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Quadrado mágico de Júpiter

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Regentes jupiterianos: Zakariel (o Logos de Júpiter); Mestres que vieram de Júpiter para ajudar a nossa humanidade terrestre: Racockzi (Conde de Saint-Germain), Conde Cagliostro.

Características jupiterianas: silfos do ar, também com características saturnianas; raios safira, púrpura e azul-marinho; assuntos ligados a dinheiro, lucratividades, contatos com altos dignitários e juízes, vitória em tribunais, eloquência, autoridades eclesiásticas, bondade, magnanimidade, grandiosidade, paternidade e, especialmente, senso de Justiça etc.

Seres jupiterianos: (plantas) todos os vegetais semelhantes à coroa, tais como a pita (Agave americana marginata), babosa (Aloes vera L.), aloés (Aloes socotrina L.), heliotrópio (Viburnum prunifolium L.), abacaxis; (minerais) estanho, safira etc.

Quadrado Mágico de Júpiter

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(Leia os textos dos Exorcismos dos 4 Elementos neste mesmo site.)

Quadrado Mágico da Lua
Quadrado Mágico de Mercúrio
Quadrado Mágico de Vênus
Quadrado Mágico do Sol
Quadrado Mágico de Marte
Quadrado Mágico de Saturno

jupiter-esotera

A atual raça ária ou ariana

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Falemos um pouco sobre as 7 Raças e, em seguida, sobre a 5ª Raça-Raiz, chamada esotericamente de Ária ou Ariana.

AS RAÇAS

Todos os planetas têm 7 raças e 7 sub-raças. Nosso planeta Terra já deu 5 raças, faltam duas. Depois das 7 raças e já transformada pelos cataclismos, converter-se-á a Terra através dos milhões de anos em uma nova Lua.

Toda vida involucionante e evolucionante veio da Lua. Quando a grande vida abandonou a Lua, esta morreu e converteu-se em deserto. Na lua também existiram 7 raças cada uma com suas 7 sub-raças. A alma lunar, a vida lunar está atualmente involucionando e evolucionando em nosso planeta Terra. ASSIM É COMO REENCARNAM-SE OS MUNDOS.

A PRIMEIRA RAÇA: Os astecas dizem que os homens da primeira raça foram gigantes extraordinários de cor negra, muito civilizados. Uma raça andrógina; assexual, semifísica, semietérica. Os indivíduos podiam reduzir seu tamanho ao de uma pessoa normal da atual raça Ária. Os rituais e sabedoria foram portentosos. A barbárie não existia naquela época. Esta raça divina foi devorada pelos tigres da sabedoria.

O REGENTE DESTA RAÇA FOI O DEUS TESCATLIPOCA. Cada indivíduo era um mestre de sabedoria. A reprodução realizava-se por ato fissíparo, o qual é similar ao sistemas de reprodução das células orgânicas mediante o processo de divisão celular. Assim como o organismo pai-mãe; dividia-se em dois. O filho andrógino continuava sustentando-se por um certo tempo do pai-mãe. A primeira raça viveu na Ilha Sagrada, situada na calota polar Norte. TODAVIA EXISTE A REFERIDA ILHA PORÉM EM ESTADO DE JINAS, DENTRO DA QUARTA VERTICAL.

A SEGUNDA RAÇA: Foi governada por QUETZALCOALTL, foi a humanidade hiperbórea. A Segunda raça degenerou-se convertendo-se em símios, antepassados dos atuais macacos. Reproduziam-se pelo processo de brotação, tão comum entre os vegetais. Do trono brotam muitos ramos. Foram arrasados pro fortes furacões.

A TERCEIRA RAÇA: Foi a raça lemuriana que habitou o que é hoje o Oceano Pacífico. Pereceram pelo sol de chuva e fogo (vulcões e terremotos). Essa raça era governada pelo deus asteca TLALOC. A reprodução era por gemação. A Lemúria foi um continente muito extenso.

Os lemurianos que degeneraram-se tiveram mais tarde rostos semelhantes aos dos pássaros. Por isso os selvagens, recordando a tradição, adornam-se com plumas em suas cabeças.

A QUARTA RAÇA: Foram os atlantes. Esteve sob a regência do deus asteca ATONATIUH. Terminou com uma grande inundação. As tribos pré-colombianas da América são seus descendentes, assim como os chineses primitivos, os primitivos egípcios, etc.

A QUINTA RAÇA: ÁRIA. Somos nós. Terminará com um grande cataclismo. Está perfeitamente descrito no Ahau KATUN, que é o décimo terceiro que se conta; CABALIXBACH; CHACHALACA, povoado KINCHIL COBA. CHACHALACA de ROSTO SOLAR, é o assento do décimo terceiro KATUN…

“Enegrer-se-á o ramalhete dos senhores da terra pela universal justiça de Deus Nosso Senhor.

Voltar-se-á o sol, voltar-se-á o rosto da lua.

Descerá o sangue pelas árvores e pelas pedras; arderão os céus e a terra pela palavra de Deus Pai, de Deus Filho, e de Deus Espírito Santo, Santa Justiça, Santo Juízo de Deus Nosso Senhor.

Nula será a força de céu e da Terra quando entre o cristianismo das grandes cidades e dos povos ocultos, a grande cidade chamada MAAX, única, e também a totalidade dos pequenos povos em toda sua extensão do país plano de MAIA CUSAMIL, MAIPAN, ANDORINHA MAIA, em seu lugar a bandeira velada.

Será o tempo em que se levantam os homens de dois dias (os homossexuais e as lésbicas) no rigor da lascívia; filhos de maus e perversos, cúmulo de nossa perdição e vergonha.

Dedicados serão nossos infantes a ‘flor de maio’ e não haverá vem para nós.

Será origem de morte pelo mau sangue ao sair da Lua, e ao entrar a Lua cheia acontecerá o sangue inteiro.

Também os astros bons luzirão sua bondade sobre os vivos e sobre os mortos”.

Isto diz textualmente o livro dos livros de CHILAM BALAM, joia sagrada do povo maia.

SEXTA RAÇA: CORÁDI. Sairá depois do cataclismo da quinta raça, viverá numa terra transformada. Seu eixo central serão as terras que hoje conhecemos como Antártida. Com a alteração radical dos polos, a Antártida estará no Equador, portanto, serão terras tropicais, e o que sobrar da África e o pouquíssimo da América do Sul serão os polos, portanto, congelados. O volume de terras secas na Raça Coradi será muito menor do que hoje. A Corádi terá sete Sub-Raças, exatamente como as anteriores. E a sétima e última Raça também terá sete Sub-Raças…

Os lemurianos tinham uma altura média de 10 metros
Os lemurianos tinham uma altura média de 10 metros

SÉTIMA RAÇA: Será a última, batizada por muitos como Liliput, isso porque a altura média dos cidadãos da última Raça-Raiz será de no máximo 1 metro.

Necessário falar-se das 7 Rondas Planetárias: Depois destas sete raças a Terra converter-se-á em uma nova Lua. Em cada Ronda a humanidade do planeta em estudo passa por uma dimensão, começando pelo Plano Mental, passando pelas dimensões mais inferiores e finalizando novamente no Plano Mental.

Na primeira ronda, nossa Terra foi criada com matéria do plano mental. Na Segunda ronda, nossa Terra condensou-se na forma etérea e na atual ronda, a Terra cristalizou-se na forma física e química.

É urgente saber que a terra físico-química evoluciona sob as leis do Carma planetário. A futura quinta ronda desenvolver-se-á no mundo etérico. A Sexta ronda, no mundo astral e a sétima ronda no mundo mental.

Após muitos bilhões de anos e após se passar por 7 Rondas e em cada Ronda 7 Raças, aí então virá a grande NOITE CÓSMICA. Isso significa que o planeta Terra se transformará numa simples e morta lua, a qual será um mero satélite dos planetas que existirão futuramente…

Na primeira ronda as evoluções foram muito pobres, o mesmo acontecendo na segunda e na terceira. O fogo rendeu pouco nessas três precedentes rondas planetárias. O resultado temos observado esta quarta ronda onde vivemos.

Causa espanto o homem lucífero desta quarta ronda. O fogo planetário, pouco desenvolvido e sobrecarregado de Carma planetário devido aos poucos rendimentos das rondas precedentes, produziu neste nosso mundo físico uma evolução lenta e pesada, terrível.

As três Rondas anteriores deram pouco resultado devido ao Carma planetário.

Os Deuses da natureza trabalharam muitíssimo para criar seres autoconscientes. Os deuses tiveram de fazer difíceis experimentos nos laboratórios da Natureza. Embora, seja bom saber, que a luta dos deuses para criar o homem ainda não terminou. Todavia, o ser humano, aliás, o chamado humano, tem de renunciar muito de sua vida mecânica, animalesca e cármica, ou estará nos jardins zoológicos do futuro.

O reino de Malchut (plano tridimensional, físico) é um filtro terrível, quem desejar livrar-se dessa roda fatal do Samsara, tem de dissolver o Ego e encarnar sua Alma. Raros são os que o conseguem. Não conseguem a autorrealização ou porque não conseguem (não há superesforços suficientes) ou simplesmente há Essências, ou Chispas Divinas, que não têm o mínimo interesse em trilhar os degraus superiores do Ser Divino…

O resíduo deste filtro é o comum e corrente e a este leva o homem ao abismo. O ouro, o seleto, o homem verdadeiro é aquele que tem encarnados sua alma e seu espírito e depois da morte vive desperto nos mundos internos.

A Natureza é implacável e o nascimento de um anjo-homem custa milhões de vítimas. “Muitos são os chamados e poucos são escolhidos.”

Aqueles que sustentam que o homem vem do macaco estão totalmente equivocados. Realmente é o macaco que vem do homem. A transformação das espécies e as evoluções darwinistas são falsas, são conceitos intelectuais que não se baseiam na Lógica Superior, pois esta tem como base a intuição superlativa e a Clarividência…

Ninguém viu nascer uma nova espécie. Realmente, todas as espécies viventes, são excepcionais ou exceções de algumas poucas, são resíduos viventes do reino humano.

O homem atual descende dos gigantes antediluvianos, como anteriormente explicamos. Toda raça tem sete sub-raças. A semente de nossa raça ariana é nórdica, mas ao mesclar-se com os sobreviventes atlantes deu origem às sub-raças do tronco Ário.

QUAIS SÃO AS SETE SUB-RAÇAS DA NOSSA RAÇA ÁRIA

PRIMEIRA SUB-RAÇA: Floresceu na Ásia Central, naqueles reinos desaparecidos da Ásia Central, cujas ruínas ainda existem nos Himalaias; rodeando o Tibete, existiram as poderosas civilizações espirituais da primeira sub-raça Ária.

