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B
Babaji: (ou Reverendo Pai) Mestre indiano
que, segundo a tradição reside nos desfiladeiros
dos Himalaias em companhia de um grupo seleto de discípulos
e que conserva a aparência de um jovem de 18 anos. Foi
o Guru de Lahiri Mahayasa. O mestre Samael nos fala do imortal
Babaji e de sua irmã (esposa-sacerdotisa) Mataji, em
sua obra O Matrimônio Perfeito. É um mestre Ascenso
que possui o mesmo corpo físico há muitos milhões
de anos.
Babilônia: (Babil., Bab-El) "Portal
dos Deuses", capital dos babilônios, situada no
rio Eufrates. Patrono: Marduk. Residência de grandes
reis a partir do segundo milênio. Também chamada
de Shuanna. Um dos principais Impérios da 3ª sub-raça
da Raça Ariana. Seu Avatar foi Ashiata Shiemash.
Babiloniaca: Veja Berossus.
Bafometo, Baphometo: (grego) Símbolo
Hermético-Cabalístico. Baphe e Methis: Batismo
ou Iniciação na Sabedoria. Treinador psicológico
e Guardião das Portas do Santuário (veja: Mistério
do Baphometo). No centro do Labirinto da grande Catedral de
Chartres havia uma estátua imponente de Bafometo, arrancada
pelos católicos.
Bankei Eitaku Yotaki: Monge zen japonês
(1622-1693) da linhagem Rinzai.
Barbelos: (hebr.) Os Mundos Superiores. Segundo
o Evangelho gnóstico O Livro Secreto de João,
“é o Pensamento feito ativo, e a que apareceu
em presença do Pai saiu na luz brillante. Ela é
o primeiro poder; ela precedeu a tudo e saiu da mente do Paie
como o Pensamento Anterior de tudo. Sua luz se parece com
a luz do Pai; como o poder perfeito, ela é a imagen
do perfeito e invisível Espírito virgem. Ela
é o primeiro poder, a glória, Barbelo, a glória
perfeita entre os mundos, a glória emergente. Ela glorificou
e louvou aol Espírito virgem, porque havia saído
através do Espírito. Ela é o primeiro
Pensamento, a imagem do Espírito. Ela se converteu
no ventre universal, porque ela a tudo precede: o Pai comum,
a primeira Humanidade, o Espírito Santo, o varão
triplo, o poder triplo, o andrógino com três
nomes, o reino eterno entre os seres invisíveis, o
primeiro a sair...”. E continua mais adiante: “O
Pai penetrou em Barbelo com uma mirada, com a luz pura, brilhante,
que rodeia ao Espírito invisível. Barbelo concebeu
e o Pai produziu um raio de luz que se parecia com a luz bendita,
mas não era tão brilhante. Este raio de luz
era a Alavanca única do Pai comum que havia saído,
e o único rebento e a Alavanca única do Pai,
a luz pura”. (O Verbo, Cristo).
Bardo: (tibet. Bardo; sânscr. Antarabhava)
No budismo tibetano, o estado intermediário entre a
morte e o renascimento; uma das seis yogas de Napora (tib.
Naro Crödrug).
Bardo Thodol: (tib. Bsr Do Thos Sgrol) Liberação
através do Entendimento no Estado Intermediário;
popularmente conhecido como o Livro Tibetano dos Mortos, texto
sobre o processo da morte e renascimento. Livro tibetano dos
espíritos do Mais Além. Escrito pelo grande
mestre iluminado Padma Sambhava, esta obra é um Guia
espiritual de iniciação ao desconhecido. Livro
Tibetano dos mortos. Livro que relata os processos da alma
depois da morte, contém tratados de como se regressa
a tomar novamente corpo e de como emancipar-se da Roda do
Samsara. Bardo se traduz como estados post-mortem.
Bardesanes:
(155-223) Filósofo Gnóstico, astrólogo
e poeta sírio. Compôs uma série de escritos
e hinos que são a base de um sistema místico
especulativo onde também entra a astrologia.
Base subterrânea: (ufol.) Veja Dumb.
Basilides: (gnosis; séc. 2° d.C.)
Filósofo Alexandrino, um dos cimentadores do gnosticismo.
Seu sistema de inclinação neoplatônica
e no qual revestem importância a magia e a astrologia
descreve a existência de forças divinas (Abraxas)
em série decrescente de esplendor através de
numerosas emanações. A organização
de seu grupo de discípulos tem similitude com a estrutura
simbólica à maneira pitagórica. Foi o
inventor da palavra Abracadabra, utilizada como Chave Mágica
pelos cabalistas. Suas obras foram perdidas. Seus discípulos
foram chamados Basilidianos.
