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Mentha piperita
O
departamento elemental da hortelã-pimenta está
intimamente relacionado com as três runas: AR,
TYR e MAN.
A
primeira runa (AR) representa a Deus dentro do homem,
as forças divinas atuando no ser humano e a ara
sagrada da vida.
TYR,
a segunda runa, representa a trindade divina reencarnando-se
através das rodas de nascimentos e mortes.
A
terceira runa (MAN) representa o homem.
O
anjo governador da hortelã-pimenta ajudar-nos
a passar das trevas para a luz.
As
hierarquias relacionadas com esse departamento elemental
atuam conduzindo as almas reencarnantes pelo estreito
caminho que conduz à matriz.
As
hierarquias divinas da hortelã-pimenta sintetizam
suas atividades nas três runas IS, RITA e GIBUR.
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IS é o falo, no qual se encerra
todo o poder das forças sexuais.
RITA
é a rosa que representa a Justiça Divina.
GIBUR
é a letra G da geração.
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Nestas
três letras fundamentais apóia-se a atividade
daqueles grandes seres relacionados com o departa-mento elemental
da hortelã-pimenta.
Todo o
processo científico de reencarnação e
todo o processo biológico de concepção
fetal estão sabiamente dirigidos por aqueles anjos
que se relacionam com o departamento elemental da hortelã-pimenta. A passagem do
espermatozóide masculino através do estreito
caminho das trompas de falópio assemelha-se muito àquela
passagem apertada e estreita que vai das trevas à luz. Nos antigos templos
de mistérios, o neófito chegava até o
altar do templo depois de ter atravessado um estreito e apertado
caminho que o conduzia das trevas para a luz.
As hierarquias
relacionadas com a hortelã-pimenta dirigem cientificamente
e de acordo com a justiça cósmica todos os processos
de reprodução da raça.
Os anjos
que governam esse departamento elemental da natureza conduzem-nos
sabiamente pela estreita passagem dos templos de mistérios,
levando-nos até o altar da iluminação.
A hortelã-pimenta
está intimamente relacionada com os arquivos akhásicos
da natureza.
Os mantras
da hortelã-pimenta permitem a recordação
das reencarnações passadas. Estes mantras são:
RAOM-GAOM.
Estes mantras podem ser vocalizados mentalmente durante os
exercícios retrospectivos, em meditação
profunda, para recordar as vidas passadas.
Os mantras
RAOM-GAOM permitem a abertura dos selados
arquivos da memória da Natureza, assim recordamos nossas
passadas reencarnações. Esta
é a magia elemental da hortelã-pimenta.
A muitos
discípulos poderá parecer extraordinário
e até estranho que eu relacione a hortelã-pimenta
com a lei da reencarnação e com os procedimentos
biológicos da concepção humana.
Hermes
Trismegisto, citado por H. P. Blavatsky na página 367
do primeiro volume de A Doutrina Secreta, diz textualmente:
A criação
da vida pelo sol é tão contínua como
sua luz; nada a detém nem a limita.
Em torno dele, tal qual um exército de satélites,
existe inumeráveis coros de gênios.
Eles residem na vizinhança dos imortais e dali velam
sobre os assuntos humanos.
Eles cumprem a vontade dos Deuses (Karma) através de
temporais, calamidades, transições de Fogo e
ter-remotos, assim como através de fome e guerras para
castigar a impiedade.
O sol
conserva e alimenta todas as criaturas. Assim como o mundo
ideal, que rodeia o mundo sensível, enchendo este último
com a plenitude e variedade das formas, do mesmo modo o sol,
compreendido todo em sua luz, com efeito leva a todas as partes
o nascimento e o desenvolvimento das criaturas. Sob suas ordens
está o coro dos gênios, ou melhor, os coros,
pois ali vê muitos e variados, correspon-dendo seu número
ao das estrelas. Cada estrela possui seus gênios, bons
e maus por natureza, ou melhor, por sua ação,
pois a ação é a essência dos génios...
Todos
esses gênios presidem sobre os assuntos mundanos. Eles
sacodem e derrubam a constituição dos estados
e dos indivíduos. Eles imprimem seu parecer em nossas
almas e estão presentes em nossos nervos, em nossa
medula, em nossas veias, em nossas artérias e em nossa
própria substância cerebral.
No momento em
que um de nós recebe a vida e o ser, fica aos cuidados
dos gênios elementais que presidem os nascimentos e
que se acham classificados sob os poderes astrais (espíritos
astrais sobre-humanos). Eles trocam perpetuamente, não
sempre de um modo idêntico, porém girando em
círculos. (Progressos cíclicos em desenvolvimento).
Eles impregnam,
por meio do corpo, duas porções da alma para
que possa receber de cada uma a impressão de sua própria
energia.
