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O cataclismo final

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Vejamos como o Mestre Samael Aun Weor elucida a questão das Profecias que afirmam o fim da nossa 5ª Raça-Raiz, de nome Ária ou Ariana:

A Pedra do Sol, o famoso Calendário Asteca é, certamente, uma síntese perfeita de Ciência, Filosofia, Arte e Religião.

Tonatiuh, o Verbo de São João, o Logos ou Demiurgo Criador do Universo, com sua língua triangular de fogo, é o Menino de Ouro da Alquimia Sexual, o Sol Espiritual da Meia-Noite, a Águia que ascende, o Resplandecente Dragão de Sabedoria, e é representado pelo brilhante astro que nos dá vida, luz e calor. Decorado à maneira náuatle, aparece glorioso no centro da grande pedra solar.

Dos dois lados do “Grande Rosto” estão suas mãos armadas de Garras de Águia, esmagando corações humanos.

Em questões de esoterismo transcendental, bem sabem os M.’. M.’. o profundo significado do cumprimento com a garra.

Em torno da figura do Verbo Mexicano, pode-se ver cinzelada em grandes dimensões a data “4 Temblor” – dia em que há de acabar nosso atual Quinto Sol, pelo fogo e terremotos.

Nos retângulos maravilhosos do Signo Tremor, estão esculpidas as datas em que desapareceram os Sóis anteriores.

Os “Filhos do Primeiro Sol” (os Andróginos Divinos da Primeira Raça) que outrora viveram felizes na “Ilha de Cristal”, pereceram devorados pelos Tigres. (Lembra-te do que dissemos neste tratado sobre o citado felino.)

Com 3,60 metros de diâmetro, a famosa Pedra do Sol, ou Calendário Asteca, monólito de basalto descoberto em 1790 no centro da capital mexicana, pode ser apreciado no Museu Nacional de Antropologia. Este calendário é confundido com o Calendário Maia, porém, são coisas distintas

Os “Filhos do Segundo Sol” (a Segunda Raça da Terra de Apoio), os Hiperbóreos, foram destruídos por violentos ciclones.

Os “Filhos do Terceiro Sol” (os Hermafroditas Lemurianos), as multidões da “Terceira Raça” que viveram no continente lemuriano, situado no oceano Pacifico, morreram pelo Sol, por chuva de fogo e grandes terremotos.

Os “Filhos do Quarto Sol”, a Quarta Raça (os Atlantes), cuja terra situava-se no oceano Atlântico, foram tragados pelas águas.

Aqueles que estudaram a fundo o Sermão Profético do Grande Cabir Jesus e a Segunda Epístola de Pedro aos Romanos, terão de inclinar-se reverentes diante do tom severo da Pedra Solar.

Michel Nostradamus, extraordinário vidente, eminente astrólogo, que viveu na França entre os anos de 1503 a 1566, disse: “No ano de 1999, no sétimo mês, virá do céu um grande Rei de terror.” (Vide os dois primeiros versos da Centúria 10:72.)

Segundo os cálculos astronômicos, haverá somente neste século 20 dois eclipses totais do Sol: um ocorrido em 4 de fevereiro de 1962 e outro que será no mês de agosto de 1999.

A horripilante perturbação na órbita e no movimento do planeta Terra é explicada cientificamente pelo próprio vidente Nostradamus, pela aproximação de outro astro que, durante sete dias, aparecerá como outro Sol.

O Apocalipse de São João cita esse astro, batizando-o com o nome de “Absinto” (Amargura).

Planeta gigantesco a que nos referimos com o nome de “Hercólubus”. Muitos o chamam de “Planeta Frio” e outros denominam-no de “Planeta Vermelho”; sem dúvida, é maior que Júpiter, o gigante colossal de nosso Sistema Solar.

Disse Nostradamus: “Após um eclipse do Sol, seguirá o mais escuro e tenebroso verão que jamais existiu desde a criação até a paixão e morte de Jesus Cristo, e daí até esse dia, e isto será no mês de outubro, quando se dará uma grande translação de tal modo que acreditarão que a Terra saiu fora de sua órbita e foi precipitada nas trevas eternas”.

Jesus, o Grande Cabir, disse: “Logo após a tribulação daqueles dias, o Sol se escurecerá, a Lua não dará sua claridade, as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem e todas as tribos da Terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e glória.”

Ele enviará seus anjos que, ao som de um poderoso toque de trombeta, reunirão os seus eleitos dos quatro ventos, de uma extremidade até a outra extremidade do céu. Aprendei da figueira esta parábola: quando o seu ramo se torna tenro e as suas folhas começam a brotar, sabeis que o verão está próximo. Da mesma forma também vós, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, às portas. Em verdade vos digo que esta geração não passará sem que tudo isso aconteça.

Passarão o Céu e a Terra; minhas palavras, porém, não passarão. Mas ninguém sabe a data e a hora, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas só o Pai. Tal como foi nos dias de Noé, assim será a vinda do Filho do Homem. Com efeito, como naqueles dias que precederam o dilúvio, estavam eles comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na Arca.

E não perceberam nada, até que veio o dilúvio e os levou a todos. Assim também será na vinda do Filho do Homem. Então estarão dois homens no campo: um será tomado e o outro deixado. Duas mulheres estarão moendo no moinho: uma será tomada e a outra deixada. Vigiai, portanto, porque não sabeis em que dia virá o vos-so Senhor. Mas compreendei isto: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, vigiaria, e não permitiria que sua casa fosse roubada.

Por isso, também vós, ficai preparados, porque o Filho do Homem virá em uma hora que não pensais. Quem é, pois, o servo fiel e prudente que o seu senhor constituiu sobre a criadagem, para dar-lhe o alimento em tempo oportuno? Feliz daquele servo que o senhor, ao chegar, encontrar assim ocupado.

Em verdade vos digo que ele o constituirá sobre todos os seus bens. Mas se aquele mau servo disser em seu coração: ‘Meu senhor tarda’. E começar a espancar os seus companheiros e, ainda, a comer e beber em companhia dos bebedores. O senhor daquele servo virá em dia imprevisto e hora ignorada.

Ele o partirá ao meio e imporá a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes.” (Mateus, 24:29-51)

Isaías (13:6-13) disse: “Pelo que farei estremecer os céus, e a Terra se moverá de seu lugar por causa do furor do Senhor dos Exércitos e por causa do dia de sua ardente ira. Porque as estrelas do céu e seus astros não brilharão mais com sua luz”.

Isaías (24:19-2 1): “A Terra cambaleará como um embriagado; será abalada, cairá e nunca mais se levantará”. São Paulo (Epístola II aos Tessalonicenses, 2:3-4): “Antes da segunda vinda de Jesus virá a apostasia, o homem ímpio, o filho da perdição, que se levantará contra tudo que se chama Deus, ou recebe um culto; chegará a sentar-se pessoalmente no templo de Deus, e querendo passar por Deus”.

São Pedro (Epístola II, 3:10): “O dia do Senhor chegará como ladrão à noite e então os céus se desfarão com estrondo, e os elementos, devorados pelas chamas, se dissolverão e a Terra, juntamente com suas obras, será consumida”.

Joel (4:15-16): “O Sol e a Lua se obscurecerão e as estrelas perderão o seu brilho. E os céus e a Terra tremerão”.

São João (Apocalipse, 6:12-17): “Houve um grande terremoto,: o Sol tornou-se negro, e a Lua inteira como sangue; as estrelas do céu se precipitaram sobre a Terra, como a figueira que deixa cair seus frutos verdes ao ser agitada por um forte vento; o céu afastou-se, as montanhas todas e as ilhas foram removidas de seu lugar; os reis da Terra e os ricos esconderam-se nas cavernas e pelos rochedos das montanhas, dizendo aos montes e às pedras: ‘Desmoronai sobre nós e escondei-nos da ira do Cordeiro, pois chegou o Grande Dia de sua ira'”.

São João (Apocalipse): “Vi então um céu novo e uma Terra nova, pois o primeiro céu e a primeira Terra se foram, e o mar já não existe. E o que está sentado no trono diz: ‘Eis que eu faço novas todas as coisas. Vi então os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono, e abriram-se livros. Também foi aberto outro livro, o da vida. Os mortos foram então julgados conforme suas obras, a partir do que estava escrito nos livros. O mar devolveu os mortos que nele jaziam, a morte e o inferno entregaram os mortos que neles estavam, e cada um foi julgado conforme suas obras”.

Dito está no Apocalipse que, no fim deste mundo, aparecerá o Anticristo (a Ciência Materialista).

A Besta, a Grande Rameira, a Humanidade inteira, cujo número fatal é 666, e o Diabo que a todos enganava (o Intelectualismo Ateu), o falso profeta que faz milagres e prodígios fraudulentos, bombas atômicas, foguetes espaciais, aviões ultrassônicos etc., foram lançados no lago de fogo e de enxofre nas entranhas da Terra.

O Livro dos Livros de Chilam Balam, joia Sagrada do povo maia, diz textualmente o seguinte: “O 13 Ahau Katum é o décimo terceiro que se conta. Cabal Ixbach, Chachalaca povoado; Kinchil Coba, Chachalaca-de-rosto-solar, é o assento do décimo terceiro Ahau Katum. Ficará negro o ramalhete dos senhores da Terra pela justiça universal de Deus Nosso Senhor.

Sol rodopiará, o rosto da Lua se voltará, o sangue descerá pelas árvores e pedras. Os céus e a Terra arderão pela palavra de Deus Pai, de Deus Filho e de Deus Espírito Santo. Santa Justiça, Santo Juízo de Deus Nosso Senhor. Nula será a força do Céu e da Terra quando entrarem para o cristianismo as cidades grandes e as vilas ocultas, a grande cidade de Maax, Macaco, e também a totalidade dos pequenos povoados em toda a extensão do país plano de Maya Cusamil Mayapán, Andorinha-Maya-seu lugar, Estandarte-Cervo.

Será o tempo em que se levantarão os homens de dois dias (os homossexuais e as lésbicas), no rigor da lascívia; filhos de ruins e perversos, cúmulo de nossa perdição e vergonha. Nossos meninos serão dedicados à Flor-de-Maio e isso não será bom para nós. Será a origem da morte pelo caráter vingativo ao sair da Lua, e ao entrar a Lua Cheia acontecerá a vingança total. Também os astros bons luzirão sua bondade sobre os vivos e sobre os mortos”.

Melquisedeck, o Gênio da Terra, o Rei do Mundo, fez no Tibete a seguinte profecia: “Os homens (ou melhor diríamos os Mamíferos Racionais), cada vez mais se esquecerão de suas almas para se ocuparem apenas de seus corpos. A maior corrupção reinará sobre a Terra. Os homens se assemelharão a animais selvagens, sedentos do sangue de seus irmãos.

O Crescente desaparecerá e seus Adeptos cairão na guerra perpétua. Recairão sobre eles as maiores desgraças e acabarão lutando entre si.

As coroas dos Reis, grandes e pequenos, cairão: um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, estourará uma guerra terrível entre todos os povos. Os oceanos rugirão… a Terra e o fundo dos mares se cobrirão de ossadas… povos inteiros morrerão… pela fome, pela doença, por crimes não previstos nas leis, nem vistos e nem sonhados jamais pelos homens.

Virão então os inimigos de Deus e do Espírito Divino, os quais jazem dentro dos próprios homens. Aqueles que levantarem a mão sobre outro também perecerão. Os esquecidos, os perseguidos, se levantarão depois e atrairão a atenção do mundo inteiro. Haverá névoas espessas, tempestades horríveis. Montanhas até então sem vegetação se cobrirão de florestas.

A Terra toda tremerá… Milhões de homens trocarão as correntes da escravidão e das humilhações pela fome, pela peste e pela morte. As estradas ficarão cheias de multidões caminhando sem direção de um lado para outro. As maiores e mais belas cidades serão destruídas pelo fogo… Um, dois, três.

De cada dez mil homens, um sobreviverá, e estará nu, louco, sem forças, e não saberá construir seu abrigo nem procurar, alimentos. E estes homens sobreviventes uivarão como lobos furiosos, devorarão cadáveres e, mordendo sua própria carne, desafiarão Deus para o combate. A Terra toda ficará deserta e até Deus se afastará dela… Sobre a Terra vazia, cairão a noite e a morte. Então eu enviarei um povo até agora desconhecido (o Exército de Salvação Mundial) que, com mão forte, arrancará as ervas daninhas da loucura e do vício, e conduzirá os poucos que se mantiveram fiéis ao espírito do homem na luta contra o mal.

Estabelecerão uma vida nova sobre a Terra purificada pela morte das Nações.”

Essa profecia é aceita pelos Gnósticos, que a interpretam como o fim da Idade Negra ou Kali-Yuga. Depois, segundo eles, haverá uma Nova Civilização e uma Nova Cultura.

Santa Odélia, princesa alemã nascida no ano de 660, que profetizou acertadamente a Alemanha de Hitler e a Segunda Guerra Mundial, mencionou, para o final da Kali-Yuga, “estranhos Monstros surgindo dos mares e espalhando o terror. Ver-se-ão prodígios no Oriente: uma grande nuvem preta alastrará a desolação”.

Mother Shipton, a famosa vidente do século 15, nascida na Inglaterra, predisse em sua época coisas que certamente causaram assombro. Vejamos algumas de suas predições:

Automóveis e ferrovias: “Carros sem cavalos correrão e acidentes encherão o mundo de dor”.
Radiotelegrafia: “Os pensamentos darão a volta ao mundo em um piscar de olhos”.
Submarinos: “Debaixo d’água os homens se moverão, viajarão, dormirão e conversarão”.
Aviões: “Veremos os homens no ar, em branco, negro e verde”.
Grande Catástrofe Mundial: “O mundo chegará ao fim em 1999(?)”

O Grande Cabir Jesus disse: “Mas daquele dia e daquela hora ninguém sabe, nem mesmo os Anjos que estão no céu, nem o Filho, mas só o Pai. Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o senhor da casa (nem em que data, nem em que ano), se ao anoitecer, à meia-noite, ao cantar do galo, ou de manhã. Para que quando venha, não vos ache dormindo (quer dizer, com a consciência adormecida), E o que a vós digo, a todos digo: ‘Vigiai’.” (Despertai a consciência.)

Os tempos do fim já chegaram e o Grande Incêndio Universal encontra-se demasiado próximo. É oportuno citar aqui alguns versículos extraordinários do Alcorão: “Entre os Sinais que devem preceder a chegada da derradeira hora está o da Lua se partir em duas. Apesar disso, porém, os incrédulos não darão crédito a seus olhos.” (É claro que não se trata, de forma alguma, de uma divisão geológica de nosso vizinho satélite. Interprete-se tal profecia de Maomé no sentido político e militar. Desde o ano de 1980 em diante, observe-se os movimentos do Islã; somente assim poderemos compreender o que há de acontecer aos Adeptos do Crescente.)

