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Segundo
a Tradição esotérica, considera-se a
Grécia como tendo sido uma próspera colônia
atlante, guardiã de uma fantástica tradição
mitológica, religiosa e filosófica. A tradição
grega clássica, como a compreendemos, foi grandemente
influenciada por chineses, indianos e principalmente egípcios.
A história
da Grécia remonta a épocas muito antigas e não
existe na Europa nenhuma nação que tenha uma
história tão antiga e tão cheia de mistérios,
lendas e mitos.
Podemos
dar à história da cultura grega três épocas
principais:
- a época
dos Deuses, chamada também de época da Mitologia;
- a época dos Heróis ou Semi-Deuses;
- a época da Decadência e Domínio Romano.
A época
Mitológica é chamada assim porque trata da vida
e façanhas dos Deuses, as quais não são
entendidas pelas pessoas alheias ao conhecimento esotérico,
chamando essas tradições e histórias
como Mito. Na verdade, aos olhos do Conhecimento Superior
(Gnose), a Mitologia oferece narrações morais,
nas quais sob o véu da alegoria se ocultam preceitos
enigmáticos.
Será
abordada, antes de desenvolvermos o tema Mistérios
Gregos, uma breve visão histórico-geográfica
da Grécia, para que o estudante gnóstico tenha
mais elementos de reflexão para apreciar a grandeza
e o esplendor dessa antiqüíssima cultura.
A Grécia
é um país montanhoso que tem fronteira com a
Albânia, Iugoslávia, Bulgária e Turquia.
A linha da costa é totalmente acidentada sobre os mares
Jônico e Egeu. A superfície total é de
cerca de 133 mil quilômetros quadrados, sendo que 20%
desse território é composto de ilhas. A montanha
mais alta é o Olimpo (2917 m). Suas ilhas principais
são Rodes, Patmos, Creta, Samos, Lemnos e Cortu, lugares
onde se desenvolveu esta incrível cultura.
DEUSES
GREGOS
Os gregos,
em sua religião, adoravam 22 Deuses, dos quais 12 formavam
a corte celestial (seis Deuses e seis Deusas), os chamados
Deuses Olímpicos. Entre eles estavam:
ZEUS
(Júpiter): Pai de todos os Deuses por sua grandiosidade
e poder, era Senhor das vastas extensões dos céus.
POSEIDON (Netuno): Deus dos Sete Mares, irmão de Zeus,
é representado por um homem barbado com peito largo
e segurando um Tridente.Também representa o Fator Sacrifício.
HEFESTOS (Vulcano): Filho de Filho de Zeus e Hera, veio ao
mundo tão fisforme e feio que seu pai o precipitou
do céu. Caiu na ilha de Lemnos e se tornou o mais trabalhador
dos Imortais, junto com seus auxiliares, os antropófagos
Cíclopes, gigantes de um só olho. Em suas Fraguas,
desenvolvia objetos e armas para os Olímpicos, como
os raios de Zeus.
ARES (Marte): Foi educado por um dos Titãs; é
o Deus da Guerra e da Força. representa-se a esse Deus
como um jovem de feroz mirada e andar precipitado. Sua vestidura
é a de um guerreiro com capacete e peito descoberto,
que parece querer provocar ou incentivar os ataques do inimigo.
HELIOS (Apolo): O condutor do Sol. Como Deus da Luz, representam-no
coroado de raios, percorrendo os céus, montado em um
carro levado por quatro cavalos brancos.
HERMES (Mercúrio): Deus da eloqüência, da
inteligência e da medicina, é chamado de Mensageiro
Divino. Participou ativamente da guerra dos Deuses contra
os Titãs, sendo o que aprisionou Prometeus-Lúcifer.
HERA (Juno): É a Rainha do Olimpo, esposa de Zeus.
O culto a essa Deusa era universal e suas festas eram da maior
solenidade.