Basílio Valentim: (gnosis; Basilis
Valentine) Alquimista e filósofo hermético alemão
do século 15. Foi uma figura enigmática na história
da alquimia e se lhe atribui a descoberta do Antimônio
e do Bismuto. O Mestre Samael nos fala das Doze Chaves de
Basílio Valentim como chaves de interpretação
da Alquimia.
Bassui Zenji: Famoso monge zen japonês
(1327-1387) da Escola Rinzai.
Beethoven: (Ludwing van, 1770-1827) foi iniciado
na franco-maçonaria e é um Mestre do Raio da
Música. Grande devoto da Mãe Divina Kundalini,
diz a tradição que tinha sempre em seu piano
um busto da Deusa Neith, e ao lado dela a frase, escrita pelo
próprio punho de Beethoven: “Eu sou a que foi,
é e será, e nenhum mortal jamais levantou meu
Véu”. O mestre Samael nos diz que no Templo da
Música (6ª Dimensão) Ele oficia como Guardião.
Bel: Título, Senhor, adotado por vários
deuses como cabeças de seus panteões locais.
O termo se refere a Marduk na Babilônia, Assur na Assíria,
e Ninurta no épico Anzu.
Belet Ili: (Nibhursag) "Senhora de todos
os deuses", nome da Grande Deusa Mãe. A grande
Deusa-Mãe dos sumérios, consorte adorada de
Enki. Deusa suméria do útero e das formas. Os
deuses lhe pediram para criar os homens, para que estes pudessem
trabalhar o solo e construir canais, e mulheres, para que
estas gerassem as futuras gerações de servos
dos deuses. Ela criou inicialmente sete homens e sete mulheres
e, como resultado, após 600 anos, homens e mulheres
já se tinham tornado numerosos na terra. Entre os gnósticos
é a Divina Mãe Cósmica, a Hera grega.
Belet-seri: (babil.) "Senhora dos espaços
abertos (onde residem os espíritos)" deusa que
faz os registros do Mundo Subterrâneo. Epíteto:
Escriba da Terra.
Belili: (babil.) Um dos nomes da deusa Geshtin-anna,
irmã de Dumuzi, esposa de Nin-Gishzida. Epíteto:
‘ Aquela que sempre chora.
Belzebu: Demônio descrito na Bíblia
e em textos cabalísticos, Senhor das Moscas e dos Besouros,
ou seja, das forças involutivas da natureza. Era reverenciado
por diversos povos semitas. Segundo Samael Aun Weor, em sua
obra altamente recomendável A Revolução
de Bel (que se encontra em nossa Biblioteca Gnóstica
para download), esse demônio foi um poderoso chefe de
legiões infernais, porém foi recentemente reabilitado,
tornando-se ditinguido iniciado da luz e seguidor dos mestres
da Grande Fraternidade Branca.
Beni Elohim: (hebr.) Filhos dos Deuses. (Beni
é o plural de Ben: filho.)
Berossus: Sacerdote de Marduk na Babilônia.
Escreveu Babiloniaca em grego, cerca de 281 a.C. para Antióquio
I, a fim de narrar as antigas tradições gnósticas
da Mesopotâmia para os gregos. O trabalho apenas é
conhecido em partes, de citações feitas por
outros escritores gregos.
Bes: (egípcio) Deus tebano. Deus alado
e dançante, protetor do lar. Espírito benfeitor,
o qual com sua esposa assistia às jovens parturientes;
protegia o amor e a alegria, e afugentava os maus espíritos.
Mestre dos mundos subterrâneos, ensina os profundos
segredos da Alquimia e seu uso para a desintegração
do Ego.