Porém, a parte divina da alma não está
sujeita aos gênios, está designada para a recepção
do Deus (o Íntimo) que a ilumina com um raio de sol.
Os iluminados
assim são poucos em número e os gênios
abstêm-se deles (assim é como o homem liberta-se
do karma), pois, nem gênios nem Deuses têm poder
algum na presença de um único raio de Deus.
Porém, todos os demais homens tanto em corpo como em
alma são dirigidos por gênios a quem se aderem
e a cujas ações afetam... Os
gênios possuem, pois, o domínio das coisas mun-danas
e nossos corpos servem-lhe de instrumento. Esses
gênios elementais da natureza são chamados na
Índia de bhuts, devas, shaitan e djin. Todos esses
grandes seres são filhos da Névoa de Fogo, são
o Exército da Voz, são seres perfeitos...
Tudo o
que existe no universo brotou de suas sementes. As sementes
de tudo o que existe são as essências monádicas
da Névoa de Fogo. Quando o coração do
sistema solar começou a palpitar depois da grande noite
cósmica, os átomos devoradores da Névoa
de Fogo desagregaram aos átomos das essências
monádicas para que deles surgisse a vida elemental
dos quatro remos da natureza. Cada átomo da natureza
é o corpo de uma chispa vir-ginal que evolui incessantemente
através do tempo e do espaço.
Essas
chispas virginais são as mônadas divinas que
constituem a sementeira do cosmo. Essas chispas virginais
em seu conjunto são chamadas essências monádicas.
Cada um dos átomos do nosso corpo físico e dos
nos-sos corpos internos e a viva encarnação
das chispas virginais... Todas essas chispas virginais evoluem
e progridem sob a direção dos anjos.
Agora,
nossos discípulos entenderão porque os anjos
da hortelã-pimenta dirigem todos os processos da gestação
fetal e da reprodução racial.
Existem três aspectos de evolução cósmica,
os quais em nosso planeta estão confundidos e entrelaçados.
Os três aspectos são: a evolução
monádica, a evolução mental e a evolução
física. Porém, as essências monádicas
em progresso evolutivo são a base fundamental do desenvolvimento
mental e físico.
Conforme
as essências monádicas vão evoluindo,
toda a grande natureza vai se transformando. Cada
uma dessas três correntes evolutivas é dirigida
e governada por grupos diferentes de Dhyanis ou Logói.
Esses grupos de seres divinos estão representados em
toda a nossa constituição humana.
A corrente
monádica em conjunção com a onda evolutiva
da mente, representada pelos Manasa-Dhyanis (os devas solares
ou os Pitris-Agnishvattas), e com a evolução
do mundo físico, representada pelos chayas dos Pitris
lunares, constituem o que se chama homem. A natureza, o poder
físico evolucionante, jamais poderia adquirir consciência
nem inteligência sem a ajuda desses anjos divinos. Os
Manasa-Dhyanis são os que dotam o ser humano de mente
e inteligência.
Cada átomo
virginal do reino mineral é o corpo fí-sico
de uma mônada divina que aspira a se converter em homem.
Na página
242 do primeiro volume de A Doutrina Secreta, de
H. P. Blavatsky, lê-se o seguinte comentário:
"Cada
forma na terra, cada ponto (átomo) no espaço,
trabalha e esforça-se pela própria formação,
busca seguir o modelo colocado para ele no homem celeste.
Sua (do átomo) involução e evolução,
seu desenvol-vimento e desabrochar externo e interno tem um
único e mesmo objetivo: o homem, o homem como a forma
física mais elevada e última nesta terra. A
mônada em sua totalidade absoluta e condição
desperta como culminação das encarnações
divinas na terra."
Todos
os elementais animais, vegetais e minerais se converterão
em homens nos Períodos de Júpiter, Vênus
Vulcano.
Em última
síntese, todos os nossos quatro corpos inferiores estão
formados de elementais atômicos ou consciências
atômicas governadas pelos devas ou anjos da natureza.
Nossa
vida individual está totalmente relacionada com a vida
universal.
E a vida
interna das plantas está dentro de nós mesmos.
E os regentes
dos diversos departamentos elementais da natureza estão
dentro de nós mesmos, dirigindo os nossos processos
biológicos e os nossos processos mentais e de consciência.
As quatro
estações do ano estão dentro de nós
mesmos e repetem-se em nossa consciência interna.
Assim,
pois, e impossível separar a nossa vida do grande oceano
da vida universal. Com uma simples erva, podemos, muitas vezes,
desatar uma tempestade ou fazer a terra tremer porque a vida
de uma insig-nificante erva esta unida a todas as vidas desta
grande vida universal.
Força e
forças são algo muito unido na criação.
A vida de cada
uma das plantas da natureza se repete dentro de cada um de
nos e a soma total dessas par-celas constitui isso que chamamos
de homem.
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