VESTA (Cibeles): Deusa do Fogo, era representada vestindo
uma longa túnica e com a cabeça coberta por
um Véu. Com a mão direita empunhava uma Tocha
ou um dardo e, às vezes, uma Cornucópia. Suas
sacerdotisas, chamadas Vestais, tinham como missão
custodiar os templos de Vesta e manter os fogos de seus altares
sempre acesos. As Vestais deveriam manter a mais rigorosa
e exemplar castidade, e em assuntos de justiça sua
palavra era por si só digna de todo crédito.
CERES (Demeter): Deusa dos cereais (principalmente do trigo
e do pão), da colheita e do elemento terra. Os Mistérios
de Elêusis foram instituídos em honra a Ceres.
Representa-se a essa Deusa coroada de espigas, também
empunhando uma Tocha acesa.
ATENEA (Minerva): Senhora da Sabedoria, representada como
uma mulher de aspecto grave e circunspecto, usando uma armadura
e um capacete de guerreira. Em seu peitoril e escudo vê-se
o desenho da cabeça da Medusa.
AFRODITE (Vênus): Deusa da beleza e do amor, nasceu
da espuma do mar. O culto a Vênus era universal e se
a representava sentada num carro puxado por pombas, cisnes
e outros pássaros. Uma coroa de rosas e murtas circundava
seus louros cabelos. Seu filho era Eros (Cupido).
ÁRTEMIS (Diana): Irmã de Apolo, era a rainha
da caça. Também conhecida como Diana Caçadora,
Febe e Luna. Representavam-na usando arco e flechas e sendo
acompanhada de uma Cerva.
Além
dos Olímpicos, temos os outros, denominados de Deuses
Escolhidos:
URANO
(o Espaço): O mais antigo dos Deuses, desposou-se com
Titea (a Terra), dos quais nasceram duas filhas, Demeter (a
Mãe Natureza) e Têmis (a Lei que dirige o Universo).
Representa o Fator Nascer.
CRONOS (Saturno): O Velho dos Séculos é o símbolo
do tempo que a tudo corrói. Sustenta um relógio
de areia numa das mãos e na outra uma foice.
HADES (Plutão): Irmão de Zeus e Poseidon, ficaram
a seu cargo os domínios do mundo subterrâneo,
chamado de Tártarus (o Infernus, dos Romanos e o Avitchi
dos orientais). O Guardião de seu Reino é um
cão com três cabeças, de nome Cérbero.
Representa-se geralmente a esse grandioso Deus portando em
sua mão direita um cetro com duas pontas (como uma
forquilha) e na esquerda uma chave, indicando que Ele tem
poder sobre a Vida e a Morte, e também do Inferno.
Representa o Fator Morrer.
Junto com Urano e Netuno, esses três Deuses Siderais
representam os Três Fatores de Revolução
da Consciência.
HÉCATE (Prosérpina): Filha de Ceres (a da Terra
e do Fogo Depurador), foi raptada por Hades e levada ao submundo
para ser sua companheira. Era representada estando sentada
num trono de ébano e sobre um carro puxado por cavalos
pretos, além de ter nas mãos flores de narciso.
Como Mãe Morte, presidia as práticas de Magia.
TÊMIS: Conhecida como a Justiça, empunha uma
espada e com a outra segura uma balança. Leva os olhos
cobertos com uma venda, querendo com isso dizer que ela atua
e julga com imparcialidade. Apóia-se sobre um Leão
(ou seja, a força da Lei).
JÂNUS: Representado como um jovem com duas ou às
vezes quatro faces; em sua mão direita leva uma chave,
pois foi ele o inventor das portas. É também
o patrono dos Viajantes, aqueles que trilham a Senda do Discipulado.
Equivale, na tradição do cristianismo esotérico,
ao Apóstolo Tiago.
DIONISIUS (BACO): Deus do Vinho, do Êxtase e do Teatro,
é filho de Júpiter e Selene. Desde pequeno foi
ensinado a plantar a videira e também os Mistérios
do canto e da dança. Quando os Gigantes (as forças
caóticas da natureza) tentaram escalar o Olimpo, Baco
tomou a forma de um Leão e os venceu. Baco é
representado na forma de um jovem desnudo vestindo uma pele
de leopardo. Em sua mão carrega um cacho de uvas ou
um cálice. Às vezes aparece descansando sob
uma parreira e muitas vezes o pintam portando chifres em sua
fronte, símbolo sagrado de força e poder. Também
conhecido como Liber, este Deus representa a liberdade adquirida
pelas práticas da transmutação sexual.