Bhagavad Gita: (sânscr.; O Canto do
Senhor) Nono livro do Mahabhárata. Poema composto por
700 versos e dividido em 18 capítulos, considerado
pela maioria dos hindus como seu texto religioso mais importante
e essência mesma de suas crenças. Quase todos
os filósofos hindus importantes escreveram algum comentário
sobre o Gita, e ainda continuam aparecendo novas interpretações
e traduções desta obra. O Gita, que está
incluído dentro do poema épico O Mahabhárata,
foi escrito em forma de diálogo entre a encarnação
do divino Krishna e um herói humano, o príncipe
Arjuna, no campo santo de Kurukshetra, antes da grande batalha
de Mahabhárata. Arjuna expressa sua indecisão
à hora de batalhar contra amigos e parentes. A resposta
de Krishna é uma exortação para que Arjuna
cumpra seu dever, ou seja, que como guerreiro que é,
deve lutar e vencer. Krishna, logo em seguida, explica a natureza
da Alma, o Caminho verdadeiro para chegar ao Absoluto. O Gita
recolhe diversas doutrinas, como a imortalidad do Ser do indivíduo
(Atman) e sua identidade com a Deidade Suprema (Brahma), o
processo da reencarnação e a necessidade de
renunciar aos frutos da própria ação
pessoal, estabelecendo os principais ensinamentos dos Upanishads
e a filosofia de Sankhya. O espírito (Purusha) e a
matéria ou natureza (Prakriti), que se divide na tríplice
tendência da bondade, paixão e obscuridade, são
complementares. Krishna reconcilia as afirmações
opostas de sacrifício e dever mundano, por um lado,
com a meditação e renúncia por outro,
através da devoção a Deus (Bhakti). Esse
Deus aparece em uma breve passagem sob sua forma terrífica
de Dia do Juízo Final antes de transformar-se na forma
humana compassiva de Krishna.
Bhaishajyaguru:
(sânscr.; chin. Yao-Hs-Fu; jap. Yakushi Nyorai; tib.
Mengyi Lama/ Sman Gyi Bla Ma) No budismo Mahayana, o Buda
da Medicina, o buda curador. Também chamado de Buda
Azul. Seu mantra é Begandze Begandze Maha Begandze.
Bhákti: (sânscr.; feminino)
Devoção ardente.
Bhava-Chakra: (sânscr.; tib. Sipe Khorlo/
Srid Pa'i Khor Lo) A roda da vida; representação
iconográgica dos seis reinos (Gati) do Samsara.
Bhavana: (sânscr. e páli) Meditação.
Bhogyá: (feminino) Nome dado à
companheira sexual, àquela da qual se obtém
o deleite supremo.
Bhumi: (sânscr.) No budismo mahayana,
cada um dos dez estágios do Bodhisatva até alcançar
a iluminação (Bodhi).
Bíblia: Também chamada Santa
Bíblia, Livro Sagrado ou Escrituras de judeus e cristãos.
Sem embargo, as bíblias do judaísmo e do cristianismo
diferem em vários aspectos importantes. A Bíblia
judaica é a escritura hebraica, com 39 livros escritos
em sua versão original, à exceção
de umas poucas partes que foram redigidas em aramaico. A Bíblia
cristã consta de duas partes: O Antigo Testamento e
os 27 livros do Novo Testamento. Os dois ramos principais
do cristianismo estruturam o Antigo Testamento de modo algo
diferente. A exegese do Antigo Testamento, lida pelos católicos,
é a Bíblia do judaísmo mais outros sete
livros e adições. Alguns dos livros adicionais
foram escritos em sua versão primitiva em grego, como
o Novo Testamento. Por sua parte, a tradução
protestante do Antigo Testamento se limita aos 39 livros da
Bíblia judaica. Os demais livros e adições
são denominados apócrifos pelos protestantes,
e livros deuterocanônicos pelos católicos. O
termo Bíblia chegou ao latim do grego, que significa
“livro”, forma diminutiva de byblos, termo para
“papiro” ou “papel” que se exportava
desde o antigo porto comercial fenício de Biblos (atual
Líbano). Na Idade Média, os livros da Bíblia
eram considerados como uma entidade unificada. Infelizmente,
da Bíblia foram suprimidos mais de 160 livros, considerados
hoje como apócrifos.
Bija:
(neutro) Semente (vegetal, sêmen), os adeptos do tantra
utilizam essa palavra para designar as vogais que, segundo
eles, fecundam as consoantes, centro das fórmulas sagradas
(Mantras). Também designa a Força Sexual que
dá o verdadeiro poder aos mantras.
Binah: (hebreu) Inteligência. O nome
da terceira Séfira da Tríade Suprema. É
denominado o Grande Mar, a Mãe Suprema. Representa
a potência feminina do Universo e equivale ao Espírito
Santo dos cristãos e ao terceiro aspecto do Logos Cósmico.
O primeiro Logos, o Pai, é o Espaço; o segundo
Logos é o Filho, o Sol e o Cinturão Zodiacal;
e o terceiro Logos é a Natureza.
