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Kundalini ioga e os fundamentos tântricos

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Falando sobre ocultismo oriental, afirmamos que, em matéria de Esoterismo Tântrico, há muito material para investigar, estudar, analisar. Em toda a Ásia existe uma multidão de escolas que estão de acordo com a virtude da continência e a não ejaculação do licor seminal. Umas são partidárias do sistema de celibato ou brahmacharya, outras do Maithuna ou conexão sexual moderada e sem apego; porém, desgraçadamente, com orgasmo e ejaculação do precioso licor seminal.

As legítimas escolas tântricas brancas da Índia, China, Tibete, Japão etc. ensinam o Sahaja Maithuna (Magia Sexual), sem derramamento do licor seminal. Em certas escolas tântricas muito incompletas da Índia, o Sahaja Maithuna (Magia Sexual), só se realiza uma única vez na vida, sob a direção do Guru, quem vigia o despertar do fogo sagrado e orienta sua ascensão inteligentemente ao longo ao canal medular, com passes magnéticos e imposição das mãos.

Estamos informados de que antes de realizar este trabalho de Sexo Ioga, tanto o sadhaka, como a sadhaka, passam por uma intensiva preparação em técnicas bhakta-ioguísticas, bandhas, mudras, kriyas, pratyara, dharana, dhyana etc. Para esses iogues tântricos o bhakti e raja-ioga estão intimamente relacionados e formam um todo único.

Todas essas práticas de ioga conduzem o iogue e a ioguine até o Maithuna (Magia Sexual). Neste ato, segundo informações recebidas, se aplicam o kechari mudra e o vajroli mudra, e depois de iniciada a Dança de Shiva e Shakti sentam-se a meditar, o iogue e a ioguine, de costas um contra o outro, espinha dorsal contra espinha dorsal, com o propósito de lograr completo domínio mental e respiratório/emocional.

Depois vem a conexão sexual em Shidhasana ou Vajrasana, ou a ioguine é elevada no ar por umas vestais e o iogue se conecta com ela em Urdhva-Padmasana, para facilitar o Urdhvareta, e absorver o sêmen, que deve chegar até o cérebro.

Todas as informações recebidas do Hindustão dizem que depois de lograda a imobilidade de manas, prana e apana, o iogue seminiza seu cérebro e levanta a Kundalini definitivamente; porém, esta prática na Índia é só para os iogavataras.

O Kama Kalpa da Índia ensina todas as asanas ou posturas sagradas do Maithuna. É claro que muitas dessas posturas não servem para o mundo ocidental e outras são demasiado escandalosas. Normalmente, o iogue hindustâni senta-se com as pernas cruzadas ao estilo do Buddha e a ioguine senta-se sobre as pernas do iogue cruzando estas em forma tal que o corpo do iogue fica envolto entre as pernas da ioguine. Então vem a conexão sexual, retirando-se o casal antes do espasmo para evitar a ejaculação do sêmen.

Na Idade Média muitos gnósticos praticavam o Maithuna com virgens vestais e a esta prática denominavam virgine subintroductus (magia sexual).

O virgine subintroductus com virgens vestais era formidável. Praticava-se em forma de carezza, sem deflorá-las; deitados de lado varão e sacerdotisa, vinha a conexão sexual; o varão subintroduzia com sumo cuidado o phalo na parte compreendida entre os lábios vaginais e o hímen.

Com o tempo, o hímen ia se tornando elástico e a introdução chegava a ser cada vez mais profunda e a mulher continuava sendo virgem. Assim nunca perdia sua virgindade. Conservava-se virgem para toda sua vida e com ela o homem se realizava, levantando a Kundalini pelo canal medular.

Com o Maithuna, o varão assimila a mulher e a mulher o varão, e assim se chega ao estado do hermafrodita divino dos Elohim, ao Teleios Antrophos.

A melhor Asana ou postura sagrada do Maithuna é a normal. Peito contra peito, frente contra frente, plexo contra plexo para formar um androginismo perfeito, e logo homem e mulher retiram-se do ato sexual antes do orgasmo e da ejaculação seminal.

O pseudoesoterismo e o pseudo-ocultismo reacionário supõem que se pode despertar a Kundalini mediante o brahmacharya ou celibato forçado.

Todos os iniciados das escolas autênticas de Mistérios sabem muito bem, por experiência direta, que é impossível lograr o despertar e desenvolvimento dos sete graus do poder do fogo sem as práticas tântricas.

Existem duas classes de Brahamacharya (abstenção sexual): Brahamacharya solar e Brahamacharya lunar.

O Brahmacharya Solar é obrigatório para todos aqueles que já nasceram nos Mundos Superiores com os Corpos Solares, para aqueles que já saíram da Nona Esfera.

O Brahmacharya lunar é praticado por muitos equivocados sinceros, por muitos ignorantes que nunca trabalharam na Nona Esfera, que não fabricaram os Corpos Solares, que estão sem autorrealização íntima.

O Brahmacharya lunar (abstenção sexual) daqueles que não fabricaram os Corpos Solares é prejudicial porque o sujeito se carrega de terríveis vibrações veneniooskirianas espantosamente malignas.

Entenda-se por vibrações veneniooskirianas as forças sexuais centrífugas lunares. Esse tipo de vibrações tenebrosas pode despertar o Órgão Kundartiguador. Muito se tem falado sobre a serpente ígnea de nossos mágicos poderes, porém, muito pouco se tem dito sobre o Órgão Kundartiguador.

É urgente saber que quando a serpente se precipita para baixo desde o cóccix, converte-se na cauda de Satã, o Abominável Órgão Kundartiguador. O Brahmacharya lunar com suas terrivelmente malignas vibrações veneniooskirianas origina fanatismo e cinismo experto em alto grau.

Os infrassexuais degenerados odeiam e condenam aos gnósticos porque ensinamos os Mistérios Do Sexo. Os infrassexuais degenerados se escandalizam dos Mistérios do Sexo, porém jamais se escandalizam de sua lascívia, adultérios, fornicações etc.

Quem quiser se autorrealizar sem o Maithuna (magia sexual), é seguro candidato para os mundos-infernos do reino mineral submerso.

Existem três classes de tantrismo: branco, negro, cinza. No tantrismo branco, proíbe-se a ejaculação do sêmen. No tantrismo negro é obrigatório ejacular o sêmen. No tantrismo cinza não se lhe dá importância à ejaculação do sêmen, porém ao longo converte-se em negro.

Com o tantrismo branco a serpente sobe pelo canal medular ao longo da espinha dorsal. Com o tantrismo negro a serpente baixa, projeta-se desde o cóccix para os infernos atômicos do homem, convertendo-se na cauda de Satã.

A Kundalini tem sete graus de poder do fogo. Só praticando o Maithuna diariamente e durante 20 a 30 anos é que se consegue o desenvolvimento total da Kundalini.

A serpente baixando, o Órgão Kundartiguador desenvolve os chacras inferiores do baixo-ventre e converte o homem em uma besta maligna, terrivelmente perversa.

A serpente subindo pelo canal medular da espinha dorsal desenvolve todos os poderes divinos do ser humano. Devi-Kundalini é a serpente ígnea de nossos mágicos poderes é Ísis, Adônia, Reia, Cibele, Tonantzin, Maria etc. OS Corpos Solares são gestados no ventre de Devi-Kundalini, a Mãe Divina.

Quando o iniciado nasce de entre o ventre da Mãe Divina nos mundos superiores, quando sai da Nona Esfera, já fica proibido de regressar à Nona Esfera (o sexo).

Os duas vezes nascidos entram em um templo secreto, e se voltassem ao sexo cairiam perdendo todos seus poderes.

Todo iniciado que alcança esse segundo nascimento de que falou Jesus a Nicodemo se defronta então com o problema de desintegrar o Ego ou eu pluralizado e eliminar os Corpos Lunares.

Se o iniciado não dissolve o eu pluralizado e elimina os Corpos Lunares, converte-se em um hanasmussiano com duplo centro de gravidade.

O mestre secreto vestido com os Corpos Solares e o eu pluralizado vestido com os Corpos Lunares constituem uma dupla personalidade, um problema muito grave que deve ser solucionado. Todo hanasmussiano tem duas personalidades internas; a primeira, solar e a segunda, lunar. O mestre recém-nascido tem que eliminar a interna personalidade Lunar se é que não quer converter-se em hanasmussiano.

Entre os hanasmussianos mais notáveis temos o caso de Andrameleck. Existe o Andrameleck mago branco e o Andrameleck terrível e espantoso mago negro. Não obstante, ambos sujeitos tão diferentes e distintos constituem um só indivíduo.

É claro que Andrameleck, o tenebroso, terá que involucionar no reino mineral submerso até tornar-se pó. Só assim poderá libertar-se a Essência o Budata, a Alma, para regressar ao Andrameleck branco, ao Mestre secreto.

O mestre recém-nascido com seus Corpos Solares, deve amar sua Mãe Kundalini, adorá-la, render-lhe culto. Só ela pode ajudá-lo a eliminar as distintas Entidades que em seu conjunto constituem o eu pluralizado.

Nos mundos internos, todo mestre recém-nascido é submetido a muitas provas esotéricas. Esta classe de provas permite ao recém-nascido mestre conhecer a fundo todas as entidades subconscientes, submersas, que vêm de um remoto passado e que constituem seu eu pluralizado.

Só a Mãe Divina pode eliminar dos Corpos Lunares essas tenebrosas entidades que personificam nossos defeitos secretos e que vêm de um remoto passado. O iniciado deve compreender a fundo e em todos os terrenos da mente cada defeito, mas é urgente saber que a mente não pode reduzir a poeira cósmica nenhum defeito.

O único que a mente pode fazer é controlar os defeitos, escondê-los de si mesma, passá-los de um terreno da mente a outro terreno da mente etc. As modificações logradas pela mente são muito superficiais, não servem. Nós necessitamos de mudanças radicais e profundas e isso é possível com ajuda da Mãe Kundalini, a serpente ígnea de nossos mágicos poderes.

Nos distintos terrenos inconscientes, subconscientes, infraconscientes etc. de nossa própria mente, temos entidades que fazem, que executam ações totalmente opostas às que o iniciado está acostumado a executar.

Essas estranhas entidades submersas são espantosamente fornicárias, adúlteras, criminosas, perversas, e estão metidas dentro de nossos Corpos Solares, porém, não estão presas dentro desses corpos. Elas saem, entram, viajam, projetam-se em todas as regiões moleculares da Natureza.

