G Gabriel: (hebr.) Significa "Deus enviou"
(enviado por Deus para dar a Boa Nova). Nome do anjo que revelou
as verdades de Deus a Maomé, é o mesmo anjo
que anunciou o nascimento de Jesus a Maria. Arcanjo Cosmocrator.
Regente e Embaixador planetário da Lua. O Anjo da Anunciação
e das Iniciações. Representam-no majestosamente
com cetro e coroa para indicar seu caráter soberano
e com grandes asas. Sua destra aparece em atitude de saudação
e bênção. Esotericamente é o heraldo
do nascimento e o divino guardião dos processos de
geração. A tradição cristã
indica a Gabriel como o trombeteiro do Juízo Final.
Segundo os gnósticos, é o Mensageiro da Vida,
o Poderoso ou Herói de Deus; o Espírito Santo
era considerado um com o Eon da Vida, uma potência feminina,
irradiado pela divindade e que reside em nosso interior. Sua
festividade é normalmente no dia 24 de março.
Gadu: (maçon.) Grande Arquiteto do
Universo; personificação do Poder Criador, autor
de todas as coisas. A palavra Arquiteto vem do grego Arché:
Substância Primordial; e Tekton: Construtor.
Gampopa: (tib. Sgam Po Pa) Monge tibetano
(1079-1153), fundador da escola Kagyü.
Ganímedes: (Ufol.) Satélite
de Júpiter. Ali residem pessoas que nos visitam constantemente
para nos alertar sobre possíveis desequilíbrios
ecológicos e nucleares que podem desestabilizar todo
o Sistema Solar. Eles explicaram a alguns contatados que os
habitantes de Ganímedes são os sobreviventes
de uma raça que viveu num planeta que foi destruído
graças a experiências atômicas. Esse planeta
girava ao redor do Sol entre as órbitas de Marte e
Júpiter. Agora, encontram-se ali somente o famoso Cinturão
de Asteróides, como que para nos recordar da existência
de um possível planeta que existiu há muito
tempo.
Gantha: (sânscr.; jap. Kongô-Rei;
tib. Drilbu) No budismo Vajrayana, instrumento que representa
a sabedoria (Prajna).
Ganjin: (jap.) Veja Chien-Chen.
Gargha Kuichines: (gnose; Julio Medina Vizcaino)
Nome sagrado de um Grande Mestre da Loja Branca. Mestre do
Raio do Amor, impulsionador da Gnose moderna, primeiro discípulo
de Samael Aun Weor. Autor de: Conhecimentos, História
e Anedotas da Gnosis na Era de Aquário, As Respostas
que Deu um Buda e da maioria dos prólogos das obras
do Mestre Samael. Na 5ª de Mistérios Maiores,
escolheu o Caminho da Senda Nirvânica, e não
a Direta.
Gar Hirá: (Islam.) Caverna, perto
da montanha da Luz, onde o profeta Maomé meditava.
Gati: (sânscr.) Modo de existência
em um Reino do Samsara; divino (Deva), semidivino (Asura),
humano (Manushya), animal (Tiryak), fantasmagórico
(Preta) ou infernal (Naraka).
Gaudapada: Mestre filósofo hindu do
século 7°, o qual juntamente com seu discípulo
Shankara, transformou a Vedanta (estudo dos Vedas). Autor
de Agamasastra (Mandukya-Kharma) interpretação
idealista do Vedantismo.
Gautama: (não se confunda com Gautama
Buda; 550 a.C.) Filósofo indiano a quem se lhe atribui
os Nyaya Sutras, texto fundamental do Sistema Nyaya de quem
foi fundamentador.
Geburah: (hebr.) Poder, severidade. É
a quinta Séfira. Uma potência feminina e passiva,
que significa severidade e poder. O nome Pilar da Severidade
recebeu Dela. O princípio da força, da fé
e do juízo, do dever e do livre arbítrio; a
vontade, filha da razão que escolhe e determina a direção
individual.
Geburael: Seres Divinos das Dimensões
da Consciência Cósmica, ou Sefirote Geburah,
regido pelo Sol.
