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Samael e o I Ching

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Disse um Mestre Zen: “O dedo serve para apontar a Lua; o sábio olha para a Lua, o ignorante, para o dedo”.

Samael e o I Ching

Você conhece a relação íntima entre Samael Aun Weor e o I Ching? Então, leia com atenção.

Em 1899, uma enchente do Rio Amarelo (Huang Tsé) trouxe à tona centenas de milhares de peças divinatórias da dinastia Shang (1523-1027 a.C.). Decifradas e interpretadas, elas trouxeram à tona a história da China arcaica, revelando a figura do “Dragão dos Dragões” Fu-Xi (no Japão, Fu-Ji), autor do I Ching e considerado o verdadeiro pai da identidade chinesa.

chou-li-gnosisonlineOs praticantes do milefólio (como eram conhecidos os decifradores do oráculo) eram chamados de shi, um ideograma formado pela combinação dos signos “xamã” e “bambu”, o que equivale a chamá-los de “os sacerdotes do livro”.

E quem criou o I Ching? Na literatura chinesa são indicados quatro santos Mestres como autores do Livro das Mutações : Fu-Xi, o rei Wen, Confúcio (Kung-Fu Tsé) e o duque de Chou.

Fora de toda dúvida, os gnósticos afirmamos que esse Duque de Chou, o mesmo que criou dentro do I Ching as breves sentenças ou juízos, os Ditames, é o próprio Mestre Samael Aun Weor, que esteve encarnado na China como CHOU-LI.

Ah, uma associação interessante: o I Ching era chamado pelos chineses de CHOU-I, o Livro de Chou.

Samael Como Chou-Li

Depoimento do VM Samael Aun Weor sobre sua encarnação na China, como Mestre Chou-Li:

Faz muito tempo, muitíssimo tempo, a mim coube viver na China, durante a segunda sub-Raça da grande Raça Ária. Então me chamei Chou-Li. E ingressei na Ordem do Dragão Amarelo.

Ali aprendi os SETE SEGREDOS INDIZÍVEIS, conheci as SETE JOIAS DO GRANDE DRAGÃO.

Ali nos dedicávamos especialmente à meditação de fundo. Um irmão chinês fazia vibrar um aparato musical maravilhoso que dava as 49 notas. A síntese daquele estranho aparato era o Som Nirioonissiano do Universo.

Quando vibrava a primeira nota tratávamos de ter a mente quieta e em silêncio. Ao dar a segunda nota, passávamos ao segundo nível do subconsciente.chou-li-meditando-gnosisonline

Também enfrentávamos os Eus com o propósito de recrimina-los e de obriga-los a guardar silêncio, mas se a mente não conseguia aquietar-se, recriminávamos mais fortemente o Ego…

Quando soava a terceira nota, aprofundávamos um pouco mais, nos dirigíamos à terceira zona do subconsciente para pelejar com os Eus, para obriga-los a ficar em silêncio, e assim, com cada nota daquele misterioso aparato (o Aya-atapan), submergíamos em cada um dos 49 níveis do subconsciente, pelejando com os diversos agregados psíquicos que levávamos em nosso interior.

Em conclusão, o que chegasse à nota 49 e havia trabalhado corretamente, conseguia uma quietude absoluta da mente, nos 49 níveis do subconsciente. Então, a Essência, o Budhata, momentaneamente escapava dentre o Ego para se precipitar no Vazio Iluminador. Experimentávamos, dessa forma, a Verdade, o Real.

Meu amigo Li-Chang distinguiu-se, por aquela idade, na ciência profunda da meditação. Ele, Li-Chang, já não vive sobre a face da terra, mora em um Planeta do Cristo, no planeta de um distante universo desta galáxia.

Ali vive (de instante em instante) dentro do êxtase, e é feliz. Aí foi que Li-Chang conseguiu receber o Tao. Porém, o que é o Tao? O Tao é o Ser, o Tao é Inri, o Tao é o Cristo Íntimo

Li-Chang, pois, recebeu o Tao…

Quem é Samael e qual sua missão

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Muita gente acredita que Samael é apenas um pseudônimo. Não! Efetivamente, Eu Sou Samael! Vocês mesmos devem ter lido ou ouvido dizer que a Cabala fala de Samael, qualificando-o como o Anjo Regente do planeta Marte. Na Bíblia, Samael é qualificado como demônio. Não importa!

O fato é que eu sou Samael! E digo com toda franqueza e honestidade que isso é verdade e, ainda que me levassem a um paredão de fuzilamento, não mudaria de ideia. Eu não tenho pseudônimo! Repito: Eu sou Samael!

Mas por que alguns dizem que eu sou um anjo e outros dizem que eu sou um demônio? Simplesmente porque eu caí (uma queda espiritual), num passado muito remoto, quando vivia na Ásia Central, nos Himalaias, no começo da Raça Ariana. Cometi o mesmo erro do Conde Zanoni.

samael-aun-weor

Naquele tempo, eu tinha um corpo lemuriano, imortal. Fui testemunha ocular do afundamento de todo o continente da Lemúria ao longo de mais de dez mil anos.

Vi nascer a Atlântida. Conheci toda a Atlântida, onde segui vivendo com o mesmo corpo lemuriano. Vi também, depois, a Atlântida afundar-se no oceano. Acompanhei o Manu Vaivasvata em seu êxodo daquele continente, antes do seu afundamento.

Mas, infelizmente, cometi um grave erro. Acontece que, depois do êxodo, acabei indo viver num dos tantos reinos que havia na região na época. Eu estava proibido de tomar esposa novamente, por causa do meu grau de imortal.

Se vocês não sabem, esclareço que os filhos dos Deuses não podem mais desposar mulheres. Mas acabei me apaixonando por uma belíssima mulher e acabei me casando. Grande erro! Minha Divina Mãe, um dia, me chamou a uma caverna profunda.

E lá me mostrou o futuro que me aguardava caso continuasse naquela situação. Vi lágrimas, chuvas, doenças, misérias. Me vi como um autêntico judeu errante no mundo. Pedi perdão pelo erro cometido, mas já era tarde; já havia metido os pés pelas mãos! Essa foi minha queda. Perdi o corpo imortal e acabei submetido à roda de nascimentos e mortes.

Por isso digo a vocês: meu Real Ser Interno é a Mônada Regente do planeta Marte. Quanto a mim, aqui, diante de vocês, acabei me transformando num Bodhisatva caído. Ressurgiram os egos em minha mente e me tornei um verdadeiro diabo. Agora, nesta atual existência, compreendi a necessidade de eliminar os egos, de realizar a Grande Obra e retornar ao Pai.

É assim, dessa forma, que estou aqui, hoje, falando a vocês, com o coração na mão: Samael Aun Weor é o meu nome verdadeiro como Bodhisatva. Samael é o nome da minha Mônada!

Sou perfeitamente consciente do Amanhecer da Vida neste sistema solar! Eu vi surgir esta Criação! Estou aqui, com esta humanidade, desde o primeiro instante! Desde que o coração do sistema solar começou a palpitar depois de uma longa Noite Cósmica! Vim para cá porque para cá me mandou meu Deus Interno, meu Pai que está dentro de mim!

Meu propósito é o de servir e de ajudar esta humanidade! E creio que estou servindo o meu semelhante, creio que estou trabalhando em favor da humanidade!

Durante muitos séculos estive caído, é verdade, mas, agora, não! Já me levantei do lodo da terra. Já estou finalizando a Obra do Pai!

Portanto, falo do que tenho vivido e experimentado! Estou dentro deste corpo para poder ajudar a humanidade. Mas, em nome da verdade, digo que eu sou o Arcanjo Samael! Se os ignorantes querem dar risada do que estou dizendo ou se não aceitam esse fato, não importa! Não é problema meu!

A mim só me interessa dizer o que sou quando me perguntam! Meu único objetivo é o de ensinar a Doutrina do Pai, de meu Pai, que está dentro de mim.

Agora vou narrar algo extraordinário, relacionado à minha atual existência. Quando reconquistei (e tenho de dizer que foi uma reconquista, porque havia perdido e agora já recuperei) o grau de Adepto Qualificado, naturalmente, fui recepcionado no Mundo Causal. É nesse Plano da Consciência Cósmica que está o templo da Grande Loja Branca.

Os Mestres da Fraternidade Branca receberam-me com desfiles militares e todos me saudaram como fazem os gnósticos. A solenidade de recepção, realizada no templo, foi em estilo militar.

Os Adeptos desfilaram diante de minha insignificante pessoa como fazem os militares nos dias comemorativos, unicamente para me dar as boas-vindas, do mesmo modo como fazem com qualquer outro Iniciado que alcança determinado grau ou posto dentro da Hierarquia Divina.

A transmissão de grau foi feita telepaticamente. Não lembro de ter visto nenhum sorriso no rosto dos presentes. E ali havia Adeptos chineses, alemães, ingleses, franceses, enfim, de todas as partes do mundo que estão trabalhando na Grande Obra do Pai. Ninguém estava sorrindo. Pelo contrário: em todos existia uma grande seriedade.

Nessa ocasião, telepaticamente, me informaram de tudo que vai acontecer com a humanidade proximamente. Milhões de seres humanos vão perecer pelo fogo, pela água, pelos furacões, pelos terremotos, pelas doenças, pela fome e pelas guerras, que acontecerão antes daquelas catástrofes. Portanto, ninguém estava sorrindo, não havia motivos para rir. Pelo contrário: havia uma terrível severidade em todos aqueles rostos.

