pode ser que seja para elas mais difícil, mais perigoso que para os homens, porém não há impossibilidade nenhuma.
As Mestras também podem encarnar o Cristo Íntimo
Os livros e tradições sagrados indianos mencionam tais casos, e desde que as leis da natureza são imutáveis, aquilo que foi possível há milhares de anos deve também sê-lo agora.
Se nosso leitor tivesse lido as Notas Editoriais na página 148 do volume 3, no artigo intitulado Reencarnações no Tibete, teria encontrado que ali se menciona uma Adepta feminina, a piedosa princesa chinesa que depois de viver a vida marital por dez anos a renunciou com o consentimento de seu esposo e se fez Gelung-ma ou Ani, ou seja, uma monja.
Crê-se que ainda segue se reencarnando “em uma sucessão de Lamas femininas”. Diz-se que Tde-shoo, a irmã do Lama, é uma dessas reencarnações. Um peregrino tibetano em Darjeeling confiou a um teósofo bengalês que visitou aquele lugar no ano passado que havia recebido um talismã dessa DAMA-ADEPTA, que é a superiora do Convento do Lago Palte…
VM Litelantes, advogada cósmica defensora dos estudantes gnósticos ante os Tribunais do Carma
Todos nós sabemos que no Nepal vive uma Adepta feminina muito elevada. E no Sul da Índia atuou elevadamente uma grande Iniciada chamada Ouvaiyar. Seu misterioso trabalho ainda existe, e está escrito em tâmil, sobre Ocultismo. Chama-se Kurale se diz que foi escrito de maneira muito enigmática e, portanto, incompreensível para o profano.
Também vive em Benares certa Dama que passa inadvertida e desconhecida, a não ser para os muito poucos a quem nos referimos em nosso artigo no The Theosophist intitulado Considerações do Swami Dayanand Sobre Yoga (pág. 47, vol. 2). Não nos é possível divulgar mais informações acerca dessas poucas Adeptas femininas que temos mencionado ou sobre outras que possamos conhecer…”
Artigo publicado na revista Theosophy in New Zealand, de julho-dezembro de 1957
Samael fala sobre as Damas-Adeptas
No Antigo Testamento se aplica o nome de Jeová, em sua acepção original de Iod-Heve, à Hoste dos Andróginos Divinos ou Cosmocratores que criaram o Universo. Elohim é o Exército da Voz. Elohim é o Verbo Criador. Elohim traduz-se como Deus Manifesto saindo das entranhas de Aelohim, para criar e voltar a criar. Do Grande Invisível nasce Elohim.
Elohim é ao mesmo tempo masculino e feminino. Elohim são Deuses e Deusas, pois é um nome feminino com uma terminação plural masculina.
Uma religião sem Deusas encontra-se na metade do caminho ateu, porque Elohim são Deuses e Deusas.
Inquestionavelmente, por isso homens e mulheres têm os mesmos direitos e podem chegar JUNTOS à Cristificação.
O homem jamais irá além da mulher, nem esta poderá escalar alturas espirituais mais elevadas que o varão.
Aqueles que afirmam que as mulheres não podem se Autorrealizar são ignorantes. Benditas sejam as mulheres cristificadas!
É absurdo supor que só o homem pode chegar à Autorrealização Íntima do Ser; é incongruente pensar que somente os homens possam cristificar-se. Em nome da Verdade diremos que se Elohim é Deuses e Deusas, as mulheres têm os mesmos direitos que os homens, elas também podem chegar à Cristificação; elas podem chegar tão alto como o varão, o homem não pode nunca ser mais do que a mulher nem a mulher ser mais que o homem.
Se o homem pode encarnar o Cristo em sua natureza íntima, a mulher também tem o mesmo direito…
Eu conheço mulheres cristificadas, as tenho visto, sou amigo delas. Há uma que vive na velha Europa (resplandece por sua beleza), tem o Cristo Íntimo em seu interior (é da raça céltica). Trata-se de uma Dama Ressurrecta, Imortal.
Conheço outra, também, do Círculo da Humanidade Consciente, que opera sobre os distintos Centros Superiores do Ser; é uma Druidesa também, Imortal.
Em nome da Verdade, tenho de dizer, de forma enfática, que se Deus resplandece através das Cleópatras da ilha Elefantina, que se Deus resplandece através das Vestais do Egito e da Pérsia, da Grécia, de Roma e de Siracusa, também resplandece gloriosamente através das mulheres de cada tempo e de cada época, e através da mãe que arrulha o filho em seus braços.
Assim que, em nome da Verdade, tenho de dizer que a mulher tem os mesmos direitos que o homem, que o homem nunca é mais que a mulher, ainda que pretenda sê-lo.
O ser humano pode desenvolver faculdades transcendentais com as quais pode perceber o ultra da Natureza, ou seja, a Clarividência, que nos permite ver os Mundos Superiores; a Clariaudiência, que nos permite ver os Mundos Internos; a Intuição, que está relacionada com o chacra do coração; a Telepatia, que está relacionada com o Plexo Solar. Etc.
Existem também certos chacras que nos permitem recordar nossas reencarnações passadas, chacras estes que estão situados nos pulmões, mais precisamente nas costas. Vou ensinar aos meus irmãos mantras com os quais podemos desenvolver nossas faculdades transcendentais.
Mantra significa “Palavra de Poder”. Saibam que os sons produzem efeitos visíveis e tangíveis para todo o mundo: um disparo de canhão, por exemplo, pode romper os vidros das janelas de uma casa, assim como uma palavra suave apazigua a ira, e uma palavra irônica, provoca muitos sentimentos em quem a escuta.
O som é a causa causarum de tudo o que é. As vibrações dessas letras, e com as múltiplas combinações de sons, despertam os poderes latentes do ser humano.
Comecemos por conhecer os mantras que servem para o despertar da Clarividência, esse sentido nos permite ver o Ultra, que se acha intimamente relacionado com a glândula pituitária. Para isso, usamos a vogal “i”, que se pronuncia assim: “iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii”…, que deve ser vocalizada muitas vezes, e se combinarmos com algumas consoantes o resultado é assombroso.
Há um mantra que nos permite desenvolver a Clarividência em pouco tempo, é o mantra ISIS. Como vocês sabem, a Deusa Ísis era muito venerada no Egito, e aquele que conseguir levantar o “Véu de Ísis” vê o Ultra de toda a criação.
É necessário que levanteis o Véu de Ísis, é urgente que aprendais a vocalizar os mantras. A vogal “i” é o fundamento do mantra ISIS e se pronuncia assim:
IIIIIIIIISSSSSSSSS… IIIIIIIIISSSSSSSSS…
Como veem, a consoante “S” deve se prolongar com um sibilo suave, ela faz vibrar intensamente o chacra maravilhoso que está situado exatamente entre as sobrancelhas, o Ajna Chakra. Chegará o dia em que vós, continuando a fazer a prática sistematicamente, desenvolvereis a Clarividência e vereis o Ultra da natureza, com todos os Mistérios da Vida e da Morte.
Outro mantra também muito importante para o desenvolvimento da Clarividência é o mantra SUIRA, que se vocaliza assim:
SSSSSUUUUUIIIIIIRRRRRAAAAAA…
Poderão vocalizar esse mantra meia hora por dia. O importante é não se cansar e ter profunda devoção interior. Outro mantra também muito importante para o desenvolvimento da Clarividência é a consoante “R”. O fundamental é aprender a vocalizar essa “vogal”, dando-lhe uma entonação muito aguda, muita fina, imitando a voz de uma criança, assim:
RRRRRRRRRRRRRRRRRRR…
Uma voz aguda, certo? Um som demasiadamente agudo é difícil para os homens, mas é indispensável para o desenvolvimento da Clarividência. Com essa vogal, despertarão a Clarividência rapidamente.
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Agora, passemos a estudar a Clariaudiência, que é a faculdade de escutar o Ultra. Quem a desenvolve pode escutar as vozes dos desencarnados, dos Anjos, dos Tronos, dos Querubins, dos Serafins, dos Elohim etc. Essa maravilhosa faculdade está situada sobre a glândula tireoide, que fica na laringe. É uma glândula muito importante que produz vários hormônios, como o iodo etc.
Comecemos pela vogal “E”, que se vocaliza assim:
EEEEEEEEEE…
Vocaliza-se por muitas vezes, de 10 minutos até meia hora. Vocaliza-se inspirando o ar e exalando todo o ar dos pulmões, vocalizando o mantra “E”, e assim repete-se por várias vezes.
O mantra AUM SHIVATUM E também desenvolve maravilhosamente a Clariaudiência. Pronuncia-se assim:
Outro mantra para o desenvolvimento da Clariaudiência é o “EM”, que se vocaliza assim: “EEEENNN”…
Agora, meus irmãos, vamos ao assunto da Intuição, que nos confere o poder de saber sem a necessidade de raciocinar. A Intuição é do chacra do coração e nos proporciona essa preciosa faculdade.
O mantra da Intuição é o sagrado OM e é vocalizado assim:
OOOOOOOMMMMMMM…
O mantra OM MANI PADME HUM, também é usado para despertar a Intuição, e se vocaliza assim:
Agora vamos passar à faculdade da Telepatia, que nos permite captar os pensamentos das pessoas a distância. Se quiserem desenvolver a Telepatia, devem saber que o fundamento dela está situado exatamente na região do umbigo, o plexo solar, o Manipura Chakra.
Um dos exercícios para o desenvolvimento da Telepatia é o seguinte: sente-se numa poltrona, de frente para o leste, imaginando que as radiações solares penetram no plexo solar, fazendo girar esse centro da esquerda para a direita. Imaginai que os raios são de uma bela cor azul-dourada, durante meia hora diária.
O segundo exercício é concentrar-se no plexo solar e vocalizar a vogal U, da seguinte forma:
UUUUUUUUUUU…
O importante é que não canseis, são necessárias constância e tenacidade, pois há muitos irmãos que começam e logo se cansam, mas se quiserem desenvolver os seus poderes, não se cansem.
Vocês podem recordar as suas existências passadas se despertarem os chacras pulmonares. Tanto no pulmão esquerdo quanto no direito existem centro magnéticos que são extraordinários. A vogal “A” faz vibrar os chacras pulmonares, e se vocaliza assim:
AAAAAAAAAAAAAAA…
Se quiserdes acrescentar a consoante “N”, melhor, e aí ficaria assim:
AAAAANNNNNN…
O doutor Krumm-Heller aconselhava aos seus discípulos uma hora de vocalização. Dizia que a ordem era a seguinte: I – E – O – U – A. Aconselhava que se imaginasse que o som de cada vocal começava na cabeça e ia até os pés.
Dizia que o discípulo deveria vocalizar por uma hora diária. Esse era o sistema que o grande Mestre Huiracotcha ensinava. Nós, com os irmãos da Sierra Nevada de Santa Marta, lá no Summum Supremum Sanctuarium Gnosticum, vocalizávamos fazendo cadeias, ou vocalizávamos sozinhos. Utilizávamos também esse mantra com a inclusão das consoantes “CH”, e o resultado foi maravilhoso.
Aqueles irmãos estão muitos avançados, tinham Clarividência, Clariaudiência, Telepatia, lembram das suas existências passadas, saem e entram à vontade no corpo físico.
Bem, seguindo adiante, com os mantras CHIS, CHES, CHOS, CHUS e CHAS*, obtínhamos ótimos resultados em despertarem os poderes internos, eles são vocalizados assim:
[Nota do GnosisOnLine: estes mantras são pronunciados assim: TCHIS… TCHES… TCHOS… TCHUS… TCHAS…]
A combinação de “CH” com a consoante “S” no final do mantra é algo maravilhoso, os chacras giram potentemente, despertando os poderes internos do homem. Embora, repito, sem se cansar, não se cansem. Esses são exercícios que devem ser praticados durante toda a sua vida, vocês devem acostumar-se com esses mantras.
Agora vou lhes ensinar o mantra para o desdobramento astral, o mantra é o FARAON.
Deitados na cama, em decúbito dorsal, com as pernas dobradas e os joelhos para cima, com as plantas dos pés apoiadas na cama, repitam o mantra Faraon, assim:
FAAAAAAARRRRRRRAAAAAAAOOOOOOONNNNNN…
Repitam esse mantra várias vezes, podendo fazê-lo suavemente, como também vocalizá-los mentalmente, e conforme vão adormecendo, imaginem as pirâmides do Egito. Isso não é trabalhoso, dediquem toda a sua atenção mental e adormeçam mantralizando.
O resultado será esplêndido, sairão em astral, despertarão lá nos Mundos Internos e abandonarão o seu corpo físico sem saber a hora e como foi…
O maior poder que existe, a melhor chave que existe para sair em astral depende das energias sexuais, que, quando está em processo de transmutação líbido-genética, produz um som semelhante ao som de um grilo.
Existe outro mantra para sair em astral, vocês adormeçam vocalizando mentalmente as sílabas “LA-RA”, da seguinte forma:
LAAAAA – RRRRRAAAAAAA
Essas duas sílabas têm o poder de fazer vibrar intensamente as energias sexuais, por lógica e dedução sabemos quando as energias estão potentes e com elevadas vibrações. Mantraliza-se a letra “S”, ou seja, sentindo o mantra vibrar no cerebelo como se fosse o canto de um grilo.
SSSSSSSSSSSSS…
Quando escutarem esse som não se assustem, graduem o volume, dando uma maior ressonância através da vontade, e fazendo esse som vibrar mais intensamente levantem de sua cama. Não pensem que estão levantando, levantem-se, repito. Levantem-se e a natureza se encarregará de separar a parte astral do corpo físico.
Vocês não têm nada a fazer senão só se levantarem. Claro que não se trata de levantar-se mentalmente, levantem-se da cama, e antes de saírem do quarto deem um saltinho com a intenção de flutuar. Se conseguirem é porque estão no mundo astral. Se não conseguirem, voltem à cama e repitam o exercício.
Lembrem-se meus irmãos, que uma hora de vocalização de mantra, vale mais que ler um milhão de livros teosofistas, rosa-cruz, espíritas etc.
O mantra TOM DOM faz vibrar o chakra do coração, o Anáhata, imitando os sons dos sinos das paróquias, assim:
imitando os sons da brisa quando passa por entre as folhas das árvores.
Agora vou lhes ensinar alguns outros mantras importantes. Ouçam-me, são mantras fundamentais para a magia sexual e se vocalizam assim:
DIIIIIIIIISSSSSS… DAAAAAASSSSSS… DOOOOOSSSSSS…
Mais mantras para sair em corpo astral:
RUUUUUUSSSSSS – TIIIIIIIIIIIIII…
TAI- REREREEE, TAI – REREREEE, TAI – REREREEE…
Lembrando sempre que ao sair do vosso quarto deem um pequeno salto com a intenção de flutuar, e se conseguirem é porque já estão em astral, saiam do quarto e dirijam-se com a decisão firme de ir à Igreja Gnóstica, onde nós, os Mestres da Fraternidade Universal Branca, os aguardamos.
Um mantra para a cura:
PAAAANNNNN – CLARA PAAAANNNNN – CLARA PAAAANNNNN – CLARA…
Façam a sua vocalização em sete tempos pequenos, vocalizem com Fé Consciente, irmãos, e triunfarão. Não percam tempo teorizando, não percam o tempo se alimentando com as comidas que se oferecem aos ídolos da teosofia, rosacrucianismos, espiritismos…
Desse tipo de comida só comem os discípulos de Jezebel, que se diz profetiza, que ensina e engana aos seus servos a fornicar e a comer coisas oferecida aos ídolos.
Sejam práticos, porque na Nova Era de Aquárius, necessitam-se de homens práticos, despertos e iluminados. Essa lição mântrica que lhes dei encerra a Chave de todos os Poderes. Por isso, irmãos, têm de aprender a manejar o Verbo.
Até aqui, as minhas palavras. Paz Inverencial…
*Esse mantra pode ser vocalizado como OM MANI PADME HUM ou, conforme ensina o VM Samael Aun Weor, como OM MASSI PÁDME YOM (o Avatar de Aquárius afirma que essa última forma é muito mais poderosa nos mundos internos). Mas nada impede que a primeira forma seja usada, pois assim reza a tradição…
“Chegou a hora de mudar nossa atitude belicosa e oferecer aos nossos irmãos visitantes do espaço nossa amizade e nosso carinho. Eles vêm para nos ajudar, não para nos destruir.” (Samael Aun Weor)
A Terra não é o único mundo habitado
“Nós, pobres e míseros vermes do lodo da Terra, acaso somos tão néscios que ainda precisamos investigar mais a questão dos possíveis visitantes extraterrestres?
Não são mais que suficientes todos os dados que temos? Somos, para nossa desgraça, assim tão obtusos, lerdos e estúpidos que não compreendemos que desde os tempos antigos temos sido sempre visitados por gentes de outros mundos?
Eles nos evitam? Fogem de nós? Não saem à luz do dia? Não faríamos, por acaso, o mesmo diante de uma tribo de canibais?
Os povos de outros mundos sabem muito bem que não somos ovelhas mansas, e, em vez de caírem em nossas garras felinas e fratricidas, preferem desaparecer furtivamente no céu estrelado.
Que fariam as grandes potências com esse tipo de naves cósmicas? Não é difícil adivinhar! Quão espantosos seriam esses “discos voadores” armados com bombas atômicas!
Cair na prisão sem motivo algum, “porque sim”; ou converter-se em uma cobaia num laboratório para que experimentem com eles, lhes extraiam glândulas e lhes injetem diversas substâncias para conhecer as reações, não é por certo nada agradável, não é verdade? É óbvio que os visitantes extraterrestres não querem ter esse destino, e por isso preferem evitar-nos.
Isso não significa que os povos de outros mundos não possam se defender; é claro, é evidente, que se já conquistaram o espaço, devem também possuir armas formidáveis, mas não são assassinos; evidentemente, é melhor evitar problemas…” (Samael Aun Weor – Meu Regresso ao Tibet)
Obviamente, estamos numa época de inquietudes extraordinárias; é necessário, se assim o quisermos, refletir profundamente sobre o momento atual que vivemos.
Temos uma poderosa civilização moderna; fizeram-se muitos avanços no terreno da Física, Química, Medicina, Engenharia, Eletrônica etc. Erguemos uma grande civilização; poderosas naves, pilotadas até à Lua, sondaram o espaço, pousaram no solo lunar, etc.; também se enviaram naves a Vênus, ainda que não tenham sido tripuladas; planejam-se viagens a outros planetas: diz-se que os Estados Unidos vão enviar um foguete tripulados a Marte; aguardaremos resultados concretos sobre este assunto…
Antes se pensava que a Lua era um pedaço da Terra projetado no espaço; os testes com o carbono-14 foram definitivos: chegou-se à conclusão lógica de que a Lua é anterior à Terra, é mais antiga, e isto por si só é sensacional.
