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No
mês de novembro de 2002 tive uma experiência
interna na qual me fez tomar a decisão de a todo
custo ir visitar a Bolívia e conhecer um pequeno
objeto de argila queimada, chamado no gnosticismo samaeliano
de "o selo de finalização da Grande
Obra de Samael".
Antes
de falar de minhas experiências internas e as
de um instrutor gnóstico boliviano, devo aclarar
o que é este Selo. O mestre Samael, ao finalizar
seus trabalhos iniciáticos de auto-realização
interior, recebeu as orientações especiais
de um poderoso e grande mestre maia, um indígena
humilde, mas poderosíssimo, cujo nome ou aparência
ninguém conhece nem jamais conhecerá.
Ninguém saberá quem é ou quem foi
este mestre, pois seus grandiosos trabalhos são
ocultos, internos, e não públicos. Este
grande mestre maia foi o encarregado de orientar o mestre
Samael em seus últimos processos de auto-realização
e, finalmente, como "diploma" dessa finalização
iniciática, da vitória nas provas esotéricas
avançadas, o mestre Samael recebeu desse ser
um símbolo sagrado.
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O Selo
sagrado aparentemente é frágil, feito de argila
queimada, não passa de uma pequena plaqueta com alguns
símbolos e ranhuras. No entanto, esta aparente plaquetinha
de argila é, nos mundos internos, uma placa de ouro
puro, um poderosíssimo irradiador de energia ígnea,
uma força que afeta nossos corpos sutis, iluminando
nossa consciência.
Quem conhece
o poder interno do Selo de Samael sabe que sua aura tem um
diâmetro de mais de 500 metros, e ele irradia uma luz
e uma energia ígnea fortíssimas. Afirma-se que
o Selo tem a capacidade de queimar quem não está
preparado, mas também de acelerar o trabalho interno
de quem é sério em seus anelos superiores. A
missão atual do Selo, que não será pública,
é a de reencaminhar o estudantado gnóstico ao
verdadeiro e superior trabalho interno, e fazer com que todos
os gnósticos conheçam verdadeiramente quem é
o Avatar e o Guia da Nova Era Aquária.
Os missionários,
instrutores, sacerdotes e líderes institucionais gnósticos
precisam conscientizar-se de quem é realmente o Cristo
Vermelho da Era de Aquárius. Não há nem
dois nem três Patriarcas, somente o "Quinto dos
Sete", o Avatar e o Mensageiro do Quinto Evangelho Aquariano:
Samael Aun Weor!!!
Depois
de períodos conturbados nas instituições
gnósticas, onde muitos pseudomestres e pseudopatriarcas
apareceram querendo se impor à comunidade gnóstica,
eis que surge o Selo de Samael para mostrar que o ÚNICO
GUIA da Irmandade Gnóstica é o Venerável
Mestre Samael Aun Weor.
O Selo
de Samael não veio para criar desentendimentos, não
tem como finalidade criar dissensões ou algo do estilo.
Ele está próximo da comunidade gnóstica
brasileira, num local oculto, e ali permanecerá, bastante
reservado, para cumprir com sua missão, que é
oculta, interna e superior. Mas, certamente, a notícia
de sua presença no Brasil trará conforto e alegria
nos corações dos verdadeiros devotos da senda,
pois ele, o Selo sagrado, será um símbolo de
fraternidade sincera e incondicional.
A
Ordem Interna
Dizem
que todos temos sonhos, e que nossa vida consiste em tornar
esses sonhos realidade.
Tive uma experiência interna clara e absolutamente lúcida
num dia qualquer de novembro de 2002. Nessa experiência
apareceram três mestres maias que me indicaram o local
onde estaria o Selo de Samael. Perguntei a eles que Selo era
esse e que local ele estava. Instantaneamente fui transportado
à Bolívia, à frente de uma caverna profunda
e muito escura.
Dentro
dessa caverna ocorreram situações que não
cabe detalhar agora, mas duas mãos bastante brancas
surgiram do meio da caverna e me entregaram o Selo. Perguntei
aos três mestres maias qual o segredo encerrado no Selo
e eles disseram que o Selo possui dois segredos, um deles
que se torna público a partir de agora, e que diz respeito
à divulgação da finalização
dos trabalhos internos do mestre Samael, e o outro é
totalmente oculto. Este aspecto oculto só o conhecerão
aqueles que despertarem totalmente suas consciências...
