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	<title>GnosisOnline &#187; Antropologia</title>
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	<description>O Maior Site de Gnose, Esoterismo e Magia</description>
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		<title>A lenda de Sac-Nicté, a branca flor do Mayab</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 15:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gnosis Online</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>A maravilhosa lenda da princesa maia Sac-Nicté foi contada e recontada por gerações e gerações dos descendentes maias, até os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>A maravilhosa lenda da princesa maia Sac-Nicté foi contada e recontada por gerações e gerações dos descendentes maias, até os dias de hoje. Vemos sua história contada em <em>Pueblos y Leyendas</em>, de H. Almendros e traduzida pela equipe GnosisOnline, em honra ao grande mestre da Luz Judas Iscariotes e a seu discípulo, Armando Cosani Sologúren, desde as terras maias até os dias em que o Salvador pisou na Terra Santa, para a Glória do Altíssimo&#8230;</p>
<p>Citada diversas vezes por Judas no livro de Cosani (<em>O Voo da Serpente Emplumada</em>, que se encontra na Área Reservada do site, na página inicial do GnosisOnline), essa história é comovente, maravilhosa, inspiradora, e nos faz refletir sobre o mistério do Amor. A &#8220;lenda&#8221; fala da história de amor entre Sac-Nicté (que em maia significa Branca Flor) e seu amado príncipe Canec (ou Kanek, que significa Serpente Negra). Essa história é o equivalente europeu de Romeu e Julieta e o do casal árabe Laila e Majnun. Referem-se esses contos à eterna busca da Alma por seu reflexo espiritual, para que o Amor Autêntico seja encarnado. Eis aí o Mistério dos Mistérios, preconizado pela Santa Gnose: &#8220;Encarnar Deus por meio da vivência do Amor Supremo&#8221;. Leia, caríssimo Buscador, a verdadeira história da princesa maia Sac-Nicté:</p>
<p><span style="font-size: x-large;"><strong>T</strong></span>odos aqueles que viveram na terra do Mayab ouviram falar do doce nome da bela princesa Sac-Nicté, que significa Branca Flor, ou Flor Pura.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-6132" title="branca-flor-sac-nicte-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/08/branca-flor-sac-nicte-gnosisonline.jpg" alt="" width="155" height="167" />Ela era como a lua cheia e quieta nas noites tranquilas. E era graciosa como a pomba-torcaz de doce canto, e clara e fresca como as gotas de orvalho. Bela era ela, como a flor que enche o campo de alegria perfumada, formosa como a luz do sol que tem todas as cores e suave como a brisa, que leva em seus braços todas as canções.</p>
<p>Assim era a princesa Sac-Nicté, que nasceu na altiva cidade de Mayapán, quando a paz unia como irmãs as três grandes cidades da terra do Mayab; quando na valorosa Mazapán e na maravilhosa Uxmal e em Chichén Itzah, altar da sabedoria, não havia exércitos, porque seus reis haviam feito o pacto de viver como irmãos.</p>
<p>Todos os que têm vivido no Mayab ouviram falar do nome do príncipe Canec, que quer dizer Serpente Negra.</p>
<p>O príncipe Canec era valoroso e tenaz de coração, e quando teve três vezes sete anos foi coroado rei da cidade de Chichén Itzah. Naquele mesmo dia o rei Canec a princesa Sac-Nicté e naquela noite o valoroso e duro rei já não dormiu. E desde então se sentiu triste para toda a vida.</p>
<p>A princesa Sac-Nicté tinha três vezes cinco anos quando viu o príncipe Canec se sentar no trono de Itzah, seu coração tremeu de alegria ao vê-lo, e pela noite dormiu com a boca iluminada de um sorriso luminoso. Quando despertou, Sac-Nicté sabia que sua vida e a vida do príncipe Canec correriam como dois rios que correm juntos a beijar o mar.</p>
<p>Assim aconteceu e assim cantam aquela história os que a sabem e não olvidam.</p>
<p>O dia em que o príncipe Canec se fez rei dos itzaes, foi ao templo da santa cidade de Itzmal para apresentar-se ante seu deus. Suas pernas de caçador tremeram quando desceu os vinte e seis degraus do templo e seus braços de guerreiro estavam caídos. O príncipe Canec havia visto ali a princesa Blanca Flor.</p>
<p>A grande praça do templo estava cheia de gente que havia chegado de todo o Mayab para ver o príncipe. E todos que estavam próximos viram o que se passou. Viram o sorriso da princesa e viram o príncipe fechar os olhos e apertar o peito com as mãos frias.</p>
<p>Ali estavam também os reis e os príncipes das demais cidades. Todos olhavam, porém não compreenderam que a partir daquele momento as vidas do novo rei e da princesa haviam começado a correr juntos como dois rios, para cumprir a vontade dos altos deuses. Isso não o compreenderam.</p>
<p>Porque deve-se saber que a princesa Sac-Nicté havia sido destinada por seu pai, o poderoso rei de Mayapán, para o jovem Ulil, príncipe herdeiro do reino de Uxmal. Terminou o dia em que o príncipe Canec se tornou rei de Chichén Itzah e iniciou-se a contagem dos trinta e sete dias que faltavam para o casamento do príncipe Ulil e da princesa Sac-Nicté.</p>
<p>Vieram mensageiros de Mayapán ante o jovem rei de Chichén Itzah e lhe disseram: “Nosso rei convida seu amigo e aliado para as festas de casamento de sua filha”. E o rei Canec disse, com os olhos avermelhados: “Dizei a vosso senhor que estarei presente”.</p>
<p>E vieram mensageiros de Uxmal ante o rei Canec e lhe disseram: “Nosso rei Ulil pede ao grande rei dos Itzaes que vá sentar-se à mesa de suas festas com a princesa Sac-Nicté”. E o rei Canec, com a fronte cheia de suor e as mãos tensas: “Dizei a vosso rei que me verá nesse dia”.</p>
<p>E quando o rei dos Itzaes estava só, mirando as estrelas na água para conversar com elas, apareceu outra embaixada na metade da noite. Apareceu um anão escuro e velho e lhe disse ao ouvido: “A Flor Branca vos está esperando entre as folhas verdes; vais deixar que outro a arranque?”</p>
<p>E o anão desapareceu, pelo ar ou por baixo da terra, ninguém o viu além do rei, e ninguém mais soube dele.</p>
<p>Na grande Uxmal preparava-se o casamento da princesa Branca Flor e o príncipe Ulil, de Mayapán, a princesa foi com seu pai e com todos os grandes senhores em comitiva que encheu o caminho de cânticos.</p>
<p>Além da porta de Uxmal, o príncipe Ulil e muitos nobres e guerreiros saíram para receber a princesa e quando a viu, viu-a chorando.</p>
<p>Toda a cidade estava adornada de cintas, de plumas de faisão, de plantas e de arcos pintados de cores brilhantes. E todos dançavam e estavam alegres, porque ninguém sabia o que estava para acontecer.</p>
<p>Já era o terceiro dia e a lua era grande e redonda como o sol, era o dia propício para as bodas do príncipe, segundo a regra do céu.</p>
<div id="attachment_6134" class="wp-caption alignright" style="width: 354px"><img class="size-full wp-image-6134 " title="Chichen-Itza-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/08/Chichen-Itza-gnosisonline.jpg" alt="" width="344" height="242" /><p class="wp-caption-text">Em Chichén Itzah encontram-se a Pirâmide de Kukulcán, o Chac Mol e o Templo dos Guerreiros</p></div>
<p>De todos os reinos, dos próximos e dos distantes, haviam chegado a Uxmal reis e filhos de reis e todos trouxeram presentes e oferendas para os noivos. Alguns vieram com veados brancos, de cornos e cascos de ouro, outros vieram com grandes conchas de tartaruga cheias de plumas de quetzal radiante. Chegaram guerreiros com azeites odoríferos e colares de ouro e esmeraldas, vieram músicos com pássaros ensinados para cantar com música celestial.</p>
<p>De todas as partes chegaram embaixadores com ricos presentes&#8230; menos o rei Canec de Chichén Itzah.</p>
<p>Esperaram-no até o terceiro dia, porém nem chegou nem enviou mensagem alguma, todos estavam cheios de estranheza e inquietude, porque não sabiam&#8230;</p>
<p>Porém o coração da princesa sabia e esperava&#8230;</p>
<p>Na noite do terceiro dia das festas preparou-se o altar do esponsório e o grande senhor dos Itzaes não chegava, já não o esperavam os que nada sabiam.</p>
<p>Vestida estava de cores puras e adornada de flores a princesa Blanca Flor ante o altar, e já próximo o homem que a teria por esposa. Esperou Sac-Nicté, sonhando com os caminhos pelos quais haveria de aparecer o rei que ela colocou no coração. Esperava a Branca Flor do Mayab, enquanto Canec, o triste rei, o jovem e forte caçador, buscava desesperado na sombra o caminho que há de seguir para cumprir a vontade do Alto.</p>
<p>Na festa das bodas da princesa Sac-Nicté com o príncipe Ulil, esperou-se por três dias a chegada do senhor de Chichén Itzah.</p>
<p>Porém, o rei Canec chegou à hora em que deveria chegar. Saltou de pronto no meio de Uxmal, com sessenta de seus guerreiros principais e subiu ao altar onde ardia o incenso e cantavam os sacerdotes; chegou vestido de guerra e com o signo de Itzah sobre o peito.</p>
<p>“Itzalán! Itzalán!”, gritaram, como em campo de combate.</p>
<p>Ninguém se levantou contra eles, tudo aconteceu em um momento. O rei Canec entrou como o vento agitado e arrebatou a princesa em seus braços diante de todos. Ninguém pôde impedi-lo, quando quiseram vê-lo já não estava mais lá. Só ficou o príncipe Ulil ante os sacerdotes e junto ao altar.</p>
<p>Perderam a princesa ante seus olhos, que foi arrebatada pelo rei, que passou como um relâmpago. Assim terminaram as festas de casamento.</p>
<p>Mas de pronto roncaram os caracóis e soaram os címbalos, e a ira do príncipe Ulil gritou pelas ruas a convocar guerreiros.</p>
<p>O rei Canec havia ido desde sua cidade de Chichén até a grande Uxmal sem que ninguém o visse. Foi pelos caminhos ocultos perfurados na pedra, sob o solo, nesta santa terra dos maias, estes caminhos que se veem agora de vez em quando, e que antes só os conheciam aqueles que deveriam conhecê-los.</p>
<p>Assim chegou sem ser visto o rei Canec para roubar sua doce pombinha, o raio de lua de seu coração&#8230;</p>
<p>Porém, já se afiam outra vez as armas no Mayab e se levantam os estandartes de guerra. Uxmal e Mayapán se juntam contra Itzah!</p>
<p>Ah! A vingança cairá sobre Chichén, que já está débil e cansada do suave dormir e dos jogos alegres. Pelos caminhos há a poeira das marchas e no ar há gritots e ressoam os sonoros címbalos e troveja o caracol da guerra. O que será de ti, cidade de Chichén, débil e adormecida na felicidade de teu príncipe?!?</p>
<p>Eis como os Itzaes deixaram suas casas e seus templos de Chichén e abandonaram a bela cidade recostada à borda da água azul. Todos se foram chorando, uma noite, com a luz da aurora, todos se foram em fila, para salvar as estátuas dos deuses e a vida do rei e da princesa, luz e glória do Mayab.<a href="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/08/sac-nicte-canec-gnosisonline.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6133" title="sac-nicte-canec-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/08/sac-nicte-canec-gnosisonline.jpg" alt="" width="164" height="247" /></a></p>
<p>Diante dos filhos de Itzah ia o rei Canec, caminhando pelos sendeiros abertos no meio das montanhas, ia envolto em um manto branco e sem coroa de plumas em sua fronte. A seu lado ia a princesa Sac-Nicté, ela levantava a mão e assinalava o caminho e todos iam atrás.</p>
<p>Um dia, chegaram a um lugar tranquilo e verdejante, junto a uma lagoa quieta, distante de todas as cidades, e ali fixaram assento do reinado e edificaram as casas simples da paz, criando assim Petén, a cidade cheia de glória e alegria dos povos maias.</p>
<p>Salvaram-se assim os Itzaes pelo amor da princesa Sac-Nicté, que entrou no coração do último príncipe de Chichén para salvá-lo do castigo e fazer sua vida pura e branca.</p>
<p>Solitária e calada ficou Chichén Itzah no meio do bosque sem pássaros, porque todos voaram atrás da princesa Sac-Nicté.</p>
<p>Chegaram a ela numerosos e enfurecidos os exércitos de Uxmal e Mayapán e não encontraram nem os ecos nos palácios e nos templos vazios. A ira então ateou fogo na formosa cidade e Chichén Itzah ficou desolada e morta como está hoje, abandonada desde aquele tempo antigo, junto à água azul do Poço da Vida. Ficou só e morta, perfumadas as ruínas de um aroma suave que é como um sorriso ou uma branca luz da lua.</p>
<p>Na primavera brota a flor branca no Mayab e adorna as árvores e enche o ar de suspiros perfumados. E o filho da terra maia a espera e a saúda com toda a ternura de seu coração, e sua voz lembra ao ver o nome da princesa Sac-Nicté, a Branca Flor do Mayab.</p>
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		<title>As sete rondas planetárias</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 04:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>Durante o Grande Dia Cósmico de Manifestação, as ondas de vida ou Chispas Virginais vão atravessando 7  Períodos de manifestação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>Durante o Grande Dia Cósmico de Manifestação, as ondas de vida ou Chispas Virginais vão atravessando 7  Períodos de manifestação ou Rondas sucessivas, constituindo, estas últimas, a Evolução Planetária.<strong></strong></p>
<h3><strong>PRIMEIRA RONDA: RONDA MENTAL (ou PERÍODO DE SATURNO)</strong></h3>
<p>No primeiro período de manifestação de nossa Alma-Planetária no Sistema Solar de Ors (este é o nome de nosso Sistema Solar na Grande Fraternidade Branca), a natureza toda era mental, as formas já desenhadas na Mente Cósmica foram tomando diferentes graus de densidade em sucessivos Períodos de manifestação. Samael, em sua fantástica e portentosa obra A Revolução de Bel, diz:</p>
<p>Penetrei clarividentemente na Época de Saturno&#8230; Aqui não vejo nada vago nem vaporoso&#8230; Besant, Leadbeater, Heindel, Steiner&#8230;</p>
<p>Onde estão vossos poderes? Que se fizeram de vossos conhecimentos? Para que me falais de coisas vagas, quando tudo aqui é concreto e exato?</p>
<p>Estes homens da Época e Saturno eram Homens&#8230; e homens de verdade porque tinham o &#8220;Ser&#8221; e sabiam que o tinham&#8230;</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-555" title="Antropologia1" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/Antropologia1.jpg" alt="" width="156" height="150" />As humanidades sempre são análogas, e estes homens da Época de Saturno eram como os atuais&#8230; o ambiente era semelhante.</p>
<p>Quando se fala de humanidade, vêm à mente negócios, tabernas, lupanares, orgias, belas garotas e gentis galãs, princesas seqüestradas e velhos castelos, tenórios de barrio e poetas tresnoitados. O ancião que passa, a criança que chora, a mãe que sussurra uma esperança e o frade que murmura alguma oração&#8230; enfim, toda essa gama de qualidades e defeitos, variados, diversos, que constituem os valores humanos&#8230;</p>
<p>A humanidade é uma matriz onde se gestam anjos e diabos&#8230; Da humanidade, no sai senão isso: anjos ou diabos.</p>
<p>Quando as Mônadas Divinas animam os três reinos inferiores, não há nenhum perigo. O perigo reside ao chegarmos ao estado humano: deste estado sai para anjo ou diabo&#8230;</p>
<p>A matéria toda era mental&#8230; Todos os humanos usavam Corpos Astrais&#8230; Comiam, vestiam-se, bebiam e se divertiam como agora, porque o corpo astral é um organismo quase tão denso como o Físico e está analogamente constituído como o Físico&#8230;</p>
<p>Certamente, os homens da Arcádia recordavam antigos cataclismos e formosas tradições milenares&#8230; de épocas pré-saturnianas&#8230; porém, em pleno apogeu do estado humano, a vida era semelhante à atual&#8230;</p>
<p>Os homens desta Época de Saturno usavam Corpos Astrais e eram muito altos: nesse ínterim, nossos corpos humanos eram tão-só germes com possibilidades de desenvolvimento. Os atuais &#8220;Íntimos&#8221; humanos eram então só Chispas Virginais que animavam o Reino Mineral&#8230;</p>
<p>O crepúsculo da Noite Cósmica estendia a sombra de suas asas misteriosas sobre os vales profundos e as enormes e gigantescas montanhas da velha Arcádia. As corpulentas árvores milenares, últimos vestígios de pais desconhecidos, haviam visto durante longos anos cair as folhas de outono, a agora pareciam secar-se definitivamente para cair nos braços da morte. Nossos atuais corpos humanos pareciam fantasmas de homens e os Íntimos de nossa atual humanidade já haviam recebido suas mais finas vestimentas.</p>
<p>Terríveis terremotos sacudiam a Arcádia e por onde se queira, sentia-se um hálito de morte; daquelas enormes multidões de seres humanos haviam saído duas classes de seres: anjos e diabos.<strong></strong></p>
<h3><strong>SEGUNDA RONDA: RONDA ASTRAL (PERÍODO SOLAR)</strong></h3>
<p>Depois de um período de repouso cósmico, a vida recapitulou a Época de Saturno e então se iniciou a Época Solar: A Terra brilhava e resplandecia com os coloridos inefáveis da Luz Astral, e a matéria do Universo era a mesma Luz Astral. Os Corpos Físicos de nossa atual humanidade se desenvolveram um pouco mais e receberam o Corpo Vital que hoje em dia serve de base a toda a biologia humana.</p>
<p>Os anjos e os diabos da Época de Saturno flutuavam no ambiente da Época Solar. Os anjos e os diabos da Época de Saturno flutuavam no ambiente da Época Solar.</p>
<p>O universo brilhava e resplandecia cheio de inefável beleza. A humanidade da Época Solar era análoga às demais humanidades de qualquer Época, e entre os homens daquela época houve um que se esforçava terrivelmente por chegar à perfeição. Esse homem foi mais tarde Cristo, o divino Rabbi da Galiléia, o Logos Solar.</p>
<p>Havia na Época Solar outro templo de magia negra onde se iniciaram também muitíssimos homens que mais tarde se converteram em demônios. Astarot foi iniciado nesse negro e gigantesco templo.</p>
<p>Depois de milhões de anos, ao se aproximar a Noite Cósmica daquela Época Solar, os Quatro Senhores da Chama dotaram os atuais Íntimos humanos de Alma Espiritual ou Corpo Búdico, que é o Corpo da Intuição.</p>
<p>O veículo da intuição está conectado diretamente com o coração. O coração é, pois, o centro da intuição. O chacra, ou flor de lótus, da intuição gira e resplandece com extraordinária beleza. Nesse chacra há sete centros atômicos que servem de instrumentos às sete grandes Hierarquias Cósmicas para atuar sobre nosso maravilhoso organismo. Como já dissemos em nosso livro intitulado O Matrimônio Perfeito (ou, Porta de Entrada à Iniciação), o coração do Sol está analogamente construído como o coração de nosso organismo humano. Assim como no Sol há sete Hierarcas que dirigem os sete Raios Cósmicos, assim também em nosso coração há sete cérebros que pertencem às sete grandes Hierarquias Cósmicas.</p>