Então todos estes sábios, que sustentaram no passado a teoria de que a Lua era um pedaço da Terra projetado no espaço, se equivocaram lamentavelmente… Repito, os testes com o carbono-14 e a análise rigorosa dos pedregulhos lunares indicaram que tais sábios, que no passado sustentaram a tese de que a Lua era um pedaço da Terra, estavam especificamente equivocados… Assim, estamos numa época de grandes inquietudes científicas, e devemos ainda que por um momento, refletir profundamente sobre essas coisas…
Obviamente, lutamos pela conquista do espaço, e isto estamos fazendo sinceramente. Nossos cientistas voam, nas asas de seus projetos, até um futuro em que o homem há de conquistar definitivamente outros mundos; no entanto, não devemos de maneira alguma deixar-nos fascinar com tanta fenomenologia; convém que, em caráter pessoal, investiguemos a nós mesmos, e evitaremos provavelmente muitos desenganos.
Fala-se muito atualmente, como vocês sabem, sobre essa questão das naves cósmicas provenientes de outros mundos. Há uma espécie de antinomia, de antítese muito interessante, entre foguetes disparados por “gregos” e “troianos” à Lua, ou a Vênus, e naves cósmicas provenientes de outros mundos; existe certo ceticismo que a nada conduz. Há, pois inquietudes de uma e outra parte: conceitos antagônicos, opiniões desencontradas; vale a pena refletir sobre tudo isto…
Quando ouvimos falar de “discos voadores” prestamos atenção ou somos um pouco céticos, mas há algo de real em tudo isso, não me parece, de modo algum, que nosso planeta Terra seja o único planeta habitado. Quando alguém estuda a Panspermia de Svante Arrhenius, descobre com assombro místico que os germes da vida provêm de outros mundos; é interessante Arrhenius com suas teorias.
Obviamente, desde a poeira luminosa das estrelas, nosso planeta Terra é um mundo habitado, que gira ao redor do Sol, um planeta como qualquer outro do espaço infinito… A Lei das analogias Filosóficas nos convida a pensar que, se no nosso mundo Terra está habitado, deve haver no espaço infinito outros mundos habitados. Eu jamais acreditaria que os germes da Vida Universal fosse patrimônio exclusivo da Terra; me parece que o exclusivismo, neste sentido, é regressivo, reacionário e retardatário..
Convido-os a pensar que, se estamos lutando por conquistar o espaço, é possível que em outros mundos existam também essas mesmas lutas. Não descartaria jamais a possibilidade de extraterrestres, habitantes de outras esferas que já tivessem conquistado o espaço tão glorioso, composto por milhares e milhares de mundos. É demasiado reacionário e exclusivista pensar que estamos sós neste vasto Universo.
Recordem que, na época de Colombo, muitos se riram daquele sábio, daquele grande navegante, quando se lançou, como diziam naquela época, através do Oceano, além do “Cabo Finisterre”. Então na época de Colombo, acreditava-se que a Terra era plana, quadrada; ninguém na Europa aceitava a possibilidade de vida além do “Cabo Finisterre”, que significa “fim da Terra…”
Parece que às vezes pensamos com mente medieval; quando negamos a possibilidade de vida consciente e inteligente em outros mundos, indubitavelmente pensamos com critério antiquados, antirrevolucionário, medieval… Admitamos a possibilidade de vida em outros mundos; as naves cósmicas são uma realidade; existem pessoas em outros mundos habitadas, mais cultas que nós, que já conquistaram o espaço, e disso posso lhes dar testemunho fiel!
Se me baseasse em meras elucubrações intelectuais, realmente não teria base para afirmar a tese dos mundos habitados por extraterrestres; se me baseasse unicamente em puras concepções intelectivas da Lógica Formal ou da Dialética argumentativa para enfatizar a ideia da possibilidade da existência dos extraterrestres, não passaria de uma teoria a mais, porém, na realidade tenho evidenciado existências dos extraterrestres, conheço-os pessoalmente, “em carne e osso”, e por isso não vejo inconveniente algum em dar testemunho. Se vocês creem, está bem; se aceitam, maravilhoso; se rejeitam é problema de vocês; em todo o caso, darei testemunho…
Um dia não importa qual, encontrando-me na cidade do México, visitei o “Deserto dos Leões”. Queria estar em paz, ainda que por apenas algumas horas; desejava entregar-me à mais serena das reflexões. De repente me senti atraído para um certo lugar do bosque; via ali um espaço entre o arvoredo, não sei porque me ocorreu dirigir-me pessoalmente ao lugar indicado; o certo foi que encontrei uma enorme nave cósmica, sobre um tripé de aço.
Obviamente, confesso que me senti completamente confundido, comovido; o que descobri me deixou absolutamente surpreso… Mas a questão não terminou aí: uma comporta metálica se abriu, e vi um chefe ou capitão; cumprimentei-o e ele respondeu-me em perfeito espanhol…”Buenos días”, lhe disse, respondeu-me o Capitão: “Buenos días…” Entre a tripulação vi duas senhoras de idade avançada. Que idades teriam? Não sei. Inquestionavelmente, teriam idades correspondentes a outros tempos, não ao nosso tempo terrestre… Falei ao capitão dizendo: “Senhor, gostaria de conhecer o planta Marte; meu próprio gérmen espiritual, Divino, está relacionado com aquele mundo do espaço infinito (minha Mônada, diríamos, falando ao estilo de Leibntiz, que tanto se ocupou das Mônadas)”…
O Capitão encarregado da nave, depois de uns minutos, tomou a palavra e perguntou: “A Marte?” “Sim, gostaria de conhecer o planeta Marte, e que vocês me levassem; estou disposto a ir com vocês já, imediatamente; nada pode me reter no planeta Terra.” “Marte? Esse planeta fica logo aí; na verdade está muito próximo (me disse).”
Mas, ao falar assim, compreendi que meu pedido, ou minha pretensão, havia sido demasiadamente pobre. Eu acreditava haver pedido algo muito grande, mas, para que mentir? Meu pedido havia sido na verdade muito pobre… Por certas significações intuitivas, me deram a entender que aquela nave, que me havia parecido tão esplêndida, provinha de uma nave-mãe que havia ficado oculta em órbita da Terra…
Naves-Mãe são cada vez mais filmadas e fotografadas ao redor do mundo… São supernaves que medem de 200 metros a 1.500 quilômetros de comprimento
Nosso sistema solar, conhecido como “Sistema Solar de Ors”, não era de modo algum desconhecido para aquele capitão, era apenas um dos tantos sistemas solares do inalterável Infinito… Indubitavelmente, me encontrava ante viajantes intergalácticos, seres que viajam de galáxia em galáxia, indivíduos sábios e conscientes…
“Sou um escritor”, disse-lhes, e “gostaria de ser levado a outros mundos habitados, com o propósito de escrever e dar testemunho fiel à humanidade sobre a existência de outros mundos habitados…” “Sou um HOMEM”, disse-lhe, “não um simples Animal Intelectual; o pedido que faço a vocês não é por mim, mas pela humanidade em geral. Gostaria de cooperar de alguma forma com a cultura geral do mundo em que vivo…”
Enfim, expus muitos conceitos, mas o capitão mantinha silêncio. Até me agarrei ao tripé de aço, com o propósito de não me desprender dali até que se resolvesse admitir-me dentro da nave e levar-me; mas tudo foi inútil, ele mantinha silêncio… Examinei aquele homem e toda a tripulação: personagens de uma cor de cobre, testa ampla, corpo esbelto, estatura de 1,20 metro, 1,30 ou 1,40, não mais que isso… A tripulação, por fim, sentou sobre uns troncos de madeira que havia no bosque. As mulheres eram duas anciãs veneráveis, e não pude fazer menos do que observar tão estranhas criaturas…
Não pude ver neles a perversidade terrestre. Pude notar cuidadosamente o sentido muito elevado da palavra; não usam descuidadamente a palavra como nós; falam pouco e dizem muito; para eles a palavra é ouro, ouro em pó; somente a usam em casos muito indispensáveis… Não vi neles cara de assassinos, como as nossas, os terráqueos; tampouco certo aspecto maquiavélico com o qual tanto se adornam em certos filmes; nessas estranhas criaturas somente brilhavam a sabedoria, o amor e o poder. São Homens, mas Homens de verdade, no sentido mais completo da palavra.
Nenhum deles quis me raptar, ao contrário, lutei demasiado, pedindo-lhes que me levassem; estou seguro de que, se me tivessem concedido tal pedido, de modo algum teriam feito de mim uma “cobaia de laboratório”. Nós, terráqueos, somos outra coisa: se conseguíssemos capturar um extraterrestre, com certeza iria para um laboratório, e, quanto à nave, a confiscaríamos, e, usando-a como modelo, poderíamos construir muitas outras para bombardear cidades indefesas, conquistar outros mundos à força e fazer diabruras; porque nós, os terráqueos, começando por mim, somos na verdade terrivelmente perversos, esta é a crua realidade dos fatos! De modo algum venho “lavar minhas mãos” diante de vocês, dizer-lhes que sou “uma mansa ovelha”.
Não, somos todos “cortados pela mesma tesoura”; os defeitos que tenho, vocês também os têm, e vice-versa… Assim, asseguro-lhes que o testemunho que dou sobre aqueles seres é sincero, realmente sincero; não tento de modo algum deformar o testemunho, deformar a verdade…
Por fim, com os tripulantes sentados sobre os troncos de madeira que havia no lugar, uma das mulheres colocou-se de pé e, falando em nome de toda a tripulação, disse: “Se colocamos uma planta que não é aromática junto a outra que o é, a que não é aromática se impregna com o aroma da que é aromática…”
E prosseguiu: “O mesmo acontece nos mundos habitados: mundos que no passado andavam mal, humanidades perversas, pouco a pouco foram se transformando com o aroma, com a vibração dos mundos vizinhos; mas nós, como você vê, acabamos de chegar aqui, a este planeta Terra, e não vemos acontecer o mesmo. Que se passa neste planeta?”
Bem, a pergunta que me haviam feito fora tremenda e eu devia, portanto, dar uma resposta de alta qualidade… Sem refletir muito, mas, isso sim, cuidando muito bem da palavra, disse: “Este planeta é um equívoco dos Deuses…” Mas logo completei, enriquecendo o conceito o melhor que pude, para dizer: “Este é o Carma dos Mundos” (a palavra Carma significa Causa e Efeito, a tal causa corresponde a tal efeito.)
A Terra tem causas que a trouxeram à existência e, se essas causas são mais ou menos equivocadas, os efeitos têm de ser equivocados… Ao dizer “Este é o Carma dos mundos”, vi com grande assombro que a anciã que falara assentiu, inclinando com a cabeça, com uma reverência respeitosa; não disse nada, mas simplesmente assentiu. A outra senhora também fez uma vênia respeitosa, e todos da tripulação, em genuflexão moderada, concordaram.
Pensei que iam me puxar as orelhas, pois era terrível dar uma resposta a pessoas que viajam de galáxia em galáxia, um pobre-diabo como eu; mas minha resposta resultou, funcionou, e isso me alegrou… Claro, resolvi tirar o melhor partido daquele assentimento. Disse a mim mesmo: “Bem, este é o momento…” Reiterei meu pedido de ser levado a outro planeta do espaço infinito para dar testemunho às pessoas sobre a realidade dos mundos habitados… “Sou escritor”, disse-lhes, “não é por mim, é pela humanidade; levem-me.”
De nada valeram os pedidos, o silêncio era terrível, por fim o capitão pronunciou uma frase, nada mais que uma, porque falam pouco e dizem muito, essas pessoas falam pouco e dizem muito, esses personagens pareciam realmente Deuses com corpos de homens (tinha essa impressão ao conversar com eles)… Obtive uma resposta, e é claro que fiquei satisfeito: “No Caminho iremos vendo”, disse o capitão. Nada mais, isso foi o que me disse, mas para mim foi muito definitivo.
Se um terráqueo tivesse me dito o mesmo, teria simplesmente considerado essas palavras como uma escapatória, evasiva; como quando alguém pede, por exemplo, um emprego, e lhe dizem: “Consideraremos quando houver uma vaga” (como que saísse correndo, a quinhentos quilômetros por hora); podemos estar seguros de termos fracassado na tentativa…
Mas estava falando com extraterrestres: “No caminho iremos vendo…” A qual Caminho se referia aquele capitão? Ao Caminho esotérico, iniciático, a uma senda que conduz ao super-homem, à senda “apertada, estreita e difícil”, da qual fala o Cristo; a esse caminho misterioso percorrido por um Dante, um Hermes Trimegisto ou um Jesus de Nazaré… Eu sigo esse Caminho, portanto, as palavras daquele capitão me encheram de ânimo…
Deu-me sua mão (direita), subiu à nave por uma escada, e também a tripulação. Compreendi que devia me retirar, e assim fiz; não queria de modo algum que meu corpo se desintegrasse instantaneamente pela força daquela nave. Retirei-me, pude observar a certa distância através das árvores, o momento em que a nave decolou, subiu lentamente, até certa altura, e depois se precipitou no espaço infinito, sem fazer nenhum ruído…
Asseguro a vocês que estou dando um testemunho sobre seres que já conquistaram o espaço, sobre os extraterrestres. Vim aqui dizer-lhes a verdade, e nada mais que a verdade; não vim lhes dar falsos testemunhos, porque com isso nada ganharia, tampouco vocês; estaria enganando a mim mesmo e cometeria o crime absurdo de enganar meus semelhantes.
Estou lhes dando testemunho da verdade do que me consta sobre extraterrestres; se vocês creem, maravilhoso, e se não creem, não me importa; se rirem, não faço caso, de qualquer modo. “O que ri do que desconhece”, disse Victor Hugo numa de suas obras, “está a caminho de ser idiota.” Eu dou meu testemunho, e vocês verão.
Há outros seres que conquistaram o espaço, que não são terráqueos; gente que vem de outros mundos densamente povoados. É urgente compreender que estes seres que conquistaram o espaço infinito não têm vícios. Não bebem, não fumam, não fornicam, não adulteram, não roubam, não matam, são perfeitos no sentido mais completo da palavra…
Pergunto a mim mesmo e a vocês, pensando em voz alta: nós, os terráqueos, teremos por acaso tais méritos? Seremos dignos de conquistar o espaço infinito? Se conseguíssemos, qual seria nossa conduta em outros mundos habitados? Estamos seguros de que não iríamos beber lá, cometer adultério etc.? Somos tão perfeitos que nos cremos capazes de conquistar o espaço infinito?
Bem, entendo que essas naves cósmicas são MULTIDIMENSIONAIS: parece-me que as três dimensões (largura, comprimento e altura) não são tudo; a Geometria tridimensional de Euclides tem sido muito discutida. Esta mesa, por exemplo, tem largura, cumprimento e altura, tem três dimensões, mas tem de haver uma quarta vertical nesta mesma. Qual será? Eu digo que é o tempo; quanto tempo faz que foi fabricada? Aí esta a Quarta Vertical.
Indubitavelmente, existe também a Quinta Coordenada; entendo que é a ETERNIDADE. Além da quinta dimensão, tem existir a sexta, ou seja, uma que não é o tempo, nem a Eternidade, nem tampouco o mundo tridimensional; a quinta coordenada é a ETERNIDADE, a quarta o TEMPO, mas, qual será a sexta? E a sétima? A sexta está além da Eternidade e do Tempo e, quanto à sétima, é a dimensão Zero desconhecida (Espírito PURO, diríamos).
Indubitavelmente, tem de haver sete dimensões básicas, fundamentais. Enquanto exista ou enquanto tenhamos o dogma tridimensional de Euclides, permaneceremos em estado regressivo, retardatário… A Física moderna é regressiva, retardatária, antiquada, porque se baseia exclusivamente nas três dimensões básicas fundamentais do dogma tridimensional de Euclides. As naves extraterrestres se baseiam numa geometria diferente, digo que há que se criar uma geometria tetradimensional, isto seria possível se investigássemos mais a fundo o átomo.
Obviamente é no átomo que está traçada a QUARTA VERTICAL. O dia em que possamos traçar a QUARTA VERTICAL no papel, poderemos também então criar a Geometria tetradimensional. Com uma geometria assim, poderíamos fabricar naves de quatro dimensões, naves capazes de viajar no Tempo, até ao passado ou ao futuro remoto; com naves assim, poderíamos conquista o espaço infinito.
Mas ainda não podemos criar esse tipo de nave; para viajar a Marte tardaríamos dois anos em um foguete atômico. Segundo entendi as explicações daqueles extraterrestres que conheci no Deserto dos Leões, em questão de minutos chegam a Marte (para eles Marte é “logo ali”, como quem diz: “na loja da esquina”). É que eles colocam suas naves na QUARTA VERTICAL. Tais naves são propulsionadas por energia solar, e isto é maravilhoso. Nós necessitamos enviar foguetes equipados com combustível líquido, e nossos astronautas têm de fazer cinquenta mil manobras para pousar na Lua; eles não necessitam tais manobras, para eles a Lua está “logo ali…”
As naves interdimensionais são também chamadas de METAMÓRFICAS: mudam a forma física a seu bel-prazer
Assim, não vejo por que temos de nos sentir orgulhosos de nossa tão cacarejada civilização moderna. Convido-os a compreender que nós, os terráqueos, somos apenas embriões, e que nossa tão cacarejada civilização moderna não vale realmente a pena.
Convido-os a compreender a fundo essa questão da conquista do espaço interplanetário. Há necessidade de compreender que, se quisermos a conquista do espaço infinito, devemos começar por estudar a nós mesmos, porque as leis do Cosmo estão dentro de nós mesmos, aqui e agora. Se não descobrimos as leis do Cosmo dentro de nós mesmo, não as descobriremos jamais fora de nós mesmos; o homem está contido na Natureza, e Ela está contida no homem.
Se quisermos conquistar o espaço infinito, devemos começar por conquistar a nós mesmos. Atualmente somos vítimas das circunstâncias, não aprendemos a dirigir as diversas circunstâncias da vida; ainda não sabemos determiná-las, somo brinquedos de todas as forças do Universo…
Outros Testemunhos Importantes
Sírio, a Capital da Via-Láctea
Sírio é a capital de toda esta galáxia em que vivemos. A Via-Láctea em muito milhões de sistemas solares, e todos os seus sóis e planetas giram ao redor do Sol Central de Sírio.
Sírio é um mundo gigantesco que tem rica vida mineral, vegetal, animal e humana. Os habitantes de Sírio são de estatura baixa, não alcançam sequer um metro de altura; são magros e têm bela aparência, são verdadeiros adeptos da Irmandade Branca adeptos da Irmandade Branca.
