O Oannes: Grego para Uan, um dos nomes de Adapa.
Daí nasceu o nome Jonas. Deus-peixe dos Mistérios
babilônios de Gilgamesh.
Odisséia: A Odisséia narra o
regresso do herói grego Odisseu (Ulisses na tradição
latina) da guerra de Tróia. Nas cenas iniciais se relata
a desordem em que ficou a casa de Odisseu após sua longa
ausência. Um grupo de pretendentes de sua esposa Penélope
está acabando com suas propriedades. Em continuação,
a história centra-se no próprio herói.
O relato abarca seus dez anos de viagens, no curso dos quais
se enfrenta com diversos perigos, como o ciclope devorador de
homens, Polifemo, e a ameaças tão sutis como a
que representa a deusa Calipso, que lhe promete a imortalidade
se renunciar a voltar à sua casa. A segunda metade do
poema começa com a chegada de Odisseu a sua ilha natal,
Ítaca. Aqui, fazendo gala de sangue frio e uma paciência
infinitos, põe à prova a lealdade de seus servos,
trama e leva a efeito uma sangrenta vingança contra os
pretendentes de Penélope (esses seriam a viva representação
do Ego tentando dominar e aprisionar a Alma Divina, de Odisseu,
o herói solar), e se reúne de novo com se filho
(a Essência aprisionada), sua esposa e seu velho pai (o
Ser).
Odiana:
(sânscr.; tib. Orgyen, tib. O Rgyan) Região no
Vale do Swat, entre o Afeganistão e o Paquistão,
onde teriam surgido os Tantras dos budismo Vajrayana.
Ofanim: (hebr.) Auphanim, Rodas. Anjos das
Esferas e Estrelas, rodas moventes da Criação.
São as “rodas” vistas por Ezequiel e por
São João no Apocalipse: Esferas – mundos.
Símbolo dos querubins ou Kharub (as esfinges assírias).
Como esses seres estão representados no Zodíaco
por Touro, Leão, Escorpião e Aquário,
ou seja o Touro, o Leão, a Águia e o Homem,
resulta evidente o significado oculto destes seres colocados
em companhia dos Quatro Evangelistas. Na Cabala constituem
un grupo de seres assinalados na Séfira Chokmah, a
Sabedoria.
Olho de Hórus: (egípcio) Símbolo
muito sagrado no antigo Egito. Se lhe chamava Outa: o olho
direito representava o Sol e o esquerdo a Lua. O “olho”
direito de Hórus era chamado “vaca de Hathor”
e servia como poderoso amuleto ou talismã, emblema
do Sol Espiritual, rei do mundo, que desde seu encoberto trono
vê debaixo dele todo o Universo. O Olho é símbolo
do conhecimento e também da divindade, para quem nada
permanece oculto. “Olho que tudo vê”. Para
os gregos era “o Olho de Júpiter”, para
os pársis era “o Olho de Ormuzd”. Deus
Onividente, Salvador e Preservador.
OM: Monossílabo sagrado, que vem a
ser o mesmo Brahman, manifestado como som, está formado
por três letras "A", "U" e "M",
que se fusionam em una só, OM, segundo as normas fonéticas
Tântrico-sânscritas, prolongada em um ponto de
vibração (masculino).
Om Mani Padme Hum: (sânscr.) Literalmente
A Jóia no Lótus (do Coração),
o que se traduz esotericamente: "Ó meu Deus que
estás dentro de Mim". Palavras sagradas que repetidas
como mantra na meditação, conduzem à
manifestação do Centro Emocional Superior ou
Amor Consciente.
Omnia In Duobus: (latim) Tudo em Dois.
Orifiel: (hebreu) Oriphiel. Arcanjo Cosmocrator.
Regente e Embaixador planetário de Saturno na Terra.
Símbolo da experiência e governa a todos os Anjos
da Morte.
Orígenes: (séc. 3) Mestre Gnóstico.
Fala dos mantras ou palavras mágicas a Bíblia
que possui e diz que as Sagradas Escrituras são letra
morta sem se tire a clave (gnosis) para entendê-la.
Afirma que o Gênese é simbólico e encerra
grandes mistérios sexuais.
Ortotenias: (ufol.) Linhas imaginárias
que seriam rotas preferenciais dos Ufos. O primeiro a citar
as linhas ortotênicas foi o francês Aimeé
Michel, nos anos 50. A mais conhecida é o Corredor
BAVIC, que recebeu esse nome porque passaria pelas cidades
Bayonne e Vicchi, na França; posteriormente, sua trajetória
foi expandida. Michel descobriu as ortotenias ligando os pontos
de avistamentos; observou que onde as linhas se cruzavam havia
muitos casos de observação de naves-mãe,
com formato de charuto, e as trajetórias entre esses
pontos de cruzamento pareciam ser rotas comuns de Ovnis.
Osíris-Rá: (egípcio)
O supremo Deus do Egito; filho de Seb (Saturno), o Fogo Celeste,
e de Neith, a Matéria Primordial e Espaço Infinito.