SEGUNDA SUB-RAÇA: Floresceu na Índia e em todo o Sul da Ásia. Em Perlândia, a terra sagrada dos Vedas, no velho hindustão, mas também onde hoje são a Tailândia, Camboja, Vietnã, Ceilão, os protoárabes etc., existiram formidáveis culturas esotéricas e tremendas civilizações. Ali desenvolveu-se a segunda sub-raça Ária.

TERCEIRA SUB-RAÇA: Criou poderosas civilizações, como Babilônia, Caldeia, Egito, Arábia foram cenário de ricas e poderosas civilizações criadas pela terceira sub-raça Ária.

QUARTA SUB-RAÇA: Desenvolveu-se na Grécia e na Itália. A grande cidade fundada pela deusa Palas Atena e Roma (antes de suas degenerações e destruição) foram cenários maravilhosos onde se desenvolveram as poderosas civilizações da quarta sub-raça Ária.

QUINTA SUB-RAÇA: É a Anglo-Teuto-Saxônica, a primeira e a segunda Guerras Mundiais com toda a sua barbárie e corrupção moral assinalam com seus dedos indicadores acusando os homens e as mulheres da quinta sub-raça Ária.

SEXTA SUB-RAÇA: O resultado da mescla dos conquistadores espanhóis e portugueses da sexta sub-raça no território pele-vermelha foi muito difícil, porque os conquistadores ingleses em vez de se mesclarem com os indígenas os destruíram, assassinando-os. Somente de maneira insignificante e incipiente realizou-se tal mescla de sangue. Por isso a FRATERNIDADE OCULTA viu-se na necessidade de converter o território norte-americano em um crisol de fundição de raças. Nos Estados Unidos, todas as raças do mundo mesclaram-se, para formar-se a sexta sub-raça, com enorme dificuldade.

A sexta sub-raça, na América Latina, formou-se facilmente e isto é algo que não devem ignorar os tratadistas da antropogênese e do ocultismo.

SÉTIMA SUB-RAÇA: Por enquanto ainda não existe, porém existirá, será formada pelos sobreviventes do novo cataclismo que dentro em pouco destruirá a raça Ária. A raça Ariana em vez de evolucionar, involucionou e sua corrupção agora é pior do que a dos atlantes em sua época, sua maldade é tão grande que já chegou ao céu. A raça Ariana será destruída para que se cumpram as profecias feitas por Ra-Mu na submersa Atlântida: “SE ELES SE ESQUECEREM DE QUE DEVEM SER SUPERIORES NÃO PELO QUE ADQUIREM E SIM PELO QUE DÃO, a mesma sorte lhes caberá…”

MEQUISEDECK – O REGENTE DO PLANETA TERRA

O Gênio da Terra, o Rei do Mundo, fez no Tibete a seguinte profecia (que consta no livro Bestas, Homens e Deuses):

“Os homens (ou melhor dizendo, os mamíferos racionais) cada vez mais esqueceram-se de suas almas para ocuparem-se apenas de seus corpos. A maior corrupção virá reinar sobre a Terra.

Os homens assemelham-se às bestas ferozes, sedentos do sangue de seus irmãos.

A Meia-Lua (os povos islâmicos) apagar-se-á caindo seus adeptos na guerra perpétua. Cairão sobre eles as maiores desgraças e acabarão lutando entre si.

As coroas dos reis, grandes e pequenas cairão; um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, estalará uma terrível guerra entre todos os povos.

Os oceanos rugirão. A terra e o fundo dos mares cobrir-se-ão de esqueletos. Desaparecerão reinos, morrerão povos inteiros. A fome, a enfermidade, crimes não previstos nas leis, não vistos nem sonhados ainda pelos homens.

Virão então os inimigos de Deus e do Espírito Divino, os quais jazem nos próprios homens. Aqueles que levantam a mão sobre outro perecerão também.

Os olvidados, os perseguidos, erguer-se-ão depois e atrairão a atenção do mundo inteiro.

Haverá espessas obscuridades, tempestades horríveis, montanhas, até então, sem vegetação cobrir-se-ão de florestas.

A Terra toda estremecerá. Milhões de homens trocarão as cadeias de escravidão e as humilhações, pela fome, a peste e a morte.

As estradas encher-se-ão com as multidões de pessoas caminhando ao acaso de um lado para outro.

As maiores, das mais belas cidades desaparecerão pelo fogo. Um, dois, três, de cada dez mil homens sobreviverá um o qual ficará despido, destituído de todo entendimento, sem forças para construir sua vivenda ou para procurar alimentos. E estes homens sobreviventes uivarão como os lobos ferozes, devorarão cadáveres e mordendo sua própria carne desafiarão a Deus para combate.

A Terra toda ficará deserta e até Deus fugirá dela. Sobre a terra vazia, a noite e a morte.

Então, eu enviarei um povo desconhecido até agora (o Exército de Salvação Mundial), o qual com mão forte, arrancará as ervas más do terreno da cultura e o vício e conduzirá aos poucos que permaneçam fiéis ao espírito do homem, na batalha contra o mal.

FUNDARÃO UMA NOVA VIDA SOBRE A TERRA, PURIFICADA PELA MORTE DAS NAÇÕES”.

RELAÇÃO MAIA-EGÍPCIA

Os maias em si representam a cultura atlante. Este vasto continente que hoje jaz submerso no fundo do oceano que leva sue nome. ATLAS, o mais antigo de seus astrólogos, foi seu rei; a mente poética dos filhos da Hélade o pintaram como um gigante sustentando sobre seus ombros e não sobre a sua mente poderosa, a máquina celeste.

Seus filhos, os titãs pretenderam escalar o céu. Mas Deus os confundiu e uma noite o mar e o trovão enfureceram-se; trêmula trepidou a Europa e desperta pelo estrondo, não viu já o mundo irmão…

Somente o Teide ficou para dizer à humanidade: “Aqui foi em tempos a famosa Atlântida”. Cada raça tem 7 sub-raças e morre. A quarta raça atlante teve também estas sub-raças.

Cresceram no orgulho os da terceira e quarta sub-raças atlantes dizendo: “Somos os reis, somos os deuses”. Tomaram esposas de formosa aparência da Raça dos ainda sem mente, ou de “cabeça estreita”, engendraram monstros, demônios maléficos, homens machos e fêmeas e também KHADOS com mentes pobres.

Construíram formosas e enormes cidades. Esculpiram suas próprias imagens segundo seu tamanho e semelhança e as adoraram. Os fogos internos já haviam destruído a terra de seus pais (a Lemúria), a água ameaçava a Quarta raça (ATLÂNTIDA).

As primeiras grandes águas vieram e submergiram as 7 grandes ilhas. Os bons foram salvos e os maus destruídos.

Poucos homens restaram, alguns amarelos, outros de cor castanha e negra, e alguns vermelhos. Os da cor da Lua, os TUATHA, haviam desaparecido para sempre. Transcrevemos em continuação um manuscrito maia que á parte da famosa coleção da “O PLONGEON”, os manuscritos de TROIANO que podem ser vistos no Museu Britânico.

“No ano 6 de kan, o IIº muluc, no mês de zrc, ocorrem terríveis terremotos que continuaram sem interrupção até 13 chuen. No país das montanhas de barro a terra de “UM”, foi sacrificada”.

“Depois de duas comoções, desapareceu durante a noite, sendo constantemente sacudida pelos fogos subterrâneos, que fizeram com que a terra afundasse e desaparecesse várias vezes em diferentes lugares. Pereceram 64 milhões de habitantes 8.000 anos antes de escrever este livro”.

Nos arquivos antiquíssimos do antigo templo de Lhasa (Tibete) pode ver-se uma antiga inscrição caldeia, escrita 2 mil anos ante de Cristo, que a letra diz: “Quando a estrela BAL caiu no lugar onde agora somente existe mar e céu (Oceano Atlântico), as sete cidades com suas portas de ouro e templos transparentes tremeram e sacudiram-se como as folhas de uma árvore agitadas pela tormenta”.

“E eis aqui que ondas de fumaça e de fogo elevaram-se dos palácios. Os gritos de angústia da multidão enchiam o ar”. Buscaram refúgio em seus templos e cidades e o sábio MU, o sacerdote de RA-MU apresentou-se e disse-lhes: “Não os predisse isto?” os homens e as mulheres cobertos de pedras preciosas e brilhantes vestimentas, chamaram dizendo; “MU salva-nos”, e MU replicou-lhes: “morrereis com vosso escravo e vossa riqueza e de vossas cinzas surgirão novas nações”.

“Se eles (referindo-se à 5ª Raça Ária) se esquecerem de ser superiores, não pelo que adquirem mas sim pelo que dão, a mesma sorte lhes tocará”. As chamas e a fumaça afogaram as palavras de Rá-Mu, e a terra fez-se em pedaços, submergindo com seus habitantes em alguns meses”.

Que podem dizer os críticos ante estas duas histórias, uma do Tibete e outra da Meso-América? Ambas relatam a catástrofe atlante. A famosa história do dilúvio universal, cujas versões encontram-se nas tradições de todas as raças humanas, são simples lembranças da grande catástrofe atlante. Todos os povos antigos veneraram e adoraram os deuses santos que viveram na Atlântida e que hoje moram no Empíreo.

A ATLÂNTIDA unia geograficamente a América e o Velho Mundo. As civilizações da Indo-América tem sua raiz no continente atlante. Momentos antes da catástrofe Atlante retirou-se o povo seleto. Alguns vieram a Meso-América e outros à Meseta Central da Ásia. Colonizaram o Tibete, Pérsia, Egito etc.

Em pleno Egito encontram-se ainda pirâmides maias. Existe plena documentação de que o Mestre Jesus aprendeu o Maia no Tibete. Lá falava-se Maia. Prova disto temos a frase pronunciada do Gólgota, é uma frase maia que os judeus não entenderam porque não falavam Maia, ELI LAMAH ZABACTANI, significa “OCULTO-ME NA LUZ DE TUA PRESENÇA”.

Estabeleceu-se que a ciência religiosa conhecida por Jesus, o Cristo no Egito, na Índia e no Tibete, era Maia. Existiu um profundo ocultismo Maia conhecido, sem dúvida por Cristo, que escolheu seus símbolos (maias) como sustentação de suas idéias de amor fecundo. Não pode ser casualidade que haja escolhido a cruz maia, a trindade e os doze apóstolos e muitos outros símbolos para sustentar o imenso sentido científico religioso de seus ensinamentos.

Os maias-atlantes trouxeram sua ciência religião a Meso-América, Tibete, Índia, Pérsia e Egito, foram grandes civilizadores. Já se passaram 12 katuns e aguardamos o katun 13, ano 2043, daqui em diante a catástrofe final é inevitável para a raça ariana que atualmente habita os continentes do mundo. O katun 13 é definitivo, os maias o aguardam.

Perguntaram a um ancião maia:

– TEU FILHO O VERÁ?

