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Como ex-músico de rock, quero recomendar a você,
estimado estudante, que por nenhum motivo escute as seguintes
classes de rock: Heavy Metal, Acid Rock, Rock Satânico,
Punk, Dark, Pornô Rock e Rock Assassino.
Se você quiser ir mais além da mente, recomendamos
que comece primeiramente a escutar a Música da Nova
Era e, depois, a clássica.
Análise
Médico-Musical do Rock
Para aprofundar mais objetivamente nos prejuízos do
rock, faz-se necessário investigar tanto a anatomia
do homem quanto do som. Como surge esta relação?
Existe
um fenômeno físico, na natureza das vibrações.
Estamos falando do efeito que se produz ao executar uma nota
ao piano, estando por exemplo uma guitarra não muito
longe. Veremos que esta última vibrará a mesma
nota sem que ninguém a toque. Isso se chama VIBRAÇÃO
POR SIMPATIA. Desta forma, quando nos simpatizamos com uma
pessoa, é porque vibramos ou entramos conectados pela
mesma nota musical.
Assim, por estes motivos é que somos influenciados
pelos sons externos.
Se somente
escutamos músicas que tendem ao caos, a nossa psique,
pela Lei de Correspondência, leva-nos também
à desorganização psicológica e,
portanto, ao caos. Esse estado psicológico errôneo
se manifestará através de depressões,
histerias que o mesmo indivíduo não entende
de onde vêm, levando-o a um comportamento descontrolado.
Este estado caótico é o que está produzindo,
compondo e executando a mal chamada música rock.
O
Rock e as Glândulas Endócrinas
Para reafirmar o que estamos dizendo, necessitamos de bases
sólidas, que encontraremos no campo da Endocrinologia.
Como energia física, o som repercute na superfície
total de nosso corpo, filtra-se através de nossos poros,
chegando até o lugar em que se encontram as glândulas
endócrinas, desequilibrando sua produção
natural de hormônios.
Sob o
efeito da pressão sonora, os simpatizantes do rock
se excitam abusivamente, até chegar à irritação
e, em alguns casos, à atrofia do organismo. Se existe
mais adrenalina que o normal, observaremos uma pressão
sangüínea, aumento do ritmo cardíaco, produzindo
um caráter violento, como podemos ver com numerosas
bandas que quebram seus instrumentos no palco. O hormônio
chamado Gonadotrofina, juntamente com os hormônios sexuais,
tanto masculinos quanto femininos, é o que produz reações
incontroláveis do organismo. Pode-se observar que existem
numerosos casos de esterilidade feminina devido à "contaminação
sonora", agravada à visita assídua às
danceterias.
Anatomia
da Música
A música cumpre com a Lei do Três, o famoso Triamatzikamno.
Harmonia, Melodia e Ritmo. Esses são os princípios
da música do Cosmo que poderia nos levar a refletir
sobre o exposto por Pitágoras em sua Música
das Esferas. A melodia é a parte feminina do todo musical.
É a sucessão de notas musicais para formar uma
peça, uma canção etc. No Heavy e no Hard
utilizam-se melodias muito residuais, tratadas com distorção,
cujas vibrações são muito prejudiciais
para as ondas cerebrais Alfa, que são as que nos induzem
ao relaxamento.
A harmonia
seria o suporte masculino que faz ressaltar a parte da melodia.
Porém, podemos encontrar pessoas que utilizam os pedais
dos efeitos eletrônicos para mudar o timbre do instrumento,
de uma maneira destrutiva, selvagem, com um alto poder dissociativo
de idéias, o qual cria confusão mental. Os instrumentos
eletrônicos são mal utilizados porque se toca
a composição musical desde um estado caótico.
Por fim,
encontramo-nos com a parte mais destacada do rock: o ritmo.
O mesmo ritmo que levamos na sociedade é o que produzem
os jovens conjuntos da New Wave, ou nova onda. O caos e o
ritmo se entremesclam, produzindo fusões de grandes
poderes hipnóticos. Isso nos recorda as músicas
tribais de alguns povos da África, com grande efeito
fisiológico.
A bateria
converteu-se num elemento fundamental, insubstituível,
mesmo que se tente trocá-lo pela "bateria eletrônica"
o ritmo do rock; a maioria das vezes é um som físico
de resistência, não só para os que dançam,
mas também para os que o escutam.
O ritmo,
junto com a melodia, trabalha nesta música no chamado
Contratempo, ou seja, notas que se dão na parte débil
do compasso, e que são precedidas de silêncio.
Temos comprovado que isso produz uma respiração
alterada, entrecortada, que será a causa de tensões
musculares e o famoso estresse.
Outra
parte dessa música constitui-se na Sincopa, proveniente
de antigas fontes do jazz. São notas que fazem perder
o centro de gravidade rítmico, criando um clima de
insegurança psicológica. Recordemos a palavra
sincopa: A qual nos lembra?Isso em extremo é o que
pode chegar a produzir este ritmo de algumas pessoas sensíveis,quebrando
os ritmos naturais do coração.
Não
queremos criar nenhum tipo de leis, mas sim convidamos a que
cada um experimente por si mesmo. Porém, todos esses
argumentos nos levam a sínteses que não só
podem danificar psicologicamente, senão também
fisiologicamente. Os fatos são os que têm de
falar e falam por si mesmos.
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tem algo a comentar acerca deste texto? Então escreva
para gnosisonline@gnosisonline.org
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