Bindu: (masculino; sânscr.; páli
Thigle/ Thig Le) No budismo Vajrayana, essência ou gota
de energia sutil. Gota (principalmente do esperma), ponto
essencial luminoso ou sonoro de onde procede toda a manifestação
cósmica. O Átomo Ultérrimo, criado pela
Mente Cósmica do Divino Espírito Santo.
Birdu: (babil.) Deus do Mundo Subterrâneo,
consorte da deusa Manungal. Assimilado com Meslamta'ea, um
nome de Nergal.
Blavatsky: (Helena Petrovna Hann Fadeel de
Blavatsky, ou HPB, ou somente Madame Blavatsky, 1831-1891)
Ocultista, teósofa e autora russa de notável
e acidentada vida. Realizou numerosas viagens pelo mundo,
fundando en 1875, em Nova York, con Henry S. Olcott e outros
a Sociedade Teosófica. Em síntese, foi a mensageira
que através de suas obras Ísis sem Véu,
A Doutrina Secreta, A Voz do Silêncio, etc., transmitiu
à cultura ocidental importantes conhecimentos esotéricos
e deu testemunho da presença, na Terra, de uma Hierarquia
Oculta formada por Meestres de Sabeduria. Fala-nos o Mestre
Samael maravilhas acerca da Grande Mestra, recomenda o estudo
de todas as suas obras, em especial A Doutrina Secreta e Ísis
sem Véu, e nos diz que a Mestra se reencarnou na cidade
de Nova York, desta vez com corpo masculino, e que cumprirá
uma Grande Missão oculta mundial.
Boaz: (hebreu) ou Bohaz. Símbolo cabalístico
e maçônico de um dos dos pilares ou colunas de
bronze fundidos por Hiram Abif, supremo Arquiteto de Tiro,
chamado “O Filho da Viúva”, que estavam
unidas por um véu que cerrava a entrada do Santuário
do Templo de Salomão. Boaz, a coluna negra, era o símbolo
da Inteligência: Binah, feminina, a terceira Séfira.
Bodhi: (sânscr. e páli; chin.
Wu; jap. Satori, Kenshô; tib. Changchub/ Byang Chub)
Iluminação, despertar.
Bodhicita: (sânscr.) Mente da iluminação;
no budismo mahayana, a mente altruísta que visa beneficiar
a todos os seres; a mente do Bodhisatva.
Bodhidharma: (sânscr.; chin. P'u-T'i-Ta-Mo;
jap. Bodai Daruma) Um dos ancestrais do Zen (sécs.
5° - 6°) que introduziu esta escola na China.
Bodhisatva: (masculino; sânscr.; páli
Bodhisatta; chin. Pu-Sa; tib. Bosatsu, Bodaisatta; tib. Chang
Chub Sempa / Byang Chub Sems Dpa) Ser da iluminação;
no budismo Mahayana, ser de grande compaixão que procura
ajudar a todos os seres, praticando as seis perfeições
(Paramita) e realizando a mente da iluminação
(Bodhicita). Diz-se daqueles seres que obtiveram a Bodhi,
porém renunciam, por compaixão aos humanos,
sua entrada no Nirvana.
Bön: [-Po] (tib. Bon Po, ou Bön)
Religião xamânica tibetana anterior à
introdução do budismo. Teve forte influência
sobre o budismo tibetano, especialmente na linhagem Niyngma.
Existem duas linhas Bön (ou Bonzo): os Böns propriamente,
que são magos xamânicos completos, ligados à
magia branca, e os Dugpas (ou Dagh-Dugpa), os famosos magos
negros tibetanos, os quais são o pólo contrário
da Sagrada Ordem do Tibet, esta última presidida pelo
Mestre Ascenso Bhagavan Aclaiva. Uma terrível guerra
astral entre essas duas últimas "ordens"
refletiu-se no mundo físico como a Segunda Guerra Mundial.
Borobudur: Grande construção
em forma da Mandala Dupla Swástica, na ilha de Java,
Indonésia. Sobre esse templo há um gigantesco
Deva que ilumina, cura e inspira a todos os devotos da Senda
que ali visitam.
Brahma: (sânscr., masculino) O Deus
Criador (primeira manifestação Brahman, o Imanifestado,
o Ser do Ser do início dos ciclos cósmicos.