Respondeu:

– NÃO. MEU FILHO NÃO O VERÁ.

– TEU NETO O VERÁ?

– NEM MEU NETO O VERÁ…

Com o katun 13 chegará Hercólubus e produzirá o grande incêndio universal que queimará tudo o que tiver vida, mais tarde virá a revolução dos eixos terrestres, com o afundamento total, absoluto de todos os continentes existentes e desta apodrecida raça ariana que perversamente povoa os continentes não restará nem a cinza. Somente um pequeno grupo de pessoas selecionadas serão salvas para que sirvam de sementeira a futura Sexta grande raça que se chamará RAÇA KORADHI, e habitará onde é hoje a calota polar.

Esta perversa Raça Ariana está perfeitamente descrita no katun 13 Maia: “Perecerá pelo fogo”. Com a revolução total dos eixos da Terra a água acabará de consumir tudo, lavar tudo e tudo ficará no fundo dos mares.

Pergunta: Venerável Mestre, os maias viajaram por todo o sistema solar? Samael Aun Weor: Os maias, como atlantes-maias, viajaram por todo o sistema solar. Os foguetes dirigidos pelos sábios maias realizaram estas portentosas viagens. As naves eram impulsionadas por energia nuclear. Os maias são grandes cientistas e em segredo continuam existindo com toda a sua Ciência.

Não me refiro aos maias que publicamente aparecem na América. Estou falando dos maias que vivem no universo paralelo, na 4ª dimensão deste planeta, conservando suas mágicas cidades, continuando com seus mesmos costumes e a mesma ciência; dedicando-se aos seus estudos e cálculos.

Existem cidades maias dentro da Quarta Dimensão ou quarta coordenada, quarta vertical. Templos maravilhosos de ouro maciço que não deixaram aos espanhóis, onde guardam a grande sabedoria antiga. É claro que os cientistas modernos disto não sabem nada, e tão pouco o admitirão, mas que importa isso?

(Para saber mais sobre as origens do mundo e do homem, estude os textos abaixo, sobre Antropologia Gnóstica.)

Introdução às sete cátedras
Primeira Cátedra
Segunda Cátedra
Terceira Cátedra
Quarta Cátedra
Quinta Cátedra
Sexta Cátedra
Sétima Cátedra

Deus Jano

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Segundo a mitologia romana, mas também etrusca, Jano (do latim Janus ou Ianus) era o porteiro celestial, sendo representado com duas cabeças, simbolizando os términos e os começos, o passado e o futuro, o dualismo relativo de todas as coisas, sendo absoluto somente a Divindade.

Em seu templo, as portas principais ficavam abertas em tempos de guerra e eram fechadas em tempos de paz. Jano preside tudo o que se abre, é o deus tutelar de todos os começos; rege ainda tudo aquilo que regressa ou que se fecha, sendo patrono de todos os finais.

Jano foi a inspiração do nome do primeiro mês do ano (janeiro, do latim januarius), o qual foi acrescentado ao calendário por Numa Pompílio (715-672 a.C.), sucessor de Rômulo, personagem histórico-mítico que, segundo Plutarco, teria fundado Roma em 21 de março.

No entanto, este Ser Divino realmente foi somente o fruto da fértil imaginação dos mitólogos antigos ou é um personagem divino que verdadeiramente existe nas Dimensões Superiores da Natureza?

Para aclarar essa questão, vejamos o que o VM Samael diz a esse respeito:

“A primitiva religião de Jano, ou Jaino, quer dizer, a áurea, solar, e super-humana doutrina dos Jinas, à absolutamente sexual, tu o sabes.

Escrito está, com carvões acesos no Livro da Vida, que, durante a Idade de Ouro do Lácio e da Ligúria, o Rei Divino Jano ou Saturno (IAO, Baco, Jeová, Iod-Heve) imperou sabiamente sobre aquelas santas gentes, tribos árias todas, ainda que de muito diversas épocas e origens.

Então, ó Deus meu… Como em épocas semelhantes de outros povos da antiga Arcádia, poderia dizer-se que conviviam felizes Jinas e homens.

Dentro do inefável idílio místico, comumente chamado ‘Os Encantos da Sexta-feira Santa’, sentimos, no fundo de nosso coração, que nos órgãos sexuais existe uma força terrivelmente divina, que a mesma pode liberar ou escravizar o homem.

A energia sexual contém, em si mesma, o arquétipo vivente do autêntico Homem Solar que deve tomar forma dentro de nós mesmos.

Muitas almas sofredoras quiseram ingressar no Montsalvat transcendente, mas, desgraçadamente, isto é algo mais que impossível devido ao Véu de Ísis ou véu sexual adâmico.

Entre a bem-aventurança inefável dos paraísos Jinas, existe, certamente, uma humanidade divina que é invisível aos sentidos dos mortais, devido a seus pecados e limitações, nascidos do abuso sexual.

Escrito está e com caracteres de fogo no grande Livro da Vida que, na Cruz Jaina ou Jina, esconde-se, milagrosamente, o segredo indizível do Grande Arcano, a chave maravilhosa da transmutação sexual.

Não é difícil compreender que tal Cruz Mágica é a mesma Suástica dos grandes mistérios.

Entre o êxtase delicioso da alma que anela, podemos e até devemos pôr-nos em contato místico com Jano, o austero e sublime Hierofante Jina que, no velho continente Mu, ensinara a Ciência dos Jinas.

No Tibete secreto existem duas escolas que se combatem mutuamente; quero referir-me, claramente, às instituições Mahayana e Jinayana*.

Em nosso próximo capítulo, falaremos sobre a primeira destas duas instituições; agora, só nos preocuparemos pela escola Jinayana.

É ostensível que o caminho Jinayana é, no fundo, profundamente Búdico e Crístico.

Neste Misterioso caminho encontramos, com assombro místico, os fiéis custódios do Santo Graal, ou Pedra Iniciática; quer dizer, da suprema Religião-Síntese que foi a primitiva da humanidade: a doutrina da Magia Sexual.

Jana, Swana ou Jaina é, pois, a doutrina desse velho Deus da luta e da ação, chamado Jano, o senhor divino de duas caras, transposição andrógina do Hermes egípcio e de muitos outros Deuses dos panteões Maias, Quichés e Astecas, cujas imponentes e majestosas esculturas cinzeladas na rocha viva ainda se podem ver no México.

O mito greco-romano conserva, ainda, a recordação do desterro de Jano, ou Jaino, à Itália, por haver arrojado do céu Cronos ou Saturno, quer dizer, a recordação legendária de seu descenso à Terra como instrutor e guia da humanidade, para dar a esta a primitiva religião natural Jina ou Jaina.

Jana, ou Jaina, é também, obviamente, a maravilhosa doutrina sino-tibetana de Dan, Chan Dzan, Shuan, Loan, Huan ou Dhyan-Choan, características de todas as escolas esotéricas do mundo ário, com raízes na submersa Atlântida.

A Doutrina Secreta, a Doutrina Jaina primitiva fundamenta-se na Pedra Filosofal, no sexo, no Sahaja Maithuna.

Doutrina Gnóstica infinitamente superior, por mais antiga, ao próprio Bramanismo, a primitiva escola Jinayana, é a da estreita senda que conduz à Luz.

Doutrina de salvação realmente admirável, da qual, na Ásia Central e na China, ficam muitíssimas recordações, como ficam também na Maçonaria Universal, onde ainda encontramos, por exemplo, a supervivência da simbólica Cruz Jaina ou Swastika (de Swan, o Hamsa, o Cisne, a Ave Fênix, a Pomba do Espírito Santo, ou Paráclito, Alma do Templo do Graal, Nous ou Espírito, que não é senão o Ser ou Dhyani do homem).

Ainda nestes tempos modernos, todavia, podemos achar rastros, na Irlanda, desses 23 profetas Djinas ou conquistadores de almas que foram enviados a todas as direções do mundo pelo fundador do Jainismo, o Rishi-Baha-Deva.

Nos instantes em que escrevo estas linhas, vêm à minha memória recordações transcendentais.

Num dos tantos corredores de um antigo palácio, não importa a data nem a hora, bebendo água com limão em taças deliciosas de fino bacará, juntamente com um grupo muito seleto de Elohim, eu disse: ‘Necessito descansar por um tempo na Felicidade, faz vários Mahavântaras que estou ajudando a humanidade e já estou cansado’.

‘A maior felicidade é ter Deus dentro, contestou um Arcanjo muito amigo…’

Aquelas palavras me deixaram perplexo, confuso; pensei no Nirvana, no Mahaparanirvana etc.

Habitando em regiões de tão intensa felicidade, poderia, acaso, alguma criatura não ser feliz? Como? Por quê? Por não ter a Mônada dentro?

Consultando o VM Janus

Cheio, pois, de tantas dúvidas, resolvi consultar o velho sábio Jano, o Deus vivente da Ciência Jinas. Antes de entrar em sua Morada, fiz, ante o Guardião, uma saudação secreta; avancei ante os Vigilantes e os saudei com outra saudação e, por último, tive a dita de encontrar-me ante o Deus Jano.

Jano e Minerva

‘Falta outra saudação’, disse o Venerável. Não há melhor saudação que a do coração tranquilo, assim respondi, enquanto, devotadamente, punha minhas mãos no Cárdias.

‘Está bem’, disse o Sábio.

Quando quis fazer-lhe perguntas que dissipassem minhas mencionadas dúvidas, o Ancião, sem falar uma única palavra, depositou a resposta no fundo de minha Consciência.

Tal resposta podemos resumi-la assim: Ainda que um homem habitasse o Nirvana ou qualquer outra região de ditas infinitas, se não tivesse Deus dentro, não seria feliz‘.

‘Entretanto, se vivesse nos mundos infernos ou no cárcere mais imundo da Terra, tendo Deus dentro, seria feliz.’

Concluiremos este capítulo dizendo: A Escola Jinayana, com seu esoterismo profundo, nos conduz pela via sexual até a encarnação do Verbo e a Liberação final.

Oremos…”

(Samael Aun Weor, O Mistério do Áureo Florescer)
______________________
*Jinayana ou Hinayana, geralmente interpretado como o Pequeno Veículo do Budismo. Na realidade, segundo a Gnose, este é um termo antiquíssimo, atlante, que se disseminou em diversas épocas e lugares, sendo por isso encontrado em todos os lugares, como nos explica o VM Samael no texto acima.

Runas: A dança cósmica dos Deuses

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As Runas Sagradas podem ser manipuladas de diversas formas para nosso benefício. Podemos usar os signos rúnicos de forma “mântica”, ou seja, com a finalidade de predição, exatamente como o tarô. Também podemos utilizar os sinais rúnicos com finalidades diversas, como a cura, mentalizando certas runas nas partes enfermas do corpo. Há os famosos escritos rúnicos, que você pode criar um texto mágico com a finalidade mágica de cura, saúde, paz e demais finalidades.