Bem, passada
essa experiência impactante (para mim, é claro)
comentei tudo ao missionário Fernando Salazar Bañol,
o guardião do Selo, o qual foi entregue pelo próprio
mestre Samael a ele, Fernando. Foi-me dito então que
isso não era um simples sonho ou uma simples experiência,
mas um sinal, e que outros possivelmente viriam. Dito e feito,
9 dias depois veio o segundo sinal, referente à Igreja
Gnóstica, a qual não posso revelar seu conteúdo.
E um terceiro sinal veio depois de mais 9 dias, com mais informações
internas que nos obrigaram a admitir que o Selo deveria vir
ao Brasil.
Mas, como
trazer este Selo sagrado que estava protegido no Templo Subterrâneo
de Gob, na Bolívia, se ninguém conhecido tinha
condições materiais para ir buscá-lo?
Comentamos o caso a mais 3 instrutores gnósticos e
todos nós nos dispusemos a obter recursos financeiros
para que o Selo pudesse vir ao Brasil. Assim foi feito, criamos
eventos, nos endividamos, pedimos a ajuda dos céus
e dos mestres da Fraternidade Branca para o pleno êxito
de tal empreitada.
Finalmente,
no dia 22 de novembro embarquei no Aeroporto Internacional
de Guarulhos para um tour esotérico, rumo à
Bolívia. Depois de algumas peripécias e visitas
ao templo de Tiahuanaco, onde há um monumento grandioso
em honra à Pachamama (a divina Mãe Terra) e
às igrejas majestosas de Sucre, finalmente chegamos
aonde se encontra o Templo Subterrâneo de Gob.
Durante
o ritual de entrega do Selo, o qual não posso detalhar
por motivo de "segredo iniciático", o guardião
boliviano do selo entregou-me o objeto sagrado, tão
caro à Comunidade Gnóstica mundial. No exato
momento em que o imponente sacerdote me entregou o Selo, vi
as mesmas mãos brancas que vislumbrei em minha primeira
experiência. Era ele, o guardião, que se apresentara
naquela noite; eis que um dos sinais havia sido revelado.
Esse sacerdote respeitável, e que merece todo o meu
carinho e belas recordações, chama-se Juan Eduardo
Ibarnegaray.
Quando
o sacerdote da Igreja Gnóstica Juan Eduardo me recebeu,
ele afirmou solenemente que um dia antes de minha pessoa desembarcar
em La Paz, havia se lembrado de uma experiência tida
por ele há exatos 20 anos. Que experiência interna
foi essa? Em seguida transcrevemos essa experiência,
com a sua devida autorização.
Juan Eduardo
teve uma experiência interna com Samael, na qual se
via o rosto do mestre lá no céu, porém
pintado com as três cores da bandeira boliviana (amarela,
verde e vermelha). O rosto pintado do mestre estava olhando
para o Brasil, em direção à capital brasileira
(Brasília), mais precisamente em direção
ao Monumento dos Candangos, o qual simboliza a União,
o Trabalho em Conjunto e a Fraternidade...
Somente
com a minha vinda à Bolívia e com tudo o que
lhe foi explicado é que Juan compreendeu, 20 anos depois,
o real significado dessa sua experiência. O sinal havia
sido então identificado: o Selo de Samael finalmente
cumprira sua missão nas sagradas terras dos povos tiawanacotas
(Bolívia) e deveria, agora, cumprir uma missão,
numa oitava superior, em terras brasileiras. Como, por que
e até quando? Só Deus e a Grande Fraternidade
Branca sabem!
O mais
importante, agora, é que o Selo de Samael está
no Brasil para realizar um trabalho Teúrgico-Iniciático
grandioso nas Almas e nas Consciências dos estudantes
gnósticos e de todos aqueles que anelam sua auto-realização
interior profunda.
Mas, lembrando:
o Selo é um canalizador de energia cósmica,
dos Mundos Superiores, mas o trabalho e o superesforço
íntimo, a disciplina esotérica e o sacrifício
místico ainda continuam sendo nossos, tão-somente
nossos. O trabalho interno ainda continua sendo de nossa inteira
e absoluta responsabilidade, de mais ninguém nem nada.
O Selo não auto-realizará ninguém, mas
servirá de ajuda e de incentivo às partes superiores
de nosso Ser para que lutem intensamente por nossa auto-realização.