Gedulah: (hebr.) É a quarta Séfira,
geralmente chamada Chesed.
Gedulael: Seres Divinos reinantes em Chesed,
ou mundo do espírito Divino, de Atman.
Gelug: [-Pa] (tib. Dge Lugs [Pa]) Escola
Vajrayana, fundada pelo mestre tibetano Tsong Kapa (1357-1419;
este mestre foi, em sua encarnação precedente,
o grande Buda Sidharta Gautama, bodhisatva do Buda Amithaba),
centralizada nos ensinamentos do Lam Rim.
Genjokoan: (jap.) O Koan da Vida Diária;
texto de Dogen Zenji.
Genovese, Narciso: Cientista e lingüista
italiano que viveu no México. Foi seguidor e amigo
do famoso Guglielmo Marconi, o criador do telégrafo
sem fio e de outros inventos. Genovese e outros cientistas
seguidores de Marconi formaram uma sociedade científica
hermética que construiu um laboratório no interior
do Mato Grosso, em finais da década de 40, para tentar
algum contato com extraterrestres. Isso foi conseguido, pois
numa data qualquer desceu um grupo de naves de origem marciana.
Narciso e outros cientistas foram levados a Marte, onde pesquisaram
profundamente diversos mistérios. Os detalhes dessa
viagem, do laboratório e do próprio planeta
Marte, estão relatados no livro Aventura no Planeta
Marte (traduzido no Brasil com o nome de Estive em Marte).
Ghandi: (Mohandas Kharancham, 1869-1948)
Chamado o Mahatma (Alma Grande). Advogado e político
indiano, teve a ver muito com a independência da Índia,
em 1947. Não via diferenças substanciais entre
as religiões, todas eram boas para ele. Sua principal
preocupação foi conseguir a Paz. Sua doutrina
se baseava na Não Violência (A Himsa). Morreu
assassinado por um extremista. Samael nos dize que este grande
Ser não terminou seu trabalho (pois lhe faltou o aspecto
sexual, ou seja, o conhecimento tântrico, a Magia Sexual)
já que se dedicou por inteiro à liberação
de seu povo e que por isso terá de retornar, se reencarnar.
Gibor: (hebr.) Veja Elohim Gibor.
Gilganesh: (Bilgamesh, Galgamishul, anteriormente
também escrito como Izdubar): Rei de Uruk, filho de
Lugalbea e Ninsun no épico do mesmo nome. Nome pode
significar "o antigo ancestral tornado jovem" em
sumério. Chamado de deus em alguns textos antigos.
Epíteto mais recente: Rei da Terra. No épico
de Gilgamesh encontra-se a história do Dilúvio
Universal, contada por um dos Oanes (sacerdote que usa manto
com aparência de peixe; Oanes nos lembra Jonas, o que
foi cuspido por um peixe nas costas de Nínive, na Babilônia).
Giovanni Papini: Escritor europeu, de profundas
e inquietas inclinações investigativas. Em uma
de suas obras, intitulada Gog, narra um encontro com o enigmático
e misterioso Conde de Saint Germain.
Girsu: Importante cidade Suméria do
terceiro milênio antes da nossa era. Deus patrono: Ningirsu.
Goethe: (Johann Wolfgang von, 1749-1832)
Poeta, dramaturgo, novelista e filósofo. Autor do Fausto,
em que se observa o trabalho e os conhecimentos de um Iniciado.
O mestre Samael no diz que Goethe foi um iniciado e nos narra
em uma de suas obras um encontro com ele nos mundos internos,
dizendo que esse iniciado está encarnado como uma princesa
holandesa.
Gopi: (feminino) Mulher casta, companheira
do senhor Krishna em seus jogos eróticos.
Gopijana: (sânscr.) Pastor. O que guia
a todos os seres preparados. As Gopis eram pastoras de vacas,
companheiras de jogo com as quais Krishna viveu, entre as
quais figurava sua esposa Radha. (Veja Klim Krishnaya, Govindaya,
Gopijana, Vallabhaya, Swaha.)