“Quando a trombeta tocar pela primeira vez…
Quando a Terra e as montanhas forem atiradas
aos ares e esmagadas de um só golpe…
Quando o céu for destroçado e cair em pedaços…
Esse dia será o dia inevitável.”

(Já explicamos antes os efeitos que a vinda do planeta Hercólubus causarão no nosso mundo. A Terra sofrerá com violência as diversas mudanças profetizadas por Maomé no Alcorão.)
“Que golpe é! Será o dia do Juízo Final. Aqueles que tiverem obras que pesem na balança, terão uma vida agradável. Aqueles que tiverem obras de pouco peso terão por morada a fossa ardente” (os Mundos-Infernos.)

“Quando a Terra estremecer com esse tremor que lhe está reservado…
Quando tiver vomitado os mortos que repousam em suas entranhas…
O homem se preparará para ser julgado.
O Sol se afastará, as estrelas cairão, as montanhas serão postas em movimento e acabarão despedaçando-se contra o solo. O céu explodirá em mil pedaços e os mares e rios confundirão suas águas. Os túmulos se abrirão e os mortos ressuscitarão.
Os que tiverem praticado o bem terão a felicidade sem limites;
mas os réprobos serão castigados também sem medida.” (Vide o Alcorão.)

No Mundo Causal eu contemplava com místico assombro a Grande Catástrofe que se avizinha e, como essa é a região da música inefável, a visão foi ilustrada com o fluir do som.

Uma arrebatadora sinfonia trágica ressoava nas profundezas do céu de Vênus. Aquela partitura assombrava, de um modo geral, pela grandeza, majestade, inspiração e beleza de sua concepção; pela pureza de suas linhas e pelo colorido e matiz de sua sábia e artística ilustração doce e grave, grandiosa e terrível, dramática e lúgubre ao mesmo tempo.

Os temas melódicos fragmentários (leitmotivs), que se ouviam no Mundo Causal nas diferentes situações proféticas, são de grande poder expressivo e estão em íntima relação com o grande acontecimento e com os eventos históricos que, inevitavelmente, o precederão no tempo.

Há, na partitura dessa Grande Ópera Musical, fragmentos sinfônicos relacionados com a terceira guerra mundial, harmonias deleitosas e funestas, acontecimentos horripilantes, bombas atômicas, espantosa radioatividade em toda a Terra, fomes, destruição total das grandes metrópoles, doenças desconhecidas, revoluções sangrentas e brutais, ditaduras insuportáveis, ateísmo, materialismo, crueldade sem limites, campos de concentração, ódios mortais, multiplicação de fronteiras, perseguições religiosas, mártires religiosos, bolchevismo execrável, anarquismo abominável, intelectualismo desprovido de toda espiritualidade, perda completa da vergonha do corpo, drogas, alcoolismo, prostituição total da mulher, exploração infame, novos sistemas de tortura e muitas outras coisas mais.

Entrelaçados com uma arte sem precedentes, ouviam-se arrepiantes temas relacionados com a destruição das poderosas metrópoles do mundo: Paris, Roma, Londres, Nova York, Moscou e outras.

Nostradamus, em célebre carta dirigida a Henrique II, disse: “Quando o Sol ficar completamente eclipsado, passará em nosso céu um novo e colossal corpo celeste, que será visto em pleno dia. Mas os astrólogos (referindo-se aos famosos astrônomos de hoje e do futuro), interpretarão os efeitos deste corpo de outro modo (muito ao estilo moderno).., por esta má interpretação, ninguém fará provisões para os tempos de penúrias.” (Alusão à Grande Catástrofe.)

Nostradamus, médico, astrólogo e clarividente iluminado, inclui em suas predições o assunto da revolução do eixo da Terra, mas não indica uma data certa, exata, de quando isso acontecerá. Todavia, coliga-o ao duplo eclipse que ocorrerá no ano de 1999. É certo que haverá uma conjunção extraordinária sob o signo zodiacal de Capricórnio, que fará sentir sua influência de 1984 a 1999.

A Grande Mestra HPB predisse, já faz muitos anos, que haveria uma sublevação mundial no fim do presente século.

João, o Evangelista, disse: “Quando os pássaros de aço desovarem os ovos de fogo; quando os homens dominarem os ares e cruzarem o fundo dos mares; quando os mortos ressuscitarem; quando descer fogo dos céus e os homens dos campos não puderem chegar às cidades e os das cidades não puderem fugir para os campos; quando estranhos aparelhos forem vistos no céu e coisas extravagantes forem vistas na Terra…”

“Quando jovens e velhos tiverem visões, premonições e profetizarem; quando os homens se dividirem em nome de Cristo; quando a fome, a sede, a miséria, a doença e os cemitérios substituírem as populações das cidades; quando irmãos de sangue se matarem entre si e as criaturas adorarem a besta, então os tempos serão chegados.”

O Apóstolo São Paulo, em sua Primeira Epístola aos Tessalonicenses (5:20-21), adverte: “Não desprezeis as profecias, discerni tudo e ficai com o que é bom”.

A História Cíclica da humanidade abre-se no capítulo do Gênese sobre o Dilúvio Universal (a submersão do continente atlante) e conclui no capítulo do Apocalipse sobre as chamas ardentes do Juízo Final.

Moisés, salvo das águas embravecidas da vida, escreveu o primeiro; São João, figura extraordinária da exaltação solar, fecha o livro sagrado com os selos do fogo e do enxofre.

A partir disso e em que pese sua aparente Universalidade, bem como a terrível e prolongada ação dos elementos desencadeados, estamos convencidos que o Grande Cataclismo que se aproxima não atuará igualmente em todas as partes nem em toda a extensão dos continentes e mares. Algumas terras privilegiadas abrigarão os homens, mulheres e crianças do Exército de Salvação Mundial.

Ali, durante algum tempo, aquelas almas. seletas serão testemunhas do duelo espantoso da água e do fogo.

O duplo arco-íris anunciará o encanto de uma nova idade de ouro, depois da Grande Catástrofe. Virgílio, o grande poeta de Mântua, Mestre do Dante florentino, disse: “Já chegou a idade de Ouro e uma Nova Progênie manda”.

Sabemos, de outro lado, até que ponto a Bíblia é superior aos outros livros. Apesar de ser a Bíblia, inquestionavelmente, o livro eterno, imutável, o livro cíclico por excelência, em nenhum de seus versículos está dito que o ano de 1999 seja, precisamente, o da Grande Catástrofe.

Porém, apesar de se ignorar a data exata da pavorosa catástrofe que se avizinha – pois só o Pai sabe o dia e a hora – sabemos, por experiência direta, que “os tempos do fim já chegaram e que neles estamos”.

Nossa intenção não é desenvolver aqui uma refutação contra os partidários de tal data; queremos somente dizer que, na Bíblia, apesar de conter em si mesma a revelação de toda a história humana, incluindo cá e lá os próprios anais dos povos, jamais foi dito que no ano de 1999 pereceria a Raça Ariana (a presente Humanidade).

Porém, os eruditos de modo algum podem ignorar que, na Bíblia, está a narração in extenso do périplo que realiza cada Grande Geração Cíclica. A humanidade já está completamente madura para o castigo supremo; o fim desta humanidade vergonhosa está próximo.

Na análise cabalística demonstra que, nos números 2 (dois), 5 (cinco), O (zero) e O (zero), está encerrado o segredo da Grande Catástrofe. Quem tiver conhecimento que entenda porque aqui há sabedoria…

Infelizmente, as pessoas nunca sabem penetrar o significado profundo de certos números cabalísticos; é lamentável que interpretem tudo literalmente. É preciso esperar com sangue frio a hora suprema, de castigo para muitos e de martírio para alguns.

“Antes de mais nada” – disse Pedro – “deveis saber que nos últimos dias virão escarnecedores com os seus escárnios e levando uma vida desenfreada, de acordo com as suas próprias concupiscências. O seu tema será: ‘Em que ficou a promessa de sua vinda? De fato, desde que os pais morreram, tudo continua como desde o princípio da criação!’

“O Dia do Senhor chegará” – em data que somente o Pai sabe – “como ladrão, e então os céus se desfarão com estrondo, e os elementos, devorados pelas chamas, se dissolverão e a Terra, juntamente com suas obras, será consumida.”

João Batista, encarnação do profeta Elias

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Afinal, quem foi João Batista? Que importância seus ensinamentos e vida tiveram ao longo da história? Por que para alguns grupos gnósticos ele foi considerado tão ou mais importante do que Jesus de Nazaré?

À luz da Gnose, e como sustentam historiadores  importantes em teologia e cristologia, desde o princípio houve confusão entre alguns seguidores de Jesus o Cristo e os seguidores de João o Batista, já que ambos grupos defendiam que o verdadeiro Cristo estava entre eles, apesar de que o próprio João afirmara que ele batizava com água e o que vinha após batizaria com fogo, termos muito simbólicos que à luz da Gnosis contemporânea desvelada pelo mestre Samael Aun Weor podemos entender que aqui nos fala de um conhecimento de Alquimia, ou seja, o trabalho com o fogo e a água.

Não é exagerado afirmar que tanto João Batista quanto o próprio Jesus de Nazaré estavam cristificados, ou seja, que ambos haviam encarnado a Força-Cristo. Sem embargo, muitas das pessoas da época careciam de cultura espiritual suficiente para entender determinados princípios iniciáticos avançados avançados. E foi por essa razão que ocorreu uma divisão desde os primeiros dias do cristianismo iniciado pelo mestre Jesus na Era de Piscis, cujo símbolo era o peixe.

Jesus Cristo teve a missão de realizar o Drama Cósmico publicamente, não está por demais estudar  os Mistérios Crísticos para que possamos compreender o que nos assinalaram esses dois cristificados, Jesus e João, para não cairmos em confusão, como ocorreu com os iniciados daquela época.

Certamente, inúmeros grupos esotéricos tornaram-se seguidores do ensinamento batístico, como os templários e outras ordens esotéricas medievais, cujas profundas raízes as encontramos nos primeiros seguidores de João Batista. Também figuras conhecidas eram simpatizantes dos batistas, como Leonardo da Vinci, em cujas obras vemos os símbolos batistas impressos em suas principais pinturas, como o dedo indicador levantado para o alto…

Repetimos: nos princípios do cristianismo gnóstico primitivo, os seguidores batistas conheceram o esoterismo da gnosis, porém, não em sua forma completa, como vemos atualmente, pois se tivessem o conhecimento integral teriam compreendido que tanto João Batista quanto seu primo Jesus eram dois cristificados, com a única diferença de que cada um cumpria missões distintas naquela época e também nos dias de hoje.

Nos estudos gnósticos, ensina-se que João Batista foi a encarnação do profeta do Antigo Testamento Elias (livro de Reis) e foi o Avatar (Supremos Mensageiro) da Era de Peixes. Vejamos o que o VM Samael Aun Weor nos ensina acerca de quem seja realmente João o Batista:

O Nome “João”: Esta palavra se decompõe assim: I.E.O.U.A.N., que significa O Verbo, o Dragão de Sabedoria. João Batista é o Precursor, quem prepara o nosso Caminho rumo ao Cristo Íntimo.

(Apontamentos Secretos de um Guru) Longa foi minha conferência com meu discípulo “João”, expliquei-lhe que toda a sabedoria de João o Batista está encerrada dentro do Corpo Etérico do homem. Expliquei também sobre a decapitação de João Batista. Esse degolamento simbólico pertence ao primeiro cânone ou vértebra cervical da cabeça, situada na nuca.

Quando do Segundo Grau de Poder do Fogo, a Kundalini do Corpo Etérico (porque cada um dos sete corpos tem sua Kundalini), ao chegar ali, então o Iniciado passa pela simbólica decapitação de João Batista;troca sua mente terrena por uma mente etérica e celestial, deixa para Salomé (a humanidade) sua cabeça imunda para que dance com ela diante do Rei Herodes (o mundo), e o Iniciado assume uma nova mente, uma mente celestial e divina. Que grandioso é isto! Lástima a humanidade não entender essas coisas!

(Rosa Ígnea) Deve-se distinguir o que é um Avatar e o que é um Salvador. João Batista foi o Avatar de Peixes e eu sou o Avatar de Aquário.

O Salvador do Mundo não é Avatar. Ele é mais do que todos os Avatares, Ele é o Salvador. Os Avatares são tão somente os instrutores e iniciadores de uma nova Era. Cristo é mais do que todos os instrutores, Ele é o Salvador.

(As Três Montanhas) Quando João Batista foi degolado, o Grande Cabir Jesus retira-se num barco, “para um lugar deserto e afastado”, isto é, para as terras jinas, a quarta coordenada de nosso planeta Terra. E é ali onde opera com a multidão o milagre dos cinco pães e dois peixes, dos quais comeram nada menos que 5 mil homens, sem contar mulheres e crianças, sobrando ainda 12 cestos cheios de pedaços (Mateus 14:13-21).

A explicação esotérica, vívida, que de forma cênica me deram sobre a decapitação mística, foi certamente extraordinária… Fui convidado a um festim macabro, e o que vi sobre a mesa trágica foi realmente espantoso… Profana cabeça sangrenta, posta sobre bandeja de prata, adornada com algo que é melhor nem falar… Evidente sua profunda significação: o ego animal, o si mesmo, o mim mesmo, deve ser degolado…

Disso podemos coligir com grande acerto o fato contundente e definitivo de que a cabeça de João Batista, na bandeja de prata, possui certamente idêntico significado… Inquestionavelmente, João o Precursor, ensinou essa terrível verdade, subindo à ara do supremo sacrifício…

Esquadrinhando velhas crônicas, com a constância de clérigo na cela, descobrimos o seguinte: “Os nazarenos eram conhecidos como batistas, sabeanos e cristãos de São João. Sua crença era de que o Messias não era o Filho de Deus, senão simplesmente um profeta que quis seguir João”.

“Orígenes (volume II, página 150) observa que ‘existem alguns que dizem de João que ele era o Ungido (Christus)’.”

“Quando as concepções metafísicas dos gnósticos, que viam em Jesus o Logos e o Ungido, começaram a ganhar terreno, os primitivos cristãos separaram-se dos nazarenos, os quais acusavam Jesus de perverter as doutrinas de João e de trocar por outro o batismo no Jordão.” (Codex Nazaraeus, II, página 109).

Não é demais asseverar, com grande ênfase, o fato transcendental de que João Batista era também um “Christus”…

O Segundo Grau da Iniciação Venusta, oitava superior da sua correspondente Iniciação do Fogo, surgiu transcendente como resultado esotérico da ascensão milagrosa da segunda serpente radiante de luz, para dentro e para cima, pelo canal medular espinhal do fundo vital orgânico (Lingam Sarira).