O Pai, da Trindade judaico-cristã. Brahama: o Brahmâ,
masculino, con a final larga (â), é o Deus ou
Princípio Criador do Universo, ou, em outras palavras,
é a personificação temporal do poder
criador de Brahma. Existe periodicamente tão-somente
no período de manifestação do mundo,
depois do qual entra de novo em Pralaya, y volta a Brahman,
do qual procedeu. Brahmâ, em união com Shiva
e Vishnu, forma a Trimurti ou Trindade hindu.
Brahman: (sânscr.) ou Brahmân,
é o impessoal, supremo e incognoscível Princípio
do Universo, de cuja essência tudo emana e ao qual tudo
volta, e que é incorpóreo, imaterial, inato,
eterno, sem princípio nem fim. É onipresente,
onipenetrante, anima desde o deus mais elevado até
o mais diminuto átomo mineral. Segundo os Vedas, Brahma,
neutro, com a final breve, ou Brahman, é o Supremo,
o Absoluto, a Suprema Divindade, o Espírito Universal
e Eterno, que enche, penetra, sustém e anima todo o
Universo; é princípio e fim de todos os seres,
pois todos emanam d’Ele e a Ele todos voltam ao terminar
o Kalpa. O Absoluto, o princípio único de todas
as coisas, essência que transcende todas as formas de
existência, é idêntico ao Eterno Pai Cósmico
Comum, o Pai de nosso Pai, o próprio Absoluto, o sem
forma, Aelohim.
Brahma-Vihara: (sânscr. e páli)
Meditações ilimitadas; amor (Maitri), compaixão
(Karuna), alegria (Mudita) e equanimidade (Upeksha).
Buda, Budha: (sânscr.; chin. Fo; jap.
Hotoke, Butsu; tib. Sangye/ Sangs Rgyas) Desperto, iluminado;
aquele que alcançou a iluminação (Bodhi),
um dos três preciosos (Triratna).
Budaghosha: Monge da escola Theravada (séc.
4º) que estudou no Sri Lanka; autor do Visudhi-Magga.
Budata: (sânscr. budatva; jap. Bushô;
tib. Sangyen Yid/ Sangs Rgyas Nyid) Natureza búdica.
Essência espiritual, fragmento da Consciência
Divina encerrado nas formas mentais egóicas.
Budhi: (feminino): Inteligência, ser
superior ao ser humano, sua principal função
é a de refletir sobre a mente (Manas) e a Matéria
a luz que emana de Atman.
Bulwer-Lytton: (Edward Cayse, 1803-1873)
Escritor, político e esoterista inglês. Pertenceu
ao Metropolitan College da Societas Rosicruciana in Anglia.
Suas duas principais noveles ocultistas são: Zanoni
(1842) e a Vril, a Raça Futura (1872), já clássicas
em seu gênero.
Burka: Vestimenta feminina, que mantém
o corpo, a face e as mãos cobertas. Representa a virtude
do pudor. Conceito infelizmente deturpado.
Butsudan: (jap.) No budismo japonês,
pequeno altar familiar.
C
Caaba:
(islam.) Construção simples em forma de cubo,onde
se reverencia um meteorito negro, se encontra em Meca; acredita-se
ser um monumento construído originalmente por Adão.
Alguns afirmam que é um centro de peregrinação
das épocas da legendária Atlântida. Afirma-se
também que em outras dimensões existe um poderoso
templo da Grande Fraternidade Branca, onde onde as "húris"
(sacerdotisas do templo) ensinam os Mistérios Tântricos.
Cabala: (hebr.) Cábala o Kabaláh.
Nome da mística tradição judaica e doutrina
que trata da Árvore da Vida (Otz Chaim) e dos Sephirot
(aportuguesado como Sefirotes). Sabedoria derivada de doutrinas
secretas mais antigas, concernentes à cosmogonia e
às coisas divinas, que se combinaram para constituir
uma teologia depois da época do cativeiro dos judeus
na Babilônia. Todas as obras que pertencen à
categoria esotérica são denominadas cabalísticas.
Cagliostro: (Alessandro, 1743-1795?) Ocultista
italiano. Extraordinária personalidade de acidentada
vida que influenciou as agrupações esotéricas
de sua época e alcançou fama de mago, sendo
notável como alquimista e médico. Tradicionalmente
se estima que o Conde Cagliostro foi o nome adotado por Giussepe
Balsamo, um obscuro aventureiro siciliano, porém a
crítica moderna tratou de reivindicar sua memória
demostrando a existência duas pessoas distintas. O mestre
Samael nos fala muitas vezes do enigmático Conde Cagliostro,
um dos imortais Mestres Alquimistas que ainda vivem hoje com
seu corpo físico. Juntamente com Saint Germain, auxiliou
a que Samael se levantasse e iniciasse sua Grande Missão
Gnóstica.