Govindaya: (sânscr.) O Conhecedor de
todas as coisas. Senhor ou chefe de pastores. Govinda era
o sobrenome de Krishna, por ter-se criado na família
de um vaqueiro chamado Nanda. (Veja Klim Krishnaya, Govindaya,
Gopijana, Vallabhaya, Swaha.)
Grande Veículo: Veja Mahayana.
Grey: (ufol.) Cinza, em inglês; designação
usada para os ETs do tipo alfa-cinza ou simplesmente cinza;
também conhecidos como zetas, por supostamente serem
originários de Zeta Reticuli.
Gridhrakuta: (sânscr.) Pico dos Abutres;
montanha indiana onde Sakyamuni teria transmitido os ensinamentos
Mahayana.
Gurdjieff: (George Ivanovitch, 1877-1949)
Esoterista russo, criador do denominado Sistema do Quarto
Caminho e fundador, em 1922, do Instituto para o Desenvolvimento
Harmonioso do Homem. Estranha e discutida personalidade, transmitiu
uma doutrina filsófico-científica amalgamada
com tradições esotéricas do Oriente.
O Sistema não deixa de ter certa autenticidade inovadora
e foi metodizado por seu discípulo principal, Piotr
Ouspensky. Antigo discípulo de vidas passadas do Mestre
Samael, este o chama, em alguns de seus livros como Mestre
G. Diz-nos o Mestre que cometeu o erro de confundir a Kundalini
com o Abominável Órgão Kundartiguador
e esta foi a causa de seu estancamento. Foi Samael quem ensinou
os princípios da Psicologia do Ego a gurdjieff.
Guru: (masculino, sânscr.; tib. Lama/
Bla Ma) Mestre espiritual, uma das Três Raízes
do budismo Vajrayana. Mestre espiritual, Guia.
Guru Rinpoche: (tib.) Mestre Precioso; veja
Padmasambhava.
Gyulu: (tib. Sgyu Lus) Corpo ilusório;
uma das seis yogas de Naropa (Naro Chodrug).
H Hadith: (egípcio) Espaço, Entidade
Feminina Maternal, relacionada com esse ponto matemático,
no qual se gesta sempre o Rei-Sol, o Ninho de Ouro da Alquimia.
Nesse ponto misterioso reside a raiz mesma de nossa Mônada
Sagrada. O ponto em si mesmo é nossa Mãe Divina
Particular, adorável e eterna, sem princípio
nem fim.
Hagios: (grego) Santo.
Hajj: (islam.) Peregrinação.
Indica o Caminho Iniciático até os Centros de
Poder. O Caminho a Meca assemelha-se aos caminhos de Santiago,
do Inca, da Grande Muralha.
Hajoth: (hebr.) Hayyot. O Carro de Ezequiel;
os Quatro Pontos cardeais; a Alma ou Espírito dos Quatro
Elementos; a sua Assinatura Astral, o Fogo do fogo, o Ar do
ar, a Água da água, a Terra da terra.
Hajoth Ha Kadosh: (hebr.) Hayyot ha Qadosh,
os Santos Seres Viventes. Santa Palavra, Santa Aliança.
As santas criaturas viventes da visão da Merkabah,
veículo ou Carro de Ezequiel. São os Quatro
Animais Simbólicos, os Querubins de Ezequiel, e no
Zodíaco são: Taurus (o touro), Leo (o Leão),
Scorpio (ou a águia) e Acuarius (o homem).
Hakuin Zenji: Monge Zen japonês (1689-1769)
da Escola Rinzai, autor do famoso Koan “Qual o som de
uma só mão batendo palmas?”
Hamsa: (sânscr., masculino) Ave migratória,
símbolo da alma condenada à transmigração
de uma alma de corpo em corpo, até o final de um Ciclo
Cósmico. Esse Ciclo no microcosmos-homem corresponde
a um número exato de 108 encarnações.
É também o nome de um Mantra de ritmo igual.