Eis, portanto,
minhas irmãs e meus irmãos gnósticos,
a grande novidade vinda das maravilhosas terras bolivianas:
está entre nós o Selo de Finalização
da Grande Obra de Samael Aun Weor, o único e autêntico
Avatar e mestre iniciador da Era de Aquário.
Com alegria
no coração, um sacerdote gnóstico!
Leitura
complementar
Para melhor
compreensão do que seja este Selo, sugerimos ao estimado
leitor que pesquise e estude as obras O Deus Pacal
e A Magia das Runas, de Samael Aun Weor.
Em seguida,
entregamos um trecho do capítulo 16 da Magia das
Runas, para quem ainda não leu esta obra:
Noite
divina, eis-me aqui, por fim só comigo mesmo, escutando
nas vozes de Isaías teu clamor insinuante que me nomeia.
Noite
encantadora, Urânia, vida minha. Por ti estar enfermo
é estar são. Todos os contos que divertem o
mortal na remota infância nada são para ti. Tu
cheiras melhor que fragrância de jardins encantados
e és mais diáfana, meu bem, que o diáfano
palácio de cristal.
Com fecundo
ardor, sem acidente algum, com uma piedade simples, atravessei
as ruas da cidade capital do México. Atravessei a cidade
à meia-noite entre cristais inefáveis, limpos
de toda névoa.
Quem, gritando meu nome, à morada recorre? Quem me
chama na noite com tão deliciosa entonação?
É um sopro de vento que soluça na torre, é
um doce pensamento.
E subi
à velha torre da Catedral Metropolitana cantando o
meu poema com a voz do silêncio. Perdeu-se a neblina
no pico das montanhas. Das terras que sofreram tremendas convulsões,
produzidas pelo vômito das lavas das crateras, surgiram
como por encanto para o deleite dos olhos Iztaccihuatl e Popocatepetl,
os dois legendários vulcões que quais guardiões
custodiam o vale do México. E além das longínquas
montanhas, vi mundos e inefáveis regiões impossíveis
de serem descritos com palavras.
Olha o
que te aguarda, disse-me uma voz generosa que dava música
ao vento. Canção que ninguém escuta e
que vai soando, soando por onde quer que eu vá, e em
cujas notas parece que eu sinto minha própria voz.
Ao descer da torre, alguém me seguia, era um chela
ou discípulo. Grande foi a minha alegria. Sentia-me
embriagado de uma deliciosa voluptuosidade espiritual. Meu
corpo nada pesava, movia-me no veículo astral e meu
corpo físico há algum tempo que já o
abandonara.
No átrio
da velha catedral, ao pé dos vetustos muros que tinham
sido mudas testemunhas de tantas brigas, malabarismos e desafios
durante diversos séculos, vi um variegado e pitoresco
conjunto de homens, de mulheres, de meninos e de anciões
que por toda parte vendiam suas mercadorias.
Em um
ângulo da velha catedral, sentado como um iogue oriental,
junto ao muro e sob a antiquada torre, vi um ancião
asteca de idade indecifrável a meditar. Um adormecido
poderia tê-lo confundido facilmente com mais um mercador.
O venerável
tinha diante de si, na fria pedra do piso, um estranho objeto,
uma sagrada relíquia asteca. Humilhado, confundido
e abatido, prostrei-me reverente diante do santo e venerando
indígena. Então, o ancião me abençoou.
O chela,
o discípulo, que seguia meus passos, parecia um sonâmbulo.
Sua consciência dormia profundamente e sonhava
de repente, algo acontece. Ele inclina-se para pegar algo
e sem o menor respeito colhe a intocável relíquia,
observa-a em suas mãos com infinita curiosidade e eu
fico francamente horrorizado com este procedimento. Aquilo
foi terrível para mim e exclamei: Mas o que é
que tu estás fazendo? Estás cometendo um grande
sacrilégio. Por Deus, retira-te daqui e deixa esta
relíquia em seu lugar.
No entanto,
o Mestre cheio de infinita compaixão replicou: Ele
não tem culpa, pois está com a consciência
adormecida. A seguir, com todo bom samaritano que quer levar
ao coração aflito o precioso bálsamo,
segurou a cabeça do adormecido neófito e soprou
em seu rosto o fohat vivo para que despertasse, porém
tudo resultou inútil e o discípulo continuou
dormindo, sonhando.
Cheio
de profunda amargura disse: E eu que tanto lutei no mundo
físico para que despertassem sua consciência
e no entanto continuam dormindo.
