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Disfunções no trabalho do centro intelectual

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“É lamentável que, por falta de sabedoria, os seres humanos estejam fabricando nos cinco cilindros da máquina orgânica inumeráveis Eus-Demônios que roubam parte de sua consciência e de suas vidas.”

Se estudarmos judiciosamente o porquê do trabalho equivocado dos Centros, encontramos a resposta nos múltiplos eus-defeitos que se encontram ali e os controlam. No que se refere ao Centro Intelectual, vemos que os agregados psíquicos aproveitam os conhecimentos adquiridos para autoafirmar e fortalecer-se.

Quando algum conhecimento não é submetido à meditação profunda, então o Eu da psicologia utiliza essas informações, originando, consequentemente, uma forma muito peculiar de intelectualismo.

Os conhecimentos não prejudicam ninguém, mas quando são capturados pelo Ego, produzem consequências por si só bastante graves, porque o Eu se torna mais astuto, cauteloso e formula os piores crimes, busca maneiras de explorar o homem pelo homem, destrói as diversas manifestações científicas, artísticas, filosóficas e religiosas.

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O Eu de que a Psicologia Profunda fala, armado de conhecimentos intelectuais, sabota os valores que sempre têm sustentado a humanidade, trata de tirar os valores espirituais do ser humano, destrói a obra dos grandes homens.

O intelectualismo é o polo oposto da Inteligência e é muito diferente da Intelecção Iluminada. O intelectualismo é uma mescla de Eu Psicológico com a informação adquirida através dos sentidos externos. A Inteligência é um atributo do Ser, é uma faculdade da Consciência Superlativa do Ser.

A humanidade consciente trabalha com a inteligência, a humanidade mecânica e tenebrosa consegue seus níveis de prestígio social, político e econômico, trabalhando com a astúcia intelectual, trabalhando com a parte mecânica do Centro Intelectual, ou seja, com a pior parte de si mesma.

Em realidade, nas atuais condições o ser humano não é um verdadeiro indivíduo pensante, não tem mente individual. Do Centro Intelectual surtem diversos pensamentos que provêm não de um Eu permanente, como supõem os ignorantes ilustrados, mas dos diferentes Eus em cada um de nós.

No entanto, quando pensa, o homem crê firmemente que em si mesmo e por si mesmo está pensando. O pobre mamífero intelectual não quer se dar conta de que os múltiplos pensamentos que passam por seu entendimento têm sua origem nos distintos Eus que leva dentro de si.

Um trabalho sério e continuado sobre o Centro Intelectual inclui a não identificação com tal ou qual pensamento negativo e prejudicial, porque todos os pensamentos desse tipo provêm deste ou daquele Eu que, em um momento dado, utiliza abusivamente nosso Centro Intelectual.

Vista essa questão desse ângulo pluralizado de Pensadores e Pensamentos, o que ocorre é que cada um dos Eus que carregamos em nossa psique é de fato um pensador diferente. Não obstante, cada um desses eus-pensadores, apesar de constituir só uma parte, se crê o todo em um momento dado.

Assim, por exemplo, quando surge em nós um pensamento de ódio contra determinada pessoa, cremos que a totalidade de nós está odiando, com o que não só nos autonegamos, senão que ainda fortalecemos o Eu autor do correspondente pensamento negativo através dos processos de identificações.

Obviamente, quem não vive em estado de alerta novidade, em estado de percepção alerta, isto é, quem não observa os processos de seu Centro Intelectual e “pensa que está pensando”, se identifica facilmente com qualquer pensamento negativo.

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Se aceitarmos estes pensamentos, estes “eus-pensadores” que num momento qualquer controlam nosso Centro Intelectual, seremos então incapazes de nos liberar de seus resultados.

Não devemos nunca esquecer que esses Eus negativos e briguentos se apoderam facilmente dos conhecimentos que não tenham sido devidamente compreendidos e dos conceitos adquiridos por imitação mecânica, ou seja, se apoderam dos “rolos mentais” armazenados em nosso Centro Intelectual, originando correntes mentais nocivas e prejudiciais.

Quando uma informação foi devidamente compreendida, não apenas no nível intelectual, mas também em todos os departamentos da mente, passa a formar parte da Essência ou Consciência, e então o Ser utiliza essa sabedoria para determinar circunstâncias no mundo físico.

Segundo a Gnose, eliminado o Ego deixamos de ser vítimas das circunstâncias e da maldade do próximo e nos advém a Intelecção Iluminada, que é a mesma Razão Objetiva com Intuição.

Com essa poderosa chave em nossa mente, poderíamos abrir, sem temor algum, a porta que conduz aos Mundos Superiores e investigar os Mistérios da Vida e da Morte.

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Daí a importância de descobrir o Ego em ação porque, no que se refere ao Centro Intelectual, quando a pessoa já aprendeu a viver em estado de alerta, os eus-pensadores não podem enganá-la, pois compreende que uma parte de si mesma quer levá-la, por exemplo, ao adultério, ao orgulho místico, aos ciúmes, ou pretende afastá-la dos ensinamentos gnósticos.

Inquestionavelmente, quando uma pessoa observa, compreende e a seguir elimina o Eu a que se refere a Psicologia Experimental e Revolucionária, cessam os autoenganos, termina o trabalho equivocado dos Centros.

Para saber mais:

Os Cinco Centros e suas Disfunções

Disfunções no trabalho do centro emocional

Disfunções no trabalho do centro motor

Disfunções no trabalho do centro instintivo

Disfunções no trabalho do centro sexual

Como acessar o centro emocional superior

O Homem Exterior, o Homem Interior e o Tesouro da Fé

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Querem saber algo sobre a Fé? Pois bem, ocorre que as pessoas confundem crença com fé, e este equívoco é de ordem geral: confundem, sempre, “alhos com bugalhos” e é difícil poder tirar dessa gente essa besteira (supor que fé é o mesmo que crença).

A crua realidade dos fatos, para o meu modo de ver e de entender as coisas, é que, antes de tudo, aquele que quiser chegar a ter Fé de verdade deve se desdobrar em dois: no Homem Exterior e no Homem Interior. Enquanto não se consiga se desdobrar psicologicamente, pois, segue-se vivendo como Homem Exterior.

E ele disse-lhes: Por que temeis, homens de pouca fé? Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança. (Mateus 8:26)
E ele disse-lhes: “Por que temeis, homens de pouca fé?” Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança. (Mateus 8:26)

O Homem Exterior vai tirar de onde a Fé? Há que se dar nascimento, em si mesmo, ao Homem Interior. O novo homem deve nascer dentro de si mesmo. Esse Homem Interior não é outra coisa que o Homem Psicológico.

O Homem Interior está colocado em um nível superior ao do Homem Exterior. É necessário “renascer” (como disse Jesus) “da água e do espírito”, e todos os evangelhos do Grande Cabir Jesus, vão a isso: ao renascimento do Homem Interior. Ele quer que surja o Homem Interior em cada pessoa, isso é que o Grande Cabir deseja.

As mensagens de Jesus não estão dirigidas ao Homem Exterior, pois Ele não veio disposto a perder tempo miseravelmente, dando conhecimentos exclusivos para o Homem Exterior. Os ensinamentos de Jesus têm um só objetivo: que se renasça da água e do espírito. Ele quer que em nós renasça o Homem Interior, que nos desdobremos em dois.

Obviamente, o Homem Interior nasce dentro de nós em um nível superior, em uma oitava superior. O Homem Exterior, o homem comum e corrente, está colocado sempre em um nível de tipo inferior, e isso é ostensível.

Assim, pois, Jesus não se interessa muito que continue o homem de nível inferior, senão que renasça em nós o Homem Interior. Ele quer que renasçamos da água e do espírito, quer que cheguemos ao Segundo Nascimento, quer o desdobramento do homem.

Quando se desdobra em si mesmo, quando se dividiu em Homem Superior e Homem Inferior, então tem uma experiência direta sobre o Real.

O Homem Exterior, realmente, vive no mundo externo e unicamente pode saber sobre as coisas do mundo externo. O Homem Interior é distinto: vive em um mundo interior e conhece a vida exterior completamente, e também a vida de tipo interior. É que o homem que renasceu da água e do espírito é diferente.

Quando isso acontece, o próprio Homem Exterior se submete à vontade do Homem Interior e atua em consonância com as leis dos mundos internos (já é um homem diferente).

É claro que para que renasça em nós o Homem Interior, necessita-se, ante tudo, reconhecer nossa própria nulidade e miséria psicológica. É claro que as pessoas comuns e correntes estão acostumadas a viver de acordo com as regras deste mundo: sentem-se perfeitíssimas e cheias de virtudes, melhores que o fulano de tal, que a dona beltrana etc.

"Porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível." (Mateus 17:20)
“Porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível.” (Mateus 17:20)

Sempre se queixam de que não reconhecem seus méritos: se trabalham em uma fábrica, pois consideram necessário que lhes paguem bem, que lhes aumentem seu salário conforme os preços aumentam. Não ponto sem nó, aspiram sempre a um ascenso. Se são simples soldados no exército, pois querem chegar a ser cabos, querem ser sargentos, querem ir progredindo pouco a pouco, e lá em seu interior, sonham em chegar a ser generalíssimos, generais de divisão.

Por quê? Porque se consideram dignos de mérito, creem que merecem todo, e se trabalham em algum sentido, se fazem algum esforço, exigem seu pagamento, e se não lhes pagam, então protestam. Como? Não é justo – dizem -, eu trabalhei, lutei, tenho tais e tais méritos, e, sem embargo, não souberam me pagar, não souberam reconhecer meus esforços… Assim é o Homem Exterior!

Porém, para que nasça o Homem Interior, deve-se tornar diferente e eis aí o difícil. Só chegando a reconhecer que não se vale nada, mesmo tendo trabalhado muito duro na vida, acaba com a psicologia anormal do Homem Exterior.

Precisa-se chegar a compreende que se é um imbecil, no sentido mais completo da palavra, E isso que estou dizendo não são meras poses de comediante, tampouco fingidas mansidões ou atitudes pietistas, ou brincadeira de muito mau gosto. Não, senhores, em verdade quando alguém examina a própria existência, quando se revisa sua própria vida, chega-se a descobrir que é um idiota, que não vale nada.

Porém, enquanto se crê que vale algo, não pode nascer dentro de si mesmo o Homem Interior. Enquanto se crê que se vale muito, seguirá sendo o que sempre foi: o homem da rua (comum e corrente), o senhor que está por trás do balcão do armazém, o boticário que prepara receitas ou o vendedor de artigos de primeira necessidade, porém, jamais o Homem Interior.

O Homem Interior nasce dentro de si como resultado de suas próprias reflexões. Se quiser que nasça o Homem Interior dentro de si mesmo, tem de dar-se ao luxo de destruir o que se é: um saco de reações mecânicas, absurdas, um saco de preconceitos, de simpatias e de antipatias mecânicas, de luxúrias etc. Total: um cretino.

Se a pessoa se á conta disso, e nada mais do que isso, quita-se o vestido da vaidade, e se dedica de verdade ao que deve ser dedicado: a destruição de si mesmo.

Isto é algo que soa muito feio para as pessoas que se amam muito. Ninguém que tenha o Eu do Amor-Próprio poderá gostar destas palavras que estou dizendo aqui. Porém, é assim: quando alguém trabalha de verdade, sinceramente, está erradicando de sua psique o que deve erradicar (sua imbecilidade, su idiotice, seu cretinismo, suas ínfulas de grandeza, sua autoimportancia etc.).

À medida que os elementos indesejáveis que alguém leva em seu interior se reduzem a cinzas, a Essência (a Consciência) vai se liberando (isso é ostensível) e vai surgindo nele a Fé. Essa Consciência liberada é Fé, porém Fé de verdade. Não falo de crenças (essas crenças não servem para nada), falo de Fé verdadeira, que é sapiência.

Obviamente, à medida que a Essência é libera, aumenta a sapiência. Quando a totalidade do Ego é destruída, aniquilada, a Essência (o Homem Interior) fica completamente autoconsciente.

