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	<title>GnosisOnline &#187; Ciência Gnóstica</title>
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	<description>O Maior Site de Gnose, Esoterismo e Magia</description>
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		<title>Os 12 sais astrológicos</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 20:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência Gnóstica]]></category>
		<category><![CDATA[astrológicos]]></category>
		<category><![CDATA[sais]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/>Os antigos diziam que &#8220;sangue é vida&#8221; e, sem um sangue perfeito é impossível gozar de boa saúde. O influxo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/><p>Os antigos diziam que &#8220;sangue é vida&#8221; e, sem um sangue perfeito é impossível gozar de boa saúde. O influxo dos astros está impresso em nosso sangue; como um jugo, &#8220;o homem leva o Destino atado a seu colo&#8221;, diz a tradição islâmica referindo-se à veia jugular. Este artigo para o site GnosisOnline aborda a astrologia sob um ponto de vista simbólico e esotérico que relaciona os 12 signos com os 12 sais bioquímicos chamados de Sais de Schüssler. A enfermidade não é uma entidade em si mesma, senão una deficiência de algum dos componentes bioquímicos que são a base da química da vida. Com uma simplicidade assombrosa podemos saber, em base ao Mapa Astral, quais são essas deficiências. O melhor método de cura consistirá, pois, em proporcionar ao sangue aquilo que lhe falta.</p>
<p>ZODÍACO: Do grego Zodiakos. Circulo da vida, faixa da esfera celeste que tem a eclíptica em seu meio, onde os planetas, o Sol e Lua parecem transitar. Esses astros, pelo movimento, aparentam ter &#8220;vida&#8221;, caminhando em um fundo de Estrelas Fixas, paradas ou &#8220;mortas&#8221;. Na mitologia, deuses e heróis depois de mortos são transladados ao céu, em forma de constelações, onde permanecem imóveis. Isso nos leva a crer que a origem do nome Zodíaco possivelmente seja anterior ao nome das constelações contidas nessa faixa da esfera celeste. Essas constelações, com amplitudes angulares diferentes umas das outras, tem os mesmos nomes que os signos do zodíaco, mas são elementos distintos.</p>
<p><img class="size-full wp-image-440 alignleft" title="sal" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/sal.jpg" alt="" width="340" height="139" /></p>
<p>Os signos, distribuídos sobre a eclíptica, cada um abrangendo um ângulo de 30 graus, são em número de 12, perfazendo o circulo, em determinada ordem. Se o começo do primeiro signo coincidir com o &#8220;ponto gama&#8221;, como acontece em questões astronômicas e nos estudos astrológicos ocidentais, o Zodíaco é chamado de trópico.</p>
<p>Se a origem estiver em ponto não perfeitamente definido da eclíptica, deslocado em termos de hoje de quase 30 graus, no sentido contrário ao da ordem natural dos signos, o zodíaco é chamado de sideral. Esses dois zodíacos diferentes, o trópico e o sideral, coincidiram há cerca de 2 mil anos.</p>
<p>Depois disso, pela precessão dos equinócios, se deslocaram. Atualmente o signo de Áries do zodíaco trópico praticamente coincide com o signo de Peixes do zodíaco sideral. No zodíaco sideral há coincidências, não apenas com os nomes de constelações zodiacais, mas também de partes dessas constelações com partes dos signos homônimos. Essas constelações seccionam a faixa do Zodíaco, cada uma delas de forma diferente. Ou seja, cada uma abrange maior ou menor porção dessa faixa. O número dessas constelações não importa, pode ser maior, menor ou igual a 12. Esse número de constelações zodiacais, que alguns acreditam ser diferente de 12, nada tem a ver com o número dos signos do zodíaco trópico ou sideral.</p>
<h3>O Número 12</h3>
<p>O ciclo anual do Sol, dividido em quatro partes, pelos equinócios e solstícios, se correlaciona com as antigas &#8220;quadruplicidades&#8221;, constitutivas de tudo o que foi ou é criado: Fogo, Água, Ar e Terra. Por sua vez, cada uma dessas partes, como diferentes unidades, atende ao principio das &#8220;triplicidades&#8221; (como as Trindades Divinas ou religiosas, os 3 Poderes do Estado, as 3 partes dos organismos vivos, as 3 dimensões do espaço).</p>
<p>Ou seja, cada uma dessas 4 partes tem em si outras 3. No total formam o 12. O 3 e o 4, quando multiplicados originam o 12, quando somados, surge o cabalístico 7, número das cores do arco-íris, das notas musicais, dos dias da semana (associado aos antigos planetas ou aos dias da criação). Alem das divisões do 12 por 3 e por 4, a divisão por 2, relativa às &#8220;dualidades&#8221; ou complementaridades, permite observar elementos relativos ao 6, como a divisão da circunferência pelo raio e a forma hexagonal celular, a mais econômica nas estruturas compositivas, presente com freqüência na natureza.</p>
<p>Cristo, ao escolher seus apóstolos, usou o número 12.</p>
<p>A dúzia, composta de 12 unidades, continua a ser utilizada, porque admite como divisores o 2, o 3, o 4 e o 6. Admite 4 divisores, além da unidade e de seu próprio número. Isso não ocorre com nenhum outro número inteiro menor que seu dobro.</p>
<p>O carbono, elemento capaz de formar extensas cadeias de átomos, constituindo dezenas de milhares de compostos orgânicos, tem número atômico 6 e peso atômico próximo de 12. Sua forma mineral monométrica, pura, é o diamante, a mais dura e brilhante das pedras preciosas.<img class="alignright size-full wp-image-5705" title="sais-de-schussler" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/sais-de-schussler.jpg" alt="" width="117" height="170" /></p>
<p>No fim do século 19, o dr. W. H. Schüssler, ao calcinar diferentes tecidos orgânicos, observou que predominantemente restavam sempre 12 sais minerais específicos. Isso o levou a propor um tipo de terapia que leva seu nome.</p>
<p>Ainda com relação ao 6 e ao 12: as partículas subnucleares são atualmente classificadas em 6 léptons e 6 quarks pelas simetrias locais. Elas são elementares, no sentido de que não têm estrutura, ou seja, são &#8220;puntiformes&#8221;. Suas interações são os chamados bósons vetoriais intermediários, dos quais existem 12, incluindo o fóton das interações eletromagnéticas.</p>
<p>Parece que o 12 está presente não apenas nos signos do Zodíaco, mas em outros importantes elementos constitutivos, desde a formação das partículas subnucleares da matéria, dos compostos orgânicos, em princípios religiosos e no número dos meses dos anos e das horas dos dias e das noites que vivemos.</p>
<h3>Sais de Schüssler</h3>
<ul>
<li>Kali Phosphoricum</li>
<li>Natrum Sulphuricum</li>
<li>Kali Muriaticum</li>
<li>Calcárea Fluorica</li>
<li>Magnesia Phosphorica</li>
<li>Kali Sulphuricum</li>
<li>Natrum Phosphoricum</li>
<li>Calcárea Sulphurica</li>
<li>Silicea Terra</li>
<li>Calcárea Phosphorica</li>
<li>Natrum Muriaticum</li>
<li>Ferrum Phosphoricum</li>
</ul>
<h3>Os Sais e sua relação com a Astrologia</h3>
<h4>O que são os Sais de Schüssler</h4>
<p>O dr. Samuel Hahnemann, pai de la Homeopatia, descobriu experimentalmente junto com outros homeopatas, a utilidade dos sais inorgânicos para a recuperação da saúde. Sem embargo, não chegaram a precisar este conhecimento completamente.</p>
<p>Posteriormente, o dr. Wilhelm Heinrich Schüssler (1821-1898), de nacionalidade alemã, formalizou a investigação sobre 12 desses sais, que hoje levam seu nome.</p>
<p>O dr. Schüssler sempre teve um grande interesse na Lei do Mínimo, a qual estabelece que a perda da saúde é devida à falta de certos minerais nas células. Essas insuficiências somente podiam ser observadas nas cinzas dos corpos, pelo que analisou as cinzas de um grande número de pessoas que haviam sido cremadas e descobriu que em todos os seres humanos sempre há ausência ou deficiência de dois sais bioquímicos, pelo menos.</p>
<p>Ao investigar tal acontecimento, Schüssler integrava expedientes clínicos de cada uma das pessoas cujas cinzas analisava. Neles anotava o nome e data de nascimento, assim como as enfermidades que havia padecido no transcurso de sua vida. A experimentação demonstrou que nos pacientes há pelo menos a carência de um sal fundamental, ou base, e de outro secundário ou complementar, o que propicia suas enfermidades.</p>
<p>Como resultado de suas investigações, chegou à conclusão de que se os tecidos não recebem do sangue a quantidade adequada de cada um dos 12 sais bioquímicos estudados, altera-se o movimento molecular dos sais nos tecidos e, conseqüentemente, se desequilibra o funcionamento das células e seu metabolismo, o que produz os fenômenos conhecidos como enfermidades.</p>
<p>É importante destacar que este tipo de padecimentos é muito numerosos e freqüentes. As enfermidades desta natureza desaparecem, até que os tecidos recebem novamente os sais que requerem.<br />
Dizia o dr. Schüssler que &#8220;&#8230;se no curso de uma enfermidade se atrasa a cura espontânea, então se administram os sais minerais adequados, em forma molecular (potencializadas ou dinamizadas). Essas moléculas passam ao sangue através da mucosa bucal e desencadeiam no foco da enfermidade um vivo movimento molecular. De novo se põe em marcha o intercâmbio de substâncias entre as células saudáveis e as enfermas, o que faz com que se produza a cura&#8221;.</p>
<p>O sistema terapêutico que este brilhante investigador desenvolveu, consiste em preparar 12 remédios, cada um dos quais contém um sal inorgânico, reduzido em alguns casos à potência homeopática sexta decimal (6d) e em outros à terceira decimal (3d), tamanhos quase infinitesimais que facilitam a circulação e assimilação dos sais nas células e tecidos do organismo.</p>
<h3>Como se usam os Sais de Schüssler?</h3>
<p>O dr. Schüssler observou que subministrando os sais em forma muito diluída a seus pacientes, estes se protegiam preventivamente ou se aliviavam com muita facilidade de suas alterações biológicas ou enfermidades, o qual é lógico, posto que cada um dos Sais Bioquímicos produz reações que lhe permitem ao corpo realizar uma série de funções vitais, pelo que quando há deficiência de alguma delas, se propiciam os padecimentos.</p>
<p>Baseando-se nas leis naturais da Patologia Celular, formalizou um guia terapêutico notável por sua simplicidade, que consiste no emprego dos 12 sais inorgânicos que são fundamentai para o funcionamento adequado das células que constituem o corpo humano.</p>
<p>Mais de um século de experiência intensiva, demonstra que esses remédios produzem os resultados desejados e esperados rapidamente, que são inofensivos e muito freqüentemente originam curas que se consideram espontâneas.</p>
<p>Esses sais não se classificam como medicamentos. São considerados como alimentos, posto que são integrantes do corpo humano.</p>
<p>Há contraindicações?</p>
<p>As concentrações às quais se subministram os sais são extremamente baixas. Não estão contra-indicadas uma com outra, pois somente resolvem as deficiências que o corpo pudesse ter de algum sal. Por exemplo, uma pessoa com deficiência de Kali Muriaticum pode tomar os 12 sais, porém só absorverá Kali Muriaticum e os outros as desprezará. Tampouco têm efeitos colaterais. Pode-se tomar os sais de forma preventiva, e só se aproveitarão os sais que o corpo carecer.</p>
<h3>Como preparar os sais para seu consumo</h3>
<p>Os sais são tomados diluídos em água ou em glóbulo inerte de uso homeopático. Se forem tomados em água, deve-se agregar 5 gotas de cada sal que se deseja consumir em 1 centímetro de água, de preferência morna.</p>
<p>Se tomar em colheradas, se enche um frasco de 30 cc, e se agregam 60 gotas em total de todos os sais a consumir. Ou seja, se tomamos 1 sal, poremos 60 gotas desse sal.</p>
<p>Si tomamos 2 sales, poremos 30 gotas de cada sal, dando un total de 60 gotas. Si tomamos 3 sais, poremos 20 gotas de cada sal, dando um total de 60 gotas. E etc.</p>
<p>Se os sais são usados de forma preventiva, é recomendável toma-los em forma de colheradas. Os sais devem ser tomados em tempo diferente dos alimentos, ao menos com 5 minutos de separação. É recomendável toma-los 5 minutos antes da comida. Tampoco debe-se de tomá-los imediatamente depois de haver-se escovado os dentes.</p>
<p>Freqüência de uso:</p>
<p>Em qualquer dos casos (chochitos ou água), normalmente se tomam 3 ou 4 vezes ao dia. Nos casos agudos, ou quando a doença principia, pode-se tomar muito mais freqüentemente, incluso cada 15 minutos. Deve-se tomar continuamente até recuperar a saúde.</p>
<h3>As Espécies Salinas</h3>
<p>(Por Samael Aun Weor, <em>Alquimia Sexual</em>)</p>
<ul>
<li>Existem duas classes de sais, uma masculina e outra feminina.</li>
<li>O Sal Macho danifica o organismo humano quando se usa em excesso.</li>
<li>O Sal Fêmea é benéfico e saudável.</li>
<li>O sal macho é o sal marinho.</li>
<li>O sal fêmea é o sal de pedra, é o sal das salinas das minas.</li>
<li>O Alquimista deve preferir o sal fêmea.</li>
<li>Existem 12 sais fundamentais, gobernados pelos 12 signos zodiacais.</li>
<li>Quando esses 12 sais zodiacais não estão bem equilibrados dentro de nosso organismo humano, então surgem as enfermidades.</li>
<li>Os 12 sais zodiacais, em síntese, vêm a dar forma de perfeição aos 12 corpos que os habitantes da NÉVOA DE FOGO usam.</li>
<li>Os 12 sais zodiacais convertem o homem em um zodíaco esplendoroso.</li>
<li>Tudo o que tenha forma densa ou sutilíssima se deve ao sal.</li>
<li>Sem o sal, as formas não poderiam existir.</li>
<li>Porém, devemos apreciar o sal em suas quintessências subliminares imperceptíveis para o microscópio, porém, perfeitamente visíveis para o clarividente.</li>
</ul>
<p>Um estudo profundo sobre os 12 sais zodiacais nos levaria muito longe no campo da terapêutica. Esses 12 sais são:</p>
<ol>
<li>Fosfato de ferro</li>
<li>Magnásio fosfórico</li>
<li>Calcário fosfórico</li>
<li>Natrão fosfórico</li>
<li>Potássio fosfórico</li>
<li>Cloreto de sódio</li>
<li>Cloreto de potássio</li>
<li>Sulfato de sosa</li>
<li>Sulfato de potássio</li>
<li>Calcárea sulfúrica</li>
<li>Calcárea fluórica</li>
<li>Sílica</li>
</ol>
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		<title>Projeto Haarp</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 15:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência Gnóstica]]></category>
		<category><![CDATA[haarp]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/>Incluímos este interessante texto do pesquisador Roberto Chola para que o estudante de esoterismo observe até que ponto a humanidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/><p>Incluímos este interessante texto do pesquisador Roberto Chola para que o estudante de esoterismo observe até que ponto a humanidade chegou, gastando muitos bilhões de dólares em pesquisa de tecnologias que poderiam ser utilizadas para o bem da humanidade.</p>
<p>No entanto, o fator “destruição em massa” é preponderante. Segundo o gnosticismo universal, preconizado por Samael Aun Weor, Essa ciência utilizada para a escravização da humanidade vem a ser aquilo que a Bíblia denomina “O Anticristo”. Esse anticristo nada mais é que a nossa ciência moderna usada de forma tão torpe e terrível, e afastada da espiritualidade e do bem geral.</p>
<h3>Projeto Haarp, uso de alta tecnologia para fins bélicos</h3>
<p>O projeto denominado High Frequency Active Auroral Reserach Program (HAARP), começou com o título de &#8220;experimento científico de comunicação&#8221; e hoje está enquadrado na característica de &#8220;Estratégia/Inteligência Tática/Guerra Eletrônica&#8221;. O objetivo seria o estudo da camada da atmosfera conhecida como Ionosfera. Hoje, sabe-se que a ionosfera é uma camada de Plasma (o quarto estado da matéria e a susbtância mais comum que compõe o Universo conhecido).</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4965" title="haarp-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/haarp-gnosisonline-240x162.jpg" alt="" width="240" height="162" />Esse estado é difícil de ser produzido e controlado em laboratório. Assim, a existência desta camada na Terra é uma excelente fonte de pesquisas e, claro, de &#8220;testes&#8221;. Infelizmente, existem várias possibilidades com este projeto.</p>
<p>A ionosfera tem a capacidade de permitir comunicações de longo alcance em alta e baixa frequências, principalmente utilizada em sistemas militares e de vigilância.</p>
<p>O Sol tem um efeito considerável sobre esta camada, através do &#8220;vento&#8221; solar (sun flares) e ejeção de massa coronal (CME´s), as popularmente conhecidas &#8220;tempestades solares&#8221;, sendo capaz de provocar o total aniquilamento da comunicação via ondas eletromagnéticas (EM) em todo o planeta (vide o evento ocorrido em 03.08.1997, onde um &#8220;blackout&#8221; eletromagnético parou quase todos os EUA).</p>
<p>Outros fenômenos causados pela atividade solar são as &#8220;auroras&#8221; (eletrojatos ou &#8220;eletromotos&#8221;) que podem alcançar a potência de milhões de ampères (intensidade de corrente elétrica) e provocar vários fenômenos, induzindo esta fantástica corrente elétrica através das &#8220;linhas de força&#8221; que formam a matriz (grid) eletromagnética terrestre.</p>
<p>Estes efeitos podem provocar desde mudanças no clima (com tempestades, furacões, relâmpagos) até mudanças no comportamento humano sob influência do forte efeito eletromagnético (EMI – Eletro Magnetic Interference). Modernas simulações realizadas em computadores da série Cray demonstram a enorme variação e turbulência que ocorre na Ionosfera durante uma &#8220;tempestade geomagnética solar&#8221;.</p>