Em Sírio não pode se reencarnar que não haja alcançado a estatura de um Kumara. Ali, aqueles homens são verdadeiros Deuses. Vivem humildemente nos campos; lá não ocorre a ninguém construir cidades. Fazer cidades é coisa própria de povos não inteligentes. Os habitantes de Sírio jamais cairiam em semelhantes erros. Tem casas humildes, usam túnicas tecidas singelamente. Semeia cada qual seus alimentos, pois cada casa tem sua horta aonde o siriano cultiva seus alimentos; cada qual tem seu jardim, onde cultiva suas flores.
Não ocorreria a ninguém ali fazer guerras nem nada desse estilo, pois tudo isso é bárbaro e selvagem. Os Sirianos são pessoas muito cultas, verdadeiros homens iluminados no sentido mais transcendental da palavra. Ali está a Igreja Transcendida. Quem penetra nesse Templo de maravilhas se enche de assombro. Ali oficiam os grandes Iniciados da Galáxia.
Eu assisti várias vezes aos rituais. Constantemente se apresenta ou se vive ali o Drama Cósmico…
(Samael Aun Weor, Os Sóis São Mundos Habitados)
A Vida em Ganimedes
Aconteceu um caso insólito, mas maravilhoso… Um dia desses, aterrissou no jardim da casa de um estudante de uma escola oriental uma nave cósmica. Certos extraterrestres saíram pela escotilha e desceram por uma escadinha, aproximando-se dele. Convidaram-no a subir, e ele aceitou. Era um homem verdadeiramente espiritual, no sentido mais completo da palavra. Foi levado a Ganimedes, um satélite de Júpiter.
Ali conheceu uma poderosa civilização. Os habitantes de Ganimedes têm o cérebro um pouco mais volumoso; tem a glândula pineal conectada à pituitária por certos canais nervosos e a pituitária, por sua vez, conectada ao nervo óptico, de maneira que os habitantes desse satélite têm um sexto sentido através do qual podem ver não somente a quarta dimensão, como a quinta, a sexta e a sétima dimensão da Natureza e do Cosmo. Constroem suas casas debaixo da terra.
Têm uma agricultura rica; não possuem animais, porque ali o ambiente (os espaços inferiores) não é favorável a isto. Tiram a água de certos vulcões, e com isso remediam suas necessidades. Todos os habitantes trabalham em suas fábricas; ali não há dinheiro: em troca do trabalho todos os habitantes têm “pão, vestimentas e refúgio”.
As naves cósmicas são propriedades de todos; nada lhes faltam. Não necessitam desse elemento que se chama dinheiro e que causa tanto dano aos habitantes da Terra… Assim são os seres de Ganimedes. Como possuem um sexto sentido, estudam medicina: vêem o organismo melhor, não somente em seu aspecto físico, químico ou biológico, como também em seus aspectos psíquicos e vitais. Conhecem a anatomia exterior e a anatomia interior que os homens da ciência da Terra infelizmente não conhecem.
Ganimedes é um satélite que gira ao redor do Titã dos Céus, chamado Júpiter, que tem doze satélites; é como se constituísse um novo sistema solar dentro de nosso sistema. Muitas vezes tenho observado pessoalmente Júpiter através dos telescópios; veem-se duas linhas no centro do Equador. Júpiter é extraordinário com seus doze satélites; é uma jóia dos céus, no sentido mais completo da palavra.
Os habitantes de Ganimedes vieram de um mundo que se chamava “Planeta Amarelo”. É bom que vocês compreendam que em outros tempos, em nosso Sistema Solar, existiu um planeta no qual as pessoas se entregavam às experiências atômicas, elaborando bombas cada vez mais destrutivas, e por fim, fizeram voar em pedaços esse planeta.
Alguns fragmentos ainda giram ao redor do nosso Sistema Solar, como é do conhecimento dos astrônomos.
Porém, antes de tudo isso acontecer no “Planeta Amarelo”, um grande Avatar (ou Mensageiro) advertiu os habitantes desse mundo, que haviam ficado ante o dilema do “ser ou não ser” da Filosofia, sobre a grande catástrofe que os aguardava. A maior parte não quis entender.
Uns poucos, que compreenderam começaram a filiar-se a seus ensinamentos; ele próprio os preparou psicologicamente, e assim ficaram prontos para esperar a destruição e serem levados ao planeta onde mais tarde se estabeleceram: Ganimedes. Pois bem, o amigo de que lhes estou falando foi precisamente ali, a Ganimedes. Ao chegar lá, suas enfermidades desapareceram. Revitalizou-se, submeteram-no a tratamentos científicos especiais.
Convidaram-no a ficar e viver entre eles. Ele aceitou, com a condição de voltar e entregar seus bens ao seu irmão. Voltou e deu toda a sua fortuna ao seu irmão. Marcou certa data para despedir-se porque, como disse, ia partir para bem longe.
No dia marcado, durante o jantar, aterrissou uma nave belíssima e iluminou o centro do jardim: “Vou embora”, disse ao seu irmão e a sua cunhada, deixando-os assombrados. “Ah! (disse o irmão), já se pressentia isso”. Ao subir na nave, exclamou: “Vou-me embora para longe deste planeta”, e a nave partiu.
Antes de partir, deixou com seu irmão um aparelho parecido com uma televisão; funcionava apertando-se um botão, e era alimentado por energia solar, tinha umas antenas que permitiam a comunicação com Ganimedes. Desde então, comunicou-se com seu irmão, que desejava que algum dia o levassem; enfim, um dia o levaram.
Os habitantes de Ganimedes têm uma extraordinária sabedoria e se propõem a levar os terráqueos ao seu planeta, pois sabem em que estado se encontram os habitantes da Terra; não ignoram que uma grande catástrofe se aproxima, não ignoram que um gigante dos céus, chamado Hercólobus, vem pelo espaço estrelado a velocidades vertiginosas. Quando Hercólobus aparecer e todos vocês puderem vê-lo a olho nu, se convencerão do que estou dizendo.
Então aquela massa planetária atrairá magneticamente o fogo interior da Terra; surgirão vulcões por toda parte e acontecerão terríveis terremotos e maremotos; toda a crosta da Terra será destruída, queimada, incinerada na aproximação máxima de Hercólobus. Haverá uma revolução dos eixos do mundo; os polos se converterão em equador e o equador em polos; e as águas dos oceanos cobrirão estes continentes. Assim terminará uma humanidade perversa que se entregou aos vícios, que se degenerou em homossexualismo e lesbianismo, uma humanidade destrutiva onde cada nação se levantou contra as outras, onde cada ser humano levantou sua mão contra seu irmão; assim terminará dentro de pouco tempo uma humanidade degenerada…
Um Visitante Jupiteriano
Dino Krapedon, à época do contato
As notícias que vêm de todas as partes do mundo asseguram que as naves cósmicas aterrizam em diferentes partes da Terra. O que mais incomoda os sabichões é não poder capturar uma dessas naves com a tripulação e tudo. Estamos absolutamente seguros de que os canibais da África e do Amazonas também se sentem muito chateados quando não conseguem capturar um explorador.
No caso concreto dos discos voadores, as pessoas querem proceder como canibais, mas os tripulantes das naves cósmicas, conhecedores da selvageria humana, é claro que não estão dispostos a se deixar capturar, porque sabem muito bem o destino que os aguarda. Os velhacos os fariam em prisioneiros e as naves seriam confiscadas e utilizadas para a guerra etc.
As tripulações dessas naves cósmicas não estão dispostas a servir de cobaias, e ao invés de se deixar capturar, preferem, com justa razão, desaparecer no espaço infinito. Isto é semelhante ao explorador da raça branca que foge diante dos índios canibais. Estamos dizendo algo que pode ferir demasiadamente os sabichões, porque estes têm excessivo amor-próprio e se presumem civilizados, ainda que no fundo, sejam verdadeiros selvagens vestidos à moda moderna.
No Brasil, perto do Paraná, aterrissou uma nave cósmica na presença de um cientista famoso de sobrenome Kraspedón. O capitão da dita nave convidou o mencionado cientista para visitar a sua nave. Então, pôde conhecer não só o interior da nave como também sua tripulação. O capitão disse vir de um satélite do planeta Júpiter, falou em perfeito português e prometeu ao cientista corresponder sua visita. Quando o senhor Kraspedón quis dar ao capitão seus dados residências, não foi necessário.
O capitão recusou a oferta, dizendo: “Sabemos perfeitamente como encontrá-lo na Terra”.
Seis meses mais tarde, num domingo qualquer, o senhor Kraspedón, fechado em seu escritório, em sua casa, foi interrompido de repente por sua mulher, que lhe informou que na porta estava um homem desejando falar com ele. Disse-lhe que tal homem trazia em suas mãos uma Bíblia, e que insistia em dar explicações sobre ela. O senhor Kraspedón ordenou à sua mulher despedir-se do visitante e fechar a porta.
Momentos depois, a senhora regressou, informando ao seu marido que o mencionado visitante não queria ir embora, e insistia em falar com ele. Um pouco mal-humorado o cientista resolveu abandonar o seu escritório e sair à porta para atender o visitante. Grande foi sua surpresa ao encontrar-se cara a cara com o capitão da nave cósmica que havia conhecido seis meses antes.
O senhor Kraspedón convidou o visitante, fazendo-o passar à sala de sua casa. Logo veio a conversa. O cientista quis examinar as capacidades intelectuais do jupiteriano, e o colocou numa situação bem difícil com perguntas complicadíssimas sobre a Bíblia.
Aquele visitante demonstrou possuir uma brilhantíssima inteligência, pois conhecia até as raízes mais íntimas do grego, do hebraico e do aramaico, e soube dar às Escrituras Sagradas interpretações altamente científicas, profundamente filosóficas, extraordinariamente artísticas e transcendentalmente místicas. Depois desta entrevista, houve duas outras em diferentes lugares da cidade, às quais o citado cientista compareceu acompanhado por um professor de física e matemática.
Os ensinamentos que o jupiteriano deu em matéria de astronomia foram realmente formidáveis. Todo esse conhecimento é transcendental.
O senhor Kraspedón é um cientista sério. Não se trata de nenhum charlatão. Resolveu condensar todos os conhecimentos que o jupiteriano lhe entregou em um precioso livro escrito em português, intitulado: “Os Discos Voadores”. O jupiteriano advertiu que as explosões nucleares estão alterando a camada superior da atmosfera terrestre. Esta camada é o filtro supremo que decompõe e analisa os raios solares, transformando-os em luz e calor.
Disse o jupiteriano que, se os cientistas atômicos continuarem com suas explosões nucleares, chegará o dia em que o filtro supremo será incapaz de analisar e decompor os raios solares em luz e calor. Então veremos o sol negro como silício, e uma lua vermelha como sangue e sobre a face da Terra uma cor vermelha-ferrugem.
O jupiteriano advertiu que, ao decompor-se a camada superior da atmosfera terrestre que serve de sustentáculo à vida da Terra, viriam grandes terremotos e as cidades cairiam como castelos de cartas transformadas em poeira.
Disse ainda que a guerra termonuclear satura com radiações atômicas a água que bebemos, os cultivos com que nos sustentamos, as nuvens que trazem a chuva etc. Advertiu que a radiação atômica danificará o fósforo no cérebro dos seres humanos, e, por toda parte, se verão cenas dantescas nas ruas, hospitais cheios de gente, multiplicação de câncer e leucemia, milhões e milhões de mortos, forme e desespero.
Os tempos vão passando. As explosões atômicas continuam, agora de forma subterrânea, tanto na Rússia, como nos Estados Unidos. França e China continuam fazendo explosões atômicas na atmosfera, e os jornais de todo o mundo inteiro trazem notícias de terremotos espantosos, ora no Chile, ora em El Salvador, no Iraque, Japão, etc.
Estamos diante de fatos concretos que não podem ser refutados. Os invejosos ficarão muito decepcionados com o citado relato sobre o jupiteriano e o senhor Kraspedón, e não nos estranharia muito que agora lançassem contra nós todas as suas sátiras, baseadas num ceticismo estúpido, como aqueles que se riram de Pasteur, Galileu, Edison, etc.
O que mais incomoda os invejosos é não ter a oportunidade que teve o senhor Kraspedón. Estamos seguros de que, se semelhante oportunidade fosse dada aos canibais e a estes invejosos, abusaria dela inevitavelmente, capturando ou matando os visitantes do cosmos infinito. Os canibais são canibais, e os visitantes de outros mundos sabem cuidar-se muito bem, desaparecendo no espaço antes que as hordas bárbaras possam capturá-los.
O Homem Que Foi a Vênus
Salvador Villanueva Medina
Conhecemos pessoalmente Salvador Villanueva Medina, o homem que foi a Vênus. Salvador não tem nada de fantástico ou de desequilibrado. Foi examinado por psiquiatras, e estes chegaram à conclusão de que é um homem normal, mentalmente equilibrado.
Salvador não vive de sua extraordinária aventura, tampouco do livro que escreveu, intitulado: “Eu estive no planeta Vênus”. Este senhor agora é mecânico de profissão, conserta automóveis. Vive disso. Nós nos limitamos a duas coisas: primeiro, dar testemunho de que este é um homem absolutamente prudente, dedicado ao seu trabalho e à sua família; segundo, que este homem passou por uma aventura formidável, mas não vive dela.
Salvador Villanueva Medina contou o que ele passou, e isto lhe custou muito sofrimento, porque os sabichões, os céticos de sempre, os imbecis, zombaram dele.
Salvador esteve em Vênus, fora de qualquer dúvida, e cumpre o dever de informar a seus semelhantes, ainda que estes riam dele. Está escrito que “aquele que ri do que desconhece está a caminho de ser idiota”.
Na segunda quinzena do mês de agosto de 1953, Salvador, dirigindo um automóvel rumo a Laredo, no qual levava uns “gringos” que queria voltar a seu país, teve que passar pelas mais tremendas peripécias. O carro enguiçou. Seus acompanhantes decidiram voltar a um povoado próximo em busca de um guincho. Entretanto, no silêncio da noite, Salvador se meteu debaixo do carro com o propósito de consertá-lo.
Quando tentou sair de baixo do automóvel, ouvi que alguém se aproximava, pois se escutavam passos na estrada. Uma voz estranha lhe perguntou, em perfeito espanhol: “Qué se passa al coche?” (“O que acontece com o carro?”) Salvador não respondeu. Encontrou-se frente a um homem estranhamente vestido, de pequena estatura, um metro e vinte centímetros aproximadamente. O estranho uniforme do visitante, o rosto branco como marfim, o cabelo comprido, prateado e ondulado caindo sobre seus ombros, a perfeição do rosto, etc., surpreendeu tremendamente Salvador.
Conta Salvadora que este estranho visitante usava um cinto com perfurações, das quais saíam estranhas luzes. Salvador se limitou a perguntar ao misterioso personagem se era piloto de avião. O personagem respondeu que seu avião, como nós os chamávamos, estava a pouca distância, ditas estas palavras, desapareceu na montanha. Conta Salvador que, depois deste acontecimento, resolveu dormir tranquilamente dentro de seu carro.
Não havia passado muito tempo quando foi despertado por fortes golpes dados no vidro da porta dianteira direita. Salvador abriu a porta e foi grande a sua surpresa ao encontrar o desconhecido, que vinha agora em companhia de outro indivíduo semelhante, Salvador os fez entrar em seu carro e conversou longamente com eles.
Aqueles personagens disseram vir de Vênus, e deram muitos dados sobre este planeta. Disseram que em Vênus as ruas se prolongam sem fim, todas cheias de viadutos para evitar acidentes. Lá os veículos não consomem combustíveis vegetais ou minerais, pois são prejudiciais ao organismo.
Os venusianos utilizam a energia solar para movimentar seus veículos. Disseram que, em seu mundo, tinha um único mar, mas que era este três vezes mais profundo que os nossos. Salvador assegurou que, segundo nossos sábios terrestres, nenhum outro planeta pode ter habitantes racionais. Os venusianos responderam; “O que os faz pensar tal coisa? Por acaso com os meios deficientes de que dispõem para fazer seus cálculos? Não lhes parece demasiada pretensão crer que os únicos seres que povoam o Universo?”.
Aqueles venusianos informaram amplamente ao Salvador sobre a vida de Vênus. Dissiparam suas dúvidas explicando-lhes que haviam criado em Vênus, mediante sistemas científicos especiais um clima artificial uniforme e benigno, convertendo assim seu mundo em uma morada deliciosa.
Explicaram que em Vênus as crianças não vagam pelas ruas; que o governo as controla até que alcancem a idade adequada; que são classificadas de acordo com suas qualidades físicas e mentais e se determina o lugar onde podem ser úteis. Explicaram que retira do mar todos os elementos necessários para construir edifícios, confeccionar roupas, fabricar veículos e mais de sessenta por cento de sua alimentação.
Disseram que seus barcos podem mover-se tanto no ar como na água, e que no fundo do mar existem gigantescas fábricas encarregadas de selecionar e aproveitar cientificamente os peixes para a alimentação.
Os venusianos afirmaram que ficaram aqui na Terra alguns deles vestidos à paisana, com o propósito de estudar a humanidade do nosso planeta. Dizem que já viveram há muitos milhares de anos a etapa histórica que nós, os terráqueos, estamos atravessando agora. Eles também conheceram as guerras, os líderes astutos da política, até que, finalmente, nasceu a fraternidade. Hoje em dia não têm bandeiras. Fizeram de seu mundo uma só pátria, e são governados por sábios que se limitam a aconselhá-los com sabedoria e amor.
Salvador foi convidado pelos venusianos a comprovar a realidade dessas afirmações. Saiu do carro atrás dos homens, seguiu com eles pela montanha e encontrou uma majestosa nave, em forma de esferas achatadas, que se apoiava em três sapatas, que formavam um triângulo. Disse Salvador que a nave tinha na parte superior um cabo ligeiramente inclinado para dentro, de aproximadamente um metro de altura, circundado por furos que pareciam olhos de boi, como os que se usam em barcos.
Salvador entrou após seus acompanhantes no interior da formidável nave cósmica, que, segundo suas palavras, parecia uma impressionante fortaleza. Salvador esteve por cinco dias vivendo no planeta Vênus e regressou à Terra depois de haver verificado a realidade de todas as afirmações feitas por venusianos. A civilização venusiana é milhões de vez mais avançada que a nossa, a dos orgulhosos terráqueos.
Salvador conta o que viveu. Nos limitamos a comentar. A companhia Philips examinou amostras de terra e de plantas recolhidas no lugar onde Salvador encontrou a nave e descobriu-se uma desordem atômica muito estranha nessas amostras. Também se fotografou o local, pois ali ficaram vestígios da nave.
O especialista George Adamski, famoso estudioso dos discos voadores e autor de um livro clássico sobre o tema, deu uma conferência sobre o tema no Teatro Insurgientes, no México. Uma comissão alemã de cientistas se interessou pela questão, visitou Salvador e examinou o terreno onde se deram os acontecimentos. Não restou nenhuma dúvida. Mas os imbecis continuaram rindo como sempre, porque são imbecis!!!