Foi-me dado a entender também a grande responsabilidade que eu estava assumindo, porque, sobre meus ombros, estava caindo o dever de conduzir o Exército de Salvação Mundial destes difíceis tempos finais.

Também me foi dito, na época, que as instituições gnósticas que caíssem na negligência ou que amolecessem no Trabalho seriam cortadas. Ou seja, seriam desligadas da Força cósmica, essa fantástica energia que a tudo faz crescer e progredir. Obviamente, pessoas e grupos destituídos dessa energia acabariam se confundindo e fracassando no Trabalho, individual e coletivo.

Portanto, é preciso criar um exército de pessoas de boa vontade antes que venha a catástrofe e levá-lo a um lugar seguro. Eu sei qual é esse lugar, mas se eu revelasse, acabaria atrapalhando a Obra do Pai. Nesse local não vai acontecer nada. A esse lugar serão levados todos aqueles que se mostrarem dignos, aqueles que efetivamente estiverem trabalhando sobre si mesmos.

No dia, hora e tempo certo essas pessoas serão avisadas para onde devem se dirigir. E ali, todos reunidos, contemplaremos a batalha entre o fogo e a água, como aconteceu na Lemúria e na Atlântida, durante dois séculos.

Passados uns 200 anos, quando do fundo do mar surgirem novas terras, é para ali que será conduzido esse grupo, convertendo-se no núcleo básico de formação da Sexta Grande Raça.

É óbvio que, nesse intervalo, a Terra ficará envolta em fogo, fumaça e vapor. É durante esses dois séculos que essas pessoas terão de eliminar de sua mente o eu psicológico.

Na nova Idade de Ouro não será dado corpo físico a ninguém com ego. Uma só pessoa com ego seria suficiente para corromper todo o resto e colocar em risco a própria Idade de Ouro. Essa é a dura realidade!

Durante a Idade de Ouro não haverá fronteiras, a Terra será transformada e surgirá uma nova Terra, regenerada! Tudo isso que estou comentando está simbolizado no Touro Alado! O Touro Alado é o símbolo da Terra regenerada! É o símbolo do evangelho da futura Idade de Ouro.

A Idade de Ouro não é daqui a alguns milhões de anos. Não! É para agora, para a Era de Aquário! Nostradamus disse que sob Aquário surgiria a Idade de Ouro e Nostradamus jamais se equivocou! Além disso, fatos são fatos! Hercólobus já está ao alcance dos telescópios. Não vê quem não quer.

Portanto, o objetivo de nossos estudos é, precisamente, o de formar um grupo de pessoas que sirva de base para a futura Sexta Grande Raça. Se vocês cooperarem com o Sol, com o Logos Solar, se trabalharem sobre si mesmos, poderão fazer parte desse núcleo fundamental. Seria fantástico se vocês chegassem a fazer parte desse grupo inicial… Os tempos finais estão às nossas portas. Mas, as pessoas, vendo, não veem, e, ouvindo, não ouvem!

Há muitos anos atrás, quando eu era ainda muito jovem, me revelaram nos mundos superiores tudo isso que estou aqui hoje comentando com vocês. Soube então que a mim estava destinado cumprir esta missão. E me via exatamente assim, diante de vocês, no meio dos grupos, dizendo isso tudo que estou dizendo hoje aqui.

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Através do sentido da clarividência eu via Hercólobus, eu me via nas ruas e nos auditórios, via as pessoas rindo do que eu falava, via aqueles que acreditavam em minhas palavras, enfim, naquele tempo já pude antever tudo o que acontece hoje. Tudo que disse vai se cumprir, tudo vai acontecer, não tenham dúvida!

Na Atlântida, quando fiz o mesmo trabalho que estou fazendo hoje, as pessoas também davam risada, debochavam, faziam piada, me chamavam de louco etc. Bem, antes que aquelas pessoas despertassem para a realidade próxima, tivemos de sair rumo às novas terras para evitar a catástrofe.

Todos aqueles que desdenharam nossos avisos morreram afogados ou tragados pelos terremotos. A mesma coisa vai acontecer agora, em nossa época.

Samael Aun Weor (Conferência no Auditório Cívico do Estado de Guadalajara, em 1975.)

As causas dos terremotos

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REFLEXÃO 1: A desintegração do átomo provocará em grande escala a decomposição do Átomo em cadeia, resultando disso o Retrocesso do planeta Terra até seu passado ARCAICO. Desde aquele remoto passado, a Terra veio trabalhando com as FORÇAS DE COESÃO MOLECULAR.

Agora, trabalhamos com sua antítese, com as forças de desintegração atômica, o que significa o regresso AO CAOS, à Nebulosa e, por consequência, a atualização dos CATACLISMOS ARCAICOS. (Samael Aun Weor – Supremo Manifesto Gnóstico)

REFLEXÃO 2: Os homens estão utilizando a força agressiva dos metais (Força Nuclear). Porém, ainda não sabem manejar a Energia Suspensiva dos Metais. A desintegração atômica constitui-se num processo retroativo da vida cósmica cujo resultado significa regressar aos grandes cataclismos do Amanhecer da Vida (terremotos, maremotos, tempestades espantosas, ciclones tremendos etc.).

Ao inverter a ordem da Integração natural, cambiando-o pela da desintegração atômica, regressaremos à época dos cataclismos antediluvianos. (SAW – O Século 20)

REFLEXÃO 3: O uso e abuso da energia atômica despertarão, ao final, as adormecidas forças dos vulcões e nossa Raça Ária terminará entre grandes terremotos, maremotos e espantosos cataclismos. Mais tarde, florescerá a Sexta Raça, a Raça de Koradhi, no Continente da Antártida, e então voltará o Divino Mestre depois de Zakariel, o Grande Iluminado.

Por último, virá Orifiel e, ao final da Sétima Raça voltará Jesus o Cristo. Orifiel será o Grande Iluminado da Sétima Raça, e Jesus confirmará seus Ensinamentos. (SAW – O Século 20)

REFLEXÃO 4: Antes da Idade da Pedra a Atlântida existiu. Esse continente com toda sua civilização submergiu-se no fundo do Oceano devido a um grande cataclismo provocado pela guerra atômica. A Lei da Recorrência é um fato; tudo volta a ocorrer tal como já aconteceu; os fatos se repetem, já temos novamente a bomba atômica, que era chamada “Masmach” pelos atlantes.

Com alguma variante vem um novo cataclismo e as vítimas seremos nós, os ários. A causa causarum do cataclismo busquemo-la nas explosões atômicas. (SAW – O Cristo Social)

REFLEXÃO 5: O fracionamento do átomo, as explosões nucleares, liberam MATÉRIA ABISMAL, SUBMERSA, novos elementos atômicos terrivelmente malignos: Netúnio (93), Plutônio (94), Amerício (95) e Cúrio (96). Esse tipo infernal de substâncias atômicas terrivelmente malignas escapa do Abismo com as explosões atômicas e atraem à superfície da terra e à mentalidade das gentes certas características psicológicas espantosamente monstruosas.

A desintegração do átomo é uma blasfêmia, uma loucura científica que não somente traz danos físicos a este afligido mundo senão também monstruosidades psíquicas mentais, abominações espantosas de tipo infrainfernal etc. Se o ser humano estudasse melhor a energia solar e aprendesse a usá-la inteligentemente, o combustível líquido seria eliminado e a conquista do espaço seria um fato, na condição de uma conduta reta.

Onde alcance a chegar um raio de luz solar, alcançará o homem a chegar. A energia solar é milhões de vezes mais potente que a energia atômica. Já a radiação atômica tem a camada superior da atmosfera terrestre alterada, e se as explosões atômicas continuarem, de pronto não poderá filtrar e analisar os raios solares para decompô-los em Luz e calor, então veremos o Sol negro como silício.

Conforme a Camada Superior da Atmosfera da terra continue alterando-se devido às explosões atômicas, os terremotos se intensificarão, porque dita Camada é o sustentáculo da vida de nosso planeta terra.

O ar que respiramos, a água que bebemos, já vêm carregados de radiações atômicas, e isto em vez de melhorar irá de mal a pior, e quando estale a guerra atômica ver-se-ão cenas dantescas pelas ruas, as gentes perderão a razão devido ao abuso da energia atômica, e os hospitais estarão cheios de dor, e não haverá remédios.

As explosões atômicas estão liberando dos Mundos Infernos o Elemento Mineral submerso sob a terra, matérias infernais, Átomos Abismais, tais como o Netúnio, o Plutônio, o Cúrio etc. Dentro de todo Átomo existe um trio de: Matéria, Energia e Consciência.

Nesta classe de Átomos Abismais citados, existe Consciência Diabólica, inteligência terrivelmente maligna.

O que é o pranayama

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Pranayama é o controle da energia vital, sendo a regulação dos movimentos da respiração, o meio de alcançá-lo. O tórax, ou a cavidade do peito é como uma caixa móvel que contém os mais importantes órgãos da respiração: os pulmões, e da circulação: o coração. Os principais músculos do tórax são os intercostais, que preenchem a cavidade entre as costelas, e o diafragma na base, separando a cavidade peitoral da abdominal, participantes ativos na respiração.