Esse Homem, nascido da água e do espírito, tem Fé verdadeira, é o homem de Fé. Não a fé cega, não a aquela crença do carvoeiro, nem o que os dogmas de tal ou qual religião nos ensinaram. Não, eu estou é me referindo à fé do Homem Consciente, desprovido de Ego, ao que indubitavelmente, por experiência direta, vívida, pode vivenciar os Mistérios da Vida e da Morte, pode vivenciar isso que está além do corpo, dos desejos e da mente, isso que não é do tempo, isso que é a Verdade.

Assim, pois, enquanto não nos tenhamos dividido em dois homens (o exterior, comum e corrente, e o interior, profundo), não seremos homens de Fé. Seremos homens de crenças, porém não de Fé.

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“Para se submeter a essa Vontade interior profunda, deve-se reconhecer a própria nulidade e miséria”

Entretanto, ao repetir isso de Fé, temo muito que creiam que se trata da fé do carvoeiro, ou das crenças. Quando digo “Fé”, refiro-me à sapiência, ao conhecimento. Se o Homem Interior tem o direito de conhecer (por experiência mística direta) a Verdade, se tem o direito de experimentar os Mistérios da Vida e da Morte, se tem o direito de investigar os enigmas do universo, pois então a Fé é Conhecimento autêntico, não é crença.

Quem quiser chegar, em verdade, a ser Homem de Fé, tem de dar nascimento (em si mesmo) ao Homem Interior, ou seja, tem de se desdobrar em dois: no Homem Interior, colocado naturalmente no nível de uma oitava mais elevada, e no Homem Exterior, colocado em um nível mais baixo, no mundo em que vivemos.

Porém, enquanto continuarmos vivendo simplesmente como homens do nível inferior (neste mundo tridimensional de Euclides), não será possível ter Fé, tampouco será possível conhecer, de alguma forma, os Mistérios da Vida e da Morte, conhecer o Real.

Necessitamos nos dividir em dois, nos desdobrarmos. Quando alguém se desdobra, chega a reconhecer que dentro de si mesmo nas profundezas do Homem Interior, há uma autoridade colocada em outra oitava ainda mais elevada, e se submete a essa autoridade e então aumenta a Fé.

Quando alguém se submete a essa autoridade (colocada, dentro de si mesmo, em uma oitava ascendente), ou seja, quando alguém se desdobrou em dois e o Homem Interior se submete, e (por sua vez) o Homem Externo se submete ao Homem Interior, tudo em geral fica submetido a uma autoridade íntima, que não é outra senão da própria Particularidade, a de seu próprio Logoi, a de sua própria Mônada (falando desta vez ao estilo de Leibnitz), a de seu Pai que está em segredo.

Quanto mais se obedecer a essa Autoridade, tanto nos Céus como na Terra, ou seja, tanto no espaço psicológico quanto aqui, no espaço tridimensional de Euclides, pois tanto mais aumenta a Fé.

Ante tudo, precisa-se dar conta de que não vale nada, e submeter-se à Autoridade interior, profunda (não falo de uma autoridade exterior, claro está, senão da Vontade íntima). Se nos se submetermos a essa Autoridade íntima, se a obedecemos, a Fé aumentará.

Para se submeter a essa Vontade interior profunda, deve-se reconhecer a própria nulidade e miséria. Se a pessoa crê que vale algo, não se submete, e se não se submete, tampouco aumentará a Fé. Para que a Fé se multiplique, a pessoa necessitará se submeter a essa Autoridade superior, interior e profunda: a Vontade do Ser, à Vontade de sua Mônada particular. A mesma Vontade (esta pessoal, que temos) obviamente deve-se submeter a essa Vontade interior profunda que se formou graças ao desdobramento humano.

Então, quando a pessoa se submeter a essa Vontade interior profunda, pois, marchará bem, porque essa Vontade interior profunda por sua vez se submeterá à autoridade interior do Ser, e tudo cambiará:a Fé se multiplicará e o Homem Exterior, aqui no mundo exterior, aqui no mundo tridimensional, trabalha em consonância com as leis interiores e com a Vontade do Ser.

Já será algo diferente já não será simplesmente um robô como as pessoas comuns e correntes, que não são senão robôs programados para tal ou qual profissão, para tal ou qual ofício etc.

Assim, portanto, ter Fé é importante, porém ninguém poderia chegar a tê-la se não se deu nascimento ao Homem Interior, se não chegou a se desdobrar em dois, se não se chegou a eliminar de sua psique os elementos indesejáveis que ali leva, posto que assim é como surge a chisparada da Fé, que não é crença senão conhecimento e sapiência. Distinga-se entre conhecimento e crença, pois são diferentes.

Creio que você estão me entendendo. Vocês têm algo a perguntar, com respeito à Fé ou com respeito à crença?

Pergunta: Mestre, o conhecimento dos cinco centros e a destruição dos Egos é elemento básico ou mecanismo para adquirir a Fé e para conseguir o desdobramento?
Samael Aun Weor: “Mecanismos” para adquirir a Fé? A Fé não se adquire com mecanismos, a Fé se adquire à base de trabalhos conscientes e padecimentos voluntários. Nenhum esforço mecânico pode nos transformar. Somente podem nos transformar os esforços conscientes. A Fé não se adquire senão desintegrando o Ego, e o Ego não se desintegra, repito, senão à base de trabalhos conscientes e padecimentos voluntários. Isto se aparta dos mecanismos, nada tem a ver com os mecanismos.

Samael Aun Weor, conferência O Homem Exterior, o Homem Interior e o Tesouro da Fé

A origem do Ego

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Certamente, chegou a hora de compreender o que é o Caminho que há de conduzir à liberação final.

Perante tudo, é conveniente que conheçamos profundamente a nós mesmos. Inquestionavelmente, faz-se cada vez mais indispensável a autoexploração íntima do si mesmo, do mim mesmo. Se nós, mui sinceramente, aprofundamos em nós mesmos, se nos autoexploramos, podemos chegar à conclusão lógica de que somos, até agora, simples animais intelectuais condenados à pena de viver.

É demais que nos pavoneemos com o título de Homens. Foi dito que o home é o rei na Criação, e isso é óbvio. Porém, vamos ver o que somos: quem de vocês poderia dizer que é rei de todo o criado? A qual de vocês a Natureza obedece? Vocês estão seguros de poder mandar nos quatro elementos (fogo, ar, água e terra)? Vocês, por acaso, são administradores da Ordem universal?

A Medusa e sua cabeleira de serpentes, morta pelo herói Perseu, representa o Ego e suas inúmeras facetas

Então, Nietzsche, em sua obra Assim Falava Zaratustra, enfatiza a ideia do Super-Homem. Ainda lembro das frases de Nietzsche: “O homem é para o Super-Homem o que o animal é para o homem, uma dolorosa vergonha, uma gargalhada, um sarcasmo e nada mais”.

Porém, acaso Nietzsche era Super-Homem? Por certo, o Super-Homem de Nietzsche serviu de basamento místico à Alemanha nazista, para a Segunda Guerra Mundial (vejam vocês quão equivocado Nietzsche andava). Se ainda não existe o homem, menos ainda o Super-Homem.

Realmente, o único que existe atualmente não é o homem, senão o mamífero intelectual equivocadamente chamado homem. Creio que esse título, o de homem, é um chapéu que nos fica demasiadamente grande. Se não podemos governar a nós mesmos, muito menos podemos governar a Natureza.

Se o homem não é rei de si mesmo, então rei do que ele será? Poderia, acaso, ser rei da Natureza? Desde que se diz homem, entende-se por rei; e se não é rei, não é homem. Então, concluamos dizendo que o que existe atualmente é o mamífero intelectual equivocadamente chamado homem, e isso é diferente.

Se aprofundamos dentro do si mesmo, o que descobriremos? Órgãos, sim, eles formam parte do organismo humano, e por trás de todo organismo, o que há? O Lingam Sarira, constestam os hindustanis, Isso é certo, mas o que é o Lingam Sarira? O Corpo Vital, o assento de todos os nossos fenômenos fisiológicos, biológicos, químicos etc.

Mais além desse Corpo Vital, o que existe é o Ego, o Eu, o Si Mesmo. E que coisa é o Ego? Uma soma de agregados psicológicos: ira, cobiça, luxúria, preguiça, inveja, orgulho, gula e muitíssimos outros defeitos mais.

Certamente, ainda que tivéssemos palato de aço e mil línguas para falar, não conseguiríamos enumerar todos os defeitos que levamos dentro.

Estes têm personificações, os agregados psicológicos possuem figuras animalescas. Que clarividente se atreveria a negar esse ponto fundamental?

Assim, pois, meus caros irmãos, chegou a hora da reflexão. Além da morte, o que é que existe? O que continua? O Ego! E é, por acaso, o Ego uma beleza? Não, eu já o disse, é uma soma de agregados psíquicos, e dentro desees agregados psíquicos está esfrascada a Conciencia, a Esencia.

Em linguagem rigosamente alquímica, diríamos: o sal incorpóreo, não inflamable e perfeito. Ele é precisamente o fator diretriz de toda a nossa psique, o fator básico, para falar mais claro.

Desgraçadamente, está engarrafada, está embutida dentro dessas figuras animalescas do Ego, entre todos esses agregados inumanos que possuímos em nosso interior. Assim enfrascada, é óbvio que se processa em virtude de seu propio condicionamento, e isto é lamentável: dorme profundamente.

Quero que vocês compreendam, meus caros irmãos, quero que entendam profundamente, o que é o Ego. Quero que saibam qual é sua origem. Quero que o dissolvam radicalmente. Ouçam-me bem.

No Amanhecer da Vida, além da época do antigo continente Um, situado no Oceano Pacífico, os animais intelectuais receberam, desafortunadamente, o Abominável Órgão Kundartiguador. Falou-se muito da Kundalini, mas, quão pouco se falou de sua antítese, o Abominável Órgão Kundartiguador.

É claro que por aquela antiga idade, a capa geológica do mundo não tinha estabilidade permanente. Incessantes terremotos e terríveis maremotos convulsionavam nosso planeta, foi então quando certo indivíduo sagrado, acompanhado por uma altíssima comissão, veio à Terra em uma nave cósmica.

Depois de aquela comitiva sacra haver estudado o problema dos cataclismos, resolveu dar à Humanidade o antes dito Órgão, com o propósito de resolver o problema geológico.

Vocês me dirão: “E o que tem a ver essa questão dos tremores de terra e os maremotos com o Órgão Kundartiguador e o organismo humano?” Muito, meus queridos irmãos, muito! Tenham-se em conta que cada corpo ohumano é uma máquina extraordinaria, que capta as energias que descem do Megalocosmo e que as transforma maravilhosamente, para retransmiti-la automaticamente ao interior do organismo terrestre, às capas inferiores da Natureza, da Terra.

A Humanidade é um órgão do planeta Terra, é um órgão da Natureza, mediante o qual se transformam energias que vêm a ser básicas para a economia do mundo Terra. Inquestionavelmente, ao se fazer qualquer alteração na máquina humana, produzem-se, indubitablemente, modificações substanciais de energias, e ao serem estas retransmitidas às capas anteriores de nosso mundo, já modificadas, podem influir sobre a estabilidade da superfície geológica.

Ao dar, pois, à Humanidade o Abominable Órgão Kundartiguador, é claro, é óbvio, é ostensível, que as energias foram modificadas de forma tal que ao serem retransmitidas ao interior da Terra, exerceriam sobre a capa geológica um processo que teria como fim a estabilidade da mesma.

Pois vejam o importante que é a máquina humana, não é verdade? O Abominável Órgão Kundartiguador é a famosa cauda do Satã bíblico, que chegou a se cristalizar. Sim, é óbvio que o fogo sagrado projetado do cóccix até os infernos do homem se converteu na cauda de Satã (e tomando forma física, apareceu como a cauda dos símios).

Que houve uma época em que a Humanidade possuiu cauda é verdade, é certo, porém isso não quer dizer que nós venhamos dos símios, dos macacos, não! Ao contrário, eles vieram de nós, são degenerações da espécie humana, resultaram da mescla do animal intelectual com algumas espécies bestiais da Natureza.

Muito mais tarde no tempo (e eis aí o interessante), outra altíssima comissão resolveu arrancar da Humanidade o Abominável Órgão Kundartiguador. Já não era mais necessário, a capa fisiológica de nosso mundo havia se estabilizado.