<p>Enfim, se algo ou alguém pudesse controlar estes eventos, teríamos um poderoso instrumento capaz de alterar o clima em certas regiões, eliminar o sistema de comunicação de um país e induzir a comportamentos &#8220;estranhos&#8221; na população e o aniquilamento de equipamentos militares eletrônicos através de Pulsos Eletromagnéticos (PEM) controlados.</p>
<p>Mas o mais &#8220;curioso&#8221; e ao mesmo tempo assustador é que esse tipo de equipamento possibilita a utilização de transmissões/emissões de ondas eletromagnéticas de baixa freqüência / comprimento longo (ULF-ELF-VLF) é possível se detectar, mapear e gerar imagens de estruturas subterrâneas e inclusive criar um sistema de comunicação subterrânea que não é afetado por qualquer tipo de atividade de superfície.</p>
<p>Isto seria feito invertendo-se as propriedades dos campos eletromagnéticos para se obter parâmetros geofísicos e imagens realísticas abaixo da superfície terrestre, com o objetivo principal de mapear estruturas feitas pelo homem ou artificiais.</p>
<p>Bem, este assunto pode implicar em muitos desdobramentos que não entrarei em detalhes, mas, para reflexão, lembro que recentemente os EUA desenvolveram uma arma capaz de destruir instalações subterrâneas a grande profundidade.</p>
<p>Quanto ao fato de tal dispositivo poder provocar terremotos seria uma possibilidade, pois o som é uma frequência que quando direcionada, potencializada e em estado &#8220;ressonante&#8221; com a estrutura que se deseja atingir, pode provocar o total aniquilamento de tal estrutura como se esta fosse feita de material frágil.<img class="alignright size-medium wp-image-4966" title="haarp2-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/haarp2-gnosisonline-240x180.jpg" alt="" width="240" height="180" /></p>
<p>Mas, aí seria outro tipo de onda eletromagnética não ionizante (talvez uma faixa de microondas – SHF ou EHF). Sempre que me perguntam a respeito, lembro-me do filme protagonizado pelo ator Steve Seagal <em>Força em Alerta 2</em>, em que um cientista dissidente inventa um satélite capaz de gerar pulsos localizados de micro-ondas e assim provocar terremotos.</p>
<p>Seagal é um bom amigo e todo filme que faz é baseado em pesquisas reais. Este dispositivo realmente existe como pesquisa. Teoricamente é possível produzir terremotos ou pontos de ruptura por microondas, através da expansão das moléculas de água do interior das rochas. Se alguém já conseguiu fazer isto, não sei.</p>
<p>Pelo que pesquisei, é possível que Nichola Tesla tenha desenvolvido um dispositivo parecido e tenha se espantado com seu poder e assim tratou de destruí-lo e esconder as anotações que mais tarde foram confiscadas pelo governo norte-americano, o qual provavelmente pode ser o responsável pela sua morte.</p>
<p>Alguns acreditam que o evento de Tunguska em 1908 foi o resultado de um teste realizado com o equipamento de Tesla, conduzindo uma carga eletromagnética através da Ionosfera. O objetivo de Tesla seria o de testar um sistema de comunicação de baixo custo que circulasse o Planeta.</p>
<p>Outro dado interessante é que os efeitos eletromagnéticos estão ligados ao desenvolvimento da Magneto-Hidrodinâmica (MHD), muito pesquisada pela Marinha como sistema de propulsão de seus submarinos das classes Los Angeles e Califórnia (ambos nucleares). Como sabemos, a propagação de ondas eletromagnéticas na água é prejudicada e, por isso, a transmissão entre bases na superfície e submarinos em águas profundas é feita através de ondas ELF.</p>
<p>Curiosamente, um episódio da série de tevê <em>Arquivo X</em> tratou especificamente desse efeito, que causava nas pessoas próximas de transmissores ELF da Marinha, uma irresistível vontade de ir numa direção específica de acordo com a propagação eletromagnética, como se estivesse seguindo um sinal. Quanto mais a pessoa andava na velocidade da onda, melhor se sentia, e se parasse, tinha dores terríveis até morrer, com a &#8220;implosão&#8221; dos centros receptores do cérebro.</p>
<p>Esse episódio foi baseado em fatos reais! O seguinte link mostra uma comunicação endereçada ao DoD (Departament of Defense) dos EUA, pedindo o término imediato de projetos baseados em ELF em áreas civis:</p>
<p>http://www.fas.org/spp/starwars/congress/1998/s980625-dod-elf.htm</p>
<p>Veja o parágrafo que trata de riscos para a saúde pública.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4967" title="haarp3-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/haarp3-gnosisonline-240x240.jpg" alt="" width="217" height="217" />Recentemente, o Senado dos EUA aprovou uma verba de US$ 140 milhões para o programa de Guerra Eletrônica das Socom (Special Operations Command); nelas estão incluídos os escudos antimísseis Asat (Army Tactical Anti-Satellite Technologies) e Haarp.</p>
<p>Também em data recente, o governo dos EUA liberaram bilhões de dólares para desenvolver novas armas para ganhar as guerras do novo século, segundo um alto funcionário do Departamento de Defesa. Estas armas não serão canhões, bombas ou balas, mas sim, um polêmico escudo antimísseis, cujo projeto e desenvolvimento devem custar US$ 7,9 bilhões.</p>
<p>Funcionários do Departamento de Defesa explicaram que estas novas armas são lasers de alta energia, sistema de microondas e aeronaves cibernéticas, muitas das quais atuarão sem tripulantes, as denominadas UAV (Unmanned Aerial Vehicle), RPV (Remotely Piloted Vehicle) e Ucav (Uninhabited Combat Air Vehicle).</p>
<p>O Projeto Haarp está sob coordenação da Usaf através da Universidade do Alasca (http://www.haarp.alaska.edu/) e da UsNavy através do Naval Research Laboratory (http://server5550.itd.nrl.navy.mil/projects/haarp/index.html).</p>
<p>Um dos melhores lugares para se obter informação confiável (ainda e por enquanto) é o site da Federation of American Scientists (FAZ) http://www.fas.org, uma espécie de National Rifle Association (NRA) da ciência, daí seu forte poder de união e divulgação. É uma entidade de pesquisa séria e respeitada na comunidade científica.</p>
<p>Um ótimo link para se conhecer os projetos americanos é o do Intelligence Programs and Systems, em http://www.fas.org/irp/program/list.htm, e também o do Intelligence Collection Programs and Systems em http://www.fas.org/irp/program/collect/</p>
<p>Para finalizar, ainda no assunto &#8220;armas&#8221;, se já não bastassem as armas Eletromagnetic Pulse (EMP) e High Power Microwave (HPM), veja o que nos aguarda em:</p>
<p>http://www.fas.org/spp/military/docops/usaf/2025/v3c9/v3c9-1.htm</p>
<p>Sobre livros, os melhores que li a respeito desse assunto são:</p>
<p>The Lost Journals of Nikola Tesla: Haarp &#8211; Chemtrails and Secret of Alternative 4 &#8211; Tim Swartz<br />
Angels Don&#8217;t Play This haarp: Advances in Tesla Technology &#8211; Nick Begich e Jeane Manning<br />
Haarp: The Ultimate Weapon of the Conspiracy &#8211; Jerry E. Smith<br />
Secrets of Cold War Technology: Project Haarp and Beyond &#8211; Gerry Vassilatos<br />
The Earth&#8217;s Ionosphere &#8211; Academic Press &#8211; Kelley, M. C. – 1989<br />
Ionospheric Radio &#8211; Peter Peregrinus Ltd &#8211; Kenneth Davies – 1990<br />
An Introduction to the Ionosphere and Magnetosphere &#8211; J. A. Ratcliffe – 1972</p>
<p>Outro trabalho que recomendo a leitura para quem quiser se aprofundar em Ufologia Militar são:</p>
<p>Underground Bases and Tunnels &#8211; What Is The Government Trying to Hide? e<br />
Underground Bases and Tunnels.</p>
<p>Escritos pelo dr. Richard Sauder, que tem demonstrado que nossa humanidade já possui grande tecnologia para escavar imensas instalações subterrâneas e aquáticas. Vale destacar que muitas das bases citadas neste trabalho estão em área de alta incidência de avistamentos de óvnis, o que corrobora a hipótese de que grande parte destes óvnis observados pode na verdade ser de procedência terrestre.</p>
<p>Outro ponto de reflexão seria sobre eventuais alienígenas que se forem um pouco mais avançados também poderiam construir algo similar aqui ou em outros planetas. Maiores informações em:</p>
<p>http://ufos.about.com/library/weekly/aa011501a.htm?once=true e</p>
<p>http://www.sauderzone.com</p>
<p>Quem ler estes livros verá que caímos no que conversamos há tempos sobre o projeto Haarp (e os usos dessa tecnologia no mapeamento de estruturas profundas com ondas ELF) e as novas armas de profundidade para ser utilizadas a vários metros abaixo da superfície.</p>
<p>Rogério Chola</p>
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		<title>A ciência se dobra às profecias</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 20:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência Gnóstica]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/>“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/><p>“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu está vermelho-escuro. Hipócritas! Sabeis, portanto, discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer os Sinais dos Tempos?” &#8211; Mateus (16: 2, 24)</p>
<p>Profecias ancestrais e diversas tradições indígenas anteviram o fenômeno. Mas agora, para surpresa de muita, muita gente, é a própria ciência que começa a reconhecer importantes mudanças no campo magnético e nas freqüências vibratórias da Terra. O ápice do processo, que, segundo alguns especialistas, deverá ocorrer em alguns anos provavelmente provocará a inversão do sentido da rotação do nosso planeta e também a inversão dos pólos magnéticos. Este texto é baseado nas informações que enfoca o trabalho do geólogo norte-americano Greg Braden, maior estudioso do fenômeno. Braden trabalha a partir da interface ciência-esoterismo e é autor do livro Awakening to Zero Point (Despertando para o Ponto Zero) e de um vídeo de quatro horas sobre o fenômeno e suas possíveis conseqüências para a humanidade.</p>
<p>Greg Braden está constantemente viajando pelos Estados Unidos e marcando presença na mídia demonstrando com provas científicas que a Terra estará passando pelo Cinturão de Fótons e que há uma desaceleração na rotação do planeta. Ao mesmo tempo, ocorre um aumento na freqüência ressonante da Terra (a chamada Ressonância Schumann; sobre este tema da Ressonância, leia mais ao final deste artigo).</p>
<p>Quando a Terra diminuir ao máximo a sua rotação e a freqüência ressonante alcançar o índice de 13 hz, estaremos no que Braden chama de Ponto Zero do campo magnético. A Terra ficará como se estivesse parada e, após dois ou três dias, recomeçará a girar só que na direção oposta. Isso poderá produzir uma total reversão nos campos magnéticos terrestres.</p>
<h3><strong>Frequência de base crescente</strong></h3>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-454" title="science" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/science.jpg" alt="" width="197" height="275" />A freqüência de base da Terra, ou “pulsação” (a Ressonância Schumann), está aumentando drasticamente. Embora varie entre regiões geográficas, durante décadas a média foi de 7 a 8 ciclos por segundo. Essa medida já foi considerada uma constante. Comunicações globais militares foram desenvolvidas a partir do valor dessa freqüência. Recentes relatórios estabeleceram a taxa num índice superior a 11 ciclos. A ciência não sabe por que isso acontece &#8211; nem o que fazer com tal situação. Greg Braden encontrou dados coletados por pesquisadores noruegueses e russos sobre o assunto &#8211; que, por sinal, não é amplamente tratado nos Estados Unidos. A única referência à Ressonância Shumann (RS) encontrada na Biblioteca de Seattle está relacionada à meteorologia: a ciência reconhece a RS como um sensível indicador de variações de temperatura e condições amplas de clima. Braden acredita que a RS flutuante pode ser fator importante no desencadeamento das severas tempestades e enchentes dos últimos anos.</p>
<p>Campo magnético decrescente</p>
<p>Enquanto a taxa de “pulsação” está crescendo, seu campo de força magnético está declinando. De acordo com professor Banerjee, da Universidade do Novo México (EUA), o campo reduziu sua intensidade à metade, nos últimos 4 mil anos.</p>
<p>Como um dos fenômenos que costuma preceder a inversão do magnetismo polar é a redução desse campo de força, ele acredita que outra inversão deve estar acontecendo. Braden afirma, em função disso, que os registros geológicos da Terra que indicam inversões magnéticas também assinalam mudanças cíclicas ocorridas anteriormente.</p>
<p>E, considerando a enorme escala de tempo representada por todo o processo, devem ter ocorrido muito poucas dessas mudanças ao longo da história do planeta.</p>
<p>Impacto sobre o planeta</p>
<p>Greg Braden costuma afirmar que essas informações não devem ser usadas com o objetivo de amedrontar as pessoas. Ele acredita que devemos estar preparados para as mudanças planetárias, que irão introduzir uma Nova Era de Luz para o planeta: a nova humanidade viverá além do dinheiro e do tempo, com os conceitos baseados no medo e no egoísmo sendo totalmente dissolvidos. Braden lembra que o Ponto Zero ou a Mudança das Eras vem sendo predito por povos ancestrais há milhares de anos. Têm acontecido ao longo da história do planeta muitas transformações geológicas importantes, incluindo aquelas que ocorrem a cada 13 mil anos, precisamente na metade dos 26 mil anos de Precessão dos Equinócios. O Ponto Zero ou uma alteração dos pólos magnéticos provavelmente acontecerá logo, acredita Braden. Poderia possivelmente sincronizar-se com o biorritmo de 4 ciclos da Terra, que ocorre a cada 20 anos, sempre no dia 12 de agosto. A última ocorrência foi em 2003. Afirma-se que depois do Ponto Zero o sol nascerá no oeste e se porá no leste. Ocorrências passadas, desse mesmo tipo de mudança, foram encontradas em registros ancestrais.</p>
<p>Os reflexos na vida humana</p>
<p>Greg Braden assinala que as mudanças na Terra estarão afetando cada vez mais nossos padrões de sono, relacionamentos, a habilidade de regular o sistema imunológico e a percepção do tempo. Tudo isso pode envolver sintomas como enxaquecas, cansaço, sensações elétricas na coluna, dores no sistema muscular, sinais de gripe e sono intenso. Ele associa uma série de conceitos de ordem esotérica aos processos geológicos e cosmológicos relacionados ao Ponto Zero.</p>
<p>Para Braden, cada ser humano está vivendo um intenso processo de “iniciação”. O tempo parecerá acelerar-se à medida que nos aproximarmos do Ponto Zero, em função do aumento da freqüência vibratória do planeta: 16 horas agora equivaleriam a um dia inteiro, ou seja, 24 horas. Durante o fenômeno da mudança, aponta ele, a maior parte de tecnologia que conhecemos deverá parar de operar. Possíveis exceções poderiam ser em aparelhos com tecnologia baseada no Ponto Zero ou Energia Livre. A inversão causada pelo Ponto Zero provavelmente nos introduzirá à Quarta Dimensão, diz o geólogo, então tudo o que pensarmos ou desejarmos vai se manifestar rapidamente. Isso inclui pensamentos e sentimentos diversos inconscientes. Daí que a “intenção” passará a representar um papel de suma importância na vida humana.</p>
<p>Um novo DNA</p>
<p>Para Braden, nosso corpo físico vem mudando à medida que nos aproximamos do Ponto Zero. Nosso DNA estaria sendo ampliado para 12 fitas em sua hélice, ao mesmo tempo em que um novo corpo de luz começaria a ser criado para os que realizassem um “Trabalho Interno adequado”. Em conseqüência disso, nos tornaríamos mais intuitivos e com maiores habilidades curativas. Ele afirma também que todas as doenças dos anos 90, incluindo a Aids, que são kármicas, desaparecerão. Nossos olhos ficariam como os do gato, para se ajustarem à nova atmosfera e nível de luz. E todas as crianças nascidas depois de 1998 provavelmente terão capacidades telepáticas. Segundo afirmações do VM Samael Aun Weor, fundador das instituições gnósticas, a passagem de todo o Sistema Solar e da Terra em particular afetaria toda a fauna e a flora, revolucionando as cadeiras de Química, Física e Biologia. Isso inclui também as ciências relacionadas ao ser humano.</p>
<p>O Calendário Maia, destaca Braden, predisse todas as mudanças que estão ocorrendo agora. Os seus textos afirmam que estamos indo além da tecnologia e voltando aos ciclos naturais: os da Terra e os do Universo. (Por volta de 2045 estaríamos então entrando mais aceleradamente na Quarta Dimensão, processo que se iniciou no exato momento em que Jesus estava crucificado, e que deverá ocorrer no próprio Ponto Zero.)</p>
<p>Acredite ou não, a Terra comporta-se como um enorme circuito elétrico. É verdade que a atmosfera é um condutor bastante fraco, e se não houvessem fontes de carga, toda a carga elétrica terrestre se disseminaria em cerca de 10 minutos. Existe uma “cavidade” definida pela superfície do planeta e o limite interior da ionosfera 55 quilômetros acima. Em qualquer momento dado, a carga presente nessa cavidade é de 500 mil Coulumbs. Existe uma corrente de fluxo entre o chão e a ionosfera de 10 a 12 ampères por metro quadrado, a resistência da atmosfera é de 200 ohms e a tensão é de 200 mil volts.</p>
<p>Aproximadamente mil tempestades luminosas acontecem a todo momento no mundo. Cada uma produz de 0,5 a 1 ampère, e elas, juntas, contribuem para a medida total do fluxo da corrente na “cavidade eletromagnética” da Terra.</p>