Encontro mágico, inusitado, foi certamente aquele que tive com João no Jardim das Hespérides, onde os rios de água pura de vida manam leite e mel. Quero referir-me com grande solenidade ao Batista, vivíssima reencarnação de Elias, aquele colosso que viveu nas asperezas do Monte Carmelo, tendo por toda companhia a vizinhança das bestas ferozes, e de onde saía como o raio para derrubar e levantar reis. Criatura sobre-humana, umas vezes visível, outras invisível, a quem até a própria morte respeitava.

Evidentemente, o esotérico batismo divino do Cristo João tem raízes arcaicas muito profundas. Não é demais neste parágrafo recordar o batismo de Rama, o Cristo iogue da Índia.

“Quando estiveram a meia ‘yodjana’ da ribeira meridional do Sarayu, disse docemente Visvamitra: ‘Rama, é conveniente que jogues água sobre ti mesmo, conforme os nossos ritos. Vou ensinar-te nossas saudações para não perderes tempo. Primeiro, receba estas duas ciências maravilhosas: a potência e a ultrapotência. Elas impedirão que a fadiga, a velhice, ou outro mal, nunca invadam teus membros’. Pronunciado esse discurso, Visvamitra, o homem das mortificações, iniciou nas duas ciências a Rama, já purificado nas águas do rio, de pé, a cabeça inclinada e as mãos juntas.” (Isso é textual do Ramayana e convida os bons cristãos a meditar.)

O fundamento diamantino batismal inquestionavelmente se encontra no Sahaja Maithuna (magia sexual). Plena informação sobre sexo-yôga era urgente ao candidato, antes de receber as águas batismais. Rama teve de ser previamente informado por Visvamitra antes de ser batizado. Assim conheceu a ciência da potência e da ultrapotência.

Na transmutação científica das águas espermáticas do primeiro instante, encontra-se a chave do batismo. O sacramento batismal, em si mesmo, está cheio de uma profunda significação. É de fato um compromisso sexual.

Batizar-se equivale de fato a firmar um pacto de magia sexual. Rama soube cumprir com esse terrível compromisso, praticou o Sahaja Maithuna com sua esposa-sacerdotisa. Rama transmutou as águas seminais no vinho de luz do alquimista, e por fim, encontrou a palavra perdida, e a Kundalini floresceu em seus lábios fecundos feito Verbo. Então pôde exclamar com todas as forças de sua alma: “O Rei morreu! Viva o Rei!”

Na presença do Cristo João pude sentir, em toda a presença do meu Ser Cósmico, a profunda significação do batismo.

Concluirei este capítulo, enfatizando o seguinte: quando a segunda cobra de luz fez contato com o Átomo do Pai, no campo magnético da raiz do nariz, resplandeceu o Cristo-Sol sobre as águas da vida e veio a cerimônia iniciática final. Sejam as bênçãos de Amenzano, com sua inalterabilidade, por toda a eternidade. Amém!

A cena emocionante e sublime da transfiguração de Jesus, sobre a qual, como sobre a ascensão, os que se têm por cristãos jamais meditaram o bastante, aparece descrita por Lucas (9: 18-37) nos seguintes termos: “E aconteceu que, estando Jesus orando, perguntou a seus discípulos: ‘Quem dizem as pessoas que sou eu?’ E eles lhe responderam: ‘Uns dizem que és João o Batista (Ioagnes, Rá ou o Cordeiro de Deus), outros dizem que és Elias, e outros que em ti ressuscitou algum dos antigos profetas’. Ao que Jesus acrescentou: ‘E vós, quem dizeis que sou eu?’

Respondendo, Pedro disse: ‘O Cristo de Deus’. Ele então lhes comunicou para que não dissessem nada a ninguém acerca de tudo aquilo, dizendo-lhes: ‘É necessário que o Filho do Homem padeça muitas coisas e que seja desprezado pelos anciães e pelos príncipes, pelos sacerdotes e pelos escribas, e que seja entregue à morte, e que ressuscite ao terceiro dia’.

E acrescentou a todos: ‘Quem quiser vir depois de mim, negue-se a sim mesmo (dissolva o ego) tome dia após dia a sua cruz (pratique magia sexual) e siga-me (sacrifique-se pela humanidade)’. ‘Porque aquele que quiser salvar sua alma (o egoísta que nunca se sacrifica pelos seus semelhantes), perdê-la-á, e o que por amor a mim quiser perder sua alma (o altruísta que sobe a ara do supremo sacrifício pela humanidade), esse a salvará.’ ‘Porque, o que aproveita o homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?’ ‘Porque qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do Homem, quando vier na sua glória e na do Pai e dos santos anjos.’ ‘E em verdade vos digo que, dos que aqui estão, alguns há que não provarão a morte até que vejam o reino de Deus.’”

E depois desta passagem, que tomada ao pé da letra se refere somente a Jesus, mas que tomada simbolicamente ou em espírito se refere, com efeito, a todos os homens, como mais adiante veremos, continua o texto com a cena da transfiguração, dizendo: “E aconteceu, como oito dias depois dessas palavras (e como se o fato, acrescentamos nós, viesse a ser uma corroboração prática e tangível delas), que, tomando Jesus a seus discípulos Pedro, Tiago e João, subiu ao monte para orar.

“E, enquanto fazia o Mestre a sua oração, transformou-se e fez-se outra a figura do seu rosto, e suas vestimentas tornaram-se brancas e resplandecentes… E eis que com Jesus falavam dois homens. E estes eram Moisés e Elias, que apareceram cheios de glória e lhe falavam de sua morte, a qual havia de cumprir-se em Jerusalém.

Mas Pedro e seus companheiros estavam carregados de sono e, despertando, viram a glória de Jesus e dos dois homens que com Ele estavam. E quando estes se afastaram dele, disse Pedro a Jesus, não sabendo o que dizia: ‘Mestre, bom é que nós estejamos aqui. Façamos três tendas, uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias’.

E, enquanto Pedro dizia isto, veio uma grande nuvem que os envolveu, causando-lhes grande pânico. E da nuvem saiu uma voz, que dizia: ‘Este é meu filho amado! A ele escutai!’ E quando a voz cessou, acharam já só a Jesus. E eles calaram e a ninguém disseram coisa alguma do que haviam visto e ouvido…’

Invocação cabalística do sábio Salomão

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A Invocação do Sábio Salomão é uma oração mágica poderosa muito antiga. Não se tem certeza se foi escrita pelo próprio rei hebreu, mas certamente o foi por uma casta sacerdotal contemporânea a ele.

Consiste na invocação das Hierarquias Celestiais guardiãs e responsáveis pelas diversas dimensões da Natureza e do Cosmo, desde os mundos divinos próximos ao Absoluto até o mundo físico.

Para as pessoas mais sensíveis, praticar a Invocação de Salomão é o mesmo que depurar nossos corpos internos, desde o corpo causal até o físico, limpando cada região de nossos Mundos Internos.

Isso se deve a que os Deuses conjurados não são somente as forças cósmicas externas ao ser humano (ou seja, às Hierarquias Angélicas, Arcangélicas, Serafínicas etc.), mas especialmente trabalhamos com os Poderes Internos de nossos Deuses Atômicos(saiba mais sobre o livro Deuses Atômicos, clique aqui).

Existem átomos divinos de diversas categorias energéticas em nosso interior – tanto no corpo físico quanto nos corpos internos -, e tais átomos, que podemos chamá-los de “Deuses Atômicos”, ou Partes do Ser, são “excitados” com a Invocação de Salomão. É importante destacar que se pronunciarmos essa Invocação Salomônica em estado de meditação e relaxamento psicofísico, sentiremos nosso nível vibratório, nossa Consciência, se elevando e se sutilizando…

arvore-cabalistica

É importante destacar que os nomes das divindades são também mantras sagrados que exercem influências especiais em nossa psique, e que não temos a menor ideia de como atuam, mas sabemos de sua influência porque mesmo as pessoas iniciantes nos estudos esotéricos têm sensações de bem-estar após a pronúncia dessa Invocação.

Abaixo, as frases da Invocação do Sábio Salomão e suas explicações:

Potências do Reino, colocai-vos sob meu pé esquerdo e em minha mão direita.

Invocando todas as Potências da Árvore Cabalística de Malacut, transformando meu corpo na letra Aleph, a Unidade. (Veja a forma da letra Aleph.)

Glória e Eternidade, tocai meus ombros e levai-me pelos caminhos da vitória.
Glória do Mundo Elemental, Etérico; e Eternidade do Mundo Astral, equilibrai e levai-me ao Mundo da Vitória, ao Mundo da Mente. Só se é vitorioso quando se entra dominando a mente.

Misericórdia e Justiça, sede o equilíbrio e o esplendor de minha vida.
O Íntimo e a Consciência, Misericórdia e Justiça, devem equilibrar nossas vidas. Justiça sem misericórdia é tirania; misericórdia sem justiça é conivência com o erro. Esse equilíbrio deve fazer nossa vida brilhar, triunfar.

Inteligência e Sabedoria, dai-me a coroa.
Esses 3 Atributos divinos formam o Triângulo Logoico Interno. Inteligência é Binah, o Espírito Santo; Sabedoria e Amor são de Chokmah, o Cristo; e Kether, o Pai Celestial, nos dá Misericórdia. Esta é a Coroa, a Santíssima Trindade das diversas religiões solares.

Espíritos de Malacut, conduzi-me por entre as duas colunas sobre as quais se apoia todo o edifício do Templo.
Os espíritos de Malacut (o Mundo Físico) são os Ischin (os Viventes, os Iniciados que começam a viver). As duas colunas do templo são as pernas até o Fundamento do Reino, que é o Mundo de Yesod, nossos órgãos sexuais. Eles estão entre as duas colunas (as pernas).

Anjos de Netzach e de Hod, afirmai-me sobre a pedra cúbica de Yesod!
Átomos da Mente e das Emoções, equilibrem-se para que eu possa iniciar meus trabalhos em Yesod, o Sexo.

Ó Gedulael! Ó Geburael! Ó Tiferet!
Ó Seres da Sagrada Trindade Ética (Íntimo, Consciência e Causal).

Binael, sede meu Amor.
Seres de Binah, meu Espírito Santo, despertai o Amor por meio da Magia Sexual.

Ruach-Chokmael, sede minha luz!
Espíritos das dimensões de Chokmah, do Cristo, iluminai meu Caminho. Pois o Cristo é Luz!

Sede o que vós sois e o que sereis, ó Ketheriel!
Vós, ó Seres das regiões de Kether, o Pai, sede minha Verdade em minha vida.

Ischin, assisti-me em nome de Shadai.
Espíritos Viventes, auxiliai-me em nome do Todo-Poderoso.

Querubim, sede minha força em nome de Adonai!
Seres de Yesod (o Mundo Etérico), dai-me a Força por meio da energia sexual, para que eu possa alcançar Deus (Adonai).

Beni-Elohim, sede meus irmãos, em nome do Filho, o Cristo, e pelas virtudes do Sabaoth.
Filhos dos Ehohim, seres do Mundo Astral, que eu entre na 5ª dimensão, em nome do Cristo, sempre, que também é pelos poderes do Exército da Palavra.

Elohim, combatei por mim, em nome do Tetragrammaton.
Elohim, Senhores da Mente Cósmica, ajudai a vencer o bom combate (o trabalho interno, o combate contra as trevas egoicas internas), equilibrando-me e ajudando a vencer nas 4 Provas Elementais. (Esta é também uma frase para se invocar os Anjos do Karma.)

Malakim, protegei-me em nome de Iod-He-Vau-He!
Seres do Mundo Causal, protegei-me dos Karmas Negativos pela Lei do 4.

Serafim, depurai meu amor, em nome de Eloah!
Seres do Mundo da Consciência, que eu desperte a minha energia com a Energia do Amor. Avivai meus fogos internos para o despertar da minha consciência.

Hasmalim, iluminai-me com os esplendores dos Elohim e da Shekinah.

Só com a Magia Sexual, o Espírito Santo pode nos iluminar e criar corretamente nossa Shekinah, que é o nome dos 4 Veículos ou Corpos Inferiores equilibrados.

Aralim, obrai! Ophanim, girai e resplandecei.

(Aralim) Divinos seres das regiões do Espírito Santo (Binah), realizai vossa Grande Obra dentro e fora de nós.

(Ofanim) Seres das dimensões do Cristo Cósmico (Chokmah), girai como o Sol e iluminai meus caminhos.

Haiot Ha Kadosh, gritai, falai, rugi, mugi!

Seres do mundo de Kether, o Pai de todo o Criado, dominai meus 4 corpos inferiores (representados pelos 4 Animais da Alquimia: Homem, Touro, Águia e Leão; vide o simbolismo da Esfinge) para que eu faça a Tua Vontade.

Kadosh, Kadosh, Kadosh.
Shadai, Adonai, Jot-chavah…

Kadosh significa Santo (Santificado 3 vezes).

Eheie Ashr Eheie

Significa Eu sou o que Eu Sou… Por que ele é santificado (glorificado) por 3 vezes? Kadosh pronunciado 3 vezes nos dá a energia dos mundos superiores, essa energia vem da Santíssima Trindade.

Halelu-Yah, Halelu-Yah, Halelu-Yah

Salve, Yah! (Eu Sou. 3 vezes)

Amém, Amém, Amén…

Aceito, Aceito, Aceito…

(Depois de haver recitado com fervor, com intensa fé essa Invocação, se rogará aos Grandes Mestres da Luz para que nos curem ou purifiquem o ambiente…)

 

Os Sefirotes

Sefirotes Nomes Cabalísticos Anjos  Cristãos Atributos Corpos
1 Kether Haiot Ha Kadosh Serafins Coroa, Misericórdia Pai
2 Chokmah Ophanim Querubins Sabedoria, Rigor Filho
3 Binah Aralim Tronos Inteligência, Luz Espírito Santo
4 Chesed Hasmalim Dominações Amor Íntimo, Ser
5 Geburah Seraphim Potestades Justiça Alma Divina
6 Tifereth Malakim Virtudes Beleza Alma Humana
7 Netzach Elohim Principados Vitória Mental
8 Hod Beni Elohim Arcanjos Esplendor Astral
9 Yesod Kerubim Anjos Fundamento Etérico
10 Malacut Ischin Iniciados Reino Físico

Conjuração dos 7 do sábio Salomão

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Existe um MISTÉRIO que poucos se atentaram (simplesmente por não estudarem profundamente) nesta Oração mágica intitulada Conjuração dos Sete do Sábio Salomão. Esse Mistério refere-se aos poderosos 7 EMBAIXADORES ANGÉLICOS.

