Wagner: (Richard) Compositor alemão.
Nasceu em 1813 e morreu em 1883. Autor de uma miríade
de célebres óperas, destacando-se, entre elas:
Parsifal, O Anel dos Nibelungos, Tristão
e Isolda etc. Grande Iniciado e autêntico iluminado,
que ensinou a Grande Obra por meio do Raio da Arte, da Música.
Waldemar: Sábio iniciado alemão
da Santa Igreja Gnóstica européia. Autor de
diversas obras sobre esoterismo e alquimia, citado em diversas
ocasiões pelo Venerável Mestre Samael aun Weor.
Walkíria: Simboliza a Alma Espiritual,
Budhi, ou a Bela Helena. Para os homens é feminina
e para as mulheres, masculina. Atman, o Íntimo, envia
a Walkíria para realizar determinados trabalhos: trabalhar
nos templos, entregar mensagens, ajudar os Mestres. Constitui-se
no fogo mensageiero, o Eros que palpita em nosso interior.
O Iniciado deve desposar-se com ela, ou seja, casar com sua
Alma Gêmea (interior).
Watan: Termo que alude a língua atlante
primitiva, raiz do sânscrito, do hebreu e do chinês.
Wotan: Avatar do antigo México (como
o deus Pacal Wotan, ou Votan) e da mitologia escandinava.
Wu: (chinês) Veja Bodhi. Literalmente
significa Não; é um mantra para se
alcançar o Vazio Iluminador. Deve ser vocalizado verbalmente
tentando imitar o som do vento, com seus altos e baixos. Devagarinho,
esse mantra vai sendo vocalizado baixo, até se o vocalizar
unicamente de forma mental.
X X-Files: (Ufol) Popular e celebrado
seriado da rede norte-americana Fox, que ajudou a popularizar
a Ufologia em todo o mundo, apesar de criar muitas fantasias
sobre o tema.
Xiitas: (Islam.) Esse grupo acredita que
o sucessor de Mohamad deveria ser seu parente, ou seja, o
Profeta Áli Abu Tálib. Diz a tradição
que o Profeta Áli seria um dos grandes regentes do
Sufismo.
Xochipilli: Deus mexicano da Música,
das flores e do amor, esposo de Xochiquetzal. Diz o VM Samael
que este Ser é um grande mestre da Fraternidade Branca.
Samael afirma, em sua obra Magia Crística Asteca
que este Mestre pode ser invocado às sextas-feiras,
entre 10 da noite e meia-noite, suplicando-lhe para que interceda
por nós perante a Justiça Divina e mova a Roda
da Fortuna a nosso favor.
Xolotl: O Lúcifer entre os astecas.
Y
Yab-Yum: (tib. Yab Yum) Pai-mãe; no
budismo Vajrayana tibetano, representação simbólica
da inseparabilidade dos meios hábeis (Upaya) e da sabedoria
(Prajña). São também estatuetas sagradas
onde se vê um casal divino em cópula sagrada,
indicando a Alquimia Sexual para podermos trilhar a Senda
da Iniciação autêntica.
Yama: Na mitologia indiana, o demônio
da morte.
Yantra: (neutro) Instrumento pictográfico
para dominar e refrear as ondas de pensamento, é outro
nome da Mandala; é um símbolo usado nas práticas
tântricas para o despertar da Concentração.
O mais poderoso desses símbolos é o Sri Yantra.
Yasodhara: A esposa-sacerdotisa de Sidarta
Gautama.
Yeshe Tsogyel: (tib. Ye Shes Mtsho Rgyal)
Consorte, ou esposa-sacerdotisa, tibetana (757-817 d.C.) do
mahasidha Padma Sambhava.
Yesod: (hebr.) Base, fundamento. A nona
Séfira, ou Sefirote. O arquetipo ou base invisível,
ou quadridimensional, de toda manifestação visível,
a potencialidade eterna de tudo o que foi, é e será.
Yidam: (sânscr. Ishta-Devata; tib.
Yid Dam) Mente de Compromisso; no budismo Vajrayana, divindade
meditacional visualizada durante as práticas (Sadhanas).
Como exemplo, podemos visualizar nossa Mãe Divina íntima,
particular, tomando a forma de Tara Vermelha, e enquanto vocalizamos
seu mantra sagrado, nós A visualizamos destruindo todas
as ilusões egóicas de nossa mente.
Yoga: (masculino) Método ou disciplina
psicossomática para chegar a um pleno desenvolvimento
psicofísico e espiritual.