Os Objetivos dos Extraterrestres
“Constantemente, ouvem-se casos de pessoas que são levadas pelos extraterrestres em naves cósmicas. Ao regressarem sempre afirmaram ter estado dentro do laboratório de alguma dessas naves. São sempre examinadas dentro do laboratório, e depois as deixam em paz, dão com elas um passeio e depois as trazem de volta ao lugar de onde saíram.”
É claro que essas grandes naves cósmicas tripuladas por irmãos de outros mundos possuem laboratórios, mas por que levam os terráqueos e os examinam nesses laboratórios – não lhes ocorreu pensar alguma vez nisso? Simplesmente porque os terráqueos são criaturas de psique anormal; não são normais, são criaturas com um psiquismo muito estranho, vivem em estado sonambúlico; esse é o verdadeiro e principal motivo, é óbvio.
São tratados por algum tempo e levados aos laboratórios destas naves cósmicas. Aos extraterrestres chama muita atenção ver esses anormais da Terra, e os levam para estudá-los nos laboratórios. Os terráqueos são seres anormais. Essa é a crua realidade dos fatos. Agora explicamos a vocês tudo isto com clareza. Alguém vem a ter uma psique normal quando tenha trabalhado sobre si mesmo; antes não é possível”. (Samael Aun Weor, A Transvalorização)
Algumas pessoas ainda pensam nos extraterrestres como seres horríveis, belicosos, que vêm invadir-nos, no entanto, a realidade é muito diferente. Os extraterrestres com que estive no “Deserto dos Leões”, que, como lhes disse, eram seres intergalácticos, super-homens que viajam de galáxia em galáxia, eram infinitamente perfeitos e estavam além do bem e do mal. Os terráqueos os detestam.
Quando viram umas de suas naves flutuando sobre os Estados Unidos, há algum tempo, enviaram aviões de caça para destruí-los; uma das naves se perdeu no espaço, e a outra desceu e pousou suavemente sobre uma torre de energia elétrica, e então se produziu o grande “blackout” de Nova York, que afetou não apenas a nação americana, mas também o Canadá.
Generais do exército americano exclamaram: “Eis aí o calcanhar de Aquiles” dos Estados Unidos!” Os poderosos titãs do Norte realmente nada podem fazer sem a energia elétrica: alguns poucos homens, tripulando uma nave, paralisaram a poderosa nação”. Assim, se os extraterrestres tivessem querido destruir esse país, o teriam feito em questão de segundos; se tivessem querido acabar com o planeta, realmente já o teriam feito; mas eles não são destrutivos, nos amam e vêm com o propósito de nos ajudar.
Entretanto, em vez de recebê-los com os braços abertos como nossos salvadores, os recebemos com tiros de canhão, ou fugimos desesperados como fogem os canibais da montanha quando veem um avião. Este é o estado lamentável em que se encontramos.
Os extraterrestres são seres cultos, que não matam ninguém, nem sequer um pássaro; entretanto, paradoxalmente, os terráqueos os temem. Muitos perguntariam por que os extraterrestres não aterrissam em cidades como Nova York ou Paris, nem se apresentam em público ou dão conferências.
Por que fogem? A esses eu responderia o seguinte: se alguém se encontrasse em uma selva profunda com um grupo de canibais, que faria? Indiscutivelmente fugiria, não haveria outro remédio. Os extraterrestres poderiam defender-se, e podem fazê-lo, mas não querem destruir ninguém; não são assassinos. Os terráqueos se equivocam quando pensam que os seres extraterrestres vão assassiná-los, isso não é certo. Não negamos que em algumas ocasiões hajam pegado alguém, colocando-o em sua nave e levando-o ao espaço e depois o trazendo de volta ao lugar de onde o apanharam; sim é certo.
Isto é explicável: os terráqueos são muitos estranhos, pois têm sua Consciência profundamente adormecida; parecem sonâmbulos
pelas ruas.
Embriagam, cometem adultério, assassinam… são tremendamente perversos.
Os terráqueos são realmente motivo de curiosidade; alguns extraterrestres nos levam para estudá-los nos laboratórios que existem nas naves cósmicas; os levam para estudá-los, pois são muitos estranham e atraem sua curiosidade. Seres com uma psique tão estranha como os terráqueos, tão adormecidos, tão inconscientes, tão destrutivos… são motivos de curiosidade, e por isso os levam para colocá-los em seus laboratórios e estudá-los.
Essa é a crua realidade, mas não lhes causam dano de nenhuma espécie; trazem-nos de volta ao lugar de onde os pegaram. É claro que há algumas exceções; há pessoas que são convidadas a visitar esses mundos de onde eles vêm, pessoas que têm a felicidade de ter conscientemente uma experiência com os extraterrestres.
Os Acontecimentos Que se Aproximam
Vivemos num mundo convulsionado, que vai passar por grandes catástrofes. Já vem os terremotos tem vindo caminhando por nossa América do Sul até ao Norte. Um dia é no Chile, perturbado com grandes terremotos e maremotos; mais tarde Caracas, seguida da Colômbia; estremeceu a Nicarágua, depois Honduras, e acaba de tremer a Guatemala.
É necessário saber que, dentro de pouco tempo, todas as nossas cidades do México estremecerão com os terremotos. São Francisco, Califórnia, está fadada a desaparecer; há uma falha ao pé da Península da Califórnia que já foi estudada, uma fenda profunda que começa a devorar pouco a pouco a Califórnia; obviamente, a Califórnia afundará no fundo do Pacifico.
Vivemos, pois, num mundo ameaçado por grandes convulsões, o que merece de nós um pouco de reflexão sobre o estado psicológico em que nos encontramos, sobre nossa civilização, etc. O fundo dos oceanos Atlântico e Pacífico está cheio de profundas gretas; o Pacífico, sobretudo, há algumas gretas profundas que já põem com contacto o fogo com a água; a água do oceano penetra no interior da Terra, naquelas zonas onde está o fogo líquido, e se formam pressões e vapores que aumentam de instante a instante.
Estas pressões e vapores estão originando os terremotos em grande escala, e acredite, amigos, que em breve não haverá um só lugar do planeta Terra onde alguém possa estar seguro. Os terremotos e maremotos têm que se intensificar devido a pressões e vapores subterrâneo. As geleiras do polo Norte estão derretendo, e já se encontram enormes “icebergs” próximos do Equador. No polo Sul está se produzindo águas quentes, saídas de algumas crateras; essas correntes de água quente penetram até certos lugares da Guiné.
Há mudanças no interior da Terra, e, se as pressões e vapores continuam, a crosta terrestre um dia explodirá. Não há dúvida de que, nos dias de hoje, qualquer acontecimento cósmico, a chegada de um mundo gigantesco, é suficiente para que se produza tal explosão…
Estamos sentados sobre um barril de pólvora, e não nos damos conta. A Terra toda está se preparando pra mudanças geológicas formidáveis; a Natureza está atualmente passando por processos difíceis, está em uma grande agonia.
O fogo interior da Terra se encontra em desassossego, mas nós, sobre a epiderme deste planeta, nos cremos muitos seguros: levantando poderosos edifícios, como se nunca fossem cair ao chão; criamos poderosas naves, como se estas nos permitissem fugir para outros planetas em um dado instante; nos sentimos senhores do Universo, mas qualquer dor de estômago é suficiente pra irmos para a cama; somos fracos, mas nos cremos invencíveis…
Parece-me que devemos refletir sobre o que somos, sobre o que está acontecendo, sobre o que se passa neste momento… Neste século houve duas guerras espantosas: a de 1914-1918 e a de 1939-1945, e haverá uma terceira, que será atômica; então haverá um grande holocausto, poderosos cidades ficarão reduzidas a cinzas, milhões de pessoas perecerão…
O mais grave de tudo isso é que os abusos da física atômica nos levarão ao desastre. Chegará o dia em que virá a decomposição do átomo em cadeia, e então os cientistas não poderão controlar a energia atômica. Não há dúvidas de que a contaminação radioativa será espantosa; as nuvens carregadas de radioatividade, por exemplo, ao descarregarem sobre as plantações, as contaminarão.
Assim, na Terceira Guerra Mundial já não haverá o que comer, porque a radioatividade terá impregnado completamente as colheitas, e os produtos contaminados não servirão para nossa alimentação.
Ao passo que vamos, não devemos ter muita confiança em uma civilização cambaleante, e tampouco devemos estar muito seguros de nossas teorias, de nossos conceitos, de nossas ideias… Vale a pena revisarmos tudo o que aprendemos na escola, no colégio, nas Universidades e nos livros escritos pelos diversos escritores. Não estou atacando nenhuma teoria, mas unicamente convidando-os à reflexão, nada mais; esse é o objetivo desta palestra.
Há uma Lei conhecida como “Lei da Entropia Universal”. Se colocarmos juntas duas vasilhas cheias de água, uma contendo água quente e outra água fria, veremos uma desordem involutiva (aqui está o que é a Entropia Universal). Se as pessoas não trabalham sobre si mesmas, se não procuram passar por uma espécie de Revolução Psicológica, se não se modificam seus costumes, sua maneira de viver e de ser, caminharão de acordo com a Lei da Entropia, involuirão no tempo, e um dia não haverá diferença entre as pessoas, todos seremos terrivelmente perversos.
Quanto ao planeta Terra, não podemos negar que está dominado pela Lei da Entropia: a atmosfera está completamente contaminada. Os mares se converteram em enormes depósitos de lixos; muitas espécies marinhas estão desaparecendo, nos rios morrem os peixes, é difícil encontrar um rio que não esteja contaminado; os frutos da terra foram adulterados com tantos enxertos, é difícil comer uma maçã legítima, e agora se tem que comer panelas…
Tudo isso alterou a ordem do Universo, a ordem da Natureza; há solos que já não produzem. O mundo tem atualmente quatro e meio (hoje, século 21, têm mais de 6) bilhões de pessoas; não haverá alimentos para sustentar tanta gente; nos próximos anos milhões de pessoas morrerão de fome, e atualmente muita gente está perecendo…
Assim, a Terra está caminhando de acordo com a Lei da Entropia Universal; as terras que antes eram cultivadas, que davam frutos em abundância para sustentar todo o mundo, agora são estéreis; as experiências feitas com a energia atômica e os adubos químicos destruíram a terra, tudo marcha de forma involutiva… A própria Terra neste momento está agonizando; o mais grave é que está agonizando e não nos damos conta disto.
Obviamente, se uma pessoa esta agonizando, já sabemos o que a espera; do mesmo modo, se nosso planeta Terra está agonizando, devemos entender o que nos aguarda.
Um dia ficará em todas as partes, convertida em um Saara, ou, em outros termos, convertida numa Lua a mais no espaço infinito.
Mas a sabedoria do Demiurgo Criador do Universo é grande; não é exagero dizer a vocês, de forma enfática, que somente mediante o sacrifício é possível à transformação. Se, por exemplo, não sacrificarmos o combustível da locomotiva, não haveria força motriz para mover o trem; similarmente, diremos que mediante o Grande Sacrifício é possível também à transformação do mundo.
Sabemos muito bem que os eixos da Terra estão se verticalizando; não está longe o dia em que os polos se converterão em Equador, o dia em que o Equador se converterá em polos; quando isto acontecer, os mares mudarão de leito e tragarão o planeta inteiro; não há duvida de que advirá um grande caos… Atualmente, repito, as geleiras do Polo Norte já estão se derretendo; isto origina enormes ciclones que arrasam cidades inteiras e causam estragos, como o s que causou há pouco este terrível ciclone que acabou com Honduras…
Assim, encontram-se agora muitos “icebergs” próximo à Zona Equatorial; o polo magnético já não coincide com o polo geográfico. Se um avião saísse agora diretamente para o polo Norte, guiado pela bússola, os pilotos descobririam, com assombro, que ali não está o polo geológico; o polo está sendo desviado, se dirige para o Equador.
De maneira que os polos magnético e geológico já não coincidem; isto faz com que mudem os climas, que comece certa desordem nas estações, sobretudo na primavera e no verão; isto faz com que os mares saiam de seus leitos e que a poderosa civilização que criamos se destrua. E o mais grave de tudo é que com ela seremos também destruídos, pereceremos…
Os antepassados de Anahuac disseram: “Os Filhos do Quinto Sol (referindo-se a nós) perecerão com o fogo e os terremotos…” Isto está devidamente determinado agora com a catástrofe da Guatemala, que entre parênteses, foi muito grave, já que não somente houve tremores, mas continuam ocorrendo nesse desgraçado país, e o número de mortos está aumentando….
Assim, a humanidade perecerá pelo fogo e os terremotos, e por último será definitivamente varrida da face da Terra, ao saírem os oceanos de seus leitos. Deste modo, depois destes tremendos e espantosos sacrifícios, surgirão algum dia, dentre o caos, continentes novos onde nascerá uma nova Humanidade, Virgílio, o grande poeta de Mântua, disse: “Chegou a Idade de Ouro, e uma nova progênie manda…”.
Sim, somos tão perversos que provocamos guerras atômicas, mas chegará o dia em que viverá sobre a Terra uma humanidade cheia de amor, uma humanidade inocente, pura, bela e sábia… De maneira que o planeta Terra saiu da Consciência DISSO e que se chama “Deus”, do “Inefável”, para onde devemos regressar, e teremos que perecer, mas haverá “Céus e terras novas”, como disse Pedro em sua Epístola aos Romanos, e nelas viverá uma humanidade nova.
Fazendo reconsiderações sobre todos estes princípios, é por isto que vale a pena lutarmos por uma TRANSFORMAÇÃO RADICAL; vale a pena fabricar dentro de nós um novo homem. Não nos conhecemos a nós mesmos, e necessitamos conhecer-nos; dentro de nós há maravilhas que desconhecemos…
Alguém me dizia, outro dia: “Eu conheço a mim mesmo, senhor”. Alegra-me”, lhe respondi, “que você conhece a si mesmo; mas responda-me a seguinte pergunta: Quantos átomos tem um só pelo do seu bigode?”. Como se atreve a dizer, com grande ênfase, que conhece a si mesmo de forma integral, unitotal?” O homem ficou confuso…
Dentro de nós há algo além do corpo físico; existe uma psicologia que se tem que estudar. O corpo físico não é tudo; vocês se sentem atraídos pra o físico, sabem que têm um corpo de carne e osso porque podem tocá-lo, apalpá-lo, mas dificilmente admitem que têm uma psicologia, porque não podem apalpá-la fisicamente. Quando alguém admite que tem sua própria idiossincrasia psicológica particular, individual, começa de fato a se auto-observar. Obviamente, quando alguém se observa, começa a ser diferente dos outros, e tem possibilidades de mudar…
Desta humanidade, será salvo um núcleo de pessoas, de pessoas que mudem, de pessoas que consigam com antecipação uma MUDANÇA PSICOLÓGICA. Tais pessoas formarão um povo, um povo selecionado como o que foi levado pelo Manu Vaivasvata para o Planalto Central da Ásia.
Quem haverá de fazer parte desse povo selecionado? Esse povo selecionado estará formado por aqueles que se autoexplorem a si mesmos, por aqueles que eliminem seus defeitos psicológicos, por aqueles que acabem com o culto ao EGO, ao MIM MESMO, ao SI MESMO. Este povo selecionado será formado por homens e mulheres de boa vontade, por pessoas dispostas de verdade a transforma-se radicalmente…
Perguntas e Respostas
Pergunta: “Venerável Mestre Samael Aun Weor, queria que o senhor nos dissesse se nestes tempos da Era de Aquário, antes da grande catástrofe, se apresentará um Manu Vaivasvata?”
Samael Aun Weor: “Bem, o Manu Vaivasvata da Atlântica cumpriu certamente sua missão, e isso é tudo”. Quanto à nova catástrofe que se aproxima, indubitavelmente será pior que a da Atlântida. Digo pior porque naquela época houve certas possibilidades e muitos elementos humanos puderam ser salvos. Agora a coisa é mais grave; o cataclismo que se aproxima já está em ação; haverá uma colisão de mundos (magnética), e obviamente a Terra arderá em fogo vivo.
Os sobreviventes terão de ser tirados do planeta Terra e levados a outros mundos. Não se é possível salvar-se neste, porque todo o planeta vai queimar num gigantesco holocausto. Antes do choque (choque magnético de mundos) se provocará o incêndio. Conforme aquele planeta vá se aproximando, os raios provenientes do mesmo afetarão o planeta Terra.
Quando se aproximar demasiadamente, obviamente queimará, explodirá todo o depósito de hidrogênio universal ou mundial.
A Terra, portanto, queimará como uma bola de fogo, e evidentemente, todas as obras que há nela serão queimadas. Com a colisão se cumprirão todas as catástrofes, todo o Apocalipse.
Os que hão de ser salvos têm que ser conduzidos por um novo Manu, mas para fora do planeta Terra. Se me perguntassem que é o novo Manu, teria que lhes dizer com toda a franqueza que está aqui, dentro deste que está falando.
Então se utilizará outro veículo? É certo! Esse outro veículo eu o tenho, não necessito consegui-lo atualmente em nenhuma matriz, já o possuo, o tenho muito vivo. Esse veículo está escondido em um sarcófago debaixo da terra do solo egípcio. Foi o corpo que possuí durante a dinastia do faro Quéfren. Esse corpo não está morto, mas adormecido, está em estado de catalepsia e com todas as suas funções orgânicas em estado latente. De tempos em tempos o utilizo; não o deixei completamente abandonado, estou unido a esse corpo pelo “cordão de prata”.
Chegará o momento em que terei de deixar este corpo que atualmente possuo; mas a Grande Obra continuará então na segunda parte desta, diríamos, grande missão que me cabe cumprir com o corpo egípcio, e em relação com alguns irmãos que estão em nossa Terra, e também com alguns outros irmãos que estão fora de nossa Terra, extraterrestres, diríamos; todos trabalharemos para tratar de salvar os escolhidos. Eles serão levados a certos planetas, serão retirados secretamente. Não quero dizer-lhes que tal fato haverá de verificar-se em uma data determinada.
Ainda que lhes pareça impossível, já estão retirando alguns selecionados, já estão sendo levados a outras moradas planetárias, com corpo e tudo.
Muitas pessoas já foram levadas a outros mundos. Essas pessoas tiradas do planeta Terra servirão como semente, se “cruzarão” com pessoas de outros mundos. Depois da grande catástrofe e do caos que há de vir, quando nosso mundo volte a estar em condições de ser habitado, o resultado de tais cruzamentos será trazido de novo a Terra e aqui viverá; essa será uma humanidade melhor. Com essa humanidade se firmará a Sexta Grande Raça do futuro.
Portanto, a Sexta Raça já está sendo criada, não é algo que se vá criar, mas algo que já se está criando atualmente. Assim creio que fica respondida a pergunta sobre o Manu.