Cisne ou ánsar, segundo os orientalistas; Ave mística
do Ocultismo, análoga ao Pelicano dos Rosa-cruzes.
Sagrado nome místico, Eu Sou Isso. Nessa palavra está
contido o mistério universal, a doutrina da identidade
da essência humana com a Essência Divina. A mesma
palavra pode ler-se Kâlahamsa, ou “Eu sou Eu,
na eternidade da tempo”, correspondendo ao termo bíblico,
ou mais bem ao zoroastriano “Eu sou o que sou”.
Este mesmo ensinamento se encontra também na Cabala.
Hamsa representa a sabedoria divina, a sabedoria na obscuridade
e fora do alcance humano. Está intimamente relacionado
com a sagrada palabra Aum: a asa direita do cisne é
A; a asa esquerda, é U; e a cauda, M.
Hamurabi: Rei da Babilônia 1848-1806
a.C. Autor do famoso Código de Leis da Babilônia.
Hanka-Fuza: (jap.) Postura de meio-lótus,
na qual uma perna fica sobre a outra.
Hapi: (egípcio). Veja Mestha, Hapi,
Duamutf e Kebhsennuf.
Hashmalim: (hebr.) Seres luminosos.
Hatha Yoga: (masculino) Método de
salvação (Yoga) através do equilíbrio
das energias positiva, Solar (Ha), e negativa, Lunar (Tha),
da força física (Hatha) que outorga uma grande
importância na aprendizagem de posturas difíceis.
Hathor: (egípcio) Deusa do Céu.
Irmã da deusa Ísia, é representada com
cabeça de vaca, coroada pelo disco solar e duas plumas
de avestruz entre os cornos, ou como uma mulher com cornos
de vaca. Símbolo da maternidade.
Hégira: Migração, grande
peregrinação do profeta Mohammad, de Meca a
Medina, representa a peregrinação espiritual
do mundo profano para o Iniciático. Dos Mistérios
Menores para os Maiores.
Helemitas: (hebr.) Elamitas. A literatura
profética do Antigo Testamento os menciona como um
povo estrangeiro, inimigo de Babilônia, porém
também como mercenários do exército Assírio.
Heliacon: (grego; Heliakon) Veja To Soma
Heliacon.
Heliópolis: (grego) Helios, o Sol.
Polis, Cidade. Antiga cidade do Egito, centro do culto a Rá.
Helvetius: (Johan Frederick Schwitzer, 1625-1709).
Médico e alquimista alemão. Autor de tratados
alquímicos e recordado pelo encontro que disse ter
havido com Elias Artista em 1666, o qual registrou em sua
obra Vitulus Aureus.
Henry Kunrath: (1560-1605) Médico,
alquimista e cabalista alemão que difundiu as obras
de Paracelso e os ensinamentos rosa-cruces, sendo um de seus
mais importantes tratados o intitulado: Anphiteatrum Sapientiae.
Esoterista e mago medieval, que criou a figura de um Andrógino,
representação do Bode de Mendés, o Baphometo
dos Templários, mencionado por Eliphas Levi e pelo
Mestre Samael, em seus tratados de Alquimia.
Heráclito: (540-480 a.C.) Filósofo
Grego chamado “O Obscuro”. Segundo ele, o fogo
é elemento primitivo da matéria, submetida a
uma evolução constante. Possível iniciado
nos Mistérios Órficos ou Dionisíacos.
Henry Steel Olcott: (1832-1907) Teósofo
americano. Depois de atuar como coronel na guerra de secesión,
em 1874 se interessou nos fenômenos metapsíquicos
e conheceu a HPB com quem fundou em 1875 The Theosophycal
Society, da qual foi um de seus principais difusores e dirigentes.
Autor de: História da Sociedade Teosófica. Samael
nos diz que ao morrero o Conde Blavatsky, a Gran Mestra teve
que casar-se com o Coronel Olcott para terminar a Grande Obra.
