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A
música exerce uma influência profunda na
fisiologia involuntária. Pode afetar o pulso
e a pressão sangüínea, relaxar músculos,
alterar a respiração e mexer com nossas
emoções a ponto de nos fazer chorar ou
rir.
Bons
músicos são capazes de provocar calafrios
de êxtase em suas platéias. Outros, piores,
podem causar desagradáveis arrepios de horros.
Está
provado que, a partir dos seis meses de gravidez, os
bebês ouvem, dentro do útero materno, o
que se passa do lado de fora.
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Quem afirma
é o médico americano, dr. Thomas Verny, autor
do livro A Vida Secreta da Criança Não-Nascida.
Michele
Clemens, uma fonoaudióloga americana, realizou experiências
medindo o batimento cardíaco de bebês no útero
materno e chagou à conclusão que certos tipos
de música são capazes de acalmá-los -
como por exemplo Mozart, Vivaldi e Bach - enquanto que outros
os deixam irritados, como o rock pauleira e similares.
Mas a
utilidade da música clássica não é
vista somente nos bebês, mas também nos seus
pais, cujos filhos os deixam com os cabelos em pé,
naquelas situações estressantes que só
os pais conhecem.
Mozart
e Vivaldi são os compositores preferidos de todas as
plantas, enquanto o rock as deixam estressadas. Isso está
totalmente comprovado, fazendo-nos refletir na seguinte idéia:
se certas músicas beneficiam ou prejudicam os seres
do reino vegetal, será que essas mesmas músicas
não teriam o mesmo efeito em nosso organismo e em nossa
psique?
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