O chela
agora assumira uma figura gigantesca. O Eu Pluralizado, o
conjunto de distintas entidades, se metera dentro de seus
corpos lunares, dando-lhe aquela aparência. Era curioso
ver o descomunal gigante de cor cinza caminhando lentamente
como um sonâmbulo pelo átrio da antiga catedral.
Ele afastava-se de nós e dirigia-se para sua casa onde
seu corpo físico dormia. Não consegui conter
a exclamação: Que corpos lunares mais feios!
Mas, o venerável ancião, embriagado de compaixão,
alertou-me: No templo onde vais entrar agora (um templo jinas,
um santuário asteca), há muitos como ele, olha-os
todos com simpatia. Claro que os olharei com simpatia, respondi.
Falemos
agora da reencarnação. Por acaso, se reencarnam
as criaturas lunares? Poderia haver reencarnificação
onde não há individualidade?
A doutrina
de Krishna no sagrado país do Ganges ensina que somente
os Deuses, Semi-Deuses, Heróis, Devas e Titãs
se reencarnam. Em outras palavras, diremos que somente os
Auto-Realizados, aqueles que já encarnaram o Ser, podem
reencarnar.
O Ego,
o Eu pluralizado, não reencarna porque ele está
submetido à lei do Eterno Retorno de todas as coisas.
Ele regressa a uma nova matriz, volta para este vale do Samsara,
reincorpora-se.
O
DEUS PACAL (em espanhol)
Por Samael Aun Weor
Ahora
conviene que extendamos nuestra mirada hasta Palenque, hace
tiempo estuve explorando aquella tumba maravillosa, en realidad
de verdad, que Palenque ofrece sorpresas magnificas. En el
derredor de Palenque, pudimos encontrar toda una ciudad funeraria
que esta aún por descubrirse, lástima que multitud
de templos y sepulcros estén ahí, aún
hoy en día cubiertos totalmente por la selva. Nos maravillamos
de todo esto, hubimos de encontrar algunos relatos maravillosos
y extraordinarios, entre gente de Palenque.
Me viene a la memoria un caso insólito, el de cierta
dama de los Estados Unidos; ella llegó a Palenque y
consultó a un amigo nuestro que desde hace muchos años
vive ahí dedicado exclusivamente a investigar los asuntos
mayas. La dama requirió los servicios de aquél
hombre experto en tales cuestiones y éste, como es
natural, no pudo negársele a servirle en lo que pudiera.
La dama le rogó que le guiara y él se ofreció
de buena voluntad a servirle de guía.
Mas he
aquí un caso insólito, en los instantes en que
el guía se preparaba para subir al automóvil,
ella le detiene diciéndole: «Usted es el guía,
pero va a tener que obedecerme, yo le diré en qué
lugar del bosque necesitamos detenernos»... Claro que
el hombre se quedó perplejo, ¿cómo es
posible que me pida de guía y luego sucede que es ella
la que tiene que guiarme? Al fin, ¿quién es
el guía de quién?. Subieron al automóvil,
la dama que era acompañada por su marido, llegando
a cierto lugar le ordena detenerse, diciendo: "aquí
es". Claro, nuestro guía estaba asombrado, no
sabía de qué se trataba, baja ella del automóvil
y le pide al guía que baje también, el marido
baja, echan llave al carro y ella dice: "Nos vamos a
meter derecho aquí por esta montaña y vamos
a dar al lugar".
Una dama
recién llegada de los Estados Unidos procediendo de
esa forma, era como para tener al hombre bastante mortificado,
confuso, al fin y al cabo no sabía de qué se
trataba. La dama, delante de todos, se abrió paso entre
la montaña y de pronto se detuvo, "aquí
es", dijo... luego levantó unas piedras y ante
el asombro del guía, apareció un esqueleto humano,
he ahí un sepulcro. Dijo: "vamos"... le siguieron
tanto el marido como el guía. Volvió a su automóvil,
regresó al poblado de Palenque, pagó al guía
y se fue, nunca se supo más de esta dama.
En medio
del bosque, llegué también al lugar, obviamente
fue el guía el que me condujo al sitio y me dijo: "aquí
hay un centro magnético", podría usted
maestro decirme ¿en qué lugar de este sitio
se encuentra el centro magnético? Sentí telepáticamente,
que el centro magnético se encontraba precisamente
donde estaba el sepulcro, oculto entre las piedras, le dije:
"aquí hay más fuerza magnética».
