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O
Misticismo Nazi é um termo usado para descrever
uma subcorrente do Nazismo quase religiosa, caracterizando-se
pela combinação do nazismo com o ocultismo,
o esoterismo, a cripto-história e o paranormal.
Em alguns casos atribui uma importância religiosa
à pessoa de Adolf Hitler e à sua doutrina.
Para o venerável
mestre Samael Aun Weor, o líder alemão
conheceu profundamente os mistérios do ocultismo.
Hitler conheceu os mistérios tântricos
e os praticou com sua esposa-sacerdotisa, Eva Braun,
porém como não trabalhou sobre si, eliminando
seu ego, seus defeitos e valores mentais negativos,
levou o mundo todo ao caos da Segunda Guerra Mundial.
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Hitler, para os
gnósticos, teria sido um grande líder para seu
povo e talvez para o mundo se tivesse, além de defender
o povo germânico de seus inimigos, levantado a bandeira
da paz, em vez da guerra. O orgulho (orgulho ferido, complexo
de superioridade e megalomania), a cobiça (desejo doentio
de conquista) e a violência foram seus principais defeitos
psicológicos.
Para falar sobre
esse personagem, que foi um iniciado em escolas de ocultismo,
é necessário conhecermos os fatores que nos
levaram aos aspectos econômicos e sociais da atual Nova
Ordem Mundial. Que relação tiveram Hitler e
o Nacional Socialismo (nazismo) com o esoterismo? Hitler conheceu
realmente grandes Iluminados, por ele chamados de Super-Homens?
Ele teve contato com mestres da Venerável Loja Branca
ou da terrível Loja Negra? Vamos analisar, neste texto
do site GnosisOnline, todo o movimento esotérico que
rodeou Adolf Hitler e suas conseqüências atuais.
O que diz
Samael sobre Adolf Hitler
O VM Samael comenta
algumas vezes sobre Adolf Hitler. Na primeira vez, Samael
comenta que ele conheceu pessoalmente a Hitler, em suas viagens
jinas usando sua múmia egípcia. Na segunda o
mestre fala que depois de morrer, Hitler foi para os Mundos
Infernos da Lua Negra Lilith. E na terceira o mestre Samael
fala que Hitler não morreu em seu bunker em Berlim,
como a imprensa teima em defender. Quem na verdade morreu
ali foi seu sósia. Hitler, para o mestre Samael, fugiu
da Alemanha em um submarino e estabeleceu-se em algum lugar
secreto na Argentina.
Também podemos
encontrar algumas afirmações do VM Samael em
sua obra magistral O Quinto Evangelho, sobre Hitler: “Desta
forma, podemos afirmar que a Força Hipnótica
é geral, podemos ver, por exemplo, milhões de
soldados que estão hipnotizados, não só
eles, mas todo mundo. É certo que existem, mesmo no
exército, pessoas que tem a Consciência Desperta.
No caso da Segunda
Guerra Mundial, Hitler estava adormecido, se estivesse desperto
não faria o que fez, mas sonhava que estava desperto,
pensou em até criar uma raça superior, que tinha
chegado a hora do Super-Homem. Estava envenenado pelas teorias
de Nietzsche, lembremos aquela frase do Führer quando
disse com euforia que tinha conhecido o Super-Homem, que era
terrivelmente cruel e que ele tinha sentido medo...
Realmente o que Hitler viu não era o Super-Homem e
sim um Mago Negro, que veio lá da Ásia, do Tibet,
do Clã de Dag-Dugpa, com uma Força Hipnótica
extraordinária. Esse Mago Negro visitou Berlim e chamaram-no
de “O Homem das Luvas Verdes” (leia mais sobre
este personagem em outro texto de nosso site GnosisOnline),
e ele dizia que tinha as chaves de Agartha, onde viviam os
Deuses Ários.
É claro
que com uma linguagem tão altissonante, as multidões
não poderiam fazer outra coisa que se assombrar, e
o Führer não teve nenhum inconveniente em render
culto àquele Mago Negro Dugpa, criando uma Instituição
de tipo esotérica em Berlim, porém era uma Instituição
de Magia Negra. Ele acreditava que era um Profeta, não
da palavra, mas da espada, chamado a revolucionar o mundo.