P: Venerável Mestre, pensávamos que se tiraria o povo escolhido e o que o Manu Vaivasvata desta Era – pois sabemos que é o senhor – o levaria a um novo continente…
SAW: Antes de tudo, quero dizer que o Manu Vaivasvata é o Manu Vaivasvata Samael Aun Weor é Samael Aun Weor, são diferentes, entendido? Bem, quanto às pessoas serem levadas a um novo continente, não é possível. Como a Terra vai se chocar (magneticamente) repito, queimará em fogo vivo; é o grande acontecimento. Assim, não é possível que alguém possa salvar-se em meio às chamas.
A população selecionada terá que ser tirada, tirada muito tempo antes do Cataclismo. Porém, apesar de tudo isto, digo que já se está começando a tirar da Terra as pessoas escolhidas. São casos de pessoas que desaparecem da noite para o dia, não se sabe o que feito delas; é que são levadas, transportadas a outros planetas. Isto está acontecendo em todos os lugares da Terra.
P: Venerável Mestre, estes escolhidos terão sido antes pessoas iniciadas, ainda que não hajam talvez trabalhado com o “Maithuna”?
SAW: Alguns deles são Iniciados; outros, embora não sejam ainda, pelo menos são pessoas selecionadas, pessoas que dão esperança de uma semente selecionada. O que interessa à Irmandade Branca é que as pessoas não sejam perversas, que a semente seja realmente selecionada, que sirva para os cruzamentos que se verificam, repito, em outros mundos, com gente de outros mundos.
De maneira que o povo da futura Grande Raça, a que formará a Jerusalém Celestial, indubitavelmente será um povo cruzado com habitantes de outros mundos. Será uma humanidade de tipo superior, compreendem?…
P: Vamos supor que dentro do Movimento Gnóstico há muitas pessoas que talvez não tenham terminado com a sua perversidade interior. Se todo gnóstico aspira a ser um destes escolhidos, neste caso, essas pessoas que não consigam eliminar esse aspecto seriam também eliminadas dessa seleção?
SAW: Inquestionavelmente, aqueles que não estejam caminhando sinceramente pelo caminho do “Fio da navalha” podem ser eliminados dessa seleção. Mas, se estão trabalhando sinceramente, honradamente, não serão eliminados.
Quando alguém está trabalhando, está trabalhando, e então se tem consideração com ele e PODE ser escolhido…
O VM Samael Aun Weor comentava em diversas obras, especialmente no As Três Montanhas, que nosso sistema solar possui precisamente 12 planetas físicos (além das dezenas de planetas em outras dimensões). Um desses corpos celestes se chama precisamente Clarión (o último dos 12). Um dos mais famosos contatados americanos, o técnico e escritor Truman Bethurum (1898-1969) afirmava que manteve comunicação física com os habitantes desse planeta misterioso.
Truman Bethurum é um dos contatados mais conhecidos da era de ouro da ufologia norte-americana. Esta era de ouro compreende as décadas de meados do século 20, quando os grandes contatos, mensagens, revoadas e materiais fotográficos em massa começaram a acontecer.
A história de seu contato extraterrestre começou no dia 27 de julho de 1952, quando, ao trabalhar como técnico em uma companhia de asfaltamento de estradas em uma área despovoada de Glendale (estado de Nevada, EUA), avistou uma nave espacial de incríveis 100 metros de diâmetro, da qual desceram cinco seres que o convidaram a que conhecesse o líder dessa nave. A bordo, Bethurum não se encontrou com um capitão, mas com uma capitã.
Ela se apresentou com o nome de Aura Rhanes, trajava um macacão típico dos aliens e usava um gorro sobre sua cabeça. Desde esse dia, Bethurum começou a chamar Rhanes como “a Rainha das Mulheres” por sua “beleza suprema” e suas “formas bem proporcionadas”.
A alienígena (que como o resto da tripulação falava um perfeito inglês) explicou a Bethurum que eles vinham de uma sociedade idílica onde não havia guerras, prisões, delinquência, advogados, políticos, problemas de tráfico, e que também não se pagavam impostos. A tripulação se completava com 32 homens, todos de cabelos e olhos escuros.
E todos vieram de um planeta deste nosso sistema solar, desconhecido para todos nós da Terra, chamado Clarión. Este é um planeta distante, muito além de Plutão.
Os clarionitas – que lhe asseguraram professar uma fé, grosso modo, que lembra o cristianismo – disseram que haviam chegado ao nosso planeta para ajudar, juntamente com outros extraterrestres, para impedir uma guerra nuclear (este contato deu-se no período da Guerra Fria). Também se manifestavam contrários a inúmeros delitos comumente praticados aqui, como o adultério e o divórcio.
Paradoxalmente, a esposa de Bethurum – incomodada com os comentários que suscitava a aventura de seu marido toda vez que ele se referia à capitão nos livros e programas de rádio e tevê – acusou Aura Rhanes de induzir seu marido à infidelidade. De fato, o contatado chegou a dizir que a bela capitão “aparecia em seu dormitório”. Ao final, a mulher de Bethurum acabou pedindo o divórcio pelo ciúme excessivo.
Contudo, Rhanes, sempre segundo o contatado, regressou em 1955 e enfatizou que ela e todos de seu planeta sempre insistiram em viver e predicar os sagrados valores do Matrimônio, da unidade da família e da fidelidade. Isso é muito interessante para o estudioso gnóstico, visto que, segundo a Gnose, o fundamento para a regeneração da espécie humana é justamente o Matrimônio Perfeito e o uso de uma sexualidade saudável, chamadaSuprassexualidade.
Aura Rhanes, a capitã extraterreste amiga do contatado Bethurum
Um Planeta Chamado Clarión
Em seu primeiro livro, Aboard a Flying Saucer (A Bordo de um Disco Voador, de 1954, pela Los Angeles publishers DeVorss & Company), Bethurum disse que a capitã de Clarión era uma mulher absolutamente humana e isso ele provou quando a convidou para tomarem suco de laranja em um restaurante e ninguém olhou para ela, pois suas características físicas são idênticas às das pessoas da Terra.
Esses seres, explicou o contatado, procedem de um “planeta gêmeo” (ou seja, com muitas características semelhantes ao nosso). O interessante é que o Comitê Científico dos Estados Unidos, presidido pelo doutor Edward Condon, físico da Universidade do Colorado, teve o trabalho de dedicar duas páginas para “provar” que o Caso Clarión não existia.
Bethurum deu mais detalhes de suas aventuras espaciais e a mensagem cósmica que recebeu em vários livros sucessivos. Entre eles, I Was Inside Flying Saucer (1953), Facing Reality (1959), The Voice of the Planet Clarion (1961), People of the Planet Clarion (1970) e, finalmente, suas reflexões interessantíssimas em Truman Bethurum’s Personal Scrapbook (1982). Infelizmente, nem um único de seus livros foi traduzido ao português.
E o mais interessante de tudo é que muitos anos depois, outro contatado, desta vez italiano, divulgou algumas fotos dos extraterrestres de Clarión, as quais foram reveladas somente dez anos após serem tiradas, a pedido dos mesmos, por questão de segurança (pois muitos desses irmãos do Cosmo ainda andam entre nós, cumprindo com a Grande Obra de ajudar a humanidade doente da Terra).
Em nome de Allah, o Misericordioso, o Misericordiador. Louvado seja Allah, Senhor do Universo, O Clementíssimo, o Misericordiosíssimo, Soberano do Dia do Juízo, Só a Ti adoramos e só a Ti imploramos ajuda! Guia-nos à senda reta. À senda dos que agraciaste, não à dos abominados ou à dos extraviados.
O Poder Secreto de Al-Fátiha
(o capítulo de Abertura do Sagrado Alcorão)
Em nome de Allah, O Clementíssimo, o Misericordiosíssimo.
Shaykh Nazim Al-Haqqani An-Naqshband, Nosso Grande shaykh Abdullah Ad-Daghistani an-Naqshbandi (possa Allah santificar sua alma abençoada), diz: “Al-Fátiha, a primeira Sura (capítulo) do Alcorão, veio duas vezes, uma vez em Meca e outra em Medina. Qual é a razão pela qual Allah enviou essa Sura duas vezes?”
Porque Al-Fátiha é a mais importante Sura do Alcorão. De acordo com a Tradição, todos os Livros Sagrados estão contidos no Alcorão e todos os significados do Alcorão estão contidos em Al-Fátiha. Por isso, se um homem lê a Sura Al-Fátiha, é como se tivesse lido todos os Livros Sagrados, incluindo o Alcorão!
Al-Fátiha contém a Bíblia, o Torah, o Livro dos Salmos, centenas de páginas que foram enviadas antes dos Livros Sagrados e todo o Alcorão. Por isso, foi ordenada a leitura de Al-Fátiha em todas as orações. Se um homem lê o Alcorão sete vezes sem Al-Fátiha, não conseguirá alcançar a recompensa obtida por uma leitura de Al-Fátiha.
Allah enviou Al-Fátiha primeiramente em Meca. Junto com ela veio a eterna Rahma (Misericórdia). Gabriel trouxe Al-Fátiha para Muhammad (a paz esteja com Ele) e disse, “Ó Muhammad! Allah Todo Poderoso, te abençoa e te diz: ‘Boas novas a favor de Al-Fátiha; se alguém de sua Ummah (Nação) ler Al-Fátiha, mesmo que por apenas uma vez em sua vida, isso já terá sido suficiente, e até mais, para aquele servidor!'”
Aquele que ler Al-Fátiha, terá suficiente Rahma (Misericórdia) desta única leitura para o resto de sua vida. Mesmo se ele é um incrédulo, uma leitura o conduzirá para Iman (Fé), talvez até no último momento da sua vida. Isso porque a Fé é original, inata na pessoa. A descrença é uma condição temporária adquirida depois. Al-Fátiha trará a Fé mesmo para um pecador.
A Segunda vinda de Al-Fátiha aconteceu em Medina. De novo ela veio com a eterna Rahma (Misericórdia), mas esta misericórdia não era como a primeira. A Segunda Rahma de Al-Fátiha era tão grande e tão poderosa que os anjos que trouxeram a primeira Rahma foram incapazes de transportá-la.
Allah falou a Muhammad (a Paz esteja com Ele) pela segunda vez: “Ó meu Profeta! Estou te enviando apenas uma onda de Meus Oceanos de Bênçãos pertencentes a Al-Fátiha; apenas uma onda dos Oceanos de Bênçãos de Minha Divina Presença!
Se você conhecesse todo os Oceanos de Graças pertencentes a Al-Fátiha você não poderia ordenar sua nação a rezar, adorar ou fazer qualquer outra coisa; porque a Benção de Al-Fátiha seria suficiente! Mas ninguém conhece a profundidade de Meus Oceanos de Graças.”
A Segunda onda de Bênçãos de Al-Fátiha era tão forte que, por comparação, a primeira onda, que veio em Meca, era nada. Allah Todo Poderoso disse, “Ó meu amado Muhammad! Se Meus servidores soubessem o que Estou ocultando deles em Meus Oceanos de Graças, eles diriam que não necessitariam fazer qualquer adoração”. Se um homem faz Sajdah ( prostração) por toda a sua vida, ele vai tomar daquele Oceano apenas uma gota.
Mas Allah está enviando oceanos não gotas. Ele distribui da Sua generosidade, não por causa da adoração de alguém ou por descuido de alguém falhar na sua adoração. Essa é a interpretação do verso “Allah todo poderoso está dando honra e glória eterna aos filhos de Adão (a paz esteja com ele).
Esta sagrada e belíssima oração gnóstica, relatada no Evangelho de Mateus (6:9 a 13), é muito conhecida e dispensa mais apresentações. No relato, Jesus a trouxe à multidão que acompanhara sua pregação no Monte das Oliveiras.
Essa oração sagrada, ensinada por Nosso Senhor Jesus o Cristo, o Logos, é poderosa porque beneficia a alma e o corpo de todos aqueles que o praticam. O Pai-Nosso é dividido em 7 petições, as quais conectam nossa pessoa humana a nosso Real e Verdadeiro Ser.
Sabemos que temos 7 corpos e também 7 chacras principais. Cada uma das petições, bem trabalhada e com profunda devoção, unindo Concentração e Imaginação Positivas, equilibra, cura e “alinha” cada um desses chacras e corpos.
As 7 petições do Pai-Nosso dividem-se em 3 partes:
Invocação, Súplica/Entrega e, finalmente, Agradecimento
O interessante é que podemos fazer analogias entre o Pai-Nosso cristão e a oração da Abertura, do Alcorão islâmico. Esta oração islâmica (Surat al-Fátiha, ou Surata da Abertura), compõe-se de 7 partes e é uma invocação das graças do Todo-Poderoso, e também uma total entrega de nossos destinos a Ele. Outra analogia é que essas duas orações, na sua língua original, começam com a letra “B”, a qual corresponde cabalisticamente ao número 2.
Ou seja, para o Cabalista, só se pode atrair a atenção de Deus para que Ele opere milagres dentro de nós quando compreendemos o Mistério do Arcano 2, a Sacerdotisa, o Cristo Cósmico. Tanto uma oração quanto a outra nos conectam com o Cristo Íntimo.
Em seguida, entregaremos uma análise esotérica sobre as 7 petições do Pai-Nosso, recordando que sempre devemos orar com a Consciência e com o coração. Assim, devotadamente, nos conectaremos mais e mais com nossa Divina Presença, o “Eu Sou Cristo”, o nosso Cristo Interior, aquela Centelha Divina que é um fragmento glorioso do Exército da Voz, do Cristo Cósmico e Infinito.
PAI NOSSO QUE ESTAIS NOS CÉUS
Introdução à Oração Sagrada. O Pai aqui é nosso Ser Interno, que é, que existe, em nossos Mundos Superiores de Consciência íntima. Esses Céus são nossos estados de supraconsciência. É a primeira parte da Invocação, onde se Conjura o nome sagrado de Deus, ou seja, aqui começamos a nos conectar com nosso Ser Divino interior.
1. SANTIFICADO SEJA VOSSO NOME (ativação do chacra coronário)
O nome de Deus aqui está sendo usado de forma pura e devota. Devemos aqui aprofundar nossa entrega a Ele. Nesse momento a Graça de Deus começa a descer sobre nós, depois de invocado o Nome do Pai-Mãe. Essa Graça, essa Energia Cósmica, começa a iluminar nosso corpo espiritual, Atman, e nosso chacra que está começando a ser ativado é o coronário, no topo da cabeça, Sahasrara. A cor, violeta.
2. VENHA A NÓS O VOSSO REINO (ativação do chacra frontal)
Aqui devemos pedir que toda a sua Presença e Poderes trabalhem sobre nós, para que sejamos Transformados. Corresponde ao corpo da Consciência (nosso verdadeiro Lar é nossa Consciência), ou corpo búdico, e o chacra é o frontal, Ajna. As cores são o azul e o rosa.
3. SEJA FEITA A VOSSA VONTADE (ativação do chacra laríngeo)
Imploramos que a Vontade d’Ele se faça, e que conheçamos essa Vontade para que a obedeçamos conscientemente. O Conhecimento (Gnose) nos ajuda a ter a verdadeira Fé, porém Consciente. Corresponde ao corpo Causal, Manas ou, ainda, corpo da Vontade. E o chacra é o laríngeo, Vishuddha, o vórtice da Vontade. Cor azul-anil.
4. ASSIM NA TERRA COMO NOS CÉUS (ativação do chacra cardíaco)
Devemos implorar ao Pai que harmonizemos nossa vida material com a espiritual, “viver no mundo mas não pertencer a ele”, porém cumprirmos com nossos deveres sociais, como diziam os cátaros. Os céus são representados por um triângulo que desce e a terra por um triângulo que sobe. Essa harmonia forma a Estrela de Seis Pontas, a qual representa o chacra cardíaco, Anahat ou Cárdias. Cor verde-amarelado. Corresponde também ao corpo mental. A mente é o intermediário que une o físico ao espiritual. Ou a mente está a favor do espírito ou a favor da matéria.
5. O PÃO NOSSO DE CADA DIA DAI-NOS HOJE (ativação do chacra solar)
Esse Pão é a energia curativa da Divindade, que abastece nossa bateria principal, que se localiza no chacra solar, Manipura, na altura do umbigo (onde se acumulam nossos átomos solares, ou Prana). Corresponde também ao corpo astral.
6. PERDOAI NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO (ativação do chacra sexual)
Com essa Graça poderemos ter energia suficiente para nossos karmas serem perdoados pelos Senhores da Justiça Divina. As ofensas verdadeiras correspondem, no mundo das energias, a nosso chacra prostático/uterino, Svadhisthana (cuja cor é o amarelo sol), pois a Fornicação, sendo uma ofensa ao Espírito Santo, deve ser paga de qualquer jeito. (“Todos os pecados serão perdoados, menos aqueles cometidos contra o Espírito Santo.”) Essas energias sexuais mal canalizadas nos desconectam de nosso Ser Interno. Corpo etérico, ou corpo da saúde.
7. MAS LIVRAI-NOS, SENHOR, DE TODA A ILUSÃO E DE TODO O MAL (ativação do chacra fundamental)
Somente a Presença Divina pode anular toda a energia negativa que tende a nos levar à inconsciência. Esse mal, energeticamente falando, corresponde ao nosso chacra básico, Muládhara (cujas 4 pétalas vibram com as cores amarelo e alaranjado), o qual é assento não somente da sagrada Kundalini, mas também, em seu aspecto negativo, do Átomo do Inimigo Secreto. É a concentração das energias atômicas negativas, as quais invadem todo o corpo quando morremos, quando a consciência abandona o corpo. A oração implora que o Ser Divino purifique esse chakra desses Átomos Malignos.
AMÉM… AMÉM… AMÉM…
O Amém corresponde ao AOM oriental, e significa Eu Aceito, Faça-se, Cumpra-se, Realize-se. Ou, Que Assim Seja, Desejo que isso faça parte de mim…
Para finalizar, eis o que dizem os mestres Samael e Krum-Heller sobre esta sagrada oração: O PAI-NOSSO
A mais poderosa de todas as orações ritualísticas é o Pai-Nosso. Esta é uma oração mágica de imenso poder. Imaginação, Inspiração e Intuição são os três caminhos obrigatórios da Iniciação.
O Mestre Huiracocha diz o seguinte:
“Primeiro é preciso ver interiormente as coisas espirituais e depois tem-se de escutar o Verbo ou palavra divina para ter nosso organismo espiritual preparado para a Intuição”.
Esta trindade encontra-se nas três primeiras súplicas do Pai Nosso, a saber: “Santificado seja o Teu Nome”, isto é, o Verbo Divino, o nome magnífico de Deus, a Palavra Criadora.
“Venha a nós o Teu Reino”, isto é, com a pronunciação do Verbo, dos Mantras, vem a nós o Reino interno dos Santos Mestres. Nisto consiste a união com Deus, ficando tudo resolvido… Com estas três petições, diz Krumm-Heller, pedimos integralmente. E, se algum dia o conseguirmos, já seremos Deuses e, portanto, já não necessitaremos pedir.