Apresentam-no como o Deus existente por si mesmo e autocriado,
a primeira deidade manifestada, idêntico ao Ahura Mazda
persa e a outras Primeiras Causas. Porque como Ahura Mazda
é uno com os Amshaspends, ou a síntese deles,
assim Osíris, a Unidade colectiva, quando está
diferenciada e personificada, converte-se em Tifón,
seu irmão; Ísis e Néftis, suas hermanas;
Hórus, seu filho, e seus outros aspectos. Nasceu no
monte Sinai, o Nyssa do Antigo Testamento, e foi sepultado
em Abidos, depois de Tifón o assassinar na pouca idade
de 28 anos, segundo a alegoria. Segundo Eurípides,
é o mesmo que Zeus e Dionisos, ou Dio-Nysos, “o
Deus de Nyssa”; posto que Osíris foi criado em
Nissa, na Arábia Feliz. Esta tradição
tem em comum com a Bíblia a afirmação
de que “Moisés eregiu um altar e clamou o nome
Jeová-Nissi”, ou cabalisticamente “Dio
– IAO – Nyssi”. Os quatro principais aspectos
de Osíris eram: Osíris-Ptah (Luz), o aspecto
espiritual; Osíris-Hórus (a Mente cristificada),
o aspecto intelectual ou Manas; Osíris-Lunus, o aspecto
“lunar”, ou psíquico, astral; e Osíris-Tifón,
o aspecto daimônico, ou físico-sexual, material;
e por conseguinte, passional, turbulento. Nesses quatro aspectos
Osíris simboliza a dualidade; isto é, o divino
e o humano, o cósmico-espiritual e o terrestre. Dos
numerosos deuses supremos, este conceito egípcio é
o maior e o mais significativo, por quanto abarca todo o campo
do pensamento físico e metafísico. Como divindade
solar, tem sob ele 12 deuses menores, os 12 signos do Zodíaco.
Apesar de seu nome significar O Inefável, seus 42 atributos
levam cada um deles um de seus nomes, e seus sete aspectos
duais completam o número de 49, ou 7 vezes 7; simbolizados
os primeiros pelos 14 membros de seu corpo, ou duas vezes
sete. Assim o deus está fundido no homem, e o homem
é deificado ou convertido em um deus. Se invocava com
o nome Osíris-Eloh (Deus em hebreu). Osíris
é um dos Salvadores ou Libertadores da humanidade e
como tal nasceu no mundo. Veio como benfeitor para remediar
as tribulações do homem. Em seus esforços
para fazer o bem, encontra o mal e é temporariamente
vencido. É morto por Seth, seu irmão, e é
sepultado. Sua tumba foi objeto de peregrinação
pelo espaço de milhares de anos, porém não
permaneceu em sua sepultura; ao cabo de 3 dias, ressuscitou
e depois de 40 dias, ascendeu ao céu. El Livro dos
Mortos diz: “Osíris é o Princípio
bom e mau; o Sol diurno e o noturno; o Deus e o homem mortal”.
Reinou como príncipe na Terra, onde, por seus benefícios,
veio a ser a representação do bem, assim como
Seth, se matador, é a representação do
mal, dentro e fora de nós. Desde outro ponto de vista
mais elevado, Osíris é a própria Deidade,
o Deus “cujo nome é desconhecido”, o Senhor
que está sobre todas as coisas, o Criador, o Senhor
da Eternidade, o “Único”, cuja manifestação
material é o Sol (Rá), o próprio Cristo
Cósmico, cuja manifestação é o
próprio Bem e o Amor infinitos e eternos. Morre o Sol,
porém renasce sob a forma de Hórus, filho de
Osíris; o Bem sucumbe sob os golpes do Mal, porém
renasce em forma de Hórus, filho e vingador de Osíris,
representação de todo renascimento, e com este
nome reaparece o Sol no horizonte oriental do céu.
Em sua qualidade de Sol morto ou desaparecido, Osíris
é o Rei da Divina região inferior ou Amenthi.
Ouspensky: (Piotr Damianovich, 1878-1947)
Esoterista russo. Sua busca de experiências ocultas
lhe fizeram conectar-se com Gurdjieff em 1914. Ainda que distanciado
em seguida de seu Mestre, foi seu mais distinguido discípulo
e brilhante expositor, como codificador do Sistema do Quarto
Caminho. Autor de: Tertium Organum, Um Novo Modelo do Universo,
Em Busca do Milagroso etc. É mencionado em diverss
obras gnósticas com relação a seu mestre
Gurdjieff e sobre suas opiniões sobre tópicos
psicológicos. O mestre Samael o chama Grande Mestre
Ouspensky.
Ovni: Sigla de Objeto Voador Não-Identificado;
não significa necessariamente um disco voador ou algo
extraterrestre.
P Paulo de Tarso: Apóstolo dos gentios.
Nasceu no ano 2 a.C. na Sicília e morreu em Roma, em
66 d.C. Era fariseu e a princípio perseguiu os seguidores
de Jesus de Nazaré. O mesmo conta sua mudança
total quando ia pelo caminho de Damasco. A partir desse momento
se converte em um dos grandes propagadores dos ensinamentos
de Jesus. Primeiro entre os judeus e logo entre os gentis.
Hoje em dia está reencarnado e é o Mestre Hilarión.
Grande Mestre Ressurrecto, Cristificado.
Padma: (masculino, sânscr.; tib. Pema/Pad
Ma) Lótus, nome dado aos centros do corpo sutil (chacras).
Um dos oito Símbolos Auspiciosos, representando a pureza.