Se o iniciado está meditando, tratando de compreender, por exemplo, o defeito da luxúria para eliminá-lo, enquanto está em seu Trabalho, nos mundos internos resulta fazendo o contrário, fornicando, adulterando etc.

Essa classe de entidade age nas regiões subconscientes, submersas, de forma independente e fora de nossa razão e de nossa vontade, porém, não são entidades estranhas, alheias, são eu mesmo, mim mesmo, si mesmo.chakra01

Qualquer mestre recém-nascido sofre o indizível devido a que não pode controlar essas partes subconscientes de si mesmo, essas Entidades Submersas, infraconscientes, inconscientes etc., e não tem mais remédio que suplicar ajuda, pedir, clamar à Mãe Kundalini, à serpente sagrada.

Nisso das provas esotéricas existe uma didática cósmica. O iniciado é submetido uma vez ou outra a determinada prova e se falha então necessita clamar, pedir ajuda à Divina Mãe Kundalini, rogar à Serpente Sagrada que lhe extraia, que lhe elimine de seus Corpos Lunares o eu psicológico e a entidade psicológica que personifica o defeito que lhe fez fracassar na prova.

O iniciado é submetido a muitas provas esotéricas, algumas se relacionam com a ira, outras com a cobiça, aquelas com a luxúria, com a inveja, preguiça, gula etc., porém seguindo uma ordem, uma didática especial. O iniciado é colocado uma e outra vez em circunstâncias situacionais e tempos diferentes onde nem remotamente se lembra de seus estudos esotéricos, nem do caminho etc.

O trabalho de eliminar essas entidades que constituem o eu pluralizado é mais amargo que o fel e o iniciado sofre o indizível nas provas, porque nas regiões subconscientes, inconscientes, infraconscientes etc., o Iniciado resulta fornicando, adulterando, cometendo delitos que jamais cometeria no mundo físico, nem por todo o ouro do mundo.

chakra02Só a Mãe Kundalini, só a Divina Mãe pode ajudar o iniciado neste trabalho de lançar entidades submersas aos mundos infernos.

Quando os Corpos Lunares ficam vazios, quando o eu pluralizado já não habita neles, então vem um transe místico e o iniciado permanece três dias nos mundos internos. Durante estes três dias o corpo fica como morto e quando o iniciado regressa a este corpo físico vem com seus Corpos Solares.

Já não tem os Corpos Lunares. Os Adeptos Superiores o ajudam, tirando-lhe esses veículos que, logo, pouco a pouco, vão se desintegrando no mundo molecular.

O iniciado com seus Corpos Solares está totalmente autorrealizado, é um mestre do dia, um mestre do Mahavântara com poderes sobre a Vida e a Morte, sobre tudo o que é, sobre tudo o que tem sido, sobre tudo o que será. Quem tiver estudado a história da magia sabe muito bem que em todas as épocas se disse que os grandes iniciados ficavam três dias mortos e que ao terceiro dia ressuscitavam.

Em certos templos secretos se punha a lança sobre o peito do místico e este caía em transe. Aos três dias o corpo era colocado com a cabeça para o Oriente para a ressurreição. O que o iniciado aprendia nos mundos internos durante esses três dias corresponde aos Mistérios.

Samael Aun Weor, O Colar de Buda

O planeta destruidor e o fim do mundo

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A Gnose nos ensina que não devemos ficar na ignorância, pois esta é o pior inimigo do ser humano, como nos ensina o Buda Sidarta Gautama. Passamos a seguir informações que chegavam dos mais diversos ramos científicos, místicos, espirituais, ou canais de informação, como a internet, cruzamos dados interessantes a respeito de um planeta que se aproxima da Terra, e cuja gravidade foi a responsável pelo desvio do eixo da Terra. Tempos atrás, escritos sumérios sobre a existência de um planeta cuja órbita se estendia por outros sistemas solares. Agora pode-se ter uma descrição melhor, coletada a partir de diversas fontes:

Sobre o tal planeta, batizado pelos esoteristas de diversas linhas com o nome de Hercólobus (ou Hercólubus), há inúmeras informações, de diversas fontes, que afirmam enfaticamente sobre sua existência e influência sobre nosso sistema solar, especialmente sobre a Terra.

Há uma presença constante em muitas lendas e escritos antigos falando de um certo planeta ou astro que visitaria a Terra periodicamente. Os espíritas o chamam de Planeta Chupão ou Planeta X; o Apocalipse biblico, Absinto; os babilônios, de Nibiru; os gnósticos, de Hercólobus. E também de Marduk, que é como os sumérios o conheciam. O aparecimento cíclico desse corpo celeste está milenarmente ligado a catástrofes e fins de civilizações, tais como os lemurianos, os atlantes…

As informações que temos é de que o tal planeta é muito grande, maior que Netuno, Saturno e Júpiter juntos, e tem uma órbita extremamente elíptica, com um perigeu (distância máxima do Sol) de 400 a 500 unidades astronômicas (1 ua = distância da Terra ao Sol), e um perigeu de umas 4 ou 5 ua (entre o Cinturão de Asteroides e Júpiter). Ou seja, a maior parte do tempo ele fica longe demais do Sol (daí a dificuldade de sua detecção).

Parece que ele é dotado de uma espécie de camada tênue sobre a atmosfera, para conservar o calor, a qual está em infravermelho, fora do espectro visível, daí muitos videntes dizerem que este é um planeta de cor tipicamente avermelhada. Lembramos que apenas em 1997 é que foi encontrado o chamado décimo planeta, a uma distância de cerca de 120 ua! (Plutão dista do Sol quase 40 ua). Imagine 500 ua, coisa ainda difícil de ser pesquisada!

A aproximação desse gigante dos céus poderá causar seriíssimas perturbações na Terra e em outros planetas, especialmente em Marte e Urano, segundo constam afirmações gnósticas. Daí a correlação toda com várias profecias, e isto deverá ser nas próximas décadas. É claro que ele já foi detectado por diversos cientistas, e podemos ter certeza de que a preocupação nos meios da Inteligência norte-americanos é enorme.

Marduk, Planeta X, Hercólobus… Seja qual for o nome, todos referem-se ao mesmo planeta. Seria o mesmo “abominável da desolação” de Jesus, a “abominação desoladora” do profeta Daniel, a “grande estrela ardente com um facho, chamada Absinto” do Apocalipse de João, a “grande estrela”, “o grande rei do terror”, “o monstro” ou “o novo corpo celeste” de Nostradamus, o “astro intruso” ou “planeta higienizador” da entidade espiritual chamada Ramatis (que foi o primeiro a utilizar o nome “Hercólobus” na atualidade), o “Planeta Chupão” citado por Chico Xavier, ou o “Planeta X” procurado pelos astrônomos…

O que os diversos profetas falam

Há certa semelhança entre o que fala o Velho Testamento e Nostradamus. Tais profecias são corroboradas pelo que se pode ler nos livros espiritualistas.

“E a um eclipse do Sol sucederá o mais escuro e o mais tenebroso verão que jamais existiu desde a Criação até a paixão e morte de Jesus Cristo, e de lá até esse dia, e isto será no mês de outubro, quando uma grande translação se produzirá, de tal modo que julgarão a Terra fora da órbita e abismada em trevas eternas.” (Nostradamus, Carta a Henrique II )

“O Sol converter-se-á em trevas, e a Lua em sangue, ao se aproximar o grandioso e temível Dia do Senhor.” (Livro de Joel)

“Quando o sol ficar completamente eclipsado;
O monstro será visto em pleno dia;
mas o interpretarão de outra forma.
Não serão tomados cuidados: ninguém irá prevê-lo.” (Nostradamus, cent. III, quadra 34 )

Por passar em uma órbita perpendicular à da Terra, Marduk ainda não foi captado. E quando o for, os cientistas calcularão que ele passará distante. Será uma mera atração astronômica, como o cometa Halley. Mas subitamente o planeta desviará sua trajetória (na verdade o erro será de cálculo da órbita) e passará astronomicamente “perto” da Terra, ou seja, o suficiente para as alterações às quais alude Nostradamus e a Isaías, na Bíblia. Os espiritualistas avisam que a população não será alertada, até ser tarde demais. Nosso planeta sacudirá por 3 dias e 3 noites.

“A Terra está de todo quebrantada, ela se move totalmente com violência. A Terra cambaleia como um bêbado e balanceia como rede de dormir.” (Isaías, 24:19-21)

“E logo depois da tribulação daqueles dias, escurecer-se-á o Sol, e a Lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potestades do céu serão abaladas. E então aparecerá o sinal do Filho do Homem no céu, como o relâmpago que sai do Oriente e se mostra até o Ocidente.” (Mateus, 24:27)

“Estrelas cairão do céu.” Isso se deve à nossa perspectiva: quando a terra tremer (e bota tremer nisso), teremos as constelações “se movendo” rapidamente. O “sinal”, visto de todo o planeta, muito provavelmente é o cometa de que fala Nostradamus, que pode ser Marduk. Outra hipótese é ainda mais espantosa, talvez com os extraterrestres finalmente descendo em todas as capitais da Terra em grandes naves (como é prometido nas Profecias de Samael).

Outra, defendida pelos gnósticos, é que quando a Terra for deslocada abruptamente de seu eixo natural (23º em relação ao Sol), será como se as estrelas do céu tivessem se movido, ou seja, caído, mas na realidade é a alteração do eixo terrestre, causando o “desabamento” de continentes inteiros, o afundamento de vastas glebas de terras por todo o mundo, e o surgimento de outras…

“Aparecerá no céu, no norte, um grande cometa.” ( Nostradamus, Cent. II, 43)

“A Lua, devido ao novo corpo celeste, aproximar-se-á da Terra e seu disco aparecerá 11 vezes maior que o Sol, o que provocará maiores marés e inundações.” (Nostradamus, cent. IV, 30 )

A Terra, que atualmente tem o seu eixo levemente inclinado (cerca de 23º), recuperará sua posição vertical. O mar invadirá continentes adentro e novas terras aparecerão do oceano. Deve-se, então, procurar os lugares mais altos? Isso será suficiente para a salvação da população terrestre? Ou nossa única saída é a “morte”?