E, finalmente, e esta é a justificativa deste texto gnóstico, podemos posicionar nosso corpo físico de tal forma que este se assemelhe a qualquer runa. Esta postura física que se assemelha ao desenho rúnico faz com que sintamos os benefícios energéticos da runa correspondente.

Pela Lei das Correspondências, se usamos nosso corpo físico para tomar a forma de uma runa qualquer, nossa estrutura interior, com seus chacras, nadis e Centros Psíquicos, irá absorver a energia cósmica correspondente à runa imitada. Mas, antes, façamos um pequeno preâmbulo do que signifique o termo Runa.

Muitas e variadas são as definições da palavra Runa. Suas origens podem ser buscadas no antigo nórdico e anglo-saxão Run, no neoislandês Runar ou no alemão arcaico Runa. Tais palavras por sua vez, derivam da palavra raiz indo-europeia Ru, que tanto significa Mistério quanto Segredo.

Segundo os historiadores há inscrições rupestres pré-históricas, conhecidas como inscrições de Hallristinger, que foram feitas pelas tribos da era neolítica e da Idade do Bronze na região norte da Itália. Há grande semelhança entre o alfabeto rúnico antigo e a escrita etrusca.

Mitologicamente, a criação das Runas é atribuída a Odin, Deus nórdico. Seu nome deriva do escandinavo arcaico Od, significando Vento ou Espírito. Afirma-se que Odin adquiriu o conhecimento secreto por um supremo ato de Autossacrifício. Ele permaneceu suspenso por 9 (nove) dias e 9 (nove) noites empalado pela sua própria lança na Yggdrasil ou Árvore do Mundo, para obter a Sabedoria Proibida (ou seja, o número 9 e o empalamento simbolizam o sacrifício necessário para o despertar da Kundalini).

Afirma-se também que Odin bebeu longamente o sagrado caldo do caldeirão do deus Mimir (a transmutação), para aprender os mistérios da vida e da morte. O caldeirão é um símbolo antigo da Grande Deusa Mãe (Kundalini). Todos estes mitos indicam claramente um profundo simbolismo ao qual devemos meditar profundamente.

Segundo a tradição gnóstica, as runas são um alfabeto entregue nos primórdios da raça humana sobre a Terra. Mais precisamente na 1ª Raça Raiz (Raça Polar), há muitos milhões de anos. Esse alfabeto foi trazido desde os mundos internos, as dimensões superiores da natureza para nosso benefício.

A sabedoria das Runas é realmente sagrada e o VM Samael a entrega decifrada e até experimentada. As Runas foram a linguagem sagrada dos primitivos Iniciados das primeiras Raças-Raízes que povoaram o planeta, cujo alfabeto constava originalmente de 22 caracteres ou letras com mágicos poderes esotéricos, 15 dos quais o VM Samael nos entrega decifrados e praticáveis.

Cada letra é uma Runa e esta é um símbolo hierático de divinos ensinamentos secretos. O discípulo poderá dispor seu corpo físico em determinada posição e assim assemelhá-lo aos símbolos rúnicos para executar práticas que despertam e desenvolvem os poderes interiores e até mesmo nossa Consciência. A Runa é uma espécie de “Judô Cósmico”, é também um meio de defesa psíquica com conexão cósmica. Essas posturas sagradas cósmicas deram origem, bem mais tarde, às Artes Marciais, como o Caratê, Kung-Fu, Judô etc.

Devemos lembrar que o ser humano é um trio de matéria, energia e consciência. Nossos dedos são como antenas (isto nos lembra o Teorema do Poder das Pontas, segundo a Radiônica) para captação de energia cósmica. Existem vórtices energéticos (chacras secundários) nas mãos (chacras palmares), nas plantas dos pés e nos joelhos (chacras devocionais). Trabalhando com as Runas ativamos esses vórtices e nos capacitamos a receber auxílio oriundo do Cosmo e da própria Mãe Terra.

Não devemos esquecer que tudo no Cosmo vibra, é energia, é som, é cor, é vida. A sábia combinação de certos movimentos físicos com mantras cria condições internas de Ordem Superior, que nos ajudam a despertar nossa Consciência.

Alguns dos benefícios da prática constante e equilibrada da Magia das Runas:

* Captação de Poderosas Energias do Universo para sutilização de nossa Vibração Interna.
* Controle e harmonia do corpo físico através das posturas (Dança Rúnica ou Judô Rúnico).
* Controle e equilíbrio dos pensamentos e das emoções por meio do som e das posturas.
* Controle e fortalecimento da respiração por meio dos sons mântricos.
* Ampliação de nossa consciência imediata, vivendo o “aqui-agora”.
* Ficar concentrado às mensagens das runas que ressoam desde os Mundos Divinos de nosso Ser, ou seja, desde os Mundos de Yggdrasil.
* Controle da Vontade no sentido de direcioná-la a determinado objetivo.

EXERCÍCIOS MÁGICOS DAS RUNAS

FA

Devemos saudar cada novo dia com imensa alegria. Quando nos levantamos da cama devemos elevar os braços para o Cristo-Sol, o Nosso Senhor, de tal forma que o braço esquerdo fique um pouco mais elevado que o direito. Assim, desta forma, nosso corpo físico tomará a forma desta Runa sagrada. As palmas das mãos permanecem diante da luz solar nessa inefável atitude de quem realmente aspira receber as divinas bênçãos solares. Esta é a sagrada posição da Runa Fa.

Uma vez assim postados, trabalharemos agora com o Pranayama, respirando pelo nariz e exalando o ar pela boca de maneira rítmica e com muita fé e Imaginação Criadora. Imaginemos que a luz do Cristo Cósmico entra em nós pelos dedos das mãos, circula pelos braços e inunda o nosso organismo, chegando até a Consciência e estimulando-a, despertando-a e chamando-a à atividade.

Também nas noites misteriosas e divinas pratiquem este Judô Rúnico diante do céu estrelado de Urânia. A posição é a mesma, porém devemos acrescentar a seguinte oração:

Força Maravilhosa do Amor…
Força Maravilhosa do Amor…
Força Maravilhosa do Amor…
Avivai Meus Fogos Internos, para que Minha Consciência Desperte!

Voltados para o Leste, devemos assumir uma postura semelhante ao desenho da Runa FÁ, para que possamos canalizar a energia crística do SOL SAGRADO

A seguir, vocalize os mantras:

FA… FE… FI… FO… FU…

Deve-se alongar o som nas vogais. (Cada sílaba deve ser vocalizada em uma respiração completa, até se expelir todo o ar dos pulmões.)

Esta pequena – porém forte – oração pode e deve ser feita com todo o coração tantas e quantas vezes desejar.

Planetas de influência: Mercúrio e Sol
Cor que canalizamos durante a prática: Violeta

IS

Esta runa canaliza o poder de nossa Deusa Interior, conhecida entre os gnósticos como Mãe Divina, Ram-io ou Devi Kundalini Shakti. Os gnósticos afirmam que Deus desdobra-se como Pai e como Mãe. Como Pai é a Sabedoria Divina e como Mãe é o mais puro e inefável Amor. Pratiquemos esta runa para canalizar o Amor e o Poder da Mãe Divina.

Na posição militar de sentido, levantemos os braços para formar uma linha reta com o corpo. Depois de orar e pedir ajuda a Mãe Divina, cantemos o mantram Isis, assim:

Iiiiiiiiiiiiiiiisssssssss…

Alonga-se o som das letras e divide-se a palavra em duas sílabas: Is… Is…

Depois, deitamos, relaxamos o corpo e, cheios de êxtase, nos concentramos e meditamos em nossa Mãe Divina, suplicando-lhe aquilo que mais necessitamos: orientação, inspiração, saúde, força, compreensão para nosso trabalho psicológico íntimo.

Planeta: Lua
Cor: Prata

AR

O VM Samael nos ensina que o mantra desta runa é justamente a palavra sagrada Ário. O mantra Ario prepara os gnósticos para o advento do fogo sagrado. Pratique-o todas as manhãs e ao cantá-lo, dividam-no em três sílabas, ou seja, a cada respiração, uma sílaba:

A… RI… O…

Assim:

Aaaaaaaaa… Rrrrrrrriiiiiiii… Ooooooooooooo…

Alongue o som de cada letra. Aconselha-se a empregar dez minutos diários nesta prática. Entre os inúmeros benefícios desta runa mágica, temos a canalização de nossas energias sexuais para o despertar da Consciência; o desbloqueio de nossos nadis e o equilíbrio dos Centros da máquina humana.

Planeta: Urano
Cor: Branco

SIG

Sugere-se selar sempre todos os trabalhos mágicos, orações, invocações, cadeias de cura etc. com esta Runa. Trace-a com a mão direita, estendendo o dedo indicador.

Execute o zig-zag do raio, de cima abaixo, ao mesmo tempo em que imita o som da letra S de maneira
prolongada, como um sibilo doce e aprazível:

Sssssssssssss…

Planeta: Netuno
Cor: Lilás

TYR

As práticas correspondentes à Runa Tyr, ou Tir, consistem em se colocar os braços estendidos de lado, fazendo o corpo tomar a posição da cruz. Em seguida, abaixe e levante as mãos lenta e ritmicamente (estas devem estar meio fechadas, como conchas a colher algo) enquanto se faz ressoar o poderoso mantra Tir, para despertar nossa Consciência.

Os sons das letras I e R são alongados:

Tiiiiiiiiirrrrrrrrrr…

Portanto, canta-se o mantra Tir prolongando bem as letras I e R, não se esquecendo de golpear com o T.

O T, ou Tau, golpeia a consciência procurando o seu despertar. O I trabalha intensamente com o sangue, o veículo da Essência, e o R, além de intensificar a circulação nas veias e vasos sanguíneos, opera maravilhas com as flamas ígneas, intensificando e estimulando o despertar de nossa consciência. Ótimo exercício para quem tem problemas de falta de memória, esquecimento, divagações, desatenções, fantasias e devaneios que a nada levam.

Planeta: Peixes
Cor: Laranja

BAR

Combine inteligentemente os exercícios das Runas Bar com os da Runa Tir. Levante os braços para o alto e abaixe as mãos como se fossem conchas, enquanto canta os mantras Tir e Bar, alternadamente, assim:

Tiiiiiiiiiirrrrrrrrr…
Baaaaaaaaarrrrrrrrr…
Tiiiiiiiiiirrrrrrrrr…
Baaaaaaaaarrrrrrrrr…

Objetivos desta prática: 1. Mesclar sabiamente em nosso Universo Interno as forças mágicas das duas Runas. 2. Despertar a Consciência. 3. Acumular internamente átomos crísticos de altíssima voltagem.