<p>As Ressonâncias de Schumann são ondas eletromagnéticas quase estáticas que existem nessa cavidade. Como ondas de uma mola, elas não estão presentes o tempo inteiro, mas sim têm de ser estimuladas para ser observadas. Elas não são causadas por nada que acontece no interior da Terra, sua crosta ou seu núcleo.</p>
<p>Parecem estar relacionadas à atividade elétrica na atmosfera, particularmente em períodos de intensa atividade luminosa. Elas ocorrem em diversas freqüências entre 6 e 50 hz; especificamente 7, 8, 14, 20, 26, 33, 39 e 45 hertz, com uma variação diária de cerca de 0,5 hz.</p>
<p>Manchas Solares</p>
<p>Enquanto as propriedades da cavidade eletromagnética da Terra permanecem as mesmas, essas freqüências também permanecem inalteradas. Presumivelmente, há uma mudança devida ao ciclo da mancha solar, já que a ionosfera terrestre responde ao ciclo de 11 anos de atividade solar. Ressonâncias de Schumann são mais facilmente observadas entre 2.000 e 2.200 UT.</p>
<p>Tendo em vista que a atmosfera suporta uma carga, uma corrente e uma voltagem, não é surpreendente encontrar tais ondas eletromagnéticas. As propriedades ressonantes dessa cavidade terrestre foram previstas inicialmente pelo físico alemão W.O. Schumann entre 1952 e 1957 e detectadas pela primeira vez por Schumann e Konig em 1954. A primeira representação espectral desse fenômeno foi preparada por Balser e Wagner em 1960. Muito da pesquisa, nos últimos 20 anos, foi conduzido pela Marinha norte-americana, que investiga freqüências extremamente baixas de comunicação com submarinos. Quem deseja mais informações técnicas poderá buscar o Handbook of Atmospheric Electrodynamies, vol. 1, de Hans Volland (CRC Press, 1995). Todo o capítulo 11 é sobre a Ressonância de Schumann, tendo sido escrito por Davis Campbel, do Instituto Geofísico da Universidade do Alasca.</p>
<p>Observam-se, por toda a face da Terra, significativos sinais de uma grande mudança. Toda a humanidade encontra-se num estado de “tensão e expectativa”. Expectativa de quê? Poucos sabem sabe ao certo, mas é um fato e ela existe, como bem o demonstra a insegurança pública. Os mais céticos afirmam ser devido à contingente situação atual da sociedade mundial. Alguns sociólogos afirmam ser devido às armas nucleares, ao chamado “equilíbrio do terror”, cujo arsenal nuclear é suficiente para destruir todo o planeta mais de uma centena de vezes. Já os ocultistas afirmam que estes “sintomas planetários sociais são o Inconsciente Coletivo”, prognosticando uma terrível e implacável seleção ou separação do trigo do joio, proveniente de um grande “Julgamento Cíclico”. Em verdade, contudo, podemos apenas afirmar que: Os tempos esperados já chegaram e que pouco importa se os homens estejam ou não conscientes disto.</p>
<p>Ademais, o real conhecimento da Causa que tanta repercussão vem fazendo refletir na insegura humanidade pertence somente àqueles que se fizeram “dignos de tais revelações”. Já um certo discípulo teve ocasião de dizer: “Quatro círculos concêntricos se apresentam atualmente para definirem a evolução espiritual dos seres que habitam a face da Terra: o 1º, ou externo, é formado pelos “irremediavelmente perdidos”, ou seja, aqueles que se defrontaram com o dantesco portal onde se lêem ainda as seguintes palavras: Lasciate Ogni Speranza, o Voi Ch’Entrate. Sim, para estes, foram perdidas todas as esperanças.</p>
<p>O 2º , dos “prováveis”, ou aqueles que lutam como Rarinantes in Gurgite Vasto (raros náufragos nadando num vasto abismo), para se salvarem da grande tribulação do presente ciclo, que a tudo e a todos ameaça destruir.</p>
<p>O 3º círculo é formado pelos já redimidos ou salvos, ou seja, aqueles que passaram por todas as Provas dolorosas da vida e delas saíram vitoriosos.</p>
<p>Finalmente, o 4º grupo, formado pelos guias ou instrutores da humanidade. Os que se acham ocultos no interior do Templo dedicado ao culto de Melquisedeck, e que outro não é senão o da Universidade Eucarística, o “Graal de todos os Graais”, sintetizados na Fraternidade Universal da Humanidade. Esses últimos seres a que se refere a citação acima muito bem sabem o que há de suceder num futuro próximo e muito mais. Sabem ainda a razão por que a Divindade manifestar-se-á como a “Face Rigorosa” (em lugar da Amorosa) do Eterno e Soberano Senhor dos Universos. (Para os interessados em mais detalhes, leiam o texto O Julgamento da Grande Rameira, neste mesmo link.)</p>
<p>De qualquer forma, para os cegos de espírito, que obstinadamente negam este futuro óbvio, eis os conselhos do sábio sacerdote atlante Rá-Mu. “Quando a estrela Baal caiu no lugar onde hoje só existem mar e céu, os dez países, com suas Portas de Ouro e Templos Transparentes, tremeram e estremeceram como se fossem as folhas de uma árvore sacudida pela tormenta. Eis que uma nuvem de fogo e fumaça se elevou dos palácios. Os gritos de horror lançados pela multidão enchiam o ar. Todos buscavam refugio nos templos, nas cidades, e o sábio Mu apresentando-se, lhes falou: “Eu não vos predisse todas essas coisas?” Os homens e mulheres, cobertos de faustosas vestes e pedras preciosas, clamavam: “Mu, salva-nos!” Ao que replicou Mu: “Morrereis com vossos escravos e vossas riquezas, e de vossas cinzas surgirão outros povos. Se eles (a 5ª Raça, Ária), porém, vos imitarem, esquecendo-se de que devem ser superiores, não pelo que adquirirem, mas pelo que oferecerem, a mesma sorte lhes caberá. O mais que posso fazer é justamente morrer convosco. Não tivestes dignidade para viver, tende pelo menos dignidade para morrer”. As chamas e o fumo afogaram as últimas palavras de Mu que, de braços abertos para o Ocidente, desapareceu nas profundezas do Oceano junto com 64 milhões de habitantes do imenso continente.</p>
<p>1. Espaço Profundo</p>
<p>Em 14 de dezembro de 1997, uma explosão foi percebida na Terra, vindo do espaço. De uma área do tamanho do Texas a 12 bilhões de anos-luz da Terra, ocorreu uma explosão, que baseada na fórmula E=Mc2, requereria toda a matéria visível no universo para liberar tamanha quantidade de energia. De acordo com determinados relatórios, ela teria ocorrido a um milésimo de segundo depois do Big Bang original.</p>
<p>Isso é impossível dentro de nosso entendimento do universo. Não existe nenhuma pessoa na Terra que possa ao menos começar a explicar isso. E para complicar mais ainda o problema, mais de 2 mil dessas explosões ocorreram desde a primeira. Mais de 2 mil novos universos foram então criados dentro deste? Enigmas!</p>
<p>2. Centro Galáctico</p>
<p>Desde 14 de dezembro de 1997, o centro de nossa galáxia também tem começado a expulsar grandes quantidades de energia para o universo. Isso também é inexplicável, de acordo com o cientista com quem eu estava conversando. De fato, o satélite &#8220;beeper&#8221;, foi destruído em junho de 1998 por uma dessas explosões, de acordo com o mesmo cientista. Este homem acredita que se essa energia continuar a crescer e a pulsar, ela irá eventualmente destruir todos os nossos satélites artificiais em órbita da Terra.</p>
<p>3. Sol</p>
<p>Até 1992, tudo estava normal com nosso Sol. Ele tinha um pólo magnético ao norte e outro ao sul. Estava funcionando normalmente para os padrões científicos. Em dezembro de 1994, a nave espacial Ulysses, da NASA, chegou ao Sol para medir seu campo magnético. A Nasa, então ficou perplexa, ao constatar que o campo magnético solar não possuía mais um pólo norte e um sul. O pólo magnético do Sol havia mudado dramaticamente para um campo homogêneo. Não tinham, é claro, nenhuma explicação científica. Ninguém jamais viu alguma coisa parecida antes. Assim, o satélite Soho foi lançado para estudar o Sol por um período de dois anos.</p>
<p>No início de junho de 1998, dois cometas chocaram-se com o Sol. Cerca de 25 ou mais cometas ou asteróides poderão chocar-se por ano com Sol ou raspar nele. Isso não era comum e nada acontecia anteriormente, quando o Sol era atingido por um corpo cósmico. Só que desta vez o Sol reagiu de um jeito nunca visto antes. Aproximadamente de 30 a 35 chamas solares eructaram da superfície do Sol, todas em dois círculos paralelos nas latitudes 19.5, norte e sul. Se até duas ou três chamas solares eructassem de uma vez, isso já seria de grande preocupação, por causa das tempestades magnéticas que poderiam ser causadas na Terra. Mas 30 ou 35 é ultrajante.</p>
<p>E mais, de acordo com Gregg Braden, o fluxo de prótons solares que é medido em PUI estava em cerca de 2.500 até o fim dos anos 80. A comunidade científica ficou muito preocupada sobre essa quantidade de energia chegando à Terra. Você sabe em quanto era há alguns meses? 42 mil PUI! E ninguém está falando nada. O que eles podem falar?</p>
<p>Outro ponto interessante. Em 25 de junho de 1998, o satélite Soho, que estava observando o Sol, repentinamente tornou-se inoperante de acordo com a Nasa. Nenhuma informação mais foi liberada. Isso pode ser real ou um problema fictício, feito para deter o fluxo de informações para o público.</p>
<p>Mais um ponto interessante: Em 26 de junho de 1998, tivemos uma grande chuva magnética na Terra, que alcançou magnitude de 6 ou 7. Usualmente, o mundo inteiro é informado para se preparar para o problema em potencial. A Nasa não informou ao público. Por quê?</p>
<p>4. A Terra</p>
<p>Estão nos contando aqui, nos Estados Unidos, que o fogo no México está sendo causado por fazendeiros, queimando campos para abrir espaço para mais plantações. Testemunhas oculares, no México têm uma história diferente. Eles falam que o Monte Popocatepetl, a cerca de 40 milhas a sudeste da Cidade do México, vem tendo erupções por mais de um ano agora, e o chão na área, ao redor, está se tornando muito quente. Diz-se que as árvores estão espontaneamente pegando fogo, o que quer dizer que o chão estaria a mais de 459 graus Fahrenheit.</p>
<p>Em junho de 1998, outro grande vulcão, o Pacaya, eructou perto da Cidade da Guatemala. Na Califórnia, a área do Lago Mammoth parece estar potencialmente preparada para uma possível erupção. O Monte Santa Helena está registrando cerca de 170 terremotos diários. O Monte Rainier parece também estar perigosamente perto de uma possível erupção. Um vulcão sob a água está se formando perto da costa da Califórnia.</p>
<p>O que está sendo dito aqui é que toda a costa, da Guatemala ao Estado de Washington, está perigosamente perto de algum tipo de reação maior. Isso perto da Falha de San Andrés. Exatamente o que ninguém sabe.</p>
<p>O Pólo Sul está derretendo. Existem três vulcões explodindo sob a camada de gelo. Eles estarão ativos por muitos anos a partir de agora. Em meados da década de 90, ocorreu a ruptura do maior pedaço de gelo já conhecido, com cerca de 800 milhas quadradas de gelo. No momento, outro grande pedaço de gelo está para se quebrar. Esse é chamado de Larson’s Ledge e é do tamanho do Estado do Texas, com cerca de 3 ou 4 milhas de profundidade. Está se rompendo rapidamente. Se essa peça de gelo quebrar, de acordo com a pressão liberada, irá aumentar os oceanos em 65 pés (cerca de 20 metros). Dois países irão desaparecer para sempre e praticamente todas as cidades costeiras no mundo serão destruídas. Pense então o que acontecerá com a Flórida, onde o maior ponto está a 90 pés acima do nível do mar. Isso aconteceria em um dia.<br />
O governo dos EUA está contando para o mundo que levará cerca de 500 anos até o Larson’s Ledge se quebrar. Não falamos muito sobre isso, mas na Austrália está sendo discutido quase que toda a semana, porque os australianos seriam os primeiros afetados. É óbvio que uma onda provocada por um pedaço de gelo tão grande quanto o Larson’s Ledge seria enorme, talvez com mais de meia milha de altura.</p>
<p>Também no fim dos anos 90, o dr. David Suzuki e outro cientista foram para uma estação de TV australiana e fizeram uma declaração audaciosa. Eles disseram que não iriam permitir que essa desinformação continuasse. Disseram que, como cientistas, acreditam, com toda a informação científica que possuem, que o Larson’s Ledge irá quebrar “dentro de 3 décadas ou menos”. Antes do dr. Suzuki, as tribos de aborígenes já diziam que esperam uma grande onda que está por vir, e muitas dessas tribos estão, neste momento, deslocando-se para o centro do continente australiano, onde é mais seguro.</p>
<p>O campo geomagnético da Terra está sofrendo grandes mudanças, enfraquecendo. Há 2 mil anos, o campo media cerca de 4 gauss. Quase 500 anos depois, o campo geomagnético terrestre começou a cair, numa taxa muito mais acelerada. O campo agora mede somente 0,4 gauss. Nos últimos 30 anos, esse campo não tem só caído, mas está se tornando irregular. Os pássaros, que se utilizam dele para migrar, estão agora indo parar em outros locais. Ocorre o mesmo com os golfinhos e as baleias. Eles usam as linhas geomagnéticas para migrar. Estas, que estavam estacionadas por milhares de anos, agora mudaram. Algumas dessas linhas movem-se para áreas no interior dos continentes e essa é a razão pela qual muitas baleias e golfinhos têm encalhado nas praias. As linhas geomagnéticas, que sempre guiaram sua migração, agora as levam para a terra.</p>
<p>Nas últimas duas semanas de setembro de 1994, o mundo experimentou uma oscilação do campo geomagnético. Pilotos de todo o mundo foram forçados a aterrissar manualmente seus aviões porque o campo geomagnético terrestre começou a se mover. No início de 1990 ele parecia voltar ao normal.</p>
<p>De junho a outubro e parte de novembro de 1996, tivemos uma anomalia muito maior e mais longa. Especialmente durante julho e agosto daquele ano. O Pólo Sul estava realmente se movendo. Se você tivesse uma bússola preparada, veria que o Pólo estava se movendo em base diária e às vezes horária. Ele estava se movendo de 2,5 a 17 graus em um único dia. Em um ponto, de acordo com Greg Braden, o Pólo Sul do planeta realmente moveu-se para longe por poucas horas. Essa informação pode ser facilmente checada. Dê uma olhada em qualquer mapa aeronáutico do mundo, em qualquer grande aeroporto, antes de junho de 1996. Depois, pegue um novo (eles tiveram de refazer os mapas para poder aterrissar seus aviões) e compare-os. Você verá que a correção de erro para o Pólo Norte magnético mudou, o que quer dizer que o Pólo Sul moveu-se. O Chicago O’Hara International Airport mudou de 1,5 a 2 graus.</p>
<p>Então, tudo ficou quieto até recentemente. Houve alguns momentos de oscilação, mas não muitos. No último bimestre, houve novo movimento. Desta vez, com grandes conseqüências em potencial. Um cientista alemão, preocupado o bastante para me dar certas informações, mesmo que isso fosse sinônimo de sua perda de liberdade, revelou que estava trabalhando para o governo russo, e disse que mandaria a prova do que estava para revelar informações estarrecedoras sobre as mudanças no campo magnético da Terra. Ele disse duas coisas:</p>
<p>Primeiro, que a freqüência de Ressonância Schumann da Terra está, na verdade, mudando. De acordo com os satélites russos, o SRF está aumentando dramaticamente. Disso, alertou o geologista Greg Braden. A freqüência que normalmente está em cerca de 7,8 hertz aumentou para 11,2 hertz. Depois, repentinamente, a Universidade da Califórnia, em Berkeley, anunciou que não havia mudanças. Isso não faz sentido. De acordo com a Rússia, ela está agora a cerca de 13 hertz e ainda subindo.</p>
<p>A segunda coisa que esta fonte alemã afirmou é extremamente importante. Disse que a Alemanha e a Rússia têm documentado que o campo geomagnético terrestre está neste momento caindo para zero. Revelou que os modelos dos computadores russos mostraram isso cerca de 10 dias antes de termos ultrapassado o ponto onde ele poderia ser revertido, querendo dizer que sempre que um sistema chega a esse estágio, ele irá para zero. Depois, foi dito que o governo russo agora acredita que o campo geomagnético terrestre cairá para zero num futuro próximo. Possivelmente não tão próximo quanto o fim de julho de 1998, mas, definitivamente, antes do fim do ano.</p>
<p>Esta fonte alemã disse que o programa espacial russo tem feito uma extensa pesquisa sobre o assunto. Ela afirmou que quando os russos levaram pessoas para fora do campo geomagnético terrestre, observaram reações humanas específicas. Primeiro, os astronautas ficaram agitados. Depois, ficaram agressivos com outros seres humanos e completamente insanos, o que descobriram ser incurável. Eles analisaram e descobriram que o que aconteceu no cérebro humano foi conseqüência de quando o campo caiu para zero. Os alemães criaram então um cinto eletrônico para ser usado, que criará um balanço pessoal do SRF e do campo geomagnético em 0,4 gauss em volta do corpo humano. Isso está sendo dado para pessoas-chave para manter a governabilidade da sociedade, caso isso realmente aconteça.</p>
<p>Além disso, surgiram três outras descobertas humanas que também apontam indiretamente ser esta a época do “Período de Transferência” (da quinta par a sexta Raça-Raiz):</p>
<p>a. As descobertas que estão sendo feitas no Egito de uma cidade subterrânea a 6 milhas de profundidade de 1,5 por 8 milhas de extensão.</p>
<p>b. A descoberta de um código secreto na Bíblia, por meio de um avançado programa de computador, que não deveria ser aberto “antes do fim dos tempos”. Isso é relatado no livro O Código da Bíblia (The Bible Code). Isso é muito importante.</p>