Desafortunadamente, a Humanidade ao perder tal Órgão, ficaram em nós as más consequências do mesmo, e essas más consequências se acomodaram nos cinco cilindros da máquina orgânica.

Tais cilindros são: primeiro, o Centro Intelectual; segundo, o Centro Emocional; terceiro, o Centro Motor ou do Movimento; quarto, o Centro Instintivo; e quinto, o Centro Sexual.

Acumuladas as más consequências do Abominável Órgão Kundartiguador, dentro dos cinco cilindros da máquina, formou-se em nosso interior uma natureza inumana e terrivelmente bestial. As citadas consequências do Abominável Órgão Kundartiguador constituem-se no mim mesmo, no si mesmo, no Ego, no Eu.

É claro, é indubitável, que a Conciência, ou seja, a Essência primigênia, falando em linguagem alquimista, o Sal puríssimo, incorpóreo, oncombustível, sublime, ficou, digamos, enfrascada, encarcerada, embutida dentro dessa segunda natureza inumana.

O cavalo alado Pégaso e o Unicórnio são símbolos da Essência Divina livre do Ego

Desde então, ficamos com duas naturezas: uma, esta externa que temos, e outra, interna, de abominação. O que fazer? Como fazer?

Desafortunadamente, meus queridos irmãos, conforme os tempos foram se passando, a Consciência embutida aí, foi dormindo pouco a pouco e perdeu os poderes que antes possuíra, esses poderes com os quais podíamos manejar o fogo que flameja, o furacão que ruge, as águas puríssimas da vida universal e a perfumada terra.

Em outros tempos, quando o Abominável Órgão Kundartiguador não havia aparecido em nós, podíamos perceber um terço de todas as tonalidades de cor existentes no Cosmo infinito.

Quero dizer a vocês, em nome da Verdade, e ponham muito cuidado, que existem cerca de 2 milhões de tonalidades de cor, e isso é verdade. Hoje, o ser humano dificilmente podoe perceber as sete cores básicas do prisma solar.

Naquela antiga idade, nesses tempos em que os rios puros de água manavam leite e mel, tudo era diferente, então os serees humanos levantavam a vista para o espaço e percebiam a aura dos mundos e dos Gênios Planetários e das humanidades que os povoam e os grandes hierofantes da antiga Arcádia, os Filhos da Manhã.

Podiam claramente ver no Akasha puro os mundos que haviam existido em passados Mahavântaras e aqueles que haveriam de existir em um futuro. Assim era a Humanidade em outros tempos.

Os ouvidos de cada ser humano percebiam as místicas vibrações niorissianas do Universo, falavam com os Deuses inefáveis e sabiam escutar as sinfonias que sustentam o Universo, firme em sua marcha.

Desafortunadamente, a involução foi precipitando os seres humanos pelo caminho da degeneração; as faculdades foram se atrofiando e com o tempo se perderam, lamentavelmente. Depois da segunda catástrofe transapalniana que mudou completamente a capa geológica de nosso mundo (com a submersão do velho continente atlante), precipitou-se a involução degenerativa humana.

As faculdades foram se atrofiando lamentavelmente, e, por último, a Kali Yuga, iniciada pela cultura greco-romana, nos trouxe ao estado em que nos encontramos atualmente.

Em outros tempos, antes da Kali Yuga, antes tivesse nascido a civilização greco-romana, iniciadora desta Idade Negra, existia o pensamento objetivo, a mente objetiva. Façamos uma plena distinção entre o que é mente objetiva e o que é mente subjetiva.

Entenda-se por mente subjetiva aquela que somente se fundamente nas percepções sensoriais externas.

Muitos pescadores vindos de outras terras da antiga Grécia lhes deu para brincar com a palavra, por fazer silogismos, prosilogismos, isilogismos etc. O jogo das palavras ficou muito simpático, serviu para matar o ócio.

Com o tempo, surgiu aí a associação meramente intelectiva, fundamentada nas percepções sensoriais externas (sistema racional deficiente que exclui os intuitos, o sistema racional meramente associativo desligado de todo processo da Consciência). Assim, muitas áreas do cérebro se atrofiaram lamentavelmente.

Desafortunadamente, os gregos cometeram o erro de expandir seu sistema racional por toda a face da terra e isso conduziu ao raciocínio subjetivo mundial.

Hoje, o cérebro humano já não trabalha completamente. Bem sabem os cientistas que nem todas as áreas do cérebro funcionam atualmente (produto, disso, da associação meramente subjetiva). Foi assim, meus caros irmãos, como a mente humana se degenerou, como o cérebro humano se atrofiou, se converteu no que atualmente é.

Pensemos, agora, nos romanos, pois eles, juntamente com os gregos, iniciaram a Idade Negra que estamos vivendo, a Kali Yuga. A diferença com os gregos é que aqueles [os romanos] em vez de brincar com a palavra, deram-se a brincar com o sexo.

Vagabundos da antiga Roma se entregaram à orgia, aos bacanais e até os exportaram mundialmente. Foi assim com se veio a perder definitivamente a vergonha orgânica, surgiram os prostíbulos por todo lugar e a humanidade se precipitou pelo caminho do infrassexo.

Hoje, vejamos o estado em que nos encontramos, degeneração sexual em grande escala e faiscante intelecto.  Os velhacos do intelecto são terrivelmente luxuriosos, a luxúria e o intelectualismo (baseado, este último, nas meras associações racionais de tipo subjetivo) brilham por todo lugar, manifestam-se aqui, ali e acolá, e por todas as partes.

O Ego tomou proporções gigantescas, cada um de nós realmente leva por dentro todos os fatores que produzem guerras, amarguras, sofrimentos. Necessitamos nos libertar do estado em que nos encontramos. Todas as faculdades humanas se degeneraram, repito, lamentavelmente tudo se perdeu. Sobra-nos somente um fator que pode servir para nossa salvação.

Quero me referir enfaticamente à Essência, a qual, como já disse, está engarrafada dentro do Ego. É óbvio que dentro dela estão os dados que necessitamos para nos guiar pelo Caminho que haverá de nos conduzir à Liberação Final. Na Essência, na consciência, estão também as Partículas de Dor do Omnicósmico, ou seja, de nosso Pai que está em segredo.

Toda vez que erramos, Ele sofre, e suas Partículas de Dor ficam depositadas na Essência, na Consciência. E se sabemos aproveitar, podemos, mediante estas, despertar.

Na Essência estão esses dados que urgentemente estamos necessitando para nos guiarmos pela Senda do Fio da Navalha. A Essência é o guia esplêndido, que dentro temos para nos guiar, porém, desafortunadamente, está presa, encarcerada, embutida, engarrafada no Ego, no Eu, no Mim Mesmo, no Si Mesmo.

Necessitamos desenfrascar a Essência, desengarrafá-la para que possa nos guiar pelo Caminho que nos há de conduzir até a Liberação Final, e isso somente é possível, queridos irmãos, destruindo o Eu, eliminando-o, reduzindo-o a poeira cósmica.

Ele é o cárcere dentro do qual está enfrascada a puríssima Essência. Destruamos as barras desse cárcere, tornemos poeira a esses muros da ignomínia, reduzamos a cinzas essa garrafa para que sejamos livres.

Libertada a Essência, poderá nos guiar pelo Caminho de Perfeição, até a liberação final. Se quisermos destruir o Ego, devemos dissolvê-lo e eliminá-lo.

Na vida prática temos o ginásio psicológico onde podemos nos descobrir, porque na relação com as pessoas, com nossos amigos, com os companheiros de trabalho, com nossos familiares etc., os defeitos que levamos escondidos afloram, e se estamos alertas e vigilantes como o vigia em época de guerra, então poderemos vê-los tal qual são, em si mesmos.

Defeito descoberto deve ser submetido à técnica da meditação, e uma vez compreendido integralmente, podemos eliminá-los com a ajuda da Divina Mãe Kundalini, a serpente ígnea de nossos mágicos poderes.

Se em transe sexual, durante o Sahaja Maithuna, A invocamos de puro coração, Ela poderá nos auxiliar. Está escrito: “Pedi e se vos dará; golpeai e vos será aberto”.

Se Lhe pedimos, Ela nos dá, se golpearmos Ela nos abre. Peçamos à nossa Divina Mãe Kundalini particular, própria, de cada um de nós, que elimine de nossa psique o defeito psicológico que já tivermos compreendido a fundo em todos os territórios da mente.

O resultado será extraordinário: Ela eliminará o defeito, e se continuamos assim, trabalhando incansavelmente, chegará o dia em que o Ego terá sido desintegrado radicalmente, e então a Essência ficará livre e virá o despertar.

A Consciência desperta poderá nos orientar pela Senda do Fio da Navalha, a Consciência desperta nos entregará os dados que necessitamos para nossa própria Liberação Final.

Porém, deve-se ser paciente no Trabalho, e muito severos e muito constantes, porque cada defeito é multifacético e se processa em 49 níveis do subconsciente.

Samael Aun Weor, conferência A Origem do Ego

Exorcismos dos 4 elementos

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O estudante de cabala deve familiarizar-se com os elementos do fogo, do ar, da água e da terra. O homem não é rei da natureza ainda, porém, está convocado para ser rei e sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeck. O estudante precisa se familiarizar com as criaturas elementais dos quatro Elementos.

As salamandras vivem no fogo. As ondinas e as nereidas vivem na água. Os silfos vivem no ar, e na terra vivem os gnomos.

O evangelho de Marcos é simbolizado por um leão (fogo). O evangelho de Mateus é representado por um jovem (água). Já o evangelho de João é representado por uma águia (ar) e o evangelho de Lucas, por um touro (terra).

Os quatro evangelhos simbolizam os 4 Elementos da Natureza e a realização da Grande Obra (Magnum Opus).

Todo Hierofante da natureza converte-se em rei dos elementais.

(Samael Aun Weor, Curso Esotérico de Cabala – Clique aqui)

EXORCISMO DO FOGO

Deus do Fogo AGNI
Gênios INRI (da natureza) e RUDRA (salamandras atômicas de nosso corpo)
Arcanjo SAMAEL (Regente do planeta Marte)
Elohim GIBOR (lê-se Guibor)
Elementais Salamandras e Vulcanos
Mantras S, INRI, IAO e RÁ
Objetos Espada, Vela
Perfume Mirra
Dia 5ª feira (especialmente à meia-noite de quarta para quinta)
Direção Sul

Michael, Rei do Sol e do Raio… Samael, Rei dos Vulcões… Anael, Príncipe da Luz Astral… Assisti-nos em nome do Cristo, pela Luz do Cristo, pela majestade do Cristo. Amém… Amém… Amém…

A Mãe Divina, ou Mãe do Mundo, é a Rainha suprema dos Elementos da Natureza

INRI… (pronunciar este mantra por três vezes)

SSS… (pronunciar este mantra por sete vezes, enquanto se trabalha com a espada ou a vela)

INRI, INRI, INRI, poderoso Gênio, te pedimos permissão para que as Salamandras e os Vulcanos executem este trabalho de… (mencionar o tipo de trabalho, se de cura, de limpeza, de proteção, de orientação ou consagração).

Salamandras e Vulcanos do Misterioso elemento, vos ordenamos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo para que protejais este recinto pelo Norte, pelo Sul, pelo Leste e pelo Oeste, para que nenhuma força nos atrapalhe nem cause danos.

Também vos ordenamos que abençoem nossas pessoas e nossos lares para que sejamos fiéis aos desígnios espirituais.

IAO… (cantar este mantra por 12 vezes, enquanto se visualiza uma parede de fogo azul envolvendo o local onde se realiza esta Conjuração e as pessoas participantes).

EXORCISMO DO AR

Deus do Ar PARVATI (no Oriente; e Pavana entre os cabalistas)
Gênios Ehecatle (na Natureza) e Ishwara (silfos atômicos de nosso corpo físico)
Arcanjo MICHAEL
Elohim SABTABIEL
Elementais Silfos, Sílfides, Elfos e Fadas
Mantra H… (como um suave suspiro)
Objetos Pluma e Hexagrama
Perfume Incenso de Olíbano
Dia 4ª-feira (meia-noite de terça para quarta)
Direção Oriente

Divino Pai Celestial, Pai de toda a Criação e do Espaço Infinito e Eterno, te pedimos de todo coração para que nos invoques ao Deus do Ar Parvati… Parvati… Parvati… te suplicamos para que nos tragas os Silfos e Sílfides para executarmos este trabalho espiritual.