Mas os esoteristas
sabem muito bem que Hitler é o Retorno ou Reincorporarão
daquele terrível Átila, dos tempos antigos,
aquele a quem chamavam de Castigo de Deus.
Quanto a Mussolini em suas vidas passadas foi um membro ilustre
da Fraternidade Tenebrosa. Todos eram Magos Negros, são
pessoas agora que vivem nos Mundos Infernais, essa é
a crua realidade dos fatos...
Continuando, o
verdadeiro Homem não existe, os poucos Homens que tem
na face da Terra, como Saint Germain, Gagliostro, Raimundo
Lulio, Nicolas Flamesl, fazem um Círculo Esotérico
à parte.
O que existe então?
O “bípede tricerebrado”, equivocadamente
chamado de ‘homem’ incluo também as nossas
companheiras, as mulheres, realmente ainda que doa a vocês,
tenho de ser um pouco cruel, vocês não alcançaram
o Estado de humanos, são ‘humanóides intelectuais’,
ou, não se ofendam por favor, ‘mamíferos
racionais’.
Nietzsche cometeu um erro gravíssimo ao falar do Super-Homem.
Ele dizia em sua obra Zaratustra que havia chegado a hora
do Super-Homem, e que este estava para o homem, como o animal
para o homem. Que equívoco Nietzsche cometeu, falando
do Super-Homem, quando nem sequer o Homem nasceu. Hitler seguiu
Nietzsche ao pé da letra, a mística da Alemanha
de então era a de Nietzsche. Naquela época,
qualquer policial, soldado, se sentia um Super-Homem, e tal
mística serviu como fundamento para a Segunda Guerra
Mundial.
Nestes instantes
devemos ser analíticos e refletir bastante, pois se
acreditarmos que somos Homens, estão equivocados; para
ser homens, é necessário possuir um Corpo Astral,
um Corpo Mental e um Corpo Causal, além do Corpo Físico.
Quando examinamos o humanóide, vamos perceber que possui
um Assento Vital, um Linga Sharira, que serve de base à
mecânica da célula viva, mas não possui
os Corpos Existenciais Superiores do Ser.”
Na obra Revolução
da Dialética, Samael comenta sobre as verdadeiras
e ocultas causas que originaram a Segunda Guerra Mundial:
| A Suástica
em movimento gera a eletricidade sexual transcendental.
Hitler entendeu sobre essas coisas e por isso tomou a
Suástica como símbolo de seu Partido. O
Homem das Luvas Verdes pertenceu ao clã dos Dag-Dugpas.
Hitler deixou-se enganar por esse homem e foi ensinado
a cristalizar tudo negativamente. Quando Von Lizst capitulou
em Lhasa, os monges dag-dugpas se lançaram às
ruas, celebrando a capitulação de Berlim.
A Segunda Guerra Mundial foi um duelo entre os ensinamentos
de Gurdieff e os dos dag-dugpas. Este duelo foi importado
do Tibet e foi uma verdadeira luta entre os magos brancos
e negros do Tibet.” |
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Afinal, quem eram
os magos brancos e os magos negros do Tibet aos quais Samael
se refere? São os mais distintos membros das duas escolas
mais poderosas das Lojas Branca e Negra: A Sagrada Ordem do
Tibet, regida pelo meritíssimo senhor Bhagavan Aclaiva,
e o Clã de Dag-Dugpa, que teve como um de seus membros
mais destacada o homem que se chamou, quando encarnado, Mao
Tse-tung (não sendo à toa que Samael, comentando
sobre Mao dizia que MAO é o contrário de AOM).
Hitler
e os Judeus, segundo Samael
Alguém pergunta
ao VM Samael Aun Weor por que Hitler odiava os judeus, e o
Mestre se limita a responder o seguinte: “Numa certa
ocasião, achando-me no Mundo Astral, invoquei Marx
e ele apareceu e eu lhe perguntei: 'Tonto, não te dás
conta que você escreveu uma farsa? Não te dás
conta disso?' Percebi uma coisa curiosa, esse homem está
desperto e consciente e ele é seguido por Lenin, que
parece um sonâmbulo, está inconsciente e o segue
como uma sombra, mas Karl Marx está desperto e consciente
no Mal e para o Mal!