<p>Ao final da Época Solar, a humanidade daquele tempo chegou ao estado angélico e são os Arcanjos de hoje.</p>
<p>O mais alto Iniciado deles foi Cristo, porém nem todos os humanos desse então chegaram a esse estado, pois a maioria se converteu em demônios.</p>
<p>Javé, o pólo contrário do Cristo, foi o mais alto iniciado negro e tenebroso dessa Época.</p>
<p>Chegada a Noite Cósmica, o Universo pareceu submergir-se no caos. A natureza inteira entrou no sonho feliz&#8230;</p>
<p>As sementes de todo o vivente se entregaram nos braços do sonho&#8230; e os espaços infinitos vibraram deliciosamente as harpas dos Elohim.<strong></strong></p>
<h3><strong>TERCEIRA RONDA: RONDA ETÉRICA (PERÍODO LUNAR)</strong></h3>
<p>Passada a Noite Cósmica do Período Solar, iniciou-se o alvorecer do Período Lunar. O Universo Solar se condensou em matéria etérica. A vida recapitulou todos os estados dos passados Períodos Cósmicos e depois desses processos de recapitulação, iniciou-se em nossa Etérica Terra, chamada Terra-Lua, o Período Lunar em toda a sua plenitude. Os homens da Época Lunar eram pequenos de estatura e seus corpos eram de matéria etérica. Construíam suas casas sob a terra, ainda que sobre a superfície pusessem tetos análogos aos tetos de nossas atuais casas. Negociavam, trabalhavam e se divertian como nós, suas povoações urbanas eram pequenas e estavam conectadas como as nossas com caminhos e estradas.</p>
<p>Tinham também automóveis semelhantes aos nossos e as montanhas eram transparentes como o cirstal e de uma cor azul escuro muito formosa, essa é a cor que vemos nas distantes montanhas, esse é o Éter. Toda nossa antiga Terra era dessa bela cor.</p>
<p>Os vulcões estavam em incessante erupção e havia mais água que em nossa Época atual. Por onde quer que fosse, viam-se lagos imensos e mares dilatados&#8230;</p>
<p>A flora e a fauna dessa tempo eram muito diferentes das nossas: ali vemos clarividentemente vegetais-minerais (ou seja, semi-vegetais, semi-minerais), vegetais semi-animais etc. Isso quer dizer que os três Reinos da Natureza não estavam completamente definidos como agora, nessa Época um reino se confundia com outro. Havia entre as árvores uma marcante tendência a tomar com seus galhos e folhas formas côncavas, as quais as faziam semelhantes a gigantescos guarda-chuvas. Se adivinhava através de todo o existente uma marcada tendência a inclinar-se &#8220;para baixo&#8221;, quer dizer, até a condensação de nossa Terra atual. A Natureza é uma vivente escritura por todo lugar, e com essa vivente escritura escreve seus desígnios.</p>
<p>Vemos, em troca, agora em nossa Época atual do século 20, uma marcada tendência de construir elevados edifícios e aviões cada vez mais rápidos etc. Nossos atuais arbustos não querem inclinar-se senão subirem ao Sol, para cima, é que nossa erra já chegou ao máximum de condensação material e agora anela subir novamente, voltar a eterizar-se&#8230; Na realidade, o Éter está inundando o ar e eterizando a Terra cada vez mais, e ao final a grande Raça Ária o Éter se fará totalmente visível no ar, e então as criaturas que vivem no Éter compartilharão com o homem suas atividades.</p>
<p>No Período Lunar, os corpos físicos de nossa atual humanidade chagaram a uma maior grau de perfeição e então recebemos o Corpo Astral. Os homens de hoje éramos os animais do Período Lunar, e os anjos e os diabos dos antigos Períodos flutuavam na atmosfera etérica de nossa Terra-Lua; eram visíveis e tangíveis para a humanidade. O homem percebia por trás do fogo dos vulcões em erupção aos arcanjos (ancángeloi) ou criaturas do fogo e por trás de todas as formas existentes aos Senhores da Forma. Os Filhos da Vida regulavam as funções vitais de todo o existente e as criaturas elementais dos cinco elementos da Natureza conviviam com os homens.</p>
<p>Ao finalizar aquele grande Período Lunar, os Íntimos da atual humanidade receberam o Corpo do Espírito Humano, ou Corpo da Vontade, que Krishnamurti tanto deprecia.</p>
<p>Chegada a Noite Cósmica do Período Lunar, Jeová e seus anjos, e Lúcifer e seus demônios se retiraram do Cenário Cósmico e a Natureza toda entrou em profundo repouso.<strong></strong></p>
<h3><strong>QUARTA RONDA: RONDA FÍSICA (ou PERÍODO TERRESTRE)</strong></h3>
<p>Passada a Noite Cósmica do Período Lunar, o Universo se condensou na Nebulosa de que Laplace nos fala. Este foi o começo da Época físico-química na qual nós vivemos. A Natureza recapitulou os passados Períodos Cósmicos, tal como alegoricamente o Gênese nos descreve.</p>
<p>Esses foram os tempos da Nebulosa de Laplace durante os quais a Terra recapitulou a Época de Saturno. As moléculas da nebulosa quente e obscura entraram em fricção, sob o impulso da Palavra Perdida do Criador, e então a Nebulosa se fez ígnea.</p>
<p>Esta foi a Época Hiperbórea, durante a qual entraram em atividade os Átomos Solares da Época Solar. Nossa Terra foi então um globo ígneo cheio de Sabedoria do Fogo, e da Luz que o próprio Fogo produz. E nesse globo ardente viveram os Arcanjos que foram os homens da Época Solar, r se expressaram em toda a plenitude de sua Sabedoria.</p>
<p>Logo, disse Deus: Haja expansão em meio das águas, e separou as águas das águas.</p>
<p>Deus fez a expansão e afastou as águas que estavam debaixo da suspensão, das águas que estavam sobre a expansão, e foi assim.</p>
<p>E chamou Deus a expansão céus e foi a tarde e a manhã do dia seguinte. (Gn 1:6 a 8) Aqui a Bíblia segue falando da recapitulação do Período Solar: o globo ardente ao contato com as úmidas regiões interplanetárias produzia vapor d&#8217;água e se formavam enormes que, ao condensar-se, caíam em forma de chuva, formando enormes mares e poços que ferviam incessantemente sobre o globo ardente e as nuvens separaram as águas do céu, das águas do ardente globo.</p>
<p>&#8220;Deus também disse: Unam-se as águas que estão debaixo dos céus em um lugar, e descubra-se a seca. E assim foi. E Deus chamou a seca de Terra, e a reunião das águas chamou Mares. E viu Deus que era bom.&#8221; (Gn 1: 9 e 10)</p>
<p>Os poços de água que ferviam sobre o ardente globo, vieram a se cristalizar em forma de &#8220;cascas&#8221; sobre a superfície do ardente globo, e assim cumpriu-se a Palavra do Criador, que disse: &#8220;Descubra-se a seca. E Deus chamou a seca de Terra&#8221;. Foi assim que se formou a primeira crosta terrestre chamada Lemúria.</p>
<p>Nessa época lemuriana a Terra recapitulou o Período Lunar porque é a uma lei da vida que a Natureza, antes de iniciar suas novas manifestações, recapitula todas as suas passadas manifestações.</p>
<p>O que quiser conhecer objetivamente todos os processos evolutivos da humanidade que observe o feto humano desde sua concepção.</p>
<p>No ventre da mãe o feto recapitula todas as metamorfoses do corpo humano, desde antiquíssimas origens.<strong></strong></p>
<p><strong>RONDAS FUTURAS:</strong></p>
<p>A futura 5ª Ronda se desenvolverá no Mundo Etérico, a 6ª será no mundo astral e a 7ª no mental. Depois, virá a grande Noite Cósmica (Pralaya).</p>
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		<title>As sete raças-raízes</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 04:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[7]]></category>
		<category><![CDATA[raças]]></category>
		<category><![CDATA[raízes]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>Como percebemos nos textos sobre Antropologia Gnóstica, a Evolução de uma Alma-Planetária, ou seja, o conjunto de todas as Essências [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>Como percebemos nos textos sobre Antropologia Gnóstica, a Evolução de uma Alma-Planetária, ou seja, o conjunto de todas as Essências espirituais que se manifestam em um planeta, é de certa maneira semelhante à Evolução de um indivíduo. Uma alma individual se reencarna, passa de um corpo a outro. A Alma-Planetária passa de um planeta a outro de acordo com Leis predeterminadas pelos Deuses siderais.</p>
<p>E como se processa a Evolução de uma humanidade em um planeta? Como a da Terra, por exemplo?</p>
<p>Uma humanidade planetária nasce, evolui e se desenvolve, evoluindo e involuindo em sete etapas planetárias definidas com grande precisão matemática. Essas sete etapas são didaticamente chamadas de Sete Raças-Raízes, ou Raças Planetárias.</p>
<p>A vida que evoluiu e involuiu em um antiquíssimo planeta, que hoje é a nossa desolada Lua (chamada também de Terra-Lua ou Terra-Selene), reencarnou-se no planeta Terra. Aqui, numa nova etapa,  deverá evoluir e involuir, formando ao todo sete expressões civilizatórias, chamadas esotericamente de &#8220;7 Raças&#8221;, que, sob o ponto de vista teosófico e gnóstico, são:</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-2546 aligncenter" title="atlantida-lemuria-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/atlantida-lemuria-gnosisonline-240x142.jpg" alt="" width="356" height="210" /></p>
<h3 style="text-align: left;">PRIMEIRA RAÇA-RAIZ OU PROTOPLASMÁTICA</h3>
<p style="text-align: left;">Habitou o que hoje conhecemos como a Calota Polar Norte, a Terra de Asgard, citada em antiquíssimas tradições como a distante Thule paradisíaca dos nórdicos e dos astecas, a Ilha de Cristal.</p>
<p style="text-align: left;">A Raça Polar (como também é chamada esta poderosa Raça) se desenvolveu em um ambiente totalmente distinto ao atual. Naquela época a Terra era propriamente semi-etérica, semifísica, las montanhas conservavam sua transparência e a Terra toda resplandecia gloriosamente com uma belíssima color azul-etérica intensa.</p>
<p style="text-align: left;">Produto maravilhoso de incessantes evoluções e transformações que outrora se iniciaram desde o estado germinal primitivo, a primeira Raça surgiu das dimensões superiores completa e perfeita.</p>
<p style="text-align: left;">Inquestionavelmente a primeira Raça jamais possuiu elementos rudimentares nem fogos incipientes. Para o bem da Grande Causa, lançaremos em forma enfática o seguinte enunciado: &#8220;Antes que a primeira Raça humana saísse da quarta coordenada para se fazer viível e tangível no mundo tridimensional, esta teve que gestar-se completamente dentro do Jagad-Yoni, a &#8220;matriz do mundo&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">Extraordinária humanidade primigênia, andróginos sublimes totalmente divinos, seres inefáveis mais além do bem e do mal.</p>
<p style="text-align: left;">Protótipos de perfeição eterna para todos os tempos, seres excelentes semifísicos, semietéricos, com corpos protoplasmáticos indestrutíveis de bela cor negra, elásticos e dúcteis, capazes de flutuar na atmosfera.</p>
<p style="text-align: left;">Com o material plástico e etéreo desta Terra primigênia foram construídos cidades, palácios e templos grandiosos. Resultam interessantíssimos os Rituais Cósmicos dessa época. A construção dos Templos era perfeita. Nas vestiduras se combinavam as cores branca e preta para representar a luta entre o espírito e a matéria. Os símbolos e objetos de trabalho eram usados invertidos para representar o Drama que se projeta nos séculos: o descenso do espírito até a matéria. A vida estava até agora materializando-se e deveria a isso dar-se uma expressão simbólica. Sua escritura gráfica foram os caracteres rúnicos, de grande poder esotérico.</p>
<p style="text-align: left;">É ostensível que todos esses seres ingentes eram os fogos sagrados personificados dos poderes mais ocultos da Natureza.</p>
<p style="text-align: left;">Essa foi a Idade o fissiparismo, aquelas criaturas se reproduziam mediante o ato sexual fissíparo, &#8220;segundo se tem visto na divisão da célula nucleada, onde o núcleo se divide en dos subnúcleos, os quais se multiplicam como entidades independentes&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">Naqueles seres andróginos (elementos masculino e feminino perfeitamente integrados) a energia sexual operava de forma diferente à atual, e em determinado momento o organismo original do pai-mãe se dividia em duas metades exatas, multiplicando-se para o exterior como entidades independentes, processo similar à multiplicação por bipartição ou divisão celular. O filho andrógino sustentava-se por um tempo de seu pai-mãe. Cada um desses acontecimentos da reprodução original, primeva, era celebrado com rituais e festas.</p>
<p style="text-align: left;">Inquestionavelmente, a Ilha Sagrada, morada do primeiro homem do último mortal divino, ainda existe na quarta dimensão como insólita morada dos Filhos do Crepúsculo, Pais Preceptores da humanidade.</p>
<p style="text-align: left;">Terra do amanhecer, mansão imperecedoura, celeste paraíso de clima primaveral por ali, nos mares ignotos do Polo Norte.</p>
<p style="text-align: left;">Magnífico luzeiro no Setentrião, esse Éden da quarta coordenada, continente firme em meio ao grande oceano.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Nem por terra nem por mar se consegue chegar à Terra Sagrada&#8221;, repete veementemente a tradição helênica. &#8220;Só o voo do espírito pode conduzir a ela&#8221;, dizem com grande solenidade os velhos sábios do mundo oriental.</p>
<h3 style="text-align: left;">SEGUNDA RAÇA-RAIZ OU HIPERBÓREA</h3>
<p style="text-align: left;">Essa raça apareceu no cenário terrestre como resultado das incessantes transformaçoes que, através do tempo a 1ª Gran Raça Raíz experimentou. Habitou as regiões boreais que como ferradura continental circundam a Calota Polar Norte, ocupando o atual norte da Ásia, Groenlândia, Suécia, Noruega etc., estendendo-se até as Ilhas Britânicas.</p>
<p style="text-align: left;">Essa foi uma época de variadíssimas mutações na Natureza. Grande diversidade de espécies foi gestada no tubo de ensaio da Natureza, cujos 3 Reinos ainda não estavam de todo diferenciadas. O clima era tropical e a terra coberta de grande vegetação.</p>
<p style="text-align: left;">O ser humano continuava sendo andrógino, reproduzindo-se por brotação, sistema que continua ativo nos vegetais.</p>
<p style="text-align: left;">É impossível encontrarem-se restos das primeiras Raças primevas porque a Terra estava constituída de protomatéria, semietérica e semifísica. Só nas Memórias da Natureza os grandes clarividentes podem estudar a história dessas Raças.</p>
<h3 style="text-align: left;">TERCEIRA RAÇA-RAIZ OU LEMURIANA</h3>
<p style="text-align: left;">Dessa segunda classe de andróginos divinos procedeu-se por sua vez a terceira Raça-raiz, os Duplos, gigantes hermafroditas, colossais, imponentes. A civilização lemúrica floresceu maravilhosa no Continente Mu ou Lemúria, vulcânica terra no Oceano Pacífico.</p>
<p style="text-align: left;">O planeta chegou a um alto grau de materialidade, próprio desta Ronda físico-química. Como todas as formas de então existentes na Terra, o homem era de estatura gigantesca.</p>
<p style="text-align: left;">A reprodução era por geração ovípara, produzindo como seres hermafroditas, e, mais tarde, com o predomínio de um só sexo, até que por fim nasceram nasceram do ovo machos e fêmeas. Na quinta sub-raça lemuriana [<em>pois cada grande Raça é formada de 7 sub-raças</em>], começa o ovo a queda e retida no seio materno, e a criatura nasce débil e desvalida. Por último, na sexta e sétima sub-raças já é geral a geração por ajuntamento de sexos.</p>
<p style="text-align: left;">A reprodução sexual se fazia então sob a direção dos Kummaras, seres divinais que regiam os templos. Porém, na segunda metade do período lemúrico, começaram a fornicar, ou seja, a desperdiçar o esperma sagrado, ainda que tão só o faziam para dar continuação da espécie. Então, os Deuses castigaram a humanidade pecadora (Adão-Eva), expulsando-os para fora do Éden paradisíaco, a Terra Prometida, onde os rios de água pura de vida manam leite e mel.</p>
<p style="text-align: left;">O ser humano expressava-se na Linguagem Universal, o seu Verbo tendo poder sobre o fogo, o ar, a água e a terra. Podia perceber a aura dos mundos no espaço infinito, e dispunha de maravilhosas faculdades espirituais que foi perdendo, como consequência do Pecado Original.</p>
<p style="text-align: left;">Esta foi uma época de instabilidade na superfície terrestre, devido à constante formação de vulcõs e de novas terras. Ao final, por meio de 10 mil anos de gigantescos terremotos e maremotos, o gigantesco continente Mu foi se desmembrando e fundindo-se nas ondas do Oceano Pacífico. Encontramos seus vestígios na Ilha da Páscoa, Austrália, a Oceania etc.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Muito se tem discutido sobre o Paraíso Terrenal&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Realmente, esse Paraíso existiu e foi o continente da Lemúria, situado no Oceano Pacífico. Essa foi a primeira terra seca que houve no mundo. A temperatura era extremadamente quente.&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;O intensíssimo calor e o vapor das águas nublavam a atmosfera e os homens respiravam por guelras, como os peixes.&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Os Homens da Época Polar e da Época Hiperbórea e princípios da Época Lemúrica eram hermafroditas e se reproduziam como se reproduzem os micróbios hermafroditas. Nos primeiros tempos da Lemúria, a espécie humana quase não se distinguia das espécies animais; porém, através de 150 mil anos de evolução os lemurianos chegaram a um grau de civilização tão grandiosa que nós, os Ários, estamos ainda muito distantes de alcançar.</p>
<p style="text-align: left;">Essa era a Idade de Ouro, essa era a idade dos Titãs. Esses foram os tempos deliciosos da Arcádia. Os tempos em que não existia o meu ou o teu, porque tudo era de todos. Esses foram os tempos em que os rios manavam leite e mel.</p>
<p style="text-align: left;">A imaginação dos homens era um espelho inefável onde se refletia solenemente o panorama dos céus estrelados de Urânia. O homem sabia que sua vida era vida dos Deuses, e ele que sabia dedilhar a Lira estremecia os âmbitos divinos com suas deliciosas melodias. O artista que manejava o cinzel se inspirava na sabedoria eterna e dava a suas delicadas esculturas a terrível majestade de Deus.</p>