Hermes Trismegisto: (Grego; Tri - Megas =
Três Vezes Grande) Nome do deus egípcio Thot,
fonte de sabedoria e cultura. O nome foi consignado ao deus
possivelmente pelos Neoplatônicos dos séculos
3° e 4°. Desta forma grega do nome provém o
título dos Livros Herméticos, aplicado a 42
obras sagradas de sabedoria egípcia atribuídos
ao deus. Mas que a um deus sem embargo, esses escritos parecem
referir-se com este nome a um mítico rei egípcio
do século 20 a.C., inventor de todas as ciências.
Unicamente se conservam fragmentos desta literatura (Poimandres,
A chave, Asclépios, Tábua Esmeraldina), alguns
em grego, outros em latim, achados sobre paredes e templos
ou em vejos papiros que parecem haver sido transmitidos por
um egípcio helenizado (séculos 2 e 3). É
o mesmo deus Mercúrio do panteão Romano. O mestre
nos diz que que é o mais exaltado Mestre depois de
Jesus o Cristo. Um Cristificado.
Herói: (psicol.) Motivo arquetípico
baseado na superação de obstáculos e
conquista de determinados objetivos. A principal façanha
do herói é ter superado o monstro e a escuridão,
e como imagem arquetípica se apresenta empiricamente
como a soma total de todos os arquétipos incluindo
o arquétipo paterno e do velho sábio. Mitologicamente
o herói é aquele que conquista o dragão,
a princesa, o anel, o ovo de ouro, o elixir da vida, etc.
Psicologicamente estes são metáforas para os
sentimentos verdadeiros e o potencial único de alguém.
No processo de individuação a tarefa do herói
é assimilar os conteúdos inconscientes em vez
de ser sobrepujado por eles.
Heru-Pa-Kroat: (egípcio) Harpócrates.
Filho de Ísis e Osíris; é representado
por Hórus-menino, com um dedo sobre os lábios,
o disco solar sobre sua cabeça e com cabelo dourado.
É o “Deus do Silêncio e do Mistério”.
Harpócrates era também adorado na Europa pelos
gregos e os romanos, como filho de Ísis.
Hic Est Enim Calix Sanguinis Mei: (latim)
“Este é o Cálice com meu sangue.”
Palavras de Jesus o Cristo a seus apóstolos na Última
Ceia, ao dar-lhes de beber de seu Cálice de vinho,
com as que compartilhava simbolicamente sua união com
eles.
Hierofante: (grego) Hierophantes: “O
que explica coisas sagradas”. O Revelador da Ciência
Sagrada e Chefe dos Iniciados (feminino: Hierofântida).
Título pertencente aos mais elevados Adeptos nos templos
da Antiguidade, que eram os mestres e expositores dos Mistérios
e os iniciadores nos grandes Mistérios finais. O Hierofante
representava ao Demiurgo e explicava aos candidatos à
Iniciação os vários fenômenos da
Criação que se expunham para seu ensinamento.
Era o único expositor das doutrinas e arcanos esotéricos,
oralmente, de geração em geração.
Estava proibido até pronunciar seu nome diante de uma
pessoa não iniciada. Residia no Oriente e levava como
símbolo de sua autoridade um globo de ouro depositado
no peito. Se lhe denominava tambén Mistagogo. Em hebraico
e caldeu, o termo era Peter, o abridor, o descobridor ou o
revelador. Cada nação teve seus Mistérios
e Hierofantes. Os judeus tinham seu Peter-Tanahim ou Rabino,
como Hillel, Akiba e outros famosos cabalistas, que só
podiam comunicar o tremendo conhecimento contido no Merkabah.
No Tibet, o hierofante principal é o Dalai Lama.
Hilarion: Instrutor espiritual que segundo
a literatura teosófica é um erudito em simbolismo
transcendente. Se lhe considera uma reencarnação
do filósofo neoplatônico Jâmblico. Por
seu intermédio foram transmitidas a Mabel Collins as
obras: Luz no Sendeiro e Idílio do Lótus Branco.
O Mestre Samael nos diz que é a reencarnação
do Apóstolo Paulo. Este mestre geralmente trabalha
com o Raio Verde da Cura.