O Cristo Jesus disse: “Quando virdes o Abominável Devastador, que foi predita pelo profeta Daniel, posta no lugar santo (firmamento?) – o que lê, entenda –, então os que se acham na Judeia fujam para os montes. (Mateus 24: 15-16)

As fontes de estudo são unânimes em afirmar que dois terços da população da Terra morrerão: “Em toda a terra, diz o Senhor, dois terços dela serão eliminados, e perecerão, mas a terceira parte restará nela.” (Zacarias, 13:8)

“Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro…” (Zacarias, 13:9)

Claro que tudo isso pode ser evitado, como o próprio Nostradamus diz. E ele continua: bilhões vão morrer, mas um terço da humanidade TALVEZ sobreviverá e repovoará o planeta, e a Terra viverá em paz pelos restos de seus dias, isso se os seres humanos seguirem os ditames da harmonia espiritual.

Espiritualidade e o Fim dos Tempos

Interpretando esse fenômeno na visão espírita e católica, essa será “a separação do Joio do Trigo”. Diz-se que os ciclos de reencarnação na Terra estão acabando, pois a Terra deixará de ser um planeta de expiações (pagamento de penas kármicas, devido à extinção de nosso Ego animal), e, quem não “tomar jeito” agora, não vai ter mais tempo de se redimir, indo para outras esferas (dimensionais) mais baixas (as dimensões inferiores, ou infernais).

Ou seja… o paraíso é aqui, em nosso próprio coração, em nossos Mundos Interiores… ou melhor, será aqui, algum dia. Marduk vibra numa faixa tão baixa, tão ruim, que os espíritos afinados com essa faixa vão ser sugados para lá ou irão para o Abismo, para a Segunda Morte, segundo o Apocalipse…

Detecção do Planeta Hercólobus

É verdade. Ele já foi detectado por cientistas, mas que não estão fazendo alarde. A massa (como os cientistas o chamam ainda) está chegando a Plutão. A órbita dele sai do nosso sistema solar e vai para outro. Não pode ser visto, pode somente ser detectado devido às influências que ele já está causando em nosso Sol e nos planetas mais distantes de nosso sistema. Os cientistas apenas sabem que ele existe devido às interferências que produz nos planetas Urano, Netuno e Plutão).

Outro fator é que a órbita dele é perpendicular à da Terra. Só se sabe da existência dele porque, quando ele passa próximo a alguma estrela, a gravidade dele causa uma curvatura na luz que chega aqui na Terra. É assim que se descobrem muitos planetas fora do nosso sistema solar. E assim foi descoberto que essa “massa” é dotada de grande poder gravitacional. (Em 1980 o jornal O Globo publicou que as sondas Pioneer 10 e 15 estavam à procura de um suposto planeta X, que, com sua força, alterou as órbitas de Netuno e Urano.)

Os cientistas têm 99% de certeza de que isso foi causado por um corpo com a massa muitas vezes maior do que a Terra. Tudo isso cientificamente… um cientista chegou a cogitar a hipótese de esse planeta ser na verdade uma anã, ou um buraco negro. Os povos antigos sabiam, de alguma forma, da existência de um planeta “anômalo”, assim como os sumérios, que descreviam a órbita desse planeta, que leva 6.666 anos terrestres para percorrer uma órbita elíptica em torno de seu Sol.

Esse Sol é chamado esotericamente de Sol Tylar. Os sumérios o chamavam de Nibiru. Os babilônios o rebatizaram de Marduk, em homenagem ao seu deus nacional. Também conhecido como Hercólobus ou Hercólubus. Os sumérios dizem que o planeta era habitado pelos Anunnaki, também conhecidos como Nefilim, que utilizavam a órbita singular do planeta como um observatório em movimento.

Será Hercólobus o Anjo Executor do planeta Terra? Quem viver verá. E quem “morrer” se salvará!!!

Copan – A runa Gibur

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Copan foi uma prolífica e poderosa cidade maia, localizada a oeste de Honduras (país da América Central). Esotericamente, possuía templos e ricas esculturas, indicando que sua especialidade era a Magia Elemental e a Magia Dévica.

Uma das esculturas mais impressionantes de acervos artísticos, trata-se de uma série de esculturas, e cada uma conta determinados dramas, tanto em âmbito histórico quanto esotérico.

No exemplo abaixo, o VM Samael Aun Weor nos ensina acerca da estátua conhecida pelos historiadores como O Deus da Chuva, e na Gnose como O Portador da Chama (ou Postura Gibor):

Descrição da Rina Gibur: Cruz Jaina ou Suástica, Cruz em Movimento

Representa: Sexo-Yoga, Maithuna, Magia Sexual,  Alquimia Sexual.

Muito interessante esta figura, uma perna para cima e outra para baixo, indicando a runa Gibur.

Tem na mão uma espécie de cálice, marcado com a cruz Tao. Do cálice sai uma chama.

Esta simples figura indica-nos por si mesma o trabalho na nona esfera. A runa Gibur designa geração, Gnosis, a força sexual.

O cálice representa o yoni feminino, o princípio eterno.

Bafometo tem o mesmo significado de Lúcifer…

Da Idade Média encontramos inúmeras representações do Bafometo. O Bafometo é o que dá impulso sexual sem o qual é impossível a autorrealização íntima do Ser.

As oito portas indicam as 8 grandes iniciações que todo adepto deve qualificar-se para recebê-las. Também indica a estrela de oito pontas. As seis grandes inferiores designaram a “Indecisão” para lançar-se à eliminação do ego.

Luta terrível entre o amor e o desejo, mistérios do ligam yoni, a suprema afirmação e a suprema negação, de Satã.

Assim como está representado, o Bafometo convida-nos a adentrar no templo, mas são poucos os que podem adentrar ao templo da sabedoria.

Ali está um grande livro da Mãe Natureza onde estão escritas as Leis Cósmicas. Raros são os que podem abri-lo e nele estudar. A prova do santuário é muito terrível e os aprovados recebem o Anel ou Selo de Salomão; onde estão representadas as forças positivas e negativas do magnetismo universal.

O selo de Salomão reúne o trabalho na Grande Obra. As 6 pontas da estrela são masculinas, as reentrâncias são femininas. Totalizando doze raios, símbolo perfeito do sol central.

No Macrocosmo, a runa Gibur representa as incessantes evoluções e involuções dos Sete Cosmos. Seus braços apoiados na incansável rotação terrestre e no movimento renovador do jardim cósmico.

No plano físico representa o homem com um dos braços para cima e outro em direção à terra.

É o Martelo de Thor, produtor das tempestades, ação dos pigmeus da terra para defenderem-se dos gigantes ou forças titânicas pro-cósmicas opostas a lei da harmonia universal.

A runa Gibur é um signo alquímico, cosmogônico e antropogônico, sob 7 chaves de interpretação. No México asteca significa o Deus da Vida e traz a Suástica sobre a fronte.

Com os mistérios desta Runa magnificamente elaborada nas ruínas de Copan chega-se ao Segundo Nascimento.

Gibur  altar, gibraltar, alta magia.

Mistérios de Copan
A Escadaria dos Hieróglifos
Campo de Bola Cerimonial
Templo das Meditações
A Runa Gibur
O Deus Morcego

A doença do amanhã

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É urgente estudar a Gnose e usar as ideias práticas que damos para trabalhar seriamente sobre si mesmos. É urgente valorizar o Trabalho Gnóstico Esotérico, é essencial compreendê-lo e apreciá-lo se realmente queremos uma mudança radical.

Existem pessoas que a qualquer momento de sua existência vêm aos estudos gnósticos, brilham com a força da emoção, se entusiasmam com o Trabalho Esotérico e até juram dedicar toda a sua existência a estas questões. Inquestionavelmente, todos os irmãos em nosso movimento até admiram tal entusiasta.

Não se pode deixar de sentir grande alegria ao ouvir pessoas tão devotas e definitivamente sinceras. Porém, o idílio não dura muito. Um dia, por este ou aquele motivo, justo ou injusto, simples ou complicado, a pessoa se retira da Gnose, depois sai do Trabalho, e para arrumar a bagunça, ou tentando se justificar, ela se junta a qualquer outra organização mística e pensa que está se saindo melhor agora.

Todo esse ir e vir, toda essa mudança incessante de escolas, seitas, religiões, deve-se à multiplicidade de eus que, dentro de nós, lutam entre si pela própria supremacia.

Já que cada eu tem seus próprios critérios, sua própria mente, suas próprias ideias, essa mudança de opinião dificilmente é normal, essa vibração constante de organização, de ideal em ideal etc.

O próprio sujeito nada mais é do que uma máquina que que serve de veículo tanto para um eu como para outro. Alguns eus místicos se enganam: depois de abandonarem esta ou aquela seita resolvem se crerem deuses, brilham como fogos-fátuos e, finalmente, desaparecem.

Há pessoas que por um momento se voltam para a Obra Esotérica e depois, no momento em que outro eu intervém, abandonam definitivamente esses estudos e se deixam engolir pela vida.

Obviamente, se você não lutar contra a vida, ela te devora; e há raros candidatos que realmente não se deixam engolir pela vida.

Existindo dentro de nós toda uma multiplicidade de eus, o CENTRO PERMANENTE DE GRAVIDADE não pode existir. Na ausência de uma verdadeira individualidade, é impossível haver continuidade de propósitos.

Se não existe um indivíduo psicológico, se em cada um de nós vivem muitas pessoas, se não existe um sujeito responsável, seria absurdo exigir de alguém a continuidade de propósitos.

Bem sabemos que muitas pessoas vivem dentro de uma pessoa, então o sentido pleno de responsabilidade não existe realmente em nós.

O que um dado eu afirmo em dado momento não pode ser sério pelo fato concreto de que qualquer outro eu pode afirmar exatamente o contrário em qualquer outro momento.

O sério a respeito de tudo isso é que muitas pessoas acreditam ter um senso de responsabilidade moral e se enganam afirmando que são sempre as mesmas.

É normal que nem todos os assuntos se realizem intimamente. Bem sabemos que a Autorrealização Íntima do Ser requer continuidade de propósitos e, visto que é muito difícil encontrar alguém que tenha um Centro de Gravidade Permanente, então não é surpreendente que a pessoa que atinge a Autorrealização Interior profunda seja muito raro.

Normalmente, alguém se entusiasma com o Trabalho Esotérico e então o abandona; o estranho é que alguém não se retire do Trabalho e atinja a META.

Certamente e em nome da verdade, afirmamos que o Sol está fazendo um experimento laboratorial muito complicado e terrivelmente difícil.

Dentro do animal intelectual erroneamente chamado Homem existem germes que, devidamente desenvolvidos, podem nos tornar Homens Solares.

Porém, vale esclarecer que não é seguro para esses germes se desenvolvam, o normal é que estes degeneram e infelizmente se percam.