<p style="text-align: left;">Oh! A Época dos Titãs, a época em que os rios manavam leite e mel&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Os lemures foram de grande estatura e tinham ampla fronte, usavam simbólicas túnicas, branca à frente e preta atrás, tiveram naves voadoras e aparelhos propulsionados a energia atômica, iluminavam-se com energia atômica, e chegaram a um altíssimo grau de cultura. (Em nosso livro <em>O Matrimônio Perfeito</em> falamos amplamente sobre este particular.)</p>
<p style="text-align: left;">Esses eram os tempos da Arcádia: o homem sabia escutar, nas sete vogais da Natureza, a voz dos Deuses, e essas sete vogais (I-E-O-U-A-M-S) ressoavam no corpo dos lemures, com toda a música inefável dos compassados Ritmos do Fogo.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;O corpo dos lemurianos era uma harpa milagrosa onde soavam as sete vogais da Natureza com essa tremenda euforia do Cosmo.</p>
<p style="text-align: left;">Quando chegava a noite, todos os seres humanos adormeciam como inocentes criaturas no seio da Mãe Natureza, afagados pelo canto dulcíssimo e comovedor dos Deuses, e quando a aurora raiava, o Sol trazia diáfanas alegrias e não tenebrosas penas.&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Os casais da Arcádia eram matrimônios gnósticos. O homem só efetuava o conúbio sexual sob as ordens dos Elohim, e como num sacrifício no Altar do matrimônio para brindar corpos às almas que necessitavam reencarnar-se. Desconhecia-se por completo a fornicação e não existia a dor no parto.</p>
<p style="text-align: left;">Através de muitos milhares de anos de constantes terremotos e erupções vulcânicas, a Lemúria foi fundindo-se nas embravecidas ondas do Pacífico. Em tempo, surgia do fundo do oceano o Continente Atlante.&#8221;</p>
<h3 style="text-align: left;">QUARTA RAÇA-RAIZ OU ATLANTE</h3>
<p style="text-align: left;">Depois que a humanidade hermafrodita se dividiu em sexos opostos, transformados pela Natureza em máquinas portadoras de criaturas, surgiu a quarta Raça-Raíz sobre o geológico cenário atlante localizado no oceano que leva seu nome.</p>
<p style="text-align: left;">Foi engendrada pela terceira Raça há uns 8 milhões de anos, cujo fim o Manu da quarta Raça escolheu dentre a anterior os tipos mais adequados, a quem conduziu à imperecedoura Terra Sagrada para livrá-los do cataclismo lemuriano.</p>
<p style="text-align: left;">A Atlântida ocupava quase toda a área atualmente coberta pela parte setentrional do Oceano Atlântico, chegando pelo NE até a Escócia, pelo NO até o Labrador e cobrindo pelo Sul a maior parte do Brasil.</p>
<p style="text-align: left;">Os atlantes &#8211; de estatura superior à atual &#8211; possuíram uma alta tecnologia, a que combinaram com a magia, porém, ao final degeneraram-se e foram destruídos.</p>
<p style="text-align: left;">H. P. Blavatsky, referindo-se à Atlântida, diz textualmente em suas estâncias antropológicas:</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Construíram templos para o corpo humano, renderam culto a homens e mulheres. Então, cessou de funcionar o terceiro olho (<em>o olho da intuição e da dupla visão</em>). Construíram enormes cidades, lavrando suas próprias imagens segundo seu tamanho e semelhança, e as adoraram&#8230;&#8221;<br />
&#8220;Fogos internos já haviam destruído a terra de seus pais (<em>la Lemúria</em>) e a água ameaçava a Quarta Raça (<em>a Atlântida</em>).</p>
<p style="text-align: left;">Sucessivos cataclismos acabaram com a Atlântida, cujo final foi reconstituído em todas as tradições antigas como o Dilúvio Universal.</p>
<p style="text-align: left;">A época da submersão da Atlântida foi realmente uma era de câmbios geológicos. Emergiram do seio profundo dos mares outras terras firmes que formaram novas ilhas e novos continentes.</p>
<h3 style="text-align: left;">QUINTA RAÇA-RAIZ OU ÁRIA</h3>
<p style="text-align: left;">Já há 1 milhão de anos que o Manu Vaivasvata (o Noé bíblico) selecionou de entre a sub-Raça proto-semítica da Raça Atlante as sementes da quinta Raça-Mãe e as conduziu à imperecedoura Terra Sagrada. Idade após idade, foi modelando o núcleo da humanidade futura. Aqueles que lograram cristalizar as virtudes da Alma acompanharam o Manu em seu êxodo à Ásia Central, onde morou por longo tempo, fixando ali a residência da Raça, cujos galhos haveriam de ramificar-se em diversa direções.</p>
<p style="text-align: left;">Eis agora as sete sub-raças ou galhos do tronco ário-atlante:</p>
<p style="text-align: left;">A <strong>primeira sub-raça</strong> se desenvolveu no Planalto Central da Ásia, de forma mais concreta na região do Tibet, e teve uma poderosa civilização esotérica.</p>
<p style="text-align: left;">A <strong>segunda sub-raça</strong> floresceu no sul da Ásia, na época pré-védica, e então foi conhecida a sabedoria dos Rishis do Hindustão, os esplendores do antigo Império Chinês etc.</p>
<p style="text-align: left;">A <strong>terceira sub-raça</strong> se desenvolveu maravilhosamente no Egito (de direta ascendência atlante), Pérsia, Caldeia etc.</p>
<p style="text-align: left;">A <strong>quarta sub-raça</strong> resplandeceu com as civilizações da Grécia e de Roma.</p>
<p style="text-align: left;">A <strong>quinta sub-raça</strong> foi perfeitamente manifestada na Alemanha, Inglaterra e outros países.</p>
<p style="text-align: left;">A <strong>sexta sub-raça </strong>resultou da mescla dos espanhóis e portugueses com as raças autóctones da América.</p>
<p style="text-align: left;">A <strong>sétima sub-raça</strong> está perfeitamente manifestada no resultado de todas essas mesclas de diversas raças, tal como hoje o podemos evidenciar no território dos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: left;">Nossa atual Raça terminará com um grande cataclismo. A Sexta Raça (Raça Koradhi) viverá em uma Terra transformada (a Quinta Ronda, ou Etérica; veja o texto sobre as Rondas Planetárias) e a sétima será a última. Depois dessas Sete Raças, a Terra se converterá em uma nova lua.</p>
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		<title>Atlântida &#8211; 4ª raça-raiz</title>
		<link>http://www.gnosisonline.org/antropologia/atlantida-4%c2%aa-raca-raiz-de-nosso-planeta-terra/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 04:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>Comecemos recordando este antigo continente submerso, chamado Atlântida. No velho Egito dos faraós, os sacerdotes de Saís disseram a Sólon [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>Comecemos recordando este antigo continente submerso, chamado Atlântida.</p>
<p>No velho Egito dos faraós, os sacerdotes de Saís disseram a Sólon que a Atlântida havia sido destruída 9 mil anos antes de com ele conversarem. A civilização atlante, no entanto, não poderia ser superada por nossa moderna civilização.</p>
<p>Conheceram a energia atômica e a utilizaram tanto na guerra quanto na paz. A ciência atlante teve a vantagem de estar unida a magia, fabricaram-se extraordinários robôs, dotados assim, de inteligência pareciam seres humanos e serviam fielmente aos seus amos.</p>
<p>Qualquer robô podia informar a seu dono dos perigos que o cercavam e geralmente sobre as múltiplas coisas da vida prática.</p>
<p>Os atlantes possuíam máquinas tão poderosas e maravilhosas como aquela que telepaticamente podia transmitir à mente de qualquer ser humano informação preciosa intelectual.</p>
<p>As lâmpadas atômicas iluminavam os palácios e os templos de paredes transparentes. As naves marítimas e aéreas eram impulsionadas por energia nuclear. Eles aprenderam também a desgravitacionar os corpos à vontade. Com um pequeno aparelho que cabia na sua palma da mão podiam levantar qualquer corpo por mais pesado que este fosse.</p>
<p>O Deus Netuno governou sabiamente a Atlântida. Era de admirar ao ver o templo sacratíssimo deste Santo Deus. As paredes e muros prateados do referido templo assombravam pela sua beleza e as cúpulas e tetos eram todos de ouro maciço e da melhor qualidade.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-587" title="atlantida" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/atlantida.jpg" alt="" width="197" height="265" />O marfim, o ouro, a prata e o latão reluziam dentro do Templo de Netuno com todos os régios esplendores dos antigos tempos.</p>
<p>A gigantesca e sagrada escultura do muito venerável e muito sublime Deus Netuno era de puro ouro. Aquela inefável e misteriosa estátua, montada num belo carro arrastado por exóticos corcéis, mais a respeitável corte de cem sereias, infundiam na mente dos devotos atlantes profunda veneração.</p>
<p>As cidades atlantes floresceram enquanto seus habitantes permaneceram fiéis à religião de seus pais, enquanto cumpriam com os preceitos do Deus Netuno, enquanto não violaram a lei e a ordem. Porém, quando as coisas sagradas foram profanadas, quando abusaram do sexo, quando caminharam com os 7 Pecados Capitais, foram castigados e submergidos no fundo do oceano.</p>
<p>Os sacerdotes de Saís disseram a Sólon: &#8220;Todos quantos corpos celestes movem-se em suas órbitas sofrem perturbações que determinam em tempo uma destruição periódica das coisas terrestres por um grande fogo&#8221;.</p>
<p>O continente Atlante estendia-se e orientava-se em direção ao Austro (vento sul) e os lugares mais elevados em direção ao norte, seus montes excediam-se em grandeza, elevação e número aos atualmente existentes.</p>
<p>A famosa história do Dilúvio Universal, cujas versões encontram-se em todas as tradições humanas, são simples recordações da grande catástrofe atlante. Todos os ensinamentos religiosos da América primitiva, todos os sagrados cultos dos incas, maias, astecas, etc. etc., os deuses e deusas dos antigos gregos, fenícios, escandinavos, hindustânicos, etc., são de origem atlante.</p>
<p>Os deuses e deusas citados por Homero na Ilíada e na Odisséia, foram heróis, rainhas e reis da Atlântida.</p>
<p>Ela unia geograficamente a América com o Velho Mundo e as antigas civilizações indo-americanas são originárias da Atlântida, assim como tiveram a mesma origem as religiões egípcias, incas, maias, etc.</p>
<p>O alfabeto fenício, pai de todos os alfabetos europeus, tem sua raiz em um antigo alfabeto atlante, que foi corretamente transmitido aos Maias pelos atlantes. Todos os símbolos egípcios e maias, provêm da mesma fonte e assim explica-se a semelhança, demasiado grande, para ser casualidade. Os atlantes possuíam um metal mais precioso do que o ouro a que chamavam Orichaulcum. A catástrofe que submergiu a Atlântida foi pavorosa. Não resta dúvida de que foi resultado da violação da Lei e, por isso, é sempre catastrófico. A época da submersão da Atlântida foi realmente uma era de transformações geológicas.</p>
<p>Emergiram do profundo seio do mar outras terras firmes que formaram novas ilhas e novos continentes.</p>
<p>Alguns sobreviventes refugiaram-se em um pequeno continente chamado Grabontsi, atual África, o qual aumentou de tamanho e extensão devido a que outras áreas de terra foram emergidas depois de somaram-se ao mesmo.</p>
<p>O Golfo do México antigamente foi um formoso vale. As ilhas das Antilhas, das Canárias, Espanha, são partes da submersa Atlântida.</p>
<p>O antigo mar de Kolhidius, situado a noroeste do continente recém-formado e conhecido como Ashartk (Ásia) mudou de nome, sendo conhecido agora com o nome de Mar Cáspio. As costas desse Mar Cáspio são formadas por terras que ao emergirem do oceano haviam-se reunido ao continente asiático.</p>
<p>A Ásia, o Mar Cáspio e todo este bloco de terra anexado são o que hoje conhecemos com o nome de Cáucaso. Esse bloco, naqueles tempos, chamou-se Frianktzanaráli e mais tarde Kolhidishissi, porém hoje em dia, repito, chama-se Cáucaso.</p>
<p>Naquele tempo havia um grande rio que fertilizava a rica terra de Tikliamis, que desembocava no Mar Cáspio. Esse rio denominava-se Okoseria, ele ainda existe, mas não desemboca mais no Mar Cáspio porque um tremor de terra secundário o desviou para a direita. O rico caudaloso precipitou-se violentamente pela zona mais deprimida do continente Asiático, dando origem ao pequeno Mar de Aral; mas o antiquíssimo leito desse velho rio, atualmente chamado Amu-Dária, ainda pode ser visto como sagrado testemunho do curso dos séculos.</p>
<p>Depois da terceira grande catástrofe que exterminou com a Atlântida, o antigo país de Tikliamis, com sua formidável capital, situada às margens do mencionado rio, foi coberto com todos os povos e aldeias pelas areias e agora é apenas deserto.</p>
<p>Por aquela época, desconhecida para um César Cantu e sua História Universal, existia na Ásia outro belo país, conhecido com o nome de Maralpleicie. Esse país comerciava com Tikliamis e até existia entre eles muita concorrência comercial.</p>
<p>Mais tarde, esse país de Maralpleicie recebeu o nome de Goblândia, devido à grande cidade de Gob.</p>
<p>Goblândia e sua poderosa cidade de Gob foram tragados pelas areias do deserto. Entre suas areias estão ocultos riquíssimos tesouros, poderosas máquinas desconhecidas por esta Raça Ária.</p>
<p>De quando em quando, as areias deixam a descoberto todos esses tesouros, mas ninguém atreve-se a tocá-los, porque quem o intenta é instantaneamente morto pelos Gnomos que o guardam. Somente os homens da grande Sexta Raça Khoradi, que no futuro habitará este planeta, poderão conhecê-los e isso em troca de uma conduta reta.</p>
<p>Muitos comerciantes de pérolas salvaram-se da catástrofe atlante refugiando-se em Perlândia, atual Índia.</p>
<p>Os estudantes ocultistas enchem-se de horror quando revisam os arquivos Akáshicos da Natureza e encontram acontecimentos como o que relataremos a seguir.</p>
<p>Eles recordaram-se daquela bela mulher, rainha dos países do sul do continente submerso e a poderosa cidade das portas de ouro, chamada Katebet, a das tristes recordações. Realmente não existe na história dos Bórgias e dos Medicis, semelhante perversidade. Essa bela mulher cativava pela sua beleza e necromancias, seduzia com seus encantos a príncipes e reis&#8230; Fascinava com seus embelezamentos.</p>
<p>Muitos adolescentes e meninos foram imolados em nome das tenebrosas entidades do mundo interior.</p>
<p>A medicina sacerdotal atlante descobriu naquela época o que hoje podemos chamar cientificamente Opoterapia Humana, quer dizer, a aplicação nos enfermos e senis de sucos glandulares de pituitrina, tiroidina, adrenalina etc. etc. Os médicos-sacerdotes não usavam apenas a química&#8230;</p>
<p>As vítimas de imolação depois de serem retiradas dos altares de sacrifícios, eram levadas a certas câmaras secretas, onde os sacerdotes médicos extraíam dos cadáveres as preciosas glândulas endócrinas tão necessárias para conservar o corpo da rainha fatal, com todo o seu encanto e a beleza de uma juventude que chegou a suportar o peso dos séculos, muitos séculos. O mais espantoso daquilo era que os sacerdotes, depois de extrair as glândulas dos cadáveres, arrojavam-nos às fantásticas multidões aviltadas, que, sequiosas, devoravam-nos. Assim, esses povos tornaram-se antropófagos.</p>
<p>Reflexionando sobre todas essas coisas, nos espantamos, nos horrorizamos, mas todas essas barbáries tornam-se pequenas e ridículas se as compararmos com as atrocidades cometidas durante a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais e com a espantosa explosão atômica de Hiroshima e Nagasaki.</p>
<p>Todo o barbarismo atlante torna-se insignificante, comparado com a câmara de gás, onde milhões de pessoas, mulheres, crianças e anciães, despojados de suas vestimentas, morreram na mais infinita desesperação.</p>
<p>Nos horrorizamos com a bestialidade atlante, porém mil vezes horrorosos foram os bombardeios de Londres, campos de concentração, forca, cidades destruídas por criminosas bombas, enfermidades, fome e desespero.</p>
<p>Nunca antes na história houve perversidade maior do que a desta Quinta Raça Ária, caduca e degenerada.</p>
<p>Assim como a Atlântida submergiu-se com todos os seus habitantes nas profundezas dos oceanos, assim também esta Raça Ária será destruída e dela não restará nem mesmo cinza.</p>
<p>QUE SE SAIBA DE UMA VEZ E PARA SEMPRE QUE DE TUDO ISSO QUE A HUMANIDADE TANTO ESTIMA E ADMIRA NÃO FICARÁ PEDRA SOBRE PEDRA.</p>
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		<title>A atual raça ária ou ariana</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 04:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[destruição]]></category>
		<category><![CDATA[Egito]]></category>
		<category><![CDATA[índia]]></category>
		<category><![CDATA[maia]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>Falemos um pouco sobre as 7 Raças e, em seguida, sobre a 5ª Raça-Raiz, chamada esotericamente de Ária ou Ariana. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>Falemos um pouco sobre as 7 Raças e, em seguida, sobre a 5ª Raça-Raiz, chamada esotericamente de Ária ou Ariana.<strong></strong></p>
<p><strong>AS RAÇAS</strong></p>
<p>Todos os planetas têm 7 raças e 7 sub-raças. Nosso planeta Terra já deu 5 raças, faltam duas. Depois das 7 raças e já transformada pelos cataclismos, converter-se-á a Terra através dos milhões de anos em uma nova Lua.</p>
<p>Toda vida involucionante e evolucionante veio da Lua. Quando a grande vida abandonou a Lua, esta morreu e converteu-se em deserto. Na lua também existiram 7 raças cada uma com suas 7 sub-raças. A alma lunar, a vida lunar está atualmente involucionando e evolucionando em nosso planeta Terra. ASSIM É COMO REENCARNAM-SE OS MUNDOS.</p>
<p>Os astecas dizem que os homens da primeira raça foram gigantes extraordinários de cor negra, muito civilizados. Uma raça andrógina; assexual, semi-física, semi-etérica. Os indivíduos podiam reduzir seu tamanho ao de uma pessoa normal da atual raça Ária. Os rituais e sabedoria foram portentosos. A barbárie não existia naquela época. Esta raça divina foi devorada pelos tigres da sabedoria.</p>
<p>O REGENTE DESTA RAÇA FOI O DEUS TESCATLIPOCA. Cada indivíduo era um mestre de sabedoria. A reprodução realizava-se por ato fissíparo, o qual é similar ao sistemas de reprodução das células orgânicas mediante o processo de divisão celular. Assim como o organismo pai-mãe; dividia-se em dois. O filho andrógino continuava sustentando-se por um certo tempo do pai-mãe. A primeira raça viveu na Ilha Sagrada, situada na calota polar Norte. TODAVIA EXISTE A REFERIDA ILHA PORÉM EM ESTADO DE JINAS, DENTRO DA QUARTA VERTICAL.</p>
