A Esfinge e os deuses elementais

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A civilização egípcia data de um período netuniano-­amentino antiquíssimo.

A Esfinge, que tem resistido ao curso dos séculos, é tão somente a imagem da Esfinge elemental da Deusa Natureza.

Essa Esfinge elemental é a suprema Mestra de toda a Magia Elemental da Natureza.

Quando o Mestre chega à quinta Iniciação dos Mistérios Maiores, sete caminhos aparecem diante dele, dentre os quais deve escolher um. A evolução dévica é um deles. Os devas são os Deuses dos paraísos elementais da natureza.

Agni, Deus elemental do fogo, restaura os poderes ígneos de nossos sete corpos através de cada uma das sete grandes Iniciações de Mistérios Maiores.

A própria Deusa Natureza é um Guru Deva que governa a criação.

Apolo, Deus do fogo, guiou a civilização grega pela boca das pitonisas do oráculo de Delfos.

Osíris e Hórus foram os grandes Deuses elementais do velho Egito.

No Colégio da Esfinge, podemos estudar os grandes mistérios da Magia Elemental da Natureza.

Os Gurus Devas trabalham com toda a natureza e com o homem. São verdadeiros Mestres de compaixão.

Indra, Deus do éter; Agni, Deus do fogo; Pavana, Deus do ar; Varuna, Deus da água, e Kitichi, Deus da terra, são Gurus Devas que governam os paraísos elementais da Deusa Elemental do Mundo.

Medina Cifuentes, autor de Tesouros Ocultos, equivoca-­se ao afirmar absurdamente que os devas já nada têm a ver com a evolução humana. Os Gurus Devas trabalham com o homem e com os elementais da grande natureza. Os Gurus Devas parecem verdadeiros meninos inocentes.

Vivem e brincam como meninos. São discípulos da Esfinge Elemental da Natureza, grande Mestre desses meninos devas.

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  • Muito bom, as energias elementais existem mesmo que nao acreditemos nelas.

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