Em nosso planeta Terra há um “Embaixador” para cada um dos 7 Regentes Arcangélicos (Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno). Esses Seres Sagrados são os representantes dos 7 Arcanjos Planetários. Com exceção do Embaixador do Sol, todos os demais são explicitamente citados, ao lado de seus “chefes arcangélicos”.

Cada um dos 7 Embaixadores Angélicos aqui na Terra é uma espécie de antena cósmica que capta, acumula e retransmite a Força Cósmica positiva, divina, característica do Raio Planetário. Esses Embaixadores captam as Virtudes e os Poderes positivos correspondentes do seu planeta e os retransmitem a todo o planeta Terra e seus seres vivos, especialmente para a Humanidade terrestre.

Ao passo que os demônios citados nesta Conjuração poderosíssima são o polo contrário, negativo e tenebroso do planeta correspondente. Isso quer dizer que tais Cabeças de Legião (os Supremos Tenebrosos) absorvem, captam e retransmitem, com sua coluna vertebral escura, seus chifres e cauda diabólica (Órgão Kundartiquador) as energias negativas dos 7 planetas. E tais características tenebrosas vibram na mente de cada pessoa como defeitos psicológicos.

Esta Conjuração é maravilhosa, pois ao ser verbalizada ou mesmo mentalizada, tem a capacidade de equilibrar nossos 7 chacras, nossos 7 corpos e nossa relação energética com os 7 planetas do Sistema Solar responsáveis pela evolução da nossa Humanidade terrestre.

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A pronúncia consciente, concentrada e devotada nos ajuda a atrair somente a polaridade positiva desses 7 planetas e rechaça seu correspondente tenebroso dentro e fora de nós. Eis a seguir o texto da Conjuração dos 7.

Existem, nos Mundos Internos, 7 Templos da Venerável Loja Branca conectados aos 7 Raios Planetários Arcangélicos. E os Anjos Regentes desses Templos têm íntima conexão energética com os 7 chakras principais de nossa Anatomia Oculta

Em nome de Michael, que Jeová te mande e te afaste daqui, Chavajoth.
Em nome de Gabriel, que Adonai te mande e te afaste daqui, Bael.
Em nome de Rafael, desaparece ante Elial, Samgabiel.
Por Samael-Sabaoth e em nome do Elohim Guibor, afasta-te, Andrameleck.
Por Zakariel e Sachiel-Melek, obedece ante Elvah, Sanagabril.
No nome divino e humano de Shadai e pelo signo do Pentagrama que tenho na mão direita, em nome do Anjo Anael e pelo poder de Adão e Eva, que são Jot-Chavah, retira-te, Lilith. Deixa-nos em paz, Nahemah.
Pelos santos Elohim e em nome dos gênios Cashiel, Sehaltiel, Afiel e Zarahiel, e ao mandato de Orifiel, retira-te, Moloch. Nós não te daremos nossos filhos para que os devores.
Amém… Amém… Amém…

O autêntico Mago Branco tem em suas mãos uma poderosa arma teúrgica, que são as Conjurações, os Rituais e os Mantras ensinados pela Santa Gnose

Nota de Esclarecimento:

Nota 1: Os nomes acima citados, especialmente os dos 7 Arcanjos Planetários, não são inventados pelo Venerável Mestre Samael Aun Weor, não são caprichos da pena deste autor gnóstico. Esses nomes sagrados (e algumas de suas variantes) são citados em diversos tratados de Ocultismo e Cabala medievais. Isso é comprovado lendo-se a obra Magus, de Francis Barrett (editado na Inglaterra em 1801). Esse jovem autor foi um estudante entusiasmado por todos os temas esotéricos da Europa medieval e pesquisou, por muitos anos, inúmeros pergaminhos, livros e textos de Alquimia, Cabala e Magia ingleses, franceses, italianos e também do Leste Europeu.

Nota 2: Achou este post interessante? Quer se aprofundar nas pesquisas paranormais do VM Samael Aun Weor sobre os Seres Divinos e as Entidades Infernais citados na Conjuração dos 7 do Sábio Salomão? Samael pesquisou os Seres Sagrados e os Demônios no Mundo Astral e suas revelações são estarrecedoras. Baixe gratuitamente o livro TRATADO ESOTÉRICO DE TEURGIA. Clique aqui.

Conjuração dos 4

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Esta Conjuração é uma poderosa oração mágica capaz de nos dar proteção, pois afasta de nosso ambiente familiar, lumisial ou até mesmo ambiente profissional as entidades tenebrosas. Também nos confere limpeza e iluminação da aura e equilíbrio dos elementais atômicos de nossos corpos internos (físico, etérico, astral e mental) e também do ambiente ao nosso redor…

Esses elementais atômicos pertencem aos 4 Reinos da Natureza: os gnomos da Terra, as ondinas e nereidas das Águas, os silfos e sílfides do Ar e as salamandras do Fogo. Para termos mais saúde e equilíbrio psicofísico, devemos controlar esses seres elementais.

Onde se localizam esses elementais atômicos em nossos corpos físico, etérico, astral e mental? Com a Conjuração dos 4 e com determinados mantras para ativar positivamente os Elementais Atômicos, poderemos ter muito mais saúde, paz e harmonia.

  • Éter – Cérebro (os elementais do éter são os PUNCTA)
  • Ar – Do diafragma à raiz do nariz
  • Fogo – Parte superior do sistema digestório
  • Água – Coxas e quadris e sistema geniturinário
  • Terra – Pés aos joelhos

Sugerimos que você ore essa Conjuração juntamente com outras, como a Conjuração dos 7 e a Invocação Cabalística do Sábio Salomão.

Eis, a seguir, a oração completa da Conjuração dos 4 do Sábio Salomão:

Caput mortum, imperet tibi dominus per vivum et devotum serpentem!
Cherub, imperet tibi dominus per Adam Jot-chavah!
Aquila errans, imperet tibi dominus per alas tauri.
Serpens, imperet tibi dominus tetragrammaton per Angelum et leonem.
Michael, Gabriel, Rafael, Anael, fluat udor per spiritum Elohim.
Maneat in terran per Adam Jot-chavah. Fiat firmamentum per iahuvehu-Sabaoth.
Fiat judicium per ignem in virtute Michael.
Anjo dos olhos mortos, obedece ou dissipa-te com esta água santa. (+)
Touro alado, trabalha, ou volta à terra, se não queres que te fira com esta espada. (+)
Águia encadeada, obedece ante este signo (+) ou retira-te ante este sopro (+).
Serpente móvel arrasta-te a meus pés ou serás atormentada pelo Fogo sagrado e evapora-te com os perfumes que queimo.
Que a água volte à água, que o fogo arda, que o ar circule, que a terra caia sobre a terra, pela virtude do Pentagrama que é a estrela matutina e em nome do Tetragrama que está escrito no centro da cruz de luz.
Amém… Amém… Amém…

Tradução do texto em latim:

Cabeça de morto, que o senhor te ordene pela viva e devota serpente.
Querubim, que o senhor te ordene por Adão Jot-chavah.
Águia errante, que o Senhor te ordene pelas asas do touro.
Serpente, que o senhor Tetragrammaton te mande, pelo Anjo e pelo Leão.
Michael…
Flua a umidade pelo espírito dos Elohim,
Permaneça na terra por Adão-Jotchavah. Faça-se o Firmamento pelo Exército de Yod-He-Vau-He…
Faça-se o juízo pelo fogo, em virtude de Michael.

(+) Esse sinal ao longo das Conjurações indica que devemos realizar o sinal da Cruz Gnóstica. Consiste em fazer o sinal da cruz e em seguida traçar um círculo ao redor.

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO:

A simplicidade e a educação

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É urgente, indispensável, desenvolver a compreensão criadora, porque ela traz ao ser humano a verdadeira liberdade de viver. Sem compreensão, é impossível conseguir a autêntica faculdade crítica da análise profunda.

Os professores e professoras de escolas, colégios e universidades devem conduzir seus alunos e alunas pelo caminho da compreensão autocrítica.

Em nosso passado capítulo, estudamos amplamente os processos da inveja e se quisermos acabar com todos os matizes dos ciúmes, sejam eles religiosos, passionais etc., devemos fazer plena consciência do que realmente é a inveja, porque só compreendendo a fundo e de forma íntima os infinitos processos da inveja conseguiremos acabar com os ciúmes de todo tipo.

Os ciúmes destroem os casamentos, destroem as amizades, provocam guerras religiosas, ódios fratricidas, assassinatos e sofrimentos de toda espécie.

simplicidade1-gnosisonlineA inveja, com todos os seus infinitos matizes, esconde-se atrás de sublimes propósitos. Existe inveja naquele que, tendo sido informado da existência de sublimes santos, mahatmas ou gurus, deseja também chegar a ser santo.

Existe inveja no filantropo que se esforça por superar outros filantropos. Existe inveja em todo indivíduo que cobice virtudes, porque teve informações, porque em sua mente há dados sobre a existência de indivíduos sagrados cheios de virtudes.

O desejo de ser santo, o desejo de ser virtuoso e o desejo de ser grande têm por fundamento a inveja. Os santos com suas virtudes também causaram muitos danos.

Vem-nos à memória o caso de um homem que se considerava muito santo. Em certa ocasião, um poeta faminto e miserável bateu em sua porta para pôr em suas mãos um belo verso, especialmente dedicado ao santo de nosso relato.

O poeta só esperava uma moeda para comprar comida para seu corpo exausto e envelhecido.

Tudo imaginava o poeta menos um insulto. Foi grande a sua surpresa quando o santo, com um olhar piedoso e a testa franzida fechou a porta, dizendo ao infeliz poeta: Fora daqui amigo, passa, passa, não me agradam estas coisas, não gosto de elogios… Não me agradam as vaidades do mundo, esta vida é ilusão… Eu sigo a senda da humildade e da modéstia.

O infeliz poeta, que só esperava uma moeda, no lugar dela recebeu o insulto do santo, a palavra que fere, a bofetada. Com o coração dolorido e a lira feita em pedaços, afastou-se pelas ruas da cidade devagarzinho, devagarzinho…simplicidade2-gnosisonline

A nova geração deve ser levantada sobre a base da autêntica compreensão, porque esta é totalmente criadora.

A memória e a recordação não são criadoras. A memória é o sepulcro do passado. A memória e a recordação são morte.

A verdadeira compreensão é o fator psicológico da libertação total.

As lembranças da memória jamais poderão nos trazer verdadeira libertação, porque pertencem ao passado, portanto, estão mortas.

A compreensão não é coisa do passado, nem do futuro. A compreensão pertence ao momento que estamos vivendo aqui e agora. A memória sempre traz a ideia do passado.

É urgente estudar ciência, filosofia, arte e religião, mas não se deve confiar os estudos à fidelidade da memória, porque ela não é fiel.

É absurdo depositar os conhecimentos no sepulcro da memória. É estúpido enterrar na fossa do passado os conhecimentos que têm de ser compreendidos.

Nós jamais poderíamos nos pronunciar contra o estudo, contra a sabedoria, contra a ciência, porém, é incongruente depositar as joias vivas do conhecimento no corrompido sepulcro da memória.

simplicidade3-gnosisonlineFaz-se necessário estudar, investigar, analisar, mas, devemos meditar profundamente para compreender em todos os níveis da mente.

O homem verdadeiramente simples é profundamente compreensivo e tem mente simples.

O importante na vida não é o que consigamos acumular no sepulcro da memória e sim o que tenhamos compreendido, não só no nível intelectual como também nos distintos terrenos subconscientes e inconscientes da mente.

A ciência e o saber devem se converter em compreensão imediata. Quando o conhecimento e o estudo se transformarem em autêntica compreensão criadora, poderemos compreender todas as coisas de imediato, porque a compreensão torna-se imediata, instantânea.

Na mente do homem simples, não existem complicações, porque toda a complicação da mente deve-se à memória. O maquiavélico eu que levamos dentro é memória acumulada.

As experiências da vida devem se transformar em compreensão verdadeira. Quando as experiências não se convertem em compreensão, quando as experiências permanecem na memória, constituem-se na podridão do sepulcro sobre o qual arde a chama fátua e luciférica do intelecto animal.

É preciso que se saiba que o intelecto animal, desprovido totalmente de toda espiritualidade, é tão só a verbalização da memória, a candeia sepulcral ardendo sobre a lousa funeral.

O homem simples tem a mente livre de experiências, porque elas se tornaram consciência, se transformaram em compreensão criadora.

A morte e a vida estão intimamente associadas. Só morrendo o grão, nasce a planta. Só morrendo a experiência, nasce a compreensão. Este é um processo de autêntica transformação.

O homem complicado tem a memória cheia de experiências. Isto demonstra sua falta de compreensão criadora, porque quando as experiências são inteiramente compreendidas em todos os níveis da mente, deixam de existir como experiências e nascem como compreensão.

Primeiro é preciso experimentar, mas não devemos ficar no terreno da experiência, porque, então, a mente se complica e se torna difícil. É necessário viver a vida intensamente e transformar todas as experiências em autêntica compreensão criadora.

Aqueles que supõem, equivocadamente, que para sermos compreensivos, simples e humildes temos de abandonar o mundo, nos converter em mendicantes, viver em cabanas isoladas e vestir farrapos em vez de roupas elegantes, estão totalmente equivocados.simplicidade4-gnosisonline

Muitos anacoretas, muitos ermitãos solitários, muitos mendigos têm mentes complicadíssimas e difíceis.

É inútil afastar-se do mundo e viver como anacoretas, se a mente está cheia de experiências que condicionam o livre fluir do pensamento.

É inútil viver como ermitão, querendo levar vida de santo, se a memória está repleta de informações que não foram devidamente compreendidas, que não se tornaram consciência nos distintos esconderijos, corredores e regiões inconscientes da mente.

Aqueles que transformam as informações intelectuais em verdadeira compreensão criadora, aqueles que transformam as experiências da vida em verdadeira compreensão de fundo, nada têm na memória, vivem de momento a momento, cheios de verdadeira plenitude. Estes se tornaram simples e humildes, ainda que vivam em suntuosas residências e dentro do perímetro da vida urbana.

As crianças pequenas, antes dos sete anos, estão cheias de simplicidade e de verdadeira beleza interior, devido a que só se expressa através delas a vívida essência da vida, em ausência total do eu psicológico.

Precisamos reconquistar a infância perdida em nosso coração e em nossa mente. Temos de reconquistar a inocência, se é que, de verdade, quisermos ser felizes.

As experiências e o estudo transformados em compreensão de fundo não deixam resíduos no sepulcro da memória e, então, nos tornamos humildes, simples, inocentes e felizes.

A meditação de fundo sobre as experiências e conhecimentos adquiridos, a profunda autocrítica e a psicanálise íntima convertem, transformam tudo em profunda compreensão criadora. Este é o caminho da autêntica felicidade nascida da sabedoria e do amor.