Naturalmente outros pequenos músculos trabalham no ato da respiração, inclusive os da face. Na respiração, o ar entra pelas narinas, passando pela laringe e traquéia, que se divide em duas, uma para cada pulmão. Os pulmões têm uma textura elástica e são formados por pequenos sacos, os alvéolos, cuja função é permitir que as células vermelhas do sangue absorvam oxigênio e devolvam gás carbônico.

Essas células vermelhas são as carregadoras de oxigênio dos pulmões para os diversos tecidos do corpo. O oxigênio é imprescindível em toda e qualquer atividade humana. Todo esse trabalho é intimamente conectado com o funcionamento do coração. Do ponto de vista fisiológico, o propósito de qualquer exercício respiratório é a assimilação de uma máxima quantidade de oxigênio com um mínimo gasto de energia.

Do ponto de vista yogue, o propósito do exercício respiratório é diminuir o ritmo do metabolismo, mais especificamente, diminuir o movimento psíquico (facilitando a concentração). Como já citamos anteriormente, os yogues postulam a existência de dois tipos de atividade neurofisiológica que geram e controlam o ato da respiração: uma é estimulada pela influência solar, juntamente com a respiração pela narina direita (pingala); a outra, é estimulada pela influência lunar e a respiração pela narina esquerda (ida).

É muito importante para a saúde, o equilíbrio entre estas duas correntes energéticas. Desde muito cedo, foi também observado pelos yogues, a correlação entre o funcionamento cerebral e mudanças no volume, força e ritmo da respiração. Falam de uma biounidade entre mente e ‘prana’, uma correspondência entre o pensamento/emoções e a respiração.

Prana é um conceito que tem causado muita polêmica entre os escritores modernos sobre seu significado. O yogue Shri Yogendra o define como uma ‘força biomotora’ ou ‘bioenergia’, ou ‘energia vital’, difundida por todo o corpo e sustentáculo da vida. É a energia responsável pela unidade e harmonia do corpo. Sua principal função é o movimento.

O movimento mental, ele próprio, é prana. Sem prana não há função cognitiva. Em outras palavras, prana “é uma atividade vibratória que sustenta o processo da vida” (Yogendra). O ato de inspirar e expirar “alimentam” este funcionamento. Pranayama tecnicamente é a restrição ou suspensão da inspiração ou da expiração (literalmente é restrição – yama – do prana, ou seja, restrição do movimento).

A essência do pranayama é, portanto, a pausa respiratória , que diminui o funcionamento mental, propiciando condições para a meditação. O Instituto de Yoga de Mumbai reciclou as técnicas tradicionais, propondo oito maneiras de se realizar o pranayama:

  • Pranayama I – igualar os tempos de inspiração e expiração
  • Pranayama II – expansão lateral dos pulmões (Respiração Intercostal)
  • Pranyama III – expansão superior dos pulmões (Respiração Clavicular)
  • Pranayama IV- expansão inferior dos pulmões (Respiração Diafragmática)
  • Pranayama V – Sunyaka: manter os pulmões vazios
  • Pranayama VI – Puraka: inspiração prolongada
  • Pranayama VII – Kumbhaka: manter os pulmões cheios
  • Pranayama VIII – Rechaka: expiração prolongada

Existe também um pranayama tradicional, que por sua ação sobre o sistema nervoso, é ensinado por todos os Institutos de yoga, chama-se: Anulomaviloma Pranayama, ou Respiração Alternada (alterna-se as narinas nas inspirações e expirações).

Além dos benefícios fisiológicos, pranayama tem, segundo o yoga, uma importância fundamental no desenvolvimento do conhecimento discriminativo. O ‘insight’ sobre nossa dimensão transcendental advém da quietude interior, da parada de todo movimento da matéria em nós. Sendo o prana a própria atividade vibratória da mente, sua restrição leva a esta parada, que só é alcançada completamente em Samyama, ou seja, no processo contínuo de concentração (dhárana), meditação (dhyana) e transe (samádhi).

Em outras palavras, a prática do pranayama sensibiliza para o aspecto transcendente da vida, aponta uma série de sinais sobre si mesmo a partir dos quais se pode adquirir uma resposta genuína e individual à questão ‘quem sou eu?’

Ali Onaissi – Jornalista, escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine

A Metagaláxia na visão gnóstica

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As teorias do cientista americano Edwin Powell Hubble, em 1929, levaram o mundo acadêmico a acreditar que o Universo estaria se expandindo. A maioria dos cientistas afirma que essa expansão se dá ao infinito, até que algum dia o céu fique absolutamente às escuras, pois todas as galáxias e supergaláxias se afastarão ao extremo entre si.

Alguns cientistas, na atualidade, brincam com a ideia de que, por algum motivo ainda desconhecido da Cosmologia teórica, o Universo tornará a se “recolher”, voltando aos dias do big-bang. E os estudos gnósticos, o que afirmam sobre isso? Vejamos o que o VM Samael Aun Weor tem a dizer sobre o tema do Universo em seu aspecto puramente material.

buraco cosmicoA Metagaláxia, ou todo o Universo FÍSICO, funciona como um coração; e em suas palpitações incessantes, condena a Matéria a sofrer notáveis contrações e dilatações.

Nós só percebemos o atual processo de dilatação mediante o estudo das variações das distâncias astronômicas.

Visto de fora do Tempo, o Cosmo é percebido como uma grande luz que se filtra continuamente por um ponto do Infinito, para logo reaparecer no Transfinito.

É como se o Cosmo escapasse por um buraco, para depois se converter em Ultracosmo.

E assim, sucessivamente, daqui para lá e vice-versa, este processo também está representado no Signo do Infinito, ou o Santo Oito. É que nosso Universo físico está sustentado em uma complicada rede, na qual se estende desde as Regiões Supradimensionais.

As Dimensões Superiores pertencem ao imperceptível, àquilo que analisamos com nosso Espírito, o que a Metafísica estuda.

Em verdade, o progresso das Ciências Físicas reside nas perscrutações das ocultas Regiões do Espírito, ainda que os cientistas o definam como simples “progresso materialista”.

Logicamente, o termo “Espírito” é também convencional. Porém, é indispensável dialeticamente; só serve para criar uma barreira entre as Regiões Superiores e as Inferiores.

O que denominamos “Físico” é, certamente, nossa percepção parcial do existente.

Os elétrons são, por exemplo, os minúsculos Átomos de Luz aprisionados entre a 5ª Dimensão e nosso Mundo Tridimensional. Para a ciência materialista representam só entidades corpusculares de difícil localização.

Em verdade, os elétrons e demais partículas subatômicas são Energias procedentes das Dimensões Superiores, intimamente ligadas com o processo dos elementos químicos, porém, que o homem resolveu alterar perigosamente.

Devemos saber que em cada uma das Regiões Hiperfísicas existem diferentes espécies de criaturas. Esses seres suprafísicos são verdadeiras concentrações de Consciência que a Natureza cria para a sua organização e seu desenvolvimento. São “torvelinhos de luz e de fogo” que perpetuam a Harmonia Cósmica.

Sabemos que as Hierarquias Cósmicas estabelecem a ordem evolutiva que leva à total espiritualização da Matéria, apesar das Forças Negativas que constituem o Caos inevitável do Abismo…

Samael Aun Weor

metagalaxia

A lenda de Sac-Nicté, a branca flor do Mayab

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A maravilhosa lenda da princesa maia Sac-Nicté foi contada e recontada por gerações e gerações dos descendentes maias, até os dias de hoje. Vemos sua história contada em Pueblos y Leyendas, de H. Almendros e traduzida pela equipe GnosisOnline, em honra ao grande mestre da Luz Judas Iscariotes e a seu discípulo, Armando Cosani Sologúren, desde as terras maias até os dias em que o Salvador pisou na Terra Santa, para a Glória do Altíssimo Pai de Todos…

Citada diversas vezes por Judas no livro de Cosani (O Voo da Serpente Emplumada), essa história é comovente, maravilhosa, inspiradora, e nos faz refletir sobre o mistério do Amor. A “lenda” fala da história de amor entre Sac-Nicté (que em maia significa Branca Flor) e seu amado príncipe Canec (ou Kanek, que significa Serpente Negra). Essa história é o equivalente europeu de Romeu e Julieta e o do casal árabe Laila e Majnun. Referem-se esses contos à eterna busca da Alma por seu reflexo espiritual, para que o Amor Autêntico seja encarnado. Eis aí o Mistério dos Mistérios, preconizado pela Santa Gnose: “Encarnar Deus por meio da vivência do Amor Supremo”. Leia, caríssimo Buscador, a verdadeira história da princesa maia Sac-Nicté:

Todos aqueles que viveram na terra do Mayab ouviram falar do doce nome da bela princesa Sac-Nicté, que significa Branca Flor, ou Flor Pura.

Ela era como a lua cheia e quieta nas noites tranquilas. E era graciosa como a pomba-torcaz de doce canto, e clara e fresca como as gotas de orvalho. Bela era ela, como a flor que enche o campo de alegria perfumada, formosa como a luz do sol que tem todas as cores e suave como a brisa, que leva em seus braços todas as canções.

Assim era a princesa Sac-Nicté, que nasceu na altiva cidade de Mayapán, quando a paz unia como irmãs as três grandes cidades da terra do Mayab; quando na valorosa Mazapán e na maravilhosa Uxmal e em Chichén Itzah, altar da sabedoria, não havia exércitos, porque seus reis haviam feito o pacto de viver como irmãos.