¿No habrá por otro lado? -dice el guía-,
bueno, vamos a dar la vuelta le dije. Dimos la vuelta, «aquí
está el polo contrario del centro magnético»,
dije. Exclamó el guía: «tiene usted razón
maestro, aquí es". Vamos ahora nuevamente al centro,
volvimos, levantó las piedras y... ¡apareció
el esqueleto!
Entonces
fue cuando el guía me contó la extraña
historia que a mi vez relato a ustedes. Hay muchos relatos
interesantísimos en Palenque que llaman mucho la atención;
el guía aquél está en contacto con los
mayas y resulta muy interesante que gentes mayas aún
vivan. Se le preguntó, por ejemplo a un anciano: ¿Cuándo
cree usted que llegará la gran catástrofe que
amenaza al mundo Tierra? Respondió: -"En el Katun
13". -¿Tu hijo lo verá? Respuesta: -"No,
mi hijo no lo verá". -¿Tu nieto lo verá?
Respuesta: -"Sí, mi nieto lo verá".
-¿En qué año entra el Katun 13? Respuesta:
"En el año 2043".
Realmente
se aguarda una gran catástrofe y los mayas están
bien informados, alguien por ahí cuyo nombre no menciono,
alta autoridad en cuestión de antropología meramente
oficial, profana, afirmó: «que los mayas no tenían
conocimientos astronómicos, que eran gentes ignorantes»,
pero la realidad de las cosas es que conocen la astronomía
a fondo detenidamente.
Aún
hoy en día, se la pasan haciendo grandes cálculos
matemáticos, los mayas enseñaron al amigo mío,
"al guía" un sistema por ejemplo: a base
de granos de maíz y café con el que se hacen
operaciones aritméticas en cuestiones de milésimas
de segundos.
Se presentó
por ahí un gran experto en matemáticas, ¡un
gran profesor!, mi amigo le dijo: "Usted podrá
usar muy bien las computadoras, es un profesor de matemáticas,
pero yo le reto a que hagamos una operación matemática,
voy a usar los procedimientos mayas, con granos de maíz
y café, y usted use su computadora"». El
hombre dijo: "Realmente usted podrá saber mucho
pero me está faltando al respeto"...
"No señor, yo no estoy tratando de faltarle al
respeto únicamente quiero demostrarle a usted, que
los mayas son expertos en matemáticas, y que mientras
ustedes manejan una computadora para hacer sus cálculos,
aquí se hacen los mismos cálculos más
rápidamente que en cualquier computadora, y si quiere
usted, hagamos el experimento".
El profesor
aquél, lleno de tremendo orgullo prefirió guardar
silencio y se retiró mirando su reloj, se le hacía
muy tarde, dijo, y se fue. Vean ustedes pues, que los mayas
no son ignorantes como suponen las gentes, se equivocan, los
Mayas realmente se pasan el tiempo haciendo cálculos
astronómicos. Y saben que se acerca a la Tierra un
mundo, que los mismos hombres de ciencia ya bautizaron con
el nombre de "Barnard I"; ese mundo pertenece a
otro sistema solar, tiene una órbita enorme y se acerca
peligrosamente a nuestro mundo Tierra.
Cuando
Barnard I sea visible a simple vista se producirán
acontecimientos catastróficos extraordinarios, esto
no lo ignoran los Mayas. Entonces, tal como está escrito
en el Katun 13, aquél gigantesco mundo, por fuerza
magnética atraerá hacia la superficie de nuestra
Tierra a todo el fuego líquido, brotarán volcanes
por aquí, por acá y se producirán terribles
terremotos y grandes cataclismos, esto será, según
los Mayas en el Katun 13, año 2043. Se están
preparando para este evento y dicen: "Mi hijo no lo verá,
mi nieto lo verá"
Así que ellos son sabios en gran manera. De acuerdo
con sus doctrinas está escrito de que: "En el
máximum de acercamiento de Barnard I", se producirá
una revolución de los ejes de la Tierra, los mares
cambiarán de lecho y las tierras actuales serán
devoradas por los océanos, esto es un cambio radical
en toda la fisonomía geológica de nuestro mundo.