<p>c. Em 23 de maio de 1998, a descoberta de possíveis restos da Atlântida próximo à costa de Bimini foi anunciada por Aaron Du Val. Eles acharam estas ruínas da Atlântida há três anos e meio, mas negaram-se a liberar essa informação até que tivessem provas científicas, sem qualquer dúvida, o fizeram agora. É outro grande sinal. Edgar Cayce, o “profeta adormecido”, predisse há cerca de 60 anos que o Pólo terrestre “mudaria no inverno de 1998”. O tempo parece estar certo. Isso foi considerado impossível na época da predição de Cayce. Eles acreditavam que tal evento só aconteceria após milhões de anos. Agora, sabem que isso acontece sempre. De fato, aconteceu da última vez há 13 mil anos e, antes disso, somente há 26 mil 12 mil anos. De acordo com a Precessão dos Equinócios, estamos no ponto da história que isso pode acontecer, se já não está para acontecer do dia para a noite.</p>
<p>E, finalmente, os índios hopi foram a um talk show na rádio Art Bell e anunciaram que em julho de 1998 a Terra iria saber, com certeza, que alguma coisa muito grande está para ocorrer, e que de outubro a dezembro de 1998 nós poderíamos passar para o quinto mundo dos povos nativos americanos. Isso é o mesmo que a 5ª dimensão, as influências do Plano Astral. Os hopi contam o vácuo como um mundo, nós o contamos como zero. Outro grande sinal.</p>
<p>Agora, vocês já viram as evidências. Isso pode ou não acontecer agora. Mas acreditamos que acontecerá algum dia, em um futuro próximo. Até a Bíblia fala sobre isso. Então, o que podemos fazer? Essa é a questão!</p>
<p>Primeiramente, será praticamente impossível viver em uma cidade grande durante essa época. Toda a eletricidade, combustível e água serão desligados. Os EUA, por exemplo, têm só 30 dias de suprimentos, então após um mês ou menos, as pessoas ficarão sem comida e irão fazer qualquer coisa para consegui-la. E nós, aqui do Brasil, como estamos nos prevenindo? Viajar será impossível. Automóveis quebrados bloquearão a maioria das estradas. Todas as linhas aéreas, ônibus, trens etc., não estarão funcionando. Onde quer que você esteja, será onde você vai ficar. E se isso não é o suficiente, a maior parte das pessoas ficará com fome, com raiva&#8230; e perigosa.</p>
<p>À primeira idéia, as florestas ou bosques parecem ser o lugar mais seguro para ir, mas torna-se claro pela lógica mínima que esses lugares se tornariam muito perigosos. Todos iriam para a floresta!!! As pessoas estariam em todos os lugares, andando com armas, excitadas e perigosas. Então, vejamos ver as possibilidades.</p>
<p>Pensa-se que a pior coisa que pode acontecer é que você ou um membro de sua família morra, perceba que isso não é um problema. O propósito da vida nesse estágio do crescimento é mover-se conscientemente para o próximo mundo, a quinta dimensão. Existe três modos como isso pode acontecer. Um caminho não é melhor que o outro:</p>
<p>- Morte: No passado, nos períodos lemurianos ou atlantes, se você morresse, você passava para 5ª dimensão (Plano Astral). De lá você poderia, depois de um período de “férias” (por você ter acumulado bastante Dharma), voltar para a Terra para viver de novo, para completar seu propósito na Terra. No entanto, esse ciclo foi possível por longo período de tempo, mas agora isso está mudando. Para a maioria de nós, essa é a nossa última vida (das 108);</p>
<p>- Ressurreição: Se você passa por processos iniciáticos profundos, você reconstrói seu corpo onde bem desejar, seja neste planeta seja em outro mais seguro;</p>
<p>- Abdução: Ser resgatado por viajantes espaciais e seus Ufos a terras mais seguras, até que a situação neste sofrido planeta se estabilize.</p>
<p>No entanto, os gnósticos têm um procedimento que converge todas essas alternativas. Isso é chamado de “Os 3 Fatores de Revolução da Consciência”. Essa Tríplice Chave nos abre as possibilidades de um resgate efetuado por nossa própria Divindade Interior. É Ela, a Divina Sabedoria Interior, que sabe o que é e será melhor para nós nestes terríveis dias que se avizinham!</p>
<p>Ressonância Schumann: A pulsação do Planeta Terra</p>
<p>Já ouviram falar de Ressonância Schumann? Pois bem, são freqüências eletromagnéticas de cerca de 8.0 hz que ficam numa “cavidade” entre a superfície da Terra e a ionosfera, formando um verdadeiro circuito elétrico em volta de todo o planeta. No mesmo período em que começou a tal sensação de “aligeiramento” do tempo, o valor das freqüências de 8,0 hz (curiosamente, a mesma do cérebro humano) passou a subir 2 pontos ou mais nessa escala de freqüência. Os cientistas não sabem as causas da mudança e suas possíveis conseqüências.</p>
<p>Não apenas as pessoas mais idosas, mas também os jovens, têm a nítida sensação de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem foi carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais um pouco, Natal. Esse sentimento é ilusório ou tem base real? Pela Ressonância Schumann procura-se dar uma explicação. O físico alemão W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por um campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, cerca de 100 quilômetros acima de nós. Esse campo possui uma ressonância (dai chamar-se ressonância Schumann), mais ou menos constante, da ordem de 7,83 pulsações por segundo. Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma freqüência de 7,83 hertz. Empiricamente fez-se a constatação de que não podemos ser saudáveis fora dessa freqüência biológica natural.</p>
<p>Sempre que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas submetidos à ação de um simulador Schumann recuperavam o equilíbrio e a saúde. Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa freqüência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que a partir dos anos 80, e de forma mais acentuada a partir dos anos 90, a freqüência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra disparou. Coincidentemente, desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido à aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real nesse transtorno da ressonância Schumann.</p>
<p>Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar buscando formas de retornar a seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Aqui abre-se o espaço para grupos esotéricos e outros futuristas projetarem cenários, ora dramáticos, com catástrofes terríveis, ora esperançadores, como a irrupção da quarta dimensão, pela qual todos seremos mais intuitivos, mais espirituais e mais sintonizados com o biorritmo da Terra. Não pretendo reforçar esse tipo de leitura. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos de que a Terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham de suas naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que sente, pensa, ama e venera. Porque somos isso, possuímos a mesma natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann. Se quisermos que a Terra reencontre seu equilíbrio, devemos começar por nós mesmos: fazer tudo sem estresse, com mais serenidade, com mais amor, que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa termos coragem de ser anticultura dominante, que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos.</p>
<p>Precisamos respirar juntos com a Terra, para conspirar com ela pela paz.</p>
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		<title>Ressonância Schumann</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 20:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/>Não apenas as pessoas mais idosas, mas também jovens fazem a experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/><p>Não apenas as pessoas mais idosas, mas também jovens fazem a experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem foi carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais um pouco, Natal. Esse sentimento é ilusório ou possui base real? Pela &#8220;ressonância Schumann&#8221; se procura dar uma explicação.</p>
<p>O físico alemão W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por uma campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica cerca de 100 km acima de nós, criando o que se chamou de &#8220;cavidade Schumann&#8221;. Nessa cavidade produz-se uma ressonância (dai chamar-se ressonância Schumann) mais ou menos constante da ordem de 7,83 pulsações por segundo(hertz). Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Essa ressonância está ligada ao sol e às condições ecológicas gerais da biosfera e da atividade poluidora humana. Sabe-se que o aumento crescente do uso de celulares favorece a poluição magnética a nivel de todo o sistema-Terra, além de interferir no equilíbrio magnético dos neurônios.</p>
<p>Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83 hertz. Empiricamente fêz-se a constatação que não podemos ser saudáveis fora desta frequência biológica natural. Antes, ela é extremamente propícia para o estudo e para o equilíbrio emocional humano. Quando nosso sistema biológico funciona nos parâmetros desta frequência, ele está em sintonia com a frequência magnética da Terra.</p>
<p>Experimentos que Schumann fez com estudantes, encerrando-os em &#8220;bunkers&#8221; isolados magneticamente, mostrou que ficavam perturbados. Introduzindo as ondas Schumann, voltavam, pouco tempo depois, ao estado normal. Detectou-se também que toda vez que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas submetidos à ação de um &#8220;simulador Schumann&#8221; recuperavam o equilíbrio e a saúde.</p>
<p>Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa frequência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada a partir dos anos 90 a frequência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra disparou. Coincidentemente desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, recrudescimento do &#8220;el Niño&#8221;, maior degêlo nas calotas polares, aumento de tensões e conflitos no mundo e de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido à aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann.</p>
<p>Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar buscando formas de retornar a seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos de que a Terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham continuamente lá de suas naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que num momento de sua evolução começou a sentir, a pensar, a amar e a venerar, e hoje, a se alarmar. Porque somos isso, possuimos idêntica natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann.</p>
<p>Se quisermos que a Terra reencontre seu equilíbrio devemos começar por nós mesmos: fazer tudo com menos stress, com mais serenidade, com mais amor que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa sermos um pouco anti-cultura dominante que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos, gerando desequilíbrio generalizado nas relações humanas.</p>
<p>Precisamos respirar juntos com a Terra para conspirar com ela em benefício de mais entendimento entre os seres humanos, de maior cuidado para com a Casa Comum e de uma paz mais duradoura para toda a humanidade.<br />
(Leonardo Boff, teólogo e escritor)</p>
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		<title>Cientistas a ponto de dominar a quarta dimensão</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 20:06:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência Gnóstica]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/>Físicos da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, deram um grande passo para derrubar o muro que separa o microcosmo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/><p>Físicos da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, deram um grande passo para derrubar o muro que separa o microcosmo da mecânica quântica do mundo macro da vida cotidiana e da tecnologia. Conseguiram unir os destinos &#8211; ainda que por uma fração de segundo &#8211; de trilhões de átomos separados no espaço.</p>
<p>A recompensa para a ciência, caso consiga dar muitos outros passos nessa direção, virá na forma de computadores muito superiores aos atuais. E, quem sabe, na forma do teletransporte, um velho sonho da ficção científica.</p>
<p>Brian Julsgaard e dois colegas de Aarhus foram capazes de induzir uma estranha propriedade em duas amostras compostas por cerca de 1 trilhão de átomos de césio cada -o fenômeno conhecido como entrelaçamento. Embora já tenha sido obtido com poucas partículas, é a primeira vez que um objeto macroscópico é levado a esse estado.</p>
<p>O trabalho está publicado na revista britânica &#8220;Nature&#8221; (http://www.nature.com).</p>
<p>O fantasma de Einstein</p>
<p>Em 1935, Albert Einstein, Boris Podolsky e Nathan Rosen haviam publicado um trabalho com a intenção de desmascarar a teoria da mecânica quântica, que consideravam maluca demais para ser levada a sério.</p>
<p>Partindo de preceitos teóricos, mostraram que seria possível duas partículas se &#8220;entrelaçarem&#8221;, de modo que a determinação de certa característica em uma delas imediatamente seria transposta para a outra, não importando a distância entre elas.</p>
<p>Mas o próprio Einstein definiu o entrelaçamento como uma &#8220;fantasmagórica ação a distância&#8221;. Acontece que os partidários da mecânica quântica estavam corretos, e o fenômeno de partículas entrelaçadas realmente existe.</p>
<p>Em 1997, cientistas da Universidade de Innsbruck, na Áustria, levaram o entrelaçamento às manchetes ao anunciar que haviam usado a técnica para teletransportar um fóton (partícula de luz) instantaneamente de um ponto a outro de uma sala. O experimento envolvia apenas três partículas.</p>
<p>Agora, o número de elementos envolvidos na manipulação quântica sobe para a casa dos trilhões com o feito de Julsgaard. Ele disparou um laser (feixe organizado de fótons) sobre duas amostras de césio, fazendo com que elas ficassem entrelaçadas.</p>
<p>O entrelaçamento valeu para todas as partículas da amostra, mas durou apenas meio milissegundo (metade de um milésimo de segundo). Conforme os átomos das amostras interagiam com outros elementos, como por exemplo os recipientes que os guardavam, iam perdendo o caráter entrelaçado, até ele se desfazer totalmente.</p>
<p>Além de ser o primeiro experimento a envolver um conjunto grande de partículas entrelaçadas, ele tem outro diferencial: a criação do entrelaçamento foi obtida sem que as amostras precisassem interagir uma com a outra, sendo o fenômeno induzido apenas pelo disparo do laser.</p>
<p>&#8220;Essa característica significa que o entrelaçamento pode ser obtido a distâncias consideráveis, o que é obviamente importante para a comunicação quântica&#8221;, disse à Folha Eugene Polzik, um dos colegas de Julsgaard envolvidos no experimento.</p>
<p>Comunicação quântica é a idéia de usar o entrelaçamento para transmitir informações. Suponha que Alice e Bob queiram trocar mensagens usando a &#8220;fantasmagórica ação a distância&#8221; (Alice e Bob são os nomes preferidos dos físicos para dar exemplos). Cada um deles ganha uma partícula entrelaçada. Se Alice altera o estado da sua partícula, a outra é automaticamente modificada, e Bob imediatamente fica sabendo. Se mensagens forem codificadas em estados quânticos de partículas, é possível trocar informações.</p>
<p>Xerox atômico</p>
<p>Da mesma maneira funcionariam outras, e mais audaciosas, idéias, como o teletransporte _algo semelhante a um xerox atômico a distância.</p>
<p>Para transportar uma pessoa, por exemplo, seria preciso colocar no local de destino um conjunto de átomos representativo da composição do indivíduo e entrelaçá-lo com as partículas da própria pessoa.</p>
<p>&#8220;Teríamos a mesma quantidade dos mesmos tipos de átomo em cada um dos locais e transferiríamos o estado quântico dos átomos do local um para o local dois. Como átomos no mesmo estado quântico são indistinguíveis, é como se os tivéssemos transportado do ponto um ao dois&#8221;, diz Polzik.</p>
<p>Embora o entrelaçamento de trilhões de átomos já seja bastante significativo, ainda está longe o momento em que alguém sairá por aí dizendo &#8220;Beam me up, Scotty&#8221;, como o capitão Kirk fazia no seriado &#8220;Jornada nas Estrelas&#8221; para ser levado de volta à nave.</p>
<p>&#8220;O teleporte de qualquer objeto quântico complexo, mesmo de uma bactéria, iria exigir transferir o estado descrito por zilhões de parâmetros, como posição e momento de todos os elétrons etc. Isso é uma enorme quantidade de informação e será muito difícil de fazer. Por ora estamos pensando em teleportar apenas um parâmetro de uma amostra atômica, e isso já é suficientemente difícil.&#8221;</p>
<p>A equipe agora trabalha para melhorar ainda mais o grau de entrelaçamento de suas amostras e tentar o teletransporte atômico.</p>
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		<title>Ressonância Mórfica</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 20:04:44 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ciência Gnóstica]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/>Ressonância mórfica: a teoria do centésimo macaco. Na biologia, surge uma nova hipótese que promete revolucionar toda a ciência. Era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/><p>Ressonância mórfica: a teoria do centésimo macaco.</p>
<p>Na biologia, surge uma nova hipótese que promete revolucionar toda a ciência.</p>