Padmasambhava: (sânscr.; tib. Pemajungne/Pad
Ma ‘Byung Nas) Também conhecido como Guru Rinpoche
(Mestre Precioso), um dos introdutores do budismo no Tibet
(século 8° d.C.), considerado fundador da Escola
Nyingma. Monge budista indiano e grande guru do sistema tântrico
vajrayana. Convidado pelo soberano tibetano Thi-Srong-Detsan
no ano 1747, radicou-se no Tibet para reativar o budismo,
fundando a seita Nyingma-pa e organizando seu culto. Atribuem-lhe
terríveis poderes taumatúrgicos. Diz a tradição
gnóstica que Padmasambhava é a reencarnação
de Senhor Jeová.
Paganini: (Nicollo, 1782-1840). Violinista
italiano, de prodigioso virtuosismo, é autor de 24
caprichos e de concertos para violino. Samael nos diz que
foi um mago negro e grande “inimigo artístico
do Conde de Saint Germain no violino.
Pam: (egípcio) O Touro Branco Sagrado
Apis, símbolo de Osíris: Pam Paz: Touro da Paz.
Condição Divina. Senhor da Vida e da Morte.
O divino Touro de Hermontis, consagrado a Amon-Hórus.
Assim como o Touro Netos de Heliópolis, o era a Amon-Rá.
O culto do touro e do carneiro se tributava a um só
e mesmo poder, o da criação geratriz, sob dois
aspectos: o celeste ou cósmico, e o terrestre ou humano.
Os deuses de cabeça de carneiro pertencem todos eles
ao último dos dois aspectos, enquanto os de cabeça
de touro pertencem ao primeiro. Osíris, a quem estava
consagrado o touro, era emblema do poder gerador ou evolucionário
no cosmos universal. O Touro Branco Sagrado Ápis não
era um animal macho, mas hermafrodita, o qual demonstra seu
caráter cósmico; como o Touro do Zodíaco.
Pamfage: (grego). Veja: Chaire Pamphage.
Pan: (ou Pã, grego) O Todo. Manifestação
visível de Deus na Natureza; são as Forças
Instintivas da Natureza em toda a sua potência; é
só o aspecto físico ou corpo da Divindade Suprema
ou da Alma do Mundo; Princípio infinito e onipresente
que a tudo anima. Segundo o Bhagavad Gita, a Divindade suprema
(Brahma), o Absoluto, é ao mesmo tempo Espírito
e Matéria. Sua natureza inferior, a matéria,
é origem ou matriz de todos os seres; enquanto sua
natureza superior, a espiritual, é o vital elemento
que os anima e sustenta. Brahma é, portanto, o Grande
Todo, a Causa eficiente e material de todas as criaturas e
de todas as formas de matéria; ou, segundo se expressa
em uma gráfica comparação, é o
moleiro e o barro de que se forma o vaso.
Pangenetor: (grego) Veja: Chaire Pangenetor.
Papus: (Gerard Encausse, 1865-1916). Ocultista
nascido em La Coruña (Espanha) porém viveu na
França e chegou a polarizar em seu momento toda a atividade
esotérica de Paris. Doutor em medicina e cirurgião,
atraído pelas ciências ocultas fundou o Groupe
Independentant d’Etudes Esoteriques, una Faculté
de Sciences Hermétiques, reorganizou a Ordem Martinista
e dirigiu a Orde Kabalistique de la Roxe Crois, atuando também
na Maçonaria. Apesar de todo este labor esotérico,
o mestre Samael nos adverte que este indivíduo é
um mago negro.
Paracelso: (Filipus Aureolus Teophrastus
Bombast Von Hohenheim, 1493-1541?) Médico,
filósofo hermético e alquimista. Estudou na
Universidade de Basiléia e viajou muito. Foi discípulo
de Trithemius e possivelmente dos alquimistas Trimousin e
Valentino. Van Helmont expressa que teria sido iniciado por
uma escola de sábios islâmicos em Constantinopla.
Em 1526 radicou-se como médico na Basiléia,
combatendo os velhos sistemas curativos e convertendo-se em
um dos grandes precursores da medicina química. No
campo esotérico ocupa uma posição excepcional,
sendo considerado um grande mago e astrólogo e membro
ou cabeça dos rosa-cruzes. Sua filosofia tem tendências
neoplatônicas. O mestre Samael nos afirma que Paracelso
É um dos maiores mestre alquimistas que jamais existiram,
pois ele também alcançou o Elixir da Longa Vida,
e como diz Samael, ainda vive no Templo da Boêmia (Alemanha),
junto com outros Mestre Imortais. Paracelso foi o mestre que
revisou os originais do livro Medicina Oculta, do mestre Samael.
Paramita: (sânscr.) Perfeição.
No budismo mahayana, seis atitudes de um Bodhisatva: generosidade
(Dana), ética (Shila), paciência (Kshanti), esforço
(Virya) concentração (Dhyana) e sabedoria (Prajna).
Paranirvana: (sânscr.; páli
Paranibbana) Extinção final do sofrimento, Nirvana
final, superior.
Parmênides: (540-450 a.C.) Nasceu em
Eléia, Grécia. Platão o chama "O
Grande". Dizia que o homem vem do fogo e da terra, e
que esta era redonda e que se mantinha em equilíbrio
em um fluido mais ligeiro que o ar em cuja superfície
flutuam os corpos.