Lo más
asombroso es que los Mayas desde tiempos antiguos enjuiciaron
a la humanidad actual, ellos dicen que acercándose
el Katun 13 se verían por las calles de todas las ciudades
del mundo hombres de dos días, que serían la
vergüenza de esta raza. Escudriñando un poco sobre
esos citados hombres de dos días, venimos al fin a
descubrir de que se trataba de los homosexuales, el mundo
todo sería pervertido por el homosexualismo y el lesbianismo,
cosa que se está cumpliendo actualmente. El gran Incendio
Universal pronosticado por Nostradamus, ya está escrito
en el Katun 13 de los Mayas, ellos dicen que: "El fuego
como sangre arderá por todas partes y que quemará
todo aquello que tenga vida". Así es que los Mayas
no ignoran nada de todo esto, que está por venir.
Bien,
estuve en el sepulcro del Dios Pacal, me pareció extraordinario,
obviamente tiene tal sepulcro una gran tapa de piedra debidamente
burilada, cincelada, Don Pedro Ferriz, distinguido caballero
dedicado a grandes investigaciones en cuestiones de platillos
voladores, hombre serio en estos estudios, supone que esa
plancha de piedra que tapa el sepulcro indica que el Dios
Pacal de los Mayas, era un astronauta o viajero del espacio.
En eso
sí, a pesar de que admiro a Pedro Ferriz, lamento disentir,
porque estuve examinando cuidadosamente aquella gran plancha
de piedra y pude verificar por mí mismo y en forma
directa de que el «Dios Pacal» no era pues un
habitante de otro planeta, como don Pedro supone. Aparece
sobre la piedra, que pesa varias toneladas y que cubre el
sepulcro, una Gran Cruz hecha con cañas de maíz,
y esto nos invita a la reflexión, entre los Mayas así
como los Nahuas, Zapotecas, Toltecas, etc.
El maíz
es sagrado, alegoriza o simboliza a la simiente humana, por
ejemplo: en China, India, Japón, etc., la simiente
humana está alegorizada o simbolizada por el arroz
y en los pueblos cristianos de Europa y de Medio Oriente,
la simiente fue alegorizada o simbolizada por el trigo. La
cruz hecha de cañas de maíz, obviamente resulta
tremendamente significativa, pues bien sabemos nosotros, que
la cruz es un instrumento de liberación no únicamente
de martirio.
Realmente
la inserción del Falus vertical, dentro del Ectais
formal, hacen cruz, bien, y si tal cruz es hecha de cañas
de maíz, nos está indicando algo extraordinario,
es obvio que el Ens Seminis dentro del cual está contenido
el Ens Virtutis del fuego, existen poderes extraordinarios.
El Ens
Seminis o entidad del semen, o esperma sagrado del ser humano,
contiene poderes místicos trascendentales formidables
que los Mayas analizaron cuidadosamente en sus estudios, no
solamente en Palenque, sino en Can-Cun, en Chichen-Itzá,
etc.
Si la
gente supiera del poder que existe en el Ens Seminis, jamás
gastarían esa energía torpemente, para la satisfacción
brutal de las pasiones animales, antes bien, aprenderían
a transmutar. Los Mayas conocieron tal ciencia, ellos sabían
por ejemplo que: "si no se derramaba el Vaso de Hermes,
es decir, si no se cometiera el error de eyacular el Ens-Seminis,
éste se transmutaría en energía creadora".
Así
es como el cerebro se seminiza y el semen se cerebriza. Como
resultado o secuencia de un proceder así en el hombre
resulta una tercera fuerza, profundamente divinal, me refiero
al fuego sagrado, cuando éste asciende en la espina
dorsal del hombre, nos transforma radicalmente y nos convierte
en verdaderos superhombres como el Dios Pacal.
Descendimos
las escalinatas que conducen al sepulcro del Dios Pacal; una
Piedra Triangular sella la entrada, ahora esa piedra está
colocada a un lado, el hecho de que sea triangular tal piedra,
nos invita a pensar en muchas piedras triangulares de las
catedrales góticas de Europa.
Esa piedra
triangular representaría para el mundo cristiano: el
Padre, el Hijo y el Espíritu Santo, es decir a las
tres fuerzas de la naturaleza: Santo Afirmar, Santo Negar
y Santo Conciliar.
Obviamente
sin esas tres fuerzas no puede haber ninguna creación,
cuando esas tres fuerzas fluyen en direcciones diferentes,
no hay creación; surge una nueva unidad cósmica
dentro del espacio infinito, cuando esas tres fuerzas coinciden
en un punto dado se realiza una creación.