<p>Era uma vez duas ilhas tropicais, habitadas pela mesma espécie de macaco, mas sem qualquer contato perceptível entre si. Depois de várias tentativas e erros, um esperto símio da ilha &#8220;A&#8221; descobre uma maneira engenhosa de quebrar cocos, que lhe permite aproveitar melhor a água e a polpa. Ninguém jamais havia quebrado cocos dessa forma. Por imitação, o procedimento<br />
rapidamente se difunde entre os seus companheiros e logo uma população crítica de 99 macacos domina a nova metodologia.</p>
<p>Quando o centésimo símio da ilha &#8220;A&#8221; aprende a técnica recém-descoberta, os macacos da ilha &#8220;B&#8221; começam espontaneamente a quebrar cocos da mesma maneira.</p>
<p>Não houve nenhuma comunicação convencional entre as duas populações: o conhecimento simplesmente se incorporou aos hábitos da espécie. Este é uma história fictícia, não um relato verdadeiro. Numa versão alternativa, em vez de quebrarem cocos, os macacos aprendem a lavar raízes antes de comê-las. De um modo ou de outro, porém, ela ilustra uma das mais ousadas e instigantes idéias científicas da atualidade: a hipótese dos &#8220;campos mórficos&#8221;, proposta pelo biólogo inglês Rupert Sheldrake.</p>
<p>Segundo o cientista, os campos mórficos são estruturas que se estendem no espaço-tempo e moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material.</p>
<p>Átomos, moléculas, cristais, organelas, células, tecidos, órgãos, organismos, sociedades, ecossistemas, sistemas planetários, sistemas solares, galáxias: cada uma dessas entidades estaria associada a um campo mórfico específico. São eles que fazem com que um sistema seja um sistema, isto é, uma totalidade articulada e não um mero ajuntamento de partes.</p>
<p>Sua atuação é semelhante à dos campos magnéticos, da física. Quando colocamos uma folha de papel sobre um ímã e espalhamos pó de ferro em cima dela, os grânulos metálicos distribuem-se ao longo de linhas geometricamente precisas. Isso acontece porque o campo magnético do ímã afeta toda a região à sua volta. Não podemos percebê-lo diretamente, mas somos capazes de detectar sua presença por meio do efeito que ele produz, direcionando as partículas de ferro. De modo parecido, os campos mórficos distribuem-se imperceptivelmente pelo espaço-tempo, conectando todos os sistemas individuais que a eles estão associados.</p>
<p>A analogia termina aqui, porém. Porque, ao contrário dos campos físicos, os campos mórficos de Sheldrake não envolvem transmissão de energia. Por isso, sua intensidade não decai com o quadrado da distância, como ocorre, por exemplo, com os campos gravitacional e eletromagnético. O que se transmite através deles é pura informação. É isso que nos mostra o exemplo dos<br />
macacos. Nele, o conhecimento adquirido por um conjunto de indivíduos agrega-se ao patrimônio coletivo, provocando um acréscimo de consciência que passa a ser compartilhado por toda a espécie.</p>
<p>Até os cristais</p>
<p>O processo responsável por essa coletivização da informação foi batizado por Sheldrake com o nome de &#8220;ressonância mórfica&#8221;. Por meio dela, as informações se propagam no interior do campo mórfico, alimentando uma espécie de memória coletiva. Em nosso exemplo, a ressonância mórfica entre macacos da mesma espécie teria feito com que a nova técnica de quebrar cocos chegasse à ilha &#8220;B&#8221;, sem que para isso fosse utilizado qualquer meio usual de transmissão de informações.</p>
<p>Parece telepatia. Mas não é. Porque, tal como a conhecemos, a telepatia é uma atividade mental superior, focalizada e intencional que relaciona dois ou mais indivíduos da espécie humana. A ressonância mórfica, ao contrário, é um processo básico, difuso e não-intencional que articula coletividades de qualquer tipo. Sheldrake apresenta um exemplo desconcertante dessa propriedade.</p>
<p>Quando uma nova substância química é sintetizada em laboratório &#8211; diz ele -, não existe nenhum precedente que determine a maneira exata de como ela deverá cristalizar-se. Dependendo das características da molécula, várias formas de cristalização são possíveis. Por acaso ou pela intervenção de fatores puramente circunstanciais, uma dessas possibilidades se efetiva e a substância segue um padrão determinado de cristalização. Uma vez que isso ocorra, porém, um novo campo mórfico passa a existir. A partir de então, a ressonância mórfica gerada pelos primeiros cristais faz com que a ocorrência do mesmo padrão de cristalização se torne mais provável em qualquer laboratório do mundo. E quanto mais vezes ele se efetivar, maior será a probabilidade de que aconteça novamente em experimentos futuros.</p>
<p>Com afirmações como essa, não espanta que a hipótese de Sheldrake tenha causado tanta polêmica. Em 1981, quando ele publicou seu primeiro livro, A New Science of Life (Uma nova ciência da vida), a obra foi recebida de maneira diametralmente oposta pelas duas principais revistas científicas da Inglaterra. Enquanto a New Scientist elogiava o trabalho como &#8220;uma importante pesquisa científica&#8221;, a Nature o considerava &#8220;o melhor candidato à fogueira em muitos anos&#8221;.</p>
<p>Doutor em biologia pela tradicional Universidade de Cambridge e dono de uma larga experiência de vida, Sheldrake já era, então, suficientemente seguro de si para não se deixar destruir pelas críticas. Ele sabia muito bem que suas idéias heterodoxas não seriam aceitas com facilidade pela comunidade científica. Anos antes, havia experimentado uma pequena amostra disso, quando, na condição de pesquisador da Universidade de Cambridge e da Royal Society, lhe ocorreu pela primeira vez a hipótese dos campos mórficos. A idéia foi assimilada com entusiasmo por filósofos de mente aberta, mas Sheldrake virou motivo de gozação entre seus colegas biólogos. Cada vez que dizia alguma coisa do tipo &#8220;eu preciso telefonar&#8221;, eles retrucavam com um &#8220;telefonar para quê? Comunique-se por ressonância mórfica&#8221;.</p>
<p>Era uma brincadeira amistosa, mas traduzia o desconforto da comunidade científica diante de uma hipótese que trombava de frente com a visão de mundo dominante. Afinal, a corrente majoritária da biologia vangloriava-se de reduzir a atividade dos organismos vivos à mera interação físico-química entre moléculas e fazia do DNA uma resposta para todos os mistérios da vida.</p>
<p>A realidade, porém, é exuberante demais para caber na saia justa do figurino reducionista.</p>
<p>Exemplo disso é o processo de diferenciação e especialização celular que caracteriza o desenvolvimento embrionário. Como explicar que um aglomerado de células absolutamente iguais, dotadas do mesmo patrimônio genético, dê origem a um organismo complexo, no qual órgãos diferentes e especializados se formam, com precisão milimétrica, no lugar certo e no momento adequado?</p>
<p>A biologia reducionista diz que isso se deve à ativação ou inativação de genes específicos e que tal fato depende das interações de cada célula com sua vizinhança (entendendo-se por vizinhança as outras células do aglomerado e o meio ambiente). É preciso estar completamente entorpecido por um sistema de crenças para engolir uma &#8220;explicação&#8221; dessas. Como é que interações entre<br />
partes vizinhas, sujeitas a tantos fatores casuais ou acidentais, podem produzir um resultado de conjunto tão exato e previsível? Com todos os defeitos que possa ter, a hipótese dos campos mórficos é bem mais plausível.</p>
<p>Uma estrutura espaço-temporal desse tipo direcionaria a diferenciação celular, fornecendo uma espécie de roteiro básico ou matriz para a ativação ou inativação dos genes.</p>
<p>Ação modesta</p>
<p>A biologia reducionista transformou o DNA numa cartola de mágico, da qual é possível tirar qualquer coisa. Na vida real, porém, a atuação do DNA é bem mais modesta. O código genético nele inscrito coordena a síntese das proteínas, determinando a seqüência exata dos aminoácidos na construção dessas macro-moléculas. Os genes ditam essa estrutura primária e ponto.</p>
<p>&#8220;A maneira como as proteínas se distribuem dentro das células, as células nos tecidos, os tecidos nos órgãos e os órgãos nos organismos não estão programadas no código genético&#8221;, afirma Sheldrake. &#8220;Dados os genes corretos, e portanto as proteínas adequadas, supõe-se que o organismo, de alguma maneira, se monte automaticamente. Isso é mais ou menos o mesmo que enviar, na ocasião certa, os materiais corretos para um local de construção e esperar que a casa se construa espontaneamente.&#8221;</p>
<p>A morfogênese, isto é, a modelagem formal de sistemas biológicos como as células, os tecidos, os órgãos e os organismos seria ditada por um tipo particular de campo mórfico: os chamados &#8220;campos morfogenéticos&#8221;. Se as proteínas correspondem ao material de construção, os &#8220;campos morfogenéticos&#8221; desempenham um papel semelhante ao da planta do edifício. Devemos ter claras, porém, as limitações dessa analogia. Porque a planta é um conjunto estático de informações, que só pode ser implementado pela força de trabalho dos operários envolvidos na construção. Os campos morfogenéticos, ao contrário, estão eles mesmos em permanente interação com os sistemas vivos e se transformam o tempo todo graças ao processo de ressonância mórfica.</p>
<p>Tanto quanto a diferenciação celular, a regeneração de organismos simples é um outro fenômeno que desafia a biologia reducionista e conspira a favor da hipótese dos campos morfogenéticos. Ela ocorre em espécies como a dos platelmintos, por exemplo. Se um animal desses for cortado em pedaços, cada parte se transforma num organismo completo.</p>
<p>Forma original</p>
<p>Como mostra a ilustração da página ao lado, o sucesso da operação independe da forma como o pequeno verme é seccionado. O paradigma científico mecanicista, herdado do filósofo francês René Descartes (1596-1650), capota desastrosamente diante de um caso assim. Porque Descartes concebia os animais como autômatos e uma máquina perde a integridade e deixa de funcionar se algumas de suas peças forem retiradas. Um organismo como o platelminto, ao contrário, parece estar associado a uma matriz invisível, que lhe permite regenerar sua forma original mesmo que partes importantes sejam removidas.</p>
<p>A hipótese dos campos morfogenéticos é bem anterior a Sheldrake, tendo surgido nas cabeças de vários biólogos durante a década de 20. O que Sheldrake fez foi generalizar essa idéia, elaborando o conceito mais amplo de campos mórficos, aplicável a todos os sistemas naturais e não apenas aos entes biológicos. Propôs também a existência do processo de ressonância mórfica, como princípio capaz de explicar o surgimento e a transformação dos campos mórficos. Não é difícil perceber os impactos que tal processo teria na vida humana. &#8220;Experimentos em psicologia mostram que é mais fácil aprender o que outras pessoas já aprenderam&#8221;, informa Sheldrake.</p>
<p>Ele mesmo vem fazendo interessantes experimentos nessa área. Um deles mostrou que uma figura oculta numa ilustração em alto constraste torna-se mais fácil de perceber depois de ter sido percebida por várias pessoas. Isso foi verificado numa pesquisa realizada entre populações da Europa, das Américas e da África em 1983. Em duas ocasiões, os pesquisadores mostraram as ilustrações 1 e 2 a pessoas que não conheciam suas respectivas &#8220;soluções&#8221;. Entre uma enquete e outra, a figura 2 e sua &#8220;resposta&#8221; foram transmitidas pela TV. Verificou-se que o índice de acerto na segunda mostra subiu 76% para a ilustração 2, contra apenas 9% para a 1.</p>
<p>Aprendizado</p>
<p>Se for definitivamente comprovado que os conteúdos mentais se transmitem imperceptivelmente de pessoa a pessoa, essa propriedade terá aplicações óbvias no domínio da educação. &#8220;Métodos educacionais que realcem o processo de ressonância mórfica podem levar a uma notável aceleração do aprendizado&#8221;, conjectura Sheldrake. E essa possibilidade vem sendo testada na Ross School, uma escola experimental de Nova York dirigida pelo matemático e filósofo Ralph Abraham.</p>
<p>Outra conseqüência ocorreria no campo da psicologia. Teorias psicológicas como as de Carl Gustav Jung e Stanislav Grof, que enfatizam as dimensões coletivas ou transpessoais da psique, receberiam um notável reforço, em contraposição ao modelo reducionista de Sigmund Freud (leia o artigo &#8220;Nas fronteiras da consciência&#8221;, em Globo Ciência nº 32).</p>
<p>Sem excluir outros fatores, o processo de ressonância mórfica forneceria um novo e importante ingrediente para a compreensão de patologias coletivas, como o sadomasoquismo e os cultos da morbidez e da violência, que assumiram proporções epidêmicas no mundo contemporâneo, e poderia propiciar a criação de métodos mais efetivos de terapia.</p>
<p>&#8220;A ressonância mórfica tende a reforçar qualquer padrão repetitivo, seja ele bom ou mal&#8221;, afirmou Sheldrake a Galileu. &#8220;Por isso, cada um de nós é mais responsável do que imagina. Pois nossas ações podem influenciar os outros e serem repetidas&#8221;.</p>
<p>De todas as aplicações da ressonância mórfica, porém, as mais fantásticas insinuam-se no domínio da tecnologia. Computadores quânticos, cujo funcionamento comporta uma grande margem de indeterminação, seriam conectados por ressonância mórfica, produzindo sistemas em permanente transformação. &#8220;Isso poderia tornar-se uma das tecnologias dominantes do novo milênio&#8221;, entusiasma-se Sheldrake.</p>
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		<title>O Universo como um holograma</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 20:03:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência Gnóstica]]></category>
		<category><![CDATA[Don Juan]]></category>
		<category><![CDATA[holograma]]></category>
		<category><![CDATA[universo]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/>Existe uma Realidade Objetiva ou o Universo é um Fantasma? Em 1982 ocorreu um fato muito importante. Na Universidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/><p>Existe uma Realidade Objetiva ou o Universo é um Fantasma?</p>
<p>Em 1982 ocorreu um fato muito importante. Na Universidade de Paris uma equipe de pesquisa liderada pelo físico Alain Aspect realizou o que pode se tornar o mais importante experimento do século 20. Você não ouviu falar sobre isto nas notícias da noite. De fato, a menos que você tenha o hábito de ler jornais e revistas científicos, você provavelmente nunca ouviu falar no nome de Aspect.</p>
<p>E há muitos que pensam que o que ele descobriu pode mudar a face da ciência.</p>
<p>Aspect e sua equipe descobriram que sob certas circunstâncias partículas subatômicas como os elétrons são capazes de instantaneamente se comunicar umas com as outras a despeito da distância que as separe. Não importa se está distância é de 10 pés ou de 10 bilhões de milhas. De alguma forma uma partícula sempre sabe o que a outra está fazendo. O problema com esta descoberta é que isto viola a por muita tempo sustentada afirmação de Einstein que nenhuma comunicação pode viajar mais rápido do que a velocidade da luz. E como viajar mais rápido que a velocidade da luz é o objetivo máximo para quebrar a barreira do tempo, este fato estonteante tem feito com que muitos físicos tentem vir com maneiras elaboradas para descartar os achados de Aspect .</p>
<p>Mas também tem proporcionado que outros busquem explicações mais radicais.</p>
<p>O físico da Universidade de Londres, David Bohm, por exemplo, acredita que as descobertas de Aspect implicam na realidade objetiva não existe, que a despeito da aparente solidez o universo está no coração de um holograma fantástico, gigantesco e extremamente detalhado. Para entender porque Bohm faz esta afirmativa surpreendente, temos primeiro que saber um pouco sobre hologramas. Um holograma é uma fotografia tridimensional feita com a ajuda de um laser.</p>
<p>Para fazer um holograma, o objeto a ser fotografado é primeiro banhado com a luz de um raio laser. Então um segundo raio laser é colocado fora da luz refletida do primeiro e o padrão resultante de interferência (a área aonde se combinam estes dois raios laser) é capturada no filme. Quando o filme é revelado, parece um rodamoinho de luzes e linhas escuras. Mas logo que este filme é iluminado por um terceiro raio laser, aparece a imagem tridimensional do objeto original.</p>
<p>A tridimensionalidade destas imagens não é a única característica importante dos hologramas. Se o holograma de uma rosa é cortado na metade e então iluminado por um laser, em cada metade ainda será encontrada uma imagem da rosa inteira. E mesmo que seja novamente dividida cada parte do filme sempre apresentará uma menor, mas ainda intacta versão da imagem original. Diferente das fotografias normais, cada parte de um holograma contém toda a informação possuída pelo todo.</p>
<p>A natureza de &#8220;todo em cada parte &#8221; de um holograma nos proporciona uma maneira inteiramente nova de entender<br />
organização e ordem. Duran a maior parte de sua história, a ciência ocidental tem trabalhado dentro de um conceito que a melhor maneira para entender um fenômeno físico , seja ele um sapo ou um átomo, é dissecá-lo e estudar suas partes respectivas.<br />
Um holograma nos ensina que muitas coisas no universo não podem ser conduzidas por esta abordagem. Se tentamos tomar alguma coisa a parte, alguma coisa construída holograficamente, não obteremos as peças da qual esta coisa é feita, obteremos apenas inteiros menores.</p>