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O fogo sagrado

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A descida à Nona Esfera (o sexo) foi, desde os antigos tempos, a prova máxima para a suprema dignidade do Hierofante; Hermes, Buda, Jesus, Dante, Zoroastro, Quetzalcoatl etc. tiveram de passar por essa terrível prova. Ali baixa Marte, para retemperar a espada e conquistar o coração de Vênus; Hércules, para limpar os estábulos de Áugias e Perseu, para cortar a cabeça da Medusa com sua espada flamígera…

O círculo perfeito com o ponto mágico no centro, símbolo sideral e hermético do astro-rei e do princípio substancial da vida, da luz e da Consciência Cósmica, é, fora de toda dúvida, um emblema sexual maravilhoso.

Tal símbolo expressa, claramente, os princípios masculino e feminino da Nona Esfera. É inquestionável que o princípio ativo de irradiação e penetração se complementa, no Nono Círculo Dantesco, com o princípio passivo de recepção e absorção.
A serpente bíblica nos apresenta a imagem do Logos Criador, ou força sexual, que começa sua manifestação desde o estado de potencial latente.

O Fogo Serpentino, a Serpente Ígnea de Nossos Mágicos Poderes dorme enroscada três vezes e meia, dentro do chacra Muladhara, situado no osso coccígeo.

Se reflexionamos, muito seriamente, nessa íntima relação existente entre o S e o Tau, cruz ou T, chegamos à conclusão lógica de que, só mediante o Sahaja Maithuna (Magia Sexual), pode-se despertar a Cobra Criadora.

A Chave, o Segredo o tenho publicado em quase todos os meus livros anteriores e consiste em não derramar, jamais na vida, o Vaso de Hermes (o Ens Seminis), durante o transe sexual.

Conexão do Lingam-Yoni (falo-útero) sem ejacular nunca esse vidro líquido, flexível, maleável (o Ens Seminis), porque nessa supra dita substância que os fornicários derramam miseravelmente, encontra-se, em estado latente, todo o Ens Virtutis do Fogo.

OM, obediente à Deusa que lança uma serpente adormecida no Swayambhulingam e, maravilhosamente ornada, desfruta do amado e de outras belezas. Acha-se presa pelo vinho e irradia com milhões de raios. Será despertada, durante a Magia Sexual, pelo Ar e pelo Fogo, com os mantras YAM e DRAM e pelo mantra HUM (o H soa aspirado como no inglês, ou como o “J” espanhol).

Cantai estes mantrans nesses preciosos instantes em que o falo esteja metido dentro do útero; assim despertará a Serpente Ígnea de Nossos Mágicos Poderes.

IAO é o mantra básico fundamental do Sahaja Maithuna; entoai cada letra em separado, prolongando seu som, quando estejais trabalhando no laboratorium-oratorium do Terceiro Logos (em plena cópula metafísica).

A transmutação sexual do Ens Seminis em energia criadora é um legítimo axioma da sabedoria hermética.

A bipolarização desse tipo de energia cósmica, dentro do organismo humano, foi, desde os antigos tempos, analisada muito cuidadosamente nos colégios iniciáticos do Egito, México, Grécia, Índia, Pérsia etc.

O ascenso milagroso da energia seminal até o cérebro faz-se possível graças a certo par de cordões nervosos que, em forma de oito, desenvolve-se esplendidamente, à direita e à esquerda da espinha dorsal.

Chegamos, pois, ao Caduceu de Mercúrio, com as asas do Espírito maravilhosamente abertas…

O mencionado par de cordões nervosos jamais poderia ser encontrado com o bisturi; estes dois fios são bem mais de natureza etérica, tetradimensional.

Não há dúvida de que estas são as duas Testemunhas do Apocalipse de São João, as duas Olivas e os dois Candelabros que estão diante do Deus da Terra.

Os canais Idá e Píngala são as Duas Testemunhas citadas no Apocalipse de São João

No país sagrado dos Vedas, este par de nervos é, classicamente, conhecido com os nomes sânscritos de Idá e Píngala; o primeiro se relaciona com a fossa nasal esquerda e o segundo, com a direita. É obvio que o primeiro destes dois “nadis” é de natureza lunar; é ostensível que o segundo é de tipo solar.

A muitos estudantes gnósticos pode surpreender um pouco quem sendo Idá de natureza fria e lunar, tenha suas raízes no testículo direito. A muitos discípulos do nosso Movimento Gnóstico Internacional poderá cair como algo insólito e inusitado a notícia de que, sendo Píngala de tipo exclusivamente solar, parta, realmente, do testículo esquerdo.

Entretanto, não devemos nos surpeender, porque, tudo na natureza se baseia na lei das polaridades. O testículo direito encontra seu pólo oposto, precisamente, na fossa nasal esquerda. O testículo esquerdo acha seu antipolo perfeito na fossa nasal direita.

A fisiologia esotérico-gnóstica ensina que, no sexo feminino, as duas Testemunhas partem dos ovários. É indubitável que, nas mulheres, a ordem deste par de Olivas do Templo se inverte harmoniosamente.

Velhas tradições que surgem, como por encanto, da noite profunda de todas as idades, dizem que, quando os átomos solares e lunares do sistema seminal fazem contato no “tribeni”, próximo do osso coccígeo, então, por indução elétrica, desperta uma terceira força de tipo mágico; quero referir-me à Kundalini, o fogo místico do Arhat gnóstico, mediante o qual podemos reduzir a poeira cósmica o ego animal.

Escrito está, nos velhos textos da sabedoria antiga, que o orifício inferior do canal medular, nas pessoas comuns e correntes, encontra-se hermeticamente fechado; os vapores seminais o abrem, para que a Cobra Sagrada penetre por ali.

Ao longo do canal medular, processa-se um jogo maravilhoso de variados canais que se penetram e se compenetram mutuamente, sem se confundir, porque estão situados em distintas dimensões.

Não é demais recordar o glorioso Sushumna e o famoso Chitra, e o Centralis e o Brahmanadi; é inquestionável que por este último ascende o fogo flamígero.

Em se tratando da verdade, devemos ser muito francos; certamente é uma espantosa mentira atrever-se a dizer que, depois de haver encarnado o Jivatma (o Ser) no coração, a Serpente Sagrada empreenda a viagem de retorno até ficar, novamente, encerrada no chacra Muladhara.

É uma horrível falsidade afirmar, ante Deus e ante os homens, que a Serpente Ígnea de Nossos Mágicos Poderes, depois de haver gozado sua união com Paramashiva, separe-se cruelmente, iniciando a viagem de retorno para o centro coccígeo.

Tal regresso fatal, tal descenso até o Muladhara só é possível, quando o Iniciado, em pleno coito, derrama o sêmen; então perde a espada flamígera e cai fulminado ao absimo, sob o raio terrível da Justiça Cósmica.

O ascenso da Kundalini, ao longo do canal medular, realiza-se muito lentamente, de acordo com os méritos do coração. Os fogos do cárdias controlam o desenvolvimento milagroso da Serpente Sagrada.

Devi Kundalini não é algo mecânico, como muitos supõem; a Serpente Ígnea só desperta com o amor autêntico entre esposo e esposa; nunca subiria pelo canal medular dos adúlteros.

Em um passado capítulo deste livro, algo dissemos sobre os três tipos sedutores: Don Juan Tenório, Casanova e Diabo.

É óbvio que o terceiro destes resulte, certamente, o mais perigoso; não devemos, pois, estranhar que esta classe de sujeitos -o tipo Diabo – com o pretexto de praticar o Sahaja Maithuna, seduza muitas ingênuas damas.

É bom saber que, quando Hadit, a Serpente Alada de Luz, desperta, para iniciar sua marcha ao longo do canal medular espinhal, emite um som misterioso, muito similar ao de qualquer víbora que é cutucada com um pau.

O tipo Diabo, esse que seduz aqui, lá e acolá, com o pretexto de trabalhar na Nona Esfera, esse que abandona sua esposa, porque diz que já não serve para o trabalho na Forja Acesa de Vulcano, em vez de despertar a Kundalini, despertará o abominável órgão Kundartiguador.

Certo iniciado, cujo nome não menciono neste tratado, comete o erro de atribuir à Kundalini as sinistras qualidades do abominável órgão Kundartiguador.

É ostensível que tal erro está causando danos muito graves entre os círculos pseudo-esotéricos e pseudo-ocultistas.

É urgente, inadiável compreender que, de modo algum, é possível eliminar todos esses eus pendenciadores e gritalhões que levamos dentro, se não apelamos ao auxílio da Kundalini.

Aquele iniciado que cometeu o delito de pronunciar-se, em malfadada hora, contra o Kundalini, é óbvio que será devidamente castigado pelos Juízes da Lei da Catância (quero referir-me aos Juízes do Carma Superior, ante os quais comparecem os Mestres da Loja Branca).

Em nome Disso que não tem nome, digo: A Kundalini é a Dúada Mística, Deus-Mãe, Ísis, Maria, ou, melhor dizendo, RAM-IO, Adônia, Insoberta, Réa, Cibele, Tonantzin etc., o desdobramento transcendental de toda Mônada divinal, no fundo profundo de nosso Ser.

Analisando raízes, esclareço: a palavra Kundalini vem de dois termos: Kunda e Lini

KUNDA: nos recorda o abominável órgão Kundartiguador.

LINI: palavra atlante que significa fim.

KUNDA-LINI: fim do abominável Órgão Kundartiguador.

É óbvio que, com o ascenso da Flama Sagrada pelo canal medular, chega a seu fim o órgão das abominações, conclui a força fohática cega.

Tal Fohat negativo é o agente sinistro em nosso organismo, mediante o qual, o ideoplástico se converte nessa série de eus que personificam nossos defeitos psicológicos.

Quando o Fogo se projeta para baixo, desde o chacra coccígeo, aparece a cauda de satã, o abominável Órgão Kundartiguador.

O poder hipnótico do órgão dos conciliábulos tem, pois, adormecidas e embrutecidas as multidões humanas.

Aqueles que cometem o crime de praticar o tantrismo negro (Magia Sexual com ejaculação seminal), é ostensível que despertam e desenvolvem órgão de todas as fatalidades.

Aqueles que atraiçoam o Guru, ou Mestre, ainda que pratiquem tantrismo branco (sem ejaculação seminal), é óbvio que porão em atividade o órgão de todas as maldades.

Tal poder sinistro abre as sete portas do baixo ventre (os sete chacras infernais) e nos converte em demônios terrivelmente perversos.

(Samael Aun Weor, O Mistério do Áureo Florescer)

 

Tipos de músicas negativas e suas influências

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Praticamente toda a música moderna é uma música involutiva composta por e para o Ego. Essas vibrações densas penetram pelo Centros da máquina humana (centros são as baterias psíquicas onde são armazenadas nossas energias vitais; são 5 e se localizam no cérebro, coração, coluna vertebral e sexo), os quais atualmente estão desequilibrados.

Se os Centros estão organizados, esse tipo de música procura desequilibrar a parte mais débil de cada ser humano, através da atração a um estado inferior de Consciência que a música produz e representa (por meio da Lei da Entropia).

E uma vez que esta música esteja infiltrada na psique do indivíduo, ela sintoniza-se com o ego de turno, incitando-o à manifestação.

Em alguns momentos nos surpreendemos seguramente movendo um pé ou uma mão ao som de uma música que ainda não havíamos ouvido conscientemente, porém, que já penetrou em nós, e, quem sabe, se já não provocou algum pensamento, certas emoções etc.

Existem músicas específicas especializadas em desequilibrar cada cilindro da máquina humana.

Também existem certos instrumentos musicais que se correspondem vibratoriamente com distintas partes do corpo humano:

Intelectual Emocional Motriz Instintivo Sexual
Ar – Sopro Água – Corda e teclados
Terra – Percussão Fogo – Metálicos (ex. sinos)
Éter – Vozes, Coral, Mantras

Através dessas músicas de tipo involutivo, o ouvinte vai entrando, pouco pouco e sem se dar conta, em estados vibratórios psicológicos mais densos, os quais, por sua vez, reclamam música cada vez mais degenerada, levando esse ouvinte ao extremo de achar insuportáveis as músicas clássica e new age. (Obviamente, não estamos afirmando que todas as composições eruditas sejam benéficas, é só lembrar de certas composições de Niccolò Paganini e Mussorgsky, entre outros.)

Assentadas essas bases, devemos distinguir dentro da música moderna quatro tipos diferentes, de acordo com seu estado de involução, a saber: Música do Ego, Música do Abismo, Música das Esferas de Lilith e Nahemah e Música Satânica.

1. A Música do Ego, ou música subjetiva, por pertencer e/ou avivar a manifestação de algum agregado psicológico, alguma emoção “densa”, inevitavelmente vibra em algum Círculo Dantesco, porém, sem pertencer ao Inferno mesmo. A este ritmo pertencem as salsas, ritmos afro-cubanos, canções de orgulho patriótico, samba, canções de adultério e vingança etc. Observe que a maioria desses ritmos faz as pessoas “rebolarem os quadris”: pela clarividência, observa-se que os chakras, ou vórtices psíquicos, dessa área do corpo giram intensamente, mas no sentido negativo. É justamente nessa região, do umbigo à parte inferior dos quadris, que residem os Átomos Inferiores e os Átomos Satânicos (polos contrários dos Deuses Atômicos (Saiba mais, clique aqui), como o Átomo Nous, o Átomo Mestre, os Átomos da Santíssima Trindade etc.)

2. A Música do Abismo é a que corresponde especificamente aos Mundos Infernos e se acha contra a Música das Esferas.

3. A Música de Lilith e Nahemah caracteriza-se por ser envolvente e sedutora, não como a que vibra com seu estrondo, mas que provoca sutilíssimas manifestações de luxúria que despertam a fantasia e o uso de drogas. Está possivelmente relacionada com a Face Oculta de nossa Lua Psicológica, ou seja, com estados psíquicos muito profundos, certamente nascidos em vidas passadas. Bons exemplos dessa música os temos em Pink Floyd, Kiss etc.

4. A Música Satânica é a mais perigosa que existe. É produzida com consciência no mal e para o mal, ainda que seja divulgada inconscientemente pelos veículos de comunicação simplesmente por simples sintonia. Ou seja, as pessoas se sentem atraídas por essa vibração e induzem outros a apreciar a música satânica, especialmente os adolescentes, que têm uma estrutura mental ainda incompleta, não totalmente formada, sendo por isso mais receptivos.

A Música Satânica é o resultado da aplicação da Magia Negra na música e nos ambientes onde se escuta esse tipo de som. Além da vibração densa e grotesca de suas notas, este tipo de música (se é que podemos chamá-la assim) traz uma mensagem subliminar de convite à magia negra ou Goécia.

