Disse um Mestre Zen: “O dedo serve para apontar a Lua; o sábio olha para a Lua, o ignorante, para o dedo”.
Samael e o I Ching
Você conhece a relação íntima entre Samael Aun Weor e o I Ching? Então, leia com atenção.
Em 1899, uma enchente do Rio Amarelo (Huang Tsé) trouxe à tona centenas de milhares de peças divinatórias da dinastia Shang (1523-1027 a.C.). Decifradas e interpretadas, elas trouxeram à tona a história da China arcaica, revelando a figura do “Dragão dos Dragões” Fu-Xi (no Japão, Fu-Ji), autor do I Ching e considerado o verdadeiro pai da identidade chinesa. Os praticantes do milefólio (como eram conhecidos os decifradores do oráculo) eram chamados de shi, um ideograma formado pela combinação dos signos “xamã” e “bambu”, o que equivale a chamá-los de “os sacerdotes do livro”.
E quem criou o I Ching? Na literatura chinesa são indicados quatro santos Mestres como autores do Livro das Mutações : Fu-Xi, o rei Wen, Confúcio (Kung-Fu Tsé) e o duque de Chou.
Fora de toda dúvida, os gnósticos afirmamos que esse Duque de Chou, o mesmo que criou dentro do I Ching as breves sentenças ou juízos, os Ditames, é o próprio Mestre Samael Aun Weor, que esteve encarnado na China como CHOU-LI.
Ah, uma associação interessante: o I Ching era chamado pelos chineses de CHOU-I, o Livro de Chou.

































Associação interessante? não seria arrogância?
Considerando que o Livro das Mutações (I Ching) trata-se
realmente de um oráculo o qual é regido pelo jogo, e como
resultado único e pessoal a quem dele recorre. A resposta
é sempre única e íntima onde somente quem pergunta sabe
a resposta fornecida pelo oráculo. Lembrando também o Livro
de TAO onde se diz: O sábio não se exibe e por isso brilha, e por não estar competindo, ninguém no mundo pode competir com êle.
Atenciosamnte
Charlyer
Caro Charlyer, nós como seguidores e admiradores da obra de Samael Aun Weor queremos que o mundo conheça a grandiosidade desse Ser que se encarnou entre nós e sempre, ao longo de inúmeras encarnações, tem ajudado a Humanidade a sair de suas trevas intelectuais.
Pesquise mais acerca das encarnações de Samael e você perceberá que as grandes almas sempre realizam grandes obras, estejam onde estiverem, e tenham o nome que tiverem.
E acima de tudo, se desejar é claro, pesquise a literatura gnóstica para absorver essa sabedoria que ultrapassa em muito nossa limitação interior.