<p>Este &#8220;insight&#8221; é o sugerido por Bohm como outra forma de compreender os aspectos da descoberta de Aspect. Bohm<br />
acredita que a razão que habilita as sub partículas a permanecerem em contacto umas com as outras a despeito da distância que as separa não é porque elas estejam enviando algum tipo de sinal misteriosos, mas porque esta separação é uma ilusão.<br />
Ele argue que em um nível mais profundo de realidade estas partículas não são entidades individuais, mas são extensões da mesma coisa fundamental. Para capacitar as pessoas a melhor visualizarem o que ele quer dizer, Bohom oferece a seguinte ilustração.</p>
<p>Imagine um aquário que contém um peixe. Imagine também que você não é capaz de ver este aquário diretamente e seu conhecimento deste aquário se dá por meio de duas câmaras de televisão, uma dirigida ao lado da frente e outra a parte lateral.</p>
<p>Quando você fica observando atentamente os dois monitores, você acaba presumindo que o peixe de cada uma das telas é uma entidade individual. Isto porque como as câmeras foram colocadas em ângulos diferentes, cada uma das imagens será também ligeiramente diferente. Mas se você continua a olhar para os dois peixes, você acaba adquirindo a consciência de que há uma relação entre eles.</p>
<p>Quando um se vira, o outro faz uma volta correspondente apenas ligeiramente diferente; quando um se coloca de frente para a frente, o outro se coloca de frente para o lado. Se você não sabe das angulações das cameras você pode ser levado a concluir que os peixes estão se intercomunicando, apesar de claramente este não ser o caso.</p>
<p>Isto, diz Bohm, é precisamente o que acontece com as partículas subatômicas na experiência de Aspect. Segundo Bohm, a aparente ligação mais-rápido-do que &#8211; a luz entre as partículas subatômicas está nos dizendo realmente que existe um nível de realidade mais profundo da qual não estamos privados, uma dimensão mais complexa além da nossa própria que é análoga ao aquário. E ele acrescenta, vemos objetos como estas partículas subatômicas como se estivessem separadas umas das outras porque estamos vendo apenas uma porção da realidade delas.</p>
<p>Estas partículas não são partes separadas mas sim facetas de uma unidade mais profunda e mais subliminar que é holográfica e indivisível como a rosa previamente mencionada. E como tudo na realidade física está compreendido dentro destes &#8220;eidolons&#8221;, o próprio universo é uma projeção, um holograma.</p>
<p>Em adição a esta natureza fantástica, este universo possuiria outras características surpreendentes. Se a aparente separação das partículas subatômicas é uma ilusão, isto significa que em nível mais profundo de realidade todas as coisas do universo estão infinitamente interconectadas.</p>
<p>Os elétrons num átomo de carbono no cérebro humano estão interconectados com as partículas subatômicas que<br />
compreendem cada salmão que nada, cada coração que bate, e cada estrela que brilha no céu.</p>
<p>Tudo interprenetra tudo e embora a natureza humana possa buscar categorizar como um pombal e subdividir, os vários fenômenos do universo, todos os aportes toda esta necessidade é de fato artificial e todas de natureza que é finalmente uma rede sem sentido.</p>
<p>Em um universo holográfico, mesmo o tempo e o espaço nào podem mais serem vistos como fundamentais. Porque<br />
conceitos como localização se quebram diante de um universo em que nada está verdadeiramente separado de nada, tempo e espaço tridimensional, como as imagens dos peixes nos monitores, também podem ser vistos como projeções de ordem mais profunda.</p>
<p>Este tipo de realidade a nível mais profundo é um tipo de super holograma no qual o passado, o presente, o futuro existem simultaneamente. Sugere que tendo as ferramentas apropriadas pode ser algum dia possível entrar dentro deste nível de realidade super holográfica e trazer cenas do passado há muito esquecido. Seja o que for que o super holograma contenha, é ainda uma questão em aberto. Pode-se até admitir, por amor a argumentação, que o super holograma é a matriz que deu nascimento a tudo em nosso universo e no mínimo contém cada partícula subatômica que existe ou existirá &#8211; cada configuração da matéria e energia que é possível, de flocos de nece a quasars, de baleias azuis aos raios gamma. Deve ser visto como um tipo de &#8220;depósito&#8221; de &#8221;Tudo que é&#8221;.</p>
<p>Embora Bohm admita que não há maneira de saber o que mais pode estar oculto no super holograma, ele se arrisca em dizer que não temos qualquer razão para admitir que ele não contenha mais. Ou, como ele coloca, talvez o nível super holográfico da realidade é um simples estágio além do que repousa &#8221;uma infinidade de desenvolvimento posterior&#8221;.</p>
<p>Bohm não é o único pesquisador que encontrou evidências de que o universo é um holograma. Trabalhando<br />
independentemente no campo da pesquisa cerebral, o neurofisiologista Karl Pribram, de Standford também se persuadiu da natureza holográfica da realidade. Pribram desenhou o modelo holográfico para o quebra cabeças de como e onde as memórias são guardadas no cérebro.</p>
<p>Por décadas, inúmeros estudos tem mostrado que muito mais que confinadas a uma localização específica, as memórias estão dispersas pelo cérebro.</p>
<p>Em uma série de experiências com marcadores na década de 20, o cientista cerebral Karl Lashley concluiu que não importava que porção do cérebro do rato era removida; ele era incapaz de erradicar a memória de como eram realizadas as atividades complexas que tinham sido aprendidas antes da cirurgia. O único problema foi que ninguém foi capaz de poder explicar a natureza de &#8221;inteiro em cada parte&#8221; da estocagem da memória.</p>
<p>Então, na década de 60, Pribram encontrou o conceito de holografia e entendeu que ele tinha achado a explicação que os cientistas cerebrais estavam buscando. Pribram acredita que as memórias são codificadas não nos neurônios, ou pequenos grupos de neurônios, mas em padrões de impulsos nervosos de tipo cruzado em todo o cérebro da mesma forma que a interferência da luz laser atravessa toda a área de um pedaço de filme contendo uma imagem holográfica. Em outras palavras, Pribram acredita que o próprio cérebro é um holograma.</p>
<p>A teoria de Pribram também explica como o cérebro humano pode guardar tantas memórias em um espaço tão pequeno.</p>
<p>Tem sido calculado que o cérebro humano tem a capacidade de memorizar algo na ordem de 10 bilhões de bits de informação durante a média da vida humana ( ou rudemente comparando, a mesma quantidade de informação contida em cinco volumes da Encyclopaedia Britannica).</p>
<p>Similarmente, foi descoberto que em adição a suas outras capacidades, o holograma possui uma capacidade de estocagem de informação simplesmente mudando o ângulo no qual os dois lasers atingem um pedaço de filme fotográfico, e é possível gravar muitos registros diferentes na mesma superfície. Tem sido demonstrado que um centímetro cúbico pode estocar mais que 10 bilhões de bits de informação.</p>
<p>Nossa habilidade de rapidamente recuperar qualquer informação que precisamos do enorme estoque de nossas memórias se torna mais compreensível se o cérebro funciona segundo princípios holográficos. Se um amigo pede a você que diga o que lhe vem a mente quando ele diz a palavra &#8220;zebra&#8221;, você não tem que percorrer uma gigantesca lista alfabética para encontrar a resposta. Ao contrário, associações como &#8221;listrada&#8221;, parecida com um cavalo e &#8221;animal nativo da África&#8221; logo lhe vem a mente.</p>
<p>Uma das coisas mais surpreendentes sobre o proceso de pensamento humano é que cada peça de informação parece<br />
imediatamente correlacionada com muitas outras &#8211; uma outra característica intrínseca do holograma. Por que cada porção de um holograma é infinitamente interligada com todas as outras porções, talvez seja a natureza o supremo exemplo de um sistema interligado.</p>
<p>A estocagem da memória não é o único quebra cabeças neurofisiológico que se torna abordável a luz do modelo holográfico de cérebro de Pribram.</p>
<p>Um outro é como o cérebro é capaz de traduzir a avalanche de freqüências que recebe via sentidos (freqüências de sons, freqüências de luz e assim por diante ) dentro do mundo concreto de nossas percepções. Codificando e decodificando freqüências é precisamente o que o holograma faz melhor. Exatamente como um holograma funciona como um tipo de lente, um aparelho tradutor capaz de converter um borrão de freqüências aparentemente sem sentido em uma imagem coerente, Pribram acredita que o cérebro também parece uma lente e usa os princípios holográficos para converter matematicamente as freqüências que recebe através dos sentidos dentro do mundo interior de nossas percepções. Um impressionante corpo de evidência sugere que o cérebro usa os princípios holográficos para realizar as suas operações. A teoria de Pribram de fato tem ganho suporte crescente entre os neurofisiologistas.</p>
<p>O pesquisador ítalo-argentino Hugo Zucarelli recentemente estendeu o modelo holográfico ao mundo dos fenômenos acústicos.</p>
<p>Confuso pelo fato de que os humanos podem localizar a fonte dos sons sem moverem as cabeças, mesmo se eles só possuem audição em um ouvido, Zucarelli descobriu que os princípios holográficos podem explicar estas habilidades.</p>
<p>Zucarelli também desenvolveu uma técnica de som holográfico, uma técnica de gravação capaz de reproduzir sons acústicos com um realismo quase inconcebível.</p>
<p>A crença de Pribram que nossos cérebros constróem matematicamente a &#8221;dura&#8221; realidade pela liberação de um input de uma freqüência dominante também tem recebido grande quantidade de suporte experimental. Foi descoberto que cada um de nossos sentidos é sensível a uma extensão muito mais ampla de freqüências do que se suspeitava anteriormente. Os pesquisadores tem descoberto, por exemplo, que nosso sisttema visual é sensível às freqüências de som, nosso sentido de olfato é em parte dependente do que agora chamamos de freqüências ósmicas e que mesmo cada célula de nosso corpo é sensível a uma ampla extensão de freqüências. Estas descobertas sugerem que está apenas sob o domínio holográfico da consciência e que estas freqüências são selecionadas e divididas dentro das percepções convencionais.</p>
<p>Mas o mais envolvente aspecto do modelo holográfico cerebral de Pribram é o que acontece quando ele é conjugado à teoria de Bohm. Se a &#8220;concretividade&#8221; do mundo nada mais é do que uma realidade secundária e o que está &#8220;lá&#8221; é um borrão de freqüências holográfico , e se o cérebro é também um holograma e apenas seleciona algumas das freqüências deste porrão e matematicamente transforma-as em percepções sensoriais, o que vem a ser a realidade objetiva? Colocando de forma simples, ela deixa de existir.</p>
<p>Como as religiões orientais a muito tem afirmado, o mundo material é Maya, uma ilusão, e embora pensemos que somos seres físicos que se movem em um mundo físico, isto também é uma ilusão.</p>
<p>Somos realmente &#8220;receptores&#8221; boiando num mar caleidoscópico de freqüência, e que extraímos deste mar e transformamos em realidade física não é mais que um canal entre muitos do super holograma.</p>
<p>Esta intrigante figura da realidade, a síntese das abordagens de Bohm e Pribram tem sido chamada de &#8220;paradigma<br />
holográfico&#8221;, e embora muitos cientistas tenham recebido isto com ceticismo, eeste paradigma tem galvanizado outros. Um pequeno mas crescente grupo de pesquisadores acredita que este pode ser o modelo mais acurado da realidade científica que foi mais longe. Mais do que isto, muitos acreditam que ele pode solucionar muitos mistérios que nunca foram antes explicados pela ciência e mesmo estabelecer o paranormal como parte da natureza.</p>
<p>Numerosos pesquisadores como Bohm e Pribram tem notado que muitos fenômenos parapsicológicos se tornam muito mais compreensíveis em termos do paradigma holográfico.</p>
<p>Em um universo em que cérebros individuais sào atualmente porções indivisíveis de um holograma muito maior e tudo está infinitamente interligado, a telepatia pode ser simplesmente o acessamento do nível holográfico. Eé obviamente muito mais fácil entender como a informação pode viajar da mente do indivíduo A para a do indivíduo B ao ponto mais distante e auxilia a entender um grande número de quebra cabeças em psicologia. Em particular, Grof sente que o paradigma holográfico oferece um modelo de compreensão para muitos estonteantes fenômenos vivenciados por indivíduos durante estados alterados de consciência.</p>
<p>Nos anos 50, conduzindo uma pesquisa em que se acreditava que o LSD seria um instrumento psicoterapêutico, Grof teve uma paciente que de repente ficou convencida que tinha assumido a identidade de uma femea de uma espécie pré histórica de repteis.</p>
<p>Durante o curso da alucinação dela, ela não somente deu riquissimos detalhes do que ela sentia ao ser encapsulada naquela forma, mas notou que uma porção do macho daquela espécie tinha anatomia que era um caminho para as escamas coloridas ao lado de sua cabeça. O que foi surpreendente para Grof é que a mulher não tinha conhecimento prévio sobre estas coisas, e uma conversação posterior com um zoologista confirmou que em certas espécies de repteis as áreas coloridas na cabeça tem um importante papel como estimulantes do desenvolvimento sexual.</p>
<p>A experiência desta mulher não foi única. Durante o curso da pesquisa, Grof encontrou exemplos de pacientes regredindo e se identificando com virtualmente todas as espécies na árvore evolucionária (descobertas da pesquisa ajudaram a influenciar a cena do homem-vindo-do-macaco no filme Altered States). E mais ainda, ele descobriu que estas experiências freqüentemente continham detalhes obscuros que mais tarde vieram a ser confirmados como acurados.</p>
<p>Regressões dentro do reino animal não são os únicos quebra cabeças entre os fenômenos psicológicos que Grof encontrou.</p>
<p>Ele também teve pacientes que pareciam entrar em algum tipo de consciência racial ou coletiva. Indivíduos com pouca ou nenhuma educação repentinamente davam detalhadas descrições das práticas funerárias do Zoroastrismo e cenas da mitologia hindu. Em outro tipo de experiências os indivíduos forneciam relatos persuasivos de jornadas fora do corpo, relâmpagos pré cognitivos do futuro, de regressões dentro de aparentemente encarnações de vidas passadas.</p>
<p>Em pesquisa posterior, Grof encontrou a mesma extensão de fenômenos manifestados em seções de terapia que não<br />
envolviam o uso de drogas. Em virtude dos elementos em comum nestas experiências parecerem transcender a consciência individual, além dos usuais limites do ego e/ou as limitações de tempo ou espaço, Grof chamou estas manifestações de experiências transpessoais e no fim dos anos 60 ele auxilou na fundação de um ramo de psicologia chamada &#8221;psicologia transpessoal&#8221; e se devotou inteiramente ao seu estudo.</p>
<p>Embora a recém-fundada Association of Transpersonal Psychology conquistasse um rápido crescimento entre o grupo de profissionais de mente similar, e se tornasse um ramo respeitado da psicologia, durante anos nem Grof nem seus colegas foram capazes de fornecer um mecanismo para explicar os bizarros fenômenos psicológicos que eles estavam testemunhando. Mas isto mudou com o advento do paradigma holográfico. Como Grof recentemente notou, se á mente é parte de um continuum, um labirinto que é conectado não somente as outras mentes que existem ou existiram, mas a cada átomo, cada organismo e região na vastidão do espaço e tempo, o fato de que seja capaz de ocasionalmente fazer entradas no labirinto e Ter experiências transpessoais não pode mais parecer estranho.</p>
<p>O paradigma holográfico tem também implicações nas chamadas ciências &#8220;concretas&#8221; como a biologia. Keith Floyd, um psicólogo do Virginia Intermont College, tem pontificado que a concretividade da realidade é apenas uma ilusão holográfica, e não está muito longe da verdade dizer que o cérebro produz a consciência. Mais ainda, é a consciência que cria a aparência do cérebro &#8211; bem como do corpo e de tudo mais que nós interpretamos como físico. Esta virada na maneira de se ver as estruturas biológicas fez com que pesquisadores apontassem que a medicina e o nosso entendimento do processo de cura poderia também ser transformado em um paradigma holográfico. Se a aparente estrutura física do corpo nada mais é do que a projeção holográfica da consciência, torna-se claro que cada um de nós é mais responsável por sua saúde do que admite a atual sabedoria médica. Que nós agora vejamos as remissões miraculosas de doenças podem ser próprias de mudanças na consciência que por sua vez efetua alterações no holograma do corpo.</p>
<p>Similarmente, novas técnicas controversas de cura como a visualização podem funcionar muito bem porque no domínio holográfico de imagens pensadas que são muito &#8220;reais&#8221; se tornam &#8220;realidade&#8221;. Mesmo visões e experiências que envolvem realidades &#8220;não ordinárias&#8221; se tornam explicáveis sob o paradigma holográfico. Em seu livro, &#8220;Gifts of Unknown Things,&#8221; o biologista Lyall Watson descreve seu encontro com uma mulher xamã indonésia que, realizando uma dança ritual , foi capaz de fazer um ramo inteiro de uma árvore desaparecer no ar. Watson relata que ele e outro atônito expectador continuaram a olhar para a mulher, e ela fez o ramo reaparecer, desaparecer novamente e assim por várias vezes.</p>