Yogachara: (sânscr.) Aplicação
do Yoga; também conhecida como Vijnanavada, filosofia
Mahayana fundada pelos monges Asanga e Vasubandhu, baseada
no ensinamento do Chittamatra. Ou seja, é o reconhecimento
de que se deve praticar o Yoga objetivando o Despertar da
Consciência, e não somente o despertar dos Siddhis,
ou poderes psíquicos básicos, inferiores.
Yogananda: (Paramahansa, Mukunda Lal Ghosh,
?-1952) Yogue e autor indiano, fundador da Yogoda Sat Sanga,
em Dakshinswar (Índia) e da Self Realization Fellowship
(de Los Angeles-EUA), para a difusão da Kriya Yoga,
como meio de realização espiritual. Samael nos
relata que este grande yogue conseguiu despertar uma boa porcentagem
de sua consciência, porém não trabalhou
na Forja Acesa de Vulcano, ou o "Arcano AZF", a
Magia Sexual, e, por conseqüência, seu trabalho
não ficou completo.
Yogue: (masculino) Adepto do yoga.
Yoguine: (feminino): Adepta do Yoga, também
esposa-sacerdotisa, companheira sexual, de um Iniciado.
Yoni: (masculino) Órgão sexual
feminino representado nas mandalas com um triângulo
com a ponta para baixo e o mantra pelas consoantes.
Yuga: (neutro) Período correspondente
a cada una das 4 Eras Cósmicas.
Yutekswar, Sri: (Priya Nath Karar; 1855-1936).
Místico hindu, discipulo del Guru Lahiri Mahasaya.
Atribuem-se a ele diversos poderes milagrosos e foi mestre
de Paramahansa Yogananda. Samael nos diz que é um Mestre.
Z Zacariel: (hebr.) Arcanjo Cosmocrator.
Logos, Alma Suprema de Júpiter. Símbolo do altruísmo,
da bondade, da abundância, da prosperidade e da generosidade.
O dia da semana mais propício para trabalhos com as
forças jupiterianas de Zacariel é sexta-feira,
especialmente a meia-noite de quinta para a sexta.
Zafu: (jap.) Almofada redonda para a prática
do Zazen.
Zakat: Doação ao necessitados,
um dos principais pilares da fé muçulmana. Refere-se
ao 3° Fator dentro do Islamismo.
Zangões: Termo que em esoterismo
se refere aos Magos Negros. O Mestre Samael revela estes bruxos
se reúnem especialmente no castelo de Klingsor, com
suas parceiras, a fim de celebrar suas orgias.
Zanoni: (conde) Mestre Ressurrecto maravilhoso.
Havia sido Iniciado na Torre de Fogo da Velha Caldéia
e viveu nos Paraísos Jinas. Durante a Revolução
Francesa, apaixonou-se por uma senhorita napolitana. E, ao
se deixar seduzir e cair, perdeu sua condição
de Ressurrecto. Morreu guilhotinado em dito movimento político.
Diz-se que seu bodhisatva está encarnado em algum país
da América do Sul, à espera de que seu Ser Divino
ordene um novo Trabalho na Pedra Filosofal.
Zazen: (jap.; chin. Tso-Ch’an) Sentar-se
Zen; meditação do budismo Zen, sem pensamentos
ou objetos.
Zen: (jap.; sânscr. Dhyana; chin.
Ch’an) Meditação; uma das principais escolas
do budismo Mahayana.
Zend Avesta: A "Bíblia",
ou livro sagrado, escrito por Zoroastro.
Zendô: (jap.) Sala onde se pratica
Zazen.
Zeus: (grego) O Pai que está em segredo,
também o Cristo Cósmico. Dentre os mestres da
Grande Fraternidade Branca, é o mais antigo mestre
ressurrecto do planeta Terra.
Zigurats: Termo que alude às torres
caldéias que albergavam as chamadas "câmaras
dos sonhos". Ali se praticava a cura por meio dos sonhos,
onde se invocava aos deuses para obter a cura ou a revelação
do porvir. Também se praticavam ali as observações
astronômicas e estudos astrológicos.
Zodíaco: (grego) Da voz Zodion, diminutivo
de Zoon, animal. Símbolo universalmente extendido em
sua forma circular como “roda cósmica”
o “roda da vida”. O movimento de descenso e ascenso
da roda, reflete a queda da alma na existência material
e a necessidade de ser salva, percorrendo o Camino inverso.