Patala: (sânscr.) O mundo inferior;
as regiões infernais. É uma das sete regiões
do mundo inferior, e nela reina Vâsuki, o grandei deus-serpente,
sobre os Nâgas. É um abismo, uma tumba, o lugar
da morte e a porta do Hades (o inferno grego) ou Sheol (inferno
hebreu). Em seu simbolismo está relacionado diretamente
a Iniciação, pois o candidato tem de passar
pelo Patala. Vâsuki, a divindade que reina no Patala,
está representado no Panteão indo como o Grande
Nâga (Serpente), que foi utilizado pelos Deuses e os
Asuras como corda ao redor do monte Mandara, quando batiam
o oceano para extrair o Amrita, a Água da Imortalidade,
o mesmo que o Maná hebraico.
Patanjali: Filósofo hindu do qual
se possui escassa informação e ao qual se atribui
a paternidade dos famosos Yoga Sutras, exposição
clássica sobre yoga.
Paz: Luz, Essência emanada do Absoluto;
fruto do Espíritu Santo. Diz o Bhagavad Gîtâ:
“Consegue a paz aquele em cujo coração
extinguem-se os desejos, como se perdem os rios no mar, o
qual, ainda que cheio, jamais transborda; porém muito
distante da paz está quem acaricia os desejos. O homem
que, havendo extirpado de seu coração toda classe
de desejos vive livre de afãs, interesses e egoísmo,
obtém a paz. Tal é a meta, a condição
divina”. Disse o Buda: “Jamis irei querer somente
apa final, antes sempre e em todas as partes sofrerei e lutarei
até que toda a humanidade a alcance comigo”.
Pe: (egípcio) Senhores de Pe, o Mundo
do Desejo, o Mundo Astral.
Pedro: (apóstolo) Nasceu em Betsaida
no ano 19 a.C. Seu nome era Simão, porém Jesus
o chamou Cefas (pedra) . É mestre da ciência
Jinas. Seu nome oculto é Patar. Esotericamente representa
a Constelação de Áries e nos ensina os
Mistérios do Sexo.
Pendum: (latim; Hyq em egípcio) Espécie
de cajado ou báculo, cetro, insígnia símbolo
do mando posta nas mãos de Osíris e dos faraós.
Phalle: (grego) Veja Chaire Phalle.
Phowa: (tib. 'Pho Ba) Transferência
de consciência; um do seis yôgas de Naropa (Naro
Chödrug). São diferentes técnicas em que
se transfere a Consciência para distintas dimensões
da natureza e do cosmos, mas também práticas
de transferência de nossa Energia Interna para, por
exemplo, cura a distância. O eixo central dessas práticas
do Phowa é a Mãe Divina.
Phurbu: (tib. Phur Pa) No budismo Vajrayana,
faca que simboliza a eliminação do apego ao
Eu, a transmutação das energias negativas através
da compaixão. Geralmente feita de fêmur humano.
Pistis Sophia: (grego) Conhecimento, Sabedoria.
Um livro sagrado dos antigos gnósticos ou primitivos
cristãos. Manuscrito copto adquirido pelo Museu Britânico
em 1784 aos herdeiros do doutor A.Askew, cuja importância
foi por longo tempo desconhecida, até que foi traduzido
ao latim por J. H. Peterman e M.G. Schawatze em 1851. Comprovou-se
então que é um dos principais escritos gnósticos
completos que chegaram até nossos dias. Desconhece-se
a origem e a data deste importante e único documento,
ainda que os eruditos o situam entre os séculos 3 e
4. Escrito sobre pergaminho no dialeto sahídico do
Alto Egito, consta de 346 páginas e se bem que não
tem título principal, leva o subtítulo de Pistis
Sophia, pelo qual é conhecido. G. Horner divide seu
conteúdo nas cinco partes seguintes: Páginas
1 a 114, texto proveniente de fontes Valentinianas, talvez
do próprio mestre Valentino; páginas 115 a 233,
original de Valentino e de um de seus discípulos; páginas
234 a 318, texto proveniente dos “Livros do Salvador”;
páginas 319 a 336, texto independente sobre magia sacramental;
páginas 336 a 346, um apêndice sobre os Deuses
e Espíritos. Em síntese, o livro relata a glorificação
de Jesus em sua Ascensão e seus diálogos com
seus discípulos, onde lhes revela sua ascensão
pelas Esferas sobrenaturais até chegar ao Eón
que havia ocupado antes Pistis Sophia, a qual por elevar-se
até a suprema fonte se precipitou no Caos, alcançada
pela “vingança” dos Eons superiores. O
triunfo de Sophia sobre os Arcontes “vingativos”
e sua aproximação ao Absoluto, é conseguido
pela oração e a ajuda de Jesus. Pistis Sophia
foi denominado a miúdo O Evangelho Gnóstico.
Pistis Sophia (ou sofia) significam Fé e Sabedoria.
O Mestre Samael afirma que “Nós, os Gnósticos,
temos também uma Bíblia muito especial. Quero
referir-me, de forma enfática, ao Pistis Sophia, cujo
original está em copto. Foi encontrado no subsolo egípcio,
a terra dos faraós. O Pistis Sophia contém todas
as palavras do Adorável Salvador do Mundo; foi escrita
pelos Apóstolos, vertendo nele, em tal livro, todas
as instruções esotéricas crísticas
que Ele deu a seus discípulos no Monte das Oliveiras,
e também em outros lugares santos. Esse livro estava
sendo conservado em segredo durante muitos séculos...