Todos os que têm vivido no Mayab ouviram falar do nome do príncipe Canec, que quer dizer Serpente Negra.

O príncipe Canec era valoroso e tenaz de coração, e quando teve três vezes sete anos foi coroado rei da cidade de Chichén Itzah. Naquele mesmo dia o rei Canec a princesa Sac-Nicté e naquela noite o valoroso e duro rei já não dormiu. E desde então se sentiu triste para toda a vida.

A princesa Sac-Nicté tinha três vezes cinco anos quando viu o príncipe Canec se sentar no trono de Itzah, seu coração tremeu de alegria ao vê-lo, e pela noite dormiu com a boca iluminada de um sorriso luminoso. Quando despertou, Sac-Nicté sabia que sua vida e a vida do príncipe Canec correriam como dois rios que correm juntos a beijar o mar.

Assim aconteceu e assim cantam aquela história os que a sabem e não esquecem.

O dia em que o príncipe Canec se fez rei dos itzaes, foi ao templo da santa cidade de Itzmal para apresentar-se ante seu deus. Suas pernas de caçador tremeram quando desceu os vinte e seis degraus do templo e seus braços de guerreiro estavam caídos. O príncipe Canec havia visto ali a princesa Blanca Flor.

A grande praça do templo estava cheia de gente que havia chegado de todo o Mayab para ver o príncipe. E todos que estavam próximos viram o que se passou. Viram o sorriso da princesa e viram o príncipe fechar os olhos e apertar o peito com as mãos frias.

Ali estavam também os reis e os príncipes das demais cidades. Todos olhavam, porém não compreenderam que a partir daquele momento as vidas do novo rei e da princesa haviam começado a correr juntos como dois rios, para cumprir a vontade dos altos deuses. Isso não o compreenderam.

Porque deve-se saber que a princesa Sac-Nicté havia sido destinada por seu pai, o poderoso rei de Mayapán, para o jovem Ulil, príncipe herdeiro do reino de Uxmal. Terminou o dia em que o príncipe Canec se tornou rei de Chichén Itzah e iniciou-se a contagem dos trinta e sete dias que faltavam para o casamento do príncipe Ulil e da princesa Sac-Nicté.

Vieram mensageiros de Mayapán ante o jovem rei de Chichén Itzah e lhe disseram: “Nosso rei convida seu amigo e aliado para as festas de casamento de sua filha”. E o rei Canec disse, com os olhos avermelhados: “Dizei a vosso senhor que estarei presente”.

E vieram mensageiros de Uxmal ante o rei Canec e lhe disseram: “Nosso rei Ulil pede ao grande rei dos Itzaes que vá sentar-se à mesa de suas festas com a princesa Sac-Nicté”. E o rei Canec, com a fronte cheia de suor e as mãos tensas: “Dizei a vosso rei que me verá nesse dia”.

E quando o rei dos Itzaes estava só, mirando as estrelas na água para conversar com elas, apareceu outra embaixada na metade da noite. Apareceu um anão escuro e velho e lhe disse ao ouvido: “A Flor Branca vos está esperando entre as folhas verdes; vais deixar que outro a arranque?”

E o anão desapareceu, pelo ar ou por baixo da terra, ninguém o viu além do rei, e ninguém mais soube dele.

Na grande Uxmal preparava-se o casamento da princesa Branca Flor e o príncipe Ulil, de Mayapán, a princesa foi com seu pai e com todos os grandes senhores em comitiva que encheu o caminho de cânticos.

Além da porta de Uxmal, o príncipe Ulil e muitos nobres e guerreiros saíram para receber a princesa e quando a viu, viu-a chorando.

Toda a cidade estava adornada de cintas, de plumas de faisão, de plantas e de arcos pintados de cores brilhantes. E todos dançavam e estavam alegres, porque ninguém sabia o que estava para acontecer.

Já era o terceiro dia e a lua era grande e redonda como o sol, era o dia propício para as bodas do príncipe, segundo a regra do céu.

Em Chichén Itzah encontram-se a Pirâmide de Kukulcán, o Chacmool e o Templo dos Guerreiros

De todos os reinos, dos próximos e dos distantes, haviam chegado a Uxmal reis e filhos de reis e todos trouxeram presentes e oferendas para os noivos. Alguns vieram com veados brancos, de cornos e cascos de ouro, outros vieram com grandes conchas de tartaruga cheias de plumas de quetzal radiante. Chegaram guerreiros com azeites odoríferos e colares de ouro e esmeraldas, vieram músicos com pássaros ensinados para cantar com música celestial.

De todas as partes chegaram embaixadores com ricos presentes… menos o rei Canec de Chichén Itzah.

Esperaram-no até o terceiro dia, porém nem chegou nem enviou mensagem alguma, todos estavam cheios de estranheza e inquietude, porque não sabiam…

Porém o coração da princesa sabia e esperava…

Na noite do terceiro dia das festas preparou-se o altar do matrimônio e o grande senhor dos Itzaes não chegava, já não o esperavam os que nada sabiam.

Vestida estava de cores puras e adornada de flores a princesa Blanca Flor ante o altar, e já próximo o homem que a teria por esposa. Esperou Sac-Nicté, sonhando com os caminhos pelos quais haveria de aparecer o rei que ela colocou no coração. Esperava a Branca Flor do Mayab, enquanto Canec, o triste rei, o jovem e forte caçador, buscava desesperado na sombra o caminho que há de seguir para cumprir a vontade do Alto.

Na festa das bodas da princesa Sac-Nicté com o príncipe Ulil, esperou-se por três dias a chegada do senhor de Chichén Itzah.

Porém, o rei Canec chegou à hora em que deveria chegar. Saltou de pronto no meio de Uxmal, com sessenta de seus guerreiros principais e subiu ao altar onde ardia o incenso e cantavam os sacerdotes; chegou vestido de guerra e com o signo de Itzah sobre o peito.

“Itzalán! Itzalán!”, gritaram, como em campo de combate.

Ninguém se levantou contra eles, tudo aconteceu em um momento. O rei Canec entrou como o vento agitado e arrebatou a princesa em seus braços diante de todos. Ninguém pôde impedi-lo, quando quiseram vê-lo já não estava mais lá. Só ficou o príncipe Ulil ante os sacerdotes e junto ao altar.

Perderam a princesa ante seus olhos, que foi arrebatada pelo rei, que passou como um relâmpago. Assim terminaram as festas de casamento.

Mas de pronto roncaram os caracóis e soaram os címbalos, e a ira do príncipe Ulil gritou pelas ruas a convocar guerreiros.

O rei Canec havia ido desde sua cidade de Chichén até a grande Uxmal sem que ninguém o visse. Foi pelos caminhos ocultos perfurados na pedra, sob o solo, nesta santa terra dos maias, estes caminhos que se veem agora de vez em quando, e que antes só os conheciam aqueles que deveriam conhecê-los.

Assim chegou sem ser visto o rei Canec para roubar sua doce pombinha, o raio de lua de seu coração…

Porém, já se afiam outra vez as armas no Mayab e se levantam os estandartes de guerra. Uxmal e Mayapán se juntam contra Itzah!

Ah! A vingança cairá sobre Chichén, que já está débil e cansada do suave dormir e dos jogos alegres. Pelos caminhos há a poeira das marchas e no ar há gritos e ressoam os sonoros címbalos e troveja o caracol da guerra. O que será de ti, cidade de Chichén, débil e adormecida na felicidade de teu príncipe?!?

Eis como os Itzaes deixaram suas casas e seus templos de Chichén e abandonaram a bela cidade recostada à borda da água azul. Todos se foram chorando, uma noite, com a luz da aurora, todos se foram em fila, para salvar as estátuas dos deuses e a vida do rei e da princesa, luz e glória do Mayab.

Diante dos filhos de Itzah ia o rei Canec, caminhando pelos caminhos abertos no meio das montanhas, ia envolto em um manto branco e sem coroa de plumas em sua fronte. A seu lado ia a princesa Sac-Nicté, ela levantava a mão e assinalava o caminho e todos iam atrás.

Um dia, chegaram a um lugar tranquilo e verdejante, junto a uma lagoa quieta, distante de todas as cidades, e ali fixaram assento do reinado e edificaram as casas simples da paz, criando assim Petén, a cidade cheia de glória e alegria dos povos maias.

Salvaram-se assim os Itzaes pelo amor da princesa Sac-Nicté, que entrou no coração do último príncipe de Chichén para salvá-lo do castigo e fazer sua vida pura e branca.

Solitária e calada ficou Chichén Itzah no meio do bosque sem pássaros, porque todos voaram atrás da princesa Sac-Nicté.

Chegaram a ela numerosos e enfurecidos os exércitos de Uxmal e Mayapán e não encontraram nem os ecos nos palácios e nos templos vazios. A ira então ateou fogo na formosa cidade e Chichén Itzah ficou desolada e morta como está hoje, abandonada desde aquele tempo antigo, junto à água azul do Poço da Vida. Ficou só e morta, perfumadas as ruínas de um aroma suave que é como um sorriso ou uma branca luz da lua.