Lo mismo
sucede con el Matrimonio Perfecto, el hombre es la fuerza
positiva, la mujer la fuerza negativa y la tercera fuerza,
el Santo Conciliar, concilia a los dos lados.
Las tres
fuerzas unidas realizan una nueva creación y viene
al mundo un nuevo hijo, un nuevo vástago. Los Mayas
comprendieron todo esto y que la piedra que sella el sepulcro,
que sella la entrada del Dios Pacal es triangular resulta
interesante.
Hay un
Pectoral que aparece muy bien hecho sobre el pecho del «Dios
Pacal», nueve collares (9), esos nueve collares representan
el noveno Circulo Dantesco: "El pozo del Universo, dentro
del organismo humano".
Los Organos
Creadores, indican que el Dios Pacal era un hombre que transformaba
el esperma sagrado en energía creadora, un hombre completamente
casto, recto, en el sentido más completo de la palabra,
un hombre que jamás adulteró, que nunca fornicó.
En su
cuello aparecen Tres (3) Collares más, representando
las tres fuerzas primarias de la naturaleza, y del cosmos,
indica que el Dios Pacal logró cristalizar en su naturaleza
la fuerza del Padre, la fuerza del Hijo, la fuerza del Espíritu
Santo. El Santo Afirmar, El Santo Negar y El Santo Conciliar,
es decir, el Dios Pacal logró darle forma a esas tres
fuerzas dentro de sí mismo.
El Dios
Pacal tiene Diez (10) Anillos, en sus diez dedos, esto nos
está indicando a los Diez Sephirotes de la Kábala
Hebraica, un hombre que se llenó de extraordinarias
virtudes, es un hombre magnífico, un verdadero Avatara
o Mensajero para la humanidad de aquella época. Un
hombre que le entregó a los Mayas grandes conocimientos.
En una
de sus manos aparece un Cubo, una piedra cúbica y en
la otra una esfera. La piedra cúbica nos indica que
realmente, éste hombre era tan sabio que poseía
la piedra filosofal, es decir, la piedra de la Verdad, un
hombre que había encontrado la Verdad. Y en cuanto
a lo otro, en cuanto a la Esfera, nos indica que era un hombre
perfecto, hombre que había despertado su conciencia,
un hombre que gozaba de sabiduría infinita.
Pero
hay algo que aterra en todo esto, algo que asombra, que espanta:
Resulta que lo sepultaron con seis decapitados. Es una cuestión
meramente simbólica. Pero los Seis Decapitados, son
hechos concretos, decapitaron a seis hombres, y los enterraron
con el «Dios Pacal», claro que para transmitirle
a la posteridad un mensaje.
Sin embargo,
debemos reconocer que la forma de transmitir dicho mensaje
fue muy sangrienta, seis hombres decapitados, con eso quisieron
decir los Mayas que este hombre, había eliminado todos
sus defectos de tipo psicológicos, porque cuando nosotros
consultamos la Kábala Hebraica vemos, la estrella de
seis puntas del Rey Salomón, seis puntas son masculinas
y las seis entradas entre punta y punta son femeninas.
Las doce
radiaciones se descomponen mediante la Alquimia en doce constelaciones
del Zodíaco, bien, pero el número seis indubitablemente
también recuerda al enamorado, al amor, a la pasión,
etc., es decir, este hombre eliminó de sí mismo
todos sus defectos pasionales, de todos los agregados psíquicos
que le apenaban, logró la máxima perfección
y el testimonio para la posteridad fueron los seis decapitados.
Si no se conociera un poquito la Kábala Hebraica, sería
imposible encontrar entonces el significado de los seis decapitados.
Es tremenda
la tumba del Dios Pacal, lleva una Máscara de Jade
que ha sido reconstruida por el Museo de Antropología,
esa máscara de jade nos está indicando pues,
que su rostro era tan perfecto que había que velarlo
de los profanos, un rostro de un hombre Dios. Se construyó
pues todo un monumento para enterrar a ese gran Avatara o
Mensajero de los Mayas que se llamara Pacal.
Pacal
fue un hombre que trabajó con el maíz, es decir,
con la simiente. Lo de la plancha o tapa de piedra que cubre
la tumba del Dios Pacal, aparece éste como descendiendo
de la cruz. Entonces es como Don Pedro Ferriz piensa que está
este hombre manejando algún aparato capaz de viajar
a través del espacio.