Geralmente seus compositores são adeptos e praticantes de seitas satânicas. Notamos isso pelos emblemas nos discos, nos símbolos dos shows e na própria vestimenta dos cantores desta linha diabólica da música.

São ostentados pentagramas invertidos, nomes de demônios, cores escuras e pesadas etc., além do incitar gestos e práticas obscenas e hipnotismos coletivos com um sinistro poder que leva todos a um estado interno de total descontrole, desembocando em histeria e paroxismos coletivos, em que a Consciência fica completamente anulada.

Atrevemo-nos a dizer que essa classe de música está intimamente relacionada com a Lua Negra, uma dimensão infernal pesadíssima. É a famosa Lua Lilith; não se confunda com a Esfera terrestre de Lilith, embora haja uma ligação entre as duas.

Encontramos nessa música estilos como Hard Rock, Heavy Metal, Punk, Thrash (para nós, seria trash mesmo) etc.

Por ser de uma escandalosa e cada vez maior atualidade, este texto deve ser divulgado para todas as pessoas. Pedimos que o divulguem a pais de adolescentes, diretores de escola, educadores, psicólogos e musicoterapeutas, entre outros.

Caso tenha alguma sugestão, opinião e observações sobre este texto, ou queira saber mais sobre o tema, entre em contato conosco. Com prazer enviaremos textos esotéricos sobre o tema: [email protected]

ASSISTA, ABAIXO, ALGUNS EXEMPLOS DE MÚSICAS NEW AGE INSPIRADORAS:

Homens da Galáxia Azul: Os verdadeiros construtores das pirâmides

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Numa revista que encontramos em circulação no Distrito Federal (México), achamos o seguinte relato:

“Em 1960, uma revista científica soviética, apoiando-se nos relatos do historiador egípcio Maneton e do grego Heródoto, assim como nas inscrições do enigma da Atlântida e da vinda de seres extraterrestres, a pergunta que se faziam era esta: ‘Foram os atlantes um povo de tez azulada?’ Dizem algumas tradições que os atlantes fundaram a civilização egípcia e que os chefes mais antigos das dinastias eram atlantes de raça pura.

Os artistas egípcios, que reproduziram cuidadosamente os objetos em seus murais e respeitaram as cores, como pintaram os seus deuses? ‘Osíris tinha o rosto verde (por ser o deus da vegetação que renasce); Toth estava pigmentado de verde ou de azul-pálido, e Amon e Shu eram francamente azuis.

Por que essa cor formava parte dos deuses egípcios? Só se pode responder de uma maneira: eram descendentes de um povo de pele azul!’ Deveríamos crer que Osíris e Toth, que chegaram ao Egito procedentes de um país de altas montanhas, encontraram uma região com clima quente e muito sol, e viram a sua tez modificada pelo sol, que terminou por lhes dar uma pele olivácea (azul mais amarelo igual a verde), como costumam tê-la em nossos dias os habitantes do Mediterrâneo”.

Mestre, o senhor poderia nos explicar algo a respeito?

Resposta de Samael Aun Weor: Dito artigo é um pouco vago e obscuro. Fala sobre a Raça Azul, supõe que esta vem da Atlântida, mas não nega a origem da cultura egípcia. É óbvio que os Homens Azuis são os antigos construtores das pirâmides. Sem embargo, algo falha no artigo. Permita-nos a liberdade de dissentir. Necessitamos enfatizar o fato concreto de que os Homens Azuis jamais vieram do continente atlante.

homens-azuis-gnosisonlineAlguns supõem que os Homens Azuis vieram de Vênus, e não está demais citar outro aparte do citado artigo:

“Recordemos os extraordinários acontecimentos sucedidos em tempos remotos em Vênus, que foram anotados pelos astrônomos da Antiguidade. O próprio Santo Agostinho afirma que Castor, o Ródio, deixou escrito o relato de um prodígio assombroso ocorrido nesse planeta, que de pronto mudou de tamanho, de cor e até de órbita em torno do Sol, ao mesmo tempo que perdia satélites.

Esse fato sem precedentes deve ter acontecido em tempos do rei Ogygés, fundador de Tebas, como asseguram Adrasto, Cyzicênio e Dies, notáveis matemáticos de Nápoles. Que se sucedeu em Vênus para que parte de sua povoação fugisse precipitadamente rumo à Terra? Uma colisão Uma explosão nuclear? Não podemos dizer nada, mas para ser certa qualquer uma dessas hipóteses, teremos de crer que Vênus esteve ligado à história de nosso planeta, e resulta curioso que os sábios soviéticos insistam em relacionar o mistério de Vênus com os da Atlântida e Tiahuanaco”.

 

Como vocês verão, queridos leitores, o autor do artículo mencionado e cujos apartes foram transcritos com o propósito de refutá-los, tem duas opiniões diferentes e nenhuma delas é verdadeira. Aqui no México conhecemos o caso de Salvador Villanueva Medina, autor de um livro que se intitula Estive no Planeta Vênus.

Conheço pessoalmente esse homem e sei que é sincero, não se trata de nenhum charlatão ou fantasiador; foi rigorosamente examinado por psiquiatras e os resultados foram, obviamente, os de um homem sério e totalmente equilibrado.

Tal cavalheiro escreveu para o bem da humanidade, narrou a seus semelhantes o que lhe aconteceu. Como quer que era um simples motorista, conduzindo um carro até os Estados Unidos, teve de passar por alguma dessas peripécias. O automóvel se danificou e os norte-americanos que viajavam com ele desceram do carro abandonando-o, para se dirigirem a um povoado próximo com o propósito de pedir ajuda.

Esta é a uma das centenas de galáxias azuis descobertas pelo Telescópio Hubble. Seu nome é "little Lion"
Esta é a uma das centenas de galáxias azuis descobertas pelo Telescópio Hubble. Seu nome é “little Lion”

Villanueva Medina ficou só, jogou-se debaixo do carro com o propósito de observá-lo e consertá-lo. Sentiu passos na areia, saiu debaixo do carro e se encontrou com um venusiano que falou com ele.

O que ocorreu após foi muito interessante. Convidaram-no e ele aceitou. Foi levado em uma nave até o planeta Vênus, onde conheceu uma civilização extraordinária. Depois de cinco dias foi trazido outra vez à Terra.

A descrição que Villanueva Medina dá sobre os homens de Vênus concorda com a que sobre eles nos dá George Adamski, famoso cientista americano. A estatura dos venusianos era em média 1,10 metro, a pele branca rosada, cabelos prateados, formoso rosto etc. Villanueva Medina não viu, pois, Homens Azuis no planeta Vênus. Assim, então, tal hipótese também fica descartada.homens-azuis-NAVE-gnosisonline

De onde vieram, então, os Homens Azuis? Existiram, é claro. Muitas pessoas assim o afirmam, mas elas desconhecem a sua origem. Nós asseveramos solenemente dizendo: os Homens Azuis vieram da Galáxia Azul! Não há dúvidas de que eles criaram as poderosas civilizações do Egito, da Caldeia, da Assíria, da Babilônia etc.

Pergunta: O senhor poderia nos dizer com que finalidades e para que vieram?
Samael Aun Weor: Com o maior prazer darei resposta ao cavalheiro, pois muito me agrada sua pergunta. Permita-me informar sobre a Fraternidade Cósmica Universal. Assim como existe ajuda mútua entre pessoas boas, assim também há entre planeta e planeta e entre galáxia e galáxia.

Os Mestres da Galáxia Azul, levados pelo Amor Universal, preocuparam-se muitíssimo por nossa humanidade terrícola, ajudando-nos incessantemente desde a noite mais profunda dos séculos. Repito: eles foram realmente os que instruíram os arquitetos das pirâmides, os que ensinaram a Doutrina Secreta aos atlantes e aos egípcios, os que estabeleceram os Mistérios gloriosos das poderosas civilizações de Caldeia e Assíria.

Seu trabalho foi maravilhoso, formidável. Eles nos amaram de verdade e ainda continuam nos amando, pois, ainda que pareça incrível, vivem neste aflito mundo com o propósito de nos ajudar na hora crítica que precede o Grande Cataclismo.

P: O senhor me surpreende com o seu relato. Poderia dizer-me se vivem neste planeta e em que lugar habitam?
SAW: A pergunta que a dama faz é, por certo, bastante interessante e bem vale a pena que lhe demos uma resposta concreta. Tenho de informar, para seu conhecimento, que os Homens Azuis vivem numa cidade subterrânea sob o gelo do Polo Sul.

P: Como é possível que possam subsistir a tão baixas temperaturas? Seu organismo é diferente do nosso? Como fazem para viver?
SAW: Vamos responder às perguntas do cavalheiro. Rogo a maior atenção do auditório. Os organismos dos Homens Azuis são similares aos nossos, isso é óbvio. Quero que todos vocês entendam que os homens provenientes da Galáxia Azul não têm casa de gelo como os esquimós, nem nada do estilo, pois seria absurdo pensar que tais criaturas vivessem em iglus de gelo. O melhor é compreender que eles possuem uma cidade subterrânea, feita nas próprias entranhas da Terra. Se há gelos em cima das rochas e da terra em geral, não afetam em nada a cidade submersa. O problema climatológico não existe para os Homens Azuis. É ostensivo que se eles puderam conquistar o espaço infinito possuem adiantamentos técnicos formidáveis. Não é difícil compreender que eles puderam criar seu próprio clima dentro de sua misteriosa cidade.

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P: Por que, havendo outros lugares dentro de nosso planeta, com melhor clima e vegetação, escolheram um lugar tão inacessível?
SAW: Dou resposta ao cavalheiro. As terras dos polos Norte e Sul, hoje cobertas de gelo depois da passada Glaciação, noutro tempo tiveram poderosas civilizações, magníficos climas equatoriais e esplêndidas cidades. Não estranhe o cavalheiro o que afirmo. Essa cidade subterrânea onde agora vivem os Homens Azuis é antiquíssima, foi feita antes da passada glaciação. Isso significa que tal cidade tem muitos milhões de anos de existência, que advém das épocas arcaicas da Terra, que sempre foi a morada secreta dos Homens Azuis. Como quer que seja, eles têm naves cósmicas com as quais podem viajar através do espaço infinito, é algo palmário e manifesto que eles não sofrem de problemas de abastecimento.

P: Esses homens azuis, Mestre, chegaram alguma vez a sair de sua cidade para conviver com os terrícolas?
SAW: Vamos responder à distinta dama. Permita-me dizer-lhe, senhorita, que nas épocas do Egito, da Assíria e da Babilônia tais homens foram recebidos como verdadeiros Deuses. Desgraçadamente, estamos na Idade de Ferro, na época de degeneração mundial, e por esse motivo, eles rara vez se mesclam com as multidões. Sem embargo, não está demais afirmar que de vez em quando algum desses homens extraordinários convive com as pessoas. Certa dama me contou o fato concreto de que ela havia visto um homem de tez azul em Buenos Aires, na Argentina.

P: Mestre, esses Homens Azuis têm alguma missão a cumprir nesta época ou no futuro?
SAW: Vejo que quem fez a pergunta é um missionário gnóstico internacional e é claro que com o maior prazer darei resposta. Os Homens Azuis estão auxiliando a humanidade com procedimentos telepáticos favoráveis para alguns, e é evidente que dentro de alguns anos esses homens extraordinários terão de se lançar às ruas, publicamente, para admoestar as pessoas, para chamá-las ao arrependimento, para fazê-las ver o cataclismo espantoso que se avizinha.

P: Mestre, o senhor poderia nos dizer que quantidade aproximada de habitantes existem nessa Cidade Azul?
SAW: Bem, distinto cavalheiro, darei resposta à sua pergunta. Permita-me dizer que eu não os contei, mas posso assegurar-lhe de que é uma cidade bastante grande, muito semelhante em tamanho à Cidade do México, com vários milhões de pessoas e muitas casas, ruas e avenidas e amplo campo para guardar suas naves. Mas, exatamente, não sei que quantidade de pessoas vive lá, pelo menos não o perguntei ao rei da cidade.

P: Assombra muito que tenham um governo monárquico, mas o senhor poderia dizer, dado que eles são seres iluminados, se o rei que os governa é divino?
SAW: Distinta senhorita, sua pergunta é inquietante. Alegra-me responder-lhe. Sua Majestade o conheço, e solenemente lhes digo que ele pertence às Dinastias Solares. Trata-se de um autêntico e iluminado Mestre de Perfeição, que não necessita de gendarmes ou soldados armados para se fazer obedecer por seu povo. Todo mundo o respeita, pois é terrivelmente divino.

P: Mestre, poderia dizer-nos como o senhor fez para se pôr em contato com dito monarca? Acaso, o senhor tem alguma nave cósmica? Ou que meio utilizou para poder chegar à Cidade Azul onde habitam esses seres?
SAW: Amável cavalheiro, vou responder com claridade a seu anelo de inquirir e investigar. Existem procedimentos telepáticos, ninguém ignora que mediante a Telepatia se pode pôr em contato com pessoas que vivem em distintos lugares do mundo, ainda que a remotas distâncias. Sem embargo, nós vamos mais longe ainda nessa questão. Temos procedimentos secretos por meio dos quais podemos nos transportar espiritualmente a qualquer lugar secreto, incluindo, como é lógico, à cidade subterrânea dos Homens Azuis. Eu visitei tal cidade, não o nego, e você e vocês todos também podem fazê-lo se conhecerem nossos procedimentos.

O interessante é que ingressem a nossos estudos gnósticos, que estudem nossos livros etc. É claro que ao visitar espiritualmente aquela misteriosa cidade, tive de pedir primeiro permissão à Sua Majestade o rei. Sem a permissão daquele monarca que governa a cidade eu não teria podido passear tranquilamente pelas ruas maravilhosas da misteriosa urbe.

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P: Poderia explicar-nos algo sobre ela? Como é e que tipo de construção têm?
SAW: É claro, estimado senhor, que aquela cidade esplêndida, construída entre as próprias entranhas da terra, é muito diferente de todas que conhecemos atualmente neste aflito mundo onde vivemos. Um caminho serpenteado conduz até às portas da cidade. As ruas e avenidas estão iluminadas, como é natural, por lâmpadas maravilhosas que fazem daquela gigantesca caverna algo luminoso e radiante, pois aparece como um dia esplêndido. Poderia dizer que eles manejam a luz e as trevas de forma perfeita. Têm 70 esplêndidas salas distribuídas nos distintos lugares da cidade, e em tais recintos celebram suas assembleias ou realizam seus estudos.

P: Que classe de estudos esses seres fazem?
SAW: É natural, distinta senhorita, que seus estudos são de tipo avançado. Trata-se de ciências cósmicas, elevados assuntos espirituais, natureza etc. Não está demais dizer-lhe que dentro dessa grande urbe mística e inefável resplandece a Esfinge, símbolo vivente da sabedoria Iniciática.