HI-HE-HO-HU-HA… (vocalizam-se estes mantras por algumas vezes, enquanto que com a pluma na mão direita se faz o sinal da cruz nos quatro cantos cardeais).

Spiritus dei ferebatur super aquas, et inspiravit in faciem hominis spiraculum vitae. Sit Michael dux meus et Sabtabiel servus meus; in luce et per lucem. Fiat verbum halitus meus; et imperabo Spiritibus aeris hujus, et refrenabo equos solis voluntate cordis mei et cogitatione mentis meae et nutu oculi dextri. Exorciso igitur te, creatura aeris, per Pentagrammaton et in nomine Tetragrammaton, in quibus sunt voluntas firma et fides recta. Amén. Sela Fiat. Que assim seja…

Obedecei-nos, Silfos e Sílfides… Pelo Cristo, pelo Cristo, pelo Cristo…

(pronuncie o mantra H… por três vezes, antes de continuar o exorcismo).

(Invocar em voz alta os seguintes nomes, enquanto se visualiza o Ar Elemental do ambiente se purificando e carregando-se com vibrações espirituais sutilíssimas:)

Michael, Sabtabiel, Ishwara, Ehecatl, Barbas de Ouro, Parvati, Archan, Samax, Madiat, Vel, Modiat, Guth, Sarabotes, Maimon, Varcan… Senhores Gloriosos, pedimos autorização para executar este trabalho espiritual…

Silfos e Sílfides do Ar, vos ordenamos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, protegei este local e as pessoas participantes dessa invocação pelo Norte, pelo Sul, pelo Leste e pelo Oeste… Para que as forças do mundo não possam causar nenhum dano a este local nem a nós que aqui estamos. Imantai nossas pessoas e nossos lares para que sirvamos conscientemente de acumuladores das bençãos espirituais.

(Pronunciar o mantra AOM por doze vezes, enquanto se visualizam o ambiente e as pessoas cobertos por uma neblina azul refrescante).

EXORCISMO DA ÁGUA

Deus da Água VARUNA
Gênios NICKSA (da Natureza) e NARAYANA (atômicos do corpo físico)
Arcanjo GABRIEL
Elohim ORFAMIEL
Elementais Ondinas, Nereidas e Sereias
Mantra M…
Objeto Cálice e Tridente
Perfume Eucalipto
Dia Domingo (meia-noite de sábado para domingo)
Direção Ocidente

Divino Pai Celestial, Tu que és o Senhor dos Exércitos e Criador deste Mar do Universo, imploramos para que sejas Tu que invoques ao Deus das Águas, Varuna… Varuna… Varuna… Nós te invocamos, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, concede-nos a honra de trabalhar com teus servos, os elementais das águas da vida, Ondinas, Nereidas e Sereias.

(Levante o Cálice com a mão direita, e, voltado para o Ocidente, continue.)

Fiat firmamentum in medio aquarum et separet aquas ab aquis, quae superius sicut quae inferius, et quae inferiur sicut quae superius, ad perpetranda miracula rei unius. Sol ejus pater est, luna mater et ventus hunc gestavit in utero suo, ascendit a terrae ad coelum et rursus a coeluo in terram descendit. Exorcizote, creatura aquae, ut sis mihi Speculum Dei vivi in operibus et fons vitae, et ablutio peccatorum. Amén…

M… (vocalizar este mantra por três vezes).

Varuna, Nicksa, Narayana, poderosos Gênios das Águas, pedimos vossa bênção e permissão para trabalharmos com êxito com vossos auxiliares elementais.

Ondinas… Nereidas… Sereias… rainhas e Reis das Águas da Vida, vos invocamos e vos pedimos, em nome do Pai, do Filho e do Sacratíssimo Espírito Santo; e também pelo Senhor Jeová, que pairou sobre as Águas do princípio dos tempos… Protegei e trabalhai sobre este local, pelo Norte, pelo Sul, pelo Leste e pelo Oeste, para que todos nós recebamos vossas forças vitais. Inundai nossas almas e nossos corações, para que sejamos acumuladores de força espiritual. Amén…

(Vocalizar o mantra AOM e VÁ, alternadamente, por treze vezes, imaginando que ondas do gigantesco mar espiritual, de cor branca, inunde as pessoas participantes e seus lares e familiares, antes de pronunciar em seguida o Exorcismo da Lua.)

Treze mil Raios tem o Sol…

Treze mil Raios tem a Lua…

Treze mil vezes se arrependam nossos Inimigos internos e externos.

Amén, Amén, Amén…

EXORCISMO DA TERRA

Deus da Terra KITICHI
Gênios GOB, ARBARMAN, CHANGAM (da natureza) e Brahma (atômicos do corpo físico)
Arcanjos MELQUISEDECK (da Terra) e ORIFIEL (de Saturno)
Elohim CASHIEL
Elementais Gnomos e Pigmeus
Mantras AOM…, IAO…, LA…
Objetos Báculo, Cetro
Perfumes Sândalo e Amadeirados
Dia Sábado (meia-noite de sexta para sábado)
Direção Norte

Divino Pai que moras no mais profundo de meu coração e que és o Senhor do Castelo de minha Alma, que Teu Verbo de Ouro possa nos invocar o supremo Deus Kitichi… Kitichi… Kitichi… Te chamamos pelos poderes do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Concede-nos a graça de comandar e direcionar a força magnética dos Gnomos e Pigmeus da terra.

Em nome das 12 pedras da Cidade Santa, pelos talismãs ocultos e pelo cravo de ímã que atravessa o mundo, nós vos conjuramos, obreiros subterrâneos, obedecei-nos.
Pelo Cristo, pelo Cristo, pelo Cristo. Amém…

IAO… IAO… IAO…

Gob, Arbarman, Kitichi, supicamos êxito neste trabalho com as forças telúricas.

Gnomos e Pigmeus, vos ordenamos, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Trabalhai com as forças magnéticas da perfumada terra e harmonizai as pessoas que aqui se encontram e seus lares. Imantai nossas Almas e nossos corações para que nos transformemos em acumuladores do poder e da força da divina Mãe Terra. Amén…

LA… (Vocalize este mantra por 12 vezes visualizando os obreiros subterrâneos inundando o ambiente com uma relaxante cor amarela.)

Ali Onaissi (Jornalista, escritor e coordenador do Gnosisonline)

Magia do nardo

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(Nardostachys jatamansi)

Enquanto o rei estava em seu reclinatório, meu nardo deu o seu aroma (versículo 12 do capítulo 1. Cântico dos Cânticos, de Salomão).

O nardo é o mais sublime perfume do amor.

O perfume daqueles que já passaram para a outra margem é o do nardo.

O nardo pertence à alma humana (corpo causal ou corpo da vontade – manas superior).

O perfume da 5ª Iniciação de Mistérios Maiores é o do nardo.

O nardo pertence ao corpo causal cristificado.

O perfume dos altos Iniciados é o do nardo.

O nardo é uma planta que pertence ao plano causal.

O óleo do nardo está relacionado à paixão e morte de Jesus Cristo porque essa planta pertence ao Raio de Saturno

O perfume do Libertador é o do nardo.

O perfume dos hierofantes de Mistérios Maiores é o do nardo.

Falando esotericamente, devemos travar grandes batalhas para conseguir o nardo.

O perfume do nardo atua eficazmente sobre a consciência dos artistas.

Onde quer que haja arte e beleza a fragrância do nardo deve estar presente.

Saturno é o planeta do nardo.

O mantra das populações elementais dos nardos é ATOYA.

As criaturas elementais dos nardos podem ser usadas para fins amistosos.

O perfume da nova Era de Aquário é o do nardo.

A Era de Aquárius e a revolução da mulher

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Em inúmeros textos lemos que a verdadeira revolução sexual da mulher ainda não se iniciou. É incontestável que as mulheres queimaram sutiãs em praça pública, fizeram valer seu direito de voto, tentam equiparar-se economicamente aos homens etc. Isso são indícios da necessidade de mudanças de paradigmas em relação ao verdadeiro potencial da mulher na sociedade.

Mas é também inegável que a verdadeira revolução sexual ainda está engatinhando, e sob o ponto de vista esotérico, se essa autêntica e superior revolução não ocorrer no interior de cada mulher, a sociedade será conduzida a seu fim inexorável.

Vejamos o que o venerável mestre Samael Aun Weor, líder supremo das instituições gnósticas contemporâneas, ensina sobre esse assunto tão controverso e fascinante:

Quero dizer a vocês, de forma enfática, que os ciclos de atividade masculina e feminina estão governados pelo planeta Urano. Isto quer dizer que Urano, com seus dois polos, determina as épocas de atividade triunfal masculina e as épocas de atividade triunfal feminina.

Quando o polo positivo de Urano aponta para o Sol, triunfa no mundo Terra o sexo masculino. Essas são as épocas de pirataria, dos grandes conquistadores como Napoleão Bonaparte etc., e também dos gestos de independência.

Quando o polo negativo de Urano aponta para o Sol, a energia que flui de Urano, dá, então, triunfo à mulher, e então sobressai, triunfa, sobe ao topo da escada, manda, o sexo feminino.

Recordemos a época das Amazonas. Então, estas tiveram uma época de resplendor: ergueram, por toda parte, templos à Deusa Lua; países soberanos governados pelo sexo feminino… O Império das Amazonas se estendeu por grande parte da Europa e do Oriente Médio e até a Ásia. Quem exercia o sacerdócio, quem formava o Governo, quem fazia parte das forças armadas eram as mulheres.

Elas construíram uma poderosa civilização… e ninguém o pode negar. É certo e verdadeiro. Indubitavelmente, houve também algo de cruel. Os meninos de alguma forma eram incapacitados para que não pudessem triunfar: às vezes se lhes feria nas pernas, nos braços ou em outra parte do corpo, para que não pudessem mais tarde exercer o domínio. Isso era cruel? Não podemos negá-lo. Porém, são questões que pertenceram à história e que já passaram.

Na guerra, as Amazonas se distinguiram extraordinariamente. Recordemos a amazona Camila, da qual dá testemunho Virgílio, o poeta de Mântua. Obviamente, Virgílio, o grande mestre de Dante Alighieri, fala maravilhas sobre a amazona Camila. Na guerra, ela foi extraordinária. Pode-se considerá-la como uma das melhores generais da época, muito similar a qualquer outro grande guerreiro do sexo masculino de outros tempos.

Na ciência, as mulheres amazonas sobressaíram-se triunfalmente. Seu império foi poderoso e se estendeu do ocidente ao oriente. Se, mais tarde, aquele império declinou, se decaiu, isto se deveu precisamente ao aspecto sexual.

Certo grupo de amazonas que chegou à Grécia, e ainda que tenha se isolado por algum tempo, não será demasiado dizer-lhes que elas se uniram sexualmente a distintos jovens gregos e, desde então, mudaram seus costumes.

Essas amazonas, já mudadas, influíram pois sobre o restante das Amazonas que haviam estabelecido o império e, pouco a pouco, foram perdendo o poder, até que sobressaiu completamente o sexo masculino. Já havia passado sua época.

Quarenta e dois anos são de atividade masculina e 42 anos de atividade feminina. Nestes momentos em que nos encontramos, por exemplo, está dominando o sexo feminino. Está em seu ciclo de domínio e mando. Mais tarde, quando se cumpra seu ciclo de 42 anos, voltará uma nova época de domínio masculino.

Urano possui a inclinação de seu eixo de rotação no qual se estabelece praticamente em 90 graus, tomando como referência a sua órbita

Agora, cabe ao sexo feminino o poder de mando. Isto não o podemos negar, é indubitável. Atualmente, a mulher manda; se impõe na ciência, se impõe no mundo do comércio, se impõe no governo, se impõe nas religiões; se impõe no lar; se impõe em todas as partes. Está em sua época…

Urano governa diretamente as glândulas sexuais. Na mulher, governa a atividade dos ovários. Assim, são 42 anos de domínio masculino e 42 de domínio feminino. A mulher, obviamente, pode aproveitar esta época para transformar-se, se assim o desejar.

Por estes tempos, luta-se pela emancipação da mulher. Conceituo que a mulher tem excesso de poder durante este tempo em que se acha dentro do ciclo feminino de Urano.