Na primavera brota a flor branca no Mayab e adorna as árvores e enche o ar de suspiros perfumados. E o filho da terra maia a espera e a saúda com toda a ternura de seu coração, e sua voz lembra ao ver o nome da princesa Sac-Nicté, a Branca Flor do Mayab.

(Tradução e revisão do texto: Ali Onaissi)

Sabedoria e Amor na Educação

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A Sabedoria e o Amor são as duas colunas torais de toda verdadeira civilização.

Num prato da balança da justiça, devemos colocar a SABEDORIA e no outro, o AMOR.

A Sabedoria e o Amor devem equilibrar-se mutuamente; sabedoria sem amor é um elemento destrutivo; amor sem sabedoria pode nos conduzir ao erro. “Amor é lei, porém amor consciente”.

É necessário estudar muito e adquirir grandes conhecimentos, mas, também é urgente desenvolver em nós o Ser Espiritual.

O conhecimento, sem o Ser Espiritual bem desenvolvido em forma harmoniosa dentro de nós, vem a ser a causa disso que se chama velhacaria.

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O Ser bem desenvolvido dentro de nós, mas sem conhecimentos intelectuais, dá origem aos “santos estúpidos”.

Um “santo estúpido” tem o Ser Espiritual muito desenvolvido, mas como não tem cultura intelectual, não pode fazer nada porque não sabe “como” fazer.

O santo estúpido tem o poder de fazer, mas não pode fazer porque não sabe como fazer.

O conhecimento intelectual sem o Ser Espiritual bem desenvolvido produz confusão intelectual, perversidade, orgulho etc.

Durante a Segunda Guerra Mundial, milhares de cientistas, desprovidos de qualquer sentimento espiritual, “em nome da ciência e do bem-estar da humanidade”, cometeram crimes espantosos com o propósito de fazer experiências científicas.

Necessitamos formar uma poderosa cultura intelectual, porém tremendamente equilibrada com a verdadeira espiritualidade consciente.

Necessitamos de uma ética revolucionária e de uma psicologia revolucionária, se de fato quisermos dissolver o “Eu” e desenvolver o legítimo Ser Espiritual em nós.

É lamentável que as pessoas, por falta de amor, utilizam o intelecto de forma destrutiva.

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Os alunos e alunas necessitam estudar Ciências, História, Geografia, Matemática, Química etc.

É necessário adquirir conhecimentos vocacionais com o propósito de sermos úteis.

Estudar é necessário; acumular conhecimentos básicos é indispensável; mas, o medo não é indispensável.

Muitas pessoas acumulam conhecimentos por medo; medo da vida, medo da morte, medo da fome, da miséria, medo do que os outros vão dizer etc., e estudam por esses motivos.

Devemos estudar por amor a nossos semelhantes, por querer servi-los melhor; mas, jamais se deve estudar por medo.

Na vida prática, podemos comprovar que aqueles estudantes que estudam motivados pelo medo, mais cedo ou mais tarde convertem-se em velhacos.

Temos que ser sinceros com nós mesmos para podermos nos auto-observar e descobrir em nós todos os processos do medo.

Não devemos esquecer jamais de que o medo tem muitas faces. Às vezes, o medo se confunde com a coragem. Os soldados nos campos de batalha parecem ser muito corajosos, mas, na verdade, movem-se e lutam por causa do medo.

O suicida também pode parecer muito corajoso, mas, na verdade, é um covarde que tem medo da vida.

Todo velhaco na vida aparenta ser muito corajoso, mas, no fundo, é um covarde.

Os patifes costumam utilizar a profissão e o poder de forma destrutiva. Exemplo: Fidel Castro em Cuba.

Jamais nos pronunciaríamos contra a experiência da vida prática ou contra o cultivo do intelecto, mas condenamos a falta de amor.

Tightrope Between Thumbs

O conhecimento e as experiências da vida se tornam destrutivos quando falta amor. Quando não existe amor, o Ego costuma capturar as experiências e os conhecimentos intelectuais.

O Ego abusa das experiências e do intelecto quando os utiliza para se fortalecer.

Desintegrando o Ego, o Eu, O Mim Mesmo, as experiências e o intelecto ficam nas mãos do Ser Íntimo e o abuso torna-se, então, impossível.

Todo estudante deve orientar-se pelo caminho vocacional e estudar a fundo todas as teorias relacionadas com sua profissão.

O estudo e o intelecto não prejudicam ninguém, mas não devemos abusar do intelecto.

Necessitamos estudar para não abusarmos da mente. Abusa da mente quem quer estudar todas as teorias das distintas profissões; quem quer prejudicar os outros com o intelecto, quem exerce violência sobre a mente alheia etc.

Para ter uma mente equilibrada, é necessário estudar os assuntos profissionais e os assuntos espirituais.

É urgente chegar à síntese intelectual e à síntese espiritual, se, de fato, quisermos ter uma mente equilibrada.

Os professores de todas as escolas, de todos os níveis, devem estudar a psicologia revolucionária gnóstica, se, verdadeiramente, querem conduzir seus alunos pelo caminho da Educação Fundamental.

É necessário que os estudantes adquiram o Ser Espiritual, desenvolvam em si mesmos o Ser Verdadeiro, para que saiam da escola convertidos em indivíduos responsáveis e não em patifes estúpidos.

De nada serve a Sabedoria sem o Amor. O intelecto sem amor só produz velhacos.

A sabedoria, em si mesma, é uma substância atômica, é capital atômico, que só deve ser administrada por indivíduos cheios de verdadeiro amor.

Samael Aun Weor, Educação Fundamental

A magia elemental do espelho mágico

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No espelho de Elêusis, os Iniciados em estado de manteia (êxtase) podiam contemplar seu resplandecente Íntimo, face a face. Dentro do ser humano há outro espelho maravilhoso, que o médico gnóstico deve aprender a usar através da meditação interior profunda… Este espelho é a imaginação. Para o sábio, imaginar é ver. A imaginação é a própria clarividência.

A imaginação é o espelho da alma, o translúcido através do qual percebe-se as imagens da luz astral. O Mestre Paracelso, referindo-se à imaginação, disse: “O homem visível tem seu laboratório (o corpo fisico), e ali trabalha o homem invisível. O Sol tem seus raios, os quais não pode-se recolher com as mãos e, no entanto, são bastante fortes (se reunidos por meio de uma lente) para incendiar edifícios.

A Imaginação é como um sol: trabalha dentro de seu mundo onde quer que brilhe. O homem é o que pensa. Se pensa fogo, está ardendo, se pensa guerra, está guerreando. Pelo poder do pensamento, a imaginação converte-se em um sol (de Virtute Imaginativa)”.

Desenvolve-se a Imaginação por meio da Vontade. A Vontade se fortalece e desenvolve com a Imaginação. Para operar magicamente sobre os elementais das plantas e sobre o organismo dos enfermos, o médico gnóstico deverá unir sua Vontade e sua Imaginação em um conúbio divino.

Prática

Deve-se escrever o nome dos 7 Gênios Elementais do Espelho e magnetizá-lo para que se torne um poderoso instrumento do mago gnóstico. Os nomes desses Devas são: ADAM – TE – DAGERAM – AMRTET – ALGAR – ALGAS – TINAH

O discípulo deve entregar-se diariamente à meditação profunda. O tema do nascer e do morrer das plantas é muito simples como exercício de meditação interna. Sente-se ou deite-­se comodamente e olhe, durante alguns instantes, alguma planta que tenha à mão para seu exercício.

Feche os olhos e adormeça, conservando a imagem da planta em sua mente. Uma vez adormecido, medite no crescimento da planta desde que era um pequeno caule até chegar ao seu estado atual.

Lembre-se de que tudo que nasce tem de morrer. Imagine a planta em processo de decadência, morta, convertida em lenho.

Adormeça um pouco mais e trate de ver e conversar com a criatura elemental da planta. Depois de algum tempo de prática, poderá ver e ouvir o elemental da planta. Ele ensinará suas fórmulas secretas sobre as enfermidades que sabe curar e se colocará a serviço do estudante para a execução dos trabalhos em que é perito.

Esse procedimento de meditação interna profunda desenvolverá a imaginação do discípulo e o tornará um clarividente iluminado.

Poderá dirigir sua visão interior para os mais longínquos confins da terra e se tornará amo da criação inteira. Conhecerá a sabedoria de cada erva e poderá desatar as tempestades, transmutar o chumbo em ouro e fazer a terra tremer.

A cobra de fogo fará seu espelho resplandecer, e o discípulo, dentro de sua própria caverna (o universo interior), se converterá em um Dragão de Sabedoria.

Espelho Mágico

Os espelhos mágicos são muito úteis na magia prática. Escreva-se sobre o espelho mágico as seguintes palavras mântricas:

ADAM  –  TE  –  DAGERAM  –  AMRTET  –  ALGAR  –  ALGAS  –  TINAH

Magnetize sempre seu espelho e use-o na magia para ver clarividentemente o que necessite. Guarde seu espelho ou tenha-o sobre seu altar, para que possa usá-lo cada vez que for necessário. Aconselho-o a não espiar as vidas alheias, tampouco caluniar as pessoas. A clarividência desenvolve-se sob a condição de uma conduta muito reta.

Nos Lumisiais Gnósticos não devem faltar jamais os espelhos mágicos. As pessoas hipersensíveis poderão ver neles muitas maravilhas dos mundos suprassensíveis.