O Adorável deixou um corpo de doutrina extraordinário,
formidável. A esse que está aqui dentro, a meu
Real Ser Interior profundo, teve a missão de comentar
cada parágrafo da doutrina do Nazareno, desvelar cada
parágrafo, explicá-lo corretamente. Estamos,
nestes precisos instantes, em dito trabalho. O ano entrante
(1977) poderemos entregar à humanidade o Pistis Sophia
desvelado e explicado: o corpo de doutrina do Adorável
Salvador do Mundo, o Cristo Jesus. Inquestionavelmente, a
humanidade ficará surpreendida. A doutrina do Nazareno
é formidável, é Sabedoria Oculta, no
sentido mais transcendental da palavra, e vocês todos
irão receber o Pistis Sophia.” Este livro se
divide em 148 capítulos (91 desvelados pelo mestre
Samael) e em quatro livros: O primeiro e o quarto não
levam nenhuma inscrição, o segundo é
encabeçado pelo título “Segundo Livro
de Pistis Sophia. Ademais, leva uma nota que diz: Parte dos
volumes do Salvador, este mesmo se repete ao final do livro
terceio que aparece sem encabeçamento. Segundo parece,
quase todos os escritos são de diferentes épocas
e o quarto o mais antigo. Os textos primitivos estão
em copto e foi encontrado no Egito, só se tem o manuscrito
Sahídico, que é uma tradução do
Copto (egípcio primitivo), o grego original não
se pôde encontrar. Foi publicado com o código
da cidade de Londres e chamado de Código Asqueniano,
e cuja antiguidade remonta ao terceiro século de nossa
Era Cristã. O Pistis Sophia é também
batizado com o nome Opus Gnosticum Valentino Adjucatum Est.
Pitágoras:
Nasceu na Ilha de Samnos em 532 a.C. A Pitonisa de Delfos
havia anunciado a seus pais que teriam “um filho que
seria útil aos homens de todos os tempos”. Foi
para o Egito e ficou lá por 22 anos, iniciando-se ali,
e depois ficou mais 12 na Babilônia, dominando todos
os conhecimentos de seu tempo, tanto materiais quanto espirituais.
Músico, astrônomo, astrólogo, matemático,
geômetra, político, mago e sacerdote gnóstico.
Voltou à sua terra natal e converteu-se em Mestre dos
Mistérios Órficos, dando-lhes um novo impulso.
Segundo Diógenes Learcio, morreu junto a seus melhores
discípulos em um incêndio.
Platão: (429-347 a.C.) Filósofo
e poeta ateniense. Foi discípulo de Sócrates
e mestre de Aristóteles, e estudou profundamente Pitágoras.
Fundou A Academia e outra escola em Siracusa e a ele devemos
a palavra Ideal para definir aquele anelo de perfeição
que bate no coração do homem. Construiu um tipo
Ideal de Estado, em que o egoísmo era sacrificado pelo
bem comum. Para o mestre Samael, Platão se auto-realizou,
transformando-se num Adepto da Grande Fraternidade Branca.
Pleiadianos: Habitantes das Plêiades,
que são uma constelação menor localizada
na grande constelação do Touro. Segundo certas
tradições, os pleiadianos foram os que cultivaram
a possibilidade de vida no planeta Terra, eles seriam nossos
ancestrais cósmicos. O suíço Eduard Meier
é o principal contatado dos pleiadianos aqui na Terra.
Há bases desses extraterrestres na Suíça,
na Flórida e em um país desconhecido da Ásia.
Pleroma: (grego) Em hebreu, Ain Soph. Plenitude.
As Regiões Superiores. Soma total das divinas manifestações
e emanações. Termo gnóstico adotado para
significar o mundo divino ou Alma Universal. O Espaço,
desenvolvido e dividido em séries de Eons. A mansão
dos deuses invisíveis. Há três graus.
É o Veículo da Luz e receptáculo de todas
as formas, uma força difundida em todo o universo,
com seus efeitos diretos ou indiretos. O Pleroma é
um só, não muitos; e seus estados de existência
são graus do autodesenvolvimento da Mente Universal,
desde a única e distinta Causa que está por
trás dela.
Plutão: (latim) Deus romano do inframundo
ou mundos subterrâneos. Morada das sombras ou dos mortos.
O Hades dos gregos. Manten prisioneira a Prosérpina
(Psique ou Alma, a Perséfone dos gregos), que caiu
sob a tentação ou desejo de Eros e se precipitou
na matéria, encontrando-se encerrada nesta até
que seja resgatada por Apolo, o Deus-Sol (o Salvador do Mundo).
Existe no mundo astral um poderoso mestre da Branca Irmandade
de nome Plutão, cujo templo principal encontra-se numa
caverna profunda. Auxilia a todos os caminhantes da Senda
em seu trabalho de autoconhecimento. Este mestre é
todo misericórdia, Felicidade, poder e amor.
Popol Vuh: Texto maia do século 16
(quiché, Guatemala) vertido ao espanhol pelo frade
dominicano Francisco Jiménez (começos do século
18); Carl Scherzer o traduziu ao alemão (Viena, 1857).