Caitanya: (Krishna Caitanya Deva, 1485-1533)
Místico hindu fundador da seita Vaishnava que leva
seu nome. Sua doutrina de inclinação monista
trata de conciliar as distintas tendências da tradição
vedanta, considerando también que a salvação
deve ser conseguida por meio da bhakty (devoção
e amor).
Califa: Governante religioso e político,
o patrono dos movimentos súfis.
Canalização: (ufol.) Processo
semelhante à psicografia e transe espíritas,
em que uma suposta entidade extraterrestre ou de outro “plano”
repassa informações usando uma pessoa.
Carpócrates: Patriarca Gnóstico.
Fundou em Alexandria, por volta do ano 130 d.C., a Ordem dos
Carpocratianos, uma das fraternidades gnósticas mais
conhecidas. Fundou muitos conventos esotéricos na Espanha.
Casuística: (ufol.) Conjunto dos casos
e incidentes ufológicos propriamente ditos.
Chacra: (masculino, sânscr.) Roda,
círculo, nome dado aos centros do corpo sutil, também
chamados Padma (lótus). No tantrismo, designa também
uma comunidade de adeptos.
Chacra-Puja: (sânscr.; feminino) Adoração
em círculo, rito sexual, Cadeia ou Corrente. Dança
Circular.
Chaire: (grego) Salve.
Chaire Pamfage: (grego) Salve, ó Resplandecente,
Radiante.
Chaire Pangenetor: (grego) Salve, ó
Criador do Universo.
Chaire Fale: (grego) Salve, ó Falo,
Símbolo da Geração.
Ch’an: (chin.) Veja Zen.
Chandali: (feminino): Mulher pária,
considerada pelos tântricos como excelente companheira
sexual, por ser submissa (no aspecto positivo, ou seja, ser
submissa a Deus). Para os tântricos, a esposa sacerdotisa
não deve ser nem inferior nem superior ao seu sacerdote,
mas obediente aos desígnios de Deus.
Channeling: Palavra do idioma inglês
equivalente a canalização. Pode ser o caso de
médiuns espíritas que “dizem” entrar
em contato com grandes mestres da luz.
Cha-No-Yu: (jap.) Cerimônia do chá.
Representa o trabalho da Alquimia Sagrada e seus instrumentos
de apoio. A Alquimia deve ser exercida com muita paciência,
serenidade, concentração, disciplina e tolerância.
Observe que a sacerdotisa serve o chá cuidadosamente
preparado para o seu “convidado”. Na sabedoria
tântrica oriental, é a mulher quem coordena o
ato sexual sagrado, pois é ela o atanor, o regulador
do fogo sagrado dentro da relação sacerdote-sacerdotisa,
ou shiva-shákti. No Japão, as Sacerdotisas do
Amor eram chamadas de Gueichas.
Charuto: (ufol.) Nome usado por analogia
para designar naves de grandes proporções que
apresentam forma cilíndrica ou de charuto, provavelmente
intermediárias entre as menores (discos e esferas),
as quais transporta, e as maiores, que não chegam a
entrar na atmosfera. Diz-se que há uma nave por trás
da Lua que possui centenas de quilômetros, e é
uma gigantesca nave de resgate, à espera do Grande
Dia.
Ch’eng-Shih: (chin.; jap. Jôjitsu)
Escola chinesa baseada nos ensinamentos da filosofia indiana
Sautrantika; seu texto principal é o Sathya Sidhi,
escrito por Harivarman (séc. 4°).
Chenrezig: (tib. Spyan Ra Gzigs) Veja Avalokiteshvara.
Chesed: (hebr.) Misericórdia. O quarto
Sephirah. O princípio da graçia ou bondade divina
que manifesta a Vida e origina os mundos. Uma potência
masculina ou ativa. Também é chamado Gedulah.
Chien-Chen: (chin; jap. Ganjin) Monge chinês
(688-763), fundador da escola Lü-Tsung (jap. Ritsu).
Chih-I: (chin; jap. Chisha) Monge chinês
(538-597), fundador da escola T'ien-T'ai (jap. Tendai).
Chih-Kuan: (chin.) Veja Shamatha-Vipashyana.
Chih-Tun: Monge chinês (314-366) Fundador
da escola Prajna.