Entretanto, eu
não vou me pronunciar contra o povo judeu, porque isso
seria um absurdo! Existe uma multidão de anciões,
mulheres e crianças que jamais na vida soube alguma
coisa sobre os Protocolos de Sião. Atacar
todos os judeus é um delito, os culpados são
os governos e o Sanedrim, com os seus 300 membros, que possuem
um projeto há mais de 3 mil anos para dominar o mundo”.
Pergunta a Samael:
'Eles têm dominado o mundo?'
Resposta de Samael: Até agora o projeto está
dando resultado. Hitler sabia, mas ele preferiu atacar as
mulheres, os velhos e crianças nas câmaras de
gás, essas criaturas nada sabiam dos planos do Sanedrim,
os membros estavam rindo de Hitler nos Estados Unidos, na
França, Inglaterra e Rússia. Eles, o Sanedrim,
foram os que acabaram com Hitler...”
Analisemos, a partir
de agora, outros aspectos sobre os diversos aspectos que permitiram
que o nazismo tivesse êxito nos campos militar e político,
sempre auxiliado pelo ocultismo.
Ordens
Ocultistas
Hitler, aficionado
por tudo o que se relacionasse com o autoconhecimento, com
o esoterismo e magia, foi membro de algumas ordens ocultistas
germânicas. Vejamos a história de algumas delas
para compreender um pouco mais como funcionava a psique desse
personagem:
1. Sociedade
Ahnenerbe
A Sociedade de
estudos para a antiga história do espírito (Deutsche
Ahnenerbe), mais conhecida como a Herança dos Ancestrais,
foi criada no dia 1º de Julho de 1935. Em seu começo
funcionou como um instituto de investigações
avançadas das SS para logo se independizar. Seus mentores
foram Henrich Himmler, Herman Wirth e Walter Darre.
Havia 43 departamentos
na Ahnenerbe, dos quais um era insólito, aquele que
se dedicava às atividades ocultistas. Os interesses
dessa verdadeira confraria, altamente seleta, versavam sobre:
a busca do Santo Graal, escavações de vestígios
atlantes, exploração e contato com as culturas
místicas do Tibet, práticas de yoga, estudos
de antigos cultos pagãos, viagens ao interior da Terra
para comprovar se esta é realmente oca etc. O grande
líder dessa seção, depois de Himmler,
era Friedrich Hielscher, um homem enigmático e do qual
há poucos dados.
Hielscher incentivou
a famosa expedição ao Tibet (1938-1939). A missão
foi comandada pelo antropólogo Erns Schaefer, acompanhado
por cinco sábios alemães e 20 membros da SS.
Juntamente com
a Ahnenerbe, coexistiram outras organizações
que também tiveram uma vinculação esotérica.
Uma delas foi a Thule, de onde surgiriam dois importantes
desprendimentos: a Ordem do Sol Negro e a Loja Sociedade Vril.
2. Ordem do
Sol Negro
Foi um corpo especial
batizado como SS Schwarze Sonne, estabelecido para pôr
em prática os ensinamentos do monge tibetano conhecido
como o Homem das Luvas Verdes, o qual trouxe técnicas
tenebrosas para atrair a energia do Sol Negro de nosso Sistema
Solar.
As teorias geológicas
e astronômicas que os cientistas nazis manejavam asseguravam
que a Terra, como o resto dos corpos cósmicos, é
na realidade um satélite de dois sóis, e não
um somente, um branco e luminoso que nos dá vida, e
outro, de matéria astral, que nos desequilibra. Essa
Ordem do Sol Negro teve um objetivo: atrair energias cósmicas
negativas do Sol Negro e pôr em marcha projetos secretos
de dominação mundial. (Para saber mais sobre
o Sol Negro, clique
aqui.)
3. Sociedade
Vril
A Loja Luminosa
ou Sociedade Vril foi fundada pelo professor de geopolítica
e esoterista berlinense Karl Haushoffer. Diz-se que a fonte
de inspiração para a sua criação,
baseou-se no livro intitulado Vril – A Raça Futura,
do escritor inglês e discípulo de Eliphas Levi,
Edward Bulwer-Lytton, onde se descreveria uma sociedade subterrânea
que utilizava uma misteriosa energia tântrica, o Vril.