Planeta: Áries
Cor: Vermelho

UR

Esta é outra runa sagrada que conecta nossa Consciência pessoal com a supraconsciência de nossa Mãe Divina. Amando a nossa Mãe Divina e pensando nesse Grande Ventre, onde os mundos são gerados, oremos diariamente assim:

Dentro do Meu Real Ser Interno Reside a Luz Divina.

Rrrrraaaaaammmmmmmm… iiiiiiiiioooooo… É a Mãe de meu Ser, é Devi Kundalini.

Raaaaammmmm iiiiiiiooooo… Ajuda-me…

Raaaaaaaammm iiiiiiooooo… Ilumina-me…

Raaaammmm iiiiiooooo… És minha Mãe Divina, Ísis minha, tu tens o Menino Hórus, meu verdadeiro ser, em teus braços… Preciso morrer em mim mesmo para que minha Essência se perca nele… nele… nele…

Esta oração se faz em frente ao Sol com as mãos levantadas, as pernas levemente abertas e o corpo agachado, como se esperando para receber Luz e mais Luz.

Constelação: Virgem
Cor: Azul

DORN (ou TORN)

Na posição militar de sentido, parado, com o rosto voltado para o Oriente, coloque os braço direito de tal maneira que a mão fique apoiada sobre a cintura ou quadril, descrevendo a forma desta Runa. Cante agora as seguintes sílabas mântricas:

TA… TE… TI… TO… TU…

Pratica-se este exercício todos os dias ao sair do Sol, com o propósito de desenvolvermos a Vontade-Cristo, a força de vontade Solar e Positiva, para que aprendamos com a Consciência a fazer a “Vontade do Pai que está em segredo”.

Planeta: Sol
Constelação: Libra
Cores: Azul e Dourado

OS (ou OLIN)

Ou Runa Olin. Alterne sucessivamente os braços durante as práticas esotéricas com esta Runa. Inicialmente, coloque os braços para baixo, esta é a primeira posição. Depois, coloque-os na cintura como na Runa Dorn ou Torn. Repito que devem examinar cuidadosamente as duas representações gráficas da Runa Os.

Durante esta prática rúnica, combine rítmica e harmoniosamente os movimentos com a respiração. Inale o prana pelo nariz, exalando-o após pela boca, juntamente com o místico som Torn, no qual se alonga a pronúncia de cada letra:

Tooooooorrrrrrrrnnnnnnn…

Ao inalar, imagine as forças sexuais subindo desde as glândulas sexuais por esse par de cordões nervosos simpáticos conhecidos na Índia com os nomes de Idá e Píngala. Esses canais, ou nadis, transportam o poder mais sagrado dentro de nós, que é a energia sexual. As forças sexuais, seguindo por esses nervos ou “tubos”, chegam até o cérebro e continuam até o coração por intermédio de outros canais, entre os quais está o Amrita Nadi.

Ao exalar, imagine que as energias sexuais entram no coração e penetram profundamente, chegando até a consciência para despertá-la. Golpeiem a consciência com força, com THELEMA (vontade), combinado assim as duas Runas.

Depois reze e medite. Suplique ao Pai que está em segredo. Peça a Ele o despertar da consciência. Suplique à Divina Mãe Kundalini, roguem com infinito amor para que Ela faça subir, que faça chegar até o coração e até o mais profundo da consciência as suas energias sexuais.

Amem e rezem. Meditem e supliquem. Se tiverem fé mesmo sendo do tamanho de um grão de mostarda, moverão montanhas. Recorde que o princípio da ignorância está na dúvida. Pedi e se vos dará, batei e se vos abrirá.

Planeta: Plutão
Constelação: Escorpião
Cor: Branco

RITA(ou RAD)

Os mantras fundamentais da Runa Rita são:

RA… RE… RI… RO… RU…

Assim:

Rrrrrraaaaa…
Rrrrreeeeee…
Rrrrriiiiiiiii…
Rrrrrooooo…
Rrrrruuuu…

Na Runa Fa tivemos de levantar os braços. Na Runa Ur, abrimos bem as pernas. Na Runa Dorn pusemos um braço na cintura. Na Runa Os mantivemos as pernas abertas e os braços na cintura. Agora na Runa Rita devemos abrir uma perna e um braço. Assim, nessas posições, os irmãos gnósticos ver-se-ão como se fossem os próprios símbolos rúnicos, da maneira como são escritas as letras.

Esta prática rúnica tem o poder de libertar o Juízo Interno. Precisamos despertar o Budhata, a alma, e nos converter em juizes conscientes. A presente Runa possui o poder de despertar a Consciência do Juízo. Recordemos essa voz chamada de Remorso.Os que não o escutam estão muito longe de seu Juiz Interno, comumente são Casos perdidos. Gente assim deve trabalhar intensamente com a Runa Rita para libertar seu Juízo Interno. Precisamos urgentemente aprender a nos guiar pela Voz do Silêncio, pelo Juiz Íntimo.

Planeta: Júpiter
Cor: Verde

KAUM

A misteriosa Runa Kaum representa com inteira exatidão a mulher-sacerdotisa e também a espada flamejante. A Runa Kaum, com seu cabalístico 6, vibra com intensidade dentro da Esfera de Vênus, o planeta do amor.

A Runa Rita influi decididamente nas glândulas endócrinas masculinas e a Runa Kaum exerce sua influência sobre as glândulas femininas.

Os mistérios da Runa Kaum brilham gloriosamente no fundo da Arca, aguardando o momento de serem realizados.

A Runa Kaum serve para a transmutação das Energias Sexuais. Deve ser usada pelos solteiros e casados.

Posição: Corpo ereto, braços formando um ângulo de cerca de 45 graus com o corpo, e cantar o mantra:

KAAAAAAAAAAOOOOOOOOMMMMMMMM…

Planeta: Vênus
Cor: Rosa

HAGAL

Amado discípulo, medite profundamente na Unidade da Vida, no Grande Alaya do Universo, no Mundo Invisível, bem como nos Universos Paralelos da dimensões superiores do espaço. Concentre o pensamento nas Walquírias… nos Deuses do fogo, do ar, das águas e da terra…

Agni é o Deus do fogo. Paralda é o Deus do ar. Varuna é o Deus da água. Gob é o Deus do elemento da terra. Através da meditação, poderá entrar em contato com os Deuses Elementais.

Trace a Runa Hagal sobre um papel em branco e concentre a mente em qualquer um dos quatro principais Deuses dos Elementos. Peça socorro a eles quando for necessário. Chame-os. Invoque-os quando precisar.

Depois de traçado o santo signo, a maravilhosa Runa Hagal, cante os seguintes mantras:

Achaxucanac… Achxuraxan… Achgnoya… Xiraxi… Iguaya… Hiraji…

Constelação: Sagitário
Cor: Todas as sete do espectro

NOT

Em caso de se necessitar a assistência de Anúbis, faz-se urgente negociar com Ele. Abra os braços na forma da Runa Not. Um deles formará um ângulo de 135 graus com o corpo e o outro um ângulo de apenas 45 graus com o corpo. Depois o braço que forma o ângulo de apenas 45 graus passará a formar um de 135 graus, enquanto que o que formava o ângulo de 135 graus formará 45. Assim, sucessivamente, alternam-se os braços.

Durante o exercício cantarão os mantras:

NA… NE… NI… NO… NU…

Assim:

Nnnnaaaaaaa…
Nnnneeeeeee…
Nnnniiiiiiiiiii…
Nnnnoooooo…
Nnnnuuuuu…

Mantendo a mente concentrada em Anúbis, o Supremo Chefe do Karma, e suplicando o negócio desejado, pedindo a ajuda urgente.

Observe bem a figura da Runa Not. Imite com os braços o seu signo. Alterne o braço direito e esquerdo durante a movimentação.

Planeta: Saturno

LAF

A prática correspondente a esta Runa consiste em parar defronte ao Sol, de manhã, no momento em que ele sobe pelo Oriente, naquela atitude mística manifestada pela Runa Laf, com as mãos levantadas, e implorar-Lhe auxílio esotérico. Suplique o Despertar da Consciência, a Morte das Trevas Interiores, o aflorar do Fogo Interior…

Esta prática deve ser feita na aurora do dia 27 de cada mês.

Constelação: Touro
Cor: Dourado

GIBUR

Esta Runa é a letra G da Maçonaria. É pena que os M.’. M.’. não hajam compreendido a profunda significação desta misteriosa letra. O G é a cruz swástika, o amén, o maravilhoso final de todas as orações.

G também é o Gott ou God, que significa Deus. Saibam o que é Gibraltar (Giburaltar: o altar da vida divina, a ara de Gibur).

As pessoas esqueceram-se das práticas rúnicas, porém a Runa Cruz ainda não foi esquecida, felizmente. Traçando o símbolo sagrado da swastika com os dedos polegar, índice e médio da mão direita, podemos nos defender das potências tenebrosas. As colunas de Demônios fogem diante da swastika.

Constelação: Escorpião
Cores: Vermelho e Dourado

FONTES: Samael Aun Weor => Rosa Ígnea; Tratado de Teurgia e Magia Prática; Logos, Mantra e Teurgia; As Três Montanhas; O Matrimônio Perfeito

(Autor: Ali Onaissi – Jornalista, escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine)

Endocrinologia – Pituitária

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A glândula pituitária é muito pequena. A biologia afirma que esta glândula é do tamanho de uma ervilha e pende da base do cérebro, descansando harmoniosamente sobre o osso esfenoide. Nesta glândula encontramos uma trindade maravilhosa. A Lei do Triângulo rege todo o criado.

A pituitária é constituída de três partes: dois lóbulos e uma parte média. Aqui o triângulo, esta lei maravilhosa de toda criação. Sem o lóbulo frontal, ou o lóbulo anterior da glândula pituitária, creem os biólogos que a vida é absolutamente impossível.

O lóbulo frontal desta glândula está encarregado de fiscalizar o tamanho da estrutura da comunidade celular. Devemos saber que no ato de fiscalizar existe também regularização e controle. Assim, podemos explicar que a vida seria impossível sem o lóbulo anterior da glândula pituitária.

O hiperfuncionamento do lóbulo anterior da pituitária dá origem a seres humanos gigantes. Quando o funcionamento do lóbulo frontal é insuficiente, então teremos os anões.

Assim, pois, é lógico supor que sem o lóbulo frontal da glândula pituitária a vida seria impossível, posto que ela regula o tamanho da estrutura da comunidade celular.

Certos tipos de idiotas e cegueira se devem também a algumas anormalidades do lóbulo frontal da pituitária.

A função do lóbulo posterior da glândula pituitária é também tonificar maravilhosamente os músculos involuntários do organismo. A secreção da pituitária afeta também a excreção de água dos rins. Os médicos utilizam a pituitrina para ajudar nos partos difíceis. A mestra HPB disse que a glândula pituitária é o pajem e porta-luz da glândula pineal.