Hinayana: (sânscr.) Pequeno Veículo;
não Mahayana, termo pejorativo originalmente usado
para denegrir a escola Sarvastivada e suas dissidências,
Sautrantika e Vaibhashika; no Vajrayana, a primeira etapa
do caminho espiritual, o fundamento para as práticas
do Mahayana.
Hipócrates: (460-375 a.C.) Chamado
de O Pai da Medicina, nasceu na Grécia, na ilha de
Cos. É um grande Mestro Espiritual da Medicina, invocado
na Liturgia Gnóstica. Diz a Tradição
Iniciática que este grande mestre atua num Templo-Hospital
do mundo astral chamado de Alden.
Hipólito: Gnóstico discípulo
de Irineu e depois Clemente de Alexandria. Um dos maiores
expoentes do Gnosticismo antigo.
Hiram Abiff: Mestre construtor, enviado por
Hiram, o rei de Tiro (Fenícia, hoje Líbano)
a Israel a pedido de Salomão, para a construção
de seu famoso templo. Foi assassinado por três traidores,
viva representação dos três demônios
internos em cada ser humano (mente, desejo e má vontade).
Sobre sua lenda foi levantado todo um simbolismo da Maçonaria.
Hoc Est Enim Corpus Meum: (latim) “Eis
aqui o meu Corpo.” Palavras de Jesus o Cristo a seus
apóstolos na Última Ceia, ao lhes dar de comer
de seu próprio pão, com as que compartilhava
simbolicamente sua união com eles.
Hod: (hebr.) Glória. A oitava séfira.
O esplendor que manifesta a graça inspiradora do Grande
Arquiteto, a coordenação harmônica e a
lei de justiça que governa todas as coisas e relaciona
todo o efeito com uma causa e toda causa a um efeito.
Homem/Mulher Escorpião: (babil.) Criaturas
compostas, algumas vezes benéficas ao homem. Guardiães
da montanha Mashu. Na mitologia suméria, os guardiães
da terra dos imortais. Um dos desafios enfrentados por Gilgamesh
em sua busca pela imortalidade.
Homem-touro: Palavra kusarikku, anteriormente
traduzida como bisão. Criatura composta, morta em combate
no mar por Ninurta, e um dos seres mortos por Marduk no Enuma.
Elish. Presente na iconografia a partir dos primeiros períodos
dinásticos. Uma das representações do
Ego na babilônia.
Homens de Preto: Ver MIB.
Hórus: (egípcio) O último
da série de soberanos divinos de Egito; filho de Osíris
e Ísis. É o grande deus “amado dos céus,
amado do Sol, vassalo dos deuses, subjugador do mundo”.
No solstício de inverno (nosso Natal), sua imagem,
na forma de criança recém-nascido, era tirada
do santuário para expô-la à adoração
das multidões. Como Hórus é a representação
da abóbada celeste, diz-se dele que veio do Maem Misi,
o sagrado lugar nativo (a matriz do mundo), e é, portanto,
o “místico menino da Arca” ou Argha, símbolo
da matriz. Cosmicamente, é o Sol do inverno. Uma tábua
o descreve dizendo que é a “substância
de seu pai”, Osíris, de quem é uma encarnação,
e que também é idêntico com ele. Hórus
é uma divindade casta e, de igual maneira que Apolo,
seu papel no mundo inferior está relacionado com o
Juízo. Apresenta as almas a seu Pai, o Juiz. Dele diz
um antigo hino: “Por ele o mundo é julgado naquilo
que contém. O Céu e a Terra se acham sob sua
presença imediata. Governa todos os seres humanos.
O Sol dá voltas conforme sua Vontade. Produz a abundância
e a distribui a toda a Terra. Todos adoram sua beleza. Doce
é seu amor em nós”. Hórus é
um desdobramento do Christos, e simboliza o Sol.
Hua-Yen: (jap. Kegon) Escola da Guirlanda
de Flores; escola chinesa fundada pelo monge Fa-Tsang (643-712)
com base nos ensinamentos do Avatamsaka Sutra.