<p>Embora o atual entendimento científico seja incapaz de explicar estes eventos, experiências como esta vem a ser mais plausíveis se a &#8220;dura&#8221; realidade é apenas uma projeção holográfica. Talvez concordemos sobre o que está &#8220;lá&#8221; ou &#8220;não está lá &#8221; porque o que chamamos consenso realidade é formulada e ratificada a nível de inconsciência humana a qual todas as mentes estão interligadas.</p>
<p>Se isto é verdade, a mais profunda implicação do paradigma holográfico é que as experiências do tipo da de Watson&#8217; não são lugares comum somente porque nós nào temos programado nossas mentes com as crenças que fazem com que sejam.</p>
<p>Num universo holográfico não há limites para e extensão do quanto podemos alterar o tecido da realidade. O que percebemos como realidade é apenas uma forma esperando que desenhemos sobre ela qualquer imagem que queiramos.</p>
<p>Tudo é possível, de colheres entortadas com o poder da mente aos eventos fantasmagóricos vivenciados por Castaneda durante seus encontros com o bruxo Yaqui Don Juan, mágico de nascença, não mais nem menos miraculoso que a nossa habilidade para computar a realidade que nós queremos quando sonhamos.</p>
<p>Easim, mesmo as nossas noções fundamentais sobre a realidade se tornam suspeitas, dentro de um universo holográfico, como Pribram postulou, e mesmo eventos ao acaso podem ser vistos dentro dos princípios básicos holográficos e portanto determinados.</p>
<p>Sincronicidades ou coincidências significativas de repente fazem sentido, e tudo na realidade terá que ser visto como uma metáfora, e mesmo eventos ao acaso expressariam alguma simetria subjacente.</p>
<p>Seja o paradigma holográfico de Bohm e Pribram aceitro na ciência ou morra de morte ignóbil, é seguro dizer que ele já tem influenciado a mente de muitos cientistas. E mesmo se descoberto que o modelo holográfico nào oferece a melhor explicação para as comunicações instantâneas que vimos ocorrer entre as partículas subatômicas, no mínimo, como observou notou Basil Hiley, um físico do Birbeck College de Londres, os achados de Aspect &#8220;indicam que devemos estar preparados para considerar radicalmente novos pontos de vista da realidade &#8220;.</p>
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		<title>A partícula de Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 19:58:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência Gnóstica]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/>Quem disse que o espaço era a fronteira final não conhecia a capacidade do ser humano de ir mais além, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/ciencia-gnostica.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Ciência Gnóstica" /><br/><p>Quem disse que o espaço era a fronteira final não conhecia a capacidade do ser humano de ir mais além, que o homem tenta entender e explicar tudo, e que por isso não podemos especificar nossos limites.</p>
<p><strong>Cientistas podem ter descoberto a &#8220;partícula de Deus&#8221;</strong></p>
<p>São Paulo &#8211; A notícia recebeu grande destaque no Times de Londres do último dia 2, foi publicada com grandes títulos na imprensa norte-americana, inclusive no New York Times, e mereceu a primeira página no Los Angeles Times do domingo, 5 de novembro. Não é para menos: se os fatos forem confirmados oficialmente, estará sendo aberto um mundo totalmente novo para<br />
a física, abrindo horizontes jamais imaginados, nem mesmo depois da Teoria da Relatividade.</p>
<p>A notícia foi dada inicialmente pelo &#8220;Times&#8221; londrino, que a publicou na quinta-feira, 2, com o título: &#8220;A Semana Passada Mudou Tudo&#8221;. Durante mais de 20 anos, os cientistas de todo o mundo estiveram procurando por uma partícula invisível que determina as propriedades básicas da matéria.</p>
<p>Conhecida como bóson Higgs, acredita-se que ela seja uma parte vibratória do vácuo invisível que permeia todo o Universo.<br />
Físicos do famoso Centro de Estudos e Pesquisas Nucleares (CERN) de Genebra, Suíça, anunciaram há poucos dias terem localizado os primeiros sinais de existência do bóson Higgs. As evidências, segundo eles, ainda não são conclusivas, entretanto a descoberta é considerada crítica para a física &#8211; não só por encerrar um capítulo da ciência, mas também por abrir uma porta<br />
para uma realidade completamente desconhecida pela Humanidade.</p>
<p>&#8220;Existe um mundo totalmente novo lá fora&#8221;.</p>
<p>&#8220;O bóson Higgs não é apenas uma partícula&#8221;, disse o físico John March-Russell, do CERN. &#8220;Sua descoberta indica que existe um mundo totalmente novo lá fora&#8221;. Assim que os físicos conseguirem entender como ele atua no universo, eles serão capazes de responder a uma pergunta fundamental para a qual os antigos pensadores jamais ousaram tentar encontrar uma resposta: por que a matéria tem massa?</p>
<p>A descoberta de Genebra deve ser confirmada como uma das maiores conquistas da ciência em todos os tempos. O vácuo estrutura tudo o que existe no Cosmos e mantém a matéria sob sua influência. E o bóson Higgs -visto hoje mais como um campo que como uma partícula &#8211; é parte fundamental desse imenso &#8220;nada&#8221;.</p>
<p>Ele é como a água para os peixes, um ingrediente fundamental para o Universo. Tão fundamental que alguns físicos o chamam de &#8220;Partícula de Deus&#8221;.</p>
<p>Indícios desse bóson foram detectados, segundo a equipe de cientistas do CERN, no interior do acelerador de partículas de 30 km conhecido por LEP, durante um processo de colisão de partículas a altas velocidades. No começo de outubro, algumas trilhas, sugerindo a possível presença do bóson, deixaram excitados os físicos do CERN. Mas elas apareciam e desapareciam. No início do mês, entretanto, as evidências acumuladas foram suficientes para convencer os físicos.</p>
<p>Ainda há muitos céticos na comunidade científica, em relação à anunciada descoberta. Entretanto, se realmente o bóson Higgs tiver sido descoberto, seu estudo poderá mostrar que o Universo é um lugar totalmente diferente do que se pensava até agora.</p>
<p>Blocos do universo</p>
<p>Bósons são apenas um tipo entre as quase inimagináveis pequenas partículas atômicas que, de acordo com a Física Teórica, são os blocos primordiais do Universo. Geralmente descritos como uma espécie de substância gelatinosa, os bósons Higgs alteram as propriedades da matéria que viaja através deles. O que implica na existência da massa. Até pouco tempo atrás, a massa era considerada uma propriedade tão básica da matéria que os cientistas sequer ousavam perguntar de onde ela vinha &#8211; existia, e pronto.</p>
<p>A influência invisível dos bósons afetam o modo como as coisas se movem. Na verdade, dizem os físicos, a própria observação de que as coisas têm massa confirma que os bósons de Higgs existem. O problema, existente pelo menos até agora, era detectar sua presença em aceleradores de partículas e estudar suas propriedades. Para esse estudo, será necessário esperar a construção do<br />
acelerador maior e mais aprimorado, o LHD (Large Hadron Collider). Só com ele será possível observar melhor as &#8220;Partículas de Deus&#8221; e vislumbrar, como dizem os físicos, &#8220;coisas incríveis num universo jamais imaginado&#8221;. Para quem já esperou tantos séculos, não custa esperar mais uns poucos anos.</p>
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		<title>A falsa ciência ortodoxa</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 19:57:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ciência Gnóstica]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>O importante para todos nós é chegar a saber que nos encontramos com a consciência adormecida. É lamentável que vocês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>O importante para todos nós é chegar a saber que nos encontramos com a consciência adormecida. É lamentável que vocês ainda não conheçam o planeta em que vivem. Como poderia alguém conhecê-lo, se não conhece a si mesmo?</p>
<p>O mundo que estamos vendo, na verdade não é como se vê. Quando conseguirem o despertar da consciência, vocês verão o mundo completamente diferente. Hoje em dia, não o conhecem; sonham que é assim como o estão vendo. Os vales, as montanhas, os mares, as colinas as grandes cordilheiras, não são assim como estão vendo; são diferentes.</p>
<p>Acontece que todos têm a consciência em estado de sonho, logo, vêem o mundo através desse estado de sonho. Quando vocês despertarem do estado em que se encontram, descobrirão que tudo é diferente.<br />
Se as pessoas tivessem a consciência desperta, não fariam guerras no planeta em que vivem. Se as pessoas despertassem a consciência, não haveria conflitos, lutas entre os trabalhadores e patrões, entre as várias nações, entre os diferentes grupos, etc. Se a humanidade inteira tivesse a consciência desperta, haveria paz em cada ser vivo e a felicidade reinaria sobre a superfície da Terra.</p>
<p>Os Evangelhos insistem na necessidade de despertar, mas não dizem de que maneira despertar. Nós, em nossos estudos gnósticos, lutamos para que as pessoas conheçam as técnicas que conduzem ao despertar; não é muito fácil, porém não é impossível.</p>
<p>A humanidade tem a consciência adormecida desde que desenvolveu o abominável órgão Kundartiguador. Tal órgão é um apêndice do corpo humano, uma projeção de espinha dorsal para baixo. Trata-se do próprio rabo sinistro que ainda se vê nos gorilas, chimpanzés e macacos.</p>
<p>Em épocas remotíssimas da história do mundo, houve uma grande catástrofe. O cometa CONDOOR chocou-se com o planeta Terra e, como conseqüência ou corolário disso, houve uma série interminável de terremotos e de grandes maremotos que através dos séculos. Foi quando um grupo de cidadãos, comandados pelo arcanjo Sakaky, vindos de outras regiões do cosmos infinito, dedicaram-se a estudar o problema.</p>
<p>As possibilidades de vida no planeta Terra diminuíram consideravelmente; as espécies estavam desaparecendo. Foi assim que aqueles seres divinos estudaram a questão e resolveram de fato dar à humanidade o abominável órgão Kundartiguador. Eis como muitos seres vivos começaram a nascer com a sinistra cauda dos macacos, chimpanzés, orangotangos, ou como os queiramos chamá-los.<br />
Como o organismo humano é uma máquina transformadora de energia, o resultado que esperado foi maravilhoso.</p>
<p>Indubitavelmente, o corpo humano capta determinados tipos e subtipos de energia cósmica e os transforma automaticamente para retransmiti-los às camadas interiores do organismo planetário em que vivemos. Qualquer transformação que aparecesse no corpo físico humano faria variar o tipo de energia transformada. Foi assim como se conseguiu que a energia cósmica, proveniente do Magalocosmos infinito, dentro do corpo humano, se convertesse em força lunar amplamente definida. Tal força, retransmitida às camadas interiores da Terra de forma coletiva ou em massa, deu como resultado a estabilização de nosso mundo. Cessaram os terremotos e se fez possível viver sobre a superfície da Terra.</p>
<p>Infelizmente, meus queridos amigos, tenho de lhes dizer que o arcanjo Sakaky e sua altíssima comitiva erraram nos cálculos matemáticos transfinitos e, como resultado, sobreveio um grande fracasso. É óbvio que se esse órgão tivesse sido extirpado do corpo humano no seu devido tempo, nada do que mais tarde aconteceu teria acontecido. A humanidade possuiu esse abominável órgão durante muito tempo.</p>
<p>Quando o Arqui-quimico-fisico-comum Loisos, depois de muitos séculos, interveio eliminando da espécie humana aquele apêndice das abominações, já era demasiado tarde, porque restaram nos cinco cilindros da máquina humana as más conseqüências do órgão Kundartiguador.</p>
<p>Essas consequências são os agregados psíquicos que carregamos em nosso interior e que são conhecidos como ira, cobiça, luxúria, inveja, gula, orgulho, preguiça, etc. Como disse Virgílio, o poeta de Mântua: Ainda que tivéssemos mil línguas para falar e paladar de aço, não conseguiríamos enumerar todos os nossos defeitos cabalmente. Assim, dentro dos agregados psíquicos ficou enfrascada a consciência, a nossa Essência, a qual desde então se processa de acordo como o seu próprio engarrafamento. Com justa razão, podemos afirmar de forma enfática que os seres humanos acham-se hipnotizados em massa, estão todos com a consciência profundamente adormecida.</p>
<p><img class="alignleft size-medium  wp-image-2551" title="falsa-ciencia-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/falsa-ciencia-gnosisonline-159x240.jpg" alt="" width="178" height="268" />Ninguém se dá conta da hipnose geral até que assiste a uma sessão de hipnotismo. Ali, a força hipnótica flui de forma precipitada e violenta; é quando nos damos conta de sua existência. Quando esta força se precipita, a reconhecemos e percebemos que existe, mas isso só é possível numa sessão de hipnose.<br />
Mas, na realidade e de verdade, não é necessário assistir ou apelar para uma sessão de hipnose para saber que a força hipnótica existe. Observem as pessoas nas ruas e poderão evidenciar por si mesmos que a humanidade está hipnotizada, o que é lamentável.</p>
<p>Seria absurdo supor que uma pessoa dirigindo seu carro, estando desperta, atropele ou assassine aos outros. Há muitos anos que dirijo automóveis e nuca tive necessidade de atropelar ou assassinar sequer um animalzinho, porém tenho encontrado muitos animais mortos por atropelamento. Quem são os que fazem isso? Se fosse uma lei que se tem de atropelar as criaturas que vivem sobre a superfície da Terra, então este que está aqui presente (Samael Aun Weor) já teria tirado a vida de muitas criaturas inocentes, mas jamais o fez.</p>
<p>Há pouco tempo, na cidade do México, deu-se o caso de um sujeito (cujo nome omito) atropelar três crianças que atravessavam uma via pública. O sujeito em questão fugiu, mas no final o remorso triunfou nele e apresentou-se às autoridades. Para sair livre, teve que pagar uma fiança, é claro. Porém, por que atropelou as crianças? Não há nada que possa justificá-lo.</p>
<p>Alguém poderia dizer que sim, que há alguma razão&#8230; Mas eu respondo: Não há justificativa. Repito: há muito tempo que dirijo automóveis e nunca tive necessidade de atropelar crianças: Então, por que o fazem? Neste momento, não estou condenando aquele homem: longe esteja de mim condenar alguém. Quero unicamente trazê-lo como exemplo, para dizer de forma enfática que todos os seres humanos estão hipnotizados. Se aquele cavalheiro não estivesse hipnotizado, de modo algum teria cometido o crime. Sem querer exagerar, devo dizer que todos os seres humanos, menos os Mestres de infinita sabedoria, que povoam a superfície da Terra estão em estado de hipnose. Por que estão assim?<br />
Na realidade e em verdade, a causa radical de tal hipnose em massa ou coletiva é o abominável órgão Kundartiguador.</p>
<p>Ainda ficou no organismo humano uma partícula incipiente de tal órgão, e isso ninguém pode negar. Quero me referir claramente a esse resíduo ósseo do final da espinha dorsal, esse resíduo que ainda conserva poderes hipnóticos. Tal partícula óssea incipiente ainda pode cristalizar as más conseqüências em cada um de nós, ainda pode conseguir que pensamentos negativos ou desejos se convertam em novos agregados psíquicos inumanos e indesejáveis como os que carregamos em nosso interior.<br />
A consciência está enfrascada dentro dos múltiplos elementos, está em estado de hipnose, e manifesta-se de acordo com o seu próprio engarrafamento.</p>
<p>Não estou exagerando quando digo a vocês que não vemos o mundo tal e qual é. Quando alguém consegue destruir esses elementos psíquicos que carregamos em nosso interior, percebe o mundo de forma diferente, observa-o em sete dimensões e não em três, conhece sua mecânica, sabe que está organizado de forma similar ao homem real, sabe que tem sete maravilhosos corpos etc.</p>
<p>Realmente, nosso planeta Terra tem sete corpos, ela não é unicamente a matéria física, como supõem os fanáticos materialistas. Nosso mundo tem um corpo vital graças ao qual a vida pode existir sobre a sua superfície. Digam aos cientistas para que fabriquem um simples vegetal, uma simples erva qualquer, com os elementos puramente físico-químicos, e verão o fracasso. Construíram poderosos aviões que cruza o espaço com capacidade para mais de 400 passageiros, construíram foguetes que desceram na Lua, dispararam sondas a Marte e a Júpiter, guiam enormes vapores através do oceano, criam submarinos atômicos, como o Náutilus, que pode navegar sob o gelo dos pólos, mas nenhum deles conseguiu criar uma semente vegetal capaz de germinar.</p>
<p>Em certa ocasião, discutiam um materialista ateu, inimigo do eterno Deus vivo, e um religioso. Discutiam sobre aquele famoso tema: quem nasceu por primeiro, o ovo ou a galinha? Um deles dizia: Foi o ovo, é claro. E quem botou o ovo? Resposta: Saiu do buraco, etc., etc. Era um conto de nunca acabar.<br />