A Igreja Gnóstica conserva toda a doutrina secreta do Adorável Salvador do mundo. A Igreja Gnóstica é a religião da alegria e da beleza. A Igreja Gnóstica é o tronco virginal de onde saíram o Romanismo e todas as demais seitas que adoram o Cristo.
A Igreja Gnóstica é a única igreja que conserva em segredo a doutrina que o Cristo ensinou de lábios a ouvido a seus discípulos.
Não somos contra nenhuma religião. Convidamos as pessoas de todas as santas religiões que adoram o Senhor a estudarem nossa Doutrina Secreta.
Não devemos esquecer que existem dois rituais: um de luz e outro de trevas. Nós possuímos os rituais secretos do Adorável Salvador do Mundo.
Não desdenhamos nem subestimamos nenhuma religião. Todas as religiões são pérolas preciosas, engastadas no fio de ouro da Divindade. Afirmamos unicamente que a Gnose é a chama de onde saem todas as religiões do universo. Isso é tudo. (texto retirado do livro Matrimônio Perfeito)
Surata da Abertura (Alcorão Sagrado)
1. (Bismilah Ar-Rahmana Ar-Rahim) Em nome de Deus
2. O Misericordioso, o Misericordiador.
3. Louvado seja Deus, o senhor do Universo.
4. O Clemente, O Misericordioso,
5. Soberano do Dia do Juízo.
6. Só a Ti adoramos, e só de Ti imploramos ajuda.
7. Guia-nos à senda reta, à senda dos quais agraciaste,
Não à dos abominados ou à dos extraviados.
Amém.
“Para cada coisa que acredito saber, dou-me conta de nove que ignoro.” (Provérbio Árabe)
Crop Circles, agroglifos ou Círculos Ingleses… O mundo começou a tomar conhecimento desse fenômeno espantoso, mais conhecidos como “círculos ingleses”, a partir da década de 1980, apesar de estes círculos estarem aparecendo há séculos. Os famosos “crop circles”, os quais são chamados somente de “círculos” mais por força do hábito, têm sido documentados desde o século 15. Por que levamos tanto tempo para levá-los a sério e validá-los?
Considerados verdadeiras obras de arte por estudiosos e especialistas, estima-se que cerca de 10 mil dessas enigmáticas figuras já foram verificadas em todo o mundo, sobretudo no sudoeste da Inglaterra (próximo à região onde se situa o sítio arqueológico de Stonehenge), onde a porcentagem de incidência dessas figuras chega a 98% dos círculos já encontrados. Os outros 2% são encontrados na Austrália, Estados Unidos, França e Canadá. E, por incrível que pareça, também já foram vistos aqui no Brasil.
Os círculos ingleses são na verdade um emaranhado de formas geométricas de diversos tamanhos dispostas de maneira organizada. Em alguns casos extremos, círculos compostos por mais de 200 figuras geométricas perfeitamente dispostas, numa extensão que vai além de 300 metros de comprimento, já foram encontrados sem que os estudiosos – incluindo os do governo britânico – tivessem a menor ideia de como foram feitos.
Agroglifo gigantesco de cerca de 250 metros de diâmetro, consistindo de 409 círculos. Um dos maiores de todos os “círculos ingleses”
Os desenhos parecem ser específicos a cada ano, quase como capítulos de uma misteriosa história. Em 1994, houve uma proliferação do que se convencionou chamar de “insectogramas”, com figuras na forma de escorpiões, aranhas, teias de aranhas e outros insetos. Em 1995, os padrões pareciam sugerir sistemas solares, cinturões de asteroides e outras figuras planetárias. Em 1993, houve uma incidência de padrões geométricos.
Nestes círculos, ou em sua proximidade, nunca foram encontrados quaisquer traços ou pistas que indicassem como foram feitos ou por quem. Não há pegadas de pessoas, ou marcas de pneus de veículos, nem sinal de que as plantas em seu interior tenham sido manipuladas por humanos. Simplesmente, os círculos surgem do nada, portando uma mensagem inexplicável e desafiando nossa inteligência e tecnologia.
Nem mesmo os estudiosos que acompanham os aparecimentos desde o começo da década de 80 se atrevem a esboçar alguma explicação para o fenômeno.
Nos meses de pico, que se por entre maio e setembro (época em que as plantações estão próximas da colheita), milhares de estudiosos de todo o globo se reúnem no sudoeste da Inglaterra atrás de novas figuras, que às vezes chegam a aparecer quase que diariamente.
É importante frisar que nenhum vestígio foi encontrado em qualquer círculo validado, a não ser uma certa forma de energia desconhecida ou não catalogada pela Ciência atual. Esta forma de energia produz uma mudança a nível genético nas plantas afetadas pelo fenômeno, a qual faz com que suas sementes também sejam afetadas.
Hoje, a Fundação Lawrence Rockefeller vem financiando pesquisas não convencionais, destinando a estas, largas somas de dinheiro, mas ainda não foi encontrado nada de concreto sobre este fenômeno.
O Efeito nas Plantas e no Solo
Os “círculos” só aparecem nas plantações de trigo, canola e cevada. Os caules destas plantas, que normalmente quando entortados se quebram, nas áreas onde o fenômeno ocorre, chegam a ser entortados em cerca de 90 graus.
O entortamento dos caules se dá num ponto entre 20% e 90% da altura total das plantas. Às vezes, plantas situadas lado a lado na colheita são entortadas em direções opostas dentro do mesmo fenômeno.
Uma característica desse fenômeno é que, quando entortadas, não é possível desentortá-las com o risco de quebrá-las, continuando seu crescimento rasteiro ao chão.
Duas organizações vêm fazendo estudo do solo dos círculos. Elas são o Center for Crop Circles Studies in England e uma organização conhecida como ADAS Ltd., trabalhando com o Ministério da Agricultura inglês. Uma das coisas que eles descobriram é que os solos adquirem uma quantidade anormal de hidrogênio após cada formação. O único modo de essa quantidade de hidrogênio aparecer assim seria se o solo recebesse uma carga elétrica extremamente forte.
Sabe-se hoje que cerca de 90% dos círculos genuínos surgem quase sempre nas mesmas áreas, ano após ano, e invariavelmente sobre ou muito perto de sítios arqueológicos de milhares de anos de idade.
Esses sítios arqueológicos às vezes estão enterrados e os estudiosos só se dão conta de que existem um determinado lugar quando surgem círculos lá…
Um fator interessante a se notar é que um certo número de círculos têm aparecido perto de usinas nucleares, o que nos leva a crer que os responsáveis pelos círculos estão preocupados com a nossa loucura nuclear.
Outro fator é que algumas pessoas dizem ter sido afetadas depois de terem pisado dentro de uma destas formações. Alguns estudiosos comprovam estas histórias, como o dr. Collete M. Dowell. Ele, como outras pessoas, diz que em algumas formações que entrou, se sentiu extremamente ansioso ou agitado. Em outras, se sentiu feliz, bobo e outras emoções.
Pelo menos em uma coisa os estudiosos já se entendem: os círculos têm obrigatoriamente um componente não terrestre. Ou seja: não são construídos pela inteligência humana deste planeta.
Essa conclusão é sustentada pelo fato de que muitas testemunhas, como fazendeiros, estudiosos e curiosos acampados nos locais em seus momentos de pico veem não raramente misteriosas luzes não identificados sobrevoarem as colheitas pouco antes de os círculos terem sido descobertos. Em alguns casos, certas bolas de luz foram até filmadas e fotografadas, embora com baixa qualidade.
De qualquer forma, o fenômeno dos “círculos ingleses” continua no reino das suposições.
Antigas tradições dizem que os círculos são criados por entidades da Natureza que os “cristãos” rebatizaram como “O Diabo Ceifador”
A origem do fenômeno é bem mais complexa. Alguns estudiosos ingleses encontraram na capa de um tabloide londrino, datado de 22 de agosto de 1678, uma narrativa que faz menção à lenda do “Diabo Ceifador”, relatando a existência de misteriosos círculos nas plantações inglesas já naquela época, e muito antes até.
Com o passar dos anos as figuras foram se tornando cada vez mais complexas, primeiro eram circunferências simples, depois surgiram circunferências duplas, triplas, quádruplas, quíntuplas, círculos com anéis, figuras triangulares, ovais, espirais etc., e assim o mistério continua, os círculos viraram símbolos e depois figuras complexas e extraordinárias.
E com o aumento na quantidade e complexidade das figuras a cada ano, ficava evidente que aqueles misteriosos desenhos jamais poderiam ser feitos por mãos humanas, pois mesmo que tivesse uma multidão de pessoas desocupadas e interessadas em produzir tal fenômeno não iriam dar conta das centenas de círculos que já viam sendo catalogados em todo o interior da Inglaterra.
Com tal aumento na complexidade dos chamados Círculos Ingleses, ficou descartada a teoria inicial de que os círculos seriam simples marcas de trens de pouso de naves alienígenas. Ufólogos, geólogos, biólogos, matemáticos, físicos, astrônomos e céticos se revezam no mundo inteiro para tentar explicar este fenômeno, alguns com bons argumentos, outros chegam a ser até ridículos, como a história divulgada pela tevê inglesa no fim de 1991, de que dois velhinhos, Doug e Dave, teriam feito tais desenhos durante a noite usando a simples técnica de puxar uma tábua amarrada a cordas por sobre os trigais. Logo os céticos do mundo inteiro deram como encerrado o problema e desvendado o mistério.
O que nos realmente sabemos a respeito das formações?
1. Sabemos da pesquisa científica que eles são formados (as genuínas formações) por uma energia capaz de alterar a estrutura molecular da planta sem danificá-la. Além disso, também é capaz de alterar a taxa de crescimento e o seu padrão. Ou seja, O CÓDIGO GENÉTICO DAS PLANTAS ESTÁ SENDO APERFEIÇOADO (seria uma contraposição dos extraterrestres às alterações genéticas efetuada pelas multinacionais dos alimentos, como a Monsanto?).
2. A energia envolvida parece ser benigna e do meu conhecimento não é usada neste planeta.
3. Algumas formações irradiam uma onda de aproximadamente 5,7 Hz no espectro eletromagnético.
4. Ocorrem às vezes paralelamente ao avistamento de óvnis.
5. Mesmo após a colheita, a forma dos círculos tem permanecido na terra durante pelo menos seis meses em alguns casos. Isto não pode ser conseguido por “formações na colheita” feitas por humanos.
6. Em algumas das formações, bússolas giram denotando uma anomalia magnética presente.
7. A plantação fora da formação não exibe as mesmas características encontradas dentro do círculo, sejam elas morfológicas, sejam genéticas.
8. Não há nenhum nível de consistência. Em algumas formações temos o fator som, as anomalias magnéticas e impressões no solo, mas isto não quer dizer que iremos encontrar as mesmas características na próxima formação. Ainda assim, pode-se mostrar que os novos círculos fazem parte de uma formação genuína.
9. Se nenhum ser humano entrar na formação, a colheita (plantação) continuará crescendo e o fazendeiro não vai perder qualquer grão.
Assim, o que nós temos? Lindos padrões geométricos nos campos que desafiam nossas leis de lógica, da física e argumentos. Mas eles continuam aparecendo pelo mundo afora! Eles parecem ter um profundo efeito espiritual em todos os visitantes ou pesquisadores. Talvez, se nada mais houver, esta seja a razão da sua existência.
Primeiras Observações “Científicas”
Em 1686, o cientista britânico Robert Plot publicou um livro intitulado A História Natural de Staffordshire, que continha relatos de glifos geométricos de plantas “achatadas” encontradas em terras aráveis e pastagens. São descritos não apenas círculos e espirais, mas também anéis complexos, com diâmetros que vão a até 150 metros de diâmetro.
Ele relata que na terra sob esses símbolos o solo se tornou mais seco e muito mais flexível que o normal, e que uma substância esbranquiçada foi encontrada em alguns sítios, lembrando mofo ou geada, como “em pão bolorento”. Às vezes, esse “mofo” foi visto sobre as plantas. Na edição de julho de 1880, a revista Nature publicou a carta de um cientista que afirmava ter encontrado várias áreas de trigo achatado em uma fazenda no sul da Inglaterra.
A única explicação (ridícula, por sinal) que a revista pôde encontrar é: “Alguma ação ciclônica do vento”.
De acordo com os estudos gnósticos, existem três classes de morte: morte física, segunda morte e morte mística.
Nesta introdução, estudaremos unicamente o fenômeno da morte física ou desencarne. A morte é a cessação das funções vitais do organismo, o fim da vida ou extinção do processo homeostático de um organismo. É claro que a homeostase é a característica própria de um organismo vivo: esta lhe permite manter um ambiente interno em condições estáveis e constantes.
São sinônimos da morte física: defunção, falecimento, separação da alma e do corpo e, mais propriamente, em termos esotéricos, desencarne.
Particularmente, no caso do significado tradicional para a morte, como separação do corpo e da alma, alguns também a explicam como a separação do corpo e do espírito. Em ambos os sentidos, é importante aclarar que no Gnosticismo Universal cada termo tem um só significado.
Assim, alma e espírito não são a mesma coisa e que ambos os princípios anímicos e espirituais não necessariamente estão presentes dentro do ser humano, ou seja, na maioria das pessoas que povoam a Terra.
A Chispa Divina
A Psicologia Gnóstica ensina que os animais intelectuais, falsamente chamados Homens e Mulheres, ou seja, as multidões que integram o gênero humano atual, não possuímos Alma; somos, digamos assim, “desalmados”. Ainda que essa afirmação sacuda fortemente nosso orgulho e convicções religiosas, ou ainda que seja motivo de polêmicas intelectuais intermináveis: Nós, desalmados?
Isso tem gerado inúmeros e terríveis debates e divergências, mas basta lembrar as negras páginas da nossa história: as guerras, as invasões, as santas inquisições, as fogueiras, as crucificações, a dominação dos povos indefesos pelos mais guerreiros, a intimidação das mulheres, os milhões de abortos, os genocídios contra judeus, armênios e palestinos, a exploração capitalista, a disseminação das drogas ilícitas, a impunidade política, a depravação sexual, a morte por fome de milhões de africanos e tantas outras manifestações nefastas do homem atual…
Tudo isso é sintetizado na manifestação do elemento psicológico animalesco e desumano chamado EGO, tão denunciado pela Gnose. Isso tudo e muito mais indicam que somos realmente seres sem alma, sem aquelas
A Divina Gnose explica que, afortunadamente, o ser humano sem Alma possui um “material psíquico” incipiente em seu interior, ou Chispa Divina, que pode ser trabalhado até que se cresça e transforme em Alma. Essa Chispa Divina, também chamada Essência Anímica, Essência, Budata, é a somatória de valores positivos que o ser humano possui de forma inata. A some de virtudes, o melhor e mais digno que existe dentro de nós.
Então, a morte física ou desencarne é, em realidade, uma separação definitiva do corpo físico e da Essência maravilhosa. Desta maneira, o físico da maioria das pessoas é invariavelmente imortal e o Budata é imortal.
Sim, existe a imortalidade da Essência, e a Gnose não a nega. Porém também alguns seres transcendidos conseguem vencer a morte e alcançam a imortalidade do corpo físico, ou seja, a autêntica Ressurreição.
Porém, em termos metafísicos, o que é que ocorre durante o desencarne? Como ocorre a defunção? É verdade que temos uma só vida ou várias? E muitos encontros com a Mãe Morte?
O Eterno Retorno
Nos Eclesiastes, um dos livros bíblicos, encontra-se um texto maravilhoso que vale a pena ler e reler: Uma geração passa, outra vem; mas a terra sempre subsiste. O sol se levanta, o sol se põe; apressa-se a voltar a seu lugar; em seguida, se levanta de novo. O vento vai em direção ao sul, vai em direção ao norte, volteia e gira nos mesmos circuitos. Todos os rios se dirigem para o mar, e o mar não transborda. Em direção ao mar, para onde correm os rios, eles continuam a correr. Todas as coisas se afadigam, mais do que se pode dizer.
A vista não se farta de ver, o ouvido nunca se sacia de ouvir. O que foi é o que será: o que acontece é o que há de acontecer. Não há nada de novo sob o sol. Se é encontrada alguma coisa da qual se diz: ‘Veja, isto é novo’, ela já existia nos tempos passados. Não há memória do que é antigo, e nossos descendentes não deixarão memória junto daqueles que virão depois deles.
O VM Samael Aun Weor, em sua obra Tratado de Astrologia Hermética, explica: “O sagrado Raskooarno (morte) está cheio de profunda beleza interior. Só conhece a verdade sobre a morte aquele experimentou de forma direta sua funda significação. Os extremos se tocam. A morte e a concepção encontram-se intimamente unidas. A senda da vida está formada com as marcas dos cascos do cavalo da morte”.
A vida existe como continuação da morte. Os seres humanos não têm uma só existência. “Não há nada de novo sob o sol.” Por essa razão, no Evangelho de Mateus encontra-se o seguinte versículo: “E se querem recebê-lo, ele é aquele Elias de que haveria de vir. O que tiver ouvidos, ouça”. Este é um versículo que faz alusão ao texto de Malaquias: “Eis aqui que vos envio o profeta Elias, antes que venha o dia de Jeová, grande e terrível”.
Muito se escreveu acerca da Metempsicose ou Transmigração das Chispas Divinas, desde Krishna a Pitágoras. Muitos estudiosos descobriram que há diversas evidências que apontam a que também os antigos judeus tinhas certeza do princípio do Eterno Retorno da Essência.
Daí aparecem dados interessantes, como a pergunta que os apóstolos perguntaram a Jesus: “Viu, ao passar, um homem cego de nascimento. E seus discípulos lhe perguntaram: “Rabi, quem pecou, ele ou seus pais, para que tenha nascido cego?”
Muitos são os testemunhos ao longo da história para este fenômeno da Natureza. Escritores como o psiquiatra norte-americano Brian Weiss, autor de Muitas Vidas, Muitos Mestres, pesquisaram profundamente o tema da reencarnação. Outros também se debruçaram neste fantástico tema: Carl Jung, Albert Schweitzer, Victor Hugo, Nietzsche etc.
Entre as múltiplas citações, transcreveremos uma, muito interessante, de Marco Túlio Cícero: “Uma prova confiável de que os homens conhecem a maioria das coisas antes de nascer é o fato de que quando são simples crianças, chegam a entender inúmeros fenômenos com tal rapidez que é evidente que não os estão compreendendo pela primeira vez, senão que os recordam, que os trazem à memória…”
Outra frase de autoria de León Tolstoi: “Que interessante seria escrever a história das experiências nesta vida de um homem que se suicidou em sua vida anterior, como tropeça agora com as mesmas exigências que lhe haviam sido presenteadas anteriormente, até que chega a compreender que deve satisfazê-las… Os fatos de uma vida prévia canalizam a vida presente”.