Hui-K’o: (jap. Eka) Monge Zen chinês
(487-593), discípulo e sucessor de Bodhidharma.
Hui-Neng: (jap. En’ô) Monge Zen
chinês (638-713), sexto patricarca do Zen na China.
Hui-Yüan: Monge chinês (336-416),
fundador da escola da Terra Pura (chin. Ching-T’u-Tsung).
Humbaba: (Humwawa) Guardião da floresta
dos pinheiros, derrotado por Gilgamesh e Enkidu, ancestral
das Górgonas gregas. Sua voz é chamada de arma
de Abubu. Representação do Egos animalescos
mais grotescos de nosso interior.
Hung-Jen: (jap. Gunin, Kônin) Monge
chinês (601-674), quinto patriarca do Zen na China.
Hurabtil: (babil.) Deus elamita, também
chamado Lahurabtil.
I IAO: (grego) Etimologicamente, “Alento
de Vida”. O Deus supremo dos fenícios: “luz
sómente concebível pelo intelecto”, o
Princípio físico e espiritual de todas as coisas,
“a Essência masculina da Sabedoria”. É
a luz solar ideal. Entre os fenícios, IAO é
o Deus Supremo, cujo nome secreto e triliteral encerra uma
profunda alegoria. É um “nome de mistério”.
Entre os caldeus, IAOS era o nombre da Divindad suprema, entronizada
sobre os sete céus representando o Espiritual Princípio
da Luz, e era também concebido como Demiurgo.
Igigi: Termo sumério para os grandes
deuses e deusas da geração mais nova, liderados
por Enlil, freqüentemente identificados com os Anunnaki.
Iglesias Janeiro: Esoterista espanhol radicado
na Argentina, já falecido. Autor de livros sobre numerologia,
auto-superação pessoal e temas afins. Obras:
Cabala de Predição. Samael o menciona em seu
livro Curso Zodiacal.
Ilíada: Esta obra situa-se no último
ano da Guerra de Tróia, que constitui-se no fundo de
toda uma trama. Narra a história da cólera do
herói grego Aquiles. Insultado por seu comandante-em-chefe,
Agamenon, o jovem guerrerio Aquiles se retira da batalha,
abandonando à sorte seus compatriotas gregos, que sofrem
terríveis derrotas na mãos dos troianos. Aquiles
rechaça todas as tentativas de reconciliação
por parte dos gregos, mas finalmente cede em certo modo ao
permitir a seu companheiro Patroclo pôr-se à
frente de suas tropas. Patroclo morre em combate e Aquiles,
presa de fúria e rancor, dirige seu ódio aos
troianos, cujo líder, Heitor (filho do rei Príamo),
derrota em combate singular. O poema conclui quando Aquiles
entrega o cadáver de Heitor a Príamo, para que
este o enterre, reconhecendo assim uma certa afinidade com
o rei troiano, posto que ambos devem enfrentar-se com a tragédia
da morte e do luto.
Iluminação: Veja Bodhi.
Imã, Imam: (islam.) Sucessor e líder.
Título dado aos grandes illuminados súfis.
Imgur-Ellil: Nome das muralhas defensoras
da Babilônia. Representa também os Corpos Solares
do mestre.
Imitatus: (latim) Imitar, reproduzir imitando,
representar, copiar. Esotericamente, aquele que atua imitando/obedecendo
a seu Mestre externo, pois ainda nã se revelou seu
Mestre Interno manifestando-se nos atos de sua vida. É
uma fase mais do que natural o iniciante seguir os passos
de seu Guru até que ele consiga seguir sua Estrela
Interior, sua Sabedoria Íntima.
Implantes: (ufol.) Diminutos dispositivos,
normalmente da ordem de milímetros, implantados por
extraterrestres (ou em alguns casos por militares) em abduzidos
e contatados; suas funções são desconhecidas,
mas algumas hipóteses são: monitoramento; localização;
manipulação mental; alterações
biológicas; indução de poderes paranormais
artificialmente.