Magia das Memórias da Natureza

Queres ver tuas vidas passadas em um espelho mágico? Isto é muito simples, vou revelar-lhes a fórmula.

Coloca-se uma vela acesa à direita de um espelho, numa posição tal que ilumine o espelho, mas que a imagem da vela não seja refletida. Apague as demais luzes do quarto. Não pense em nada, respire como respiram as crianças recém-nascidas. Ponha os dedos indicador, médio e polegar sobre o coração (dedos da mão direita). Agora, pronuncie os mantras OM-HUM, a cada batida do coração. Estas palavras abrem o chakra do coração. Ali estão as vidas passadas. Roga à tua Divina Mãe para que mostre no espelho tuas vidas passadas; com paciência por fim conseguirá.

Futuro Matrimonial

As damas gnósticas solteiras podem tentar explorar o futuro para saber alguma coisa sobre possibilidades matrimoniais; isso não é um delito.

Procedimento Mágico

Colocam-se dentro do próprio quarto dois espelhos grandes, de acordo com o binário homem-mulher. À frente de cada espelho deve haver uma vela acesa. Os dois espelhos devem ser colocados frente à frente, cada um com a sua vela acesa, mas de tal forma que a chama acesa reflita no cristal. As velas devem ser de cera.

Em seguida, a dama senta-se e canta três vezes em voz alta as seguintes palavras mágicas:

KTO, ENOY, SONJOY, KTO, MOY, VIAJNOY, TOT, POKAJETSIA NINIE

Depois de pronunciados os mantras, dharani ou palavras de poder, deve dirigir a vista com intensidade e fixá-la em qualquer um dos dois espelhos, elegendo inteligentemente o espaço mais distante e escuro onde irá realizar-se a mágica aparição.

É aconselhável orar o Pai-Nosso, a oração do Senhor, antes de realizar o experimento. Assim, pedindo-se primeiro permissão ao Pai que está em segredo, receber-se-á a ajuda do Pai e no espelho aparecerá o futuro esposo.

As palavras mágicas:

LUCIA, STOF, LUB, SALEM, SADIL

também podem e devem ser recitadas durante o experimento mágico, o qual realiza-se à meia-noite.

O Espelho Mágico

Prepara-se esotericamente o espelho da alta magia em 48 dias, começando-se na lua nova e concluindo-se o trabalho no plenilúnio da seguinte.

Com permissão do Pai que está em segredo, consegue-se o êxito. Na realidade e em verdade, o Pai de todas as luzes é quem manda. Se nós queremos trabalhar retamente e com verdadeira dignidade na magia branca, devemos começar todo trabalho esotérico rogando ao Pai, pedindo permissão ao Pai que está em segredo. Assim, não cairemos em erros. No espelho mágico podem-se ver todas as coisas que nos interessam se o Pai der permissão. Se Ele quiser, assim ajuda.

Para preparar-se bem o espelho mágico, durante o tempo de preparação deve-se viver em santidade e castidade total. É necessário dedicar-se durante todo este tempo à prática de obras de caridade.

Toma-se uma lâmina de aço bem brilhante, bem polida, e escreve em cima dos quatro extremos, em cada um deles, as seguintes palavras mágicas

JEHOVAH, ELOHIM, MITRATON e ADONAI

Em cada extremo escrever-se-á uma só palavra. As quatro palavras serão distribuídas pelos quatro extremos.

Põe-se com muita devoção a lâmina de aço num bonito lenço branco e, em seguida, apresenta-se a resplandecente lâmina diante dos raios da lua, pronunciando a seguinte oração:

“Ó meu Pai, ó Ísis, Mãe Divina, Mãe Saídica, TETRAGRAMMATON, TETRAGRAMMATON, TETRAGRAMMATON.
Prepara este espelho, concede-me o poder de ver nele e faz com que o resplandecente anjo Azrael digne-se de aparecer neste espelho.
Azrael, Azrael, Azrael, adoro-te e invoco-te; vinde em nome do TETRAGRAMMATON.
Amém, Amém, Amém.”

Azrael é chamado no Islã de Maláikat-al-Maut (o Anjo da Morte) e foi citado pelo mestre gnóstico Marción. Deve ser venerado e invocado pelos gnósticos nos rituais de Teurgia

Feita essa invocação mágica, queimam-se ramos de louro para impregnar o espelho mágico com sua fumaça. Depois, perfuma-se o espelho com rosas e violetas, as quais serão jogadas sobre ele.

Por fim, para concluir-se o trabalho, recita-se com muita fé a seguinte invocação:

“Neste, por este e com este espelho do TETRAGRAMMATON, pelo TETRAGRAMMATON e no TETRAGRAMMATON, imploro a ajuda misteriosa do Anjo Azrael…”

Terminada a invocação, defuma-se o espelho com incenso e mirra. Em seguida, sopra-se por sobre o espelho por três vezes, enquanto recitam-se estas palavras, com fé intensa:

“Não me abandones, Azrael; sei que sou um miserável gusano do lodo do mundo.
Sei que sou um pobre pecador. Sei que ando pelo caminho do mal.
Sei de tudo isso, porém, amo-te Azrael, e peço-te que me auxilies.
Azrael, imploro-te ajuda.
Azrael, vinde a mim pelo nome mágico e esotérico de Falma, por Falma, em Falma.
Vinde, Azrael, a este espelho
Vinde, vinde, vinde…”

Finalmente, põe-se a mão direita sobre o espelho, suplicando ao Pai para que envie o Anjo Azrael.

Isso irá repetir-se durante 48 noites, até que o Anjo Azrael apareça no espelho. O Anjo Azrael aparecerá na aparência de um formoso menino. Quando o anjo surgir, roga-se a ele para que assista-nos sempre no trabalho com o espelho.

Indicações Sobre o Espelho Mágico

Quando o Anjo Azrael aparecer no espelho, será sinal de que já está preparado. Se apesar de tudo o anjo não aparecer, deves resignar-te; não poderias trabalhar com o espelho.

O Anjo Azrael não aparecerá se formos indignos. Para os indignos, todas as portas estão fechadas, menos uma, a do arrependimento.

Quem consiga triunfar com o Anjo Azrael deve trabalhar sempre em segredo, sem dizer nada a ninguém. O espelho sagrado e abençoado pelo anjo Azrael deve permanecer secreto. Aqueles que divulgam seus trabalhos com o espelho mágico, aqueles que usam-no para espiar as vidas alheias, perdem a graça concedida pelo Anjo Azrael.

O espelho só deve ser utilizado para consultas sobre coisas sagradas. Cada vez que se trabalhe com Azrael, deve-se invocar o anjo com muito respeito e fé.

O Anjo Azrael é uma criatura perfeita. O Anjo Azrael é quem tem o poder de fazer com que vejamos no espelho as respostas aspiradas.

Por isso, deve-se pedir sempre a sua ajuda durante os trabalhos com o espelho.

Samael Aun Weor, Medicina Oculta

Hercólobus, o planeta cármico

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Este planeta, Hercólobus (ou Hercólubus), já se encontra à vista de muitos astrônomos do planeta Terra. Atualmente chamado Nêmesis pelos americanos e outros, inclusive Isaac Asimov, em seu livro homônimo. De Anã Vermelha e de Rá, por J. J. Benítez. Oficialmente, este planeta foi chamado de Barnard I. No Brasil, por grupos espiritualistas, de Planeta Higienizador e Planeta Chupão. E pela entidade espiritual brasileira Ramatis, de Hercólobus.

Os místicos dizem que ele vem à Terra a cada mais ou menos 25.968 anos. Acredita-se que foi o causador do desaparecimento da Atlântida e da Lemúria. Na Bíblia é encontrado com o nome de Absinto (amargura). Os sumérios referem-se a ele com os nomes Nibíru e Marduk. Entre os maias, é a Estrela Baal, e segundo os gnósticos, Hercólobus.

nibiruAtenção: Hercólobus é o grande e verdadeiro causador dos diversos distúrbios climáticos que vêm sendo divulgados na imprensa de todo o mundo. Os tsunamis, os terremotos, os furacões, o degelo dos polos, tudo isso tem uma única e derradeira causa: a aproximação cada vez maior desse famigerado planeta.

El Niño, fenômeno conhecido pelos cientistas, é nada menos que uma série cíclica de alterações climáticas que ocorrem no Oceano Pacífico e que repercutem no mundo todo.

Quais são suas causas? El Niño ocorre devido a uma gigantesca falha geológica que percorre a costa sul-americana, que vai até a Antártida. Essa falha permite que os fogos do interior da Terra se comuniquem com o Oceano, gerando pressões e alterações geofísicas fantásticas no mundo submerso. Essa alterações provocam aumentos cíclicos na temperatura das águas do Pacífico, alterando, assim, o clima de grandes porções do mundo.

Tais alterações do El Niño se devem às influências do campo gravitacional cada vez maiores e perigosas de Hercólobus sobre o magma terrestre. Mais cedo ou mais tarde, iremos presenciar um aumento de cataclismos nunca antes imaginado pela ciência acadêmica.