Hoje se conhece pela tradução ao francês
(Paris, 1861) do abade Brasseur de Bourbourg, que o levou
à Europa como parte de sua coleção americana;
agora se encontra na Biblioteca Newberry, de Chicago. O erudito
Adrián Recinos comparou e corrigiu as versões
para elaborar uma nova tradução (1946), fruto
de uma árdua investigação e profundo
conhecimento da língua original. Recinos explica: “O
documento… contém as idéias cosmogônicas
e as tradições dste povo, a história
de suas origens e a cronologia de seus reis, até o
ano 1550”.
Prajña: (sânscr; páli
Panna; jap. Hannya; tib. Sherab/Shes Rab) Conhecimento dinâmico,
sabedoria, intuição intelectual. Sabedoria;
uma das seis Paramitas. Conhecimento Direto da Verdade.
Prajñaparamita: (sânscr.) O
mesmo que o termo anterior, porém em seu mais alto
grau, outro dos nomes do casal sexual dos tântricos
budistas. Discurso sobre a Perfeição da Sabedoria;
coleção de aproximadamente 40 textos do budismo
Mahayana, incluindo o Sutra do Coração (Mahaprajnaparamita-Hridaya
Sutra) e o Sutra do Diamante (Vajrachedika-Prajnaparamita
Sutra).
Prakriti: (feminino) A natureza como oposto
do espírito (Purusha) que forma, junto com este, o
casal Deus-Deusa. É a Mãe Cósmica, origem
da Matéria Primordial, a qual é a matriz dos
elementos da Natureza.
Prana: (sânscr.; tib. Lung/Rlung) Vento
de energia sutil. Plenitude, nome dado ao alento vital e,
por extensão, ao ar que se inspira. Átomos de
Vitalidade que advêm do Sol e se fixam no Oxigênio
e na Clorofila.
Pranayama: (masculino) Controle do alento,
quarto grau do Yoga, no qual se chega a regular a respiração,
reduzindo-a e mantendo o ar inspirado o maior tempo possível.
Pratimoksha: (sânscr.; páli
Patimokka) Libertação individual. Liberação,
emancipação. Literalmente: “descargo”.
No Budismo, é a confissão pública dos
próprios pecados. Uma vez a cada 15 dias, todo Bhikchu
(monge ou sacerdote budista) faz ante a assembléia
uma confissão pública de suas faltas e recebe
a penitência que se lhe impõe. O Patimokka páli,
O Livro dos Deveres, é um texto budista do cânone
páli, confissão de fé ou regra de conduta
moral que enumera 227 mandamentos, que em grande parte foram
formulados pelo próprio Buda. Data do século
5 a.C.
Pratyeka-Buda: (sânscr.; páli
Pacheka-Buddha) Realizador solitário; Arhat que alcança
o Nirvana solitariamente.
Profeta: O que prediz as coisas por inspiração
divina; o que se comunica diretamente com Deus; o Iluminado
pela Graça Divina, conhecedor de todas as coisas por
intuição.
Prosérpina: (latim) Deusa romana (a
Perséfone, Psique ou Alma dos gregos), rainha do mundo
das sombras raptada por Plutão (o Hades grego). Psique
foi tentada por Eros e, desobedecendo a sua mãe, cheirou
a flor de narciso (o desejo) o qual lhe apresentou Eros. No
ato abriram-se as entranhas da terra e emergiu Hades, raptando-a
e levando-a consigo para as profundidades subterrâneas
(a matéria). Sofreu por muitos séculos prisioneira
até que o Deus-Sol Apolo (o Salvador do Mundo) foi
em seu resgate.
Puchicon: (grego) Veja Soma Puchicon.
PTR, Patar: Pedra. Altar. Coloca o Mestre
e discípulo no Círculo da Iniciação,
relacionando esta palabra com a interpretação
dos Mistérios. Nome do Ser Interno do Apóstolo
Pedro.
Puja: (sânscr.) Serviço religioso,
devocional.
Purusha: (masculino) Designa o espírito,
como oposto à natureza feminina.
Pu-Tai: Monge zen chinês (séc.
10°), considerado uma encarnação do bodhisatva
Maitréia e geralmente representado como o Buda da Felicidade
(Mi-Lo-Fo).
P’u-Ti-Ta-Mo: (chinês) Veja Bodhidharma.
Q Quetzalcoatl: Serpente Emplumada. É
o Cristo mexicano. Suprema divindade entre o povo tolteca,
ao que educou e ensinou as leis divinas.
Quatro Nobres Verdades: (sânscr. Aryasatva;
páli Aryasatta) Os ensinamentos básicos do budismo.
As verdades do sofrimento (Duhkha), da causa (Samudaya), da
cessação (Nirodha) e do caminho (Margha).
Querubim: (hebr.) Querubim. Anjos. Chamados
também Os Poderosos.
R Rabolu: (Joaquin Amortegui Balbuena) Venerável
Mestre da Loja Branca, do Raio da Justiça. Um dos 42
Juízes do Karma. Discípulo de Samael Aun Weor.
Foi o dirigente do Movimento Gnóstico da Nova Ordem,
com sede na Colômbia. Obras: Mensagem Suprema de Natal
1986-1987 e Hercólobus, entre otras.