A Duração da Vida
O Gnosticismo universal ensina que existem diversas causas para a existência e, portanto, para a morte. Existem causas que se encontram no mundo físico ou tridimensional, causas metafísicas e causas cármicas. É indubitável que os forenses têm grande capacidade para explicar as causas físicas que deram como resultado o desencarne de um defunto.
Não podemos negar que a enfermidade, a deterioração do corpo, o homicídio, o assassinato, o suicídio e os acidentes se escondem por trás de muitas defunções. Porém, no campo das causas metafísicas da morte encontram-se muitas vezes o desejo oculto de deixar de viver neste mundo físico.
A sabedoria oculta ensina que a inteligência da natureza deposita em cada um dos seres humanos determinado capital energético, ou Valores Cósmicos. Em diferentes escolas esotéricas, esses Valores Vitais são chamados de Bobbin Kandelnost.
Ao se esgotar esse capital cósmico, energético, é lógico que sobrevenha o desencarne ou morte do corpo físico. É claro que a duração da vida dependerá, em grande medida das economias, a sábia utilização ou o derrocada dos Valores Vitais de cada pessoa.
Outros tipos de causas para que ocorra o desencerne se relacionam com as Leis de Ação e Reação, ou com o princípio de Causa e Efeito (a Segunda Lei de Newton): mais específicamente, em linguagem esotérica, relaciona-se com a Lei do Karma e a Lei de Recorrência.
Nossa vida atual é, em grande medida, uma repetição de nossa vida passada mais as suas consequências. Muitas razões ocultas da morte de uma pessoa, seja por uma enfermidade grave ou porque faleceu tragicamente, encontra-se na Lei do Karma.
O Estado Intermédio
O Princípio de Correspondência do hermetismo explica que “assim com é acima é abaixo”. De acordo com esse aforismo maravilhoso, podemos explicar que assim como entre o dia e a noite existe o crepúsculo, a fase declinante do final do dia, antes de iniciar-se a noite.
Que assim como ocorre o processo do anoitecer, esse período em que começa a diminuir a luz do dia para dar lugar à noite, também existe o período intermédio entre a vida e a morte.
No Bardo Thodol, ou Livro Tibetano dos Mortos, encontramos a seguinte explicação: “Cada dia da vida está cheio de começos e fins. Enquanto transcorre um momento, outro vem a ocupar seu lugar. Ao despertar pela manhã, nos levantamos e realizamos nossas atividades cotidianas – nos lavamos, nos vestimos, tomamos o desjejum etc.
Nada permanece imóvel. O movimento e a mudança são a essência mesma da vida. Desejamos crer que tudo o que vemos é real e permanente ainda que nossa experiência diária nos demonstre que nada é inalterável e que nada dura para sempre.
De fato tudo quanto nos rodeia vai se desmoronando constantemente e se requer um grande esforço por nossa parte para conservá-lo. O que ocorre durante dito processo de mudança é o Grande Mistério…
A fase chamada Estado Intermédio (em tibetano, Bardo) é precisamente esse momento de mudança que se produz ao final de uma fase e o começo da seguinte. É o mesmo estado do fluir, o único que podemos qualificar de ‘real’”.
Mais adiante, explica-se no Bardo Thodol que: “Para quem chega a compreender esse fenômeno e desenvolve a capacidade de pô-lo em prática, as problemáticas incertezas da vida resultam tão triviais como o bardo de vestir-se pela manhã.
Entre o momento de despertar e o ato de se vestir pela manhã. Entre o momento de despertar e o ato de se vestir deve-se decidir que roupa pôr. Isso é tudo. Não tem por que ser um problema.
De igual maneira, entre qualquer acontecimento e nossa reação ante ele existe um espaço intermediário que oferece distintas opções a quem é capaz de vê-las. Não estamos obrigados a atuar segundo o costume e o preconceito. O estado intermédio oferece a possibilidade de obrar de maneira distinta a quem aprendeu a reconhecê-lo”.
No Bardo Thodol, atribuído a Padmasambhava, em relação com o estado intermédio, lê-se o seguinte: “Agora que tua respiração quase cessou, eis aqui que chegou para ti o momento de buscar uma via, já que a luz fundamental que aparece no primeiro estado intermédio vai aparecer.
Teu Lama já te havia mostrado essa luz, a Verdade em Si (ou Dharmata) vazia e desolada, como o espaço sem limites e sem centro, lúcido; é o espírito virgem e sem mácula. Chegou o momento de reconhecê-lo. Permanece, pois, assim nela. Eu também te farei descobrir”.
Viagem ou Desdobramento Astral é uma função natural inerente a TODOS, sem exceção. O importante é termos Consciência e controle dessa função, e sair conscientemente do corpo
O esoterismo gnóstico ensina que durante esse estado intermédio ocorrerão duas Retrospectivas. A primeira é a projeção de toda nossa vida, em forma instantânea, momentos antes do cessar das funções vitais. A vida passa ante a mente daquele que estiver a ponto de desencarnar, como uma fita em alta velocidade.
Muitas pessoas que sofreram acidentes automobilísticos sérios ou golpes inclementes contam que passaram por essa experiência, qual seja, a de ver passar sua vida toda numa fração de segundo.
Posteriormente a essa primeira retrospectiva, advém uma segunda. Na conferência intitulada A Festa dos Mortos, o Avatara de Aquárius, Samael Aun Weor, explica: “Depois que se deixou o corpo, a Natureza tem múltiplos meios, ou sistemas, para nos fazer regressar, ou reincorporar, e nós devemos compreender isso.
Ante tudo, não é demais que vocês saibam que depois da morte devemos revisar a vida que acaba de passar.
Começaremos pelo último instante, por aquele que precedeu a nossa agonia. Teremos a tendência de viver na mesma casa onde morremos, a percorrer pelas mesmas ruas onde outrora caminhávamos. Em uma palavra, queremos trilhar nossos passos; os vamos trilhando conforme formos vivendo as distintas idades da existência que acaba de passar.
É claro que essa retrospectiva não é meramente intelectual; a pessoa volta a vivenciar depois da morte todos os fatos, todos os acontecimentos, todos os sucessos da vida que passou, e, conforme os vai revivendo, vai assumindo também o aspecto que teve em cada uma de suas idades.
Se morreu ancião, se verá velho, e depois se verá convertido no sujeito maduro, e logo, no jovem, e depois no adolescente… e, por último, na criança.
Reviverá assim toda a sua existência com o propósito de acertar contas, de fazer um balanço sobre suas boas e más obras”.
Mais adiante, Samael explica que: “Assim, pois, toda a existência que passou vem a ficar reduzida a números, a somas de boas e más ações. Obviamente, ao terminar a retrospectiva, depois que nosso próprio Ser Divino fez o balanço, o inventário, digamos, de nossas boas e más ações, os Senhores do Karma farão a devida Justiça e determinarão a existência que nos aguarda no futuro…
Os Corpos Lunares e o Astral
A morte física ou desencarne não é somente o cassar das funções físicas do corpo. Tampouco é a separação parcial da Essência e do corpo físico. A Essência encontra-se nos mundos superiores, nas dimensões superiores do espaço e está envolta no Ego e nos corpos lunares.
Os corpos lunares são os mesmos que a literatura ocultista denomina corpos internos. Os yogues da Índia, os teósofos e outros esoteristas têm falado, entre outros, do famoso corpo astral.
Na Bíblia, mais precisamente na Carta aos Tessalonicenses, se estabelece uma clara distinção entre três elementos: “E todo vosso Ser, Espírito, Alma e Corpo, seja guardado irrepreensível…” “Há o corpo animal e há o corpo espiritual” (1 Co 15:44).
A anatomia oculta ensina que o animal racional – ou intelectual – não possui corpos superiores ou corpos espirituais, porque possui somente corpos fantasmagóricos ou lunares. Esses corpos lunares são o corpo etérico ou vital, o fantasma de corpo astral ou corpo de desejos, o fantasma de corpo mental e o corpo lunar causal.
Já explicamos, acima, que a humanidade atual não possui Alma, somente uma Essência, ou Chispa Divina, que infelizmente se encontra apartada do Espírito, de seus Deus Íntimo, de seu próprio Real Ser Interior (que é a emanação de Deus particularizada em nosso interior, ainda em potencial).
Em um ser humano que desfruta desta vida, a Essência Divina, o Ego e os corpos lunares se encontram unidos ao corpo físico mediante uma conexão energética conhecida no ocultismo como Cordão de Prata ou Antakarana. O fio da vida une os valores com o corpo físico na forma similar ao cordão umbilical no ventre materno, que une o feto à sua mãe.
A separação temporal do corpo e ocorre frequentemente na vida dos seres humanos durante as horas do sono, à noite. Ao deitarmos para dormir, a Essência, o Ego e os corpos lunares se desprendem do corpo e fazem suas viagens extracorpóreas. E no dia seguinte, a pessoa diz: “Nesta noite tive um sonho estranho”.
Muitos sonhos que ocorrem enquanto seu corpo físico dorme, são as famosas viagens astrais, porém neste caso, as realiza com a consciência adormecida, e, por isso, não pode ter noção de que está no Além, o mundo dos mortos, ou Mundo Astral.
Nesse tipo de separação temporal do corpo físico, que os budistas chamam de “pequena morte”, encontram-se os famosos fenômenos denominados “vida depois da vida”. É fora do corpo físico que reencontramos os entes que já desencarnaram – avós, pais, amigos, pessoas famosas ou meros desconhecidos.
Há motivos reais para temermos não retornar mais ao corpo físico nessas experiências extrafísicas? Não! A razão é que nós, como alma, estamos conectados dos corpos físico e etérico pelo já citado cordão de prata, e segundo o ocultismo, não há energia em todo o universo, com exceção do Poder Divino da Mãe Morte, que consiga romper esse cordão energético.
Ou seja, o verdadeiro desencarne ocorre unicamente quando o Antakarana é rompido por um ser espiritual especializado, chamado Anjo da Morte. Quando há esse rompimento, torna-se impossível voltar a conectar a Essência com o corpo físico. Aí sim ocorrerá a verdadeira morte física.
Mas e os casos das ressurreições que lemos nos livros sagrados? Jesus ressuscitou depois de crucificado realmente? E Lázaro, voltou do mundo dos mortos? Esses casos são explicados unicamente por meio da Alta Magia Branca, onde se pode voltar à vida unicamente se o cordão de prata não foi definitivamente desconectado.
(Ali Onaissi, jornalista, escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine)
De acordo com a tradição gnóstica, o nome do Real e Verdadeiro Ser Divino daquele profeta bíblico chamado Enoque (ou Enoch) é ARCANJO METRATON.
Esse Ser, Metraton, vive na dimensão mais elevada do Universo, abaixo somente do Absoluto. A região, que os cabalistas chamam de Kether, é Luz pura, Sabedoria pura, Misericórdia pura e Vida pura. A energia pura da Vida, que desce de Kether até o mundo físico, é mais poderosa na época da Primavera e se faz sentir em toda a Natureza e na humanidade também como o instinto de preservação das espécies.
Esse instinto é excitado com essa energia sagrada, chamada por muitos de Energia Enoquiana, que penetra profundamente nas glândulas sexuais, dando o impulso ativo da sexualidade.
Os gnósticos aproveitam-se desse “impulso enoquiano” para o despertar de sua Consciência, praticando mais intensamente na Primavera os mantras, as respirações, as orações, a alquimia sagrada, os rituais e as missas teúrgicas, além da Transmutação Sexual, que deve ser mais profunda e acertada.
A energia sexual da Primavera não é algo mecânico, mas uma força cósmica ativada por seres divinos, pelos Devas da Natureza dirigidos pelo Arcanjo Metraton.
Vamos conhecer, a partir de agora, um pouco mais sobre quem foi esse Ser, Metraton, e seu bodhisatva (manifestação física, humana, na terra).
O que É a Lei de Enoque para os Gnósticos
Pergunta a Samael Aun Weor: Vamos pedir, ainda, para que fique um pouco mais claro, que o senhor nos fale sobre a Lei de Enoque, de que na época da Primavera não devemos comer carne, porque está muito carregada com as forças sexuais dos animais. Porém, no Brasil a Primavera é em uma época diferente daqui. Então, qual será a época certa, na Primavera ou depois da Semana Santa, na Sexta-feira Santa?
Responde o Mestre: Com o maior prazer darei resposta aqui a nosso irmão gnóstico e, pela sua mediação, a todos os nossos irmãos gnósticos da República do Brasil. Indubitavelmente, na Primavera, a vida se encontra forte e ativa. O impulso animal é muito poderoso. As paixões animais, por tal motivo, se desatam. Obviamente, a carne se encontra bastante carregada também do princípio psíquico animal inferior.
Na América do Sul, as estações estão invertidas. Isso não invalida nossas afirmações. Na Primavera da América do Sul ocorrem fenômenos similares aos que acontecem na Primavera do Hemisfério Norte. Não quero com isso dizer, definitivamente, que não se pode provar alguma carne na Primavera.
Digo de forma bem clara que o que sucede é que, nesta época, os princípios animalescos, bestiais, se encontram intensificados.
Então, convém dosar um pouco mais a carne, comê-la em menor quantidade nesta época de Primavera. Isto é tudo.
Com isto fica esclarecido o que temos afirmado em algumas obras.
Profeta Enoque na Bíblia
“E quando Enoque (ou Enoch) viu isso, ficou com a alma amargurada e chorou por seus irmãos; e disse aos céus: Recusar me-ei a ser consolado; mas o Senhor disse a Enoque: Anima-te e alegra-te; e olha.” (Gênesis)
Existem muitos livros que foram banidos do corpus bíblico por serem considerados apócrifos (incultos ou não inspirados por Deus). Em sua considerável maioria eram justamente os mais reveladores, trazendo importantes informações sobree uma série de acontecimentos ligados aos contatos das divindades com o homem.
O Livro do Profeta Enoque (citado em Judas 14), patriarca bíblico antediluviano (ou seja, que viveu um pouco antes da destruição e do afundamento da Atlântida), é, sem dúvida, um dos mais reveladores. Seu livro mostra, entre outras coisas, que 200 “anjos” desceram à Terra e tiveram filhos e filhas com as mulheres terrestres. Como estamos vendo, não é de hoje que seres poderosos, na Bíblia chamados de Nefilim, se relacionam intimamente com nossa humanidade. Esses anjos ensinaram muitas coisas para os terrestres, como astronomia, noções de meteorologia e, de maneira surpreendente, até mesmo a prática do aborto. (Esses Nefilim são os sábios atlantes que sobreviveram ao Grande Cataclismo e nos guiaram no início da 5ª Raça Raiz, Ária.)
Esotericamente, Enoque cita o período final da Atlântida, antes de seu afundamento, devido à extrema corrupção. Os grandes Iniciados atlantes começaram a se degenerar (anjos unindo-se a mulheres) e isso não foi bem-visto pela Justiça Divina. De acordo com o Mestre Samael Aun Weor, o profeta Enoque foi na verdade uma das encarnações do poderoso Anjo Metraton, tão citado na Angelologia. Posteriormente, no período áureo do Egito Antigo, esse profeta encarnou-se e se chamou Tehuti, mais conhecido entre nós como Hermes Trismegisto. E entre os fenícios, foi Cadmos, o criador da escrita.
Acompanhemos a seguir os dizeres de Samael sobre o Patriarca Enoque.
O símbolo do tempo, ao qual o anel de bronze faz também enfática referência, conduz ciclicamente o Arhat gnóstico até aquela antiga época patriarcal, denominada também Idade de Bronze ou Dvapara Yuga que, indubitavelmente, precedeu esta nossa atual Idade de Ferro ou Kali Yuga…
Os melhores tratadistas do ocultismo afirmaram sempre que entre estas duas idades aconteceu a Segunda Catástrofe Transapalniana, que modificou totalmente a fisionomia geológica do planeta Terra.
O sétimo, entre os dez sublimes patriarcas antediluvianos, é, fora de qualquer suposição, totalmente diferente dos seis que, no curso dos séculos, o precederam (Adão, Set, Enos, Cainã, Maladel, Jared), assim como dos três que o sucederam (Matusalém, Lameque, Noé).
Entretanto, é claro que o que mais nos assombra em tudo isto é o sagrado nome de Enoque que, traduzido, significa: iniciado, dedicado, consagrado, mestre.
O Gênese hebraico assevera, de forma muito solene, que Enoque não morreu fisicamente, em realidade, senão que “caminhou com Deus e desapareceu, porque o levou Deus”.
Antiquíssimas tradições esotéricas que se perdem na noite dos séculos dizem claramente que, estando Enoque sobre cume majestoso do Monte Mória, teve um Shamadi clarividente em que sua Consciência Objetiva Iluminada foi arrebatada e levada aos nove céus citados por Dante em sua Divina Comédia, e no último dos quais – no de Netuno – encontrou o patriarca a Palavra Perdida (seu próprio Verbo, sua Mônada particular, individual).
Posteriormente, quis esse grande Hierofante expressar essa visão numa lembrança permanente e imperecedora…
Assim dispôs, categoricamente e com grande sabedoria, que se fizesse, debaixo desse mesmo lugar bendito, um templo secreto e subterrâneo, compreendendo nove abóbadas, sucessivamente dispostas uma debaixo da outra, nas vivas entranhas do monte…
Seu filho Matusalém foi certamente o arquiteto encarregado material de tão extraordinário “sancta”…
Não se menciona o conteúdo e destino específico, definido, de cada uma destas abóbadas, ou grutas mágicas, em comunicação uma com a outra, mediante uma escada espiraloide…
A última destas cavernas é, não obstante, a que absorve toda a importância oculta. De maneira que as anteriores tão só constituem a via secreta indispensável, mediante a qual se chega a esta, no mais profundo da montanha…
É, esta última, o local, ou “sanctum”, mais íntimo, em que o patriarca Enoque depositou seu mais tesouro esotérico…
O Velocino de Ouro dos antigos, o tesouro inefável e imperecedor que buscamos, não se encontra nunca, pois, na superfície, senão que temos de escavar, cavar, buscar nas estranhas da terra, até encontrá-lo…
Descendo valorosamente às estranhas ou infernos do Monte da Revelação, encontra o iniciado o místico tesouro – sua Mônada divina – que para ele se conserva através dos incontáveis séculos que nos precederam no curso da história…
No capítulo II do Apocalipse de São João, ainda podemos ler o seguinte: “Ao que vencer de comer do maná oculto e lhe darei uma pedra branca, e, na pedra, um novo nome escrito, o qual não conhece senão aquele que o recebe.”
Até aqui, as palavras do Mestre Samael. Continuemos a falar da profunda Sabedoria de Enoque e a seguir citando trechos de seu livro.