O doutor Krumm-Heller, professor de Medicina da Universidade de Berlim, dizia que entre as glândulas pineal e pituitária existe um canal, ou capilar, muito sutil, já desaparecido nos cadáveres. Assim, pois, essas duas glândulas se encontram conectadas por esse fino canal. Não existe dúvida alguma sobre a eletrobiologia e sobre as forças bioeletromagnéticas.

Por que não aceitar então um intercâmbio bioeletromagnético entre as glândulas pituitária e pineal? É chegada a hora de analisar todas as possibilidades do nústico sensorial e do psicossomático, sem fanatismos, sem prejuízos e sem dogmatismos. Os yogues do Hindustão dizem que da glândula pituitária nasce a flor de lótus de duas pétalas.

Os cientistas ocidentais, em vez de rirem ante essas afirmações, deveriam estudá-las profundamente. Rir do que ignoramos não é científico. Essa flor de lótus situa-se no corpo astral exatamente entre as duas sobrancelhas.

Os sábios do Hindustão dão a essas flores de lótus o nome de chacras. Os iogues asseguram que o chacra pituitário nos faz clarividentes. Na terra sagrada dos Vedas existem muitas práticas secretas para se desenvolver a clarividência.

Dizem os hindustanis que o chacra frontal tem 8 poderes maiores e 36 menores.

O clarividente pode perceber o ultra da natureza. O clarividente pode ver o corpo astral dentro do qual estão todos os princípios anímicos e espirituais do homem. O clarividente percebe a 4ª dimensão. A energia glandular não pode ser desprezada pelo biólogo. O intercâmbio bioeletromagnético das glândulas pituitária e pineal nos faz clarividentes.

Parece existir certa relação entre o átomo do cobre a e glândula pituitária. Alguns sábios utilizaram o cobre para desenvolver a clarividência. Nostradamus permanecia horas inteiras olhando fixamente a água contida num recipiente de cobre puro. Este sábio médico fez profecias que se têm cumprido com toda exatidão através do tempo.

Os astrólogos afirmam que a glândula pituitária está influenciada por Vênus e que o cobre também sofre influência desse planeta. Agora podemos compreender a íntima relação que existe entre o cobre e a glândula pituitária.

Durante a colonização espanhola no México, conta-nos a tradição que sacerdotes católicos efetuaram trabalhos de catequese junto aos astecas, falando-lhes de Anjos e Arcanjos. Por sua vez, os sacerdotes astecas convidaram os sacerdotes católicos para comer. Dizem que os sacerdotes católicos comeram, entre os alimentos, um cacto muito saboroso.

Esse cacto despertou momentaneamente a clarividência dos sacerdotes espanhóis. Em seguida, estes viram anjos, arcanjos etc. O assombro foi terrível e os sacerdotes católicos não sabiam o que fazer. Entretanto, os índios, sorrindo, diziam: “Estes anjos e arcanjos de que nos falais faz muito tempo os conhecemos!”

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Conta a tradição que os sacerdotes católicos mataram os sacerdotes astecas considerando-os bruxos ou feiticeiros. Não há dúvida que esse cacto tem o poder de despertar instantaneamente a clarividência a quem o come. Esse cacto é o PEYOTL.

No Estado do México não se consegue esse cacto utilizado para a clarividência. Quem quiser consegui-lo deve buscar em Chihuahua ou em San Luis Potosi. Deve-se mascar só o peyotl maduro. Quando está seco, não serve.

A Biologia não pode subestimar o Peyotl, nem assegurar em forma dogmática e intransigente que as percepções sejam alucinações. Assim, os primeiros sábios que puderam ver os micróbios com o microscópio tinham assegurado que esses micróbios não existiam e que o que viam através da lente eram alucinações. Então, ainda a estas horas da vida ignoraríamos a existência dos micróbios.

Necessitamos ser menos dogmáticos, necessitamos ser mais estudiosos e ecléticos, mais didáticos. A glândula pituitária segrega sete classes de hormônios. O valor da glândula pituitária na obstetrícia é também incalculável.

O insigne escritor dr. Jorge Adoum, respeitável escritor gnóstico e Grande Mestre de Mistérios Maiores da Loja Branca, disse que o átomo do Cristo Cósmico se acha na glândula pituitária, enquanto o átomo do Pai se encontra no campo magnético da raiz do nariz.

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Monstros mitológicos

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Cérbero – É o terrível cão de três cabeças que guarda o portal do mundo dos mortos, é o “mascote” de Hades. Foi capturado por Hércules (o herói solar, representado por todos os Iniciados que querem encarnar o Cristo Interno por meio da autopurificação, representada pelos 12 Trabalhos Hercúleos), que estava realizando um de seus 12 trabalhos, e levado para o rei Euristeu (nosso Ser Interno). Aparece em vários outros mitos, como o de Orfeu – quando este tanta resgatar sua amada eterna Eurídice. Mas, para tanto, faz cérbero se amansar com a sua suave música.
Centauros – Os centauros são metade cavalo e metade homem, e com exceção de alguns como o curandeiro Quíron, eles são geralmente mal-educados e selvagens. Representam a natureza dos homens com grande estágio de evolução interna, porém, que ainda necessitam depurar seus instintos, desejos e outros estados internos de Consciência.
Hidra – Serpente monstruosa, imaginada com sete, nove, cem ou mais cabeças que, quando cortadas, renasciam se, na parte decepada, não se pusesse imediatamente fogo. Com o sangue da Hidra, Hércules impregnava as suas flechas. Esse monstro infestava os campos nas proximidades de Lerna, nas vizinhanças de Argos. Foi o veneno da Hidra que fez com que Quíron ficasse manco e esse seu ferimento não sarava nunca. Representa nossos estados interiores degradados, nossas paixões, defeitos, e tudo o que há de ruim em nossos Mundos Internos.
  Medusa – Medusa era uma belíssima ninfa, e por causa de seus belos cabelos ela tinha muitos namorados e pretendentes. Até Poseidon (Netuno) se apaixonou por ela. Disfarçado de pássaro, ele a levou ao Templo de Atenea (Minerva). Medusa, arrogante e soberba, ousou dizer que a sua beleza era maior do que a da própria Atena. Esta, ofendida, transformou seus belos cabelos em serpentes e seu olhar em energia petrificante. Perseu conseguiu cortar a cabeça da Medusa, olhando-a refletida na parte espelhada de seu escudo. Do sangue da ferida de Medusa nasceu Pégaso, o sagrado cavalo branco alado, magnífica representação da necessidade que todos temos de matar nossa Medusa interior, o Ego e todas as suas sujeiras e maldades, e liberar, desengarrafar, nossa Essência Interior.
Ciclopes – Filhos de Poseidon e Anfitrite – sua mulher-reflexo – os ciclopes eram gigantes de um olho só, sendo que este fica na testa. Os ciclopes forjaram os raios de Zeus, o tridente de Poseidon e o capacete da invisibilidade de Hades. Eram mais de cem, mas todos foram mortos, a flechadas, por Apolo, que queria vingar seu filho Esculápio (Asclépio), fulminado pelo raio de Zeus. Essa e outras alegorias ciclópicas, como a luta entre Odisseu e um dos ciclopes, nos indicam a necessidade da vitória da razão objetiva do Ser sobre as forças instintivas negativas, primitivas, egóicas, dentro de todos nós.
Greias – Greias, em grego, significa “mulheres velhas”. Quando as gréias vieram ao mundo já eram velhas. Na origem, eram duas: Ênio e Pefredo, às quais, mais tarde juntou-se Deino. Possuíam um só olho e um só dente, comum às três, dos quais se serviam alternadamente para ver e comer. Tinham mãos de bronze e cabelos de serpentes. Viviam no Extremo Ocidente, no País da noite, onde o Sol nunca resplandecia. Tanto as gréias quanto as gorgonas representam as três Fúrias, as três bruxas do mito shakespeariano, e são os mesmos três traidores de todos os mitos e tradições iniciáticas, como no cristianismo (os que traíram a Cristo: Judas, Pilatos e Caifás; na tradição maçônica, com os três assassinos de Hiram Abiff, o Arquiteto do Templo de Salomão, na verdade nosso Templo Interior; e as três fúrias, filhas de Marah, o demônio que tentou Buda).

Górgonas – As irmãs mais novas das Greias. Eram monstros alados, horríveis, com serpentes no lugar dos cabelos, petrificavam quem as olhasse nos olhos. Moravam na Lídia, perto do Jardim das Hespérides. Eram três: Esteno (a violenta), Eríale (a errante) e Medusa (a fascinadora). Medusa, a rainha delas, era a única mortal das três: nem Eríale nem Esteno ficam velhas ou morrem. Depois da morte de Medusa, as outras duas foram habitar o portal do mundo dos mortos, com os centauros, harpias e outros seres fantásticos de nossos mundos infernais interiores. Esses seres fantásticos realmente existem, em nossos mundos atômicos. Basta que consigamos entrar, por meio de nossas meditações profundas, neste Averno interior e desintegrar, com o poder de Devi kundalini Shakti, esses DEUSES ATÔMICOS INVERTIDOS…

Cabeças olmecas – Esculturas de reis afro-mexicanos?

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Um dos grandes mistérios antropológicos são as famosas Cabeças Olmecas, que se encontram no Museu de Jalapa (ou Xalapa), no estado de mexicano de Veracruz. Essas gigantescas cabeças foram esculpidas em diversos materiais, entre eles basalto, e sua altura varia de 1,60 a 4 metros e pesam de 4 a 65 toneladas.

O venerável mestre Samael Aun Weor afirma, em uma de suas conferências sobre Antropologia Gnóstica, que essas cabeças foram esculpidas há mais de 20 mil anos, quando a Atlântida não havia submergido ainda. Esse continente perdido unia na época a Europa, a África e as Américas. Por esse continente atlante vinham, entre outros, peregrinos africanos visitar as pirâmides mexicanas. Realizavam, digamos, um turismo esotérico…

Ensina o Mestre dizendo que em honra à visita dos grandes reis africanos, os potentados olmecas esculpiam enormes cabeças de pedra. Portanto, caro estudante esoterista, essas Cabeças Olmecas que você vê nesta página do site GnosisOnline são decididamente de reis africanos do período  final da Atlântida (4ª Raça-Raiz), que visitaram a América.

A expressão escultórica mais famosa dos olmecas são as cabeças humanas de enormes dimensões, porém dentro da arte dessa cultura também houve grandes “altares” retangulares, esculturas de seres humanos sentados, estelas talhadas em relevo que representam humanos e seres sobrenaturais, além de uma quase infinidade de pequenas obras talhadas em pedra verde.