AS MUSAS: As Musas misteriosas, filhas de Júpiter e
de Nemósine, são as protetoras das artes, das
ciências e das letras. O cavalo Pégasus servia
de cavalgadura. Júpiter exigia a presença das
Musas ao seu lado constantemente e no Olimpo cantavam as maravilhas
da natureza, alegrando assim a corte celestial.
O DESTINO: Conhecido como o Deus Cego, filho do Caos e da
Noite, tem sob seus pés o globo terrestre e em suas
mãos a Urna fatal onde encerra a sorte dos mortais.
Suas decisões são irrevogáveis e seu
poder alcança até mesmo os Deuses. As Parcas,
filhas de Têmis, são as encarregadas de executar
as ordens desse fantástico Deus.
GÊNIO: Todo ser humano leva em seu interior dois Gênios,
um bom e outro mau, cada qual nos induzindo a uma vida virtuosa
ou negativa.
A IDADE
DE OURO DA GRÉCIA
De acordo
com os ensinamentos entregues pelos Mestres das diversas Escolas
de Mistérios, a cultura grega foi o berço da
3a. sub-raça da 5a. Raça (Ariana). Sua fase
áurea ocorreu entre os séculos 7 e 4 antes de
Cristo. Aí vemos grandes Iniciados entregando os Mistérios
na forma de épicos, literatura, filosofia, arquitetura,
artes etc.
Isso é
aceito por aqueles que acreditam no lado oculto propriamente
dito das religiões: os Mistérios. Por isso,
o estudante de Gnose perceberá que os métodos,
sistemas e procedimentos do que ele aprende neste curso de
"Gnose e Auto-Conhecimento" possuem os mesmos fundamentos
ensinados nas autênticas escolas iniciáticas
de todos os tempos. Temos, por exemplo: os Mistérios
no Egito, os Mistérios dos Magos, os Mistérios
de Mitra, os Mistérios Brahmânicos, os Mistérios
Búdicos, os Mistérios Judaicos, os Mistérios
Crísticos, os Mistérios Maias, Astecas e Incas.
Temos, finalmente, os Mistérios Gregos.
Os Mistérios
Gregos foram tão numerosos que, para nós, é
difícil de enumerá-los. Vejamos, entretanto,
os principais, ou os que ficaram mais conhecidos na História
das sagradas terras helênicas.
SAMOTRÁCIA
Por volta
de 1950 a.C., os Mistérios egípcios passaram
à Grécia. Os primeiros a recebê-los foram
os habitantes da ilha de Samotrácia, hoje Samandraki.
Desses Mistérios destacam-se as figuras dos poderosos
8 Kabires. Esses Mistérios foram levados à Frígia
pelo Iniciado Darmanus, e logo alcançaram a Itália,
onde foram confiados às Vestais.
ELÊUSIS
(ou CERES)
Existiam
os Maiores e os Menores. Os Iniciados desses Mistérios
eram conhecidos como Eumólpides. A base dos Mistérios
de Elêusis consistia de Tradições, Ritos
e Princípios sagrados. Seus deuses principais foram
Dionísius (Baco, do Vinho) e Deméter (Ceres,
da terra e dos Cereais). O ensinamento superior era divulgado
na forma da Arte: teatro, música, poesia, dança,
escultura etc.
Em Elêusis
se trabalhava com os Ritos sagrados, semelhantes aos que conhecemos
hoje como, p.ex., como Mistérios Eucarísticos
(ou seja, consagração do Pão e do Vinho).
Com o
passar dos tempos, esses Mistérios entraram em decadência
e a maior parte dos filósofos-iniciados aderiram aos
Mistérios de Mênfis, que originou os Mistérios
Órficos.