Qual a causa da falha e dos desequilíbrios constantes, desde há milênios? Isso se deve ao afundamento da Atlântida, há cerca de 12 mil anos antes de Cristo, desequilibrando assim todo o continente americano, elevando a costa ocidental e rebaixando perigosamente a costa atlântica das Américas. Grosso modo, é como se o continente atlante estivesse “torto”, inclinado no sentido Pacífico > Atlântico…

Essa inclinação, segundo o VM Samael Aun Weor, é tão perigosa que a qualquer momento toda a Amazônia (brasileira, peruana, colombiana etc.) será afundada, com consequências inimagináveis para o planeta todo. Possivelmente, esse afundamento de toda a região amazônica se dará com a erupção do supervulcão de Yellowstone, no centro dos EUA, a qual afetará em pouco tempo todo o continente americano, do Alasca à Patagônia, afundando não somente a Amazônia, mas considerável parte da América do Sul.

Hercólobus é um mundo gigantesco, poderoso, seis vezes maior que Júpiter (dentro de Júpiter caberiam uns 12 mil planetas Terra) e pertence ao Sistema Solar de Tylo (este sol pertence a uma cadeia de estrelas localizadas na constelação de Ofiúco).

Não é como alguns supõem, que seja um planeta deslocado de algum sistema solar, um planeta perdido. Não se deslocou nem está perdido no universo, não é um planeta errante. Pelo contrário, Hercólobus é o planeta mais afastado de uma constelação pouco conhecida pelos astrônomos, Ofiúco.

Hercólobus pertence ao sistema solar relativamente distante do nosso. A Terra faz parte do sistema solar chamado pela Gnose de ORS. E Hercólobus, do sistema solar de Tylo, ou, como os astrônomos o chamam, de Ofiúco. A órbita de Hercólobus é a mais externa de Tylo, e sua aproximação magnética em relação ao nosso Sol (como se vê na segunda imagem abaixo) fará com que esse planeta cruze a órbita terrestre de tempos em tempos. É quando os dois planetas passam perigosamente um perto do outro. (Nesse período, dois outros planetas também terão suas órbitas afetadas diretamente por Hercólobus: Marte e Urano.)

Repito: ele gravita ao redor do Sistema Solar de Tylo (nome esotérico de Ofiúco). Dentro de pouco tempo, o gigantesco mundo passará por um ângulo do nosso sistema solar, e então, precipitará o chamado Juízo Final.

Na mecânica celeste, Hercólobus irá, entre outros efeitos, verticalizar os polos (desde o afundamento da AtlÂntida até os dias de hoje, a Terra tem uma inclinação, em relação ao Sol, de mais ou menos 23 graus), e com essa verticalização abrupta, os mares invadirão quase 100% da área seca do planeta, eliminando praticamente todas as formas de vida. Esse planeta é uma peça importante da grande maquinaria cósmica e pode ser encarado como um “planeta cármico”.

A aproximação de Hercólobus está às portas. O fogo líquido do interior da Terra, com o choque magnético (e não físico direto) entre Terra e Hercólobus, será atraído para a superfície e originará mais e mais vulcões e, em geral, o elemento ígneo fará arder tudo o que é e tudo o que foi. Imagine as cinzas vulcânicas espalhando-se por toda a superfície, causando horrores inimagináveis…

Por isso, em 2Pedro 3: 10, foi dito: “Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra”.

A água fará um dueto com o fogo. A revolução dos eixos da Terra mudará os leitos dos mares e perecerão todos os seres humanos, vegetais e animais.

O supervulcão de Yellowstone destruirá a maior parte dos EUA, Canadá e México em pouco tempo, abalará as estruturas de todo o continente americano, afundando a América Central e a Amazônia em seguida. O megatsunami que essa catástrofe criará afundará boa parte da África, Austrália e inúmeras porções de terra ao redor do planeta.
O supervulcão de Yellowstone destruirá a maior parte dos EUA, Canadá e México em pouco tempo, abalará as estruturas de todo o continente americano, afundando a América Central e a Amazônia em seguida.
Os megatsunamis que essa catástrofe criará afundarão boa parte da África, Austrália e inúmeras porções de terra ao redor do planeta. Há mais de 15 supervulcões adormecidos no mundo

Com a alteração dos eixos terrestres, a Antártida (Polo Sul) estará quase no Equador terrestre (pois a atual inclinação de cerca de 23 graus será alterada, portanto, a posição atual dos polos no futuro será no Equador terrestre e vice-versa).

Samael Aun Weor enfatiza: “Agora quero que entendam por que estamos formando o Exército da Salvação Mundial, nós queremos iniciar uma nova civilização, uma nova cultura. Os tempos apocalípticos do fim chegaram. A humanidade já rasgou seis selos do grande livro de São João, e quando rasgar o sétimo selo do fim, produzir-se-á a catástrofe. [Nota do GnosisOnline: o sétimo selo é o mesmo Katum 13 dos maias.]

Poderiam objetar que muitos outros, antes, no passado, aguardaram o fim e que nada aconteceu. Assim como no continente atlante houve uma raça escolhida, que serviu de base ao núcleo para a formação desta nossa 5ª raça Ária, perversos habitantes destes 5 continentes, assim, também, direi: HOJE FORMAR-SE-Á UM NÚCLEO PARA A SEXTA RAÇA-RAIZ.

Assim como os atlantes não creram no Manu Vaivasvata, quando este disse que os tempos do fim haviam chegado, e nas vésperas da Grande Catástrofe divertiam-se, davam-se em matrimônio, bebiam, comiam e no dia seguinte eram cadáveres, assim também será agora.

Repetirei enfaticamente: NÃO SEREI ACREDITADO POR TODOS. SEM DÚVIDA MUITOS RIRÃO, dizendo: ‘Sobre o fim do mundo muito se tem falado, e daí?’

Pedro, o apóstolo, adiantou-se dizendo: ‘Por aqueles dias muita gente iníqua e perversa dirá: Onde está o cumprimento de tua profecia, de tua vinda, se tudo permanece como nos primeiros dias de nossos primeiros pais?’

Hercólobus aproxima-se, lenta porém inexoravelmente.

Os atlantes também riram da catástrofe, em seu tempo, mas quando a revolução dos eixos da Terra fez com que os mares mudassem a localização de seus leitos, submergiu a Atlântida com todos os seus milhões de habitantes. Hoje, novamente, aproximamo-nos de outra catástrofe.

Eu, Samael Aun Weor, assim como o Manu Vaivasvata, estou advertindo, como naquele tempo adverti aos atlantes: A HORA FINAL APROXIMA-SE, JÁ VEM ESSE MONSTRO PLANETÁRIO GIGANTESCO QUE HÁ DE TRAGAR O MUNDO.

Ao falar assim, sei que muitos de vocês oferecerão resistência, secretamente se riem, mas está escrito: ‘Aquele que ri do que desconhece está a caminho da idiotia’. Assim, pois, preparemo-nos.

A Terra neste momento está gemendo, está sendo submetida a grande agonia, e o fim de toda agonia chama-se morte. Quando um enfermo agoniza, quando apresenta sintomas inconfundíveis de sua morte, bem sabemos, torna-se defunto.

É o desenlace. Quando observarmos o sol sair, cada vez mais para o lado setentrional, saberemos que o tempo do fim está mais perto e aproxima-se a catástrofe.

Como na Atlântida formou-se um povo seleto, assim também, estamos formando atualmente um povo seleto. Refiro-me enfaticamente ao EXÉRCITO DE SALVAÇÃO MUNDIAL. Esta mensagem que estamos entregando haverá de alcançar toda a redondeza da Terra, a todos os corações.

A Gnose brilhará dentro em breve nos corações dos seres de todos os continentes e será precisamente no continente asiático que atingirá o seu apogeu, nesta primeira fase do labor de difusão. Logo, os irmãos encarregados deste labor nos retiraremos ao silêncio e à meditação, até que esteja pronta a ‘levedura’, até ser chegado o momento.

Momentos antes da Catástrofe, tiraremos de dentro do fumo e das chamas aqueles que tiverem trabalhado sobre si mesmos.

Aqueles que tenham se transformado. Aqueles que eliminaram de sua psique os elementos não humanos que possuímos… Serão selecionados, levados a um lugar secreto, a uma Ilha no Pacífico. Dali, contemplaremos o duelo do fogo e da água durante séculos.

Depois da catástrofe, a Terra ficará envolta em fogo e vapor de água. A nós, os Irmãos, caberá tirar o Povo Seleto para viver num lugar escolhido, até a Terra estar novamente em condições de estar habitada. Do fundo dos mares, surgirão novas terras e quando um duplo arco-íris resplandecer no firmamento, sinal da nova aliança entre Deus e os homens, passaremos o povo selecionado para habitar novas terras e novos céus.

Creio que agora estão entendendo o sentido da invasão do EXÉRCITO DE SALVAÇÃO MUNDIAL.

Porém, nem toda a humanidade nos ouvirá, como também não escutaram o Manu Vaivasvata. Em sua época, riram dele. Também não ouviram os paladinos daquela época.

O povo nunca aceita a dura realidade dos fatos, até que os sinta sobre ele. O povo sempre busca escapatórias, avasivas, crê poder continuar como está, até que venha o fracasso.”

Até aqui, as advertências do grande mestre gnóstico Samael Aun Weor.

BARNARD? ANÃ VERMELHA? NÊMESIS? RÁ? ABSINTO? BAAL? NIBÍRU? MARDUK? HERCÓLOBUS?

