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:: Curso Esotérico de Magia Elemental | Curso Esotérico de Magia Branca e Teurgia | Mapa Astral ::


O
Oannes: Grego para Uan, um dos nomes de Adapa. Daí nasceu o nome Jonas. Deus-peixe dos Mistérios babilônios de Gilgamesh.

Odisséia: A Odisséia narra o regresso do herói grego Odisseu (Ulisses na tradição latina) da guerra de Tróia. Nas cenas iniciais se relata a desordem em que ficou a casa de Odisseu após sua longa ausência. Um grupo de pretendentes de sua esposa Penélope está acabando com suas propriedades. Em continuação, a história centra-se no próprio herói. O relato abarca seus dez anos de viagens, no curso dos quais se enfrenta com diversos perigos, como o ciclope devorador de homens, Polifemo, e a ameaças tão sutis como a que representa a deusa Calipso, que lhe promete a imortalidade se renunciar a voltar à sua casa. A segunda metade do poema começa com a chegada de Odisseu a sua ilha natal, Ítaca. Aqui, fazendo gala de sangue frio e uma paciência infinitos, põe à prova a lealdade de seus servos, trama e leva a efeito uma sangrenta vingança contra os pretendentes de Penélope (esses seriam a viva representação do Ego tentando dominar e aprisionar a Alma Divina, de Odisseu, o herói solar), e se reúne de novo com se filho (a Essência aprisionada), sua esposa e seu velho pai (o Ser).

Odiana: (sânscr.; tib. Orgyen, tib. O Rgyan) Região no Vale do Swat, entre o Afeganistão e o Paquistão, onde teriam surgido os Tantras dos budismo Vajrayana.

Ofanim: (hebr.) Auphanim, Rodas. Anjos das Esferas e Estrelas, rodas moventes da Criação. São as “rodas” vistas por Ezequiel e por São João no Apocalipse: Esferas – mundos. Símbolo dos querubins ou Kharub (as esfinges assírias). Como esses seres estão representados no Zodíaco por Touro, Leão, Escorpião e Aquário, ou seja o Touro, o Leão, a Águia e o Homem, resulta evidente o significado oculto destes seres colocados em companhia dos Quatro Evangelistas. Na Cabala constituem un grupo de seres assinalados na Séfira Chokmah, a Sabedoria.

Olho de Hórus: (egípcio) Símbolo muito sagrado no antigo Egito. Se lhe chamava Outa: o olho direito representava o Sol e o esquerdo a Lua. O “olho” direito de Hórus era chamado “vaca de Hathor” e servia como poderoso amuleto ou talismã, emblema do Sol Espiritual, rei do mundo, que desde seu encoberto trono vê debaixo dele todo o Universo. O Olho é símbolo do conhecimento e também da divindade, para quem nada permanece oculto. “Olho que tudo vê”. Para os gregos era “o Olho de Júpiter”, para os pársis era “o Olho de Ormuzd”. Deus Onividente, Salvador e Preservador.

OM: Monossílabo sagrado, que vem a ser o mesmo Brahman, manifestado como som, está formado por três letras "A", "U" e "M", que se fusionam em una só, OM, segundo as normas fonéticas Tântrico-sânscritas, prolongada em um ponto de vibração (masculino).

Om Mani Padme Hum: (sânscr.) Literalmente A Jóia no Lótus (do Coração), o que se traduz esotericamente: "Ó meu Deus que estás dentro de Mim". Palavras sagradas que repetidas como mantra na meditação, conduzem à manifestação do Centro Emocional Superior ou Amor Consciente.

Omnia In Duobus: (latim) Tudo em Dois.

Orifiel: (hebreu) Oriphiel. Arcanjo Cosmocrator. Regente e Embaixador planetário de Saturno na Terra. Símbolo da experiência e governa a todos os Anjos da Morte.

Orígenes: (séc. 3) Mestre Gnóstico. Fala dos mantras ou palavras mágicas a Bíblia que possui e diz que as Sagradas Escrituras são letra morta sem se tire a clave (gnosis) para entendê-la. Afirma que o Gênese é simbólico e encerra grandes mistérios sexuais.

Ortotenias: (ufol.) Linhas imaginárias que seriam rotas preferenciais dos Ufos. O primeiro a citar as linhas ortotênicas foi o francês Aimeé Michel, nos anos 50. A mais conhecida é o Corredor BAVIC, que recebeu esse nome porque passaria pelas cidades Bayonne e Vicchi, na França; posteriormente, sua trajetória foi expandida. Michel descobriu as ortotenias ligando os pontos de avistamentos; observou que onde as linhas se cruzavam havia muitos casos de observação de naves-mãe, com formato de charuto, e as trajetórias entre esses pontos de cruzamento pareciam ser rotas comuns de Ovnis.

Osíris-Rá: (egípcio) O supremo Deus do Egito; filho de Seb (Saturno), o Fogo Celeste, e de Neith, a Matéria Primordial e Espaço Infinito. Apresentam-no como o Deus existente por si mesmo e autocriado, a primeira deidade manifestada, idêntico ao Ahura Mazda persa e a outras Primeiras Causas. Porque como Ahura Mazda é uno com os Amshaspends, ou a síntese deles, assim Osíris, a Unidade colectiva, quando está diferenciada e personificada, converte-se em Tifón, seu irmão; Ísis e Néftis, suas hermanas; Hórus, seu filho, e seus outros aspectos. Nasceu no monte Sinai, o Nyssa do Antigo Testamento, e foi sepultado em Abidos, depois de Tifón o assassinar na pouca idade de 28 anos, segundo a alegoria. Segundo Eurípides, é o mesmo que Zeus e Dionisos, ou Dio-Nysos, “o Deus de Nyssa”; posto que Osíris foi criado em Nissa, na Arábia Feliz. Esta tradição tem em comum com a Bíblia a afirmação de que “Moisés eregiu um altar e clamou o nome Jeová-Nissi”, ou cabalisticamente “Dio – IAO – Nyssi”. Os quatro principais aspectos de Osíris eram: Osíris-Ptah (Luz), o aspecto espiritual; Osíris-Hórus (a Mente cristificada), o aspecto intelectual ou Manas; Osíris-Lunus, o aspecto “lunar”, ou psíquico, astral; e Osíris-Tifón, o aspecto daimônico, ou físico-sexual, material; e por conseguinte, passional, turbulento. Nesses quatro aspectos Osíris simboliza a dualidade; isto é, o divino e o humano, o cósmico-espiritual e o terrestre. Dos numerosos deuses supremos, este conceito egípcio é o maior e o mais significativo, por quanto abarca todo o campo do pensamento físico e metafísico. Como divindade solar, tem sob ele 12 deuses menores, os 12 signos do Zodíaco. Apesar de seu nome significar O Inefável, seus 42 atributos levam cada um deles um de seus nomes, e seus sete aspectos duais completam o número de 49, ou 7 vezes 7; simbolizados os primeiros pelos 14 membros de seu corpo, ou duas vezes sete. Assim o deus está fundido no homem, e o homem é deificado ou convertido em um deus. Se invocava com o nome Osíris-Eloh (Deus em hebreu). Osíris é um dos Salvadores ou Libertadores da humanidade e como tal nasceu no mundo. Veio como benfeitor para remediar as tribulações do homem. Em seus esforços para fazer o bem, encontra o mal e é temporariamente vencido. É morto por Seth, seu irmão, e é sepultado. Sua tumba foi objeto de peregrinação pelo espaço de milhares de anos, porém não permaneceu em sua sepultura; ao cabo de 3 dias, ressuscitou e depois de 40 dias, ascendeu ao céu. El Livro dos Mortos diz: “Osíris é o Princípio bom e mau; o Sol diurno e o noturno; o Deus e o homem mortal”. Reinou como príncipe na Terra, onde, por seus benefícios, veio a ser a representação do bem, assim como Seth, se matador, é a representação do mal, dentro e fora de nós. Desde outro ponto de vista mais elevado, Osíris é a própria Deidade, o Deus “cujo nome é desconhecido”, o Senhor que está sobre todas as coisas, o Criador, o Senhor da Eternidade, o “Único”, cuja manifestação material é o Sol (Rá), o próprio Cristo Cósmico, cuja manifestação é o próprio Bem e o Amor infinitos e eternos. Morre o Sol, porém renasce sob a forma de Hórus, filho de Osíris; o Bem sucumbe sob os golpes do Mal, porém renasce em forma de Hórus, filho e vingador de Osíris, representação de todo renascimento, e com este nome reaparece o Sol no horizonte oriental do céu. Em sua qualidade de Sol morto ou desaparecido, Osíris é o Rei da Divina região inferior ou Amenthi.

Ouspensky: (Piotr Damianovich, 1878-1947) Esoterista russo. Sua busca de experiências ocultas lhe fizeram conectar-se com Gurdjieff em 1914. Ainda que distanciado em seguida de seu Mestre, foi seu mais distinguido discípulo e brilhante expositor, como codificador do Sistema do Quarto Caminho. Autor de: Tertium Organum, Um Novo Modelo do Universo, Em Busca do Milagroso etc. É mencionado em diverss obras gnósticas com relação a seu mestre Gurdjieff e sobre suas opiniões sobre tópicos psicológicos. O mestre Samael o chama Grande Mestre Ouspensky.

Ovni: Sigla de Objeto Voador Não-Identificado; não significa necessariamente um disco voador ou algo extraterrestre.


P
Paulo de Tarso: Apóstolo dos gentios. Nasceu no ano 2 a.C. na Sicília e morreu em Roma, em 66 d.C. Era fariseu e a princípio perseguiu os seguidores de Jesus de Nazaré. O mesmo conta sua mudança total quando ia pelo caminho de Damasco. A partir desse momento se converte em um dos grandes propagadores dos ensinamentos de Jesus. Primeiro entre os judeus e logo entre os gentis. Hoje em dia está reencarnado e é o Mestre Hilarión. Grande Mestre Ressurrecto, Cristificado.

Padma: (masculino, sânscr.; tib. Pema/Pad Ma) Lótus, nome dado aos centros do corpo sutil (chacras). Um dos oito Símbolos Auspiciosos, representando a pureza.

Padmasambhava: (sânscr.; tib. Pemajungne/Pad Ma ‘Byung Nas) Também conhecido como Guru Rinpoche (Mestre Precioso), um dos introdutores do budismo no Tibet (século 8° d.C.), considerado fundador da Escola Nyingma. Monge budista indiano e grande guru do sistema tântrico vajrayana. Convidado pelo soberano tibetano Thi-Srong-Detsan no ano 1747, radicou-se no Tibet para reativar o budismo, fundando a seita Nyingma-pa e organizando seu culto. Atribuem-lhe terríveis poderes taumatúrgicos. Diz a tradição gnóstica que Padmasambhava é a reencarnação de Senhor Jeová.

Paganini: (Nicollo, 1782-1840). Violinista italiano, de prodigioso virtuosismo, é autor de 24 caprichos e de concertos para violino. Samael nos diz que foi um mago negro e grande “inimigo artístico do Conde de Saint Germain no violino.

Pam: (egípcio) O Touro Branco Sagrado Apis, símbolo de Osíris: Pam Paz: Touro da Paz. Condição Divina. Senhor da Vida e da Morte. O divino Touro de Hermontis, consagrado a Amon-Hórus. Assim como o Touro Netos de Heliópolis, o era a Amon-Rá. O culto do touro e do carneiro se tributava a um só e mesmo poder, o da criação geratriz, sob dois aspectos: o celeste ou cósmico, e o terrestre ou humano. Os deuses de cabeça de carneiro pertencem todos eles ao último dos dois aspectos, enquanto os de cabeça de touro pertencem ao primeiro. Osíris, a quem estava consagrado o touro, era emblema do poder gerador ou evolucionário no cosmos universal. O Touro Branco Sagrado Ápis não era um animal macho, mas hermafrodita, o qual demonstra seu caráter cósmico; como o Touro do Zodíaco.

Pamfage: (grego). Veja: Chaire Pamphage.

Pan: (ou Pã, grego) O Todo. Manifestação visível de Deus na Natureza; são as Forças Instintivas da Natureza em toda a sua potência; é só o aspecto físico ou corpo da Divindade Suprema ou da Alma do Mundo; Princípio infinito e onipresente que a tudo anima. Segundo o Bhagavad Gita, a Divindade suprema (Brahma), o Absoluto, é ao mesmo tempo Espírito e Matéria. Sua natureza inferior, a matéria, é origem ou matriz de todos os seres; enquanto sua natureza superior, a espiritual, é o vital elemento que os anima e sustenta. Brahma é, portanto, o Grande Todo, a Causa eficiente e material de todas as criaturas e de todas as formas de matéria; ou, segundo se expressa em uma gráfica comparação, é o moleiro e o barro de que se forma o vaso.

Pangenetor: (grego) Veja: Chaire Pangenetor.

Papus: (Gerard Encausse, 1865-1916). Ocultista nascido em La Coruña (Espanha) porém viveu na França e chegou a polarizar em seu momento toda a atividade esotérica de Paris. Doutor em medicina e cirurgião, atraído pelas ciências ocultas fundou o Groupe Independentant d’Etudes Esoteriques, una Faculté de Sciences Hermétiques, reorganizou a Ordem Martinista e dirigiu a Orde Kabalistique de la Roxe Crois, atuando também na Maçonaria. Apesar de todo este labor esotérico, o mestre Samael nos adverte que este indivíduo é um mago negro.

Paracelso: (Filipus Aureolus Teophrastus Bombast Von Hohenheim, 1493-1541?) Médico, filósofo hermético e alquimista. Estudou na Universidade de Basiléia e viajou muito. Foi discípulo de Trithemius e possivelmente dos alquimistas Trimousin e Valentino. Van Helmont expressa que teria sido iniciado por uma escola de sábios islâmicos em Constantinopla. Em 1526 radicou-se como médico na Basiléia, combatendo os velhos sistemas curativos e convertendo-se em um dos grandes precursores da medicina química. No campo esotérico ocupa uma posição excepcional, sendo considerado um grande mago e astrólogo e membro ou cabeça dos rosa-cruzes. Sua filosofia tem tendências neoplatônicas. O mestre Samael nos afirma que Paracelso É um dos maiores mestre alquimistas que jamais existiram, pois ele também alcançou o Elixir da Longa Vida, e como diz Samael, ainda vive no Templo da Boêmia (Alemanha), junto com outros Mestre Imortais. Paracelso foi o mestre que revisou os originais do livro Medicina Oculta, do mestre Samael.

Paramita: (sânscr.) Perfeição. No budismo mahayana, seis atitudes de um Bodhisatva: generosidade (Dana), ética (Shila), paciência (Kshanti), esforço (Virya) concentração (Dhyana) e sabedoria (Prajna).

Paranirvana: (sânscr.; páli Paranibbana) Extinção final do sofrimento, Nirvana final, superior.

Parmênides: (540-450 a.C.) Nasceu em Eléia, Grécia. Platão o chama "O Grande". Dizia que o homem vem do fogo e da terra, e que esta era redonda e que se mantinha em equilíbrio em um fluido mais ligeiro que o ar em cuja superfície flutuam os corpos.

Patala: (sânscr.) O mundo inferior; as regiões infernais. É uma das sete regiões do mundo inferior, e nela reina Vâsuki, o grandei deus-serpente, sobre os Nâgas. É um abismo, uma tumba, o lugar da morte e a porta do Hades (o inferno grego) ou Sheol (inferno hebreu). Em seu simbolismo está relacionado diretamente a Iniciação, pois o candidato tem de passar pelo Patala. Vâsuki, a divindade que reina no Patala, está representado no Panteão indo como o Grande Nâga (Serpente), que foi utilizado pelos Deuses e os Asuras como corda ao redor do monte Mandara, quando batiam o oceano para extrair o Amrita, a Água da Imortalidade, o mesmo que o Maná hebraico.

Patanjali: Filósofo hindu do qual se possui escassa informação e ao qual se atribui a paternidade dos famosos Yoga Sutras, exposição clássica sobre yoga.

Paz: Luz, Essência emanada do Absoluto; fruto do Espíritu Santo. Diz o Bhagavad Gîtâ: “Consegue a paz aquele em cujo coração extinguem-se os desejos, como se perdem os rios no mar, o qual, ainda que cheio, jamais transborda; porém muito distante da paz está quem acaricia os desejos. O homem que, havendo extirpado de seu coração toda classe de desejos vive livre de afãs, interesses e egoísmo, obtém a paz. Tal é a meta, a condição divina”. Disse o Buda: “Jamis irei querer somente apa final, antes sempre e em todas as partes sofrerei e lutarei até que toda a humanidade a alcance comigo”.

Pe: (egípcio) Senhores de Pe, o Mundo do Desejo, o Mundo Astral.

Pedro: (apóstolo) Nasceu em Betsaida no ano 19 a.C. Seu nome era Simão, porém Jesus o chamou Cefas (pedra) . É mestre da ciência Jinas. Seu nome oculto é Patar. Esotericamente representa a Constelação de Áries e nos ensina os Mistérios do Sexo.

Pendum: (latim; Hyq em egípcio) Espécie de cajado ou báculo, cetro, insígnia símbolo do mando posta nas mãos de Osíris e dos faraós.

Phalle: (grego) Veja Chaire Phalle.

Phowa: (tib. 'Pho Ba) Transferência de consciência; um do seis yôgas de Naropa (Naro Chödrug). São diferentes técnicas em que se transfere a Consciência para distintas dimensões da natureza e do cosmos, mas também práticas de transferência de nossa Energia Interna para, por exemplo, cura a distância. O eixo central dessas práticas do Phowa é a Mãe Divina.

Phurbu: (tib. Phur Pa) No budismo Vajrayana, faca que simboliza a eliminação do apego ao Eu, a transmutação das energias negativas através da compaixão. Geralmente feita de fêmur humano.

Pistis Sophia: (grego) Conhecimento, Sabedoria. Um livro sagrado dos antigos gnósticos ou primitivos cristãos. Manuscrito copto adquirido pelo Museu Britânico em 1784 aos herdeiros do doutor A.Askew, cuja importância foi por longo tempo desconhecida, até que foi traduzido ao latim por J. H. Peterman e M.G. Schawatze em 1851. Comprovou-se então que é um dos principais escritos gnósticos completos que chegaram até nossos dias. Desconhece-se a origem e a data deste importante e único documento, ainda que os eruditos o situam entre os séculos 3 e 4. Escrito sobre pergaminho no dialeto sahídico do Alto Egito, consta de 346 páginas e se bem que não tem título principal, leva o subtítulo de Pistis Sophia, pelo qual é conhecido. G. Horner divide seu conteúdo nas cinco partes seguintes: Páginas 1 a 114, texto proveniente de fontes Valentinianas, talvez do próprio mestre Valentino; páginas 115 a 233, original de Valentino e de um de seus discípulos; páginas 234 a 318, texto proveniente dos “Livros do Salvador”; páginas 319 a 336, texto independente sobre magia sacramental; páginas 336 a 346, um apêndice sobre os Deuses e Espíritos. Em síntese, o livro relata a glorificação de Jesus em sua Ascensão e seus diálogos com seus discípulos, onde lhes revela sua ascensão pelas Esferas sobrenaturais até chegar ao Eón que havia ocupado antes Pistis Sophia, a qual por elevar-se até a suprema fonte se precipitou no Caos, alcançada pela “vingança” dos Eons superiores. O triunfo de Sophia sobre os Arcontes “vingativos” e sua aproximação ao Absoluto, é conseguido pela oração e a ajuda de Jesus. Pistis Sophia foi denominado a miúdo O Evangelho Gnóstico. Pistis Sophia (ou sofia) significam Fé e Sabedoria. O Mestre Samael afirma que “Nós, os Gnósticos, temos também uma Bíblia muito especial. Quero referir-me, de forma enfática, ao Pistis Sophia, cujo original está em copto. Foi encontrado no subsolo egípcio, a terra dos faraós. O Pistis Sophia contém todas as palavras do Adorável Salvador do Mundo; foi escrita pelos Apóstolos, vertendo nele, em tal livro, todas as instruções esotéricas crísticas que Ele deu a seus discípulos no Monte das Oliveiras, e também em outros lugares santos. Esse livro estava sendo conservado em segredo durante muitos séculos... O Adorável deixou um corpo de doutrina extraordinário, formidável. A esse que está aqui dentro, a meu Real Ser Interior profundo, teve a missão de comentar cada parágrafo da doutrina do Nazareno, desvelar cada parágrafo, explicá-lo corretamente. Estamos, nestes precisos instantes, em dito trabalho. O ano entrante (1977) poderemos entregar à humanidade o Pistis Sophia desvelado e explicado: o corpo de doutrina do Adorável Salvador do Mundo, o Cristo Jesus. Inquestionavelmente, a humanidade ficará surpreendida. A doutrina do Nazareno é formidável, é Sabedoria Oculta, no sentido mais transcendental da palavra, e vocês todos irão receber o Pistis Sophia.” Este livro se divide em 148 capítulos (91 desvelados pelo mestre Samael) e em quatro livros: O primeiro e o quarto não levam nenhuma inscrição, o segundo é encabeçado pelo título “Segundo Livro de Pistis Sophia. Ademais, leva uma nota que diz: Parte dos volumes do Salvador, este mesmo se repete ao final do livro terceio que aparece sem encabeçamento. Segundo parece, quase todos os escritos são de diferentes épocas e o quarto o mais antigo. Os textos primitivos estão em copto e foi encontrado no Egito, só se tem o manuscrito Sahídico, que é uma tradução do Copto (egípcio primitivo), o grego original não se pôde encontrar. Foi publicado com o código da cidade de Londres e chamado de Código Asqueniano, e cuja antiguidade remonta ao terceiro século de nossa Era Cristã. O Pistis Sophia é também batizado com o nome Opus Gnosticum Valentino Adjucatum Est.

Pitágoras: Nasceu na Ilha de Samnos em 532 a.C. A Pitonisa de Delfos havia anunciado a seus pais que teriam “um filho que seria útil aos homens de todos os tempos”. Foi para o Egito e ficou lá por 22 anos, iniciando-se ali, e depois ficou mais 12 na Babilônia, dominando todos os conhecimentos de seu tempo, tanto materiais quanto espirituais. Músico, astrônomo, astrólogo, matemático, geômetra, político, mago e sacerdote gnóstico. Voltou à sua terra natal e converteu-se em Mestre dos Mistérios Órficos, dando-lhes um novo impulso. Segundo Diógenes Learcio, morreu junto a seus melhores discípulos em um incêndio.

Platão: (429-347 a.C.) Filósofo e poeta ateniense. Foi discípulo de Sócrates e mestre de Aristóteles, e estudou profundamente Pitágoras. Fundou A Academia e outra escola em Siracusa e a ele devemos a palavra Ideal para definir aquele anelo de perfeição que bate no coração do homem. Construiu um tipo Ideal de Estado, em que o egoísmo era sacrificado pelo bem comum. Para o mestre Samael, Platão se auto-realizou, transformando-se num Adepto da Grande Fraternidade Branca.

Pleiadianos: Habitantes das Plêiades, que são uma constelação menor localizada na grande constelação do Touro. Segundo certas tradições, os pleiadianos foram os que cultivaram a possibilidade de vida no planeta Terra, eles seriam nossos ancestrais cósmicos. O suíço Eduard Meier é o principal contatado dos pleiadianos aqui na Terra. Há bases desses extraterrestres na Suíça, na Flórida e em um país desconhecido da Ásia.

Pleroma: (grego) Em hebreu, Ain Soph. Plenitude. As Regiões Superiores. Soma total das divinas manifestações e emanações. Termo gnóstico adotado para significar o mundo divino ou Alma Universal. O Espaço, desenvolvido e dividido em séries de Eons. A mansão dos deuses invisíveis. Há três graus. É o Veículo da Luz e receptáculo de todas as formas, uma força difundida em todo o universo, com seus efeitos diretos ou indiretos. O Pleroma é um só, não muitos; e seus estados de existência são graus do autodesenvolvimento da Mente Universal, desde a única e distinta Causa que está por trás dela.

Plutão: (latim) Deus romano do inframundo ou mundos subterrâneos. Morada das sombras ou dos mortos. O Hades dos gregos. Manten prisioneira a Prosérpina (Psique ou Alma, a Perséfone dos gregos), que caiu sob a tentação ou desejo de Eros e se precipitou na matéria, encontrando-se encerrada nesta até que seja resgatada por Apolo, o Deus-Sol (o Salvador do Mundo). Existe no mundo astral um poderoso mestre da Branca Irmandade de nome Plutão, cujo templo principal encontra-se numa caverna profunda. Auxilia a todos os caminhantes da Senda em seu trabalho de autoconhecimento. Este mestre é todo misericórdia, Felicidade, poder e amor.

Popol Vuh: Texto maia do século 16 (quiché, Guatemala) vertido ao espanhol pelo frade dominicano Francisco Jiménez (começos do século 18); Carl Scherzer o traduziu ao alemão (Viena, 1857). Hoje se conhece pela tradução ao francês (Paris, 1861) do abade Brasseur de Bourbourg, que o levou à Europa como parte de sua coleção americana; agora se encontra na Biblioteca Newberry, de Chicago. O erudito Adrián Recinos comparou e corrigiu as versões para elaborar uma nova tradução (1946), fruto de uma árdua investigação e profundo conhecimento da língua original. Recinos explica: “O documento… contém as idéias cosmogônicas e as tradições dste povo, a história de suas origens e a cronologia de seus reis, até o ano 1550”.

Prajña: (sânscr; páli Panna; jap. Hannya; tib. Sherab/Shes Rab) Conhecimento dinâmico, sabedoria, intuição intelectual. Sabedoria; uma das seis Paramitas. Conhecimento Direto da Verdade.

Prajñaparamita: (sânscr.) O mesmo que o termo anterior, porém em seu mais alto grau, outro dos nomes do casal sexual dos tântricos budistas. Discurso sobre a Perfeição da Sabedoria; coleção de aproximadamente 40 textos do budismo Mahayana, incluindo o Sutra do Coração (Mahaprajnaparamita-Hridaya Sutra) e o Sutra do Diamante (Vajrachedika-Prajnaparamita Sutra).

Prakriti: (feminino) A natureza como oposto do espírito (Purusha) que forma, junto com este, o casal Deus-Deusa. É a Mãe Cósmica, origem da Matéria Primordial, a qual é a matriz dos elementos da Natureza.

Prana: (sânscr.; tib. Lung/Rlung) Vento de energia sutil. Plenitude, nome dado ao alento vital e, por extensão, ao ar que se inspira. Átomos de Vitalidade que advêm do Sol e se fixam no Oxigênio e na Clorofila.

Pranayama: (masculino) Controle do alento, quarto grau do Yoga, no qual se chega a regular a respiração, reduzindo-a e mantendo o ar inspirado o maior tempo possível.

Pratimoksha: (sânscr.; páli Patimokka) Libertação individual. Liberação, emancipação. Literalmente: “descargo”. No Budismo, é a confissão pública dos próprios pecados. Uma vez a cada 15 dias, todo Bhikchu (monge ou sacerdote budista) faz ante a assembléia uma confissão pública de suas faltas e recebe a penitência que se lhe impõe. O Patimokka páli, O Livro dos Deveres, é um texto budista do cânone páli, confissão de fé ou regra de conduta moral que enumera 227 mandamentos, que em grande parte foram formulados pelo próprio Buda. Data do século 5 a.C.

Pratyeka-Buda: (sânscr.; páli Pacheka-Buddha) Realizador solitário; Arhat que alcança o Nirvana solitariamente.

Profeta: O que prediz as coisas por inspiração divina; o que se comunica diretamente com Deus; o Iluminado pela Graça Divina, conhecedor de todas as coisas por intuição.

Prosérpina: (latim) Deusa romana (a Perséfone, Psique ou Alma dos gregos), rainha do mundo das sombras raptada por Plutão (o Hades grego). Psique foi tentada por Eros e, desobedecendo a sua mãe, cheirou a flor de narciso (o desejo) o qual lhe apresentou Eros. No ato abriram-se as entranhas da terra e emergiu Hades, raptando-a e levando-a consigo para as profundidades subterrâneas (a matéria). Sofreu por muitos séculos prisioneira até que o Deus-Sol Apolo (o Salvador do Mundo) foi em seu resgate.

Puchicon: (grego) Veja Soma Puchicon.

PTR, Patar: Pedra. Altar. Coloca o Mestre e discípulo no Círculo da Iniciação, relacionando esta palabra com a interpretação dos Mistérios. Nome do Ser Interno do Apóstolo Pedro.

Puja: (sânscr.) Serviço religioso, devocional.

Purusha: (masculino) Designa o espírito, como oposto à natureza feminina.

Pu-Tai: Monge zen chinês (séc. 10°), considerado uma encarnação do bodhisatva Maitréia e geralmente representado como o Buda da Felicidade (Mi-Lo-Fo).

P’u-Ti-Ta-Mo: (chinês) Veja Bodhidharma.


Q
Quetzalcoatl: Serpente Emplumada. É o Cristo mexicano. Suprema divindade entre o povo tolteca, ao que educou e ensinou as leis divinas.

Quatro Nobres Verdades: (sânscr. Aryasatva; páli Aryasatta) Os ensinamentos básicos do budismo. As verdades do sofrimento (Duhkha), da causa (Samudaya), da cessação (Nirodha) e do caminho (Margha).

Querubim: (hebr.) Querubim. Anjos. Chamados também Os Poderosos.


R
Rabolu: (Joaquin Amortegui Balbuena) Venerável Mestre da Loja Branca, do Raio da Justiça. Um dos 42 Juízes do Karma. Discípulo de Samael Aun Weor. Foi o dirigente do Movimento Gnóstico da Nova Ordem, com sede na Colômbia. Obras: Mensagem Suprema de Natal 1986-1987 e Hercólobus, entre otras.

Rafael: (hebreu) Arcanjo Cosmocrator. Regente planetário de Mercúrio. Chefe dos Anjos Custódios e Sanadores. É representado com traje de peregrino e o cabelo atado com um diadema, levando na mão uma vara, uma cabaça ou bolsa no cinturão e uma espada. É também chamado de “o Mercúrio Cristão”. Sua festividade se dá no dia 24 de outubro.

Ragoczy: (ou príncipe Racoczy) Mestre húngaro considerado o Chefe supremo da Ordem Rosa-cruz. Foi muito estudado pela literatura esotérica e se o identifica como o Conde de Saint Germain. Menciona-se que estão particularmente a seu cargo os assuntos do Hemisfério Ocidental. Diz o mestre Samael que Racoczy é o Nome Interno do famoso e enigmático Conde de Saint Germain.

Ra Hoor Khu: (egípcio) Nome de um poderoso mestre do Raio da Força, que atua intensamente também no Raio Egípcio (quando esteve encarnado no Egito Antigo, foi um grande general, adorado pelo povo e reverenciado pela casta sacerdotal) Seu nome divide-se em 3 palavras, a saber: Rá: É a Divina Alma Universal em seu aspecto manifestado; a Luz sempre ardente do Ser, o Sol personificado. Se lhe representa como um Homem com o Disco Solar sobre sua cabeça de falcão, levando em uma das mãos o Cetro Real e na outra o Ankh (a cruz egípcia, o símbolo da vida). Rá significa também fazer, dispor e, em efeito, Rá dispos e organizou o Mundo, cuja matéria lhe havia deparado o deus Ptah. Hoor: Hórus, o deus solar, filho de Ísis e Osíris. Se lhe representa com cabeça de falcão e levando o disco emblemático solar sobre sua fronte. É o vencedor de Seth, por isso simboliza o sol nascente em seu duplo caráter de vencedor das trevas e como elemento renovador da vida. No solstício de inverno (Natal, no Hemisfério Norte) sua imagen tem forma de criança recém-nascida que veio da Matriz do Mundo, é o “Místico Menino da Arca”. Cosmicamente é o Sol de Inverno. Substância de seu Pai Osíris, idêntico com Ele. Divindade casta. Khu: O Uno Resplandecente, a Inteligência, luminosa radiação divina, a Alma Humana. Com este nome se designa com freqüência ao defunto, no Livro dos Mortos. Porém, este nome não se refere ao Espírito puro, senão ao corpo astral. Lembrando que Ra Hoor Khu, como mestre, como indivíduo sagrado, é um grande mestre do Raio da Força, todo Luz, Força e Sabedoria. Seu mantra é Abrahadabra.

Raimundo Lulio: (Lul o Llul; 1235-1315) Filósofo e místico espanhol de acidentada vida. Tratou de evangelizar os muçulmanos, foi mestre de filosofia em Paris e incursionou no hermetismo, sendo, segundo a tradição, um alquimista. Escritor fecundo, é considerado figura principal da literatura catalã. Entre as obras do chamado Doutor Iluminatus, figura a Ars Magna (1273), a novela mística Blanquerna (1283) e alguns tratados alquímicos que se lhe atribuem. O Mestre Samael o define como outro dos grandes alquimistas do passado, cita-o em muitas de suas obras e nos diz que morreu precisamente tentando evangelizar os islamitas.

Rajas: (neutro) Segundo o contexto: Primeiro, Cinzas; segundo: Sangue menstrual; terceiro: Dinamismo, faculdade expansiva, constitui-se na potência criadora que caracteriza a Shakti e ao Vira.

Rama: (ou Yima) Grande Mestre indiano, sétimo Avatar que veio à Terra encarnando a Vishnu, o Cristo Cósmico, para libertá-la. Grande iniciador e conquistador da Índia. Instituiu o Culto ao Fogo Sagrado e aboliu a escravidão e os sacrifícios humanos. Fundou a cidade de Ver. Ensiñou o cultivo da Videira. Foi um grande mago em segundo hipóteses de Fabre D’Olivet, o revelador do Zodíaco.

Ramakrishna: (1834-1886) Místico hindu. Incursionou em várias religiões (budismo, Islã, cristianismo), firmando-se finalmente no estudo do Vedanta e do Yoga. Seu ensinamento essencialmente hinduísta tem um caráter universalista e compromete a totalidade da personalidade humana. Grande Iniciado expert no Sunyata, no Êxtase Místico.

Ramayana: (sanscr., História de Rama) A menor das duas grandes epopéias em sânscrito da Índia antiga, a maior é o Mahabhárata. Destaca-se pela riqueza de suas descrições e sua linguagem poética, e consta de sete livros e cerca de 24 mil dísticos, traduzidos para inúmeras línguas. Foi escrito possivelmente no século 3° d.C. e diversos textos foram agregados posteriomente. O Ramayana narra o nascimento e a educação de Rama, príncipe e sétima encarnação do Deus Vishnu, o Cristo Cósmico, e suas peripécias até conseguir a mão de Sita, com a qual finalmente contrai matrimônio. Depois de ser substituído por um de seus irmãos como legítico herdeiro do trono de seu pai, o rei Bhárata, Rama parte para o exílio em companhia de sua esposa-sacerdotisa e de seu irmão, Kakshmana. Sita é raptada pelo rei-demônio Ravana, que a leva para seu reino, localizado na ilha de Sri Lanka. Com a ajuda do rei dos macacos Hanuman e de um exército de ursos, Rama consegue, após muitas batalhas, derrotar a Ravana e resgatar sua esposa. Depois recupera o trono e governa a Índia (Bhárata) com sabedoria. Em toda a Índia se encenam peças em memória desse épico heróico.

Rasa: (masculino) Suco sagrado, sêmen, aquilo que tem um sabor delicioso, o deleite sexual.

Rasputin: (Gregori Efimovich Rasputin; ? – 1916) Monge russo chamado de O Diabo Sagrado. Diz-se que ele possuía controle completo sobre o Czar Nicolai da Rússia, assim como a Czarina, de tal maneira que praticamente a Rússia inteira estava a seus pés. Diz-se que desenvolveu extraordinário poder hipnótico com o qual controlava a todos, nobres e plebeus. Sua avidez sexual era muito conhecida pelas mulheres russas, especialmente as nobres. Foi assassinado pelo príncipe Yussupov e outros nobres russos. O Mestre Samael dedica a este personagem um capítulo especial no livro O Mistério do Áureo Florescer.

Ratnasambhava: (sânscr.) Um dos cinco Dhyani-Budas.

Raumsol: (Carlos Bernardo González Pecotche; 1901 – 1963) Espiritualista e autor argentino, fundador do Movimento Logosófico, através da Escola Logosófica e posteriormente da Fundação Logosófica. Foi discípulo de Arnold Krumm-Heller, porém este pensador não teve acesso ao Grande Arcano Gnóstico, dado que seus textos são superficiais.

René Guénon: (1866 – 1951) Esoterista francês. Depois de incursionar em diversos movimentos herméticos, adotou em 1912 a religião islâmica, radicando-se no Egito em 1930. Autor de um elaborado sistema metafísico e de obras como Símbolos Fundamentais da Ciência Sagrada.

Rinpoche: (tib. Rin Po Che) O precioso; título honorífico tibetano, dado a grandes lamas e professores.

Rinzai: (jap.; chin. Lin-Chi-Tsung) Uma das escolas do budismo zen japonês, dividida em duas linhagens (Yôgi e Ôryô); enfatiza a prática do Koan.

Rishi: (masculino) Profeta, vidente, personagem místico que teve acesso às sagradas escrituras do hinduísmo.

Ritsu: (jap.) Escola da Disciplina; escola japonesa fundada pelo monge chinês Chien-Chen (jap. Ganjin) em 754, com base na escola chinesa Lü-Tsung.

Roger Bacon: (1214 – 1294) Filósofo, místico e alquimista inglês, membro da Ordem Franciscana. Chegou a ser um das personalidades mais doutas de seu século, precursor da ciência experimental modera. Autor de notáveis invenções, interessou-se também pela Magia e seua sabedoria ocasionou diversas perseguições. Obras: Opus Mius, Opus Minus e Opus Tertium, entre outras. Outra das personalidades adotadas pelo Conde de Saint Germain, segundo o Mestre Samael.

Rohatsu-Seshin: (jap.) Retiro zen, tradicionalmente feito nos oito primeiros dias de dezembro para celebrar o dia da iluminação do Buda Shakyamuni (8 de dezembro).

Rôshi: (jap.) Venerável Mestre; título honorífico dos mestres zen japoneses.

Roswell: Cidade do Estado do Novo México, nos Estados Unidos, onde ocorreu a mais famosa queda de disco voador, em julho de 1947.

Ruach: (hebr.) Alento, Espírito Divino. Entre os cabalistas, Ruach é a Alma Espiritual ou o Budhi dos orientais. Corresponde ao Espírito Santo dos cristãos.

Rudolph Steiner: (1861 – 1925) Teósofo, discípulo de Helena Blavatsky. Quando a senhora Besant afirmou publicamente que Krishnamurti era a reencarnação de Cristo, este se separou da Sociedade Teosófica, formando uma fraternidade a qual denominou Sociedade Geral Antroposófica, para o ensinamento e a difusão da Antropologia (estudo dos mistérios e da sabedoria do Homem). O tamanho de sua obra é imenso, instituiu as chamadas Escolas Waldorf, para o desenvolvimento culturas, intelectual e espiritual de seus membros. Criou também sistemas para a criação de alimentos e medicamentos dentro de uma filosofia mais biodinâmica. Ensinou e praticou a Arquitetura Esotérica, que plasmou pela primeira vez na sede central de sua instituição, o Goethenaum, em honra a Goethe, localizada na Suíça. Estudioso de todas as facetas do saber humano, é considerado um dos maiores ocultistas do século 20. Obras: A Filosofia da Liberdade, Teosofia, a Ciência Oculta etc. O Mestre Samael refere-se a ele como “poderoso clarividente iluminado” e “Grande Iniciado alemão”, além de nos dizer que suas obras são poços de profunda sabedoria esotérica.

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