|
aloe
soccotorina
O aloés é uma planta de grandes poderes ocultos.
Os elementais desta planta parecem crianças recém--nascidas.
Essas crianças elementais sao verdadeiros adamitas
cheios de inocente beleza.
Essa planta multiplica suas folhas (pencas) sem a necessidade
do elemento terra ou do elemento agua.
Muitas vezes vi um aloés pendurado na parede sem luz
solar, sem água e dentro do aposento. No entanto, a
planta seguia vivendo milagrosamente, reproduzindo suas folhas
e até multiplicando-as.
De que vive? De que se alimenta? Como faz para se sustentar?
Investigações clarividentes levaram-nos à
conclusão lógica de que essa planta se alimenta
e vive dos raios ultrassensíveis do Sol.
Essa planta nutre-se do Cristo Cósmico, dos raios
crísticos do Sol.
Os cristais dessa planta são sol líquido, Cristo
em substância, sêmen cristônico.
Os elementais dessas plantas têm poder sobre todas
as coisas e por meio da Magia Elemental podemos utilizá-los
para todo tipo de trabalhos de magia branca.
Antes de se colher a planta, há que se regá-la
com água a fim de batizá-la.
Abençoa-se a planta e recita-se a seguinte oração
gnóstica:
"Eu creio no Filho, o Crestos Cósmico, a poderosa
mediação astral que enlaça a nossa personalidade
física com a imanência suprema do Pai Solar."
Pendura-se um pedacinho do metal prata na planta. Em seguida,
pendura-se a planta na parede da nossa casa para que com o
esplendor da luz crística que atrai do sol ilumine
e banhe todo o ambiente da casa, acumulando-nos de luz e sorte.
Por intermédio do poder da vontade, podemos ordenar
ao elemental do aloés a fim de que execute o trabalho
mágico que desejamos e esse elemental obedecerá
imediatamente.
Fora de dúvida, se dará as ordens diariamente
para obrigar o elemental a trabalhar.
Os poderes solares dessas criaturas são realmente
formidáveis. Porém, aquele que tentar usar essas
criaturas elementais da natureza com propósitos mal-vados
contrairá um horrível karma e será severamente
castigado pela lei.
Os elementais do aloés estão intimamente relacionados
com as leis da reencarnação.
O departamento elemental do aloés está intimamente
relacionado com as forças cósmicas encarregadas
de regular a reencarnação humana.
Assim como o aloés pode ser arrancado da terra para
ser pendurado numa parede, isto é, continuar vivendo
apesar da mudança de ambiente, assim também
o ser humano pode ser arrancado da terra, trocar de am-biente,
e seguir vivendo; esta é a lei da reencarnação.
Podemos ainda provar esta lei fisicamente.
Existe nos bosques de clima tropical um inseto que se conhece
com o nome de cigarra.
"Gênero de insetos hemípteros de cor verdosa
amare-lada. A cigarra produz durante os calores do verão
um ruído estridente e monótono através
de um órgão particular que o macho possui na
parte inferior do abdômen."
Na Colômbia, dão a esse inseto o nome vulgar
de chicharra.
É crença comum entre as pessoas que este pequeno
animal se rebenta cantando e morre. No entanto, a realidade
e diferente.
O que acontece é que esse animal abandona a sua quitina
- substância orgânica que constitui o esqueleto
dos animais articulados.
O inseto faz uma abertura na região toráxico-dorsal
e sai por ali, revestido de um novo corpo cheio de vida...
Esse animalzinho é imortal e reencarna-se em vida
incessantemente...
O Mestre Huiracotcha, falando sobre o aloés, na página
137 do seu livro Plantas Sagradas (edição argentina
de 1947), diz o seguinte:
"Os viajantes que vão ao oriente verão
sobre as portas das casas turcas um couro de crocodilo e uma
planta de aloés, já que ambos, dizem, garantem
uma longa vida.
Examinando cuidadosamente esse símbolo, descobrimos
que representa a reencarnação."
O Livro dos Mortos dos egípcios diz textualmente:
"Eu sou o crocodilo sagrado Sebekh. Eu sou a chama de
três pavios e meus pavios são imortais. Eu entro
na região de Sekem, eu entro na região das chamas
que derrotaram meus adversários."
O crocodilo sagrado Sebekh simboliza o Íntimo e se
colocamos o aloés junto, teremos o Íntimo com
seus três pavios, isto é, a divina tríada
reencarnando-se incessantemente para alcançar perfeição.
A reencarnação para uns é uma crença,
para outros uma teoria e para muitos uma superstição,
mas para aqueles que se lembram de suas vidas passadas ela
é um fato.
Eu pessoalmente lembro-me de todas as minhas vidas passadas
com tanta naturalidade quanto alguém que se recorda
da hora em que se sentou para almoçar ou jantar. Poderiam
vir todos os sábios do mundo a fim de provarem que
estou equivocado e eu acharia graça deles. Simplesmente
os olharia compassivamente, pois como faria para esquecer
aquilo que me lembro?
A reencarnação para mim e um fato.
Conheci o amanhecer da vida sobre a Terra e estou neste planeta
desde a época polar.
Testemunhei a saída do éden, portanto posso
afirmar que a causa causarum da perda dos poderes internos
da raça humana foi a fornicação.
Na Lemúria, as tribos viviam em ranchos e os soldados
dessas mesmas tribos em quartéis. As armas desses soldados
eram flechas e lanças.