ORFEU
Diz a
tradição oculta que foi Orfeu o civilizador
da Grécia. Nasceu no século 6 a.C. como príncipe
dos Siciones, na Trácia. Filho de Eazzo e da ninfa
Calíope. A ele é atribuída invenção
da Lira, o qual aumentou seu número de sete para nove
cordas, pois eram nove a Musas veneradas por ele, além
desse número conter um vasto significado cabalístico.
A lenda
diz que Orfeu participou da expedição dos Argonautas
juntamente com Teseu, Hércules e Jasão, entre
outros, cujo objetivo era o de apoderarem-se do Tosão
de Ouro. Com sua arte, movimentou Argos (o navio dos argonautas),
impediu esses navegadores de ouvirem o canto das sereias e
encorajou seus companheiros a continuarem na aventura.
A lenda
mais bela, a que emocionou pessoas de todas as gerações,
foi a descida de Orfeu ao Inferno (Tártarus) para buscar
sua amada eterna Eurídice, morta pela picada de uma
serpente. Com seu canto mágico, convenceu Plutão
e Perséfone a devolverem-lhe a esposa. Durante o tempo
que permaneceu no Hades, esta região se transformou,
cessando ali seus sofrimentos. A permissão para Eurídice
voltar à luz do dia tinha uma condição:
que Orfeu em hipótee alguma visse a amada até
eles abandonarem o Reino dos Mortos. Não conteve sua
ansiedade e projetou seu olhar sobre a amada Eurídice,
e ela sumiu para sempre. Chorando a ausência de sua
querida, Orfeu desconsolado joga sua Lira mágica, perdendo
seus poderes.
Para os
Mistérios Órficos, o homem teria uma pátria
original, o Empíreo, o mundo das estrelas, o qual só
poderia retornar com a ajuda de Dionísios e se estivesse
previamente preparado por determinadas disciplinas, como aprendemos
hoje, nos ensinamentos gnósticos.
A origem
do homem estaria ligada a um crime: os Titãs (atlantes)
mataram Dionísios. O crime foi vingado por Zeus que
os destruiu, reduzindo-os a cinzas. Dessas cinzas nasceu a
atual raça humana (Ariana), constituida por uma dupla
natureza, divina e caótica. Cada um de nós,
segundo os Poemas Órficos, deve decidir quais forças
triunfarão em nosso interior.
Os POEMAS
ÓRFICOS são uma literatura referente aos Mistérios.
Nessas obras (perdidas na atualidade), encontrávamos
muitas leituras que se referem a práticas Litúrgicas
(Hinos, Canções, Purificações,
Rituais etc.) e obras místicas e cosmológicas.
ESCOLA
PITAGÓRICA
Pitágoras
nasceu na ilha de Samos, no século 6 a.C., e morreu
em 490 a.C., em Metaponte. Seu pai foi Menesarco de Samos,
que lhe proporconou a mais sólida instrução
intelectual e espiritual. Aprendeu filosofia, matemáticas,
poesia, música e ginástica.
Devemos
recordar que a instrução era recebida nos Templos,
e aquele que aspirasse à verdadeira sabedoria deveria
candidatar-se à Iniciação nos antigos
Mistérios- que eram os portadores das verdades sublimes-
onde, sob os aspectos cientíico e filosófico,
davam as Chaves da Doutrina Secreta e preparavam o Iniciado
aos mais altos destinos. Pitágoras, desejoso de se
aprofundar nesse conhecimento e de adquirir uma vasta sabedoria,
freqüentou esses templos iniciáticos, recebendo
ensinamentos ocultos.
Depois
de ficar algum tempo em Creta, visitou as principais cidades
da Grécia. Esteve também no Egito, onde se aprofundou
nas matemáticas esotéricas e sagradas, que foram
a luz principal de sua filosofia, chamada Doutrina Pitagórica.
No Egito,
os mistérios da evolução da alma e do
mundo lhe foram revelados. Assistiu a uma revolta que convulsionou
o Egito naquela época e viu com angústia a destruição
material daquele país, vassalado pela soldadesca de
Cambises. Depois de cativo, levaram-no para a Babilônia.