<p>A SEGUNDA RAÇA: Foi governada por QUETZALCOALTL, foi a humanidade hiperbórea. A Segunda raça degenerou-se convertendo-se em símios, antepassados dos atuais macacos. Reproduziam-se pelo processo de brotação, tão comum entre os vegetais. Do trono brotam muitos ramos. Foram arrasados pro fortes furacões.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2532" title="sete-racas-khmer-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/sete-racas-khmer-gnosisonline-174x240.jpg" alt="" width="225" height="312" />A TERCEIRA RAÇA: Foi a raça lemuriana que habitou o que é hoje o Oceano Pacífico. Pereceram pelo sol de chuva e fogo (vulcões e terremotos). Essa raça era governada pelo deus asteca TLALOC. A reprodução era por gemação. A Lemúria foi um continente muito extenso.</p>
<p>Os lemurianos que degeneraram-se tiveram mais tarde rostos semelhantes aos dos pássaros. Por isso os selvagens, recordando a tradição, adornam-se com plumas em suas cabeças.</p>
<p>A QUARTA RAÇA: Foram os atlantes. Esteve sob a regência do deus asteca ATONATIUH. Terminou com uma grande inundação. As tribos pré-colombianas da América são seus descendentes, assim como os chineses primitivos, os primitivos egípcios, etc.</p>
<p>QUINTA RAÇA: ÁRIA. Somos nós. Terminará com um grande cataclismo. Está perfeitamente descrito no Ahau KATUN, que é o décimo terceiro que se conta; CABALIXBACH; CHACHALACA, povoado KINCHIL COBA. CHACHALACA de ROSTO SOLAR, é o assento do décimo terceiro KATUN</p>
<p>&#8220;Enegrer-se-á o ramalhete dos senhores da terra pela universal justiça de Deus Nosso Senhor&#8221;.</p>
<p>&#8220;Voltar-se-á o sol, voltar-se-á o rosto da lua&#8221;.</p>
<p>Descerá o sangue pelas árvores e pelas pedras; arderão os céus e a terra pela palavra de Deus Pai, de Deus Filho, e de Deus Espírito Santo, Santa Justiça, Santo Juízo de Deus Nosso Senhor.</p>
<p>&#8220;Nula será a força de céu e da Terra quando entre o cristianismo das grandes cidades e dos povos ocultos, a grande cidade chamada MAAX, única, e também a totalidade dos pequenos povos em toda sua extensão do país plano de MAIS CUSAMIL, MAIPAN, ANDORINHA MAIA, em seu lugar a bandeira velada&#8221;.</p>
<p>&#8220;Será o tempo em que se levantam os homens de dois dias, (os homossexuais e as lesbianas) no rigor da lascívia; filhos de maus e perversos, cúmulo de nossa perdição e vergonha&#8221;.</p>
<p>Dedicados serão nossos infantes a &#8220;flor de maio&#8221; e não haverá vem para nós.</p>
<p>&#8220;Será origem de morte pelo mau sangue ao sair da Lua, e ao entrar a Lua cheia acontecerá o sangue inteiro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Também os astros bons luzirão sua bondade sobre os vivos e sobre os mortos&#8221;. Isto diz textualmente o livro dos livros de CHILAM BALAM, jóia sagrada do povo maia.</p>
<p>SEXTA RAÇA: CORADI. Sairá depois do cataclismo da quinta raça, viverá numa terra transformada.</p>
<p>SÉTIMA RAÇA: Será a última. Necessário falar-se das 7 Rondas Planetárias: Depois destas sete raças a Terra converter-se-á em uma nova Lua.</p>
<p>Na primeira ronda, nossa Terra foi criada com matéria do plano mental. Na Segunda ronda, nossa Terra condensou-se na forma etérea e na atual ronda, a Terra cristalizou-se na forma física e química.</p>
<p>É urgente saber que a terra físico-química evoluciona sob as leis do Carma planetário. A futura quinta ronda desenvolver-se-á no mundo etérico. A Sexta ronda, no mundo astral e a sétima ronda no mundo mental. Depois virá a grande NOITE CÓSMICA.</p>
<p>Na primeira ronda as evoluções foram muito pobres, o mesmo acontecendo na segunda e na terceira. O fogo rendeu pouco nessas três precedentes rondas planetárias. O resultado temos observado esta quarta ronda onde vivemos. Causa espanto o homem lucífero desta quarta ronda. O fogo planetário, pouco desenvolvido e sobrecarregado de Carma planetário devido aos poucos rendimentos das rondas precedentes, produziu neste nosso mundo físico uma evolução lenta e pesada, terrível. As três rondas anteriores deram pouco resultado devido ao Carma planetário.</p>
<p>Os Deuses da natureza trabalharam muitíssimo para criar seres auto-conscientes. Os deuses tiveram que fazer difíceis experimentos nos laboratórios da Natureza. Embora, seja bom saber, que a luta dos deuses para criar o homem, ainda não terminou. Todavia o ser humano, o chamado humano, tem que renunciar muito ou estará nos jardins zoológicos do futuro.</p>
<p>O reino de Malchut é um filtro terrível, quem desejar livrar-se dessa roda fatal do Samsara, tem que dissolver o ego e encarnar sua alma. Raros são os que o conseguem.</p>
<p>O resíduo deste filtro é o comum e corrente e a este leva o homem ao abismo, o ouro, o seleto, o homem verdadeiro é aquele que tem encarnados sua alma e seu espírito e depois da morte vive desperto nos mundos internos.</p>
<p>A Natureza é implacável e o nascimento de um anjo-homem custa milhões de vítimas. &#8220;Muitos são os chamados e poucos são escolhidos&#8221;.</p>
<p>Aqueles que sustentam que o homem vem do macaco, estão totalmente equivocados. Realmente é o macaco que vem do homem. A transformação das espécies e as evoluções darwinistas são falsas. Ninguém viu nascer uma nova espécie. Realmente, todas as espécies viventes, são excepcionais ou exceções de algumas poucas, são resíduos viventes do reino humano.</p>
<p>O homem atual descende dos gigantes anti-diluvianos, como anteriormente explicamos. Toda raça tem sete sub-raças. A semente de nossa raça ariana, é nórdica, mas ao mesclar-se com os sobreviventes atlantes deu origem as sub-raças do tronco Ário.<br />
<strong> QUAIS SÃO AS SETE SUB-RAÇAS DA RAÇA ÁRIA</strong></p>
<p>PRIMEIRA SUB-RAÇA: Floresceu na Ásia Central, naqueles reinos desaparecidos da Ásia Central, cujas ruínas ainda existem nos Himalayas; rodeando o Tibet, existiram as poderosas civilizações espirituais da primeira sub-raça Ária.</p>
<p>SEGUNDA SUB-RAÇA: Floresceu na Índia e em todo o Sul da Ásia. Em Perlândia, a terra sagrada dos Vedas, no velho Indostão, existiram formidáveis culturas esotéricas e tremendas civilizações. Ali desenvolveu-se a segunda sub-raça Ária.</p>
<p>TERCEIRA SUB-RAÇA: Criou poderosas civilizações: Babilônia, Caldéia, Egito, foram cenário de ricas e poderosas civilizações criadas pela terceira sub-raça Ária.</p>
<p>QUARTA SUB-RAÇA: Desenvolveu-se em Roma, Grécia, Itália, Atenas. A grande cidade fundada pela deusa PALAS ATENAS e Roma antes de sua degeneração e destruição foram cenários maravilhosos onde se desenvolveram as poderosas civilizações da quarta sub-raça Ária.</p>
<p>QUINTA SUB-RAÇA: É a Anglo-Teuto-Saxônica, a primeira e a segunda guerras mundiais com toda a sua barbárie e corrupção moral, assinalam com seus dedos indicadores acusando aos homens e às mulheres da quinta sub-raça Ária.</p>
<p>SEXTA SUB-RAÇA: O resultado da mescla dos conquistadores espanhóis da sexta sub-raça no território pele vermelha foi muito difícil, porque os conquistadores ingleses em vez de mesclarem-se com os indígenas os destruíram assassinando-os. Somente de maneira insignificante e incipiente realizou-se tal mescla de sangue. Por isso a FRATERNIDADE OCULTA viu-se na necessidade de converter o território Norte Americano num crisol de fundição de raças. Nos Estados Unidos todas as raças do mundo mesclaram-se, para formar-se a sexta sub-raça, com enorme dificuldade.</p>
<p>A sexta sub-raça, na América Latina, formou-se facilmente e isto é algo que não devem ignorar os tratadistas da antropogênesis e do ocultismo.</p>
<p>SÉTIMA SUB-RAÇA: Por enquanto ainda não existe, porém existirá, será formada pelos sobreviventes do novo cataclismo que dentro em pouco destruirá a raça Ária. A raça Ariana em vez de evolucionar, involucionou e sua corrupção agora é pior do que a dos atlantes em sua época, sua maldade é tão grande que já chegou ao céu. A raça Ariana será destruída para que se cumpram as profecias feitas por Ra-Mu na submersa Atlântida: &#8220;SE ELES ESQUECEM-SE DE QUE DEVEM SER SUPERIORES NÃO PELO QUE ADQUIREM E SIM PELO QUE DÃO, a mesma sorte tocar-lhes-á&#8221;.</p>
<p>Melchisedek, o Gênio da Terra, o Rei do mundo, fez no Tibet a seguinte profecia: &#8220;Os homens (ou melhor dizendo, os mamíferos racionais) cada vez mais esqueceram-se de suas almas para ocuparem-se apenas de seus corpos. A maior corrupção virá reinar sobre a Terra&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os homens assemelham-se às bestas ferozes, sedentos do sangue de seus irmãos&#8221;. &#8220;A meia lua apagar-se-á caindo seus adeptos na guerra perpétua. Cairão sobre eles as maiores desgraças e acabarão lutando entre si&#8221;.</p>
<p>&#8220;As coroas dos reis, grandes e pequenas cairão; um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, estalará uma terrível guerra entre todos os povos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os oceanos rugirão. A terra e o fundo dos mares cobrir-se-ão de esqueletos. Desaparecerão reinos, morrerão povos inteiros. A fome, a enfermidade, crimes não previstos nas leis, não vistos nem sonhados ainda pelos homens&#8221;.</p>
<p>&#8220;Virão então os inimigos de Deus e do Espírito Divino, os quais jazem nos próprios homens. Aqueles que levantam a mão sobre outro perecerão também&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os olvidados, os perseguidos, erguer-se-ão depois e atrairão a atenção do mundo inteiro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Haverá espessas obscuridades, tempestades horríveis, montanhas, até então, sem vegetação cobrir-se-ão de florestas&#8221;.</p>
<p>&#8220;A Terra toda estremecerá. Milhões de homens trocarão as cadeias de escravidão e as humilhações, pela fome, a peste e a morte&#8221;.</p>
<p>&#8220;As estradas encher-se-ão com as multidões de pessoas caminhando ao acaso de um lado para outro&#8221;. &#8220;As maiores, das mais belas cidades desaparecerão pelo fogo. Um, dois, três, de cada dez mil homens sobreviverá um o qual ficará despido, destituído de todo entendimento, sem forças para construir sua vivenda ou para procurar alimentos. E estes homens sobreviventes uivarão como os lobos ferozes, devorarão cadáveres e mordendo sua própria carne desafiarão a Deus para combate&#8221;.</p>
<p>&#8220;A Terra toda ficará deserta e até Deus fugirá dela. Sobre a terra vazia, a noite e a morte&#8221;.</p>
<p>&#8220;Então, eu enviarei um povo desconhecido até agora. (O Exército de Salvação Mundial), o qual com mão forte, arrancará as ervas más do terreno da cultura e o vício e conduzirá aos poucos que permaneçam fiéis ao espírito do homem, na batalha contra o mal&#8221;.</p>
<p>&#8220;FUNDARÃO UMA NOVA VIDA SOBRE A TERRA, PURIFICADA PELA MORTE DAS NAÇÕES&#8221;.<br />
<strong> RELAÇÃO MAIA EGÍPCIA</strong></p>
<p>Os maias em si representam a cultura atlante. Este vasto continente que hoje jaz submerso no fundo do oceano que leva sue nome. ATLAS, o mais antigo de seus astrólogos, foi seu rei; a mente poética dos filhos da Hélade o pintaram como um gigante sustentando sobre seus ombros e não sobre a sua mente poderosa, a máquina celeste.</p>
<p>Seus filhos, os titãs pretenderam escalar o céu. Mas Deus os confundiu e uma noite o mar e o trovão enfureceram-se; trêmula trepidou a Europa e desperta pelo estrondo, não viu já o mundo irmão&#8230;</p>
<p>Somente o Teide ficou para dizer à humanidade: &#8220;Aqui foi em tempos a famosa Atlântida&#8221;. Cada raça tem 7 sub-raças e morre. A quarta raça atlante teve também estas sub-raças.</p>
<p>Cresceram no orgulho os da terceira e quarta sub-raças atlantes dizendo: &#8220;Somos os reis, somos os deuses&#8221;. Tomaram esposas de formosa aparência da Raça dos ainda sem mente, ou de &#8220;cabeça estreita&#8221;, engendraram monstros, demônios maléficos, homens machos e fêmeas e também KHADOS com mentes pobres.</p>
<p>Construíram formosas e enormes cidades. Esculpiram suas próprias imagens segundo seu tamanho e semelhança e as adoraram. Os fogos internos já haviam destruído a terra de seus pais (a Lemúria), a água ameaçava a Quarta raça (ATLÂNTIDA).</p>
<p>As primeiras grandes águas vieram e submergiram as 7 grandes ilhas. Os bons foram salvos e os maus destruídos.</p>
<p>Poucos homens restaram, alguns amarelos, outros de cor castanha e negra, e alguns vermelhos. Os da cor da Lua, os TUATHA, haviam desaparecido para sempre. Transcrevemos em continuação um manuscrito maia que á parte da famosa coleção da &#8220;O PLONGEON&#8221;, os manuscritos de TROIANO que podem ser vistos no Museu Britânico.</p>
<p>&#8220;No ano 6 de kan, o IIº muluc, no mês de zrc, ocorrem terríveis terremotos que continuaram sem interrupção até 13 chuen. No país das montanhas de barro a terra de &#8220;UM&#8221;, foi sacrificada&#8221;.</p>
<p>&#8220;Depois de duas comoções, desapareceu durante a noite, sendo constantemente sacudida pelos fogos subterrâneos, que fizeram com que a terra afundasse e desaparecesse várias vezes em diferentes lugares. Pereceram 64 milhões de habitantes 8.000 anos antes de escrever este livro&#8221;.</p>
<p>Nos arquivos antiquíssimos do antigo templo de LHASA (TIBET) pode ver-se uma antiga inscrição caldéia, escrita 2.000 anos ante de Cristo, que a letra diz: &#8220;Quando a estrela BAL caiu no lugar onde agora somente existe mar e céu (OCEANO ALTÂNTICO), as sete cidades com suas portas de ouro e templos transparentes tremeram e sacudiram-se como as folhas de uma árvore agitadas pela tormenta&#8221;.</p>
<p>&#8220;E eis aqui que ondas de fumaça e de fogo elevaram-se dos palácios. Os gritos de angústia da multidão enchiam o ar&#8221;. Buscaram refúgio em seus templos e cidades e o sábio MU, o sacerdote de RA-MU apresentou-se e disse-lhes: &#8220;Não os predisse isto?&#8221; os homens e as mulheres cobertos de pedras preciosas e brilhantes vestimentas, chamaram dizendo; &#8220;MU salva-nos&#8221;, e MU replicou-lhes: &#8220;morrereis com vosso escravo e vossa riqueza e de vossas cinzas surgirão novas nações&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se eles, (REFERINDO-SE À QUINTA RAÇA ÁRIA), esquecem-se de ser superiores, não pelo que adquirem e sim pelo que dão, a mesma sorte tocar-lhes-á&#8221;. As chamas e a fumaça afogaram as palavras de UM, e a terra fez-se em pedaços, submergindo com seus habitantes em alguns meses&#8221;.</p>
<p>Que podem dizer os críticos ante estas duas histórias, uma do Tibet e outra da Mesoamérica? Ambas relatam a catástrofe atlante. A famosa história do dilúvio universal, cujas versões encontram-se nas tradições de todas as raças humanas, são simples lembranças da grande catástrofe atlante. Todos os povos antigos veneraram e adoraram os deuses santos que viveram na Atlântida e que hoje moram no EMPÍERO.</p>
<p>A ATLÂNTIDA unia geograficamente a América e o Velho Mundo. As civilizações da Indo-América tem sua raiz no continente Atlante. Momentos antes da catástrofe Atlante retirou-se o povo seleto. Alguns vieram a Meso-América e outros à Meseta Central da Ásia. Colonizaram o Tibet, Pérsia, Egito, etc.</p>
<p>Em pleno Egito encontram-se ainda pirâmides maias. Existe plena documentação de que o Mestre Jesus aprendeu o Maia no Tibet. Lá falava-se Maia. Prova disto temos a frase pronunciada do Gólgota, é uma frase maia que os judeus não entenderam porque não falavam Maia, ELI LAMAH ZABCTANI, significa &#8220;OCULTO-ME NA PREALBA DE TUA PRESENÇA&#8221;.</p>
<p>Estabeleceu-se que a ciência religiosa conhecida por Jesus, o Cristo no Egito, na Índia e no Tibet, era Maia. Existiu um profundo ocultismo Maia conhecido, sem dúvida por Cristo, que escolheu seus símbolos (MAIAS) como sustentação de suas idéias de amor fecundo. Não pode ser casualidade que haja escolhido a cruz maia, a trindade e os doze apóstolos e muitos outros símbolos para sustentar o imenso sentido científico religioso de seus ensinamentos.</p>
<p>Os maias-atlantes trouxeram sua ciência religião a Meso-América, Tibet, Índia, Pérsia e Egito, foram grandes civilizadores. Já se passaram 12 katuns e aguardamos o katun 13, ano 2043, daqui em diante a catástrofe final é inevitável para a raça ariana que atualmente habita os continentes do mundo. O katun 13 é definitivo, os MAIAS o aguardam.</p>
<p>Perguntaram a um ancião maia:</p>
<p>- TEU FILHO O VERÁ?</p>
<p>Respondeu:</p>
<p>- NÃO. MEU FILHO NÃO O VERÁ.</p>
<p>- TEU NETO O VERÁ?</p>
<p>- NEM MEU NETO O VERÁ&#8230;</p>
<p>Com o katun 13 chegará Hercólubus e produzirá o grande incêndio universal que queimará tudo o que tiver vida, mais tarde virá a revolução dos eixos terrestres, com o afundamento total, absoluto de todos os continentes existentes e desta apodrecida raça ariana que perversamente povoa os continentes não restará nem a cinza. Somente um pequeno grupo de pessoas selecionadas serão salvas para que sirvam de sementeira a futura Sexta grande raça que se chamará RAÇA KORADI, e habitará onde é hoje a calota polar.</p>
<p>Esta perversa Raça Ariana está perfeitamente descrita no katun 13 Maia: &#8220;perecerá pelo fogo&#8221;. Com a revolução total dos eixos da Terra a água acabará de consumir tudo, lavar tudo e tudo ficará no fundo dos mares.</p>
<p>-VERNERÁVEL MESTRE: OS MAIAS VIAJARAM POR TODO O SISTEMA SOLAR?</p>
<p>RESPOSTA: &#8211; Os maias como atlantes-maias, viajaram por todo o sistema solar. Os foguetes dirigidos pelos sábios maias realizaram estas portentosas viagens. As naves eram impulsionadas por energia nuclear. Os maias são grandes cientistas e em secreto continuam existindo com toda a sua Ciência.</p>
<p>Não me refiro aos maias que publicamente aparecem na América. Estou falando dos maias que vivem no universo paralelo, a 4ª dimensão deste planeta, conservando suas mágicas cidades, continuando com seus mesmos costumes e a mesma ciência; dedicando-se aos seus estudos e cálculos.</p>
<p>Existem cidades maias dentro da Quarta Dimensão ou quarta coordenada, quarta vertical. Templos maravilhosos de ouro maciço que não deixaram aos espanhóis, onde guardam a grande sabedoria antiga.</p>
<p>É claro que os cientistas modernos disto não sabem nada, e tão pouco o admitirão, mas que importa isso?</p>
<p>(Para saber mais sobre as origens do mundo e do homem, estude os textos abaixo, sobre Antropologia Gnóstica.)</p>
<p><a href="../antropologia/sete-catedras/">Introdução  às sete cátedras</a><br />
<a href="../antropologia/primeira-catedra/">Primeira  Cátedra</a><br />
<a href="../antropologia/segunda-catedra/"> Segunda Cátedra</a><br />
<a href="../antropologia/terceira-catedra/"> Terceira Cátedra</a><br />
<a href="../antropologia/quarta-catedra/"> Quarta Cátedra</a><br />
<a href="../antropologia/quinta-catedra/"> Quinta Cátedra</a><br />
<a href="../antropologia/sexta-catedra/"> Sexta Cátedra</a><br />
<a href="../antropologia/setima-catedra/"> Sétima Cátedra</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Provas das guerras atômicas no passado</title>