Rafael: (hebreu) Arcanjo Cosmocrator. Regente
planetário de Mercúrio. Chefe dos Anjos Custódios
e Sanadores. É representado com traje de peregrino
e o cabelo atado com um diadema, levando na mão uma
vara, uma cabaça ou bolsa no cinturão e uma
espada. É também chamado de “o Mercúrio
Cristão”. Sua festividade se dá no dia
24 de outubro.
Ragoczy: (ou príncipe Racoczy) Mestre
húngaro considerado o Chefe supremo da Ordem Rosa-cruz.
Foi muito estudado pela literatura esotérica e se o
identifica como o Conde de Saint Germain. Menciona-se que
estão particularmente a seu cargo os assuntos do Hemisfério
Ocidental. Diz o mestre Samael que Racoczy é o Nome
Interno do famoso e enigmático Conde de Saint Germain.
Ra Hoor Khu: (egípcio) Nome de um
poderoso mestre do Raio da Força, que atua intensamente
também no Raio Egípcio (quando esteve encarnado
no Egito Antigo, foi um grande general, adorado pelo povo
e reverenciado pela casta sacerdotal) Seu nome divide-se em
3 palavras, a saber: Rá: É a Divina Alma Universal
em seu aspecto manifestado; a Luz sempre ardente do Ser, o
Sol personificado. Se lhe representa como um Homem com o Disco
Solar sobre sua cabeça de falcão, levando em
uma das mãos o Cetro Real e na outra o Ankh (a cruz
egípcia, o símbolo da vida). Rá significa
também fazer, dispor e, em efeito, Rá dispos
e organizou o Mundo, cuja matéria lhe havia deparado
o deus Ptah. Hoor: Hórus, o deus solar, filho de Ísis
e Osíris. Se lhe representa com cabeça de falcão
e levando o disco emblemático solar sobre sua fronte.
É o vencedor de Seth, por isso simboliza o sol nascente
em seu duplo caráter de vencedor das trevas e como
elemento renovador da vida. No solstício de inverno
(Natal, no Hemisfério Norte) sua imagen tem forma de
criança recém-nascida que veio da Matriz do
Mundo, é o “Místico Menino da Arca”.
Cosmicamente é o Sol de Inverno. Substância de
seu Pai Osíris, idêntico com Ele. Divindade casta.
Khu: O Uno Resplandecente, a Inteligência, luminosa
radiação divina, a Alma Humana. Com este nome
se designa com freqüência ao defunto, no Livro
dos Mortos. Porém, este nome não se refere ao
Espírito puro, senão ao corpo astral. Lembrando
que Ra Hoor Khu, como mestre, como indivíduo sagrado,
é um grande mestre do Raio da Força, todo Luz,
Força e Sabedoria. Seu mantra é Abrahadabra.
Raimundo Lulio: (Lul o Llul; 1235-1315) Filósofo
e místico espanhol de acidentada vida. Tratou de evangelizar
os muçulmanos, foi mestre de filosofia em Paris e incursionou
no hermetismo, sendo, segundo a tradição, um
alquimista. Escritor fecundo, é considerado figura
principal da literatura catalã. Entre as obras do chamado
Doutor Iluminatus, figura a Ars Magna (1273), a novela mística
Blanquerna (1283) e alguns tratados alquímicos que
se lhe atribuem. O Mestre Samael o define como outro dos grandes
alquimistas do passado, cita-o em muitas de suas obras e nos
diz que morreu precisamente tentando evangelizar os islamitas.
Rajas: (neutro) Segundo o contexto: Primeiro,
Cinzas; segundo: Sangue menstrual; terceiro: Dinamismo, faculdade
expansiva, constitui-se na potência criadora que caracteriza
a Shakti e ao Vira.
Rama: (ou Yima) Grande Mestre indiano, sétimo
Avatar que veio à Terra encarnando a Vishnu, o Cristo
Cósmico, para libertá-la. Grande iniciador e
conquistador da Índia. Instituiu o Culto ao Fogo Sagrado
e aboliu a escravidão e os sacrifícios humanos.
Fundou a cidade de Ver. Ensiñou o cultivo da Videira.
Foi um grande mago em segundo hipóteses de Fabre D’Olivet,
o revelador do Zodíaco.
Ramakrishna: (1834-1886) Místico hindu.
Incursionou em várias religiões (budismo, Islã,
cristianismo), firmando-se finalmente no estudo do Vedanta
e do Yoga. Seu ensinamento essencialmente hinduísta
tem um caráter universalista e compromete a totalidade
da personalidade humana. Grande Iniciado expert no Sunyata,
no Êxtase Místico.
Ramayana: (sanscr., História de Rama)
A menor das duas grandes epopéias em sânscrito
da Índia antiga, a maior é o Mahabhárata.
Destaca-se pela riqueza de suas descrições e
sua linguagem poética, e consta de sete livros e cerca
de 24 mil dísticos, traduzidos para inúmeras
línguas. Foi escrito possivelmente no século
3° d.C. e diversos textos foram agregados posteriomente.