Fez-se
íntimo dos sacerdotes caldeus e dos magos persas, os
quais o iniciaram nas antigas religiões da Índia
e da Pérsia. A Teurgia, a Terapêutica Oculta
e a Astrologia Hermética foram-lhe reveladas.
Mais tarde,
voltou a Samos, indo residir em Crótona, uma colônia
grega na Itália, fundando o Instituto de Crótona,
cuja influência foi extraordinária no ânimo
de seus discípulos. Pregou como um apóstolo
os mais altos e belos ideais de aperfeiçoamento humano
e espiritual.
Dizem
seus biógrafos que Pitágoras permaneceu nos
templos de Mistérios por cerca de 20 anos, desenvolvendo
sua gloriosa Iniciação.
A escola
de Pitágoras foi perseguida pela ignorância,
pela maldade e pela calúnia de seus conterrâneos
(como sempre, é claro), e muitos de seus discípulos
foram queimados, exatamente como os primeiros cristãos-gnósticos.
No entanto, sua Escola nunca deixou de existir...
OS FILÓSOFOS
GREGOS
Estes
começaram a aparecer no séc. 5 a.C. Tiveram
tanto talento e tantas virtudes quanto os Magos- seus antepassados.
"Os antigos - disse Buffon - converteram todas as ciências
em utilidades... Os filósofos gregos trabalharam para
deixar à posteridade algumas constituições
políticas. Eles conferiram tudo ao homem de moral,
e tudo o que não interessava à sociedade e às
Artes era desprezado..."
Como sabemos
que os árabes entregaram o conhecimento filosófico
à Europa, na Idade Média, e os doutores cristãos
beberam dessa fonte, então apreendemos duas constatações
possíveis:
1. A
base doutrinária cristã foi construída
pelos ensinamentos do Cristo e explicada pelos doutores da
igreja (tais como Santo Agostinho e Santo Tomás de
Aquino) a partir da filosofia oriunda das Escolas de Mistérios
da Grécia.
2. Por não terem conhecido diretamente os Mistérios,
os doutores da igreja, na tentativa de adaptar a filosofia
ao cristianismo, cometeram muitos erros, tendo trocado a Teosofia
pela Teologia e suas meras especulações intelectuais.
OS TAUMATURGOS
Esses
foram os Adeptos da Magia dos primórdios do cristianismo.
A Taumaturgia é o ramo da Magia que cuida da Medicina
Oculta ou da Ciência da Cura. O segredo do Sacerdócio
dos Magos nunca se perdeu. Até mesmo em nossos tempos
existem pessoas que praticam a autêntica Magia para
o bem do mundo, ainda que tal minister não seja conhecido
sob esse nome. O fundamento dos Taumaturgos era o nacionalismo
e o cosmopolitismo, que deve perdurar enquanto existir o mundo.
ÚLTIMAS
PALAVRAS
Não
somos nós, do Instituto Michael, nem outra Escola Gnóstica,
que fazemos ou podemos proporcionar Iniciação
aos nossos queridos amigos e estudantes. É o próprio
estudante, com sua conduta e seu caráter, é
que deverá fazer este Trabalho. É preciso saber
(e conscientizar-se disso) que a Fraternidade Branca não
aceita nem reconhece graus externos, conferidos por escolas
e fraternidades. Portanto, mesmo que você seja chamado
ou chame alguém de Mestre, iniciado, Iluminati, Guru
etc., isso não vale nada para os Mestres da Fraternidade
Oculta.
As Iniciações
são contadas por Graus de Consciência, Níveis
de Sabedoria e Intensidades de Amor e Abnegação.
As Iniciações são conferidas unicamente
de acordo com o ascenso da Kundalini, ou seja, o Fogo Espiritual
de nossa Mãe Divina, e esta só ascende e ilumina
com um coração puro e pacificado.
Lembre-se: Kundalini
se desenvolve de acordo com os méritos do coração
e com os esforços conscientes, por toda uma vida. O
Mestre Samael Aun Weor disse: "A Iniciação
é a tua própria vida".
Leitura
Complementar (Download Gratuito de Livro)
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