		<link>http://www.gnosisonline.org/antropologia/provas-das-guerras-atomicas-no-passado/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Jul 2011 16:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gnosis Online</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>Perguntaram a Oppenheimer se sua bomba atômica, que destruiu Hiroshima e Nagasaki, no Japão, tenha sido a primeira do gênero [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p><span style="font-size: x-small;">Perguntaram a Oppenheimer se sua bomba atômica, que destruiu Hiroshima e Nagasaki, no Japão, tenha sido a primeira do gênero a ser detonada, ele respondeu: “Bem, sim. Pelo menos na história moderna”. Oppenheimer, além de grande cientista, foi um dos maiores conhecedores do épico hinduísta <em>Mahabhárata</em>.<br />
</span></p>
<h3 style="text-align: left;">O Mistério das Rochas Vitrificadas</h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: small;">Minerais </span><span style="font-size: small;">vitrificados </span>são rochas, argilas e areias que sofreram processo de derretimento, e que eventualmente escorreram como cera aquecida, a altíssimas temperaturas. Essas rochas, argilas e areias vitrificadas são encontradas em inúmeros sítios arqueológicos e constituem-se num dos mais interessantes fenômenos, que intrigam a ciência.</p>
<p style="text-align: left;">Arqueólogos convencionais alegam que as rochas e areias foram vitrificadas por meteoros que explodiram no ar, causando um aumento colossal e abrupto da temperatura ambiente (é necessária uma temperatura mínima de mil graus centígrados para vitrificar esses elementos). Outros estudiosos alegam que essas rochas são restos de antigas fornalhas da Idade do Ferro criadas por mãos humanas. Essas explicações simplistas até o momento não convencem ninguém.</p>
<p style="text-align: left;">Encontramos  muralhas vitrificadas em diversos sítios arqueológicos ao redor do mundo, tais como na Escócia,  Irlanda, Turquia, Peru, Bolívia, Estados Unidos, México, Índia,  Paquistão, Líbia, Mongólia etc. Mohenjo Daro (que significa  Montanha dos Mortos) é uma cidade (localizada no atual Paquistão) que os  acadêmicos dizem ter sido destruída por uma gigantesca enchente ou erupção vulcânica. Tampouco  essa explicação não é minimamente suficiente para explicar os  diversos fenômenos ali verificados.</p>
<p style="text-align: left;">Mas qual seria a explicação, sob o ponto de vista esotérico, para esse misterioso fenômeno? A Arqueologia Gnóstica refuta essas explicações oficiais, de que os causadores da vitrificação sejam os meteoros, as fornalhas humanas, tsunamis ou erupções vulcânicas. O fenômeno é produto de um fato histórico já esquecido e ridicularizado pelos céticos: as terríveis guerras atômicas que destruíram a maioria da população no período da Atlântida. Mas há provas disso?</p>
<h3 style="text-align: left;">Mohenjo Daro, a cidade destruída por mil sóis</h3>
<p style="text-align: left;">No épico hindu <em>Mahabhárata</em>, lemos:</p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-medium wp-image-5497" title="mohenjoatomicbomb" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/02/mohenjoatomicbomb-179x240.jpg" alt="" width="140" height="188" /><em>Um único projétil,<br />
carregado com todo o poder do Universo.<br />
Uma coluna incandescente de fumaça e fogo,<br />
tão luminosa quanto mil sóis,<br />
ascendeu em todo o seu esplendor…<br />
era uma arma desconhecida…<br />
a qual reduziu a cinzas<br />
a raça inteira dos Vrishnis e dos Andhakas&#8230;</em></p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Outro texto intrigante, também hindu, é o <em>Vymaanika Shaastra</em>, escrito em sânscrito e que relata como eram construídos os famosos <strong>Vimanas</strong>, naves que os antigos possuíam e que carregavam poderosas armas de destruição em massa, como veremos logo abaixo). Esse tratado possui tantas informações sobre aeronáutica e armas bélicas de grande poder que nenhum especialista se atreve a dar um parecer sobre seu conteúdo e negá-lo.</p>
<p>Vamos recorrer, novamente, ao épico <em>Mahabhárata </em>(Grande Índia, em sânscrito, coleção de 18 livros, cujo 9º livro é o <em>Bhagavad Gita</em>), que relata a destruição da cidade de Mohenjo Daro, pois certas passagens soam bastante sugestivas, porque parecem fazer menção a artefatos bélicos:</p>
<p style="text-align: left;"><em>O valoroso Aswatthaman, resoluto,<br />
tocou a água e invocou o braço de Agneya (</em>o fogo<em>).<br />
Apontando para seus inimigos,<br />
disparou uma coluna explosiva<br />
que se abriu em todas as direções<br />
e causou fogo como luz sem fumaça,<br />
seguido de uma chuva de faíscas<br />
que cercaram o exército dos Partha completamente&#8230;</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Os quatro pontos cardeais cobriram-se de cinzas,<br />
e um vento mal e violento começou a soprar.<br />
O sol parecia girar ao contrário,<br />
o universo parecia estar febril,<br />
os elefantes, aterrorizados, correram por suas vidas&#8230;<br />
A água ferveu e os animais aquáticos demonstraram intenso sofrimento&#8230;</em></p>
<p style="text-align: left;">Continuando, lemos sobre outra poderosa arma, batizada de Narayana, que infectava tudo, inclusive as roupas dos que foram afetados nas guerras: “<em>Os guerreiros retiraram suas armaduras e as lavaram na água</em>”. Outras poderosas armas são citadas nesse livro épico do hinduísmo. Temos a Kamaruchi, ou flecha inteligente, que perseguia onde quer que se fosse – esta nos lembra os modernos mísseis teleguiados.</p>
<p style="text-align: left;">Temos ainda a Murchdhana, uma arma que anulava os sentidos humanos – um possível gás sonífero, igual à Nadana, que produzia alegria como o gás hilariante. Outra arma mencionada é a “flecha” Shabdavetiva, que desta vez seguia os sons e perseguia objetos ocultos, como os mísseis atuais que seguem ondas sonoras produzidas por aviões inimigos.</p>
<p style="text-align: left;">Há outro relato neste livro sagrado do hinduísmo:</p>
<p style="text-align: left;"><em>Quando o deus Rama foi ameaçado por um exército de macacos,<br />
ele colocou sua flecha mágica em ação.<br />
Esta produziu um trovão luminoso, mais forte que o calor de mil sóis,<br />
transformando tudo em cinzas.<br />
Os cabelos dos sobreviventes caíram,<br />
suas unhas se desintegraram</em>&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">O espantoso nisso tudo é que arqueólogos desenterraram, há cerca de 40 anos, a maior parte de Mohenjo Daro e corroboraram a passagem do Mahabhárata que acabamos de citar: eles desenterraram cadáveres que mostravam sinais de morte súbita, rápida e violenta – ou seja, sem indícios de luta ou resistência.</p>
<p style="text-align: left;">Foram encontradas dezenas de esqueletos em afazeres cotidianos, pouco antes de serem dizimados por uma catástrofe que os destruiu em segundos. Essa força inexplicável – para nós, um artefato nuclear – calcinou os ossos dos que estavam na cidade. Detalhe: não há vulcões na área, o que torna a história dessa cidade paquistanesa muito diferente de outras, como Santorini, que foi destruída pela lava de um vulcão.</p>
<p style="text-align: left;">Outra prova de que Mohenjo Daro sofreu uma destruição nuclear é que no epicentro da explosão acharam-se detritos negros e restos de areia, rocha e argila derretidas e vitrificadas.</p>
<div id="attachment_5502" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><img class="size-medium wp-image-5502" title="Carbonizados-mohenjodaro arma atomica" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/02/Carbonizados-mohenjodaro-arma-atomica1-240x147.jpg" alt="" width="240" height="147" /><p class="wp-caption-text">Dezenas de esqueletos encontrados em Mohenjo Daro, vítimas de uma bomba atômica.</p></div>
<p style="text-align: left;">Dentre as ossadas, as mais espantosas são as de uma família composta de pai, mãe e um menino que caminhavam juntos, de mãos dadas e caminhando por uma rua. Estes permaneceram insepultos, tombados no chão, esmagados por uma força inexplicável, enquanto caminhavam calmamente, que os esmagou, queimou e calcinou instantaneamente&#8230; Analisadas as amostras dessa “família”, constatou-se que elas foram expostas a uma temperatura de mais de 1,5 mil graus.</p>
<p style="text-align: left;">O momento da explosão é descrito da seguinte maneira, no Mahabhárata: “<em>A fumaça branca e quente mil vezes mais brilhante que o sol ergueu-se em infinito brilho e reduziu a cidade a cinzas. A água ferveu, cavalos e carruagens pegaram fogo aos milhares e os cadáveres que caíram estavam mutilados pelo horrendo calor até não mais serem reconhecíveis</em>”.</p>
<h3>Sacsayhuaman – A cidade-templo destruída</h3>
<p style="text-align: left;">Perto de Machu Picchu (no Peru), há um sítio arqueológico fantástico. É um aterro estranho de muros de pedra localizado nos arredores de Cuzco. A série de três paredes foi montada a partir de enormes blocos de 200 toneladas de rocha e calcário que se encaixam perfeitamente.</p>
<p style="text-align: left;">Parte dessas ruínas está literalmente vitricada, o que sugere a ocorrência de uma (ou mais) explosão nuclear, originária de uma guerra muito antiga que a destruiu&#8230;</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-5498 alignleft" title="ciencia02" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/02/ciencia02-180x240.jpg" alt="" width="131" height="176" />Os arqueólogos afirmam que este é um sítio criado pelos incas e que data de poucos séculos. A verdade é que, esotericamente falando, essas construções megalíticas, como você poderá observar nas imagens em nossa página do Flickr/GnosisOnline (acesse na página inicial do GnosisOnline, link <em>Banco de Imagens</em>), são muito anteriores aos incas, datando de períodos arcaicos da Atlântida.</p>
<p style="text-align: left;">Como se observará nas imagens, partes das gigantescas rochas que formam a construção estão vitrificadas, indicando que houve um superaquecimento, à semelhança de Mohenjo Daro e outros sítios arqueológicos. Os paredões feitos de rochas gigantescas e os sistemas de túneis por baixo deles possuem alguns exemplares vitrificados e outros não.</p>
<p style="text-align: left;">Não se sabe o que fez com que alguns sofressem a ação de altíssimas temperaturas e outros não, o certo é que somente uma explosão nuclear seria suficiente para, em pouco tempo, vitrificar e derreter as rochas e a argila ao redor e dentro desse santuário misterioso, pouco conhecido por nós.</p>
<h3 style="text-align: left;">Mais Cidades Destruídas</h3>
<p style="text-align: left;">Outras cidades, além de Mohenjo Daro, foram destruídas por terríveis conflitos nucleares. Podemos citar Harapa, Kot Diji, Kalibanga e Lothal, Mathura e, provavelmente, as antigas cidades onde hoje se localizam Death Valley (Califórnia &#8211; EUA), Troia (Ásia Central), Benares, Ayodha e Pataliputra (Paquistão e Índia).</p>
<div id="attachment_5508" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><img class="size-medium wp-image-5508 " title="Castelo de Dunni, na Turquia - Ruínas Vitrificadas" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/02/Castelo-de-Dunni-Turquia-Ruinas-Vitrificadas-240x133.jpg" alt="" width="240" height="133" /><p class="wp-caption-text">Castelo de Dunni, na Turquia - Ruínas Vitrificadas</p></div>
<p style="text-align: left;">Nos imensos vales da Índia, do Paquistão, Bangladesh e ao redor dos Himalaias os arqueólogos acharam restos bizarros de cidades e templos destruídos de forma estranha. Nessas regiões verifica-se uma radioatividade acima do normal. Mesmo os restos mortais encontrados nesses sítios contêm altas taxas de radioatividade, muito superiores às de locais distantes.</p>
<p style="text-align: left;">Harapa é um caso especial, como tudo ao ser redor. Dezenas de esqueletos foram encontrados nas ruas e casas, também carbonizados e vitrificados. Nas regiões próximas a Harapa encontram-se cavernas onde  esqueletos carbonizados e vitrificados foram descobertos pelo explorador inglês H. J. Hamilton. Ele lembra o momento do bizarro achado:</p>
<p style="text-align: left;">De repente, o chão cedeu sob meus pés, fazendo um barulho estranho. Entrei nessa cova e me deparei com um corredor largo e extenso, e ao final vislumbrei algo parecido com uma mesa e cadeiras, e na ponta dessa mesa algo parecido com uma estátua danificada pelo tempo. Mas o que vi me encheu de horror: não era uma estátua, mas um esqueleto coberto com algo parecido com cristal. Na verdade, era um esqueleto vitrificado. As rochas das paredes também estavam vitrificadas&#8221;.</p>
<h3>O Reator Nuclear Atlante de Oklo, no Gabão</h3>
<p>Em 1972, uma empresa francesa importou Urânio das minas de Oklo, no Gabão, país que se situa no centro da África. Descobriram, não sem espanto, que parte desse Urânio já havia sido utilizada.</p>
<p>O Urânio natural contém 0,7202% de Urânio-235, o isótopo fissionável contido no combustível nuclear. Porém, o Urânio de Oklo contém menos de 0,3%.</p>
<p>Foi então que cientistas de todo o mundo se reuniram no Gabão para tentar compreender esse fenômeno. Concluíram que seria um reator nuclaer de avançado desenho técnico, o qual está além das capacidades de nosso conhecimento científico. Esse reator nuclear começou seu funcionamento há milhões de anos e esteve em funcionamento durante cerca de 500 mil anos.</p>
<p>Cientistas investigaram a mina de Urânio e os resultados se tornaram públicos numa conferência da Agência Internacional de Energia Atômica. O Urânio de fato havia sido utilizado. O que se pode perguntar é: o que exatamente ocorreu com o Urânio de Oklo?</p>
<p>Cientistas franceses encontraram rastros de subprodutos da fissão e dejetos de combustível em várias locações na área da mina. Essas observações foram estranhas devido a que não é possível o Urânio natural chegar ao ponto crítico, exceto sob circunstâncias muito especiais, como a presença de grafite ou água pesada como moderador, nenhum dos quais poderia estar razoavelmente presente na Natureza.</p>
<p>Surpreendentemente, esse reator nuclear (a própria mina de Urânio) estava muito bem desenhado. Estudos indicam que o reator tem vários quilômetros de comprimento. Sem embargo, para tão imenso reator, o impacto termal ao seu redor estava limitado a 40 metros. Ainda mais assombroso é o fato de que os dejetos radioativos ainda não migraram fora do sítio da mina. São mantidos em seu lugar graças à geologia especial e única que a rodeia.</p>
<p>Diante dessas descobertas inusitadas, os cientistas consideraram esse reator nuclear como um “evento natural”. O reator de Oklo tem sido documentado por sua importância como um análogo na eliminação de dejetos de combustível nuclear. Porém, poucas pessoas estão sendo atrevidas o suficiente para explorar esse mistério mais profundamente.</p>
<h3>Civilização Avançada?</h3>
<p>Rene Noorbergen, en su livro <em>Segredos das Raças Perdidas</em>, afirma: “Após a publicação do informe do dr. Perrin pela Academia Francesa de Ciências, muitos experts têm levantado questionamentos”. Glenn Seaborg, ex-chefe da Comissão Estadunidense de Energia Atômica e ganhador do Prêmio Nobel por seu trabalho sobre a síntese de elementos pesados, apontou que para o Urânio se “queime” em uma reação, as condições devem ser exatas.</p>
<p>Essa água pesada deve ser extremamente pura. Inclusive umas poucas partes por milhão de qualquer contaminante “envenenaria” a reação, fazendo com que esta se detenha. O problema é que não existe água tão pura na Natureza em nenhuma parte do mundo!</p>
<p>Uma segunda objeção ao informe dos cientistas é sobre o próprio Urânio.Vários especialistas em Engenharia de Reatores reafirmaram que em nenhum momento na história geológica estimada dos depósitos de Oklo o Urânio foi suficientemente rico em U-235 para que uma reação nuclear tenha podido acontecer.</p>
<p>Inclusive quando os depósitos supostamente se formaram pela primeira vez, devido à baixa taxa de desintegração nuclear do U-235, o material fissionável tivesse constituído unicamente 3% dos depósitos – quantidade muito baixa para um “bum”. E, sem embargo, a reação ocorreu, o que sugere que o Urânio original era muito mais rico em U-235 que o que poderia ter havido numa formação natural.</p>
<p>Portanto, se a Natureza não foi a responsável, então a reação deve ter sido produzida de maneira artificial, ou seja, foi fruto da intervenção humana muitos milhões de anos atrás.É possível que o Urânio de Oklo seja o resíduo de um reator antediluviano que foi destruído pela inundação e foi reinstalado na África Oriental?</p>
<p>De fato, muitas pessoas hoje em dia sabem que o reator é uma relíquia de uma civilização antiqüíssima, lemuriana e atlante, conforme as tradições gnósticas ensinam. Essa civilização muito mais avançada que a nossa atual teria em suas mãos capacidade para detonar artefatos nucleares, como destacamos nos textos acima? Nossa opinião é que sim.</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 2792px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">lembra que:&nbsp;</p>
<p><span class="google-src-text" style="direction: ltr; text-align: left;">“Suddenly the ground gave way under my feet with a curious noise.</span> &#8220;De repente o chão cedeu sob os meus pés com um barulho curioso. <span class="google-src-text" style="direction: ltr; text-align: left;">I got into a safe place and then widened the hole, which had appeared, with my rifle-butt and lowered myself into it.</span> Entrei em um lugar seguro e, em seguida, ampliou o buraco, que tinha aparecido, com a minha bunda rifle e baixou-me nele. <span class="google-src-text" style="direction: ltr; text-align: left;">I was in a long and narrow corridor, which got its light from the space where the dome had split.</span> Eu estava em um corredor longo e estreito, que tem sua luz a partir do espaço onde a cúpula se dividiu. <span class="google-src-text" style="direction: ltr; text-align: left;">At the bottom I saw a kind of table and chair, made of the same &#8220;crystal&#8221; as the walls.</span> No fundo eu vi uma espécie de mesa e cadeira, feito de &#8220;cristal&#8221; mesmo que as paredes.</p>
<p><span class="google-src-text" style="direction: ltr; text-align: left;">“An odd shape was crouching on the seat, with vaguely human features.</span> &#8220;Uma forma estranha estava agachado no banco, com características vagamente humana.</p>