Aparece también ahí un símbolo del planeta
Marte, para indicarnos que el Dios Pacal estaba relacionado
en alguna forma con el planeta Marte, mas no quiere decir
esto que fuera habitante o un extraterrestre venido de Marte,
sino un hombre influenciado por la radiación marciana,
un hombre de carácter enérgico, un hombre fuerte,
que supo enseñar a los Mayas su doctrina.
Investigando
pues todas estas cuestiones Mayas, todos estos aspectos antropológicos,
debemos volvernos profundamente reflexivos. Estamos en momentos
de que esa gran catástrofe se acerca de acuerdo con
los Mayas, y antes de que esa gran catástrofe venga
al mundo dicen los Mayas, habrá guerras en toda la
redondez de la Tierra y esto también lo afirman las
profecías de distinguidos sabios.
Guerras
estamos viendo por todas partes, el mundo de Medio Oriente,
por ejemplo, se encuentra en estos instantes abocado a una
nueva guerra; calamidades las hay y por montones, antes del
Katun 13. Pensemos que el fondo de los mares está agrietado,
hay algunas grietas tan profundas, por ejemplo en el Pacífico,
que ya ponen en contacto el agua con el fuego líquido
que existe en el interior del mundo, como consecuencia o corolario,
en estos momentos se están formando presiones y vapores
dentro del interior de la Tierra.
Tales vapores originan de hecho tremendos terremotos, tales
presiones originan de hecho tremendos maremotos, por aquí
y por allá. Obviamente, la Tierra está en una
gran agonía; esto lo saben los científicos,
por ejemplo los peces del inmenso mar se están agotando
debido a la contaminación y son muchos los seres humanos
que se están enfermando a causa de la contaminación.
Los aires están contaminados y son muchos los seres
humanos que se están enfermando a causa de la polución
ambiental.
Dijeron
ciertos hombres de ciencia que si nosotros no logramos corregir
el smog antes de 40 años habría perecido por
lo menos la mitad de la humanidad. Las tierras se están
esterilizando, en estos instantes, ya no son capaces de producir
todo lo que la humanidad necesita, debemos saber que sobre
la faz de la Tierra existen 4,500 millones de personas y las
tierras cultivables en estos momentos están en agonía.
Los frutos de la tierra han sido adulterados por los sabihondos,
éstos con sus sabihondeces incuestionablemente han
causado gran daño, han injertado las plantas con otras
plantas y aparecen frutos que alegran la vista, pero que no
poseen los mismos poderes vitales de los frutos reales y que
es absurdo intentar corregir a la naturaleza; «ella
sabe lo que hace".
Así,
mis queridos amigos, después de haber viajado por las
tierras del Mayab, y haberme enterado de lo que viene al mundo,
el Katun 13, he querido con ustedes platicar esta noche para
decirles que los Mayas no fueron ningunos ignorantes y que
todos los pueblos de México estuvieron dotados de terrible
sabiduría.
Quem
É Samael
Samael
é o Anjo que representa a Severidade de Deus, a Força
Liberadora do Cosmos e a Vontade Divina, porém o poder
para lograr a Vitória de toda a Adversidade e Adversários
com a Força da Virtude e seu grande Poder. Seus atributos
podem ser uma espada, uma lança ou um martelo.
Samael é o anjo que rege a Força do corpo celeste
de Marte e, por isso, está relacionado com a Coragem
e o valor e a luta para enfrentar-se a qualquer coisa. Samael
é o grande protetor frente aos perigos dos planos físico
e não físicos. Básico potencializador
da saúde e do amor, são as características-chave
às quais você pode recorrer para pedir a este
Anjo Poderoso. Ele ajuda a suportar melhor a dor e as provas,
e incentiva a sã busca pela auto-realização
íntima, assim como as capacidades de organização
e livre-iniciativa no trabalho interno.
Protege
especialmente do fogo, não só o fogo físico,
mas o fogo das paixões, e de qualquer arma cortante,
especialmente das forças negativas egóicas.
Suas cores são o vermelhor brilhante, o púrpura
e o azul, assim que se você quiser usar em alguma cerimônia
ou invocação, pode potencializar sua força
com uma vela de sua cor. De todas maneiras, também
bastará ter presente no seu altar pessoal o Selo de
Samael e um Pentagrama
Esotérico, que são os símbolos
marcianos por excelência.
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