Em todo caso, os referidos germes que podem nos transformar em Homens Solares precisam de um ambiente adequado, pois é sabido que a semente em ambiente estéril não germina, ela se perde.

Para que a verdadeira semente do Homem, depositada em nossas glândulas sexuais, germine, é necessária uma CONTINUIDADE DE PROPÓSITOS e um corpo físico normal.

Como poderíamos ter continuidade de propósitos se não estabelecermos o Centro de Gravidade em nossa psique? Qualquer Raça criada pelo Sol não tem, certamente, outro propósito na Natureza senão o de servir aos interesses desta Criação e do experimento solar.

A criação do Homem Solar não é possível se não estabelecermos primeiro um Centro de Gravidade Permanente dentro de nós.

A criação dos Homens Solares é possível quando se luta para se tornar independente das forças lunares. Não há dúvida de que todos os eus que carregamos em nossa psique são de tipo exclusivamente lunar.

De forma alguma seria impossível nos libertarmos das forças lunares se não estabelecêssemos previamente em nós mesmos um Centro de Gravidade Permanente.

Como poderíamos dissolver a totalidade do eu pluralizado se não temos continuidade de propósitos? De que forma poderíamos ter continuidade de propósitos sem ter previamente estabelecido um Centro de Gravidade Permanente em nossa psique?

Visto que a Raça atual, em vez de se tornar independente das influências lunares, perdeu todo interesse pela inteligência solar, ela inquestionavelmente se condenou à involução e à degeneração.

Não é possível que o verdadeiro Homem surja por meio da mecânica evolucionária. Bem sabemos que a evolução e sua irmã gêmea, a involução, são apenas duas leis que constituem o eixo mecânico de toda a Natureza. Ele evolui até certo ponto perfeitamente definido e então vem o processo involutivo… toda subida é seguida por uma queda e vice-versa.

Somos máquinas controladas exclusivamente por diferentes Eus. Servimos à “economia da Natureza”, não temos uma individualidade definida como muitos pseudoesoteristas e pseudo-ocultistas erroneamente supõem.

Precisamos mudar com a maior urgência para que os germes do Homem deem frutos. Somente trabalhando em nós mesmos com verdadeira continuidade de propósitos e completo senso de responsabilidade moral podemos nos tornar Homens Solares. Isso implica consagrar toda a nossa existência ao Trabalho Esotérico sobre nós mesmos.

Aqueles que esperam alcançar o estado solar por meio da mecânica da evolução estão se iludindo e se condenando de fato à degeneração involutiva.

No Trabalho Esotérico não podemos nos permitir versatilidade. Aqueles que têm ideias de cata-ventos, aqueles que hoje trabalham o seu psiquismo e amanhã se deixam engolir pela vida, aqueles que procuram evasivas, justificativas para abandonar o Trabalho Esotérico, irão degenerar e regredir.

Alguns postergam seus erros, deixam tudo para amanhã enquanto melhoram sua situação econômica, sem levar em conta que o experimento solar é algo muito diferente de seus critérios e seus projetos usuais.

Realmente, uma pessoa é o que sua vida é. Aquilo que continua além da morte é a vida. Este é o sentido do livro da vida que se abre com a morte.

Olhando para essa questão sob um ponto de vista estritamente psicológico, qualquer dia em nossa vida é realmente uma pequena réplica de toda a vida.

De tudo isso podemos inferir o seguinte: SE UM HOMEM NÃO TRABALHA SOBRE SI MESMO HOJE, ENTÃO NUNCA MUDARÁ!

Quando se afirma que se quer trabalhar sobre si mesmo e não se trabalha hoje, e adiando para amanhã, tal afirmação será um projeto simples e nada mais que isso, porque o hoje é a réplica de toda a nossa vida.

Existe um ditado vulgar que diz: “Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje.

Se um homem disser: “Trabalharei em mim mesmo amanhã”, ele nunca trabalhará em si mesmo, porque sempre haverá o amanhã.

Isso é muito parecido com determinado aviso, anúncio ou placa que alguns comerciantes colocam em suas lojas: “Hoje não tem fiado, amanhã sim”.Quando alguém precisa solicitar crédito, encontra o terrível aviso e, se voltar no dia seguinte, encontra o infeliz anúncio, e assim sucessivamente.

Isso é o que se chama em psicologia de A DOENÇA DO AMANHÃ.

Enquanto um homem disser “amanhã”, ele nunca mudará.

Precisamos urgentemente trabalhar em nós mesmos hoje, não sonhar preguiçosamente no futuro ou em uma oportunidade extraordinária.

Aqueles que dizem “vou fazer isso ou aquilo primeiro e depois vou trabalhar”, nunca trabalharão sobre si mesmos; esses são os habitantes da terra mencionados nas Sagradas Escrituras.

Conheci um poderoso proprietário de terras que disse: “Primeiro preciso me recompor e depois trabalharei sobre mim mesmo”.

Quando ele ficou mortalmente doente, visitei-o e fiz-lhe a seguinte pergunta: “Você ainda quer se prevenir com mais terras?” “Eu realmente sinto muito por ter perdido meu tempo”, respondeu ele. Dias depois ele morreu, tendo reconhecido seu erro.

Aquele homem tinha muitas terras, mas queria apoderar-se das propriedades vizinhas, “cercar-se”, para que a sua propriedade fosse limitada exatamente por quatro estradas.

“A cada dia, seu afã”, disse o Grande Cabir Jesus: a observar-nos hoje, a respeito do dia sempre recorrente, que é uma miniatura de toda a nossa vida.

Quando um homem começa a trabalhar hoje sobre si mesmo, quando vê seus problemas e tristezas, ele está no caminho do sucesso.

Se uma pessoa começasse o dia conscientemente, é óbvio que esse dia seria muito diferente dos outros dias.

Quando você toma toda a sua vida como o dia de hoje em que está vivendo, quando você não deixa para amanhã o que precisa ser feito hoje, você realmente passa a saber o que significa trabalhar sobre si mesmo.

Nunca um dia é sem importância. Se realmente queremos nos transformar radicalmente, devemos nos ver, nos observar e nos compreender diariamente.

No entanto, as pessoas não querem se ver. Alguns, querendo trabalhar sobre si mesmos, justificam sua negligência com frases como as seguintes: “Trabalhar no escritório não permite trabalhar sobre si mesmo”. Essas palavras são sem sentido, vazias, vãs, absurdas, que só servem para justificar a indolência, a preguiça, a falta de amor pela Grande Causa.

Pessoas assim, mesmo que tenham muitas preocupações espirituais, é óbvio que nunca irão mudar.

Observar-nos é urgente, não pode ser adiado, não pode ser postergado. Precisamos não apenas conhecer o nosso dia, mas também, nossa relação com ele. Há certo dia comum que cada pessoa vivencia diretamente, exceto por eventos insólitos, inusitados.

É interessante observar a recorrência diária, a repetição de palavras e eventos, para cada pessoa etc.

Essa repetição ou recorrência de eventos e palavras merece ser estudada, leva-nos ao autoconhecimento. A auto-observação íntima é essencial para uma mudança verdadeira.

Qual é o seu estado psicológico ao acordar? Qual é o seu humor durante o café da manhã? Você ficou impaciente com o garçom, com a esposa? Por que você estava impaciente? O que é que sempre te incomoda? Etc.

Fumar ou comer menos não é toda a mudança, mas já indica algum progresso. Bem sabemos que o vício e a gula são desumanos e bestiais.

Não é bom para quem se dedica ao Caminho Secreto ter um corpo físico excessivamente gordo, com a barriga protuberante e fora de toda euritmia de perfeição. Isso indicaria gulodice, gula mesmo, e até preguiça.

A vida cotidiana, a profissão, o emprego, embora vitais para a existência, constituem o sonho da Consciência.

Saber que a vida é um sonho não significa tê-lo compreendido. A compreensão vem com a auto-observação e um intenso trabalho sobre si mesmo.

Para trabalhar sobre si mesmo é essencial trabalhar sua vida diária, hoje! E então você entenderá o que significa aquela frase do Pai Nosso: “Dá-nos o Pão Nosso de cada dia”.

A frase “todos os dias” significa o “Pão Supersubstancial” (em grego), ou o “Pão do Alto”.

A Gnose dá aquele Pão da Vida, no duplo sentido de ideias e forças que nos permitem desintegrar os erros psicológicos.

Cada vez que reduzimos este ou aquele eu a poeira cósmica, ganhamos experiência psicológica, comemos o “Pão da Sabedoria”, recebemos novos conhecimentos.

A Gnose oferece-nos o “Pão Supersubstancial”, o “Pão da Sabedoria”, e indica precisamente a nova vida que começa em nós, dentro de nós, aqui e agora.

Assim, é conveniente que nos tornemos cada vez mais conscientes do Caminho em que estamos. Em vez de perdermos tempo, reflitamos e trabalhemos, porque este corpo que temos, meus queridos irmãos, não vai durar muito, a qualquer momento este corpo que temos irá para o panteão, a qualquer momento este corpo que temos estará sendo velado.

Convido-os a pensarem antes que nós o percamos, antes que aconteça esse fato, o qual pode acontecer a qualquer momento. Que trabalhemos, porque se algum de vocês já estiver na última das vossas existências, ao trabalharem terão novas oportunidades, mas se vocês não trabalharem, se não se importarem com a autorrealização… Bem, essas novas oportunidades não virão para você. Portanto, é melhor trabalharem, entrarem no Caminho, não perderem tempo tolamente.

A hora em que vivemos é crítica e difícil, e não há mais remédio. Agora só nos resta uma coisa: preocupar-nos em morrermos em nós mesmos e avançarmos o mais que pudermos no Caminho da Autorrealização Íntima do Ser.

Nos tempos antigos da Lemúria – naqueles tempos em que os rios de água pura da vida fluíam leite e mel –, a humanidade era governada pelo PRINCÍPIO FULASNITANIANO. Esse princípio deu aos seres humanos uma vida muito longa. Então, normalmente, você poderia viver de 10 a 15 séculos; ou seja, houve tempo mais do que suficiente para formarmos em nós os Corpos Existenciais Superiores do Ser.