Considerando estas questões, me parece que o sexo feminino tem direito à dignificação e à transformação. O sexo feminino deve aproveitar o momento atual em que Urano a está ajudando, tirar o máximo de proveito da vibração do planeta Urano. A mulher tem direito de passar a um nível superior do Ser, e isto é possível sabendo amar.

“Amor é lei, mas amor consciente!… “O amor é o summum da sabedoria”, assim o disse Hermes Trimegisto, o três vezes grande Deus Íbis de Toth, em sua Tábua de Esmeralda.

O amor é o fundamento de tudo que é, do que foi e do que será. A mulher, mediante o amor, não somente pode transformar-se a si mesma, mas também pode transformar aos demais…

Por estes tempos, assombra saber que algumas nações já estão pensando em enviar precisamente comitês femininos a fim de lutar pela paz universal. Tenho observado que a ONU está considerando muito difícil o problema da paz e, seriamente, pensa em promover uma espécie de “propaganda pró-paz”, mediante comitês femininos.

Creio simplesmente que a mulher nestes momentos se sobressai ao homem e tem domínio, mando completo, e a isto se acresce que o sexo masculino está muito degenerado, atualmente. Então, é a mulher que tem que regenerar o homem.

O estado de degeneração masculina é inegável, irrebatível. Cabe à mulher dar a mão ao homem, levantá-lo. Se o homem perdeu atualmente o poder, isto se deve simplesmente à sua degeneração. A mulher tem, pois, nestes momentos, um dever iniludível, o qual é de ajudar a regenerar o homem e de lutar pela paz universal.

Um dos problemas mais inquietantes da época é o problema sexual. Não há dúvida que a sexologia em si mesma é fundamental para a civilização. O sexo masculino, repito, encontra-se em estado involutivo, decadente. Abusou do sexo e isto o fez perder o domínio sobre a Terra, sobre o Universo. O sexo masculino marcha de forma decadente.

Quando alguém estuda a energia criadora, a energia sexual, à luz de um Sigmund Freud, por exemplo, ou de um Jung, ou de um Adler, ou à luz dos Tantras sânscritos, tibetanos ou hindus, ou, possivelmente, da Escola Amarela Chinesa, pode descobrir com assombro que, mediante a energia criadora, é possível a transformação do ser humano.

A mulher tem perfeito domínio sobre a biologia orgânica do homem, por isto pode regenerá-lo. A mulher deve conhecer um pouco mais sobre os mistérios do sexo. Antigamente, esses mistérios eram considerados “tabu” ou “pecado”, motivo de vergonha ou dissímulo.

Atualmente, nos países cultos, o sexo se estuda à luz da ciência. Freud deu o exemplo com sua Psicanálise. Adler, Jung e demais seguidores demonstraram ao mundo a realidade das teorias freudianas.

Considero, pois, vital tratar deste ponto escabroso, deste delicado assunto, relacionado com a sexologia transcendental, que é a única que pode transformar a mulher e o mundo. Obviamente, a energia criadora flui em tudo o que é, em tudo o que foi, e em tudo o que será. A energia criadora permite que as plantas se reproduzam mediante seus pistilos que vibram e palpitam no cálice da flor.

A energia criadora permite que as aves se reproduzam e formem seus filhos. A energia criadora permite a todas as espécies viventes do imenso mar a reprodução incessante.

Tal energia, como a eletricidade, como o magnetismo, como a força da gravidade, etc., etc. é uma energia que nós devemos aprender a manipular sabiamente. É uma energia veloz, instantânea, mais rápida que a mente, muito mais rápida que as emoções ou que qualquer outro movimento orgânico.

Muitas vezes, já deve ter sucedido com vocês, mulheres, que ao se encontrarem como um homem e, instantaneamente, sem saber por que, instintivamente, sabem se simpatizam ou não com tal homem, se ele pode servir de complemento para vocês, se ele poderia merecer simpatia.

Mas, se ele não for o complemento exato, de fato, de imediato, não despertará em vocês interesse algum.

O que assombra é ver a rapidez com que a mulher pode reconhecer se um homem e saber se este lhe pode servir de complemento em sua vida, ou não. É questão de segundos, milésimos de segundos…

O que demonstra que o sentido sexual é demasiado rápido, mais veloz que a mente e que as atividades motrizes do organismo. Em segundos, uma mulher pode perceber se um homem pode ou não lhe servir de complemento para a sua vida.

Isto se deve a que a energia criadora flui e vai de um lugar a outro. As ondas eletrossexuais são muito velozes. O centro sexual de uma mulher capta instintivamente a realidade de qualquer homem. Isto é óbvio.

Não há nada mais misterioso que essa energia tão veloz. Muitas vezes ela fala no homem. Por isso, podemos observar que muitos homens, embora tendo esposa, não se sentem em plenitude, não se sentem íntegros, não se sentem unitotais com ela. Pressentem que lhes falta algo.

Nestes casos, costuma suceder que o marido, em qualquer sala ou templo ou rua, encontre tal ou qual mulher, com que simpatiza de imediato. Inquestionavelmente, falha ao cometer adultério.

Mas, no fundo, o que sucede é que todas as partes do seu próprio Ser necessitam de complementação. Possivelmente, encontra na nova mulher algo que o ajude a complementar-se… São mistérios que se relacionam com o sexo e que vale a pena conhecê-los.

Na energia criadora está a vida de toda a máquina orgânica, e nosso corpo é uma máquina. Os ovários, na mulher, são prodigiosos, maravilhosos. Um par de cordões nervosos se dirige sempre desde os ovários até o cérebro, e se enrosca, esse par de cordões, na espinha dorsal, formando o Santo Oito, o Caduceu de Mercúrio.

Por esse par de finos cordões nervosos, que não são completamente físicos, pois em parte poderíamos dizer que são tetradimensionais, ascende a energia sexual propriamente dita, como força elétrica muito sutil, até o cérebro.

Essa força chega ao organismo através de diversos processos.

Originalmente, advém do Terceiro Logos, do Mahachoan. Indubitavelmente, para falar em termos cristãos, poderia dizer-lhes que tal energia é divinal, e que o Terceiro Logos, em si mesmo, é o que nós denominamos, em puro cristianismo, de Espírito Santo. A força do Espírito Santo é prodigiosa.

O Universo inteiro não poderia existir sem essa força magnífica. As sementes não poderiam germinar, os animais, sem essa força, não se reproduziriam, as árvores não dariam seus frutos… O Universo inteiro não viveria, não poderia existir.

Assim, a força do Espírito Santo, a energia prodigiosa do Terceiro Logos, é algo digno de ser analisado. Há escolas que se dedicaram a tal análise. Existem essas escolas em todo o Oriente e muito especialmente no Budismo Tântrico do Tibet.

Fundamentos científicos da transmutação sexual

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Praticando-se a alquimia sexual branca, ou Kriya Shakty dos lemurianos, as glândulas sexuais permanecem sempre ativas e a juventude eterna pode ser conquistada.

A morte não existe. Existe apenas o envelhecimento das células como consequência do atrofiamento das glândulas sexuais.

O grande segredo consiste em manter as glândulas sexuais ativas, evitando sempre a perda de hormônios através do derrame do licor seminal.

Os hormônios depositados nas gônadas se deslocam de vaso em vaso através dos cordões espermáticos até chegar à próstata, sendo que esta é considerada um importante laboratório alquímico que prepara os hormônios para penetrarem na corrente sanguínea.

Com o aumento da temperatura dos órgãos reprodutores durante a cópula química, esses hormônios entram abundantemente na corrente sanguínea realizando verdadeiros prodígios. Eles percorrem todo o sistema glandular estimulando-o intensamente. Ao penetrarem nas glândulas tireoide, paratireoide, timo, pineal, pituitária, suprarrenais etc., provocam uma revolução biológica fazendo que esses microlaboratórios produzam mais hormônios renovando completamente as células sanguíneas.

Quando se estabelece dentro do organismo um processo de multiplicação de hormônios, pode-se criar um sistema de imunidade fisiológica fantástico que protege o corpo contra todo tipo de doenças.

Por outro lado, quando há um desperdício sistemático de sêmen, provocando uma redução drástica de hormônios no organismo, observa-se uma perda da capacidade imunológica que abre a porta para as enfermidades em geral.

O coito ordinário acompanhado de descarga seminal deve ser analisado, pois ele ocasiona a perda de apreciável quantidade de energia vital bem como de valiosos constituintes do sangue tais como lecitina, colesterina, fosfatos etc., que são de grande importância para as glândulas, tecidos nervosos, células cerebrais, etc.

É preciso dissociar a ejaculação do prazer sexual. Está provado que tanto o orgasmo masculino quanto o feminino debilitam o sistema nervoso central e afeta todo o metabolismo, sendo o principal responsável pela perda da juventude e envelhecimento precoce.

Milhões e milhões de dólares têm sido gastos em todas as partes do mundo em drogas e tratamentos de rejuvenescimento que somente adiam a inevitável decadência das células.

Os métodos tântricos de transmutação sexual possibilitam o acúmulo abundante de hormônios que atuam diretamente na causa do envelhecimento humano.

Há alguma coisa fora da Ordem Universal, quando, para fecundarmos um óvulo desperdiçamos seis milhões de espermatozóides!

É facilmente demonstrável que tanto o homem quanto a mulher demandam com freqüência a união sexual não exclusivamente com fins de procriação, mas por razões afetivas e espirituais. Portanto não seria anormal, neste momento histórico de grandes desequilíbrios demográficos, recomendarmos a união sexual tântrica natural, sem finalidade de propagação da espécie, em favor do Amor e da Harmonia Universal.

A potência criadora é infinita e extraordinária, pois mesmo quando se transmuta a energia sexual, com o aproveitamento total dos espermatozóides, como estes são excessivamente voláteis, sempre é possível que um deles escape provocando a fecundação.

Os antigos textos hindus denominam os filhos nascidos nestas circunstâncias de “Filhos da Sabedoria”. De fato esse espermatozóide é realmente especial por haver sido selecionado entre 6 milhões.

A idéia equivocada de que a união sexual sem a perda do licor seminal seja algo quase impossível ou contrária à natureza, carece de argumentação científica e é contraditada pelos exemplos abundantes de homens e mulheres que a realizam com excelentes resultados práticos.

Gozar do êxtase ininterrupto do intercâmbio magnético sexual é possível quando se adquire vontade e determinação para não se deixar levar pela ilusão do pseudo prazer do orgasmo.

As críticas mais freqüentes à união sexual tântrica geralmente provêm daqueles que a tentaram e, por debilidade, fracassaram. Esse fracasso normalmente ocorre por falta de informações corretas a respeito do processo de transmutação.

Há que se distinguir claramente os dois métodos: no coito ordinário, não há controle da excitação sexual, o que cria muitas vezes situações incontroláveis. Os movimentos são rápidos, violentos e convulsivos. Neste método o propósito básico é a perda de energias como uma forma de escape e distensão. No ato tântrico, os movimentos são lentos porém firmes e fortes. Tem um caráter afetivo mais pronunciado e um ritmo tranquilo que favorece a inibição da ejaculação.

Neste método se produz um alegre intercâmbio de magnetismo que pode ser prolongado sem provocar tensões nem reações violentas, como as contrações orgásticas que sempre culminam em grandes perdas de energias.

Os mais eficazes divulgadores do amor tântrico são aqueles que o praticaram e experimentaram em si mesmos, no seu próprio laboratório alquímico, e constataram os imensos benefícios da renovação das energias e aumento da felicidade e prazer sexual.

Observem como o coito ordinário geralmente tem um final rápido e imprevisto, terminando em cansaço, desgosto e tédio. Esses estados mórbidos do post coitus são a causa de sentimentos de temor, ressentimentos, vergonha e muitas vezes asco e repugnância.

O desengano, a frustração e o desgosto frequentemente ocasionam sentimento de culpa e aversão ao instrumento de prazer. Isso explica a vergonha dos órgãos sexuais.

Na remota Lemúria, enquanto reinavam a pureza e a inocência, enquanto o sexo era uma atividade sagrada, praticado em rituais celebrados dentro dos templos, os homens e as mulheres jamais sentiam vergonha dos seus órgãos sexuais pois eram instrumentos de felicidade, de amor e regozijo.