<p><span class="google-src-text" style="direction: ltr; text-align: left;">“Looking  at it from close by, I thought it might be a statue damaged in the  course of time but then I glanced at something which filled me with  horror: under the &#8216;glass&#8221; which covered that &#8216;statue&#8217; a skeleton could  clearly be seen!”</span> &#8220;Olhando de perto, eu pensei que poderia ser  uma estátua danificada no decorrer do tempo, mas então eu olhei para  algo que me encheu de horror: no âmbito do &#8216;vidro que cobria que&#8221; a  estátua &#8220;um esqueleto pode ser claramente visto ! &#8221;</p>
</div>
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		<title>As misteriosas grutas de Cacahuamilpa</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 22:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gnosis Online</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>Existe uma gigantesca gruta no México, chamada Cacahuamilpa (que em náhua, a língua clássica dos astecas, significa terra das sementes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>Existe uma gigantesca gruta no México, chamada Cacahuamilpa (que em náhua, a língua clássica dos astecas, significa terra das sementes, ou terra de amendoins). Situada a duas horas e meia da capital mexicana, essa imensa caverna é muito visitada pelos turistas e espeleólogos. Mas existe um mistério em seu interior, segundo ensinamentos gnósticos do venerável mestre Samael Aun Weor. Vejamos o que o Mestre ensina, na conferência a seguir:</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>A</strong></span>s origens destas cavernas não são conhecidas pela Geologia ou pela Antropologia. Supõe-se que por aqui passava um rio, mas não são mais que suposições, nada mais&#8230; Elas existem desde a época  dos náhuas, dos Maias e dos Toltecas. Muitas pessoas, antigamente, visitavam essas cavernas por motivos esotéricos. Tudo que se conhece sobre elas são as informações que os guias de turismo dizem aos visitantes.</p>
<p>Nos tempos gloriosos de Anáhuac existia aqui um Templo e  se cultivam aqui os Mistérios. Nós iremos até o local onde lhes falarei sobre aquele Templo, só me limito a dizer que tal Templo, apesar de ter desaparecido fisicamente, continua ativo na Quarta Vertical.</p>
<p><a href="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/06/cacahuamilpa-gnosisonline.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5928" title="cacahuamilpa-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/06/cacahuamilpa-gnosisonline-240x180.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a>Quem vista as cavernas vê as rochas, imagens alegóricas ou simbólicas, pedras com determinadas figuras etc., mas não conhece o motivo pelo qual essas pedras têm esculpidas  figuras de leão,  águia ou de rostos etc., por que possuem essas formas e quem as esculpiu?</p>
<p>Os guias turísticos se limitam a dizer simplesmente: “<em>Isto é um barco, isto é um cavalo, que está comendo&#8230;”</em> etc.</p>
<p>Sabemos que o Demiurgo Arquiteto do Universo, na antiga linguagem esotérica náhuatl, o Quetzalcóatl, foi que na realidade construiu todas as maravilhas desta Criação.</p>
<p>Quetzalcóatl é a Unidade Múltipla Perfeita, é o Divino Arquiteto da Grande Criação. Seria absurdo supor que não existem princípios inteligentes por trás das formas de todas as figuras.</p>
<p>Essas figuras são formas que foram cinzeladas através do tempo pelos Princípios Inteligentes da Natureza, esses princípios pulam e palpitam em tudo o que é, em tudo o que tem sido e em tudo o que será.</p>
<p>Franz Hartmann, o Grande Iniciado alemão, nos fala dos gnomos ou pigmeus. Paracelso falava em sua época de tais criaturas, mas conforme o tempo foi passando a humanidade se degenerou e agora não é capaz de conceber os Princípios Inteligentes por trás de todas as formas naturais.</p>
<p>Sem dúvida, nós, os gnósticos, diferentemente dos materialistas, sabemos que por trás das rochas existem os princípios inteligentes.</p>
<p>A natureza contém em si mesma os prodígios que as pessoas não são capazes de ver, porque todas elas estão com as Consciências adormecidas. Se as tivessem despertas, poderiam descobrir por si mesmas os Princípios Inteligentes da Natureza e do Cosmo. Há muito tempo que as pessoas esqueceram as Leis da antiga Arcádia; faz muito tempo que se esqueceram daquelas histórias das ninfas e das fadas, proíbem que as crianças digam que viram o gnomo, ou o silfo dos ares, ou as ondinas das águas ou as salamandras do Fogo Universal, e hoje só se fala em guerras, drogas, álcool, prostituição etc.</p>
<p>Aqui, nesta caverna, encontramos  um umbral de  grandes  mistérios, figuras extraordinárias e, alegóricas que as  pessoas comuns não entendem.</p>
<p>Todas as cavernas da Terra, dentro da Quarta Dimensão, ou melhor, dentro da Primeira Esfera Submersa, formam na realidade o “Limbus”, essa região onde dormem as Almas inconscientes, essa região dos defuntos, onde moram os que nunca despertaram a Consciência, as pessoas de Consciência hipnotizada.</p>
<p>A Terra tem três aspectos, um corresponde à Zona Tridimensional, acima dela encontramos as Regiões Superiores da Natureza e por debaixo dela, encontramos as Regiões Inferiores da Natureza, ou Infra-dimensões, que correspondem à essas cavernas, precisamente aos Nove Círculos Dantesco.</p>
<p>Um dia desses, tais almas passam pela Segunda Morte, ou seja, as forças centrífugas da Natureza aniquilam o querido Ego. Isto lhes permitirá ressurgir novamente à superfície, debaixo da Luz do Sol, para iniciar novamente os processos evolutivos, começando pelo mineral, passando ao vegetal, depois ao animal e finalmente ao humano.</p>
<p>Tenho falado em meus livros que cada Alma tem designado 108 Vidas, nestes tempos atuais a maioria das pessoas está chegando à 108ª vida, motivo mais que suficiente para afirmar, de forma enfática, que ondas de vida humanas ingressarão, nesses instantes de crise mundial, dentro das entranhas vivas do planeta onde vivemos.</p>
<p>Assim como existem os as Infradimensões, onde estão situados os Nove Círculos de Dante, também existem as Dimensões Superiores, onde se encontram os Mistérios da Fraternidade Universal Branca.</p>
<p>O Gênio da Terra está no centro físico da Terra, mora em suas cavernas com o corpo físico e os Goros e os Bodhisatvas sobreviventes da Lemúria e da Atlântida o acompanham, e estes possuem também Naves Cósmicas, com as quais podem viajar através do espaço infinito.</p>
<p>É urgente, impostergável aniquilar o Ego, reduzi-lo a cinzas para que a Consciência desperte&#8230; para poder ouvir, ver, tocar e sentir as grandes realidades do Universo. Tem deDespertar!</p>
<p>Tenho dito que se necessita de uma didática e de uma dialética para o despertar, e tudo isso está escrito em meus livros intitulados <em>Psicologia Revolucionária</em> e <em>A Grande Rebelião</em> [obras que você encotra em nossa Biblioteca Gnóstica, gratuitamente, na Área Reservada, página inicial do GnosisOnline]. Vocês necessitam estudar essas obras e trabalhar de acordo com os axiomas ali colocados, para que um dia consigam o despertar.</p>
<p>Até aqui, meus queridos irmãos.</p>
<p>Paz Inverencial!</p>
<p>Samael Aun Weor</p>
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		<title>O crânio do menino das estrelas</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 23:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gnosis Online</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>Em 1930, uma garota americana foi levada por seus pais de origem mexicana a uma visita a parentes em um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>Em 1930, uma garota americana foi levada por seus pais de origem mexicana a uma visita a parentes em um vilarejo na região montanhosa do estado de Chihuahua, no México. Em um dos passeios, os mais antigos disseram a essa jovem que havia umas cavernas sagradas onde ninguém podia visitar.A menina desobedeceu esse tabu local e passou a explorar as cavernas e poços que abundam toda a área.</p>
<p>Em uma dessas minas, ela fez uma descoberta surpreendente: no chão havia um esqueleto humano quase completo. Escavando o restante desse esqueleto, a menina descobriu que esse não era o único esqueleto, e um deles se tratava de um ser menor que o tamanho normal de uma criança, apesar de sua cabeça desproporcional. Também as mãos desse estranho ser eram disformes em relação ao todo.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-5464" title="170" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/02/170.jpg" alt="" width="133" height="132" />Ela então removeu os crânios dessa mina e levou como souvenir para os Estados Unidos, onde as guardou até sua morte no início de 1990. Esses crânios então foram doados para um amigo da família, que os manteve guardados por cinco anos, não sabendo o que fazer com eles, mas pensando, como a proprietária anterior, que o crânio “estranho” foi apenas uma deformidade natural.</p>
<p>Esse homem doou o crânio a um casal, Ray e Melanie Young, de El Paso, no Texas. Melanie havia sido enfermeira neonatal durante vários anos e estava bastante familiarizada com todos os tipos de deformidade humana.</p>
<p>Ela logo percebeu que a “deformidade” desse crânio desafiava todas as regras das deformidades conhecidas. A regra mais significativa era a demasiada simetria nesse pequeno crânio, tão simétricos quanto os de seres humanos típicos, muito distinta dos crânios deformados já vistos.</p>
<p>Além do mais, Melanie e seu marido eram simpatizantes da ufologia e frequentavam eventualmente os eventos da instituição ufológica Mufon, de grande prestígio mundial. Ambos conjecturaram que esse crânio exibia todas as características clássicas do crânio de um alien do tipo Grey.<img class="alignright size-full wp-image-5466" title="starchild_lge" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/02/starchild_lge.jpg" alt="" width="147" height="156" /></p>
<p>Percebendo isso, determinados a ter o crânio cientificamente testado para determinar a sua herança genética, eles empreenderam uma árdua tarefa para determinar se o crânio em seu poder era de um ET grey ou se era de uma criança que morreu com deformidades.</p>
<p>Foi nesse período de pesquisas que o casal entrou em contato com o pesquisador Lloyd Pye por causa de seu livro sobre as origens controversas da Humanidade. A experiência desse especialista em antropogênese fez com que ele concluísse rapidamente que o crânio “deformado” de propriedade do casal Young não tinha nenhuma relação com os ossos humanos contemporâneos ou pré-históricos.</p>
<p>A conclusão de Lloyd Pye é de que esse crânio pode ser nada menos que o crânio de um extraterrestre.</p>
<p>Quer ver mais imagens sobre este estranho caso? Acesse nosso Banco de Imagens no Flickr/GnosisOnline.</p>
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		<title>Mistérios não solucionados</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 04:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gnosis Online</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>A cada ano são encontrados objetos que, no mínimo, deixam desconcertados os céticos da arqueologia e antropologia – e seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>A cada ano são encontrados objetos que, no mínimo, deixam desconcertados os céticos da arqueologia e antropologia – e seus diversos ramos. Neste texto exclusivo do GnosisOnline apresentaremos alguns exemplos de alguns mistérios não resolvidos, que finalmente darão o tiro de misericórdia naqueles que teimam em insistir que os estudos esotéricos sobre as origens da Humanidade são uma farsa.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5457" title="Acambaro" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/02/Acambaro-240x121.jpg" alt="" width="240" height="121" />1. Figuras de Cerâmica de Acámbaro (México). Descobertas em 1945 pelo comerciante alemão radicado no México Walter Julsrud, as mais de 32 mil peças datam, pelos estudos de carbono-16, de quase 4 mil anos atrás.</p>
<p>Essas pequenas estatuetas passariam despercebidas e seriam consideradas pequenos brinquedos de crianças indígenas da Antiguidade se não fosse por um insólito detalhe: cerca de 20% do total dessas estatuetas é de representações de dinossauros, pássaros desconhecidos e seres monstruosos. Como “humildes” indígenas poderiam tomar conhecimento da existência de dinossauros, extintos muitos milhões de anos atrás?</p>
<p>2. Pedras de Ica. Outra espantosa coleção é a série de pedras esculpidas ou desenhadas acumulada pelo doutor Javier Cabrera, na cidade peruana de Ica. Estas pedras foram encontradas, a partir de 1937, em diversos sítios arqueológicos ao redor de Ica, que fica perto das famosas Linhas de Nazca e datam de muitos séculos atrás.<a href="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/02/Ica.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5458" title="Ica" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/02/Ica.jpg" alt="" width="178" height="149" /></a></p>
<p>O que espanta é que entre os desenhos das centenas de pedras do dr. Cabrera vemos cenas insólitas, tais como homens usando telescópios, dinossauros (triceratopos, tiranossauros, pterodátilos etc.), cirurgia de transplante de cérebro e transfusão de sangue, entre outros.</p>
<p>3. Egípcios em Illinois. Em 1982, acidentalmente, Russell Burrows descobriu em cavernas perto do rio Little Wabash, estranhas relíquias, como placas de pedra e de ouro. O estranho de tudo é que nessas placas há inscrições e desenhos – pasme – egípcios.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5459" title="Burrows" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/02/Burrows-240x206.jpg" alt="" width="203" height="174" />Segundo relatos, foi retirada dessas cavernas uma quantidade de ouro que equivaleria a cerca de US$ 15 milhões. Será que os egípcios mantinham contatos com os nativos americanos num período em que o Novo e Velho Mundos se conectavam?</p>
<p>4. Estatuetas de Nomoli. Na selva de Serra Leoa (África), escavações à procura de diamantes fizeram com que nativos encontrassem algo mais insólito. Estatuetas de pedra cuja altura não ultrapassa os 70 centímetros. Segundo análises de especialistas, duas coisas são impressionantes nessas estatuetas: sua idade é datada de cerca de 17 mil anos e no interior de uma delas foi encontrada uma esfera metálica feita de cromo e aço. Como se poderia produzir aço 17 mil anos atrás?</p>
<p>5. O Museu do Padre Crespi. Em meados da década de 1920, um padre salesiano vindo de Turim (Itália) percorreu longos trechos de alguns rios equatorianos, como Yaupi, Morona e Mansceriche a fim de catequizar os índios dessas regiões. Como era extremamente bondoso e caritativo, o padre Crespi recebi diversos “presentes” desses índios, que os retiravam das centenas de cavernas da região.</p>
<p>Esses presentes se mostraram mais ricos e misteriosos do que se imaginava: placas de ouro ou de prata com inscrições misteriosas, com imagens de elefantes, pirâmides, egípcios, babilônios, seres fantásticos etc.</p>
<p>Essas impressionantes relíquias foram acumuladas nos porões da igreja coordenada pelo padre Crespi, mas infelizmente a maior parte delas ou foi roubada ou os próprios índios trataram de oculta-las novamente a fim de impedir que essas placas de valor incalculável chegassem a mãos inescrupulosas. Segundo relatos dos estudiosos que viram as peças de Crespi, tratava-se na verdade de uma verdadeira biblioteca na forma de placas  de ouro e prata que contava a história (conhecida e desconhecida) da raça humana.<img class="alignright size-full wp-image-5460" title="Martelo do Texas" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/02/Martelo-do-Texas.jpg" alt="" width="240" height="161" /></p>
<p>6. O Martelo do Texas. Nos Estados Unidos, desde meados do século 19, são encontrados sistematicamente objetos que causam espanto na comunidade científica e são tachados como “não resolvidos”.</p>
<p>Por exemplo, temos o famoso ‘martelo do Texas”, que é um martelo de ferro incrustado dentro de um pedaço de rocha datada de 140 milhões de anos.</p>
<p>Seu descobridor, Carl Baugh, também encontrou, no mesmo sítio arqueológico pesquisado, um dedo humano fossilizado datando de cerca de 100 milhões de anos.</p>
<p>Quer saber mais? Veja as imagens em nosso Banco de Imagens do Flickr/GnosisOnline.</p>
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		<title>Pirâmides na Bósnia &#8211; Sítios atlantes?</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Feb 2011 00:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gnosis Online</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>A cada ano novos e intrigantes sítios arqueológicos vão sendo descobertos em todo o mundo. Pirâmides nas florestas tropicias sul-americanas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>A cada ano novos e intrigantes sítios arqueológicos vão sendo descobertos em todo o mundo. Pirâmides nas florestas tropicias sul-americanas, no interior da China, nos mares do Japão (leia os demais textos em nosso link Antropologia Gnóstica) e outros locais vão evidenciando que o passado da Humanidade não é exatamente como nossos livros de ciência contam.</p>
<p>Agora, para impressionar mais ainda, foram descobertos, há alguns anos, estruturas piramidais nos Bálcãs, mais precisamente na Bósnia-Herzegóvina, sofrido país europeu e muçulmano que se independizou após sangrente guerra.</p>
<p>Inúmeros cientistas têm desmentido que essas &#8220;pirâmides naturais&#8221; sejam obra de mãos humanas. No entanto, recentes descobertas de alguns pesquisadores, entre os quais o jovem arqueólogo bósnio Semir Osmanagic, na cidade de Visoko, a noroeste da capital Sarajevo, confirmam que as diversas pirâmidas naturais não são tão naturais assim: foram encontrados ao longo das montanhas blocos criados por alguma civilização avançada.</p>
<p>Esses blocos já descobertos pesam no mínimo 7 toneladas, e algumas chegam a alcançar 23 toneladas cada. Osmanagic, eufórico, afirma: &#8220;O complexo das pirâmides é similar aos do Peru, do México e da Bolívia&#8221;.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5451" title="piramides-bosnia-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2011/02/piramides-bosnia-gnosisonline-240x158.jpg" alt="" width="201" height="132" />Semir Osmanagic explica que o complexo de pirâmides abriga no mínimo quatro estruturas piramidais de portes gigantescos, batizadas com os nomes de pirâmides do Sol, da Lua, do Dragão e do Amor.</p>