O Zodíaco astrológico é un círculo
imaginário que passa ao redor da Terra o plano do Equador,
chamando-se seu primeiro ponto de Áries 0º. Está
dividido em 12 partes iguais denominadas “Signos do
Zodíaco”, contendo cada uma 30º de espaço,
e nele está medida a verdadeira ascensão dos
corpos celestes. A Precessão dos Equinócios
é causada pelo “movimento” do Sol através
do espaço, o qual faz que as constelações
aparentemente se movam para diante contra a ordem dos signos
na razão de 50 e 1/3 segundos por ano. Portanto, a
Constelación de Touro se achava no primeiro signo do
Zodíaco ao princípio do Kali Yuga e, por conseguinte,
o ponto equinocial caía ali. Nese tempo, tambén
Leão estava no Solstício de Verão, Escorpião
no Equinócio de Outono e Aquário no Solstício
de Inverno; e esses fatos formam a chave astronômica
da metade dos mistérios religiosos do mundo, inclusive
o esquema cristão. O Zodíaco foi conhecido na
Índia e no Egito durante incalculáveis idades,
e o conhecimento dos Sábios (magos) desses países,
com respeito à influência oculta das estrelas
e dos corpos celestes sobre nossa Terra, foi muito maior do
que a astronomia profana poderia jamais esperar alcançar.
Zohar: (hebr.; tradição recebida)
Em sentido genérico, misticismo judaico em todas as
suas variantes; em seu sentido específico designa duas
escolas cabalísticas: a escola alemã, centrada
na oração e meditação, onde se
trabalha com o processo devocional, místico, e a hispânica,
que derivou até a especulação e a teosofia
esotérica, que cristalizou no século 13 na Península
Ibérica e Provença ao redor do Sefer ha-Zohar
(Libro del Esplendor), conhecida como o Zohar,
e de onde derivam todos os movimentos religiosos posteriores
no judaísmo. A forma mais antiga conhecida do misticismo
judeu data dos primeiros séculos e é uma variante
do misticismo helenístico astral da era cristã,
na qual o adepto, através da meditação
e a utilização de fórmulas mágicas,
viajava em êxtase, através e por cima das esferas,
ou sefirotes, superiores. Na versão judaica, o adepto
busca uma versão extática do trono de Deus,
o carro (Merkabah) conduzido por Ezequiel (Ez.,1).
Zoostat: Termo que, na língua de
ouro dos Mestres, designa a Consciência.
Zoroastro: (Zarathustra, séc.5º
a.C.) Mítico profeta, grande reformador da religião
persa, cuja figura se encontra envolta em uma auréola
de lendas. Não é posível reconstruir
historicamente com precisão sua vida, pois imagina-se
que existiram diversos Zoroastros, e não unicamente
um. A principal fonte biográfica é o Zend Avesta,
livro sagrado dol Zoroastrismo. Esotericamente se lhe considera
um grande legislador, portador de uma missão divina
como fundador do Culto ao Fogo e da magia. Encarnou o Cristo
Cósmico. Dizem certas tradições que ao
encarnar o Logos Íntimo, seu Cristo Interior, Zoroastro
se tornou aquele que trouxe e espalhou os Átomos Ígneos
do Sol, para que estes se fixassem na Consciência de
todos os habitantes da Terra. Afirma-se também que
Zoroastro ensinou sobre a Reta Conduta: "Todo aquele
cujas boas obras excedam em três gramas a seus pecados,
irá para o céu; todo aquele cujo pecado seja
maior, irá ao inferno; no entanto, aquele em que ambos
sejam iguais, permanecerá no Hamistikan (o Limbo)
até o corpo futuro ou ressurreição".
Zotz: (Asteca) Termo que designa o Deus
Morcego (ou Murciélago). Este é um grande Mestre
do Raio de Saturno, um poderoso Anjo do Mundo Causal, regente
da Vida e da Morte. Seu poder é terrível. Pertence
ao Raio de Saturno. Também chamado de Camazotz.
Zu: Na mitologia babilônica, deus-pássaro
e inimigo dos deuses, por ter roubado as Tábuas do
Destino. Os deuses ficam impotentes diante do acontecido.
Finalmente, o rei Lugalbea, pai de Gilgamesh, foi capaz de
recuperar as Tábuas do Destino, após matar Zu.
Na mitologia assíria, Marduk é quem esfola o
crânio de Zu. Num outro mito, foi Ninurta o herói
e matador de Zu.