Com o advento da prática sexual involutiva proliferada pelas entidades tenebrosas luciféricas, eles passaram a ter vergonha de seus órgãos sexuais, pois estes deixaram de ser instrumentos de seu prazer e felicidade. Instintivamente sentiram a necessidade de escondê-los.

Uma grande quantidade de neuroses é ocasionada por esse quadro patológico do post coitum. Na seqüência vem o esfriamento, que provoca mais desengano, ódio, divórcio, psicanálise etc.

O coito ordinário provoca a contração das vesículas seminais produzindo a ejaculação.

O conúbio sexual tântrico ativa as glândulas e deixa em repouso as vesículas seminais. Dessa forma o fluido seminal é conservado.

Contrariando a sexologia moderna, o orgasmo ao invés de ser o ápice, a culminação da união sexual, é sua morte e seu maior desmancha-prazeres. Ele ocasiona uma gama de distúrbios inimagináveis. Afeta o sistema nervoso e predispõe o organismo a toda ordem de enfermidades físicas e psíquicas, devido ao organismo desvitalizado não conseguir resistir por muito tempo aos assédios morbosos.

Evidentemente as pessoas dotadas de forte estrutura física resistem mais. Podem até pensar que não são prejudicadas pela descarga seminal, mas como o tempo é implacável, mais cedo ou mais tarde acabam sucumbindo.

O argumento preferido para criticar a magia sexual é a alegação infundada de que esta prática é nociva à saúde por produzir um acúmulo indesejado de sêmen nas vesículas seminais.

Isso seria verdade se na prática da magia sexual houvesse repressão das energias. Se houvesse exclusivamente retenção do licor seminal.

Há três fenômenos que podem ocorrer numa união sexual:

1. Extravasamento das energias.
2. Repressão das energias.
3. Transmutação das energias.

No extravasamento, as energias se perdem, o sêmen é deliberadamente expulso, com a convicção de que essa função é necessária e “saudável”. Hoje em dia se cultua o orgasmo como sendo a fonte libertadora de todas as repressões.

Quanto à repressão, poderíamos relatar páginas inteiras da história universal que foram escritas, inspiradas em atrocidades, fanatismos religiosos, maquiavelismos políticos, sadismos etc., causados pela repressão sexual. Enclausuramentos desumanos e hipócritas, ascetas convictos equivocados por uma pseudocastidade, falsas asceses, puritanismo vitoriano marcado por terríveis sentimentos de culpa.

Tanto o extravasamento quanto a repressão afastam o homem do seu Deus Interno, da paz eterna que está dentro de si mesmo. As causas de extravasamentos e repressões são encontradas no acidente fatídico da Lemúria, a saída do Éden interno, a queda sexual fatal, o início da vergonha, do medo e da culpabilidade. Não pode haver alquimia profícua e verdadeira nesse quadro mórbido.

O terceiro fenômeno, a transmutação, significa transformação de uma substância grosseira em outra mais sutil, transformação do chumbo em ouro, e pode ser observado amiúde na natureza: as águas que se acumulam nos rios, lagos, mares, evaporam-se e transformam-se em nuvens que depois se transformam novamente em águas.

O ovo chocado pela galinha é outro exemplo interessante de transmutação alquímica. A galinha utilizando o seu potencial térmico transforma as substâncias orgânicas, oriundas do milho e rações, em grandes quantidades de cálcio concentradas na casca do ovo.

Durante o transe sexual tântrico, o fogo sexual do amor cria uma condição térmica especial que atua como catalisador, transmutando o sêmen em vapores seminais. Esse fato impede que haja acúmulo de sêmen nas vesículas seminais, contrariando as suposições dos leigos.

Do ponto de vista fisiológico, científico, convém ressaltar as pesquisas do dr. John Dervey Kellog, complementadas pelo dr. Guthrie, autoridades internacionais.

Essas pesquisas rebatem o ponto de vista pseudo científico de que as emissões voluntárias de sêmen representam uma função necessária, uma medida auxiliar de escape para a acumulação de sêmen nas vesículas seminais.

Suas investigações, confirmadas também por Goizet, indicam a existência de um processo de reabsorção do sêmen pelos vasos linfáticos que se encontram ramificados em grande quantidade nas paredes das vesículas seminais. As vias linfáticas o conduzem ao Receptáculo Chyli, no abdome, onde é reabsorvido, mesclado com os líquidos linfáticos. Após essa absorção ele sobe verticalmente pela via torácica (ducto torácico), penetra na veia subcava esquerda, e entra no sistema circulatório através do coração.

Várias autoridades médicas reconhecem a existência da reabsorção seminal mas, talvez por não terem experimentado em si mesmos, não a proclamam formalmente.

Goizet admite uma reabsorção das energias sexuais e atribui a ela o vigor físico do homem e como a causa de vivificação em homens e mulheres adultos que tenham testículos e ovários ativos. Conclui que a perda do sêmen implica na perda da força. Dessa consideração se deduz que, para se obter um grau mais alto de saúde, há que se armazenar todas as secreções sexuais.

Outra conclusão interessante dessas pesquisas é a relação entre o aumento da reabsorção e a elevação da temperatura dos órgãos sexuais. Quando se quer aumentar consideravelmente a reabsorção do sêmen, deve haver um aumento de temperatura nas vesículas seminais. Esse aumento térmico favorece a condução do sêmen absorvido pelo ducto torácico até o coração e a toda circulação.

A melhor forma de se produzir esse aumento de temperatura é sem dúvida a prática do Maithuna Yoga, cópula química sexual em que o homem e a mulher despertam seus fogos internos e condições térmicas formidáveis para a absorção das energias criadoras.

Está cientificamente comprovado que o envelhecimento da mulher está diretamente ligado à debilitação e ao mau funcionamento dos ovários.

Se houver enriquecimento de hormônios no sangue da mulher, o organismo feminino se renova de maneira surpreendente.

O segredo da conservação e renovação da juventude feminina consiste em preservar esses preciosos hormônios sexuais e isso é possível através da normalização e redução das menstruações.

Durante o período menstrual, a mulher perde uma quantidade considerável de hormônios. Com o decorrer dos anos, essas perdas vão ocasionando uma menor concentração de sangue e os ovários começam a produzir menos hormônios. Essa redução drástica na produção de hormônios está intimamente ligada à menopausa. Podemos concluir que se não houvesse menstruação, não haveria menopausa e consequentemente a mulher não envelheceria, porque os hormônios ao invés de se dispersarem no fluxo menstrual, permaneceriam em circulação dentro do organismo enriquecendo todas as células sangüíneas, conservando sua jovialidade e feminilidade, evitando-se o aparecimento precoce de rugas e outros sinais de envelhecimento.

Uma das funções básicas da menstruação é eliminar mensalmente uma boa quantidade de toxinas indesejáveis do organismo feminino. Por que as mulheres geralmente ficam irritadas e deprimidas nesse período? Simplesmente porque, devido à descarga hormonal, se produz um desequilíbrio no sistema nervoso que afeta o estado físico e psíquico da mulher.

O dr. Frank, famoso ginecologista americano, em seu livro Os Hormônios Sexuais Femininos demonstra que a mulher pode reduzir consideravelmente o volume do fluxo menstrual através da dieta e higiene, e desta maneira conservar os hormônios femininos. Quanto menos descarga menstrual, menor é a perda de hormônios e tanto mais ela preserva sua juventude e beleza.

As investigações do dr. Frank com relação aos hormônios femininos demonstraram que estes hormônios não estão presentes somente no fluxo menstrual, mas também nas membranas mucosas do útero. Isto indica que está presente na descarga da mucosa que acompanha a menstruação. Por isso, quando a mulher sofre de leucorréia há uma debilitação do sistema nervoso e do cérebro. Essas secreções são ricas em lecitina, colesterina. fosfatos (tal como no sêmen masculino) e sua perda faz com que estas substâncias sejam retiradas do sangue e, por último, dos tecidos, dos nervos e do cérebro, que necessitam delas para sua nutrição.

Portanto, além de reduzir o volume do fluxo menstrual, nesses casos é necessário curar-se a leucorreia.

Segundo o dr. Frank, essa enfermidade pode ser curada com a mesma dieta e higiene que são eficazes para diminuir a menstruação. Recomenda uma dieta pobre em proteínas animais e rica em verduras, legumes, cereais etc.

Esse pesquisador descobriu que a quantidade de hormônios sexuais femininos no sangue circulante da mulher varia em cada ciclo menstrual. Apresenta-se um aumento brusco entre o 10º e o 15º dias, contando desde o primeiro dia da menstruação, quando acontece a ovulação. A maior concentração de hormônios ocorre no primeiro dia de menstruação. Com o princípio desta, esses hormônios diminuem bruscamente na circulação, por causa da sua perda (mucosa e sangue).

Os hormônios sexuais femininos se encontram no sangue menstrual numa concentração 4 a 6 vezes maior que no sangue circulante, devido ao acúmulo local desses hormônios na mucosa do útero. Assim fica claro que o fluxo menstrual e as secreções das mucosas contêm uma concentração de hormônios sexuais femininos considerável, e como eles exercem uma importância muito grande nos processos de renovação e preservação da juventude na mulher, é essencial diminuir a perda pela menstruação.

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Suprassexualidade – Uma compreensão mais profunda

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A dificuldade de algumas religiões e escolas esotéricas (ou pseudoesotéricas) tratarem a sexualidade, pendendo de acordo com a ideologia predominante, hora para a repressão quase que total, hora para a libertinagem, que alguns confundem com liberdade, fez da sexualidade um tabu ou elemento de fixação.

Ambos os casos podendo ser considerados patológicos, gerando vários desequilíbrios psicofísicos, motivando várias desgraças.

Desde cedo se apresenta ao discípulo, que optou por seguir a senda mística, o dilema de como harmonizar sua vida sexual à vida espiritual, integrando-as num todo coerente, capaz de contribuir para sua jornada.

Os verdadeiros Mestres de Sabedoria sempre souberam que a energia sexual é a expressão do Princípio Único, que manifesta-se no nosso universo como energia polarizada, dinâmica e criadora.

Os iniciados de diversas tradições referiam-se a essa expressão polarizada e criadora como Fohat, Prana e Kundalini, no sistema iniciático Tântrico; ou como Yin, Yang e Tao no Taoísmo; Percepção, Luz e Trevas, ou Dia e Noite, nas tradições hebraicas.

No homem e na mulher, essa energia criadora manifesta-se como fonte de vida, inspiração, juventude e vitalidade. Essa energia garante a eternidade biológica da raça humana e a longevidade pessoal.

Porém, o abuso, ou profanação desta energia, promove a desvitalização, a atrofia das capacidades criativas da mente, o embotamento progressivo das faculdades espirituais e conseqüente decrepitude que resultam em retardamento ou morte prematura.

Devido a isso, algumas escolas e religiões, por não encontrarem meios de evitar tais perigos, e pela incapacidade de fornecer a seus seguidores respostas plenas para tais questões, optaram por orientá-los na prática do celibato.

Dessa forma, afastaram de seus seguidores os perigos de uma profunda e acelerada degeneração, voltando totalmente suas energias para a espiritualidade. Por exemplo, o sexo só é permitido com fins procriativos, ou mesmo prescrevendo o total celibato para seus sacerdotes.

Por outro lado, os verdadeiros iniciados sempre souberam que o caminho que conduz à saúde, criatividade e juventude, abrindo as portas da vitalidade, é o caminho do Equilíbrio.

Ou seja, os verdadeiros Mestres, quando fazem jus a este título, nunca foram inflexíveis ou extremistas em relação à sexualidade, pois como Kumaras, Senhores de Vênus, ou da energia venusiana, do Amor, conhecem e dominam os Mistérios da Energia Sexual.

Os ensinamentos de tais Mestres partem do princípio de que a Evolução nasce na integração dinâmica das polaridades criativas cósmicas, que se expressam antropomorficamente, no homem e na mulher, e visam promover a saúde, vitalidade e longevidade física, além de desper progressivamente os poderes latentes no ser humano.