Entre os objetivos dessa loja estava: Investigar as origens
da raça ariana e saber como essas capacidades mágicas
que dormem no sangue podem ser reativados para convertê-las
em veículos sobre-humanos.
Documentos nazis
capturados após a queda do Terceiro Reich indicam que
Hitler e seus partidários lançaram várias
expedições em busca de uma entrada rumo ao mundo
interior, à Terra Oca. Geógrafos e cientistas
alemães receberam a ordem de encontrar túneis
que conduzissem os Vril-ya (como se denominou a esse povo
subterrâneo oculto). Foram pesquisadas minas alemãs,
suiças e italianas para encontrar possíveis
poços, e inclusive Hitler ordenou a um coronel de inclinações
intelectuais que investigasse a vida do lorde Bulwer-Lytton
con a esperança de conhecer onde e quando o autor havia
visitado o mundo dos Vril-ya.
Os nazis acreditavam
que através da energia Vril eles poderiam “ter
acesso a profundos conhecimentos no campo da tecnologia atômica,
muitos dos quais ainda não foram descobertos, e cujo
manejo errôneo teria provocado o abrupto desaparecimento
de civilizações antigas das que apenas há
algum registro, como é o caso de antigos textos hindus
em que aludem a Vimanas voadores e armas com raios atômicos”.
4. Thule-Gesellschaft
A Sociedade do
Thule foi uma sociedade esotérica alemã fundada
em 1918 pelo ocultista e nobre alemão Rudolf von Sebottendorff.
A ela pertenceram importantes personalidades do Terceiro Reich,
como o próprio Adolf Hitler e seu braço direito
Rudolf Hess. Aparentemente, o Partido Nacional-socialista
(e, portanto, o próprio Terceiro Reich) teve sua origem
nessa sociedade, sendo o DAP (Deutsche Arbeiter-Partei, depois
transformado em NSDAP) seu braço político. Como
escudo da Sociedade Thule escolheu-se a suástica colocada
atrás de uma reluzente espada disposta verticalmente.
O nome Thule foi escolhido por causa do legendário
Reino de Thule dos nórdicos e a Tula dos astecas, a
ilha encantada do norte do mundo, onde se encontrariam os
regentes da raça ariana e da evolução
espiritual da humanidade. Em 1919, o membro da Thule Karl
Haushofer fundou uma segunda ordem, que se chamou Brüder
des Lichtes (Irmãos da Luz), depois denominada Vril-Gesellschaft.
A esta nova sociedade
uniram-se os membros de outras ordens, tais como a Die Herren
von Schwarzem Stein (Os Senhores da Pedra Negra), que era
a refundação de uma Ordem Templária.
Entre os membros da Sociedad Thule encontravam-se, ademais
dos pagãos Heinrich Himmler e Alfred Rosenberg, também
sacerdotes (como o confessor de Hitler, Bernhard Stempfle),
monges cistercienses (Guido von Lizst) e membros da Ordem
do Temple Refundada (os chamados Herren von Schwarzem Stein),
além de nacionalistas, patriotas, antimarxistas e anti-sionistas.
O autor alemão Jan Udo Holey afirmava em seu livro
Sociedades Secretas e seu Poder no Século 20 que os
homens mais destacados dessa ordem, e que influenciaram os
destinos da Alemanha e mesmo da própria humanidade
na época foram: Freiherr Rudolf von Sebottendorff;
Guido von Lizst e Jörg Lanz von Liebenfels, mestres da
Ordem; Adolf Hitler, Führer, chanceler do Reich e Führer
da Alemanha; Rudolf Hess; Hermann Göring, marechal do
Reich; Heinrich Himmler, Reichsführer SS; Alfred Rosenberg,
ministro do Reich; Hans Frank; Julius Streicher; Karl Haushofer;
Gottfried Feder; Dietrich Eckart; Bernhard Stempfle; Franz
Gürtner; Rudolf Steiner; Theo Morell; W. O. Schumann;
Trebisch-Lincoln e a Condessa Westrap.