Quanto às cabeças colossais, cada uma delas mostra traços faciais distintos, sendo retratos de indivíduos específicos. Pelos estudos gnósticos, foram realmente reis e sacerdotes de alto grau espiritual e/ou político. O que se sabe também é que essas cabeças estavam totalmente pintadas porque a maioria apresenta fragmentos de tinta.

Em 1862 foi descoberta o primeiro monumento colossal na região de Tres Zapotes, perto do sítio arqueológico de La Venta. Sem embargo, San Lorenzo foi um centro de poder territorial importante e, por isso, aí tem sido encontrado o maior número dessas cabeças colossais.

Todas elas estavam enterradas, o que contribui mais ainda com o mistério do significado dessas peças. Em toda uma vasta zona encontraram-se umas 16 ou 17 dessas gigantescas cabeças, com pesos, desenhos e composição variados. Como exemplo, a maior dessas cabeças foi achada em Rancho de Cobata, no estado de Veracruz, e que pesava 65 toneladas.

Descoberta em 1970 no Rancho Cobata, estado de Veracruz (México), esse monumento tem 3,5 metros de altura e pesa impressionantes 50 toneladas

Outro tema polêmico que ronda esses monumentos olmecas é o fato de que um grande número delas foi mutilado. Alguns afirmam que os próprios olmecas destruíram muitas delas, para significar que esses reis-sacerdotes africanos não eram mais de confiança ou ainda que eles haviam morrido de forma violenta.

Também existe a hipótese de que grupos inimigos dos olmecas destruíram algumas dessas cabeças em atos de vandalismo.

O que se sabe, ao certo, é que essas Cabeças Olmecas possuem traços marcadamente negroides.

(Ali Onaissi, jornalista e diretor do site GnosisOnLine)

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A mensagem gnóstica

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As inquietudes espirituais deste século (20) iniciaram-se, certamente, com a Mestra Helena Petrovna Blavatsky. Não quero dizer que não existissem escolas esotéricas nos séculos anteriores. O que estou assinalando é que a inquietude esotérica contemporânea começou com o trabalho iniciado por dita Mestra.

Ela, realmente, esteve no Shangri-lá, e seu Mestre, ou Guru, foi o grande Mestre Kout-Humi. Quando jovem, desposou-se com o ancião Conde Blavatsky, com o qual não teve vida marital, só permaneceu a seu lado uns poucos meses, viajando com ele pelo Egito, pela Índia e pelo Tibete, pois então era muito malvisto que uma mulher viajasse sozinha. Durante essas viagens, conheceu seu Mestre.

Que possuiu poderes extraordinários? É verdade! Que esteve relacionada espiritualmente e de forma pessoal com os Mestres do Tibete? É certo! Escreveu obras notáveis, como A Doutrina Secreta, Ísis sem Véu, A Voz do Silêncio etc.

Os duros sofrimentos que teve de suportar se deveram precisamente à dificílima missão que lhe foi encomendada: a de convencer céticos, aos quais deu mostras de seus notáveis poderes psíquicos.

Ela foi a razão pela qual o inglês Sinnet e o Mestre Kout-Humi iniciaram uma importantíssima correspondência. Em certa ocasião, a uma petição do inglês, o Mestre contestou: “Está seguro de que se me visse pessoalmente, não perderia o interesse que tem por minha correspondência?” Assim é como conhecemos a sapiência dos Mestres.

Asseguro-lhes que se vissem aqui o Mestre Hilarión, ou Moria, ou o Conde de Saint-Germain… Se viessem viver aqui conosco, em nosso ambiente, nos primeiros dias vocês não sairiam dessas casas: os 5 milhões de pseudo-ocultistas, espiritualistas e simpatizantes se desviariam para conhecer os Mestres. Depois, quem sabe se até uma saudação lhes dessem!

Afiliados ou simpatizantes desses estudos os há aos milhões, porém, na hora da prova, na hora de ter realmente de se decidir, de ter de se definir, em verdade, pelo Ser ou Não Ser da filosofia, todos veem a coisa tão grave que fugiriam apavorados, não ficaria um. A maior parte das pessoas busca esses estudos por diversão, como quem vai a uma tourada ou ao cinema.

A Mestra Helena Petrovna Blavatsky teve de sofrer muitas vexações e humilhações, e não obstante de ter obrado prodígios e maravilhas – demonstrando seus poderes –, para convencer aos incrédulos. Essa foi sua missão, por certo muito dura, pois, quando se se convencerem dez incrédulos, vêm mil. Quando se convencerem mil, vêm 10 mil, e assim, quando iremos terminar de convencer os incrédulos?

Nós, por nossa parte, estamos cumprindo uma missão transcendental: entregar A Mensagem à humanidade. E em nosso caso concreto não nos dedicaremos jamais a convencer incrédulos. Nós nos dedicaremos, exclusivamente, a formar o Exército de Salvação Mundial e a trabalhar de acordo com o Círculo Consciente da Humanidade Solar sobre os planos de uma nova civilização e uma nova cultura.

Apesar de levarmos 35 anos fazendo este Trabalho, considero que estamos começando. Há uns 5 milhões de gnósticos espalhados pelo mundo que estudam nossa doutrina. Porém, contudo, considero que estamos no começo desta Grande Obra.

A mensagem que devemos entregar se divide em três partes: a primeira é o “kinder”, a segunda é o ensinamento superior, contida nas Mensagens de Natal de cada ano, e há uma terceira parte, que é mais transcendental.

Não tratarei de convencer incrédulos, não perderei tempo com coisas inertes. O que quiser aceitar a doutrina, que a aceite; e o que quiser rechaçá-la, que a rechace. Que cada qual a interprete com sua mente como bem quiser. O que quiser crer, que creia; e o que não quiser crer, que não creia, isso não nos interessa.

Obviamente, não podemos esperar que o Anticristo da falsa ciência vá dar seu braço a torcer, assim porque sim. Nós os conhecemos muito bem, sabemos que seus seguidores são soberbos, creem que sabem tudo. O mais seguro é que lançarão contra nós seus ataques e sua baba difamatória, porém isso não nos pegará sem cuidado.

A nós não vai acontecer o mesmo que com madame Blavatsky, que a mataram com tantas calúnias, que morreu de tristeza, e por isso a chamam de “A grande mártir do século passado” (19). A nós não doerão as calúnias das pessoas. “Não sou mais porque me louvem nem menos porque me vituperem. Eu Sou o que Sou.” De tal maneira que se me dizem, que digam; e se não dizem, que não digam. Uma só coisa é que nos interessa: entregar a Mensagem e isso é tudo.

Blavatsky rodeada por Kout-Humi, Moria e Saint-Germain

Falamos assim apoiados na experiência. Poderíamos dar muitas demonstrações, porém, não vem ao caso. Convencer incrédulos é o grande erro. Isso foi, precisamente, o que levou madame Blavatsky à morte. É claro que as mulheres são extremamente sensíveis, e ela, ao se ver tão vexada publicamente, humilhada e caluniada, adoeceu e morreu.

Sabemos, pois, o que é a humanidade. Conhecemos aquele sorriso sutil dos incrédulos. E já dissemos, anteriormente, que se hoje convencemos 10 mil céticos, amanhã nos chegarão 1 milhão dos mesmos, e nunca terminaríamos com essa tarefa absurda.

Somos, nesse sentido, mais práticos: entregamos as Chaves para que cada qual se convença por si mesmo. Se é que alguém quer se convencer, que experimente na própria pele, e não na nossa.

Ensinamos, por exemplo, como sair em corpo astral, para que cada um se convença por si mesmo. Ensinamos o sistema para meter o corpo físico dentro da quarta dimensão, para que cada qual vá em corpo de carne e osso a experimentar as coisas do Ultra. Assim, os que quiserem ver, ouvir e apalpar as grandes realidades dos mundos superiores terão de tomar o incômodo de trabalhar sobre si mesmos.

Entregamo-lhes os segredos do Grande Arcano e a doutrina escrita em muitos livros que já se encontram em diversas partes do planeta. Estamos fazendo o trabalho que o Círculo Consciente da Humanidade Solar encomendou: o de formar o Movimento Gnóstico, e este será cada vez mais poderoso. São muitos milhares de pessoas que estudam nossos livros, e se multiplicarão muito mais no futuro.

Empreendemos uma campanha de publicidade em toda a América Latina, os Estados Unidos, o Canadá, Europa e Ásia. Lançamos missionários em todas as direções, e estes tomam a palavra nas universidades, nas casas culturais, nas rádios, na televisão, nas casas de família etc. e que, ademais, fundam escolas onde se estudam os grandes Mistérios e os aspectos científicos do Cosmo infinito.

Propusemo-nos criar o Exército de Salvação Mundial. Que há reacionários? É verdade! Vocês sabem que há muitas escolas de tipo pseudoesotérico e pseudo-ocultista que ainda continuam fiéis às teorias do passado e que de nenhuma maneira aceitam nada novo. Deve-se deixá-los em paz com seus planos antiquados, obsoletos. Nós somos revolucionários, e os reacionários não poderão conosco. Nossos ensinamentos são para aqueles que aceitam a Revolução da Consciência.

Necessitamos da liquidação, ou desintegração, do Ego. Necessitamos que os agregados psíquicos desapareçam totalmente para nos libertarmos do erro e da dor. Porque, realmente, o animal intelectual equivocadamente chamado homem o único que tem – o mais decente – é a Essência, o material psíquico, que não é outra coisa senão uma fração da Alma Humana (o Manas Superior da Teosofia). Ou seja, o humanoide ainda não possui Alma!

Em todo caso, o mais importante na vida do ser humano é se converter em Homem de verdade, em um chamberón (que significa “sábio” ou “santo”), no sentido mais completo da palavra. É claro que para ser sábio e santo se necessita morrer em si mesmo, porque de outra maneira é impossível se converter em um Chamberón.

A Tríade Imortal (Atman, Budhi e Manas) é citada em muitos textos sagrados, porém, quem a encarnou? O fato de que muitos Iniciados do passado não deram a conhecer toda a verdade, isso foi necessário. Havia de se falar nos termos em que eles o fizeram, para despertar o interesse do público. Talvez se antes se tivesse aclarado que o ser humano ainda não tem encarnada sua Alma Humana, e que somente tem uma fração da Alma encerrada dentro do Ego, as pessoas teriam rechaçado essa verdade.

O doutor Rudolf Steiner – em 1912 – profetizou que “viria um ensinamento de tipo superior”, e obviamente, este já está sendo dado. Havia de se preparar primeiro o ambiente, e é claro que já está preparado. Somente assim se poderia entregar à humanidade este ensinamento superior.

Sabemos que a Essência é uma fração da Alma, porém, com essa fração podemos elaborar o que o TAO chama de Embrião Áureo. Esse Embrião Áureo vem estabelecer em nós um perfeito equilíbrio entre o material e o espiritual.

Porém, não é possível elaborar dito Embrião se antes não tivermos liberado a Essência, que se encontra engarrafada no Ego, no Eu, no Mim Mesmo. Desintegrando o Ego, a Essência ou Budhata se transforma no Embrião Áureo.

Só uma pessoa que possua o Embrião Áureo está consciente. Quem conseguir elaborar dentro de si o maravilhoso Embrião Áureo desperta em todas as regiões, ou mundos do Espaço, e encarna sua Tríade Imortal.

Inquestionavelmente, quem conseguir esse propósito se converterá em homem legítimo, em Adepto do Círculo Consciente da Humanidade Solar.

Isso é tudo!

Samael Aun Weor, conferência El Mensaje Gnóstico

Presentes Gnósticos para o NATAL

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Presenteie quem você AMA com obras gnósticas IMPERDÍVEIS, e não com um simples presente descartável… A seguir, uma lista de sugestões incríveis:

O LIVRO COMPLETO DOS MANTRAS

Obra com praticamente todos os Mantras ensinados pelo VM Samael Aun Weor. São mais de 150 mantras (alguns inéditos do público, pois foram ensinados diretamente para os discípulos de Samael), contendo a indicação bibliográfica e explicações detalhadas sobre a utilidade e como mantralizar cada um deles (clique aqui).

A AUTÊNTICA BIOGRAFIA DE JESUS

Compilação sobre todos os ensinamentos do Mestre Samael sobre o personagem Jesus de Nazaré: vidas passadas de Jesus; Seu nascimento físico e iniciático; Suas viagens ao Egito, Tibete e Europa; os Instrutores de Jesus na Palestina e no Egito; Encarnação do Cristo Cósmico; Ensinamentos sociais e esotéricos do Salvador do Mundo, e muito mais (clique aqui).

O LIVRO DE ENOQUE

(O Apócrifo dos Anjos Caídos)

Esta imperdível obra foi tirada da Bíblia por conter informações misteriosas e impressionantes sobre as origens dos Anjos Caídos e do Mal e sobre a influência deles sobre os destinos da Humanidade. Obviamente, tais informações contêm inúmeros mitos e símbolos que somente um Iniciado por compreender. Na Introdução deste livro ensinamos as chaves esotéricas para desvendar e interpretar os ensinamentos de Enoque, o Profeta a quem Deus amava, que falam do passado, dos dias atuais e do futuro que aguarda a nossa Humanidade (clique aqui).

TARÔ EGÍPCIO + MANUAL

Manual de Tarô Egípcio + Baralho com 78 Arcanos (22 Arcanos Maiores, em cores, e 56 Arcanos Menores, monocor). Brinde saquinho de tecido para proteger as cartas. O Tarô Egípcio é uma síntese das Leis Cósmicas que regem o Universo, a Natureza e o próprio ser humano. É um verdadeiro Curso completo de Tarô em suas mãos (clique aqui).

INCENSOS IMPORTADOS

… Importados, de diversos países tradicionais, como Somália, Iêmen, Turquia, Sudão, Omã e muitos outros: Olíbano, Estoraque, Mirra, Benjoim, Copal, Sálvia e Palo-Santo, entre muitos outros… Odores maravilhosos, originais, inspiradores e purificadores. São mais de 280 opções de produtos e preços, de incensos, além de carvões especiais (clique aqui).

TARÔS DIVERSOS

Você curte tarôs, conhece os diversos tarôs do mercado editorial brasileiro e internacional? Acesse nosso link de Tarôs diversos, são dezenas de tipos, para todos os gostos e mentalidades: Waite, Marselha, Cigano, Lenormand e muitos outros (clique aqui).

A magia prática do Natal

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O Simbolismo Esotérico do Natal
O Simbolismo da Árvore de Natal
A Magia Prática do Natal
O Pai-Nosso Esotérico – Pai Nosso em Hebraico

Estimados amigos e irmãos gnósticos, o período mágico do Natal é especial para nossos corações. Depois de mais um ano de lutas, algumas vitoriosas e outras nem tanto, ao final recebemos uma energia crística maravilhosa que consola nossos corações e almas. O Natal é, para os gnósticos, uma festa para a alma, para aquela fração de Chispa Divina que reside em nossos corações.

Os textos que você, querido leitor, estudará em seguida são uma compilação de dicas mágicas práticas que os gnósticos praticaram e ainda praticam nos dias do Natal, porque eles sabem que os Portais de Luz dos mundos do Cristo Cósmico se abrem por alguns instantes. Nesses instantes mágicos, divinos, deve-se pedir, orar, festejar, pedir bênçãos e abençoar a tudo e a todos. São momentos onde se espera que nossos corações se abram.

Ensina o VM Samael Aun Weor que o mestre Jesus vive com o mesmo corpo físico em que foi conhecido na Terra Santa, há mais de 2 mil anos. Ele é um autêntico Mestre Ressurrecto, o grande chefe das almas, dos mestres e dos anjos. Seu amor, misericórdia e poder são infinitos. Jesus tem seu templo principal em algum rincão entre a Índia e o Tibet Oriental.

Nos dias que antecedem o Natal, Ele e certos mestres cristificados, realizam um ritual de Alta Magia do Amor, onde seus chacras cardíacos se abrem de forma espantosa, jorrando Átomos Crísticos de altíssima voltagem para todo o planeta Terra.

Nesses dias, os Anjos do Senhor cantam e choram de alegria, os elementais se calam em solene reverência, os Gurus entoam seus mantras sagrados. A Terra se cala… Todos sentem que o Senhor nos abençoa.

Queira Deus que você, estimado leitor, durante as semanas de dezembro, se prepare, orando, suplicando cura, paz, saúde e harmonia… Que suas Almas e seus Corações recebam as infinitas bênçãos do Mestre dos Mestres, que ainda está entre nós, por Amor e Misericórdia.

Em seguida, entregamos ensinamentos de algumas práticas que podem ser realizados nesse período maravilhoso e cheio de felicidade chamado Natal.

A ORAÇÃO DO CORAÇÃO DE JESUS

Esta prática simples e sagrada ao mesmo tempo sempre foi praticada pelos cristãos do Oriente, seguidores da Filokália, ou Psicologia Gnóstica Superior.

Exatamente à meia-noite do dia 24 para o dia 25 de dezembro, pare suas atividades, sua ceia de Natal, suas comemorações ou outra coisa qualquer e relaxe seu corpo por alguns instantes, num lugar calmo e silencioso.

Comece a respirar lenta e profundamente por alguns instantes e concentre-se unicamente nos batimentos de seu coração.

Em seguida, sincronize respiração e oração. Ao encher seus pulmões de ar, repita mentalmente a frase: “Meu Cristo Íntimo, desperte minha Consciência Espiritual…” Repita essa frase por algumas vezes, umas dez ao menos. Logo em seguida, visualize seu coração cheio de uma intensíssima luz dourada e dentro dessa luz imagine o rosto de Jesus, todo cheio de glória, alegria, felicidade, amor e sabedoria, abençoando todos os seres do planeta.

Peça ao seu Cristo Interior aquilo que você mais deseja, o que mais quer que se realize, no próximo ano. Peça que Ele cuide de você e de sua família, que o guie a cada instante do próximo ano que está se aproximando.

Lembre-se: seus pedidos, suas orações, devem sair do fundo do coração, da forma mais singela e objetiva possível.

Por que se deve realizar esta prática à meia-noite de 24 para 25 de dezembro? Nesses instantes, o chacra cardíaco de nosso amado mestre Jesus se abre totalmente e de seu Sagrado Coração se espalham poderosas radiações de Átomos Crísticos para todo o nosso planeta.

Abra seu coração também e sinta que Ele escuta sua oração. Tenha certeza absoluta que isso acontecerá. “Pedi e dar-se-vos-á, batei e abrir-se-vos-á.”

MAGIA ELEMENTAL DA ROMÃZEIRA

Esta prática é outra sugestão para o Ano-Novo, e deve-se realizar na noite de 31 de dezembro. Preferentemente, tenha uma romãzeira no jardim de sua casa.

Primeiro, abençoe a árvore e peça mentalmente permissão, com muito amor, ao Elemental dessa romãzeira para realizar a prática mágica. Segure firme no tronco da árvore com suas duas mãos e suplique ao elemental para que envie sua oração, sua petição, ao Anjo Supremo de todos os elementais das romãzeiras de todo o planeta. A seguir, implore ao Supremo Anjo Governador das romãzeiras para que abençoe sua família, sua casa, seus negócios, sua saúde.

E, acima de tudo, que abra seu coração para que você possa compreender o porquê de sua vida, de seus karmas, e o que você deve fazer para transcender os impedimentos e obstáculos que travam sua vida (se os houver, é claro). Peça muita sabedoria, muita compreensão e, principalmente, humildade para trilhar o Caminho do Autoconhecimento.

Depois de feitas as petições, vocalize o mantra sagrado do mundo etérico das romãzeiras, que é: EGO-O-A-VAGO. Vocalize este mantra verbalmente e, logo em seguida, somente em pensamento.

Se possível, entre em meditação por alguns instantes e sinta a energia que vibra dentro de você.

Antes de se retirar, leve 3 folhas dessa árvore com a qual você comungou com a Magia do Amor e coloque-as em seu travesseiro. Um pouco antes de dormir, suplique ao seu Pai Interior, ao seu Cristo Interno, para que o leve astralmente ao interior da “Igreja Astral das Romãzeiras”. Tente, pela manhã, lembrar-se de seus sonhos.

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NOVENA GNÓSTICA DA MÃE DIVINA

Esta prática é uma das mais profundas e fortes para aquele que realmente necessita de uma ajuda muito especial dos Mundos Divinos. Necessita-se de muita fé, paciência e perseverança.

Esta prática deve ser realizada por exatamente 9 (nove) dias, sem faltar uma única hora ou dia.

Em seu quarto, ou em seu altar pessoal (se você tiver um), acenda uma vela. Faça a Oração da Ave Maria por 7 vezes e em seguida suplique à sua Mãe Divina, à Nossa Senhora Interior (pois todos a temos no fundo de nossos corações), aquilo que estamos necessitando. Em seguida, agradeça e apague a vela. Uma hora depois, volte a acender a mesma vela e ore novamente por 7 vezes a Ave Maria; faça sua súplica (sempre a mesma) e, depois dos sinceros agradecimentos, apague a vela. Faça isso ininterruptamente, com exceção das horas de sono, pelos 9 dias seguidos.

Aconselhamos que se faça esta prática para assuntos de difícil resolução, para resolvermos problemas muito graves ou complicados demais. Se isso for feito na época próxima do Natal, seus resultados serão muito mais profundos.

Querido estudante do esoterismo, essas práticas são extremamente simples, porém eficazes, e podem nos dar soluções e encaminhamentos para nossa vida.