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title: "Samael e o I Ching"
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published_at: "2024-10-27T11:04:00+00:00"
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Disse um Mestre Zen: “O dedo serve para apontar a Lua; o sábio olha para a Lua, o ignorante, para o dedo”.

### **Samael e o I Ching**

Você conhece a relação íntima entre Samael Aun Weor e o I Ching? Então, leia com atenção.

Em 1899, uma enchente do Rio Amarelo (Huang Tsé) trouxe à tona centenas de milhares de peças divinatórias da dinastia Shang (1523-1027 a.C.). Decifradas e interpretadas, elas trouxeram à tona a história da China arcaica, revelando a figura do “Dragão dos Dragões” Fu-Xi (no Japão, Fu-Ji), autor do I Ching e considerado o verdadeiro pai da identidade chinesa.

Os praticantes do milefólio (como eram conhecidos os decifradores do oráculo) eram chamados de shi, um ideograma formado pela combinação dos signos “xamã” e “bambu”, o que equivale a chamá-los de “os sacerdotes do livro”.

E quem criou o I Ching? Na literatura chinesa são indicados quatro santos Mestres como autores do Livro das Mutações : Fu-Xi, o rei Wen, Confúcio (Kung-Fu Tsé) e o duque de Chou.

Fora de toda dúvida, os gnósticos afirmamos que esse Duque de Chou, o mesmo que criou dentro do I Ching as breves sentenças ou juízos, os Ditames, é o próprio Mestre Samael Aun Weor, que esteve encarnado na China como CHOU-LI.

Ah, uma associação interessante: o I Ching era chamado pelos chineses de CHOU-I, o Livro de Chou.

### **Samael Como Chou-Li**

Depoimento do VM Samael Aun Weor sobre sua encarnação na China, como Mestre Chou-Li:

Faz muito tempo, muitíssimo tempo, a mim coube viver na China, durante a segunda sub-Raça da grande Raça Ária. Então me chamei **Chou-Li**. E ingressei na Ordem do Dragão Amarelo.

Ali aprendi os SETE SEGREDOS INDIZÍVEIS, conheci as SETE JOIAS DO GRANDE DRAGÃO.

Ali nos dedicávamos especialmente à meditação de fundo. Um irmão chinês fazia vibrar um aparato musical maravilhoso que dava as 49 notas. A síntese daquele estranho aparato era o Som Nirioonissiano do Universo.

Quando vibrava a primeira nota tratávamos de ter a mente quieta e em silêncio. Ao dar a segunda nota, passávamos ao segundo nível do subconsciente.

Também enfrentávamos os Eus com o propósito de recrimina-los e de obriga-los a guardar silêncio, mas se a mente não conseguia aquietar-se, recriminávamos mais fortemente o Ego…

Quando soava a terceira nota, aprofundávamos um pouco mais, nos dirigíamos à terceira zona do subconsciente para pelejar com os Eus, para obriga-los a ficar em silêncio, e assim, com cada nota daquele misterioso aparato (o Aya-atapan), submergíamos em cada um dos 49 níveis do subconsciente, pelejando com os diversos agregados psíquicos que levávamos em nosso interior.

Em conclusão, o que chegasse à nota 49 e havia trabalhado corretamente, conseguia uma quietude absoluta da mente, nos 49 níveis do subconsciente. Então, a Essência, o Budhata, momentaneamente escapava dentre o Ego para se precipitar no Vazio Iluminador. Experimentávamos, dessa forma, a Verdade, o Real.

Meu amigo Li-Chang distinguiu-se, por aquela idade, na ciência profunda da meditação. Ele, Li-Chang, já não vive sobre a face da terra, mora em um Planeta do Cristo, no planeta de um distante universo desta galáxia.

Ali vive (de instante em instante) dentro do êxtase, e é feliz. Aí foi que Li-Chang conseguiu receber o Tao. Porém, o que é o Tao? O Tao é o Ser, o Tao é Inri, **o Tao é o Cristo Íntimo**…

Li-Chang, pois, recebeu o Tao…