A Morte
de Hitler
O suicídio
de Adolf Hitler e sua mulher, Eva Braun, é considerado
por todos como uma verdade incontestável. Mas será
mesmo que ele e sua família se mataram em seu bunker,
em Berlim? Por que será que isso foi contestado logo
após o fim da Segunda Guerra Mundial por inúmeras
autoridades? Para muitos, a farsa armada em torno do suicídio
de Hitler está ultrapassada, pois vários pesquisadores
coincidem na falta de provas de sua morte na Alemanha. Não
há cadáver, nem autopsia, nem perícia
jornalística. Para o jornalista argentino Abel Basti,
autor de um interessante livro (Hitler em la Argentina), Hitler
desembarcou em Caleta de los Loros, entre as cidades de Viedma
e San Antonio Oeste. Protegido pela colônia alemã
e mesmo pelo serviço secreto argentino, Hitler e Eva
Braun teriam vivido sossegados neste país da América
do Sul, até sua morte por velhice. A versão
de Basti consiste em que o casal Hitler-Eva no dia 29 de abril
de 1945, em um avião JU-52, após passar sem
prejuízo a defesa aérea soviética, aterrissou
na Espanha e daí em um submarino chegou à Patagônia.
Josef Stalin, dias
depois da invasão soviética de Berlim, comentou
com seus principais generais: “Ele não está
morto. Ele escapou para a Argentina ou Espanha”. Como
o Terceiro Reich entrou em colapso na primavera de 1945, a
primeira coisa que o Exército soviético fez
ao entrar em Berlim foi chegar o mais rápido possível
ao bunker onde estaria escondido Hitler para capturá-lo
antes das demais tropas aliadas. Depois, os russos fizeram
uma série de afirmações contraditórias
sobre a morte do líder alemão. No dia 17 de
julho do mesmo ano, em Potsdam, Stalin comentou, durante um
café da tarde, ao presidente norte-americano, Harry
Truman, de que eles não haviam achado o corpo de Hitler,
e o que havia sido encontrado foi o sósia dele, morto
com um tiro na cabeça, segurando uma foto de Eva Braun.
Mas que o verdadeiro Hitler não se encontrava mais
no local. Stalin também confidenciou que divulgaria
as fotos desse sósia de Hitler como se fosse o próprio,
até que o verdadeiro fosse achado. Os vencedores da
Segunda Guerra Mundial nunca o encontraram.
No dia 19 de abril
de 1945, o New York Times escreveu: “Rumores
estão circulando sobre o dublê de Hitler. Pode
ter sido ele o que foi encontrado no bunker, ele foi treinado
para ‘ser’ o próprio Hitler e iria se transformar
num mártir no lugar de Hitler, enquanto este se tornaria
o verdadeiro mártir”.
Um relatório
da KGB, o serviço secreto soviético, afirmava
o seguinte: “No bunker com Hitler estava seu doppleganger
(sósia), Gustav Weber. Eles estavam sempre juntos para
o caso de Hitler precisar dele”.
Se Hitler não
morreu, pois o cadáver achado foi o de seu sósia,
seu dublê, então por que isso não foi
relatado pelos vencedores? Por que os soldados soviéticos
simplesmente cremaram o cadáver do suposto Führer,
em vez de apresentá-lo como objeto de exposição?
Para onde teria ido Hitler? Talvez seja por isso que C. J.
Heimlich, coronel do serviço de informações
da presidência norte-americana afirmou que “nenhum
ser humano pode afirmar conclusivamente que Adolf Hitler morreu”.
À época,
um dos agentes do FBI afirmou, depois de alguns anos de investigações:
“Ele realmente escapou para a Argentina e se diz que
ele ainda viveu mais 11 anos. Depois desse tempo, ninguém
mais soube de seu paradeiro”.
Realmente, informações
de diversas fontes sobre o verdadeiro paradeiro de Adolf Hitler
vêm coincidir com as afirmações do VM
Samael Aun Weor sobre a vida e morte desse líder do
povo germânico. Samael disse que Hitler realmente morreu
de velho em um país qualquer da América do Sul,
país esse que seria nada menos que a Argentina.
Para ver as fotos dos diversos personagens citados neste texto,
e outros mais, clique aqui.
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