Que importa seu nome, senão seus efeitos… periódicos… letais… fatais…

Ali Onaissi. Jornalista, escritor e coordenador do Portal Gnosisonline

Evangelho de Maria Madalena

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São numerosos os Evangelhos recenseados pelos historiadores das origens do cristianismo; os de Mateus, Marcos, Lucas e João são os mais conhecidos e em algumas Igrejas, permanecem como os únicos “autorizados” para nos transmitirem os ecos e as interpretações dos acontecimentos e dos ensinamentos que tiveram lugar na Galileia e na Judeia há cerca de 20 séculos.

As descobertas recentes – em 1945 – da Biblioteca de Nag Hammadi no Alto Egito permitem-nos, hoje, alargar nosso ponto de vista e enriquecer nosso conhecimento sobre alguns aspectos até então “ocultados” ou profanados do cristianismo.

Os Evangelhos que esta biblioteca contêm, escritos em língua copta saídica – “copta” vêm do árabe qibt, contração do grego Aiguptos, ou seja, Egito -, são atribuídos em sua maioria a discípulos que conheceram Yeshua (ou Yehoshua), o rabi galileu, atestado por uns como sendo o Messias anunciado pelas Escrituras hebraicas, por outros como um profeta ou como um Mestre. E como Salvador universal.

Assim, ao lado dos Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, pode-se meditar atualmente naqueles de Filipe, de Pedro, de Bartolomeu e, mais particularmente, naquele de Tomé, evangelista da Índia (seu túmulo estaria em Madras).

Foi estabelecido que algumas logias ou “palavras nuas” deste Evangelho – e de outros mais tardios – seriam anteriores à redação dos escritos “canônicos” e teriam sido habilmente utilizados pelos redatores destes últimos.

Ao lado desses Evangelhos, que são agora mais bem conhecidos, há um que não parece ter retido suficientemente a atenção dos especialistas e que ficou praticamente ignorado do grande público.

Maria de Magdala, o Graal de Jesus

Trata-se do Evangelho de Maria, atribuído a Mariam de Magdala, primeira testemunha da Ressurreição, e, por causa disso, considerada pelo apóstolo João como sendo, bem antes de Paulo e de sua visão a caminho de Damasco, como A fundadora do cristianismo.

Yehoshua de Nazaré não é, certamente, segundo os textos atribuídos aos apóstolos, o fundador de nenhum “ismo”, nem de nenhuma instituição, mas o “Anunciador”, o “Testemunho”; alguns chegarão mesmo a dizer “a Encarnação” do Reino possível do Espírito no coração deste espaço-tempo, a manifestação do Infinito no coração mesmo de nossas finitudes, o dizer do Outro nos dizeres do Sendo…

O Evangelho de Maria é o primeiro tratado do papiro de Berlim. Esse papiro foi adquirido no Cairo por C. Reinhardt e conservado, desde 1896, no Departamento de Egiptologia dos Museus Nacionais de Berlim.

Ele seria proveniente de Achmin ou de suas cercanias, desde que apareceu inicialmente em um antiquário dessa cidade. De acordo com C. Schmidt, teria sido recopiado no início do século 5º. A descrição papirológica do manuscrito foi feita por W.C. Till, em continuação aos trabalhos de C. Schmidt, em seguida tornado adequado e completado por H.M. Schenke…

O Evangelho de Maria Madalena

O Salvador disse: “Todas as espécies, todas as formações, todas as criaturas estão unidas, elas dependem umas das outras, e se separarão novamente em sua própria origem. Pois a essência da matéria somente se separará de novo em sua própria essência. Quem tem ouvidos para ouvir que ouça”.

Pedro lhe disse: “Já que nos explicaste tudo, dize-nos isto também: o que é o pecado do mundo?” Jesus disse: “Não há pecado; sois vós que os criais, quando fazeis coisas da mesma espécie que o adultério, que é chamado ‘pecado’. Por isso Deus Pai veio para o meio de vós, para a essência de cada espécie, para conduzi-la à sua origem”.

Em seguida, disse: “Por isso adoeceis e morreis […]. Aquele que compreende minhas palavras, que as coloque em prática. A matéria produziu uma paixão sem igual, que se originou de algo contrário à Natureza Divina. A partir daí, todo o corpo se desequilibra. Essa é a razão por que vos digo: ‘tende coragem, e se estiverdes desanimados, procurais força das diferentes manifestações da natureza’. Quem tem ouvidos para ouvir que ouça”.

Quando o Filho de Deus assim falou, saudou a todos dizendo: “A Paz esteja convosco. Recebei minha paz. Tomai cuidado para que ninguém vos afaste do caminho, dizendo: ‘Por aqui’ ou ‘por lá’… pois o Filho do Homem está dentro de vós. Segui-o. Quem o procurar o encontrará. Prossegui agora, então, e pregai o Evangelho do Reino. Não estabeleçais outras regras além das que vos mostrei, e não instituais como legislador, senão sereis cerceados por elas”. Após dizer tudo isso, partiu.

Mas eles estavam profundamente tristes. E falavam: “Como vamos pregar aos gentios o Evangelho ao Reino do Filho do Homem? Se eles não O pouparam, vão poupar a nós?” Maria Madalena levantou-se, cumprimentou a todos e disse a seus irmãos: “Não vos lamentais nem sofrais, nem hesiteis, pois Sua Graça estará inteiramente convosco e vos protegerá. Antes, louvemos Sua grandeza, pois Ele nos preparou e nos fez ‘Homens’”. Após Maria ter dito isso, eles entregaram seus corações a Deus e começaram a conversar sobre as palavras do Salvador.

Pedro disse a Maria: “Irmã, sabemos que o Salvador te amava mais do que qualquer outra mulher. Conta-nos as palavras do Salvador, as de que te lembras, aquelas que só tu sabes e nós nem ouvimos.”

Maria Madalena respondeu, dizendo: “Esclarecerei a vós o que está oculto”. E ela começou a falar estas palavras: “Eu tive uma visão do Senhor e contei a Ele: ‘Mestre, apareceste-me hoje numa visão’. Ele respondeu e me disse: ‘Bem-aventurada sejas, por não teres fraquejado ao me ver. Pois, onde está a mente há um tesouro’. Eu lhe disse: ‘Mestre, aquele que tem uma visão vê com a alma ou com o espírito?’ Jesus respondeu e disse: “Não vê nem com a alma nem com o espírito, mas com a Consciência, que está entre ambos – assim é que este tem a visão […]”.

E o desejo disse à alma: ‘Não te vi descer, mas agora te vejo subir. Por que falas mentira, já que pertences a mim?’ A alma respondeu e disse: ‘Eu te vi. Não me viste, nem me reconheceste. Usaste-me como acessório e não me reconheceste’. Depois de dizer isso, a alma foi embora, exultante de alegria. “De novo alcançou a terceira potência, chamada Ignorância. A potência inquiriu a alma, dizendo: ‘Onde vais? Estás aprisionada à maldade. Estás aprisionada, não julgueis!’

E a alma disse: ‘ Por que me julgaste, apesar de eu não te haver julgado? Eu estava aprisionada; no entanto, não aprisionei. Não fui reconhecida que o Todo se está desfazendo, tanto as coisas terrenas quanto as celestiais’. “Quando a alma venceu a terceira potência, subiu e viu a quarta potência, que assumiu sete formas. A primeira forma, trevas; a segunda, desejo; a terceira, ignorância; a quarta é a comoção da morte; a quinta é o reino da carne; a sexta é a vã sabedoria da carne; a sétima, a sabedoria irada. Essas são as sete potências da ira. Elas perguntaram à alma: ´De onde viestes, devoradoras de homens, ou aonde vais, conquistadora do espaço?’

A alma respondeu, dizendo: ‘O que me subjugava foi eliminado e o que me fazia voltar foi derrotado…, e meu desejo foi consumido e a ignorância morreu. Num mundo fui libertada de outro mundo; num tipo fui libertada de um tipo celestial e também dos grilhões do esquecimento, que são transitórios. Daqui em diante, alcançarei em silêncio o final do tempo propício, do reino eterno’.”

Depois de ter dito isso, Maria Madalena calou-se, pois até aqui o Salvador lhe tinha falado. Mas André respondeu e disse aos irmãos: “Dizei o que tendes para dizer sobre o que ela falou. Eu, de minha parte, não acredito que o Salvador tenha dito isso. Pois esses ensinamentos carregam ideias estranhas”. Pedro respondeu e falou sobre as mesmas coisas.

Ele os inquiriu sobre o Salvador: “Será que ele realmente conversou em particular com uma mulher e não abertamente conosco? Devemos mudar de opinião e ouvirmos ela? Ele a preferiu a nós?” Então Maria Madalena se lamentou e disse a Pedro: “Pedro, meu irmão, o que estás pensando? Achas que inventei tudo isso no mau coração ou que estou mentindo sobre o Salvador?” Levi respondeu a Pedro: “Pedro, sempre foste exaltado. Agora te vejo competindo com uma mulher como adversário.

Mas se o Salvador a fez merecedora, quem és tu para rejeitá-la? Certamente, o Salvador a conhece bem. Daí a ter amado mais do que a nós. É antes, o caso de nos envergonharmos e assumirmos o Homem Perfeito e nos separaremos, como Ele nos mandou, e pregarmos o Evangelho, não criando nenhuma regra ou lei, além das que o Salvador nos legou”.

Depois que Levi disse essas palavras, eles começaram a sair para anunciar e pregar.

Ali Onaissi – Jornalista, escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine