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Grande Glossário Gnóstico


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S

Sabaoth: Como Mestre da Loja Branca, que pactuou com os Juízes da Lei o pagamento de todas as suas dívidas Kármicas nesta vida. Como conseqüência de sua petição foi atacado pela lepra durante anos. Discípulo de Samael Aun Weor, vive atualmente na Colômbia. Como o Exército da Voz, é o Sabaoth, ou Hoste. De Tsâbâ, ir à guerra. Daí o nome do deus da guerra: o “Senhor de Sabaot” ou dos Exércitos. Exército da Voz.

Sacerdote: (latim) Sacer: Sagrado. Sacerdos: Sacerdote, sacerdotisa. Pessoa consagrada à Divindade.

Sádhaka: (masculino) Adepto que logrou um alto nível em seu desenvolvimento espiritual.

Sádhana: (neutro, sânsc): Vitória, realização espiritual (e meios para obtê-la). Texto que descreve uma liturgia, especialmente utilizado no budismo Vajrayana.

Sadharma-Pundarika Sutra: (jap. Myohorenge-Kyô) Discurso do Lótus do Dharma maravilhoso; texto do budismo Mahayana, de central importância para as escolas Tendai e Nichiren.

Sádhu: (masculino) Santo, nome que se dá aos renunciantes, os quais decidiram abandonar o mundo para se entregar à busca do Absoluto.

Sadhu, Mouni: Esoterista e linguista alemão. Atuou na Sociedade Teosófica e no Martinismo, dando também conferênvias sobre ocultismo e yoga. Tomou contato com Ramana Maharishi, que o enviou ao Occidente para divulgar seus ensinamentos.

Sagas: A Islândia é famosa por suas sagas medievais, escritas entre os séculos 12 e 14. As sagas são contos que tratam de reis noruegueses ou de heróis legendários, homens ou mulheres, da Islândia e da Escandinávia. Escritas em prosa, geralmente por autores desconhecidos, supõe-se que eram recitadas por sábios antes deseres transcritos, apesar de que não tenham chegado a nós estes manuscritos, senão somente suas revisões ou ampliações posteriores ao século 13. Na Islândia medieval escreveram-se centenas de sagas, que se podem dividir em três grupos: as sagas dos reis, como o Heimskringla de Snorri Sturluson, que relata as gestas dos dominadores noruegueses desde os tempos legendários até 1177, e as sagas Knýtlinga, centradas nos reis dinamarqueses, desde Gorm o velho até Canuto 4°; em segundo lugar, as sagas legendárias, basicamente romances cavalheirescos e fantasias (chamadas às vezes “falsas sagas”) de flutuante valor literário e, por último, as sagas de islandeses, em sua maioria novelizações de fatos mais ou menos reais, ocorridos na Islândia durante a denominada “era das sagas” (900-1150). A esta última categoria pertencem obras de tão alto valor literário como a saga de Egill, que narra a vida do poeta guerreiro Egill Skallagrimsson, a saga dos povos de Laxdale, uma história centrada em um triângulo amoroso, a saga de Gisli, a tragédia de um herói fora-da-lei, e a Saga Njal, considerada pelo general como o punto culminante da literatura islandesa, uma rica e complexa revisão de numerosos conflitos humanos e sociais. A saga como forma literária foi utilizada no século 13 para escrever textos de história que giravam ao redor de destacados personagens da época, as quais se conhecem com o nome de Saga Sturlunga e narram as encarniçadas lutas pelo poder que desmembraram a antiga comunidade islandesa. A melhor das sagas deste conjunto, a Saga Islendica, foi escrita por Sturla Thórdarson, sobrinho de Snorri Sturluson. Entre as demais obras históricas da literatura islandesa se encontram o Livro dos Islandeses, de Ari Thorgilsson, e o Livro da Colonização, composta em parte também por Ari Thorgilsson.

Sahasrara: (masculino) Sétimo e último dos centros do corpo sutil, simbolizado com a figura de uma roda (com mil raios) e um lótus com mil pétalas.

Sahu: (egípcio) Corpo Espiritual. É o corpo do Ser, glorificado. É também o nome egípcio da múmia. Simbólicamente, está representado pela ave com cabeça humana que voa até uma múmia, um cuerpo, ou a Alma que se une com seu Sahu.

Saint Germain: Veja a palavra Racoczy, além do livro A Pedra Filosofal, do VM Samael.

Saint Yves D’Alveydre: (Marquês de Alveydre, 1842-1909). Esoterista, orientalista, músico e autor francês, fundador do Institute International des Hautes Etudes de Paris. Diz-se dele que jamais pertenceu a instituição alguma e foi um dos esoteristas mais respeitados do século 19. Autor de O Arqueômetro, Missão dos Judeus, O Mundo Subterrâneo e outros tantos. Grande estudioso dos mistérios do Reino Subterrâneo e de seu Regente, Melquisedeck, o Gênio da Terra.

Sakáki: Poderoso extraterrestre, o qual, junto com Loisos, foi o responsável por uma comitiva de naves cósmicas que visitaram a Terra há muitos milhões de anos e que foram os responsáveis pelo implante de um aparato ósseo artificial em toda a humanidade da época. Esse implante extraterrestre, chamado órgão kundartiguador, foi necessário para se captar um tipo de vibração cósmica (o Askokin) necessária para o equilíbrio telúrico. Erros de cálculo fizeram com que esse implante fosse retirado num período muito posterior ao que deveria ter sido feito e houve uma série de conseqüências energéticas e psicológicas que vemos até os dias de hoje, como o egoísmo e os múltiplos defeitos de ordem mental e emocional, dentro da psique de toda a espécie humana.

Sakya: (tib. Sa Skya [Pa]) Escola Vajrayana tibetana responsável pela transmissão dos ensinamentos Lam Drim.

Salat: (Islam.) Oração. O muçulmano verdadeiramente devoto deve orar 5 vezes ao dia e suplicar proteção, força e iluminação, e sempre direcionado para o poderoso Chacra Planetário que se localiza exatamente sobre a Caaba. Sobre a Mesquita da Caaba, em Meca (Arábia Saudita) encontra-se um poderoso e gigantesco Deva, que canaliza as preces e pedidos de todos os muçulmonos de todo o mundo e as direciona para a Divindade. Este Ser Dévico, quando espalha suas bênçãos e força para o mundo islâmico, assemelha-se a um verdadeiro sol de luz, poder e glória. Tal Deva é também visto como tendo a forma de um Gênio da Lâmpada Mágica.

Salbatanu: Deus babilônico, é o planeta Marte. Equivalente ao Arcanjo Samael.

Salomão: Filho e sucesor do rei Davi (c. 970 a.C.). Sua sabedoria foi legendária em todo o Oriente. Foi o Construtor do Templo de Jerusalém e cultivou a poesia e a música, além de práticas profundas de Cabala, Teurgia e Goécia. A rainha Bélquis, de Sabá, viajou através do Oriente para estar junto a ele. Foi um grande mestre maçom e mago prático, a ele se atribuem certas conjurações e exorcismos especiais. A Maçonaria vê nele um Grande Venerável Mestre. Samael nos encina que Salomão foi realmente um grande Mestre, o qual nos legou entre outros as conjurações dos Quatro e dos Sete e a Invocação que leva seu nome (que se encontram na Liturgia Gnóstica), assim como muitos outros elementos para a Magia. Ademais, nos diz que seu bodhisatva, ou alma humana, por estes tempos ainda se encontra caído. Este mestre, nos mundos internos, se chama Querubim Azazel, citado pelo mestre Samael em algumas obras suas, como O Parsifal Desvelado. Azazel caiu nas terríveis épocas lemurianas relatadas na Bíblia como a saída de Adão e Eva do Paraíso.

Samadhi: (sânsc; jap. Zanmai) Concentração, meditação; estado mental não-dualista, calmo e concentrado; uma das seis Paramitas.

Samael Aun Weor: Arcanjo Cosmocrator. Regente e Embaixador planetário de Marte na Terra; símbolo da Energia Dinâmica de Deus, a força construtiva e o entusiasmo. Avatar da Era de Aquário. Sua festividade é o dia 6 de março. Grande mestre espiritual e guia das instituições gnósticas modernas. Este mestre afirma ser a encarnação de um extraterrestre vindo de Marte. Toda a sua doutrina é baseada na Ufopsicologia, ou seja, no conceito de que nossa humanidade terrestre teve seus destinos traçados, seus dramas e tragédias, por seres extraterrestres em diversos momentos de nossa história conhecida ou não publicamente. Ou seja, os fundamentos da sabedoria gnóstica são extraterrestres: a criação de implantes extraterrestres, a comitiva dos mestres-cientistas que criaram o órgão Kundartiguador, a criação do Ego em nossa psique, o auxílio dos seres de outros planetas etc. Para mais informações, estude nosso link Ufognose e os livros deste grande mestre e avatar (mensageiro) da Era de Aquário no link Biblioteca Gnóstica. Veja nosso link Quem é Samael.

Samantabhadra: (sânscr.; chin. Pu-Hsian; jap. Fu Gen; tib. Kuntuzangpo/ Kun Tu Bzan Po) No budismo Mahayana, o Bodhicitta das oferendas supremas e protetor dos professores do Dharma; na escola Nyingma do budismo Vajrayana tibetano, o buda primordial (Adi-Buda), que representa o Dharmakaya. Para os gnósticos, é o Incognoscível, o Imanifestado. Não entra na Criação. É a primeira face de Deus. É o Pai de nosso Pai. É o Lew ou Jeú gnóstico. Jesus o chamou de Lew: “O Pai, Lew, o Incognoscível, Imanifestado, nunca entra na Criação”. A Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo) emana diretamente de Adhi-Buda.

Sambhogakaya: (sânscr.; tib. Longchöpeku/Longs Spyod P’ai Sku) Veja Trikaya.

Samdhiabhasha: (feminino) Linguagem crepuscular.

Samsara: (masculino, sânscr.) Curso normal, lei universal da trasmigração da alma, de um corpo a outro, durante o período de um ciclo cósmico. Existência cíclica, na qual todos os seres estão sujeitos a constantes renascimentos e sofrimentos.

Samudaya: (sânscr.) Causa; uma das Quatro Nobres Verdades.

Samyak-Sambuda: (sânscr.; páli Sama-Sambudha) Completamente iluminado.

Samyutta-Nykaya: (páli) Coleção Agrupada; uma das seções do Sutra Pitaka.

Sanat Kummara: O maior dos avataras. Chefe dos 7 Kummaras, que desceu a este plano físico. Ele é chamado também de O Ancião dos Dias, o Vigilante Silencioso, O Senhor do Mundo. Segundo a tradição do hinduísmo seu nome significa A Juventude Eternamente Virginal e seu corpo, se bem que seja físico, não nasceu de mulher, senão que foi formado pelo poder da Potência Criadora (kriyashakty), jamais envelhece e mantém a aparência de um aposto jovem. Sanat Kummara, durante a etapa média da terceira raça raiz (lemuriana), chegou à Terra procedente do planeta vênus, com outros três Kummaras e mais 30 assistentes, que cumpriram sua missão de ajuda à humanidade, e há muitíssimo tempo se afastaram de nosso planeta para cumprir com a Grande Obra em outros planetas. Segundo a lenda, desceram na misteriosa cidade de Shamballa, localizada no Mar de Gobi (hoje um deserto, na China). Sanat Kummara, grande regente do mundo sob a deidade solar, retém ainda o posto de Chefe do Colégio de Iniciados da Loja Branca, e também representa o Logos ao que diz respeito a este mundo. Samael nos diz que Ele é o fundador do Sagrado Colégio de Iniciaods da Loja Branca e que todas as grandes Iniciações de Mistérios Maiores são recevidas de Suas mãos.

San-Chieh-Chiao: (chin.) Escola dos Três Estágios; escola chinesa dos períodos Sui (584-618) e T'ang (618-907).

Sangha: (sânscr. e páli; jap. Sô; tib. Gedün/ Dge’Dun) Comunidade budista, formada pelos monges, monjas, noviços, noviças, leigos e leigas; uma das Três Jóias (Triratna). Porém, sob ótica estritamente esotérica, é o Colégio de Iniciados da Venerável Loja Branca, todos os Iniciados deste mundo, que se sacrificam em prol da humanidade.

Sankara: (788-820). Filósofo e reformador religioso indiano, grande mestre do Vedanta na doutrina monista Advaita, que defendeu tenazmente as escolas que negavam ou ignoravam a unidad ou entidad dos seres. A lenda rodeou os fatos de sua vida, plenos de prodígios, e se o considera o maior filósofo da Índia.

Sânscrito: (De samscritam, perfeito) Língua indo-européia (irmã do latim e do grego), em que se escreveram os textos sagrados do hinduísmo e alguns do budismo.

Santiago: (apóstolo) Chamado O Maior. Irmão de João, o Evangelista. Diz a tradição que foi divulgar a Obra na Espanha por volta do ano 30, sendo assassinado ali. O famoso Caminho de Santiago refere-se à peregrinação dos sacerdotes e iniciados druidas. Esta peregrinação simboliza o Caminho Iniciático do Iniciado Alquimista. Tiago reformou essa Peregrinação, dando-lhe conotações mais cristianizadas. Internamente, existe uma Parte de Nosso Ser, o Tiago (ou Santiago) Interior, que nos ensina os processos da cristalização dos corpos solares por meio da Alquimia Tântrica. O Tiago Maior alegoriza os Mistérios Maiores e o Tiago Interior Menor, aos Mistérios Menores.

Santiago: (apóstolo) Chamado O Menor. Irmão de Judas Tadeu. Morreu mártir no ano 62. Representa cosmicamente a Constelação de Libra e nos ensina a conhecer e viver os Mistérios Crísticos.

Sat: (sânscr.) O Imutável. O Antigo. O Absoluto. Indica o “Algo” que faz que o Ser seja; a qualidad do Ser. Princípio absoluto, Presença universal, desconhecida e sempre incognoscível. Segundo o Rig Veda, é A Raiz sempre presente, eterna e sem câmbio, da qual e por meio da qual procede tudo. A única sempre presente Realidade no mundo infinito.

Satori: (jap.) Veja Bodhi.

Saturnino de Antioquia: (séc. 2° d.C.) Grande Cabalista e conhecedor profundo do Zend Avesta. Papus confessa haver tomado muitas de suas fórmulas de Saturnino. Predicou entre seus discípulos a Sobriedade e a Castidade.

Seidade: (grego) Em hebreu, Ain Soph. O Absoluto. O Todo Único, sem segundo, indiviso e indivisível; a Raiz da Natureza visível e invisível, objetiva e subjetiva, que debe ser percebida por meio da mais elevada intuição espiritual, porém que jamais poderia ser plenamente compreendida. Enquanto a Personalidade serve de veículo do ser humano para sua manifestação, a Seidade é o veículo que dá forma à Divindade que não tem forma.

Sephan Rittangel: Destacado cabalista que publicou, em 1642, uma versão latina do Sepher Yetsirah.

Sepher: (hebr.) Esfera, Círculo, Livro.

Septu: (egípcio) Divindade Solar, os Deuses Solares, os Leões de Fogo da Cabala Interior.

Serafim: (hebr.) As Serpentes de Fogo. Seres celestiais descritos por Isaías (6: 2) como de forma humana, com a adição de 3 pares de asas. A palavra hebraica “Sharafim”, traduzida como “serpentes”, e está relacionada com a raiz verbal “ShRP”, que significa Consumir. Essa palavra se aplica às serpentes que figuram na Bíblia nos livros de Números e no Deuteronômio. De Moisés se diz que encarnou no deserto a um ShRP, ou Serafim de bronze como um símbolo hierático. Essa brilhante serpente é usada também como um emblema da Luz. Compare-se o mito de Esculápio, a divindad sanadora, que, segundo dizem, foi trazida a Roma desde Epidauro como uma serpente, e cujas estátuas a representam empunhando uma vara na qual há enroscada uma serpente. Na Cabala os Seraphim são um grupo de poderes angélicos assignados à Séfira Geburah, a Severidade.

Serápis: Mestre grego chamado “O Egípcio”, porque sua atividade principal de irradiação se desenvolve no Egito. Segundo a Teosofia moderna, de HPB, esse mestre tabalha com os Anjos do som e com todos os relacionados com o Raio da Arte em geral. É um mestre do Raio da Arte, um Mestre do Raio Venusiano.

Serge Raynaud de la Ferriere: (1916-1949) Esoterista francês, do que se menciona recibeu grauos iniciáticos em santuários indianos. Fundador da Suprema Ordem de Aquárius, em Caracas (Colômbia, 1948).Ele foi qualificado por alguns como o Avatar de Aquárius e o Mestre Samael, em sua obra Zodíaco Humano que ele nem sequer era um simples Chela. Sua Ordem combateu ferozmente o Movimento Gnóstico, pois não aceitava os princípios tântrico-sexuais para a auto-realização.

Serket: (egípcio) Sekhet o Sejet. Chamada também pelos egípcios: Pasht. A deusa com cabeça de gato, a Lua. É a esposa ou o aspecto feminino de Ptah (filho de Knef), o princípio criador, ou o Demiurgo egípcio. É chamada também de Beset ou Bubastis, e é então tanto o princípio que reúne como o que divide ou separa. Seu lema-divisa é: “Castiga o culpado e extirpa o vício”, e um de seus emblemas é o gato.

Serpente: (Babil.) O predecessor mitológico da Serpente é o deus sumério Enki, o babilônico Ea, deus que rege a terra onde vivem todas as criaturas. Os antigos semitas associavam a serpente com o deus da lua, Nana, talvez pela capacidade de renovação atribuída às serpentes.

Seth: (egípcio) Irmão de Osíris, simbolicamente representa, na dualidade cósmica, o Mal. Na polaridade negativa internamente, psicologicamente, é o Ego, Satã, o demônio vermelho. O mesmo que Tifón, representa o lado obscuro de Osíris, Lúcifer mal polarizado dentro de nós, o adversário, o Tentator, o Treinador Psicológico.

Shadai: (hebr.) El Shaddai. Deus Todo-poderoso e Vivente. O Verbo; Deus Autodoador. Este nome da Deidade hebréia encontra-se na Bíblia (no Gênesis, Êxodo, Números, Ruth e Jô). Sua equivalência no grego é Kurios Pantokrator, que significa “O derramador”.

Shakya: (sânsc.; páli SAKKA) Clã nobre da antiga Índia, no qual nasceu o Buda histórico, Shakyamuni.

Shakyamuni: (sânscr.; páli ) Sábio dos Shakyas; o Buda histórico, Sidarta Gautama.

Shamash: (Babil.; Sumério Utu, hebreu Shemesh, árabe Shams): Deus-sol, patrono de Sipar e Larsa, templos chamado E-babbar. Deus da justiça e das profecias. Título “meu sol” significa “majestade”, conferido a reis mortais e deuses chefes de um panteão específico. Na Babilônia, o deus-sol era o protetor da justiça e da verdade, juiz do céu e da terra, patrono de Gilgamesh. Filho do deus da lua Sin, irmão de Ishtar e marido de Aya. Primeiramente venerado em Sipar e Larsa, seu culto se espalhou por Canaã e pela Palestina, Arábia e Pérsia. Shamash é mostrado com raios flamejantes saindo de seus ombros, saltando entre montanhas, com tiara de chamas na cabeça e espada de serra. Foi sob sua autoridade que o rei Hamurabi compôs o primeiro código de leis da humanidade ariana. No Egito, era identificado com o Deus Ra.

Shamballa: (sânscr.) Reino mítico da Índia, onde teriam se originado os ensinamentos tântricos de Kalachakra do budismo Vajrayana. Capital dos Mestres Mutantes do Reino Subterrâneo. Encontra-se na quarta dimensão da natureza, ou Jinas.

Shao-Lin: (chin.; jap. Shôrin Ji) Monastério chinês, construído em 477 d.C., onde Bodidharma se fixou e iniciou o budismo Chan na China. Templos especializados nas práticas Jinas, onde os sacerdotes utilizavam técnicas para se transformarem em naguais.

Shariputra: (páli Sariputta) Um dos principais discípulos do Buda Sakyamuni. Iniciado de memória notável, guardou diversos ensinamentos de memória, de forma perfeita.

Shekinah: (hebr.) Séfira, a Mãe dos Sefirotes; Filha da Voz divina ou Luz Primordial. A Divina Presença da Matrona, a Mãe Divina. A mediadora perfeita entre o céu e a terra, segundo o Zohar. É o véu do Ain Soph, o Infinito e o Absoluto. É a Graça Divina; Substância primordial emanada pela Luz infinita. Para os judeus era a nuvem de glória que permanecia sobre o lugar de Misericórdia no Santo dos Santos (Sanctum Sanctorum), do Tabernáculo. É também o nome do Altar Triangular de certas ordens maçônicas influenciadas fortemente pelo Conde Cagliostro.

Shiguseigan: (jap.) Quatro grandes votos do bodisatva: Salvar todos os seres, eliminar todas as ilusões, penetrar em todos os Dharmas e realizar o caminho de Buda.

Shiva: (sânscr.) Terceira Pessoa da Trimurti ou Trindad indiana. Rudra é o nome védico de Shiva; nos Vedas, nasce como Rudra, o Kummara, e é o patrono de todos os yogues, sendo chamado como tal: Maha-yogue, “O Grande Asceta”; Mahadeva, “O Grande Deuss”; Trilochana, “O dos Três Olhos”; e Shankara.

Shu: (egípcio) Deus do Ar, esposo de Tefnut. Emanação de Atum, o Deus incriado que possui em si mesmo a força geratriz saída dele mesmo, representada por Shu, que nasce no mesmo dia que Tum emerge do Caos. Shu é a força vital do mundo, do que, sem embargo, não é o Criador, senão só o Ordenador, e que separa os elementos e faz aparecer a Terra e o Céu, dando nascimento a toda a hierarquia de seres sob os mais diversos aspectos.

Shuniata: (feminino) Vacuidade, equivalente budista do Absoluto brahmânico, enquanto este se encontrar vazio (Shunia) de toda substância.

Sibitti: Na mitologia babilônica, os deuses do inferno e servos de Erra, o deus da morte. Eram os deuses das batalhas e das armas, adoradores do combate e detestando a vida calma das cidades. Erra persuadiu Marduk, o deus da ordem e da justiça, a tirar férias nas Esferas Superiores. Assim que Marduk se foi, confusão e desordem foram instaladas. Veja o mito Erra e Ishum. Forças caóticas da natureza.

Sidhi: (feminino, sânscr.): Perfeição, realização, aplica-se também aos maravilhosos poderes que se pode obter mediante a prática da meditação. No budismo Vajrayana, poderes sobrenaturais surgidos a partir do controle do corpo e da mente pela Essência Divina.

Simeon Ben Jochai: (séc. 2° d.C.) Rabino e cabalista hebreu, discípulo de Akiba. Segundo a lenda, o Profeta Elias lhe revelou o Zohar (cuja paternidade a crítica moderna assinala a Moisés de León). Considerado um taumaturgo, teve importante participação na fixação das leis sagradas hebraicas.

Simão o Mago: Mago da cidade de Samaria, que, conhecendo os discípulos de Jesus, lhes ofereceu dinheiro para comprar seus segredos e, assim, poder realizar milagres. São Pedro o repudiou criticando sua conduta, ao que Simão respondeu com temor que não queria ser castigado por seu Deus. Logo, foi instruído e supostamente foi um dos fundadores do Gnosticismo. De acordo com Krumm-Heller, há muitos autores que nos últimos anos tenham recebido informações do próprio Simão. Predicava o amor ideal e a obrigação de combater a voluptuosidade carnal. Quando morreu, foram-lhe rendidos honras divinas. HPB e Krumm-Heller o consideravam um grande mestre, porém Dante em sua Divina Comédia o vê em um dos infernos. Samael o invocou em uma prática de Alta Magia, nos Mundos Internos, e pôde comprovar que Simão o Mago é na verdade um terrível mago negro do Mundo da Mente. Este mago negro é a antítese de Simão Pedro

Sinesyus: (743-814). Filósofo cristão neoplatônico, discípulo de Hipatia, uma grande iniciada gnóstica. Foi iniciado nos Mistérios de Hermes e nomeado bispo de Ptolemaica. Em seus escritos, ocupou-se também de Alquimia e Astrologia.

Sivananda: (swami; Kuppreswani Aiyer, 1887-1963) Yogue, místico e médico indiano, estabeleceu-se em Rishikesh. Fundador da Divine Life Society e a Yoga Vedanta Forest University. Autor de muitos livros sobre temas espirituais r medicina. O Mestre Samael o considera um grande Mestre da Fraternidade Branca, recomandando especialmente uma obra sua Kundalini Yoga.

Skandha: (sânscr.; páli Khanda) Agregados que constituem a realidade; forma, sensação, percepção, vontade e consciência egóicas.

Smen: (grego) Veja Amen-Smen.

Sócrates: (470-399 a.C.) Filósofo grego, nascido em Atenas. Símbolo do gênio de sua civilização à qual serviu com incansável denodo. Seu método de ensinamento é chamado de Maiêutica, mediante preguntas a seus interlocutores (ironia) e obrigando-os a encontrar suas próprias contradições (dialética), a fim de pôr em prática a sábia máxima; Conhece-te a ti Mesmo. Acusado de atacar os Deuses e corromper os jovens com idéias estranhas à tradição, foi condenado a beber a Cicuta, o qual fez com suma serenidade em meio a seus principais discípulos. Suas últimas palavras foram Non Omnis Moriar (Não morrerei de todo).

Sol: Deriva de Solis ou Solus, o Único, o que está só, e seu nome grego, Helios, significa O Altísismo. O Sol da Justiça fulgura no Céu da Meia-Noite, e enquanto as trevam planejam sobre o mundo profano, a eterna Luz de Adytia ilumina as noites da Iniciação. Este astro é ao mesmo tempo Espírito e Matéria, é um perene manancial de vida, que, como a luz, emana dele mesmo sem cessar. Como “doador de vida” que é, conserva e sustenta todas as criaturas, e é o coração de todo o Sistema Solar. Porém, o Sol que vemos é somente uma reflexão, sombra ou casca do verdadeiro Sol Central Espiritual; é o veículo do verdadeiro Sol e nesta reflexão estão todas as forças Foháticas. Em todas as religiões, o Sol tem sido o símbolo divino por excelência, e sua luz solar é o corpo, ou seja, a manifestação sensível da Divindade. No Egito, o Sol era personificado pelo Deus Rá, o Sol Nascente por Hórus, o Sol do Meio-dia por Átin, e o Sol Poente por Tum. Algumas divindades secundárias simbolizavam outros aspectos do astro. Assim como o Sol físico dá luz e vida aos planetas que constituem nosso Sistema Solar, o verdadeiro Sol é invisível e espiritual da vida aos reinos espiritual e psíquico de todo o Cosmos ou Universo.

Soma Heliacon: (grego). Veja To Soma Heliacon.

Soma Puchicon: (grego) Soma: Corpo; Puchi: Compacto, sólido, forte, prudente, desperto. Esotericamente, é a vestidura espiritual luminosa denominada Corpo da Alma, formada do “aroma extraído do Pão de Proposição” (entre os rosa-cruzes). Isso consistia de 12 pães, em dois montes de seis, feitos de grãos diversos, subministrados por Deus. Isso significa as oportunidades para o crescimento anímico que Ele nos concede. Este pão não era queimado, porém eram colocados sobre eles duas porções de incenso, representando seu aroma, e depois se incineraca no Altar do Incenso, quando se cambiava o pão a cada dia. Queimar o Incenso é oferecer o Aroma do Serviço. Assim, o sustento da Alma, o Pão da Vida, é colhido diariamentepelo candidato pulverizando-o no moinho da Retrospecção.

Stanislas De Guaita: (Marquês Marie Victor, 1867-1897). Ocultista, cabalista e orientalista francês. Foi o principal discípulo de Eliphas Levi e fundou em 1889 a Ordre Kabbalistique de la Roxe Crois, que presidiu até sua morte. Escreveu várias obras sobre magia.

Sonda: (ufol.) Tipo de Ovni normalmente esférico, com diâmetro inferior a um metro, luminoso e provavelmente não tripulado; há casos também de objetos luminosos desse tamanho que pareciam ser seres vivos sob uma forma muito avançada de transporte.

Stupa: (sânscr.; páli Thupa; tib. Chörten/Chos Rten) Relicário para guardar restos mortais de grandes mestres. Oratório budista, templo. Simboliza nosso coração, onde se encontra potencializado o poder, o amor e a presença de nosso Real e Verdadeiro Ser.