P: Poderia dizer como se vestem e qual é o seu meio de transporte dentro da cidade?
SAW: Quero informar a você, bom amigo, que os membros daquela Raça Azul se vestem certamente com elegância e distinção. Usam formosas túnicas de estilo antigo, belos mantos, sandálias de estilo muito clássico etc., vão e vêm pelas ruas da cidade ao longo das calçadas. Eles são de mediana estatura e formosa compleição. Transportam-se a pé ou em carros distintos aos que nós conhecemos, propulsionados por energia elétrica.

P: Poderia explicar, Mestre, que tipo de alimentação têm e onde a conseguem?
SAW: Sua pergunta é certamente muito interessante. É óbvio que têm de comer para viver, o seu alimento básico são algas marinhas, que as recolhem do fundo dos oceanos de todo o planeta Terra. Suas naves lhes permitem transportar-se para onde queiram no tempo e no espaço, mas, é claro que de sua galáxia trazem muitos outros alimentos com os quais se nutrem. Tenha-se em conta que eles não estão presos dentro da cidade, que possuem liberdade para viajar em suas naves para onde quiserem, e isso é tudo.

P: Poderia nos dizer que classe de moeda usam ou se não a possuem?
SAW: Senhorita, os homens autênticos, os homens cósmicos, não necessitam de dinheiro para poder viver. Eles têm sistemas, métodos econômicos imensamente superiores aos nossos, pobres animais intelectuais da Terra.

P: Qual é a mensagem que eles têm para a humanidade terrícola, na época atual?
SAW: Bondoso cavalheiro, sua pergunta é formidável, e é claro que passo a responder-lhe. Uma dama azul que permanece sempre junto ao rei me disse o seguinte: “O planeta Terra vai ser destruído, as pessoas que habitam a superfície da Terra creem que todas essas cidades e coisas materiais que possuem lhes vão durar toda a vida, apegam-se às coisas e isso é um absurdo, porque tudo o que têm vai ser destruído”.

P: De acordo com o que nos acaba de comunicar, seria preferível já não nos dedicarmos a conseguir nenhum objeto material?
SAW: Sua pergunta é inquietante. Permita-me, bom amigo, dizer-lhe que devemos viver de acordo com a Lei da Balança, não nos revolvermos no lodo da riqueza, tampouco no lodo da miséria. Devemos ter as coisas necessárias para a vida, mas não nos apegarmos jamais a elas. Lembre-se dos últimos dias de Pompeia; as pessoas então tratavam de fugir com seus tesouros, apegadas a todas as suas propriedades, e pereceram. As escavações demonstram que os habitantes de Pompeia, em sua maioria, foram esmagados pelas ruínas da cidade ou pelas pedras do Vesúvio.

Os Homens Azuis cumprirão uma gigantesca missão mundial nos momentos mais espantosos que se avizinham, eles lutarão por nos fazer voltar à Divindade, eles se preocuparão por nos mostrar o Caminho da Salvação.

(Samael Aun Weor, Desfazendo Mistérios)

No dia 6 de julho de 2009, um policial inglês avistou 3 homens vestidos de roupa branca e com pele na cor azul dentro de um Círculo Inglês (Crop Circle) na região de Wiltshire

O caso Antônio Villas-Boas

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O famosíssimo caso ufológico Antônio Villas-Boas é muito especial para os estudantes gnósticos porque ele é relatado pelo próprio V.M. Samael em suas conferências e textos sobre Vida Extraterrestre e Origem Extraterrestre da Humanidade. Com este caso, o VM Samael afirma que estão ocorrendo fantásticos experimentos genéticos e experiências sexuais entre seres de nosso planeta Terra com extraterrestres… Qual a finalidade dessas experiências?

Segundo o gnosticismo moderno, tais experiências se devem à necessidade de um aperfeiçoamento genético e espiritual de nossa humanidade, para que a futura Raça que povoará o planeta seja melhor, mais resistente e mais espiritualizada.

A próxima Raça, chamada de Khoradi, nascerá da mistura entre o que há de melhor dos terrícolas com os extraterrestres.

Antonio Villas-Boas, à época da impressionante experiência, tinha 23 anos

Um dos mais espantosos relatos sobre sequestro de seres humanos por criaturas extraterrestres; contato imediato de quinto grau, ou CE5 – foi mantido em segredo por muito tempo: aproximadamente oito anos.

Isso aconteceu porque os pesquisadores que entrevistaram o sequestrado pela primeira vez consideraram desaconselhável a divulgação do fato. Os relatórios iniciais foram cuidadosamente redigidos, de modo a manter o anonimato da pessoa envolvida.

Assim, durante muito tempo, o sequestrado ficou conhecido apenas pelas inicias A.V.B. As primeiras informações sobre esse surpreendente caso surgiram em fins de 1957. Na época, o jornalista brasileiro João Martins publicava, na revista O Cruzeiro, uma série de matérias sobre discos voadores.

Tendo convidado seus leitores a lhe enviarem narrativas de casos que tivessem testemunhado, João Martins recebeu, entre inúmeras outras, a carta de um jovem agricultor que morava próximo à pequena cidade de São Francisco de Sales, em Minas Gerais.

O agricultor narrava uma história tão extraordinária que João Martins resolveu enviar-lhe ajuda financeira para que fizesse a longa viagem até o Rio de Janeiro, onde poderia relatar com mais detalhes o ocorrido.

Assim, em 22 de fevereiro de 1958, no consultório do médico Olavo T. Fontes, conhecido do jornalista, teve início uma longa investigação científica, que surpreenderia os círculos especializados em ufologia. A história revelada mostrou-se tão espantosa que os investigadores decidiram conservá-la em segredo.

Estavam preocupados em evitar que narrativas semelhantes surgissem por influência do caso de A.V.B., se o relato fosse amplamente divulgado. Se isso ocorresse, a própria experiência do jovem agricultor poderia ficar invalidada. Apesar de todas as precauções, no entanto, parte do relato veio a ser comentada.

A pessoa que tomou conhecimento do caso era um competente ufologista, o dr. Walter Bühler, que em 1961 começou a fazer pormenorizadas investigações por conta própria. O relatório Bühler apareceu depois como simples boletim informativo. Mas, traduzido por Gordon Creighton e enriquecido com comentários do editor, foi publicado na Flying Saucer Review (Revista dos Discos Voadores), em janeiro de 1965.

Pouco depois, o jornalista João Martins publicou sua própria versão do fato na edição em espanhol (não na edição em português, como seria de esperar) da revista brasileira O Cruzeiro.

Por fim, a história completa do caso, incluindo os resultados de vários relatórios clínicos, surgiu no livro Os humanoides, uma coletânea de relatos de contatos de seres humanos com tripulantes de objetos voadores não identificados (óvnis), publicado em 1969.

Com isso, esclareceu-se de uma vez por todas a história, que havia sido considerada muito ousada para ser conhecida pelo grande público. Revelou-se também que A.V.B. era Antônio Villas-Boas, um lavrador mineiro de 23 anos.

Este caso ocorreu em outubro de 1957 e envolveu o jovem Antônio Villas-Boas, na fazenda de sua família, situada em São Francisco de Salles, Minas Gerais. A fazenda abrange campos extensos e muitas plantações. Para lavrar as terras, a família de Villas-Boas usa um trator com o qual trabalham em duas turmas, uma diurna e outra noturna.

De dia, trabalham os empregados da fazenda e à noite, por sua vez, o próprio Antônio Villas-Boas, sozinho ou acompanhado de seus irmãos, lavra as terras com o trator.

Tudo começou na noite de 5 de outubro de 1957. Naquela noite, a família de Antônio se recolheu para dormir por volta das 23 horas. Fazia bastante calor naquela noite e, por isso, Villas-Boas abriu a janela, que dá para o terreiro. Nesse momento, ele avistou uma luz brilhante, que iluminava todo a área.

Era uma luz bem mais clara do que a do luar e Villas-Boas não conseguiu distinguir sua procedência – apenas que vinha do alto como se um poderoso holofote estivesse direcionado para o chão.

Diante disso, Villas-Boas chamou seu irmão para mostrar o estranho fenômeno. Apesar do quadro inusitado, ambos não deram muita importância e fecharam a janela para dormir.

No entanto, aquela luz não saía da cabeça de Villas-Boas e, sentindo uma curiosidade imensa, tornou a levantar-se e abriu a janela para ver o que se passava lá fora. A luz continuava inalterada, no mesmo lugar. Villas-Boas ficou com o olhar fixo naquela luz quando, de repente, a mesma se deslocou para perto de sua janela.villas-boas-primeiro-contato-gnosisonline

Assustado, Villas-Boas fechou a janela com tanta força que acordou seu irmão e, dentro do quarto escuro, ambos acompanhavam a luz que entrava pelas venezianas da janela.

Logo em seguida, a luz se deslocou para o alto do telhado da casa, onde penetrou pelas frestas entre as telhas. Finalmente, depois de alguns minutos, a luz desapareceu e não retornou mais.

Em 14 de outubro houve um segundo incidente que ocorreu por volta de 21h30 ou 22 horas. Naquela ocasião, Villas-Boas trabalhava com o trator em companhia de outro irmão. De repente, eles avistaram uma luz muito clara, penetrante, a ponto de fazer doer suas vistas.

Segundo o depoimento de Villas-Boas, a luz era grande e redonda, como uma roda de carroça, e estava na ponta norte do campo. Ela era de um vermelho claro e iluminou uma grande área. Ao observarem melhor, distinguiram alguma coisa dentro daquela luz, mas não conseguiram precisar o que era, pois suas vistas ficavam totalmente ofuscada.

Curioso, Villas-Boas foi em direção da luz para ver o que era, porém, assim que se aproximou, ela se deslocou repentinamente e velozmente para a ponta sul do campo, onde ficou novamente parada. Villas-Boas correu atrás da luz, que então, tornou a voltar para onde estava antes.

Finalmente, Villas-Boas desiste de tentar chegar na luz e volta para junto de seu irmão. Por uns poucos minutos, a luz ficou imóvel, à distância; ela parecia emitir raios intermitentes, em todas as direções. Em seguida, desapareceu tão repentinamente, que deu a impressão que ela simplesmente “se apagou”.

Na noite seguinte, 15 de outubro, Villas-Boas trabalhou sozinho com o trator. Era uma noite fria e o céu noturno estava claro e estrelado. Por volta da 1 hora da madrugada, Villas-Boas viu uma estrela vermelha. No entanto, logo percebeu que não se tratava de uma estrela, pois aumentava progressivamente de tamanho e parecia se aproximar velozmente dele.

Dentro de alguns poucos instantes, a estrela se revelou um objeto brilhante, com o formato de um ovo, que se dirigia na direção de Villas-Boas com uma velocidade incrível.

Sua aproximação era tão veloz que já estava sobre o trator antes de Villas-Boas ter qualquer reação. De repente, o objeto parou a uma altura estimada pelo protagonista como em torno de uns 50 metros, e bem acima de sua cabeça. O trator e o campo ficaram iluminados como se fosse de dia.

Essa situação durou uns dois minutos e Villas-Boas, hesitante, sem saber o que fazer, ficou paralisado. Finalmente, a luz tornou a se deslocar e parou a uns 10 a 15 metros à frente de seu trator, para então, lentamente, pousar no solo.

Nesse momento, já era possível distinguir nitidamente os contornos da máquina: era parecida com um ovo alongado, apresentando três picos, um no meio e um de cada lado; eram picos metálicos, de ponta fina e base larga.

Villas-Boas não pôde distinguir sua cor por causa da forte luz vermelha que o objeto emitia. Em cima havia algo girando a alta velocidade que, por sua vez, emitia uma luz vermelha fluorescente.

De repente, a parte debaixo do objeto se abriu e deles saíram três suportes metálicos… e isso aterrorizou totalmente Villas-Boas, que via que algo iminente iria acontecer com ele. Não disposto a esperar para ver do que se tratava, Villas-Boas pôs o pé no acelerador, desviou-o do objeto voador e tentou escapar; porém, após avançar alguns metros, o motor parou e os faróis se apagaram.

Aterrorizado, ele tentou dar a partida, mas o motor não pegou mais. Em vista disso, Villas-Boas pulou do trator, que estava atrás do objeto, e correu desesperadamente. Porém, um minúsculo ser estranho, que mal chegava a altura dos seus ombros, pegou em seu braço.

Chocado, Villas-Boas aplicou-lhe um golpe que o fez perder o equilíbrio, largar o seu braço e cair para trás. Novamente, tentou correr quando, instantaneamente, três outros seres alienígenas pegaram-me por trás e pelos lados, segurando seus braços e pernas. Villas-Boas perdeu o equilíbrio e acabou ficando totalmente dominado pelas criaturas. Os seres o levantaram do solo, sem que ele pudesse esboçar sequer o menor gesto.

Tomado pelo mais completo desespero, Villas-Boas tentou se livrar dos alienígenas, mas os seres o seguravam firme e não deixaram que ele conseguisse escapar. Nesse momento, Villas-Boas gritou por socorro e xingou as criaturas exigindo que o soltassem – mas nada adiantou.

Os alienígenas levaram, então, para sua nave que estava pousada sobre suportes metálicos. Na parte traseira do objeto voador havia uma porta, que se abria de cima para baixo, e, assim, servia de rampa. Na sua ponta havia uma escada de metal, do mesmo metal prateado das paredes da máquina, e que descia até o solo.

Os alienígenas estavam com a situação completamente dominada e só tiveram dificuldade em fazer Villas-Boas subir pela escada, que só dava para duas pessoas, uma ao lado da outra – e não era firme, mas móvel, balançando fortemente a cada uma das tentativas de Villas-Boas se livrar dos seus raptores.

De cada lado havia um corrimão, com a espessura de um cabo de vassoura, no qual Villas-Boas agarrou para não ser levado para cima – o que fez com que os alienígenas tivessem de parar, a fim de desprender à força as suas mãos do corrimão.

Por fim, os alienígenas conseguiram arrancar as mãos de Villas-Boas do corrimão e levá-lo para o interior da nave. Logo em seguida, deixaram Villas-Boas em um pequeno recinto quadrado. A luz brilhante do teto metálico refletia-se nas paredes de metal polido – era emitida por numerosas lâmpadas quadradas, embutidas debaixo do teto, ao redor da sala. Logo em seguida, a porta de entrada, junto com a escada recolhida, levantou-se e se fechou.

O que impressionou Villas-Boas é que, uma vez a porta fechada, ela se integrava à parede de tal forma que era impossível percebê-la. Um dos cinco seres presentes apontou com a mão para uma porta aberta e fez Villas-Boas compreender que deveria segui-lo para aquele recinto. Cansado, estressado e vendo que não tinha qualquer outra alternativa, Villas-Boas obedeceu à criatura.