Chi-Kuan: (chin.) Veja Koan.
Chilam Balam: Livro sagrado maia (Yucatan,
México), de que há diferentes versões;
a mais importante é a do povoado de Chumayel. O manuscrito
(do século 16) foi achado no século 19, talvez
procedente de antigos códices e tradições
orais. Os sacerdotes (chimales) trasmitiam as profecias divinas,
deitados em decúbito dorsal. Balam significa jaguar
ou sacerdote, e é também o nome de uma família.
De conteúdo religioso, destacam fragmentos relativos
a mitos cosmogônicos; otros são rituais, os katuns,
fórmulas simbólicas de iniciação;
textos calendáricos e históricos sobre os principais
grupos de Yucatan e a devastação causada pela
conquista espanhola. O manuscrito foi examinado por diversos
eruditos e fotografado; logo, foi roubado, destino freqüente
desses documentos. Existem várias traduções
em espanhol e outras línguas, entre outras destacam-se
as de Mediz Bolio para o espanhol, Peret e Le Clézio
para o francês, Roys ao inglês.
Ching-T'u: [-Tsung] (chin.; jap. Jodo- [Shû])
Escola fundada pelo monge chinês Hui-Yuan em 402, centralizada
na veneração do Buda Amitaba.
Chittamatra: (sânscr.) Apenas mente;
principal ensinamento da filosofia Yogachara.
Chi-Tsang: Monge chinês (549-623) da
escola San-Lun (Sanron), autor de diversos comentários
sobre a filosofia Madhyamaka.
Chö: (tib. Bcod) Cortar; no budismo
tibetano, medição para "cortar" o
conceito de personalidade. Não identificar-se com a
Personalidade, mas sim com o Ser. Estar dentro do "Círculo
do Ser", ou seja, não identificação.
Chokmah: (hebr.) Sabedoria, o Pai. O nome
do segundo Sephirah da tríade suprema. É uma
potência masculina que corresponde ao Yod (Iod, ou décima
letra do alfabeto hebraico), do Tetragrammaton IHVH, e também
a Ab, o Pai. Refere-se ao Cristo Cósmico, a segunda
potência das 3 Forças Primárias.
Chörten: (tib. Chos Rten) Veja Stupa.
Chu-Hung: Monge chinês (1535-1615)
que desenvolveu um movimento leigo, combinando as escolas
Zen e Jôdo.
Chupacabras: (ufol.) Criatura desconhecida
que recebeu esse nome por aparentemente sugar o sangue de
animais domésticos, principalmente galinhas, cabras
e cachorros. Tornou-se famoso a partir de 1994, após
inúmeras ocorrências em Porto Rico e no México;
houve muitos ataques no Brasil, e o fenômeno persiste.
A descrição varia, mas aponta para um ser com
dentes pontiagudos, violento, com olhos vermelhos, braços
curtos, pernas fortes, altura entre 1,20 e 1,50 metro e capacidade
de fazer pequenos vôos; militares já teriam capturado
alguns, inclusive no Brasil. Parece haver vários animais
desconhecidos diferentes surgindo e recebendo essa denominação.
Trata-se de uma espécie de elemental aprisionado em
tempos antigos e que por uma razão ou outra se libertou.
Chu-She: (chin.; jap. Kosha) Escola chinesa
baseada nos ensinamentos do Abhidharma-Kosha; fazia parte
da escola Fa-Hsiang (jap. Hossô).
Círculos ingleses: Enigmáticas
formações surgidas em sua maioria em campos
de cereais na Grã-Bretanha, notados a partir da década
de 80, e que tornaram-se cada vez mais complexos com o passar
dos anos; são formados durante a noite através
do encurvamento dos talos das plantas.
Claude de Saint Martin: (1743-1803) Filósofo
e ocultista francês connhecido como "le philosophe
inconnu", pseudônimo com o qual foram publicadas
sus obras. Foi o fundador, no ano 1775, do Rito Hermético
Martinista, baseado nas doutrinas de seu mestre, o místico
cabalista Martinez de Pascually.
Clemente de Alexandria: (150-216 d.C.) Mestre
de Orígenes. Um dos mais notáveis apologistas
do século 3°. Um dos grandes Patriarcas do Gnosticismo.
Contato imediato: (ufol.) Evento em que uma
ou mais pessoas vêem algo extraterrestre, com graus
diversos, indo desde o avistamento de uma nave até
a interação física com os tripulantes.
