---
title: "Próton e antipróton"
id: "9462"
type: "post"
slug: "proton-e-antiproton"
published_at: "2020-06-14T14:02:45+00:00"
modified_at: "2020-09-10T03:31:25+00:00"
url: "https://www.gnosisonline.org/proton-e-antiproton/"
markdown_url: "https://www.gnosisonline.org/proton-e-antiproton.md"
excerpt: "A real existência do próton e do antipróton foi demonstrada em 1955 pela equipe de físicos de Berkeley. Quando se bombardeou uma placa de cobre com uma carga de 6 mil elétronvolts, extraíram-se do alvo dois maravilhosos núcleos de hidrogênio,..."
taxonomy_category:
  - "Ciência Gnóstica"
taxonomy_post_tag:
  - "anti proton"
  - "antimateria"
  - "ciência"
  - "cosmo"
  - "cosmologia"
  - "criacao"
  - "gnóstica"
  - "materia"
  - "proton"
  - "universo"
---

- [Teologia](https://www.gnosisonline.org/categorias/teologia-gnostica/)
- [Ciência Gnóstica](https://www.gnosisonline.org/categorias/teologia-gnostica/ciencia-gnostica/)

[Facebook](https://www.facebook.com/sharer.php?u=https%3A%2F%2Fwww.gnosisonline.org%2Fproton-e-antiproton%2F)
[WhatsApp](https://api.whatsapp.com/send?text=Pr%C3%B3ton+e+antipr%C3%B3ton%20%0A%0A%20https://www.gnosisonline.org/proton-e-antiproton/)
[X](https://x.com/intent/post?text=Pr%C3%B3ton+e+antipr%C3%B3ton&url=https%3A%2F%2Fwww.gnosisonline.org%2Fproton-e-antiproton%2F&via=gnosisonline)
[Email](/cdn-cgi/l/email-protection#7a45090f18101f190e472a08b9c90e15145a1f5a1b140e130a08b9c90e15145c18151e0347120e0e0a094055550d0d0d541d141509130915141613141f5415081d550a08150e1514571f571b140e130a08150e151455)
[Imprimir](#)

[#](#)

[https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2020/06/proton.gif](https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2020/06/proton.gif)

A real existência do próton e do antipróton foi demonstrada em 1955 pela equipe de físicos de Berkeley. Quando se bombardeou uma placa de cobre com uma carga de 6 mil elétronvolts, extraíram-se do alvo dois maravilhosos núcleos de hidrogênio, mas de sinais opostos: um próton positivo e outro negativo. Sob todas as luzes resulta claro concluir que a metade do universo está constituída de antimatéria.

Se os sábios modernos puderam encontrar antipartículas nos laboratórios, é porque elas existem também nas profundezas da Grande Natureza. De maneira nenhuma negamos o fato de ser espantosamente difícil detectar a antimatéria no espaço.

A luz das antiestrelas, ainda que aparentemente seja idêntica à das estrelas e as chapas fotográficas as registrem da mesma maneira, devem possuir uma diferença desconhecida para os cientistas.

![antimateria-gnosisonline](https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2014/02/antimateria-gnosisonline.gif)

Aquele conceito de que em nosso sistema solar não há lugar para a antimatéria é ainda muito discutível. A transformação da massa em energia é muito interessante.

Que a metade escape sob a forma de neutrinos é normal, que um terço se traduza em raios gama e que uma sexta parte se transforme em ondas luminosas e sonoras, de maneira nenhuma deve nos surpreender, é apenas natural.

Quando se pensa em Cosmogênese, surgem aquelas interrogações de sempre: o que havia antes da aurora do nosso sistema solar?