Hoje tudo é diferente: a espécie humana passou a ser regida pelo PRINCÍPIO ITOKLANOS, o qual, certamente, é um princípio animal… você morre quando menos se pensa, a existência encurtou muito…

No Egito dos faraós ainda era possível viver até 140 anos de vida. Na Idade Média, a média de vida era entre 90 e 110 anos. Porém, agora, nestes momentos, quase não se vive mais. Assim, vivendo de acordo com o princípio da vida animal (Itoklanos), nossas existências costumam ser efêmeras…

Se na época da Lemúria, quando vivíamos segundo o grande Princípio Fulasnitaniano, havia tempo mais que suficiente para criarmos os Corpos Existenciais Superiores do Ser e eliminar todos os elementos inumanos de nossa natureza, agora tudo é diferente.

O Princípio de Itoklanos não leva em consideração os Corpos Existenciais Superiores do Ser, mas sim, os animais, e morre quando a natureza precisa de nós.

Ou seja, como em cada um de nós há uma substância que a natureza usa para a sua alimentação, ela o desencarna quando considera que chegou a sua hora, que precisa de seu alimento, se carrega sem levar em conta que o indivíduo tenha ou não fabricado os Corpos de Existência Superiores do Ser [e desintegrado os elementos inumanos]… Esse é o Princípio Itoklanos.

Portanto, agora a Humanidade está vivendo de acordo com um Princípio estritamente animal, o Princípio Itoklanos. Não é o Princípio Itoklanos para uma verdadeira espécie humana. No entanto, como a Humanidade está tão degenerada, não há escolha a não ser governá-la com o Princípio Itoklanos (dos animais). Essa é a verdade crua, é a verdade.

Veja como tudo mudou ao longo do tempo e ao longo dos anos: hoje, infelizmente, a espécie humana está regida pelo Princípio Itoklanos, nós não sabemos a que horas é a desencarnação para esta ou aquela pessoa, para este ou aquele aluno de Esoterismo. Então, o que fazer? USE O TEMPO ao máximo, transmute o Esperma em Energia, fabrique rapidamente os Corpos Existenciais Superiores do Ser [e elimine os elementos indesejáveis] antes que seja tarde demais, pois não se sabe o momento em que virá a desencarnação.

Essa é a única condição, acelerar, trabalhar rápido, porque não há outro remédio. Não somos mais governados pelo Princípio Fulasnitaniano (quando havia tempo). Não há mais tempo, agora precisamos aproveitar o pouco que temos…

Se não virmos a urgência de entregar a totalidade de nossa existência para trabalhar sobre nós mesmos com o propósito de nos libertar da dupla força lunar, acabaremos engolidos pela Lua, regredindo, degenerando cada vez mais em certos estados, que bem poderíamos qualificar de inconscientes e infraconscientes.

Agora não há mais tempo a perder, para passarmos os anos no muito fácil, enfim, estamos em um momento crítico e difícil. Os Tempos do Fim já chegaram, as catástrofes que estão por vir são esperadas e a Grande Catástrofe, com a qual todo o Apocalipse deve ser selado.

Não podemos mais passar uma vintena de existências fazendo o papel de faquires, monges e iogues. Estamos “ansiosos”; o momento em que nos encontramos exige que, de uma vez, tomemos o Quarto Caminho, a Gnose, a Quarta Via, que é o mais prático.

Então, o que precisamos, hoje, é DEIXAR DE LADO A PREGUIÇA MENTAL, trabalhar muito conosco.

Se tivermos êxito, se eliminarmos todos esses agregados psíquicos, a Consciência permanecerá desperta, individualizada, e então teremos feito de nossa vida uma Obra-Prima.

Repetimos: Um homem é o que é sua vida. Se um homem não modifica em nada a si mesmo, se não transforma radicalmente sua vida, se não trabalha sobre si mesmo, estará perdendo miseravelmente seu tempo!

Samael Aun Weor

Magia do floripôndio

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Datura arborea

Também é conhecida na costa da Colômbia como corneta de anjo, em Bolívar como higatón e no Peru como floripôndio. (Nota do Ed.:E no Brasil, como saia-branca.)

O elemental do floripôndio é um mago completo, é netuniano e tem poderes terríveis. Visto clarividentemente, ele se parece com um menino de 12 anos e mantém em sua mão a vara do mago.

Cada árvore tem seu correspondente elemental, o qual deve ser utilizado por aqueles que quiserem sair conscientemente em corpo astral. Eu usava o elemental desta árvore frequentemente para ensinar meus discípulos a sair em corpo astral. Digo que usava porque estou me referindo a tempos antigos.

Maneira de Proceder

Eu pegava uma vara da própria árvore com a qual traçava ao redor dela um círculo bem amplo no chão, esmagava as flores da árvore e untava com o suco o cérebro do discípulo. O discípulo deitado em seu leito adormecia e eu dava ordens ao elemental para que o tirasse fora do corpo físico. Estas ordens iam acompanhadas do mantra da planta: KAM, o qual se pronuncia alongando o som das duas últimas letras. Assim:

KAAAAAAAMMMMMMM

Os discípulos gnósticos de hoje devem aproveitar os poderes desse elemental para aprender a sair em corpo astral conscientemente.

A maneira de proceder é a que ensinamos no parágrafo anterior. Quando se ordenar ao elemental, fale-se imperiosamente assim:

Quando eu te chamar, concorrerás sempre. Eu preciso que me tires do corpo Físíco em corpo astral sempre que te ordenar.

Posteriormente, o discípulo picará o dedo da mão com um alfinete, fará uma incisão na árvore com uma faca e nela depositará seu sangue. Desta forma, o pacto com o gênio do floripôndio estará formalizado.

“Escreve com sangue e aprenderás que o sangue é espírito.” ( Nietzsche)

“Este é um fluido muito peculiar.” ( Goethe )

Em seguida, o discípulo cortará alguns de seus cabelos e os pendurará na árvore. Colherá algumas pétalas das flores, colocará em uma bolsinha e a pendurará no pescoço como talismã. A partir desse momento, o discípulo terá a seu serviço esse humilde elemental, que sempre atenderá ao seu chamado.

Quando o discípulo quiser sair em corpo astral, adormecerá em seu leito pronunciando o mantra da árvore e, com a mente concentrada nesse gênio elemental, o chamará mentalmente, rogando-lhe que o tire em corpo astral. Nesse estado de transição entre o sono e a vigília, o elemental do floripôndio o tirará de seu corpo físico, levando-o aos lugares anelados.

Cada vez que puder, o discípulo deve visitar a árvore, regá-la com água, abençoá-la e colher as flores que utilizará quando melhor lhe agrade. Já dissemos antes que se esmagam essas flores com uma pedra para delas se extrair o sumo, o qual se aplicará no cérebro a fim de sair em corpo astral.

Convém advertir que a aplicação do suco se efetua na hora de se deitar, quando o discípulo vai se entregar ao sono. Quando não se tiver as flores à mão, o discípulo sempre poderá invocar seu servidor elemental para que o tire em corpo astral.

Este elemental tem também poder para tornar alguém invisível. Quando o discípulo quer se tornar invisível, pronuncia o mantra KAM, chama seu servidor e roga-lhe que o faça invisível, e ele atenderá.

Em tempos anteriores, quando eu queria ficar invisível, esmagava as flores, como aliás já expliquei, aplicava o sumo nas juntas do corpo e rogava ao elemental para que me fizesse invisível. Não obstante, advertimos que o discípulo precisa primeiro superar o corpo.

Antigamente, o homem vivia no seio da Mãe Natureza e todos os poderes da bendita Deusa Mãe do Mundo ressoavam vigorosamente em suas caixas de ressonância e se expressavam através de todos seus chacras com a grandiosa euforia do universo. Hoje em dia, o corpo humano está completamente desadaptado e as potentes ondas do universo não podem se expressar através dele. Cabe-nos ajustar novamente o corpo ao seio da bendita Deusa Mãe do Mundo.

Toca-nos limpar este maravilhoso organismo e preparar o corpo para que se converta outra vez em uma caixa de ressonância da natureza. O discípulo invocará diariamente as sete potências com o poderoso mantra MUERISSIRANCA. Rogará para que lhe preparem o corpo para o exercício da magia prática.

Deverá ser também bastante tenaz e perseverante, ano após ano, invocando diariamente as sete potências para que preparem o corpo. O corpo de um mago tem uma tonalidade vibratória diferente da dos demais corpos da espécie humana.

O artista jamais executará com êxito as suas melodias, por melhor que seja seu instrumento musical, se este não estiver devidamente afinado. A mesma coisa acontece como corpo humano do mago, o qual precisa afinar seu maravilhoso organismo para poder executar com plenitude seus grandes trabalhos de magia prática.

O sumo das flores do floripôndio, aplicado nas articulações, serve para dar agilidade aos músculos.

A imitação

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Já foi totalmente demonstrado que o medo impede a livre iniciativa. A má situação econômica de milhões de pessoas deve-se, fora de qualquer dúvida, a isso que se chama medo.

A criança amedrontada busca sua querida mãe e apega-se a ela querendo segurança. O esposo amedrontado apega-se à esposa e sente que a ama muito mais. A esposa atemorizada procura seu marido e seus filhos e sente que os ama muito mais.

Do ponto de vista psicológico, é curioso e interessante saber que o temor costuma, às vezes, se disfarçar com a roupagem do amor.

As pessoas que internamente têm poucos valores espirituais, as pessoas internamente pobres, sempre buscam fora algo para se completarem. As pessoas pobres internamente vivem sempre intrigando, sempre às voltas com tolices: intrigas, prazeres animais etc.

As pessoas pobres internamente vivem de temor em temor. Como é natural, apegam-se ao marido, à mulher, aos pais, aos filhos, às velhas tradições caducas e degeneradas etc.

Todo velho, doente e pobre psicologicamente, é geralmente cheio de medo e se aferra com ânsia infinita ao dinheiro, às tradições da família, aos netos, às recordações, etc., como que buscando segurança. Isto é algo que podemos evidenciar observando cuidadosamente os anciães.

Sempre que alguém sente medo, esconde-se atrás do escudo protetor da respeitabilidade, seguindo uma tradição, seja de raça, de família, de nação etc.

Realmente, toda tradição é uma mera repetição sem sentido algum, oca, sem valor verdadeiro…

Todas as pessoas têm uma marcada tendência a imitar o alheio. Isso de imitar é produto do medo.

As pessoas com medo imitam todos aqueles a quem se apegam. Imitam o marido, a esposa, os filhos, os irmãos, os amigos que os protegem, etc.

A imitação é o resultado do medo. A imitação destrói totalmente a livre iniciativa.

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Nas escolas, colégios e universidades, os professores e professoras cometem o erro de ensinar aos estudantes, homens e mulheres, isso que se chama imitação.