Summum Supremum Sanctuarium: (latim) Summum: A parte mais alta, o cume, o sumo, a perfeição, o ponto culminante. Supremum: Superior, o mais alto, o mais de cima. (Em grego, Adytum, Adyton). Santo dos Santos. Santuário, parte mais retirada de um Templo ou Lugar Sagrado, reservada aos Sacerdotes, oculto por um véu à vista dos profanos. Ali, “no começo do ano, senta-se o Divino Rei do Céu e da Terra”, segundo Heródoto. Templo da Venerável Loja Branca oficialmente criado pelo VM Samael Aun Weor na Colômbia. Ali foram iniciaos os primeiros seguidores e missionários gnósticos, entre eles os Mestres Kreston, Sancario Korrenza, Sum-Sum Dum, Apóstolo André, Johani, Litelantes, Jonas e outros tantos.

Sushumna: (feminino) Nome da mais importante dos três Nádis (aplicado também à corrente Sarasvati).

Sutra: (sânscr.: União de Conceitos; páli Sutta; jap. Kyô; tib. Do/ Mdo) Discurso de Buda. Texto religioso ou especulativo do hinduísmo ou do budismo. Este termo foi originado na filosofia hindu primitiva, que era sobretudo de caráter oral e, por isso, requeria fórmulas aforísticas concisas para o ensinamento e a argumentação. Utilizaram-se na maioria das escolas filosóficas hindus, sendo talvez os mais reputados tenham sido os reputados sutras do gramático Panini (séc. 6° a.C.) sobre a gramática sânscrita, que constitui-se na análise gramatical pré-moderna mais completa de todas as línguas. No budismo, o termo foi utilizado para qualificar certas exposições doutrinais, a miúdo bastante mais lojngas que os sutras hindus, muitos dos quais reproduzem as exposições do Buda. Em um princípio, também eram orais. A primeira coleção canônica dos primitivos sutras budistas está contida no Tripitaka. No budismo, mahayana, este termo também se aplica a discursos atribuídos em sua maioria ao Buda histórico, apesar de que foram compilados vários séculos depois de sua morte. A literatura-sutra budista, em especial a mahayana, é bastante volumosa: a edição Taisho mais estentida de textos budistas chineses, publicada no Japão (1924-28), que contém 1.962 trabalhos traduzidos de línguas indianas e da Ásia Central, que somam um total de mais de 32 mil páginas. Vajrachedika Sutra (Sutra do Cortador de Diamantes) é também conhecido como o Sutra da Jóia de Diamante. Este sutra é quiçá o mais conhecida da famosa coleção de sutras Prajñaparamita (Perfeição da Sabedoria) e resume suas doutrinas primigênias. Escrito em sânscrito, o Sutra do Diamante foi composto em torno do séc. 2° a.C. e foi traduzido ao chinês perto do ano 400d.C. Acha-se estruturado em forma de diálogos entre Buda e um discípulo ante uma assembléia de monges e bodhisatvas, e trata da doutrina do Prajñaparamita, que é o Sunyata, ou a Irrealidade de todos os fenômenos.

Swadishtana: (masculino) Segundo centro (Chacra) do corpo sutil localizado à altura da próstata ou útero. Seu mantra mais poderoso que o ativa é a letra “M”, prolongada. É um dos chacras principais que ajudam o esoterista a desdobrar-se astralmente de forma consciente.

Swaha: (sânscr.) Suâhâ. É o Poder de Krishna, uma exclamação usual que significa Assim Seja, Que Seja para Sempre. (Veja: Klim Krishnaya, Govindaya, Gopijana, Vallabhaya, Swaha).

Swastika: (sânscr.) Na Ásia, símbolo milenar de boa sorte e felicidade, sem qualquer relação com o nazismo. Simboliza uma cruz sobreposta a outra, cada uma delas em sentido oposto à outra. É um dos símbolos da Magia Sexual. Poderoso mandala de proteção.

Swyburne Clymer: (1878-1966). Médico e esoterista estadunidense, autoridade no uso medicinal das ervas. Ingressou na The Rosicrucian Fratenity in América em 1897, onde escalou os mais altos graus, separando-se depois e fundando a Fraternity Rosae Crucis na Pensilvânia. Discípulo de Arnold Krumm-Heller (Mestre Huiracocha), os dois combateram o comercialismo pseudo-esotérico da Amorc.

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