O *Rig Veda* responde:

*Não havia coisa alguma, nem existia nada  
 O resplandecente céu não existia  
 Nem a imensa abóbada celeste se entendia no alto  
 O que era que a tudo cobria?  
 O que acobertava tudo? O que ocultava?  
 Era o insondável abismo das águas?  
 Não existia a morte, porém nada era imortal  
 Não havia limites entre o dia e a noite  
 Só o UNO respirava inanimado e por Si  
 Pois ninguém mais além d’Ele havia existido.  
 Reinavam as trevas e todo o princípio estava velado.  
 Na obscuridade profunda, um oceano sem luz  
 O germe até então oculto na envoltura faz brotar uma natureza do fervido calor.  
 Quem conhece o segredo? Quem o revelou?  
 De onde, de onde surgiu esta multiforme criação?  
 Os próprios Deuses vieram a existir mais tarde.  
 Quem sabe de onde veio esta grande criação?  
 Aquilo, de onde esta imensa criação procedeu  
 O que sua vontade criou, ou que modificou,  
 O mais elevado vidente, no mais alto dos céus,  
 O conhece…  
 Ou talvez, tampouco, nem Ele ainda o saiba.  
 Contemplando a eternidade…  
 Antes que fossem lançados os cimentos da terra,  
 Tu eras.  
 E quando a chama subterrânea  
 Rompa sua prisão e devore a forma,  
 Ainda serás tu, como eras antes,  
 Sem sofrer mudança alguma, quando o tempo não existia.  
 Ó Mente infinita, divina Eternidade!*

Antes do Mahavântara, Dia Cósmico, deste mundo em que vivemos, nos movemos e temos nosso Ser, só havia energia livre em movimento.

Antes da energia havia matéria, sendo que esta última, de maneira organizada, constituiu o universo do precedente Dia Cósmico, Mahavântara.

Do pretérito universo, resta-nos como lembrança a Lua, nosso querido satélite que nos ilumina durante as noites.

Cada vez que a energia se cristaliza em forma de matéria, esta reaparece sob a forma extraordinária de um par simétrico de partículas.

A matéria e a antimatéria complementam-se mutuamente. Pode-se dizer que este é um tema novo para a ciência contemporânea e que, no futuro, progredirá muito ainda.

É absurdo afirmar que em nosso universo não há lugar para a antimatéria. A matéria se faz acompanhar da antimatéria sempre, sem o qual a física nuclear ficaria sem fundamentos, perderia sua validez.

Na aurora do Mahavântara, o universo apareceu sob a forma de uma nuvem de plasma, ou seja, hidrogênio ionizado. Existem 12 hidrogênios fundamentais em nosso sistema solar, o que já foi analisado pelos Grandes Mestres da humanidade.

Foi-nos dito que em tal soma de hidrogênios estão representadas 12 categorias de matéria contidas no universo, desde o Espaço Abstrato Absoluto até o reino mineral submerso.

A nuvem de plasma original apresenta-se diante da mente dos homens estudiosos de forma dupla. Um exame judicioso desse assunto permite que compreendamos que existe o plasma e o antiplasma, o qual foi chamado por certo sábio de ambiplasma.

Os cientistas modernos sabem muito bem, através da observação e da experiência, que o campo magnético intensivo que se forma nas galáxias origina a separação radical das partículas, de acordo com sua carga elétrica. O plasma e o antiplasma não somente são opostos como se encontram separados. A matéria e a antimatéria coexistem separadamente e se condensam, cristalizam, em estrelas.

Quando matéria e antimatéria entram em contato direto, origina-se a destruição total da matéria. O fundo vivente da matéria é precisamente a antimatéria, contudo, entre ambas formas de vida existe um campo neutro. A três forças primárias, Positiva, Negativa e Neutra, governam todo o mecanismo universal.

No espaço infinito, coexistem matéria e antimatéria, estrelas e antiestrelas. O hidrogênio e o anti-hidrogênio cristalizam com a força gravitacional, originando fusão nuclear.

Eis como se acumulam os prótons do mesmo tipo uns sobre os outros para formar todos os elementos da natureza.

Samael Aun Weor, [Magia das Runas](https://www.esotera.com.br/gnose-samael)