Nas aulas de pintura e desenho, ensina-se aos alunos a copiar imagens de árvores, montanhas, casas, animais, etc. Isso não é criar; isso é imitar, fotografar.

Criar não é imitar. Criar não é fotografar. Criar é traduzir, transmitir com o pincel e ao vivo a árvore que nos encanta, o belo pôr de sol, o amanhecer com suas inefáveis melodias etc.

Há verdadeira criação na arte chinesa e japonesa do zen, na arte abstrata e semiabstrata…

Qualquer pintor chinês do chan e do zen não se interessa imitar, fotografar. Os pintores da China e do Japão gozam criando e tornando novamente a criar.

Os pintores do zen e do chan não imitam; eles criam, e esse é o seu trabalho.

Os pintores da China e do Japão não se interessam em pintar ou fotografar uma bela mulher, eles deleitam-se transmitindo sua beleza abstrata. Os pintores da China e do Japão não imitariam jamais um belo ocaso, eles sentem prazer transmitindo em beleza abstrata todo o encanto do pôr do sol.

O importante não é imitar, copiar em negro ou em branco; o importante é sentir a profunda significação da beleza e sabê-la transmitir. Mas, para isso, é necessário que não haja medo, apego à regras, à tradição, o temor ao que dirão ou à régua do professor.

É urgente que os professores e professoras compreendam a necessidade de que os alunos desenvolvam o poder criador.

A todas as luzes, é absurdo ensinar os estudantes a imitar. É melhor ensiná-los a criar.

Infelizmente, o ser humano é um autômato adormecido, inconsciente, que só sabe imitar.

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Imitamos a roupa alheia, e dessa imitação saem as diversas correntes da moda. Imitamos os costumes alheios, mesmo quando eles são bem equivocados. Imitamos os vícios; imitamos tudo o que é absurdo, aquilo que sempre vive se repetindo no tempo etc.

É preciso que os professores e professoras de escolas ensinem aos estudantes a pensar por si mesmos, de forma independente.

Os professores devem oferecer aos estudantes todas as possibilidades para que deixem de ser autômatos imitadores.

Os professores devem facilitar aos estudantes as melhores oportunidades para que eles desenvolvam o poder criador.

É urgente que os estudantes conheçam a verdadeira liberdade, para que, sem temor algum, possam aprender a pensar por si mesmos, livremente.

A mente que vive escrava do que dirão, a mente que imita por temor a violar as tradições, as regras, os costumes etc., não é uma mente criadora, não é uma mente livre. A mente das pessoas é como uma casa fechada e selada com sete selos. Uma casa onde nada de novo pode ocorrer. Uma casa onde não entra o sol, e onde só reina a morte e a dor.

O novo só pode ocorrer onde não há medo, onde não existe imitação, onde não existe apego às coisas, ao dinheiro, às pessoas, às tradições e aos costumes.

As pessoas vivem escravas da intriga, da inveja, dos costumes familiares, dos hábitos, do insaciável desejo de ganhar posições, escalar, subir, chegar ao topo da escada, fazer-se sentir, etc.

É urgente que os professores e professoras ensinem aos seus estudantes, homens e mulheres, a necessidade de não imitar toda essa ordem caduca e degenerada de coisas velhas.

É urgente que os alunos aprendam na escola a criar, a pensar e a sentir livremente.

Os alunos e alunas passam o melhor de sua vida na escola, adquirindo informação, e, no entanto, não lhes sobra tempo para pensar em todas essas coisas.

Dez ou quinze anos na escola, vivendo vida de autômatos inconscientes, e saem da escola com a consciência adormecida. Mas, eles saem da escola julgando-se muito despertos.

A mente do ser humano vive engarrafada em ideias conservadoras e reacionárias. O ser humano não consegue pensar com verdadeira liberdade, porque está cheio de medo.

O ser humano tem medo da vida, medo da morte, medo do que dirão, do diz que disse, da intriga, da perda do emprego, de violar os regulamentos, de que alguém lhe tire o esposo ou a esposa etc.

Na escola somos ensinados a imitar, e saímos da escola convertidos em imitadores. Não temos livre iniciativa, porque desde os bancos escolares nos ensinaram a imitar.

As pessoas imitam por medo do que os outros possam falar. Os alunos e alunas imitam devido a que os professores os mantêm realmente aterrorizados. Ameaçam-nos a todo instante com uma nota ruim, com determinados castigos, com expulsão etc.a-imitacao4

Se realmente queremos nos tornar criadores, no mais completo sentido da palavra, devemos nos fazer conscientes de toda essa série de imitações que nos mantém presos infelizmente.

Quando já formos capazes de conhecer toda a série de imitações, quando já tivermos analisado detidamente cada uma delas, quando nos tivermos feito conscientes delas, como consequência lógica, nascerá em nós, de forma espontânea, o poder de criar.

É necessário que os alunos e alunas das escolas, colégios e universidades se libertem de toda imitação, a fim de que se tornem criadores de verdade.

Equivocam-se os professores e professoras que supõem que os alunos e alunas precisam imitar para aprender. Quem imita não aprende. Quem imita converte-se em um autômato. Isso é tudo!

Não se trata de imitar o que disseram os autores de geografia, física, aritmética, história, etc. Imitar, memorizar, repetir como uma arara ou um papagaio é estúpido. Melhor é compreender conscientemente o que se está estudando.

A Educação Fundamental é a ciência da consciência, a ciência que permite descobrir a nossa relação com os seres humanos, com a natureza e com todas as coisas.

A mente que só sabe imitar é mecânica, é uma máquina que funciona, mas não é criadora, não é capaz de criar, não pensa realmente, apenas repete. Isso é tudo.

Os professores e professoras devem se ocupar com o despertar da consciência em cada estudante.

Os alunos e alunas só se preocupam em passar de ano e depois, já fora da escola, na vida prática, convertem-se em empregadinhos de escritório ou em maquininhas de fazer filhos.

Dez ou quinze anos de estudos para sair convertido em autômato falante… As matérias estudadas vão sendo esquecidas pouco a pouco e, por fim, não resta nada na memória.

Se os estudantes fizessem consciência das matérias estudadas, se seu estudo não se baseasse unicamente na informação, na imitação e na memória, outro galo cantaria. Sairiam da escola com conhecimentos conscientes, inesquecíveis, completos, os quais não estariam submetidos à infiel memória.a-imitacao5

A Educação Fundamental ajudará os estudantes, despertando-lhes a consciência e a inteligência.

A Educação Fundamental leva os jovens pelo caminho da verdadeira revolução.

Os alunos e alunas devem insistir para que os professores lhes ensinem a verdadeira educação, a Educação Fundamental.

Não é suficiente que os alunos e alunas fiquem sentados nos bancos escolares para receber informação de algum rei ou de alguma guerra. Necessita-se algo mais, necessita-se de Educação Fundamental para despertar a consciência.

É urgente que os alunos saiam da escola maduros, conscientes de verdade, inteligentes, para que não se convertam em simples peças automáticas da maquinaria social.

Samael Aun Weor, Educação Fundamental

Magia da embaúba

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O mama Kunchuvito Muya, mestre índio, disse-me que a embaúba servia tanto para curar os doentes, para o bem, quanto para o mal.

Claro que os magos brancos a utilizam para o bem, enquanto os filhos das trevas usam-na para o mal.

O mama Kunchuvito Muya ensinou-me a curar os enfermos a longa distância através do poderoso elemental da embaúba.

Abençoou a planta e ordenou ao elemental curar determinada pessoa.

Colocou uma xícara com água perto da planta e colocando o galho na água ficou batendo a água com ele durante algum tempo, enquanto mantinha a mente intensamente concentrada no enfermo que queria curar de longe.

Deve-se fazer o círculo no chão ao redor da planta para operar com ela. Dentro do tronco da embaúba e em todo seu interior, encerrada dentro de um pequeno tubo, há uma pequena hóstia vegetal que podemos usar como amuleto para nos defendermos de inimigos ocultos e invisíveis, bem como para nos proteger de pessoas que nos odeiem.

Carrega-se em uma bolsinha verde.

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Totemismo

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Os porcos ignorantes do materialismo dialético criticam o Totemismo e riem-se dele, sem compreendê-lo. Nós, os Gnósticos, compreendemos a grandeza do Totemismo e sabemos que sua doutrina se estriba nos princípios básicos do ocultismo. Os Totemistas conhecem a fundo a lei da reencarnação, assim como as leis que regem a evolução de todas as espécies viventes.

Eles sabem também que o Karma é a lei de causa e efeito. Compreendem que tudo o que vive está submetido ao Karma. Os Grandes Iniciados Totemistas, com seus poderes clarividentes, investigaram a vida íntima de todo o criado e sobre essas investigações científicas assentaram seus princípios doutrinários que os porcos ignorantes do materialismo desconhecem totalmente.

Sabem os Totemistas que, cientificamente, todo átomo mineral é o corpo físico de um elemental inteligente. Os Totemistas sabem que este elemental mineral evolui até converter-se mais tarde na “Anima” de uma planta. As “Animas” dos vegetais são os elementais vegetais que Paracelso sabe manipular tão bem em suas maravilhosas curas. Com os vegetais é possível provocar tempestades e terremotos, assim como curar doentes à distância. Os elementais vegetais são onipotentes, porque além de terem a Kundalini desenvolvido, jamais fornicam. Os Totemistas sabem que estes elementais vegetais, evoluindo, convertem-se mais tarde em elementais animais.

Os grandes Magos conhecem a Magia Elemental Animal e com ela costumam fazer maravilhas. Sabem também os Totemistas que, quando os elementais animais já se acham muito evoluídos, convertem-se em seres humanos. Todo o elemental animal bem avançado reencarna-se em corpo humano. Os Sacerdotes Totemistas dizem com sabedoria que, se o ser humano age mal, pode involuir, e mesmo converter-se em animal novamente. Isto é verdadeiro. Todo ser humano perverso retrocede até ao estado animal. Muitas vezes podem não se reencarnar em animal, porém então se convertem, se transformam em animais no plano astral. Esta afirmação do Totemismo é, pois, verdadeira.

É também verdade que os perversos podem realmente reencarnar-se em corpos de animais ferozes. Existem outros casos em que a alma puríssima de um Santo se reencarna em alguma espécie de animal para ajudá-la a elevar-se a um nível superior de consciência. Assim, pois, os princípios do Totemismo são exatos. Os Totemistas conhecem a fundo a lei do Karma, pois sabem que o destino de todo ser humano é o resultado do Karma de suas vidas passadas. Nas tribos onde impera o Totemismo venera-se por tradição a determinado Elemental Vegetal ou Mineral, o qual conhecem por experiência direta. Comumente o dito Elemental prestou muitos serviços à tribo. Quando o totem é uma árvore, gravam figuras humanas no seu tronco.