Dentro desse recinto, os únicos móveis existentes eram uma mesa de desenho esquisita e várias cadeiras giratórias, parecidas com as nossas cadeiras de balcão de bar. Todos os objetos eram de metal. A mesa e as cadeiras tinham um só pé no centro.

Os seres alienígenas continuavam segurando firmemente Villas-Boas e pareciam conversar entre si numa linguagem completamente estranha e incompreensível – pareciam estar discutindo. Quando finalmente deu a entender que os alienígenas tinham chegado a uma decisão, os cinco pararam de falar entre si e começaram a tirar as roupas de Villas-Boas.

Claro que Villas-Boas não gostou nada da ideia de ficar nu e, então, reagindo, começou a tentar se defender de todas as formas, inclusive debatendo-se, gritando e xingando os seres.

Não adiantou: Villas-Boas ficou completamente nu. Um dos alienígenas se aproxima de Villas-Boas segurando algo que parecia ser uma espécie de esponja, com a qual passou um líquido em todo o seu corpo. Era uma esponja bem macia e o líquido era bem claro e inodoro, porém mais viscoso do que a água.

Primeiro, Villas-Boas pensou que fosse um óleo, mas chegou à conclusão que não era porque a sua pele não ficou oleosa, nem gordurosa. Quando passaram aquele líquido no corpo de Villas-Boas, ele sentiu um frio intenso, e tremeu muito; no entanto, logo o líquido secou e Villas-Boas já não sentia mais nada.

Então, três dos alienígenas levaram Villas-Boas para a porta, do lado oposto daquela pela qual eles haviam entrado no interior da nave. Um deles tocou em algo bem no centro da porta, que, em seguida, se abriu para os dois lados, como uma porta de encaixar, de bar, feita de uma só folha, do piso ao teto.

Em cima, havia uma espécie de inscrição com letreiros luminosos, vermelhos; os efeitos da luz deixaram aqueles letreiros salientes, destacados da porta em um ou dois centímetros. Eram totalmente diferentes de quaisquer dos símbolos ou caracteres conhecidos. Villas-Boas tentou gravá-los em sua memória, mas não conseguiu.

Em companhia de dois seres alienígenas, Antônio Villas-Boas ingressou em uma pequena sala quadrada, iluminada como os demais recintos, e a porta foi fechada atrás deles. De repente, a parede tornou a se abrir e pela porta entraram mais dois seres; levavam nas mãos dois tubos de borracha vermelha, bastante grossos, cada um medindo mais de um metro.

Uma das pontas do tubo estava ligada a um recipiente de vidro em forma de taça; na outra ponta havia uma peça de embocadura, parecida com uma ventosa, que colocaram sobre a pele, debaixo do queixo. Antes do alienígena iniciar sua operação, comprimiu o tubo de borracha fortemente com a mão, como se dele quisesse expelir todo o ar.

Logo no início, Villas-Boas não sentiu dores, nem comichão, mas notou apenas que sua pele estava sendo sugada. Em seguida, Villas-Boas sentiu uma ardência e teve vontade de coçar no local. Neste momento a taça se encheu lentamente de sangue até a metade. Logo em seguida, retiraram o tubo de borracha e substituíram-no por outro.

Novamente Villas-Boas sofre nova sangria, só que desta vez no outro lado do queixo. Nessa segunda sangria, os alienígenas encheram a taça de sangue. Terminada a operação de retirada de sangue, os alienígenas saíram do recinto e deixaram Villas-Boas sozinho.

Por mais de meia hora, Antônio Villas-Boas ficou a sós na sala. Segundo seus depoimentos, não havia móveis, exceto uma espécie de cama, sem cabeceira ou moldura. Como estava se sentido cansado, Villas-Boas sentou-se naquela cama.

No mesmo instante, começou a sentir um odor forte, estranho e que lhe causou náuseas. Villas-Boas teve a impressão de estar inalando uma fumaça grossa, cortante, que o deixou quase asfixiado.

Talvez fosse isso mesmo que estivesse acontecendo, pois, quando examinou a parede da sala com mais atenção, notou uma quantidade de pequenos tubos metálicos embutidos na parede, à altura da sua cabeça. Semelhantes a um chuveiro, os tubos apresentavam múltiplos furinhos, pelos quais saía uma fumaça cinzenta, que se dissolveu no ar.

Villas-Boas estava preso na sala e os alienígenas estavam aplicando um gás lá. Sentindo-se bastante mal e com ânsias de vômito, Villas-Boas foi para um canto da sala e acabou vomitando. Em seguida, pôde respirar sem dificuldades, porém continuava a se sentir mal com aquele cheiro.

Até aquele momento, Antônio Villas-Boas não tinha a menor noção de qual era a aparência dos alienígenas que o haviam raptado. Os cinco usavam macacões bem colantes, de um tecido grosso, cinzento, muito macio, e, em alguns pontos, colado com tiras pretas. Cobrindo a cabeça e o pescoço, usavam um capacete de mesma cor, mas de material mais consistente, reforçado atrás, com estreitas tiras de metal.

Esse capacete cobria toda a cabeça deixando à mostra somente os olhos que Villas-Boas pôde distinguir através de algo parecido com um par de óculos redondos. Acima dos olhos, o capacete tinha duas vezes a altura de uma testa normal.

A partir do meio da cabeça, descendo pelas costas e entrando no macacão, à altura das costelas, Villas-Boas notou três tubos redondos prateados, dos quais não soube dizer se eram de borracha ou metal.

O tubo central descia ao largo da coluna vertebral; à esquerda e à direita desciam os dois outros tubos, até uns 10 centímetros abaixo das axilas. As mangas do macacão eram estreitas e compridas; os punhos continuavam em luvas grossas, de cinco dedos, da mesma cor. Nenhum dos macacões tinha bolsos ou botões.

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As calças eram compridas e colantes e continuavam numa espécie de botas. Todavia, a sola dos sapatos deles era de quatro a sete centímetros de espessura. Eram bem diferente dos nossos sapatos. Nas pontas, os sapatos eram levemente encurvados para cima.

Depois de passado um longo tempo que Villas-Boas não soube precisar, começou um ruído na direção da porta. Villas-Boas virou-se naquela direção e deparou-se com uma moça aproximando-se lentamente. Estava totalmente nua e descalça. Seus cabelos eram macios e louros, quase cor de platina – como que esbranquiçados – e lhe caíam na nuca, com as pontas viradas para dentro.

Usava o cabelo repartido ao meio e tinha grandes olhos azuis, amendoados. Seu nariz era reto. Os ossos da face, muitos altos, conferiam às suas feições uma aparência heterogênea, deixando o rosto bem largo e com o queixo pontudo, que ficava quase triangular. Tinha os lábios finos, pouco marcados, e suas orelhas eram exatamente como a de nossas mulheres terrestres.

Tinha um corpo lindo, segundo Villas-Boas, e com os seios bem formados, firmes e altos. Sua cintura era fina. Os seus quadris eram largos, as coxas compridas, os pés pequenos, as mãos finas e as unhas normais. Ela era de estatura bem baixa – mal chegava nos ombros de Villas-Boas.

Essa alienígena se aproximou de Villas-Boas, em silêncio, e fitou-lhe com seus olhos grandes – não deixando dúvidas para com suas intenções. De repente, ela abraçou Villas-Boas e começou a esfregar seu rosto e corpo contra o dele. A porta tornou a se fechar e Villas-Boas ficou a sós com aquela alienígena.

Considerando a situação em que se encontrava, isso parece um tanto improvável. Mas Villas-Boas acredita que a excitação pode ter sido resultado do líquido que passaram por todo o seu corpo. De qualquer forma, Villas-Boas não conseguiu mais refrear seu apetite sexual – acabaram tendo várias relações sexuais.

Depois, a alienígena ficou cansada e começou a respirar ofegante. Segundo Villas-Boas, ele ainda estava excitadíssimo – o que demonstra que não era um estado de excitação sexual comum e natural. Antônio até tentou praticar mais sexo, mas ela recusou continuar com o ato. No momento da recusa, Villas-Boas se sentiu mal: ele percebeu que eles o queriam apenas como um reprodutor para algum tipo de experiência.

Apesar disso, segundo seu depoimento, ele tomou o cuidado para não deixar que percebessem a sua irritação; afinal, ele se encontrava nu, em um lugar estranho, com seres estranhos, completamente sem chance de fuga e, sendo assim, não seria muito prudente e inteligente demonstrar qualquer tipo de hostilidade.

Pouco depois de seus corpos terem se separado, a porta se abriu e um dos alienígenas chamou a moça. Antes de sair da sala, ela virou-se para Antônio Villas-Boas e apontou, primeiro, para sua barriga, depois, com uma espécie de sorriso, para o próprio Villas-Boas e, por último, para o alto – como se quisesse dizer que Villas-Boas iria ser pai de uma criança que irá viver no espaço.

Logo em seguida, um dos alienígenas voltou com a roupa de Villas-Boas e ele, por sua vez, se vestiu imediatamente. Segundo Villas-Boas, os alienígenas lhe devolveram tudo, menos um isqueiro que tinha em um dos bolsos – apesar de cogitar a possibilidade de que ele possa ter caído no chão no momento da luta na hora que o estavam capturando.

Quando Villas-Boas terminou de se vestir, os alienígenas o levaram de volta para o mesmo recinto que estava antes de ter entrado naquela sala.

Chegando lá, três dos tripulantes estavam sentados nas cadeiras giratórias, conversando um com o outro. Aquele que veio buscar Villas-Boas juntou-se a eles e deixaram-no sozinho. Enquanto eles falavam entre si, Villas-Boas tentou gravar na memória todos os detalhes ao seu redor e observava minuciosamente tudo quanto ali se passava.

Assim, reparou que dentro de uma caixa com tampa de vidro que estava sobre uma mesa havia um disco parecido com um mostrador de relógio; havia um ponteiro e, no lugar dos números 3, 6 e 9, uma marcação negra. Somente no lugar em que normalmente está o número 12, havia quatro pequenos símbolos negros, um do lado do outro.

Naquele momento, já bem mais calmo, Antônio Villas-Boas teve a ideia de pegar aquela coisa e levá-la consigo – a título de ter uma prova concreta de sua inacreditável aventura de abdução.

Imaginando que se os extraterrestres percebessem seu interesse por aquele objeto, talvez acabassem presenteando-o com o mesmo, tratou de se aproximar dele, aos poucos, e, quando os seres não olhavam, puxou-o da mesa com as duas mãos. Villas-Boas estimou que aquele objeto pesava, pelo menos, uns dois quilos.

Porém, os alienígenas não deram tempo para que Villas-Boas olhasse o objeto de mais perto; pois, com a rapidez de um raio, um dos seres acabou empurrando Villas-Boas para o lado, tirou a caixa de suas mãos e, aparentemente ríspido, tornou a colocá-la no lugar. Intimidado com a ação do alienígena, Villas-Boas recuou até a parede mais próxima e ficou parado, imóvel.

Enfim, depois de vários minutos, um dos alienígenas se levantou e fez um sinal para que Villas-Boas o seguisse. Assim, atravessaram a pequena antessala até a porta de entrada, já aberta e com a escada descida. No entanto, ainda não desceram, mas o ser fez Villas-Boas compreender que devia acompanhá-lo até a rampa que havia em ambos os lados da porta.

Ela era estreita, mas permitiu dar uma volta completa ao redor da nave. Primeiro foram para a frente e lá Villas-Boas viu uma protuberância metálica sobressaindo da nave. Na parte oposta havia essa mesma protuberância.

Em frente, o alienígena apontou para os picos de metal. Os três estavam firmemente ligados à nave, a do meio, diretamente com a parte dianteira. As três esporas tinham a mesma forma, base larga, diminuindo para uma ponta fina e sobressaindo horizontalmente.

Elas brilhavam como metal incandescente, mas não irradiavam nenhum calor. Um pouco acima das esporas metálicas havia luzes vermelhas; as duas laterais eram pequenas e redondas, ao passo que a da parte dianteira era enorme. Eram os possantes faróis. Acima da rampa, ao redor da nave, estavam dispostas inúmeras lâmpadas quadradas, embutidas no casco.

Seu brilho vermelho refletiu-se na rampa, a qual, por sua vez, terminava em uma grande placa de vidro grosso, que entrava fundo no revestimento de metal. Como não havia janelas em parte alguma, Villas-Boas julgou que aquela vidraça serviria para olhar para fora, mesmo que não desse boa visão, pois, visto de fora, o vidro parecia bastante turvo.

Após a vistoria da parte frontal da máquina, o alienígena levou Villas-Boas para a parte traseira (que apresentava uma curvatura bem mais pronunciada do que a da dianteira), mas, antes disso, pararam mais uma vez, quando o alienígena apontou para cima, onde estava girando a imensa cúpula em forma de prato.

Ao girar lentamente, mergulhava numa luz esverdeada, cuja fonte não era possível detectar; simultaneamente, emitia um som parecido com assobio. Quando, mais tarde, a máquina decolou, as rotações da cúpula se aceleraram progressivamente, até desaparecer por completo, e, em seu lugar, permanecer apenas um brilho de luz vermelho clara.

Ao mesmo tempo, o ruído cresceu para um estrondoso uivar. Depois de ter mostrado toda a parte externa da nave para Villas-Boas, o alienígena o levou para a escada metálica e deu a entender que ele estava livre para ir embora.

Ele apontou primeiro para si próprio, depois para Villas-Boas e, finalmente, para o quadrante sul no céu. Em seguida, fez sinal de que ia recuar e desapareceu no interior da nave.

A escada metálica foi se recolhendo e a porta da nave se fecha. As luzes das esporas metálica do farol principal e da cúpula ficaram progressivamente mais intensas com o aumento das rotações. Lentamente, a máquina subiu, em uma linha vertical, recolhendo, ao mesmo tempo, seu trem de pouso.

O óvni subiu devagar, até uns 30 a 50 metros de altura; lá parou por alguns segundos, enquanto sua luminosidade se tornava mais intensa. O ruído de uivar tornou-se mais forte, a cúpula começou a girar com uma velocidade enorme, ao passo que sua luz foi se transformando progressivamente, até ficar vermelho clara.

Naquele instante, a nave inclinou-se ligeiramente para o lado, ouviu-se uma batida rítmica e, repentinamente, desviou-se para o sul, desaparecendo de vista uns poucos segundos depois. Finalmente, Villas-Boas voltou para o seu trator.

À 01h15 foi levado para o interior da nave alienígena e retornou somente às 5h30 da madrugada – por mais de quatro horas ficou sob tutela dos seres alienígenas.

Com o passar do tempo, Villas-Boas formou-se em Direito, casou-se e teve quatro filhos.

Símbolos vistos por Villas-Boas dentro da nave