Estes ensinamentos foram preservados na Ásia, nos cultos Tântricos e Taoístas; no Oriente Médio e Europa, fortemente influenciados pelos egípcios, floresceu nas tradições herméticas conhecidas como Alquimia; chegando até os nossos dias, nos atuais ensinamentos gnósticos, conhecidos como Senda do Fio da Navalha.

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Nessa via, o buscador é orientado a trabalhar simultaneamente seus veículos densos e sutis de modo a promover uma mudança radical nos mesmos, através da manipulação da parcela da energia cósmica, existente em sua própria estrutura.

Nossa estrutura densa, que é formada pelo corpo físico-etérico, astral e mental; geralmente é mal trabalhada, focada desequilibradamente no mundo material, devido à forte influência dos estados animalescos de nossa evolução.

Em contrapartida nosso corpo espiritual, como gérmen potencial, é praticamente inexistente, seus débeis apelos são expressos na forma de esparsos insights, insignificantes e desconexos, para os quais a maioria brutalizada não consegue explicação.

Numa estrutura assim, a supraconsciência humana não pode se expressar plenamente.

Nossos corpos densos precisam ser sutilizados, ou purificados e nossos corpos superiores devem ser fortalecidos, ou coagulados, no sentido do Solve et Coagula dos Alquimistas, até se atingir um meio-termo equilibrado, um novo corpo diferente.

Segundo a Senda do Fio da Navalha, é necessário o enfraquecimento dos apelos físicos e o fortalecimento das virtudes espirituais, promovendo a transformação progressiva dos dois aspectos , o humano e o divino, inicialmente distintos, numa unidade conhecida como corpo de prana, corpo energético, corpo imortal ou fluogístico.

Este seria o veículo perfeito para manifestação da supraconsciência, ou o Ser dos Gnósticos. Os iniciados nesses mistérios ensinam que é possível efetivar isso, através da manipulação da energia biopsíquica, encerrada potencialmente nas glândulas, principalmente as sexuais.

Tanto nossos veículos densos, ou Quaternário Inferior (nossos corpos físico, vital, astral e mental), bem como nossos veículos sutis, ou Ternário Superior (os corpos causal, intuitivo e átmico, ou espiritual), são basicamente formados por vários tipos de energia cósmica.

Até mesmo o corpo físico, aparentemente denso, é em sua maior parte formado por energia eletromagnética, que une a pouca matéria existente, através de imensos espaços vazios.

Portanto, alterações nesse campo energético provocariam mudanças em todos os nossos veículos densos e também nos sutis.

Os centros energéticos espalhados pelo corpo são conhecidos na tradição hindu como Chacras, Tan-Tiens entre os taoistas chineses, ou sefirotes na tradição hebraica; juntamente com as glândulas de secreção interna, através dos hormônios e outras substâncias, nos permitiriam realizar as modificações sobre este campo eletromagnético e, consequentemente, em todos os nossos corpos.

Porém, é necessário estimular a produção dessas substâncias glandulares e a consequente liberação dessa energia biopsíquica por meio das técnicas entregues pela Sabedoria Gnóstica.

Segundo os iniciados, isso pode ser alcançado através da União Sagrada (Hieros Gamos), que é a união nos três mundos, entre o homem e a mulher, que, como expressão na face da terra da dualidade dinâmica universal, possuem em si um imenso reservatório de energia vital.

Isso é possível, pois no homem os centros de força, positivos e negativos, são opostos aos da mulher e quando um casal se une nos três mundos, espiritual, psíquica e fisicamente, realizando o Hieros Gamos, seus centros de força atuam um sobre o outro, os positivos dinamizando os negativos, através de um processo de troca dinâmica, que promove a liberação e circulação da energia sagrada, chamada em algumas tradições de Kundalini.

Se os cuidados certos foram tomados anteriormente a essa união e esta for periódica e duradoura, observando determinados ciclos, a energia da Kundalini, acumulada no centro de força básico (chacra raiz ou Muládhara), sobe em forma de vapor ígneo pelo canal etérico que existe hipostaticamente na região da coluna vertebral, chamado entre os hindus de Sushumna Nadi, ativando os demais chacras e através deles atuando na estrutura energética humana.

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No corpo físico, esta ativação dos chacras age sobre algumas glândulas de secreção interna, estimulando sua atividade.

Essas glândulas passam a segregar seus hormônios, modificando o sangue, as células, e promovendo o perfeito funcionamento dos órgãos e dos sistemas do corpo. A liberação natural, porém integrada e acelerada dessas secreções hormonais, promove alterações químicas na corrente sanguínea, dinamizando os poderes latentes do corpo e modificando a Consciência.

Desta forma, os espiritualistas que desejam integrar sua busca espiritual, harmonizando sua vida num todo coerente, devem encarar o sexo como instrumento de transformação, alavancador dos processos revolucionários do Ser, tratando-o reverentemente como tal, pois da mesma forma que é pedra de tropeço e de escândalo para o promíscuo, é a pedra bendita dos Alquimistas, promotora de saúde, vitalidade, lucidez, felicidade, iluminação e longevidade física, além de despertar progressivamente os poderes latentes no ser humano.

Mas, para que a sexualidade possa se tornar um elemento benéfico no caminho do Buscador da Luz, existem algumas recomendações “inegociáveis” que devem ser observadas:

1. Ser heterossexual, devido à impossibilidade de interação energética e troca dinâmica entre dois homens (Yang), ou entre duas mulheres (Yin). A união homossexual é extremamente daninha ao crescimento espiritual;

2. Não ser promíscuo, pois independentemente da sexualidade no seu aspecto sagrado ter sido manipulada indiferentemente em culturas diversas, a promiscuidade sempre foi considerada fator de desequilíbrio energético dos chacras; segundo o Mestre Samael Aun Weor, autor de Mistério do Áureo Florescer (obra maravilhosa que versa sobre a sexualidade e o crescimento interior), os fluidos energéticos do casal se misturam em suas colunas vertebrais. Quando há promiscuidade, ou múltiplos parceiros, esses mesmos fluidos das pessoas envolvidas se misturam em suas colunas e chacras, danificando-os e bloqueando-os;

3. Canalizar a energia vital para os centros de força superiores, enriquecendo as secreções glandulares, caso contrário ela ficará congestionada nos centros inferiores, criando vários distúrbios e escapando (na forma de poluções noturnas, espermatorreias, corrimentos etc.) na primeira oportunidade; ou seja, o Tantra, preconizado pelos gnósticos, ensina uma nova e revolucionária postura sexual, não é simplesmente uma ginástica onde não há orgasmos e ejaculação dos líquidos sexuais. É uma radical mudança de paradigmas sexuais;

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4. Respirar adequadamente, para isso alguns exercícios respiratórios são recomendáveis, equilibrar a alimentação e evitar ingestão de drogas de qualquer espécie;

5. Fortalecer a Vontade, a Imaginação Consciente (ou Visualização Criativa) e a Inteligência Superior, elementos que diferem os seres humanos dos animais;

6. Desenvolver o amor fraternal por todos os seres vivos, sem o qual é impossível ativar o centro de força cardíaco, que como uma balança equilibra os centros energéticos inferiores e superiores. São os Fogos Cardíacos que controlam a ascensão da Divina Kundalini;

7. Conhecer e praticar um sistema iniciático adaptado à cultura e ao tipo psicofísico atual que conduza equilibradamente o Buscador nessa senda… sem fanatismos, sem repressões, sem fantasias, sem mitomanias… Amor, sempre!

Independentemente das más interpretações e daqueles que se escandalizarão com este assunto, esperamos sinceramente ter colaborado para auxiliar nossos irmãos na difícil tentativa de integrar sua sexualidade à busca espiritual, apresentando outra opção à vida celibatária, que somente pode nos conduzir ao fastio, à falta de amor à vida e à morte.

Ali Onaissi (Jornalista, escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine)

Tantrismo taoista chinês

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A mescla do folclore chinês e do longínquo Oriente, ciências ocultas, cosmologia, yôga, meditação, poesia, filosofia quietista e misticismo exaltado, pode ser englobada em uma só palavra: Taoísmo (doutrina que leva à união com o Tao).

Agora vejamos: TAO, literalmente, significa “caminho”, “via” ou “senda”. É o Todo, é a Unidade, o eterno e o Extenso. É também o Incognoscível.

Muito já foi dito e escrito sobre os fundadores do Taoísmo. Eis aqui uma versão que consideramos correspondente à realidade, a respeito do Imperador Amarelo, considerado como o fundador oficial do Taoísmo.

A época a qual pertenceu o Imperador Amarelo, também conhecido como Huang Ti, remonta à Idade de Ouro da China (2852-2255 a.C.). A ele é atribuído o descobrimento e a transmissão do “segredo da imortalidade”. Huang Ti foi um dos Dragões de Sabedoria que governaram a China em seu período áureo.

É dito que suas investigações podem ser entendidas literal ou metaforicamente, e correspondem ao interesse que tinha Huang Ti pela cura das enfermidades, a fomentação da vitalidade e a prolongação do tempo normal de vida. Tudo isso o conduziu a tentar a transmutação da essência combinada masculina e feminina, de casais, com o fim de conseguir um corpo espiritual.

Segundo conta a lenda, Huang Ti conseguiu destilar o elixir de ouro. Tomou parte dessa droga e voou até o Reino dos Imortais, não sem antes transmitir a certas pessoas a receita. Essas pessoas são as que poderíamos chamar de Autênticos Taoistas.

Os Autênticos Taoistas, por meio da prática da doutrina, aspiravam converter-se em muito mais do que deuses. Entre as técnicas para conseguir seus objetivos, podemos destacar a Alquimia Secreta, que é composta de Yôga Dual e Yôga Interno, onde se requer como base essencial a quietude e um estado de perfeita espontaneidade.

Mas, submergindo-nos no mais profundo, você poderá perguntar, em que consiste o chamado Yôga Secreto? Aqui revelamos alguns segredos:

Como sabemos, o mundo, segundo os orientais, divide-se em polaridades que são o Yin e o Yang, que nascem do oceano da suave luz, ou do Tao, como dois dragões entrelaçados, ou também como um dragão e um tigre em eterna luta harmoniosa. Yin, o feminino, radiante como a Lua, com a qualidade da passividade é atribuído à Terra. O Yang, masculino, radiante como o Sol, mestre da atividade, é atribuído ao Cosmo.

Os meios para que o Yin e o Yang possam se combinar são as chamadas Veias do Dragão, isto é, linhas invisíveis cuja função é parecida com a dos canais psíquicos dentro do corpo humano.

Por outro lado, fala-se dos Três Tesouros, que formam a cúspide da filosofia oriental, que são: Ching (essência), relacionado com os fluidos sexuais, Ch’i (vitalidade) e Shen (espírito).

A refinação e transmutação dos Três Tesouros, a fim de incrementar o tempo de vida e o vigor do adepto, assim como aumentar e purificar sua reserva natural de espírito (sêmen), constituem o núcleo essencial da prática dos que se propõem ao Taoísmo, tanto Yóguico como filosófico.

O veículo da essência é o fluido sexual, que deve ser conservado com o maior cuidado e transformado em Ching, sutil, para reagir com Ch’i (vitalidade) e Shen (espírito). Mas, como fazê-lo?

Havendo suscitado o fluxo de Ching (fluidos sexuais) durante o coito metafísico, este deve ser contido, não chegando ao orgasmo nem à ejaculação. Como diz Yu Yen:

A cada cópula do céu e da terra, atrai para ti as fontes secretas do Yin e do Yang, ou, o que é o mesmo, “quando tu e tua parceira estiverem juntos, combinai os dois fluidos sexuais e atraiam-nos para vossos corpos”.

Os sábios taoístas ensinavam que devemos seminizar o cérebro e cerebrizar o sêmen

No caso do homem, o segredo está em não ejacular, em “conter-se”, atraindo o fluido do Yin. Desta maneira pode-se formar o elixir que conduz à longevidade, à imortalidade e à união mística com o Tao. O cultivo dual, instituído pelo Imperador Amarelo e as Donzelas Simples, Misteriosas e Escondidas, pode ser também aproveitado pela mulher, sempre que cumpra com os requisitos prévios, que são: lugar, método e casal.

Mediante o a aproveitamento do Yôga Dual cria-se o feto imortal, que deve ser entendido como uma espécie de espírito, que sobe desde a Câmara das Seis Combinações até a coronilha, até o topo da cabeça.