Agora, temos uma explicação de todos esses mitos e fábulas estranhas, onde se fala de seres estranhos, metade homem, metade animal, tais como centauros, minotauros, esfinges etc. Essas imagens esquisitas do Totemismo são verdadeiros estojos onde se encerram joias de sabedoria que desconhecem totalmente os porcos do materialismo. Esses porcos do materialismo só sabem rir. Victor Hugo disse: “O que ri do que desconhece está em vias de ser idiota”.

No Totemismo é proibida a morte do animal considerado Totem. Este foi ungido entre os de sua espécie por haver reunido determinadas características secretas que só os clarividentes podem reconhecer. Os sábios Sacerdotes Totemistas veneram ao Elemental Animal ou Vegetal que serve de veículo à Divindade. Essa criatura é muitíssimo bem cuidada e sua morte só é possível com uma Liturgia muito sagrada e um duelo geral de vários dias. Isto não entendem os civilizados ignorantes, porque se divorciaram da grande Natureza. No entanto, os Sacerdotes do Totem entendem tudo isso perfeitamente.

Em todos os cultos religiosos encontramos vestígios do Totemismo. Os hindus veneram a vaca branca. Os caldeus veneram a humilde ovelha. Os egípcios, o boi. Os árabes, o camelo. Os incas, a lhama. Os mexicanos, o cão e o colibri. O cristianismo gnóstico primitivo reverenciou o cordeiro, o peixe e a pomba branca, como símbolos do Espírito Santo. Sempre têm sido reverenciados determinados elementais vegetais ou animais. Forçoso é reconhecer que essas criaturas elementais são onipotentes, porque não saíram do Éden.

Os grandes elementais vegetais são verdadeiros Anjos, que trabalham no plano etérico, ou região dos campos magnéticos, por toda humanidade. Os elementais vegetais reproduzem-se pelo sistema da Magia Sexual. Entre os elementais vegetais existe a cópula sagrada, sendo que a semente passa à matriz, sem a ejaculação do sêmen. Cada animal é o corpo de um elemental. Cada vegetal é o corpo físico de um elemental. Estes elementais são sagrados e realizam maravilhas no Éden. Os mais poderosos são venerados por Totem.

Quando o ser humano aprende a reproduzir-se sem derramar o sêmen, penetra no Éden. Ali, então, conhece as criaturas elementais do Totem. Tais criaturas são inocentes. Os elementais animais são, em si, inocentes. Alguns gastam torpemente seu sêmen, mas como a chispa divina é ainda inocente, não pode ser culpada. Essa chispa ainda não se reencarnou e é ainda uma criatura que não tem autoconsciência, pois não tomou posse de seus veículos e retém seus fogos; só sua sombra, seu ego em estado potencial é que toma corpos. Mais puro e mais belo é o elemental vegetal, que se reproduz como os Deuses. Entre os elementais vegetais existe o Matrimônio Perfeito.

Entre os elementais minerais também existe o Matrimônio Perfeito. Eles se amam e se reproduzem. Tem seus filhos, eles têm seu idioma e seus costumes. Estão completos e reúnem mais perfeições que os Elementais Animais, porque diversamente destes últimos não gastam jamais seu licor seminal. No Éden vivem felizes os elementais. Todo aquele que segue a senda do Matrimônio Perfeito entra deveras no Éden. Quem consegue o desenvolvimento completo do fogo sagrado, entra de fato no Éden. O desenvolvimento integral da Kundalini permite-nos visitar o Éden em Corpo Etérico. O Éden é o Plano Etérico. Região de cor azul intensa, onde reina a felicidade. Só vivem no Éden aqueles que aprenderam a amar.

OS DEUSES DO TOTEM

Os Deuses existem e o cristianismo os venera com o nome de Anjos, Arcanjos, Serafins, Virtudes, Tronos etc. Os porcos ignorantes do materialismo creem que o homem, por temor, criou os deuses do fogo, do ar, da água e da terra. Esse conceito dos ignorantes ilustrados do materialismo é totalmente falso. Brevemente aparecerá uma lente especial com a qual se poderá ver a aura, o corpo astral, o mundo astral, os egos desencarnados e os Deuses do astral. Então, todas as afirmações estúpidas dos ignorantes ilustrados cairão feitas pó. O ser humano voltará a adorar e reverenciar os deuses inefáveis, que existem mesmo antes do aparecimento do mundo.

ELEMENTAIS

Paracelso diz que necessitamos atrelar os elementais da natureza ao carro da ciência para voar pelos ares cavalgando sobre a águia, caminhar sobre as águas, transportar-nos aos lugares mais distantes da terra em poucos instantes. Há elementais que nos ajudam as viagens astrais. A propósito lembremos o elemental daquela árvore conhecida como saia-branca, corneta-de-anjo ou flor-da-noite. Esse elemental pode tirar o ser humano em corpo astral. Basta que o estudante gnóstico tenha sempre uma árvore destas em sua casa.

É necessário ganhar a confiança do elemental da árvore. Todas as noites deverá o estudante gnóstico concentrar-se no elemental da Saia Branca, vocalizando a sílaba KAM inúmeras vezes e depois adormecerá rogando ao elemental da árvore que o tire do corpo físico e o leve em corpo astral a qualquer lugar remoto do mundo, ou do cosmo infinito. É absolutamente certo que o elemental vegetal ajudará a todos aqueles que saibam pedir com fé e amor. Esta árvore é conhecida como Floripôndio no Peru e com o nome de Higatón, na Colômbia. Muitas pessoas triunfam imediatamente, fazendo estas práticas, porque são hipersensíveis. Ao contrário, há pessoas que não são bem-sucedidas logo, porque não são hipersensíveis. Tais pessoas têm de praticar muitíssimo para lograr a vitória.

O floripôndio é uma planta que pertence ao Raio de Netuno e tem poderes curativos e mágicos grandiosos. O mantra para ativar seu elemental é KAM…

Samael Aun Weor – O Matrimônio Perfeito

Leão – De 23 de julho a 22 de agosto

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Regências e Relações

Região do corpo: Coração e espinha dorsal
Metal: Ouro
Pedras preciosas: Diamante
Perfume: Incenso (Clique aqui)
Planta: Girassol
Flor: Papoula
Planeta: Sol
Cor: Dourado
Elemento: Fogo
Palavra-chave: Vida
Dia da semana: Quarta-feira
Arcanjo Regente: Michael (Miguel)
Gênios do Zodíaco: Sagham e Seratiel
Tattwa: Tejas

Querido discípulo:

Hoje entramos na constelação de Leão. Leão é o coração do Zodíaco e o trono do Sol. Leão é a morada dos Filhos da Chama, a quem a Bíblia chama de Tronos. Leão é a casa dos quatro Kummaras, é a casa do Sol e governa nosso coração. Tal como o Sol é o coração do sistema solar, assim também o coração humano é o sol do nosso corpo.

As forças que em forma de triângulo descem e as que sobem da terra encontram-se no coração, misturam-se e redimem-se, formando o Selo de Salomão. O coração é a sagrada câmara da bendita Deusa Mãe do Mundo. Até ali chega a princesa inefável da Kundalini, Hadit, a alada serpente do deserto.

A cruz da Iniciação nos é entregue no templo-coração. O coração é o laboratório onde trabalha a Kundalini. Os fogos do coração servem de controle aos fogos espinhais. A Kundalini sobe segundo os méritos do coração. A Kundalini evolui e progride dentro da aura do Logos Solar.

O coração é o órgão mais sensível de nosso organismo. Em suas finas membranas são registrados até os movimentos sísmicos mais longínquos do mundo. O coração é o templo sagrado do Mestre Interno. O Mestre Interno nos fala na língua do coração. Se o homem obedecesse a essa linguagem, viveria sem problemas.

Dentro de nós há dois homens que vivem em eterna luta: um contra o outro. Há em nós um homem celestial e um homem animal. O homem animal quer resolver todas as coisas por sua conta e atuar como melhor lhe parece. O homem celestial fala na linguagem do coração; sua voz é a voz do silêncio, seus atos são sempre retos e criam felicidade. O homem animal é a mente que reside na cabeça com suas sete portas.

O homem celeste é o Mestre Interno. O Mestre ordena e a mente não lhe obedece; ela que resolver todas as coisas por sua própria conta e atuar como melhor lhe parece, sem ter em conta para nada as ordens do Mestre Interno. Como consequência disso, surge necessariamente a dor e a amargura que são o resultado da ação errada e do esforço inútil.

Ditosos os que apenas se movem sob o comando da voz do silêncio. A eles jamais faltarão pão, agasalho e abrigo. Viverão sem problemas e terão bem-aventurança. Cocheiro, dominai bem o potro selvagem da mente, para que não lance vossa carro ao abismo.

O Mestre Interno é o Senhor do Coração. Ele é o Íntimo e está muito além da Vontade e muito além da Consciência. O Mestre Interno é a divina testemunha e está sentado no trono do templo-coração. A essência interno do Mestre é felicidade absoluta e onisciência ilimitada. O Mestre Interno é simples. Todos os demais são compostos.

A Natureza eterna vive mudando, porém o Mestre Interno é imutável e por esta causa ele pode se livrar da Natureza. A Natureza arroja suas sombras sobre o Mestre Interno, porém ele está além de todas as sombras. Quando a alma se funde com o Mestre Interno então se liberta da Natureza e entra na suprema felicidade da existência absoluta.

Esse estado de felicidade chama-se Nirvana. Ao Nirvana se chega através de milhões de nascimentos e mortes, porém chega-se também por um caminho mais curto. Esse é o caminho da Iniciação. O Iniciado chega ao Nirvana em uma única vida, se assim o quiser. “Estreita é a porta e estreito o caminho que conduz à luz, e muito poucos são os que o acham.”

Existem 7 santuários iniciáticos no plano astral, se o discípulo quiser progredir nesta Senda, tem de buscar um Mestre. “Quando o discípulo está preparado, o Mestre aparece.” “Cuidai-vos dos falsos profetas. Não aceiteis Mestres externos, do plano físico. Aprendei a sair em corpo astral e quando já estiverdes práticos no astral, escolhei um autêntico Mestre de Mistérios Maiores da Fraternidade Branca e consagrai-lhe a mais profunda devoção e o mais profundo respeito.”