<p>Em todas essas pirâmides, Osmanagic informa que foram achadas, além de pedras esculpidas por seres humanos e degraus, portas, corredores e passadiços, também tábuas de pedra contendo inscrições com símbolos ainda não decifrados, como podemos observar nas imagens do GnosisOnline no site Flickr.</p>
<p>Se aceitas oficialmente pela arqueologia moderna &#8211; coisa difícil, dado o ceticismo crônico da ciência moderna -, essas serão as primeiras pirâmides europeias descobertas, fazendo crer que essas estruturas estão literalmente espalhadas por todos os continentes, à exceção da Oceania. Por enquanto.</p>
<p>Quer ver mais fotos das impressionantes pirâmides bósnias e seus detalhes arqueológicos? Visite nossa página no <a href="http://www.flickr.com/photos/gnosisonline/" target="_blank">Flickr. Clique aqui!</a></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.gnosisonline.org/antropologia/piramides-na-bosnia-sitios-atlantes/"><img src="http://img.youtube.com/vi/fsbP9Az5rFc/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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		<title>Dogons, o povo das estrelas</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Dec 2010 16:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[cósmico]]></category>
		<category><![CDATA[dogons]]></category>
		<category><![CDATA[estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[povo]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>Os conhecimentos cosmogônicos e astronômicos deste povo, os dogon, que hoje ultrapassam pouco mais de 200 mil indivíduos, não se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>Os conhecimentos cosmogônicos e astronômicos deste povo, os dogon, que hoje ultrapassam pouco mais de 200 mil indivíduos, não se limitam, contudo, a meras observações visuais do céu.</p>
<p>Eles sempre souberam da função do oxigênio do corpo e da circulação do sangue, coisas que a ciência ocidental só descobriu em tempos modernos. Conheceram também os mistérios das principais estrelas do céu e das luas do Sistema Solar sem nunca terem manipulado telescópios.</p>
<p>De onde teriam adquirido tantos conhecimentos superiores?</p>
<p>Teriam-nos recebido dos Povos dos Céus? Ou de alguma civilização avançadíssima do passado?</p>
<p>África &#8211; Na República do Mali, região do antigo Sudão francês, África Ocidental, a 200 quilômetros ao sul da cidade de Timbuktu, um abismo de 300 metros de profundidade formado pelas escarpas Bandiagara é a porta de entrada para a terra do povo Dogon. Esse antigo e pacífico povo ali se radicou por volta do século 13 e permaneceu isolado até as primeiras décadas do século 20, mantendo intacta e praticamente inalterada sua rica e sofisticada cultura.</p>
<p>A aridez do meio ambiente &#8211; 40 centímetros de chuvas anuais nos meses de abril e maio e temperaturas de até 60 graus -, castigado por estar situado justamente na passagem do Saara para as savanas do sul, obrigou-os a construírem engenhosas casas de pedra e barro de forma cônica, cobertas de folhas que ajudam a amenizar o calor escaldante, e pequenos celeiros onde armazenam a escassa produção que o solo pouco generoso fornece: algumas espigas de um tipo especial de milho, de grãos pequenos, cebolas, amendoim, algodão e fumo.</p>
<div id="attachment_673" class="wp-caption alignleft" style="width: 231px"><img class="size-medium wp-image-673" title="dogon_pallazzo_vale" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/dogon_pallazzo_vale-221x240.jpg" alt="" width="221" height="240" /><p class="wp-caption-text">Palácio Dogon das Ciências dos Céus</p></div>
<p>Às mulheres cabe a tarefa de buscar água, encontrada somente em poços na base dos penhascos, e carregá-las para cima em potes de barro que, vazios, chegam a pesar 20 quilos.</p>
<p>Em compensação, elas granjearam o direito de preparar cerveja a partir do milho e vender o excedente na feira semanal da aldeia, que acontece de 5 em 5 dias. O que arrecadam é usado para comprar os tecidos coloridos com que confeccionavam suas roupas. Vaidosas, elas serram os dentes, que se tornam pontiagudos, e traçam incisões no corpo.</p>
<p>GRIAULE &#8211; No fim da estação da seca, as chuvas caem quase que de uma só vez. O cenário muda então completamente: do alto dos penhascos surgem quedas d&#8217;água, formando rios na planície. É o tempo de plantio. Em poucas semanas, o que era um deserto se transforma em um paraíso verdejante.</p>
<p>Em 1931, o antropólogo francês Marcel Griaule visitou a tribo dos Dogon, construída basicamente por camponeses, artistas e feiticeiros, e ficou ao mesmo tempo confuso e fascinado com sua mitologia altamente complexa e intricada. Em 1946, Griaule retornou em companhia da etnóloga Germanie Dieterlen. Ambos publicaram os resultados dos seus 4 anos de pesquisas de campo na obra Un système soudanais de Sírius (Paris, 1951).</p>
<p>Nesse trabalho, frisaram que os Dogon, mesmo desprovidos de recursos ópticos, tais como o telescópio, tinham pleno conhecimento da natureza dupla da estrela binária Sírius. &#8220;Jamais se fez e nunca se decidiu a respeito da pergunta: de onde esse povo, que nenhum instrumento possui, poderia conhecer a órbita e os atributos específicos dos astros, praticamente invisíveis?&#8221;</p>
<p>DADOS ANTIGOS &#8211; Em 1976, foi lançada em Londres uma obra que acabaria inevitavelmente sendo apropriada pelos defensores da teoria dos &#8220;deuses astronautas&#8221;, mormente, Erich von Däniken (veja o livro Provas de Däniken: deuses, espaçonaves e Terra). The Syrius Mistery, do lingüista norte-americano especialista em sânscrito da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (EUA), e membro da Royal Astronomical Society, Robert K. G. Temple, autor de <a href="http://esotera.com.br/livros/investigacao/o-misterio-de-sirius" target="_blank">O Mistério de Sírius</a>, expunha e analisava mitos que falavam dos habitantes de um planeta que orbita ao redor da estrela Sírius, os quais teriam aterrissado na Terra em eras remotas, inaugurando a civilização. Segundo Temple, os dados dos Dogon, que descenderiam cultural e biologicamente dos egípcios, remontariam há 5 mil anos e fariam parte do cabedal egípcio dos tempos pré-dinásticos.</p>
<p>Ao desenhar diagramas da órbita de Sírius B, com base em dados tirados dos mitos Dogon e seguindo as mais recentes pesquisas astronômicas, Temple constatou que &#8220;A semelhança é tamanha e surpreendente, a ponto de até o leigo mais inexperiente reconhecer à primeira vista a perfeita identidade das duas apresentações, até nos menores detalhes.</p>
<div id="attachment_5279" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><img class="size-medium wp-image-5279" title="dogons2" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/dogons2-240x171.jpg" alt="" width="240" height="171" /><p class="wp-caption-text">Dança ritualística em honra aos ancestrais dos dogon vindos do céu</p></div>
<p>O fato ficou demonstrado e ei-lo: a tribo Dogon possui noções gerais dos princípios mais incríveis e sutis de Sírius B e, em sua órbita, de Sírius A. Portanto, revela-se aí absoluta paridade do saber atual em relação com as noções encerradas em mitos antiqüíssimos!&#8221;</p>
<p>RAÍZES LONGÍNQUAS &#8211; A doutrina secreta dessa tribo informa que o nosso mundo terrestre surgiu da Constelação de Sírius B. Propriamente não de Sírius B, mas de uma estrela pequena e branca, situada próxima dela, possivelmente Sírius A. Suas lendas e tradições transmitem essa informação de geração em geração há milhares de anos e, durante todo esse tempo, vêm realizando rituais para a estrela que os criou. Os sábios Dogon dizem que essa estrela dupla é ao mesmo tempo a menos e a mais pesada do cosmo.</p>
<p>Os astrônomos calculam que realmente a sua massa é 36 mil vezes mais pesada que o Sol e 50 mil vezes mais densa que a da água. Seu diâmetro é de 39 mil quilômetros, mas ela contém a mesma quantidade de matéria de uma estrela normal com um diâmetro de cerca de 1,3 milhão de quilômetros. Uma caixa de fósforos cheia de matéria de Sírius B pesaria no mínimo uma tonelada. Os Dogon creem que a terra ali consiste em algo chamado por eles de <em>Sagolu</em>, que significa &#8220;terra podre e metálica&#8221;.</p>
<p>CIÊNCIA CONFIRMA &#8211; Ocorre que essa estrela só foi descoberta pela ciência no século 19, e uma foto dela foi possível só em 1970. Sírius B pertence à categoria das anãs &#8211; implodidas -, descoberta em 1862, não através de observações diretas, mas por meio de cálculos matemáticos. Por estar quase acoplada à sua irmã gigante Sírius A, uma das estrelas mais visíveis a olho nu, a imagem de Sírius B confunde-se com ela, e só recentemente foi possível distinguir que havia duas estrelas no lugar de uma única.</p>
<p>Sírius B é mil vezes menos luminosa do que Sírius A e totalmente invisível a olho nu. Ela só pode ser vista por meio de um telescópio de 320 milímetros, já que se encontra a apenas 11 segundos-luz de Sírius A.</p>
<p>PROFUNDOS CONHECEDORES &#8211; Sem nunca se terem valido de instrumentos ópticos, os Dogon sabiam da existência de quatro luas em Júpiter. Na verdade, Júpiter possui dezenas de outras &#8211; são conhecidas 17 até o momento -, mas as maiores e as principais são realmente quatro: Io, Calixto, Ganimedes e Europa.</p>
<p>Além disso, sabiam também que Saturno é rodeado de um anel e que os outros planetas giram ao redor do Sol, e afirmavam que os mundos ao redor das estrelas que se movimentam em forma espiral (como a Via-Láctea) são HABITADOS!!!</p>
<p>Os conhecimentos desse povo, que hoje ultrapassam pouco mais de 200 mil indivíduos, não se limitam, contudo, à astronomia. Eles sempre souberam da função do oxigênio do corpo e da circulação do sangue, coisas que a ciência ocidental só descobriu em tempos modernos.</p>
<p>Os dogon diziam que o movimento das estrelas podia ser comparado ao fluxo do sangue no organismo, denotando que estavam cientes da circulação sanguínea, fenômeno descoberto apenas no começo do século 17 por William Harvey. Eles reconheciam ainda a função do oxigênio nesse processo, cientes de que o sangue no corpo corre pelos órgãos que se encontram no ventre.</p>
<p>A CRIAÇÃO &#8211; Os Dogon acreditam que de Sírius A, flutuando em um &#8220;ovo dourado&#8221;, veio Amma, que criou a Terra. Mais tarde, Amma mandou os Nommo para o nosso mundo. Nommo (os &#8220;Mestres&#8221;) eram seres anfíbios, capazes de se movimentar tanto na terra como na água. Eles teriam chegado a bordo de um veículo cuja descrição lembra a de uma espaçonave.</p>
<p>A maioria das sociedades tradicionais africanas, entre elas, a dos Dogon, encara o mundo como um todo integrado em que se relacionam aspectos sociais com o tempo e o espaço. A vida social na sua totalidade insere-se numa constante busca de equilíbrio entre um sistema de forças que se expressam desde os tempos primordiais.<strong></strong></p>
<h3>O que diz Samael sobre os Mistérios de Sírius<strong><br />
</strong></h3>
<p>Em certa ocasião, estando eu, Samael Aun Weor, na estrela de Sírius, vi acolá algumas árvores penetradas cada uma delas por damas de uma beleza inefável e comovedora. Aquelas damas me chamaram para que me acercasse a elas; eram damas elementais encarnadas naqueles arbustos. Sua voz melodiosa era música de Paraíso: conferenciei com elas e logo me afastei admirado de tanta beleza.</p>
<p>Aquele planeta tem dilatados mares, e os habitantes desta estrela jamais mataram nem a um passarinho. Sua organização social seria magnífica para nosso globo terráqueo; se acabariam todos os problemas econômicos do mundo, e reinaria a felicidade sobre a face da terra.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-674 alignleft" title="dogon_mask" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/dogon_mask-239x153.jpg" alt="" width="239" height="153" /></p>
<p>Os sirianos são pequenos de estatura e têm todos os seus sentidos internos perfeitamente desenvolvidos; vestem-se simplesmente com túnicas humildes e usam sandálias de metal. Todo siriano vive em uma pequena casa de madeira, e não há casa que não tenha uma pequena horta onde o dono de casa cultiva os seus alimentos vegetais. O dono também possui  um pequeno jardim dnde cultiva suas flores. Ali não vivem capitalistas nem tampouco existem cidades nem sem-terra; portanto, as gentes de Sírius não conhecem nem a fome nem a desgraça.</p>
<p>No jardim do grande templo do Deus Sírio existem uns roseirais desconhecidos em nossa terra, cada rosa desse jardim é de vários metros de tamanho, e exala um perfume impossível de esquecer. A magia das rosas é algo divino e inefável.<br />
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.gnosisonline.org/antropologia/dogons-o-povo-das-estrelas/"><img src="http://img.youtube.com/vi/vPzEu5MfhV4/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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		<title>As escolas de mistérios e os três cérebros</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Oct 2010 13:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[cérebros]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>A Psicologia Revolucionária da nova era afirma que a máquina orgânica do animal intelectual falsamente chamado homem existe em forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>A Psicologia Revolucionária da nova era afirma que a máquina orgânica do animal intelectual falsamente chamado homem existe em forma tricentrada ou tricerebrada.</p>
<p>O primeiro cérebro está encerrado na caixa craniana. O segundo cérebro corresponde concretamente à espinha dorsal com sua medula central e todos os seus ramos nervosos. O terceiro cérebro não reside em um local definido nem é um órgão determinado. Realmente, o terceiro cérebro está constituído pelos plexos nervosos simpáticos e em geral por todos os centros nervosos específicos do organismo humano.</p>
<p>O primeiro cérebro é o centro pensante.</p>
<p>O segundo cérebro é o centro do movimento geralmente denominado de centro motor. O terceiro cérebro é o centro emocional.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-597" title="escolas_misterios" src="../wp-content/uploads/2010/03/escolas_misterios-240x180.jpg" alt="" width="203" height="152" />Está completamente demonstrado na prática que todo abuso do cérebro pensante produz gasto excessivo de energia intelectual. Portanto, é lógico afirmar sem temor de dúvidas que os manicômios são verdadeiros cemitérios de mortos intelectuais.</p>
<p>Os esportes harmoniosos e equilibrados são úteis para o cérebro motor, porém o abuso do esporte significa gasto excessivo de energias motrizes e o resultado costuma ser desastroso.</p>
<p>Não é absurdo afirmar que existem mortos do cérebro motor. Tais mortos são conhecidos como inválidos, hemiplégicos, paraplégicos, paralíticos etc.</p>
<p>O sentido estético, a mística, o êxtase e a música superior são necessários para o cultivo do centro emocional, porém o abuso de tal cérebro produz o desgaste inútil e o desperdício das energias emocionais. Abusam do cérebro emocional os existencialistas da nova onda, os fanáticos do rock, os pseudoartistas sensuais da arte moderna, os doentes passionais da sensualidade etc.</p>
<p>Ainda que pareça incrível, a morte certamente se processa aos terços em cada pessoa. Já está comprovado até a saciedade que toda enfermidade tem sua base em algum dos três cérebros.</p>
<p>A grande lei depositou sabiamente em cada um dos três cérebros do animal intelectual determinado capital de valores vitais. Economizar este capital significa de fato alongar a vida; mal gastar este capital produz a morte.</p>
<p>Arcaicas tradições que chegaram até nós desde a noite aterradora dos séculos afirmam que a média da vida humana no antigo continente Mu, situado no Oceano Pacífico, oscilava entre 12 e 15 séculos.</p>
<p>Com o passar dos séculos através de todas as idades, o uso equivocado dos três cérebros foi encurtando a vida pouco a pouco.</p>
<p>No país ensolarado de Kem, lá no velho Egito dos faraós, a média de vida humana alcançava apenas 140 anos.</p>
<p>Atualmente, nestes tempos modernos de gasolina e celuloide, nesta época de existencialismo e de rebeldes do rock, a média da vida humana, segundo algumas companhias de seguros, é de apenas 50 anos.</p>
<p>Os senhores marxistas-leninistas da União Soviética, fanfarrões e mentirosos como sempre, andam dizendo por aí que inventaram soros especiais para alongar a vida, porém o velhinho Kruschev ainda não tem oitenta anos e tem de pedir permissão a um pé para levantar o outro.</p>
<p>Na Ásia Central existe uma comunidade religiosa composta de anciões que nem se lembram mais de sua juventude. A média de vida desses anciões oscila entre 400 e 500 anos.</p>
<p>Todo o segredo da longa vida desses monges asiáticos consiste no sábio uso dos três cérebros.</p>
<p>O funcionamento equilibrado e harmonioso dos três cérebros significa economia dos valores vitais e como conseqüência lógica vem o prolongamento da vida.</p>
<p>Existe uma lei cósmica conhecida como IGUALAÇÃO DAS VIBRAÇÕES DE MUITAS FONTES. Os monges do citado monastério sabem utilizar esta lei mediante o uso dos três cérebros.</p>
<p>A pedagogia extemporânea conduz os alunos e alunas ao abuso do cérebro pensante e os resultados a psiquiatria já conhece.</p>
<div id="attachment_4975" class="wp-caption alignleft" style="width: 165px"><img class="size-medium wp-image-4975" title="Nazari-genealogical-tree-122-large" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/Nazari-genealogical-tree-122-large-155x240.jpg" alt="" width="155" height="240" /><p class="wp-caption-text">Os 3 Centros, ou Cérebros, devem estar em harmonia entre si. Isso representa economia de energias psíquicas e, por conseguinte, regeneração celular e rejuvenescimento</p></div>
<p>O cultivo inteligente dos três cérebros é Educação Fundamental. Nas antigas escolas de Mistérios da Babilônia, Grécia, Índia, Pérsia, Egito etc., os alunos e alunas recebiam informação integral e direta para os seus três cérebros, mediante o preceito, a dança, a música etc., inteligentemente combinados.</p>
<p>Os teatros dos tempos antigos formavam parte da escola. O drama, a comédia e a tragédia, combinados com a mímica especial, à música, o ensinamento oral etc., serviam para dar informação aos três cérebros de cada indivíduo.</p>