O Ramayana narra o nascimento e a educação de
Rama, príncipe e sétima encarnação
do Deus Vishnu, o Cristo Cósmico, e suas peripécias
até conseguir a mão de Sita, com a qual finalmente
contrai matrimônio. Depois de ser substituído
por um de seus irmãos como legítico herdeiro
do trono de seu pai, o rei Bhárata, Rama parte para
o exílio em companhia de sua esposa-sacerdotisa e de
seu irmão, Kakshmana. Sita é raptada pelo rei-demônio
Ravana, que a leva para seu reino, localizado na ilha de Sri
Lanka. Com a ajuda do rei dos macacos Hanuman e de um exército
de ursos, Rama consegue, após muitas batalhas, derrotar
a Ravana e resgatar sua esposa. Depois recupera o trono e
governa a Índia (Bhárata) com sabedoria. Em
toda a Índia se encenam peças em memória
desse épico heróico.
Rasa: (masculino) Suco sagrado, sêmen,
aquilo que tem um sabor delicioso, o deleite sexual.
Rasputin: (Gregori Efimovich Rasputin; ?
– 1916) Monge russo chamado de O Diabo Sagrado. Diz-se
que ele possuía controle completo sobre o Czar Nicolai
da Rússia, assim como a Czarina, de tal maneira que
praticamente a Rússia inteira estava a seus pés.
Diz-se que desenvolveu extraordinário poder hipnótico
com o qual controlava a todos, nobres e plebeus. Sua avidez
sexual era muito conhecida pelas mulheres russas, especialmente
as nobres. Foi assassinado pelo príncipe Yussupov e
outros nobres russos. O Mestre Samael dedica a este personagem
um capítulo especial no livro O Mistério do
Áureo Florescer.
Ratnasambhava: (sânscr.) Um dos cinco
Dhyani-Budas.
Raumsol: (Carlos Bernardo González
Pecotche; 1901 – 1963) Espiritualista e autor argentino,
fundador do Movimento Logosófico, através da
Escola Logosófica e posteriormente da Fundação
Logosófica. Foi discípulo de Arnold Krumm-Heller,
porém este pensador não teve acesso ao Grande
Arcano Gnóstico, dado que seus textos são superficiais.
René Guénon: (1866 –
1951) Esoterista francês. Depois de incursionar em diversos
movimentos herméticos, adotou em 1912 a religião
islâmica, radicando-se no Egito em 1930. Autor de um
elaborado sistema metafísico e de obras como Símbolos
Fundamentais da Ciência Sagrada.
Rinpoche: (tib. Rin Po Che) O precioso; título
honorífico tibetano, dado a grandes lamas e professores.
Rinzai: (jap.; chin. Lin-Chi-Tsung) Uma das
escolas do budismo zen japonês, dividida em duas linhagens
(Yôgi e Ôryô); enfatiza a prática
do Koan.
Rishi: (masculino) Profeta, vidente, personagem
místico que teve acesso às sagradas escrituras
do hinduísmo.
Ritsu: (jap.) Escola da Disciplina; escola
japonesa fundada pelo monge chinês Chien-Chen (jap.
Ganjin) em 754, com base na escola chinesa Lü-Tsung.
Roger Bacon: (1214 – 1294) Filósofo,
místico e alquimista inglês, membro da Ordem
Franciscana. Chegou a ser um das personalidades mais doutas
de seu século, precursor da ciência experimental
modera. Autor de notáveis invenções,
interessou-se também pela Magia e seua sabedoria ocasionou
diversas perseguições. Obras: Opus Mius, Opus
Minus e Opus Tertium, entre outras. Outra das personalidades
adotadas pelo Conde de Saint Germain, segundo o Mestre Samael.
Rohatsu-Seshin: (jap.) Retiro zen, tradicionalmente
feito nos oito primeiros dias de dezembro para celebrar o
dia da iluminação do Buda Shakyamuni (8 de dezembro).
Rôshi: (jap.) Venerável Mestre;
título honorífico dos mestres zen japoneses.
Roswell: Cidade do Estado do Novo México,
nos Estados Unidos, onde ocorreu a mais famosa queda de disco
voador, em julho de 1947.
Ruach: (hebr.) Alento, Espírito Divino.
Entre os cabalistas, Ruach é a Alma Espiritual ou o
Budhi dos orientais. Corresponde ao Espírito Santo
dos cristãos.
Rudolph Steiner: (1861 – 1925) Teósofo,
discípulo de Helena Blavatsky. Quando a senhora Besant
afirmou publicamente que Krishnamurti era a reencarnação
de Cristo, este se separou da Sociedade Teosófica,
formando uma fraternidade a qual denominou Sociedade Geral
Antroposófica, para o ensinamento e a difusão
da Antropologia (estudo dos mistérios e da sabedoria
do Homem). O tamanho de sua obra é imenso, instituiu
as chamadas Escolas Waldorf, para o desenvolvimento culturas,
intelectual e espiritual de seus membros. Criou também
sistemas para a criação de alimentos e medicamentos
dentro de uma filosofia mais biodinâmica. Ensinou e
praticou a Arquitetura Esotérica, que plasmou pela
primeira vez na sede central de sua instituição,
o Goethenaum, em honra a Goethe, localizada na Suíça.
Estudioso de todas as facetas do saber humano, é considerado
um dos maiores ocultistas do século 20. Obras: A Filosofia
da Liberdade, Teosofia, a Ciência Oculta etc. O Mestre
Samael refere-se a ele como “poderoso clarividente iluminado”
e “Grande Iniciado alemão”, além
de nos dizer que suas obras são poços de profunda
sabedoria esotérica.