No mundo físico devereis andar com muito cuidado, pois existem falsos profetas em demasia. Não aceiteis ordens externas de ninguém; devereis unicamente obedecer as ordens que nós daremos no plano astral.

No mundo físico, há inúmeros Iniciados de Mistérios Menores, bons e sinceros, porém como ainda não se fundiram com seu Mestre Interno, são também “mortos-vivos”. Consequentemente, têm cometido erros graves e gravíssimos, os quais podem extraviar o estudante e até faze-lo cair no abismo.

Quando quisermos nos fazer reconhecer por algum estudante no plano físico, primeiro daremos provas e faremos sinais no plano astral., porém muito cuidado, vivam alertas e vigilantes como a sentinela em época de guerra porque nestes tempos o anticristo faz sinais e prodígios enganosos.

“Sede simples como a pomba e astutos como a serpente.” “Sede mansos e humildes, porém que se tratar da verdade, sede fortes em pensamento, palavra e obra.” Quanto mais alto estejais, mais terrível será uma queda. Cuidai-vos, pois, de cair, porque o discípulo que se deixa cair tem de lutar muito para recuperar o perdido. Essas regras são muito simples, porém, de terrível importância.

Conheci muitos Iniciados de Mistérios Menores que conheceram e aceitaram os falsos profetas do plano físico, então caíram no terrível abismo. Eu ensino o estudante como viajar em astral para que não se deixe enganar. Estudante que se deixa enganar não sabe sair em corpo astral. Todo aquele que ridicularize nossos templos sagrados e nossas sagradas iniciações é ainda um “morto-vivo”; não o escuteis, é perigoso.

Há pessoas que pensam que se pode chegar ao Nirvana sem passar por qualquer Iniciação. Tais pessoas são “mortos-vivos”. Elas seguem o sendeiro espiral da vida e só através de milhões de vidas e de mortes chegarão ao Nirvana. Porém, há também outros “mortos-vivos” que querem fundir-se rapidamente com seu Íntimo e, no entanto, estão a zombar de nossas sagradas iniciações.

Esta classe de “mortos-vivos” é a mais perigosa, porque eles pisaram na Senda e agora estão zombando dela. Estes são os “insultadores” de Victor Hugo. Estes são os profanadores do templo.

Querer fundir-se rapidamente com o Íntimo sem haver passado pelas nove iniciações de mistérios menores se assemelha a querer doutorar-se em medicina sem haver cursado regularmente todos os anos da Universidade; ou querer ser general sem haver passado por todos os graus militares.

Todas as iniciações são recebidas nos templos do astral, porém a escola é a própria vida.

Durante o signo de Leão devemos atuar sobre o coração por intermédio da meditação. A meditação se reveste de três fases:

  1. Concentração perfeita
  2. Meditação perfeita
  3. Samadhi perfeito

Temos de concentrar a mente no Mestre Interno. Temos de meditar em sua Majestade. Temos de falar com ele até ouvir sua voz e conversar com ele coisas inefáveis. Isso se chama Samadhi. A concentração é um técnica. A Mestra HPB em A Voz do Silêncio, página 17, diz textualmente o seguinte:

“Antes que a alma possa ouvir, a imagem (o homem) deverá ser tão surda aos rugidos como aos murmúrios, aos bramidos do elefante como ao argênteo zumbar do pirilampo dourado.”

“Antes que a alma possa compreender e recordar, deve estar unida ao falante silêncio da mesma maneira que o formato que a argila há de tomar está unida à mente do artesão.”

“Porque então a alma ouvirá e recordará.”

“E, então, ao ouvido interno, falará a Voz do Silêncio.”

Assim, pois, durante o signo de Leão, devemos praticar de modo especial a meditação interna. Aconselho meus discípulos para que pratiquem a meditação interior naqueles instantes em que se sentirem mais predispostos ao sono. Deveis dominar totalmente o potro selvagem da mente. Deveis dominar toda possível reação da mente ante as coisas e sons do mundo físico.

O Mestre Interno não é a mente, não é a emoção, não é a vontade, não é a consciência e nem sequer a inteligência. O Mestre Interno é a divina testemunha; o Mestre Interno é o Ser. Ele é o Íntimo, por isso sumidos em profunda meditação interna, dizei:

NÃO ISTO, NÃO ISTO, NÃO ISTO. “SOU ELE”, “SOU ELE”, “SOU ELE”.

Sede exigentes com vosso Mestre Interno. Ele deve ensinar-vos as coisas mais inefáveis. Se a nossa concentração é intensa, então penetrareis nas maravilhas dos Cosmos e aprendereis coisas impossíveis de descrever com palavras.

Neste signo de Leão, vocalizai diariamente a vogal O (Assista ao vídeo abaixo) para despertar o chacra do coração.

Entre o Sol e Mercúrio existe um planeta secreto de onde emana a vida de tudo que palpita no plano físico.

As hierarquias azuis do Sol são a fonte de toda a vida.

Tipo Astrológico de Leão

Os nascidos no período de Leão são enérgicos e bondosos ao mesmo tempo; são magnânimos, místicos e autoritários. Têm tendência para a ira e de lutar muito para dominar esse defeito.

Leão, sendo o trono do Sol, anuncia fortuna e posição elevada. O significado oculto de Leão é a Intuição. O metal desse signo é o ouro e a pedra preciosa, o diamante.

As pessoas nascidas em Leão são autoritárias e só querem mandar.

Leão traz algumas viagens. Os nativos de Leão sofrem muito moralmente.

A-Himsa – A Não-Violência

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A-Himsa é o pensamento puro da Índia: a não-violência. Realmente, a A-Himsa foi inspirada pelo amor universal. Himsa significa querer matar, querer prejudicar… A-Himsa é, pois, a renúncia a toda a intenção de morte ou dano ocasionado pela violência.

A-Himsa é o contrário de egoísmo. A-Himsa é altruísmo e amor absoluto. A-Himsa é ação reta.

Mahatma Gandhi fez da A-Himsa o báculo de sua doutrina política. Gandhi definiu a manifestação da A-Himsa assim: “A não violência não consiste em renunciar a toda a luta real contra o mal. A não-violência, como eu a concebo, empreende uma campanha mais ativa contra o mal que a Lei de Talião, cuja própria natureza dá por resultado o desenvolvimento da perversidade.

Eu levanto ante o imoral uma oposição mental, por conseguinte, moral. Trato de inutilizar a espada do tirano não fazendo cruzá-la com um aço de melhor qualidade e sim desfraudando sua esperança ao não oferecer resistência física alguma. Ele encontrará em mim a resistência da alma que fugira do seu ataque.

Essa resistência primeiramente o cegará e depois o obrigará a dobrar-se. E o fato de dobrar-se não humilhará o agressor e sim o dignificará… Não existe arma mais poderosa do que a mente bem canalizada!”

O Ego é quem desune, atraiçoa e estabelece a anarquia por entre a pobre humanidade doente. O egoísmo, a traição e a falta de fraternidade têm dividido a humanidade.

O eu não foi criado por Deus, nem pelo Espírito nem pela matéria. O eu foi criado pela nossa própria mente e deixará de existir quando o tenhamos compreendido totalmente em todos os níveis da mente. Só através da reta ação, da reta meditação, da reta vontade, dos retos meios de vida, do reto esforço e da reta memória conseguimos dissolver o eu. É urgente se compreender a fundo tudo isto se quisermos realmente a revolução da dialética.

Não se deve confundir a personalidade com o eu. Realmente, a personalidade é formada durante os sete anos da infância. O eu é o erro que se perpetua de século em século, fortificando-se cada vez mais com a mecânica da Recorrência.

A personalidade é energética. Nasce com os hábitos, costumes, ideias etc., durante a infância e fortifica-se com as experiências da vida. Tanto a personalidade como o eu devem ser desintegrados. Nós somos mais revolucionários nos ensinamentos psicológicos do que Gurdjieff e Ouspensky.

O eu utiliza a personalidade como instrumento de ação. O personalismo resulta dessa mistura de Ego e personalidade. O culto à personalidade foi inventado pelo eu. Realmente, o personalismo gera egoísmos, ódios, violências etc. Tudo isto é rechaçado pela A-Himsa.

O personalismo arruína totalmente as organizações esotéricas. O personalismo produz anarquia e confusão. O personalismo pode destruir totalmente qualquer organização.Flor-Fuzil

Em cada reincorporação – Retorno – o Ego fabrica uma nova personalidade. Cada pessoa é diferente em cada nova reincorporação.

É urgente saber viver. Quando o eu se dissolve, a Grande Realidade, a verdadeira Felicidade, Aquilo que não tem nome, vem a nós.

Façamos distinção entre o Ser e o eu. O homem atual só tem o eu. O homem é um Ser que não conseguiu. É urgente se conseguir o Ser. É necessário se saber que o Ser é felicidade sem limites.

É absurdo dizer-se que o Ser é o Eu Superior, o Eu Divino etc. O Ser sendo de tipo universal e cósmico não pode ter sabor de ego. Não tratemos de divinizar o eu.

A A-Himsa é não violência em pensamento, palavra e obra. A A-Himsa é respeito às ideias alheias, respeito a todas as religiões, escolas, seitas, organizações etc.

Não esperemos que o eu evolua porque o eu não se aperfeiçoa jamais. Necessitamos de uma total revolução da consciência. Este é o único tipo de revolução que aceitamos.

Na revolução da dialética, na revolução da consciência, encontramos as bases da doutrina da A-Himsa.

Conforme morrermos de instante a instante, a concórdia entre os homens irá se desenvolvendo lentamente. Conforme formos morrendo de instante a instante, o sentido da cooperação irá substituindo totalmente o sentido de competição. Conforme morrermos de momento a momento, a boa vontade irá substituindo pouco a pouco a má vontade.

Os homens de boa vontade aceitam a A-Himsa. É impossível se iniciar uma nova ordem em nossa psique excluindo-se a doutrina da não-violência.

A A-Himsa deve ser cultivada nos lares seguindo-se a senda do matrimônio perfeito. Só com a não-violência em pensamento, palavras e obras pode reinar a felicidade nos lares.

A A-Himsa deve ser o fundamento do viver diário no escritório, na fábrica, no campo, no lar, na rua etc. Devemos viver a doutrina da não-violência.

Sugerimos também a leitura do texto A Paz. Clique Aqui!

(Samael Aun Weor, A Revolução da Dialética)