<p>Então os estudantes não abusavam do cérebro pensante e sabiam usar com inteligência e de forma equilibrada os seus três cérebros.</p>
<p>As danças dos Mistérios de Elêusis na Grécia, o teatro na Babilônia e a escultura na Grécia foram sempre utilizados para transmitir conhecimentos aos discípulos e discípulas.</p>
<p>Agora, nesta época degenerada do rock, os alunos e alunas, confusos e desorientados, andam pela tenebrosa senda do abuso mental.</p>
<p>Atualmente, não existem verdadeiros sistemas criadores para o harmonioso cultivo dos três cérebros.<br />
Os professores e professoras de escolas, colégios e universidades só se dirigem à memória infiel dos aborrecidos estudantes que esperam com ansiedade a hora de sair da aula.</p>
<p>É urgente, é indispensável, saber combinar intelecto, movimento e emoção com o propósito de levar informação integral aos três cérebros dos estudantes.</p>
<p>É absurdo informar a um só cérebro. O primeiro cérebro não é o único órgão de cognição. É criminoso abusar do cérebro pensante dos alunos e alunas.</p>
<p>A Educação Fundamental deverá conduzir os estudantes pelo caminho do desenvolvimento harmonioso.</p>
<p>A Psicologia Revolucionária ensina claramente que os três cérebros têm três tipos de associações independentes, totalmente distintas. Estes três tipos de associações evocam diferentes impulsos do Ser.</p>
<p>Isto nos dá de fato três personalidades diferentes, que não possuem nada em comum, nem em sua natureza nem em suas manifestações.</p>
<p>A Psicologia Revolucionária da nova era ensina que em cada pessoa existem três aspectos psicológicos diferentes. Com uma parte da essência psíquica desejamos uma coisa, com a outra parte desejamos algo diferente e graças à terceira parte fazemos algo totalmente oposto.</p>
<p>Em um instante de suprema dor, talvez a perda de um ente querido ou qualquer outra catástrofe íntima, a personalidade emocional chega até ao desespero enquanto a personalidade intelectual se pergunta o porquê de toda essa tragédia e a personalidade do movimento só quer fugir da cena.</p>
<p>Estas três personalidades distintas, diferentes e muitas vezes até contraditórias devem ser inteligentemente cultivadas e instruídas com métodos e sistemas especiais em todas as escolas, colégios e universidades.</p>
<p>Do ponto de vista psicológico, é absurdo educar exclusivamente a personalidade intelectual.</p>
<p>O homem tem três personalidades que necessitam urgentemente da Educação Fundamental.</p>
<p>(Samael Aun Weor, <em>Psicologia Revolucionária</em>)</p>
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		<title>Cabeças olmecas &#8211; Esculturas de reis afro-mexicanos?</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 17:36:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[africano]]></category>
		<category><![CDATA[mexicano]]></category>
		<category><![CDATA[olmeca]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>Um dos grandes mistérios antropológicos são as famosas Cabeças Olmecas, que se encontram no Museu de Jalapa (ou Xalapa), no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>Um dos grandes mistérios antropológicos são as famosas Cabeças Olmecas, que se encontram no Museu de Jalapa (ou Xalapa), no Estado de Veracruz (México). Essas gigantescas cabeças foram esculpidas em diversos materiais, entre eles basalto, e sua altura varia de 2 a 4 metros e pesam de 4 a 65 toneladas.</p>
<p>O venerável mestre Samael Aun Weor afirma, em uma de suas conferências sobre Antropologia Gnóstica, que essas cabeças foram esculpidas há mais de 20 mil anos, quando a Atlântida não havia ainda submergido. Esse continente perdido unia na época a Europa, a África e as Américas. Por esse continente atlante vinham, entre outros, peregrinos africanos visitar as pirâmides mexicanas.</p>
<p>Ensina o Mestre dizendo que em honra à visita dos grandes reis africanos, os potentados olmecas esculpiam enormes cabeças de pedra. Portanto, caro estudante esoterista, essas Cabeças Olmecas que você vê nesta página do site GnosisOnline são decididamente de reis africanos de fins do período atlante (4ª Raça-Raiz), que visitaram a América.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4913" title="cabeca-olmeca-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/09/cabeca-olmeca-gnosisonline.jpg" alt="" width="159" height="164" />A expressão escultórica mais famosa dos olmecas são as cabeças humanas de enormes dimensões, porém dentro da arte dessa cultura também houve grandes &#8220;altares&#8221; retangulares, esculturas de seres humanos sentados, estelas talhadas em relevo que representam humanos e seres sobrenaturais, além de uma quase infinidade de pequenas obras talhadas em pedra verde.</p>
<p>Quanto às cabeças colossais, cada uma delas mostra traços faciais distintos, sendo retratos de indivíduos específicos. Pelos estudos gnósticos, foram realmente reis e sacerdotes de alto grau espiritual e/ou político. O que se sabe também é que essas cabeças estavam totalmente pintadas porque a maioria apresenta fragmentos de tinta.</p>
<p>Em 1862 foi descoberta a primeira pintura colossal na região de Tres Zapotes, perto do sítio arqueológico de La Venta. Sem embargo, San Lorenzo foi um centro de poder territorial importante e, por isso, aí tem sido encontrado o maior número dessas cabeças colossais.</p>
<p>Todas elas estavam enterradas, o que contribui mais ainda com o mistério do significado dessas peças. Em toda uma vasta zona encontraram-se umas 16 ou 17 dessas gigantescas cabeças, de pesos, desenhos e composição variados. Como exemplo, a maior dessas cabeças foi achada em Rancho de Cobata, no estado de Veracruz, com 65 toneladas.</p>
<p>Outro tema polêmico que ronda esses monumentos olmecas é o fato de que um grande número delas foi mutilado. Alguns afirmam que os próprios olmecas destruíram muitas delas, para significar que esses reis-sacerdotes africanos não eram mais de confiança ou ainda que  eles haviam morrido de forma violenta.</p>
<p>Também existe a hipótese de que grupos inimigos dos olmecas destruíram algumas dessas cabeças em atos de violência e vandalismo.</p>
<p>O que se sabe ao certo é que essas Cabeças Olmecas possuem traços marcadamente negróides. Observe por você mesmo e compare com o rosto de um africano, logo abaixo.</p>

<a href='http://www.gnosisonline.org/antropologia/cabecas-olmecas-esculturas-de-reis-afro-mexicanos/attachment/olmec3/' title='olmec3'><img width="65" height="100" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/olmec3-65x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="olmec3" title="olmec3" /></a>
<a href='http://www.gnosisonline.org/antropologia/cabecas-olmecas-esculturas-de-reis-afro-mexicanos/attachment/olmeca7/' title='olmeca7'><img width="100" height="75" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/olmeca7-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="olmeca7" title="olmeca7" /></a>
<a href='http://www.gnosisonline.org/antropologia/cabecas-olmecas-esculturas-de-reis-afro-mexicanos/attachment/olmeca9jpg/' title='olmeca9jpg'><img width="89" height="100" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/olmeca9jpg-89x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="olmeca9jpg" title="olmeca9jpg" /></a>
<a href='http://www.gnosisonline.org/antropologia/cabecas-olmecas-esculturas-de-reis-afro-mexicanos/attachment/olmecaa/' title='olmecaa'><img width="92" height="100" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/olmecaa-92x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="olmecaa" title="olmecaa" /></a>
<a href='http://www.gnosisonline.org/antropologia/cabecas-olmecas-esculturas-de-reis-afro-mexicanos/attachment/olmecab/' title='olmecab'><img width="90" height="100" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/olmecab-90x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="olmecab" title="olmecab" /></a>
<a href='http://www.gnosisonline.org/antropologia/cabecas-olmecas-esculturas-de-reis-afro-mexicanos/attachment/olmecac/' title='olmecac'><img width="74" height="100" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/olmecac-74x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="olmecac" title="olmecac" /></a>
<a href='http://www.gnosisonline.org/antropologia/cabecas-olmecas-esculturas-de-reis-afro-mexicanos/attachment/olmecad/' title='olmecad'><img width="58" height="100" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/olmecad-58x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="olmecad" title="olmecad" /></a>
<a href='http://www.gnosisonline.org/antropologia/cabecas-olmecas-esculturas-de-reis-afro-mexicanos/attachment/olmecae/' title='olmecae'><img width="72" height="100" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/olmecae-72x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="olmecae" title="olmecae" /></a>
<a href='http://www.gnosisonline.org/antropologia/cabecas-olmecas-esculturas-de-reis-afro-mexicanos/attachment/negro/' title='negro'><img width="100" height="100" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/negro-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="negro" title="negro" /></a>
<a href='http://www.gnosisonline.org/antropologia/cabecas-olmecas-esculturas-de-reis-afro-mexicanos/attachment/cabeca-olmeca-gnosisonline/' title='cabeca-olmeca-gnosisonline'><img width="96" height="100" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/cabeca-olmeca-gnosisonline-96x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="cabeca-olmeca-gnosisonline" title="cabeca-olmeca-gnosisonline" /></a>
<a href='http://www.gnosisonline.org/antropologia/cabecas-olmecas-esculturas-de-reis-afro-mexicanos/attachment/cabeca-olmeca-gnosisonline-2/' title='cabeca-olmeca-gnosisonline'><img width="96" height="100" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/09/cabeca-olmeca-gnosisonline-96x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="cabeca-olmeca-gnosisonline" title="cabeca-olmeca-gnosisonline" /></a>
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		<title>Káli e a seita dos thugs</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 03:01:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GN10</dc:creator>
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		<category><![CDATA[thug]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>Há cerca de 300 anos, um grupo de indianos adoradores da deusa Káli, a deusa da morte e da destruição, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><p>Há cerca de 300 anos, um grupo de indianos adoradores da deusa Káli, a deusa da morte e da destruição, fundou uma fraternidade intitulada Thug, cujos membros se comunicavam por meio de uma linguagem secreta e de gestos, os quais só eles sabiam interpretar.</p>
<p>Segundo mística clássica, a Káli (ou Durga) havia sido confiada a tarefa de destruir o poder demoníaco que oprimia o mundo, e seus seguidores concluíram que os peregrinos em adoração a outros deuses deviam ser seus demônios disfarçados de gente.</p>
<p>Assim, os thugs (ou Phansigars, estranguladores) faziam amizade com esses grupos e, logo que ganhavam a confiança deles, estrangulavam-nos com lenços ou laços que carregavam na cintura. (Segundo o mestre Samael, os altos iniciados da Loja Negra usam um cinto de tecido especial com sete nós.)</p>
<p>Depois de mortas, as vítimas eram mutiladas por membros da seita especialmente treinados para isso. As principais vítimas eram mulheres e crianças das castas mais humildes, e, circunstancialmente, eram sacrificadas nos altares dos templos de Káli.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-591" title="thug" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/thug.jpg" alt="" width="212" height="243" />Para que não identificassem as vítimas, escavavam buracos com picaretas consagradas, jogavam terra por cima e dançavam sobre a superfície para achatá-la.</p>
<p>O ritual terminava com oferendas de açúcar à deusa Káli e libações sobre a picareta. Por fim, repartiam entre si o que haviam roubado da vítima.</p>
<p>A seita dos estranguladores teve seu apogeu no século 13, com a construção de diversos santuários dedicados a Káli. Nessa época, os Thugs criaram uma organização tão estruturada (ou maior) que as máfias modernas.</p>
<p>Os thugs geralmente trabalhavam em bandos, ao longo das estradas e cidades sagradas indianas, como por exemplo, Benares e Allahabad. Eles geralmente eram acompanhados de auxiliares, denominados Bhurtotes e Shumseeas.</p>
<p>Os thugs raramente viajavam, ficavam confinados a determinadas regiões, próximas a seus templos sacrificiais, porém, existia uma variante thug, que eram os thugs viajantes, ou Megpoonas.</p>
<p>Esses eram mais difíceis de capturar, pois não havia um ponto específico onde pudessem ser encontrados. Foram os que mais destruição causaram ao povo indiano.</p>
<p>Certa vez, Sir Sleeman interrogou um seguidor thug sobre se ele realmente havia assassinado centenas de pessoas, por meio do estrangulamento. Esse thug disse que não, que não havia assassinado ninguém.</p>
<p>Quem havia matado a essas centenas de pessoas fora a própria Deusa Káli, utilizando as mãos dele&#8230;</p>
<h3><strong> Origens Esotéricas dos Adoradores de Káli</strong></h3>
<p>Segundo o Mestre Samael, esta seita involucionante teve sua origem na própria Atlântida, criada pela própria Fraternidade Negra. De lá, essa seita tântrica negativa se estabeleceu no país chamado Perlândia (a terra das pérolas), hoje conhecida como Índia.</p>
<p>Káli é a personificação das forças cósmicas destruidoras, Káli possui dois aspectos, um positivo, que vem a ser a Mãe Destruidora de todas as trevas interiores do ser humano. Em seu aspecto negativo é a energia da Kundalini despertada negativamente, transformando-se na tão temida “cauda dos demônios”, ou Órgão Kundartiguador.<strong><img class="size-full wp-image-592 alignright" title="kali-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/kali.jpg" alt="" width="167" height="184" /></strong></p>
<p>Felizmente, essa seita de assassinos foi combatida e extinta pelas autoridades britânicas na Índia. Coube a Sir William Sleeman, entre os anos 1829-1848, a incumbência de reprimir e destruir a tenebrosa organização Thug.</p>
<p>Sir Sleeman escreveu um interessante trabalho, intitulado <em>Ramaseena, ou a Linguagem Peculiar dos Thugs</em>.</p>
<p>Sleeman afirmou ter conhecido textos que falavam dos thugs na época de Heródoto. Portanto, esta seita é muito antiga, quem sabe perdendo-se na noite dos tempos.</p>
<p>Foram condenados por ele cerca de 1.600 thugs por assassinato.<strong></strong></p>
<h3>Etimologias</h3>
<p>Káli vem do híndi e significa “a negra”.</p>
<p>Durga quer dizer “a inacessível”.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-593 alignleft" title="thug2" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/thug2-240x204.jpg" alt="" width="156" height="132" /></p>
<p>Parvati é a consorte de Shiva, ou seja, nossa Divina Mãe Cósmica Kundalini, em seu aspecto positivo.</p>
<p>Káli e Durga, portanto, são duas facetas da energia sagrada da Kundalini.</p>
<p>Outro nome dado pelos thugs a Káli era Dávi.</p>
<p>Bibliografia: <em>The Stranglers</em>, See G.L. Bruce (1969) e diversas obras do Venerável Mestre Samael Aun Weor, como <em>O Matrimônio Perfeito</em>.</p>
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		<title>Copán</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 14:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gnosis Online</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[copan]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.gnosisonline.org//wp-content/uploads/categories/antropologia.jpg" width="100" height="100" alt="" title="Antropologia" /><br/><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr valign="bottom">
<td width="125">
<p><div id="attachment_3709" class="wp-caption alignnone" style="width: 226px"><a href="http://www.gnosisonline.org/antropologia/misterios-maias-de-copan/"><img class="size-full wp-image-3709 " title="Mistérios maias de Copan" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/07/copan1-240x167.jpg" alt="" width="216" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Mistérios maias de Copan</p></div></td>
<td width="125">
<p><div id="attachment_3712" class="wp-caption alignnone" style="width: 226px"><a href="http://www.gnosisonline.org/antropologia/copan-o-deus-murcielago/"><img class="size-medium wp-image-3712 " title="Copan – O deus Murciélago" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/07/Murcielago-240x156.gif" alt="" width="216" height="140" /></a><p class="wp-caption-text">Copan – O deus Murciélago</p></div></td>
<td width="125">
<p><div id="attachment_3708" class="wp-caption alignnone" style="width: 190px"><a href="http://www.gnosisonline.org/antropologia/copan-a-runa-gibur/"><img class="size-full wp-image-3708 " title="Copan – A runa Gibur" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/07/copan_gibur2.jpg" alt="" width="180" height="152" /></a><p class="wp-caption-text">Copan – A runa Gibur</p></div></td>
</tr>
<tr valign="bottom">
<td width="125">
<p><div id="attachment_3710" class="wp-caption alignnone" style="width: 202px"><a href="http://www.gnosisonline.org/antropologia/templo-das-meditacoes/"><img class="size-full wp-image-3710 " title="Copan – O templo das meditações" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/07/copan-templo-meditacoes-gnosisonline-240x160.jpg" alt="" width="192" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Copan – O templo das meditações</p></div></td>
<td width="125">
<p><div id="attachment_3713" class="wp-caption alignnone" style="width: 226px"><a href="http://www.gnosisonline.org/antropologia/copan-campo-de-bola-cerimonial/"><img class="size-medium wp-image-3713 " title="Copan – campo de bola cerimonial" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/07/pelota_maia-240x163.jpg" alt="" width="216" height="147" /></a><p class="wp-caption-text">Copan – campo de bola cerimonial</p></div></td>
<td width="125">
<p><div id="attachment_3711" class="wp-caption alignnone" style="width: 158px"><a href="http://www.gnosisonline.org/antropologia/copan-escadaria-dos-hieroglifos/"><img class="size-medium wp-image-3711 " title="Copan – A escadaria dos hieróglifos" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/07/escadaria_chacras-164x240.gif" alt="" width="148" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Copan – A escadaria dos hieróglifos</p></div></td>
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