Inga: (jap.) Causa e efeito, Karma.
Inka-Shomei: (jap.) Confirmação
da transmissão Zen de um mestre a um discípulo.
Introibo Ad Altare Dei: (latim) Acerco-me
ao Altar de Deus.
Irineus Agnostus: Pseudônimo de um
escritor anônimo do século 17, autor de vários
escritos sobre os Rosa-cruzes, considerado por alguns eruditos
como o mais importante apologista da fraternidade.
Iscurion: (grego) Poderoso, potente, grande.
Ishara: (Babil.) Deusa do casamento e do
parto, protetora de juramentos. Centro de culto: Kisurra na
Babilônia. Símbolo: escorpião.
Ishin: (hebr.) Os Viventes. Almas do Fogo.
Filhos de Dios, Anjos Inferiores. Em caldeu: Ishim, os “belos
filhos de Deus”, os originais e protótipos dos
posteriores “Anjos caídos”. Pronuncia-se
“Aishín”.
Ishta-Devata: (sânscr.; tib. Yi Dam)
No budismo Vajrayana, divindade meditacional.
Ishin-Denshin: (jap.) No budismo Zen, transmissão
de coração-mente para coração
mente. É uma forma de telepatia superior, mais intuitiva
que outra coisa qualquer.
Ísis: (egípcio) Issa, A Deusa
Virgem-Mãe; personificação feminina da
Natureza e do Cosmos. Em egípcio e copta, Uasi, reflexão
feminina de Uasar ou Osíris. É a “mulher
vestida de Sol” (porque seu exterior branco e brilhante
é um reflexo da luz solar) do país de Kem (antigo
nome do Egito). Ísis-Latona é a Ísis
romana. Filha e mãe de Osíris; de igual modo
que Vâch é filha e mãe do Logos. Corresponde
à Aditi e Vâch dos hindus; à Io dos gregos;
e a Eva. É a mãe ou matriz da Terra; é
a deusa que dá vida e saúde. Ísis é
uma deusa lunar por estar relacionada com nosso satélite
à causa dos mistérios lunares e por certas considerações
acerca da fisiologia e natureza da mulher, tanto na ordem
física como na psíquica. A Ísis estavam
consagrados a íbis e o gato. Como deusa lunar, era
representada freqüentemente com cabeça de dita
ave, posto que a íbis branca e negra era uma imagem
da lua, que é branca e brilhante pelo lado iluminado
pelo Sol, e negra e obscura pala parte oposta à Terra.
O gato é outro dos símbolos lunares. O ovo estaba
igualmente consagrado a dita divindade porque simboliza a
origem da vida. Ísis está quase sempre representada
tendo um lótus em uma mão e na outra um círculo
e uma cruz ansata. Como deusa de mistério, representam-na
geralmente com o rosto coberto por um véu impenetrável,
e no frontispício de seu templo, em Saís,viam-se
escritas as seguintes palavras: “Sou tudo o que foi,
é e será, e nenhum mortal jamais tirou o véu
que oculta minha divindad aos olhos humanos”.
Islã/Islamismo: Em árabe significa
submissão, rendição, entrega; no sentido
religioso, total submissão à vontade de Deus.
Religião fundada por Maomé, erroneamente chamada
por Maometanismo.
Inana/Ishtar: (babil.) Grande deusa suméria
do amor e da guerra, cujo consorte é Dumuzi. 2. De
Tamuz, sendo personagem de muitos mitos importantes e hinos.
O leão, o touro e dragões também são
animais consagrados a ela.
Ishkhara: Deusa babilônica do amor,
sacerdotisa de Ishtar.
Ishullanu: Jardineiro do deus sumério
Anu, que oferecia cestas de tâmaras para Ishtar, por
quem era apaixonado. Por ter sido extremamente possessivo
com relação a ela, Ishtar transforma-o num sapo.
Representa o uso vulgar do Conhecimento Iniciático.
Ishum: Deus do fogo e conselheiro de Erra.
Assimilado com Hendursanga. Sábio ministro de Marduk
no épico de Erra.