Alguns estudiosos têm certeza de que esse livro foi escrito originalmente em hebraico, outros julgam que a língua original foi o aramaico e outros tantos acreditam que algumas partes foram escritas em hebraico e outras em aramaico. A primeira parte do Enoque etíope (caps. 1-36) tem uma importância imensa, pois remonta provavelmente em 300 a.C. e aos primeiros livros da Bíblia. Uma das fontes antigas usadas pelos últimos revisores do Gênesis era semelhante à fonte utilizada mais integralmente em Enoque I.
Para o VM Samael, sim. Afirma o Mestre sobre Enoque/Hermes:
“A Cabala perde-se na noite dos séculos, aí onde o Universo gerou-se, no ventre de Maha Kundalini, a Grande Mãe. A Cabala é a ciência dos números.
O autor do Tarô, ou Tarot, foi o Anjo Metraton, que é o chefe da Sabedoria da Cobra e foi o Profeta Enoque, do qual nos fala a Bíblia.
O Anjo Metraton ou Enoque deixou-nos o Tarô, ou Tarot, no qual se encerra toda a Sabedoria Divina. Este ficou escrito em pedra. Também nos deixou as 22 letras do alfabeto hebraico. Este grande Mestre vive nos mundos superiores, no Mundo de Aziluth, um mundo de felicidade inconcebível, segundo a Cabala é na Região de Kether, um Sefirote bastante elevado.”
Trechos do Livro de Enoque
“III – E, agora, ouvi-me, meus filhos, que eu descerrarei os vossos olhos para que possais escolher aquilo que Ele ama e desprezar tudo aquilo que odeia, para poderdes caminhar perfeitamente em todos os Seus caminhos e não errardes seguindo impulsos culposos ou deitando olhares de fornicação. Porque muitos foram os que se desviaram e homens fortes e valorosos aí escorregaram, tanto outrora como hoje.
Caminhando com a rebelião nos corações, caíram os próprios guardas dos céus, a tal chegados porque não observavam os mandamentos de Deus, tendo caído também os seus filhos, cuja estatura atingia também a altura dos cedros e cujos corpos se assemelhavam a montanhas. Todo o ser vivo que se encontrava em terra firme, caiu, sim, e morreu, e foram como se não tivessem sido, porque procediam conforme a sua vontade e não observavam os mandamentos do seu Criador, de maneira que a cólera de Deus se inflamou contra eles.
IV – assim se perderam os filhos de Noé e as suas tribos e assim foram aniquilados. “Ainda nos textos de Qumram, do século II a.C., vamos encontrar outro documento antigo, o pergaminho de Lameque, contando uma história semelhante. Como o rolo só se conservou em fragmentos, faltam agora no texto frases e sentenças inteiras. O que restou, entretanto, é suficiente singular para ser relatado. Diz ele, que certo dia Lameque, pai de Noé, voltando para casa de uma viagem de mais de nove meses, foi surpreendido pela presença de um menino pequenino que, por seu aspecto físico externo em absoluto não se enquadraria na família.
Lameque levantou pesadas acusações contra sua mulher Bat-Enosh e afirmou que aquela criança não se originara dele. Bat-Enosh se defendeu, jurando por tudo que lhe era sagrado que o sêmem só poderia ser dele, do pai Lameque, pois na ausência do marido ela não teve o menor contato com nenhum soldado, nem de um estranho nem de um dos “filhos do céu”. E ela implorou:
“Ó meu senhor… juro… esse sêmem proveio de ti, de ti proveio a concepção, de ti a plantação do fruto que não é de um forasteiro, nem de um guarda, tampouco de um filho do céu…”
Não obstante, Lameque não acreditou nas juras de sua mulher e, desassossegado até o fundo de sua alma, partiu para pedir conselho a seu pai Matusalém, a quem relatou o caso familiar que tanto o deprimia. Matusalém ouviu, meditou e como não chegou a tirar conclusão alguma, por sua vez, pôs-se a caminho para consultar o sábio Enoque.
Aquele assunto de família estava causando tal alvoroço que o velho enfrentou os incômodos de uma longa viagem a fim de por a limpo a origem do garoto. Enoque ouviu o relato de Matusalém, contando como, de um céu cem nuvens, de repente caiu um menino, de aspecto físico externo menos parecido com o dos mortais comuns, e mais semelhante a um filho de pai celeste, cujos olhos, cabelos, pele, em nada se enquadrava na família.
O sábio Enoque escutou o relato e mandou o velho Matusalém de volta, com a notícia alarmante de que um grande juízo punitivo sobreviria, atingindo a Terra e a humanidade; toda a “carne” seria aniquilada, por ser suja e perversa.
No entanto, falou Enoque, ele, Matusalém, deveria ordenar ao seu filho Lameque que ficasse com o menino e lhe desse o nome de Noé, pois o pequeno Noé teria sido escolhido para ser o progenitor daqueles que sobreviveriam ao grande juízo universal. Matusalém viajou de volta, informou seu filho sobre tudo o que estaria para vir e Lameque finalmente aceitou a criança como sua.
A Biblioteca de Enoque
O “Livro de Enoque” (nome que significa Inicie, ou Iniciador), é um texto apócrifo escrito por volta de 200 a.C. (Os livros apócrifos judaicos circulavam entre os judeus durante os séculos imediatamente anteriores e posteriores ao início da era cristã. Os mais importantes de todos estes eram os Livros de Enoque).
Na verdade, o Livro de Enoque era uma coletânea de diversas obras literárias, que apareciam todas sob o nome de Enoque, mas que teriam sido escritas por diferentes autores. Tudo indica que o livro era bastante conhecido até o século 18, mas não sabemos quantos deles existem. O Livro das Similitudes (ou segredos) de Enoque menciona um total de 360 livros.
Uma verdadeira biblioteca cuja existência dificilmente poderá algum dia ser comprovada. Sabemos que com certeza existem três: O Enoque I ou Enoque Etíope; o Enoque Eslavo ou Livro dos Segredos de Enoque e o Enoque Hebreu. Há uma vaga referência a um Enoque IV, feita numa epístola a Barnabás, datada do século II da nossa Era. [Talvez se queira considerar também o pergaminho de Lameque como uma sequência das histórias contadas pelo patriarca Enoque.]
Infelizmente, esses textos ficaram perdidos durante séculos, só sendo redescobertos em épocas recentes, a maior parte em fragmentos.
Alguns fragmentos do Livro de Enoque, já conhecido, mas escrito em aramaico, foram descobertos nas célebres grutas de Qumran, no Mar Morto (veja um pequeno fragmento desse Manuscrito no topo desta matéria). Por isso há quem especule a existência de uma versão original mais antiga, escrita em hebraico. Uma outra versão conhecida como Os Segredos de Enoque ou II Enoque, foi descoberta na Rússia, em um texto eslavo, e traduzida para o inglês no século XIX; Esta foi provavelmente escrita no Egito no princípio da era cristã e fala da viagem de Enoque através das diferentes coortes do Paraíso.
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Uma de suas versões foi encontrada na Abissínia. Havia sido escrita no idioma etíope, por isso ficou conhecido como Enoque Etíope ou I Enoque. O Enoque Etíope é conhecido de forma completa na Europa desde 1773, quando o explorador inglês James Bruce trouxe três cópias, que foram rapidamente difundidas; mas a primeira publicação de excertos do texto etíope de Enoque, o qual, é o único integral remanescente, só ocorreu em 1800.
A primeira tradução completa foi publicada por Richard Laurence em Oxford no ano de 1821, gerando novos debates em torno da velha questão: Se os “filhos de Deus” que tiveram relações sexual com mulheres eram de fato anjos. O estudo filológico mostrou que estes originais foram escritos por volta do ano 400 da nossa Era e em grego. A queda dos anjos é contada no texto da seguinte forma:
VI – 1. Quando outrora aumentou o número dos filhos dos homens, nasceram-lhes filhas bonitas e amoráveis. Os Anjos, filhos do céu, ao verem-nas, desejaram-nas e disseram entre si: “Vamos tomar mulheres dentre as filhas dos homens e gerar filhos!” 2. Disse-lhes então o seu chefe Semjaza: “Eu receio não queiras realizar isso, deixando-me no dever de pagar sozinho o castigo de um grande pecado”.
Eles responderam-lhe em coro: “Nós todos estamos dispostos a fazer um juramento, comprometendo-nos a uma maldição comum mas não abrir mão do plano, e sim executa-lo”. 3. Então eles juraram conjuntamente, obrigando-se a maldições que a todos atingiram. Eram ao todo duzentos os que, nos dias de Jared, haviam descido sobre o cume do monte Hermon. Chamaram-no Hermon porque sobre ele juraram e se comprometeram a maldições comuns.
4. Assim se chamavam os seus chefes: Semjaza, o superior de todos eles, Arakiba, Rameel, Kokabiel, Tamiel, Ramiel, Danel, Ezekeel, Narakijal, Azael, Armaros, Batarel, Ananel, Sakeil, Samsapeel, Satarel, Turel, Jomjael e Sariel. Eram esses os chefes de cada grupo de dez.
VII – 1. Todos os demais que estavam com eles tomaram mulheres, e cada um escolheu uma para si. Então começaram a freqüentá-las e a profanar-se com elas. E eles ensinavam-lhes bruxarias, exorcismos e feitiços, e familiarizavam-nas com ervas e raizes. 2. Entrementes elas engravidaram e deram à luz a gigantes de 3.000 côvados de altura. Estes consumiram todas as provisões de alimentos dos demais homens. E quando as pessoas nada mais tinham para dar-lhes os gigantes voltaram-se contra elas e começaram a devorá-las. 3. Também começaram a atacar os pássaros, os animais selvagens, os repteis e os peixes, rasgando com os dentes as suas carnes e bebendo o seu sangue. Então a terra chamou contra os monstros.
VIII – 1. Azazel ensinou aos homens a confecção de espadas, facas escudos e armaduras, abrindo os seus olhos para os metais e para a maneira de trabalhá-los. Vieram depois os braceletes, os adornos diversos, o uso dos cosméticos, o embelezamento das pálpebras, toda sorte de pedras preciosas e a arte das tintas. 2. E assim grassava uma grande impiedade; eles promoviam a prostituição, conduziam aos excessos e eram corruptos em todos os sentidos.
Semjaza ensinava os esconjuros e as poções de feitiços, Armaros a dissipação dos esconjuros, Barakijal a astrologia, Kokabel a ciência das constelações, Ezekeel a observação das nuvens, Arakiel os sinais da terra, Samsiel os sinais do sol e Sariel as fases da lua. 3. Quando os homens se sentiram prestes a serem aniquilados levantaram um grande clamor, e seus gritos chegaram ao céu.
IX – 1. Então Michael, Uriel, Raphael e Gabriel olharam do alto do céu e viram a quantidade de sangue derramado sobre a terra e todas as desgraças que sobrevieram (…) 2. Então eles falaram ao Senhor dos Mundos: “(…) 4. Tu vês o que foi perpetrado por Azazel, como ele ensinou sobre a terra toda espécie de transgressões, revelando os segredos eternos do céu, forçando os homens ao seu conhecimento; assim procedeu Semjaza, a quem conferiste o comando sobre os seus subalternos.
5. “Eles procuraram as filhas dos homens sobre a terra, deitaram-se com elas e tornaram-se impuros; familiarizaram-nas com toda sorte de pecados. As mulheres pariram gigantes e, em consequência, toda a terra encheu-se de sangue e de calamidades.” 6. “Agora clamam as almas dos que morreram, e o seu lamento chega às portas do céu. Os seus clamores se levantam ao alto, e em face de toda a impiedade que se espalhou sobre a terra não podem cessar os seus queixumes.”
7. “E Tu sabes de tudo, antes mesmo que aconteça. Tu vês tudo isso e consentes. Não nos dizes o que devemos fazer.”
X – 1. Então o Altíssimo, o Santo, o Grande, tomou a palavra e enviou Uriel ao filho de Lamech, com a ordem seguinte: “Dize-lhe, em meu nome: ‘Esconde-te’, e anuncia-lhe o fim próximo! Pois o mundo inteiro será destruído; um dilúvio cobrirá toda a terra e aniquilará tudo o que sobre ela existe.” 2. “Comunica-lhe que ele poderá salvar-se, e que seus descendentes serão mantidos por todas as gerações do mundo!” 3.
E a Raphael disse o Senhor: “Amarra Azazel de mãos e pés e lança-o nas trevas! Cava um buraco no deserto de Dudael e atira-o ao fundo! Deposita pedras ásperas e pontiagudas por baixo dele e cobre-o de escuridão! Deixa-o permanecer lá para sempre e veda-lhe o rosto, para que não veja a luz!” 4. “No dia do grande Juízo ele deverá ser arremessado ao tremendal de fogo!
Purifica a terra, corrompida pelos Anjos, e anuncia-lhe a Salvação, para que terminem seus sofrimentos e não se percam todos os filhos dos homens, em virtude das coisas secretas que os Guardiões revelaram e ensinaram aos seus filhos! Toda a terra está corrompida por causa das obras transmitidas por Azazel. A ele atribui todos os pecados!” 5. E a Gabriel disse o Senhor: “Levanta a guerra entre os bastardos, os monstros, os filhos das prostitutas e extirpa-os do meio dos homens, juntamente com todos os filhos dos Guardiões! Instiga-os uns contra os outros, para que na batalha se eliminem mutuamente! Não se prolongue por mais tempo a sua vida! Nenhum rogo dos pais em favor dos seus filhos deverás ser atendido; eles esperam ter vida para sempre, e que cada um viva quinhentos anos.”
6. A Michael disse o Senhor: “Vai e põe a ferros Semjaza e os seus sequazes, que se misturam com as mulheres e com elas se contaminaram de todas as suas impurezas!” 7. “Quando os seus filhos se tiverem eliminado mutuamente, e quando os pais tiverem presenciado o extermínio dos seus amados filhos, amarra-os por sete gerações nos vales da terra, até o dia do seu julgamento, até o Dia do Juízo Final!”
8. “Nesse dia, eles serão atirados ao abismo de fogo, na reclusão e no tormento, onde ficarão encerrados para todo o sempre. E todo aquele que for sentenciado à condenação eterna seja juntado a eles, e seja com eles mantido em correntes, até o fim de todas as gerações.”
9. “Extermina os espíritos de todos os monstros, juntamente com todos os filhos dos Guardiães, porque eles maltrataram os homens! Purga a terra de todo ato de violência! Toda obra má deve ser eliminada! Que floresça a árvore da Verdade e da Justiça. (…)”
VII – 1. Enoque (…) havia estado junto dos Guardiães e transcorreu os seus dias na companhia dos Santos. 2. (…) Então os [Santos] Guardiães me chamaram, a mim Enoque, o Escriba, e disseram-me: “Enoque, tu, o Escriba da Justiça, vai e anuncia aos Guardiães do céu que perderam as alturas do paraíso e os lugares santos e eternos, que se corromperam com mulheres à moda dos homens, que se casaram com elas, produzindo assim grande desgraça sobre a terra; anuncia-lhes: ‘Não encontrareis nem paz nem perdão’.
Da mesma forma como se alegram com seus filhos, presenciarão também o massacre dos seus queridos, e suspirarão com a desgraça. Eles suplicarão sem cessar, mas não obterão nem clemência nem paz!”
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O Ancião dos Dias é andrógino, quer dizer, masculino e feminino ao mesmo tempo. O Ancião dos Dias é o Pai dentro de nós. Assim, portanto, Tepeu K’Ocumatz é o Ser de nosso Ser, a primeira e última síntese de nosso Ser. O Ancião dos Dias é a primeira emanação do Absoluto. No fundo da consciência de cada homem existe um Ancião dos Dias.
A cabeleira do Ancião dos Dias tem 13 mechas. Se somarmos os algarismos do número 13 entre si teremos: 1 mais 3 é igual a 4. Um é o princípio masculino, fogo; dois é o princípio feminino, água; três é o Filho da criação universal.
A criação mais a unidade da vida é igual a 4; 4 é o Santo Tetragrammaton e este é o Nome do Eterno Yod He Vau He. A barba do Ancião dos Dias tem 13 mechas e representa o furacão, os quatro ventos, o sopro, a palavra. Os quatro ventos são o Yod He Vau He. O Ancião dos Dias é a Bondade das Bondades, o Oculto do Oculto, a Misericórdia Absoluta.
O mantra PANDER nos permite chegar até o Ancião dos Dias e isto é possível através da meditação profunda.
Metratón é o Grande Arquiteto do Universo, porém, do Deuterocosmo, ou seja, nosso Sistema Solar
No Mundo de Aziluth existe um templo maravilhoso onde ensina-se acerca da majestosa presença do Ancião dos Dias. Para realizarmos o Ancião dos Dias em nós mesmos, teremos de realizar, dentro de nós mesmos e totalmente, o número 13. Necessitamos de uma morte suprema e uma suprema ressurreição.
O Ancião dos Dias mora no mundo de Kether; o chefe desse mundo é o Anjo Metratón, que foi o profeta Enoque.
Com Sua ajuda podemos entrar no mundo de Kether durante a meditação muito profunda. O discípulo que queira penetrar em Kether durante seus estados de meditação profunda deverá rogar ao Anjo Metratón e assim será ajudado.
A Deusa da Morte dos astecas tem uma coroa com nove crânios humanos. A coroa é o símbolo do Ancião dos Dias; o crânio é a correspondência microcósmica do Ancião dos Dias no homem.
Realmente, necessitamos da morte suprema da nossa personalidade humana. A personalidade humana deve morrer. Necessitamos de uma suprema ressurreição para realizarmos o Ancião dos Dias em nós mesmos.
No mundo de Kether compreenderemos que a Grande Lei rege toda a criação. A partir do mundo do Ancião dos Dias vemos as multidões humanas como folhas arrastadas pelo vento. O Grande Vento é a Lei terrível do Ancião dos Dias. Vox populi vox Dei. Uma revolução social observada do mundo do Ancião dos Dias é uma lei em ação. Cada pessoa, as multidões inteiras, parecem folhas desprendidas das árvores, arrasadas pelo vento terrível do Ancião dos Dias.
As pessoas não sabem destas coisas; as pessoas só se preocupam em conseguir dinheiro e mais dinheiro. Essas pessoas formam a pobre humanidade doente: míseras folhas arrastadas pelo Grande Vento, míseras folhas levadas pela Grande Lei.
O Ancião dos Dias é nosso autêntico Ser em sua raiz essencial; é o Pai dentro de nós, nosso verdadeiro Ser.
Nossos discípulos agora devem concentrar-se e meditarem profundamente no Ancião dos Dias. Durante a meditação devem provocar o sono voluntário. Assim poderão chegar à iluminação bem profunda.
Que a paz reine em todos os corações. Não esqueçamos que a paz é uma essência emanada do Absoluto; é luz emanada do Absoluto; é a luz do Ancião dos Dias. Cristo disse: “Minha paz vos deixo, minha paz vos dou”.