Contatado:
(ufol.) Pessoa com a qual extraterrestres estabeleceram contato,
mantido ou não ao longo do tempo; um abduzido não
é necessariamente um contatado, e vice-versa.
Coração de Osíris: (egípcio)
O conhecimento do coração é a percepção
direta da Luz inteligível; a Luz do Verbo; a Luz irradiante
do Sol Espiritual; o Coração do Mundo.
Corão: (Alcorão) Livro sagrado
dos mulçumanos.
Cornélio Agripa: (Heinrich Cornelius
Agrippa Von Nettesheim, 1486-1535) Erudito, filósofo
e médico alemão. Juntamente com Paracelso e
Fausto de Praga, foi discípulo de Trithemius. Estudou
alquimia, cabala e magia. Desempenhou missões diplomáticas,
exerceu a medicina e ocupou a cátedra. Teve conflitos
com a Igreja, morrendo com fama de mago. Uma das maiores figuras
no campo da Magia Natural e sua evolução até
a ciência experimental, concretizou uma primeira tentativa
para investigar os mistérios do Universo. Sua filosofia
é a neoplatônica e neopitagórica, mesclada
com elementos cabalísticos. Sua obra capital é
a De Occulta Philosophia (1510). O venerável mestre
Samael nos diz que foi um grande magoe alquimista que conheceu
a Pedra Filosofal, embora tanha intelectualizado demais a
Grande Obra.
Coroa de Nemmés: (egípcio)
Coroa dos Santos. Corresponde ao grau de Ascensão,
onde se encarna as forças cabalísticas de Kether,
o Pai Celestial. Tornar-se Uno com o Pai.
Coroa de Ureret: (egípcio) Coroa de
Hórus. Consistia em um alto capacete, ou elmo, branco
com chifres de carneiro e o Urhek (Ureus em grego) na parte
anterior (uma serpente ao redor do disco de Hórus).
Suas duas plumas representam as duas verdades: a vida e a
morte. Esta coroa simboliza a Iniciação e a
Sabedoria Oculta. Coroa egípcia usada somente pelos
Homens Conscientes.
Cosmocrator: (grego) Construtores do Universo,
os Arquitetos do Mundo; ou seja, as Forças Criadoras
personificadas. São sete as Hierarquias Espirituais
ou seres inteligentes de que se valeu o Logos ou Dios para
a construção do Universo.
Court de Gebellin: Cabalista e esoterista
do século 19, estudioso de Tarô, escrevendo várias
obras sobre o tema. Foi o divulgador mais abnegado do Tarô
Egípcio, muito usado pelos estudantes gnósticos
na atualidade.
Crestos Cósmico: (grego) O Salvador,
o Purificador. Sacerdote e Profeta. Na Linguagem da Iniciação,
significa a morte da natureza interna, inferior ou pessoal
do homem. O Princípio do Bem. Muito tempo antes da
era cristã, havia “Chrestianos”, e tais
eram os Essênios. Na 1ª Epístola de São
Pedro, II, 3, dá-se a Jesus o título de “O
Senhor Chrestos”.
Cristian Rosencreutz: (1378-1484) Nome simbólico
de um elevado mestre espiritual, considerado o fundador da
Ordem Rosa-cruz. Sua figura é um dos grandes enigmas
da tradição esotérica ocidental.
Crocodilo: (egípcio) O grande réptil
Tifón, ou Tifón Bafometo. Símbolo do
Quaternário Inferior. Princípio da diferenciada
matéria caótica sempre em luta. Se lhe acusa
de “roubar a razão da alma”. Sumido no
mal e nas trevas. O pólo superior, positivo, do simbolismo
do Crocodilo representa a nosso Pai Interno, o Íntimo.
Cristos: (grego) Cristo; o Ungido, o Resurrecto.
Em linguagem de Mistério ou esotérico, Christés
ou Christos significava que já se havia percorrido
“o Caminho”, o Sendeiro, e alcançado a
meta; quando os frutos de um árduo trabalho para unir
a efêmera personalidade de barro com a Individualidad
indestrutível, a transformavam deste modo no Ser Imortal.
Cristus-Lúcifer: (latim) O Sendeiro
ou Caminho por percorrer até alcançar a meta:
fruto de un árduo trabalho para fusionar a Alma Humana
com a Alma Divina, transformando-se em um Ungido; alcançada
por meio da Iniciação, após longas provas
e sofrimentos.
Crop Circles: Expressão da língua
inglesa para os círculos ingleses. |