O Yôga Interno consiste em utilizar os canais psíquicos para recolher e distribuir a energia cósmica. A alquimia Interna taoista coincide com o Kundalini Yôga, no aspecto de utilizar os canais psíquicos para recolher a energia. Os canais conhecidos pelos taoístas são dois, o canal médio conhecido como Chu’ung Mo (impulso) e outro por trás, chamado Jen-Mo (função).

Os taoístas não falam de centros psíquicos, mas de cavidades, e estas têm afinidade com os chakras hindus. Os taoístas sustentam que as cavidades mais importantes são o Ni-Wan, próximo à coronilha, que corresponde ao chakra hindu mais elevado, ou a passagem misteriosa que coincidiria com o chamado Chacra Cósmico, ou da Polividência, dos tibetanos.

E o campo superior e inferior do Cinábrio, situado no plexo solar e sob o umbigo, respectivamente. Outros pontos do corpo humano que têm um significado yóguico são o coração, a região do umbigo, a raiz dos órgão genitais e a ponta do pênis e clitóris.

O objetivo fundamental da alquimia interior ou yôga interno, que é a mesma Suprassexualidade, é fundir a energia superior e inferior para engendrar calor psíquico, através de um controle estrito do sêmen e da respiração.

Para que você, estimado Buscador da Verdade, possa experimentar todo o realismo do Tao do Amor ou Suprassexualidade, recomendamos que pratique minuciosamente todas as orientações, comentários e recomendações que vamos mencionar em seguida:

1. Evite todo tipo de desperdícios. Para o taoista, toda forma de “desperdício” (ejaculação e orgasmo) é um mal. Você tem direito de gozar as alegrias terrenais e celestiais, mas sem desperdiçar o Ching (sêmen).

2. Considere sexo como um protetor da vida. O Taoísmo não crê que haja uma solução para os problemas do mundo sem uma abordagem integral do amor e do sexo.

3. Se você quer chegar aos mais altos níveis de harmonização do Ying e do Yang, tem de abandonar definitivamente o imundo vício da masturbação.

4. Deixe de lado seu “machismo”, recordando que as mulheres na antiga China desempenharam o papel de mestras e consultoras do Tao do Amor junto ao Imperador.

5. Procure sempre realizar sua união místico-sexual de uma maneira “extasiante” e “poética”.

6. Jamais na vida tente praticar a Suprassexualidade com uma prostituta, porque no Taoísmo a sexualidade tem de estar acompanhada de Amor.

7. Se você, durante a união sexual, chegar ao “ponto de perigo”, pratique o método de Wu Hsien (um Mestre do Tao do Amor durante a dinastia Han, 206 a.C.), o qual consiste em retirar “a haste de jade” (o falo ou pênis) durante 10 a 30 segundos.

8. Pratique a união místico-sexual se possível a cada 24 horas, à noite ou pela madrugada, tal como o recomenda o V.M. Samael Aun Weor.

9. Seja muito carinhoso durante o dia porque a mulher necessita deste alimento.

10. Dedique mais tempo ao Tao do Amor do que às festas e à gula.

11. Recorde que se você sofre de impotência, esta só poderá ser solucionada mediante o Tao do Amor, sem chegar nunca a perder o Ching (sêmen).

12. Nunca esqueça que na Alquimia Interior, o tamanho do Yu Heng (falo) não importa, o que vale é a capacidade do homem para nunca chegar à ejaculação.

13. O Yôga Dual jamais poderá ser realizado entre homossexuais.

Aproximando-nos do encerramento deste transcendental capítulo, farei menção de um diálogo de uma das três consultoras do Imperador Amarelo para assuntos do Tao do Amor. O diálogo aparece em um livro antigo chamado Yu Fang Pi Chuch (ou Os Segredos da Câmara de Jade):

Tsai Nu (uma das três consultoras de Huang Ti para assuntos do Tao) ensinou: “É uma crença geral que se obtém um prazer muito grande na ejaculação. Se se aprende com o Tao justamente a evitá-la, o prazer não diminuirá com isso?

P’eng Tsu (principal consultor de Huag-Ti para o Tao): “Muito pelo contrário! Depois da ejaculação, o homem fica cansado, os ouvidos zumbem, os olhos pesam e ele deseja dormir. Tem sede e os membros ficam inertes e duros. Na ejaculação o homem experimenta um segundo rápido de sensações e, como resultado delas, longas horas de fadiga.

E isto não se constitui em um prazer verdadeiro. Por outro lado, se o homem regula e depois anula a ejaculação, o corpo se fortalecerá, a mente se relaxará e a visão e audição melhorarão. Isto poderá parecer, às vezes, que o homem esteja negando a si mesmo a sensação ejaculatória, mas o amor que sente pela mulher aumentará sobremaneira.

É como se ele nunca se cansasse dela, e esse é o verdadeiro prazer duradouro, não é mesmo?”

Para finalizar este texto com chave de ouro, consideramos de vital importância transcrever dois diálogos transcendentais mantidos entre Huang Ti, o Imperador Amarelo, e duas de suas três mestras consultoras para assuntos do Tao do Amor, Su Nu e Tsai Nu:

Imperador Huang Ti: “Você está dizendo que as diferenças em tamanho e forma do Yu Heng (o falo) não influenciam de maneira alguma no prazer da comunhão?”

Su Nu: “Diferenças de tamanho e forma são uma mera aparência exterior. O verdadeiro prazer, a verdadeira beleza da comunhão, são os sentimentos interiores. Se a primeira associação que um homem faz com a comunhão for de amor e respeito, e se o amor for verdadeiro, então qual a influência negativa que uma pequena diferença em tamanho e forma pode acarretar?”

A preservação da essência Yang fortalecia a força Yang no homem e o aproximava mais do céu. Para ele era de suma importância alimentar sua essência Yang com a essência Yin, daí o fato de que quase todos os antigos textos taoístas insistiram na importância de praticar a Alquimia Interior frequentemente e o não ejacular.

Quanto mais se pratica o Yôga Dual, tanto mais se beneficia da harmonia de Yin e Yang. E quanto menos se ejacula, tanto menos se perdem os benefícios dessa harmonia. Sobre esse particular vai o segundo diálogo entre o Imperador Huang Ti e Su Nu:

Huang Ti: “Gostaria de escutar sobre o benefício da não ejaculação”.

Su Nu: “Quando o homem ama uma vez sem perder o sêmen, fortalecerá seu corpo. Se ama duas vezes sem perdê-lo, a audição e a visão se tornarão mais agudas. Se três vezes, talvez desapareçam todas as enfermidades. Se quatro vezes, terá paz em sua alma. Se cinco vezes, o coração e a circulação do sangue estarão revitalizados. Se seis vezes, a barriga enrijecerá. Se sete vezes, as nádegas e as pernas talvez se tornem ainda mais poderosas. Se oito vezes, talvez a superfície da pele se uniformize. Se nove vezes, alcançará a longevidade. Se dez vezes, será um imortal”.

Que o caro leitor entenda profundamente essa resposta, seus números sagrados dentro das Iniciações Cósmicas.

Mistérios não solucionados

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A cada ano são encontrados objetos que, no mínimo, deixam desconcertados os céticos da arqueologia e antropologia – e seus diversos ramos. Neste texto exclusivo do GnosisOnline apresentaremos alguns exemplos de alguns mistérios não resolvidos, que finalmente darão o tiro de misericórdia naqueles que teimam em insistir que os estudos esotéricos sobre as origens da Humanidade são uma farsa.

1. Figuras de Cerâmica de Acámbaro (México). Descobertas em 1945 pelo comerciante alemão radicado no México Walter Julsrud, as mais de 32 mil peças datam, pelos estudos de carbono-16, de quase 4 mil anos atrás.

Essas estatuetas passariam despercebidas e seriam consideradas pequenos brinquedos de crianças indígenas da Antiguidade não fosse por um insólito detalhe: cerca de 20% do total dessas estatuetas é de representações de dinossauros, pássaros desconhecidos e seres monstruosos. Como “humildes” indígenas poderiam tomar conhecimento da existência de dinossauros, extintos muitos milhões de anos atrás?

2. Pedras de Ica. Outra espantosa coleção é a série de pedras esculpidas ou desenhadas acumulada pelo doutor Javier Cabrera, na cidade peruana de Ica. Estas pedras foram encontradas, a partir de 1937, em diversos sítios arqueológicos ao redor de Ica, que fica perto das famosas Linhas de Nazca e datam de muitos séculos atrás.

O que espanta é que entre os desenhos das centenas de pedras do dr. Cabrera vemos cenas insólitas, tais como homens usando telescópios, dinossauros (triceratopos, tiranossauros, pterodátilos etc.), cirurgia de transplante de cérebro e transfusão de sangue, entre outros.

3. Egípcios em Illinois (EUA). Em 1982, acidentalmente, Russell Burrows descobriu em cavernas perto do rio Little Wabash, estranhas relíquias, como placas de pedra e de ouro. O estranho de tudo é que nessas placas há inscrições e desenhos – pasme – egípcios.

Segundo relatos, foi retirada dessas cavernas uma quantidade de ouro que equivaleria a cerca de US$ 15 milhões. Será que os egípcios mantinham contatos com os nativos americanos num período em que o Novo e o Velho Mundos se conectavam, ou seja, na época da Atlântida?

4. Estatuetas de Nomoli. Na selva de Serra Leoa (África), escavações à procura de diamantes fizeram com que nativos encontrassem algo mais insólito. Estatuetas de pedra cuja altura não ultrapassa os 70 centímetros. Segundo análises de especialistas, duas coisas são impressionantes nessas estatuetas: sua idade é datada de cerca de 17 mil anos e no interior de uma delas foi encontrada uma esfera metálica feita de cromo e aço. Como se poderia produzir aço 17 mil anos atrás?

5. O Museu do Padre Crespi. Em meados da década de 1920, um padre salesiano vindo de Turim (Itália) percorreu longos trechos de alguns rios equatorianos, como Yaupi, Morona e Mansceriche a fim de catequizar os índios dessas regiões. Como era extremamente bondoso e caritativo, o padre Crespi recebi diversos “presentes” desses índios, que os retiravam das centenas de cavernas da região.

Esses presentes se mostraram mais ricos e misteriosos do que se imaginava: placas de ouro ou de prata com inscrições misteriosas, com imagens de elefantes, pirâmides, egípcios, babilônios, seres fantásticos etc.

Essas impressionantes relíquias foram acumuladas nos porões da igreja coordenada pelo padre Crespi, mas infelizmente a maior parte delas ou foi roubada ou os próprios índios trataram de oculta-las novamente a fim de impedir que essas placas de valor incalculável chegassem a mãos inescrupulosas. Segundo relatos dos estudiosos que viram as peças de Crespi, tratava-se na verdade de uma verdadeira biblioteca na forma de placas  de ouro e prata que contava a história (conhecida e desconhecida) da raça humana.

6. O Martelo do Texas. Nos Estados Unidos, desde meados do século 19, são encontrados sistematicamente objetos que causam espanto na comunidade científica e são tachados como “não resolvidos”.

Por exemplo, temos o famoso “martelo do Texas”, que é um martelo de ferro incrustrado dentro de um pedaço de rocha datada de 140 milhões de anos.

Seu descobridor, Carl Baugh, também encontrou, no mesmo sítio arqueológico pesquisado, um dedo humano fossilizado datando de cerca de 100 milhões de anos.

7. Objeto recentemente achado numa coleção de  fósseis encontrados em Axel Heiberg, uma Ilha no Ártico canadense. Marcas de “pés”, um de dinossauro e o outro de um humano…

Ele não foi reconhecido logo que foi encontrado e o dr. Carl Baugh, do Creataceous Evidences Museum é que percebeu as marcas de um pé humano ao lado de uma pata de dinossauro… A idade dessa marca é de aproximadamente 100 milhões a 110 milhões de anos.

No mesmo museu vemos outro caso impressionante (imagens abaixo): UM DEDO HUMANO DO PERÍODO CRETÁCEO (c. 100 milhões de anos). Esse elemento é conhecido pela designação “DM93-083”. Na radiografia de visão lateral, as áreas escuras são interpretadas como as partes interiores dos ossos e  da medula óssea (estas áreas têm menos densidade que as pedras circunvizinhas).