Por fim, um pouco impaciente, o religioso exclamou: &#8220;Você poderia fazer um ovo assim como Deus fez&#8221;? O materialista respondeu: &#8220;Sim, eu faço&#8221;. &#8220;Então faça&#8221;, disse o religioso. E o materialista fez um ovo igual ao ovo de uma galinha com gema, clara e casca. Então o religioso disse: &#8220;Já que você fez o ovo, vamos ver se dele agora sai um pinto; coloquemos o ovo na incubadora&#8221;. &#8220;Aceito&#8221;, disse o materialista. Colocaram o tal ovo na incubadora, porém dele nunca saiu pinto algum.</p>
<p>O cientista Afonso Herrera, autor da PLASMOGENIA, conseguiu criar em seu laboratório uma célula que jamais teve vida. Hoje em dia, fazem enxertos, enxertam um vegetal com um ramo de outro, dizem que para &#8220;melhorar&#8221; os frutos; os sabichões querem assim corrigir a Mãe Natureza. O que fazem são tolices. Os enxertos não têm a mesma força natural e viva do megalocosmos. São frutos adulterados que vão danificar o corpo humano do ponto de vista energético. No entanto, os sábios sentem-se satisfeitos com suas experiências, não entendem que cada árvore capta certo tipo de energia que transforma e retransmite aos frutos. Ao alterarem a árvore, enxertando-a, alteram as energias do megalocosmos, então esse fruto já não é o mesmo, é um produto de adultério, que irá prejudicar o organismo humano.</p>
<p>Contudo, eles pensam que sabem, quando na realidade e de verdade não sabem; não só ignoram, como o que é pior: ignoram que ignoram. Isso é o mais grave. Inseminações artificiais estão sendo feitas. Extraem de um organismo as células vivificantes, o famoso zoosperma, e já crêem eles estar criando vida. Não estão se dando conta de que estão utilizando aquilo que foi feito pela natureza.</p>
<p>Ponhamos sobre a mesa do laboratório os elementos químicos necessários para se fabricar um espermatozóide ou um óvulo e peçamos aos cientista que o façam. E será que farão ? Eu acho que sim, mas teria vida esse óvulo ou esse zoosperma? Poderia deles sair uma criatura viva? Nunca! Jamais!<br />
Os cientista não sabem criar vida. Então, por que há materialistas que negam a divindade ? Se não são capazes de criar uma simples semente de planta, uma semente que possa germinar? Em que base se sustentam para negar a divindade? Por que se pronunciam contra o eterno Deus vivo? Está demonstrado e me atenho aos fatos. Pôde algum materialista criar vida? Quando e onde o demonstrou?<br />
Jogar com o que a natureza fez é coisa fácil, porém fazer vida é diferente. Não podem fazê-la&#8230; Dividem uma ameba em duas, separam suas partes numa mesa de laboratório, unem com outro pedaço de microorganismo e exclamam: Eureka, eureka, eureka, estamos criando vida. Mas, não são capazes de criar uma ameba.</p>
<p>Onde está a ciência dos senhores materialistas ? Quando demonstraram que podem substituir Deus ? Nunca, jamais&#8230; A realidade dos fatos é que não só ignoram, como ignoram que ignoram, o que é pior. O que conta são os fatos e até agora nada demonstraram.</p>
<p>Por exemplo, dizem que o homem, o animal intelectual, vem do macaco. Saem por aí também com essas outras teorias do cinocéfalo com rabo, do macaco sem rabo, do homem arbóreo, filho do neopitecóide, etc. Mas, onde está o elo perdido? Demonstraram-nos alguma vez? Em que dia se encontrou um macaco capaz de falar ou dotado de linguagem? Até agora não apareceu.</p>
<p>Esses senhores materialistas são ridículos, estão apresentando suposições, e não fatos. Meçamos o volume cerebral do melhor dos macacos e depois comparemo-lo com o do homem mais atrasado das tribos da Austrália&#8230;</p>
<p>O homem vem do macaco? Em que base se sustentam? Como o demonstram? Onde está o elo perdido? Queremos ver esse macaco falando como gente. Não apareceu? Então, é uma suposição, uma tolice que não tem realidade. Por que falam de coisas que não sabem? Por que tantas utopias baratas? Simplesmente porque têm a consciência adormecida. Esta é a crua realidade dos fatos. Estão hipnotizados.</p>
<p>Os cientistas materialistas saem também com uma outra teoria: a seleção das espécies. Um insignificante molusco vai se desenvolvendo e dele saem outras espécies vivas e assim, através do processo de seleção, continua até se chegar ao homem, ao animal intelectual. Demonstrem essa teoria, ou não a podem demonstrar?</p>
<p>Não negamos que haja em cada espécie certos processos seletivos. Há aves que migram em determinadas épocas. As pessoas ficam admiradas ao vê-las todas reunidas, que estranhas se tornam, em seguida levantam vôo para atravessar o oceano. No trajeto, algumas morrem, outras sobrevivem à base de lutas; os mais fortes, aqueles que sobrevivem, transmitem aos seus descendentes determinadas características. Assim atua a lei de seleção.</p>
<p>Há espécies que lutam incessantemente contra monstros marinhos e, à força de tanto lutar, terminam fortes e transmitem tais caracteres a seus descendentes. Há feras que, de tanto lutar, vão se fazendo cada vez mais fortes, e transmitem tais características psicológicas a seus descendentes. É a luta pela sobrevivência, vencida pelo mais apto. Porém, jamais vi que de uma espécie saísse outra. Quando muito, as características da espécie foram melhoradas, mas que dali saia nova espécie, jamais conheci um caso sequer durante o curso da história do mundo. Então, por que os fanáticos materialistas exageram?</p>
<p>Nunca a seleção natural nos apresentou uma nova espécie sobre o tapete da existência.<br />
É demais o que se tem falado do protoplasma, e do esoprotoplasma, que se encontrava submerso no mar salgado de há muitos milhões de anos. Diz-se que desse protoplasma saiu a vida universal. Os protistas fazem seus sequazes crer &#8211; tão ignorantes quanto eles &#8211; que o desenvolvimento psicológico do animal intelectual equivocadamente chamado homem provém do desenvolvimento molecular do protoplasma e que caminha paralelamente com os processos do mesmo. Querem que a alma, a consciência, a essência, ou como quer que a chamemos, sejam o resultado da evolução do protoplasma através dos séculos. Assim pensam os protistas, os &#8220;modelos&#8221; de sabedoria.</p>
<p>Vem-me à memória a famosa monera atômica de Haeckel, aquele átomo submerso lá no abismo aquoso, de onde surge toda a vida. Assim pensam o senhor Haeckel e seus sequazes. Não se dão conta de que a monera é uma átomo bem organizado e que teve de passar por diversos processos cósmicos universais.<br />
O fato é que os cientistas, na realidade e de verdade, não sabem dos mistérios da vida e da morte. Não sabem de onde viemos, para onde vamos e muito menos qual o propósito da existência. Por que não sabem? Simplesmente porque têm a consciência adormecida. Estão em estado de hipnose coletiva. Hoje em dia, a ciência materialista segue pelo caminho do erro.</p>
<p>Ninguém sabe sobre a origem do homem, absolutamente nada.</p>
<p>Não negamos que a lei de seleção natural exista, mas ela não criou nada de novo. Não podemos negar que as espécies se modificam através do tempo, dos anos, mas os fatores de variabilidade de qualquer espécie só entram em ação depois que os protótipos originais se cristalizaram no mundo físico. Os protótipos originais de qualquer espécie viva se desenvolvem previamente no espaço psicológico e nas dimensões superiores da natureza, as quais os cientistas materialistas negam porque não as percebem, já que estão hipnotizados. Se eles saíssem primeiro do estado de hipnose e depois falassem, seus conceitos seriam diferentes. Mas dormem terrivelmente.</p>
<p>Se alguém quiser saber algo sobre a origem do ser humano, terá de observar a ontogenia, que é uma recapitulação da filogenia. O que é a ontogenia na antropologia? É o processo de desenvolvimento do feto no ventre materno. Se observarmos os processos da gestação de uma mulher, em uma mãe, evidenciaremos que a ontogenia é uma recapitulação da filogenia, a qual por sua vez é um estado de evolução e transformação pelo qual a raça humana tem passado através dos séculos.</p>
<p>A ontogenia recapitula esses estados no ventre materno. Uma análise ontogênica leva-nos a conclusão lógica de que a espécie humana a as outras espécies animais têm uma origem parecida e que provêm todas de um espaço psicológico.</p>
<p>Esta questão da seleção natural, das diferentes variantes ou fatores que produzem mutações na raça humana, só entram em ação depois que as espécies, sejam quais forem, tenham se cristalizado fisicamente. Antes da cristalização, ainda existem processos psicológicos evolutivos e involutivos no seio vivo da Natureza. desconhecidos para os Huxley, Haeckel, Darwin e seus sequazes, porque na verdade eles nada sabem sobre a origem do ser humano.</p>
<p>Como é possível que os sábios materialistas digam que há certas mudanças nos diferentes tipos de espécies vivas, ocorridas por acidente, ou por geração espontânea? Por acaso, isso não será uma contradição? Não são eles mesmos que dizem que este universo é o resultado da força, da matéria e da necessidade? Como é que se contradizem falando de variações espontâneas em um universo de força e da necessidade? Será possível isso?</p>
<p>Um universo de força, matéria e necessidade não admite variações espontâneas e acidentais. Essas variações nas espécie existem por alguma razão que eles não conhecem. A ciência materialista não só ignora, como ignora que ignora, o que é pior.</p>
<p>A antropologia gnóstica mergulha profundamente no passado. Não nos convence o neopitecóide com seus três filhos. Para trás, cientistas materialistas e sequazes!</p>
<p>Na realidade e em verdade, esta raça humana que hoje povoa a superfície da Terra não é mais do que uma raça de animais intelectuais, equivocadamente chamados de homens. Vocês poderão se ofender, se quiserem, mas antes de que existisse a raça de animais intelectuais, existiram os homens da Lemúria, do continente hiperbóreo e os homens polares.</p>
<p>Os animais intelectuais vieram após nascerem na Atlântica. Os homens reais da lemúria, em seus últimos tempos, foram se retirando do cenário do mundo, foram deixando seus organismos para os elementais superiores dos reinos animais. Então, tais elementais entraram nesses organismos e aqui estão; foram criados da Atlântida para cá, porque os lemurianos não eram animais, nem os hiperbóreos ou os homens polares.</p>
<p>A raça de animais intelectuais foi procedida pelos homens que viveram na lemúria e na calota polar norte que, naquela época, estava situada na zona equatorial. Em que se baseis a antropologia gnóstica para afirmar isso ? Por que o diz ? Baseia-se não somente nas tradições que vêm dos livros sagrados do Egito, dos incas, dos Maias do México antigo, da Índia, da Pérsia, do Tibet, etc., como também pelos relatos daqueles que conseguiram despertar a consciência.</p>
<p>Em nossa instituição gnóstica, estamos entregando todos os sistemas necessários para despertar as consciências. Quando vocês despertarem, poderão investigar e comprovar por si mesmos isto que afirmo de forma enfática. Mas é preciso despertar para tocar, ver, ouvir, sentir; a fim de não ser vítima das teorias de um Haeckel, de um Darwin, de um Huxley e de seus sequazes.</p>
<p>Houve três raças de homens, mas como se poderá saber disso quando se está com a consciência adormecida? Os que conseguirem despertar, poderão investigar nos arquivos Akáshicos da natureza.</p>
<p>Como era a primeira raça e de que maneira existiu? Naquela época, há uns trezentos milhões de anos, de acordo com as investigações que realizamos, existiram os homens protoplasmáticos e a própria Terra era um protoplasma. Não aquele protoplasma de Heeckel nem a substância dos mares salgados ou suas milhares de tolices mais, sem confirmação alguma, a raça protoplástica era diferente. Ela flutuava no ambiente; ainda não havia descido sobre a terra úmida.Como se reproduziam? Qual a sua origem? Essa raça havia evoluído e involuido nas dimensões superiores da natureza e do cosmos. Nós não somos escravos do dogma da evolução. Por fim, cristalizou sobre a Terra também protoplasmática, depois de muitos processos evolutivos surgidos desde seu germe original situado no caos, no magnus limbus, o iliaster do mundo.</p>
<p>Essa raça podia assumir tamanhos gigantescos ou reduzir-se a um ponto matemático. Em que me baseio para afirmar isto? Obviamente que na consciência desperta. Isso me consta ? Sim, me consta porque sou um homem desperto; do contrário, não estaria fazendo estes comentários.</p>
<p>Se vocês aceitam a doutrina da reencarnação, tanto melhor. Obviamente, eu estive reencarnado naquela raça e, como hoje estou desperto, não posso esquecer os processos evolutivos e involutivos da mesma. Por esta razão, dou testemunho diante de vocês. É sabido que estão adormecidos, porém devo depositar todos estes dados em suas mentes, dos quais precisam para irem despertando.<br />
Como se multiplicava aquela raça e como se reproduziam? Não era como a Mestra Blavatsky disse, que o faziam de uma forma assexuada, que não precisavam do sexo. Tal afirmação é errônea porque a força do Maha-Chohan, a energia criadora do Terceiro Logos (o Espírito Santo), flui em tudo o que foi , é e será.</p>
<p>O gênero de reprodução era o fissíparo. A sexualidade expressava-se de forma diferente. Os organismos dividiam-se como a célula viva se divide. Bem sabem os estudantes de biologia como se divide a célula orgânica. Não ignoram que o citoplasma com um pedaço de núcleo se afasta. Aqueles organismos também se dividiam assim,; desde então esse processo fissíparo ficou no sangue e continua se realizando em nossas células. Por acaso, isso não é certo ? Quem se atrevam a negar?<br />
Apresento fatos, e não teorias. Herdamos este processo dos homens da primeira raça. O organismo desprendido poderia continuar se desenvolvendo graças a que seguia captando ou acumulando protoplasma do ambiente.</p>
<p>Mais tarde, surgiam os hiperbóreos, dos quais fala Friedrich Nietschke. Gente que viveu nessa ferradura que circunda o pólo norte, o país do setentrião. Consta-nos isso? Sim ou não? A vocês não, já que estão adormecidos. A mim, sim, pois estou desperto. Negá-lo não me é possível, mesmo que me considerem louco, eu tenho de dar este testemunho, custe o que custar.</p>
<p>Os hiperbóreos existiram e já não foram tão gelatinosos como os protoplasmáticos. Ao falar assim, não estou me referindo à célula-alma de Heeckel nem à famosa monera atômica. Para trás este senhor, seus sequazes e suas teorias absurdas. Da primeira raça derivou-se a dos hiperbóreos que foi mais psíquica e mais consistente. O sistema de reprodução dela era o de brotação. Vocês já viram os corais nos recifes do borrascoso oceano? Eles se reproduzem por brotação; de um coral sai outro e assim sucessivamente. Há plantas que mediante seus brotos continuam se multiplicando. Assim também acontecia com os hiperbóreos, certos brotos que apareciam no pai-mãe operavam com a força sexual até que se desprendessem, dando origem a uma nova criatura. Este era o sistema de reprodução dos hiperbóreos.</p>
<p>Lá no borrascoso oceano Pacífico, depois de milhões e milhões de anos de evolução e involução desta natureza fecunda e tremenda, brotou a Lemúria. Um gigantesco continente surgido do fundo dos mares e que cobria tudo o que hoje é o oceano Pacífico. Foi ali onde a raça humana se assentou pela primeira vez sobre a dura crosta do planeta. Apareceu o continente lemuriano não por geração espontânea, como acreditou o senhor Epicuro, bem como seus seguidores, nem por seleção natural, teoria esta elevada à categoria de um Deus criador, maravilhosa concepção com a qual se fez a retórica do absurdo&#8230;</p>
<p>Como surgiu ? De que maneira ? Naquela época os hiperbóreos cristalizaram seus corpos humanos que tomaram uma forma dura e apareceram os hermafroditas divinos &#8211; os lemurianos &#8211; tais como estão simbolizados nas gigantescas esculturas de Tula.</p>
<p>E caminharam sobre a superfície da Terra ! No princípio, reproduziam-se desprendendo de seu organismo uma célula-ovo a qual se desenvolvia para dar origem a uma nova criatura. Nessa época, o falo e o útero, os princípios sexuais masculino e feminino, ainda não tinham sido criados, estavam ainda em estado germinal, era uma época em que o ovário ainda não tinha sido desenvolvido.</p>
<p>Os tempos passaram na Lemúria e apareceu o sistema de reprodução por gemação. Esse sistema foi um assombro para aquela época. O ovário recebia uma célula fecundante, um zoosperma, de maneira que quando aquele ovo se desprendia do ovário de um hermafrodita, já estava previamente fecundado. O ovo ao vir à existência, abria-se depois de certo tempo de fecundação e dali saia uma nova criatura. Por isso os nahuatls diziam que: Os filhos do terceiro sol tinham se transformado em pássaros. Sábia informação da cultura nahuatl.</p>
<p>Mas, perto do final da Lemúria da terceira ou quarta sub-raça em diante, os seres humanos se dividiram-se em sexos opostos; a cooperação tornou-se necessária para a criação. Este sistema de cooperação para criar vem da Lemúria. É claro que se precisa de uma célula fertilizada, somente com a união de uma célula fertilizante com um óvulo pode surgir a célula original com os 48 cromossomas, os quais de forma indiscutível levamos em nosso interior e nos quais estão representadas as 48 leis de nossa criação, tanto fora como dentro do próprio homem&#8230;</p>
<p>(Samael Aun Weor, <em>A Falsa Ciência Ortodoxa</em>)</p>
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