Em um único rancho gigantesco vivia toda uma tribo.
A união sexual verificava-se unicamente nos enormes
pátios dos templos em determinadas épocas do
ano e sob as ordens dos anjos.
Porém, os lucíferes despertaram em nós
a sede passional e nos entregamos à fornicação
nos ranchos.
Eu assisti a saída do éden, fui testemunha
da saída do paraíso, por isso dou testemunho
de tudo que vi e ouvi...
Ainda recordo quando fomos expulsos da Loja Branca, quando
fornicamos...
Os grandes hierofantes dos Mistérios Maiores nos expulsaram
do pátio de seus templos quando comemos do fruto proibido.
Desde então os seres humanos vêm rodando através
de milhões de nascimentos e mortes tão numerosos
como as areias do mar.
O plano dos anjos era que tão logo o homem adqui-risse
um cérebro e uma garganta para falar deixaria de ter
"comércio sexual" com a mulher.
Esse era o plano dos anjos, porém os lucíferes
pu-seram esse plano a perder e o homem afundou no abismo.
Foi enviado um Salvador à humanidade, mas, em ver-dade,
é triste dizê-lo, a evolução humana
fracassou.
Durante as épocas polar, hiperbórea e princípios
da lemuriana, os seres humanos eram hermafroditas e a reprodução
verificava-se por esporos, que se des-prendiam das panturrilhas.
O homem utilizava os dois pólos ( positivo e negativo
) de sua energia sexual para criar por esporos.
Com a separação em sexos opostos, o homem pôde
reter um pólo de sua energia sexual para formar o cérebro
e a garganta.
Então, houve necessidade de cooperação
sexual para a reprodução da raça.
O ato sexual passou a se verificar sob a direção
dos anjos em determinadas épocas do ano.
O plano dos anjos era que tão logo estivessem o cérebro
e a garganta constituídos, o homem continuaria sua
evolução criando seu corpo com o poder do Verbo.
Eu fui testemunha de todas essas coisas. Por isso a reencarnação
para mim é um fato.
Conheci a magia sexual tenebrosa, o tantrismo ensinado por
Cherenzi e Parsival. Eu a vi ser exercida pelos magos negros
da Atlântida, por isso aquele continente afundou em
meio a grandes cataclismos.
Conheci os impérios egípcio e romano. Pelas
portas da antiga Roma dos césares, muitas vezes vi
Nero sair sentado em sua liteira, carregado nos ombros de
seus escravos...
Há mais de dezoito milhões de anos os seres
humanos vêm evoluindo através dessas rodas de
nas-cimentos e mortes...
Porém, é triste... muito triste dizê-lo:
a ver-dade é que a evolução humana fracassou...
Um grupo mínimo de almas conseguirá se reencarnar
na luminosa Era de Aquário...
Conheço demasiado os pseudo-espiritualistas teóricos
do mundo. Sei por antecipação que eles acharão
graça desta minha afirmação, julgando-me
um ignorante... Pobrezinhos... Sei de memória todas
as suas teorias, conheço todas as suas bibliotecas
e posso afirmar que a maioria dos espiritualistas dessas sociedades,
escolas, ordens etc., seguem o caminho negro.
Parece incrível, porém entre os humildes aldeães
e gentes simples, aqueles que nunca devoraram teorias, Manjares
Sepulcrais, há almas verdadeiramente luminosas, almas
milhões de vezes mais evoluídas que a daqueles
santarrões que sorriem docemente diante do auditório
dessas gaiolas de papagaios do mais arraigado espiritualismo
profano.
Os anjos que regem a lei da reencarnação estão
intimamente relacionados com o departamento elemental dos
aloés.
O mantra desse elemental é a vogal M.
A pronúncia correta dessa vogal faz-se com os lábios
cerrados.
Seu som assemelha-se com o mugido do boi.
Porém, não quero dizer que se deva imitar o
boi.
Ao se articular o som, far-se-á com os lábios
cerrados, então ele sairá pelo nariz.
Todo ser humano pode recordar suas vidas passadas praticando
o exercício da retrospecção.
Diariamente, poderão fazer um exercício retrospectivo
para se lembrar minuciosamente dos incidentes ocorridos na
véspera. Lembrem-se de todos os acontecimentos ocorridos
em ordem inversa: oito dias antes, quinze dias antes, um mês,
dois meses, um ano, dez, vinte anos... até recordar
com precisão os acontecimentos dos primeiros anos de
infância.
Acontecerá que o estudante ao chegar com seu exer-cício
retrospectivo aos primeiros quatro anos de vida, sentirá
muita dificuldade em recordar-se dos primeiros anos da infância.
Ao chegar a este ponto, o estudante praticará seu
exercício durante aqueles instantes de transição
entre a vigília e o sono.
Então, em visão de sonhos, recordará
minuciosamente os detalhes de sua infância porque durante
o sonho entramos em contato com o subconsciente, onde estão
armazenadas as nossas recordações.
Este procedimento de retrospecção interna,
aproveitando o estado de transição entre a vigília
e o sono, podemos prolongar até recordar aqueles instantes
que precederam a morte do nosso passado corpo físico,
as últimas e dolorosas cenas. Continuando o exercício
retrospectivo, passaremos a recordar a nossa reencarnação
anterior e todas as demais que a precederam.
Este exercício de retrospecção profunda,
interna e delicada, permite que recordemos as nossas vidas
passadas.
|